Vous êtes sur la page 1sur 89

M A N U A L PA R A E L A B O R A Ç Ã O

DE TRABALHOS CIENTÍFICOS
2 0 1 6
DEVRY BRASIL
SUPERVISÃO NACIONAL DE BIBLIOTECA
COMISSÃO DE NORMALIZAÇÃO

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS

FORTALEZA
2016
DEVRY BRASIL

VICE-PRESIDÊNCIA DE OPERAÇÕES
Geraldo Magela de Souza Moraes Júnior

DIRETORIA DE OPERAÇÕES
Italo Ghignone

SUPERVISÃO NACIONAL DE BIBLIOTECA


Leilane Maria Lucena Pereira de Alencar

COMISSÃO DE NORMALIZAÇÃO
Ana Paula Oliveira– Área 1/Ruy Paralela
Bruna Medeiro – Fanor
Carla Delgado - Faci
Gilmara Lane Lima - FMF
Grácia Jaqueline Torres - Ruy Barbosa
Jadinilson Afonso de Melo – Unifavip/FBV/Devry João Pessoa
Janaína Lima – Devry São Luís
Leilane Lucena – Fanor
Maria do Socorro Campos - Faci
Marijane Vilarinho – Facid
Marília Lessa - Área 1/Ruy Paralela
Marineide Vasconcellos – Faci
Nadir Amádio - Damásio

REVISÃO EDIÇÃO ATUAL


Marília Lessa - Área 1/Ruy Paralela
Leilane Lucena – Devry Brasil
APRESENTAÇÃO

A pesquisa é uma atividade importante para a formação e atuação de


qualquer profissional. É através da pesquisa que o aluno confronta teoria e prática,
pensa para a coletividade, consolida interesses ou descobre novos, exerce sua
profissão de forma ampla, compreende um pouco mais a realidade.
Na graduação se faz iniciação científica: através dos grupos de estudo, das
semanas acadêmicas com submissão de trabalho, da disciplina de metodologia da
pesquisa e das disciplinas de TCC. Todos são possibilidades para o fazer-ciência.
O “fazer pesquisa” é um produto complexo1 E tal complexidade exige uma
busca pelo desconhecido, por novos caminhos2. A contemporaneidade, e suas
relações cada vez mais complexas, exige soluções inovadoras. É o momento do
(RE) aprender: a pensar, a conectar, a questionar...
Para a concretização do trabalho científico algumas exigências são
necessárias: a normalização do trabalho científico é uma delas.
O objetivo principal desse manual não é ensinar alunos/professores a fazer
seu trabalho/sua pesquisa, mas, sim, ajudá-los a escrevê-lo dentro das normas
preconizadas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
Sabe-se que a produção do conhecimento científico pode ser, para os jovens
pesquisadores, uma tarefa bastante árdua. Por isso, em caso de dúvidas, procure o
profissional Bibliotecário da sua Instituição e/ou professores-orientadores.

Prof (a) Ms. Raquel Barreto


Fanor|Devry

1 WORTMANN, M. L. C.; VEIGA-NETO, A. Estudos culturais da ciência e educação. Belo


Horizonte: Autêntica, 2001.
2 ZAKON, A. Qualidades desejáveis na iniciação científica. Ciência e cultura, v. 41, n. 9, p. 868-877,
1989.
LISTAS DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1 - Capa .................................................................................................... 13

Figura 2 - Folha de rosto ...................................................................................... 15

Figura 3 - Modelo de ficha catalográfica .............................................................. 17

Figura 4 - Modelo de errata .................................................................................. 18

Figura 5 - Modelo de termo de aprovação ........................................................... 19

Figura 6- Modelo de dedicatória ........................................................................... 21

Figura 7 - Modelo de agradecimento .................................................................... 22

Figura 8 - Modelo de epígrafe .............................................................................. 23

Figura 9 - Modelo de resumo ............................................................................... 25

Figura 10- Modelo de lista de figuras ................................................................... 26

Figura 11 - Modelos de listas de tabelas .............................................................. 27

Figura 12 - Modelo de lista de abreviaturas e siglas ............................................ 29

Figura 13 - Lista de símbolos ............................................................................... 31

Figura 14 - Modelo de sumário............................................................................. 32

Figura 15 - Modelo de referências........................................................................ 38

Figura 16- Layout do papel anverso da folha ....................................................... 59

Figura 17- Layout do papel verso da folha.............................................................60

Figura 18 - Modelo de nota de rodapé...................................................................62

Figura 19 – Biblioteca UNIFAVIP ..........................................................................69


LISTA DE QUADROS

Quadro 1 – Estrutura do trabalho monográfico.......................................................11


Quadro 2 – Orientação para apresentação de trabalhos........................................58
Quadro 3 – Disposição dos elementos....................................................................72
Quadro 4 – Estrutura para artigos científicos..........................................................79
Tabela 1 – Indicadores da produção industrial.......................................................70
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ................................................................................................ 9
1.1 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS: DEFINIÇÕES .......... 9
1.1.1 Trabalhos acadêmicos, trabalhos de conclusão de curso de
graduação e especialização, e/ou aperfeiçoamento, monografia, artigos e
similares ............................................................................................................ 9
1.1.2 Trabalho de conclusão de curso (TCC) ................................................. 9
1.1.3 Projeto de pesquisa ................................................................................ 9
1.1.4 Monografia ............................................................................................. 10
1.1.5 Artigo científico ..................................................................................... 10
1.1.6 Dissertação ............................................................................................ 10
1.1.7 Tese ........................................................................................................ 10
2 ESTRUTURA DO TRABALHO MONOGRÁFICO ........................................ 11
2.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS .................................................................. 12
2.1.1 Capa........................................................................................................ 12
2.1.2 Folha de rosto ........................................................................................ 14
2.1.2.1. Anverso da folha ................................................................................. 14
2.1.2.2 Verso da folha de rosto ........................................................................ 16
2.1.3 Errata ...................................................................................................... 17
2.1.4 Folha de aprovação ............................................................................... 17
2.1.5 Dedicatória ............................................................................................. 20
2.1.6 Agradecimento ...................................................................................... 21
2.1.7 Epígrafe .................................................................................................. 22
2.1.8 Resumo .................................................................................................. 23
2.1.8.1 Resumo em língua vernácula ............................................................... 23
2.1.8.2 Resumo em língua estrangeira ............................................................ 23
2.1.9 Lista de ilustrações ............................................................................... 25
2.1.10 Lista de tabelas ................................................................................... 27
2.1.11 Lista de abreviaturas e siglas ............................................................ 28
2.1.12 Lista de símbolos ................................................................................ 30
2.1.13 Sumário ................................................................................................ 31
2.2 ELEMENTOS TEXTUAIS ........................................................................... 33
2.2.1 Introdução .............................................................................................. 34
2.2.2 Desenvolvimento ................................................................................... 34
2.2.2.1 Metodologia .......................................................................................... 34
2.2.2.2 Referencial teórico................................................................................ 35
2.2.2.3 Análise de dados .................................................................................. 35
2.2.3 Considerações finais ............................................................................ 35
2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS .................................................................. 36
2.3.1 Referências ............................................................................................ 36
2.3.1.1 Regras gerais de apresentação ........................................................... 36
2.3.1.2 Regras específicas ............................................................................... 39
2.3.2 Glossário ................................................................................................ 55
2.3.3 Apêndices .............................................................................................. 55
2.3.4 Anexos ................................................................................................... 55
3 ORIENTAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS .................. 57
3.1 FORMATAÇÃO .......................................................................................... 57
3.2 MARGENS ................................................................................................. 58
3.3 ESPAÇOS .................................................................................................. 61
3.4 NOTAS DE RODAPÉ ................................................................................. 61
3.5 INDICATIVOS DE SEÇÃO ......................................................................... 63
3.6 PAGINAÇÃO .............................................................................................. 63
3.7 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA ................................................................. 64
3.8 CITAÇÕES ................................................................................................. 64
3.8.1 Sistema de chamada ............................................................................. 67
3.8.2 Sistema autor-data ................................................................................ 67
3.9 SIGLAS ...................................................................................................... 69
3.10 EQUAÇÕES E FÓRMULAS ..................................................................... 69
3.11 ILUSTRAÇÕES ........................................................................................ 69
3.12 TABELAS ................................................................................................. 70
4 ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA .............................................. 71
4.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS .................................................................. 72
4.1.1 Capa........................................................................................................ 72
4.1.2 Lombada ................................................................................................ 72
4.1.3 Folha de rosto ........................................................................................ 72
4.1.4 Lista de ilustrações ............................................................................... 73
4.1.5 Lista de tabelas ..................................................................................... 73
4.1.6 Lista de abreviaturas e siglas .............................................................. 73
4.1.7 Lista de símbolos .................................................................................. 73
4.1.8 Sumário .................................................................................................. 74
4.2 ELEMENTOS TEXTUAIS ........................................................................... 74
4.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS .................................................................. 74
4.3.1 Referências ............................................................................................ 75
4.3.2 Glossário ................................................................................................ 75
4.3.3 Apêndice ................................................................................................ 75
4.3.4 Anexo ..................................................................................................... 75
4.4 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO ................................................. 75
4.4.1 Formato .................................................................................................. 75
4.4.2 Margem................................................................................................... 75
4.4.3 Espacejamento ...................................................................................... 76
4.4.4 Notas de rodapé .................................................................................... 76
4.4.5 Indicativos de seção ............................................................................. 76
4.4.6 Título sem indicativo numérico ............................................................ 77
4.4.7 Numeração progressiva........................................................................ 77
4.4.8 Paginação .............................................................................................. 77
4.4.9 Citações ................................................................................................. 77
5 ESTRUTURA PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS ............ 78
5.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS .................................................................. 78
5.1.1 Título....................................................................................................... 78
5.1.2 Autor (es) ............................................................................................... 79
5.1.3 Resumo em língua vernácula ............................................................... 79
5.2 ELEMENTOS TEXTUAIS ........................................................................... 79
5.2.1 Introdução .............................................................................................. 79
5.2.2 Desenvolvimento e demonstração dos resultados ............................ 79
5.2.3 Considerações finais ............................................................................ 79
5.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS .................................................................. 80
5.3.1 Título e subtítulo em língua estrangeira.............................................. 80
5.3.2 Resumo em língua estrangeira ............................................................ 80
5.3.3 Notas explicativas ................................................................................. 80
5.3.4 Referências ............................................................................................ 80
5.3.5 Glossário ................................................................................................ 80
5.3.6 Apêndice ................................................................................................ 80
5.3.7 Anexo ..................................................................................................... 81
5.4 INDICATIVO DE SEÇÃO ........................................................................... 81
5.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA ................................................................. 81
5.6 CITAÇÕES ................................................................................................. 81
5.7 SIGLAS ...................................................................................................... 81
5.8 ILUSTRAÇÕES .......................................................................................... 81
5.9 TABELAS ................................................................................................... 81
5.10 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO ............................................... 82
5.10.1 Formatação .......................................................................................... 82
5.10.2 Margens................................................................................................ 82
5.10.3 Espacejamento .................................................................................... 82
REFERÊNCIAS ................................................................................................ 83
APÊNDICES .................................................................................................... 85
ANEXOS .......................................................................................................... 87
9

1 INTRODUÇÃO

O manual para elaboração de trabalhos científicos foi baseado e atualizado a


partir de contribuições da literatura específica em Metodologia do Trabalho Científico
e nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

1.1 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS: DEFINIÇÕES

A NBR 14724:2011 tem como objetivo especificar princípios gerais para a


elaboração de trabalhos acadêmicos como teses, dissertações e trabalhos de
conclusão de curso (tcc), visando a sua apresentação à instituição, banca, comissão
examinadora de professores, especialistas designados e outros.

1.1.1 Trabalhos acadêmicos, trabalhos de conclusão de curso de graduação e


especialização, e/ ou aperfeiçoamento, monografia, artigos e similares.

Documentos que representam o resultado de estudos, devendo expressar


conhecimento do assunto escolhido, que deve ser obrigatoriamente emanado da
disciplina, módulo, estudo independente, curso, programa e outros ministrados.

1.1.2 Trabalho de conclusão de curso (TCC)

Poderá ser desenvolvido sob as seguintes formas: projetos, monografias,


análises de casos, protótipos, performances, diagnósticos, produção artística,
desenvolvimento de instrumentos, equipamentos, entre outros, de acordo com a
natureza da área profissional e com os fins do curso.

1.1.3 Projeto de pesquisa

Compreende uma das fases da pesquisa descrevendo sua estrutura,


documento que define tema, propõe problemas e cria as primeiras hipóteses. Um
projeto de pesquisa bem elaborado, com fundamentação teórica persistente, auxilia
o processo de construção da monografia.
10

1.1.4 Monografia

Documento que representa resultado de um estudo sobre um tema escolhido,


com suficiente valor representativo e que obedece uma metodologia. Deve ser feito
sob a coordenação de um orientador.

1.1.5 Artigo científico

Parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute


ideias, informações, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas
do conhecimento.

1.1.6 Dissertação

Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou


exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em
sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve
evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de
sistematização do candidato. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor),
visando a obtenção de um título de mestre.

