Vous êtes sur la page 1sur 13

Manual de Tecnologia Automotiva

Tudo sobre engenharia automotiva num livro de bolso

A 25ª edição foi totalmente revisada.


Estes são alguns dos temas à sua disposição:

Manual de
Gerenciamento de motores de ignição (revisado e atualizado)
Sistemas de segurança veicular para automóveis de passa-

Manual de Tecnologia Automotiva


geiros (com as novas funções do ABS e ESP)

Tecnologia
Sistemas de assistência ao motorista
Dinâmica do movimento lateral (princípios básicos do ESP)
Diagnóstico a bordo, OBD (regulamentações legais e

Automotiva
implementações)
Gerenciamento eletrônico de freios para utilitários como
plataforma para sistemas de assistência ao motorista
Transmissão de sinal analógica e digital
Sistemas multimídia
Métodos de desenvolvimento e processos (ferramentas de Tradução da

25.ª
desenvolvimento de hardware e software, projeto sonoro,
túneis de vento veiculares)
Gestão ambiental
edição alemã
A Robert Bosch GmbH é uma das maiores fornecedoras de equi-
pamentos automotivos do mundo. O elevado número de patentes
para aplicativos e modelos de utilidade é uma prova contundente
da posição de liderança da empresa na engenharia automotiva.

Obra de referência
para o estudo
e a prática diária

capaBOSCH 1 21.09.05 11:36:12


Hidrostática, mecânica dos fluidos  3

Manual de
Tecnologia
Automotiva
Tradutores:
Euryale de Jesus Zerbini
Gunter W. Prokesch
Helga Madjderey
Suely Pfeferman

1 (2).indd 3 20/08/2013 15:44:22


título original As marcas citadas no conteúdo servem
Kraftfahrtechnisches Taschenbuch apenas de exemplo e não representam ne-
nhuma avaliação ou preferência por um de-
A edição em língua alemã foi publicada por terminado fabricante. As marcas registradas
Robert Bosch GmbH não foram identificadas como tais.
Copyright © 2004, Robert Bosch GmbH
Direitos reservados para a língua portuguesa Material ilustrativo e informativo foi cedido
pela Editora Edgard Blücher Ltda. gentilmente pelas empresas:
2005 AUDl AG, Neckarsulm; Automotive Lighting
2ª reimpressão – 2015 Reutlingen GmbH; BASF Coatings AG, Münster;
Behr GmbH & Co. KG. Stuttgart; BorgWarner
É proibida a reprodução total ou parcial por
quaisquer meios sem autorização escrita da Turbo Systems, Kirchheimbolanden; Brose
editora Fahrzeugteile GmbH & Co. KG, Coburg; Con-
tinental AG, Hannover; DaimlerChrysler AG,
EDITORA EDGARD BLÜCHER LTDA. Stuttgart; DaimlerChrysler AG, Sindelfingen;
Rua Pedroso Alvarenga, 1245, 4º andar Dräxlmaier Systemtechnik GmbH, Vilsbiburg;
04531-934 – São Paulo – SP – Brasil J. Eberspächer GmbH & Co. KG, Esslingen;
Tel 55 11 3078-5366 ETAS GmbH, Stuttgart; Filterwerk Mann +
contato@blucher.com.br Hummel, Ludwigsburg; FHT Esslingen; Freu-
www.blucher.com.br denberg Vliesstoffe KG, Weinheim; lnstitut
ISBN 978-85-212-0378-0 für Betriebstechnik und Bauforschung der
FAL, Braunschweig; Knorr-Bremse SfN GmbH,
A reprodução, duplicação ou tradução,
Schwieberdingen; MAN Nutzfahr-zeuge AG,
mes­mo que parciais, só serão permitidas me-
München; Mannesmann Kienzle GmbH, Villin-
diante nosso consentimento prévio por escri-
to e com a indicação da fonte. Ilustrações, gen-Schwenningen; NBT GmbH, Hannover;
descrições, diagramas esquemáticos e outros Pierburg GmbH, Neuss; Eng. Dr. h.c. F. Porsche
dados servem apenas para explanação e AG. Weissach; RWTH Aachen; SAINTGOBAIN
apresentação do texto e não devem ser usa- SEKURIT, Aachen; Siemens VDO Automotive
dos como base para projeto, instalação ou AG, Villingen-Schwenningen; TNO Road-Vehicles
material fornecido. Não assumimos nenhuma Research Institute, Delft, Netherlands; VB
responsabilidade sobre a conformidade do Auto-batterie GmbH, Hannover; Volkswagen
conteúdo com a legislação nacional ou local. AG, Wolfsburg; Zahnradfabrik Friedrichshafen
Reservamo-nos o direito de alterações. AG, Friedrichshafen.

