Vous êtes sur la page 1sur 13
Processo Seletivo 2005 1º Dia 2º Dia 3º Dia 4º Dia H H i i
Processo Seletivo 2005 1º Dia 2º Dia 3º Dia 4º Dia
Processo Seletivo 2005
1º Dia
2º Dia
3º Dia
4º Dia

HHiissttóórriiaa QQuuíímmiiccaa

Leia atentamente as instruções:

u u í í m m i i c c a a Leia atentamente as instruções:
Escreva seu número de inscrição no retângulo a seguir: 1) Este caderno contém 30 questões
Escreva seu número de inscrição no retângulo a seguir:
1)
Este caderno contém 30 questões de múltipla escolha, assim distribuídas:
2)
01 a 15 História; 16 a 30 Química.
3)
Se o caderno estiver incompleto ou contiver imperfeição gráfica que prejudique a
leitura, peça imediatamente ao fiscal que o substitua.
4)
Cada questão apresenta apenas uma opção de resposta correta.
5)
Interpretar as questões faz parte da avaliação. Não adianta, pois, pedir esclarecimentos
aos fiscais.
6)
Utilize qualquer espaço deste caderno para rascunhos e não destaque nenhuma folha.
7)
Para fazer rascunhos e preencher a folha de respostas, use exclusivamente a caneta que
o fiscal lhe entregou.
8)
Você dispõe de, no máximo, quatro horas e meia para responder às questões (incluindo
as discursivas) e preencher a folha de respostas.
9)
O preenchimento da folha de respostas é de sua inteira responsabilidade.
10)
Antes de retirar-se definitivamente da sala, devolva ao fiscal a folha de respostas, os
dois cadernos de provas e a caneta.

TABELA PERIÓDICA DOS ELEMENTOS

 

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18

IA

IIA

III B

IV

B

V B

V IB

V IIB

 

V IIIB

IB

IIB

IIIA

IV A

V A

V IA

V IIA

V IIIA

 

1

 

2

 

1

H

He

 

1,0

4,0

 

3

4

 

5

6

7

8

9

10

2

Li

Be

B

C

N

O

F

Ne

7,0

9,0

11,0

12,0

14,0

16,0

19,0

20,0

 

11

12

13

14

15

16

17

18

3

Na

Mg

Al

Si

P

S

Cl

Ar

23,0

24,0

27,0

28,0

31,0

32,0

35,5

40,0

 

19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

31

32

33

34

35

36

4

K

Ca

Sc

Ti

V

Cr

Mn

Fe

Co

Ni

Cu

Zn

Ga

Ge

As

Se

Br

Kr

39,0

40,0

45,0

48,0

51,0

52,0

55,0

56,0

57,0

59,0

63,5

65,5

69,5

72,5

75,0

79,0

80,0

84,0

 

37

38

39

40

41

42

43

44

45

46

47

48

49

50

51

52

53

54

5

Rb

Sr

Y

Zr

Nb

Mo

Tc

Ru

Rh

Pd

Ag

Cd

In

Sn

Sb

Te

I

Xe

85,5

87,5

89,0

91,0

93,0

96,0

(97)

101,0

103,0

106,5

108,0

112,5

115,0

118,5

122,0

127,5

127,0

131,5

 

55

56

 

72

73

74

75

76

77

78

79

80

81

82

83

84

85

86

6

Cs

Ba

*

Hf

Ta

W

Re

Os

Ir

Pt

Au

Hg

Tl

Pb

Bi

Po

At

Rn

133,0

137,5

La

178,5

181,0

184,0

186,0

190,0

192,0

195,0

197,0

200,5

204,5

207,0

209,0

(209)

(210)

(222)

 

87

88

 

104

105

106

107

108

109

 

7

Fr

Ra

**

Rf

Ha

Un

Uns

Uno

Une

(223)

(226)

Ac

(257)

(262)

(263)

(262)

(265)

(266)

 

*SÉRIE DOS LANTANÍDIOS

 

57

58

59

60

61

62

63

64

65

66

67

68

69

70

71

 

N o Atômico SÍMBOLO Massa Atômica

 

