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Operaçõ /
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instrumentos
financeiros
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Operaçõ
mercadorias
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pjí iiic í yios: DA r diTr^irrrr/iUj?
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PRINCÍ PIO DA ENTIDADE

PRINC Í PIO DA CONTINUIDADE

IPRINCí PIO DA OPORTUNIDADE]


PRINC Í PIOS DA CONTABILIDADE

JPRINCí PIODOREGISTROPELOVALORORIGINALJ

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PRNCí PIO DA COMPETgNCIA

• PRINCÍ PIO DA PRUD Ê NCIA j

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Princ ípio da Entidade:

O Princ ípio da Entidade reconhece o Patrim ó nio como objeto da Contabilidade e


afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferencia çã o de um Patrim ó nio
particular no universo dos patrim ónios existentes, independentemente de
pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituiçã o de
qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos. Por consequê ncia,
nesta acep çã o, o Patrim ó nio nã o se confunde com aqueles dos seus só cios ou
propriet á rios, no caso de sociedade ou instituiçã o.

O Patrim ó nio pertence à Entidade, mas a rec íproca nã o é verdadeira . A soma ou


agrega çã o cont á bil de patrim ó nios autó nomos nã o resulta em nova Entidade, mas
numa unidade de natureza econô mico- cont á bil.

Comentá rio: pelo Princí pio da Entidade o patrim ó nio da entidade nã o se Confunde
com a de seus só cios.

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Princ ípio da Continuidade:
O Princ í pio da Continuidade pressup õ e que a Entidade continuar á em opera çã o no
futuro e, portanto, a mensura çã o e a apresenta çã o dos componentes do
patrim ó nio levam em conta esta circunst â ncia.
Comentá rio: pelo Princí pio da Continuidade, salvo disposiçã o legal, contratual ou
evid ê ncias em contr á rio, presume - se que a vida da entidade é cont ínua e que ela
dever á desempenhar suas atividades por um per í odo Indeterminado. Se uma
entidade trabalha com presunçã o de descontinuidade nã o há sentido na aplica çã o
do princí pio da compet ê ncia do registro de suas transa çõ es
Princípio da Oportunidade:
O Princ ípio da Oportunidade refere - se ao processo de mensura çã o e apresenta çã o
dos componentes patrimoniais para produzir informa çõ es í ntegras e tempestivas.
A falta de integridade e tempestividade na produçã o e na divu ga çã o da
informa çã o cont á bil pode ocasionar a perda de sua relevâ ncia, por isso é
necessá rio ponderar a rela çã o entre a oportunidade e a conf í abilidade da
informa çã o
Comentá rio: o Princí pio da Oportunidade exige o registro de todas as varia çõ es
sofridas pelo patrim ó nio da entidade no momento em que elas ocorrerem, ainda
que sejam considerados valores estimados. A integridade diz respeito à
necessidade de os registros serem confiá veis, isto é, sem faltas ou excessos. A
tempestividade determina que as varia çõ es sejam registradas no momento
oportuno, mesmo na hip ó tese de alguma incerteza de valor.
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Princ ípio do Registro pelo Valor Original:

O Princípio do Registro pelo Valor Original determina que os componentes do


patrim ó nio devem ser inicia í mente registrados pelos valores originais das
transa çõ es, expressos em moeda nacional .

Comentá rios:
No caso de aquisiçã o de um ativo deve - se adotar o seu custo histórico para efeito
de registro, ou seja, o valor pago ou a pagar em dinheiro ou o valor justo dos
recursos a serem transferidos ao fornecedor na data da aquisi çã o.

Uma vez integrado ao ativo, o valor do bem (seu custo histórico ) pode sofrer
varia çõ es em raz ã o dos seguintes fatores:

Custo corrente - Um equipamento inicialmente registrado pelo custo hist ó rico,


ter á seu valor corrente como sendo o desembolso necessá rio para adquiri-lo no
mercado caso seja tomada como base a data das demonstra çõ es. Todavia, é
preciso considerar o ativo no estado em que se encontra, e nã o o custo de um
bem novo igual ou semelhante.

Valor realizá vel - Consiste no valor que seria apurado na hip ó tese de o ativo ser
vendido em condi çõ es normais. Já o valor realizá vel ( ou exigível ) de um passivo é o
que seria desembolsado, sem desconto a valor presente, para quit á -lo.

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O valor do custo histórico do Bem pode variar, ainda, em função
dos fatores:

Valor presente - É o valor atual do fluxo futuro de caixa que o ativo


vai gerar. É o que acontece, por exemplo, no caso do ajuste a valor
presente de contas a receber realiz á veis a longo prazo. No caso do
passivo é o valor atual dos pagamentos que ser ã o necessários para
sald á-lo.
Valor justo - Trata- se do valor pelo qual o ativo poderia ser trocado
ou o passivo quitado sem favorecimento entre as partes. Assim, n ã o
pode ser um pre ç o acima ou abaixo do mercado, em benefício ou
prejuí zo de uma das partes, como é possível acontecer nas
transa çõ es entre pessoas ligadas.

Atualizaçã o monetária - Eis aqui o extinto princípio da atualizaçã o


monet á ria, agora como um dos crit érios para registro das variaçõ es
do custo hist órico .

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Princ ípio da Compet ência:
O Princípio da Compet ê ncia determina que os efeitos das transa çõ es e outros
eventos sejam reconhecidos nos per í odos a que se referem, independentemente
do recebimento ou pagamento.
O Princ ípio da Competê ncia pressup õ e a simultaneidade da confronta çã o de
receitas e de despesas correlatas.
Comentá rios: conforme o princí pio da compet ê ncia, as receitas e despesas devem
ser registradas no per í odo ao qual pertencem, ainda que nã o tenham sido
recebidas ou pagas. Segundo esse racioc í nio, a receita de venda é realizada quando
da efetiva entrega da mercadoria e a receita de serviç o, quando da sua efetiva
presta çã o. Os valores recebidos antecipadamente, por conta da entrega de
mercadoria ou presta çã o futura de serviç o, devem ser registrados no passivo
exigí vel.

Princípio da Prud ência


Art. 10. O Princí pio da Prudê ncia determina a ado çã o do menor valor para os
componentes do Ativo e do maior para os do Passivo, sempre que se apresentem
alternativas igualmente v á lidas para a quantifica çã o das muta çõ es patrimoniais
que alterem o patrim ó nio lí quido
Comentá rios: Diante de duas ou mais alternativas igualmente possíveis de se
materializar deve ser adotada a op çã o de que resulte menor valor para o ativo ou
maior valor para o passivo exigível.
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1 - Conceito de contabilidade:
A contabilidade é uma ci ê ncia social que estuda e pratica as funçõ es de orienta çã o,
controle e registro relativas à atividade econó mica, tem por objeto o patrim ó nio
das entidades e tem por objetivo prover os seus usuá rios de demonstra çõ es
financeiras que os ajudar ã o a tomar decisõ es.

2 - Campo de aplica çã o: o campo de aplica çã o da contabilidade é uma Azienda .


Azienda é uma entidade com ou sem fim lucrativo, com objetivo social ou
econ ó mico que possui patrimó nio a controlar.

3 - Finalidade: As informa çõ es oriundas da Contabilidade s ã o divulgadas atrav é s de


Demonstra çõ es Cont á beis, tais como:

- Balanç o Patrimonial;
- Demonstra çã o do Resultado do Exerc í cio;
- Demonstra çã o de Lucros ou Prejuí zos Acumulados;
- Demonstra çã o dos Fluxos de Caixa; e
- Demonstra çã o do Valor Adicionado.

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4 - Usuá rios das informa ções: as principais pessoas e entidades que utilizam as
informa çõ es cont á beis sã o :

- Acionistas, só cios ou propriet á rios com o objetivo de saber a rentabilidade e a


seguranç a do seu investimento;

- Administradores da empresa com a finalidade de tomada de decisõ es.

5 - Bens, Direitos e Obriga ções:

Bens - sã o a parte da riqueza de uma entidade que a ela pertence e que est á em
seu poder . Sã o classificados em tangí veis e intangí veis.

Direitos - sã o a parte da riqueza de uma entidade que a ela pertence, mas est á em
poder de terceiros. Logo nã o estar ã o disponí veis para utiliza çã o imediata .

Obrigaçõ es - sã o os direitos de terceiros em poder da entidade, tamb é m


designados de d é bitos, dívidas ou capital de terceiros em poder da empresa ou
entidade.

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6 - Equa çã o fundamental do património:


Bens + Direitos - Obriga çõ es + Patrim ónio Lí quido

7 - Equa çã o patrimonial:
Equa çã o fundamenta !
ATIVO = PASSIVO EXIG ÍVEL + PL , onde: da contabilidade

Ativo ( A ) = o somat ó rio de todos os bens e direitos adquiridos pela entidade


recebem o nome de "Ativo".

Passivo exigível ( PE) = obriga ções

PL ou SL = Patrim ó nio Líquido ou situa çã o líquida sendo PL = A - PE

8- Estados patrimoniais:
Favorá vel: PL+ A>PE
Desfavorável ( Passivo a descoberto ) : PL- A<PE
Equilíbrio Aparente: PL=0 , A=PE
Situaçã o Plena ( Propriedade Total dos Ativos ): A=PL, PE =G
Inexist ência de Ativos: PE=PL , A=0
Em toda entidade sempre vale a relaçã o:
A>=0, PE>=0, SL>0, SL<0, SL= 0
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9 - Balancete de verifica çã o - Trata - se da representa çã o


de todas as contas
devedoras e credoras da entidade, incluindo contas patrimoniais e de resultado:
Movimentos
Nome da Conta Saldo Anterior Saldo Atual
A Debito A Credito
Bancos 1, 750.00 DV 1, 700,00 1, 315 ,00 1,635 ,00 DV
Clientes 1,500 00 , DV 300 , 00 1, 050 00, 1,250,00 DV
Mercadorias 350,00 DV 1.702,51 907,34 1,145,17 DV
ICMS a Recuperar 50,00 DV 302,50 266,00 36,50 DV
Contas a Pagar 500.00 CR 500 , 00 0 0
PIS a Pagar 12,50 CR 12,50 20 , 00 20,00 Cfi
COFINS a Pagar 37.50 CR 37.50 60 , 00 60 , 00 CR
Capital Social 1,000 00 , CR 0 0 1,000,00 CR
Lucros do Exerc í cio 2.100,00 CR 0 0 2 ,100,00 CR
Receita de Vendas 0 2 , 000,00 2 ,000,00 CR
CMV 907 ,34 230 ,Dl 677 ,33 DV
ICMS s / Vendas 380,00 114,00 266,00 DV
ICMS a Pagar 380., 00 380,00 0
Fornecedores 0 595,00 595,00 CR
D esp , Bancarias 70,00 0 70,00 DV
Vendas Canceladas 600 , 00 0 600,00 DV
Uesp , Mat . Limpeza ,
15 00 0 ,
15 00 DV
Receita de Juros 0 50 , 00 50 , 00 CR
PIS s/ Vendas 20,00 0 20, 00 DV
COFINS s / Vendas 60 , 00 0 60,00 DV
TOTAL 7.487 , 35 7.487 , 35

Onde DV = conta devedora e CR = conta credora


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10 - Balanço Patrimonial - Trata - se da representa çã o do ativo, passivo e PL j á com
a novas mudanç as introduzidas pela lei 11.941/ 2009 separando o ativo e passivo
pelas partes circulantes e nã o circulantes.
Prefeitura Municipal de Jerez
BALANÇ O PATRIMONIAL
Exerc ício findo em 31í 12/ 20x 1 - Em milhares de Ri
ATIVO PASSIVO
Exerc ício Exerc ício Exerc ício Exerc í cio
ESPECIFICA ÇÃ O ESPECIFICAÇÃ O
atual Anterior Atual Anterior
ATIVO CIRCULANTE 1750 1.000 PASSIVO CIRCULANTE 1.300 1.100
Caixa e equivalente de caixa 750 50 D Obriga ções trabalhistas 300 200
Cr éditos a curto prazo 700 350 Empréstimos a pagar 500 500
Estoques 300 150 Fornecedores a pagar 400 200
Provis ões 1Q0 200
ATIVO N ÃO CIRCULANTE 1.250 1.000 PASSIVO NÃO CIRCULANTE 1.300 600
Realizável a longo prazo 500 4D0 Empréstimos a pagar 750 350
Imobilizado 50Q 300 Fornecedores a pagar 250 150
Bens m óveis 300 150 Provisões 300 100
Bens imóveis 300 300
-
( ) Depreciaçà o acumu ada 100 ) (60 ) TOTAL DO PASSIVO 2.600 1 700
Intangí vel 250 21 D PATRIMÓNIO LIQUIDO
Softwares 150 110 Património Social 100 100
Direito de uso de imó veis 100 100 Resultados Acumulados 300 200
TOTAL DO PATRIM ÓNIO LIQUIDO 400 300
TOTAL DO ATIVO 3.000 2.000 TOTAL PASSIVO * PL 3 000 2000

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11- Regime de caixa: considera a exist ê ncia de uma receita quando a empresa recebe o
valor e considera despesa quando esta for paga.

12- Regime de compet ê ncia: considera que os efeitos das transa ções sejam
reconhecidos nos períodos a que se referem, independentemente do recebimento ou
pagamento.

13- Receita - Receitas s ã o aumentos nos benef ícios econ ó micos durante o período
cont á bil sob a forma de entrada de recursos ou aumento de ativos ou diminuiçã o
de passivos, que resultam em aumentos do património lí quido e que nã o sejam
provenientes de aporte dos propriet á rios da entidade.

14- Despesa - Despesas s ã o decréscimos nos benefícios econ ómicos durante o período
cont á bil sob a forma de sa ída de recursos ou reduçã o de ativos ou incrementos em
passivos, que resultam em decréscimo do património líquido e que n ã o sejam
provenientes de distribuiçã o aos propriet á rios da entidade..

15- Ativo - Ativo é um recurso controlado pela entidade como resultado de eventos
passados e do qual se espera que resultem futuros benef ícios econó micos para a
entidade.

16- Passivo - Passivo é uma obriga çã o presente da entidade, derivada de


eventos já ocorridos, cuja liquida çã o se espera que resulte em sa í da de
recursos capazes de gerar benef ícios econó micos.
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LAmZLÁC ÃO - MUDAR ÁS àU\ CDirrA^lLlDAD
^
A lei das Sociedades anó nimas ( lei das S. A / s ) 6.404 / 76 foi atualizada inicialmente
pela lei 11.638/ 2007 e posteriormente pela MP 449 / 2008 convertida em lei pela
11.941/ 2009 e apresenta as profundas modifica çõ es que a Contabilidade
Brasileira sofreu para sua convergê ncia à s normas internacionais. As normas CPCs
regulamentam estas mudanç as.

Seguem abaixo algumas das modifica çõ es conforme resolu çã o 1159/ 09:

a ) Classifica çã o do Ativo e do Passivo em " Circulante " e " Nã o Circulante ";


b ) Extinçã o do grupo Ativo Permanente ( passou a ser sub - grupo )
c ) Cria çã o do subgrupo " Intangível " no grupo do Ativo Nã o Circulante;
d ) Proibiçã o da pr á tica da reavalia çã o espont â nea de ativos;
e ) Aplica çã o, ao final de cada exerc ício social, do teste de recuperabilidade dos
ativos (teste de impairment);
f ) Registro, em contas de ativo e passivo, dos contratos de arrendamento
mercantil financeiro (leasing );
g ) Extinçã o do grupo Resultados de Exerc ícios Futuros;
h ) Cria çã o, no Patrimó nio Lí quido, da conta de " Ajustes de Avalia çã o Patrimonial";
i) Destina çã o do saldo de Lucros Acumulados;
j ) Altera çã o da sistem á tica de contabiliza çã o das doa çõ es e subvençõ es fiscais,
anteriormente contabilizadas em conta de Reserva de Capital;
k ) Extinçã o da classifica çã o das Receitas e Despesas em Operacionais e Nã o
Operacionais;
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Normas do CPC - Conselho de Pronunciamento Cont á bil: com a adoçã o das normas
internacionais de Contabilidade no Brasil, o ensino da mat é ria contabilidade mudou,
sendo necess á rio apresentar as inova ções. Procuramos neste resumo apresentar os
conceitos atualizados, já que as bancas est ã o cobrando bastante as atualiza ções nas
provas de concursos pú blicos. A idé ia é familiarizar o usu á rio com os novos conceitos,
porém, somente serã o retratados os assuntos de forma didá tica e bá sica nos pontos
necess á rios para atualiza ção do em contabilidade bá sica, mas sem desfocar do objetivo
deste resumo que é um resumo de contabilidade geral e b á sica. Um trabalho mais
específico sobre cada norma do CPC deve ser feito posteriormente.
Os novos conceitos tratados neste resumo s ã o os seguintes:

^ Ajuste a valor presente;


^ "Impairment" ou teste de recuperabilidade;
^ Ativos intangíveis;
^ As mudanç as no DRE e a extin çã o das despesas "nã o operacionais";
^ AAP - ajuste de avalia çã o patrimonial;
'- Novas reservas de lucros;
novo conceito de imobilizado;
novo conceito de provisões.