FICHA CATALOGRÁFICA

Bosch, Robert
Manual de tecnologia automotiva/Robert Bosch; tradução Helga
Madjderey, Gunter W. Prokesch, Euryale de Jesus Zerbini, Suely Pfeferman –
São Paulo: Blucher, 2005.

Título original: Kraftfahrtechnisches Taschenbuch


“Tradução da 25.ª edição alemã”

ISBN 978-85-212-0378-0

1. Automóveis – Projetos e construção – Manuais, guias, etc.


2. Engenharia automotiva I. Título.

05-7205 CDD-629.2
Índices para catálogo sistemático:
1. Engenharia automotiva  629.2

p.iv_Boch.indd 4 05/05/2015 13:18:42


Hidrostática, mecânica dos fluidos 5

Prefácio da 25.ª edição Para orientação


A história do desenvolvimento do automó- Em relação à 24.ª edição foram incluídos
vel também é um documentário impres- os seguintes:
sionante sobre as inovações tecnológicas. Hidrostática • Mecânica dos fluidos • Me-
Novos sistemas e o aperfeiçoamento dos catrônica • Sistemas estratificados • Jun-
detalhes fizeram com que o ato de dirigir se tas de atrito • Juntas positivas • Lubrifica-
tornasse mais seguro e confortável e que a ção do motor • Sistemas de redução de
poluição ambiental, causada pelos gases emissões • Diagnóstico • Gerenciamento
de escape e pelos processos de fabrica- de freios de utilitários com plataforma para
ção, fosse substancialmente reduzida. sistema de auxílio ao motorista • Trans-
A 25.ª edição do “Manual de Tecnologia missão analógica e digital • Serviço de in-
Automotiva” leva em consideração estas formações via celular • Gerenciamento de
circunstâncias com inúmeros novos te- frota • Sistemas multimídia • Métodos de
mas e artigos fundamentais revisados. Em desenvolvimento e ferramentas aplicativas
comparação com a edição precedente, o para sistemas eletrônicos • Projeto sonoro
volume cresceu em aproximadamente 200 • Túnel de vento automobilístico • Gestão
páginas. ambiental • Tecnologia de oficina.
Com seus artigos atuais, compilados
de forma concisa, o “Manual de Tecno- Temas revisados substancialmente e rees-
logia Automotiva” é uma importante obra truturados:
de consulta, com circulação mundial. Ele Equações básicas da mecânica • Uni-
ões parafusadas • Molas • Filtragem de
deve oferecer aos técnicos e engenheiros
ar • Tecnologia de medição de gases de
que atuam na área automobilística, como
escape • Comando do motor Otto (p.ex.
também a todos os demais interessados gerenciamento do motor Motronic) • Co-
em tecnologia, uma idéia da situação em mando do motor Diesel • Auto-rádio com
que se encontra a tecnologia automotiva. equipamentos suplementares • Antenas
Os autores da 25.ª edição são especialis- automotivas • Telefone celular e dados •
tas da firma Bosch, das universidades e da Sistemas de assistência ao motorista de
indústria automobilística. Eles revisaram a automóvel.
fundo o conteúdo deste manual, elevaram-
no ao nível atual e o ampliaram com novos Temas atualizados ou ampliados e parcial-
temas. Aproveitamos esta oportunidade mente reestruturados:
para agradecer a todos os envolvidos pela Acústica • Calor • Eletrônica • Materiais
sua colaboração. • Matéria-prima • Corrosão • Tribologia
Em mais de sete décadas, o “Manual • Lubrificantes • Combustíveis • Subs-
de Tecnologia Automotiva” evoluiu de um tâncias químicas • Tratamento térmico •
apêndice de calendário, com 96 páginas, Dinâmica veicular • Requisitos do veículo
para uma obra abrangente, agora com • Motores de combustão • Resfriamento
mais de 1.200 páginas. Neste meio tempo do motor • Sobrealimentadores • Equipa-
sua tiragem total em vários idiomas atingiu mento de escapamento • Combustíveis al-
mais de um milhão de exemplares. ternativos para motores Otto • Propulsão
A nova edição com uma paginação alte- híbrida • Transmissão • Mola e amortece-
rada facilita a orientação do leitor. O cabe- dor • Rodas • Pneus • Sistemas de freio •
çalho esquerdo indica agora a área temáti- Equipamentos de freio para automóveis e
ca à qual os capítulos estão subordinados, utilitários • Sistemas de estabilização para
o cabeçalho direito leva o título do capítulo. automóveis e utilitários • Carroceria do ve-
No sumário, reformulado e ampliado, são ículo • Iluminação (com farol de curva) •
discriminados todos os capítulos com as Instrumentação • Sistema de informações
subseções, o que facilita a busca objetiva ao motorista • Tacógrafo • Sistema de es-
do leitor por temas. tacionamento • Sistemas de navegação •
Telemática de tráfego • Compatibilidade
Robert Bosch GmbH eletromagnética • Sistemas de proteção
dos ocupantes • Sistemas de conveniên-
cia • Bateria de partida • Alternador • Equi-
pamento de partida.