La

Ce

Pr

Nd

Pm

Sm

Eu

Gd

Tb

Dy

Ho

Er

Tm

Yb

Lu

139,0

140,1

141,0

144,0

(145)

150,5

152,0

157,5

159,0

162,5

165,0

167,5

170,0

173,0

175,0

**SÉRIE DOS ACTINÍDIOS

 

(arredondada ± 0,5)

89

90

91

92

93

94

95

96

97

98

99

100

101

102

103

Ac

Th

Pa

U

Np

Pu

Am

Cm

Bk

Cf

Es

Fm

Md

No

Lr

(227)

232,0

(231)

238,0

(237)

(244)

243

(247)

(247)

(251)

(254)

(257)

(258)

255

(256)

CONSTANTES FÍSICAS

Volume molar dos gases: V m = 22,7 L (10 5 Pa e 273 K)
Volume molar dos gases:
V m = 22,7 L (10 5 Pa e 273 K)
Número de Avogadro:
N A = 6,02 x 10 23 /mol
Velocidade da luz (vácuo):
c = 3,0 x10 10 cm/s
Carga do elétron:
e - = 1,6 x 10 -19 C
Constante de Planck:
h = 6,6 x 10 –34 J.s
Constante de Faraday:
F = 96.500 C/mol
Constante de ionização da água:
K w = 10 –14 mol 2 /L 2 (298 K)
R
= 8,314 J/mol.K
R
= 0,082 L.atm/mol.K
Constante dos gases:
R
= 1,987 cal/mol.K

História

01 a 15

01. Na Antigüidade, durante o reinado de Ciro I (559-529 a. C.), os persas construíram um vasto império e governaram diferentes povos, adotando uma política que respeitava as diferenças culturais e religiosas. Esse modo de proceder está exemplificado no fato de

A) incorporarem a cultura sum eriana, especialmente os registros da nova língua semítica em caracteres cuneiformes.

B) arregimentarem entre os caldeus, após a conquista da Babilônia, os sátrapas, administradores encarregados das províncias imperiais.

C) libertarem os judeus cativos na Babilônia, que retornaram à Palestina e reconstruíram o templo de Salomão e o culto a Iavé.

D) difundirem no Egito o culto de Ahura-Mazda, que, integrando-se às idéias religiosas egípcias, deu origem ao maniqueísmo.

02. Acerca de Alexandre Magno (356-323 a. C.), o historiador inglês Arnold Toynbee comenta:

Alexandre viveu o bastante para superar a estreita concepção de uma ascendência helênica sobre os não-helenos, em favor de um ideal maior da fraternidade da humanidade. Em seu contacto com os persas, reconheceu e admirou todas as virtudes que lhes permitiram governar uma parte do mundo por mais de duzentos anos, e passou a sonhar com um mundo governado em conjunto por persas e helenos.

TOYNBEE, Arnold J. Helenismo: história de uma civilização. Rio de Janeiro: Zahar, 1975. p. 118.

Analisando-se a evolução histórica do período, pode-se afirmar que, em parte, o ideal de Alexandre realizou-se na medida em que suas conquistas

A) estimularam a retomada do despotismo oriental, que se somou às conquistas de liberdade e direitos que fundamentaram a democracia grega.

B) favoreceram a fusão entre as culturas dos povos asiáticos dominados e os valores gregos, originando a cultura helenística.

C) possibilitaram o domínio das províncias asiáticas pelos romanos, que difundiram a cultura helenística em toda a Europa ocidental.

D) expandiram os direitos de cidadania a todos os súditos, adotando a autonomia e as liberdades gregas como modelo de administração do Império.

03. Sidônio Apolinário, aristocrata da Gália romana, escrevendo a um amigo, num período de grandes transformações culturais, assim se expressou:

O vosso amigo Eminêncio, honrado senhor, entregou uma carta por vós

A língua romana foi há muito tempo

banida da Bélgica e do Reno; mas se o seu esplendor sobreviveu de

qualquer maneira, foi certamente convosco; a nossa jurisdição entrou em decadência ao longo da fronteira, mas enquanto viverdes e preservardes

a vossa eloqüência, a língua latina permanecerá inabalável. Ao retribuir as vossas saudações o meu coração alegra-se dentro de mim por a nossa cultura em desaparição ter deixado tais traços em vós [

ditada, admirável no estilo [

].

