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Escola Estadual Américo Dias Pereira

Data de Entrega: 21 de setembro de 2010.

Problemas ambientais
urbanos e rurais

Três Corações
2010
Bárbara Naves, 09
Déborah Siqueira, 20
Larissa Andrade, 25
Mariele Silva, 33

Problemas ambientais
urbanos e rurais

Três Corações
2010
Introdução

O homem, cada vez mais, vem usando o planeta de forma contínua e


exagerada, causando conseqüências brutais e na maioria das vezes
drásticas.

Enchentes, secas, desmatamentos, erosões vem sendo conseqüências


constantes no mau uso de produtos fornecidos para o conforto do homem.
Nesse trabalho vamos estudar as possíveis conseqüências de tais ações
realizadas por estes.
Problemas ambientais urbanos

Com o crescimento exagerado das cidades, comum nos tempos atuais, grandes
agravantes ambientais são produzidos, já que esse crescimento ocorre de forma rápida e
desorganizada. São inúmeros os fatores que comprometem o meio ambiente, e que
causam enormes prejuízos para nós mesmos.
Os principais problemas que podemos encontrar nas zonas urbanas, são:

Poluição atmosférica

A poluição atmosférica é conseqüência da introdução produtos químicos e/ou


tóxicos no ambiente.
A queima de combustíveis fósseis – e não só ela - propicia a liberação de
monóxido de carbono, que corresponde a aproximadamente 45% dos poluentes
liberados em grandes metrópoles. Inodoro e incolor, o CO tem capacidade de se ligar à
hemoglobina sanguínea, podendo provocar asfixia.
Dióxido de nitrogênio, dióxido de enxofre, ácido nítrico, ácido sulfúrico e
hidrocarbonetos são outros poluentes que contribuem para esse tipo de poluição.
Irritação de mucosas e vias respiratórias, cânceres, alteração da água e solo, corrosões
de construções e monumentos, inversão térmica, efeito de estufa e destruição da camada
de ozônio são algumas consequências da ação desses. Partículas, como as de sílica e
amianto podem ser cancerígenas, além de causar fibroses e enfisemas pulmonares.
Apesar de várias iniciativas governamentais e não governamentais, impactos
ambientais de diversas magnitudes vêm ocorrendo e podem se agravar em razão desse
problema. O velho paradigma de que não há desenvolvimento sem que haja agressões
bruscas ao meio ambiente é o principal responsável por esta questão.
Os teores de gás carbônico na atmosférica aumentam anualmente em torno de
0,5%, a temperatura média da superfície de nosso planeta aumentou cerca de 5° C desde
a época da Revolução Industrial e camadas inteiras e gigantescas de gelo das regiões
polares são derretidas em velocidade assustadora, graças a poluição do ar.
O uso de filtros em chaminés de indústrias, investimento no transporte coletivo e
em ciclovias a fim de reduzir o número de automóveis nas cidades, evitar queimadas,
reduzir ou não fazer o consumo de carne (o esterco, a fermentação gástrica e intestinal
dos ruminantes e o desmatamento para criar pastos são extremamente impactantes),
reutilização de materiais, uso de energias menos ou não poluentes e não adquirir
produtos que contém CFC’s (estes têm capacidade de destruir a camada de ozônio) são
algumas medidas que podem ser adotadas contra esse problema.
Inversão térmica

Esse é um fenômeno natural, mas que ocorre principalmente nos grandes centros
urbanos, regiões, onde o nível de poluição é muito elevado. A inversão térmica ocorre
quando há uma mudança abrupta de temperatura devido à inversão das camadas de
ar frias e quentes.
A camada de ar fria, por ser mais pesada, acaba descendo e ficando numa região
próxima a superfície terrestre, retendo os poluentes. O ar quente, por ser mais leve, fica
numa camada superior, impedindo a dispersão dos poluentes.
Este fenômeno climático pode ocorrer em qualquer dia do ano, porém é no
inverno que ele é mais comum. Nesta época do ano as chuvas são raras, o que dificulta
ainda mais a dispersão dos poluentes, agravando o problema.
A inversão térmica afeta diretamente a saúde das pessoas, principalmente das
crianças, provocando doenças respiratórias, cansaço, entre outros problemas de saúde.
Pessoas que possuem doenças como, por exemplo, bronquite e asma são as mais
afetadas com esta situação.
Soluções para estes problemas estão ligados diretamente à adoção de políticas
ambientais eficientes que visem diminuir o nível de poluição do ar nos grandes centros
urbanos. A substituição de combustíveis fósseis por biocombustíveis ou energia elétrica,
campanhas públicas conscientizando as pessoas sobre a necessidade de trocar o
transporte individual (particular) pelo transporte público (ônibus e metrô) e a
fiscalização nas regiões onde ocorrem queimadas irregulares poderiam contribuir para
amenizar o problema.