1.indd 5 24.10.05 12:02:22


16 Autores

Autores da 25.ª edição Matemática e métodos


Matemática
Eng. Grad. G. Brüggen
Não havendo outra indicação, os autores
são funcionários da Robert Bosch GmbH Resistência dos materiais
Prof. Eng. Dr. L. Issler, FHT Esslingen
Fundamentos de Física
Símbolos, unidades Método dos elementos finitos (FEM)
Eng. Grad. G. Brüggen Prof. Eng. Grad. P. Groth, FHT Esslingen
Equações básicas da mecânica Qualidade
Prof. Eng. Dr. H. Haberhauer; Eng. Grad. M. Graf;
FHT Esslingen Dr. rer. nat. H. Kuhn
Vibrações e oscilações Confiabilidade
Eng. Grad. J. Bohrer Dr. rer. nat. E. Dilger;
Dr. rer. nat. H. Weiler
Tecnologia óptica
Eng. Dr. F. Prinzhausen; Estatística técnica, metrologia
Dr. rer. nat. H. Sautter Dipl.-Math. H.-P. Bartenschlager
Acústica Engenharia de controles
Eng. Grad. H. M. Gerhard; Dr. Técn. R. Karrelmeyer
Eng. Dr. h.c. F. Porsche AG, Weissach
Ciência dos materiais
Hidrostática, mecânica dos fluidos Elementos químicos, substâncias,
Prof. Eng. Dr. H. Haberhauer; materiais
FHT Esslingen Dr. rer. nat. J. Ullmann;
Dr. rer. nat. W. Draxler;
Calor Diretor de estudos. K.-M. Erhardt;
Eng. Grad. W. Volz Robert Bosch-Schule, Stuttgart,
Eng. Dr. D. Wicke;
Engenharia elétrica Eng. Grad. F. Mühleder;
Dr. rer. nat. W. Draxler; Eng. Grad. D. Scheunert;
Eng. Grad. B. Worner DaimlerChrysler AG, Sindelfingen;
Dr. rer. nat. I. Brauer; F. Wetzl;
Eletrônica Dr. rer. nat. H.-J. Spranger;
Dr. rer. nat. U. Schaefer; Dr. rer. nat. H. P. Koch;
Dr. rer. nat. P. Egelhaaf; Eng. Grad. R. Mayer;
Dr. rer. nat. U. Goebel; Eng. Grad. G. Lindermann;
Dr. rer. nat. M. Illing; Eng. Grad. (FH) W. Hasert; R. Schäftl-
Dr. rer. nat. A. Zeppenfeld; meier;
Eng. Grad. F. Raiche Eng. Grad. H.Schneider;
Dr. rer. pol. T. Lueb,
Mecatrônica BASF Coatings AG, Münster
Eng. Dr. K. G. Bürger
Corrosão e proteção anticorrosão
Sensores Quím. Grad. B. Moro
Eng. Dr. E. Zabler
Sistemas de revestimentos
Atuadores Dr. rer. nat. U. Kraatz;
Eng. Dr. R. Heinz Dr. rer. nat. M. Rössler;
Dr. rer. nat. C. Treutler
Máquinas elétricas
Eng. Dr. R. Schenk

1.indd 16 24.10.05 12:02:28


Autores 17
Tribologia, desgaste Influências em veículos automotores
Eng. Grad. H. Schorr Exigências para veículos na estrada
Prof. Eng. Dr. K. Binder;
Lubrificantes DaimlerChrysler AG, Stuttgart
Dr. rer. nat. G. Dornhöfer
Dinâmica de veículos automotores
Combustíveis Eng. Grad. G. Moresche,
Dr. rer. nat. J. Ullmann DaimlerChrysler AG, Stuttgart;
Dr. rer. nat. L. Dragon,
Materiais de consumo DaimlerChrysler AG, Stuttgart;
Dr. rer. nat. D. Welting Prof. Eng. Dr. habil. E.-C. v. Glasner,
DaimlerChrysler AG, Stuttgart;
Elementos de máquinas Dipl.-Math. J. Pressel,
Conexões parafusadas, positivas e DaimlerChrysler AG, Stuttgart;
por fricção, roscas Eng. Dr. J. Brunotte, Institut für Betriebs-
Prof. Eng. Dr. H. Haberhauer, technik und Bauforschung der FAL,
FHT Esslingen; Eng. Grad. M. Nöcker Braunschweig