1.1.7 Tese

Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou


exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. Deve ser
elaborado com base em investigação original, constituindo-se em real contribuição
para a especialidade em questão. É feito sob a coordenação de um orientador
(doutor) e visa a obtenção do título de doutor, ou similar.
11

2 ESTRUTURA DO TRABALHO MONOGRÁFICO

Quadro 1- Estrutura do trabalho monográfico

ESTRUTURA ELEMENTO OPÇÃO

TEXTUAIS
PRÉ -
Capa Obrigatório

PARTE EXTERNA Lombada Opcional

Folha de rosto Obrigatório


Errata Opcional
Folha de aprovação Obrigatório
PRÉ - TEXTUAIS

Dedicatória (s) Opcional


PARTE INTERNA

Agradecimentos Opcional

Epígrafe Opcional
Resumo na língua vernácula Obrigatório
Resumo em língua
estrangeira Obrigatório
Lista de ilustrações Opcional

Lista de tabelas Opcional


Lista de abreviaturas e
siglas Opcional
Lista de símbolos Opcional
Sumário Obrigatório
PÓS - TEXTUAIS TEXTUAIS

Introdução Obrigatório
Desenvolvimento Obrigatório
Considerações finais Obrigatório
Referências Obrigatório
Glossário Opcional
Apêndice (s) Opcional
Anexo (s) Opcional
Índice (s) Opcional
Fonte: Comissão de Normalização
12

2.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

Elementos que antecedem o texto com informações que ajudam na


identificação e utilização do trabalho (NBR 14724, 2011).

2.1.1 Capa

Faz parte dos elementos que compõe a parte externa do trabalho.


Deve reproduzir os elementos mais representativos, tais como:

a) Nome da instituição;
b) Nome do curso;
c) Nome do autor;
d) Título – deve ser claro e preciso, identificando o seu conteúdo e possibilitando a
indexação e recuperação da informação;
e) Subtítulo - se houver, deve ser precedido de dois pontos, evidenciando a sua
subordinação ao título;
f) Local (cidade) da instituição onde será apresentado;
g) Ano de depósito (da entrega).

Nota: No caso de cidades homônimas recomenda-se o acréscimo da sigla da


unidade da federação (Estado).
13

Figura 1 - Capa

FANOR – FACULDADE NORDESTE


CURSO DE FISIOTERAPIA

DORIANA ROSALYN GONZALEZ RODRIGUEZ

FISIOTERAPIA AQUÁTICA EM PACIENTE COM DIAGNÓSTICO DE


PORFIRIA INTERMITENTE AGUDA: ESTUDO DE CASO

FORTALEZA
2012

Fonte: Comissão de Normalização


14

2.1.2 Folha de rosto

É o primeiro elemento que compõe a parte interna do trabalho, conforme a


NBR 14724, 2011.

2.1.2.1 Anverso da folha

De acordo com a ABNT 14724:2011, folha que contém os elementos


essenciais à identificação do trabalho. Os elementos que devem ser apresentados
são:
a) Nome do autor (a);
b) Título;
c) Subtítulo (se houver);
d) Natureza: tipo do trabalho (monografia, projeto, memorial e etc.) e
objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros); nome da
instituição a qual o trabalho será submetido e orientador;
e) Local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado;
f) Ano de depósito (da entrega).
15

Figura 2 - Folha de rosto

DORIANA ROSALYN GONZALEZ RODRIGUEZ

FISIOTERAPIA AQUÁTICA EM PACIENTE COM DIAGNÓSTICO DE


PORFIRIA INTERMITENTE AGUDA: ESTUDO DE CASO

Monografia apresentada ao curso de


Fisioterapia, da Fanor – Faculdade
Nordeste, como requisito parcial para a
obtenção do grau de Bacharel em
Fisioterapia.

Orientador: Profa. Ms. Ana Karina


Monte.

FORTALEZA
2012

Fonte: Comissão de Normalização


16

2.1.2.2 Verso da folha de rosto

Deve conter a ficha catalográfica, conforme o Código de Catalogação Anglo-


americano vigente, produzida na Biblioteca. O aluno deverá enviar as seguintes
informações do trabalho: folha de rosto, resumo, orientador, nº de páginas, curso e
se há ilustrações coloridas ou não, para o email da Biblioteca, para que a ficha seja
confeccionada pelos bibliotecários. O prazo para entrega da ficha é de 48hs úteis
após a solicitação.

Figura 3 – Modelo de ficha catalográfica

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)


Bruna de Melo Medeiro CRB3/1256

615.82
O51f Oliveira, Raquel Campos de.
Fisioterapia e plasticidade cerebral em paciente com sequelas crânio
encefálico / Raquel Campos de Oliveira. -- 2006.
76 f.

Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) – Faculdade Nordeste,


2006.
Orientadora: Profª. Alice Mendonça Alves Costa.

1. Plasticidade cerebral. 2. Traumatismo crânio encefálico.


3. Fisioterapia. I. Costa, Alice Mendonça Alves. II. Título.

Fonte: Comissão de Normalização

Fonte: Comissão de Normalização


17

2.1.3 Errata

Elemento opcional que deve ser inserido logo após a folha de rosto, que
consiste em uma lista dos erros observados após a impressão, trazendo as devidas
correções. Apresenta-se em papel A4 avulso ou encartado, acrescido ao trabalho
depois de impressão.
Constituído pelo texto da errata e disposto da seguinte maneira:

Se a educação sozinha não transforma a sociedade, semela, tampouco, a


sociedade muda.
Paulo Freire

FERRIGNO, C. R. A. Tratamento de neoplasias ósseas apendiculares com


reimplantação de enxerto ósseo atólogo autoclavado associado ao plasma rico
em plaquetas: estudo crítico na cirurgia de preservação de membro em cães. 2011.
128 f. Tese (Livre-Docência) - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia,
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011.

Figura 4 – Modelo de errata

Figura 5 - Modelo de errata

ERRATA
Folha Linha Onde se lê Leia-se
10 2 semela sem ela
34 23 atólogo autólogo

Fonte: Comissão de Normalização

2.1.4 Folha de aprovação

De acordo com a ABNT 14724:2011 é um elemento obrigatório. Deve ser


inserida após a folha de rosto.
A folha de aprovação deve conter os seguintes elementos:
a) nome do autor (a);
b) título;
18

c) subtítulo (se houver);


d) natureza, (tipo do trabalho, objetivo, nome da instituição a que é
submetido);
e) data da aprovação;
f) o nome do orientador (a), com sua titulação, instituição a que pertence,
nomes dos outros componentes da banca com titulação, instituição a
qual pertencem. As siglas das titulações são: Especialista – Esp.;
Mestre – Ms.; Doutor – Dr.
19

Figura 5 – Folha de aprovação

DORIANA ROSALYN GONZALEZ RODRIGUEZ

FISIOTERAPIA AQUÁTICA EM PACIENTE COM DIAGNÓSTICO DE


PORFIRIA INTERMITENTE AGUDA: ESTUDO DE CASO

Monografia apresentada ao curso de


Fisioterapia, da Fanor – Faculdade
Nordeste, como requisito parcial para a
obtenção do grau de Bacharel em
Fisioterapia.

Orientador: Profa. Ms. Ana Karina


Monte

Aprovada em: ____/____/_____.

___________________________________________________
Prof. Ms. Ana Karina Monte (Orientadora)
Fanor – Faculdades Nordeste

___________________________________________________
Prof. Dra. Rosiane Freire
Fanor – Faculdades Nordeste

___________________________________________________
Prof. Ms. Raquel Barretto
Fanor – Faculdades Nordeste

Fonte: Comissão de Normalização


20

2.1.5 Dedicatória

Elemento opcional, colocado após a folha de aprovação. De acordo com a


ABNT 14724:2011, folha onde o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho.

Figura 6- Modelo de dedicatória

A Deus,
Aos meus pais, João e Alice.

Fonte: Comissão de Normalização


21

2.1.6 Agradecimento

De acordo com a ABNT 14724:2011, elemento opcional colocado após a


dedicatória, onde o autor faz agradecimentos dirigidos àqueles que contribuíram de
maneira relevante à elaboração do trabalho. Usando linguagem clara, direta e
concisa. Especificando os nomes completos daqueles (as) a quem se agradece.

Figura 7 - Modelo de Agradecimento

AGRADECIMENTOS

A meus pais, Antonio Jose Silva e Joaquina Bezerra de Oliveira que


me ensinaram tudo que sei, sou. Aos meus irmãos, XXXX XXXX XXX,
YYYY YYYY YYYYY.
Ao meu Orientador prof. WWWWW WWWW WWWW, que me
orientou com esmero e sabedoria.

Fonte: Comissão de Normalização


22

2.1.7 Epígrafe

Elemento opcional, elaborado conforme a ABNT NBR10520:2002 inserido


após os agradecimentos, em que o autor apresenta uma citação, seguida de
indicação de autoria relacionada com a matéria tratada no corpo do trabalho. Podem
também constar epígrafe nas folhas ou páginas de abertura das seções primárias
(antecede os capítulos).

Figura 8 - Modelo de epígrafe

No Egito, as bibliotecas eram chamadas


''Tesouro dos remédios da alma''. De
fato, é nelas que se cura a ignorância, a
mais perigosa das enfermidades e a
origem de todas as outras.

(BOSSUET, 1649)

Fonte: Comissão de Normalização


23

2.1.8 Resumo

Elaborado conforme a ABNT NBR 6028:2003. Elemento obrigatório.


Apresenta-se em parágrafo sem recuo, em uma sequência de frases
concisas, afirmativas e objetivas, com espaço simples, sem figuras, gráficos,
esquemas, equações, etc.
Uma apresentação sucinta, compacta dos principais pontos do texto, para
Medeiros (2003, p. 142) resumo é:

Uma apresentação sintética e seletiva das ideias de um texto, ressaltando a


progressão e a articulação delas. Nele devem aparecer as principais ideias
do autor do texto. O resumo abrevia o texto dos pesquisadores, difunde
informações de tal modo que pode influenciar e estimular a consulta do
texto completo.

Preferencialmente deve-se usar a terceira pessoa do singular e o verbo na


voz ativa.
As palavras-chave serão apresentadas logo após o resumo, começando
com letra maiúscula, separadas e finalizadas por ponto.

2.1.8.1 Resumo em língua vernácula

Elemento obrigatório, apresentado em redação de forma coerente e objetiva


apresentando os pontos relevantes do documento e na língua do país onde o
trabalho será apresentado. Deve conter de 150 a 500 palavras que ressaltem o
método, resultados e considerações finais do documento.

2.1.8.2 Resumo em língua estrangeira

Elemento obrigatório, igual ao resumo em língua vernácula. Pode ser em


inglês (Abstract), em espanhol (Resumen), em francês (Résumé), inclusive palavras-
chave.
24

Figura 9 - Modelo de resumo

RESUMO

Expõe que em função do acelerado desenvolvimento tecnológico, do


reconhecimento da informação como objeto de trabalho e de estudo da
Biblioteconomia e da Documentação e do processo de "cientifização" destas áreas
pela Ciência da Informação, faz-se necessário reorganizar o conhecimento. Sendo
assim, a pesquisa centrou-se no tema da Informática Documentária, enquanto área
que responde pela aplicação da Informática e das telecomunicações às diversas
fases de produção, tratamento, armazenamento, recuperação e disseminação das
informações documentárias. Para contextualizar o tema, é apresentado um quadro
conceitual e histórico da Biblioteconomia, da Documentação e da Ciência da
Informação. Em seguida, com o fim de efetivar uma sistematização dos aspectos
teóricos e metodológicos da Informática Documentária, realiza-se uma investigação
terminológica e de conteúdo das vertentes encontradas (produção nos idiomas
inglês, espanhol e francês) e uma análise dos mercados decorrentes destas
vertentes. A linha adotada para a pesquisa é a francesa representada pelo termo
Informatique Documentaire. As diversas comparações realizadas apontam,
principalmente se considerada a realidade brasileira, para a distinção entre
automação dos serviços de bibliotecas e Informática Documentária, sendo esta
marcada pela concretização informatizada do processo de indexação e de
gerenciamento de tesauros. São apresentados aspectos históricos e conceituais
que procuram explicar a delimitação entre os modelos francês e estadunidense.
Discorre-se sobre a re-significação da atividade bibliotecária a partir de sua atual
inserção nas atividades de produção de documentos/ informações documentárias.
Conclui que a diversidade terminológica e de modelos de referência aponta para a
primazia do modelo estadunidense, o qual é avaliado como fragmentado e
funcionalista, necessitando ser revisto para que os desafios atuais sejam
contemplados.

Palavras-chave: Informática documentária. Automação de bibliotecas. Ciência


da informação.

(fonte arial 12, sem negrito, caixa baixa, espaço simples)

Obs. (O resumo em língua estrangeira segue o mesmo modelo.)