As normas específicas CPC que nos trazem os novos conceitos podem ser obtidas no
S Í te : http:/ / www . cpc . org . br / pronunciamentoslndex . php

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^ ^
Conceito de débito e cr édito :

ATIVO PASSIVO

DEBITANDO CREDITANDO DEBITANDO CREDITANDO

Os conceitos de débito e crédito das contas em contabilidade podem ser melhor fixados
memorizando as figuras acima. Se debitarmos aumentamos o ativo e se creditarmos
diminuí mos o ativo .

J á com o Passivo ocorre o oposto : o débito diminui o valor do passivo e o cr édito


aumenta. Este aumento ocorre ap ós um 'lanç amento contá biT . Estes débitos e créditos
sã o registrados em uma "razonete" conforme o pr ó ximo slide.

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Débitos e créditos de contas de resultado:

CONTA DE RESULTADO RAZONETE


Y "v
DESPESA RECEITA
D É BITO CR ÉDITO

DEBITANDO
A CREDITANDO
No caso das contas de resultado teremos um aumento da despesa ao debitar e ao
creditar um aumento da receita *

Este mecanismo de débitos e cr éditos é levado para a "razonete" e sempre o Dé bito é


do lado esquerdo e o Crédito do lado direito na razonete.
As setas indicativas indicam que caso haja um débito haverá diminuiçã o na conta de
resultado gerando uma despesa e diminuindo o saldo ' positivo'' da conta e caso haja
um crédito teremos um aumento do saldo positivo no resultado atrav és de uma receita.
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HjkilGJ&M ÊPHOS È FAÍ OZ CSJAÍ A L
^
Fatos cont á beis: Os fatos cont á beis podem alterar o património em quantidade ou
qualidade. Eles podem ser :

^Permutativos ( qualitativos ): podem ou nã o alterar o património em quantidade, mas


sempre alteram em qualidade. Nunca alteram o PL ex : compra de má quina a dinheiro
, ,

^Modificativos aumentativos: sã o osfatos que aumentam o PL em quantidade e n ã o


somente em qualidade, Ex : aumento de capital com integraliza çã o de uma receita ,

^Modificativosdiminutivos: s ão fatos que diminuem o PL em quantidade e n ã o


somente em qualidade, Ex : distribuiçã o ( declara ção ) de dividendos.

Nota: a diminuiçã o ou aumento do PL nã o implica necessariamente em receitas e


despesas, já que este aumento/ diminuiçã o pode ser feito atrav és da conta lucros
acumulados ou qualquer outra conta do PL.

^Mistos diminutivos: este lanç amento é uma combina çã o do fato permutativo com o
modificativo diminutivo, Ex: contrata çã o de empré stimo com despesa banc á ria ,

^Mistos aumentativos: este lanç amento é uma combina çã o do fato permutativo com o
modificativo aumentativo, Ex : venda de mercadoria do estoque com lucro.
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^
PLANO DE CONTAS: para organizar as contas utilizadas na contabilidade usa -se em
contabilidade um plano de contas com as respectivas rubricas. Cada conta ter á o
seu respectivo local dentro do balanç o patrimonial, conforme a sua classifica çã o.
Sendo assim, existem contas de Patrimó nio lí quido, do ativo e passivo circulante e
nã o circulante e tamb ém de resultados.

M é todo das partidas dobradas: no lançamento, cada cr é dito correponde a um


dé bito, ou vice - versa :

Exemplo de lanç amento cont á bil: DUPLICATAS A PAGAR

Fato cont á bil: pagamento de uma duplicata com desconto : Debito = 10 0 00 SI 10 000

Lanç amento:
D Duplicatas a pagar 10.000
C L/ P acumulados 1.000
C Bancos 9.000

Note que para "zerar o saldo'" da conta duplicatas a pagar, na pr ática, teremos que proceder
o "dé bito " desta conta credora "duplicatas a pagar" pelo seu valor total.

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^
O Lanç amento cont á bil pode ser representado de diversas maneiras:

1) Débitos e cr éditos:
D M á quinas
D Ve ículos
C Duplicatas a pagar

2 ) Usando a express ã o a " que quer dizer "a cré dito de". Caso haja mais de uma
conta usa - se a expressã o "diversos":

a ) Mais de uma conta credora: c ) Mais de uma conta devedora e credora


Caixa Diversos
"a " diversos "a" diversos
"a " Duplicatas a receber Ve í culos
"a " Receita de juros M á quinas
“ a” Caixa
b ) Mais de uma conta devedora: "a" duplicatas a pagar
Diversos
"a " duplicatas a pagar
M á quinas
Ve ículos
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HjkilGJ&M ÊPHOS È FAÍ OZ CSJAÍ A L


^
Lanç amento de primeira Fó rmula: Um débito e um crédito:
D D Má quinas
C C Bancos

Lanç amento de segunda fó rmula : Um débito e + de um crédito :


D D Maquinas
C C Bancos
C duplicatas a pagar
C

Lanç amento de terceira fó rmula + de um débito e um cré dito:


D D Caixa
D D Má quinas
C C í ntegralizaçã o de capital

Lanç amento de quarta f órmula:


D + de um d ébito e + de um cr é dito :
D D Caixa
C D Má quinas
C C í ntegralizaçã o de capital

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LAÍ lCZ&M Êl>\ fO£ È ~


j C êJAÍ AmiZ

O grande segredo para saber bem contabilidade é conhecer os diversos lan ç amentos
existentes nas diversas quest ões de provas. Pensando nisto, o Superprovas separou
diversos exerc ícios que versam sobre lanç amentos para que o usuá rio fique bom neste
assunto. Trata -se de um assunto "pr é-requisito" para a soluçã o de exerc ícios de
contabilidade.
Sendo assim, convidamos os usuá rios a resolver as diversas quest õ es de lan ç amentos
presentes na base de quest ões do Superprovas:

H Dg)I Contabilidade Básica 0 0%

% 01 Princ ípios Contábeis 190 3%

% 02 Fatos Cont ábeis 105 1%

*%^
03 - Partidas dobradas e T eoria das Contas 139 z%
04 T eoria e Classificação de contas 364 6%

05 - Registros contábeis Livros e Escritura.. . 91 1%

H 0G - Lanç amento Contabil 271 4%

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LiVíioá C DíTjíaaaí s
Livros principais e auxiliares:
LIVROS UTILIDADE NATUREZA FINALIDADE
DIÁRIO PRINCIPAL CRONOLOGICO OBRIGATORIO
RAZÃ O PRINCIPAL SISTEM ÁTICO OBRIGATORIO
LALUR AUXILIAR SISTEMÁTICO OBRIGATORIO
CAIXA AUXILIAR SISTEMÁTICO OBRIGATORIO
CONTAS- CORRENTES AUXILIAR SISTEMÁTICO FACULTATIVO

Livros espec íficos nas esferas Federal, municipal e estadual:


ESFERA FEDERAL ESFERA MUNICIPAL ESFERA ESTADUAL
Registro de apuraçã o Registro de Prestaçã o Registro de Apura çã o
do IPI de Serviç os, do ICMS
Registro de apuraçã o Registro de Contratos Registro de
do lucro real ( LALUR) de Presta çã o de Entradas/ Saídas de
Serviç os Mercadorias

Registro de inventá rios Registro de Controle de


Produçã o e do Estoque
Registro de compras
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EPJí DD DE EDCJíT Í UZ Á CD
- -D >

Relacionamos a seguir os principais erros de escritura çã o e sua respectiva correçã o, Os erros


de escritura çã o principais sã o: Lan ç amento a maior, inversã o de conta, lançamento a menor e
Troca de conta:

Erro de escrituração: lanç amento a maior:

Lanç amento a maior: Correção: Observa ção: compra de mercadoria


D Mercadoria D Bancos em cheque por 200 mil reais e
C bancos 210.000 C mercadoria 10.000 correçã o do valor correto através
de um segundo lan ç amento com
estorno de 10 mil reais

Erro de escrituraçã o: inversão de conta:

Inversão de conta: Correçã o: Observaçã o: compra de veí culo


D Caixa D Veí culos 100.000 com o dinheiro em caixa. Se for
C Veí culos 50.000 feito lanç amento invertido, no caso
C Caixa 100.000 de haver o erro de inversã o de
conta temos que fazer o
lanç amento correto duas vezes, por
isto o valor de correçã o é de 100
mil reais.
zy

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EPJí DD DE EDCJíT Í UZ Á CD
- -D >

Erro de escrituração: lanç amento a menor

Lançamento a menor: Correçã o: Observação:


D Mercadoria D Mercadoria Compra de mercadoria em
C bancos 190.000 C Banco 10.000 cheque por 200 mil reais e
correçã o do lançamento a
menor atrav és de um segundo
lanç amento com lan ç amento
complementar de 10 mil reais.

Erro de escrituração: troca de conta

Troca de conta: Correção: Observa ção:


D Mercadoria D Fornecedor 1.000 Compra de mercadoria com cheque
C Fornecedor 1.000 e troca da conta bancos por conta
C Banco 1.000 de fornecedor.
Procede se a transfer ência com o
lançamento a débito de
fornecedores e a crédito de Bancos.

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CDfJTA

31

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SUFtt
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xasMM DAD SDJM OSS '

Teoria das contas: a teoria utilizada comumente em contabilidade na


pr á tica na elaboraçã o do balan ç o patrimonial é a teoria patrimonialista,
isto porque esta teoria divide as contas em patrimoniais e de resultado.

Por ém existem outras teorias que sã o cobradas de forma conceituai em


algumas provas de concursos públicos. Abaixo os conceitos das teoria
personalista e a teoria materialista, al é m da Patrimonialista :

Teoria Materialista : as contas integrais envolvem os bens, direitos e


obriga çõ es ( B/D/O ). J á as contas diferenciais representam as contas de
resultado e de PL.

Teoria Personalista : os bens são representados pelos agentes


consignat á rios e os direitos e as obrigaçõ es s ã o representados pelos
agentes correspondentes. J á os propriet ários representam as contas do
PL e de resultado.

Teoria Patrimonialista: as contas s ã o classificadas em contas patrimoniais


e contas de resultado ( adotada na pr ática ).

32

O
surti
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xasMM DAD SDJM OSS '

Tabela resumo da teoria das contas:

TEORIA DAS CONTAS

CONTAS Teoria Personalista Teoria Teoria


Materialista Patrimonialista
Bens Agentes
Ativo Consignat ários
Direitos
Agentes Integrais Patrimonial
Passivo Obrigaçõ es Correspondente

PL PL Proprietá rio Diferencial

Resultado Despesas Proprietá rio Diferencial De Resultado


Receitas
Custos

33

IS
surti
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I Í LÍ1F1 CAL DLL.L

Contas retificadoras do passivo sã o contas devedoras que reduzem o passivo.

Contas retificadoras do ativo sã o contas credoras que reduzem o ativo.

Exemplos de contas retificadoras e sua representação no Balan ço Patrimonial:

Contas retificadoras do ativo: Representa çã o no BP ( ret . do ativo )


Deprecia çã o Acumulada Veí culos ( devedora )
Amortiza çã o Acumulada ( - ) depreciaçã o acumulada ( credora e
Exaust ã o Acumulada ret Icadora do ativo )

Representa çã o no BP ( ret . do passivo )


Contas Retificadoras do Passivo:
Juros a Vencer
Encargos Financeiros a Transcorrer
^^ Fornecedores ( credora )
(- ) juros a vencer ( devedora e
retificadora do passivo )

Contas Retificadoras do PL: Representa çã o no BP ( ret . do PL)


Capital a Realizar Capital Social (credora )
A ções em Tesouraria ( ) capital social a realizar ( devedora

retificadora do PL)
Ajuste de avalia çã o patrimonial
34

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surti
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35

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Classificar contas consiste em definir se ela é credora ou devedora, ou se é uma


conta retificadora; se pertence ao ativo, ao passivo, ou ao PL e em qual subgrupo
do Balanç o Patrimonial ela é representada .

Com a pr á tica, aos poucos, iremos conhecendo as diversas contas e entenderemos


sua classifica çã o. Tã o importante quanto saber as caracter í sticas das contas é
conhecer as regras de classifica çã o no ativo ( circulante ou nã o circulante ) . No
passivo ( circulante ou nã o circulante ) ou no PL.

N ã o basta somente saber se uma conta é devedora ou credora ou a que parte do


Balanç o Patrimonial ela pertence. É importante, tamb é m, saber quais as regras
que permitem esta identifica çã o. Sendo assim, por exemplo, uma conta de ajuste
de avalia çã o patrimonial ( AAP ) possui regras para sua contabiliza çã o, ou seja, é
necessá rio conhecer os crit é rios de classifica çã o das contas, seus ajustes e o que
ela representa .

Trataremos do ativo, do passivo, dos ajustes a valor presente, do uso da conta AAP
( ajuste de avalia çã o patrimonial ) de aplica çõ es financeiras, das contas do PL e, por
fim, da classifica çã o das contas no Balanç o Patrimonial e das classifica çõ es a
D é bito e a Cré dito nestes pró ximos slides.

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surti
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ATI JO ClSiCDLAA n AÂ D r *laciiftms
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É

O Balanç o Patrimonial representa o patrim ó nio da empresa e est á subdividido em:


ativo, passivo e patrim ó nio lí quido.

O Ativo é representado do lado esquerdo do Balanç o Patrimonial e est á sub -


dividido em dois grande grupos : Ativo Circulante e Ativo n ã o circulante.

Ativo Circulante { AC ) : No AC s ã o classificados os valores que a empresa j á possu í


em dinheiro e os que a empresa pode converter em dinheiro a curto prazo ( at é o
t é rmino do exerc ício seguinte ) . Ex : caixa, bancos

Ativo nã o circulante ( ANC ) : direitos que a empresa nã o tem a intençã o de


converter em dinheiro a curto prazo, ou seja, só o fará no longo prazo ( ARLP ), ou
que nã o pretende converter nem a longo prazo ( ap ó s o t é rmino do exerc ício
seguinte ) . Ex : contas a receber no longo prazo.

O ANC se subdivide em quatro sub - grupos:

ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO

INVESTIMENTOS Iy

ATIVO NAO CIRCULANTE


Á-4IM0BILIZÀD0

INTANG ÍVEL '

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Í VJD ijAD Clsí C ÚMMrfZ
Grupo: ATIVO N Ã O CIRCULANTE - Subgrupos:

^Ativo Realizável a Longo Prazo ( ARLP ) : sã o os direitos realiz á veis ap ó s o t é rmino


do exercí cio seguinte. Ex: contas a receber LP, direitos a receber .

^ Investimentos: asparticipa çõ es permanentes em outras sociedades e os direitos


de qualquer natureza nã o classific á veis no ativo circulante e que n ã o se destinam
à manutençã o da atividade da companhia. Ex : participa çõ es societá rias, terrenos.

^Ativo Imobilizado: direitos que tenham por objeto bens corpó reos destinados à
manutençã o das atividades da companhia ( Ex : má quinas, ve í culos ), inclusive os
decorrentes de opera ções que transfiram à companhia os riscos, benef ícios e
controle destes bens .

^ Nota: os bens utilizados no negó cio que sã o usados na entidade que o sã o da


entidade na sua "essê ncia " da empresa porque s ã o utilizados como se fossem,
ser ã o registrados no ativo imobilizado. Ex : banco de testes adquirido em forma
de "leasing financeiro".
^Ativo Intangível: os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados
à manutençã o da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo
de com é rcio adquirido. Ex : obras de arte.

IS
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Nota 1: tamb é m serã o alocados no subgrupo investimentos do ativo nã o
circulante, os bens tangíveis e intangí veis nã o utilizados pela empresa em suas
atividades, inclusive as propriedades para investimento como por exemplo os
terrenos.

Nota 2: Um ativo intangí vel deve ser reconhecido apenas se :

a ) For prov á vel que os benefí cios econó micos futuros esperados atribuí veis ao
ativo ser ã o gerados em favor da entidade e,

b ) O custo do ativo possa ser mensurado com seguranç a .