Cálculo de molas Solicitações ambientais


Prof. Eng. Dr. H. Haberhauer, Eng. Grad. W. Golderer
FHT Esslingen
Motores de combustão interna
Prof. Eng. Grad. K. Binder,
Mancais e rolamentos DaimlerChrysler AG, Stuttgart;
Eng. Dr. R. Heinz Prof. Eng. Grad. H. Hiereth,
DaimlerChrysler AG, Stuttgart
Engrenagens e sistemas de dentes
Eng. Grad. U. v. Ehrenwall Sistemas auxiliares do motor
Arrefecimento do motor
Transmissões por correias Eng. Grad. S. Rogg,
C. Hansen Behr GmbH & Co, KG, Stuttgart
Processos de fabricação Lubrificação do motor, filtragem de óleo
Tratamento térmico, têmpera Eng. Grad. M. Kolczyk, Filterwerk
Eng. Dr. N. Lippmann Mann + Hummel, Ludwigsburg
Tolerâncias Filtragem de ar
Ing. (grad.) J. Pfänder Eng. Dr. M. Durst, Filterwerk
Mann + Hummel, Ludwigsburg
Processamento de chapas de metal
U. Schröder, Volkswagen AG, Wolfsburg; Sobrealimentadores
Eng. Grad. M. Witt, Volkswagen AG, Eng. Grad. A. Förster, BorgWarner
Wolfsburg Turbo Systems, Kirchheimbolanden

Técnicas de união e ligação Sistemas para redução de emissões


Eng. Dr. M. Witt, Volkswagen AG, Eng. Grad. C. Köhler; Dr. rer. nat. M.
Wolfsburg; Engº. Grad. R. Bald Streib

Ventilação do cárter
Eng. Dr. P. Trautmann,
Filterwerk Mann + Hummel, Ludwigsburg

Sistemas de gás de escapamento


Dr. rer. nat. R. Jebasinski,
J. Eberspächer GmbH & Co. KG,
Esslingen

1.indd 17 24.10.05 12:02:29


18 Autores

Legislação de controle de emissões Minimização de poluentes no motor Otto


e de diagnóstico Dr. rer. nat. M. Streib;
Emissões de escapamento Eng. Grad. E. Schnaibel
Eng. Dr. W. Polach
Combustíveis alternativos
Legislação de controle de emissões e para motores Otto
técnicas de medição Motores alimentados por GLP
Eng. Dr. M. Eggers; Eng. Grad. S.Becher; J. A. N. van Ling,
Eng. Dr. T. Eggert; TNO Road-Vehicles Research Institute,
Fís. Grad. A. Kreh; Delft, Niederlande
Eng. Grad. (FH) H.-G. Weißhaar
Motores alimentados com gás natural,
Diagnóstico álcool e hidrogênio
Eng. Dr. M. Knirsch; Eng. Grad. G. Driedger; Eng. Grad. (FH) T. Allgeier;
Eng. Grad. W. Schauer Eng. Dr. T. Landenfeld

Gerenciamento do motor Otto Gerenciamento de motores Diesel


Função de gerenciamento de motor, Alimentação de combustível, Sistemas de
enchimento dos cilindros, formação da injeção Diesel, filtros de combustível
mistura, carburador, injeção no coletor Eng. Grad. K. Krieger;
de admissão, injeção direta de gasolina Eng. Dr. W. Polach;
Eng. Dr. G.-M. Klein, Filterwerk
Eng. Grad. A. Binder; Mann + Hummel, Ludwigsburg;
Eng. Dr. T. Landenfeld; Dr. rer. nat. W. Dreßler
Dr. rer. nat. A. Schenck zu Schweinsberg;
Eng. Dr. J. Thurso; Minimização de poluentes no motor Diesel
Eng. Grad. (FH) T. Allgeier; Priv.-Doz. Eng. Dr. J. K. Schaller
Eng. Dr. D. Großmann, Neuss
Propulsões alternativas
Alimentação de combustível Propulsão elétrica
Eng. Dr. T. Frenz; Eng. Dr. R. Schenk;
Eng. Grad. S. Fischbach; Eng. Grad. D. Übermeier, VB Autobatterie
Eng. Grad. H. Rembold; GmbH, Hannover; Dr. rer. nat. U. Köhler,
Eng. Dr. G.-M. Klein, Filterwerk NBT GmbH, Hannover
Mann + Hummel, Ludwigsburg
Propulsão híbrida
Ignição Prof. Eng. Dr. C. Bader,
Eng. Grad. W. Gollin; DaimlerChrysler AG, Stuttgart
Eng. Grad. W. Häming;
Eng. Grad. (FH) U. Bentel; Células de combustível
Eng. Grad. (FH) M. Weimert; Dr. rer. nat. U. Alkemade;
Eng. Grad. E. Breuser Dr. rer. nat. A. Häbich

