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ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária


PHD 2537 – Água em Ambientes Urbanos

Gestão Ambiental e Saneamento – Conflitos

com a Urbanização

Professores:
Profº. Kamel Zahed Filho
Profº. Luís Antônio Villaça de Garcia
Profª. Mônica Ferreira do Amaral Porto
Profº. Rubem La Laina Porto

Grupo:

Je Seok Yon 3728230


Marcelo Oliveira Homa 2244458
Pedro Palma Neto 2984030

Junho – 2006
1. Saneamento Básico

Saneamento é o conjunto de medidas, visando a


preservar ou modificar as condições do meio ambiente com a
finalidade de prevenir doenças e promover a saúde.
Saneamento básico se restringe ao abastecimento de água e
disposição de esgotos, mas há quem inclua o lixo nesta
categoria. Outras atividades de saneamento são: controle de
animais e insetos, saneamento de alimentos, escolas, locais
de trabalho e de lazer e habitações.
Normalmente qualquer atividade de saneamento tem os
seguintes objetivos: controle e prevenção de doenças,
melhoria da qualidade de vida da população, melhorar a
produtividade do indivíduo e facilitar a atividade
econômica.

Abastecimento de água

A água própria para o consumo humano chama-se água


potável. Para ser considerada como tal ela deve obedecer a
padrões de potabilidade. Se ela tem substâncias que
modificam estes padrões ela é considerada poluída. As
substâncias que indicam poluição por matéria orgânica são:
compostos nitrogenados, oxigênio consumido e cloretos.
Para o abastecimento de água, a melhor saída é a
solução coletiva, excetuando-se comunidades rurais muito
afastadas. As partes do Sistema Público de Água são:
manancial, captação, adução, tratamento, reservação,
reservatório de montante ou de jusante e distribuição.
A água necessita de tratamento para se adequar ao
consumo. Mas todos os métodos têm suas limitações, por isso
não é possível tratar água de esgoto para torná-la potável.

Sistema de Esgotos

Despejos são compostos de materiais rejeitados ou


eliminados devido à atividade normal de uma comunidade.
O sistema de esgotos existe para afastar a
possibilidade de contato de despejos, esgoto e dejetos
humanos com a população, águas de abastecimento, vetores de
doenças e alimentos. O sistema de esgotos ajuda a reduzir
despesas com o tratamento tanto da água de abastecimento
quanto das doenças provocadas pelo contato humano com os
dejetos, além de controlar a poluição das praias. O esgoto
(também chamado de águas servidas) pode ser de vários
tipos: sanitário (água usada para fins higiênicos e
industriais), sépticos (em fase de putrefação), pluviais
(águas pluviais), combinado (sanitário + pluvial), cru (sem
tratamento), fresco (recente, ainda com oxigênio livre).
Existem soluções para a retirada do esgoto e dos dejetos,
havendo ou não água encanada.

Existem três tipos de sistemas de esgotos :


-sistema unitário: é a coleta do esgotos pluviais,
domésticos e industriais em um único coletor. Tem custo de
implantação elevado, assim como o tratamento também é caro.
-sistema separador: o esgoto doméstico e industrial
ficam separados do esgoto pluvial. É o usado no Brasil. O
custo de implantação é menor, pois as águas pluviais não
são tão prejudiciais quanto o esgoto doméstico, que tem
prioridade por necessitar tratamento. Assim como o esgoto
industrial nem sempre pode se juntar ao esgoto sanitário
sem tratamento especial prévio.
-sistema misto: a rede recebe o esgoto sanitário e
uma parte de águas pluviais.

A contribuição domiciliar para o esgoto está


diretamente relacionada com o consumo de água.
As diferenças entre água e esgoto é a quantidade de
microorganismos no último, que é tremendamente maior. O
esgoto não precisa ser tratado, depende das condições
locais, desde que estas permitam a oxidação. Quando isso
não é possível, ele é tratado em uma Estação de Tratamento.
Também existe o processo das lagoas de oxidação.