Nota 3: no caso de leasing financeiro, a empresa arrendat á ria deve contabilizar o


BEM no imobilizado, poré m as presta çõ es devem ser contabilizadas como dí vida
no
passivo .

Nota 4: a MP 449/ 2 .OOS extinguiu o ativo Diferido.

J9

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PA" 3i yo

Passivo: o passivo é representado no lado direito do Balanç o Patrimonial .

O Passivo é composto pelo Passivo circulante e pelo Passivo nã o circulante.

^Passivo circulante ( PC ): s ã o contabilizadas as obriga çõ es de curto prazo, ou seja ,


asque vencerem no exercicio seguinte. Ex : contas a pagar curto prazo, sal á rios a
pagar .

^Passivo nãseja
o circulante ( PNC) : sã o contabilizadas no PNC as obriga çõ es de longo
prazo, ou , as que vencerem em prazo al ém do exerc ício seguinte . Ex:
empré stimos longo prazo.

Nota: as receitas diferidas sã o atualmente classificadas no passivo nã o circulante .


Receitas diferidas s ã o os adiantamentos recebidos de clientes por fornecimento de
produtos e serviç os.

(35 As receitas Diferidas


pertenciam ao antigo
REF, agora estã o no
Passivo n ã o circulante

40

tf
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M usuis A m \ iniu
De acordo com o CPC 12 - Ajuste a Valor Presente, os elementos integrantes do
ativo e do passivo decorrentes de opera ções de longo, ou de curto prazo, quando
houver efeito relevante, devem ser ajustados a valor presente com base em taxas
de desconto que reflitam as melhores avaliações do mercado quanto ao valor do
dinheiro no tempo e os riscos espec í ficos do ativo e do passivo em suas datas
originais.

O ajuste a valor presente deverá ser contabilizado por meio de uma conta
retificadora da opera çã o que o originou, de modo que o saldo original da conta
principal seja mantido.

Sã o exemplos contas retificadoras de ajuste a valor presente:


- Juros Ativos a Apropriar;
- Juros Ativos a Vencer;

- Receitas Financeiras a Transcorrer;


- Juros Ativos a Transcorrer;
- Juros Passivos a Apropriar;

- Juros Passivos a Vencer;

- Despesas Financeiras a Transcorrer;

- Encargos Financeiros a Transcorrer; e

- Juros Passivos a Transcorrer.

Nota: valor Justo é diferente de Valor presente íí l


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AJUSUIS A VALDIi
'
Valor presente do ativo : para calcular o valor presente, deve- se utilizar a fó rmula:
Valor nominal /(1+ i)
Exemplo de ajuste a valor presenter
Venda a prazo no valor de R $ 10.000,00.
Recebimento em Parcela ú nica, com vencimento em 5 anos.
Preç o à vista: R $ 6.210,00, o que equivale a um custo financeiro anual de 10%
Taxa de mercado 10% a.a.
Valor Presente: R $ 6, 210,00
Pela transa ção de venda:
D - Contas a receber a longo prazo ..10.000
C - Receita bruta de vendas 10.000
Pelo registro do ajuste a valor presente, no momento em que é realizada a venda:
D - Receita bruta de vendas 2.421,25
C - AVP - Receita financeira comercial a apropriar 2.421.25

Lan çamento completo:


D - Contas a receber a longo prazo
C - AVP - Receita financeira comercial a apropriar
C - Receita Bruta de vendas
10.000,00
2.421.25
7.578 ,75
3
Ou seja: o valor de contas a receber a longo prazo foi ajustado a valor presente no valor
De 7.578,75 (10.000- 2421,25) .
0
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PAÍIÍ lMOmo LIQUIDO
Património Líquido ( PL) - principais contas:

Capital Social
Capital a realizar
A ções em tesouraria
Reservas de capitai
Reservas de lucros
Ajustes de Avalia çã o Patrimonial
Prejuízo acumulado

Reservas de lucros: é a parte do lucro que os só cios decidiram nã o retirar da


empresa, guardando para determinado fim.

Reservas de capital: sã o recursos de terceiros dados gratuitamente à


empresa e que nã o transitam pelo resultado. Ex: á gio na venda de a çõ es.

Ajustes de avalia çã o patrimonial: criada pela lei 11.638/ 2007 é utilizada para
ajustar aplica çõ es financeiras que nã o podem ter suas varia çõ es positivas ou
negativas levadas ao resultado.

Prejuízo acumulado: antes o nome desta conta era lucros e prejuí zos
acumulados, ap ó s a Lei 11.638/ 2007 nã o é possível mais ter a conta Lucro e
prejuí zos acumulados, somente a conta prejuízos acumulados.
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PAÍIÍ lMOmo LIQUIDO
Património Líquido ( PL) - Detaihamento:

CAPITAL SOCIAL ]

CAPITAL A REALIZAR
A Ç OES EM TESOURARIA

AAP - AJUSTE DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL


PREJUÍZOS ACUMULADOS
BÓ NUS DÊ SUBSCRIÇÃO

CONTAS DO
PATRIMÓNIO
LÍQUIDO
, (RESERVAS DE CAPITAL
^ AGIO NA SUBSCRIçãO
PARTES BENEFICIÁRIAS

RESERVA LEGAL

RESERVA DE CONTINGÊNCIAS

RESERVA DE RETENÇAO DE LUCROS

RESERVA ESTATUTARIA
RESERVAS DE LUCROS
à RESERVA DE INCENTIVOS FISCAIS
RESERVA DE LUCROS A REALIZAR
l
RESERVA ESPECIAL DE DIVIDENDOS OBRIGATORIQS NAO DISTRIBUÍ DOS

RESERVA DE PR ÉMIOS NA EMISS ÃO DE DEBEf ITURES

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ilJxJTZZi .LjZ
£> CJC1J-SL ciAprf
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^ ^Z
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Capital Social: Capital registrado no ó rgã o competente em nome da sociedade.


Sã o as "a çõ es da empresa".

Capital Subscrito: é o capital que os só cios se comprometeram a integralizar .

Capital Integralizado: Valor que o titular, só cios ou acionistas já pagaram à


entidade, a título de capital.

Capital a Integralizar = Capital Subscrito - Capital Integralizado

Capital Autorizado: limite m á ximo que o capital social poder á atingir, sem que
haja altera çã o dos estatutos sociais.

Representa çã o:
Capital Subscrito R $50.000.00.,00
(-) Capital a integralizar R $ 20.000.000,00

Capital integralizado R $ 30.000.000,00

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o
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Quando a empresa compra a çõ es dela mesma , ou seja, quando um só cio vende
suas a çõ es para a pr ó pria empresa e a empresa remunera o só cio por isto, estas
a çõ es nã o ficar ã o no capital social e sim na conta a çõ es em tesouraria. Esta conta
reduz o capital social, tendo em vista que ficar ã o em tesouraria at é que outro
só cio resolva compr á -la.
Representa çã o no Balanço Patrimonial:

Património Líquido

c Capital Social
( -) a çõ es em tesouraria
R $ 50.000.000,00
R $ 1.000.000,00

Lançamento:
Açõ es em tesouraria R $ 1.000.000,00
A bancos R$ 1.000.000,00

O capital social nã o muda . Só o PL que ir á mudar.

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AJUSTAS DZ AJ^ LZAC Â D PJ- AltlMD í LA-,
No â mbito na contabilidade internacional a conta '"ajustes de avaliaçã o patrimonial" tem
funçã o mais ampla do que as funções permitidas no Brasil A contabilidade internacional
utiliza essa conta inclusive para contabilizar as reavaliações positivas e negativas dos ativos
fixos, o que no Brasil nã o é mais permitido. No Brasil ela é usa para computar as diferenç as
positivas ou negativas de instrumentos Financeiros que n ã o tê m suas variações de valor
computadas no Resultado.
Exemplo de contabilizaçã o: um instrumento financeiro dispon í vel para venda adquirido por
R $ 200,000, no final do exerc í cio proporciona ao seu investidor dividendos no valor de R $
5,000 e seu valor de mercado está cotado a 220,000, A contabilizaçã o dessa valorizaçã o ser
dará da seguinte forma:
Na aplica çã o:
D Aplica ções financeiras 200,000
-

C caixa 200,000
No pagamento de dividendos e contabiliza çã o do ajuste de avaliaçã o patrimonial:
D Aplica ções financeiras 15.000
C AJUSTE AVALIA ÇÃO PATRIMONIAL (PL) -15.000
D Dividendos a receber 5.000
C Receita de dividendos 5.000

Nota 1: a conta de AAJ - ajuste de avalia çã o patrimonial é conta do patrimó nio l íquido,
podendo ajustar o PL para mais ou para menos, conforme o aumento/diminui çã o da A.F.
Nota 2: ao contabilizar os dividendos o investimento ficará em 215.000 ( faltando 5.000 para
ficar com o saldo do seu valor de mercado. Ap ós o último lan ç amento este valor é
registrado. 47

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IT i
í, V;.5 UL LU diiAE

As reservas de lucros sã o a parte dos lucros retidos ao final de cada exercí cio no
Patrimó nio Lí quido, para finalidades específicas definidas na lei 6.404 / 76.

Abaixo a rela çã o de reservas de lucros definidas por esta lei:

Reservas de lucros:
Reserva Legal
Reserva de contingê ncias
Reserva estatut á ria
Reserva de incentivos fiscais
Reserva de retençã o de lucros
Reserva de lucros a realizar
Reserva especial de dividendos obrigató rios nã o
distribuí dos
Reserva pr é mio na emissã o de debentures

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> T * ir J
J! 7/ L3ÉE1L
Constituição da Reserva legal: a cada final de exerc ício a empresa deverá reservar o
equivalente a 5% do lucro l íquido para reserva legal.

Limites para constituição:

O primeiro é chamado de limite obrigató rio, pois deve ser compulsoriamente observado . A
Lei diz que a Reserva Legal nã o exceder á o valor de 20% do Capital Social.

Limite Obrigat ório : Reserva Legal < 20% do Capital Social.

Limite facultativo a empresa poderá constituir a Reserva Legal ainda que este limite seja
ultrapassado, mas n ã o é obrigada. Segundo a Lei, a companhia poderá deixar de constituir a
Reserva Legal quando o saldo dessa reserva, acrescido do montante das reservas de capital,
exceder o valor de 30% do Capital Social.

Limite Facultativo: Reserva Legal + Reservas de Capital < 30% do Capital Social.

Nota: caso a reserva legal existente somada a reserva de capital seja superior à 30% do
capital social a empresa poderá constituir a reserva até completar o limite obrigat ó rio, mas
nã o é obrigada ( limite facultativo ) .

Nota 2: a empresa nã o poderá constituir reservas alé m dos 20% do capital social

Nota3: normalmente as bancas usam o de capital social realizado e nã o o subscrito para


calculara Reserva Legal.
IS
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Zí J í J A D ê è EterfAVriJirasflfl

Reserva de contingências: a empresa em assembl éia geral


poder á criar reservas para preven çã o de contingê ncias.
Por ém caso esta contingência nã o se realize no final do
exercício dever á haver revers ã o da reserva de
contingências para lucros e prejuízos acumulados.

Reserva Estatutária: O estatuto da empresa permite que a


sociedade crie quantas reservas quiser. Por é m ser á
necess á rio especificar exatamente o prop ósito, a base de
c á lculo e percentual má ximo do lucro lí quido, ou valor
m á ximo da reserva.

50

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; d r4 ^ arafivrcj
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JRIVA\ US

Reserva de incentivos fiscais: constituí da a partir dos valores apropriados no


resultado com origem em subvençõ es governamentais.

A subvenção a apropriar é uma receita diferida que dever á ser transferida para o
resultado na propor çã o de sua utiliza çã o pela empresa, proporcionalmente na
mesma razã o da deprecia çã o. Caso um terreno tenha sido doado pelo governo
teremos a aplica çã o deste conceito. Terrenos doados por ente governamental nã o
s ã o depreciados, embora sejam transferidos para o resultado atrav é s da conta
subven çã o a apropriar:
TERRENO SUBVEN Ç Ã O A APROPRIAR SUBVENÇ Ã O A APROPRIAR RECEITA DE DOA Ç AO

500 = 00 0 500.000 20.000 500.000 20.000

N O FINAL D O EXERC Í CIO

Calculo: R $ 500.000/ 25 anos = R $ 20.000, que ser á apropriado ao resultado ap ó s o


primeiro ano. Este valor ir á para o resultado a cré dito da conta de receita de
doa çã o. 25 anos é o tempo de vida útil de uma construçã o. O terreno seguir á a
taxa de 1/ 25 anual para apropria çã o da subvençã o.

surti
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s £HíMó DM 1L^RJSRUíM/íHE
Constituição da reserva de incentivos fiscais: tendo em vista que a receita de
doa çã o fará parte do resultado e ser á transferida para a conta "lucros e prejuí zos
acumulados" (hoje chamada de prejuízos acumulados ), iremos constituir a reserva
de incentivos fiscais em contrapartida de lucros e prejuí zos acumulados, para que
ao distribuir dividendos, este valor fique díferido / segregado e nã o fa ç a parte da
distribuiçã o dos dividendos.

RECEITA DE DOA Ç A Q

20.000

i A
l
À L
L
4
k

ec
L / P ACUMULADOS RESERVA DE INCENTIVOS FISCAIS

20.000 ( 1 ) 1 . 0 0 0.0 0 0 20.000 ( 1 )

*d)
D L/P acumulados
C Reserva Incentivos Fiscais

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SUN
I-íÉ SZlt \M Dí L J o J103 pr£\ i:r v.L:
i
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r / \ mj
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Reserva de lucros a rea zar: é a reserva de lucro criada para preservar as


disponibilidades, evita que a empresa tenha que se endividar para pagar
dividendos.

Lucro realizado: considera - se realizada a parcela do lucro lí quido deduzidos o


resultado positivo de equivalê ncia patrimonial e os lucros que ser ã o recebidos no
longo prazo.

Constituição da reserva de ucros a realizar: se o dividendo obrigat ó rio ultrapassar


o lucro realizado, a empresa poder á constituir uma reserva de lucros a realizar com
a diferenç a do lucro realizado e o valor a ser pago como dividendos aos só cios :

Parcela de dividendos
obrigat órios que excede o
lucro realizado

= Reserva de lucros a
Lucro realizado Dividendo realizar
obrigat ório

0
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Ji, jM CAD LUCJiOS / D'l VlD ' -
J JDD3 / PSiâMl D i'lA Ê M133 ÀO Dâíi É i MUSi É S

Reserva de retençã o de lucros: caso a assembleia geral resolva segregar


parte do lucro para investimento ou expansão, devidamente justificado
poder á ser destinado parte do lucro para constitui çã o da reserva de
retençã o de lucros.

Reserva especial de dividendos obrigató rios nã o distribuídos: caso haja


necessidade de retenção de parte dos dividendos por motivos econ ó micos
poder á a assembl é ia geral decida pela retençã o poder á ser constituída a
reserva especial de dividendos obrigat órios n ão distribuí dos.

Reserva pr émio na emissã o de debentures: como o pr émio na emissã o de


deb êntures é isento do pagamento do IR a legisla ção permite que o valor
apropriado ao resultado seja excluído do lucro líquido do exercí cio.

Nota: as reservas de lucro ter ã o o seguinte lan ç amento durante a sua


constituiçã o:

D L/ P acumulados
C Reserva de lucros

u
surti
Vil-, DE HA XmLJ
^
Reserva de capital: sã o ingressos n ã o tribut á veis de recursos
oriundos de terceiros e que n ã o t ê m rela çã o com o fornecimento de
mercadorias ou presta çã o de serviç os por parte da empresa que
recebeu os recursos. As reservas de capital n ã o transitam pelo
resultado.

As reservas de capital s ã o as seguintes: b ónus de subscriçã o, ágio na


subscriçã o de a çõ es e partes beneficiárias.
Aplicações das reservas de capital: ser ã o usadas para:

Absor çã o de prejuízos que ultrapassarem os lucros acumulados e as


*reservas de lucros;
^ Resgate, reembolso ou compra de açõ es;
^ Resgate de partes benefici á rias;
^ Incorpora çã o no Capital Social;
^ Pagamento de dividendos a a çõ es preferenciais, quando esta
vantagem lhes for assegurada.

surti
Vil-, DE CAPXmLJ

Á gio na emissão de açõ es : formará reserva de capital o valor pago a maior do que o valor da
a çã o no caso da empresa negociar suas ações.