Apud PEDRERO-SÁNCHEZ, Maria Guadalupe. História da Idade Média: textos e testemunhas. São Paulo: Editora UNESP, 2000. p. 42-43.

A opinião contida no fragmento da carta está diretamente relacionada às

A) invasões dos territórios do Império Romano pelos povos germânicos, provocando mudanças nas instituições imperiais.

B) influências da cultura grega sobre a latina após a conquista da Grécia pelos romanos e sua anexação ao Império.

C) vitórias dos romanos sobre Cartago nas chamadas Guerras Púnicas (264-146 a. C.), impondo a cultura do Império a todo o norte da África.

D) crises que se abateram sobre o Império Romano depois do governo de Marco Aurélio (161-180 d. C.), quando o exército passou a controlar o poder.

04. A política expansionista dos árabes, durante os séculos VII e VIII d. C., possibilitou-lhes o contato cultural com diferentes civilizações. Com relação ao tratamento dado a essas civilizações, os árabes

A) estimulavam, nos territórios dominados, a diversificação dos costumes por meio da religião.

B) controlavam hábitos culturais e práticas religiosas dos povos de todas as regiões conquistadas.

C) respeitavam costumes e crenças das nações dominadas, permitindo-lhes manter sua identidade cultural.

D) promoviam intensa assimilação entre os povos dominados, por meio da cultura e da religião.

05. Em 1095, um cronista, testemunha dos eventos do Concílio de Clermont, registrou o seguinte pronunciamento do papa Urbano II:

Considerando as exigências do tempo presente, eu, Urbano, tendo,

pela misericórdia de Deus, a tiara pontifical, pontífice de toda a Terra, venho até vós, servidores de Deus, como mensageiro para

desvendar-vos o mandato divino [

aos nossos irmãos do Oriente a ajuda prometida e tão necessária no momento presente.

é urgente levar com diligência

]

Foucher de Chartres. Apud PEDRERO-SÁNCHEZ, Maria Guadalupe. História da Idade Média:

textos e testemunhas. São Paulo: Ed. UNESP, 2000. p. 83.

Essa declaração papal favoreceu

A)

aproximação entre cristãos latinos e gregos, que ficaram, depois das Cruzadas, sob o comando do papado romano.

a

B)

um projeto de união da Cristandade contra os “infiéis”, detentores dos Lugares Santos, que há séculos estavam sob o domínio muçulmano.

C)

a

desorganização da economia mercantil italiana, uma vez que as relações comerciais

com o Oriente foram prejudicadas em razão do conflito com os “infiéis”.

D)

um enriquecimento da cultura muçulmana, que, por meio dos cruzados, recebeu a rica herança da ciência e da filosofia greco-romana.

06. Entre os séculos XIV e XVI, na Europa Ocidental, ocorreu um amplo movimento artístico, científico e literário, denominado de Renascimento. Os artistas e intelectuais do Renascimento chamaram os séculos imediatamente anteriores de “Idade Média”, concebendo-a como uma Idade das Trevas, porque os renascentistas

A) desejavam difundir a filosofia escolástica, que até então ficara restrita aos mosteiros e conventos.

B) rejeitavam o antropocentrismo do homem medieval, que, ao valorizar a razão, desprezava

a revelação de Deus.

C) tomavam como ideal o homem da Antigüidade Clássica, buscando subsídios nos modelos da cultura greco-romana.

D) repudiavam a paixão do homem medieval pela cultura dos povos gregos e romanos, imersos no paganismo.

07. O historiador Georges Vigarello, analisando as práticas sociais européias à época do Renascimento, escreve:

Quando os livros de saúde referem, no século XVI, por exemplo, certos odores corporais, evocam também a necessidade de os eliminar. Mas fricções e perfumes prevalecem, neste caso, sobre qualquer lavagem. É preciso friccionar a pele com um pano perfumado: “Para evitar o odor das axilas, que cheiram a bodum, é singular embeber e friccionar a pele com trocisco de rosas”. Esfregar vivamente, espalhando perfume, mas não verdadeiramente lavar.