Disposição do Lixo

O lixo é o conjunto de resíduos sólidos resultantes


da atividade humana. Ele é constituído de substâncias
putrescíveis, combustíveis e incombustíveis. O problema do
lixo tem objetivo comum a outras medidas, mais uma de ordem
psicológica: o efeito da limpeza da comunidade sobre o povo.
O lixo tem que ser bem acondicionado para facilitar sua
remoção. Às vezes, a parte orgânica do lixo é triturada e
jogada na rede de esgoto. Se isso facilita a remoção do
lixo e sua possível coleta seletiva, também representa mais
uma carga para o sistema de esgotos. Enquanto a parte
inorgânica do lixo vai para a possível reciclagem, a
orgânica pode ir para a alimentação dos porcos.
O sistema de coleta tem que ter periodicidade regular,
intervalos curtos, e a coleta noturna ainda é a melhor,
apesar dos ruídos.
O lixo pode ser lançado em rios, mares ou a céu
aberto, enterrado, ir para um aterro sanitário (o mais
indicado) ou incinerado. Também pode ter suas graxas e
gorduras recuperadas, ser fermentado ou passar pelo
processo Indore.

2. Gestão Ambiental

A Gestão Ambiental visa ordenar as atividades humanas


para que estas originem o menor impacto possível sobre o
meio. Esta organização vai desde a escolha das melhores
técnicas até o cumprimento da legislação e a alocação
correta de recursos humanos e financeiros.
O que deve ficar claro é que "gerir" ou "gerenciar"
significa saber manejar as ferramentas existentes da melhor
forma possível e não necessariamente desenvolver a técnica
ou a pesquisa ambiental em si. Pode estar aí o foco da
confusão de conceitos entre a enorme gama de profissionais
em meio ambiente. Pois, muitos são parte das ferramentas de
Gestão (ciências naturais, pesquisas ambientais, sistemas e
outros), mas não desenvolvem esta como um todo, esta função
pertence aos gestores ou gerentes ambientais que devem ter
uma visão holística apurada.
Pode-se então concluir que a Gestão Ambiental é
consequência natural da evolução do pensamento da
humanidade em relação à utilização dos recursos naturais de
um modo mais sábio, onde se deve retirar apenas o que pode
ser reposto ou caso isto não seja possível, deve-se, no
mínimo, recuperar a degradação ambiental causada.

Inundações

Quando ocorrem chuvas contínuas por longos períodos


de tempo, aquele canal que é alimentado por estas chuvas
pode transbordar, passando a ocupar uma faixa lateral ao
canal. Esta faixa tem o nome de várzea ou zona de inundação
natural.

Enchentes

As enchentes são mais graves que as inundações porque


a água das chuvas ocupa uma área maior do que simplesmente
as várzeas dos rios.

Enchentes nas cidades

Algumas cidades são mais sujeitas a inundações e


enchentes porque nasceram muito próximas de rios. A água é
necessária para tudo; assim, nada mais natural que os
homens de antigamente construírem suas casas e vilas ao
lado de rios. Com o passar do tempo, estas vilas
transformaram-se em grandes cidades.
Outras cidades, começaram a sofrer com as enchentes
mesmo situando-se longe dos rios. Algumas das causas das
enchentes são devidas à própria construção das cidades e
tudo que elas contêm: casas, prédios e ruas.
Vamos aqui explicar um pouco disso de uma forma bem
simplificada.
Quando construímos uma casa, um pátio, ou uma calçada,
o que estamos fazendo é revestir a terra, o chão. Antes da
construção a água da chuva podia penetrar no solo com mais
facilidade. Mas depois, a água da chuva não consegue se
infiltrar e então ela escorre pelas superfícies. Isto se
chama impermeabilização do solo. Em um campo aberto com
árvores, uma grande parte da água da chuva fica retida nas
árvores ou infiltra-se no solo. Mas o que ocorre em uma
área ocupada com muitas construções ?
Enquanto você pensa nesta questão, vamos lembrar de
uma outra coisa muito importante sobre o escoamento da água
das chuvas.
Quando a superfície por onde a água escoa é "lisa",
por exemplo, no caso dos pátios de cimento ou das sarjetas
ou ainda o asfalto das ruas, a velocidade da água pode ser
muito maior do que quando a água escoa por uma superfície
mais "áspera", como um gramado.
Isso significa que a água escoa mais depressa e pode
se acumular nos pontos mais baixos de uma área da cidade se
a saída para ela for muito pequena.
Por isso, com o crescimento das cidades, temos maiores
acúmulos de água da chuva que não se infiltra no solo e,
portanto, escoa mais rápido em direção aos pontos críticos.

