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Interações medicamentosas de Stockley

Um livro fonte de interações, seus mecanismos, importância clínica e gerenciamento
Londres • Chicago
Oitava edição
Editado por Karen Baxter

............... ÁÁ LCOOL + bloqueadores alfa
Os nííveis plasmaí ticos de indoramina e aí lcool podem ser aumentados pelo uso concomitante. Foi relatado que a
combinaçaã o de aí lcool e indoramina aumenta a sonoleê ncia, o que pode aumentar os riscos durante a conduçaã o ou
o uso de maí quinas.Prazosin parece aumentar os efeitos hipotensores do aí lcool.
Evideê ncia clíínica
a) Indoramina
Quando 10 indivííduos saudaí veis receberam uma dose uí nica oral de 50 mg de indamina em conjunto com aí lcool
0,5 g / kg em 600 mL de lager sem aí lcool, a ÁUC da indoramina foi aumentada em 25% e os nííveis plasmaí ticos
maí ximos foram aumentados em 58%. % .1,2 Quando os participantes receberam uma dose intravenosa uí nica de
175 microgramas / kg de indoramina juntamente com a mesma dose oral de aí lcool, um aumento de 26% nos
nííveis de aí lcool no sangue ocorreu durante as primeiras 1,25 horas apoí s a dosagem, mas nenhum alteraçoã es na
farmacocineí tica da indoramina foram observadas. Á combinaçaã o de aí lcool e indoramina causou mais sedaçaã o do
que uma ou outra droga isolada.2
b) Prazosin
Um estudo em 10 pacientes hipertensos japoneses descobriu que o aí lcool 1mL / kg diminuiu a pressaã o arterial
por vaí rias horas. O tratamento com prazosina 1 mg treê s vezes ao dia causou uma reduçaã o significativa na
pressaã o arterial e aumentou a hipotensaã o induzida pelo aí lcool.3 Esses efeitos podem ser restritos a pacientes
orientais / asiaí ticos, devido aà sííndrome do rubor de aí lcool, causada pela acuí mulo de acetaldeíído vasodilatador a
uma alteraçaã o geneí tica na enzima desidrogenase eí rara em brancos e negros.3 Á significaê ncia clíínica eí incerta,
uma vez que a dose de prazosina no estudo foi relativamente pequena e a dose de aí lcool foi relativamente
grande, portanto esses achados podem naã o se aplicar a beber mais moderado ou doses mais altas de prazosin.
Mecanismo
Incerto. Áumento da absorçaã o de indoramina do intestino ou reduçaã o do metabolismo hepaí tico pode ser
responsaí vel pelos elevados nííveis seí ricos de indoramina. O aumento da sedaçaã o parece ser devido aos efeitos
sedativos aditivos das duas drogas.
Importaê ncia e gerenciamento
Á informaçaã o eí limitada, mas a interaçaã o entre a indoramina e o aí lcool parece estar estabelecida. Á importaê ncia
clíínica dos nííveis elevados de ambas as drogas eí incerta. No entanto, uma vez que a indoramina, por vezes, causa
sonoleê ncia quando eí administrada pela primeira vez, existe a possibilidade de que o estado de alerta seja
reduzido, o que poderia aumentar os riscos de dirigir ou manusear maí quinas. Os pacientes devem ser
avisados. Á prazosina parece aumentar o efeito hipotensor do aí lcool, ver tambeí m '............... ÁÁ LCOOL + Ánti-
hipertensivos', p.48.
1.Ábrams SML, Pierce DM, Franklin RÁ, Johnston Á, Marrott PK, EP Cory, Turner P. Efeito de
etanol na farmacocineí tica da indoramina. Br J Clin Pharmacol (1984) 18, 294P-295P. 2.Ábrams SML, Pierce DM,

1

Johnston Á, Hedges Á, Franklin RÁ, Turner P. Farmacocineí tica
teraçaã o entre indoramina e etanol. Hum Toxicol (1989) 8, 237-41.
3.Kawano Y, Ábe H, Kojima S, Takishita S, Omae T. Interaçaã o de aí lcool e um α1-blocker na pressaã o arterial
ambulatorial em pacientes com hipertensaã o essencial. Ám J Hypertens (2000) 13, 307-12.
............... ÁÁ LCOOL + Ánfetamina
Á dexanfetamina pode reduzir os efeitos deleteí rios do aí lcool ateí certo ponto, mas algumas deficieê ncias ainda
ocorrem, tornando inseguro o acionamento. Outro relato sugere que a combinaçaã o de metanfetamina e aí lcool
produz um aumento na intoxicaçaã o total percebida e pode tambeí m aumentar os efeitos adversos cardííacos.
Evideê ncia clíínica
Em 12 indivííduos saudaí veis, o aí lcool 0,85g / kg (2mL / kg de 100 vodka aà prova em suco de laranja) agravou o
desempenho de uma tarefa SEDI (Ávaliaçaã o Simulada do Deí ficit de Drogas) .1 Ácredita-se que essa tarefa
corresponda aà s habilidades necessaí rias para conduzir com segurança, e envolve testes de atençaã o, memoí ria,
reconhecimento, tomada de decisaã o e tempos de reaçaã o. Quando os sujeitos tambeí m receberam dexanfetamina
90 ou 180 microgramas / kg, houve uma melhora relacionada aà dose no desempenho da tarefa SEDI, mas a
Á avaliaçaã o da intoxicaçaã o foi inalterada. Os nííveis de aí lcool no sangue atingiram um maí ximo de cerca de 100 mg
% em aproximadamente uma hora. Á biodisponibilidade do aí lcool foi levemente aumentada.1
Relatos anteriores usando diferentes meí todos de testes mostraram que, em alguns testes, a dexanfetamina
modificava os efeitos do aí lcool, 2,3 mas o quadro total era complexo. Outros relatos naã o encontraram
antagonismo.4,5 Outro estudo descobriu que, em situaçoã es de estresse, onde o alíívio da fadiga ou do teí dio
sozinho naã o produziria um desempenho melhorado, a dexanfetamina naã o conseguiu melhorar o desempenho
motor prejudicado pelo aí lcool.6 Um estudo posterior descobriu que enquanto a combinaçaã o de aí lcool e
metanfetamina diminuiu os sentimentos subjetivos de intoxicaçaã o alcooí lica, houve de fato um aumento na
sensaçaã o de intoxicaçaã o total.7 Á combinaçaã o de aí lcool e metanfetamina pode aumentar a toxicidade cardííaca.7
Mecanismo
Naã o entendido. Embora o aí lcool seja um depressor do SNC e as amfetaminas sejam estimulantes do SNC, naã o haí
um simples antagonismo entre os dois.
Importaê ncia e gerenciamento
Conclusoã es claras naã o podem ser tiradas das evideê ncias apresentadas nos estudos relatados. Haí alguma
evideê ncia de que os efeitos do aí lcool saã o modificados ou reduzidos, mas as habilidades de direçaã o parecem
permanecer prejudicadas ateí certo ponto. Haí tambeí m evideê ncias de um aumento do risco de efeitos cardííacos
adversos. O aumento da intoxicaçaã o total percebida, observado em um relatoí rio, tem sido sugerido como uma
possíível razaã o para a popularidade do uso ilíícito da combinaçaã o.7 Considere tambeí m "............... ÁÁ LCOOL +
EÊ xtase", p.62.
1. Peí rez-Reyes M, Branco WR, McDonald SÁ, Hicks RE. Interaçaã o entre etanol e dextroanfetamina: efeitos no
desempenho psicomotor. Álcohol Clin Exp Res (1992) 16, 75 -
81.
2. Kaplan HL, Forney RB, Richards ÁB e Hughes FW. Dextro-anfetamina, aí lcool e combinaçaã o aí lcool-dextro-
anfetamina e desempenho mental. Em Harger RN, ed. ÁÁ lcool e segurança no traê nsito. Bloomington, Indiana:
Indiana Univ Press;1966 p. 211-14.
3. Wilson L., Taylor JD, Nash CW, Cameron DF. Os efeitos combinados do etanol e do sulfato de anfetaminas no
desempenho de seres humanos. Can Med Ássoc J (1966) 94, 478-84.
4. Hughes FW, Forney RB. Ás combinaçoã es Dextro-anfetamina, etanol e dextro-anfetamina-etanol no
desempenho de seres humanos estressados com feedback auditivo retardado (DÁF). Psychopharmacologia

2

(1964) 6, 234-8.
5. Newman HW, Newman EJ. Á falta de dexedrina e cafeíína como antagonistas praí ticos do
efeito depressivo do aí lcool etíílico no homem. QJ Stud Álcohol (1956) 17, 406-10.
6.Brown DJ, Hughes FW, R Forney RB, Richards ÁB. Efeito da d-anfetamina e do aí lcool no desempenho motor
atento em seres humanos. Em Harger RN, ed. ÁÁ lcool e segurança no traê nsito. Bloomington, Indiana: Indiana Univ
Press; 1966 p.215-19.
7.Mendelson J, Jones RT, Upton R. Jacob Interaçoã es com metanfetamina e etanol em humanos. Clin Pharmacol
Ther (1995) 57, 559-68.
............... ÁÁ LCOOL + aí cido aminossalicíílico
O aí lcool pode abolir os efeitos hipolipemiantes do aí cido aminosalicíílico.
Evideê ncia clíínica, mecanismo, importaê ncia e gerenciamento
Á eficaí cia do PÁS-C (aí cido aminossalicíílico purificado recristalizado em vitamina C) e dieta no tratamento da
hiperlipidemia tipos IIa e IIb foi estudada em um grupo de 63 indivííduos. Notou-se que quando 3 dos sujeitos
ingeriram quantidades naã o declaradas de aí lcool (cerveja ou coqueteí is), os efeitos do PÁS-C na reduçaã o dos nííveis
seí ricos de colesterol, trigliceí rides e LDL-colesterol foram completamente abolidos.1 Ás razoã es saã o naã o
entendido. Parece naã o haver evideê ncias de que o aí lcool afete o tratamento da tuberculose com aí cido
aminossalicíílico.
1. Kuo PT, Fan WC, Kostis JB, Hayase K. Combinado aí cido para-aminossalicíílico e terapeê utica dieteí tica no
controlo a longo prazo da hipercolesterolemia e da hipertrigliceridemia (hiperlipoproteinemia dos tipos IIa e
IIb). Circulation (1976) 53, 338-41.
............... ÁÁ LCOOL + Ámisulprida
Nenhuma interaçaã o farmacocineí tica parece ocorrer entre amiforeprida e aí lcool.
Evideê ncia clíínica, mecanismo, importaê ncia e gerenciamento
Naã o foram observadas interacçoã es farmacocineí ticas significativas em 18 indivííduos saudaí veis que receberam
doses uí nicas de amisulprida de 50 e 200 mg com aí lcool a 0,8 g / kg, nem foram os efeitos prejudiciais do aí lcool
no aumento do desempenho pela amisulprida.1 No entanto, o fabricante recomenda que o Os efeitos centrais do
aí lcool podem ser aumentados pela amissulprida e, portanto, naã o recomendam a combinaçaã o.2
1.Mattila MJ, Patat Á, T Seppaä laä , Kalska H, Jalava ML, Vanakoski J, Lavanant C. Doses orais uí nicas de amisulpirida
naã o aumentam os efeitos do aí lcool no desempenho e na memoí ria de indivííduos saudaí veis. Eur J Clin Pharmacol
(1996) 51, 161-6.
2. Solian (Ámisulpride). Sanofi Áventis. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto, dezembro de 2004.
............... ÁÁ LCOOL + Ántibacterianos; Cefalosporinas
Reaçoã es do tipo dissulfiram podem ocorrer naqueles que tomam cefamanole, cefmenoxima, cefoperazona,
cefotetan, latamoxef (moxa- lactama) e possivelmente cefonicida, e ingerem aí lcool. Esta naã o eí uma reaçaã o geral
das cefalosporinas, mas estaí confinada aà quelas com estruturas quíímicas particulares.
Evideê ncia clíínica
Um jovem com fibrose cíística recebeu latamoxef 2 g por via intravenosa a cada 8 horas para pneumonia. Ápoí s
treê s dias de tratamento, ele bebeu, como era seu costume, uma lata de cerveja no almoço. Ele rapidamente ficou
corado com uma erupçaã o macular e florida no rosto e no peito. Isso desapareceu nos 30 minutos seguintes, mas
ele se queixou de naí usea e dor de cabeça severas. Da mesma forma, um paciente que tomava latamoxef tornou-
se ruborizado, diaforeí tico e enjoado depois de beber um coquetel de vodca e suco de tomate.1 Essa reaçaã o
tambeí m foi descrita em dois indivííduos que ingeriram aí lcool enquanto recebiam vasomoxef, 2 dos 10 sujeitos

3

. 1.24 Importaê ncia e gerenciamento Interaçoã es estabelecidas mas imprevisííveis de incideê ncia variada. Elixir de teofilina. a cefoperazona foi considerada pior do que o latamoxef. 3.. Vaí rias outras cefalosporinas saã o possííveis candidatos para essa reaçaã o porque possuem o grupo metiltetrazoletiol na posiçaã o 3. Reaçaã o do tipo dissulfiramo aos β-lactaê micos. 19 e em outro ceftizoxima foi relatado como naã o interagindo com o aí lcool. 4. p. dois de 10 indivííduos que receberam latamoxef e aí lcool reagiram.5% de aí lcool. Israel KS. Pons VG.23 mas tambeí m foi observado com o cefonicid. ou apoí s a ingestaã o de 8. p.. 4 expansores de plasma e dopamina foram usados como tratamento. Prince ÁS. cerveja ou outras bebidas alcooí licas.2. 3 e um paciente que toma latamoxef. cefonicid17 16 e cetetan.6 ÁÁ lcool 43 Como a reaçaã o eí imprevisíível. ameaçando em um caso.17 Álgumas cefalosporinas contendo amina (cefalexina.22 Parece que qualquer reaçaã o normalmente ocorre apenas com cefalosporinas que possuem um grupo metiltetrazoletiol na posiçaã o 3 da moleí cula de cefalosporina..4 Tambeí m foi observado em um paciente que tomava latamoxef apoí s a injeçaã o de aí lcool no espaço para- aoí rtico para o bloqueio do plexo celííaco. 347-55. cefamandol e cefoperazona) podem elevar os nííveis seí ricos de acetaldeíído em ratos quando o aí lcool eí administrado. que por sua vez foi pior do que o cefmetazol.. i. Kammer RB.16 Essa reaçaã o tipo disulfiram naã o eí uma reaçaã o geral de todas as cefalosporinas. Klaasen CD. moxalactama e uma reaçaã o tipo di- 4 .23 mas naã o parece haver relatos de uma interaçaã o entre o aí lcool e essas drogas..que receberam latamoxef.... devem esperar uma semana. 18 e 8 de 9 que receberam cefoperazona reagiram. elixir. JÁMÁ (1981) 245. do que grave. mas haí dois relatos4.Elenbaas RM. Robinson WÁ. que foi vitalíício. em um estudo.25 O tratamento naã o eí usualmente necessaí rio. que possui um grupo metil sulfotiotioí razolico em seu lugar. cefotiam e cefpiramide. Harvey MJ. ÁÁ LCOOL + Dissulfiram'. Treê s dessas cefalosporinas (latamoxef. Em estudos. 2. 11.61). Jacobs RÁ.....6 de dois pacientes idosos que necessitaram de tratamento para hipotensaã o. cefoperazona 6. Áqueles com insuficieê ncia renal ou hepaí tica. Clin Pharmacol Ther (1982) 32.7. Naã o se deve esquecer que alguns alimentos e produtos farmaceê uticos conteê m quantidades substanciais de aí lcool. mas o significado clíínico disso eí desconhecido. Guglielmo BJ.17 Mecanismo Estas reaçoã es parecem ter a mesma base farmacoloí gica que a reaçaã o de dissulfuram / aí lcool (ver 'Álcohol + Disulfiram'.20 Nenhuma interaçaã o foi observada com cefonicida e aí lcool em um estudo controlado por um lugar. cefadroxil e cefradina) tambeí m foi relatado que interagem com o acetaldeíído in vitro.Buening MK. e uma reaçaã o com alguns produtos aplicados topicamente naã o pode ser excluíída (ver '.Brown KR. 11. avise todos os pacientes que tomam essas cefalosporinas potencialmente interagentes que podem ocorrer durante e ateí treê s dias apoí s o teí rmino do tratamento. Ryan JL. Na di- atividade sulfiram-like de moxalactam. e aí lcool.61). dado o elixir de teofilina contendo aí lcool 20% . Áconselhe-os a evitar o aí lcool.14. Estes incluem ceforanide. cefonoxima 8-15.Neu HC.11. Reaçoã es similares foram descritas em pacientes ou indivííduos que receberam cefamandol. Wold JS. 21 entretanto um relato de caso descreve uma reaçaã o de dissulfiramida em um paciente que toma a combinaçaã o. Um estudo naã o encontrou interaçaã o entre os que tomavam cefpiroma e aí lcool.15 Á reaçaã o parece ser normalmente mais embaraçosa ou desagradaí vel e assustadora. Haí evideê ncias de que a gravidade varia. 1422.. 18 depois de beber vinho. Lancet (1980).4. 2027–8. Mings Singsank. nos quais a depuraçaã o do medicamento eí prolongada. mas em menor proporçaã o do que o disulfiram. com os sintomas desaparecendo espontaneamente depois de algumas horas. 3 cinco de 8 que tomaram cefotetan reagiram. Interaçaã o entre moxalactam e aí lcool.

Disulfiram-like ao moxalactam apoí s o bloqueio do aí lcool do plexo celííaco. Foster TS. 243. Ám J Med Sci (1984) 287. McMahon FG. Uri JV. Lefrock JL. Carlassara GB. Rudhardt M. Drogas (1981) 22 (Supl 1). Dayer P. 21. Mauro VF. 858-9. Remington JS. 110. 23. 11. Chalopin JM. Kannangara DW. Falta de interaçaã o entre cefpiroma e aí lcool. Tsurumi K. J Ántimicrob Chemother (1987) 20. 377. 76-86. Peddie B.Állaz ÁF. 1417-18.. LaCorte W. Drugs (1981) 22 (Suppl 1). Reaçoã es do tipo dissulfiramo com cefa- losporins: cefmenoxime. 109. 45-7.Lassman HB. Ántimicrob Ágents Chemother (1987) 31. 15. J Ántimicrob Chemother (1992) 29 (Suppl Á). Marcon G. Spolaor Á. 12. Norrby SR. Ám J Hosp Pharm (1980) 37. Pharmacokinetics de um novo tsefalosporin. Lode H. cefoperazone. Puri SK. Reaçaã o tipo dissulfiram a uma cefalosporina. 913-8. 621-2. 219–24. Gallagher K. Davies ÁJ. Wilson HD. Ántagonismo-efeito de antibioí ticos β-lactaê micos. Lang SDR. Kline SS. Ellis-Pegler RB. Hubbard JW. BL. Zolli M. Reaçaã o do tipo dissulfiram a certas cefalosporinas. Cephem antibioí ticos e metabolismo de aí lcool. 13. Freysz M. Bispo V.Bailey RR. Parks DB. 540. Ryan JR. 22. Blake E. JÁMÁ (1980). Lancet (1980) ii. Okada K. Infection (1981) 9. 16. reaçoã es e hipoprotrombinemia. tipo dissulfiram induzida por Cefotetan. Folia Pharmacol Japon (1982) 79.Portier H.. Chen.. Fabre J. Med Toxicol 5 . Ther Drug Monit (1983) 5.sulfiram. 19. 10. Cefoperazona . 7. Efeito antabuse com cefalosporinas. 1328-31. Raehl CL. Jain ÁK. Fujimura H. Reaçoã es adversas e interaçoã es com novos antibioí ticos cefalosporíínicos e cefamicina. Ánesth Ánalg (1985) 64. 6.outra cefalosporina associada a uma incompatibilidade do tipo aí lcool dissulfiramo. 8. 47-50.McMahon FG. 17. Somani. Kemmerich B. Scevola M. 2397. Áuseê ncia de reaçoã es do tipo dissulfiram em doses uí nicas e muí ltiplas de cefonicida: um estudo controlado por placebo. 69-71. Falta de reaçoã es do tipo dissulfiramo com ceftizoxima. 9. Cefoperazona no tratamento de graves ou infecçoã es complicadas. Cefoperazona na meningite por Klebsiella: relato de caso. 551-60.Yanagihara M. 129-33. 18. Reaçaã o do tipo dissulfiramo associada aà cefa- losporina. Balant L. Lancet (1980).Drummer S. 263. Reddy J. Reaçaã o do tipo dissulfiramo resultante da administraçaã o intravenosa de antibioí ticos cefem. Nozaki M.Reeves DS. Schweiz Med Wochenschr (1979). 5.Umeda S. N Engl J Med (1980) 303. Recentes Prog Med (1990) 81. Hauser WE. J Ántimicrob Chemother (1982) 10 (Suppl C). Freimer EH. ii. Ginzler F. Forney RB. 47-8. 1999-2005. Tanter Y. Noveck RJ. Efeito dissulfiram-like do ceficoí ide: primeira sinalizaçaã o. reaçaã o de Árai T. 14. Ánn Intern Med (1982) 97. 20. Interaçaã o entre cefalosporinas e aí lcool.McMahon FG.

ele havia ingerido de 4 a 5 bezerros sem nenhum problema... Ciprofloxacina Á ciprofloxacina naã o afeta significativamente a farmacocineí tica do aí lcool ou o desempenho psicomotor observado apenas com o aí lcool. mas ocorreram novamente no dia seguinte.. Watt JWH. no dia anterior. mas a extensaã o e a importaê ncia praí tica disso saã o desconhecidas. 24. importaê ncia e gerenciamento Um homem de 31 anos que tomava cotrimoxazol dupla duplamente profilaí tico por 3 dias sofreu rubor. Álcohol Álcohol (1991) 26. ÁÁ LCOOL + Ántibacterianos. Hayashi Y. 32-46. 663-4.7%. mas parece provaí vel que seja pequena..1 Haí um relato isolado de manchas vermelhas em desenvolvimento na face e corpo de um paciente tetrapleí gico recebendo ciprofloxacina 250 mg duas vezes ao dia.. desta interaçaã o. Squella JÁ. Nunã ez-Vergara LJ.. problemas na auseê ncia de ciprofloxacina. Eur J Clin Pharmacol (1994) 47. que pode ter sido precipitada pela ingestaã o de aí lcool. Uma experieê ncia semelhante ocorreu em outro homem tomando o co-trioxazol de dupla força depois de beber treê s cervejas de 12 oz. Co-trimoxazol Uma reaçaã o tipo disulfiram foi relatada quando dois pacientes que tomaram co-trimoxazole tomaram cerveja. 2..... dispneia.... 183-91. Ele naã o se sentiu bem nem sonolento e as manchas desapareceram ao longo de um perííodo de 30 minutos.. Correçaã o. Evideê ncia clíínica. No entanto. palpitaçoã es.. Haí relato isolado de uma reaçaã o cutaê nea aà ciprofloxacina... ibid. Pharmacotherapy (1998) 18. 869 - 70. Oo T. 807 .. Eritromicina O aí lcool pode causar uma reduçaã o moderada na absorçaã o do etilsuccinato de eritromicina.... ÁÁ LCOOL + Ántibacterianos. Singh G. . ÁÁ LCOOL + Ántibacterianos..Vaidyanathan S. mecanismo... Os sintomas desapareceram gradualmente ao longo de 2 a 3 horas. Folia Pharmacol Japon (1984) 83.. 1.. Yudelevich J.. Naakamura K. quando ele bebeu 6 onças de cerveja. Sem influeê ncia da ciprofloxacina na disposiçaã o do etanol: um estudo de interaçaã o farmacocineí tico- farmacodinaê mica. Reaçaã o de dissulfiram-cotrimoxazole. importaê ncia e gerenciamento 6 .1 O significado clíínico e praí tico desses relatos de caso eí desconhecido... mecanismo.. nem o desempenho de vaí rios testes psicomotores foi afetado.. 71-4.. Nakagawa Á. Efeitos de antibioí ticos cefem no metabolismo do etanol. Reaçaã o cutaê nea adversa aà ciprofloxacina precipitada pela ingestaã o de aí lcool em um paciente tetrapleí gico. Cursos anteriores de ciprofloxacina naã o produziram efeitos adversos e a mesma marca de aí lcool naã o causou44. P Sett. White M. mecanismo. que se desenvolveu em 10 minutos de ingestaã o de 2 latas de cerveja contendo aí lcool 4.. . Kamali F. Haí alguma evideê ncia de que a eritromicina intravenosa pode elevar os nííveis de aí lcool no sangue. Saionji K..(1986) 1... 139-46. apesar de ter tomado cotrimoxazol. 25. Soni BM. Heelon MW. H Masuda H..2 Á importaê ncia clíínica geral deste relato eí desconhecida. Evideê ncia clíínica. dor de cabeça e naí usea 10 a 20 minutos depois de beber duas cervejas de 12 onças (cerca de 340mL cada) . importaê ncia e gerenciamento Um ciclo de 3 dias de ciprofloxacina 500mg duas vezes ao dia naã o teve efeito significativo na farmacocineí tica de uma uí nica dose oral de 30g de aí lcool (75ml de vodka) em 12 sujeitos saudaí veis. . Evideê ncia clíínica. M Tanaka.. Interacçoã es de Speisky H. 1.. Spinal Cord (1999) 37. Drug-acetaldehyde durante o metabolismo do etanol in vitro.... jaí que parece naã o haver outros relatos.

apresentou reaçoã es 7 . dores de cabeça. açuí car e pisco (um licor de conhaque). de modo que a eritromicina alcança seu local de absorçaã o no duodeno um pouco mais tarde. Flanigan MJ.1 Outros casos individuais foram relatados. tinidazol).3 Á razaã o para a absorçaã o reduzida da eritromicina naã o eí entendida.to vaginal e outro quando o metronidazol foi administrado por via intravenosa. Á interaçaã o eí suposta ocorrer com todos os outros 5- nitroimidazoles (por exemplo.. Evideê ncia clíínica Um homem que estivera beê bado durante treê s dias recebeu dois comprimidos de metidazol (um total de 500 miligramas) separados por uma mulher. o pico meí dio de os nííveis de aí lcool aumentaram em cerca de 40% e a ÁUC durante a primeira hora aumentou em 33%. Influeê ncia do consumo de aí lcool na cineí tica etilsuccinacional da eritromicina. 3. Depois disso. Pharmacotherapy (1995) 15. Ákkermans LMÁ.8g / kg. Haí um relato de sua ocorreê ncia quando o metronidazol foi aplicado como um inje. Metronidazol Uma reaçaã o semelhante ao disulfiram ocorreu quando alguns pacientes tomando metronidazol oral beberam aí lcool. Um sujeito teve um aumento de 185% na absorçaã o. 2 incluindo uma reaçaã o com um metronidazol. ele tomou outra bebida e desenvolveu uma reaçaã o claí ssica semelhante ao disulfiram com rubor facial e pescoço.5g / kg e lactulose 10g imediatamente apoí s uma refeiçaã o soí lida. Min DI.. 582–8.. O que isto significa em termos de um aumento nos efeitos do aí lcool (por exemplo. Horowitz M.3 Á medida em que essa absorçaã o reduzida pode afetar o controle de uma infecçaã o eí incerto. voê mitos ) quando recebem aí lcool.Morasso MI. o metronidazol. que conteí m suco de limaã o.Edelbroek MÁL.. Efeitos da eritromicina no esvaziamento gaí strico.. . ÁLCOOL + Antibacterianos. outro estudo em 8 indivííduos saudaí veis.a) Efeitos no aí lcool Um estudo em 10 indivííduos saudaí veis descobriu que a eritromicina base 500mg treê s vezes ao dia naã o alterou a farmacocineí tica do aí lcool oral em 0. 2. naí usea e desconforto epigaí strico.5 horas mais tarde).. mas parece ser pequeno. a curva foi praticamente a mesma que a observada com um placebo salino. 164-9. na crença de que eles poderiam deixaí -lo soí brio. Álguns estudos clíínicos naã o confirmaram a interaçaã o e sua existeê ncia eí contestada em alguns relatos.4 Em outro estudo em 60 pacientes alcoolistas.1 Em contraste...3 Em um teste do valor de 250 mg de metronidazol duas vezes ao dia como possíível dissuasor de bebida. queda da pressaã o arterial. J Nucl Med (1993) 34. ele estava acordado e reclamando que havia recebido dissulfiramo (que ele havia tomado alguns meses antes). (b) Efeitos sobre a eritromicina Quando uma dose uí nica de 500 mg de etilsuccinato de eritromicina foi tomada por 9 indivííduos saudaí veis com duas bebidas alcooí licas de 150 mL (uma imediatamente e a outra 2.. Imediatamente apoí s o segundo comprimido... Wishart JM.. aí lcool 0. todos os 10 pacientes alcooí latras estudados experimentaram algumas reaçoã es semelhantes a dissulfuram de intensidade variaí vel (rubor facial. sensaçaã o de calor. constatou que quando receberam uma refeiçaã o lííquida de suco de laranja. Efeito da eritromicina na farmacocineí tica do etanol e percepçaã o de intoxicaçaã o. e a percepçaã o de intoxicaçaã o dos sujeitos naã o foi alterada. Noormohamed SE. absorçaã o de aí lcool e traê nsito intestinal em indivííduos normais. Os nííveis de aí lcool no sangue alcançados foram de cerca de 50 mg% .. Int J Clin Pharmacol Ther Toxicol (1990) 28. 1. Os autores sugerem que o aumento dos nííveis de aí lcool no sangue eí o resultado da eritromicina causar empolgaçaã o gaí strica mais raí pida. na conduçaã o) naã o eí conhecido. 426-9. a ÁUC da eritromicina diminuiu em cerca de 27% e a sua absorçaã o foi retardada. Gai MN. Á bebida alcooí lica era pisco sour. Chaí vez J. Vinte minutos apoí s o primeiro comprimido.. Árancibia Á. inserçaã o vaginal. 250 a 750 mg diaí rios. investigando principalmente os efeitos de 3 mg / kg de lactobionato de eritromicina no esvaziamento gaí strico. mas sugere-se que o pequeno retardo ocorra porque o aí lcool retarda o esvaziamento gaí strico.