Fonte: Comissão de Normalização


25

2.1.9 Lista de ilustrações

Elemento opcional, porém, tornando-se obrigatório quando acima de 5


(cinco). Elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item
designado por seu nome específico, travessão, título e respectivo número da
folha ou página.
No texto aparece na parte superior da ilustração sendo obrigatória a
fonte (mesmo sendo do autor) na parte inferior da ilustração.
Quando necessário, recomenda-se a elaboração de listas própria para cada
tipo de ilustração (desenho, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas,
organograma, plantas, quadros, retratos e outras).
Exemplo:
Quadro 1 - Valores aceitáveis de erro técnico...................................................12
26

Figura 10 - Modelo de lista de figuras

LISTA DE ILUSTRAÇÕES
(Fonte arial 12, negrito, caixa-alta, 1 espaços de 1,5 cm)

Figura 1 - Fortaleza em 1940................................................................................10


Figura 2 - Praça do Ferreira..................................................................................13
Figura 3 - Passeio Público de Fortaleza................................................................21
Gráfico 1 - Empréstimo da Biblioteca ...................................................................22
Gráfico 2 - Crescimento do acervo .......................................................................23

(Fonte arial 12, sem negrito, espaço 1,5 cm)

Fonte: Comissão de Normalização


27

2.1.10 Lista de tabelas

Elemento opcional, porém, tornando-se obrigatório quando acima de 5


(cinco), que segue a lista de ilustrações, obedecendo à apresentação das tabelas
dentro do texto, devendo respeitar a ordem por nome e páginas.
No texto aparece na parte superior da ilustração sendo obrigatória a
fonte (mesmo sendo do autor) na parte inferior da ilustração.

Figura 11 - Modelos de listas de tabelas

LISTA DE TABELAS
(Fonte arial 12, negrito, caixa-alta, 1 espaços de 1,5)

Tabela 1 - Empréstimos de livros em 2008.................................................. 15


Tabela 2 - Livros devolvidos em atraso em 2008......................................... 32
Tabela 3 - Renovações pelo Academus em 2008........................................ 48

(Fonte arial 12, sem negrito, espaço 1,5)

Fonte: Comissão de Normalização


28

2.1.11 Lista de abreviaturas e siglas

Elemento opcional, porém, tornando-se obrigatório quando acima de 5


(cinco), que consiste em relacionar em ordem alfabética as abreviaturas e siglas
utilizadas no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas
por extenso. Se necessário, é recomendado criar lista específica para cada tipo.
Exemplo no texto:
Com um auditório lotado, o diretor do Instituto Brasileiro de Informação em
Ciência e Tecnologia (IBICT), Emir Suaiden, falou, nesta quinta-feira (12), sobre as
perspectivas e os rumos para o IBICT em 2012.

Exemplo na lista:
Fil. Filosofia
IBICT Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
29

Figura 12 - Modelo de lista de abreviaturas e siglas

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS


(Fonte arial 12, negrito, caixa-alta, 1 espaços de 1,5)

ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas.


CNPQ Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
CAPES Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
Fil. Filosofia
IBICT Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

(Fonte arial 12, sem negrito, espaço 1,5 cm, em ordem alfabética)

Fonte: Comissão de Normalização


30

2.1.12 Lista de símbolos

Elemento opcional, porém, tornando-se obrigatório quando acima de 5


(cinco), que deve ser elaborado de acordo com a ordem em que se apresenta no
texto, apontando o significado de cada um.

Figura 13 - Lista de símbolos

LISTA DE SÍMBOLOS
(Fonte Arial 12, Negrito, Caixa-alta, 1 espaço de 1,5)

@ Arroba

α Alfa

€ Euro

® Marca Registrada

§ Seção

(fonte arial 12, sem negrito, espaço 1,5 cm)

Fonte: Comissão de Normalização


31

2.1.13 Sumário

Elemento obrigatório, elaborado conforme a NBR 6027:2002 e último pré-


textual, que enumera as principais divisões e seções do trabalho, respeitando a
ordem e grafia, acompanhado do número de página.
Regras gerais:
 a palavra SUMÁRIO deve ser centralizada e com a mesma fonte utilizada
para as seções primárias (Caixa alta, Arial 12, Negrito);
 a subordinação dos itens do sumário deve ser destacada pela apresentação
tipográfica apresentada no texto;
 não se utilizam ponto, hífen, travessão ou qualquer sinal após o indicativo de
seção ou de seu título;
 o sumário deve ser o último elemento pré-textual;
 os elementos pré-textuais não devem constar no sumário;
 são destacados gradativamente os títulos das seções, utilizando os recursos
de negrito, caixa-baixa, itálico;
 os indicativos de seção devem ser alinhados na margem esquerda,
precedendo o título e dele separado por um espaço;
 os indicativos de seções primárias devem ser grafados em números inteiros a
partir de 1;
 o indicativo de seção secundária é constituído pelo indicativo da seção
primária a que pertence, seguido do número que lhe for atribuído na
seqüência do assunto e separado por ponto;
a) Seção primária 1 (fonte arial 12, negrito, caixa-alta)
1 ESTRUTURA DO TRABALHO................................................10
b) Seção secundária 1.1 (fonte arial 12, sem negrito, caixa-alta)
1.1 ELEMENTOS TEXTUAIS......................................................12
c) Seção terciária 1.1.1 (fonte 12, negrito, caixa baixa)
1.1.1 Definições.........................................................................23
d) Seção quaternária 1.1.1.1 (fonte 12, sem negrito, itálico, caixa-
baixa)
1.1.1.1 Definições de seção.......................................................25
32

Figura 14 - Modelo de sumário

SUMÁRIO
(fonte arial 12, caixa alta, negrito, centralizado)
1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 1
2 ESTRUTURA DO TRABALHO MONOGRÁFICO ...................................................... 2
2.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS .................................................................................. 3
2.1.1 Capa........................................................................................................................ 4
2.1.2 Lombada ................................................................................................................ 5
2.1.3 Contracapa ........................................................................................................... 6
2.1.4 Folha de rosto ...................................................................................................... 7
2.1.4.1 Anverso da folha de rosto .................................................................................... 8
2.1.4.2 Verso da folha de rosto ........................................................................................ 9
2.1.5 Errata......................................................................................................................10
2.1.6 Folha de aprovação..............................................................................................11
2.1.7 Dedicatória.............................................................................................................12
2.1.8 Agradecimento......................................................................................................13
2.1.9 Epígrafe..................................................................................................................14
2.1.10 Resumo em língua vernácula............................................................................15
2.1.11 Resumo em língua estrangeira..........................................................................16
2.1.12 Lista de ilustrações............................................................................................17
2.1.13 Lista de tabelas...................................................................................................18
2.1.14 Lista de abreviaturas e siglas............................................................................19
2.1.15 Lista de símbolos................................................................................................20
2.1.16 Sumário................................................................................................................21
2.2 ELEMENTOS TEXTUAIS..........................................................................................22
2.2.1 Introdução..............................................................................................................23
2.2.2 Desenvolvimento..................................................................................................24
2.2.3 Metodologia...........................................................................................................25
2.2.4 Análise de resultados...........................................................................................26
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS..........................................................................................27
REFERÊNCIAS...............................................................................................................28
APÊNDICE.......................................................................................................................29
ANEXOS..........................................................................................................................33
Obs: A escrita do sumário deve prevalecer do mesmo jeito dentro do corpo do
Fonte: Comissão
trabalho.de Normalização
33

2.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

O texto é constituído por três partes principais; primeiramente pela parte


introdutória, que apresenta os objetivos do trabalho e a razão de sua elaboração. O
desenvolvimento, que detalha a pesquisa ou estudo realizado e a parte conclusiva.

2.2.1 Introdução (obrigatório)

Primeiro capítulo, parte inicial do texto, onde deve constar a delimitação do


assunto tratado, objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o
tema do trabalho (ABNT NBR 14724:2011).
Segundo Andrade, os objetivos da introdução é o seguinte:

 Anunciar o tema do trabalho;


 Esclarecer, de maneira sucinta, o assunto;
 Delimitar a extensão e profundidade que se pretende adotar no
enfoque do tema;
 Dar ideia, de forma sintética, do que se pretende fazer, ou seja, as
idéias mestras do desenvolvimento do assunto;
 Apontar os objetivos do trabalho;
 Evidenciar a relevância do assunto a ser tratado.
(ANDRADE, 2003, p. 94)

Sendo assim, deve conter a ideia global do trabalho. O objetivo principal é


que o leitor tenha embasamento a respeito do contexto da pesquisa. Não é
recomendado criar seções dentro da introdução, o texto deve ser corrente.
As informações que devem conter na introdução estão abaixo, sem
necessariamente ser nesta ordem e com todos os itens:
a) Problemática – o leitor deve conhecer o problema, que deve esclarecer a
dificuldade com a qual o autor se defrontou e o que pretende resolver por
meio da pesquisa;
b) Objetivo geral e objetivos específicos – deixar claro o que o pesquisador
pretende alcançar;
c) Justificativa – o autor deve expor os motivos de ordem prática e teórica
pelos quais escolheu o tema, as contribuições que pretende prestar e etc.;
d) Formulação de hipóteses – o autor deve explicitar as soluções e
explicações;
34

e) Metodologia – o autor deve esclarecer as técnicas e procedimentos


utilizados;
f) Revisão de literatura – o autor cita os teóricos que foram utilizados para
dar embasamento à sua pesquisa;
g) Estrutura do trabalho – o autor deve apresentar de forma resumida as
seções do trabalho.

Obs: Na introdução não devem ser apresentadas as considerações finais do estudo.


Ela deve explicitar o trabalho de maneira geral. Geralmente a introdução é a última
parte a ser redigida. Apresentam-se de forma sucinta as seções que compõem o
estudo.

2.2.2 Desenvolvimento (obrigatório)

Parte principal do texto, ou seja, parte nuclear do trabalho, que contém a


exposição ordenada e pormenorizada do assunto, conforme Andrade (2003, p. 94)
“apresentam os argumentos, os juízos, através do raciocínio lógico, cartesiano,
inerente a todo trabalho cientifico”.
Divide-se em seções e subseções, ou seja, capítulos e subcapítulos, que
variam em função da abordagem do tema e do método. (ABNT NBR 14724:2005).
Consiste na parte mais extensa da redação, contendo a metodologia, referencial
teórico, análise ou descrição dos fatos e toda argumentação relacionadas a eles.
Deve ser elaborado com a orientação de um professor.

2.2.2.1 Metodologia

A metodologia é o caminho seguido pelo pesquisador para elaborar o seu


trabalho. É a explicação do processo da pesquisa, englobando os instrumentos
utilizados, o tempo previsto, o tratamento dos dados, enfim, tudo aquilo que se
utilizou no trabalho de pesquisa.
Alguns dos passos são: tipo de pesquisa; população e amostra; período da
pesquisa; variáveis de estudo; tipos e fontes de informação; instrumentos e técnicas
de coleta de dados; pré-teste; técnicas de análise e sistemas utilizados.
Para Gil (1996, p.152) os passos são os seguintes:
35

 Tipo de pesquisa (levantamento, experimento etc.);


 Técnica de coleta de dados;
 Amostragem
 Tipo de amostragem
 Tamanho da amostragem
 Controle de amostragem
 Especificação do tipo de relatório a ser elaborado

2.2.2.2 Referencial Teórico

Parte do trabalho, onde traz os maiores e principais pensadores e


pesquisadores do assunto abordado no trabalho.
Texto construído com embasamentos dos teóricos reafirmando suas
questões, objetivos.
Em qualquer circunstância, porém, a literatura revista deve formar com os
dados um todo integrado: o referencial teórico servindo a interpretação e as
pesquisas anteriores orientando a construção do objetivo e fornecendo
parâmetros para comparação com os resultados e conclusões do estudo em
questão.
(ALVES-MAZZOTTI; GEWANDSZNAJDER, 1999, p.184)

2.2.2.3 Análise de dados

Realizada depois do levantamento de dados. Define-se como a organização,


análise e interpretação dos dados coletados, apresentados através de gráficos,
tabelas, quadro, fornecendo assim, respostas para os problemas proposto no início
do trabalho. De acordo com Rudio (2003) a interpretação dos dados vai consistir em
expressar o verdadeiro significado do material que apresenta os propósitos do
estudo a que se dedicou.
De acordo com Gil (1999), para observação e análise dos dados ressaltamos
o estabelecimento de categoria, codificação, tabulação, análise estatística de dados,
avaliação das generalizações obtidas com os dados, inferência de relações causais
e por fim interpretação dos dados.

2.2.3 Considerações Finais (obrigatório)

Parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos


objetivos ou hipóteses. Deve abordar os dados analisados, destacando as
36

contribuições e conseqüências dos dados obtidos, enfatizando se as hipóteses


foram confirmadas ou não. “A conclusão consiste em uma síntese interpretativa da
pesquisa. Procede-se a revisão dos principais fatos e retomam-se as hipóteses a fim
de verificar-se a confirmação ou rejeição”. (ANDRADE, 2003, p. 165)
Pode incluir recomendações e/ou sugestões para trabalhos futuros,
novo enfoque ou sobre assuntos correlatos. Não deve conter citações.
Deve conter parágrafos que apresentem síntese de cada capítulo com seus
resultados.
O titulo do capítulo é CONSIDERAÇÕES FINAIS.

2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

2.3.1 Referências

Elemento obrigatório, elaborado conforme a ABNT NBR 6023:2002. Define-se


como conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento,
que permite sua identificação individual.
São essenciais: autor (es), título, edição, local, editora e data da publicação.
Esta não é uma seção numerada, seu título deve ser centralizado, caixa
alta e negrito.