Apud FARIA, Ricardo de Moura. História. Belo Horizonte: Ed. Lê, 1995. v. 2. p. 41.

Com base no texto acima e nas condições históricas do período, pode-se afirmar que

A) o costume comum de usar as essên cias de rosas e a água exigia a limpeza da pele e o uso da lavagem.

B) o hábito recorrente de limpar o corpo com panos e água servia para evitar gastos indevidos com perfumes e cheiros.

C) o costume dominante previa que o corpo poderia ficar limpo, independentemente da lavagem com água.

D) o hábito consagrado de lavar o corpo com água e perfumes possibilitava a completa absorção de odores agradáveis.

08. Entre as últimas décadas do século XIX e o início do século XX, as relações mundiais do capitalismo sofreram uma reorganização, levando as potências européias a dirigir uma política sistemática para continentes como Ásia e África. O escritor inglês Rudyard Kipling (1865- 1936), nascido na Índia, abordou em seus livros as diferenças entre a Europa e o mundo oriental. São dele os seguintes versos, que expressam um sentimento comum aos europeus da época:

Assumi o fardo do homem branco, Enviai os melhores dos vossos filhos, Condenai vossos filhos ao exílio, Para que sejam servidores de seus cativos.

Apud VICENTINO, Cláudio. História geral. São Paulo:

Scipione, 2002. p. 337.

Os versos acima, relacionados à ação dos ingleses no Oriente, traduzem a

A) crença de que a ação colonizadora no Oriente era prejudicial aos técnicos e missionários europeus, devido à influência dos fatores climáticos.

B) convicção numa missão civilizatória dos europeus, que incluía uma ação voltada para modificar os costumes e as religiões dos povos do Oriente.

C) confiança na superioridade da cultura oriental, da qual os ingleses poderiam assimilar os princípios de uma convivência cristã.

D) aspiração por uma política de miscigenação entre ingleses e orientais, de modo a fortalecer os interesses ingleses em relação às demais nações européias.

09.

José de Anchieta, missionário jesuíta, veio da Europa, no século XVI, com o objetivo de evangelizar as populações indígenas no Brasil. Acerca dos índios, assim ele escreveu:

Pouco se pode obter deles se a força do braço secular não acudir para domá-los. Para esse gênero de gente não há melhor pregação do que a espada e a vara de ferro.

Apud COTRIM, Gilberto. História e consciência do Brasil. São Paulo: Saraiva, 1997. p. 28.

O depoimento citado expressa idéias que serviram de base para o (a)

A) projeto de manutenção da cultura dos povos nativos levado a cabo pela Compa nhia de Jesus, apesar do conflito com as autoridades coloniais.

B) tratamento dado pelos portugueses aos povos nativos, proibindo sua escravização em todo o território da colônia e importando africanos para a lavoura açucareira.

C) política da Coroa portuguesa, que reunia os nativos nas reduções ou aldeamentos, onde ficavam a salvo dos ataques dos colonos interessados em sua escravização.

D) conquista dos povos nativos, impondo-lhes o idioma, a religião, o direito e o modelo econômico e político dominante entre os europeus.

10. No século XIX, atendendo-se a necessidades de mão-de-obra na agricultura, adotou-se uma política de imigração de trabalhadores livres para o Brasil. Naquele período,

A) os cafeicultores paulistas opunham - se à vinda de imigrantes italianos, que, influenciados pelas idéias socialistas-anarquistas, lideravam movimentos reivindicatórios.

B) a aprovação da Lei de Terras facilitou a fixação dos colonos em pequenas propriedades, exploradas por mão-de-obra familiar e voltadas para o mercado interno.

C) os senhores de engenho pressionaram para que o governo brasileiro patrocinasse a vinda de imigrantes, de modo a reerguer a produção açucareira.

D) o ajustamento social dos colonos imigrantes foi dificultado pelo padrão escravista de administração e pela influência da mentalidade senhorial nas relações de trabalho.