p.9 Outra reaçaã o foi observada em um paciente que recebeu metronidazol intravenoso e um sulfametoxazol-trimetoprim ( co-trimoxazol) preparo contendo aí lcool 10% . Metronidazol . 16. incluindo a xantina-oxidase e a aí lcool desidrogenase. foi relatado. e geralmente naã o requer tratamento.21 Á inibiçaã o da xantina oxidase pode causar excesso de noradrenalina.um novo agente para terapia combinada somaí tica e psííquica para o alcoolismo: um estudo de caso e um relatoí rio preliminar. entre 2 e 24%. se tal reaçaã o ocorrer. mas evidentemente pode acontecer. Bull Los Ángel Neuro Soc (1964) 29.24 mas naã o parece haver relatos publicados sobre isso ocorrendo com nimorazole. mesmo que raramente .6-8 Preparaçoã es farmaceê uticas contendo aí lcool tambeí m foram implicadas.14 Em contraste. devido aà incerteza. pode ocorrer por um mecanismo diferente da inibiçaã o da acetaldeíído hepaí tica desidrogenase.18.22 No entanto. secnidazole ou tinidazole. Uma interaçaã o tambeí m foi relatada em associaçaã o com acidose metaboí lica em um homem intoxicado 4 horas apoí s ter recebido o uso de metrididazol intravenoso como profilaxia apoí s a lesaã o. 23.3 Os pacientes devem ser avisados. todos os pacientes consumiram menos de 4 bebidas alcooí licas por dia. e por pelo menos 48 horas apoí s sua interrupçaã o. mostrando que o metronidazol sem efeitos do tipo dissulfiram. 8 . Tem sido alegado que a reaçaã o semelhante ao disulfiram com o aí lcool ocorre com todos os 5-nitroimidazoles relacionados.16-18 Mecanismo Naã o entendido. Houve uma tendeê ncia a mais efeitos adversos nos grupos de estudo metronidazol e mercaptopurina. normalmente parece ser mais desagradaí vel e possivelmente mais assustadora do que seí ria.61). Contudo.15 Existem outros relatos. como o disulfiram. todos os pacientes que receberam metronidazol devem ser alertados sobre o que pode acontecer se eles ingerirem aí lcool. ligada ao desconforto autonoê mico causado por uma agressaã o fíísica.leves a moderadas tipo disulfiram durante um teste de toleraê ncia ao aí lcool. com relatos mais recentes questionando sua existeê ncia. Uma criança de dois anos de idade ficou ruborizada e dispneica quando o metronidazol foi administrado com xarope Stopayne e xarope fenobarbital.19 Áleí m disso. Á incideê ncia eí variada entre 0 e 100%. 15 Á reaçaã o. Importaê ncia e gerenciamento Uma interaçaã o razoavelmente bem estudada.17 e tem sido sugerido que. pode inibir outras enzimas relacionadas. quando ocorre. incluindo dois estudos bem controlados. . alguns estudos com metronidazol indicam uma falta de um dissulfiramo-like reaçaã o.20. ambos contendo aí lcool. 12 e uma possíível reaçaã o. Á fatalidade tem sido relatada . os autores de um relato sugerem um teste cauteloso de aí lcool em pacientes que estaã o iniciando e tomando metronidazol em uma base croê nica.19 No entanto. Álguns usuaí rios de drogas aparentemente exploram a reaçaã o por "chutes" . mas naã o houve interaçaã o estatisticamente significativa entre o aí lcool e o metronidazol. embora um relato descreva uma reaçaã o seí ria quando o metronidazol foi administrado a um homem intoxicado.5 Uma menor incideê ncia dessa reaçaã o.18 Parece que o metronidazol. mas continua sendo uma questaã o controversa.10 Outro paciente que tinha acabado de terminar um tratamento de 7 dias com metronidazol desenvolveu naí useas e voê mitos graves e prolongados no poí s-parto: ela recebeu uma dose uí nica de 800 mg de clindamicina profilaí tica por via intravenosa antes o nascimento e pensou-se que o aí lcool benzíílico presente na preparaçaã o de clindamicina poderia ter causado a reaçaã o. 13 mas outros naã o relataram nenhum efeito18 ou uma reduçaã o nos nííveis plasmaí ticos de acetaldeíído. 158-62. Na reaçaã o de dissulfiram. ornidazole. que foi atribuíída aà arritmia cardííaca Causada pela toxicidade do acetaldeíído resultante da interaçaã o aí lcool / metronidazol.4 ou eí menos prazeroso8 ao tomar metronidazol. para o metabolismo do aí lcool. o acuí mulo de acetaldeíído parece ser responsaí vel pela maioria dos sintomas (veja 'Álcohol + Disulfiram'.13 O aí lcool tambeí m tem sabor desagradaí vel1.Taylor JÁT. O fabricante de tinidazol observa que. Álguns trabalhadores relataram um aumento nos nííveis de acetaldeíído devido aà interaçaã o metronidazol / aí lcool.13 O risco de uma reaçaã o com o metronidazol usado por via intravaginal parece ser pequeno porque a absorçaã o eí baixa (cerca de 20% em comparaçaã o com cerca de 100% por via oral). um estudo em 207 pacientes com doença inflamatoí ria intestinal avaliou (usando uma pesquisa por telefone) a presença de reaçoã es adversas ao aí lcool em pacientes que tomavam metronidazol e / ou mercaptopurina croê nica ou nenhuma droga. O fabricante recomenda evitar o uso de aí lcool quando o metronidazol eí administrado. 1.12 Uma fatalidade ocorreu em uma mulher fraí gil de 31 anos.

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3 Mecanismo Bebedores pesados podem metabolizar alguns medicamentos muito mais rapidamente do que os naã o- bebedores.7 g / kg. aumento na ÁUC da tetraciclina. devido aos efeitos indutores de enzimas do aí lcool.5 Álternativamente. Árancibia Á. 2.Seitz C. Evideê ncia clíínica (a) pacientes alcooí latras Um estudo sobre os efeitos do aí lcool na farmacocineí tica da doxiciclina e da tetraciclina mostrou que a meia-vida da doxiciclina foi de 10. O aí lcool causou um aumento de 33% nos nííveis seí ricos maí ximos de tetraciclina de 9. Tirkkonen J. Os nííveis seí ricos de doxiciclina de 3 dos pacientes alcoolistas caííram abaixo da concentraçaã o inibitoí ria míínima geralmente aceita em 24 horas.. 3. 4. 462-4. a tetraciclina pode ser uma alternativa naã o interativa adequada. No entanto. Áumento do metabolismo do etanol. mas naã o em indivííduos naã o alcooí licos.. provavelmente por causa da presença de aí cido aceí tico. e um aumento de 50%. Efeito do consumo de aí lcool a longo prazo na meia-vida de tetraciclina e doxiciclina no homem. meprobamato e pentobarbital apoí s administraçaã o croê nica de etanol no homem e em ratos. Lieber CS. Salonen R. mas a interaçaã o entre doxiciclina e aí lcool parece estar estabelecida e tem significado clíínico em alcooí latras. que retarda o esvaziamento gaí strico... Ácta Pharmacol Toxicol (Copenh) (1982) 50. Int J Clin Pharmacol Biopharm (1976) 14. Penttila O. Uma possíível soluçaã o para o problema da induçaã o enzimaí tica eí dar aà s pessoas alcooí latras o dobro da dose de doxiciclina..Misra PS. 11 . Roos M. Naã o haí nada que sugira que quantidades moderadas de aí lcool tenham um efeito clinicamente relevante sobre os nííveis seí ricos de qualquer tetraciclina em indivííduos naã o alcooí licos. Os autores concluííram que a ingestaã o aguda de bebidas alcooí licas naã o tem efeitos clinicamente relevantes na farmacocineí tica da doxiciclina. possivelmente aliada a alguma reduçaã o na absorçaã o pelo intestino.Mattila MJ. a absorçaã o total naã o foi afetada. Naã o haí nada que sugira que o consumo excessivo moderado ou mesmo ocasional tenha um efeito clinicamente relevante sobre qualquer uma das tetraciclinas em indivííduos naã o alcooí licos. Int J Clin Pharmacol Ther (1995) 33. ÁÁ LCOOL + Ántibacterianos. mas naã o o uíísque (ambos 1g / kg).. Efeito de bebidas alcooí licas na farmacopeia inetica da doxiciclina no homem.. Ám J Med (1971) 51.4 Á interaçaã o com a doxiciclina parece ser devida a esse efeito. Á meia-vida da tetraciclina foi a mesma em ambos os grupos..3 para 12. Rubin E. Linnoila M. atrasou a absorçaã o da doxiciclina..2 Á relevaê ncia clíínica deste aumento eí desconhecida.Neuvonen PJ. Importaê ncia e gerenciamento Á informaçaã o eí limitada..... Outro estudo em indivííduos saudaí veis descobriu que o vinho tinto barato.1 b) Pacientes naã o alcoolistas Doses uí nicas de 500 mg de tetraciclina foram administradas a 9 indivííduos saudaí veis com aí gua ou aí lcool a 2. Todos os indivííduos receberam doxiciclina 100 mg por dia apoí s uma dose de 200 mg e 500 mg de tetraciclina duas vezes por dia apoí s uma dose inicial de 750 mg. Garcia P. 346–51. Laisi U. Tetraciclinas Os nííveis seí ricos de doxiciclina podem cair abaixo das concentraçoã es terapeê uticas míínimas em pacientes alcooí latras. mas a tetraciclina naã o eí afetada.5 horas em seis alcooí latras (com funçaã o hepaí tica normal) em comparaçaã o com 14 horas em seis indivííduos saudaí veis.. Ishii H. 1. 303-7. Lefeà vre Á.. 370-3. Influeê ncia da ingestaã o de etanol na cineí tica das tetraciclinas.4 microgramas / mL.

3 No entanto. 259-73. Kuyer Á. Epilepsia (2001) 42. como carbamazepina. 147-54. Lehtovaara R e Áho K. ÁÁ lcool e maconha: efeitos sobre a epilepsia e uso por pacientes com epilepsia. Cole G. 459-71..Neuvonen PJ. etossuximida ou fenitoíína.. Os nííveis maí ximos de colesterol no sangue variaram de 5 a 33mg%.. Kastberg H. 3. Devinsky O. mas nenhuma mudança no controle da epilepsia parece ocorrer. No entanto. mecanismo. Neste estudo.. pode tornaí -los mais suscetííveis aos efeitos do aí lcool.. Álgumas pequenas alteraçoã es saã o observadas nos nííveis seí ricos de fenobarbital e valproato de soí dio.1 Outro estudo em indivííduos saudaí veis excluiu qualquer interaçaã o farmacodinaê mica ou farmacocineí tica entre tiagabina e aí lcool. Drug Metabol Drug Interact (1998) 14. Outros antiepileí pticos usados foram clonazepam. Tiagabine: auseê ncia de interaçoã es cineí ticas ou dinaê micas com etanol.Hoä ppener RJ.. duas vezes por semana durante 16 semanas os nííveis seí ricos de carbamazepina.. e a tiagabina naã o alterou o efeito cognitivo do aí lcool.Gordon E. Os efeitos adversos do aí lcool e dos antiepileí pticos. avaliada em uma seí rie de testes cognitivos. naã o mais que 3 a 6 doses por semana) .52) .5. enquanto outras pessoas acham que mesmo uma pequena quantidade de aí lcool desencadeia suas convulsoã es. sem aumentar as chances de ter uma convulsaã o. ver 'carbamazepina' (p. quando ingeriam de 1 a 3 copos de bebida alcooí lica (1 a 3 unidades) em um perííodo de 2 horas. importaê ncia e gerenciamento Um estudo em 29 epileí pticos naã o bebedores descobriu que. ou um aumento na dose de antiepileí ptico. podem ser aditivos.2 Para o efeito do consumo excessivo croê nico na farmacocineí tica da carbamazepina ou fenitoíína. como dirigir.46) e 'fenitoíína' (p. Mais importante do que quaisquer alteraçoã es que ocorreram nos nííveis seí ricos antiepileí pticos. Jansen JÁ. primidona e sultiame.4 Os pacientes que bebem muito podem tambeí m ter crises de abstineê ncia de aí lcool e o consumo excessivo de aí lcool tem sido associado a convulsoã es mesmo em pessoas naã o epileí pticas. Os indivííduos precisam decidir que níível de ingestaã o de aí lcool eí apropriado para eles e estar cientes de que uma mudança na medicaçaã o. Epilepsia e aí lcool: a influeê ncia do aí lcool social ingestaã o em convulsoã es e tratamento em epilepsia. Epilepsia (1983) 24. ÁÁ LCOOL + Ántiepileí pticos O consumo moderado de aí lcool naã o parece afetar os nííveis seí ricos de carbamazepina.. Nenhuma interaçaã o farmacocineí tica foi detectada entre a tiagabina e o aí lcool. . mas poucos pacientes usaram estes para uma anaí lise estatíística vaí lida a ser realizada.. crises parciais complexas ou sobre a atividade epileí ptica medida por EEGs. 2. este efeito eí difíícil de interpretar. que podem ser aditivos com os do aí lcool. os pacientes que bebem moderadamente a grandes quantidades de aí lcool (3 a 4 doses ou mais) devem ser advertidos de que teê m maior risco de convulsoã es. Os pacientes tambeí m devem estar cientes de que o uso de bebidas alcooí licas quando tomam antidepressivos pode reduzir sua capacidade de realizar certas tarefas qualificadas.. uma vez que os nííveis de valproato saã o conhecidos por flutuarem e saã o difííceis de reproduzir.. (p. van der Lugt PJM. 'fenobarbital'. quando comparado com aqueles de um grupo de controle de 23 epileí pticos dadas bebidas sem aí lcool. o uso de 4 mg de tiagabina treê s vezes ao dia naã o alterou o efeito de uma dose uí nica de aí lcool. com o maior risco ocorrendo 7 a 48 horas apoí s a uí ltima bebida. 1266-72. Wesnes K.3 Á Ássociaçaã o Britaê nica de Epilepsia comenta que a maioria das pessoas com epilepsia acha que pode ter um ou dois de aí lcool.47). Eur J Clin Pharmacol (1975) 9. foi o achado de que esse consumo social naã o teve efeito sobre a frequeê ncia de convulsoã es toê nico-cloê nicas.. Penttila O.Eles tambeí m dizem que qualquer pessoa tomando antiepileí pticos eí mais sensíível aos efeitos do aí lcool e pode exagerar os efeitos adversos dos antiepileí pticos. clonazepam. Evideê ncia clíínica.. etossuximida e fenitoíína permaneceram inalterados. como sedaçaã o aumentada. mas parece naã o haver razoã es para que os epileí pticos evitem o aí lcool em quantidades sociais moderadas (1 ou 2 drinques por ocasiaã o. primidona e topiramato teê m efeitos sedativos. 12 .4 Álguns antiepileí pticos. talvez mais. 1. Existem poucos estudos. Efeito de drogas antiepileí pticas na eliminaçaã o de vaí rios derivados de tetraciclina.. Houve uma alteraçaã o marginal nos nííveis de fenobarbital e algum aumento nos nííveis seí ricos de valproato.

. ao longo do perííodo de 4 a 12 horas. No entanto.. Disponíível em: http://www..org. e isso pode aumentar ainda mais em alcooí latras que se absteê m de beber aí lcool. O uso prolongado de aí lcool pode causar induçaã o de sistemas enzimaí ticos hepaí ticos. importaê ncia e gerenciamento (a) Beber pesado e retirada de aí lcool Um estudo em 7 alcooí latras que consumiram uma dose meí dia de 750mL de bebidas espirituosas (240g de aí lcool) diariamente descobriu que a biodisponibilidade precoce (0 a 4horas) de uma dose uí nica de 400mg de carbamazepina naã o foi afetada por nove dias de abstineê ncia controlada de aí lcool.85 g de aí lcool. Science (1968) 162.... Epilepsia (1983) 24. aí lcool e drogas recreativas. Áçaã o de epilepsia. veja 'Álcohol + Ántiepileptics'. 18 no grupo controle) constatou que os nííveis seí ricos de carbamazepina naã o foram alterados pelo consumo moderado de aí lcool.. Fenitoíína ... Cineí tica da carbamazepina e efeitos adversos durante e apoí s a exposiçaã o ao etanol em alcooí latras e em voluntaí rios saudaí veis. o consumo excessivo de aí lcool reduz os nííveis seí ricos de fenitoíína. Interaçoã es toxicoloí gicas envolvendo drogas psiquiaí tricas e aí lcool: uma atualizaçaã o. 3.. No entanto. (1 a 3 copos de bebida alcooí lica. .Sternebring B..Hoä ppener RJ. Rubin E. Tanaka E..uk/ info / sportsandleisure / alcohol. Melander Á. mecanismo. Ássociaçaã o Britaê nica de Epilepsia.. provavelmente devido a alteraçoã es gastrointestinais croê nicas induzidas pelo alcoolismo.3 Para comentar sobre o consumo social moderado em epileí pticos e tambeí m o possíível aumento do efeito sedativo da carbamazepina com o aí lcool.. Evideê ncia clíínica..Gordon E. 393-7.. mas o consumo social moderado parece ter pouco efeito clíínico...epilepsy. van der Lugt PJM. O risco de convulsoã es tambeí m pode aumentar com o afunilamento ou parada do aí lcool. . ÁÁ LCOOL + Ántiepileí pticos.2 (b) Beber social moderado ÁÁ lcool 25g naã o afetou a biodisponibilidade da carbamazepina em 8 indivííduos saudaí veis. contendo 9.4. Epilepsia e aí lcool: a influeê ncia da ingestaã o social de aí lcool nas convulsoã es e tratamento na epilepsia. Á taxa de absorçaã o de carbamazepina em alcoolistas parece ser mais lenta em comparaçaã o com 8 indivííduos saudaí veis.. Enzimas microssomais hepaí ticas em homem e rato: induçaã o e inibiçaã o pelo etanol.. menores nos alcooí latras apoí s a exposiçaã o ao aí lcool. Lideí n Á. Ácredita-se que esse efeito seja devido aà inibiçaã o aguda do metabolismo da carbamazepina pelo aí lcool e / ou ao metabolismo acelerado da carbamazepina na fase de abstineê ncia. Kuyer Á.. e naã o houve influeê ncia sobre convulsoã es toê nico- cloê nicas ou convulsoã es parciais complexas.html (acessado em 24/8/07).. Beber pesado pode aumentar o metabolismo da carbamazepina. possivelmente resultando em aumento do metabolismo e reduçaã o dos nííveis plasmaí ticos de carbamazepina... ÁÁ lcool 47 10.. Devinsky O.2 . 81-95.... ÁÁ lcool e maconha: efeitos sobre a epilepsia e uso por pacientes com epilepsy. ÁÁ LCOOL + Ántiepileí pticos. 459-71. devido ao aumento do metabolismo e aà eliminaçaã o causada pela relativa falta de um substrato competidor. Eur J Clin Pharmacol (1992) 43. acima... quando comparados com a abstineê ncia. 1..... 1266–72... Epilepsia (2001) 42. Informaçoã es sobre epilepsia: esportes e lazer.. duas vezes por semana). Carbamazepina O consumo moderado de aí lcool naã o afeta os nííveis seí ricos de carbamazepina. ÁÁ LCOOL + Ánti-histamíínicos Á ingestaã o aguda de aí lcool pode aumentar os nííveis seí ricos de fenitoíína.1 Um estudo em epileí pticos naã o bebedores (21 no grupo de aí lcool experimental. 690-1. 11. embora isso naã o tenha afetado significativamente os nííveis seí ricos maí ximos de aí lcool.. de modo 13 . Lieber CS. Epilepsia.. Ándersson K.. os nííveis de carbamazepina foram mais altos e os de seu metaboí lito epoxíídico.. J Clin Pharm Ther (2003) 28..

Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. os fabricantes dizem que a ingestaã o pode aumentar os nííveis seí ricos de fenitoíína. que se desenvolveram em um homem.8 (c) Beber social moderado Um estudo em epileí pticos naã o bebedores (17 no grupo experimental.1. O consumo moderado parece ser seguro naqueles que tomam fenitoíína.3. esteja ciente de que os pacientes com insuficieê ncia hepaí tica geralmente precisam de doses menores de fenitoíína. Experientia (1975) 31.4 (b) Beber pesado Em um grupo de 15 bebedores (consumindo um míínimo de 200g de etanol diariamente por pelo menos 3meses)..11 Importaê ncia e gerenciamento Uma interaçaã o estabelecida e clinicamente importante.que doses acima da meí dia de fenitoíína podem ser necessaí rias para manter nííveis adequados. a ingestaã o aguda de aí lcool pode diminuir o metabolismo hepaí tico.. 25 pacientes receberam uma bebida de 12 oz (cerca de 340mL) de aí lcool a 25%.9 Mecanismo Ápoiado por dados em animais..2 No entanto... e seus nííveis maí ximos de aí lcool no sangue variaram de 5 a 33 mg% .1 O metabolismo de uma dose uí nica de fenitoíína naã o foi afetado em um estudo em indivííduos saudaí veis pela ingestaã o aguda de aí lcool. 3. 1. duas vezes por semana. durante 16 semanas.. O grupo experimental bebeu de 1 a 3 copos de bebida alcooí lica (equivalente a um copo de cerveja contendo 9. Á meia-vida da fenitoíína foi reduzida em 30% .. Efeito da intoxicaçaã o alcooí lica aguda em pacientes epileí pticos clientes. Gottlieb JS. de modo que o quadro pode ser mais complicado.6 Dois relatos descrevem um alcooí latra croê nico que era resistente a grandes doses de fenitoíína. 10 a evideê ncia sugere que a exposiçaã o repetida a grandes quantidades de aí lcool induz enzimas microssomais hepaí ticas. p.. Pfizer Ltd.. e naã o houve influeê ncia nas convulsoã es toê nico-cloê nicas ou crises complexas parciais. 14 no grupo controle) descobriu que os nííveis seí ricos de fenitoíína permaneceram inalterados pelo consumo moderado. Os nííveis de aí lcool no sangue variaram de 39 a 284mg%. No entanto. setembro 2006..46. Por outro lado. US Prescrever informaçoã es.5 Outro estudo confirmou que os alcooí latras sem doença hepaí tica teê m nííveis plasmaí ticos de fenitoíína mais baixos do que o normal apoí s tomarem doses padraã o enquanto bebem. Efeito do consumo de etanol no metabolismo da fenitoíína em voluntaí rios. 115-18. Evideê ncia clíínica a) ingestaã o aguda de aí lcool Em um estudo destinado a testar os efeitos da intoxicaçaã o alcooí lica aguda em epileí pticos. os nííveis de fenitoíína medidos 24 horas apoí s a uí ltima dose de fenitoíína foram aproximadamente metade dos 76 naã o bebedores. 4.. de modo que a taxa de metabolismo e depuraçaã o de fenitoíína eí aumentada. 7 e convulsoã es. ÁÁ LCOOL + Ántiepileí pticos'. fevereiro de 2007. Kapseals de Dilantin (Fenitoíína soí dica). 2. Pfizer Inc. 1313–14.. Árch Neurol (1961) 4. embora a documentaçaã o seja limitada. Todos os pacientes apresentavam sinais de intoxicaçaã o alcooí lica sem qualquer efeito na frequeê ncia das crises. Caí psulas de Epanutina (Fenitoíína soí dica). Frohman CE. quando um aumento no consumo de aí lcool pareceu causar uma reduçaã o nos nííveis seí ricos de fenitoíína.85g de etanol) durante um perííodo de 2 horas. 14 . Bebedores pesados podem precisar de doses acima da meí dia de fenitoíína para manter os nííveis seí ricos adequados..9 Considerar tambeí m '..Schmidt D.Rodin EÁ..

75g / kg administrado com 4 mg / 70 kg de dexclorfeniramina prejudicou significativamente o desempenho de vaí rios testes (estabilidade estacionaí ria.13 e mizolastina 10mg14 do Naã o interaja com o aí lcool.5mg / mL. Roggin G.Sandor P. Efeito do uso de aí lcool a curto e longo prazo em cineí tica da fenitoíína em alcooí latras croê nicos.5 a 0. b) Ánti-histamíínicos sedativos Os efeitos do aí lcool (nííveis sanguä ííneos de cerca de 50mg%) e anti-histamíínicos.11 píílulas nasais de levocabastina 2 de 0. 467-8. 9 fexofenadina 120 a 240mg. Em 13 indivííduos saudaí veis.18 Á interaçaã o entre a difenidramina em doses de 50.18. 459-71.20 No entanto. Os efeitos prejudiciais do aí lcool nas habilidades de direçaã o saã o consideravelmente aumentados pelo uso de anti-histamíínicos mais sedativos e parecem ser míínimos ou ausentes com os anti-histamíínicos naã o sedativos mais novos. nem afetou os efeitos adversos do aí lcool. 487-8. Evideê ncia clíínica a) Ánti-histamíínicos naã o sedativos Um estudo duplo-cego descobriu que a terfenadina de 60 a 240mg por si soí naã o afetou as habilidades psicomotoras.21 Foi observado comprometimento significativo do desempenho psicomotor em indivííduos saudaí veis. 3 dos sujeitos experimentaram sonoleê ncia apoí s a ciclizina.29 15 .3 Ácrivastina 4 e 8mg.17.clizina sozinha causa sonoleê ncia na maioria dos indivííduos. Cetirizina 10 mg naã o pareceu interagir com o aí lcool em dois estudos14.5. 12 de Loratadina 10 a 20mg2. Tuglular I. nem potencializaram o efeito do aí lcool. cognitiva e motora. Iberia FL.1. c) Ánti-histamíínicos significativamente sedativos Á difenidramina em doses de 25 ou 50mg demonstrou aumentar os efeitos deleteí rios do aí lcool no desempenho de testes de reaçaã o e coordenaçaã o de escolha em indivííduos que tomaram 0.71 mg / kg aumentou os deí ficits induzidos pelo aí lcool no desempenho de um nuí mero de testes nas funçoã es perceptiva.Birkett DJ.75g / kg foi confirmado em outros relatos. administradas com e sem aí lcool. Á adiçaã o de aí lcool aumentou esse comprometimento. 7. Clemizol 40mg ou tripelenamina 50mg isoladamente naã o afetaram significativamente o desempenho sob o estresse do retardo do feedback auditivo. com clorfenamina de 12mg com aí lcool.19 Um estudo em 5 indivííduos mostrou que os efeitos deleteí rios de 100mL de uíísque na realizaçaã o de testes de direçaã o em um simulador de carro de corrida (aí lcool sanguä ííneo estimado em menos de 80mg% naã o foram aumentados pela ciclizina 50mg. ver (c) abaixo. Dumbrell M. 8.) 22 Um estudo em 17 indivííduos encontraram que mebhydrolin 0. 10. Med J Áust (1977) 2. 6. van der Lugt PJM. Graham GG. etc.Bellibas SE.17 Á clemastina em doses de 3mg teve alguns efeitos aditivos prejudiciais com o aí lcool em co-dosagem. 75 ou 100mg e aí lcool em doses de 0. Ám J Med Sci (1969) 258. Clin Pharmacol Ther (1981) 30. 5-7 desloratadina. 0. Khouw V..5g / kg de aí lcool. Álguns anti-histamíínicos causam sonoleê ncia. percepçaã o.1 Outro estudo teve achados semelhantes.Epilepsia (1983) 24. Wade DN.2 Entretanto. que pode ser aumentada pelo aí lcool.4 Outros estudos mostraram que astemi. Kuyer Á. Áumento da taxa de depuraçaã o de drogas de a circulaçaã o de alcooí latras. Epilepsia e aí lcool: a influeê ncia da ingestaã o de aí lcool social nas convulsoã es e tratamento na epilepsia. 9. 390-7. o aí lcool 0. Zieve P. destreza manual. Chinwah PM. Interaçoã es medicamentosas muí ltiplas com fenitoíína. Vendedores EM.26-28 Verificou-se que a emedastina em doses orais de 2 ou 4mg duas vezes ao dia eí sedativa e capacidade de conduçaã o em 19 indivííduos saudaí veis. foram encontradas em um estudo que se comporta como a terfenadina (que interage minimamente ou nada) . Therapie (1995) 50.5g / kg.5 mg e 1mg naã o o fizeram.Kater RMH. tempo de reaçaã o. 35-9. Tobon F. Hickie JB. Um caso de interaçaã o fenitoíína-aí lcool. enquanto que a clemastina 1.5 Outro estudo similarmente encontrou prejuíízo nas habilidades de direçaã o quando a clorfenamina foi administrada com aí lcool.Hoä ppener RJ.zole 10 a 30mg por dia. isoladamente ou em conjunto. sobre o desempenho dos testes destinados a avaliar o desempenho mental e motor foram examinados em 16 sujeitos. 8 ebastina 20mg. e outros estudos mostraram que a ci. um estudo posterior descobriu que a terfenadina 240mg retardou a reaçaã o do freio vezes em laboratoí rio quando administrado isoladamente ou com aí lcool.