Lan çamento:
Bancos
a diversos
a capital social
a reservas de capital ( ágio na emissã o de ações )

Partes beneficiá rias: são títulos emitidos pela empresa para beneficiar pessoas que
prestaram serviç os relevantes na vida da sociedade. Emitidos por companhias
exclusivamente de capital fechado.

Lan çamento:
Banco
A Reserva decapitai (Partes benefici árias ).

B ónus de subscriçã o: s ã o tí tulos de créditos emitidos até o limite do capital social


autorizado, que dã o aos seus titulares o direito de subscrever a çõ es da empresa mediante
apresentaçã o deste tí tulo ,

Lan çamento:
Bancos
A Reserva de capital (alienaçã o de Bó nus de subscriçã o )

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JU
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Jí JAAJ G
^
D «AVíMD J JIAL "

BALANÇO PATRIMONIAL - REPRESENTAÇÃO DOS


GRUPOS

ATIVO PASSIVO

ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE

PASSIVO NAO
ATIVO NAO CIRCULANTE
CIRCULANTE

PATRIMÓNIO LÍQUIDO

O Balan ç o Patrimonial é a demonstra çã o cont á bil que irá representar todos os bens,
direitos e obriga ções da Entidade. Trata - se da representa ção "est ática " do
patrimó nio .

No fechamento do exerc ício todas as contas de resultado s ã o transferidas para a conta


ARE ( de resultado ) e posteriormente transferidas para a conta Prejuí zos cumulados
localizada no Património Lí quido do balan ç o patrimonial: ( antiga conta Lucros e
prejuízos acumulados ).

Pelas novas regras nã o mais poderá haver lucro acumulado em L/ P acumulados, cujos
valores devem ser també m transferidos para Reservas ou dividendos.

J á a representa çã o detalhada do resultado do exerc ício é apresentada no DRE -


5s
Demonstra çã o do Resultado do Exerc ício.
U
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PS íí MDIPAID coM í AD MD DP
~

Principais contas do AC: Principais contas do PC:


^Caixa ^ Fornecedores
^ Bancos ^Impostos a recolher
^ Disponibilidades Empr é stimos
^ Aplica çõ es de liquidez imediata ^ Adiantamentos de clientes
^ Contas a receber ySal á rios a pagar
^ Mercadorias Encargos a pagar
^ Despesas antecipadas ^ Dividendos a pagar
^Títulos a pagar
Principais contas do ANC: Principais contas do PNC:
^ Aplica çõ es em instrumentos Empr é stimos
financeiros ^ Renegocia çõ es de dí vidas de LP
^Contas a receber de clientes ^ Impostos a pagar postergados
^ Direitos a receber ^Títulos a pagar de longo prazo
^ Participa çõ es societ á rias ^ Receitas Diferidas
^ M á quinas
^ Ve í culos Principais contas do PL:
^Obras de arte ^Capital Social
^Terrenos ^ A çõ es de tesouraria
y
Reservas
^ AAP
^ Prejuí zos acumulados
58

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ri ^ IFlãAí mo D ê CMifiAD
^
Exemplos de contas classificadas quanto ao D ÉBITO, AO CRÉ DITO E NO BP:

CONTA DEVEDORA CREDORA CLASSIFICA ÇAO

ALUGU ÉIS A PAGAR CREDORA PASSIVO CIRCULANTE

ALUGUÉIS A VENCER DEVEDORA AC

EMPRÉSTIMOS
CREDORA PC/ P NC
BANCÁ RIOS

VENDAS CREDORA RECEITA

RESERVA DE LUCROS CREDORA PL

CAIXA/ BANCOS DEVEDORA AC

CO NTAS A PAGAR CREDORA PC OU PNC

ENERGIA E ÁGUA DEVEDORA DESPESA

ICMS SOBRE VENDAS DEVEDORA DESPESA

ICMS A RECOLHER CREDORA PC

DEPRECIA ÇÃO
CREDORA ( ANC ) RETTPICADORA
ACUMULADA

59

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Receita - Receitas sã o aumentos nos benef í cios econó micos durante o per íodo
contá bil sob a forma de entrada de recursos ou aumento de ativos ou
diminui çã o de passivos, que resuftam em aumentos do patrim ó nio l íquido e
que n ã o sejam provenientes de aporte dos propriet á rios da entidade.

Despesa - Despesas s ã o decr é scimos nos benef ícios económicos durante o


per íodo cont á bil sob a forma de sa í da de recursos ou reduçã o de ativos ou
incrementos em passivos, que resultam em decr é scimo do patrim ó nio lí quido
e que nã o sejam provenientes de distribui çã o aos propriet á rios da entidade.

DEFINIÇÕ ES IMPORTANTES:
REGIME DE COMPET Ê NCIA REGIME CAIXA
RECEITAS REALIZADAS (GANHAS E RECEBIDAS ) SIM SIM
RECEITAS REALIZADAS (GANHA ) E N ÃO RECEBIDA SIM NAO
RECEITAS N ÃO REALIZADAS ( N ÃO GANHA) E
NAO SIM
RECEBIDAS
DESPESAS INCORRIDAS E PAGAS SIM SIM
DESPESAS INCORRIDAS E NAO PAGAS SIM NAO
DESPESAS NAO INCORRIDAS E PAGAS NAO SIM

61

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A evidencia çã o das contas de receitas e despesas se dar á no DRE. No balanç o


patrimonial teremos só a representa çã o do seu somat ó rio. O valor total das
receitas e despesas ser á transferido para a conta ARE ( ver pr ó ximo slide ) e depois
para a conta Lucros e prejuí zos acumulados no PL ( atualmente com a rubrica
Preju ízos acumulados porque todo o lucro deve ser distribuído no final do
exercí cio ).

A distribui çã o de lucros consiste em se transferir os lucros para as reservas e a


dividendos a pagar . Nenhum lucro deve ficar na conta L/ P acumulados, somente
dever á ficar saldo nesta conta para representar prejuízos acumulados de
exercí cios anteriores.

A conta L/ P acumulados pertence ao Patrim ó nio Liquido do Balanç o Patrimonial.

A demonostra çã o das contas de resultado se dar á na DRE - demonstra çã o de


lucros do exercício que ser á apresentada nos pr ó ximos slides.

62

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DO É 0 Oof ADD
DESPESAS RECEITAS ARE

2D ODD B A 10 000 B A
Receitas e despesas para
a conta ARE

DIVIDENDOS

ARE PREJUÍ ZOS PARTE DO BALANÇ O


ACUMULADOS SALDO
PATRIMONIAL
B A SALDO ATIVO PASSIVO

ATIVO PASSIVO
CIRCULANTE CIRCULANTE

PASSIVO
SALDO ATIVO NÃ O
NAO
RESERVAS CIRCULANTE
CIRCULANTE

PATRIMONI
PARTE DO O LÍQUIDO
SALDO
O Saldo do ARE vai
para a conta Prejuí zos APui ocorre a distribuiçã o
Acumulados do Resultado, zerando a
conta Preju ízos acumulados
e transferindo o saldo para
Dividendos e Reservas . As contas de Dividendos s ã o
localizadas no PE e as contas
de Reservas s ã o Localizadas
no Património Lí quido do BP
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DlVlD lDD
^ ^
Na distribuiçã o do resultado, conforme comentado anteriormente, percebemos
que parte do lucro é distribuído em forma de dividendos aos só cios.

Por ocasiã o da declara çã o dos dividendos, temos o seguinte lanç amento :

Contabiliza çã o:
D Lucros ou prejuízos acumulados ( PL )
C Dividendos a pagar (PC)

Já no pagamento dos dividendos, temos o seguinte lanç amento :

D Dividendos a pagar
C Caixa

Ap ó s a declara çã o os dividendos devem ser pagos aos só cios em at é 60 dias.

64

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D E M O O C Í R AÇ Â O D O RECOD Í A D O D O
E X E R CÍ C I O ( DRE ) 3 DEMODOTslAÇ Â O DOO
RESULTADOS ( DRA )

65

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í UP Eft
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DJ'SIMMO UO UO SkAEiiSlC lO '

Estrutura conforme lei 6.404 /76:

Fatura mento
IPI
Receita Bruta de venda ou serviços
( ) Devoluçõ es e cancelamentos de vendas

( - ) Descontos e abatimentos
( - ) Impostos sobre venda ou servi ç os

Receita Lí quida
( - ) CMV

Lucro Bruto
( - ) Despesas administrativas /financeiras/comerciais
( +) Receitas Financeiras
{ +/- } Outras receitas/despesas operacionais e n ã o operacionais
( -} Imposto de Renda e CSLL ( contribuições sociais sobre o lucro )
( -} Participaçõ es Societá rias
Lucro Liquido do exerc ício
Lucro Lí quido por a çã o

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w r d nD 3/ 4r i f f l e t n
rjnix> inI O
^
rte JirrflrJm D D

A DRE - demonstra çã o do resultado do exerc ício é construída a partir dos saldos do


encerramento de todas as contas de resultado . Os itens pertencentes ao DRE sã o os
seguintes:

Faturamento com IPI - No caso de empresa industrial Faturamento é a soma da receita


bruta com IPI. No caso de empresa comercial o faturamento nã o embute o IPI porque IPI é
um imposto por fora, ou seja, é calculado por fora e há a representa çã o separada
Faturamento + IPI.

Receita Bruta: é a soma de todas as receitas da atividade principal da empresa

Dedu çõ es da Receita: sã o as devoluçõ es e cancelamentos de vendas + descontos e


abatimentos + Impostos sobre venda ou servi ços. Ao fazer estas deduçõ es temos a Receita
Líquida.

Impostos sobre venda : ICMS, IPI, Pis e Confins

CMV = custo de mercadorias vendidas: todas as despesas de vendas s ã o representadas por


esta rubrica. J á as demais despesas sã o representadas posteriormente.

Lucro bruto = receita l í quida (-) CMV. Representa o resultado das vendas/servi ços, ou seja,
o obtido com as atividades de vendas/ prestaçã o de serviç os.

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f T Tí. MuEiD
IHJVIDJ\â . 1
1
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D O Ji5£iIJ DO Sárlaí CJ: D
Despesas administrativas: sã o as despesas administrativas gerais: conta de água, luz, telefone,
sal ários, material de expediente, alugué is .

Despesas financeiras: s ão os juros passivos, desconto concedidos .

Despesas comerciais: s ão as despesas com publicidade, comiss õ es.

Receitas administrativas: juros ativos, descontos obtidos .

Outras receitas e despesas operacionais: sã o os alugué is ativos, dividendos de participa çõ es


societ á rias, resultado de equivalê ncia patrimonial, reversã o de PCLD ,

Outras receitas e despesas n ã o operacionais: ganhos/ perdas na venda do imobilizado ,

IR e CSLL : imposto de renda e contribuiçã o social sobre lucro lí quido calculados sobre o
resultado.

Participa çõ es societá rias:


^ Participa ções dos Debenturistas;
^Participa çõ es dos Empregados;
^ Participa çõ es dos Administradores;
^ Participa çõ es das Partes Benefici árias e
^ Participa çõ es dos Fundos de assist ência ou previdência a empregados .
Segundo o artigo 189 da lei das SA ' s: do resultado do exerc ícios ser ão deduzidos, antes de
qualquer participa çã o, os preju í zos acumulados e provis ão do imposto de renda ,
68

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^ ^ rx» D D 3/ 4r i f f l e t n
Estrutura conforme o CPC 26:
Receita Lí quida
( - ) CMV

Lucro Bruto
( - ) Despesas com vendas/gerais/administrativas
( + ) Receitas Financeiras
{+/- } Outras receitas/despesas
GEPou PEP
Resultado antes do Resultado Financeiro
( +/ ) Receitas e Despesas financeiras
'

Resultado antes do IR/CSLL


{ -} Imposto de Renda e CSLL ( contribuições sociais sobre o lucro )
{-) Participa ções Societárias
Resultado de opera ções continuadas
Ganhos e perdas de operaçõ es descontinuadas
Lucro Lí quido do período

A orientação do CPC 26 é quanto a separação do resultado continuado do nã o continuado


em substituiçã o ao resultado operacional e nã o operacional. Os itens classificados com
continuados s ã o os mesmos dos operacionais. Porém a classifica çã o das contas de opera ções
descontinuadas n ã o é a mesma que as classificadas como '" nã o operacionais". Estes últimos
est ã o vinculados ao resultado apurado em operações com ativo ou grupo de ativos cujas
operações estã o em vias de serem ou foram descontinuadas e, por isso, deixarã o de causar
efeito no caixa e nos equivalentes de caixa da entidade.
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D J jSTf Jí A C Â D D D 1Í E D U DÍ AD D AD Jí A A G1J J"J*
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O CPC 26 nos apresenta uma nova demonstra ção cont á b í l: trata - se da demonstra çã o do
resultado abrangente ( DRA ).

O resultado abrangente alé m de incluir o Resultado Lí quido obtido pela DRE apresenta tamb é m
uma sé rie de ajustes que alteram o Patrim ó nio l íquido e que poder ão ou nã o afetar o Resultado
no futuro.

Resultados abrangentes - principais ajustes:


^ Variaçõ es nas reservas de reavaliaçã o quando permitidas
legalmente ( CPC 27 ),
^ Ganhos e perdas atuariais em planos de pensã o com benef ício
det. nido reconhecidos conforme CPC 33 ) ,
> Ganhos e perdas derivados da conversã o de demonstraçõ es
cont á beis de opera çã o no exterior (CPC 02) ,

^ Ajuste de avalia çã o patrimonial relativos aos ganhos e perdas


na remensuraçã o de ativos financeiros disponíveis para venda
( CPC 38 ) .

^ Ajuste de avaliaçã o patrimonial relativo à efetiva parcela de


ganhos ou perdas de instrumentos de hedge em hedge de fluxo
de caixa ( CPC 38 ) .
IS WWW.SUPERPROVAS .COM
D J jSTf Jí A C Â D D D 1Í E D U DÍ AD D AD Jí A A G1J J"J*
'

DRE
Faturamento
IPI
Receita Bruta de venda ou servi ç os
( - ) Devolu çõ es e cancelamentos de vendas
( - ) Descontos e abatimentos
DRA
( - ) Impostos sobre venda ou serviç os

Receita Liquida
( - ) CMV RECEITA DE VENDAS
Lucro Bruto
( - ) Despesas
( -) CUSTOS
a dmini str ativa s/fi na nc ei ra s/c o mer ciais
(+) Receitas Fina nc eiras
( +/ - ) Outras receitas/ despesas
( - ) Imposto de Renda e C 5 LL ( contribui ções
LUCRO
sociais sobre o lucro )
( - ) Participa ç oes 5 ociet á rias
( -) Despesas incorridas
Lucro Lí quido do exerc í cio
Lucro Liquido por a çã o RESULTADO LIQUIDO DO EXERCÍ CIO Resultado l í quido do exercí cio

( +) Outros ganhos e ajustes


abrangentes
Resultado abrangente do
per íodo

A DRA deve ser apresentada em separado do DRE ou em conjunto com a DLPA

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PILOvisa - PASS!V 05
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COMITIN 3ENTE£

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SàSÍ uylfslQi Ii - i y o £>

Provisã o é um passivo de prazo ou de valor incerto , Sã o distintas de outros passivos porque h á


incerteza quanto ao pagamento, Provisã o é uma reserva de um valor para atender a despesas
que se esperam, A provisã o visa a cobertura de um gasto j á considerado certo ou de grande
possibilidade de ocorr ê ncia.

A CPC 25 criou uma nova forma de reconhecimento de provisõ es , Sã o contrapartidas que


reduzem o valor do ativo, sendo sempre credoras, mas sempre classificadas no ativo como
redutoras. A contabiliza çã o tradicional de provisõ es nã o tem mais base técnica, muito embora
as bancas continuem elaborando quest ões aplicando os conceitos em desuso .
Se a saí da de recursos for prová vel, ent ã o é necessá ria a contabilizaçã o da provisã o ,

Exemplos de contas classificadas como provisõ es:


^ Provisã o para contingência trabalhistas
^ Provisã o para contingências c í veis
Provisã o para cobertura de garantias
*
^>Provisão para danos ambientais
Provisã o para retirada de ativos
>Provisão para reestruturaçã o
^ Provisão para contingências fiscais
^ Provisã o para compensa çã o por quebra de contrato
As provisõ es devem ser revistas quando da elaboraçã o de uma demonstra çã o financeira.