2.3.1.1 Regras gerais de apresentação

 As referências devem aparecer em ordem alfabética de entrada (autores


pessoais, entidades ou títulos);
 As referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto e de
forma a identificar individualmente cada documento, em espaço simples e
separadas entre si por espaço duplo. Quando aparecerem em notas de
rodapé, serão alinhadas, a partir da segunda linha da mesma referência,
abaixo da primeira palavra, de forma a destacar o expoente e sem espaço
entre eles;
 Os elementos essenciais são indispensáveis a identificação de um
documento: autor (es), título, local, editora e data de publicação. Caso não
37

haja autoria declarada, a entrada será pela primeira palavra do titulo em


caixa-alta, sem negrito.
 Os elementos essenciais e complementares da referência devem ser
apresentados em sequência padronizada e retirados do próprio documento.
Quando isso não for possível, utiliza-se outras fontes de informação,
indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes;
 Utilizar negrito como recurso tipográfico para destacar o elemento título,
sendo uniforme em todas as referências de um mesmo documento;
 As referências constantes em uma lista padronizada devem obedecer aos
mesmos princípios. Ao optar pela utilização de elementos complementares,
estes devem ser incluídos em todas as referências daquela lista;
 Caso haja referência de duas publicações do mesmo autor, organizar por
ordem cronológica e colocar na referência seguinte, no espaço destinado ao
nome do autor, um traço sublinear equivalente a seis espaços seguidos de
ponto.

Exemplo:
KOTLER, Philip. Marketing de A a Z: 80 conceitos que todo profissional
precisa saber. 10 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

____________ . Administração de marketing. 10 ed. São Paulo: Pearson,


2009.
38

Figura 15 - Modelo de referência

REFERÊNCIAS
(fonte arial 12, negrito, caixa-alta, 1 espaços de 1,5)

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DE SAO PAULO.


Curso sobre temas contábeis, 4: uma contribuição a educação continuada do
profissional da contabilidade. São Paulo: Atlas, 1991

GOMES, L. G. F. F. Novelas e sociedade no Brasil. Niterói: EdUFF, 1998.

KOTLER, Philip. Marketing de A a Z: 80 conceitos que todo profissional precisa


saber. 10.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

URANI, A. et al. Constituição de uma matriz de contabilidade social para o


Brasil. Brasília, DF: IPEA, 1994.

(alinhamento somente à margem esquerda, em espaço simples e separado


entre si por 1espaço simples, fonte arial 12, em ordem alfabética)

Fonte: Comissão de Normalização


39

2.3.1.2 Regras específicas

 A organização dos itens da referência deve ser em ordem alfabética pelo


último sobrenome do autor, sem numeração. No caso de existir mais de uma
obra do mesmo autor, organizar por ordem cronológica de publicação.
 Quando não for possível identificar o local de publicação da obra, utilizar entre
colchetes s.l, abreviatura da expressão sine loco. Ex: [s.l.]
 Quando não for possível identificar a editora, utilizar entre colchetes s.n,
abreviatura da expressão sine nomine. Ex: [s.n.]
 Caso nenhuma data de publicação seja identificada, pode-se registrar uma
data aproximada entre colchetes:

[198-] Década correta


[17--] Século correto
[1979?] Possível data

Monografia no todo

Inclui livro, folheto, manual guia, catálogo, enciclopédia, dicionário e trabalhos


acadêmicos (teses, dissertações, entre outros).

Exemplo: AUTOR(ES). Título: subtítulo (se houver). Edição. Local: editora, data de
publicação.

GOMES, L. G. F. F. Novelas e sociedade no Brasil. Niterói, RJ: EdUFF, 1998.

ROWLEY, Jennifer. A biblioteca eletrônica. Brasília: Briquet de Lemos, 2002.

Autor pessoal

Obs: "Indicar o sobrenome, em caixa alta, seguido do prenome, abreviado ou


não desde que haja padronização neste procedimento, separados entre si por ponto
e vírgula seguidos de espaço" (NBR 6023:2002)
40

Exemplo: AUTOR (ES). Título: subtítulo (se houver). Edição. Local: editora, data de
publicação.

HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 25. ed. Rio de Janeiro: J. Olimpio,
1993.

RANG, H. P.; DALE, M. M. Farmacologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

Quando existirem mais de 3 autores

Indica-se apenas o primeiro, acrescentando-se a expressão “et al”.

Exemplo: AUTOR, et al. Título: subtítulo (se houver). Edição. Local: editora, data
de publicação.

URANI, A. et al. Constituição de uma matriz de contabilidade social para o


Brasil. Brasília, DF: IPEA, 1994.

BEZERRA, Ana Cristina Barreto et al. Aboprev: promoção de saúde bucal. São
Paulo: ABOPREV, 1997.

Quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra


(organizador, compilador, editor, coordenador e etc)

Exemplo: AUTOR(ES) (indicação). Título: subtítulo (se houver). Edição. Local:


editora, data de publicação.

CARVALHO, Maria Cecília Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia


científica fundamentos e técnicas. 17.ed. Campinas: Papirus, 2006.

SERRA, Mônica Allende (Org.). Diversidade cultural e desenvolvimento urbano.


São Paulo: iluminuras, 2005.

Autoria desconhecida

Obs: Em caso de autoria desconhecida a entrada é feita pelo título. O termo


anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido. Não
se utiliza o recurso tipográfico negrito.
41

Exemplo: TITULO (apenas 1ª palavra em maiúsculo): subtítulo (se houver). Edição.


Local: editora, data de publicação.

GUIA de direitos humanos: fontes para jornalistas. São Paulo: Cortez, 2003.

DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro,


1993.

Autor entidade

Obs: Obras de cunho administrativo ou legal de entidades independentes,


entrar diretamente pelo nome da entidade, em caixa alta, por extenso, considerando
a subordinação hierárquica, quando houver.

Exemplo: ENTIDADE. Título: subtítulo (se houver). Edição. Local: editora, data de
publicação.

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DE SAO PAULO.


Curso sobre temas contábeis, 4: uma contribuição a educação continuada do
profissional da contabilidade. São Paulo: Atlas, 1991.

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO DISTRITO FEDERAL. Prontuário


médico do paciente: guia para uso prático. Brasília, DF: Conselho Regional de
Medicina do Distrito Federal, 2006.

Parte da monografia (Capítulo, Volume, Fragmento)

Exemplo: AUTOR da parte. Título da parte. In: Autor da obra. Título da obra.
Número da edição. Local de Publicação: Editor, Ano de publicação. Número ou
volume (se houver), páginas inicial-final da parte, e/ou isoladas.

BITENCOURT, Cezar Roberto. Atentado violento ao pudor. In: BITENCOURT, Cezar


Roberto. Tratado de direito penal. São Paulo: Saraiva, 2008. v. 4, p. 8-16.

SANTOS, F. R. dos. A colonização da terra do Tucujús. In: _____. História do


Amapá, 1° grau. 2. ed. Macapá: Valcan, 1994. Cap. 3.

Monografia em meio eletrônico

Devem-se adotar as mesmas regras supracitadas e acrescentar o meio


eletrônico e em caso de online acrescenta o disponível em: <http/ >. Acesso em: dia
mês (abreviado, exceto maio) ano. Ex: Acesso em: 10 jun. 2014.
42

ALVES, Castro. Navio negreiro [S.l.]: Virtual Books, 2000. Disponível em: <http://
www.terra.com.br/virtiual books/frebook/port/Lport2/navionegreiro.htm>. Acesso em:
10 jan. 2009.

CARACTERÍSTICAS da inovação no setor de fundição. In: ASSUNÇÃO, Fernando


Cosme Rizzo; SANTOS, Valter Rocha dos (Coord.). Estudo setorial de fundição
2004-2006: o setor de fundição no Brasil: perfil produtivo e tecnológico. Rio de
Janeiro: FINEP, 2007. p. 82-95. 1 CD-ROM.

Publicação periódica como um todo

Inclui revistas, jornais, periódicos científicos, anuários etc. Não se utiliza o


recurso tipográfico negrito.

Exemplo: TÍTULO. Local de publicação: editora e datas de início e de encerramento


da publicação (se houver).

ARQUIVOS DE CIÊNCIAS DO MAR. Fortaleza: Edições UFC,1961-.

BRASILIAN ORAL RESEARCH. São Paulo: SBPqO, 2004 - 2009.

Parte de revista, boletim

Publicação Periódica em Parte (Volume, Fascículo, Suplementos, etc)

Exemplo: TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local de publicação: editora, numeração do


ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos e datas de sua
publicação.

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS. São Paulo: SBCTA, v.29, n.3, p.241-


462, abr./jun. 2009.

REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Rio de Janeiro: FGV, v.49, n.2,


p.129-244, abr./jun. 2009.

Artigo e/ ou matéria de revista, boletim etc

Exemplo: AUTOR (ES). Título do artigo ou matéria. Título da publicação, local de


publicação, volume, fascículo ou número, paginação inicial e final, data ou intervalo
de publicação ano.
43

PAIVA, Melquíades Pinto. A exploração petrolífera e as pescas marinhas no Estado


do Rio de Janeiro (Brasil). Arquivos de Ciências do Mar, Fortaleza, v.40, n.1, p.65-
71, jul 2007.

SORIANO, Sara Scheidt. A comunicação como estratégia empresarial. Psicologia


Argumento. Curitiba, v. 16, n. 23, p. 125-134, out. 1998.

Artigo e/ ou matéria de revista, boletim etc. em meio eletrônico

Deve-se adotar as mesmas regras supracitadas e acrescentar o meio


eletrônico e em caso de online acrescenta o disponível em: <http/ >. Acesso em: dia
mês (abreviado, exceto maio) ano. Ex: Acesso em: 10 jun. 2014.

Exemplo: AUTOR(ES). Título do artigo ou matéria. Título da publicação, local de


publicação, volume, fascículo ou número, paginação inicial e final, data ou intervalo
de publicação ano. Disponível em: <http/ >. Acesso em: 00 jan. 0000.

VIEIRA, Cássio Leite. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n. 2,


1994. CD-ROM.

BARROS, Alfredo Carlos S. D. Mastalgia: alterações funcionais benignas


dasmamas. Revista Brasileira de clínica e terapêutica, São Paulo, v. 28, n. 1, p.
10-15, jan. 2002. 1 Disquete.

SILVA, M. M. L. Crimes da era digital. Net, Rio de Janeiro, nov. 1998. Seção Ponto
de Vista. Disponível em: <http:// www.brazilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm>.
Acesso em: 28 nov. 1998.

Artigo e/ ou matéria de jornal

Exemplo: AUTOR(ES). Título do artigo/matéria. Título do jornal, local de


publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal e a paginação
correspondente.

CORRÊA, Hudson. Assentados ajudam madeireiro ilegal na Amazônia, diz Minc.


Folha de S. Paulo, São Paulo, 21 jun. 2008, p. 8.

LEAL, L. N. MP Fiscaliza com Autonomia Total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p.


3, 25 abr. 1999.
44

Artigo e/ ou matéria de jornal em meio eletrônico

Devem-se adotar as mesmas regras supracitadas e acrescentar o meio


eletrônico e em caso de online acrescenta o Disponível em: <http/ >. Acesso em: dia
mês (abreviado, exceto maio) ano. Ex: Acesso em: 10 jun. 2014.

Exemplo: AUTOR(ES). Título do artigo/matéria. Título do jornal, local de


publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal e a paginação
correspondente. Disponível em: < http/ >. Acesso em: 00 jan. 0000.

TAVES, Rodrigo França. Ministério corta pagamento de 46,5 mil professores. O


Globo, Rio de Janeiro, 19 maio 1998. Disponível em:<http://www.oglobo.com.br/>.
Acesso em: 19 maio 1998.

Evento no todo

Exemplo: NOME DO CONGRESSO. Número, ano, cidade onde se realizou o


Congresso. Título. Local de publicação: Editora, data de publicação. Número de
páginas ou volume.

SEMINÁRIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO, 3., 1993, Brasília. Anais. Brasília: MEC,


1994. 265 p.

JORNADA INTERNA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 18. 1996, Rio de Janeiro. Livro


de Resumos do XVIII Jornada de Iniciação Científica e VIII Jornada de Iniciação
Artística e Cultural. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996. 822 p.

Trabalho apresentado em evento

Exemplo: AUTOR. Título do trabalho. In: NOME DO CONGRESSO, número, ano,


Cidade onde se realizou o Congresso. Título (Anais ou Proceedings ou
Resumos…). Local de publicação: Editora, data de publicação. Volume, se houver.
Páginas inicial e final do trabalho.

MOREIRA, A. F. B. Multiculturalismo, currículo e formação de professores. In:


SEMINÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA, 2., 1998, Santa Cruz do Sul.
Anais... Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 1998. P. 15-30.

BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em SGBD orientado


a objetos. In: SIMPOSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS, 9., 1994, São
Paulo. Anais... São Paulo: USP, 1994. p. 16-29.
Evento no todo em meio eletrônico
45

Deve-se adotar as mesmas regras supracitadas e acrescentar o meio


eletrônico e em caso de online acrescenta o disponível em: <http/ >. Acesso em: dia
mês (abreviado, exceto maio) ano. Ex: Acesso em: 10 jun. 2014.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total


na educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE, 4.,1996,
Recife. Anais eletrônico... Recife: UFPE, 1996. Disponível em: <http:/www.
propesq.ufpe. br/anais/anais/edu/ceO4.htm>. Acesso em: 21 jan. 1997.

Documento jurídico (Legislação)

Inclui a Constituição, legislação, jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina


(interpretação dos textos legais), as emendas constitucionais, textos legais (leis,
decretos e outros) e normas emanadas de entidades públicas e privadas (portarias,
resoluções e outros).
No caso de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o
título, acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre
parênteses.