11 Os autores de um estudo descobriram que os efeitos sedativos da cetirizina e da emedastina eram mais marcantes nas mulheres do que nos homens. Ánti-histamíínicos e desempenho na conduçaã o: Holanda. 2. como a fexofena. Os folhetos informativos dos pacientes sobre a acrivastina e a eletrizina sugerem evitar aí lcool ou quantidades excessivas de aí lcool. mulheres podem ser mais afetadas que homens) . mas geralmente eí administrada como colíírio. Á maioria dos anti-histamíínicos naã o sedativos. Lembre- se de que alguns destes anti-histamíínicos estaã o presentes em produtos naã o sujeitos a receita licenciados como antiemeí ticos e sedativos. quando tomados isoladamente ou com aí lcool. Lundt PV.Uma interaçaã o marcante tambeí m pode ocorrer com hidroxizina11. p. foi claramente observado com Áctifed Syrup (contendo triprolidina). Koch-Weser J.dina. a incideê ncia de sedaçaã o varia com o anti-histamíínico naã o sedativo (por exemplo. 417-23.. resfriado e gripe (por exemplo. Sonoleê ncia acentuada pode ocorrer com esses anti-histamíínicos. parece ser devido aos efeitos combinados ou adicionais do depressor nervoso central tanto do aí lcool como do anti-histamíínico. Os "anti-histamíínicos altamente sedativos" saã o altamente lipofíílicos e atravessam rapidamente a barreira hematoencefaí lica. Os anti-histamíínicos naã o sedativos parecem causar pouca ou nenhuma sonoleê ncia na maioria dos pacientes e os riscos. 1. azelastina. Isso pode ser ainda mais agravado pelo aí lcool. portanto. saã o menos sedativos.16 ou prometazina.1. isoladamente. clemastina e mizolastina.30 Uma deterioraçaã o muito acentuada nas habilidades de direçaã o foi claramente demonstrada em um teste de automobilistas que receberam 20mL de Enfermeira Noturna Beechams (prometazina com dextrometria-48 Capíítulo 3 oí rfaã ). O'Hanlon JF. e como componentes de remeí dios para tosse. Os pacientes devem ser alertados sobre o consumo de bebidas alcooí licas quando tomarem anti-histamíínicos sedativos. Importaê ncia e gerenciamento Uma interaçaã o adversa entre o aí lcool e os anti-histamíínicos altamente sedativos (ver Tabela 15. parece naã o atravessar a barreira hematoencefaí lica. Seria. no entanto.582) estaí bem estabelecida e clinicamente importante. Ás possííveis interaçoã es do aí lcool com outros anti-histamíínicos naã o citados aqui naã o parecem ter sido formalmente estudadas. os pacientes devem ser aconselhados a estarem atentos aà possibilidade de sonoleê ncia. Os pacientes devem ser fortemente avisados.Moser L. portanto. No entanto. Os riscos com anti-histamíínicos administrados como colíírios ou spray nasal (por exemplo. eles teê m efeitos sedativos consideraí veis que podem persistir ateí o dia seguinte. Qualquer sonoleê ncia seria aparente apoí s as primeiras doses. Efeitos da terfenadina e difenidramina isoladamente ou em combinaçaã o com diazepam ou aí lcool no desempenho psicomotor e sentimentos subjetivos. e eles notaram que eles tambeí m tinham visto isso anteriormente com acrivastina.5 horas depois. 32-34 e recomenda-se cautela com a levocetirizina35. parecem ser míínimos ou ausentes. epinastina) saã o provavelmente míínimos. Huä ther KJ. Lemsip ou Night Nurse). o que torna a conduçaã o ou o manejo de maí quinas potencialmente perigosas muito mais perigosas. sedaçaã o parece ser menor com fex- ofenadina e loratadina do que com acrivastina ou cetirizina) 31 e com o indivííduo (por exemplo. mas isso precisa ser confirmado. Os "anti-histamíínicos sedativos" naã o atravessam taã o facilmente a barreira hematoencefaí lica e. caso naã o tenham tomado o medicamento antes. Á situaçaã o com alguns dos anti-histamíínicos sedativos eí menos clara e os testes com alguns deles naã o detectaram uma interaçaã o com doses normais e quantidades moderadas de aí lcool. Á emedastina tambeí m pode causar sedaçaã o acentuada quando usada oralmente. particularmente se o paciente provavelmente dirigir. Eur J Clin Pharmacol (1978) 14. algumas preparaçoã es de Benylin. prudente emitir algum aviso preventivo. mas o aumento da sonoleê ncia e o aumento dos riscos de direçaã o seriam esperados com qualquer um que causasse alguma sedaçaã o. consequentemente.29 .25 Mecanismo Quando ocorre uma interaçaã o. Escores muito ruins foram vistos quando eles tambeí m receberam um uíísque escoceê s duplo cerca de 1. J Respir Dis (1988) 16 . 10mL de Benylin (difenidramina com dextrometorfano) ou 30mL de Lemsip Medicamento para a gripe noturna (clorfenamina com dextrometorfano).

Efeitos psicomotores do astemizol e da clorfeniramina. Dupont P. Stubbs D. 15. 18. Ulliac N. Falta de potenciaçaã o pela cetirizina de perturbaçoã es psicomotoras induzidas pelo aí lcool. difenidramina e terfenadina em combinaçaã o com o aí lcool no desempenho do SNC humano. Interaçoã es de um novo anti-histamíínico com diazepam e aí lcool. Eur J Clin Pharmacol (1973) 5. Os efeitos da terfenadina com e sem aí lcool em um aspecto de desempenho de conduçaã o de carro. Vanhulle G. Rikken G. Hindmarch I. Chapman PH. Eur J Clin Pharmacol (1983) 25. duplamente cega. 143-50. Forney RB. Os efeitos da levocabastina e do etanol na psicomotricidade desempenho em voluntaí rios saudaí veis.Cohen ÁF. Efeito comparativo de treê s anti-histamíínicos e etanol no desempenho mental e motor.Vermeeren Á. Linnoila M. Desloratadine e co-administraçaã o de aí lcool: sem aumento no comprometimento do desempenho em relaçaã o aà quele induzido apenas pelo aí lcool. 296-9. Bhatti JZ. Eur J Clin Pharmacol (1992) 42. na conduçaã o real e desempenho psicomotor. Ántonijoan R. Eur J Clin Pharmacol (1988) 34. Dunmore C. 179–84. 13-26. Solans Á.Doms M. Falta de efeito do astemizole na dinaê mica do etanol ou cineí tica. 619-23. psicomotor e farmacocineí tico da rupatadina. dos efeitos do 180 mg de cloridrato de fexofenadina isoladamente e com aí lcool . Eur J Clin Pharmacol (1995) 48. mizolastina e cetirizina e etanol no psicomotor e desempenho de conduçaã o em indivííduos saudaí veis. Pleí tan Y. 2-4 de julho de 2000. Clin Pharmacol Ther (1964) 5. 8.Barbanoj MJ.Nicholls Á.Bhatti JZ. com cloridrato de hidroxizina 50 mg como controle interno positivo. 12. 34. Patat Á. 10. 17 . controlada por placebo. Ávaliaçaã o dos perfis cognitivo. James R.Ramakers JG. 363–9. Peck ÁW. 306-11. Coulie P. Janssens M. 117-19. 5. Irving Á. 6. 16. 414-21. Sexton B. Meadows R. Clin Exp Állergy (1989) 19. Eur J Clin Pharmacol (1987) 32. Int Clin Psychopharmacol (1987) 2. em combinaçaã o com o aí lcool . sozinhos e em combinaçaã o com aí lcool.Bateman DN. Garcíía-Gea C. Rawlins MD. Zieleniuk I. Poster na Confereê ncia EÁÁ-CI (Ácademia Europeia de Álergia e Imunologia Clíínica). clormezanona e aí lcool nas habilidades psicomotoras ligado aà conduçaã o. e no EEG durante a conduçaã o. Uma investigaçaã o cruzada. 3. 1518-38. Á falta de interaçaã o entre dois anti-histamíínicos. Hamilton MJ. aleatoí ria. Mattila MJ. 14. O'Hanlon JF. S12-S17. Os efeitos da acrivastina (BW825C). uniceê ntrica. da hidroxizina e da cetirizina. Izquierdo I. em voluntaí rios saudaí veis.. Portugal. Efeitos da loratadina e da cetirizina na conduçaã o real e no desempenho em testes psicomeí tricos.Moser L.Hughes FW. 4. Hindmarch I. 567-8. Efeitos dos anti-histamíínicos. 11. Os efeitos da fexofenadina. Buä ckmann M. Staudinger H. Ámeixa H. Állergy (1993) 48 (Supl 16). Peí rez I. 9. Kuitunen T. Jones W. 279-88. J Állergy Clin Immunol (1998) 101. Y Baelde. Shamsi Z. Janeí F. em aspectos da funçaã o cognitiva e psicomotora relacionados aà conduçaã o de um carro. Uiterwijk MMC.(Suppl). Hum Psychopharmacol (2006) 21. Falta de interaçoã es farmacodinaê micas e farmacocineí ticas da anti-histamíínica ebastina com etanol em indivííduos saudaí veis. sozinhos e com aí lcool. Hindmarch I. 7. 17.Ridout F. O'Hanlon JF. 609-11. Clin Ther (2003) 25. Danzig M. Eur J Clin Pharmacol (1992) 43. Johnson S. Rihoux JP. Scharf M. Med World (1984) 35. Lisboa. Donado E. 247-54. 13.

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1 Ás razoã es para esse efeito saã o incertas. Yoshida H. Consumo e risco de aí lcool para hipertensaã o em homens japoneses de meia-idade. p. Rouse IL..2 Um estudo em homens japoneses descobriu que o efeito da ingestaã o de aí lcool no o risco de desenvolver hipertensaã o foi dependente da dose. Para outros relatos de hipotensaã o postural com aí lcool. 851-5. 19 . a pressaã o arterial meí dia caiu 5/3 mmHg.. Baixo a moderado consumo de aí lcool (ateí 3 doses / dia) foi associado a um aumento na pressaã o arterial em preto.79. ver 'alfa-bloqueadores' (p. Essa hipotensaã o ortostaí tica e de esforço pode ser exagerada em alguns pacientes logo apoí s o consumo de aí lcool. Pacientes com hipertensaã o que saã o moderados a bebedores pesados devem ser encorajados a reduzir sua ingestaã o de aí lcool. 1.. ver 'Clonidina e medicamentos relacionados + depressores do SNC'. Beevers DG. p. Whelton PK. constatou nííveis mais altos de consumo de bebidas alcooí licas (210g ou mais de aí lcool por semana. Rogers P.um ensaio clíínico randomizado.Fuchs FD. Hipertensaã o (2001) 37.57). VandongenR.. envolvendo 8334 indivííduos que estavam livres de hipertensaã o no iníício do estudo e avaliados apoí s 6 anos. Suzuki K. Nakanishi N. O estudo do risco de aterosclerose em comunidades (ÁRIC)..Puddey IB.10 e os diureí ticos tiazíídicos11. 3. Para mencionar a reaçaã o tipo disulfiram quando a tolazolina eí administrada com aí lcool. Chambless LE.Potter JF. Álguns fabricantes de anti- hipertensivos. (c) CNS e outros efeitos Para mencionar a possibilidade de aumento da sedaçaã o com aí lcool e clonidina ou indoramina. p. Deve-se notar que estudos epidemioloí gicos mostram que o consumo regular de aí lcool leve a moderado estaí associado a um menor risco de doenças cardiovasculares.. Efeito pressor do aí lcool na hipertensaã o. 707–13. Heiss G.55.metildopa. J Hypertens (2001) 19. descobriu que quando eles reduziram seu consumo durante um perííodo de 6 semanas a partir de uma meí dia de 450mL de aí lcool semanalmente (cerca de 6 doses diaí rias) a 64mL de aí lcool semanalmente.883 e 'Álcohol + Álpha blockers'. Beilin LJ.. Para os possííveis efeitos no SNC dos bloqueadores beta e do aí lcool. mas naã o em homens brancos. Um estudo controlado randomizado. K Nakamura. O uso regular de aí lcool aumenta a pressaã o arterial em sujeitos pertences. Hipertensaã o (1985) 7. consulte '. Evideê ncia de um efeito direto do aí lcool na pressaã o arterial em homens normotensos . como os inibidores da ECÁ9. particularmente no iníício do tratamento. Os pacientes que iniciam o tratamento anti-hipertensivo devem ser avisados.42. 4. veja 'Álcohol + Tolazoline'.6 b) Reaçaã o hipotensora Álguns pacientes que tomam alguns anti-hipertensivos sentem-se tontos ou começam a "desmaiar" ou desmaiar se levantarem rapidamente ou apoí s o exercíício. 10 e isso poderia se aplicar a qualquer anti-hipertensivo. alertam que a ingestaã o aguda de aí lcool pode potencializar os efeitos hipotensores. prazosin ou verapamil) que eram moderados a bebedores pesados. Pode entaã o tornar-se possíível reduzir a dosagem do anti-hipertensivo. ÁÁ LCOOL + Betabloqueadores'. 647-51. Lancet (1987) i.. 119-22.. Nieto FJ.Puddey IB. Estudo do risco de aterosclerose em comunidades.. 2.. 1242–50. 5. Tatara K. Vandongen R.. 3 Esses achados saã o consistentes com os de outros estudos em hipertensos4 e normotensos5. Parece provaí vel que este efeito ocorra com qualquer anti- hipertensivo.42) e 'bloqueadores dos canais de caí lcio' (p. Beilin LJ.. Consumo de aí lcool e a incideê ncia de hipertensaã o. aproximadamente 3 mais por dia) foram associados com um maior risco de hipertensaã o. começando com nííveis baixos a moderados de aí lcool (menos de 23 g / dia). possivelmente porque pode diminuir o deí bito cardííaco (observado em pacientes com vaí rios tipos de cardiopatia7. Lancet (1984) i.8).. p.

glicaçaã o 20 . nem foi o despejo de aí lcool ou hyoscine mudou. 167–72.1 Uma dose oral de atropina de 3mg 2 horas antes do aí lcool reduziu a ÁUC de aí lcool por um modesto 20% em 3 indivííduos.. Efeitos hemodinaê micos do aí lcool etíílico em pacientes com doença coronariana. O comprometimento acentuado da atençaã o pode ocorrer se o aí lcool for ingerido na presença de atropina ou glicopirroê nio (glicopirrolato).Conway N. 5 Os fabricantes de tabletes de viagem e injeçoã es contendo hidrobrometo de hioscina recomendam evitar o aí lcool.Inovaçaã o (Enalapril). .5 g / kg ou naã o afetou ou melhorou os tempos de reaçaã o e a coordenaçaã o. 1. o fabricante sugere ÁÁ lcool 49 precauçaã o em pacientes que recebem drogas que atuam no SNC. Sesso HD. Efeitos da droga nas habilidades psicomotoras relacionadas aà direçaã o: interaçaã o da atropina. Setembro de 2006. Isto eí presumivelmente porque a sonoleê ncia e outros efeitos adversos do SNC foram ocasionalmente relatados com a preparaçaã o transdeí rmica.7 No entanto.Linnoila M. que foi grande o suficiente para tornar a conduçaã o mais perigosa. Reino Unido Resumo das Caracteríísticas do Produto. DeMartino Á. Nííveis de aí lcool no sangue de ateí 80mg% e 130mg% foram estudados. provavelmente tornando a conduçaã o mais perigosa. Um estudo cruzado duplo-cego em 12 indivííduos saudaí veis descobriu que uma preparaçaã o transdeí rmica de hioscina (Scopoderm-TTS) naã o alterou os efeitos do aí lcool no desempenho de vaí rios testes psicomeí tricos (Critical Flicker Fusion Frequency. mecanismo. Reino Unido Resumo das Caracteríísticas do Medicamento.2 Os pacientes devem ser avisados. junho de 2005. Moduret (Ámilorida / Hidroclorotiazida). Efeitos da propantelina e da metoclopramida endovenosa e oral em absorçaã o de etanol. 9. 11. Clin Pharmacol Ther (1975) 17. e aconselham que os pacientes naã o devem beber aí lcool enquanto estiverem usando Scopoderm-TTS4. Br Heart J (1968) 30.. os derivados quaternaí rios. 8. barreira. Lant ÁF. naã o passam facilmente pelo sangue-ceí rebro. 638-44.Capoten (captopril)... Nenhuma interaçaã o adversa geralmente parece ocorrer com hyoscine transdeí rmica e aí lcool.. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. 8 e seria menos provaí vel que causasse efeitos adversos aditivos com o aí lcool.. Zahir M. ÁÁ LCOOL + Ántimuscaríínicos Propantelina parece naã o afetar os nííveis de aí lcool no sangue.. 2. JÁMÁ (1971) 218. 578-84. diferentemente do bromidrato de hioscina e de hioscina. ÁÁ lcool e sauí de cardiovascular: achados recentes. Choice Reaction Tasks). enquanto a atropina pode causar uma reduçaã o modesta. Bristol-Myers Squibb Pharmaceuticals Ltd.1 Outro estudo em indivííduos saudaí veis descobriu que a atropina oral 500 microgramas ou glicopirroê nio 1 mg administrado com aí lcool 0. importaê ncia e gerenciamento Á propantelina oral (15mg quatro vezes ao dia ou 30mg treê s vezes ao dia por cinco dias e 30mg ou 60mg duas horas antes do uso de aí lcool) naã o afetou os nííveis de aí lcool no sangue em treê s pacientes. houve um acentuado comprometimento da atençaã o.3 No entanto. 1799–1802.Gibbons DO. Merck Sharp & Dohme Ltd. 10.4 .6. Evideê ncia clíínica. Outubro de 2005. Gomprecht RF.. como o butilbrometo de hioscina ou o metobrometo de hioscina.... ER Squibb & Sons Ltd. 7.Gould L.. Efeitos cardííacos de um coquetel. Ám J Cardiovasc Drogas (2001) 1...6.

11 Portanto.. Á hepatite induzida pela isoniazida tambeí m pode ser possivelmente aumentada pelo aí lcool. UCB Pharma Ltd. Scopoderm TTS (Hyoscine).. Á isoniazida aumenta ligeiramente os riscos de dirigir depois de ingerir aí lcool. Bieck PR. Á ingestaã o aguda de aí lcool naã o parece afetar a farmacocineí tica de uma dose uí nica de isoniazida. mas parece ser o uí nico caso registrado. 7. Inc.10. Uma reaçaã o psicotoí xica em um paciente em uso de etionamida foi atribuíída ao consumo concomitante de aí lcool pesado.. UK Resumo do produto caracteríísticas. O aí lcool pode aumentar o risco de episoí dios epileí pticos em pacientes que tomam cicloserina. Transderm Scop (Hyoscine). importaê ncia e gerenciamento a) Regimes antituberculares combinados Á hepatotoxicidade pode ocorrer com vaí rias drogas antituberculose incluindo etionamida.. Injeçaã o de Hyoscine (bromidrato de hioscina). 2007 p. Novartis Consumer Health. Interaçaã o de aí lcool e escopolamina administrada transdermicamente. Londres: Pharmaceutical Press. parece haver alguns riscos extras para os pacientes que tomam isoniazida que 21 ... ed.5g / kg foram examinados em 100 indivííduos que receberam vaí rios testes psicomotores. isoniazida.. 8. No entanto.. d) Isoniazida Os efeitos da isoniazida 750mg com aí lcool 0.copyrrhonium e aí lcool. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. Informaçoã es sobre prescriçaã o dos EUÁ. GlaxoSmithKline. 3... mas o nuí mero de motoristas que saííram da estrada no simulador foi aumentado. Eur J Clin Pharmacol (1973) 6. Joy-Rides (bromidrato de hioscina). 1564 . ÁÁ LCOOL + Ántimicobacterianos Á hepatotoxicidade de alguns antimicobacterianos pode possivelmente ser aumentada pelo alto consumo de aí lcool.Gleiter CH. em novembro de 2002. apenas 5 relataram uso de aí lcool (naã o quantificado). J Clin Pharmacol (1988) 28.4 b) Cicloserina Um breve relato descreve um aumento dos efeitos do aí lcool em 2 pacientes em uso de cicloserina. Schoenleber W. e o aí lcool naã o foi associado a um risco aumentado de hepatotoxicidade. os fabricantes aconselham evitar a ingestaã o excessiva de aí lcool. março de 2004. Nenhuma interaçaã o importante foi vista nos testes psicomotores. Evideê ncia clíínica.Sweetman SC...2 No entanto. outro estudo constatou que o consumo de aí lcool naã o era um fator de risco para hepatotoxicidade induzida por antimicobacterianos.6.7 c) Etionamida Uma reaçaã o psicotoí xica observada em um paciente em uso de etionamida foi atribuíída ao consumo concomitante de aí lcool.. Ántonin KH. e em outros 50 motoristas usando um simulador de direçaã o. 4. 6. No entanto. Martindale: Á refereê ncia completa do medicamento. pirazinamida e rifampicina e o consumo elevado de aí lcool / alcoolismo croê nico tem aumentado o risco. Folheto de informaçoã es ao paciente do Reino Unido. e os efeitos da isoniazida saã o possivelmente reduzidos em alguns bebedores pesados. 5. os fabricantes de cicloserina afirmam que ela eí “incompatíível” com o aí lcool devido ao aumento do risco de episoí dios epileí pticos e contraindica seu uso no abuso de aí lcool.1.8 Naã o estaí claro se isso representa uma interaçaã o clinicamente significativa. 107-12.3 Da mesma forma. março de 2001. junho de 2005. mecanismo.. 1123-7. Novartis Consumer Health. um estudo em pacientes com tuberculose ativa que tomavam rifampicina e pirazinamida. descobriu que nos 14 pacientes que desenvolveram hepatotoxicidade.5 O significado clíínico deste relato de caso naã o eí claro. 35ª ed.

Ás reaçoã es adversas dos medicamentos anti-tuberculose e sua gestaã o. 1053-5. Interaçoã es de drogas com aí lcool. Nippon Rin- sho (1998) 56. Observaçoã es e estudos sobre os efeitos combinados do aí lcool e da D- cicloserina. Speisky H.induced hepatotoxicity. The Influence of risk factor on the severity of anti-tuberculose drug. Sopenã a B. Nybo B. 11. Efeitos da isoniazida nas habilidades psicomotoras relacionadas aà conduçaã o. 3091- 5. Os pacientes devem. Eur J Clin Pharmacol (2004) 60. Isoniazid-related hepatitis. Snider DE. Interaçaã o de aí lcool e drogas nas habilidades psicomotoras como estratificada por um simulador de conduçaã o. 33-4. 6. Trecator (etionamida).Wada M. Nunã ez-Vergara LJ. Int J Tuberc Lung Dis (2002) 6. 3091-5. abril de 2005. Mosteiro M. 22 . 12. Squella JÁ. Vaí zquez-Gallardo R. Med Lett Drugs Ther (1981) 23. Litwak T. estudo de 11 anos. 335-40.bebem e dirigem.Dattani RG. Routledge PÁ. King Pharmaceuticals Ltd. 5.12-14 Os efeitos clíínicos50 Capíítulo 3 Á isoniazida tambeí m eí reduzida devido ao consumo excessivo de aí lcool em alguns pacientes. Cicloserina.17 1. Lesaã o hepaí tica durante tratamento antituberculose. 14. setembro 2006. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. Leiro V. 671P-672P. Harry F. Jones RC. no entanto. Yudelevich J. 991–1001. Efeitos da ingestaã o aguda de etanol na farmacocineí tica da isoniazida. 8. Ám Rev Respir Dis (1967) 95. 12 entretanto. Reaçaã o psicotoí xica durante a terapia com etionamida. Int J Tuberc Lung Dis (2004) 8.15 O aí lcool eí metabolizado em acetaldeíído no fíígado e isoniazida foi encontrado para interagir com acetaldeíído in vitro.Ánon. Interaçoã es faí rmaco-acetaldeíído durante o metabolismo do etanol in vitro. Wada M. 3. Kopanoff DE. 4. ser avisados. 9. Mattila MJ. 139-46. Álcohol Álcohol (1991) 26. Mennone JZ. Wilcke JTR. Eli Lilly and Company. Wyeth Pharmaceuticals Inc. Fernaí ndez-Villar Á. a ingestaã o aguda de aí lcool em 16 indivííduos saudaí veis naã o teve nenhum efeito sobre a farmacocineí tica de uma dose uí nica de 200 mg de isoniazida. 7. Tubercle Lung Dis (1996) 77. Ám Rev Respir Dis (1978) 117. Informaçoã es sobre prescriçaã o nos EUÁ. Á incideê ncia de dano hepaí tico progressivo grave devido aà isoniazida eí maior em quem bebe aí lcool regularmente. Lansdown FS. 16. O significado clíínico disto eí desconhecido. 995-1000. Ulloa F. 2. J Clin Pharmacol (1973) 13. Mattila MJ. pode levar aà biodisponibilidade diminuíída da isoniazida e possivelmente a droga modificada com acetaldeíído formada pode mediar alguns efeitos adversos.Linnoila M. Simsch Á. Døssing M.16 O fabricante aconselha a dar isoniazida para pacientes com alcoolismo croê nico. março de 2007. Caras GJ. Pinheiro L. Pharmaceutical Research (1965) 15. US Prescrever informaçoã es. Fernaí ndez-Villar J. 343-50.Lee ÁM. Paul WS. Beran M. 684-8. 1499-1505.Linnoila M. 13. mas se esta ligaçaã o ocorrer in vivo. 15. Mallach HJ. Fatores de risco para hepatotoxicidade associada aà rifampicina e pirazinamida no tratamento da infecçaã o latente por tuberculose: experieê ncia de treê s clíínicas de tuberculose de sauí de puí blica. Hutchings ÁD. 679-82.Glass F. Seromicina (ciclosporina). 10. Br J Pharmacol (1973) 47. mas o efeito naã o parece ser grande. Ás reaçoã es adversas dos medicamentos anti-tuberculose e sua gestaã o. Áskgaard DS. Nippon Rinck (1998) 56.

5 No entanto.. mas naã o interagiram significativamente com o aí lcool em um estudo.. 3 e claro comprometimento das habilidades psicomotoras relacionadas aà direçaã o tambeí m foram encontrados.17. flufenazina.. mas naã o tanto quanto os efeitos clorpromazina. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. atençaã o) foi prejudicado de tal forma que dirigir ou manusear outras maí quinas potencialmente perigosas pode ser perigoso. tambeí m foram descritos. pelo flupetrixol. e mais consideraram-se mais inseguros para dirigir do que com aí lcool sozinho.6 Sulpirida 50mg treê s vezes ao dia por duas semanas causaram uma leve diminuiçaã o nas habilidades psicomotoras com aí lcool em indivííduos saudaí veis. pareceu melhorar.7 Á tioridazina 25mg causou alguns efeitos aditivos com o aí lcool. em menor extensaã o. todos os faí rmacos antipsicoí ticos que causam sonoleê ncia teê m o potencial de aumentar os efeitos do aí lcool. overdoses relativamente pequenas de promazina poderiam resultar em envenenamento fatal.15 d) Estudos farmacocineí ticos 23 . Estudos de dose pequena ou uí nica com haloperidol ou tiaprida sugerem que qualquer interaçaã o parece ser leve..4.. aí lcool.1 Um estudo posterior confirmou esses achados com clorpromazina 1mg / kg e nííveis de aí lcool no sangue de 80mg% . Haí evideê ncias de que a bebida pode precipitar o surgimento de efeitos adversos extrapiramidais em pacientes em uso de antipsicoí ticos. perfenazina ou clorpromazina e bebendo aí lcool.. Muitos reclamavam de sono..4 Doses uí nicas de 500 microgramas de haloperidol ou flupentixol chamaram a atençaã o fortemente. mas naã o tanto quanto o observado com clorpromazina e aí lcool. de fato.12 Da mesma forma. .9 b) Precipitaçaã o de efeitos adversos extrapiramidais Um relato descreve sete pacientes que desenvolveram efeitos adversos extrapiramidais agudos (acatisia. na maioria dos casos associados aà ingestaã o de aí lcool.. distonia) enquanto estavam tomando trifluoperazina. letargia. c) Toxicidade Um estudo envolvendo 332 envenenamentos fatais na Finlaê ndia constatou que o aí lcool estava presente em 65% dos casos envolvendo promazina...8 Um estudo em 9 alcoolistas que receberam tiaprida 400 a 600mg por dia mostrou que a vigíília naã o foi prejudicada quando o aí lcool foi administrado a 0. ÁLCOOL + Antipsicóticos Os efeitos prejudiciais do aí lcool sobre as habilidades relacionadas aà direçaã o saã o agravados pela clorpromazina e. Em outro lugar ele descreve o surgimento de parkinsonismo induzido por drogas em uma mulher que toma perfetrazina e amitriptilina quando ela começou a ingerir bebidas alcooí licas. um estudo duplo-cego em indivííduos que receberam 500 microgramas de flupentixol treê s vezes por 2 semanas descobriu que.5g / kg e.14 Parece que a promazina e possivelmente a levomepromazina podem ser mais toí xico quando combinado com aí lcool. .2 Outro estudo naã o encontrou diferença entre os efeitos da tioridazina e placebo com o aí lcool.. embotamento e falta de coordenaçaã o.. sulpirida e tioridazina.5 g / kg.11 Dezoito casos de reaçoã es extrapiramidais induzidas por haloperi-dol entre jovens usuaí rios de drogas. no entanto. o desempenho de vaí rios testes (reaçaã o de escolha.4. Evideê ncia clíínica (a) Efeito na conduçaã o e outras habilidades Vinte e um indivííduos apresentaram uma deterioraçaã o acentuada no desempenho de um nuí mero de habilidades relacionadas aà conduçaã o quando administrado clorpromazina 200mg por dia e aí lcool (nííveis sanguííneos de 42mg%)..5 Outro estudo descobriu que a tioridazina e o aí lcool afetavam as habilidades relacionadas aà direçaã o. com um efeito moderadamente deleteí rio na atençaã o.10 O autor afirmou que esses eram exemplos de numerosas reaçoã es de toxicidade induzidas pelo aí lcool observadas por ele durante um perííodo de 18 anos envolvendo fenotiazinas e butirofenonas..2 Áumento da sedaçaã o foi claramente visto em outro estudo com aí lcool e clorpromazina. e quando o aí lcool estava presente. coordenaçaã o. novembro de 2001. mas o efeito nas habilidades de direçaã o naã o foi estudado. quando combinados com aí lcool 0. Isoniazida Celltech Manufacturing Services Ltd.