Gerenciamento de motor Motronic Transmissão


Eng. Grad. B. Mencher Eng. Grad. P. Köpf,
Zahnradfabrik Friedrichshafen AG;
Desenvolvimento de sistemas de injeção Dr. rer. nat. M. Schwab,
históricos Zahnradfabrik Friedrichshafen AG
Eng. Grad. G. Felger; Eng. Grad. M. Lem-
bke; Sistemas do chassi
Eng. (grad.) L. Seebald Molas e amortecedores, suspensão
Prof. Eng. Dr. H. Wallentowitz,
Sistemas históricos de ignição por bobina RWTH Aachen
Eng. Grad. W. Gollin Institut für Kraftfahrzeugwesen

1.indd 18 24.10.05 12:02:29


Autores 19
Rodas Carroceria do veículo
Eng. (grad.) D. Renz, Sistemática dos veículos rodoviários
DaimlerChrysler AG, Sindelfingen; Eng. Grad. D. Scheunert,
Prof. Eng. Dr. habil. E.-C. v. Glasner, DaimlerChrysler AG, Sindelfingen
DaimlerChrysler AG, Stuttgart
Carroceria do veículo, automóveis e
Pneus utilitários leves
Eng. Grad. B. Meiß, Eng. Grad. D. Scheunert,
Continental AG, Hannover; DaimlerChrysler AG, Sindelfingen
Prof. Eng. Dr. habil. E.-C. v. Glasner, Eng. Grad. H. Winter,
DaimlerChrysler AG, Stuttgart DaimlerChrysler AG, Stuttgart

Direção Iluminação
Eng. (grad.) D. Elser, Zahnradfabrik Friedri- Eng. Dr. M. Hamm, Automotive Lighting
chshafen AG; Schwäbisch Gmünd Reutlingen GmbH; Eng. Grad. D. Boebel,
Automotive Lighting Reutlingen GmbH;
Sistemas de segurança veicular Eng. Grad. T. Spingler, Automotive
Sistemas de freios Lighting
Dr. rer. nat. J. Bräuninger; Reutlingen GmbH
Prof. Eng. Dr. habil. E.-C. v. Glasner,
DaimlerChrysler AG, Stuttgart Janelas e pára-brisas automotivos
Dr. rer. nat. D. Linnhöfer,
Equipamentos de freios para SAINT-GOBAIN SEKURIT, Aachen
automóveis e utilitários leves
SBC, EBS Sistemas para limpeza dos vidros
Eng. Grad. (FH) K.-H. Röß, Eng. Grad. (FH) A. Geis
DaimlerChrysler AG, Stuttgart
Prof. Eng. Dr. habil. E.-C. v. Glasner, Calefação e climatização
DaimlerChrysler AG, Stuttgart Eng. Grad. G. Schweizer,
Eng. Grad. B. Kant;
Eng. Grad. G.Klein, Knorr-Bremse SfN, Behr GmbH & Co, Stuttgart;
Schwiberdingen J. Fath, Freudenberg Vliesstoffe KG,
Eng. Grad. (FH) R. Klement, Knorr- Weinheim;
Bremse SfN, Schwiberdingen Eng. Grad. P. Reiser, J. Eberspächer
GmbH & Co. KG, Esslingen
Sistemas de estabilização veicular
Eng. Grad. (FH) H.-P. Stumpp; Auto-elétrica
Eng. Dr. A. van Zanten; Eng. Grad. G. Redes de bordo, motores de partida,
Pfaff; alternadores
Eng. Dr. R. Erhardt; Eng. (grad.) R. Leunig;
Eng. Grad. F. Schwab, Knorr-Bremse SfN, Eng. Dr. G. Richter, VB Autobatterie
Schwiberdingen GmbH, Hannover; Eng. Grad. R. Meyer
Eng. Dr. F. Hecker, Knorr-Bremse SfN,
Schwiberdingen Sistemas de partida
Eng. Grad. C. Krondorfer; Eng. Dr. I.
Gerenciamento eletrônico de freios Richter
para utilitários como plataforma para
sistemas de assistência ao motorista Símbolos e diagramas de circuitos
Prof. Eng. Dr. habil. E.-C. v. Glasner, Equipe editorial
DaimlerChrysler AG, Stuttgart

1.indd 19 24.10.05 12:02:30


20 Autores

Dimensões de condutores Informação e comunicação


Eng. Grad. A. Kerber, DST Dräxlmaier Processamento de dados e redes de
Systemtechnik GmbH, Vilsbiburg; comunicação em veículos automotivos
Eng. Grad. M. Gentzsch, DST Dräxlmaier DN V. Denner;
Systemtechnik GmbH, Vilsbiburg DN J. Maier;
Dr. phil. nat. D. Kraft
Conectores Eng. Grad. G. Spreitz
Eng. Grad. W. Gansert
Instrumentação
Compatibilidade eletromagnética (EMC) Prof. Eng. Dr. P. Knoll;
Eng. Dr. W. Pfaff Eng. Dr. B. Herzog

