Vous êtes sur la page 1sur 6

# Lição 2: Ministério de Casais

Texto Bíblico: Gênesis 2.18-24

E para os casados que estão enfrentando problemas?


1. Comece hoje um diálogo franco, vendo onde começaram a
errar. Perdoem-se mutuamente para levar adiante o casamento.
2. Tenham certeza que vão ouvir, suportar, perdoar e romper
em fé a vida matrimonial.
3. Não espere o outro tomar a iniciativa: procure, peça perdão
e comece a ter confiança um no outro. Sem confiança não
conseguimos nada no relacionamento.
4. Tente a todo custo fazer o seu cônjuge feliz. Lembre-se do
dia do casamento, do tratamento que você dispensava a ele(a).
Volte no que for possível.
5. Nem tudo no casamento é do jeito que eu quero; seja
flexível aberto(a) ao diálogo e às mudanças sempre.
6. O perdão é a maior arma para vencer num casamento.
Sejam honestos um com o outro.

Há um ditado chinês que ensina: “Você deve abrir bem os seus


olhos antes de se casar e, após o casamento, ter o cuidado de mantê-
los fechados”. O Rev. Hernandes Dias Lopes no livro “Casados e
Felizes” usa esta sentença para ilustrar a realidade de que muitos
problemas que enfrentamos no casamento começam no namoro:
ciúmes, brigas desnecessárias, violência física e verbal, dentre outras
dificuldades. O problema é que parece que vivemos o contrário
desta realidade, pois parece que só após o casamento é que as
escamas caem dos nossos olhos e passamos a ver os defeitos um do
outro.

Este provérbio é interessante, pois é nesse sentido que a Bíblia


fala sobre o casamento. Todos nós queremos mudanças em nossos
cônjuges, mas já reconhecíamos boa parte destes “defeitos” antes do
casamento. Certamente, não nos casamos de “olhos fechados”.
Enfrentamos problemas no casamento. Poderíamos fazer várias
frases sobre o que é o casamento, mas à luz de Gênesis e de toda a
Bíblia, podemos concluir que a afirmação mais fundamental sobre o
casamento é que ele é uma obra de Deus. Sim, uma obra onde Ele se
manifesta. Tanto que mais tarde, em Ef 5.22, Paulo fala da relação
entre o casamento e a união de Cristo com sua igreja. Isto significa
que o casamento foi criado por Deus não simplesmente para que
houvesse a perpetuação da espécie humana, mas para que Ele fosse
glorificado. Assim, não devemos pensar no casamento de forma
egoísta, como se ele existisse para me fazer feliz, mas para que o
nome do Senhor seja percebido em nossa união. Em todos os tempos
e especialmente em nossa geração, um casamento saudável é uma
proclamação do Evangelho.

Pensar no casamento como uma ilustração da união entre


Cristo e sua igreja faz com que nossos relacionamentos sejam
elevados à uma condição acima daquelas imagens sórdidas
apresentadas pelos programas humorísticos, além de nos mostrar
que a base fiel do casamento é uma aliança. Não cremos que o
casamento seja um sacramento (como ensina a igreja católica, apesar
de em sua catequese também ensinar que o celibato é mais santo que
o casamento), mas que é ele uma aliança (Ml 2.14). No caso, tanto
uma aliança horizontal (entre os cônjuges) e uma aliança vertical
(entre os cônjuges e o próprio Senhor da aliança).

Por isso, não temos o direito de desistir do casamento, mesmo


diante dos problemas. Somos chamados por Deus para permanecer,
apesar das dificuldades. Deus nós dará condições para
perseverarmos no propósito que ele nos convoca a obedecê-Lo.

Sinais de decadência do casamento


1. Desinteresse pela família.
2. Tratamento com frieza – só se fala quando não dá para evitar ou
quando o interesse é pessoal e egoísta, voltando-se depois ao
silêncio.
3. Sentimento de antipatia pelo outro.
4. Semblante com expressão constante de chateamento e
insatisfação.
5. Negação ou desinteresse pelo sexo.
6. Respostas secas ou com poucas palavras.

As pessoas encontram facilmente escapes para um casamento


decadente. Trabalho, hobbies, redes sociais. Há uma frase que diz:
“o contrário do amor não é o ódio, mas a indiferença”. Ler 2Rs
20.12-19. A história do rei Ezequias, apesar de nos mostrar vários
fatos notáveis, termina com estas palavras: “Bom para mim”. A
indiferença é a receita para o fracasso na família. Somos tentados a
remediar nossas dificuldades no casamento com indiferença, o que é
tão insano quanto ministrar veneno para um doente, ao invés de lhe
oferecer remédio. Quando tratamos com indiferença nosso cônjuge
estamos praticando a eutanásia do amor.

