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ESTABILIDADE INTACTA E EM AVARIA

Prof. Antonio Porpino


ESTABILIDADE INTACTA E EM AVARIA

• INTRODUÇÃO
• GEOMETRIA DA EMBARCAÇÃO
• PRINCIPAIS NOMENCLATURAS
ESTABILIDADE INTACTA E EM AVARIA
1. Loa – Comprimento total 6. Convés Principal
2. T = Calado 7. Super estrutura
3. P = Pontal 8. Popa
4. Borda livre 9. Proa
5. Ta = Calado aéreo 10. Linha D’água
ESTABILIDADE INTACTA E EM AVARIA
1. Loa – Comprimento total 6. Convés Principal
2. T = Calado 7. Super estrutura
3. P = Pontal 8. Popa
4. Borda livre 9. Proa
5. Calado aéreo 10. Linha D’água
11. B = Boca
ESTABILIDADE INTACTA E EM AVARIA

1. CALADO
2. TRIM
3. BANDA
4. DESLOCAMENTO
5. VOLUME DESLOCADO
ESTABILIDADE INTACTA E EM AVARIA

1. CALADO
• Distância Vertical entre o plano de base
e a superfície da água.
• São marcados no costado do navio.
• Calado médio Cm = cav+car/2
• Calado a meio navio (meia nau)
COMPORTAMENTO DINÂMICO
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2. TRIM
• Também Conhecido como compasso
• Diferença entre calados av e ar
• Trim = Car – Cav
• Serve para indicar se a embarcação se
encontra embicada ou derrabada.
ESTABILIDADE INTACTA E EM AVARIA
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3. BANDA
• Inclinação para um dos bordos.
• Seu valor é expresso em graus.
• Temos também banda permanente.
• Distribuição de pesos.
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4. DESLOCAMENTO
• Peso da embarcação.
• Expresso em toneladas.
• Representado pelo símbolo D ou Δ.
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5. VOLUME DESLOCADO
• Volume da parte submersa (carena)
• Expresso em metros cúbicos
• Representado pelo símbolo
Δ
ESTABILIDADE INTACTA E EM AVARIA

5. É BOM SABER...
SOBRE VOLUME DESLOCADO
ESTABILIDADE INTACTA
ESTABILIDADE INTACTA
1. CENTROS DE GRAVIDADE
E DE CARENA.
2. METACENTRO
ESTABILIDADE INTACTA

1. CENTROS DE GRAVIDADE E CARENA


• Resultante de todos os pesos a bordo.
• Tem como ponto de aplicação o centro
de gravidade.
• Representado pela letra G.
• Ponto notável com a cota vertical
representado por KG.
ESTABILIDADE INTACTA
A importância do KG numa embarcação
É BOM SABER...
BRAÇO DE ENDIREITAMENTO (GZ > 0) 3
2
GRANDES ÂNGULOS ( >30 GRAUS)

1 4
1

4
ESTABILIDADE INTACTA

2. METACENTRO
• Posição do centro de carena (B)
• Só tem valor fixo quando o navio
permanece em repouso.
ESTABILIDADE INTACTA

2.1 RAIO METACÊNTRICO (BM)


• Distância entre (B) e (M).
• Divisão da inércia sobre volume deslocado
2.2 ALTURA METACÊNTRICA (GM)
• Distância entre (G) e (M).
• Expresso por GM=KB+BM-KG
É BOM SABER...

estabilidade
intacta
ESTABILIDADE INTACTA
ESTABILIDADE INTACTA
BINÁRIO ou BRAÇO DE ENDIREITAMENTO
• Sistema de duas forças parelelas,
de mesma intensidade e sentidos contrários
aplicadas ao mesmo corpo.
• A tendência do binário é causar uma rotação.
• Força de gravidade (peso) para baixo
• Força de empuxo para cima.
• Distância entre essas duas forças = GZ
ESTABILIDADE INTACTA
BINÁRIO ou BRAÇO DE ENDIREITAMENTO