Ilhas de calor

Ilha de calor é o nome que se dá a um fenômeno climático que ocorre


principalmente nas cidades com elevado grau de urbanização. Nestas cidades, a
temperatura média costuma ser mais elevada do que nas regiões rurais próximas.
Uma cidade que é considerada uma ilha de calor, normalmente apresenta grande
concentração de asfalto (ruas, avenidas) e concreto (prédios, casas e outras construções),
o que causa o aumento da concentração de calor, fazendo com que a temperatura fique
acima da média dos municípios da região. A umidade relativa do ar também fica baixa
nestas áreas.
Outros fatores que agravam o fenômeno são pouca quantidade de verde (árvores
e plantas) e alto índice de poluição atmosférica, que favorece a elevação da temperatura.
A formação e presença de ilhas de calor no mundo são negativas para o meio ambiente,
pois favorecem a intensificação do fenômeno do aquecimento global.
As cidades de São Paulo (Brasil), Rio de Janeiro (Brasil), Nova Iorque (EUA),
Cidade do México (México), Pequim (China) e Nova Deli (Índia) são exemplos de ilhas
de calor.
Plantio de árvores em grande quantidade nas grandes cidades, criação de parques
e preservação de áreas verdes são soluções eficientes para o problema.
Chuvas ácidas

Entre os vários problemas ambientais consequentes da Revolução Industrial está


a chuva ácida. A chuva contém um pequeno grau natural de acidez, que por sua vez, não
agride o meio ambiente. No entanto, esse processo é intensificado em virtude do grande
lançamento de gases poluentes na atmosfera, fenômeno esse, que ocorre principalmente
nas cidades industrializadas, com grande quantidade de veículos automotores e em
locais onde estão instaladas usinas termoelétricas. Entretanto, em função das correntes
atmosféricas, as chuvas ácidas podem ser desencadeadas em locais distantes de onde os
poluentes foram emitidos.
Os óxidos de nitrogênio (NOx), dióxido de carbono (CO2) e o dióxido de
enxofre (SO2) (liberados na atmosfera pela queima de combustíveis fósseis) em reação
com as partículas de água que formam as nuvens, tem como resultado o ácido nítrico
(HNO3) e o ácido sulfúrico (H2SO4), que depois se precipitam em forma de chuva,
neve ou neblina, caracterizando as chuvas ácidas.
As chuvas ácidas alteram os ecossistemas aquáticos, contribuem para a
destruição de florestas, danifica edifícios, corrói monumentos históricos, contamina a
água potável, e, sobretudo, prejudica a saúde humana.
As maiores ocorrências de chuvas ácidas até os anos 1990, era nos Estados
Unidos. No entanto, os países asiáticos – principalmente China, Índia, Tailândia e Japão
– superaram os EUA. Essas nações asiáticas lançam na atmosfera, cerca de 34 milhões
de toneladas de dióxido de enxofre (SO2) ao ano, pois elas são extremamente
dependentes do carvão para o desenvolvimento das atividades industriais.
As regiões mais afetadas pela chuva ácida são a Europa, a América do Norte e
alguns países asiáticos. No Brasil, esse fenômeno ocorre com mais intensidade nas
cidades com grande concentração industrial (São Paulo, Cubatão, Rio de Janeiro).
O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) estima que cerca de 35% dos
ecossistemas europeus se encontram degradados pelas chuvas ácidas. Entre as principais
medidas para a redução desse fenômeno, figura-se o uso de fontes energéticas limpas,
como por exemplo, a energia solar e a energia eólica.