Sistemas de travas do veículo Sistema automotivo de informações


Dispositivos de sinalização acústica Eng. Grad. H. Kauff
Eng. Grad. (FH) MBA J. Bowe
Tacógrafos
Sistema de trava central Dipl.-Wirtschaftsingenieur T. Förster,
A. Walther Siemens VDO Automotive AG,
Villingen-Schwenningen
Sistema de travas
Eng. Grad. B. Kordowski Sistemas de estacionamento
Prof. Eng. Dr. P. Knoll
Segurança e conforto
Sistemas de proteção dos ocupantes Transmissão analógica de sinal
Eng. Grad. B. Mattes Eng. Dr. J. Passoke

Servocomando dos vidros e teto solar Transmissão digital de sinal


Eng. Grad. R. Kurzmann Eng. Grad. G. Spreitz

Regulagem do banco e da direção Auto-rádio com equipamentos suplemen-


Eng. Dr. G. Hartz tares, antenas veiculares
Eng. Dr. J. Passoke; B. Knerr;
Sistemas biométricos E. Neumann
Eng. Dr. J. Lichtermann
Telefone celular e dados
Sistemas de auxílio ao motorista Eng. Dr. J. Wazeck
Prof. Eng. Dr. P. Knoll
Serviços de informações via celular
Piloto automático adaptável (ACC) Eng. Grad. (FH) M. Heßling
Dr. rer. nat. H. Winner;
Dr. rer. nat. H. Olbrich; Sistemas de navegação,
Eng. Dr. H. Schramm, Knorr-Bremse SfN, telemática de tráfego
Schwiberdingen Eng. Grad. E. P. Neukirchner

Gerenciamento de frota
R. Hoechter

Sistemas multimídia
Eng. Grad. G. Spreitz

1.indd 20 24.10.05 12:02:30


Autores 21
Métodos de desenvolvimento e Esportes a motor
processos Dipl.-Red. U. Michelt;
Métodos de desenvolvimento e ferramen- Eng. Grad. T. Nickels,
tas aplicativas para sistemas eletrônicos MAN Nutzfahrzeuge AG, München

Eng. Grad. J. Schäuffele, ETAS Hidráulica e pneumática veicular


Hidráulica veicular
Projeto sonoro Eng. Grad. H. Lödige; Eng. Grad. K.
Eng. Grad. R. von Sivers, Griese;
Eng. Dr. h.c. F. Porsche AG, Weissach Eng. (grad.) D. Bertsch; Eng. Grad. W.
Kötter;
Túnel de vento automobilístico Eng. Grad. M. Bing;
Eng. Grad. M. Preiß, Eng. Grad. (FH) W. Steudel;
Eng. Dr. h.c. F. Porsche AG, Weissach Eng. Grad. G. Bredenfeld

Gestão ambiental Pneumática veicular


Eng. Grad. B. Martin, AUDI AG Eng. (grad.) P. Berg, Knorr-Bremse SfN,
Neckarsulm Schwiberdingen

Tecnologia de oficina Anexos


R. Henzmann; Siglas de nacionalidades
Eng. Grad. (FH) F. Zauner; Equipe editorial
Dipl.-Wirtsch.-Ing. S. Sohnle;
Eng. Grad., MBE, R. Nossek; Alfabetos e algarismos
H. Weinmann; Equipe editorial
Eng. Grad. T. Spingler,
Automotive Lighting Reutlingen GmbH;
Dipl.-Betriebsw. (BA) U. Peckolt, Automo-
tive Testing Tecnologies GmbH, Kehl;
G. Mauderer;
G. Lemke
Eng. Grad. C. Probst;
Eng. Grad. (FH) H.-G. Weißhaar