Drenagem

A drenagem é um conjunto de obras construídas com a


finalidade de evitar inundações freqüentes. Um sistema de
drenagem é composto basicamente pelas bocas de lobo,
galerias pluviais, rios e canais que atravessam a cidade.
A água das chuvas que escoa pelas ruas, calçadas e
sarjetas é captada pelas bocas de lobo e vai para a galeria
de águas pluviais.
Depois de entrar pelas bocas de lobo, a água das
chuvas escoa por uma galeria de águas pluviais e finalmente
é descarregada em algum rio.
Então não podemos confundir galerias pluviais com
rede de esgotos. A galeria pluvial deve transportar somente
água das chuvas e não deve receber ligações de esgotos
domésticos.

3. Saneamento e Poluição

A contaminação do ambiente a partir dos poluentes


gerados pelo desenvolvimento industrial e a superpopulação
vem sendo considerada, nos últimos anos, um dos problemas
mais críticos e merecedor de estudo, principalmente quanto
à degradação ambiental que provoca vazamentos em ductos e
tanques, falhas no processo industrial, problemas no
tratamento de efluentes, disposição inadequada de resíduos
e acidentes no transporte de substâncias químicas. Estas
são as principais causas de contaminação do solo e das
águas superficiais e subterrâneas, com conseqüente
degradação das comunidades biológicas envolvidas.
São inúmeras as variáveis envolvidas no processo de
recuperação, a começar pela multiplicidade de produtos
químicos e matérias químicas hoje manipuladas pelas
indústrias. Somando-se a isto, cada local poluído tem suas
peculiaridades físicas e biológicas com numerosas variáveis
a serem consideradas.

As etapas para o diagnóstico de áreas degradadas por


poluição são as seguintes:

•Identificação e caracterização das fontes de poluição


•Histórico da contaminação
•Caracterização dos poluentes
•Avaliação da extensão da área contaminada
•Caracterização regional
•Caracterização do local contaminado
•Cálculo do estoque de poluentes

Com base nas características do poluente e do


ambiente contaminado, é possível estabelecer procedimentos
básicos de recuperação:

1.Controle das fontes de poluição:


-reparos nas estruturas avariadas, contenção e recolhimento
dos poluentes (no caso de acidentes);
-substituição do processo industrial (tecnologias limpas);
-aumento da eficiência do processo industrial;
-substituição de matérias-primas;
-retenção de efluentes;
-tratamento de efluentes e resíduos: processos químicos,
físicos e biológicos;

2.Contenção dos poluentes:


-construção de barreiras físicas em corpos de água ou solo;
-aplicação de produtos absorventes;

3.Recolhimento dos poluentes:


-sucção e bombeamento de contaminantes líquidos;
-aplicação de produtos adsorventes;
-remoção do solo ou vegetação contaminada;

4.Tratamentos convencionais:
-disposição de resíduos em áreas adequadas;
-incineração de resíduos orgânicos;
-tratamento de efluentes líquidos em biodigestores, lagoas,
filtros;

5.Isolamento da área contaminada:


-impedir o acesso ao local contaminado;
-confinamento do solo e águas contaminadas por barreiras
físicas;
-cobertura do solo para evitar lixiviação ou volatilização
do contaminante;

6.Adaptar o uso do local:


-após o isolamento da área com produtos tóxicos, é possível
destiná-la a um uso compatível como estacionamentos ou
áreas verdes com acesso restrito;
-nos casos de contaminação atmosférica, utilizar espécies
de plantas resistentes para a recuperação;

7.Tratamento “in situ”:


Cada caso de contaminação tem suas peculiaridades
devido às características do poluente e do ambiente afetado.
As condições em que ocorreu a poluição também diferenciam
cada caso.