Lan çamento:
>D despesa de provisão
provisã o 73

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P 'ADVl OH P PA IVOEJ COjNJ nj'J £i5 jNJ T5£S
^
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Nã o devem ser mais utilizadas com o Designações apropriadas ( contas


nome de provisões credoras redutoras do ativo)

FDD o PCLD - provis ã o para devedores Perdas estimadas com clientes


duvidosos ou provisã o para crédito de
liquida çã o duvidosa

PPI - provisã o para perdas em investimentos Perdas estimadas em investimentos

Provis ã o para perdas em estoques Perdas estimadas em estoques

Provis ã o para perda ao valor recuper á ve í Perdas estimadas por valor n ã o


recuperá ve í

Reconhecimento de uma provisã o: para se constituir uma provisã o devem ser


atendidas as seguintes condições: a obrigaçã o deve ser presente, deve ser prov á vel a
sa í da de recursos e deve haver uma estimativa confiá vel do valor da obriga çã o.

Caso o fato n ã o preencha estas condiçõ es ser á um passivo contingente e nã o uma


provisã o e deverá evidenciado em notas explicativas caso seja remota a possibilidade
de desembolso ,
Entende-se por passivo contingente uma obriga çã o possível ou obrigaçã o presente
que pode ( mas provavelmente nã o fará ) requerer uma sa í da de recursos. 74

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JlEjDJJÇD53 Dr VALDÍd AID ATIVO
NIAD ciíioyiD\rrrE PEIAAJANENTE

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ROBlffft 0 / AMDRRRSAUAN / S5< AUSTAn [JEI PtUrifil. am


Mé TODO DE DEPRECIAçãO LINEAR
MFTODO DAS QUOTAS CRESCENTES
MÉ TODOS DE DEPRECIAÇÃO NÃ O LINEAR
DEPRECIAÇÃO MÉTODO DAS QUOTAS DECRESCENTES

VALOR RESIDUAL E VALOR DEPRECIÁVEL

REDUÇÕES DE VALOR DEPRECIAÇÃO ACELERADA


DO ATIVO NÃO CIRCULANTE
PERMANENTE EXAUST Ã O

AMORTIZAÇÃO I
VALOR EM USO
TESTE DE IMPAIRMENT ' VALOR RECUPERÁVEL DE UM ATIVO
\ VALOR LIQUIDO DE VENDA

Deprecia ção de um bem é o registro da reduçã o do valor dos bens pelo desgaste ou perda de
utilidade por uso, açã o da natureza ou obsolesc ência .
Deprecia ção a conforme a norma CPC 27 (conselho de pronunciamentos cont á beis):
A deprecia çã o do ativo se inicia quando este está disponível para uso, ou seja, quando est á no
local e em condições de funcionamento . A deprecia çã o de um ativo deve cessar na data em
que o ativo é classificado como mantido para venda ( ativo circulante mantido para venda e
operaçã o descontinuada ), ou, ainda, na data em que o ativo é baixado, o que ocorrer
primeiro. Portanto, a deprecia çã o n ã o cessa quando o ativo se torna ocioso ou é retirado do
uso normal, A nã o ser que o ativo esteja totalmente depreciado.
Métodos de deprecia çã o:
Método linear: depreciar de forma linear é depreciar com alíquota constante, dividindo o
valor do bem pelo seu tempo de vida útil . 76

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D É PiMnlACAO
Bens nã o depreciá veis:
^ Bens que nã o perdem o valor ( obra de arte, antiguidade );
^Terrenos (a construçã o pode ser depreciada );
^Im ó veis nã o alugados ou destinados à venda;
^ Bens para os quais sejam registradas quotas de exaustã o;
^ Bens cujo tempo de vida útil seja menor que 1ano e
^ Bens com valor inferior a R $ 326,61.
Base de c á lculo: custo de aquisiçã o, incluindo os gastos necessá rios à coloca çã o do
bem em funcionamento, e acr é scimos posteriores, como corre çã o monet á ria.

Lan çamento:
Despesa de deprecia çã o
a deprecia çã o acumulada

Valor cont áb : é a diferenç a entre o custo de aquisi çã o ( este pode sofrer


^
acr é scimos posteriores ) e a deprecia çã o acumulada .

Valor residual: é o valor da prov á vel realiza çã o do bem, ap ó s totalmente


depreciado , em geral, é considerado zero, mas se for estimado um valor diferente
de zero, este dever á ser subtra ído do custo de aquisiçã o, a fim de que a taxa de
deprecia çã o incida nessa diferenç a. 77

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D É PiMaMCidi
Valor depreciável: é o valor cont á bH menos o valor residual.
Métodos de deprecia ção:

Método das quotas constantes (método linear/taxa de deprecia ção constante)


1- forma: aphca - se taxa constante sobre o valor a ser depreciado.
2 - forma: divide-se o valor a ser depreciado pelo tempo de vida útil.

Método da soma dos d ígitos (método de cole) = nã o linear= soma das quotas
decrescentes:
1- etapa: somar os algarismos que compõ em o no de anos de vida útil.
2 - etapa: multiplicar o valor a ser depreciado a cada ano pela fra çã o cujo denominador
é a soma da 1- etapa, e numerador, p/ 1- ano é n ( tempo de vida ), p/ o 2 - ano, n-1, 3 -
ano, n-2, até 1.
Ex: valor do bem = 180 000
Tempo de vida ú til = 5 anos
Soma dos dígitos dos anos = 1+2+3+4+5 = 15 anos

Depreciaçã o do primeiro ano = 5 /15 x 180.000 ( valor depreciavel ) =60, 000,


Depreciaçã o do segundo ano = 4/15 x 180.000 ( valor depreci á vel) = 48, 000
Depreciaçã o do segundo ano = 3 /15 x 180.000 ( valor depreci á vel) =36.000
Depreciaçã o do segundo ano = 2 /15 x 180.000 ( valor depreci á vel) =24.000
Depreciaçã o do segundo ano = 1/15 x 180.000 ( valor depreci á vel) =12.000

180.000
78
No final de cinco anos teremos todo o bem depreciado de forma nã o linear.
IS
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£ j í ? P- ZClJ-- C
^.O
Deprecia çã o = taxa de deprecia çã o x valor depreci á vel
A cada exerc í cio este valor de depreciaçã o irá para o resultado atravé s do lanç amento
abaixo:
ANOl
Despesa de depreciaçã o
A depreciaçã o acumulada 60.000
ANO 2
Despesa de depreciaçã o
A depreciaçã o acumulada 48.000

Os valores de depreciaçã o serã o somados ao longo dos anos e formarã o o saldo da conta
depreciaçã o acumulada que aparecerá no Balanço Patrimonial como uma conta retificadora
do ativo oermanente:
Conta deprecia çã o acumulada no Balan ço Patrimonial

ANO 1:
Ativo Permanente 180.000
(- ) Deprecia çã o acumulada 60.000

Método da quotas crescentes = nã o linear


N ã o tem fundamento doutrin á rio, mas aparece em algumas provas de concursos. É o
contrá rio do método de cole que é um método decrescente. O método das quotas
crescentes terá como quota o valor de l/soma dos dígitos (ex:l/15 ) at é o valor do tempo de
/ ida/soma dos dígitos ( ex:.
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§ J.
JLcaL3íiA Dj! .

Depreciação acelerada: Trata-se da aceleração da taxa normal de depreciação, em função da


utilizaçã o em mais de um turno de um bem. Os acréscimos serã o de de 50% até 100% além
da utilizaçã o normal conforme tabela abaixo:

1 turno de 8 horas Taxa de deprecia çã o normal x 1,0

2 turnos de 8 horas Taxa de deprecia çã o normal x 1, 5

3 turnos de 8 horas Taxa de deprecia çã o normal x 2 ,0

Os conceitos para o c á lculo da deprecia çã o sã o os mesmos da deprecia çã o a taxas


normais. O que muda é o valor da taxa que sofre um aumento conforme o turno de
utilizaçã o. Sendo assim, calcula-se a deprecia çã o multiplicando-se o valor depreciá vel
pela taxa de deprecia çã o acelerada, achando o valor da deprecia çã o do período. Porém
neste caso usamos a taxa de deprecia çã o com um fator de acelera çã o ( xl,5 ou x 2,0 )
conforme a tabela acima.

80

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ms EJ— \. D
j =

Amortiza çã o: tem o mesmo efeito prá tico de depreciar. Por ém, consiste em registrar a
perda de valor de direitos registrados no intangível ou no diferido ( enquanto existir saldo
porque diferido já foi extinto ).

A taxa de amortizaçã o será determinada em funçã o do tempo restante do usufruto dos


benef í cios do direito.

Exemplos de itens amortiz á veis:

Bens amortiz á veis: benfeitorias em bens de terceiros com clá usula de ressarcimento.

Direitos amortiz áveis:


Concessões pú blicas;
Direitos autorais;
Compras de tecnologia;
Patentes de invençã o;
Direitos do uso e marca;
Contratos de explora çã o de florestas de terceiros.

Lan ç amento:
D Amortiza çã o
C amortização acumulada

O c á lculo da amortiza çã o depende da dura çã o do contrato . Divide-se o valor total do


contrato pelo tempo em anos e tem-se o valor da amortiza çã o anual.
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IS
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Exaust ã o: tem o mesmo efeito pr á tico de depreciar e amortizar, diferenciando - se dos bens a
que se aplicam: recursos minerais e florestais. Consiste em registrar como exaustã o quando
corresponder à perda do valor decorrente de sua explora çã o de direitos.
Sua valorizaçã o pode ser feito por estimativa ou em fun çã o da exploraçã o efetiva:

^ Em funçã o da estimativa (prazo):


Ex: gasto de aquisiçã o: R $ 1.000.000,00, prazo de concessã o =20 anos:

Quota de exaust ã o = R$ 1.000.000,00/ 20 anos = 50.000 por ano.

Lanç amento :
Exaustã o
A Exaustã o acumulada 50.000

^ Em funçã o da explora ção efetiva:


Ex: Possanç a = capacidade de explora çã o no perí odo = R $ 400.000 e capacidade de
exploraçã o anual=10 000 toneladas e custos+direito de explorar = R $1.000.000

Quota deexaust ã o= extra çã o anual / possanç a = 10.000/ 400.000=0,025 ou 2,5 % por a no


Exaustã o= R $1.000.000 x 2,5% = 25.000

Lan ç amento:
Exaustã o
A exaustã o acumulada 25.000
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J 3 Cli 1 P 5 ifA 311 .t jJSTJ H - ifiijBEEaaja
.

Teste de recuperabilidade: é feito predominantemente para itens do imobilizado e


do intangível e, em algumas situa çõ es, para itens do investimento e do diferido . É
um teste que deve ser feito pelo menos uma vez em cada em exerc ício em todos os
ativos classificados no ''nã o circulante" , para verificar se o valor cont á bil pode ser
recuperado de alguma forma . O objetivo nã o é reavaliar o bem, aumentando o seu
valor e sim verificar permanemente qualquer reduçã o que deva ser feita para
ajustar o valor cont á bil ao valor de venda do bem ou ao valor que o bem pode
gerar para a empresa.

N ã o é mais permitida a cria çã o da reserva de reavalia çã o, avaliando o bem para um


valor maior. Já o teste de recuperabilidade ir á diminuir o valor cont á bil do bem
atrav é s de perdas por valor nã o recuperá vel, atravé s de uma conta retif í cadora de
mesmo nome, retificando o valor cont á bil do ativo.

A perda por desvaloriza çã o do ativo deve ser reconhecida imediatamente no


resultado do per í odo.

Depois do reconhecimento da perda por desvaloriza çã o as despesas de


deprecia çã o, amortiza çã o ou exaustã o devem ser ajustadas em per íodos futuros
para alocar o novo valor cont á bil gerado pelo teste de reavalia çã o.

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0
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r;
J 3 r!i 1 P 5 i fA 311 t jJSTJ - ifiijBEEaaja
H

Valor em uso (VU): é o valor presente em fluxos de caixas futuros estimados que devem
resultar do uso de um ativo ou de uma unidade geradora do caixa.

Valor líquido de venda (VL): é o valor a ser obtido pela venda de um ativo ou de uma
unidade geradora de caixa em transações em bases comutativas, entre partes conhecedoras
e interessadas subtra ídas as despesas estimadas de venda.

Valor recuperá vel de um ativo (VR ): é o maior valor entre o valor lí quido de venda de um
ativo e seu valor em uso , VR
^maior valor entre VLe VU ,

Registro da perda por desvalorização: ocorre o registro do ajuste de perda por


desvalorizaçã o quando o valor cont á bil do bem do ativo permanente for maior que o valor
recuperá vel. ( sendo o valor recuperá vel o maior valor entre o valor em uso e o valor l í quido
de venda ). Caso o valor contá bil for maior que o maior dentre estes valores haverá registro
de perda por desvalorizaçã o ) :

< []
vc
+ REGISTRO DE PERDA POR DESVALORIZAÇÃO
Perdas por desvalorizaçã o ( despesa )
a perdas por valor nã o recuperá vel (redutora do ativo )

0 =>
i Nã o há registro de perda

84

0
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11331? D Ê S- r UP 3 KAUJ|i .Hrj *\ rj - JjkLPJlliiMajJ7
^
i i 1

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Unidade geradora de caixa: é o menor grupo identific á vel de ativos que gera as entradas de
caixa, que sã o em grande parte independentes das entradas de caixa de outros ativos ou de
grupos de ativos.

Vida útil: é o per í odo de tempo pelo qual a entidade espera usar um ativo ou o número de
unidades de produçã o ou de unidades semelhantes que a entidade espera obter do ativo.
Determina ção do Valor em uso:

Para o caso de determina çã o do valor em uso em funçã o das entradas em caixa temos: Se
um ativo gera receitas para os anos de XI e X 2 no valor de $ 100.000,00, ao final de cada
ano o valor de uso em X 0 para uma taxa de desconto de 10% será :

Valor de uso: I { Receita Esperada em n/(l+i) An )

Receita Esperada = 100.000


N =1em XI
E N= 2 em X 2

Logo, o nosso valor de uso será: 100.000/1,1A1 + 100.000/1,1A 2 = 90.909,10 +


82.644,60 = R $ 173.553,70

Valor em uso = R$ 173.553,70


85

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11331? D Ê S- r UP 3 KAUJ|i .Hrj *\ rj - JjkLPJlliiMajJ7
^
i i 1

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Supondo que o valor l íquido de vendas seja: 200,000 e os custo e despesas de venda +
manuten çã o = 10.000 reais calculamos o valor l íquido de venda = 200.000 - 10,000 =
190.000.

O valor cont á bil do bem é dado pela diferenç a entre o custo do bem menos a deprecia çã o
acumulada:
Custo do bem 300.000
Depreciaçã o acumulada = (50.000)

Valor contá bil = 250.000

Teremos entã o os valores para o teste de recuperabilidade: Valor em uso (VU) = R$


173- 553,70, Valor líquido de venda ( VL) = 190,000, Valor contá bil (VC) = 250.000.
A comparação entre estes valores para saber se devemos registrar a perda por
desvaloriza çã o chamamos de TESTE DE RECUPERABILIDADE. Abaixo os passos deste teste:
1) Identificar o maior valor entre o valor de uso ( VU ) e o valor líquido de vendas ( VL). VLok ?

2 ) Sendo o valor contá bil maior que o valor dos valores no passo 1 acima haverá
necessidade de se registrar a perda por desvalorizaçã o. E o valor será de R $ 250.000 -
R $190.000 = 60.000, Faremos, ent ã o, o registro:

REGISTRO DE PERDA POR DESVALORIZA ÇÃ O


D Perdas por desvalorizaçã o ( despesa ) 60.000
C perdas por valor nã o recuperá vel ( redutora do ativo ) - 60.000

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OPÍ Jí ACOSS FiWAj'JCfirtiAS
KJ'JETRUI JMTOS FIÍ JUWJC lí RDS
^ ^

87

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í UP Eft
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APLICAÇÕES CURTO PRAZO
FINANCEIRAS S LONGO PRAZO

CURTO PRAZO
EMPRÉSTIMOS
LONGO PRAZO

CDB

RDB
LETRAS
TÍ TULOS PRIVADOS HIPOTECÁRIAS
INTRIJMENTOS FINANCEIROS COMERCIAL PAPER

DEBENTURES ( P ÓS FIXADAS)

LETRAS DO TESOURO NACIONAL

LETRAS FINANCEIRAS DO TESOURO


TÍTULOS PÚBLICOS
MOTAS DO
TESOURO
NACIONAL

CONTABILIZAÇÃO DE APLICAÇÃO PRÉ FIXADA


! CONTABILIZAÇÃ O
CONTABILIZAÇÃO DE APLICAÇ AO POS FIXADA

0
SUPER
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:f usrniUMajTros FINAMCMLRD^
Este tema envolve a contabiliza çã o de empréstimos e aplica çõ es financeiras de títulos e
algumas definições que serã o tratadas abaixo:
Instrumento financeiro: é qualquer contrato que dê origem a um ativo financeiro para a
entidade e um passivo financeiro ou instrumento patrimonial para outra entidade.
Instrumento patrimonial: é qualquer contrato que evidencie uma participaçã o nos ativos de
uma entidade apó s a deduçã o de todos os seus passivos.