Exemplo: PAÍS, ESTADO ou MUNICÍPIO. Constituição (data de promulgação).


Título. Local: Editor, Ano de publicação. Número de páginas ou volumes. Notas.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil:


promulgada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4.
ed. São Paulo: Saraiva, 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira).

BRASIL. Decreto-lei n. 5.452, 1 de maio de 1943. Lex: coletânea de legislação –


edição federal. São Paulo, v.7 1943. Suplemento.

Documento jurídico - Jurisprudência- decisões jurídicas

Compreende súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças e demais decisões


judiciais.

Exemplo: PAÍS, ESTADO E MUNICÍPIO. Órgão. Lei ou decreto, nº, data (dia, mês e
ano). Ementa. Dados de publicação que publicou a lei ou decreto

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Hábeas-corpus n° 181.636-1. Câmara Cível do


Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF, 6 de dezembro de 1994.
46

Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Federais Regionais, São Paulo, v. 10, n. 103,
p 236-240, mar. 1998.

BRASIL. Tribunal Regional Federal. Apelação cível n. 94.01.12942-8-RO. Apelante:


Ilen Isaac. Apelada: União Federal. Relator: Juiz Flávio Dino. Rondônia, 25 de
agosto de 2000. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São
Paulo, v. 12, n. 136, p. 223-225, dez. 2000.

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n° 14. Não é admissível por ato
administrativo restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo
público. In: _____. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil,
1994. p. 16.

Documento jurídico – Doutrina

Discussão técnica sobre questões legais consubstanciadas em um


documento. Para referenciar uma doutrina, aplicam-se as regras de acordo com o
tipo de publicação que se apresenta.

BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao


Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados. São
Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

MIRABETE, Julio Fabbrini. Manual de direito penal. 17 ed. São Paulo: Atlas, 2003.
3 v.

Documento jurídico - Medida provisória

BRASIL. Medida provisória n. 12.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece


multa em operações de importação, e dá outras providências. Diário Oficial [da]
República Federativa do Brasil, Poder Executivo. Brasília, DF, 14 dez. 1997.
Seção 1, p. 29514.

Documento jurídico - Apelação cível

BRASIL. Tribunal Regional Federal. Região, 5. Administrativo. Escola Técnica


Federal. Pagamento de diferenças referente a enquadramento de servidor
decorrente da implantação do Plano único de Classificação e Distribuição de Cargos
e Empregos, instituído pela Lei 8.270/91. Predominância da lei sobre a portaria.
Apelação cível 42.441- PE (94.05.01629-6). Apelante: Edilemos Mamede dos
Santos e outros. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. Relator: juiz
Nereu Santos. Recife, 4 de março de 1997. Lex- Jurisprudência de STJ e Tribunais
Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n.103, p. 236-240, mar. 1998.
47

Documento jurídico - Emenda constitucional

BRASIL. Constituição (1998). Emenda constitucional de 9 de novembro de 1995. Dá


nova redação ao art. 177 da Constituição Federal, alterando e inserindo parágrafos.
Lex- Coletânea de legislação de jurisprudência: legislação federal marginalia, São
Paulo, v. 59, p. 1966, out/ dez. 1995.

Pareceres

Exemplo: AUTOR (Pessoa física ou Instituição responsável pelo documento).


Ementa, tipo, número e data (dia, mês e ano) do parecer. Dados da publicação que
publicou o parecer.

BRASIL. Secretaria da Receita Federal. Do parecer no tocante aos financiamentos


gerados por importações de mercadorias, cujo embarque tenha ocorrido antes da
publicação do Decreto-lei n. 1.994, de 29 de dezembro de 1982. Parecer normativo,
n. 6, de 23 de março de 1984. Relator: Ernani Garcia dos Santos. Lex: Coletânea de
Legislação e Jurisprudência, São Paulo, p. 521-522, jan./mar. 1. Trim., 1984.
Legislação Federal e marginália.

Portarias, Resoluções e Deliberações

Exemplo: AUTOR. (entidade coletiva responsável pelo documento). Ementa


(quando houver). Tipo de documento, número e data (dia, mês e ano). Dados da
Publicação que publicou.

BRASIL. Secretaria da Receita Federal. Desliga a Empresa de Correios e Telégrafos


- ECT do sistema de arrecadação. Portaria n. 12, de 21 de março de
1996. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, p. 742-743,
mar./abr., 2. Trim. 1996. Legislação Federal e marginália.

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Aprova as instruções para escolha dos


delegados-eleitores, efetivo e suplente à Assembléia para eleição de membros do
seu Conselho Federal. Resolução n. 1.148, de 2 de março de 1984. Lex: Coletânea
de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, p.425-426, jan./mar., 1. Trim. de 1984.
Legislação Federal e marginália.

Acórdãos, Decisões, Deliberações e Sentenças das Cortes ou Tribunais

Exemplo: AUTOR (entidade coletiva responsável pelo documento). Nome da Corte


ou Tribunal. Ementa (quando houver). Tipo e número do recurso (apelação,
embargo, habeas-corpus mandado de segurança, etc.). Partes litigantes. Nome do
relator precedido da palavra "Relator". Data, precedida da palavra (acórdão ou
decisão ou sentença) Dados da publicação que o publicou. Voto vencedor e vencido,
quando houver.
48

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Ação Rescisória que ataca apenas um dos
fundamentos do julgado rescindendo, permanecendo subsistentes ou outros
aspectos não impugnados pelo autor. Ocorrência, ademais, de imprecisão na
identificação e localização do imóvel objeto da demanda. Coisa julgada. Inexistência.
Ação de consignação em pagamento não decidiu sobre domínio e não poderia fazê-
lo, pois não é de sua índole conferir a propriedade a alguém. Alegação de violação
da lei e de coisa julgada repelida. Ação rescisória julgada improcedente. Acórdão em
ação rescisória n. 75-RJ. Manoel da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro.
Relator: Ministro Barros Monteiro. DJ, 20 nov. 1989. Lex: Coletânea de Legislação e
Jurisprudência, São Paulo, v.2, n. 5, jan. 1990. p.7-14.

Documento jurídico em meio eletrônico

Deve-se adotar as mesmas regras supracitadas e acrescentar o meio


eletrônico e em caso de online acrescenta o disponível em: <http/ >. Acesso em: dia
mês (abreviado, exceto maio) ano. Ex: Acesso em: 10 jun. 2014.

LEGISLAÇÃO brasileira: normas jurídicas federais, bibliografia brasileira de direito.


7.ed. Brasília, DE: Senado Federal, 1999. 1 CD-ROM. Inclui resumos padronizados
das normas jurídicas editadas entre janeiro de 1946 e agosto de 1999, assim como
textos integrais de diversas normas.

BRASIL. Lei n °9.887, de 7 de dezembro de 1999. Altera a legislação tributária


federal. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 8 de dez.
1946. Disponível em: <http//www.in.gov.br/mp_leis/leis_texto.asp?d=LEI%209887>.
Acesso em: 2 dez. 1999.

BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: SISLEX: Sistema de


Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S. l.]:
DATAPREV, 1999. 1 CD-ROM.

BRASIL. Supremo Tribunal de Justiça. Súmula nº 194. Prescreve em vinte anos a


ação para obter, do construtor, indenização por defeitos da obra. Julgamento: 24 de
setembro de 1997. RSTJ, v.101. Jurinforma: jurisprudência on-line. Disponível em:
<http://jurinforma.com.br/sumulas.html>. Acesso em: 28 nov. 2000.

Trabalho acadêmico

Inclui as monografias, teses, dissertações, conclusão de curso, etc.

Exemplo: AUTOR. Título: subtítulo (se houver). Ano de apresentação. Número de


folhas ou volumes. Categoria (Grau e área de concentração) - Instituição, local.
49

BARBOSA, Luíza Helena. Catalogação de fotografias. 1999. 50f. Trabalho de


conclusão de curso (Especialização) – Universidade Federal do Ceará,1999.

LUCENA, Maria da Conceição Cavalcante. Caracterização química e reológica de


asfaltos modificados por polímeros. 2005. 186 f. Tese (doutorado) - Universidade
Federal do Ceará, 2005.

Trabalho acadêmico em meio eletrônico

Deve-se adotar as mesmas regras supracitadas e acrescentar o meio


eletrônico e em caso de online acrescenta o disponível em: <http/ >. Acesso em: dia
mês (abreviado, exceto maio) ano. Ex: Acesso em: 10 jun. 2014.

RODRIGUES, M. V. Qualidade de vida no trabalho. 1989. 180f. Dissertação


(Mestrado em Administração) - Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade
Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1989. Disponível em: <http/
www.http://bu.ufsc.br/framerefer.html>. Acesso em: 01 jan. 1990.

Dicionário

HOUAISS, A. (ed.) Novo dicionário folha Webster´s: inglês/ português,


português/inglês. Co-editor Ismael Cardim. São Paulo: Folha da manhã, 1996.
Edição exclusiva para assinantes da Folha de São Paulo.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio básico da língua


portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988. 687p.

Imagens em movimento

Inclui filmes, fitas de vídeo, DVD, entre outros. Elementos essenciais: título,
créditos (diretor, produtor, realizador, roteirista e outros), elenco relevante, local,
produtora, data, especificação do suporte em unidades físicas.

Exemplo: TÍTULO. Autor e indicação de responsabilidade relevantes (diretor,


produtor, realizador, roteirista e outros). Coordenação (se houver). Local: Produtora
e distribuidora, data. Descrição física com detalhes de número de unidades,
duração em minutos, sonoro ou mudo, legendas ou de gravação. Série, se houver.
Notas especiais.

CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clermont –


Tonnerre e Arthur Cohn. Interprétes: Fernanda Montenegro; Marília Pera; Vinícius de
50

Oliveira. Sônia Lira; Othon Bastos; Matheus Nachtergaele e outros. Roteiro: Marcos
Berstein, João Emanuel Carneiro e Walter Slles Jínior. [s.l]: Le Studio Canal;
Riofilme; MACT Productons, 1998. 1 bobina cinematográfica (106 min) son., color.,
35 mm.

PEDESTRIANT reconstruction. Produção de Jerry J. Eubanks, Tucson: Lawuers &


Judges Publishing. 1994. 1 videocassete (40min.): VHS. NTSC, son., color. Sem
narrativa. Didático.

Documento Iconográfico

Inclui pintura, gravura, ilustração, fotografia, desenho técnico, diapositivo,


transparência, cartaz entre outros. A fotografia de obras de arte tem entrada pelo
nome do autor do original, seguido do título e da indicação do nome do fotógrafo,
precedido da abreviatura fot. Tratando-se de um conjunto de fotografias com suporte
físico próprio como, por exemplo, um álbum. Esta informação deve preceder o
número de fotos.
Elementos essenciais são: autor, título (quando não existir, deve-se atribuir
uma denominação ou a indicação sem título, entre colchetes), data e especificação
do suporte.

Exemplo: AUTOR (Fotógrafo ou nome do estúdio) Título. Ano. Número de


unidades físicas: indicação de cor; dimensões.

KOBAYASHI, K. Doença dos chavantes. 1980. 1 fotografia, color., 16 cmx 56 cm.

FRAIPONT, E. Amilcar II. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 30 nov. 1998. Caderno
2, Visuais. P. D2. 1 fotografia, p&b. Foto apresentada no Projeto ABRA/Coca-cola.

O QUE acreditar em relação à maconha. São Paulo: CERAVI, 1985. 22


transparências, color., 25 cm x 20 cm.

Documento Iconográfico em meio eletrônico

É necessário adotar as mesmas regras supracitadas e acrescentar o meio


eletrônico e em caso de online acrescenta o disponível em: <http/ >. Acesso em: dia
mês (abreviado, exceto maio) ano. Ex: Acesso em: 10 jun. 2014.

VASO, TIFF. 1999. Altura: 1083 pixels. Largura: 827 pixels. 300dpi. 32 BIT CMYK.
3.5 Mb. Formato TIFF bitmap. Compactado. Disponível em: <C:\Carol\VASO.TIFF>.
Acesso em: 28 out. 1999.
51

Documento Cartográfico

Inclui atlas, mapa, globo, fotografia aérea entre outros. Ao indicar as


dimensões do mapa, transcreve-se primeiro a altura.
Referenciar globos como mapas, substituindo o número de unidades físicas pela
designação globo e indicando, na dimensão, o diâmetro do globo em centímetros.
Elementos essenciais são: autor (es), título, local, editora, data de publicação,
designação específica e escala.

Exemplo: AUTOR. Título. Local: Editora, ano. Número de unidades físicas:


indicação de cor, altura x largura. Escala.

ATLAS Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil, 1981.


1 atlas. Escalas variam.

SANTA CATARINA. Departamento Estadual de Geografia e Cartografia. Mapa geral


do Estado de Santa Catarina. [ Florianópolis], 1958. 1 mapa: 78 x 57 cm. Escala:
1:800:000.

Documento Cartográfico em meio eletrônico

É necessário adotar as mesmas regras supracitadas e acrescentar o meio


eletrônico e em caso de online acrescenta o disponível em: <http/ >. Acesso em: dia
mês (abreviado, exceto maio) ano. Ex: Acesso em: 10 jun. 2014.