Destruição da camada de ozônio

A camada de ozônio é uma das camadas que envolvem o planeta Terra. Ela é
composta por gases que juntos, formam uma espessa camada que serve para proteger a
Terra contra os raios nocivos do Sol, os raios ultravioletas.
Com o desenvolvimento industrial, e a poluição aumentando a cada dia, os gases
liberados por conseqüência desse desenvolvimento, entre eles o mais perigoso o CFC,
quando entra em contato com a camada de ozônio, se transforma em O3, que dissolve a
camada, provocando assim buracos nela.
O buraco prejudica o planeta Terra, pois deixa os raios ultravioletas chegarem ao
meio ambiente, prejudicando-o. A região mais afetada pela destruição da camada de
ozônio é a Antártida.
A principal conseqüência da destruição da camada de ozônio será o grande
aumento da incidência de câncer de pele.
A solução seria a diminuição da liberação de gases que destroem a camada de
ozônio. Desde que o protocolo de Montreal foi assinado em 1987, a produção mundial
de CFC diminuiu 77%, sendo possível chegar a sua diminuição. Esse talvez seja a maior
história de sucesso internacional nessa área.

Efeito estufa

Efeito estufa é um fenômeno ocasionado pela concentração de gases (como


dióxido de carbono, óxido nitroso, metano e os clorofluorcarbonos - estes últimos
resíduos de produtos industrializados) na atmosfera, formando uma camada que permite
a passagem dos raios solares e que absorve grande parte do calor emitido pela superfície
da Terra.
Esse fenômeno é imprescindível à vida, já que sem o efeito estufa todos
morreriam de frio. Porém, com a emissão de gases poluentes para a atmosfera, esse
efeito está ganhando mais força, e a quantidade de calor retida aumentada de uma forma
perigosa. Como conseqüência, temos o aumento da temperatura do planeta que causa o
derretimento de gelo nos pólos e o aumento do nível oceânico e de vapor d'água na
atmosfera.
Preocupados com todos estes problemas, organizações ambientais
internacionais, ONGS e governos de diversos países já estão adotando medidas para
reduzir a poluição e a emissão de gases na atmosfera. O Protocolo de Quioto, assinado
em 1997 no Japão, prevê a diminuição da emissão de gases poluentes para os próximos
anos. Contudo, países como os Estados Unidos tem dificultado o progresso deste
acordo.
Impactos Ambientais Rurais

No terceiro mundo, a agricultura estava sustentada em tecnologias rudimentares


e com a economia direcionada para a produção de alimentos agrícolas exportáveis e,
logo após, a 2ª guerra mundial, os defensivos agrícolas químicos passaram a ser
introduzidos no Brasil e nos demais países de economia agrícola. Paulatinamente, a
“Revolução Verde” tomou conta do país. O movimento que visava promover a
agricultura intensiva gerando alimentos para o mundo, não acabou com a fome no
Brasil, mas permitiu, juntamente com as técnicas de melhoramento genético, um
aumento expressivo da produção de grãos e da área disponível à agricultura no país.

Com o tempo, foram ficando evidentes os elevados custos ambientais e sociais


dessa “revolução verde”. A perspectiva do lucro rápido levou muitos produtores a
explorar o máximo a terra e aproveitar tudo o que dela fosse possível. A cobiça de
muitos, aliada a falsa idéia da infinidade de riquezas naturais no país levaram a uma
degradação ambiental intensa, cujos sintomas são verificados, ainda hoje, na
contaminação do solo e da água, do empobrecimento da terra, no envenenamento dos
trabalhadores agrícolas, na contaminação dos alimentos e na perda da biodiversidade.

Efeitos negativos ocorreram também sob o aspecto social, uma vez que, para
adquirir as sementes híbridas ou melhoradas da Revolução Verde, era preciso dispor de
capital ou de empréstimo bancário. Como os agricultores foram levados a aderir às
vantagens agronômicas promovidas pelos avanços tecnológicos, quase sempre distantes
de suas possibilidades econômicas, o pequeno produtor acabou sendo expelido para fora
do mercado e do campo, em benefício dos grandes produtores que, empregando um
número menor de trabalhadores braçais, mantinham uma produtividade cada vez maior,
através da mecanização da lavoura e do uso massivo de defensivos químicos.

As questões complexas a respeito de como viabilizar a sedutora idéia do


desenvolvimento sustentado não são consensuais. Ainda que, teoricamente, a
Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento e a Agenda 21, tenham
servidos – e ainda sirvam -- para fixar os princípios ambientais que deveriam sustentar o
desenvolvimento econômico e o ambiente, as pendências políticas e econômicas estão
longe de serem resolvidas.
A biotecnologia aplicada a sementes geneticamente modificadas propõe uma
nova revolução na agricultura, assim como a química e os agrotóxicos que fundavam a
revolução verde. A agricultura em larga escala baseada na biotecnologia somente se
legitima se observada a função social e ambiental da propriedade rural. Isso significa
que o proveito econômico da produção rural deve vir acompanhado de medidas de
prevenção e redução de impactos ambientais sobre o solo, a água, o ar e as espécies
biológicas que habitam o ecossistema utilizado.