11. Durante o século XIX, no Brasil, desenvolveu-se uma campanha em favor da abolição da escravidão negra. A culminância dessa campanha deu-se com a Lei Áurea, em 1888. Ao ser extinta a escravidão, os libertos

A) permaneceram nas mesmas condições de vida, dada a inexistência de uma política governamental que os integrasse à sociedade.

B) iniciaram negócios próprios, inserindo-se no mercado capitalista, graças a subsídios do governo.

C) ocuparam postos no mercado de trabalho capitalista, em razão da política governamental de educação formal.

D) foram alvo de atitudes segregacionistas da sociedade branca, dificultando-lhes a ascensão social em razão das disposições previstas nas leis abolicionistas.

12.

A

ação do governo federal, no Brasil da década de 1930, não se limitou às manifestações de

caráter cívico e à adoção de políticas nacionalistas na economia, mas atingiu manifestações

culturais e festas populares, como o Carnaval.

Escrevendo sobre o Carnaval na cidade do Rio de Janeiro, a historiadora Myrian dos Santos afirma:

Pedro Ernesto, interventor de Getúlio no então Distrito Federal, procurou incorporar os novos setores da população à política local, subvencionando, entre outras, as manifestações carnavalescas. Durante seu governo, foi criado o registro policial, a premiação e os regulamentos para os concursos entre as escolas. Entre os primeiros componentes das escolas de samba há um consenso de que Pedro Ernesto foi o grande amigo e patrono das escolas.

SANTOS, Myrian Sepúlveda dos. Do entrudo às escolas de samba: a ocupação do espaço das ruas pelo carnaval carioca. In: MARTINS, I. de L.; MOTTA, R. P. S.; IOKOI, Z. G. História e cidadania. São Paulo: Humanitas Publicações/FFLCH-USP; ANPUH, 1998. p. 379.

A partir do fragmento textual acima, pode-se inferir que Getúlio Vargas

A) adotou uma política de regulação para controlar as manifestações culturais e políticas de cunho popular.

B) incentivou a criação de agremiações culturais como forma de adquirir recursos para o governo federal.

C) criou projetos públicos para as entidades culturais brasileiras no intuito de atender a antigas reivindicações populares.

D) atendeu aos desejos populares como forma de ampliar a liberdade de ações das instituições culturais nacionais.

13. Na década de 1950, o Brasil viveu os “anos dourados”, quando o governo adotou uma política industrializante, estimulada pelo processo de internacionalização da economia. No que diz respeito às zonas urbanas, essas mudanças se refletiram na vida das pessoas na medida em que foram

A) ampliados os níveis de automação das indústrias nacionais, com vistas a conseguir maior qualidade e melhores preços de seus produtos no mercado internacional.

B) adotados novos modelos de organização do trabalho e aplicadas novas tecnologias, gerando o denominado “desemprego estrutural”.

C) introduzidas as técnicas de propaganda com a criação de um grande complexo de comunicação e informação, voltado para os mais variados tipos de consumidores.

D) desenvolvidas as indústrias de bens de consumo duráveis, cujos produtos ajudaram a mudar os costumes dos brasileiros.

14. Nas duas primeiras décadas da República, o Rio Grande do Norte foi governado pela oligarquia Albuquerque Maranhão. Os vínculos que existiam entre o poder exercido por essa oligarquia e seus interesses econômicos podem ser percebidos claramente durante o segundo governo de Alberto Maranhão (1908-1913), quando foram

A) abertas estradas de automóvel ligando o litoral aos principais troncos ferroviários do estado, como forma de apoio à produção salineira.

B) feitos investimentos na modernização da capital, com introdução de melhoramentos, tais como energia elétrica, bondes, água e esgoto.

C) iniciados os serviços de navegação de cabotagem, de modo a intensificar as relações comerciais entre o litoral ao norte e o litoral ao sul de Natal.

D) tomadas medidas de incremento à lavoura algodoeira do Seridó, mediante a criação de órgãos técnicos especializados.