1.indd 21 24.10.05 12:02:31


22 Princípios básicos de física

Grandezas O quilograma é a massa do protótipo do


quilograma internacional (1a CGPM, 1889,
e unidades e 3a CGPM, 1901)1.
O segundo é definido como a duração
Unidades do SI de 9.192.631.770 períodos da radiação
correspondente à transição entre dois ní-
SI é o acrônimo de “Système Internatio- veis hiperfinos do estado não excitado
nal d’Unités” (Sistema Internacional de dos átomos do isótopo 123Cs do césio (13a
Unidades). Este sistema de unidades foi CGPM, 1967)1.
estabelecido pelas normas internacio- O ampère é definido como a corrente
nais ISO 31 e ISO 1000 (ISO: Organiza-
elétrica constante que mantida em dois
ção Internacional para a Normalização)
condutores paralelos, que apresentam
e, na Alemanha, está descrito na norma
DIN 1301 (DIN: Deutsches Institut für Nor- comprimentos infinitos e seções transver-
mung – Instituto Alemão para Normaliza- sais circulares com áreas desprezíveis, si-
ção). tuados no vácuo e afastados 1 metro um
O SI é baseado em sete unidades pri- do outro, produzirá uma força entre os
márias e todas as unidades secundárias condutores igual a 2 × 10 –7 N por unidade
são obtidas a partir das primárias. O fator de comprimento de condutor (9a CGPM,
numérico utilizado no estabelecimento das 1948)1.
unidades secundárias é sempre igual a 1. O kelvin é definido como 1/273,16 da
temperatura termodinâmica do ponto tri-
Unidades básicas do SI plo da água2 (13a CGPM, 1967)1.
O mol é definido como a quantidade
Quantidade básica e Nome da Símbolo
símbolo Unidade
de substância que contém um número
de entidades elementares igual àquele de
Comprimento l metro m átomos que existem em 0,012 quilograma
Massa m quilograma kg do isótopo 12C do carbono (14a CGPM,
Tempo t segundo s
Corrente elétrica I ampère A 1971)1. Quando o mol é utilizado, as enti-
Temperatura dades elementares devem ser especifica-
termodinâmica T kelvin K das (podem ser átomos, moléculas, íons,
Quantidade de elétrons, outras partículas ou grupos espe-
substância n mol mol cíficos de tais partículas).
Intensidade
luminosa I candela cd A candela é a intensidade luminosa, nu-
ma dada direção, de uma fonte que emite
Todas as outras quantidades e unidades radiação monocromática, com freqüência
são derivadas das quantidades e unidades de 540 × 10–12 Hz, e com intensidade de
básicas. A unidade de força no SI é obtida 1/683 watt por esferorradiano na direção
a partir da segunda lei de Newton: considerada (16a CGPM, 1979)1.
força = massa × aceleração
F=m·a
onde m = 1 kg e a = 1 m/s2. Assim, F = 1
kg · 1 m/s2 = 1 kg · m/s2 = 1 N (newton).
Definições das unidades básicas do SI
1
O metro é definido como a distância que CGPM: Conférence Générale des Poids et Me-
a luz percorre no vácuo em 1/299.792.458 sures (Conferência Geral de Pesos e Medidas).
segundos (17a CGPM, 1983)1. O metro é 2
Ponto fixo na escala de temperatura internacio-
então definido em função da velocidade da nal. O ponto triplo é o único estado termodinâmico
luz no vácuo, c = 299.792.458 m/s, e não onde as três fases de uma substância (sólido, lí-
é mais definido a partir do comprimento quido e vapor) estão em equilíbrio. A pressão e
de onda da radiação emitida pelo isótopo a temperatura do ponto triplo da água são iguais
86
Kr do criptônio. O metro foi originalmente a 0,6113 kPa e 273,16 K. Observe que a tempe-
definido como sendo igual a 1/14.000.000 ratura do ponto triplo da água é 0,01 K superior
do meridiano terrestre (metro padrão, Pa- à temperatura de solidificação da água quando a
ris, 1875). pressão absoluta é igual a 1,01325 × 105 Pa.

