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EMPREENDEDORISMO NA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Na área de TI, considerada ampla, por estar inovando a cada dia e oferecer
alicerces para as mudanças tecnológicas nas organizações, exige constante
atualização por parte dos profissionais que se dedicam nesse campo,
buscando novos caminhos, soluções e avaliações dos processos utilizados.

A importância do empreendedorismo para esse profissional merece especial


atenção, pois hoje, as empresas procuram pessoas que se destacam não só
pelo conhecimento tecnológico e cultural, mas como líderes, visionários e com
ideias inovadoras, capazes de criar diferenciais para concorrer com o mercado.
Nesse sentido, deve ser uma prática no dia-a-dia do profissional de TI , pois o
termo já define a sua natureza: o que empreende, o que implementa, o que
cria, o que põe na prática aquilo que aprendeu, enfim, aquele que usa da
técnica e da tecnologia para desenvolver seus projetos e atividades.

Sendo empregador ou empregado, esse profissional terá em determinados


momentos, a incumbência de agir como um empreendedor, para liderar
equipes, ter ideias inovadoras e identificar oportunidades. Reforça-se aqui a
importância desse assunto, pois foi através do profissional de TI, que surgiram
grandes ideias e inovações, que revolucionaram o mundo da tecnologia.

A TI é um dos desafios enfrentados hoje pelas empresas, a qual está inserida


em todas as áreas de conhecimento, com o objetivo de facilitar o trâmite e a
precisão das informações em tempo quase que real, entre vários usuários,
rapidez na geração de relatórios, possibilidade de acesso aos clientes para
aquisição de produtos comercializados no e-commerce entre outros.

Assim como em todas as áreas, a Tecnologia da Informação – TI, requer algo


inovador e revolucionário, com o objetivo de propiciar melhoras em diversos
segmentos que compõem todo o ciclo de gestão da informação, estendendo-se
posteriormente, a toda estrutura organizacional.

Maria de Fátima Abud Olivieri – PhD em Administração, Mestre em


Educação, Arte e História da Cultura; Pós-Graduada em Marketing e
Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social, Professora
Universitária e de Pós-Graduação; autora de vários artigos e co-autora
de livros sobre gestão;Coordenadora de Seminários Internacionais.
Empreendedorismo e tecnologia

Empreendedor nato
Os empreendedores natos são os mais conhecidos e reverenciados.
Normalmente são pessoas que começaram a trabalhar desde muito cedo, com
poucas condições, e acabaram criando grandes empresas. Como desde muito
jovens esses empreendedores iniciaram a sua jornada de trabalho, acabaram
adquirindo a habilidade de negociação e venda. São visionários, otimistas,
estão sempre à frente de seu tempo e comprometidos em realizar os seus
sonhos.
Empreendedor que aprende
O empreendedor que aprende é caracterizado por ser aquele que, ao se
deparar com uma oportunidade de negócio, decide aprender a gerir seu próprio
empreendimento. Normalmente são aquelas pessoas que, quando menos
esperava, se depararam com uma oportunidade de negócio e tomaram a
decisão de mudar o que faziam na vida para se dedicarem ao próprio negócio.
E, então, vem a tomada de decisão, que para esse tipo de empreendedor pode
levar um pouco mais de tempo para que ele possa decidir, mas ele acaba
assumindo o risco e criando seu próprio negócio, ou fazendo algum tipo de
parceria ou sociedade. É o caso clássico de quando a oportunidade “bate na
porta”. Um ponto importante a se levantar é que o empreendedor que aprende
necessita do surgimento de uma oportunidade. Sua característica é de ter uma
maior cautela que os demais empreendedores; e, por isso, quando ele se
depara com a oportunidade, ele não assume o risco imediatamente, mas, sim,
depois de ver as possibilidades e a viabilidade do negócio ou da ideia.
Empreendedor serial
O empreendedor serial é aquele que cria um negócio para vendê-lo. Dessa
forma, o capital ganho com essa ideia inicial é utilizado para criar outro, vendê-
lo novamente e produzir algo novo sempre, tornando-se uma atividade cíclica.
Assim, a venda é parte do fim de um empreendimento e o começo de um novo.
Empreendedor corporativo
O empreendedor corporativo tem ganhado importância nos últimos anos devido
ao crescimento de multinacionais e à necessidade de inovação e de
continuarem evoluindo. São executivos que se destacam e que buscam crescer
dentro da empresa, trazendo bons frutos para a organização. Possuem grande
conhecimento em ferramentas administrativas e sabem gerenciar uma equipe
com excelência. Também são considerados ótimos vendedores e
negociadores, pois sabem vender a sua ideia e trabalhar em situações
limitadas, nas quais a empresa não dá toda a liberdade para o empreendedor
agir. Ele sabe desenvolver seu networking dentro e fora da empresa para trazer
pessoas à equipe e também gerar novas oportunidades. Na maioria das vezes,
são pessoas muito confiantes.
Empreendedor social
O empreendedor social vem de qualquer setor que seja sem fins lucrativos,
possuindo as características dos empreendedores tradicionais de criatividade,
visão e determinação. Ele busca a inovação social no lugar do dinheiro por
meio do emprego e da focalização na inovação, almejando o benefício social
que ela pode trazer, além de utilizarem de suas experiências organizacionais e
empresariais para ajudar os outros. Os empreendedores sociais podem
trabalhar em negócios éticos, órgãos governamentais, públicos, voluntários e
comunitários.
Empreendedor por necessidade
Empreendedores por necessidade são aqueles que iniciaram um
empreendimento autônomo por não possuírem melhores opções para o
trabalho e precisam abrir um negócio a fim de gerar renda para si e suas
famílias. O empreendedorismo por necessidade é evidentemente aquele que
está visivelmente menos fadado ao sucesso, embora existam, sim, alguns
casos de sucesso. A maioria desses empreendedores entram no mercado
totalmente despreparado, sem conhecimento dos verdadeiros riscos e
totalmente expostos ao fracasso.
Empreendedor herdeiro
O empreendedor herdeiro é motivado desde cedo a empreender. Ele tem a
missão de continuar o legado da família, administrando a empresa e os
recursos nela envolvidos a fim de que o empreendimento se sustente por mais
tempo. Existem os tipos mais inovadores, que tendem a buscar medidas
diferentes das que estão atuando na empresa e que são mais visionários. Por
outro lado, existe o tipo mais conservador, que tende a manter as coisas como
estão e tem uma gestão muito mais próxima da gestão anterior.
Empreendedor normal
O empreendedor normal (planejado) é aquele que busca capacitar-se,
preocupando-se com os próximos passos da organização, minimizando os
riscos, que possui clara visão do futuro e de suas metas para a organização. O
planejamento aumenta a capacidade de o negócio ser bem sucedido. Logo, o
empreendedor normal seria o mais completo e uma referência a ser seguida,
mas que não representa uma quantidade expressiva de empreendedores na
prática.
Bibliografia

http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/empreendorismo-em-
tecnologia-da-informacao-ti/44077/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Empreendedorismo
FACULDADE ANHANGUERA

EMPREENDEDORISMO
NA
INFORMAÇÃO

MATHEUS AMÉRICO DOS SANTOS