Há duas expressões de ouro em um casamento. A primeira é:


“perdão” – quando estamos errados, devemos sinceramente admitir
e pedir perdão. A outra é: “eu te amo” – não se tem notícias de
alguém que se cansou de ouvir esta expressão.

Coisas que a esposa deve fazer para preservar o prazer no


casamento
1. Mantenha a atração pessoal sempre em alta.
2. Seja cuidadosa em se manter limpa e com boa higiene pessoal.
3. Tome tempo para o amor, afastando as distrações.
4. Leia bons livros sobre o assunto.
5. Envolva-se ativamente no processo que leva ao encontro sexual.
6. Procure descobrir o que lhe é prazeroso.
7. Seja criativa ao iniciar o amor.
8. Elogie seu aspecto masculino, sua varonilidade.
Coisas que o marido deve fazer para preservar o prazer no
casamento
1. Diga todos os dias à sua esposa que a ama.
2. Não deixe passar qualquer oportunidade de elogiá-la, com
sinceridade.
3. Fale sempre dela aos outros de maneira elogiosa.
4. Mantenha vivo o espírito de namoro e romance no casamento.
5. Tome tempo suficiente para o sexo.
6. Descubra as áreas no corpo dela que lhe dão prazer.
7. Tenha cuidado com a sua limpeza e higiene pessoal.
8. Pare para ouvir, e não responda antes dela terminar.

Qual é a nossa linguagem do amor?


“Amor” é o vocábulo mais importante em qualquer idioma – e
também o que mais gera confusão! Todo mundo sabe que este
sentimento ocupa um papel central em nossas vidas. “O amor faz
o mundo girar” . Psicólogos concluem que sentir-se amado é a
principal necessidade do ser humano. Por amor subimos
montanhas, cruzamos desertos e enfrentamos todo tipo de
diversidade: sem amor nada disto seria possível. O amor justifica
até determinados comportamento do tipo “fiz isto por amor”.

No âmago da existência do ser humano encontra-se o desejo de


intimidade e de ser amado. O casamento foi idealizado para suprir
essas necessidades.

O que é o amor, afinal? Muitos conceitos desencontrados para o


amor podem ser percebidos em nossa sociedade. É interessante que
usamos a expressão “amor” e o verbo “amar” em vários contextos
de nossas vidas, mas com significados distintos. Por exemplo: “eu
amo meu trabalho” não possui o mesmo sentido de “eu amo minha
esposa”. Enfim, o amor que esperamos experimentar no casamento
é indescritível, pois tem um tom de êxtase, de realização.

Amar e ser amado, enfim, é algo muito bom. Somos criados


para amar e sermos amados e é no casamento que encontramos a
consumação deste anseio. A Bíblia fala que o amor é um dever
mútuo no casamento (cf. Tt 2.4 e Ef 5.22-33). Os mandamentos são
dados por Deus devido às nossas devidas respectivas dificuldades.
Naturalmente, a mulher tem dificuldades em respeitar e o marido
possui dificuldades em amar. É claro que também é dever da
mulher amar seu marido e é dever do esposo respeitar sua esposa,
mas é geralmente mais fácil para ambos. E é interessante que
costumamos oferecer ao nosso cônjuge aquilo que gostaríamos de
receber. É mais ou menos como a história do marido que deu uma
espingarda de presente de Natal para a esposa, pois era isso que ele
queria receber.

O amor e o respeito no casamento não são moedas de troca,


mas o mandamento bíblico. E estas expressões no casamento são
sóbrias.

Cada um de nós espera que no casamento o nosso anseio por


amor seja satisfeito. Como Gary Chapman ensina, todos nós temos
uma espécie de tanque de amor em nós e nosso comportamento é
definido pelas condições de abastecimento deste tanque.

No programa americano da Oprah Winfrey (que é considerado


um dos maiores programas de TV de todos os tempos), a
apresentadora certa vez entrevistou o Gary Chapman (entrevista
disponível no YouTube). Foi feita uma enquete para os casais
através do Facebook, que perguntava algo do tipo: Como você se
sente em relação ao seu parceiro? A resposta para 60 % das pessoas
foi “como um colega de quarto”. Será que estamos vivendo da
mesma forma? O amor pode passar por várias fases em nossas
vidas, mas a verdade é que precisamos cultivá-lo com carinho e
atenção. Pegando uma linguagem de Cantares, precisamos espantar
as raposinhas que buscam devastar o vinhedo do amor (Ct 2.15). O
amor precisa ser cuidado, ser mantido.
Precisamos conhecer melhor nosso cônjuge. Que até o nosso
próximo encontro, possamos fazer esta descoberta uns dos outros.
Invistamos tempo, com genuíno interesse.