22.indd 22 24.10.05 12:19:27


Grandezas e unidades 23
Múltiplos e submúltiplos decimais das Sistemas de unidades que
unidades do SI
Os múltiplos e submultiplos decimais das
não devem ser utilizados
unidades do SI são indicados por prefixos O sistema físico de unidades
adicionados ao nome da unidade ou ao O sistema físico de unidades é baseado
símbolo da unidade. Os prefixos são co- nas mesmas quantidades utilizadas na
locados na frente do símbolo da unidade formulação do SI, ou seja, comprimento,
para formar uma unidade coerente, tal massa e tempo. Entretanto, as unidades
como a miligrama (mg). Os prefixos múl- utilizadas para estas quantidades são o
tiplos, tal como microquilograma (μkg), centímetro (cm), a grama (g) e o segundo
não devem ser utilizados. Os prefixos não (Sistema CGS).
devem ser utilizados antes das unidades
de ângulos (grau, minuto e segundo), de Sistema técnico de unidades
tempo (minuto, hora, dia e ano) e da tem- O sistema técnico de unidades utiliza as
peratura (grau Celsius). seguintes quantidades e unidades básicas
na sua formulação:
Prefixo Símbolo Potência Nome Quantidade básica Unidade básica Símbolo
atto a 10−18 trilionésimo Comprimento metro m
femto f 10−15 milésimo Força quilograma-força kgf
bilionésimo Tempo segundo s
−12
pico p 10 bilionésimo
nano n 10−9 milésimo
milionésimo
A segunda lei de Newton
micro µ 10−6 milionésimo F=m·a
mili m 10−3 milésimo
centi c 10−2 centésimo estabelece a relação entre o sistema in-
deci d 10−1 décimo ternacional e o sistema técnico de unida-
deca da 101 dezena
des. Observe que a força que representa o
hecto h 102 centena peso G pode substituir F e a aceleração do
quilo k 103 milhar campo gravitacional g pode substituir a.
mega M 106 milhão Em contraste à massa, a aceleração do
giga G 109 bilhão1 campo gravitacional varia com a posição
tera T 1012 trilhão1 e, assim, o peso depende da posição no
peta P 1015 quatrilhão
exa E 1018 quintilhão campo gravitacional. O valor padrão da
aceleração da gravidade é gn = 9,80665 m/
s2 (DIN 1305). O valor aproximado
Unidades Legais
g = 9,81 m/s2
A lei sobre Metrologia e Unidades aprovada
em 2 de julho de 1969 e a implementação é normalmente aceito nas avaliações téc-
legal realizada em 26 de junho de 1970 es- nicas.
pecificam as “unidades legais”. Este con- O kgf (quilograma-força) é o peso asso-
junto de unidades deve ser utilizado em ciado à massa de um quilograma posicio-
todas as transações comerciais realizadas nada num local onde a aceleração da gra-
na Alemanha2. As unidades legais são: vidade é a padrão. Assim,
− As unidades do SI G=m·g
− Múltiplos e submúltiplos decimais das 1 kgf = 1 kg · 9,81 m/s2 = 9,81 N
unidades do SI
− Outras unidades permitidas; veja as ta- 1
Nos EUA, 1 billion = 109 e 1 trillion = 1012.
belas das próximas páginas 2
Também são válidos os documentos: “Gesetz
zur Änderung des Gesetzes über Einheiten in
As unidades utilizadas neste Manual são Meβwesen” de 6 de julho de 1973; “Verordnung
as legais. Entretanto, em muitas seções, as zur Änderung der Ausführungsverordnung” de 27
unidades do sistema técnico também são de novembro de 1973 e “Zweite Verordnung zur
utilizadas (entre parênteses) para facilitar a Änderung der Ausführungsverordnung” de 12 de
apresentação do material exposto. dezembro de 1977.

22.indd 23 24.10.05 12:19:28


24 Princípios básicos de física

Grandezas e unidades coluna “Outros” apenas indica os múltiplos


Material extraído da norma DIN 1301 e submúltiplos decimais das unidades do
SI que tem nome próprio. As unidades que
A próxima tabela apresenta um conjunto não devem ser utilizadas, e suas fórmulas
das quantidades físicas mais importan- de conversão, estão indicadas na última
tes, seus símbolos padrão e também as coluna da tabela. Os números de página
unidades legais destas quantidades. As apresentados na tabela indicam os locais
unidades legais adicionais podem ser for- onde as tabelas de conversão adequadas
madas com a adição de prefixos (p. 23). A podem ser encontradas.

Grandeza e Unidades legais Relação Comentários, unidades que não


símbolo devem ser utilizadas e equa-
SI Outros Nome ções de conversão
1. Comprimento, área e volume (p. 29 a 31)
Compri- l m metro 1µ (mícron) = 1 µm
mento 1 Å (Ångström) =10−10 m
nm milha 1 nm = 1.852 m 1 X.U. (unidade X) ≈ 10−13 m
náutica 1 p (ponto tipográfico) =
interna- 0,376 mm
cional
Área A m2 metro
quadrado
a Ar 1 a = 100 m2
ha hectare 1 ha = 104 m2
Volume V m3 metro
cúbido
l, L litro 1 l = 1 L = 1 dm3
2. Ângulo (p. 31)
Ângulo α,  rad1) radiano arco c/1m
plano etc. de compr.
1rad = raio de 1 m

° gau 1 rad = 180O/π = 1 L (ângulo reto) = 90o = (π/2)


57,296o ≈ 57,3o rad = 100 gon
‘ minuto 1o = 0,017453 rad 1g (centésimo de grau) = 1 gon
“ segundo 1o = 60’= 3600 1c (centésimo de minuto) =
1 gon = (π/200) rad 1 cgon
gon gon 1cc (centésimo de segundo)
=0.1 mgon
Ângulo Ω sr esferorra- superfície
sólido diano esférica c /
1m2 de área
1sr = raio da esfera
c / 1m2 de área

3. Massa (p. 32 a 33)


Massa m kg quilograma 1 γ (gama) = 1 µg
(Peso) 2) 1 quintal = 100 kg
1 quilate = 0,2 g
g grama
t tonelada 1 t = 1 Mg = 103 kg

1
) A unidade rad (p. 31) pode ser substituída pelo numeral 1 nos cálculos.
2
) O termo “weight” é ambíguo em qualquer caso; ele é usado para denotar tanto massa como
peso (DIN 1305)

22.indd 24 24.10.05 12:19:30