COMPANHIA DE PESQUISAS E RECURSOS MINERAIS. Bacias sedimentares


fanerozóicas do Brasil. [S.l.], 1 mapa, col. Escala 1:2.500.000. Disponível em:
<http://www.cprm.gov.br/gis/tect_fanerozoicas.htm>. Acesso em: 29 abr. 2002
Documento Sonoro

Inclui disco, CD (compact disc), cassete, rolo, entre outros. Elementos


essenciais são: compositor (es) ou intérprete(s), título, local, gravadora (ou
equivalente), data e especificação do suporte.

Exemplo: AUTOR (compositor, executor, intérprete). Título. Direção artística (se


houver). Local: Gravadora, número de rotações por minuto, sulco ou digital, número
de canais sonoros. Número do disco.
52

ALCIONE. Ouro e cobre. São Paulo: RCA Victor, p1988. 1 disco sonoro.

MPB especial. [Rio de Janeiro]: Globo: Movieplay, c 1995. 1 CD.

COSTA, S.; SILVA, A. Jura secreta. Intérprete: Simone. In: SIMONE. Face a face.
[s.l.]: Emi- Odeon Brasil, p1977. 1 CD. Faixa 7.

Partitura

Exemplo: AUTOR (ES). Título. Local: Editora, data. Designação específica.


Instrumento a que se destina.

BARTÓK, Bela. O mandarim maravilhoso. Wien: Universal, 1952. 1 partitura.


Osquestra.

CANHOTO. Abismo de rosas: valsa lenta. São Paulo: CEMBRA, [192-?]. 1 partitura
(3 p.). Piano.

Documento Tridimensional

Inclui esculturas, maquetes, objetos e suas representações (fósseis,


esqueletos, objetos de museu, animais empalhados, monumentos entre outros).

Exemplo: AUTOR (ES) quando for possível identificar o criador artístico do objeto.
Título (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a indicação sem
título, entre colchetes). Data. Especificação do objeto

DUCHAMP, Marcel. Escultura para viajar. 1918. 1 escultura variável.


BULE de porcelana. [China: Companhia das Índias, 18--]. 1 bule.

Patente

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação


Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Mediador digital
multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30
maio 1995.

Entrevista publicada

AUTOR (entrevistado). Título da entrevista. Referência da publicação no todo ou


em parte. Notas especiais (quando houver).
53

Entrevista gravada

AUTOR (entrevistado). Título da entrevista. Entrevistador. Local, ano. Descrição


física. Notas especiais (quando houver).

Palestras

AUTOR (Palestrante). Titulo. Local, ano. Descrição física. Notas especiais (quando
houver).

Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico

Recomenda-se retirar todos os dados disponíveis no documento para


elaborar as referências.

Arquivo em Disquetes

Exemplo: AUTOR do arquivo. Título do arquivo. Extensão do arquivo. Local, data.


Características físicas, tipo de suporte. Notas.

KRAEMER, Ligia Leindorf Bartz. Apostila.doc. Curitiba, 13 maio 1995. 1 arquivo


(605 bytes). Disquete 3 1/2. Word for windows 6.0

Base de Dados em Cd-Rom

Exemplo: AUTOR. Título. Local: Editora, data. Tipo de suporte. Notas.


INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA -
IBICT. Bases de dados em Ciência e Tecnologia. Brasília, n. 1, 1996. CD-ROM.

E-mail

As informações devem ser retiradas, sempre que possível, do cabeçalho da


mensagem recebida. Quando o e-mail for cópia, poderá ser acrescentado os demais
destinatários após o primeiro, separados por ponto e vírgula.

Exemplo: AUTOR DA MENSAGEM. Assunto da mensagem. [mensagem pessoal].


Mensagem recebida por < e-mail do destinatário> data de recebimento, dia mês e
ano.
54

Silva Médico J. Comportamento de busca na Internet. [mensagem pessoal].


Mensagem recebida por Karen Patrias <karen_patrias@yahoo.com.br>. 27 mar.
2007.

FTP / Blog

Exemplo: AUTOR (se conhecido). Título. Endereço, Data de acesso.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca


Universitária. Current directory is/pub. <ftp:150.162.1.90>, login: anonymous,
password: guest, caminho: Pub. acesso em: 19 maio 1998.

BÜNDCHEN, Gisele. BLOG da Gisele: aqui a moda é ser responsável. Disponível


em:< http://blog.giselebundchen.com.br/cat/planeta/entrevistas/ > acesso em:
06/02/2012.

Homepage

Exemplo: AUTOR (da homepage se houver). Título: subtítulo (se houver).


Informações complementares (Coordenação, desenvolvida por, apresenta..., quando
houver etc...). Disponível em: <Endereço>. Acesso em: data.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Universitária. Serviço


de Referência. Catálogos de Universidades. Apresenta endereços de
Universidades nacionais e estrangeiras. Disponível em: <http://www.bu.ufsc.br>.
Acesso em: 19 maio 1998.

2.3.2 Glossário

Segundo a NBR 14724:2011, consiste em elemento opcional, elaborado em


ordem alfabética, que consiste na relação de palavras ou expressões técnicas de
uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas de respectivas
definições.

Exemplos:

Argissolos - antigamente chamados de Podzólicos. São solos relativamente


profundos e bem drenados.
55

Vertissolo - solos são adequados do ponto de vista químico, porém não apresentam
atributos físicos favoráveis ao manejo, sendo muito duros quando secos, formando
torrões compactos, e muito plásticos e muito pegajosos quando molhados, aderindo
aos implementos agrícolas.

2.3.3 Apêndices

Elemento opcional que consiste em texto ou documento elaborado pelo


autor, com a finalidade de complementar informações sobre o tema abordado,
podendo ser considerado base para aprofundamento do mesmo. São identificados
por letras maiúsculas seguidas por travessão e seus respectivos títulos.
Quando ultrapassar as letras do alfabeto usa-se letras dobradas (AA). No sumário
registrar somente o item: APÊNDICES com respectiva paginação inicial. No corpo do
trabalho seguir o exemplo abaixo:
Exemplo:

APÊNDICE A - Avaliação da radiografia cefalométrica lateral.

APÊNDICE B – Avaliação dos terços médio e inferior da face.

2.3.4 Anexos

Elemento opcional identificado por letras maiúsculas consecutivas, travessão


e pelos respectivos títulos. Excepcionalmente, utiliza-se letras maiúsculas dobradas,
na identificação dos anexos, quando esgotadas as 23 letras do alfabeto. É
constituído por texto ou documento não elaborado pelo autor, sendo inserido no
trabalho para ilustrar e comprovar informações.
Exemplo:

ANEXO A – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes


nas caudas em regeneração - Grupo de controle I (Temperatura...)
56

ANEXO B – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes


nas caudas em regeneração - Grupo de controle II (Temperatura...)
57

3 ORIENTAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS

3.1 FORMATAÇÃO

Baseando-se na ABNT NBR 14724:2011, o texto deve ser digitado em cor


preta, podendo utilizar outras cores somente para as ilustrações, em papel branco
ou reciclado, tamanho A4 (21cm x 29,7cm).
Os elementos pré-textuais devem iniciar no anverso das folhas, com exceção
da folha de rosto cujo verso deve conter a ficha catalográfica, que devem vir no
verso da folha de rosto.
Recomenda-se que os elementos textuais e pós-textuais sejam digitados no
anverso e verso das folhas.
O projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho.

Quadro 2 - Orientação para apresentação de trabalho


ITENS FONTE DESTAQUE
Nome da Instituição 12 Negrito
Capa Nome do curso 12 Negrito
Nome do aluno 12 Negrito
Titulo 12 Negrito
Subtítulo (separado do título por dois pontos, se houver) 12 Negrito
Local e data 12 Negrito
Nome do aluno 12 Negrito
Título 12 Negrito
Folha Subtítulo (separado do título por dois pontos) 12 Negrito
de Local e data 12 Negrito
rosto Natureza do trabalho (com o nome do orientador) 12 Sem negrito
Ficha catalográfica (verso) 10 Sem negrito

Legenda das ilustrações e tabelas 10 Sem negrito


Notas de rodapé 10 Sem negrito
Texto Número de páginas 10 Sem negrito
Citação longa (mais de 3 linhas) 10 Sem negrito
Corpo do texto 12 Sem negrito
Fonte: Comissão de Normalização

3.2 MARGENS
58

As margens devem ser padronizadas dessa forma:


No anverso as folhas devem apresentar margem esquerda e superior de 3
cm; direita e inferior de 2 cm. Para o verso, as margens das folhas devem apresentar
margem direita e superior de 3 cm; direita; esquerda e inferior de 2 cm.
No parágrafo, a margem é 1,25 cm. Para as citações longas, a margem é 4
cm contanto a partir do início do parágrafo.
Recomenda-se quando digitado, a fonte arial 12, inclusive a capa,
excetuando-se as citações de mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, ficha
catalográfica, legendas, fonte das ilustrações, das tabelas, que deve ser em
tamanho menor, fonte arial 10.
59

Figura 16- Layout do papel anverso

Fonte: Comissão de Normalização


60

Figura 17- Layout do papel verso

Fonte: Comissão de Normalização


61

3.3 ESPAÇOS

Todo o texto deve ser digitado com espaço de 1,5 cm, excetuando-se as
citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das
ilustrações e das tabelas, ficha catalográfica, natureza do trabalho, objetivo, nome
da instituição a que é submetida e área de concentração, que devem ser digitados
em espaço simples. As referências bibliográficas ao final do trabalho devem ser
separadas entre si por um espaço simples.
Os títulos das seções e subseções devem ser separados do texto que os
precede ou sucede por um espaço de 1,5 cm entrelinhas. Da mesma forma, os
títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e que os
sucede por um espaço de 1,5 cm. Caso alguma seção termine próxima ao fim de
uma página, iniciar o cabeçalho da próxima seção na página seguinte.
Na folha de rosto, as informações referentes à natureza do trabalho, objetivo,
nome da instituição e área de concentração devem ser alinhados do meio para a
margem direita.

3.4 NOTAS DE RODAPÉ

São anotações colocadas ao pé da página para prestar esclarecimentos ou


complementar informações. As notas devem ser digitadas no final da página, dentro
das margens, ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e
por filete de 5 cm, a partir da margem esquerda e em caracteres menores que os
utilizados no texto (arial 10).
Deve ser numerada em ordem crescente e necessariamente deve estar na
mesma página em que se localiza o número de chamada.
Para os títulos com mais de uma linha, alinhar a partir da segunda linha,
abaixo da primeira letra da primeira palavra do título.
62

Figura 18 - Modelo de nota de rodapé

Os meios de reprodução sonora, como os discos (LP, CD etc.) e


suportes magnéticos (tape, cassete), costumam variar de acordo com a
evolução tecnológica, de modo que a obsolescência de um meio como o
dos discos de 78 rotações acaba por provocar a destruição de toda uma
série de gravações que, por um lado, tornam-se raridades¹, e, por outro,
provocam sua reedição nos meios mais modernos.

________________
1Um exemplo de serviço de recuperação destas raridades é a Collector's Editora, que tem
um website disponível em http://www.collectors.com.br.

Fonte: Comissão de Normalização


63

3.5 INDICATIVOS DE SEÇÃO

Os indicativos numéricos de uma seção devem preceder seu título, alinhado à


esquerda, separados por um espaço de caractere. Os títulos das seções primárias
(capítulos) devem começar em página impar (anverso), na parte superior da mancha
gráfica e ser separados do texto que os sucede por um espaço de 1,5. Da mesma
forma, os títulos das subseções (subcapítulos) devem ser separados dos textos que
precede e sucede por um espaço de 1,5.
Títulos que ocupem mais de uma linha devem ser, a partir da segunda linha,
alinhados abaixo da primeira letra da primeira palavra do titulo.
No caso de títulos sem indicativo numérico como lista de figuras, sumário,
resumo, agradecimento, referencias e etc, os títulos deverão ser centralizados, caixa
alta, negrito, arial 12.

3.6 PAGINAÇÃO

Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas


sequencialmente, mas não numeradas. A numeração deve ser colocada a partir da
primeira folha da parte textual (introdução), em algarismos arábicos, no canto
superior da folha a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da
borda direita da folha.
Quando o trabalho for digitado no anverso da folha, a numeração será no
canto superior direito da folha, e quando for digitado no verso a numeração deve ser
no canto superior esquerdo da folha a 2cm da borda superior, ficando o último
algarismo a 2cm da borda direita da folha.
Para trabalhos com mais de um volume, deve ser mantida uma única
sequência de numeração das folhas, do primeiro ao último volume. No caso de
existirem apêndices e anexos, as folhas devem ser numeradas de maneira contínua
e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.
64

3.7 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA

Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a


numeração progressiva para as seções do texto. Os títulos das seções primárias,
que são as principais divisões de um texto, devem iniciar em folha distinta.
Devem ser destacados gradativamente os títulos das seções, utilizando-se
negrito, itálico ou grifo e redondo, caixa alta ou versal, e outro, no sumário e de
forma idêntica no texto.
Os títulos das seções (primárias, secundárias, etc) devem ser colocados após
sua numeração, dele separado por um espaço, iniciando-se o texto em outra linha.