3. como a proclorperazina. clordiazepoí xido. Efeitos do aí lcool. Efeitos do diazepam. sozinho ou em combinaçaã o com aí lcool. consideram que os pacientes devem ser rotineiramente aconselhados a se absterem de aí lcool durante o tratamento antipsicoí tico. Maä ki M. podem ficar muito sonolentos e naã o devem dirigir ou manusear outras maí quinas potencialmente perigosas. sulpirida ou tioridazina (provavelmente outros medicamentos relacionados tambeí m). os nííveis seí ricos de flufenazina eram reduzidos em 30%. flupentixol e aí lcool nas habilidades psicomotoras relacionadas aà conduçaã o. flupentixol.Linnoila M.16 Um estudo em 7 esquizofreê nicos descobriu que. 351-2. Uma sugestaã o para explicar o surgimento dos efeitos adversos da droga eí que o aí lcool reduz o limiar de resisteê ncia aà neurotoxicidade dessas drogas. Burbridge TN. nas habilidades psicomotoras relacionadas aà direçaã o.18 Ás interaçoã es farmacocineí ticas entre a ingestaã o aguda e croê nica de aí lcool e doses uí nicas ou muí ltiplas de drogas antipsicoí ticas saã o complexas. haloperidol. JÁMÁ (1959) 171. Olkoniemi J.17 Importaê ncia e gerenciamento Á documentaçaã o eí limitada. 1. tioridazina.Árzneimittelforschung (1975) 25. Landauer ÁÁ. 2. Árch Int Pharmacodyn Ther (1976) 223.Seppaä laä T. Simon Á. McÁtee OB. Milner G.. Ávise os pacientes que. Saario I. se beberem aí lcool enquanto estiverem tomando clorpromazina e. Álgum risco eí possíível com qualquer antipsicoí tico que cause sonoleê ncia. Van Dyke R.Zirkle GÁ. Efeitos da clorpromazina e aí lcool na coordenaçaã o e julgamento. a clorpromazina inibiu a desidrogenase do aí lcool. Os fabricantes de flupentixol20 e haloperidol21 alertam que. Saario I. 1496-9. o que pode afetar a absorçaã o no local da injeçaã o. Himberg JJ. 1088-92.19 O aí lcool tambeí m pode afetar a circulaçaã o perifeí rica e a permeabilidade da membrana. Sutherland VC. 6. Br J Psychiatry (1971) 118. Efeito do tratamento de duas semanas com clordiazepoí xido ou flupentixol. Ánn Med Exp Biol Fenn (1973) 51. rei PD. Os autores dos relatos que descrevem o surgimento de efeitos adversos graves aos antipsicoí ticos em quem bebe aí lcool. Seppaä laä T. 85-90. 4. descobriu que clorpromazina naã o teve efeito aparente sobre o metabolismo do aí lcool. enquanto a ingestaã o croê nica pode aumentar a depuraçaã o. 24 .Tambeí m o aí lcool pode possivelmente prejudicar a atividade da tiroxina hidroxilase. Duas semanas de tratamento com clorpromazina. 2 horas e 16% aà s 12 horas. No entanto. Os efeitos depressores do SNC aditivo saã o uma das explicaçoã es dessa interaçaã o. a ingestaã o aguda de aí lcool pode diminuir a depuraçaã o metaboí lica. incluindo aqueles usados como antiemeí ticos. 7. Mod Probl Pharmacopsychiatry (1976) 11. o que pode facilitar a formaçaã o de aminas biogeê nicas que foram implicados em efeitos adversos extrapiramidais. J Áppl Physiol (1960) 15. em comum com outros antipsicoí ticos. cerca de metade dos pacientes tiveram uma diminuiçaã o estatisticamente significativa (ateí 33%) na excreçaã o urinaí ria de clorpromazina e seus metaboí litos durante o perííodo de 24 horas apoí s o consumo de 50 a 75 mL de aí lcool. Metabolismo cerebral em bebedores problemaí ticos sob a influeê ncia de aí lcool e cloridrato de clorpromazina. de modo que o equilííbrio da dopamina / acetilcolina no corpo estriado estaí alterado. em menor grau. os efeitos do aí lcool podem ser potencializados.Um estudo em 12 pacientes que receberam clorpromazina 600mg a 1.2g diariamente a longo prazo. tioridazina. 311-23. tioridazina e clorpromazina nas habilidades relacionadas para dirigir comportamento. Ádams JE. Linnoila M. sulpirida ou bromazepam: açoã es e interaçoã es com o aí lcool nas habilidades psicomotoras relacionadas aà direçaã o. quando recebiam 40g de aí lcool para beber mais ou menos ao mesmo tempo que a sua injeçaã o regular de decanoato de flufenazina (25 a 125mg a cada duas semanas). Efeito da clorpromazina ou sulpiride e aí lcool nas habilidades psicomotoras relacionadas aà conduçaã o. Á importaê ncia clíínica dos estudos farmacocineí ticos eí incerta. 125– 32.17 Mecanismo Incerto. 189-96. Liljequist R. 5.11 Áleí m disso. Mattila MJ.

J Clin Pharm Ther (2003) 28. Houve tambeí m uma alta prevaleê ncia de infecçaã o pelo víírus da hepatite C.Koski Á. Interaçaã o de aí lcool e drogas em envenenamentos fatais. Tanaka E. Interaçaã o aí lcool-clorpromazina em pacientes psiquiaí tricos tients... 10. mecanismo. Ánn Clin Res (1976) 8. concluiu que a quantidade de aí lcool consumida naã o afectou a resposta antiviral. 19. mas isso naã o parece ser clinicamente significativo. e seus efeitos combinados com o aí lcool. No entanto. 17. 21. Parkinsonismo induzido por neuroleí pticos facilitado pelo aí lcool.. Neurotoxicology (1991) 12. 473–4.. Ágressologie (1972) 13. Áumento dos sintomas extrapiramidais em pacientes com esquizofrenia e transtorno do uso de substaê ncias comoí rbidas. que incluiu 2 'anaí logos de nucleoí sidos mais o indinavir. Efeitos do aí lcool nos nííveis seí ricos de flufenazina em esquizofreê nicos croê nicos estaí veis. Bouchard RH. 165. saquinavir.. Lutz EG. Evideê ncia clíínica. 20. embora este naã o foi um achado significativo.Soni SD. que interferem no metabolismo de alguns antivirais. Krska J. 15. Finkle BS. Lundbeck Ltd. 281-7. setembro de 2004. JÁMÁ (1976) 236. 14. 81-95. Interaçoã es toxicoloí gicas envolvendo drogas psiquiaí tricas e aí lcool: uma atualizaçaã o. Hum Exp Toxicol (2003) 22. 12. ritonavir. Relaçaã o de aí lcool no sangue pós-morte e concentraçoã es de drogas em envenenamentos fatais envolvendo amitriptilina. junho de 2007. Vuori E. Saario I. 13. Vuori E. Pampoulova T. NZ Med J (1981) 93.. Ojanpera I.. Depixol (Flupentixol). e descompensaçaã o hepaí tica ocorreu em 2 pacientes (ambos bebedores pesados).8. 796-8.. S Vandel. Mancini-Marieä Á. Forrest IS. propoxifeno e promazina. Blum D. Lutz EG. ÁÁ LCOOL + Ántirretrovirais Á ingestaã o pesada de aí lcool pode afetar a resposta viroloí gica aà HÁÁRT.. Potvin S. Intoxicaçaã o de Kenyon-David D. Neurotoxicidade cerebral e perifeí rica da clorpromazina e da interaçaã o etanol: implicaçoã es para o aí lcool e a aldeíído desidrogenase. Rey E.. J Med Soc New Jers (1978) 75. como os inibidores de protease.Koski Á. 67–74. 117-23. Hum Psychopharmacol (1991) 6. 16. a proporçaã o de respondedores completos foi ligeiramente inferior (57%) em bebedores pesados (mais de 60g de aí lcool por dia) em comparaçaã o com 68% em ambos os naã o-bebedores e bebedores moderados (menos de 60g de aí lcool por dia). O aí lcool reduz o metabolismo do abacavir. 559 - 70. Bonin B. 9. Volmat R. o consumo de aí lcool pode induzir enzimas hepaí ticas.. 25 . Ácatisia e distonia induzida por neuroleí pticos desencadeada pelo aí lcool. Hum Exp Toxicol (2005) 24.. Haloperidol. 389–96. importaê ncia e gerenciamento a) Regimes de aí lcool e HÁÁRT Um estudo de 94 doentes seropositivos para o VIH que receberam HÁÁRT. Teoricamente. 18. Estudo da interaçaã o entre tintura e aí lcool em humanos. . Habilidades psicomotoras durante o tratamento subagudo com tioridazina e bromazepam. J Neurol Neurosurg Psychiatry (2006) 77. Haldol (Haloperidol). nelfinavir ou ritonavir / saquinavir. 175-7. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto.. Forrest FM. Vanandel B. Bamrah JS. 301-6. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto.. Ojanperaä I. Messiha FS. Janssen-Cilag Ltd. Lipp O. Sem Hop Paris (1984) 60. 11. 2422-3. Stip E.

ÁÁ lcool 51
quaisquer dados clíínicos para apoiar isso. No entanto, uma reduçaã o no consumo de aí lcool parece sensata. Mais
estudos saã o necessaí rios. Note que algumas preparaçoã es de ritonavir conteê m aí lcool, veja '............... ÁÁ LCOOL +
Dissulfiram', p.61.
(b) Efeito do aí lcool no abacavir
Um estudo em 24 doentes seropositivos para o VIH concluiu que o aí lcool 0,7 g / kg aumentou a ÁUC de uma dose
uí nica de 600 mg de abacavir em 41%. Á meia-vida do abacavir foi aumentada em 26%, de 1,42 para 1,79
horas. Ás drogas farmacocineí ticas do aí lcool naã o foram afetadas pelo abacavir.5 O aí lcool pode inibir a formaçaã o
de carboxilato de abacavir, resultando em uma tendeê ncia ao aumento da formaçaã o de glicuroníídeo de abacavir e
reduçaã o do metabolismo do abacavir.O aumento da exposiçaã o ao abacavir naã o foi considerado clinicamente
significativo, uma vez que estaí dentro dos nííveis observados em outros estudos que utilizaram doses mais
elevadas, o que naã o demonstrou preocupaçoã es de segurança adicionais em doses ateí treê s vezes superiores aà
dose diaí ria recomendada de abacavir.5 Portanto, nenhuma precauçaã o especial parece ser necessaí ria.
1.Fabris P, Tositti G, Manfrin V, Giordani MT, Vaglia Á, Cattelan ÁM, Carlotto Á. Á ingestaã o de aí lcool afeta a terapia
anti-retroviral altamente ativa (HÁÁRT) em pacientes HIV-positivos? J Ácquir Immune Defic Syndr (2000) 25,
92-3.
2.Miguez MJ, Burbano X, Morales G, Shor-Posner G. uso de aí lcool e infecçaã o por HIV no
Era HÁÁRT. Ám Clin Lab (2001) 20, 20-3.
3.Flexner CW, Cargill VÁ, Sinclair J, TF Kresina, Cheever L. Uso de aí lcool pode resultar em maior
metabolismo de drogas na farmacoterapia de HIV. ÁIDS Patient Care STDS (2001) 15, 57-8. 4. Kresina TF, Flexner
CW, Sinclair J, Correia MÁ, Stapleton JT, Ádeniyi-Jones S, Cargill V, Cheever LW. Uso de aí lcool e farmacoterapia
com HIV.ÁIDS Res Hum Retroviruses (2002) 18, 757-70.
5. McDowell JÁ, Chittick GE, Stevens CP, Edwards KD, Stein DS. Interaçaã o farmacocineí tica do abacavir (1592U89)
e etanol em adultos infectados pelo víírus da imunodeficieê ncia humana. Ágentes Ántimicrobianos Chemother
(2000) 44, 1686-90.
............... ÁÁ LCOOL + Áspirina
Um pequeno aumento na perda de sangue gastrointestinal causada pela aspirina ocorre em pacientes que
bebem aí lcool, mas qualquer dano aumentado ao revestimento do estoê mago eí pequeno e parece ser de
importaê ncia míínima na maioria dos indivííduos saudaí veis. Entretanto, bebedores pesados que tomam
regularmente aspirina devem ser alertados sobre o aumento do risco de sangramento gaí strico. Álgumas
informaçoã es limitadas sugerem que a aspirina pode aumentar ou diminuir os nííveis de aí lcool no sangue.
Evideê ncia clíínica
(a) Efeito na perda de sangue
Á perda sanguíínea diaí ria meí dia no intestino de 13 homens saudaí veis foi de 0,4mL sem tomar medicaçaã o, 3,2mL
enquanto tomava 2,1g de aspirina soluí vel naã o lavada (Disprin) e 5,3mL enquanto tomava aspirina com 180mL
de uíísque australiano (aí lcool 31,8% ). Neste estudo, o aí lcool sozinho naã o causou sangramento gastrointestinal.1
Resultados semelhantes foram relatados em outro estudo em indivííduos saudaí veis.2
Um estudo epidemioloí gico de pacientes internados em hospital com hemorragia gastrintestinal mostrou uma
associaçaã o estatíística entre o sangramento e a ingestaã o de aspirina isolada, e a combinaçaã o com aí lcool produziu
um efeito sineí rgico significativo.3 Um grande estudo controlado por caso encontrou resultados semelhantes: o
risco relativo geral de sangramento com uso regular de aspirina em doses maiores que 325mg foi de 7 entre
bebedores e 5,1 entre pessoas que nunca ingeriram aí lcool. Para aqueles que bebiam menos de 1 a 20 drinques
por semana, naã o havia evideê ncias de uma tendeê ncia de aumento ou diminuiçaã o do risco relativo aà medida que o
consumo de aí lcool aumentava, mas entre aqueles que consumiam 21 ou mais drinques por semana havia uma
grande associaçaã o. com sangramento gastrointestinal superior (risco estimado bruto 27). Para o uso regular de

26

aspirina em doses de 325mg ou menos,
O exame endoscoí pico revelou que a aspirina e o aí lcool teê m efeitos aditivos na mucosa gaí strica (naã o no
duodeno), mas a extensaã o eí pequena.5 No entanto, outro estudo de caso-controle descobriu que grandes
quantidades de vinho tinto (mais de 500mL de vinho diariamente) aumentou o risco de hemorragia digestiva
alta associada a doses baixas de aspirina, e pequenas quantidades de vinho tinto (aproximadamente menos de
200mL de vinho por dia) reduziram esse risco.6 Outro estudo usando a diferença do potencial da mucosa
gaí strica como medida Os autores concluííram que o dano aà mucosa mostrou que a aspirina com aí lcool causou
danos aditivos aà mucosa.7 Em uma revisaã o das evideê ncias, considerou-se que, embora mais estudos fossem
necessaí rios, os dados disponííveis saã o altamente sugestivos de que a toxicidade gastrointestinal do aí lcool e da
aspirina eí muito grande. Capíítulo 3
em indivííduos que bebem muito e saã o consumidores pesados de aspirina.8 Considere tambeí m "...............
ÁÁ LCOOL + ÁINEs", p.71.
Nenhum sangramento gastrointestinal aumentado ocorreu em 22 indivííduos saudaí veis que receberam treê s gins
duplos ou uíísques (equivalente a 142 mL de aí lcool a 40%) e 728 mg de acetilsalicilato de soí dio tamponado
(Álka-Seltzer) .9
(b) Efeito nos nííveis de aí lcool no sangue
Cinco sujeitos saudaí veis receberam um cafeí da manhaã padraã o com e sem aspirina 1g, seguido de aí lcool 0,3g / kg
e uma hora depois. Á aspirina aumentou os nííveis maí ximos de aí lcool no sangue em 39% e a ÁUC em 26% .10 Da
mesma forma, em outro estudo, 28 indivííduos saudaí veis receberam uma refeiçaã o ao meio-dia (dois sanduííches e
uma xíícara de chaí ou cafeí ), seguidos 90 minutos depois 600mg de aspirina ou placebo, e depois 30 minutos
depois, por duas doses padraã o (35,5mL de vodka 37,5% (21,6g de aí lcool) mais 60mL de suco de laranja), que
foram consumidos em um perííodo de 15 minutos. Os nííveis de aí lcool no sangue dos homens foram aumentados
em 31% apoí s uma hora (de 24,29 para 31,85mg%) e 18% (de 20,82 para 24,57mg%) apoí s duas horas. Os nííveis
de aí lcool no sangue das mulheres foram aumentados em 32% (de 37,39 para 49,23mg%) apoí s uma hora e em
21% (de 37,56 para 45,54mg%) apoí s duas horas.11 No entanto, um estudo posterior (efetivamente uma
repetiçaã o de um estudo10 acima) em 12 indivííduos saudaí veis naã o conseguiu encontrar nenhum efeito nos nííveis
de aí lcool no sangue, mas os nííveis maí ximos de aspirina foram reduzidos em 25% .12 Um estudo cruzado em 10
indivííduos saudaí veis do sexo masculino descobriu que apoí s tomar aspirina 75mg diariamente, por uma vez, a
sua meí dia de ÁUC no sangue apoí s uma dose de 0,3 g / kg naã o foi significativamente alterada. No entanto, os
nííveis sanguííneos maí ximos individuais variaram; um sujeito apresentou um aumento, dois permaneceram
inalterados e cinco foram reduzidos: em geral, a reduçaã o foi de 23% .13 3g / kg-dose naã o foi significativamente
alterada. No entanto, os nííveis sanguííneos maí ximos individuais variaram; um sujeito apresentou um aumento,
dois permaneceram inalterados e cinco foram reduzidos: em geral, a reduçaã o foi de 23% .13 3g / kg-dose naã o foi
significativamente alterada. No entanto, os nííveis sanguííneos maí ximos individuais variaram; um sujeito
apresentou um aumento, dois permaneceram inalterados e cinco foram reduzidos: em geral, a reduçaã o foi de
23% .13
Mecanismo
(a) Efeito na perda de sangue
Á aspirina e o aí lcool podem danificar o revestimento mucoso do estoê mago, sendo que uma medida da lesaã o eí
uma queda na diferença do potencial gaí strico. Uma vez que a barreira protetora da mucosa eí rompida, ocorre a
descamaçaã o das ceí lulas e danos aos capilares. Á aspirina causa um prolongamento acentuado nos tempos de
sangramento, e isso pode ser aumentado pelo aí lcool.14 O quadro total eí complexo.
(b) Efeito nos nííveis de aí lcool no sangue
O aumento dos nííveis de aí lcool no sangue na presença de alimentos e aspirina pode ocorrer porque a aspirina
reduz a oxidaçaã o enzimaí tica do aí lcool pela desidrogenase alcooí lica na mucosa gaí strica, de modo que mais restos
disponííveis para a absorçaã o.10 Qualquer diminuiçaã o com baixa Á dose de aspirina pode ser devida ao
esvaziamento gaí strico retardado.

27

Importaê ncia e gerenciamento
O efeito combinado da aspirina e do aí lcool na parede do estoê mago eí estabelecido. Áspirina 3g diariamente por
um perííodo de 3 a 5 dias induz uma perda meí dia de sangue de cerca de 5mL ou mais. Álgum aumento da perda,
sem duí vida, ocorre com o aí lcool, mas parece ser muito pequeno e eí pouco provaí vel que seja de grande
importaê ncia para a maioria dos indivííduos saudaí veis usando doses moderadas. Em um estudo, descobriu-se que
o aí lcool era um agente prejudicial leve ou um agente potenciador suave para outros medicamentos prejudiciais.5
Por outro lado, deve-se lembrar que o uso excessivo e croê nico de salicilatos e aí lcool pode resultar em ulceraçaã o
gaí strica. Ás pessoas que consomem pelo menos 3 ou mais doses diaí rias de bebidas alcooí licas e que tomam
regularmente mais de 325mg de aspirina demonstraram ter um alto risco de sangramento.15 Á FDÁ nos EUÁ
decidiu que os analgeí sicos e os redutores de febre naã o prescritos,
Ás informaçoã es sobre o aumento dos nííveis de aí lcool no sangue causados pela aspirina apoí s os alimentos saã o
muito limitadas e contraditoí rias, e de importaê ncia praí tica incerta. No entanto, nenhuma interaçaã o praticamente
relevante foi observada com outros faí rmacos (como os antagonistas dos receptores H2, p.64), que teê m sido
extensivamente estudados e que parecem interagir pelo mesmo mecanismo. O padraã o para essas drogas eí que os
aumentos nos nííveis de aí lcool no sangue saã o apreciaí veis com pequenas doses de aí lcool, mas geralmente eles se
tornam proporcionalmente pequenos demais para serem tratados com doses maiores de aí lcool (ie
aqueles que daã o nííveis de sangue e respiraçaã o em ou ao redor do limite legal de conduçaã o no Reino Unido).
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28

. Átividades que exigem atençaã o e boa coordenaçaã o. Eur J Clin Pharmacol (1995) 48. revelou que o desempenho das habilidades de coordenaçaã o era muito mais prejudicada do que com qualquer uma das drogas sozinha. dirigir carros) e ateí mesmo o desempenho de tarefas cotidianas (por exemplo.. a falta de atençaã o e a coordenaçaã o deficiente.. como o fenobarbital e pentobarbital. como dirigir um carro ou manusear outras maí quinas potencialmente perigosas. veja 'Ánesteí sicos gerais + ÁÁ lcool'.fda. 241-6.3 No entanto.. aí lcool e sangramento gaí strico? Áust Prescriber (2005) 28. Joä nsson K-Á. a exposiçaã o croê nica a um barbituí rico como o fenobarbital pode aumentar o metabolismo do aí lcool devido aà induçaã o enzimaí tica e. podem se tornar mais difííceis e mais perigosas. Harwig SSL.. mas essa interaçaã o seria esperada 29 .. e depressaã o simples do SNC fornece parte da explicaçaã o.6 Um estudo das fatalidades devido a essa interaçaã o indicou que. consequentemente.2. Á aspirina em baixas doses diminui as concentraçoã es de aí lcool no sangue ao retardar o esvaziamento gaí strico.. . Á ingestaã o aguda de aí lcool pode inibir as enzimas hepaí ticas relacionadas ao metabolismo dos barbituí ricos. 14. Evideê ncia clíínica Um estudo em indivííduos saudaí veis sobre os efeitos de uma dose uí nica de 0.Kechagias S.. Carlsson B.4 Entretanto. Ádministraçaã o de Álimentos e Medicamentos.7 Haí tambeí m algumas evideê ncias de que os nííveis de aí lcool no sangue podem ser reduzidos na presença de um barbituí rico.. mas a exposiçaã o croê nica ao aí lcool aumenta a atividade das enzimas microssomais hepaí ticas e pode reduzir a sedaçaã o dos barbituí ricos em pacientes sem comprometimento hepaí tico. apesar de pentobarbital. 11 Da mesma forma. Jones ÁW. FDÁ anuncia novos alertas de aí lcool para analgeí sicos e redutores de febre. Ápenas o amobarbital e o fenobarbital parecem ter sido especificamente estudados. 13. Mecanismo Tanto o aí lcool quanto os barbituí ricos saã o depressores do SNC. O aí lcool tambeí m pode continuar a interagir no dia seguinte se o barbituí rico tiver efeitos de ressaca. 16. Thromb Res (1983) 31..8. os efeitos de depressaã o do SNC saã o mais do que aditivos. 18-19.10. Os consumidores devem ser avisados sobre aspirina. 15. p. e a maioria desses estudos saã o barbituí ricos antigos e envolvidos. Norlander B. os efeitos (particularmente aqueles que resultam em fatalidades) saã o muito bem estabelecidos. tomada de manhaã apoí s uma dose de 100 mg de amobarbital todas as noites durante 2 semanas.1 Esse aumento da depressaã o do SNC devido ao uso combinado de aí lcool e barbituí ricos tem sido descrito em outros estudos clíínicos com fenobarbital. Confirmaçaã o de que o etanol potencializa o prolongamento induzido pela aspirina tempo de hemorragia. 45mg por dia durante uma semana e aí lcool (35 para 45mg%) afetaram alguns testes perceptivo-motores quando administrados separadamente.9 Para a interaçaã o entre tiopental e aí lcool. Eur J Clin Pharmacol (1997) 53. 151-3. reduzir os nííveis de aí lcool no sangue. 525-7. usados como hipnoí ticos.html (acessado em 15/08/07). Rosove MH. seí rios e de importaê ncia clíínica. esses efeitos nem sempre foram encontrados quando foram administrados juntos. um estudo em indivííduos saudaí veis descobriu que. No entanto.. altas doses de fenobarbital podem afetar as habilidades motoras5 e o aumento da depressaã o do SNC tem sido relatado muitas vezes nos relatos dos meí dicos legistas de acidentes fatais e suicíídios envolvendo barbituí ricos e aí lcool..aí cido cííclico. que juntos podem ter efeitos aditivos e possivelmente ateí sineí rgicos. Notíícias do HHS. ÁLCOOL + Barbitúricos O aí lcool e os barbituí ricos saã o depressores do SNC.gov/bbs/topics/ NEWS / NEW00659. com alguns barbituí ricos.. Os perigos mais oí bvios saã o a sonoleê ncia aumentada.5 g / kg de aí lcool. andar abaixo) mais difííceis e perigosas.7 Importaê ncia e gerenciamento Poucos estudos formais em situaçoã es clíínicas normais teê m sido feitos das interaçoã es entre o aí lcool e os barbituí ricos..92.Newgreen DB. que tornam o manuseio de maí quinas potencialmente perigosas (por exemplo. Disponíível em: http://www.

outros sedativos e tranquä ilizantes em Ontaí rio: uma pesquisa de 10 anos. podem continuar a interagir. devido aà s diferenças entre os testes. 25. Bizzi Á. Preskorn SH. Estatíísticas toxicoloí gicas para barbituí ricos. 863-5. Obersteg JI.26 flurazepam. Álgumas benzodiazepinas usadas aà noite para sedaçaã o ainda estaã o presentes em quantidades apreciaí veis no dia seguinte e. Foi relatado que o aí lcool aumenta a agressaã o ou a amneí sia e / ou reduz os efeitos ansiolííticos de alguns benzodiazepíínicos. 39 nitrazepam. Pape BE.Rubina E. Efeito de tetrabamate. Ramseyer Á. Dirigir sob a influeê ncia de fenobarbital. continuar a interagir significativamente com o aí lcool. p.. Kofoed J.. veja '. clobazam. 301-3. Quantificaçaã o da interaçaã o entre barbituí ricos e aí lcool e interpretaçaã o de concentraçoã es sanguííneas fatais. 502-4. Meyer JJ.. Álguns efeitos de ressaca barbituí ricos podem estar presentes na manhaã seguinte e podem.. 38 midazolam... Veneroni E. 894-9. 248-53. Drogas psicotroí picas e aí lcool: interaçoã es farmacocineí ticas e farmacodinaê micas.. J Forensic Sci (1983) 28. portanto..Morselli PL. 16 brotizolam. 3. incluindo diazepam.. Lieber CS. Um mecanismo microssomal hepaí tico. Johnson CÁ. Binns TB. Efeitos da administraçaã o de fenobarbital nas taxas de depuraçaã o do etanol e nas enzimas oxidantes do etanol no homem. Interaçaã o de glutetimida e fenobarbitona com etanol no homem. conduçaã o testes sobre a questaã o de diminuiçaã o da capacidade de conduzir por aí lcool. Poä ldinger W. Para comentaí rios sobre o uso de aí lcool em pacientes epileí pticos em uso de antiepipeí ticos. Inibiçaã o do metabolismo de drogas por intoxicaçaã o aguda por etanol. 23 clorazepato dipotaí ssico. Ácta Pharmacol Toxicol (Copenh) (1976) 38. 6... Árzneimittelforschung (1971) 21. 2. 37 medazepam. 382–92. Michiels W.. 12.46.. 24 flunitrazepam.. Gangue H. Schmid P. G Goldberg. 27-31 loprazolam. 13-15 bromazepam. ÁÁ LCOOL + Benzodiazepíínicos e medicamentos relacionados Á benzodiazepina e hipno-sedativos relacionados aumentam os efeitos depressores do SNC do aí lcool em alguma extensaã o. as dosagens dos benzodiazepíínicos e do aí lcool. Moffat ÁC. o quadro geral parece ser que os benzodiazepíínicos e medicamentos relacionados.com todos os barbituí ricos.32 lorazepam. sozinho ou em combinaçaã o com aí lcool..33-36 lormetazepam.. tranquilizantes e tiques Hypno-..Mould GP. Robles EÁ. 11. 305-6.. 7.Saario I. Dtsch Med Wochenschr (1969) 94.Mezey E. 301-6. sobre as habilidades psicomotoras relativas aà conduçaã o... portanto.41 30 .18-22 clobazam. Outras observaçoã es sobre a interaçaã o entre etanol e drogas psicotroí picas. 1-12 alprazolam. Hum Toxicol (1983) 2. fenobarbital e uma pequena quantidade de aí lcool em alguns aspectos perceptuais-motores em relaçaã o aà conduçaã o.Stead ÁH. Os riscos de dirigir e manusear outras maí quinas potencialmente perigosas saã o aumentados. 4. Os pacientes devem ser avisados. 28. incluindo fenobarbital. Gupta RC. Evideê ncia clíínica (a) Efeitos depressores do SNC aditivo EÁ muito difíícil avaliar e comparar os resultados dos muitos estudos dessa interaçaã o. Efeito do tratamento subagudo com hipnoí ticos.. Ám J Med (1970) 49. diazepam e possivelmente triazolam. Linnoila M.. PL 5. ÁÁ LCOOL + Ántiepileí pticos'.Kielholz P. 801-6. Gastroenterology (1974) 66. Can Med Ássoc J (1966) 94..40. 17 clo- riazepoí xido. 1. 10. 640-6.. Psychosomatics (1984) 25. Zacala M. 3. Fryc O.. 20-3. Misra PS.Cary. enquanto o alprazolam pode aumentar os nííveis de aí lcool no sangue. O risco aumenta porque o paciente pode naã o ter conscieê ncia de ser afetado.. 5-14. J Pharm Pharmacol (1972) 24. quer sejam dados cronicamente ou agudamente. sua duraçaã o. e um nuí mero de outras variaí veis. 9. Curry SH. 309. Schweiz Med Wochenschr (1978) 108. . Weller RÁ. Foltz RL. 10... 8. O aí lcool tambeí m pode aumentar os nííveis plasmaí ticos de brotizolam. Entretanto.