15. No século XIX, após a Independência, o Brasil desenvolveu relações internacionais com outros países da América do Sul. Essas relações estão representadas no mapa que segue.

Essas relações estão representadas no mapa que segue. VICENTINO, Cláudio, DORIGO, Gianpaolo. História para o

VICENTINO, Cláudio, DORIGO, Gianpaolo. História para o ensino médio: história geral e do Brasil. São Paulo:

Scipione, 2001. p. 401. (Série Parâmetros)

O mapa se refere às

A) disputas e aos conflitos que expressam uma ação imperialista do Brasil, que inclui tentativas de anexação territorial.

B) relações econômicas do Brasil, sobretudo as exportações de café, cuja produção se concentrava no Vale do Paraíba.

C) tentativas do governo brasileiro de integrar o território nacional às regiões vizinhas, por meio de investimentos nos transportes fluviais.

D) ações de investimento integradas entre o governo brasileiro e o Barão de Mauá, procurando conter o avanço comercial dos ingleses.

Química

16 a 30

Esta prova contém cinco situações-problema, cada qual gerando três questões. Considerando os dados apresentados em cada situação descrita, responda às questões correspondentes.

As questões 16, 17 e 18 referem-se à situação seguinte.

Num balão de vidro, com dois litros de capacidade e hermeticamente fechado, encontra-se uma mistura gasosa constituída por hidrogênio (H 2 ), hélio (He) e oxigênio (O 2 ), na qual existe 0,32 g de cada gás componente, nas condições ambientais de temperatura e pressão. A reação de formação de água é iniciada por meio de uma faísca elétrica produzida no interior do balão.

16. Antes de acontecer a reação de síntese da água, as quantidades de matéria dos componentes hidrogênio (H 2 ) e oxigênio (O 2 ) na mistura inicial são, respectivame nte, iguais a

A) 1,0 x 10 -2 e 8,0 x 10 -2 mol.

B) 8,0 x 10 -2 e 1,6 x 10 -1 mol.

C) D) 1,0 x 10 -2 e 1,6 x 10 -2 mol.

1,6 x 10 -1 e 1,0 x 10 -2 mol.

17. Na reação de formação de água (H 2 O), houve um excesso de reagente igual a

A) 0,02 mol de H 2 .

B) 0,14 mol de H 2 .

C) 0,08 mol de O 2 .

D) 0,15 mol de O 2 .

18. Na reação ocorrida na mistura gasosa, a energia fornecida pela faísca elétrica está relacionada com o fenômeno de

A) combustão.

B) ativação.

C) inibição.

D) vaporização.

As questões 19, 20 e 21 referem-se à situação seguinte.

Um béquer de vidro, com meio litro de capacidade, em condições normais de temperatura e pressão, contém 300 ml de água líquida e 100 g de gelo em cubos.

19. Durante o processo de fusão do gelo nas condições do sistema acima descrito (273 K e 1,0 atm), deve ocorrer

A) aumento de en tropia e diminuição de entalpia.

B) diminuição de entalpia e de entropia.

C) diminuição de entropia e aumento de entalpia.

D) aumento de entalpia e de entropia.

20. A molécula de água (H 2 O) apresenta uma geometria angular que influi na densidade e no ponto se fusão do gelo. Supondo-se que a disposição dos átomos dessa molécula fosse linear (H-O-H), dever-se-ia esperar que a densidade e o ponto de fusão do gelo formado pela molécula linear fossem, respectivamente,

A) maior e menor.

B) menor e maior.

C) menor e menor.

D) maior e maior.

21. Adicionando-se, nesse mesmo béquer, uma porção de sal de cozinha (NaCl), deve-se esperar que, durante a dissolução, ocorra

A) aumento da fase sólida.

B) elevação da temperatura.

C) abaixamento da temperatura.

D) diminuição da fase líquida.

As questões 22, 23 e 24 referem-se à situação seguinte.

Num balão de vidro, com meio litro de capacidade, contendo 250 ml de água destilada (H 2 O), nas condições ambientais, foi dissolvida (por borbulhamento) uma certa quantidade de gás amônia (NH 3 ).

