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Protocolo II - 13 de Novembro de 1991abordaram os critérios e modalidades para a formação e reconhecimentos dos partidos políticos.
Dos Critérios e - 3 b) cada partido deve poder difundir livre e publicamente a sua política.
modalidades c) Serão estabelecidas garantias específicas de acesso aos meios de comunicação social, a funções de financiamento do Estado e às instalações
para aa ou facilidades públicas, segundo o princípio de não discriminação com base em critérios de representatividade a fixar na lei eleitoral.
formação e - 4f) Os partidos devem fazer o registo e fazer a publicação anual dos respectivos balanços de contas bem como a proveniência de seus fundos.
reconhecimento - 6a) as Partes acordam que, imediatamente após a assinatura do Acordo Geral de Paz, a RENAMO iniciará a sua actividade na qualidade de
do Partidos partido político e com as prerrogativas previstas na lei, ficando, porém, sujeira a submeter posteriormente, para o registo, a documentação requerida
Políticos por lei.
Protocolo III 1. a) A Lei eleitoral estabelecerá um sistema eleitoral que respeite os princípios de voto, directo, igual, secreto e pessoal.
V. b) As eleições da AR e do PR são realizadas simultaneamente.´
Procedimentos c) As eleições terão lugar dentro do prazo de um ano a partir da data da assinatura do AGO este prazo poderá ser prorrogado quando se verifiquem
eleitorais: razões que impossibilitem o seu cumprimento.
sistemas de 2. a) terão direito ao voto os cidadãos moçambicanos maior, com exceção dos que tem incapacidade mental;
voto c) o exercício do voto depende da inscrição nas listas eleitorais.
democrático, d) A fim de permitir mais participação nas eleições as partes acordaram em mobilizar todos os cidadãos maiores de 18 para se registarem e
imparcial e exercerem o seu direito de voto.
pluralístico 3. a) para organizar e dirigir o processo eleitoral, Governo criará uma Comissão Nacional de Eleições, por pessoas que por suas características
profissionais e pessoais, dêem equilíbrio, objectividade e independência em relação aos partidos polítricos. Um terço dos membros a designar na
referida Comissão será representado pela RENAMO.
b) A CNE terá dentre várias competências: elaborar em consulta com os partidos políticos o regulamento de propaganda eleitoral, sobre a
distribuição do tempo de antena, sobre a utilização de instalações públicas e privadas. Receber queixar e deliberar sobre as reclamações quanto a
validade das eleições.
4 a) Assembleias de Voto: deverá ser composta por todos os cidadãos eleitores que devem exercer o direito de voto nesse local, e representantes
das diversas candidaturas e partidos político. Estas tem a função de fiscalizar todas as operações eleitorais e enviar os resultados à CNE
5 eleição da AR, a) A CNE decide sobre o número de assentos para cada círculo com base na densidade populacional. É definida uma percentagem
mínima de votos a escala nacional sem a qual os partidos políticos concorrentes não poderão ter assento na AR essa percentagem será acordada
em consulta com todos os partidos políticos no país e não deverá inferior a 5% ou superior a 20%.
6 eleição do PR, a) este é eleito por maioria absoluta dos votos expresso. As candidaturas para o PR são apoiadas com um mínimo de 10000
assinaturas
7 Finanças e Facilidades, a CNE garantirá a distribuição, sem discriminação, a todos os concorrentes, os subsídios e do apoio logístico disponíveis
para a campanha eleitoral em função do número de candidatos de cada partido.
Protocolo III b) Com vista a garantir a maior objectividade no processo eleitoral, as partes acordam em convidar como observadores as Nações Unidas, a OUA
VI. e outras organizações, bem como personalidades estrangeiras idóneas conforme foi acordado entre o Governo e a RENAMO, do início da
Garantias do campanha eleitoral até a tomada de posse.
processo c) Para uma melhor implementação do processo de paz, as partes acordam igualmente na necessidade de solicitar apoio técnico e material às
eleitoral e papel Nações Unidades e à OUA, à começar após a assinatura de Acordo Geral de Paz.
dos
observadores
internacionais
Resumo da Lei nº 13/92 de 14 de Outubro – Aprova o Acordo Geral de Paz