Ativo Financeiro: é qualquer ativo que seja:


" Caixa
" Instrumento patrimonial de outra entidade
" Direito contratual:
" De receber Caixa ou outro ativo financeiro de outra entidade
" De troca de ativos financeiros ou passivos financeiros com outra entidade

" Um contrato que seja ou passa vir a ser liquidado por instrumentos patrimoniais da pr ópria
entidade.
Passivo Financeiro: é qualquer passivo que seja:
Obriga çã o contratual de:
" Entregar caixa ou outro ativo financeiro a uma entidade
" Trocar ativos financeiros ou passivos financeiros com outra entidade sob condições
que s ã o potencialmente desfavorá veis para a entidade,
Contrato que ser á ou poderá ser liquidado por instrumentos patrimoniais da pr ópria
entidade.
SllPift
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J± L1 Ç ACdE PRE ai
/ ' /

Para explorar este tema será utilizada uma explana çã o inovadora. Ao invé s de muita
exposiçã o teó rica preferimos expor este assunto atrav és de lan ç amentos cont á beis nas
diversas situa ções tais como: na data da aplicaçã o, na data do balanç o e no dia do resgate:
No dia da aplicaçã o Em 31/12
Lan çamento cont á bil: Receita Financeira a Transcorrer
Aplicaçã o financeira a Receita Financeira ( juros ativos )
a diversos
*
a Bancos
a Receita Financeira a Transcorrer * Ocorre a realiza çã o da receita de juros.

No dia do resgate
Receita Financeira a Transcorrer
a Receita Financeira ( pelos juros remanescentes após 31/12)

IR a compensar
a aplica çã o financeira ( pela cobranç a do IR )

Banco
a Aplicaçã o Financeira ( pelo resgate )

SUP-EI
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Á PL1 C A r: n < PRE r r X A rj COM JUROS ? rjj I
^
'

Para o caso de aplica ções prefixadas c/Juros e CM temos os seguintes lan çamentos:

No dia da aplica çã o Em 31/12


Aplicaçã o financeira VM ativa a Transcorrer
a diversos a varia çã o monetá ria ativa
a Bancos
a VM * ativa a transcorrer Juros ativos a transcorrer
a Juros ativos a transcorrer a Juros ativos *

* VM = varia çã o monet á ria * ocorre a realiza çã o da receita de


juros

No dia do resgate
Varia çã o monet ária ativa a transcorrer
a variaçã o monetá ria ativa ( pelo restante da VM ativa at é o dia do resgate )

Juros ativos a transcorrer


a juros ativos ( pelo restante dos juros at é o dia do resgate ) Os juros e
corre ções
monetá rias s ã o
Imposto de renda a compensar pagos no
resgate mas
a aplica çã o financeira ( cobranç a do IR ) contabilizados
antes
Banco
a Aplicaçã o Financeira ( pelo resgate )

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APLÍ S- ASrj
^ POSrls< A& A3 CO A JUltUZ £ C M \ .

Para o caso de aplica ções pó s fixadas c/Juros e CM temos os seguintes lan ç amentos:

No dia da aplicaçã o Em 31/12

Lan çamento contabil: Aplica ções financeiras


Aplica çõ es financeiras a diversos
a Bancos a varia çõ es monetá rias ativas
a juros ativos *

* pela contabilizaçã o dos juros e VMA

No dia do resgate
Pelos juros remanescentes at é o dia do resgate:
Aplica ções financeiras
Os juros e
a diversos
a variações monet á rias ativas
f corre ções
monetá rias são
a juros ativos ( pagos no resgate,
mas n áo sao
Pelo resgate da aplica çã o financeira: contabilizados no
dia da aplica çã o
Bancos
a aplica çõ es financeiras

92

0
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X

gfriaas&RRTMOE; AIíé EVAú OAK


Para o caso de empr éstimos prefixados temos os seguintes lan çamentos:

No dia do empréstimo em Jan / XO ( na contabilidade de quem contrai o


empréstimo ) :
Lan çamento cont á bil:
Há a
Diversos contabilização
a Nota Promissó ria a pagar inicial dos
Bancos juros e CM
Corre çã o monet á ria a transcorrer
Juros a transcorrer

Na data do pagamento em Mar ç o / XO

Diversos No
a Diversos lançamento o
Nota Promissó ria a pagar empréstimo é
representado
Corre çã o monet á ria passiva pela NP a
Juros passivos pagar ,
a bancos
a corre çã o monet á ria passiva a transcorrer
a Juros passivos a transcorrer
¥
0
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/

3 fj i P n r t tAi pLaffliD

J á para o caso de empré stimos pós fixados temos os seguintes lançamentos:

No dia do empréstimo em Jan / XO ( na contabilidade de quem contrai o


empr éstimo ):

Lanç amento cont á bil: Náo há a


contabilizaçã o
inicial dos
Banco juros e CM
a Nota Promissó ria a pagar

Na data do pagamento em Mar ç o / XO

Lanç amento cont á bil: No


Dive rsos pagamento
de despesas
a Bancos financeiras
pagamos os
Empr é stimo a pagar
Despesas financeiras
iuros .

94

0
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Tigris) KlTJO EJE

Desconto de duplicatas no caso de pagamento em dia pelo aceitante:


Desconto de Duplicatas
O desconto de duplicatas nada ma í s é do que um adiantamento do Banco devido ao
desconto das duplicatas ao cliente. O banco cobra uma taxa administrativa e paga o cliente
adiantando o va or da duplicata . Na contabilidade passamos a ter a duplicata descontada
como dí vida que ap ó s o pagamento pelo aceitante é debitada em contrapartida das
duplicatas a receber que o cliente solicitou cobranç a pelo banco. O banco que faz a
cobranç a ao aceitante da duplicata.
Registro da despesa antecipada no ato do Pagamento em dia da duplicata pelo
envio das duplicatas ao banco: aceitante ao banco :
Lançamento cont á bil: Lan çamento cont ábil:
Diversos Duplicata descontada
a Duplicata descontada a Duplicata a receber
Bancos
Juros passivos a transcorrer Juros passivos
a Juros passivos a transcorrer
IMPORTANTE !! !
As duplicatas descontadas apó s a Lei 11.941/ 2.009 e resoluções CPC passaram a ser
classificadas no passivo circulante !. Sendo assim no balan ço patrimonial não mais
ser ã o contas redutoras do ativo, como eram classificadas anteriormente
aparecendo como contas retificadoras de duplicatas a receber. Os lançamentos
cont á beis sã o os mesmos . Só mudou a classifica ção no Balan ço Patrimonial desta
rubrica.
s j

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Tigris) KlTJO EJE

Desconto de duplicatas no casos de nã o pagamento e exist ência ou n ã o de provisã o:

Cliente n ã o pagou no vencimento Consequência


Permanece em carteira a duplicata a
Lan çamentos cont á beis : receber na contabilidade do cliente.
Duplicata descontada Porém ele tem que pagar os juros e
a Bancos devolver o valor em banco recebido
pelo adiantamento da duplicata
Juros passivos debitando duplicatas descontadas.
a juros passivos a transcorrer

Cliente n ã o pagou 1 (com Cliente n ã o pagou 2 (n ão Cliente nã o pagou 3 (sem


provisã o existente) existe provisã o provisã o suficiente)
constituí da )
Lan çamento cont á bil: Lan çamento cont á bil: Lan çamento cont á bil:
PCLD Perdas com tí tulos Diversos
A Duplicata a receber A Duplicata a receber a duplicatas a receber
PCLD
Alé m da baixa das duplicatas Como n ã o existe provisã o a Perdas com t í tulos
descontadas deve haver baixa empresa deve lan ç ar a perda
da duplicata a receber em no resultado Parte das duplicatas a receber
contrapartida a provis ões de ser á baixado com a provis ã o
cré dito de liquida çã o duvidosa existente e parte com perdas
de tí tulos ( despesas incobrá -
veis) . 96
s j

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TíR êS Mé iurnKMaMiDS
Conforme as normas CPCs 38, 39 e 40 temos os seguintes tipos de instrumentos
financeiros:
MENSURADO PELO VALOR JUSTO
DESTINADOS A NEGOCIAÇÃO IMEDIATA APLICA ÇÕES PARA RENTABILIZAR CURTO PRAZO

RECONHECIMENTO IMEDIATO DE PERDAS


MENSURADO PELO CUSTO AMORTIZADO
TIPOS DE MANTIDOS ATÉ O VENCIMENTO PODE FAZER APLICAÇÃ O DE LONGO PRAZO
INSTRUMENTOS
FINANCEIROS A EMPRESA NÃO PRECISAR Á VENDER T ÃO CEDO

MENSURADO PELO VALOR JUSTO


DISPONí VEIS PARA A VENDA
INTENÇÃO DE VENDA INDEFINIDA MO MEDIO PRAZO

MENSURADOS PELO CUSTO AMORTIZADO


EMPRÉSTIMOS E RECEBIVEIS
ACR É SCIMO DE JUROS PROPORCIONAIS AO TEMPO

A Lei 11.638/ 2 *007 trouxe uma nova forma de avaliaçã o de instrumentos financeiros e
passivos: pelo valor justo ou pelo custo de aquisição. Antes nã o havia contabilizaçã o da
valorizaçã o /desvalorizaçã o dos instrumentos financeiros pelo valor de mercado, somente
havia a contabiliza çã o dos juros * Agora é necessá rio também saber qual a mtençã o do
departamento financeiro quanto á intençã o de venda no curto, médio ou longo prazo para
fazer a classifica çã o pelo custo ou pelo valor justo.

Valor Justo: é o montante pelo qual um ativo poderia ser trocado, ou um passivo ser
liquidado, entre partes com conhecimento do negó cio e interesse em realiz á - lo, em uma
transa çã o em que n ã o há favorecidos. 97

3
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VALOiUZASO— É S— É D— É— 3 )/ —AL ;
— 0 illACt

) ÉÍ .

Valoriza çõ es e desvaloriza çõ es dos instrumentos financeiros:

VALORIZAÇÃO CONTRAPARTIDA RESULTADO


I DESTINADOS À NEGOCIAÇÃO
t
DESVALORIZAÇÃO CONTRAPARTIDA RESULTADO
^

VALORIZAÇÕES VALORIZAÇÃO C 0NTRAFART1DA AAP AJUSTE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL


E iDISPONÍVEIS PARA A VENDA
DESVALORIZAÇÕES DESVALORIZAÇÃO CONTRAPARTIDA AAP AJUSTE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL

VALORIZAÇÃO NADA É FEITO


MANTIDOS ATÉ O VENCIMENTO
DESVALORIZAÇÃO CONTRAPARTIDA RESULTADO

Atençã o especial à conta AAP - aiuste de avalia çã o patrimonial .


No caso de instrumentos financeiros dispon íveis para a venda a contrapartida de
valorizaçã o ou desvaloriza çã o a preço de mercado destes títulos (excedente aos juros )
deverá ser na conta AAP localizada no patrimó nio lí quido.
Notem que se o título for classificado como destinado a negociaçã o a contrapartida da
valorizaçã o/desvalorizaçã o será em conta do resultado.
No caso dos títulos mantidos at é o vencimento s ó a desvaloriza çã o é registrada tendo
como contrapartida conta do resultado. A valoriza çã o destes títulos nã o é registrada.
J8

0
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J— — — —— — —

Exemplo: instrumento financeiro avaliado em R$ 5.000,00 reais destinado à


negociação, que apresenta na data do balanç o o valor de R$6.150,00 e um
rendimento devido aos juros no valor de R$100,00.

Contabilizaçã o :

D Instrumento financeiro 6.000


C a Bancos 6.000

D Instrumento financeiro 100 Pelos juros


C receita financeira 100

Instrumento financeiro ( PL ) 50 Pelo valor


A Ajuste de avalia çã o Patrimonial ( PL) 50 de mercado

Nota: caso ocorra uma desvaloriza çã o do instrumento financeiro a conta AAP - ajuste
de avalia çã o patrimonial ir á retif í car / diminuir o valor do patrimó nio l íquido ao invé s
de aumentar o seu valor tendo em vista que esta conta é contrapartida do
instrumento financeiro e registra sua Valoriza çã o / desvaloriza çã o. A conta AAP
poder á ajustar o PL para mais ou para menos. (+/ - AAP )
99

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COM M

100

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Í)P3ílAG Õ a£J CíJJVI J'^J s CAD ÍJ íiJyld
COMPRA - Ato pelo qual uma empresa comercial adquire a propriedade sobre
mercadorias para revenda.

VENDA - Ato pelo qual uma empresa comercial revende suas mercadorias adquiridas
de seus fornecedores.

DEVOLU ÇÃ O - Ato pelo qual as mercadorias compradas retornam do cliente ao


fornecedor, por estarem em desacordo com o pedido.

ABATIMENTO - obtido pelo cliente junto ao fornecedor para evitar devoluçã o; é


posterior ao ato da venda, e nã o aparece em nenhuma nota fiscal; nã o há icms.

DESCONTO INCONDICIONAL ( COMERCIAL) dado incondicionalmente pelo


fornecedor ao cliente, visto que nã o depende das condiçõ es de pagamento, e sim
por outros fatores, como, quantidade adquirida, interesse promocionall, etc. É
concedido no ato da venda e aparece na nota fiscal; o icms incide sobre o valor
descontado; o ipi nã o.

NOTA FISCAL - Deve ser emitida sempre que houver circula çã o de mercadorias
( venda, devoluçã o, remessa, etc ) . Tamb ém obrigat ó ria p / prestadoras de servi ç os

101

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Í)P3ílAG Õ a£J CíJJVI J'^J CAD ÍJ íí
“i
J

> A seguir apresentamos diversas f ó rmulas que sã o usadas em resoluçã o de quest ões de
opera ções com mercadorias. Para se calcular o Lucro bruto com mercadorias é necessá rio
calcular antes o CMV ( custo de mercadorias vendidas ) e a Receita Lí quida. Para o c á lculo do
CMV antes é necessá rio fazer o cá lculo de compras l í quidas:

Compras l íquidas CL = CB + Fretes + Seguros - Dc - Ac - Dio

-
Dc Devoluções de compras
Ac - Abatimentos sobre compras
DIo - Descontos Incondicionais Obtidos
Compras brutas CB = Valor das Compras + IPI - ICMS (no caso de empresas
comerciais )
> Frete e seguro podem ser cobrados pelo fornecedor ou por transportadora. Se forem
incluí dos na nota fiscal, significa que o pr óprio fornecedor está transportando a
mercadoria. Neste caso icms e ipi incidirã o tamb ém sobre frete e seguro,

> Se n ã o for dito quem efetuou o transporte, deve-se concluir que o transporte foi feito por
transportadora e neste caso nã o incidem icms e ipi.

Se houver desconto comercial, o icms incide no valor da operaçã o, l í quido do desconto.


* Mas o ipi incide no valor original.

> Se houver frete na compra e esta for totalmente devolvida, o frete será despesa
operacional ( Perdas c / Fretes ) referente ao perí odo em que ocorre a devoluçã o. Se a
devoluçã o for parcial, a perda será proporcional ao valor da devoluçã o ,
102

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2 ) Cá lculo do CMV = custo das mercadorias vendidas:
^CMV = EI + CL * - EF
Onde: EI = estoque inicial, * CL= compras líquidas ( calculado anteriormente) e EF estoque
final.

3 ) Cá lculo de vendas l íquidas /receitas l íquidas:


VL = VB - Dv - Av - Dk - iv - CSv
Vb - Vendas Brutas
Dv - Devolu ções de vendas
Av - Abatimentos sobre vendas
Dlc - Descontos Incondicionais Concedidos
Iv - Impostos sobre Vendas ( icms, iss e ie )
CSv - Contribuições Sociais s/ Vendas ( pis e confins )
> As dedu çõ es das vendas sã o despesas . Mas não são indicadas como tais e sim como contas retificadoras
da Receita Bruta .
> IPI n ã o é uma dedu çã o: Faturamento Bruto = Receita Bruta + IPI .
> PIS E COFINS ( quando cumulativos) t ê m a mesma base de c á lculo: o faturamento mensal, que é a receita
bruta - Dv - Die.