3.8 CITAÇÕES

Define-se como trechos retirados de fontes utilizada com a finalidade de


corroborar com as ideias do autor. Para Marcantonio, Santos e Lehfeld (1993, p. 57).
São “as contribuições alheias, extraídas de documentos analisados pelo
pesquisador, servirão de suporte para que o estudioso venha documentar e
interpretar aquelas fontes que lhe serão uteis no decorrer de seu trabalho”.
De acordo com a NBR 10520:2002 definem-se como:
 Citação: menção de uma informação extraída de outra fonte.
 Citação de citação: citação direita ou indireta de um texto a que não se teve
acesso ao original.
Exemplo:
"somente no ano passado [1998], o ensino superior privado foi um negócio que
faturou R$ 4,2 bilhões. (...) O mercado vai saturar e só sobrarão as melhores
instituições”. (REZENDE ,1999, apud CUNHA, 2000, p.3)

 Citação direta: transcrição textual de parte da obra do autor consultado.


Exemplo:
“as limitações desse "mercado" acadêmico têm sido desafiadas, principalmente
pela tecnologia de informação, e, simultaneamente, novas forças competem
com o sistema vigente de credenciamento profissional e acadêmico.” (CUNHA,
2000, p.2)
65

 Citação indireta: texto baseado na obra do autor consultado. Conhecido


também por paráfrase.
Exemplo:
Para Cunha (2000) as universidades privadas obtiveram bons faturamentos,
porem devido a grande quantidade dessas instituições apenas as melhores e
mais estruturas, se consolidarão no mercado. Atravessaram o desafio de aliar a
qualidade de profissionais, com as novas tecnologias e principalmente agradar
os acadêmicos.

Regras gerais de apresentação:

a. Nas citações, as chamadas pelo sobrenome do autor, pela instituição


responsável ou título incluído na sentença, devem ser em letras maiúsculas e
minúsculas e, quando estiverem entre parênteses, devem ser em letras
maiúsculas.
Exemplos:
Conforme propõe Hartley (2001) tanto o ser humano quanto suas
organizações apresentam uma aversão natural a mudanças. - (citação
indireta ou paráfrase)

“O benchmarking é um processo contínuo e sistemático para avaliar produtos,


serviços e processos de trabalho de organizações” (SPENDOLINI, 1992, p.
30). - (citação direta)

Obs: Quando o autor vem antes do pensamento utiliza caixa-baixa. Quando o


autor vem depois do pensamento utiliza caixa-alta e parêntese.

b. Especificar no texto a (s) página (s), volume (s), tomo (s) ou seção (ões) da
fonte consultada, nas citações diretas. Este (s) deve (m) seguir a data,
separado (s) por vírgula e precedido (s) pelo termo, que o (s) caracteriza, de
forma abreviada. Nas citações indiretas, a indicação da (s) página (s)
consultada (s) é opcional.
66

Exemplos:

“O planejamento é definido como o ato ou processo de estabelecer objetivos,


diretrizes e procedimentos para uma unidade de trabalho. ” (CAPEZIO, 2002,
p.2)

Meyer parte de uma passagem crônica de “14 de maio”, de A Semana: Houve


sol, e grande sol, naquele domingo de 1888, em que o Senado votou a lei,
que a regente sancionou [...] (ASSIS, 1994, v.3, p.583).

c. As citações diretas de até 3 linhas, devem estar inseridas entre aspas duplas.
As aspas simples devem ser utilizadas para indicar citação no interior da
citação.
Exemplos:
Para Niven (2001, p. 63) “[...] as pessoas são mais felizes quando permitem
que sua personalidade individual aflore, e não quando se adaptam a imagens
determinadas pela sociedade”.

“Não se mova, faça de conta que está morta. ” (CLARAC; BONNIN, 1985,
p.72)

d. As citações com mais de três linhas, devem ser destacadas com recuo de 4
cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem
aspas e espaço simples entre linhas.

Exemplo:
A argumentação, ou seja, a operação com argumentos, apresentados com
objetivo de comprovar uma tese, funda-se na evidência racional e na
evidência dos fatos. A evidência racional, por sua vez, justifica-se pelos
princípios da lógica. Não se podem buscar fundamentos mais primitivos. A
evidência é a certeza manifesta imposta pela força dos modos de atuação
da própria razão. (SEVERINO, 2002, p.185)

e. Devem ser indicadas supressões, interpolações, comentários, ênfase ou


destaques, do seguinte modo:
 Supressões: [...]
67

 Interpolações, acréscimos ou comentários: [ ]


 Ênfase ou destaque: grifo, negrito ou itálico.

f. Para enfatizar trechos da citação, deve-se destacá-los indicando esta


alteração com a expressão grifo nosso entre parênteses, após a chamada da
citação, ou grifo do autor, caso o destaque já faça parte da obra consultada.
Exemplos:

[...] para que não tenha lugar a produção de degenerados, quer physicos
quer Moraes, misérias, verdadeiras ameaças à sociedade. (SOUTO, 1916, p.
46, grifo nosso).

[...] desejo de criar uma literatura independente, diversa, de vez que,


aparecendo o classicismo como manifestação de passado colonial [...].
(CANDIDO, 1993, p. 12, grifo do autor)

3.8.1 Sistema de chamada

As citações devem ser indicadas no texto por um sistema de chamada:


numérico ou autor-data. Qualquer que seja o método adotado, deve ser seguido
consistentemente ao longo de todo o trabalho, permitindo sua correlação na lista de
referência ou em notas de rodapé.

3.8.2 Sistema autor-data

A indicação de fonte é feita pelo sobrenome de cada autor ou pelo nome de


cada unidade responsável até o primeiro sinal de pontuação, seguido (s) da data de
publicação do documento e da (s) página (s) da citação, no caso de citação direta,
separados por vírgula e entre parênteses.

Exemplo:
Citação dentro do texto:
68

Parágrafo único. Promulgada a Constituição do Estado,


caberá à Câmara Municipal, no prazo de seis meses, votar a
Lei Orgânica respectiva, em dois turnos de discussão e
votação, respeitando o disposto na Constituição Federal e na
Constituição Estadual. (BRASIL, 2008, p.138, grifo do autor).

Referência:

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil:


promulgada em 5 de outubro de 1988. 41ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Coleção
Saraiva de legislação.

As citações subsequentes da mesma obra podem ser referenciadas de forma


abreviada, utilizando as seguintes expressões, abreviadas quando for o caso.

 Idem mesmo autor id.


 Ibdem na mesma obra ibid.
 Opus citatum, opere citato obra citada op. cit.
 Passim aqui e ali passim
 Loco citato no lugar citado loc. cit.
 Confira, confronte Cf.
 Sequentia seguinte ou que se segue et seq.
 Apud citado por, conforme, segundo – pode ser usada no texto.

Toda fonte utilizada durante a elaboração do TCC, seja ela: música,


desenho, artigo de lei, deverá ser citada dentro do texto e inserida na lista de
referências.

3.9 SIGLAS

Quando aparece pela primeira vez no texto, deve-se colocar por completo o
nome e posteriormente a sigla entre parênteses.
Exemplo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
69

3.10 EQUAÇÕES E FÓRMULAS

Para facilitar a leitura, devem ser destacadas no texto e, se necessário,


numeradas com algarismos arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Na
sequência normal do texto, é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte
seus elementos (expoentes, índices e outros)
Exemplo:

x² + y²= z² ....................................................................................................... (1)


(x² + y²) / 5=n.....................................................................................................(2)

3.11 ILUSTRAÇÕES

Qualquer que seja seu tipo (desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias,


gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros) sua
identificação aparece na parte superior, precedida da palavra designativa,
seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos,
do respectivo título. Após a ilustração, na parte inferior, indicar a fonte consultada
(elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor), legenda, nota e
outras informações necessárias à sua compreensão (se houver). A ilustração deve
ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere, conforme o projeto
gráfico. A ilustração deve ser colorida.

Figura 19 – Biblioteca da UNIFAVIP

Fonte: UNIFAVIP
70

3.12 TABELAS

Tabela é uma forma de apresentação não discursiva que tem por finalidade a
exposição de dados numéricos, codificações, especificações técnicas e símbolos.
As tabelas devem sintetizar os dados, facilitando a leitura e proporcionando maior
rapidez na interpretação das informações.

Regras gerais:
 O título deve ser colocado na parte superior, precedido da palavra Tabela e
de seu número de ordem em algarismos arábicos.
 Possui numeração independente e consecutiva.
 Indicar a fonte consultada, parte inferior da tabela (elemento obrigatório,
mesmo que seja produção do próprio autor).
 As colunas externas devem aparecer abertas. Devem-se utilizar linhas
horizontais e verticais para separar os títulos das colunas no cabeçalho e
fechá-las na parte inferior, evitando-se fios verticais para separar as colunas e
fios horizontais para separar as linhas.
 As tabelas devem ser inseridas o mais próximo possível do texto a que se
referem.
 Se não couber em uma folha, deve ser continuada na folha seguinte, sendo,
sem delimitações por traço horizontal na parte inferior, sendo o título e o
cabeçalho repetidos na folha seguinte.
 Utilizam-se fios horizontais e verticais para separar os títulos das colunas no
cabeçalho e fechá-las na parte inferior, evitando fios verticais para separar as
colunas e fios horizontais para separar as linhas.

Tabela 1 – Indicadores da Produção Industrial por Grandes Categorias Econômicas – Brasil 10/2014

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisa, Coordenação de Indústria.


71

4 ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA

“O projeto é uma das etapas componentes do processo de elaboração,


execução e apresentação da pesquisa (MARCONI, 2009, p.103).” É um instrumento
de coleta, de mensuração e análise de resultados, que auxilia na distribuição de
recursos. Permite estabelecer abordagem sobre determinado problema, caminhando
para a definição do mesmo e às metas esperadas, indicando procedimentos
metodológicos concernentes para a consecução de tais metas.

Quadro 3 – Disposição dos elementos.


Estrutura Elemento
Parte externa
Elementos Capa (opcional)
Pré-Textuais Lombada (opcional)
Folha de rosto (obrigatório)
Lista de ilustrações (opcional)
Parte interna Lista de tabelas (opcional)
Elementos Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
Pré-Textuais Lista de símbolos (opcional)
Sumário (obrigatório)

Introdução (exposição do tema e problema)


Hipótese (s) (quando couberem)
Objetivos
Elementos Textuais Justificativas
Referencial teórico que embasa a metodologia
Recursos / Custos
Cronograma
Referências (obrigatório)
Glossário (opcional)
Pós-Textuais Apêndice (opcional)
Anexo (s) (opcional)

Fonte: (ABNT.NBR 15287:2011, p. 2-5)


72

4.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

4.1.1 Capa

Elemento opcional que apresenta as seguintes informações:


 Nome da entidade para qual deve ser submetido, quando solicitado;
 Nome do (s) autor (es);
 Título;
 Subtítulo;
 Local da entidade;
 Ano de entrega.

4.1.2 Lombada

Elaborada conforme a NBR 12225:2004 e deve conter os seguintes


elementos:
 Nome (s) do (s) autor (es), quando houver; impresso longitudinalmente
e legível do alto para o pé da lombada.
 Título do trabalho, impresso da mesma forma do autor;
 Elementos alfanuméricos de identificação do volume, fascículo ou data
se houver;

4.1.3 Folha de rosto

Elemento obrigatório que contém informações essenciais á identificação do


trabalho.
As informações devem ser transcritas na seguinte ordem:
 Nome (s) do (s) autor (es);
 Título e subtítulo;
 Tipo de projeto de pesquisa e nome da entidade a que deve ser
submetido (natureza do trabalho);
 Nome do orientador, coorientador ou coordenador, se houver;
 Local da entidade;
73

 Ano de entrega.

NOTA: Caso a entidade a qual o trabalho será submetido exija, faz-se necessário
apresentar dados curriculares do (s) autor (es) em folha (s) distinta (s) após a folha
de rosto.

4.1.4 Lista de ilustrações

Elemento opcional, sendo obrigatório quando acima de cinco (5), elaborado


de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item designado por seu
nome específico, acompanhado do respectivo número de página. Quando
necessário, recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração
(desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas,
plantas, quadros, retratos e outros).

4.1.5 Lista de tabelas

Elemento opcional, sendo obrigatório quando acima de cinco (5), elaborado


de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item designado por seu
nome específico, acompanhado de respectivo número de página.

4.1.6 Lista de abreviaturas e siglas

Elemento opcional, sendo obrigatório quando acima de cinco (5), que consiste
na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto, seguidas das
palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso. Recomenda-se
elaboração de lista própria para cada tipo.

4.1.7 Lista de símbolos

Elemento opcional, sendo obrigatório quando acima de cinco (5), elaborado


de acordo com a ordem apresentada no texto, com o devido significado.
74

4.1.8 Sumário

Elemento obrigatório que contém a enumeração das principais divisões,


seções e outras partem de uma publicação, na mesma ordem e grafia em que a
matéria nele se sucede.
O indicativo de seção secundária é constituído pelo indicativo da seção
primária a que pertence, seguido do número que lhe for atribuído na seqüência do
assunto e separado por ponto;

e) Seção primária 1 (fonte arial 12, negrito, caixa alta)


1 ESTRUTURA DO TRABALHO.........................................................10
f) Seção secundária 1.1 (fonte arial 12, sem negrito, caixa alta)
1.1 ELEMENTOS TEXTUAIS...............................................................12
g) Seção terciária 1.1.1 (fonte 12, negrito, caixa baixa)
1.1.1 Definições...................................................................................23
h) Seção quaternária 1.1.1.1 (fonte 12, sem negrito, itálico, caixa baixa)
1.1.1.1 Definições de seção.................................................................25

Elaborado conforme 2.1.15

4.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

Devem ser constituídos de uma parte introdutória, na qual devem ser


expostos o tema do projeto, o problema a ser abordado, a (s) hipótese (s), quando
couber (em), bem como o (s) objetivo (s) a ser(em) atingido(s) e a(s) justificativa(s).
É necessário que sejam indicados o referencial teórico que o embasa, a metodologia
a ser utilizada, assim como os recursos e o cronograma necessários á sua
consecução.