200g de aí lcool por semana) do que os bebedores sociais leves ( 20 g ou menos de aí lcool por semana). Ocorre aà s vezes uma interaçaã o farmacocineí tica.26 flurazepam. mas o alprazolam13 pode aumentar os nííveis de aí lcool no sangue. mas eí improvaí vel que seja de importaê ncia praí tica. alteraçoã es no funcionamento do sistema nervoso central podem ocorrer em bebedores sociais pesados.28. 53 especialmente em pacientes mais idosos ou naqueles que recebem medicamentos adicionais. aumentam a sonoleê ncia.55. 31. tomada de decisaã o impulsiva e amneí sia anteroí grada: um relato de crimes violentos cometidos por abusadores de flunitrazepam constatou que o aí lcool quase sempre tambeí m estava presente. antes do aí lcool ou aà noite com aí lcool.30.46 Entretanto. Á farmacocineí tica do aí lcool naã o parece ser afetada de maneira clinicamente significativa pelo diazepam. O consumo agudo de aí lcool aumenta a absorçaã o e eleva os nííveis seí ricos de alguns benzodiazepíínicos23. podem naã o ter conscieê ncia da extensaã o do comprometimento que ocorre. como flunitrazepam.49 quando tomados aà noite. 58 Ás bebidas alcooí licas tambeí m aumentam os efeitos do flunitrazepam quando eí usado como um medicamento de “estupro”. assim.62 Outro estudo in vitro relatou que a formaçaã o de metaboí litos de flunitrazepam foi fracamente inibida pelo aí lcool 63.oxazepam.60 e pode haver inibiçaã o competitiva direta do metabolismo. O alprazolam e o aí lcool juntos podem aumentar a agressaã o comportamental. Um estudo sugeriu que o aí lcool poderia atenuar os efeitos do loprazolam no desempenho psicoloí gico. aí lcool com uso croê nico tambeí m tem sido sugerido. 27. Álguns dos benzodiazepíínicos e drogas relacionadas saã o usados principalmente para ajudar no sono.30. 42.40 e temazepam.31. Pacientes que tomam benzodiazepíínicos. Álguns efeitos contrastantes tambeí m foram relatados.57 Da mesma forma.66 Tem sido sugerido que a depuraçaã o de benzodiazepíínicos 31 .60 e que o aí lcool acelera a absorçaã o do diazepam. mas um estudo farmacocineí tico sugeriu que naã o houve interaçaã o. c) Efeitos farmacocineí ticos Vaí rios estudos relataram que o aí lcool aumenta os nííveis plasmaí ticos de diazepam13. Isoenzima P450 CYP3Á. Mecanismo Ás açoã es depressoras do SNC das benzodiazepinas e do aí lcool saã o principalmente aditivas e parece que diferentes aspectos do processamento do SNC podem estar envolvidos41. mas os mecanismos parecem ser bastante complexos.44-46 e zopiclone46 aumentam os efeitos do aí lcool.19 O desenvolvimento da toleraê ncia entre benzodiazepíínicos e aí lcool. a interaçaã o ainda pode ser possíível.46 zolpidem. Um estudo relatou que os nííveis plasmaí ticos de triazolam foram aumentados pelo aí lcool. 5 mas outros sugeriram que o aí lcool naã o tem efeito significativo na farmacocineí tica do di-azepam. ansiedade ou amneí sia Os efeitos ansiolííticos do lorazepam35 e possivelmente do clordiazepoí xido20 podem ser opostos pelo aí lcool.48 ni. o abuso de flunitrazepam pode causar comportamento violento.45.45. incluindo lorazepam34 ou triazolam44. 3. 39 loprazolam. Os efeitos sedativos do midazolam isolado e do midazolam com o fentanil demonstraram ter se dissipado em quatro horas e naã o serem afetados pelo aí lcool apoí s esse perííodo.trazepam. midazolam.56 (b) Áumento da agressaã o.18. 50 e zopiclone25. No entanto. 28 lormetazepam. ÁÁ lcool 53 um estudo controlado por placebo em jovens de 20 anos sugeriu que o lorazepam 2mg tinha mais prejuíízo no desempenho da memoí ria auditiva atrasada em pessoas que bebiam muito (mais de 20 bebidas.61 Nííveis plasmaí ticos de brotizolam17 e clobazam23 pode ser aumentada pelo aí lcool. alguns pacientes podem metabolizar o midazolam mais lentamente e.51. 50 ou zopiclone46. 37 triazolam.32 Da mesma forma. 25. foi relatado algum antagonismo entre o clordiazepoí xido e o aí lcool.46 naã o foram relatados. Áleí m disso. 6 temazepam. 26 zolpidem. o desempenho prejudicado e as habilidades de direçaã o. ou seja. 48.11. um estudo in vitro demonstrou que o aí lcool inibiu o metabolismo do triazolam pelo citocromo. 11 flunitrazepam.9. ainda pode interagir com o aí lcool na manhaã seguinte. 41-43 triazolam. 44 mas outros estudos encontraram apenas uma interaçaã o farmacocineí tica míínima.52 Entretanto. 29.

Cohen ÁF. Interaçoã es 32 . 263–70. O quadro geral eí que essas drogas pioram os efeitos prejudiciais do aí lcool. 22-9. Com quantidades modestas de aí lcool. sozinhos e em combinaçaã o com aí lcool. Efeitos agudos do oxazepam. Guthrie S. Efeitos do diazepam e da codeíína. Ánn With Exp Biol Fenn (1973) 51. Duvhoä k C. tende a ser mais afetado pelo consumo de aí lcool do que o de drogas como o lorazepam. sozinhos e em combinaçaã o com o aí lcool na sedaçaã o. 4. 20-3. Linnoila M. Veneroni E.Missen ÁW. Cleary W.Morselli PL. o metabolismo da fase I eí inibido ou diminui com o aumento da idade e da doença hepaí tica66.. 1. No entanto. Interaçaã o medicamentosa sobre habilidades psicomotoras relacionadas aà conduçaã o: hipnoí ticos e aí lcool. Interaçoã es farmacocineí ticas e farmacodinaê micas do diazepam com diferentes bebidas alcooí licas. Himberg JJ. que soí sofrem conjugaçaã o fase II. Efeitos de buspirona e diazepam. Breimer DD. como o aí lcool..68 Áteí um aumento de 20 a 30% no comprometimento da funçaã o psicomotora tem sido sugerido. diazepam e metilperona.via metabolismo de fase I. 275–7. pode ser prejudicada.van Steveninck ÁL. Interaçaã o diazepam-etanol em humanos: adiçaã o ou potenciaçaã o? Psychopharmacol comum (1979) 3. Diazepam. 11. 101-13. McMillan S. T Seppaä laä . Mattila MJ. Schoemaker HC. Clin Pharmacol Ther (1974) 15. Pellinen J. 199-209. Eles podem naã o ter conscieê ncia da deterioraçaã o ou que os efeitos ainda podem estar presentes no dia seguinte. bem estabelecidas e clinicamente importantes. 145-60. Efeitos psicomotores e nííveis seí ricos de bioensaios apoí s doses uí nicas e repetidas. o metabolismo da fase I eí aumentado pela administraçaã o croí nica de substaê ncias que induzem o sistema isoenzimaí tico do citocromo P450. coordenaçaã o e humor. Mattila MJ. 5. Linnoila M. 54 Capíítulo 3 Importaê ncia e gerenciamento Interaçoã es extensamente estudadas.Erwin CW. Haä kkinen S. Smith CM. mas qualquer um que tome esses medicamentos deve ser advertido de que sua resposta usual ao aí lcool pode ser maior do que o esperado. 368-73. 3. Curry SH.Molander L.Linnoila M. JM Kroon. J Clin Psychopharmacol (1986) 6. 8. Ácta Pharmacol Toxicol (Copenh) (1976) 38. em conduçaã o simulada. MSM Pieters. Eur J Clin Pharmacol (1979) 16. Efeitos da administraçaã o a longo prazo de buspirona e diazepam em controle de direçaã o do motorista. o oxazepam ou o lormetazepam. Eng L. 10. Ám J Med (1986) 80 (Suppl 3B). no desempenho especializado e potenciais evocados. 118-24. Interaçaã o de diazepam ou lorazepam com aí lcool. aí lcool e motoristas. sua capacidade de dirigir um carro ou realizar quaisquer outras tarefas que exijam atençaã o.Laisi U.Smiley Á. Seppaä laä T. Hartwell J. dosagem e as quantidades de aí lcool tomadas. os efeitos podem ser muito pequenos na maioria dos pacientes (embora alguns possam ser mais marcadamente afetados11). sozinhos e em combinaçaã o com al- cohol. Outras observaçoã es sobre a interaçaã o entre entre etanol e drogas psicotroí picas. 9. Áleí m disso. 559- 65. Erwin Á. 7. Árako K. 2. Eur J Clin Pharmacol (1985) 28. 6. Zacala M. por N-desmetilaçaã o e / ou hidroxilaçaã o .44 Á deterioraçaã o das habilidades dependeraí da droga em questaã o. Moskowitz H. Árzneimittelforschung (1971) 21. Bizzi Á. R Gieschke. NZ Med J (1978) 87.Linnoila M.

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956-9. Bodem M. Elie R..64. Branco JM.Macdonald HÁ. ÁÁ lcool e benzodiazepíínicos em envenenamentos fatais. 68. Gorski JC. . o desempenho de um nuí mero de testes psicomotores foi encontrado para ser prejudicado pelo aí lcool 0.Staub C. Haidekker Á. canabinoí ides. Interaçoã es farmacocineí ticas entre a ingestaã o aguda de aí lcool e doses uí nicas de benzodiazepíínicos e antidepressivos tricííclicos e tetracííclicos . Siddle DÁ. Á prevaleê ncia de aí lcool. O passageiro da companhia aeí rea morre apoí s ser sedado pelo meí dico. Haí alguma evideê ncia de que o aí lcool reduz modestamente os efeitos hemodinaê micos do propranolol. e culpabilidade do driver. Br J Psychiatry (1993) 163.6 g / kg e por um comprimido de TENETRICO (atenolol 100mg com clortalidona 36 . 207-10. Tanaka E. Os efeitos interativos do aí lcool e do temazepam no P300 e no tempo de reaçaã o. Kurzthaler I..diferentes impactos? Hum Psychopharmacol (2005) 20. Soz Praventivmed (1994) 39. Ávaliaçaã o das interacçoã es etanol-benzodiazepinas utilizando amostras de sangue pling protocol data. Os efeitos de doses baixas e moderadas de aí lcool na farma- paraê metros macokinetic de zopiclone. 66.Koski Á.Kovac C. Lokan RJ. 54-65. Hepatology (2005) 41.. Passageiro da companhia aeí rea morre depois de ser sedado. 1491. 67. 71.Larivieà re L. J Psychoactive Drugs (2004) 36. 69.Samer Ábdalla M.. benzodiazepíínicos e estimulantes entre os motoristas acidentados e seu papel na culpa do motorista. Fleischhacker WW. 386-93. … Ou para potenciar os efeitos no diazepam. 583-9. Branco MÁ.. Vuori E. Blutalkohol (1997) 34. 65. Efeitos toí xicos agudos de drogas de clube... Áccid Ánal Prev (2000) 32. 331-6. ÁÁ LCOOL + Betabloqueadores Os efeitos hemodinaê micos e farmacocineí ticos do atenolol e metoprolol em indivííduos saudaí veis naã o parecem ser alterados pelo aí lcool. Álcohol Clin Exp Res (2002) 26. Chalasani N. Pavilhaã o M. Lacalle H. Sperner G.. Evideê ncia clíínica. BMJ (1999) 318. Masterton G. Intoxicaçoã es fatais atribuíídas aos benzodiazepíínicos na Graã -Bretanha durante a deí cada de 1980. Sperner-Unterweger B. BMJ (1999) 318. mecanismo. Fryc O. Kolwankar D. Presença de drogas psicotroí picas no sangue de motoristas responsaí veis por acidentes de traê nsito que consumiram aí lcool ao mesmo tempo. 73. Parte II: Á relaçaã o entre a prevaleê ncia de drogas e concentraçaã o de drogas. 58-65. Caçador CE.. 76.uma atualizaçaã o. Cailleí G. Álgumas evideê ncias sugerem que os efeitos do aí lcool e atenolol / clortalidona ou proí -varanolol saã o aditivos no desempenho de alguns testes psicomotores. mas a importaê ncia disso eí incerta.. 143–9. 1144-50. Biopharm Drug Dispos (1986) 7.. e alguns dos efeitos do sotalol tambeí m podem ser alterados pelo aí lcool. O passageiro da companhia aeí rea morre depois de ser sedado.Longo MC. 623-32. 70. BMJ (1999) 318. Átividade das enzimas CYP2E1 e CYP3Á em adultos com consumo moderado de aí lcool: uma comparaçaã o com os naã o-alcooí latras. importaê ncia e gerenciamento (a) efeitos no SNC Em 12 indivííduos saudaí veis. Misawa S. 1491.Liangpunsakul S. 75.Gable RS.. 12.. Wambacher M. Á morte pode ter sido causada por uma asfixia sazonal. Brain Cogn (2003) 53. 303-13. J Clin Pharm Ther (1998) 23. 72.. Pinto Á.Serfaty M. Ojanperaä I. Hall SD. Schuster R. Kemmler G. 74. Uso de aí lcool e / ou benzodiazepíínicos: diferentes acidentes .Martin FH. 77. Golser K.

.. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. Ohnhaus EE. Naã o foram observadas alteraçoã es na frequeê ncia cardííaca ou pressaã o arterial. p. embora os efeitos da reduçaã o da pressaã o sanguíínea do sotalol 160mg tenham aumentado pelo aí lcool.5 Um estudo em 6 indivííduos saudaí veis concluiu que o aí lcool (suficiente para manter os nííveis de aí lcool no sangue de 80 mg%) aumentou a ÁUC meí dia de uma dose oral uí nica de 80 mg de propranolol em 17. 6. 219.. Clin Pharmacol Ther (1982) 31.. Brown D. setembro de 2005.25mg). mal-estar. Jaä rvensivu P. 317-19. Br J Clin Pharmacol (1994) 37.Grabowski BS.. Mutschler E. Veja tambeí m '. jovem WW. Flutamide ou Nilutamide Á intoleraê ncia ao aí lcool (rubor facial. Drugs (1983) 25 (Supl 2). um estudo duplo-cego em 14 indivííduos saudaí veis descobriu que o aí lcool (equivalente a 32 a 72mL de aí lcool absoluto) aumentou a depuraçaã o de uma dose uí nica de 80 mg de propranolol e diminuiu sua capacidade de baixar a pressaã o arterial.4% em 5 indivííduos e diminuiu em 37% no outro indivííduo.. Cady WJ.rolrolol ou o atenolol no consumo social. 517P-518P. .. Interaçaã o entre o aí lcool e o me.48. 117-21. Em 12 indivííduos saudaí veis. Clin Pharmacol Ther (1981) 29. 29-37. Efeitos da administraçaã o aguda de aí lcool na absorçaã o de propranolol. Beí tula H.. ÁÁ LCOOL + Bicalutamide.. Noble EP. Psychopharmacology (Berl) (1976) 51.. 7. Toxicol Áppl Pharmacol (1983) 67. Kirch W. o propranolol 40mg a cada 6horas naã o teve efeito sobre o comprometimento do desempenho induzido pelo aí lcool em uma seí rie de testes psicomotores que receberam 50mL / 70kg de aí lcool. Hamilton C. Dorian P..... Rautio Á. Saukko P. Int J Clin Pharmacol Ther Toxicol (1980) 18. Hutt HJ.3 O fabricante do oxprenolol adverte que os efeitos do aí lcool e dos betabloqueadores no SNC teê m sido observados como aditivos e eí possíível que sintomas como tontura possam ser exagerados se forem tomados em conjunto.. a farmacocineí tica de doses uí nicas de 100 mg de atolol ou metoprolol naã o foi afetada 6 horas apoí s terem bebido o equivalente a 200 mL de aí lcool absoluto. 1.. o propranolol potencializou os efeitos do aí lcool em alguns testes (inebriaçaã o e atençaã o dividida) . Carruthers G. ÁÁ LCOOL + Ánti-hipertensivos'. Propranolol e metabolismo do somatol apoí s uma festa de bebedeira.. ÁÁ lcool 55 4.. Interaçaã o farmacocineí tica do etanol Propranolol. mas foi considerado improvaí vel que fosse clinicamente importante. Efeitos combinados do proí -anolol e etanol no desempenho psicomotor humano. Um estudo adicional em 6 indivííduos saudaí veis constatou que...Sotaniemi EÁ. mas a importaê ncia praí tica disso naã o eí clara. o sotalol naã o cancelou o aumento da frequeê ncia cardííaca induzido pelo aí lcool. 37 .Lindenschmidt R. Wheeldon NM.7 Parece prudente estar alerta para mudanças em resposta aos beta-bloqueadores que podem ser devidos ao aí lcool. Emery JF. exceto que o propranolol antagonizou o efeito do aí lcool em um teste. Fan.. hipotensaã o) foi relatada em pacientes que receberam nilutamida. 5. vendedores EM. 8. em outro estudo. Naã o foram observadas alteraçoã es clinicamente significativas na pressaã o arterial ou na pulsaçaã o. Quando o aí lcool e o Tenotetic foram tomados juntos. Forney RB. Cohen HB.. Reversaã o da intoxicaçaã o por etanol em humanos: uma avaliaçaã o da eficaí cia do propranolol. Ámdipharm plc.4 b) Efeitos hemodinaê micos e farmacocineí ticos Em 8 indivííduos saudaí veis. 3. Parker ES.. T Walle.2 Entretanto. Gerrard L. 152. mas naã o bicalutamida ou flutamida. Trasicor (Oxprenolol). Spahn H.. 2. havia alguma evideê ncia de efeitos aditivos.6 Em contraste. McDevitt DG.. Álkana RL. Cerimele B. . Stengard J.. 705-10.... Efeitos psicomotores da administraçaã o combinada de atenolol / clortalidina: interaçaã o com o aí lcool.. Ánttila M.

a bupropiona pode 56 Capíítulo 3 reduzir a toleraê ncia ao aí lcool e aumentar o risco de convulsoã es se o aí lcool for retirado abruptamente. 4.. Farmacocineí tica de Whiteman P. ÁS Mason.Decensi ÁU. Peck ÁW.Boccardo F.1. 2. Ánandron (RU 23908) em caê ncer de proí stata metastaí tico: resultados preliminares de um estudo italiano multiceê ntrico.Posner J. mal-estar... junho de 2006. e a bupropiona naã o afetou os nííveis de aí lcool no sangue. 2. mecanismo. ver “Bupropion + Miscellaneous”. Periti P. 1. foi brevemente mencionada em um relatoí rio sobre pacientes que tomam bromocriptina por via aeroí bica.Wass JÁH. N Engl J Med (1980) 302. Guarneri D. 501–3. que melhorou com a continuaçaã o do tratamento. McLeod DG. O aí lcool aumenta os efeitos colaterais da bromocriptina.2 Isso.Evideê ncia clíínica. Monoterapia com nilutamida. Costantini M. mas seria razoaí vel avisaí -los para tentar evitar o aí lcool se os efeitos adversos se desenvolverem. mecanismo.1-3 Á incideê ncia foi relatada como estando entre 3% e 19% .. a frequeê ncia e a gravidade dos efeitos adversos diminuííram. MP Macaluso... 18-27. Martorana G. importaê ncia e gerenciamento Vaí rios estudos descreveram a intoleraê ncia ao aí lcool (rubor facial. em pacientes naã o tratados com carcinoma metastaí tico da proí stata.Áyres J. Álcohol e bupropion em voluntaí rios 38 .. 3. . Bye Á.2 Parece ser pouca razaã o. Tratamento a longo prazo da acromegalia com bromocriptina... . dois pacientes com nííveis elevados de prolactina teriam desenvolvido efeitos adversos da bromocriptina. Evideê ncia clíínica.. 806. Oncologist (1997) 2.1 Em outro relato. Jeal S. mesmo em baixas doses.... MC Paoletti. Tolerabilidade dos antiandroí genos naã o-esteroidais no tratamento do caê ncer de proí stata avançado.. 377-81. BMJ (1977) 1. Sanofi-Áventis US LLC. Rees LH. ÁÁ LCOOL + Bromocriptina Existem algumas evideê ncias muito limitadas para sugerir que os efeitos adversos da bromocriptina podem possivelmente ser aumentados pelo aí lcool. 1... mecanismo.4 Flutamida e bicalutamida naã o foram relatadas para produzir esses efeitos quando os pacientes bebem aí lcool.. Decensi ÁU. 15. Mini E. MO Thorner... Positano N. Quando se abstiveram. D Guarneri. o Projeto de Caê ncer de Proí stata Italiano... Giuliani L. um antiandroí geno naã o esteroidal puro. J Urol (Baltimore) (1991) 146.. Santi L. hipotensaã o) em pacientes em uso de nilutamida. Besser GM. Caê ncer Detectar Prev (1991). ÁÁ LCOOL + Bupropiona O uso concomitante de bupropiona e aí lcool naã o parece afetar a farmacocineí tica de nenhuma das drogas. mesmo com doses mais altas de bromocriptina. 875-8. Jones ÁE. importaê ncia e gerenciamento Á intoleraê ncia ao aí lcool. com base nesta evideê ncia extremamente escassa.1-4 Recomenda-se que os pacientes que experimentam essa reaçaã o deve evitar beber aí lcool. dizer a todos os pacientes que tomam bromocriptina para naã o beber aí lcool. p. Fioretto L.2 No entanto.. Nilandron (nilutamida).. Maisey MN. para o Projeto de Caê ncer de Proí stata Italiano. enquanto continua a beber. Giuliani L. Informaçoã es sobre prescriçaã o dos EUÁ... sugere-se. importaê ncia e gerenciamento Estudos de dose uí nica em indivííduos saudaí veis descobriram que a farmacocineí tica da bupropiona 100 mg naã o foi afetada pelo uso concomitante de aí lcool. 3 entaã o eles podem ser considerados como uma opçaã o alternativa aà nilutamida. Martorana G.. Morris DV. pode ser devido a um aumento induzido pelo aí lcool na sensibilidade dos receptores de dopamina. Evideê ncia clíínica... 1.1206. Boccardo F.

. em voluntaí rios normais... pescoço e tronco.4 Outro estudo relatou que o uí nico 5 para doses de 15 mg de buspirona tiveram um efeito míínimo sobre o desempenho em bebidas sociais leves e moderadas do sexo feminino. Áranko K.Mattila MJ.. Peck ÁW. 2. Buspar (cloridrato de Buspirona). Bush MS. fazendo com que o acetaldeíído se acumulasse (veja 'Álcohol + Di. Efeitos de buspirona e diazepam. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto... Mattila MJ. um antioxidante que. se eles ingerirem aí lcool.. Clin Pharmacol Ther (1982) 32. 6.... em vez da proí pria N-butiraldoxima.1 2 Da mesma forma.30. Os efeitos de alprazolam e buspirona em bebedores sociais femininos leves e moderados. Neste estudo.. em desempenho habilidoso e potenciais evocados. Hamilton MJ. 627. em contraste com o lorazepam. 3. mecanismo. importaê ncia e gerenciamento Trabalhadores de uma graí fica se queixaram de rubor facial. Bristol-Myers Pharmaceuticals. 201-7. Nenhum tratamento normalmente parece necessaí rio.. 56-60. . taquicardia e sonoleê ncia pouco depois de ingerirem aí lcool (cerca de 45 ml de uíísque).. p. 28-38.. 2. avaliados pelo participante e sozinhos e em combinaçaã o com etanol. falta de ar.Erwin CW. 427-39. os efeitos sedentaí rios foram amplamente semelhantes aos observados com o alprazolam mais aí lcool... Exp Clin Psychopharmacol (1997) 5. J Clin Psychopharmacol (1986) 6. Guthrie S. maí quinas potencialmente perigosas ateí que tenham certeza de que a buspirona naã o as afeta adversamente. Hartwell J. importaê ncia e gerenciamento Um estudo em 12 indivííduos saudaí veis mostrou que.draldoxima.Rush CR. e eles sugerem que seria prudente evitar o aí lcool durante o uso da buspirona. . como o dissulfiram.. outro estudo em 13 indivííduos saudaí veis encontrou que a combinaçaã o de buspirona (15 e 30mg / 70kg) e aí lcool causava sedaçaã o.. 4. Evideê ncia clíínica.razepam.3 Áchados semelhantes foram relatados em outra comparaçaã o anterior com o diazepam.Evans SM. mas fez os sujeitos sentirem-se sonolentos e fracos. e foram encontrados nííveis aumentados de acetaldeíído seu sangue.5 O fabricante do Reino Unido observa que naã o haí informaçoã es sobre altas doses terapeê uticas de buspirona combinada com aí lcool. sozinhos e em combinaçaã o com aí lcool. Eur J Clin Pharmacol (1984) 26. 39 . Linnoila M... Efeitos do aí lcool nas açoã es buspirona e lo.. embora naã o pareça prejudicar o desempenho de vaí rios testes psicomotores. Seppala T.6 1. Evideê ncia clíínica. Efeitos agudos de buspirone e aí lcool em habilidades psicomotoras. Efeitos do comportamento de alprazolam e buspirona agudos. março de 2007. Erwin Á.Seppaä laä T. 5.2 Essa reaçaã o parece ser mais desagradaí vel e socialmente desagradaí vel do que seí ria. Griffiths RR. mas o alprazolam e o aí lcool prejudicaram claramente o desempenho.. mas muito pouco comprometimento do desempenho..1 EÁ possíível que seja um metaboí lito da N- butiraldoxima que cause esse efeito. J Clin Psychiatry (1982) 43.. pode inibir o metabolismo do aí lcool. 75-80. K Áranko.saudaí veis do sexo masculino. a buspirona 10 ou 20mg naã o pareceu interagir com o aí lcool (ie piorar o desempenho de certos testes psicomotores). Eur J Clin Pharmacol (1984) 27. O efeito da bupropiona. ÁÁ LCOOL + Butiraldoxima Uma reaçaã o tipo disulfiram pode ocorrer naqueles expostos aà N-bu... ÁÁ LCOOL + Buspirona Á buspirona com aí lcool pode causar sonoleê ncia e fraqueza. .6 Eles tambeí m alertam os pacientes sobre os perigos potenciais de dirigir ou lidar com outros. mecanismo. Shrotriya RC. um novo antidepressivo e aí lcool e sua interaçaã o no homem.61). Á razaã o parecia ser que a tinta de impressaã o que eles estavam usando continha N- butiral-doxima...Sulfriram'.. Behav Pharmacol (2002) 13. 199-209. Levin FR.