3 ) Cá lculo final do Resultado com mercadorias ( RCM ou LB ):


HB = V L - C M V
HB = Lucro Operacional Bruto = Resultado c/ Mercadorias ( RCM )
103

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Grande parte dos exercí cios de opera çõ es com mercadorias demandam o


conhecimento dos lançamentos cont á beis aplicados a cada situa çã o / fato cont á bil.
Sendo assim insistiremos em evidenciar os lançamentos contá beis aplicados, desta
vez, aos exerc ícios que envolvem opera çõ es com mercadorias. A Seguir serã o
evidenciadas os diversos lanç amentos concernentes a opera çõ es com mercadorias :

Compras sem ICMS


Mercadorias
a Fornecedores

Compras com ICMS

<
Diversos No caso de compra destinada à
a Fornecedores empresa comercial haver á destaque
Mercadorias do ICMS a recuperar
ICMS a Recuperar

Compras com Desconto Incondicional Obtido


Mercadorias

<
a Diversos
No caso de desconto incondicional
a Fornecedores obtido o mesmo ser á evidenciado
a Descontos Incondicionais Obtidos na Nota Fiscal

104

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GiP!J3a«
-
3o S
CONTAíAI - adJi54afl5
Compras com ICMS e Desconto Incondicional Obtido
Diversos
a Diversos
Mercadorias
ICMS a Recuperar
a Fornecedores
a Descontos Incondicionais Obtidos.

Compras com ICMS e IPl - Empresa Comercial Revendedora


Diversos
a Fornecedores
Mercadorias
ICMS a Recuperar < No caso de empresa comercial o IPI é
custo para esta empresa e nã o haver á o
destaque do IPI

Compras com ICMS e IPI - Empresa contribuinte dos 2 impostos


Diversos
a Fornecedores
Mercadorias
ICMS a Recuperar
IPI a Recuperar < Se for indú stria produzindo mercadoria para
posterior industrializa çã o haver á
recupera çã o do IPI e destaque na NF do IPI

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ELSíUíUSí íD gpjMirlTfiJI - J3í JI;35
Vendas sem ICMS
^
^ ’

Clientes
a Vendas
Ao se fazer o registro de
CMV vendas ser á necessá rio
baixar o estoque com
a Mercadorias contrapartida do custo CMV

Vendas com ICMS


ICMS s/ Vendas
a ICMS a Recolher
< Registra -se o lançamento do ICMS a
recolher a cada venda no caso de destaque
do ICMS

Vendas com Desconto Incondicional Concedido


Diversos

<
a Vendas Na concessã o do desconto h á o
Clientes registro a débito do desconto
Descontos Incondicionais Concedidos quando incondicional

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0
SUP-EI
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DZJOlUflAO D3
Devolu çã o de Compras sem ICMS
Estoque Permanente Estoque periódico
^ Fornecedores > Fornecedores
a Mercadorias a Devoluçã o de Compras

Devolu çã o de Compras com ICMS - permanente


Fornecedores
a Diversos
a Mercadorias
a ICMS a Recolher

Devolu çã o de Compras c/ Desconto Incondicional Obtido - periódico


Diversos
a Devoluções de Compras
Fornecedores
Descontos Incondicionais Obtidos

Devolu çã o de Compras c/ ICMS e Desconto Incondicional Obtido permanente


Diversos
a Diversos
Fornecedores
Descontos Incondicionais Obtidos
a Mercadorias
a ICMS a Recolher
< Ocorre o estorno dos descontos
incondicionais obtidos

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UfflO IJI 'ASilOaS
Devoluçã o de Vendas sem ICMS
Devoluçã o de Vendas
a Clientes
+
Mercadorias
a CM V
<
Devoluçã o de Vendas com ICMS
Na devoluçã o de vendas ocorre o
estorno do lan çamento da venda e
tamb ém da baixa em estoques

ICMS a Recuperar
a ICMS s / Vendas

Devoluçã o de Vendas c/ Desconto Incondicional Concedido


Devoluçõ es de Vendas
a Diversos
a Clientes
a Descontos Incondicionais Concedidos

Devoluçã o de Vendas efetuadas em exerc ícios anteriores - tratá- las como


despesas c/ vendas:
Despesas c / Devoluçõ es de Vendas
ICMS a Recuperar
Mercadorias
a Caixa 108

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\-mstissjrrsa
\
£ PIE; CUE PIE E; suajuiiaTWos

Abatimentos sobre Compras - contabiliza çã o no cliente:


Fornecedores
a Mercadorias > Estoque permanente
Fornecedores
A Abatimento s/ Compras > Estoque perió dico
Abatimento sobre Vendas
Abatimentos sobre Vendas
a Clientes

Pis e Cofins cumulativos: em uma opera çã o comercial envolvendo pis e cofí ns


cumulativos nã o gera cr é ditos na aquisiçã o de produtos ou servi ç os e, no caso
das vendas, os valores embutidos nos Pre ç os devem ser deduzidos da receita e
lanç ados integralmente no passivo com obriga çã o.

Lanç amento - Pis e cofins cumulativos:


Pis sobre vendas
A Pis a recolher

Cofins sobre vendas


A Cofins a recolher 109

0
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CD JVI r/
CJXDSJ U: f » vd

Ap ós a contabiliza çã o dos lanç amentos e devoluçõ es de vendas e das compras teremos as


receitas e despesas do período que gerarã o o lucro sobre vendas do per íodo * Estas receitas
e despesas serã o transferidas para a conta transit ó ria ARE e depois para a conta Lucros e
preju í zos acumulados no PL ( conta patrimonial ) .

Os valores de receitas e despesas serã o detalhados no DRE e os valores patrimoniais ( do


Ativo, passivo e PL) ir ã o compor o balanç o patrimonial ) .

BALANÇO PATRIMONIAL - REPRESENTA ÇÃO DRE


DOS GRUPOS
Fatura mento
IPI
ATIVO PASSIVO Receita Bruta de venda ou servi ç os
( - ) Devolu ç oese cancelamentos de vendas
( - ) Descontos e abatimentos
ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE ( - ) Impostos sobre venda ou servi ç os

Receita L í quida
ATIVO NAO PASSIVO NAO ( - ) CMV
CIRCULANTE CIRCULANTE Lucro Bruto
( - ) Despesas
PATRIMÓNIO administrativas/financeiras/ comerciais
(+) ReceitasFinanceiras
LÍQUIDO ( +/ - ) Dutras receita s/ despesas
( - ) Imposto de Renda e C 5 LL ( contribui çõ es
sociais sobre o lucro )
( - ) Participa çõ es Societ á rias

Lucro Lí quido do exercí cio


Lucro Liquido por a çã o

Operaçõ es com mercadorias é assunto recorrente em provas de concursos públicos.


110

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-— —— mo uM Lii^r J:vD5
——•
rJ

Desconto de cr éditos - Pis / Cofins n ã o cumulativos :


http:// W W W receita fazenda gov . br/ pessoajuridica /p í spasepcof í ns/ reg í nc í denc í anaocumu lati va. ht
V i , ,

A pessoa jur ídica submetida à incidência n ã o- cumulativa poderá descontar cr éditos, calculados
mediante a aplicaçã o das alí quotas de 7,6% (Cof í ns ) e 1,65% (Contribuiçã o para o PIS/ Pasep ),
sobre os valores:

^ Despesas e custos incorridos no m ê s com alugues de imóveis, m á quinas e equipamentos,


energia el étrica consumida nos estabelecimentos da pessoa jur ídica; a armazenagem de
mercadoria e frete na opera çã o de venda, quando o ô nus for suportado pelo vendedor; à
contrapresta çã o de opera çõ es de arrendamento mercantil pagas a pessoa jur ídica, exceto quando
esta for optante pelo Simples;

^ Despesas financeiras ( custos de opera çõ es financeiras );


^ Compras do período ( das aquisiçõ es, efetuadas no m ês, de bens e serviç os utilizados como
insumos na fabrica çã o de produtos destinados à venda ou na presta çã o de serviç os, inclusive
combust íveis e lubrificantes ou das aquisiçõ es de bens para revenda efetuadas no m ês );

^ Devoluções do período ( dos bens recebidos em devoluçã o, no m ê s, cuja receita de venda tenha
integrado o faturamento do m ês ou de m ê s anterior, e tenha sido tributada no regime de
incid ência n ão - cumulativa );

^ Deprecia çã o e amortiza çã o (caso nã o tenha sido à raz ão de 1/48 por m ês relativos a edifica çõ es
e benfeitorias em im ó veis pr ó prios ou de terceiros, adquiridas ou realizadas a partir de maio de
2004, utilizados nas atividades da empresa ) , ui

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Exemplo:

RECEITA BRUTA R $ 2.000 .000,00

( - ) COMPRAS DO PERÍODO R $ 80.000 ,00

( - ) DEVOLUÇOES DO PERÍ ODO R $ 12.000 ,00

( - ) DESPESAS COM ALUGUEIS R $ 6.000, 00 créditos

( - ) DESPESAS COM DEPRECIA ÇÃO R $ 1.500, 00

( - ) DESPESAS FINANCEIRAS R $ 500 ,00

BASE DE CALCULO DO PIS E COFINS R $ 1.900 . 000

PIS =1,65 % X R $ 1.900 . 00 R $ 31, 35

COFINS = 7 ,6% X R $ 1.900 . 00 R $ 144,40

112

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SISTEMAS

IN VE OTÁ RIO PRE CO INVENTÁ RIO


PERIODICO ESPECIFICO PERMANEOTE

CONTA CONTA
MERCADORIAS MERCADORIAS PEPS UEPS CM
MISTA DESDOBRADA

113

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M 3Lí DDOZ CDNí IíDIè


Segundo a lei 6404/76 a avaliaçã o dos estoques deve ser feita pelo custo de aquisi çã o ou
valor de mercado quando este for menor .
J á o CPC 16 diz que os estoques devem ser mensurados pelo valor de custo ou pelo valor reali
z á vel lí quido, dos dois o menor.

Ou seja: :

Estoques
{- } Perdas estimadas em estoques

Valor realizá vel lí quido dos estoques

Os sistemas de controle de estoques foram apresentados na figura anterior, onde:

Invent ário Perió dico: ocorre quando os estoques existentes sã o avaliados na data de
encerramento do balan ç o, atrav és da contagem fí sica .Optando pelo invent á rio perió dico, a
contabií ização das operações que envolvem mercadorias pode ser efetuada utilizando a Conta
Mercadorias Mista ou a Conta Mercadoria Desdobrada.

Invent ário Permanente: é aquele em que h á um controle de forma cont ínua do estoque, pois dá -
se a baixa do custo das mercadorias vendidas a cada opera çã o de venda, A conta Mercadorias, a
qualquer momento, reflete o valor das mercadorias que se encontram em estoque .
No Invent á rio Permanente, é indispensá vel a utilização de um instrumento extracontabil: a Ficha
de Controle e Avalia çã o de Estoque, tamb é m chamada de Ficha de Estoque. Por meio da Ficha de
Estoque, acompanha - se a movimenta çã o fí sica e cont á b í l das mercadorias .
114

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jYi 3roL> o5 DE C D ixrrrco ê DE asrrímLias
Preço Espec ífico - Sistema de avalia ção dos Estoques:
Significa valorizar cada unidade de estoque ao preç o efetivamente pago para cada item
especificamente identificado. É usado somente quando é possível fazer determina çã o do
preço espec í fico de cada unidade em estoque, mediante identificaçã o f ísica, como no caso
de revenda de automó veis usados, por exemplo.
Invent á rio Permanente - Sistemas de Avalia ção dos Estoques:
PEPS - primeiro a entrar, primeiro a sair: avalia o estoque final pelas aquisiçõ es mais
recentes e o custo das mercadorias vendidas pelas aquisições antigas.
UEPS - ú ltimo a entrar, primeiro a sair: avalia o estoque final pelas aquisi çõ es mais antigas
e o custo das mercadorias vendidas pelas aquisições mais recentes. A legisla ção do IR n ão
aceita o método UEPS.

Custo Médio Ponderado: avalia tanto o estoque final quanto o custo das mercadorias
vendidas pela m édia entre as primeiras e as últimas aquisições.
Invent á rio Periódico - Sistemas de avalia ção dos Estoques:
Conta Mista de Mercadorias: existe apenas uma única conta, a de Mercadorias, que
registra todos os fatos pertinentes ao RCM: - Vendas, Compras, Estoque e CMV. É
denominada conta mista, pois mescla em seu interior contas patrimoniais (estoque ) e de
resultado ( RCM ) .
Conta Mercadorias Desdobrada: nesta forma de registrar os fatos que envolvem
mercadorias, cinco contas s ã o utilizadas para se registrarem as operaçõ es que envolvem
mercadorias. Deste modo, s ã o utilizadas as contas Mercadorias, Compras, Vendas, CMV e
RCM.

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Empresa; Anexo 7

CONTROLE DE ESTOQUES

Produto: Fornecedor:
Especifica çã o: Cor: Tamanh o:
Localização no Estoque:

MOVIMENTAÇÃ O DO ESTOQUE

ENTRADA SAÍDA SALDO

DATA N° QUANT. VALOR QUANT. VALOR QUANT PR ECO . VALOR


TOTAL TOTAL MÉDIO TOTAL
DOCUM. (R
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SJPRrHcÕSS C O M P Í Z Z—U ÁL 1

As opera çõ es com pessoal envolve a contabiliza çã o da folha de pagamento com seu


descontos obrigat órios ou autorizados pelos empregados.
A folha de pagamento do empregado incluirá os sal á rios e os ganhos extras, como sal á rio-
família, sal á rio-maternidade, horas extras e outros adicionais.

J á a empresa deverá ter despesas como Previdência Social, FGTS, o 13 - sal á rio, as despesas
de f é rias que sã o encargos sobre a folha de pagamento.
FOLHA DE PAGAMENTO

SALÁRIO
HORAS EXTRAS
SAL ÁRIO- FAMÍLIA
SAL ÁRIO- MATERNIDADE
PRÉ MIOS E GRATIFICAÇÕ ES
COMISSÕ ES E ADICIONAIS
(- ) DESCONTOS OBRIGATÓ RIOS
(-) PREVID ÊNCIA SOCIAL DOEMPREGADO
( -) IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE
( -) CONTRIBUIÇÃO SINDICAL
( -) DESCONTOS JUDICIAIS
(- ) DESCONTOS AUTORIZADOS PELO EMPREGADO
(- ) PARTICIPAÇÃ O NOS PLANOS DE ASSISTÊ NCIA MÉ DICA
( - ) PARTICIPAÇÃ O EM PLANOS DE PREVID ÊNCIA
( -) OUTROS DESCONTOS
118

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^ CSJVJ P í Z Z Oá L
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^ Contabiliza ções da folha de pagamento do empregado:


Salá rios:
D despesa de sal á rios
C sal á rios a pagar

Salá rio-família:
D Sal á rio fam ília a recuperar
C sal á rio fam í lia a pagar

Salá rio- maternidade:


< Registra - se contabi í mente os
valores de sal á rios e demais
rendimentos

D Sal á rio -maternidade a recuperar


C A salá rio -maternidade a pagar

Retençõ es ( IRPF, INSS, Contribuiçã o sindical, associa ções de classe ):

D sal á rios a pagar


C INSS a recolher
C IRPF a recolher
C Pensã o a recolher
C outras
< Registra - se as retençõ es
obrigató rias

119

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SJi RrHcSsS C O M P Í Z Z U ÁL
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^ Adianta mentos e compensa ções:


No ato do adiantamento:
D adiantamento de empregados
C caixa

No momento do pagamento:
D salá rios a pagar
C adiantamento de empregados
< I
No caso de haver
adiantamentos de sal á rios
serã o estes os lanç amentos

^ Contabiliza çã o por parte da empresa das despesas adicionais ( FGTS. INSS , Férias e
adicional de f é rias e décimo terceiro salá rio:

D Encargos sociais
C Previdência a recolher
C FGTS a recolher

J á as férias ( + 1/3 de f érias ) e o 13 sal á rio devem ser registrados como despesas a cada m ês:

D Férias
C Férias a pagar

D despesa com décimo terceiro sal á rio


C décimo terceiro a pagar < Mensa í mente se faz o
registro de f érias e 13 sal á rio

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l LUi - iK / LUBJiU
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Lucro Real : o lucro real será a base de cá lculo para se calcular o imposto de renda devido,
levando-se em conta as adiçõ es, exclusões e compensações permitidos pela legislaçã o do
Imposto de Renda.