• Representado pela expressão:


Me = Δ x GZ

(Produto do deslocamento x braço de


endireitamento).
ESTABILIDADE INTACTA
GZ = GM senθ
Para pequenos ângulos menores que 8 graus.
GZ = GM.θ
Para grandes ângulos acima de 8 graus
GZ não é mais: GZ = GM x sen θ

O KG no projeto é calculado para a pior


situação de estabilidade
ESTABILIDADE INTACTA
ESTABILIDADE INTACTA
ESTABILIDADE INTACTA
ESTABILIDADE EM AVARIA

• Estes acontecimentos são suficientemente


frequentes para que seja necessário tomar
medidas para proteger o navio contra os
efeitos de alagamentos acidentais.
ESTABILIDADE EM AVARIA
Dois problemas vitais podem ocorrer:
Perda de estabilidade ou afundamento de convés
não estanque e o conseqüente embarque
de mais água.
A análise desse problema pode ser feita por
dois métodos:
• método de adição de pesos
• o método de perda de flutuabilidade.
COMPARTIMENTAÇÃO

• O método mais eficaz de proteção contra este


problema consiste na subdivisão do espaço
interno do navio por meio de:
– Anteparas transversais.
– Anteparas longitudinais.
– Duplos-fundos ou conveses estanques.
EFEITOS DO ALAGAMENTO
• As principais consequências de um
alagamento podem ser:
– Mudança do calado como resultado da
perda de flutuabilidade.
– Mudança do trim.
– Ocorrência de banda.
– Mudança na estabilidade.
– Mudança de borda livre
– Perda do navio
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Ou seja, um alagamento sempre resultará em:
Perda de flutuabilidade e trim excessivo
Perda de estabilidade transversal e consequente
emborcamento
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μ = permeabilidade
V = volume do compartimento
A = área do plano de flutuação(aw)
μs = permeabilidade de superfície média
a = área do compartimento avariado
H1 = calado após avaria
H = calado inicial
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Tipos de Alagamentos
• Compartimentos sem comunicação livre com o mar
(tipo 1).
• Compartimentos com comunicação livre com o mar
(tipo 2).
• Compartimentos que são fechados no topo e que
estão completamente cheios de água (tipo A).
• Compartimentos que são abertos no topo ou estão
parcialmente cheios (Tipo B).
EXTENSÃO DA AVARIA
ESTABILIDADE EM AVARIA
• PERMEABILIDADE
1. Espaços para passageiros e tripulantes 95%
2. Espaços de máquinas 85%
3. Espaços de carga 60%
4. Tanques de serviços 0 a 95%
ESTABILIDADE EM AVARIA
• MÉTODOS PARA CALCULAR OS EFEITOS
1. Adição de pesos
2. Perda de flutuabilidade
ESTABILIDADE EM AVARIA
No Método de adição de peso a água
proveniente do alagamento é tratada como
um peso acrescentado (embarque de peso),
devendo sempre levar em conta a presença
de superfície livre.
ESTABILIDADE EM AVARIA
No Método da Perda de Flutuabilidade, a
água proveniente do alagamento e o
próprio compartimento alagado são
tratados como não pertencendo ao navio,
isto é, como se esse compartimento
deixasse de pertencer ao navio, originando
uma perda de flutuabilidade.
ESTABILIDADE EM AVARIA
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método consiste em:
1. Calcular o novo calado do navio após o alagamento, sem
considerar o trim ou o adernamento.
2. Recalcular a posição do centro de carena do navio, ainda
sem rotações.
3. Calcular o adernamento resultante da nova posição
transversal do centro de carena, tendo em conta que o
centro de gravidade permanece fixo.
4. Finalmente, calcula-se o trim resultante da nova posição
longitudinal do centro de carena, tendo em conta que o
centro de gravidade permanece fixo.
5. Calculam-se então os calados finais do navio.
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Considerações finais
Obrigado!
Boa semana!
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