DeMaster EG.6 Da mesma forma.2 Importaê ncia e gerenciamento Naã o se sabe por que alguns estudos relatam que a cafeíína antagoniza alguns dos efeitos prejudiciais do aí lcool e outros naã o relatam interaçaã o..10 Num estudo cruzado. como aumento do tempo de reaçaã o simples.7 Mecanismo Naã o totalmente compreendido.. o que eí provavelmente o motivo pelo qual haí uma crença de longa data e consagrada no valor do cafeí forte para agradar aqueles que beberam. ÁÁ LCOOL + Cafeíína Testes objetivos mostram que a cafeíína pode neutralizar alguns dos efeitos do aí lcool. No entanto. No entanto..75 g / kg de aí lcool. 485-90. Á cafeíína parece melhorar alguns dos efeitos prejudiciais do aí lcool em alguns testes psicomotores. Schwartz L. a cafeíína naã o parece restaurar a maioria dos efeitos subjetivos.. 117-23. Redfern B. Lewis W.2. ainda havia um aumento de 9% no tempo de resposta ao freio. 6. a cafeíína naã o reduz os nííveis de aí lcool no sangue. O cafeí e outras fontes de cafeíína naã o tornam seguro dirigir ou manusear maí quinas perigosas.8 g / kg do que quando tomada sozinha. a ÁUC de uma caí psula de 400 mg de cafeíína foi 30% maior quando foi tomada com aí lcool 0. duplo-cego..6.2. ao contraí rio do esperado. Med Ánn Dist Columbia (1956) 25.. No entanto...9. eí possíível que o tempo necessaí rio para beber o cafeí deê ao fíígado um pouco mais de tempo para metabolizar parte do aí lcool. Evideê ncia clíínica Um estudo em um grande nuí mero de indivííduos saudaí veis que receberam uma xíícara de cafeí contendo 300 mg / 70 kg de cafeí . o tipo de testes psicomotores. . Por exemplo. estudos mais recentes usualmente usando cafeíína em forma de caí psula.1 Dois outros estudos tambeí m descobriram que a cafeíína naã o antagonizava os efeitos do aí lcool em uma variedade de testes.. a quantidade de aí lcool e cafeíína consumida e o tempo e a administraçaã o da cafeíína podem afetar os resultados. Á cafeíína eí um estimulante do SNC.. Átivaçaã o metaboí lica de n-butiraldoxima pelo citocromo microssoê mico de fíígado de rato P450.1.. controlado por placebo em 8 indivííduos saudaí veis. a adiçaã o de aí lcool reduziu o nervosismo e o estado de alerta produzidos pela cafeíína e.3 Um estudo adicional em 8 indivííduos descobriu que. Ápenas os tempos de reaçaã o foram revertidos. em vez de alterar apenas os efeitos do aí lcool. demais. que parece se opor a alguns dos efeitos depressores do aí lcool no SNC. Um agente ocupacional (N-butyraldoxime) que causa reaçaã o a aí lcool. 4 e similarmente. particularmente os efeitos subjetivos. Um requisito para a inibiçaã o da aldeíído desidrogenase. Crankshaw DL. quando comparado ao placebo.7 aumentaram os erros com quatro opçoã es de tempo de reaçaã o. Áleí m disso. Nagasawa HT. sensaçaã o de embriaguez. 2. outros estudos relataram que o aí lcool aumenta os nííveis seí ricos de cafeíína2 e que os nííveis de aí lcool no sangue naã o foram modificados pela cafeíína. embora a cafeíína modestamente antagonizasse o prejuíízo do aí lcool na direçaã o. No entanto. Shirota FN. Áleí m disso. 40 .1. Biochem Pharmacol (1993) 46. isoladamente ou imediatamente depois de ingerir 0.. ela naã o embala completamente os que bebem demais e pode ateí tornaí -los mais propensos a acidentes. descobriram que alguns dos efeitos prejudiciais ao desempenho do aí lcool. e pode ateí mesmo tornar os motoristas mais propensos a acidentes.. parece que naã o eí eficaz em todos os aspectos do enfraquecimento do aí lcool.5 Em contraste.10 Um estudo descobriu que a combinaçaã o aí lcool-cafeíína normalmente alterava os efeitos da cafeíína sozinha. por exemplo. Parece que apenas os testes objetivos capazes de detectar um realce devido a um estimulante do SNC mostram os mais claros efeitos antagoê nicos..6 O aí lcool parece inibir o metabolismo hepaí tico da cafeíína. 8 sedaçaã o 9 e o abrandamento da velocidade psicomotora8 pode ser antagonizado pela cafeíína administrada com o aí lcool. Os nííveis de aí lcool no sangue naã o foram afetados pelo uso de cafeíína. foi relatado que a cafeíína aumenta os efeitos prejudiciais do aí lcool. de testes de habilidade psicomotora. constatou que a cafeíína naã o antagonizava o efeito deleteí rio do aí lcool sobre o desempenho. a cafeíína aumentava a frequä eê ncia de erros no desempenho de uma tarefa de tempo de reaçaã o em seí rie.

228-36. Robinson JH. Possííveis riscos cardiovasculares da interaçaã o carboí lido-aí lcool-caí lcio. Loomis CW. Exp Clin Psychopharmacol (2003) 11. Starmer GÁ... 9.. J Toxicol Clin Toxicol.. Roth T. Scholey ÁB. 68-76. Nieminen M.. 4.. Clin Pharmacol Ther (1982) 31. Liguori Á. 7. Janeí F.Drake CL. Newman EJ. Newman HW. Interaçoã es de aí lcool e cafeíína no tempo de reaçaã o humano. Cafeí e os efeitos da cafeíína e do aí lcool na psique funçaã o chomotora. Ávaliaçaã o dos efeitos centrais da interaçaã o aí lcool e cafeíína. Seppaä laä T. Fillmore MT. Hensley VR. Efeitos antagoê nicos dissociativos da cafeíína no comprometimento do controle comportamental induzido pelo aí lcool. Hillbom M. 220-3. Turner L. Hum Psychopharmacol (2002) 17..Mackay M.. 5.2 1. 123-9. 6.. Tiplady B. Br J Clin Pharmacol (1995) 40. 406-10. 3. Clin Pharmacol Ther (1980) 27. importaê ncia e gerenciamento Á carbimida de caí lcio interage com o aí lcool de maneira semelhante ao disulfiram e por um mecanismo similar1 (veja 'Álcohol + Disulfiram'. Torrent J. 393-400. Roehrs T.. 420. Neuropsychopharmacology (2003) 28. Reversaã o da cafeíína dos efeitos do etanol no teste de lateê ncia muí ltipla do sono. Á falta de dexedrina e cafeíína como antagonistas praí ticos do efeito depressivo do aí lcool etíílico no homem.61)... 371-8. . Áust NZJ Med (1992) 22.Peachey JE. p. mas a carbimida de caí lcio tem menos efeitos adversos porque naã o se liga aà dopamina beta hidroxilase..Oborne DJ.. 3. Barata Roach... memoí ria e desempenho psicomotor. 426-33. Psychopharmacologia (1975) 45. J Clin Psychopharmacol (1981) 1. 2. sozinho e em combinaçaã o com o aí lcool. Uma revisaã o comparativa das propriedades farmacoloí gicas e toxicoloí gicas do dissulfiram e carbimida de caí lcio..2 No entanto. ÁLCOOL + carbimida de cálcio O aí lcool provoca uma reaçaã o semelhante ao disulfiram em pacientes em uso de carbimida caí lcica. Brien JF. 2. Ámbas as drogas se ligam aà aldeíído desidrogenase. Interaçoã es entre aí lcool e cafeíína em relaçaã o ao velocidade psicomotora e precisaã o. Franklin HM.Nuotto E. eí usado para impedir que os alcooí latras continuem a beber. Lindros K. Peachey JE.. Tratamento farmacoloí gico do alcoolismo.Kupari M. 8... Konno K... Ántagonismo da cafeíína da deficieê ncia motora induzida pelo aí lcool.Lee DJ. 528-34. 21–6. Mattila MJ. O efeito da cafeíína no desempenho humano. O aí lcool tambeí m pode aumentar a biodisponibilidade de 41 .. Á carbimida de caí lcio tem sido usada como um aí lcool residual. Áviat Space Environ Med (1983) 54. Evideê ncia clíínica.. Interaçaã o carbimida-etanol de caí lcio. Brien JF.1.. Interaçaã o de aí lcool e cafeíína em uma tarefa perceptivo-motora. Marczinski CÁ. Scofield HM. Drug Álcohol Depend (2001) 63. Loomis CW. 4. IRCS Med Sci (1980) 8..Ázcona O.. Rogers Y. Lowe G. 10.1. Hagedorn H. Barbanoj MJ. 177-81. QJ Stud Álcohol (1956) 17. 151-6.3 4 Como o disulfiram. Monteiro MG.(1982) 19.. . Hensley WJ. efeitos cardiovasculares e fatalidades marcantes ocorreram naqueles que beberam aí lcool enquanto usavam carbimida de caí lcio. ÁÁ LCOOL + bloqueadores dos canais de caí lcio Os nííveis de aí lcool no sangue podem ser elevados e podem permanecer elevados por um perííodo de tempo muito mais longo nos pacientes que tomam verapamil. mecanismo. 79-86.

aumento dos nííveis sanguä ííneos maí ximos).2 a 1. mas nenhuma alteraçaã o significativa na frequeê ncia cardííaca ou pressaã o arterial foi observada. O tempo que os nííveis de aí lcool no sangue ultrapassaram 100mg% foi prolongado de 0.7 d) Verapamil Dez indivííduos saudaí veis que receberam verapamil 80mg treê s vezes ao dia por 6 dias receberam aí lcool 0.7 Mecanismo Naã o entendido.75g / kg de sumo de toranja aumentava os efeitos hemodinaê micos de uma dose uí nica de 5mg de felodipina. mas aumentaram rapidamente aà s 5 horas apoí s a dosagem.3 Num estudo. em 98%).45 a 124.6 em comparaçaã o a 10. naã o foram encontradas evideê ncias de que veracolam 80 ou 160mg antagonizassem os efeitos do aí lcool. Parece possíível que o verapamil iniba o metabolismo do aí lcool pelo fíígado. nenhuma evideê ncia foi constataram que a nifedipina 10 ou 20mg antagonizou os efeitos do aí lcool. mas a amlodipina parece naã o interagir. verificaram que o uso relatado de aí lcool estava associado aà reduçaã o da depuraçaã o de nifedipina (8.8 ml / minuto por kg para uso de aí lcool e sem aí lcool. O aí lcool tambeí m parece inibir o metabolismo da nifedipina e aumentar a biodisponibilidade da felodipina. tontura postural ocorreu em 5 pacientes que receberam aí lcool e felodipina.5 Outro estudo .24mg%) e a ÁUC0-12 foi aumentada quase 30%. O aí lcool naã o alterou a farmacocineí tica da amlodipina.1 b) Felodipina Um estudo em 8 indivííduos saudaí veis que receberam aí lcool suficiente para manter os nííveis sanguä ííneos de 80 a 120mg% constatou que os nííveis de felodipina (apoí s uma dose oral de 10mg) foram aproximadamente o dobro (aumento da ÁUC em 77%. a maior reduçaã o da pressaã o arterial causou sintomas em 50% dos pacientes. Os nííveis maí ximos de alcoolemia foram encontrados em 16. Foi relatada uma incideê ncia aumentada de hipotensaã o postural em doentes que tomaram f lodipina com aí lcool Evideê ncia clíínica a) Ámlodipina Um estudo em 30 indivííduos saudaí veis descobriu que doses uí nicas e muí ltiplas de 10 mg de amiodipina por 15 dias (com ou sem lisinopril e sinvastatina) naã o tiveram efeito na farmacocineí tica do aí lcool 0.3 horas e os participantes disseram que se sentiam mais intoxicados. em comparaçaã o com a felodipina apenas com sumo de toranja. mas a razaã o pela qual os nííveis de felodipina permaneceram baixos ateí 42 . Áleí m disso.6 Em outro estudo.felodipina e nifedipina. a felodipina com aí lcool em sumo de toranja produziu menor resisteê ncia perifeí rica total e pressaã o arterial diastoí lica. e a incideê ncia de efeitos adversos para ambos os grupos tambeí m foi maior.7% (de 106.869). Os nííveis de felodipina no plasma foram menores nas primeiras 4 horas do estudo do que quando tomados com 250mL de aí gua. O vinho tinto pode ter causado “dose-dumping” de felodipina na preparaçaã o de liberaçaã o prolongada que alterou seu perfil farmacocineí tico. resultando em um níível de pico maior do que quando tomado com aí gua. respectivamente) .4 ÁÁ lcool 57 c) Nifedipina ÁÁ lcool (75 mL de aí lcool 94% com 75 mL de suco de laranja) dado a 10 indivííduos saudaí veis aumentou a ÁUC de uma dose uí nica de 20 mg de nifedipina em 54%. em comparaçaã o com um paciente que recebeu felodipina sem aí lcool. embora isso possa ter sido em grande parte devido ao 'suco de grapefruit' (p. envolvendo 226 pacientes que receberam nifedipina de liberaçaã o prolongada.8 g / kg nem no desempenho psicoloí gico subjetivo. No entanto. 8 indivííduos saudaí veis naã o fumadores receberam uma dose uí nica de 10 mg de uma preparaçaã o de libertaçaã o prolongada de felodipina com 250 mL de vinho tinto com o estoê mago vazio e 4 horas antes de uma refeiçaã o. reduzindo assim sua perda do corpo. e uma frequeê ncia cardííaca mais elevada.2 Um estudo duplo-cego e cruzado em 10 pacientes descobriu que o aí lcool 0.8 Em outro estudo. Á diurese foi aproximadamente duplicada e as frequeê ncias cardííacas aumentadas. os nííveis plasmaí ticos de felodipina foram maiores do que o esperado. Quatro horas apoí s a dosagem.8g / kg no sexto dia.

Clin Pharmacol Ther (1994) 55. 11. Edgar B.. Veja tambeí m '. No entanto. 683-6. 43 . 963 - 6. Tenhunen R. Hicks RE.. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. Álcohol Clin Exp Res (1992) 16. Clin Pharmacol Ther (2003) 73. Clin Invest Med (1989) 12. Um aumento de quase 17% na concentraçaã o de aí lcool causado pelo verapamil eí muito pequeno. O etanol aumenta a hemodinaê mica efeitos nefastos da felodipina... ÁÁ LCOOL + Ánti-hipertensivos'. 6-10.Qureshi S. Branco WR..depois da refeiçaã o naã o eí clara.8 Á biodisponibilidade de felodipina e nifedipina parece ser aumentada pelo aí lcool. Colangelo P. Parque K.. Barnas C. Opheim K. Horn J.. triazolam e testosterona em microssomas hepaí ticos humanos. Dresser GK. Árnold JMO. agosto de 2003. Os fabricantes de alguns bloqueadores dos canais de caí lcio alertam que podem ocorrer variaçoã es interindividuais na resposta a esses faí rmacos e que a capacidade de conduzir ou operar maquinaria de alguns pacientes pode ser prejudicada. 529-37. Spence JD.. Clin Pharmacol Ther (1992) 52. Dobre JR.9 Importaê ncia e gerenciamento Á informaçaã o parece estar limitada a esses relatoí rios e eles precisam de confirmaçaã o. Greenblatt DJ.Bailey DG. 1. Áberg J.. 9.. 6. 148. Lacasse Y.10 .... 10. DR Kerwin. por si soí .. Willavize S. 357-62.. 4. Pharm Res (1992) 9. naã o potencia os efeitos do aí lcool. Efeito de uma dose aguda de aí lcool na farmacocineí tica da nifedipina oral em humanos. Peí rez-Reyes M. 8. McGilveray I. Retardo de Ádalat (Nifedipina). Á ingestaã o aguda de aí lcool aumenta a bio- Disponibilidade de felodipina... 5. particularmente no iníício do tratamento e em conjunto com o aí lcool. Verapamil inibe a eliminaçaã o do etanol e pro- anseia a percepçaã o de intoxicaçaã o.Pentikainen PJ..48. von Moltke LL. p. Fumar cannabis pode alterar a biodisponibilidade do aí lcool. Baris B.. 130-42. suco de limaã o e vinho tinto como inibidores da atividade do citocromo P450 3Á4: Comparaçaã o com o suco de grapefruit. os efeitos intoxicantes do aí lcool podem persistir por um perííodo de tempo muito mais longo (cinco vezes mais tempo. Ábbott Laboratories Ltd. Schumock G. Schwartz JB. CD de Bayliff.. Bauer LÁ.Bailey DG. ser avisados sobre esses efeitos.4 Um estudo in vitro demonstrou que o aí lcool inibiu o metabolismo oxidativo da nifedipina pela isoenzima CYP3Á do citocromo P450. Observe que o consumo prolongado de moderado a pesado pode prejudicar a eficaí cia dos anti-hipertensivos. Áleí m disso. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto.Krecic-Shepard ME. O etanol inibe o metabolismo in vitro da nifedipina.. Laganieà re S. 3. UÁ nico e muí ltiplas doses de amlodipina naã o alterar a farmacocineí tica do aí lcool no homem. 11 Os pacientes devem. 769-75. Interaçaã o entre etanol e canal de caí lcio bloqueadores em humanos. neste caso) . J Pharm Pharmacol (2004) 56. Virolaine T. setembro de 2006. 2. 509. ÁÁ LCOOL + Cannabis Os efeitos prejudiciais do consumo de aí lcool e do consumo de cannabis podem ser aditivos em alguns aspectos do desempenho na conduçaã o. 7. mas pode ser suficiente para elevar os nííveis legais de sangue a nííveis ilegais se estiver dirigindo. existem algumas evideê ncias de que o consumo regular de cannabis. Therapie (1995) (Supl) 50. Patki KC. Securon (cloridrato de verapamil).. Slimko J..Vincent J. portanto. Bayer plc. Bergamotina. Gossard D.. .. G Cailleí .... Liberaçaã o de influeê ncias raciais e sexuais da nifedipina: resultados de um estudo populacional.. Clin Pharmacol Ther (2000) 68.

os nííveis maí ximos de aí lcool no plasma foram apenas 54. enquanto a cannabis era um cigarro contendo tetrahidrocanabinol 3. Eles descobriram que a cannabis.33%.8 No entanto. o efeito da combinaçaã o de doses moderadas de aí lcool e cannabis resultou em um prejuíízo dramaí tico no desempenho taã o grande quanto o observado com nííveis seí ricos de 140mg% de aí lcool sozinho2. O comprometimento comportamental apoí s o consumo de cannabis atinge seu pico em 30 minutos de tabagismo. outro estudo descobriu que fumar cannabis 10 minutos antes do consumo de aí lcool naã o afetou os nííveis de aí lcool no sangue. b) Oposiçaã o ou auseê ncia de efeitos adicionais no SNC Um estudo em 14 utilizadores regulares de cannabis (uso diaí rio a longo prazo) e 14 utentes frequentes de cannabis constatou que o uso regular reduziu os efeitos disruptivos do aí lcool em algumas habilidades psicomotoras relevantes para a conduçaã o. Boleyn T.5 Um estudo em 12 indivííduos saudaí veis que usaram regularmente cannabis e aí lcool descobriu que o aí lcool 0. descobriu que embora Tanto o cannabis quanto o aí lcool aumentaram o risco de serem responsaí veis por um acidente fatal. que beberam aí lcool e / ou usaram cannabis. aumento da oscilaçaã o corporal.25 mg% aos 50 minutos.1 Importaê ncia e gerenciamento Vaí rios estudos descobriram que a cannabis e o aí lcool produzem efeitos deleteí rios aditivos no desempenho da conduçaã o. 1.8% e ocorreram 55 minutos mais tarde .5 g / kg aumentava significativamente a lateê ncia da fratura sem afetar a oscilaçaã o corporal. . O uso concomitante de cannabis e aí lcool antes da conduçaã o deve. mesmo em doses baixas a moderadas. Neste estudo.5 No entanto. o principal ingrediente ativo da cannabis) reduziu o desempenho dos testes psicomotores. naã o produziram comprometimento comportamental ou subjetivo significativo no dia seguinte. mas se fumaram um cigarro de cannabis 30 minutos apoí s a bebida. afeta negativamente o desempenho de conduçaã o em situaçoã es reais de traê nsito. oscilaçaã o corporal ou humor quando os dois medicamentos foram usados juntos. Teo RKC. Áleí m disso. Áleí m disso. enquanto o uso frequente naã o teve este efeito.58 Capíítulo 3 Evideê ncia clíínica e mecanismo (a) Efeitos depressores do SNC O uso simultaê neo de aí lcool e Δ9-tetrahidrocanabinol oral (THC. Psicofarmacologia (Berl) (1980) 71. ambos os medicamentos demonstraram afetar alguns aspectos do desempenho na direçaã o e aumentar o risco de acidentes automobilíísticos fatais. Isto deve-se provavelmente aà variedade de testes de conduçaã o simulados utilizados e possivelmente ao intervalo de tempo entre a administraçaã o de aí lcool e cannabis.Bird KD. mas outros estudos naã o conseguiram demonstrar qualquer potencializaçaã o. naã o havendo interaçaã o estatisticamente significativa entre os dois faí rmacos.7 g / kg desenvolveram nííveis maí ximos de aí lcool no plasma de 78. consumidas sozinhas ou em combinaçaã o. portanto.777 motoristas envolvidos em acidentes fatais. mas naã o afeta a lateê ncia do freio. Maconha e aí lcool combinados impedem 44 . ser evitado.4 Outro estudo descobriu que doses moderadas de aí lcool e cannabis. sua experieê ncia subjetiva dos medicamentos diminuiu quando usados juntos. 181-8.3. sugerindo que aqueles que usam os dois medicamentos juntos devem esperar que os efeitos deleteí rios sejam aditivos. Ádministraçaã o Nacional de Segurança no Traê nsito Rodoviaí rio. com mais bebidas tomadas para manter os nííveis em 40mg%) 30 minutos antes de dirigir. GB Chesher.7 c) Estudos farmacocineí ticos Quinze indivííduos saudaí veis que receberam aí lcool 0. Jackson DM. nenhum grupo havia fumado qualquer cannabis nas 12 horas antes do teste de aí lcool.5 Um outro estudo descobriu que os nííveis de aí lcool no sangue naã o afetado pelo Δ9-tetraidrocanabinol por via oral uma hora antes do uso de aí lcool. Naã o houve efeitos aditivos significativos sobre a lateê ncia do freio.1 Em outro placebo Os pacientes fumaram contendo 100 ou 200 microgramas / kg de Δ9-tetrahidrocanabinol e beberam aí lcool (para atingir um níível sanguííneo inicial de 70mg%. Interaçoã es intercannabinoí ide e canabinoí ide- etanol e seus efeitos no desempenho humano.6 Um estudo de base populacional de 2. 2. Starmer GÁ.

Benedikt R. 398-9.severamente o desempenho de dirigir.. devido principalmente 45 . ÁLCOOL + Clomethiazole O clometiazol tem sido usado com sucesso para tratar a abstineê ncia de aí lcool. Sugere-se que o bloqueio do aí lcool seja evitado por sete dias apoí s o tratamento com o carmofur. 5. intitulado 'Clormetiazol e aí lcool: um coquetel letal'. mas se for usado a longo prazo e o consumo continuar.. Psychopharmacology (Berl) (2002) 160. ateí mesmo fatal.Jolly BT. devido a efeitos depressores adicionais do SNC.. Ámass L. Laumon B.. do SNC. EÁ muito eficaz se um regime posoloí gico de reduçaã o raí pida for seguido durante seis dias. 3. Ánn Emerg Med (2000) 35. Efeitos separados e combinados de maconha e aí lcool no humor. Gadeqbeku B. Fukunaga T.. sustentando a crença de que o mecanismo subjacente eí semelhante aà interaçaã o di-sulfamil aí lcool (ver 'Álcohol + Disulfiram'... sozinhos e em combinaçaã o. Mizoi Y.61).Muitas vezes. Evideê ncia clíínica..Chait LD. 6..1 O Clomethiazol eí comumente usado para tratar a abstineê ncia do aí lcool por causa de seus efeitos hipnoí tico. 340-9. Neuropsychopharmacology (1992) 7. Mori K. Efeitos agudos e residuais do aí lcool e da maconha. 8. 4. Correçaã o ibid.. JM Mendelson. 213-19. (2006) 332. Ánn Emerg Med (2000) 35.. o abuso de aí lcool continua e a combinaçaã o de grandes quantidades de aí lcool e clometiazol pode resultar em coma e ateí mesmo depressaã o respiratoí ria fatal. Perry JL... Á toleraê ncia se desenvolve para que grandes quantidades possam ser necessaí rias (ateí 25g por dia). Biecheler MB.Wright KÁ. . Psychopharmacology (Berl) (2002) 163. 399–400. mecanismo. 1371 - 6. 7.. mas o uso prolongado de aí lcool com o clometiazol pode causar depressaã o grave. Jarrett DB. depressaã o respiratoí ria fatal pode ocorrer mesmo com o uso de curto prazo em alcooí latras com cirrose.. Noda J. M Sholar. o grupo SÁM.. Os alcooí latras transferem prontamente a dependeê ncia ao clometiazol e podem visitar vaí rios profissionais e hospitais para obter seus suprimentos. hipotensaã o com PÁ 60 / 30mmHg e taquicardia de 128bpm) em 30 minutos de receber um bloqueio alcooí lico do plexo celííaco para alíívio da dor. Martin JL. Kouri E. Á biodisponibilidade do clometiazol pode ser aumentada pelo aí lcool. ansiolíítico e anticonvulsivante. Comentaí rio: conduçaã o drogada . Umeda S. equilííbrio e conduçaã o simulada. O uso concomitante de clometiazol e aí lcool tambeí m pode afetar as habilidades motoras. Os nííveis de acetaldeíído no sangue aumentaram acentuadamente. Psychopharmacology (Berl) (1994) 115. no humor e no desempenho... BMJ (2005) 331. isso acarreta seí rios riscos.um giro diferente em um problema antigo. p. 77-81.. Marihuana atenua o aumento dos nííveis de etanol no plasma em seres humanos.1 1. Ánesthesiology (1987) 67.. 399-405. Modulaçaã o dos efeitos do aí lcool em habilidades psicomotoras relacionadas aà conduçaã o por exposiçaã o croê nica aà cannabis. 809-10.. Evideê ncia clíínica.. Terry P.. importaê ncia e gerenciamento (a) Efeitos adversos e biodisponibilidade aumentados O seguinte eí retirado de um editorial do British Medical Journal. Intoxicaçaã o por cannabis e acidentes rodoviaí rios fatais na França: estudo de caso-controle baseado em populaçaã o. Gatto CP. diaforese. .. mecanismo. Reaçaã o do tipo dissulfiramo associada ao carmofur apoí s o bloqueio do aí lcool no plexo celííaco... 1298. Lukas SE.. importaê ncia e gerenciamento Um homem com carcinoma pancreaí tico em uso de carmofur 500mg / dia durante 25 dias experimentou uma reaçaã o semelhante ao disulfiram (rubor facial.Liguori Á.. ÁÁ LCOOL + Carmofur Uma reaçaã o semelhante ao disulfiram ocorreu em um paciente tomando carmofur quando recebeu um bloqueio do plexo celííaco com aí lcool.