22. Em contato com a água (H 2 O), a amônia (NH 3 ) sofreu um processo de

A) amonólise.

B) dissociação.

C) hidrólise.

D) ionização.

23. Sendo o pH da solução formada igual a 8 (oito), a concentração de íons hidrogênio [H + ], em relação à concentração de íons hidroxila [HO - ], deve ser

A) dez vezes maio r.

B) cem vezes menor.

C) dez vezes menor.

D) cem vezes maior.

24. Se, na solução aquosa de amônia (NH 3(aq) ), for adicionado 0,1 g de cloreto de amônio (NH 4 Cl) sólido, observar-se-á, no estado final, diminuição

A)

B)

C)

D) do pH.

da

[NH 3 ].

do pOH.

da

[NH 4 + ].

As questões 25, 26 e 27 referem-se à situação seguinte.

Num balão de vidro, com um litro de capacidade e hermeticamente fechado, colocaram-se, a 25ºC e 1atm, iguais concentrações iniciais de hidrogênio gasoso [H 2 ] e de vapor de iodo [I 2 ].

25. Sendo conhecidos, na temperatura e na pressão dadas, o valor da constante de equilíbrio (K) e o valor do grau de avanço (a) dessa reação, a concentração de ácido iodídrico [HI], após atingido o equilíbrio químico, deverá ser expressa por

A) (1 - a ) K 1/2 mol/l.

B) (1-a) 2 K mol/l.

C) (1-a) 1/2 K mol/l.

D) (1-a) K 2 mol/l.

26. Em quaisquer concentrações iniciais, a equação da velocidade (v) da reação elementar de formação do ácido iodídrico (HI) deve ser escrita assim:

A) (k 1 /k 2 ) [H 2 ] ([I 2 ]/[HI] 2 ) mol/l.s

B) k 1 [H 2 ] [I 2 ] mol/l.s

C) K [HI] 2 /([H 2 ] [I 2 ]) mol/l.s

D) k 1 [H 2 ] 2 [I 2 ] 0 mol/l.s

27. Considere as energias de ligação do H 2 , I 2 e HI, respectivamente expressas na tabela abaixo.

Energias de Ligação (kJ/mol) a 25ºC e 1 atm

Ligação

H-H

I-I

H-I

Energia

434,0

150,0

298,0

A quantidade de calor envolvida (DHº) por cada mol de produto formado, nas condições- padrão, deve ser

A) – 143,0 kJ/mol.

B) + 7,0 kJ/mol.

C) – 6,0 kJ/mol.

D) + 441,0 kJ/mol.

As questões 28, 29 e 30 referem-se à situação seguinte.

Um pequeno balão de vidro continha 15,0 ml de certo brometo de alquila (R-Br) líquido, nas condições ambientais de temperatura e pressão. O conteúdo desse balão foi dividido em três amostras iguais, colocadas em tubos de ensaio rotulados, respectivamente, como I, II e III.

28. A primeira amostra (tubo I) de brometo de alquila (R-Br) foi brandamente aquecida com 1,0 g de soda cáustica pura (NaOH). A reação observada, que produziu um monoálcool primário (R- OH) e brometo de sódio (NaBr), pode ser classificada como

A) eliminação.

B) substituição eletrofílica.

C) substituição nucleofílica.

D) adição.

29. A segunda amostra (tubo II) de brometo de alquila (R-Br) foi brandamente aquecida com 1,0 g de sódio metálico (Na), resultando na liberação de gás n-butano (C 4 H 10 ) e na precipitação de brometo de sódio (NaBr). Pela formação desses produtos, pode-se concluir que o radical alquila (R) do haleto contido no balão era

A) etila.

B) metila.

C) 2-butila.

D) n-butila.

30. Em presença de acetona (solvente apolar), 1,0 g de um haleto de potássio (KX) é adicionado à terceira amostra (tubo III) de brometo de alquila (R-Br). Deverá ocorrer alguma reação somente se o íon desse haleto (X - ) for um

A) fluoreto (F - ).

B) brometo (Br - ).

C) cloreto (Cl - ).

D) iodeto (I - ).

Centres d'intérêt liés