4.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

4.3.1 Referências
75

Elemento obrigatório. Elaborado conforme 2.3.1.


4.3.2 Glossário

Elemento opcional. Elaborado conforme 2.3.2.

4.3.3 Apêndice

Elemento opcional. Elabora conforme 2.3.3.

4.3.4 Anexo

Elemento opcional. Elaborado conforme 2.3.4

4.4 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO

4.4.1 Formato

Os textos devem ser apresentados em papel branco ou reciclado, formato A4


(21 cm x 29,7 cm), impressos em cor preta, podendo utilizar outra cores somente
para ilustrações. Recomenda-se que os elementos textuais e pós-textuais sejam
digitados no anverso e verso das folhas
A fonte deverá ser arial tamanho 12 para todo o texto, inclusive a capa,
excetuando-se as citações de mais de três linhas, nota de rodapé, paginação e
legenda das ilustrações e tabelas, que devem ser digitadas em fonte menor (fonte
10) e uniforme. Para citações de mais de três linhas, utilizar recuo de 4 cm da
margem esquerda.

4.4.2 Margem

As folhas devem apresentar no anverso margem esquerda e superior de 3 cm


e direita e inferior de 2 cm e para o verso margem direita e superior de 3 cm e
esquerda e inferior de 2 cm.
76

4.4.3 Espacejamento

O texto deve ser digitado com espaço de 1,5 cm entrelinhas, excluindo-se as


citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das
ilustrações e tabelas, tipo de projeto de pesquisa e nome da entidade, que devem
ser digitados em espaço simples.
Os títulos das subseções devem ser separados do texto que os procede ou
que o sucede por um espaço de 1,5 cm.
Na folha de rosto, o tipo de projeto de pesquisa e o nome da entidade a que
é submetido devem ser alinhados do meio da página para a margem direita (7,5 cm).
As referencias devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco.

4.4.4 Notas de rodapé

São anotações colocadas ao pé da página para prestar esclarecimentos ou


complementar informações. As notas devem ser digitadas no final da página, dentro
das margens, ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e
por filete de 5 cm, a partir da margem esquerda e em caracteres menores que os
utilizados no texto (arial 10).
Deve ser numerada em ordem crescente e necessariamente deve estar na
mesma página em que se localiza o número de chamada. Para os títulos que
ocupem mais de uma linha deverão ser, a partir da segunda linha, alinhada abaixo
da primeira letra da primeira palavra do título.

4.4.5 Indicativos de seção

Os indicativos numéricos de uma seção devem preceder seu título, alinhado à


esquerda, separados por um espaço de caractere. Os títulos das seções primárias
(capítulos) devem começar em paginas impar (anverso), na parte superior da
mancha gráfica e ser separados do texto que os sucede por um espaço de 1,5 cm.
Da mesma forma, os títulos das subseções (subcapítulos) devem ser separados dos
textos que precede e sucede pelo mesmo espaço 1,5 cm.
77

4.4.6 Título sem indicativo numérico

As listas de ilustrações, listas de abreviaturas e siglas, listas de símbolos,


sumário, referências, glossário, apêndice, anexos e índice devem ser centralizados.

4.4.7 Numeração progressiva

Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a


numeração progressiva para as seções do texto. Os títulos das seções primárias,
que são as principais divisões de um texto, devem iniciar em folha distinta.
Elaborado conforme 3.7.

4.4.8 Paginação

Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas


sequencialmente, mas não numeradas. A numeração deve ser colocada a partir da
primeira folha da parte textual (introdução), em algarismos arábicos, no canto
superior da folha a 2cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da
borda direita da folha.
Quando o trabalho for digitado no anverso da folha, a numeração será no
canto superior direito da folha, e quando for digitado no verso a numeração deve ser
no canto superior esquerdo da folha.

4.4.8 Citações

Apresentadas conforme 3.8.


78

5 ESTRUTURA PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS

Parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute


ideias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do
conhecimento. (ABNT NBR 6022:2003). São pesquisas realizadas e publicadas em
revistas e periódicos especializados. Para Marcantonio, Santos, Lehfeld (1993) o
artigo deve divulgar os resultados de estudos, levar o conhecimento do público
interessado, ideias novas. O pesquisador precisa utilizar um estilo claro, conciso,
objetivo, uma linguagem técnica, correta, mas, simples.

Quadro 4 - Estrutura para artigos científicos.


Estrutura Elemento
Título e subtítulo
Elementos Nome (s) do (s) autor (es)
Pré-Textuais Resumo em língua vernácula (obrigatório)
Palavras-chave na língua do texto (obrigatório)
Introdução
Elementos Textuais Desenvolvimento
Conclusão
Título e subtítulo em língua estrangeira (opcional)
Pós-Textuais Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
Palavras-chave em língua estrangeira (obrigatório)
Referências (obrigatório)
Glossário (opcional)
Apêndice (s) (opcional)
Anexo (s) (opcional)
Fonte: ABNT (2005).

5.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

5.1.1 Título e subtítulo

Deve figurar na página de abertura do artigo, diferenciados tipograficamente


ou separados por dois pontos e na língua do texto.
79

5.1.2 Autor (es)

Deve conter o (s) nome (s), completos, do (s) autor (es) seguidos da
titulação e instituição de origem. O currículo e endereços postal e eletrônico devem
aparecer no rodapé da página indicado por asterisco.

5.1.3 Resumo em língua vernácula

Elemento obrigatório, onde devem figurar frases concisas e objetivas e não


enumeração de tópicos, de no máximo 250 palavras, seguido das palavras-chave,
elemento obrigatório, que fica abaixo do resumo separada por ponto. Elaborado
conforme a NBR 6028:2003.
Exemplo:
Palavras-chave: Biblioteca. Livro. Educação.

5.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

5.2.1 Introdução

Parte inicial do artigo onde o autor deve delimitar o tema pesquisado,


oferecendo uma visão global do estudo realizado, os objetivos e as justificativas que
levaram o autor a tal investigação e apontar as questões da pesquisa para as quais
buscará as respostas.

5.2.2 Desenvolvimento e demonstração dos resultados

Contém exposição e discussão das teorias que foram utilizadas para entender
e esclarecer o problema, apresentando-as e relacionando-as com a dúvida
investigada. Trazendo seções e subseções com o assunto esmiuçado dependendo
do tema e do método utilizado.

5.2.3 Considerações finais

Contém conclusões e as descobertas do texto, evidenciando com clareza e


objetividade as deduções extraídas dos resultados obtidos ou apontadas ao longo
80

da discussão do assunto. Responde às hipóteses enunciadas e aos objetivos do


estudo, onde não se permite que nesta seção sejam incluídos dados novos.

5.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

5.3.1 Título e subtítulo em língua estrangeira

Devem ser diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos.

5.3.2 Resumo em língua estrangeira

Elemento obrigatório, em versão do resumo em língua vernácula, para


idioma de divulgação internacional (inglês, espanhol ou francês), com as mesmas
características e seguindo das palavras-chave.

5.3.3 Notas explicativas

Devem ser numeradas em algarismos arábicos, em ordem consecutiva.


Aconselha-se que as notas de referência sejam colocadas no final do trabalho e no
rodapé da página para explicações.

5.3.4 Referências

Elemento obrigatório. Elaborado conforme 2.3.1.

5.3.5 Glossário

Elemento opcional. Elaborado conforme 2.3.2.

5.3.6 Apêndice

Elemento opcional. Elabora conforme 2.3.3.


81

5.3.7 Anexo

Elemento opcional. Elaborado conforme 2.3.4

5.4 INDICATIVO DE SEÇÃO

Deve preceder o título, com alinhamento à esquerda e separado por um


caractere.
Elaborado conforme 3.5.

5.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA

Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a


numeração progressiva para as seções do texto. Os títulos das seções primárias,
que são as principais divisões de um texto, devem iniciar em folha distinta.
Elaborado conforme 3.7.

5.6 CITAÇÕES

Devem ser apresentadas conforme 3.8.

5.7 SIGLAS

Devem ser apresentadas conforme 3.9.

5.8 ILUSTRAÇÕES

Devem ser apresentadas conforme 3.11.

5.9 TABELAS

Devem ser apresentadas conforme 3.12.


82

5.10 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO

5.10.1 Formatação

Os textos devem ser apresentados em papel branco ou reciclados, formato


A4 (21 cm por 29,7 cm), impressos em cor preta, podendo utilizar outras cores
somente para ilustrações. Recomenda-se que os elementos textuais e pós-textuais
sejam digitados no anverso e verso das folhas.

A fonte deverá ser arial tamanho 12 para todo o texto e inclusive a capa,
excetuando-se as citações de mais de três linhas, nota de rodapé, paginação e
legenda das ilustrações e tabelas, que devem ser digitadas em fonte menor (10).

5.10.2 Margens

As folhas devem apresentar no anverso margem esquerda e superior de 3 cm


e direita e inferior de 2 cm e para o verso margem direita e superior de 3 cm e
esquerda e inferior de 2cm.

5.10.3 Espacejamento

O texto deve ser digitado com espaço de 1,5 cm entrelinhas, excluindo-se as


citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das
ilustrações e tabelas, tipo de projeto de pesquisa e nome da entidade, que devem
ser digitados em espaço simples.
Os títulos das subseções devem ser separados do texto que os procede ou
que o sucede por um espaço de 1,5 cm.
As referencias devem ser separadas entre si por um espaço simples em
branco.
83

REFERÊNCIAS

ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas


ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. In:______. Revisão
da bibliografia. 2.ed. São Paulo; Thomson, 1999. Cap. 8, p.179-188.

ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho cientifico.


Atlas: São Paulo, 1999.

________. Introdução à metodologia do trabalho científico. 6 ed. São Paulo:


Atlas, 2003.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 6021: informação e


documentação: artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação.
Rio de Janeiro, 2015.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 6022: informação e


documentação: publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de
Janeiro, 2003.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 6023: informação e


documentação: referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 6024: informação e


documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito –
apresentação. Rio de Janeiro, 2012.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 6027: informação e


documentação: sumário – apresentação. Rio de Janeiro, 2012.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 6028: informação e


documentação – resumo – apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 10520: informação e


documentação: citação em documentos – apresentação. Rio de Janeiro, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 12225: informação e


documentação – lombada – apresentação. Rio de Janeiro, 2004.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 14724: informação e


documentação: trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro, 2011.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 15287: informação e


documentação – projeto de pesquisa – apresentação. Rio de Janeiro, 2011.

BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto
de pesquisa: propostas metodológicas. 14.ed. Petrópolis (RJ), 2003.
84

FRANÇA, Júnia Lessa et alii. Manual para normalização de publicações técnico-


científicas. 6.ed.Belo Horizonte: Ed. da UFMG, 2003.

GIL, Antonio Carlos. Projetos de pesquisa. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1996.

________. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1999.

ISKANDAR, Jamil Ibrahim. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos


científicos. 2 ed. Curitiba: Juruá, 2007.

GIL, Antonio Carlos. Projetos de pesquisa. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1996.

________. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1999.

KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e


prática da pesquisa. 14.ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 1997.

LAKATOS, E. M., MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 4.


ed. São Paulo: Atlas, 2001.

MARCANTONIO, Antonia Terezinha; SANTOS, Martha Maria dos Santos;


LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Elaboração e divulgação do trabalho
científico. São Paulo; Atlas, 1993.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos,


resenhas. 5.ed. São Paulo; Atlas, 2003.

MOURA, Eliene. Bases para comunicação científica: normalização de


monografias dissertações e teses. Fortaleza: INESP, 2003.

MÜLLER, Mary Stela; CORNELSEN, Julce. Normas e padrões para teses,


dissertações e monografias. 5.ed. Londrina: Eduel, 2003.

RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa cientifica. 31.ed.


Petrópolis (RJ): Vozes, 2003.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. São


Paulo: Cortez, 2002.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Sistemas de Bibliotecas. Tabelas.


Curitiba: Ed. UFPR, 2000. 54 p. (Normas para apresentação de documentos
científicos; v. 9).
85

APÊNDICE A – PARTE EXTERNA TCC DIGITAL


86

APÊNDICE B – PARTE INTERNA TCC DIGITAL

TÍTULO DO TRABALHO
Nome do autor(a)

Ano

Ano
87

ANEXO A – ABREVIATURA DOS MESES

Português Espanhol Italiano Francês Inglês Alemão


jan. enero genn. janv. jan. jan.
fev. feb. febbr. févr. feb. feb.
mar. marzo mar. mars mar. märz
abr. abr. apr. avril abr. apr.
maio mayo magg. mai may mai
jun. jun. giugno juin june juni
jul. jul. iuglio juil. july juli
ago. agosto ag. août aug. aug.
set. sept. sett. sept. sept. sept.
out. oct. ott. oct. oct. okt.
nov. nov. nov nov. nov. nov.
dez. dic. dic. déc. dec. dez.
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas (2002a)