4 O clometiazol naã o deve ser administrado em longo prazo para os casos de abstineê ncia de aí lcool1 ou para aqueles que continuam a beber aí lcool.8 mL / kg administrado agudamente naã o teve efeito na disposiçaã o ou eliminaçaã o do clometiazol. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. BMJ (1987) 294..5 1. no caso daqueles com cirrose alcooí lica.5. Álguns pacientes podem experimentar uma reaçaã o de rubor tipo disulfiram se 46 . 6.. Westwood B. deve ser feito sob supervisaã o muito proí xima. Dirigir sob a influeê ncia de clormetiazole. Eur J Clin Pharmacol (1983) 24... 861-3.1 O fabricante adverte que o aí lcool combinado com o clometiazol. Neuvonen PJ. ML Mashford.3mg / L. ÁW. 268-9. O efeito da administraçaã o de etanol na disposiçaã o e eliminaçaã o do clormetiazole. Á farmacocineí tica da clormetria zole em indivííduos saudaí veis como afetados pelo etanol.Bury RW. e os seus efeitos podem ser pelo menos aditivos.. emitindo prescriçoã es para apenas um dia de fornecimento para garantir o contato diaí rio e minimizar o risco de abuso. se os prescritores optarem por manejar a desintoxicaçaã o em casa. Syvaä lahti E.. Efeito da cirrose do fíígado no farmacocineí tica do clormetiazole. Outros fatores saã o que o aí lcool aumenta a biodisponibilidade do clometiazol (provavelmente por prejudicar o metabolismo de primeira passagem).aà depressaã o aditiva simples do SNC..7 O fabricante adverte que o clometiazolin pode potencializar ou ser potencializado por drogas depressoras do SNC. 4.. Pentikaä inen PJ. . mesmo com uso de curto prazo. as concentraçoã es variaram de 0. 7. ÁLCOOL + Hidrato Cloral Tanto o aí lcool como o hidrato de cloro saã o depressores do SNC. Caí psulas de Heminevrina (Clomethiazole).. 213 - 17. Á gestaã o da retirada de aí lcool usando clormetiazole. a uí nica políítica segura eí a admissaã o raí pida para internaçaã o hospitalar. Deep Bay E. particularmente em alcooí latras com cirrose.Pentikaä inen PJ.. 383–5. a biodisponibilidade sisteê mica pode ser aumentada em dez vezes devido ao desvio venoso. Tarpila S. Morgan MY.5 O uso por mais de 9 dias naã o eí recomendado. mas espera-se que o uso concomitante aumente os riscos.Jones.3 a 3. 2 e. ÁÁ lcool ÁÁ lcool (1995) 30. ÁstraZeneca UK Ltd. Em 13 outros casos de conduçaã o prejudicada onde o clometiazol foi detectado em amostras de sangue. 5. Jostell KG. ou possivelmente sineí rgicos. 2.3 No entanto.. Neuvonen PJ.. Breen KJ. Clorometiazole e aí lcool: um coquetel letal. 592. Haí um relato de um homem que tinha um níível de aí lcool no sangue de 23mg% que estava dirigindo perigosamente e causou um acidente de traê nsito. 771–4. E se o paciente apresentar evideê ncias de toleraê ncia ou dependeê ncia do clometiazol ou de continuar a beber aí lcool.5 (b) Efeitos sobre a conduçaã o e habilidades relacionadas Naã o parece haver estudos sobre os efeitos combinados do uso de clotiazoí is e aí lcool na direçaã o e habilidades relacionadas. pode levar a depressaã o respiratoí ria fatal..McInnes GT.6 Foi dito que. Shaw G. um estudo em 6 indivííduos saudaí veis relataram que o aí lcool endovenoso 0. incluindo o aí lcool. Foi proposto que o aí lcool administrado por via oral possa afetar a absorçaã o ou taxa de absorçaã o do clometiazol. Desmond PV. BMJ (1978) 2. Forense Sci Int (2005) 153.. 3. abril de 2007. Os sinais clíínicos de comprometimento foram muito maiores do que o esperado e uma anaí lise mais aprofundada da amostra de sangue identificou um alto níível de clometiazol (5mg / L). Clin Pharmacol Ther (1981) 29..

Carr G.2 Á reaçaã o semelhante ao dissulfiram tem sido descrita em outros relatos. Hemodinaê mica e performance. Sua incideê ncia eí incerta. 305-6.5 Em um indivííduo. e seus efeitos saã o consequentemente maiores. 50-8. ÁÁ lcool 59 4. II. Parece provaí vel que o cloral betaíína. taquicardia. Doses muito grandes de ambas as drogas provavelmente causariam depressaã o grave e potencialmente fatal do SNC. 1019-22. ansiedade e cefaleí ia persistente) apoí s beber aí lcool. Importaê ncia e gerenciamento Uma interaçaã o bem documentada e estabelecida. Cesk Farm (1965) 14. LeBlanc E. .. Os pacientes que recebem hidrato de cloro devem ser alertados sobre a extensa depressaã o do SNC que pode ocorrer se eles beberem. 301-3. Ápoí s tomar hidrato de cloro durante 7 dias. Interaçaã o de hidrato de cloral e etanol no homem. os aumentos nos nííveis sanguííneos de aí lcool e tricloroetanol saã o exagerados. cloro e tricloroetanol (ao qual o hidrato de cloro eí metabolizado) saã o todos depressores do SNC.. Durante o uso concomitante.1. Biemann K.Sellers EM. enquanto os nííveis de tricloroetanol tambeí m aumentam. 309. o triclofos e outros compostos intimamente relacionados ao hidrato de cloro interagiraã o com o aí lcool de maneira semelhante. Weller RÁ. de modo que a reaçaã o de rubor. hipotensaã o. 2. 3 Observe que o primeiro relato foi publicado haí mais de um seí culo. ÁÁ LCOOL + depressores do SNC 47 . Bardodej Z. Vendedores S. Metabolismo. Interaçaã o de hidrato de cloral e etanol no homem.2 Ápenas algumas refereê ncias saã o dadas aqui. Bernstein JG.. que eí composto de hidrato de cloral e aí lcool.2. os nííveis sanguä ííneos de acetaldeíído durante o uso de hidrato de cloro com aí lcool foram de apenas 50%.espectrometria de massa - sinergismo de hidrato de cloral e etanol. em 1872.. Koch-Weser J. Lang M.. Kalant H. 1. apesar de sua semelhança com a reaçaã o dissulfiram.. I. tem a reputaçaã o de ser taã o potente que o sono profundo pode ser induzido em uma víítima desavisada poucos minutos apoí s a ingestaã o.. e sobre a reaçaã o semelhante ao disulfiram que pode ocorrer apoí s a ingestaã o de hidrato de cloro por um perííodo de tempo. Biochem Pharmacol (1978) 27.. Evideê ncia clíínica Estudos em 5 indivííduos saudaí veis que receberam clorato hidratado 15mg / kg e aí lcool 0. as vias metaboí licas usadas para sua eliminaçaã o saã o mutuamente inibidas: os nííveis de aí lcool no sangue aumentam porque o tricloroetanol deprime competitivamente a oxidaçaã o do aí lcool para acetaldeíído.. mas a evideê ncia parece ser amplamente anedoí tica. os efeitos foram aditivos e possivelmente ateí mais que aditivos.Wong LK. Um estudo da interaçaã o de drogas por cromatografia gasosa . Intoleraê ncia do aí lcool ao hidrato de cloral.1. daqueles apoí s o aí lcool sozinho. porque a sua produçaã o a partir do hidrato de cloro eí aumentada e a sua conversaã o e depuraçaã o adicional aà medida que o glucuronido eí inibido. Koch-Weser J. 37-49. que foi revisada de forma abrangente. Clin Pharmacol Ther (1972) 13. Preskorn SH.Sellers EM..4.. O lendaí rio Mickey Finn. 3.1. Como resultado.2 Mecanismo ÁÁ lcool.beberem aí lcool depois de tomar hidrato de cloro durante vaí rios dias. Quando considerados em conjunto... Clin Pharmacol Ther (1972) 13. Psychosomatics (1984) 25. Drogas psicotroí picas e aí lcool: interaçoã es farmacocineí ticas e farmacodinaê micas. mas isso requer confirmaçaã o.478-81. 5. um dos sujeitos experimentou uma reaçaã o semelhante ao disulfiram (rubor vermelho-puí rpura brilhante da face..5g / kg descobriram que ambos os medicamentos administrados isoladamente prejudicaram sua capacidade de realizar tarefas motoras complexas. e descreveu dois pacientes tomando hidrato de cloro que experimentaram essa reaçaã o depois de beber meia garrafa de cerveja.

quase todo mundo encontra situaçoã es potencialmente perigosas todos os dias em casa. Áleí m disso. na rua e no trabalho. pode ser bastante inseguro dirigir se outro depres. ÁLCOOL + Cocaína O aí lcool aumenta os nííveis de cocaíína e o metaboí lito ativo cocaetileno.. a cocaíína eí metabolizada no fíígado em cocaetileno.Os nííveis de aí lcool no sangue naã o foram significativamente afetados pelo uso concomitante de cocaíína intranasal.. Os efeitos subjetivos. particularmente da frequeê ncia cardííaca. ansiolííticos. promovendo a formaçaã o de metaboí litos intermediaí rios que podem causar danos ao fíígado. 23 e 41bpm.. saã o atenuados pela cocaíína. S88-S93. O uso de aí lcool com cocaíína pode aumentar o comportamento violento. como a euforia. barbituí ricos.tivamente.5 Importaê ncia e gerenciamento Tem sido sugerido que os efeitos psicoloí gicos aumentados associados ao aí lcool e cocaíína podem levar ao uso de 48 . analgeí sicos opioí ides. 1. antipsicoí ticos..saã o do SNC estiver sendo administrado concomitantemente.1 Outro estudo semelhante com cocaíína intranasal 1mg / kg a cada 30min para 4doses e aí lcool oral 1 g / kg relatou achados muito semelhantes.. com aumento dos efeitos cardiovasculares. importaê ncia e gerenciamento O aí lcool eí um depressor do SNC (veja 'aí lcool'. como a sedaçaã o. antiemeí ticos.. Essas drogas incluem antidepressivos.. cocaíína ou a combinaçaã o. Os detalhes da maioria dos medicamentos que foram testados estaã o expostos nas monografias desta seçaã o. Comparado com o placebo. anti-histamíínicos. respec. no jardim. com aí lcool. que parece ter os mesmos efeitos estimulantes que a cocaíína.4 60 Capíítulo 3 Áleí m disso. Os pacientes idosos podem ser particularmente suscetííveis. (p. antiepileí pticos.3 Mecanismo Na presença de aí lcool.Gerbino PP. potencializando as propriedades hepatotoí xicas do aí lcool. Estudos em animais sugerem que este metabolito eí mais toí xico que a cocaíína. a exposiçaã o croê nica ao aí lcool pode facilitar o metabolismo da cocaíína. mas uma meia-vida mais longa (2 horas em comparaçaã o com cerca de 38 minutos de cocaíína).... Evideê ncia clíínica Um estudo com 8 usuaí rios de cocaíína descobriu que a cocaíína intranasal 100mg e o aí lcool 0. J Ám Geriatr Soc (1982) 30 (11 Supl). Á combinaçaã o pode ser potencialmente mais toí xica. a combinaçaã o resultou em nííveis plasmaí ticos mais elevados de cocaíína e no surgimento de cocaetileno.. um metaboí lito ativo e potencialmente toí xico produzido pela interaçaã o dos dois faí rmacos. mecanismo. Evideê ncia clíínica.40)). Isso aumenta o risco de acidentes ao dirigir ou manusear outras maí quinas potencialmente perigosas e pode tornar o desempenho das tarefas cotidianas mais difíícil e perigoso. Com apenas quantidades pequenas ou moderadas de aí lcool e com nííveis de aí lcool no sangue bem dentro dos limites legais de conduçaã o. medido pelo teste de substituiçaã o do síímbolo de díígito (DSST).... enquanto o aí lcool 1 g / kg diminuiu o desempenho do DSST. relaxantes musculares esqueleí ticos e outros. mas haí outros que ningueí m parece ter testado formalmente. Independentemente da conduçaã o. Á combinaçaã o tambeí m aumentou a frequä eê ncia cardííaca e a pressaã o arterial diastoí lica. o pico da frequeê ncia cardííaca foi aumentado em 17. Átravessar uma rua movimentada ou mesmo descer as escadas pode se tornar muito mais arriscado sob a influeê ncia de drogas depressoras do SNC e aí lcool. Complicaçoã es do uso de aí lcool combinado com terapia medicamentosa em idosos. . saã o aumentados e alguns dos efeitos depressores do aí lcool no SNC. hipnoí ticos.2 Um outro estudo descobriu que a cocaíína intranasal 96 mg / 70 kg melhorou o desempenho comportamental. O resumo acima conteí m uma lista de alguns dos que comumente causam sonoleê ncia.8g / kg produziam uma maior euforia e sensaçaã o de bem-estar do que a cocaíína isolada e reduziam a sedaçaã o alcooí lica sem alterar a sensaçaã o de embriaguez. Á combinaçaã o de aí lcool 1g / kg com cocaíína intranasal 48 ou 96mg / 70kg reduziu o DSST abaixo do encontrado apenas com cocaíína.O uso concomitante de quantidades pequenas ou moderadas de aí lcool e doses terapeê uticas de drogas que saã o depressores do SNC podem aumentar a sonoleê ncia e reduzir o estado de alerta.

. importaê ncia e gerenciamento Treze indivííduos receberam 0.1 Tem sido relatado que usuaí rios de aí lcool e cocaíína cocaíína que tambeí m teê m doença coronariana teê m 21.quantidades maiores da combinaçaã o com um risco aumentado de efeitos toí xicos. e reduçaã o da adesaã o de pacientes alcooí latras que se esquecem de tomar seus comprimidos enquanto bebem em excesso.. ÁÁ LCOOL + acetato de ciproterona O consumo excessivo de aí lcool pode reduzir o efeito antiandrogeê nico do acetato de ciproterona no tratamento da hipersexualidade. . Teraí n MT.. Bickel WK.. 1. importaê ncia e gerenciamento O fabricante britaê nico de acetato de ciproterona diz que o aí lcool parece reduzir seus efeitos e. antes e depois de tomar 4. Cocaine... J Pharmaltol Exp Ther (1997) 283.Randall T. Rush CR. Gonzaí lez ML.. Essa interaçaã o eí quase certamente naã o de importaê ncia clíínica.. 250–9. quando os nííveis de cocaíína no sangue saã o baixos. 4. mistura de aí lcool no corpo para formar uma droga ainda mais duradoura e mais letal. 1119.. Efeitos agudos comportamentais e cardííacos das combinaçoã es de cocaíína e aí lcool em humanos...7mg%).McCance-Katz EF. Hughes Jr. O uso concomitante de cocaíína e aí lcool eí mais potente e potencialmente mais toí xico do que o uso isolado .5g / kg de aí lcool 25% em suco de laranja apoí s o cafeí da manhaã . aumento do impulso sexual causado pelo aí lcool.. Evideê ncia clíínica. 2 como a cardiotoxicidade. mas pode ser devido a vaí rios fatores. Ás razoã es sugeridas para esta reaçaã o saã o desconhecidas.. Psiquiatria Biol (1998) 44.1 Isso parece se basear unicamente em uma declaraçaã o simples e naã o elaborada em um resumo de estudos2 em 84 homens cuja sexualidade hiper ou anormal foi tratada com acetato de ciproterona. J Pharm Pharmacol (1993) 45 (Suppl 2).. Camíí J..Caim. e a depuraçaã o foi reduzida em modestos 11% ..um estudo de muí ltiplas doses... Capeless MÁ. 1043–4.Higgins ST. 3..Savage IT. Lynn M. mecanismo.. O codergocrine causou uma pequena reduçaã o nos nííveis de aí lcool no sangue (nííveis seí ricos maí ximos reduzidos de 59mg% para 55. Cocaíína e interaçoã es de aí lcool em humanos: efeitos neuroendoí crinos e metabolismo de cocaetileno.. Menoyo E. Kosten TR.. Ádv Álcohol Subst Ábuse (1984) 3... O efeito da Hydergine na farmacocineí tica do etanol no homem. Psicofarmacologia (Berl) (1993) 111. Mesilato de . Estes incluem induçaã o enzimaí tica pelo aí lcool. Evideê ncia clíínica. Farreí M. Hoyumpa ÁM.. mecanismo. 285–94.3 49 . Hydergine) a cada 8 horas para as ninoses. 164-76. James IM.1 Á razaã o naã o eí compreendida.. 5. Interaçoã es com aí lcool com benzodiazepíínicos e cocaíína.4 Pacientes com doença arterial coronariana ou alcooí latras podem ser particularmente vulneraí veis aos efeitos toí xicos combinados do aí lcool e co .5 vezes mais risco de morte suí bita do que usuaí rios de cocaíína isoladamente.4 Á meia-vida mais longa do metaboí lito cocaetileno explica por que muitas pessoas que sofrem ataques cardííacos e derrames relacionados a cocaíína o fazem. ÁÁ LCOOL + Codergocrine (Mesilato de Ergoloide) O mesilato de codergoí crino causa uma reduçaã o muito pequena nos nííveis de aí lcool no sangue.. pois a cocaetilina pode permanecer ativa no corpo por 7 horas apoí s a cocaíína ter desaparecido. de la Torre R. que afirmou que “os antiandrogeê nicos naã o inibem o comportamento sexual masculino durante o excesso de aí lcool”.. que pode se opor aos efeitos da ciproterona.. 1. naã o tem valor em alcooí latras croê nicos. . JÁMÁ (1992) 267. mas a relevaê ncia disso no carcinoma prostaí tico naã o eí conhecida. portanto. Jatlow P.5 mg de mesilato de codergocrina (mesilatos ergoloí ides. 2. parece naã o haver evideê ncias de que quantidades sociais normais de aí lcool interfiram... 21- 34. Roset PN. o que poderia aumentar o metabolismo e eliminaçaã o do ciproterona.

mas naã o haí nada que sugira que os efeitos da ciproterona sejam opostos. Os sintomas de rubor apoí s o consumo de aí lcool foram relatados por 86 de 126 (aproximadamente 70%) dos trabalhadores expostos aà DMF. Reinl W. parece provaí vel que a N-metilformamida seja similarmente responsaí vel por essa reaçaã o do tipo dissulfiram no homem (veja 'Álcohol + Disulfiram'.4 Mecanismo Indivííduos expostos a vapor de DMF desenvolvem quantidades substanciais de DMF e seu metaboí lito (N- metilformamida) em seu sangue e urina. Chivers CP.. com incideê ncia relatada entre 20% e 70% . 63-6. embora diferenças individuais na toleraê ncia aà interfereê ncia. pescoço. Dimetilformamida e intoleraê ncia ao aí lcool. colocado por quantidades sociais normais moderadas de aí lcool.. em comparaçaã o com 2 de 54 (4%) dos controles. Schering Health Care Ltd... tonturas. Laschet L. Schering Health Care Limited. Ándrocur (acetato de ciproterona). ÁÀ s vezes. Lancet (1978) i. Efeito dissulfiram da inalaçaã o de dimetilformamida. Um uí nico copo de cerveja foi suficiente para induzir um flush com duraçaã o de 2 horas. mas pode ocorrer mesmo apoí s 4 dias. Duckers K. abril de 2004. Br J Ind Med (1979) 36.. 1. braços. 4....Lyle WH. Spence TWM.. açaã o foram observados.4 Parece prudente limitar a ingestaã o de aí lcool em pacientes que tomam ciproterona.. Comunicaçaã o pessoal. que a ciproterona pode naã o ser eficaz em pacientes alcooí latras. devem ser alertados para essa possíível interaçaã o com o aí lcool. 3. ÁÁ LCOOL + dimetilformamida Uma reaçaã o tipo disulfiram pode ocorrer em trabalhadores expostos ao vapor de dimetilformamida se eles bebem aí lcool.. 103. no entanto.Laschet U. mesmo em concentraçoã es muito baixas. Á maioria dos homens experimentou a reaçaã o em 24 horas de exposiçaã o aà DMF. tem sido sugerido que o uso de aí lcool durante o tratamento com acetato de ciproterona naã o eí aconselhaí vel. março de 2007.. Um estudo em 126 trabalhadores de faí brica expostos a DMF e 54 trabalhadores que naã o tiveram contato com DMF indicou que a DMF afetou adversamente a funçaã o hepaí tica e que o aí lcool concorrente teve um efeito sineí rgico (ambos saã o hepatotoí xicos). e normalmente naã o requer tratamento. no entanto os efeitos hepatotoí xicos saã o claramente uma preocupaçaã o maior.. 2. .1 Este uí ltimo composto em particular foi mostrado em ratos que receberam aí lcool para elevar seus nííveis de acetaldeíído no sangue por um fator de cinco. Treê s anos de resultados clíínicos com acetato de ciproterona na regulaçaã o inibidora da sexualidade masculina. Urban HJ. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto teristics. McKinneley WM. . Parece ser mais desagradaí vel do que seí rio na maioria dos casos. maã os e toí rax.1 Áqueles que entram em contato com DMF. Á relevaê ncia disto no carcinoma prostaí tico naã o eí conhecido. 2.3. p.. Ándrocur (acetato de ciproterona). Doenças causadas pela dimetilformamida.. O aí lcool pode possivelmente aumentar os efeitos toí xicos da dimetilformamida na funçaã o hepaí tica. depois de beber aí lcool. naí useas e aperto no peito tambeí m ocorreram.. Directoí rio de Empresas Int Árch 50 .Parece. portanto. frequä entemente. 3. 1. Ácta Endocrinol (Copenh) (1969) 138 (Supl). 331. incideê ncias de 20% e 70% foram relatadas.1 Treê s outros casos dessa interaçaã o saã o descritos em outros relatos2. Importaê ncia e gerenciamento Uma interaçaã o estabelecida. Evideê ncia clíínica Um estudo de 3 anos em uma faí brica quíímica onde a dimetilformamida (DMF) foi usada constatou que cerca de 20% (19 de 102 homens) expostos ao vapor de DMF apresentaram rubor facial e. Informaçoã es sobre prescriçaã o canadense da Bayer Inc.61). janeiro de 1997.

. Eur J Clin Pharmacol (1983) 25. vertigem.. N'-dimetilformamida na disposiçaã o do etanol e atividade da monoamina oxidase em ratos. O aí lcool aumentou a diurese em 5 dos 6 indivííduos e a depuraçaã o renal da disopiramida foi aumentada em 19% nestes indivííduos..behyg (1965) 21. e alguns homens descrevem palpitaçoã es e uma plenitude terríível do rosto.3 Um relato incomum e isolado descreve a movimentaçaã o miocloê nica dolorosa. intermitente e transitoí ria dos braços e pernas como a manifestaçaã o predominante da reaçaã o disulfiram em um paciente. sudorese.. ÁÁ LCOOL + Disopiramida Em indivííduos saudaí veis. Em 15 minutos a pressaã o arterial cai mais 10 pontos...4 Outro caso incomum tem sido relatado em que uma mulher com histoí ria de bipolaridade. arritmias cardííacas. a pressaã o arterial cai cerca de 10 pontos. hipotensaã o.. Evideê ncia clíínica. a depuraçaã o renal da disopiramida pode ser ligeiramente aumentada pela diurese induzida pelo aí lcool. ÁLCOOL + Dissulfiram Á ingestaã o de aí lcool durante o uso de dissulfiram resultaraí em rubor e plenitude da face e pescoço. Gibson WR. O estado de confusaã o foi atribuíído ao consumo de aí lcool durante o uso de disulfiram. Int Árch Occup Environ Health (1999) 72. Bredesen JE. olhos e cabeça. mecanismo. ” Á observaçaã o posterior2 por Hald e seus colegas da mesma reaçaã o com o etil congener do dissulfiram tetramethylthiuram.. Depressaã o respiratoí ria. desordem e alcoolismo.. voê mito.. dissulfiram.1 O efeito clíínico geral eí provavelmente míínimo. Depois de um copo de cerveja.Hanasono GK. . WD Broddle. naí usea e voê mito. Toxicol Áppl Pharmacol (1977) 39.. dificuldade de respirar e dor de cabeça.. sede.. que estava tomando dissulfiram. que observou isso entre os trabalhadores da induí stria da borracha que manipulavam o dissulfeto de tetrametiltiuram: “ Áteí mesmo a cerveja causaraí um rubor no rosto e nas maã os. falta de ar. mas a quantidade do metabolito desopiramida mono-N- desalquilada excretada em a urina foi reduzida. com pulso raí pido. colapso cardiovascular. 103-5. 333-46. taquicardia. levou aà sua introduçaã o como dissuasor da bebida alcooí lica.. Uma leve reaçaã o de rubor da pele pode ocorrer em indivííduos particularmente sensííveis se o aí lcool for aplicado na pele ou se o vapor for inalado... dor no peito. mas alguns indivííduos saã o extremamente sensííveis.. inconscieê ncia e convulsoã es podem ocorrer. 4.. Os pacientes apresentam palpitaçoã es na cabeça e pescoço. e a probabilidade disso foi apoiada por um episoí dio anterior 51 .... Evideê ncia clíínica a) Bebidas alcooí licas Uma das primeiras descriçoã es dessa interaçaã o toí xica foi feita em 1937 pelo Dr. Á gravidade da reaçaã o pode depender da quantidade de aí lcool ingerida. Funçaã o hepaí tica em trabalhadores expostos a N. foi internado no hospital com uma histoí ria de 3 a 4 dias de mudanças em seu estado mental. Efeito do consumo de etanol na eliminaçaã o de disopiramida em voluntaí rios saudaí veis. 5. concentraçaã o e alucinaçoã es visuais. Estudos sobre os efeitos da N.. RW Fuller. 19-25. vertigem. EE Williams1. Lunde PKM. incluindo dificuldades de orientaçaã o. 461-72. Houve fatalidades... o coraçaã o fica mais raí pido e o paciente se queixa de plenitude na cabeça. EÁ usado para deter pacientes alcoolistas de beber.Olsen H. naí usea.. ..Wrbitzky R. N-dimetilformamida durante a produçaã o produçaã o de teê xteis sinteí ticos.. o pulso eí ligeiramente acelerado e a pele fica corada no rosto e nos pulsos. importaê ncia e gerenciamento Um estudo cruzado em 6 indivííduos saudaí veis constatou que a meia-vida e a depuraçaã o corporal total da disopiramida naã o foram afetadas pelo aí lcool. Isso eí chamado de reaçaã o dissulfiram ou antabuse.. 1.

depois pela desidrogenase acetaldeíído e depois por uma seí rie de etapas bioquíímicas para a aí gua e o dioí xido de carbono. 10. Tratamento Á reaçaã o de dissulfiram pode ser tratada. Á conversaã o de dopamina em noradrenalina tambeí m eí inibida e a depleçaã o de noradrenalina no coraçaã o e vasos sanguííneos permite que o acetaldeíído atue diretamente nesses tecidos para causar rubor. os pacientes tambeí m devem ser alertados sobre a ingestaã o inconsciente de aí lcool em algumas preparaçoã es farmaceê uticas. embora mais curto. O aí lcool eí normalmente metabolizado rapidamente no fíígado.13 Áleí m disso.3 Os sintomas da reaçaã o de dissulfamida saã o devidos em parte aos altos nííveis de acetaldeíído.6 b) Produtos contendo aí lcool Diz-se que uma reaçaã o leve de disulfiram ocorre em alguns pacientes que aplicam aí lcool na pele. O disulfiram inibe a enzima acetaldeíído desidrogenase.9 Uma soluçaã o umedecedora de lentes de contato (contendo aí lcool poliviníílico) usada para irrigar o olho tambeí m tem sido implicada em uma reaçaã o.5 Álguns alcooí latras descobrem que o sulfossulfame potencializa os efeitos eufoí ricos de baixas doses. nem todos os sintomas podem ser reproduzidos pela injeçaã o de acetaldeíído.21. Foi observado apoí s uma dose uí nica de uma mistura de tosse contendo aí lcool. como o metronidazol. equivale a 27mL de vinho por dose). na praí tica. de modo que alguns outros mecanismos bioquíímicos tambeí m devem ser envolvidos.o que parecia estar relacionado com a dose de dissulfiram e o quanto estava intoxicado o marido. se necessaí rio.semelhante. com aí cido ascoí rbico. Áleí m das adverteê ncias usuais sobre o consumo de aí lcool. o que pode ser parcialmente devido aà funçaã o hepaí tica e aà s variaçoã es no metabolismo do dissulfiram ao seu metaboí lito ativo pelas isoenzimas do citocromo P450. Mecanismo Parcialmente entendido. taquicardia e hipotensaã o.11 embora a probabilidade de uma interaçaã o com este aí lcool secundaí rio tem sido disputada.7 Foi relatado apoí s o uso de loçaã o poí s-barba (aí lcool a 50%). de aí lcool. e desconforto semelhante ao peê nis do marido. um caso incomum descreve um mulher tomando disulfiram que relatou dor e dor vaginal durante a relaçaã o sexual. Entretanto. mesmo com doses muito pequenas de aí lcool. O corpo e a ingestaã o de aí lcool podem produzir sintomas desagradaí veis ateí 14 dias apoí s a uí ltima dose de disulfiram. ÁÁ lcool 61 O concentrado oral de sertralina (Zoloft concentrado oral) eí contraindicado com dissulfiramo devido ao teor de aí lcool (12%). 7 gel de alcatraã o (33% de aí lcool) 8 e xampu contendo cerveja (3% de aí lcool) . que por si soí seria relativamente ineficaz.12 Tambeí m tem sido descrito em um paciente que inalou vapor de tinta em uma aí rea mal ventilada e da inalaçaã o de "espííritos minerais" .23 Importaê ncia e gerenciamento Uma interaçaã o extremamente bem documentada e importante explorada terapeuticamente para impedir os alcooí latras de consumir aí lcool. Uma dose de 1g administrada por via oral eí relatada como eficaz em casos leves (frequä eê ncia cardííaca menor que 100 bpm e condiçaã o geral 52 . o risco provavelmente eí pequeno. 25 enquanto que a ingestaã o de pequenas quantidades de vinho de comunhaã o e a absorçaã o de aí lcool de um spray nebulizador broê nquico ou gotas auriculares naã o resultaram em qualquer reaçaã o na 3 indivííduos. de modo que o acetaldeíído se acumula. Ás caí psulas moles de ritonavir (Norvir) tambeí m conteê m aí lcool a 12% (p / p).22 O dissulfiram eí eliminado lentamente do organismo. uma vez que conteí m aí lcool a 43% v / v (que. primeiro pela desidrogenase do aí lcool para o acetaldeíído. porque a dose recomendada de ritonavir nesta forma eí de apenas 7.24 O risco de uma reaçaã o eí real. alguns indivííduos parecem ser mais sensííveis do que outros.15 Entretanto.14 O fabricante britaê nico da soluçaã o oral de ritonavir (Norvir) diz que. experimentado pelo paciente. No entanto.5mL. porque uma reaçaã o extremamente intensa e potencialmente seí ria ocorre em alguns indivííduos. a preparaçaã o naã o deve ser tomada com di-sulfiraminas ou outros faí rmacos. segundo eles. porque eí possíível uma reaçaã o semelhante ao dissulfiram. mas provavelmente eí em grande parte devido aà inalaçaã o do vapor. O tratamento inicial deve ser supervisionado de perto.

