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Esef/Upe

Gabriel Lima Silva

Considerações sobre a Educação Física na Base Nacional


Comum Curricular

A educação Física ganhou um novo olhar na base nacional comum. De inicio, já


se percebe o contexto em que ela está inserida nas linguagens e suas tecnologias junto
com Artes, língua inglesa e língua portuguesa, tendo como foco o desenvolvimento de
competências e habilidades a serem alcançadas. Chega até ser duvidoso se é possível
conseguir que os alunos possuam tais competências e habilidades. Por exemplo, a
competência especifica 3:

Utilizar diferentes linguagens (artísticas, corporais e verbais) para exercer, com autonomia e
colaboração, protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva, de forma crítica, criativa, ética e
solidária, defendendo pontos de vista que respeitem o outro e promovam os Direitos Humanos, a
consciência socioambiental e o consumo responsável, em âmbito local, regional e global.

Esta competência tem como objetivo que o aluno exerça a sua autonomia. Mas Lendo-
a bem, percebesse o grau de complexidade que chega até ser utópico. Além de que,
quais tipos de alunos a Base se refere? Será que todos os alunos serão capazes de
exercer sua autonomia nos aspectos proposto por ela? Do que adianta promover uma
competência (que chega até ser surreal), e não tem a devida responsabilidade de se
comprometer com essa autonomia? Aparenta semelhança com a teoria do Capital
Humano, onde você precisa investir na sua Educação para que possa ser competitivo
no mercado de trabalho. Caso você não consiga, a culpa é sua e não do governo.
Nesse sentindo é importante perceber as fragilidades de apenas uma competência da
nova BNCC.

Analisando bem sobre como a BNCC trata a Educação Física, fica bem ligada
com as fragilidades de algumas competências e bastante sobrecarregada. No ensino
fundamental:

a Educação Física procurou garantir aos estudantes oportunidades de apreciação e produção de


brincadeiras, jogos, danças, ginásticas, esportes, lutas e práticas corporais de aventura. As práticas
foram trabalhadas visando à compreensão de suas origens; dos modos de aprendê-las e ensiná-las; da
veiculação de valores, condutas, emoções e dos modos de viver e perceber o mundo; da reflexão crítica
sobre padrões de beleza, exercício, desempenho físico e saúde; das relações entre as mídias, o consumo
e as práticas corporais; e da presença de preconceitos, estereótipos e marcas indenitárias.
E no ensino médio:

a abordagem integrada da cultura


corporal de movimento na área de Linguagens e suas Tecnologias
aprofunda e amplia o trabalho realizado no Ensino Fundamental,
criando oportunidades para que os estudantes compreendam as
inter-relações entre as representações e os saberes vinculados às
práticas corporais, em diálogo constante com o patrimônio cultural
e as diferentes esferas/campos de atividade humana.

Como percebesse, é apresentados jogos, danças, ginasticas, esportes etc. no ensino


fundamental para depois criar inter-relações entre as representações e os saberes
vinculados às práticas corporais. Em outras palavras, não vamos perder tempo com
educação física no ensino médio, a importância é os vestibulares. Então fica a
pergunta, onde está o movimento em uma educação física estática? É isso que se
percebe em relação ao ensino médio, praticamente ausência de aulas praticas.

Ao todo, a base apresenta muitas fragilidades em relação a Educação Física.


Tendo uma predominância de incerteza se as escolas, professores e alunos
conseguiram atingir os objetivos determinados por ela. Que no meu vê, é mais uma
vez um processo de descontinuidade da educação e principalmente da educação Física
escolar.