4. Urbanização

Em conflito com a obrigatoriedade de preservação da


qualidade hídrica de mananciais, a ocupação urbana promove
o crescente desmatamento e a impermeabilização do solo. O
resultado disso se traduz no assoreamento de rios e
córregos com a freqüência ainda maior de cheias e
inundações, que atingem exatamente os estratos mais pobres
da população.
As funções ecológicas das áreas verdes urbanas
auxiliam na prevenção, minimização ou reversão da
degradação do ambiente. Há duas abordagens para a
recuperação ambiental das cidades.

A. Tratamento de espaços individuais – envolve várias


soluções, como correção dos processos já instalados e
tratamento da áreas marginais nas cidades: estações de
tratamento de água ou esgoto, lixões, aterros sanitários,
vazios urbanos, pedreiras abandonadas, favelas.

B. Tratamento geral – organização de um sistema de áreas


verdes que concentre as funções de melhoria da qualidade do
meio e a recuperação de áreas degradadas.

Exemplos de recuperação ambiental:

Conforto microclimático Revegetacão de áreas inertes


Sombreamento
Controle de poluição Barreiras vegetais
atmosférica
Controle de poluição sonora Barreiras vegetais
Regularização hídrica Recuperação de fundo de vales
Revegetação de áreas impermeáveis
Controle de poluição hídrica Recuperação de fundos de vale
Revegetação de áreas impermeáveis
Estabilidade do solo Contenção de encostas
Contenção da erosão laminar
Controle da poluição edáfica Revegetação com espécies
apropriadas
Controle da redução da Regeneração natural ou induzida da
biodiversidade vegetação
Controle de vetores Restauração de habitats de
espécies faunísticas predadoras de
vetores
Conforto ambiental nas Revegetação de áreas inertes
edificações Sombreamento
Controle da poluição visual Barreiras vegetais
Tratamento paisagístico
Saneamento ambiental Recuperação de áreas de mananciais
Revegetação de áreas impermeáveis
Conservação de energia Sombreamento
Produção de biomassa
5. Gestão dos recursos hídricos e os serviços de saneamento

Aspectos legais e institucionais

-compete à União instituir o sistema nacional de


gerenciamento de recursos hídricos e legislar
privativamente sobre águas;
-é competência executiva comum a todos os entes federados
proteger o meio ambiente e combater a poluição;
-é responsabilidade do poder público a prestação dos
serviços públicos;
-nas RM’s, os serviços públicos extrapolam os limites
municipais, acrescentando um novo conceito – o do interesse
comum;
-compete aos Estados: “integrar a organização, o
planejamento e a execução das funções públicas de interesse
comum”;
-há uma grande polêmica relacionada à titularidade sobre
os serviços de interesse comum;

Assim, a gestão dos recursos hídricos encontra-se em


um estágio mais avançado do que a regulação dos serviços de
saneamento.

Regulamentação, regulação e controle

-lei 9433/97 prevê a gestão dos recursos hídricos;


-os serviços de abastecimento de água e de esgoto sanitário
devem ser dotados de mecanismos de Regulação e Controle;
-quando ocorre a delegação da prestação dos serviços a
agentes privados – o controle e a regulação é reforçada;
-conflito entre 3 tipos de agentes na prestação de
serviços: Usuário, Governo e Prestador de Serviço;
-governo tem o papel de árbitro – se conseguir assegurar o
interesse tanto dos usuários como dos empreendedores
particulares, é possível ampliar a capacidade de
investimento e a eficiência.
Desafios da integração

-os problemas de gestão dos RH’s dependem da complexidade


dos serviços de água e esgoto;
-segundo a legislação: a prioridade é para o consumo
humano;
-a cobrança pelo uso do recurso natural é um instrumento de
controle dos desperdícios;
-deve-se definir regras para os serviços públicos de
interesse comum;
-controle sobre a prestação de serviços mais independentes
possível do Governo;
-condições para autonomia: participação organizada e
institucionalizada da sociedade; mecanismos democráticos de
designação dos dirigentes; e autonomia financeira vinculada
a receitas próprias, independentes do orçamento público.

