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RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA DE BIOQUÍMICA

SINAPSE QUÍMICA
Acadêmico: Juliano da Silva
Orientadora (Tutora Externa) Prof.ª Esp. Nádia Maria Alcântara Pontes
Centro Universitário Leonardo da Vince – UNIASSELVI
Lic. Ciências Biológicas- (BID 0453) – Relatório de aula Prática: BIOQUÍMICA
08/04/2018

RESUMO

Este relatório corresponde a atividade pratica na disciplina de bioquímica, que foi realizada sob
supervisão e orientação da Tutora externa prof. Nádia Maria Alcântara Pontes, juntamente com os
alunos da Turma BID 0453, do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, do
IERGS/UNIASSELVI, no mês de abril de 2018/1. O objetivo deste trabalho foi de compreender os
componentes e relações em uma sinapse química e desenvolver uma metodologia de ensino para a
disciplina de bioquímica.

Palavras-chave: Sinapses. Bioquímica.

1 INTRODUÇÃO

Este relatório corresponde a atividade prática realizada na disciplina bioquimica,


sob supervisão e orientação da Tutora externa prof. Nádia Maria Alcântara Pontes, que juntamente
com os alunos da Turma BID 0453, do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, do
IERGS/UNIASSELVI, no mês de abril de 2018/1.
A prática foi realizada em sala de aula, com matérias de fácil acesso e modelo fornecido pela
tutora externa, em forma de dinâmica de grupo, promovendo além metodologia de ensino e
integração dos colegas.

2 SINAPSES

A sinapse é o meio pelo qual os sinais são transmitidos de um neurônio para


outro(GUYTON, 2011). As sinapses podem ser dividas em dois tipos: químicas e elétricas, sendo
que estas últimas são muito raras em mamíferos (FUENTES, et al., 2008).
Podemos citar r alguns componentes essenciais que participam deste mecanismo tão
fascinante: Como a membrana pré-sináptica, o terminal pré-sináptico (rico em vesículas carreadoras
de neurotransmissores), a membrana pós-sináptica, a fenda sináptica, as vesículas sinápticas, os
neurotransmissores e os receptores pós-sinápticos.

Tudo começa com a propagação de um impulso nervoso através do axônio e sua chegada à
membrana pré-sináptica. Com isso, há uma modificação no potencial de ação da membrana, o que
acarreta na abertura de canais de cálcio e a entrada de íons Ca2+ (cálcio) no terminal do axônio. Isto
leva à liberação do neurotransmissor pelas vesículas sinápticas, na fenda sináptica. Posteriormente,
o neurotransmissor se conecta aos receptores pós-sinápticos.

Isto resulta na abertura de canais iônios na membrana pós-sináptica, culminando com a


entrada de íons Na+ (sódio) e K+ (potássio), originando um novo potencial de ação. Desta maneira,
o impulso nervoso é transmitido de um neurônio a outro. É por este motivo, que se considera a
linguagem do sistema nervoso como sendo eletroquímica (FUENTES et al., 2008).

3 OBJETIVOS DA AULA PRÁTICA

Este experimento tem como objetivo:

• possibilitar a compreensão do mecanismo da sinapse química;

• estimular a criatividade pedagógica em relação aos materiais empregados para a confecção do


modelo;

• aprimorar o espírito inovador dos educandos, necessário à confecção de materiais didáticos;

4 MATERIAIS QUE FORAM UTILIZADOS

• bolinhas de isopor pequenas ou bolas de sagu;

• caneta preta, canetinha ou lápis;

• canetinhas de cores variadas;

• canudos de plástico;

• cartolina preta;

• folha A4;
• massa de modelar de diversas cores.

5 PROCEDIMENTO

1. Construir uma terminação de um axônio, utilizando massa de modelar ou canudos de


plástico.(figura 01)
2. Em seguida, confeccionar as moléculas de neurotransmissores, com bolinhas de papel, ou
utilizar as bolinhas de isopor já prontas. As bolas de sagu também podem imitar as vesículas
sinápticas perfeitamente. Se quiser, pinte as com canetinha para diferenciá-las das outras
estruturas.(figura 02)

3. Para construir as vesículas sinápticas (carreadores dos neurotransmissores), você pode


utilizar a massa de modelar e construir um círculo, de modo a delimitar o espaço as mesmas.

4. A membrana pré-sináptica deverá ser confeccionada deixando-se concavidades na


terminação do neurônio pré-sináptico.

5. Os íons Ca2+, Na+ e K+ podem ser representados por pequenos círculos de cartolina preta.

6. Escrever o nome das estruturas na cartolina. (figura 03)

Figura 01 Figura 02 Figura 03

Fonte:AUTOR

7 RESULTADOS E DISCUSSÕES

Com essa atividade pratica foi possível observar que o ensino e assimilação de
conhecimentos científicos, possam tornar-se prazeroso e divertido, estético e artístico, através da
construção de modelos amplos, podemos identificar que aluno aprende através da relação dos 3
processos básicos de aprendizagem, cognitivo, motor e afetivo.
Já para o professor de Ciências/Biologia o conhecimento de aspectos relativos à
neurociência, em especial, ao mecanismo de transmissão dos impulsos nervoso, permeia não só no
estudo da bioquímica, mas por quase todas as disciplinas de ciências e de biologia ensinadas no
ensino fundamental II e ensino médio, em destaque a Química geral e Orgânica, a Anatomia e
Fisiologia Humanas e a Citologia.

8 CONCLUSÃO

Concluímos com a prática dessa atividade de estudo, nos proporcionou a oportunidade de


interagir, trocar opiniões sobre o assunto em aula, ampliar o que vimos em teoria e fixar o conteúdo
da disciplina visto em teoria.

A pratica trouxe a comprovação que o maior aprendizado se dá pelo exemplo, e como


podemos como educadores trabalhar com metodologias de ensino diversificadas e acessíveis
garantindo aos estudantes o conhecimento necessário, sem comprometer a aprendizagem.

REFERÊNCIAS

GUYTON, A. C. G. Fisiologia Humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

FUENTES, D.; MALLOY-DINIZ, L. F.; CAMARGO, C. F. P.; CONSENZA, M. R.


Neuropsicologia: teoria e prática. Porto Alegre: Artmed, 2008.

TORRES, Edson; FRANZOI, Louise Cristine; HIRONI, Sonia Maria. BIOQUÍMICA.


Indaial: Uniasselvi, 2013.