É importante meditar sobre o conceito de desenvolvimento sustentável para nele


vislumbrar as saídas possíveis para os impasses conceituais e programáticos entre os
setores produtivos da agricultura intensiva e aqueles que, por amor à causa ou dever de
ofício, tem a incumbência de zelar pela proteção do meio ambiente.

Afinal, para que seja viabilizada a idéia do desenvolvimento sustentável no


campo é preciso que haja uma agricultura não predatória, igualmente sustentável, para
que o meio ambiente não seja desprezado em nome do aumento da produtividade
agrícola ou da margem de lucros das empresas de biotecnologia, de modo a garantir aos
consumidores alimentos seguros e saudáveis, independente do meio e da técnica
empregada na produção agrícola.

Para resumir três pontos básicos podem ser citados neste trabalho. O primeiro
deles é que o princípio da precaução é o fundamento básico para as normas de
biossegurança no mundo, e, portanto, não pode ser esquecido ou abandonado no debate
sobre segurança alimentar ou prevenção de riscos ambientais que acompanham a
engenharia genética no Brasil.

Para dar ao princípio da precaução aplicação direta e certa é imprescindível


exigir do empreendedor o Estudo Prévio de Impacto Ambiental – EIA, para avaliar os
potenciais riscos da liberação de OGM no meio ambiente. Sabendo-se que a Análise de
risco não substitui o EIA/RIMA nos termos da legislação em vigor Lei nº 6938/81 e
Resolução nº 237/97 do CONAMA.
Por último, mas igualmente relevante, não se pode excluir do consumidor o
direito de ser clara e precisamente informado sobre o que ele está consumindo, inclusive
sobre as características transgênicas do alimento. Por conseguinte, a rotulagem plena
dos alimentos derivados de OGM é essencial para dar estrito cumprimento ao Código
Brasileiro de Defesa do Consumidor e a sentença judicial que determinou a União que
regulamentasse a questão.

Como o plantio e o consumo são partes integrantes da mesma cadeia, que se


inicia com a semeadura e termina com a disposição do produto final beneficiado na
prateleira do mercado, não há como negar que a exigência do EIA RIMA, implicará na
segregação do plantio de grãos naturais e transgênicos, de modo a garantir ao
consumidor final do produto conhecer a sua origem e as suas características, através de
informação adequada exposta no rótulo de cada embalagem.

Do mesmo modo, há de se cuidar para que a nova tecnologia não signifique uma
nova forma de dependência econômica dos produtores rurais, que venha a arruinar a sua
liberdade de escolher o que plantar, como plantar e o que colher.
Anexos

Exemplos visuais de Sérios Impactos Ambientais


Conclusão

O mau uso de recursos "benéficos" para o homem vem afetando o


mundo, já que a questão ambiental tornou-se uma preocupação cada vez
mais imprescindível.
Continuamente viemos reconhecendo a emergência em buscar
soluções a esses problemas que afetam nosso dia a dia e prejudicam a
biodiversidade.
Por isso, é importante que todos nós tenhamos a preocupação de
sermos “ecologicamente corretos”, pois um simples gesto que não nos toma
muito tempo pode fazer a diferença em se tratando dos danos ambientais.
Ao conhecer os impactos que afligem tanto a zona rural quanto a
urbana, deparamos com uma situação de impotência parcial, na qual o que
já ocorreu raramente poderá ser revertido.
Devido a esse fato, é importante visar, mais do que nunca o presente
e o futuro; aquele, por nós mesmos, para que tenhamos melhor qualidade
de vida e este, para as gerações futuras, nossos descendentes diretos e
herdeiros dos atos de nossa geração.
Referências Bibliográficas

Ajuda do Engenheiro Agrônomo formado pela Ufla (Universidade


Federal de Lavras), Lucas Siqueira Souza, na parte destinada a “Impactos
Ambientais na zona rural”.

Internet

< www.google.com/images/impactos_ambientais/ssp./ >


< www.agroinformacoes.com.br>
< www.geoinformacoes.com.br/problemasurbanos >