O LALUR ( livro de apuraçã o do lucro real) ter á as indica çõ es abaixo:

LALUR LIVRO DE APURAÇÃ O DO LUCRO REAL

RESULTADO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA

( +) ADIÇÕ ES - DESPESAS N ÃO DEDUTÍVEIS*

( - ) EXCLUSÕ ES - RECEITAS N ÃO TRIBUTÁ VEIS*

BASE DE CÁLCULO PARA O IR / CSLL

( -) COMPENSA ÇÕES

BASE DE CÁ LCU LO PARA O IR / CSLL

A seguir teremos o detalhamento das situa çõ es de adições e exclusõ es ao resultado na


apuraçã o do Imposto de Renda.
122

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1ALU.L - iK / LUBJid Jí AL
^
ADIÇÕ ES AO RESULTADO CONTABIL EXCLUSÕ ES AO RESULTADO CONTATBIL

RESULTADO POSITIVO DE EQUIVAL Ê NCIA


DESPESAS COM BRINDES
PATRIMONIAL

RECEITA DE DIVIDENDOS DE INVESTIMENTOS


MULTAS DE TR Â NSITO AVALIADOS PELO CUSTO DE AQUISIÇÃO QUE
TENHA SIDO J Á COMPUTADA
DEPRECIAÇÃO, AMORTIZA ÇÃO E EXAUST ÃO
MULTAS DA CETESB ( ÁGUA E ESGOTO)
ACELERADA INCENTIVADA

DES ÁGIOS DE INVESTIMENTOS AVALIADOS PELO


PERDASDE SWAP ( MERCADO DE RENDA VARI Á VEL)
MPE
INCENTIVOS A PESQUISAS CIENT ÍFICAS E
EXCESSO DE JUROS SOBRE CAPITAL PR Ó PRIO
BIOLÓ GICAS

PARTICIPAÇÕ ES NÃO DEDUTÍ VEIS


( ADMINISTRADORES E PARTES BENEFICIÁ RIAS)

EXCESSO DE PROVISÕ ES NÃ O DEDUTÍ VEIS

DESPESAS COM ALIMENTAÇÕ ES DOS SÓ CIOS

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l LUi - IK / LUSJÍÍJ
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Compensa ções: podem ser compensados os prejuí zos fiscais apurados em per í odos anteriores
At é o limite de 30% do lucro lí quido ajustado pelas adi çõ es e exclusõ es ( lucro real antes das
Compensações.

Determina ção do imposto a recolher - recolhimento trimestral:

Deverá ser aplicada a al í quota de 15 % sobre a base de calculo do lucro real ( apó s as adiçõ es,
exclus ões e compensações ) e sobre a parcela do lucro que exceder a média de 20.000 reais
por mês deveremos calcular ma is 10% conforme artigos 541 e 542 do RIR /99 :

Ex: BC do lucro real = 100.000 no trimestre ( ap ós adiçõ es, exclus ões e compensações ) -
Recolhimento trimestral:
IR a recolher = 100.000 x 15% = 15.000

Base mensal = 20.000 por mê s = 60.000 trimestrais

Diferenç a entre a base do imposto e a base trimestral = 100.000-60.000 = 40.000

Imposto adicional = 10% x 40.000 = 4.000

Imposto de renda a recolher = 15.000 + 4.000 = 19.000 pago ao final do trimestre .

Poderá também a empresa optar pelo pagamento anual.


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AELEIííJLU- JVIè jJir D M EH e mi
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Com as novas regras qualquer bem do imobilizado adquirido por meio de arrendamento
financeiro deve ser contabilizado no Ativo imob í iizado, independente de ter sua posse
formal.

Um exemplo de arrendamento é a loca çã o de um veí culo para trabalho em uma empresa,


ou ainda a locaçã o de um banco de testes hidrá ulico para testar equipamentos
aeroná uticos.

Arrendamento mercantil financeiro x arrendamento mercantil operacional:


Conforme a CPC 06 um arrendamento mercantil é classificado como financeiro se ele
transferir todos os riscos e benef ícios merentes à propriedade. Um arrendamento mercantil
é classificado como operacionc se ele nã o transferir substancialmente todos os riscos e
benef í cios inerentes à propriedade.

Características de um arrendamento financeiro:

1)Transferência da propriedade do ativo para o arrendat ário no final do prazo do


arrendamento mercantil.
2 ) Arrendat á rio tem a opçã o de compra por um preç o que mais baixo que o valor justo á
data em que a opçã o se torna exequí vel.
3 )0 prazo do arrendamento mercantil refere - se á maior parte da vida econó mica do ativo,
mesmo que a propriedade n ã o seja transferida.
4 )0 valor presente dos pagamentos mí nimos do A , M. totaliza pelo mesmo o valor justo do
ativo arrendado ,
s ) Natureza especializada do ativo arrendado.

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ASí St Ê N Ú AM 3 iMlT Ú PlBliCAmJ!I
Contabiliza ção (com valor residual a ser pago junto a última parcela ):
Na aquisição:
D Má quina
D encargos financeiros a transcorrer ( retificadora do PC )
D encargos financeiros a longo prazo ( retificadora do PNC)
C financiamento por arrendamento a curto prazo ( PC)
C financiamento por arrendamento a longo prazo ( PNC )

Pelo pagamento no primeiro ano:


D Financiamento de arrendamento ( PC)
C bancos

Pela transferê ncia para curto prazo de uma parcela dos direitos de longo prazo
devido ao decurso de tempo apó s passar um ano :
D Financiamento de arrendamento ( PNC)
C Financiamento de arrendamento ( PC )

Contabiliza ção da despesa :


D Despesa financeira
C encargos de arrendamento de longo prazo ( retificadora do PNC )

Contabiliza - se tamb é m a depreciação:


D Despesa de deprecia çã o
C Deprecia çã o acumulada
127

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&OÊHMÉ11LL
Goodwill é o termo t é cnico utilizado para se definir o ágio sobre rentabilidade
futura . É o mesmo que fundo de com é rcio. É o nome dado ao á gio obtido na
aquisiçã o de uma participa çã o societ á ria com valor acima do valor patrimonial..
"Mais valia" é o á gio sobre o valor real dos ativos.
Ex : Investidora tem 20% do patrimó nio de uma investida Ela paga por este
investimento o valor de 300.000 reais e a investida tem PL de 20.000.000 de reais.
Caso na investida seja verificado aumento de valor de um terreno de 100.000
devido a uma avalia çã o a valor justo teremos:
Cá lculo da participa çã o societ á ria:
Pelo MEP ( mé todo de equivalê ncia patrimonial): 20% x 1.000.000 = 200.000
Ap ó s o aumento devido a valoriza çã o do terreno : 20% x 1.100.000 = 220.000
Como a empresa pagou 300.000 pela participa çã o e esta participa çã o a valor justo
passou a valer 220.000 ap ó s a valoriza çã o do terreno na investida, temos que
"Mais valia " = 20.000 reais
Por é m como a empresa pagou para ter a participa çã o o valor de 300.000 reais,
por um investimento que a valor justo vale 220.000, ou seja, pagou SO mil reais de
GOODWILL ( á gio sobre rentabilidade futura ) + 20.000 por á gio real dos ativos
("mais valia" ).
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PLANO DE CONTAS SIMPLIFICADO

1 ATIVO 1.2 NAO CIRCULANTE


1.1 CIRCULANTE 1.2 .01 R£AliZAVEL 4 lPNmiPSA2Q
1.1.01 DÍ SPONIBIUDADES 1.2 - 01.01 Clientes
1.1.01.01 Caixa 1.2.01.02 Duplicatas a Receber
1.1.01.02 Bancos 1.2.01.03 Nota Promissó ria a Rece ber
1.1.01.03 Aplicaçõ es Financeiras 1.2 01.04
. Cheques a Compensar
1.1.02 ESTOQUES 1.2 01.05
. Cr é ditos com Pessoas Ligadas
1.1.02.01 Mercadoriaspara Revenda 1.2 01.06 . -
( ) Duplicatas Descontadas
1.1.02.02 Material de Expediente 1.2 01.07 -
( ) Provisõ es para Cr é ditos de Liquidaçã o Duvidosa
1.1 .02.03 Produtos em Elaboraçã o 1 * 2 *02 INVESTIMENTOS

1.1.02.04 Produtos Acabados 1.2 02.01 Participa çõ es Permanentes em Coligadas QU Controladas


1.1.03 CRÉDITOS 1 2 02.02 Adiantamento de Consorcio
1.1.03 01 Clientes 1 2 02.03
, Outros Investimentos
1.1 . 03 02 Duplicatas a Receber 1* 2 *03 IMOBILIZADO
1.1 . 03 03 Nota Promissória a Receber 1 2 03.01
, Terrenos
1.1 . 03 04 Cheques a Compensar 1 2 03.02 Edifícios e Constru çõ es
1.1 . 03 05 Adiantamentos a Fornecedores 1 2 03.03 Equipamentos e Má quinas
1.1 . 03 06 IIPI a Recuperar 1 2.03 .04 Ve í culos

1 , 103 -07 PI5 a Recuperar 1 2 - 03.05 M ove is e Ute n s 11io s


1103 03 CO FINS a Recuperar 1.2 .03.06 H Deprec íâçâo Ac ymulada
1.1 .03.09 fiCMS a Recuperar 1.2 03.07
. ( - ) Amortiza çã o Acumulada
1.1.04 DESPESAS DO EXERC ÍCIO SEGUINTE 1.2 03.06
. ( -) Exaustã o Acumulada
1.1,04 -01 Pr é mio de Seguros a Vencer 1.2 . 04 INTANG Í VEL
1.1 . 04.02 Despesas do Exerc ício Seguinte 1 - 2.04 ,01 Marcas e Patentes
1.1 . 04.03 Despesas Financeiras Antecipadas 1.2 04.02
. Fundo de Comé rcio
1.1.05 CONTAS RETIFICADORAS 1.2 04.03
. Software ou Programas de Computador
1.1 .05.01 ( - ) Duplicatas Descontadas 1.2 04.04
. ) Amortiz aç ã o d o In ta n giv eI
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1.1 . 05.02 ( - ) Provisõ es para Cr é ditos de Liquida çã o Duvidosa

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2 D1 2
l PASSIVO 2.2.01.03 Nota Promissória s Pagar
2.1 CIRCULANTE 2.2.01.04 Cheques a Compensar
2 1.01
, OBRIGA ÇÕES DE CURTO PRAZO 22.01. 0 S Financiamentos
2,1.01.01 Fornecedores 2.2.01.06 Arrendamento Mercantil a Pagar
2.1.01.02 Duplicatas aPagar 2.2.01.07 Consórcio a Pagar Longo Prazo
2.1.01.03 Nota Promiss ó ria a Pagar 2.2.01.OS ( -) Despesas Financeiras a Apropriar
2.1.01.04 Cheques a Compensar 2,3 PATRIMÓNIO LIQUIDO
2.1.01.05 Adiantamentos de Clientes .
2.3 01 CAPITAL REALIZADO
2 ,1.01 .06 Financiamentos a Pagar 23.01.01 Capital Social
2.1.01.07 ( -) Juros a Transcorrer 2.3.01.02 ( -) Capital a Integralizar
2.1 01.08 Arrendamento Mercantil a Pagar 2, 3 ,02 RESERVAS
2.1. 01.09 ( -) Despesas Financeiras a Apropriar 2.3.02.01 Reservas de Capital
2.1 .01.10 IPI a Recolher 2 3.02 02 Reservas de Reavaliação
2.1.01,11 ICMS a Recolher 2.3.02.03 R e servas de Lu cr os
2.1 .01.12 Simples Nacional a Recolher 23.02 .04 Reservas de Lucros -Doaçõese Subvençõ es p / Investimentos
2.1.01.13 Tributos Municipais a Recolher 2.3.02.05 Reservas de Lucros - Pr é mio na Emissão de Debentures
2.1,01.14 FGTS a Recolher 23.02 .06 Reserva para Aumento de Capital
2.1.01.15 PISa Recolher 2.3.02.07 Outras Reservas
2.1 .01.16 COFINS a Recolher 2 , 3 ,03 OUTRAS CONTAS
2.1.01.17 Contribui çõ es Previdenciá rias a Recolher 2.3.03.01 Lucros Acumuladas
2.1,01.18 Sa lar ios aPagar 23,03.02 (- ) Preju í zos Acumulados
2.1.01.19 Pr é mios de Segurog Pagar
2.1 01.20
, Consórcio a Pagar
2.1.01.21 Provis ã o para a Contribui ç aoSocial sobre o Lucro L í quido
2.1,01.22 Provis ão par a o imposto de Renda
2.1.01.23 Honor á rios Conta beis a Pagar
2.1,01.24 Energia El é trica a Pagar
2.1.01.25 Agua e Saneamento a Pagar
2,2 NAO CIRCULANTE

-
2 2 ,0 1 Q BR16A Ç OES A LQN mmMQ.
2.2 . 01.01 Fornecedores
2.2.01.02 Duplicatas a Pagar

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â R£5ULTADO L Í QUIDO DO PER Í ODO 3.1.06.08 Arrendamento Mercantil
3.1 RESULTADO OPERACIONAL 3.1.06.09 Alugué is
3.1 01 . RECEITAS 3.1.06.10 Despesas com Ve í culos
3,1.01.01 Receita da Venda de Produtos de Fabrica çã o Pr ó pria 3.1.06.11 Despesas de Conserva çã o
3.1.01.02 Receita da Revenda de Mercadorias 3.1.06.12 Propaganda. Publicidades Patrocínio
3,1.01.03 Receita da Presta çã o de Servi ços 3.1.06.13 Despesas com Juros
3,1.02 DEDU ÇÕ ES DA RECEITA BRUTA 3.1.06.14 Deprecia çã o
3.1.02.01 ( - ) Vendas Canceladas 3.1.0615 Amortiza çã o
3 1.02.02 ( - ) Descontos Concedidos 3.1.06.16 Exaust ão
3 1 02.03 HiPi 3.1.06.17 P r oviso es p ar a F e n as
3.1.02.04 ( - ) JCMS 3.1.06.18 Provisoespara 13: Salar í o
3 1.02.05 H PIS 3.1.06.19 Material de Expediente
3.1.02.06 { - ) COFINS 3.1.06.20 Pr é mio de Seguros
3 1.02.07 H iss 3.1.06.21 Fretes e Carretos
3.1.02.0 B ( - ) Simples Nacional 3.1.06.22 Impostos e Taxas
3.1 03 . C U STO DOS BEN S E SERVI Ç OS VENDI DOS 3.1.06.23 Energia El é trica
3,1.03.01 Custo dos Produtos de Fabrica çã o Pr ópria Vendidos 3.1.06.24 Agua e Saneamento
3.1.04 CUSTO DAS MERC ADO RI AS REVENDl DAS 3.1.07 OU TRAS DESPESAS
3,1.04 .01 Custo das Mercadorias Vendidas 3.1.07.01 Despesas Financeiras
3,1.04.02 Custo dos Serviç os Vendidos 3.1.08 OUTRAS RECEITAS
3.1. 04.03 Compras de Mercadorias 3.1.0S.01 Receitas de Alienaçõ es de 3ens e Direitos
3.1 05 . OUTRAS RECEITAS QPERACI ON AIS 3.1.10 PARTICIPA ÇÕ ES NOS LUCROS
3.1.05.01 Receitas Fi nanceiras 3.1.10.01 ( -) Participaçõ es de Empregados
3.1.05.02 Outras Receitas 3.2 PROVISÃ O PARA CSLL E IRPJ
3.1.06 DESPESAS OPERACIONAIS 3.2.01 PROVIS Ã O PARA CSLL E IRPJ
3 1.06.01 Pro-labore 3.2.01.01 ( - } Contribui ção Social sobre o Lucro L í quido
3,1.06 .02 Ordenadose Sal á rios 3.2.01.02 ( - } Imposto de Renda - Pessoa Jur í dica
3 1 06 03 Honor á riosContabeis 4. C O NTAS TRA1M SITORI AS
3,1.06 .04 Encargos Sociais — Previd ência Social 4.1 Resultado do Exercício
3.1. 06.05 Encargos Sociais — FGTS 4.1.0101 ARE - Apura ç lo do Resultado do Exercí cio
3 1.06.06 IPTU
3 1.06.07 Alvar á

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FIM