6. Exemplo de Programa de Saneamento Ambiental Urbano

Conceito
É um programa que tem por objetivo ampliar a
cobertura e melhorar a qualidade dos serviços de saneamento
ambiental urbano em municípios com população superior a
30.000 habitantes.

Acesso ao recurso
O Programa, que tem gestão do Ministério das Cidades
- MCidades, é operado com recursos do Orçamento Geral da
União - OGU.
O MCidades procede à seleção das operações a serem
atendidas pelo Programa e informa à CAIXA para fins de
análise e contratação da operação.
O proponente deve encaminhar Plano de Trabalho à
CAIXA na forma constante da Portaria nº 82, de 25.02.2005,
que anualmente estabelece as condições de contratação no
exercício. O Plano de Trabalho deve ser compatível com as
modalidades e com os objetivos do Programa e com a seleção
efetuada pelo Gestor.
Deve, ainda, ser fornecido à CAIXA, junto com o Plano
de Trabalho, documentação técnica, social e jurídica
necessária à análise da proposta.
Verificada a viabilidade da proposta e comprovada a
situação de adimplência do proponente, segundo as
exigências da legislação vigente, é formalizado Contrato de
repasse de recursos entre a CAIXA e o Estado, Distrito
Federal ou Município ou órgãos das respectivas
administrações diretas e indiretas.
O repasse é efetivado de acordo com as etapas
executadas do empreendimento devidamente comprovadas.
Os recursos são depositados em conta específica,
aberta em agência da CAIXA, exclusivamente, para
movimentação de valores relativos à execução do objeto do
contrato assinado.

Contrapartida
Deve ser verificada a adequabilidade da contrapartida
oferecida aos percentuais mínimos definidos pelo MCidades,
em conformidade com a LDO e com base no IDH-M, conforme
disposto no site do MCidades, por município/estado/DF, no
endereço www.cidades.gov.br no link Sistemática 2005.

AÇÕES
APOIO À IMPLANTAÇÃO E AMPLIAÇÃO DOS SISTEMAS DE
ABASTECIMENTO DE ÁGUA EM MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO SUPERIOR
A 30.000 HABITANTES

Objetivos
Contemplar intervenções necessárias ao aumento da
cobertura dos serviços de abastecimento de água nas áreas
mais carentes do País e ser implementada por intermédio da
execução dos seguintes empreendimentos:
-sistema de captação de água, inclusive estação elevatória;
-adução de água bruta ou água tratada, inclusive estação
elevatória;
-reservação;
-estação de tratamento (ETA);
-rede de distribuição;
-ligação domiciliar, incluindo instalação de hidrômetro;
-sistema simplificado de abastecimento, incluindo conjunto
constituído de poços, reservatórios e chafarizes.

APOIO À IMPLANTAÇÃO E AMPLIAÇÃO DE COLETA E


TRATAMENTO DE ESGOTOS EM MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO SUPERIOR
A 30.000 HABITANTES

Objetivos
Contemplar intervenções necessárias ao aumento da
cobertura de serviços de esgotamento sanitário nas áreas
mais carentes do País e ser implementada por intermédio da
execução dos seguintes empreendimentos, dispostos por tipo
de solução.
Na implantação de soluções coletivas, com sistema de
coleta e tratamento de esgotos:
-rede coletora, adotando-se, sempre que possível, o sistema
condominial;
-estação elevatória;
-interceptor e emissário;
-estação de tratamento (ETE);
-ligação domiciliar e intradomiciliar;
-instalações hidráulico-sanitárias domiciliares.
Nas soluções individuais de esgotamento sanitário:
-fossa séptica, inclusive instalações para disposição final
do efluente;
-instalações hidráulico-sanitárias domiciliares.