11. Sutherland EÁ. 12. Ábbott Laboratories Ltd. N Engl J Med (1985) 312. 276-8. Harper BS. Br J Psychiatry (1988) 152.Newsom SR. Reaçaã o de dissulfiram a solventes orgaê nicos que naã o o etanol. Interaçaã o gel de alcatraã o com dissulfiramo. Álcohol Clin Exp Res (1983) 7. 3. major LF. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. agosto 1999. Reaçaã o da pele com dissulfiram-aí lcool ao xampu contendo cerveja. 4. 285-96. pressaã o arterial de 150 / 100mmHg) podem ser tratados com 1g de aí cido ascoí rbico endovenoso e isso eí eficaz em 2 a 5 minutos. 183. JÁMÁ (1980) 244. Entre em contato com Intraocul Lens Med J (1981) 7. Entre em contato com Intraocul Lens Med J (1981) 7. JÁMÁ (1952) 149. Ábbott Laboratories Ltd. Reaçaã o disulfiram durante a relaçaã o sexual. Zoloft (cloridrato de sertralina). Ánn Pharmacother (2001) 35. 14. Caí psulas de Norvir Soft (Ritonavir). 428–46. Elis CN. Jacobsen E. US Prescrever informaçoã es. 6. Chick JD. Ántabuse (dissulfiram). Norvir soluçaã o oral (ritonavir). Áctavis UK Ltd. Mitchell ÁJ. Moarefi G. Scott GE. 172. 407-8. 8. 1472. Stoll D. 2045. Pacientes criticamente doentes podem precisar de outras medidas de emergeê ncia de apoio padraã o. 1367–8. Ácta Pharmacol (1948) 4.. J ÁÁ lcool Stud (1979) 40. Carta para o editor. 790. Ántabuse® apoí s o uso da loçaã o poí s-barba. Disulfiram no tratamento do alcoolismo: uma revisaã o. Smith BR. 172. 10. 9. Kwentus J. junho de 2007. Park CW. JÁMÁ (1937) 109. delirium induzido por Riggio S. 438. 5. Ele funciona dentro de 30 a 45 minutos. Euforia induzida por aí lcool.Williams EE. 17. Uma apresentaçaã o incomum de uma reaçaã o de dissulfiram-aí lcool. 53 . HaldJ.27 1. Carta ao Editor. Entre em contato com Intraocul Lens Med J (1980) 6. 82. Del Med J (1995) 67.Brown ZW. 62 Capíítulo 3 15. Os casos moderadamente graves (frequä eê ncia cardííaca de 100 a 150bpm. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto.boa). Árco Dermatol (1979) 115. maio de 2007. Larsen V. 2. Selvaggi N.. rei LE. 7. Beardsley GR. Newsom SR. Little FW. 32 - 5. Reaçaã o de dissulfiram-aí lcool causada pela soluçaã o de umedecimento da lente de contato. Reaçaã o com aí lcool Mercurio F. maio de 2007. Disulfiram-ethanol. 18. Ámit Z.Syed J. Os efeitos sensibilizantes do tetraetiltiuramdissulfureto (Ánta- buse) para aí lcool etíílico. disulfiram e carbimida de caí lcio.Refojo MF. 16. UK Resumo das Caracteríísticas do Produto. Efeitos do aí lcool em trabalhadores com dissulfeto de carbono. Pfizer Inc. 13.

1 Da mesma forma.. Odyssey Pharmaceuticals. Gaynor CR..Koff RS. (a) Efeito no comportamento ou habilidades psicomotoras Um estudo em 9 indivííduos saudaí veis concluiu que a combinaçaã o de aí lcool 0. importaê ncia e gerenciamento Note que o nome quíímico do ecstasy eí metilenodioximetanfetamina (MDMÁ)..42.. ÁÁ lcool em medicamentos para tosse: riscos para o usuaí rio de dissulfiram.3 Mais estudos saã o necessaí rios. 23. Á reaçaã o dissulfiram-aí lcool: fatores determinantes e potenciais testes que predizem a gravidade. mecanismo.. O ecstasy e o aí lcool concomitantes aumentaram o efeito supressor do ecstasy nas ceí lulas T CD4 e aumentaram as ceí lulas natural killer.. p. Reaçoã es cutaê neas aos aí lcoois alifaí ticos inferiores antes e durante a terapia com disulfiram.. Mehl DL. Ecstasy inverteu os sentimentos subjetivos de sedaçaã o associados ao aí lcool. 157-9. McNichol RW. 595-9. Á experieê ncia da reaçaã o do dissulfiram-etanol (DER). Delgado M. Poikolainen K. Parker WÁ. O aí lcool sozinho pode produzir uma diminuiçaã o nas ceí lulas T auxiliares e nos linfoí citos B. Ecstasy prejudicou a funçaã o das ceí lulas T CD4. O aí lcool pode aumentar a disfunçaã o imune transitoí ria associada ao ecstasy. 481-4.. 1988-9. ecstasy.. Álcohol Álcohol (1987) 22 (Suppl 1).. dezembro de 2003. 21. N Engl J Med (1970) 283. US Informaçoã es sobre prescriçaã o.. 195–209.. Medicamentos contendo aí lcool. 20. .... O aí lcool pode aumentar ligeiramente os nííveis plasmaí ticos de ecstasy. 26. Sowell JM. mas naã o reverteu os sentimentos de embriaguez. Foi sugerido que o defeito transitoí rio na homeostase imunoloí gica poderia ter consequeê ncias clíínicas. Considere tambeí m '. Evideê ncia clíínica. que saã o responsaí veis pela imunidade humoral.Truitt EB. MH. em um estudo cruzado. controlado por placebo em 18 usuaí rios recreativos de aí lcool. Logsdon SÁ.... Fisch HU.1 Mais estudos saã o necessaí rios. como os sujeitos podem considerar que estaã o dirigindo melhor quando o desempenho real eí prejudicado pelo aí lcool. c) Estudos farmacocineí ticos 54 .8 g / kg e ecstasy 100 mg induziu uma euforia mais duradoura e sensaçaã o de bem-estar do que o ecstasy ou o aí lcool sozinho. Inc. Uso de disulfiram (Ántabuse) no alcoolismo. 27. Árch Dermatol (1982) 118... ÁÁ LCOOL + EÊ xtase O ecstasy pode reduzir a sedaçaã o subjetiva associada ao aí lcool. Honig EG. Ám J Drogas ÁÁ lcool Ábuso (1982-3) 9.Haddock NF..2 Isso pode ter implicaçoã es para a segurança no traê nsito.. tais como maior suscetibilidade a doenças infecciosas.Rothstein E. Beyeler C. McNichol J. duplo-cego. Ám Fam Physician (1991) 44. Álcohol Clin Exp Res (1985) 9. Papadimas I. ÁÁ LCOOL + Ámfeta-minas'. 25.. Disulfiram: um guia para o uso clíínico no tratamento do alcoolismo. 24. (b) Efeito no sistema imunoloí gico Um estudo em 6 indivííduos saudaí veis descobriu que uma dose uí nica de ecstasy produzia uma disfunçaã o imune dependente do tempo. JÁMÁ (1971) 215. sem reverter os efeitos do aí lcool na impulsividade ou nas habilidades psicomotoras. Ántabuse (dissulfiram)... enquanto os nííveis de aí lcool podem ser ligeiramente reduzidos pelo ecstasy. 118-24.. 936.. 22.19. 26. Áddiction (2004) 99. Wilkin JK. ou os efeitos do aí lcool no desempenho psicomotor. Isso indicou que os efeitos estimulantes do ecstasy no SNC naã o superam o prejuíízo do controle de impulsos ou do comportamento de risco induzido pelo aí lcool. Preisig R.. que eí responsaí vel pela imunidade celular. Átenuaçaã o da aspirina de rubor e intoxicaçaã o induzida pelo aí lcool em indivííduos orientais e ocidentais. o prejuíízo causado pelo aí lcool em tarefas de inibiçaã o da resposta naã o foi afectado por doses uí nicas de 75 ou 100 mg de ecstasy.

.1 Outro estudo de dose uí nica em 18 utilizadores recreativos de ecstasy encontrou uma diminuiçaã o semelhante nos nííveis meí dios de aí lcool no sangue e um pequeno aumento no consumo de ecstasy. Coprinus africanus. 15. sem alteraçaã o na ÁUC. incluindo Coprinus micaceus.tarius foi devido aà presença de dissulfiram (um grupo de trabalhadores alegou ter sido isolado do fungo12).. eí chamado de o fungo Ájeimutin pelo povo iorubaí da Nigeí ria.1.61). 2. de la Torre R. para inibir o aldeíído.Metilenodioximetanfetamina (ecstasy) e interaçoã es alcooí licas em humanos: psicomotora desempenho. 1048-55.2 1. Os efeitos agudos de 3.17 Ápesar do consumo generalizado de fungos comestííveis e aí lcool.. Efeitos agudos da 3.4. Á esposa do homem... efeitos subjetivos e farmacocineí tica. Á intensidade depende da quantidade de fungos e aí lcool consumidos. ele estava taquicaí rdico e. 12 horas depois. Evideê ncia clíínica Um homem que bebeu 3 doses de cerveja 2 horas depois de comer uma refeiçaã o de tampas (Coprinus atramentarius) receí m-colhidas e fritas (Coprinus atramentarius) desenvolveu rubor facial e uma erupçaã o cutaê nea vermelha na parte superior do corpo.10 Um parente africano de Coprinus atramentarius.8g / kg aumentou os nííveis plasmaí ticos maí ximos de uma dose uí nica de 100 mg de ecstasy em 13%..glutamina) . PN Roseta.16 Isso eí metabolizado no organismo em 1-aminociclopropanol. Torrens M. mas isso naã o foi confirmado por trabalhos posteriores. Clitocybe claviceps e certos morelos. Camíí J.(1-hidroxiciclopropil) .Á traduçaã o literal deste nome eí o cogumelo "comer sem beber aí lcool" . Ortunã o J... Pizarro N. Ramaekers JG. Hernaí ndez Loí pez C. ÁÁ LCOOL + Dissulfiram'. S Pichini. ”Dizem ser sintomas comuns8. Farreí M. que tambeí m causa essa reaçaã o. nííveis de ecstasy quando os dois medicamentos foram administrados em conjunto. mas os resultados naã o foram estatisticamente significativos...4. de la Torre R.11 Mecanismo Uma ideia inicial e atraente foi que a reaçaã o com Coprinus atramen. naã o mostrou a reaçaã o. que aparece. 55 . Ortunã o J. suou profusamente e vomitou durante as treê s horas quando a reaçaã o foi mais severa. e do intervalo de tempo entre eles. Á ÁUC e os nííveis plasmaí ticos maí ximos de aí lcool foram reduzidos em 9% e 15%. Os ingredientes ativos nos outros fungos saã o desconhecidos. J Pharmacol Exp Ther (2001) 296. 14 e agora parece que o ingrediente ativo eí a coprina (N-5.4. como o disulfiram. p. Segura J.. 3. Hernaí ndez-Loí pez C.. Menoyo E.metilenodioximetanfetamina (MD-MÁ) em medidas comportamentais de impulsividade: sozinha e em combinaçaã o com o aí lcool...metilenodioximetanfetamina sozinho e em combinaçaã o com o etanol sobre o sistema imunoloí gico em humanos. apoí s o consumo de ecstasy.. . Na admissaã o hospitalar.. Uma reaçaã o similar foi descrita apoí s a ingestaã o de Boletus luridus. 13.. caracteríísticas ortostaí ticas de aquecimento. Farreí M.Pacifici R.. respectivamente. Diz-se ocorrer ateí 24 horas depois de comer o fungo. Roset PN. Á recuperaçaã o eí geralmente espontaê nea e descomplicada.. ÁÁ LCOOL + fungos comestííveis Uma reaçaã o do tipo dissulfiramo pode ocorrer se o aí lcool for ingerido apoí s a ingestaã o do fungo capim (Coprinus atramentarius) ou de outros fungos comestííveis... mas sem uma bebida alcooí lica. J Pharmacol Exp Ther (2002) 300. estava em fibrilaçaã o atrial.. . o resultado eí geralmente descomplicado. Seu rosto e maã os incharam e ele ficou sem foê lego. . que durou 60 horas. O tratamento parece normalmente naã o ser necessaí rio. 236-44..4. Ápenas alguns estaã o listados aqui.. 6. que comeu a mesma refeiçaã o.9. relatos dessa reaçaã o na literatura meí dica saã o poucos e distantes entre si. sugerindo Mesmo que isso possa ser muito desagradaí vel e assustador. Neuropsy-chopharmacology (2006) 31. desidrogenase (ver '... Importaê ncia e gerenciamento Uma interaçaã o estabelecida e bem documentada. Kuypers KPC. mas a arritmia vista no caso aqui citado1 parece ser rara.... Essa reaçaã o foi descrita em vaí rias ocasioã es em relatoí rios meí dicos e farmacoloí gicos2-7 e em livros dedicados aà descriçaã o de fungos edaí ficos e venenosos.Um estudo em 9 indivííduos saudaí veis constatou que o aí lcool 0. Hipotensaã o leve e “. Di Carlo S. 3. 207-15. .9 e outros fungos. Zuccaro P.

8. Isolamento e estudos estruturais da coprina. Emese e diarreí ia - cogumelos e aí lcool.. ÁÁ LCOOL + Fluvastatina O aí lcool naã o interage significativamente com a fluvastatina. Hatfield GM. importaê ncia e gerenciamento Dez indivííduos saudaí veis tomaram uma dose uí nica de 40 mg de fluvastatina e 70 g de aí lcool diluíído em 56 .. Suííça Med Wochenschr (1982) 112.. 992-6. Disulfiram-like reaçaã o por ingestaã o de fungos [Disulfiram-like reaçaã o causada pela ingestaã o de cogumelos].. 112.. Tampas de tinta e cogumelos. 16. 8. 4. Isolamento de dissulfeto de tetraetiltiuram a partir de lagarta da raiz do milho (Coprinus atramentarium). Ned Tijdschr Geneeskd (1978) 122. Okubo M. 12. 6. Wickberg B. Uma investigaçaã o de Coprinus atramentarius para a presença de dissulfiram. Toxinas de cogumelo . Ortteo Revuelta JÁ. 913-14. 2. Lloydia (1975) 38. Shigeta Y. Cogumelos e o povo Yoruba da Nigeí ria. 1124-6. 9. Hexenroä hrling (Boletus luridus) com aí lcool: uma casuíística Trag. Simandl J. 511.Caley MJ. 14. 681- 6. Diarrhea como o principal sintoma .. Schaumberg JP. Ex Fr. Árritmia cardííaca apoí s ingestaã o de cogumelos. Mycologia (1975) 67. Evideê ncia clíínica. Suííça Med Wochenschr (1998) 128.18 nem haí qualquer coisa que sugira que ele jamais ocorra com o cogumelo de campo comum (Ágaricus campestris) ou a variedade cultivada (Ágaricus bisporis) . J Ám Pharm Ássoc (1960) 49. 394-5. De cogumelos e schnapps.. Radford ÁP. 598.uma revisaã o de letra da literatura. 18.. 1179-81. . Kocher F. 17. 15. 10. Fujiyama Y. Suííça Rundsch Med Prax (1985) 74.. M Nakamura. Minezaki K. Mardens Y.) Fr. 1774-6.Flammer R. Isolamento e estrutura da coprina.Buck RW. Franc J.Broadhurst-Zingrich L.. BMJ (1977) 2. 7. síínteses de coprina e derivados de ciclopropanona relacionados. Tinta e aí lcool.Diz-se que o fungo relacionado Coprinus comatus (a 'tampa de tinta felpuda' ou a 'peruca Lawers') naã o interage com o aí lcool. Grandival Garcia R. N Engl J Med (1961) 265. Bergman R. Budmiger H. Olarte Árce Á.. 426-9..Oso BÁ. 11. Clarke RÁ. BMJ (1978) 1.cogumelos e aí lcool. Vanhaelen M. 1633. 489-96. N Engl J Med (1965) 272.. mecanismo. 13. Rev Clin Esp (1989) 184. o inibidor da aldeíído desidrogenase in vivo em Coprinus atramentarius. BMJ (1978) 1.18 1. Clitoí cito clavipes: reaçaã o anti-abuso ao aí lcool. Mycolo- (1978) 70.seus sintomas foram relevantes para a quantidade de. Reinvestigaçaã o da atividade bioloí gica do tipo dissulfiramida de Coprinus atramentarius (Bull. Chem Sheets (1956) 50. Hoyois J. ÁÁ lcool e o cogumelo careca.Marty H.. Cochran MW.Reynolds WÁ. Tyler VE. 311-19.. Cogumelos e uma reaçaã o toí xica ao aí lcool: relato de quatro casos. 5. J Pharm Sci (1976) 65.Wildervanck LS. Naitoh M. J Chem Soc (1977) (6) 684-91.Lindberg P. 630-1. o dissulfiram constituinte de Coprinus atramentarius. Vanhaelen-Fastreí R. extratos.Cochran KW. 3. 1862-3.Wier JK. Lowe FH. [Envenenamento de cogumelos .

Wijnne HJ.. embora o consumo moderado de aí lcool a longo prazo algum pequeno efeito na farmacocineí tica da fluvastatina.1. Ánn Intern Med (1995) 122. 7 dos 10 indivííduos experimentaram efeitos adversos. Erkelens DW. a proporçaã o foi aumentada em cerca de 70 vezes. De Bruin TW. que geralmente eí um metaboí lito menor da serotonina.1 Em um estudo randomizado e cruzado. Efeitos do aí lcool e da fluvastatina no metabolismo lipíídico e na funçaã o hepaí tica. 10 indivííduos receberam 25mL de aí lcool (equivalente a um uíísque duplo) depois de beber meio litro e meio de aí gua ou leite durante os 90 minutos anteriores. ÁÁ lcool 63 Um estudo em 10 indivííduos saudaí veis descobriu que 4 horas apoí s a ingestaã o de aí lcool 0.2 Concluiu-se que. . Efeitos do consumo de aí lcool na farmacocineí tica. a taxa O esvaziamento gaí strico eí mais lento. O consumo anterior de aí lcool e a carga gliceê mica de uma refeiçaã o parecem interagir para influenciar o humor e a memoí ria. Erkelens DW. um alimento rico em 5-HT.01). Sitsen.6 c) Carga gliceê mica 57 . Esta ingestaã o aguda de aí lcool naã o teve efeito sobre os nííveis seí ricos de pico da fluvastatina ou sua ÁUC.3 g / kg ou uma hora antes ou depois de uma refeiçaã o noturna. Schobben F.. eficaí cia e segurança da fluvastatina. 5-HT) eí excretada na urina como aí cido 5-hidroxiindol-3-aceí tico (5-HIÁÁ) e 5-hidroxitriptofol (5-HTOL) e a proporçaã o de 5-HTOL para 5 O HIÁÁ eí normalmente muito baixo (menor que 0... e a ÁUC foi aumentada em 63% quando o aí lcool foi administrado no jejum e naã o no estado alimentado. Schobben F.2 Outros estudos mostraram efeitos semelhantes. sua segurança e eficaí cia naã o saã o alteradas. mecanismo. Álimentos ricos em serotonina (por exemplo. os efeitos do aí lcool saã o maiores quando tomados com o estoê mago vazio.. banã anas) tomados com aí lcool podem produzir efeitos adversos. 2. 20 pacientes com hipercolesterolemia receberam 40mg de fluvastatina e 20g de aí lcool diariamente por 6 semanas. como abacaxi..Smit JWÁ.1 Parece naã o haver razaã o para os pacientes tomarem fluvastatina para evitar o aí lcool. Os sintomas foram atribuíídos a altos nííveis de 5-HTOL. importaê ncia e gerenciamento a) Ábsorçaã o e metabolismo do aí lcool Em um estudo.5 bem como demonstram que a comida reduz a sensaçaã o de intoxicaçaã o e reduz o tempo necessaí rio para eliminar o aí lcool do corpo.3 Depois da comida.. No entanto. o que permite um maior metabolismo de primeira passagem do aí lcool. como diarreí ia e dor de cabeça. podem produzir efeitos semelhantes se consumidos mesmo com quantidades moderadas de aí lcool.. Sou J Cardiol (1995) 76. dor de cabeça e fadiga. 4.. a razaã o foi aumentada cerca de 100 vezes aà s 4 horas e ainda foi significativamente aumentada aà s 24 horas. Wijnne HJÁ..limonada. Á ÁUC da fluvastatina aumentou ligeiramente e a semi-vida aumentou quase um terço..9mg%. mas o perfil lipíídico com fluvastatina mais aí lcool foi pouco diferente da fluvastatina em monoterapia. 678-80. (b) Serotonina dieteí tica Á serotonina (5-hidroxitriptamina.. ÁÁ LCOOL + Comida Álimentos e leite diminuem a absorçaã o de aí lcool e as refeiçoã es aumentam o metabolismo do aí lcool...3 para 39. e o fluxo sanguííneo hepaí tico e as atividades das enzimas que metabolizam o aí lcool aumentam. Sitsen Á. Ássim.5 g / kg. Evideê ncia clíínica. Os nííveis de aí lcool no sangue aos 90 minutos foram reduzidos em cerca de 40% e aos 120 minutos em cerca de 25% pela presença do leite. Quando a mesma quantidade de aí lcool foi dada com 3 bananas. incluindo diarreia.1 Em um segundo estudo relacionado. 1. Dentro de 4 horas. Descobriu-se que os nííveis maí ximos de aí lcool estavam aumentados em 87% de 21. houve grande variabilidade inter e intra-individual na biodisponibilidade do aí lcool.Smit JW. kiwi ou nozes. Os efeitos intoxicantes do aí lcool tambeí m foram claramente reduzidos. mas a meia-vida foi reduzida em quase um terço. Outros alimentos ricos em serotonina. 89Á-96Á. de Bruin TWÁ. 24 indivííduos saudaí veis receberam aí lcool 0. 3-5 e mostraram que isso naã o se limita a componentes especííficos de alimentos.

quando mais de 4. Nature (1966) 212... desenvolveu rubor facial intenso. Importaê ncia e gerenciamento Uma interaçaã o estabelecida e clinicamente importante de incideê ncia incerta.. Br J Clin Pharmacol (1997) 44.. 2. ÁÁ LCOOL + Furazolidona Uma reaçaã o semelhante ao disulfiram pode ocorrer em pacientes que tomam furazolidona se beberem aí lcool. Yudkin J. Life Sci (2000) 67. Efeito das refeiçoã es com alto teor de gordura.. Pounder RE.Helander Á. alto teor de proteíínas e alto teor de carboidrato na farmacocineí tica de uma pequena dose de etanol.. Ábaixamento induzido por alimentos dos perfis de etanol no sangue e aumento da taxa de eliminaçaã o imediatamente apoí s uma refeiçaã o. J Forensic Sci (1994) 39. em 1976.....Descobriu-se que os cafeí s da manhaã que liberam glicose a velocidades diferentes interagem com o aí lcool bebido na noite anterior para influenciar a cogniçaã o e o humor. Joä nsson KÁÅ . p.2 Um relato com origem nos fabricantes de furazolidona afirmou que. o raí pido cafeí da manhaã com glicose resultou em um sentimento mais confuso do que o cafeí da manhaã com glicose ou jejum lentamente disponíível naqueles que haviam bebido mais de 4. Em contraste. Nenhum tratamento foi dado.Miller DS.Á mesma coisa aconteceu novamente no dia seguinte depois de beber um coquetel de Martini. GD Gamble. 6.. fraqueza e tontura dentro de 10 minutos apoí s beber cerveja. Kwo PY..5 g de aí lcool foram bebidos. 43 casos de reaçaã o semelhante ao dissulfiram tinham sido relatados.1 Um homem prescrito furazolidona 100mg quatro vezes ao dia e que tomou apenas treê s doses. uma hora depois de beber 2 onças (aproximadamente 60mL) de aguardente. ÁÁ LCOOL + Dissulfiram'.. 387-92. Ocorreu em vaí rias ocasioã es e durou de 30 a 45 minutos.7 1.. Joä nsson KÁÅ .. 4. Um relato sugere que possivelmente cerca de 1 em cada 5 pode ser afetada.. Jones ÁW. um cafeí da manhaã rico em glicose rapidamente disponíível foi associado com melhor memoí ria no final da manhaã . Parece possíível que a furazolidona aja como o dissulfiram. Mecanismo Incerto...Benton D.. entretanto os pacientes devem ser avisados sobre o que pode acontecer se eles beberem aí lcool .... Br J Clin Pharmacol (1995) 40.5g de aí lcool foi bebido. Quando menos de 4. Some M. Fraser ÁG. 1084-93. Ápoí s um almoço com alta carga gliceê mica. 521 - 6. 3. dos quais 14 foram produzidos experimentalmente usando doses acima do normal de furazolidona. 5. Li TK.61). Á serotonina e o aí lcool combinados podem provocar efeitos adversos sintomas loí gicos devido ao 5-hidroxitriptofol.. Stirling JL. Rosalki SB. conjuntivite. Ramchandani VÁ.tempo: comparaçaã o da ingestaã o de etanol antes ou depois de uma refeiçaã o noturna. Behav Neurosci (2004) 118. 58 . chiado e dispneia (duraçaã o de uma hora). Jones ÁW.. 799-806.. lacrimaçaã o. um cafeí da manhaã rico em glicose lentamente disponíível resultou em melhor memoí ria. . 936-43.. Nabb S. e normalmente naã o precisam de tratamento. inibindo a atividade da acetaldeíído desidrogenase (veja '.5 g de aí lcool na noite anterior. 7. Evideê ncia clíínica Um paciente que tomou furazolidona 200mg quatro vezes ao dia apresentou queixa de rubor facial.. Efeito da composiçaã o de alimentos e alimentos na eliminaçaã o de aí lcool taxas de mortalidade em homens e mulheres saudaí veis.4 Reaçoã es deste tipo parecem ser mais desagradaí veis e possivelmente assustadoras do que seí rias. Os cafeí s da manhaã que liberam glicose em diferentes velocidades interagem com a ingestaã o anterior de aí lcool para influenciar a cogniçaã o e o humor antes e depois do almoço.. 1345-50. J Clin Pharmacol (2001) 41. Kechagias S. Efeito da ingestaã o de leite nas concentraçoã es de aí lcool no sangue. 1051. Variabilidade interindividual e intraindividual dos perfis de concentraçaã o de etanol .

2 1. 226Á. no entanto. CD de Ericsson.de uma seí rie de testes de habilidades psicomotoras relacionadas com a conduçaã o. Dirigir.. manusear maquinaria perigosa ou realizar qualquer tarefa que necessite de atençaã o e total coordenaçaã o. mas a combinaçaã o fez. enquanto o plasma e os nííveis urinaí rios foram glutetimida reduced. Efeitos colaterais produzidos pelo aí lcool em um paciente recebendo furazolidona.. J Pharm Pharmacol (1972) 24.. Ylikahri R. .. 382-6. 736–46. Gibbs D.3. Terapia antimicrobiana para a diarreí ia dos viajantes.. O aí lcool naã o interage com a glutetimida na noite anterior.2 Ámbas as drogas saã o depressores do SNC e seria de esperar seus efeitos sejam tiva adi-. mecanismo. Evideê ncia clíínica. Evideê ncia clíínica.2 sobre os efeitos hemodinaê micos combinados do aí lcool e do trinitrato de glicerol daã o suporte a afirmaçoã es anteriores de que o uso concomitante aumenta o risco de hipotensaã o exacerbada e desmaios.Kolodny ÁL... Naã o haí evideê ncia de um efeito de ressaca.Kupari M.. que poderia resultar em uma interaçaã o com o aí lcool no dia seguinte. Interaçoã es de glutetimida e fenobarbitona com etanol no homem.. mecanismo. Galindo E.1 Sugere-se que essa suscetibilidade aumentada aà hipotensaã o postural naã o deve impedir que os pacientes usem glicinil-trinitrato se quiserem Beber aí lcool. Efeito do tratamento subagudo com hipnoí ticos. sozinho ou em combinaçaã o com o aí lcool. nas habilidades psicomotoras relacionadas aà conduçaã o. Reves RR. Ácta Pharmacol Toxicol (Copenh) (1976) 38. Rev Infect Dis (1986) 8.. Curry SH.DuPont HL. 382-92..e dedo tocando) deficieê ncia era maior apoí s sozinho glutetimida e reduzida pela presença de alcohol. os pacientes devem ser alertados sobre os provaí veis resultados de tomar glutetimida e aí lcool juntos. 4. 2.Ábrams J. os nííveis de aí lcool no sangue foram levantadas uma meí dia de 11% por glutetimida. (Eaton Laboratories..1. 64 Capíítulo 3 3. Binns TB..) Propriedades quimioterapeê uticas de nitrofuranos proeminentes...1 Em contraste.. No entanto. Md State Med J (1962) 11.. Schroeder K.4 Seus efeitos vasodilatadores5 parecem ser aditivos. importaê ncia e gerenciamento Os resultados dos estudos1. O maior efeito foi observado quando o trinitrato de glicerila foi tomado uma hora ou mais depois de começar a ingerir aí lcool.. Potencialmente efeitos adversos da nitroglicerina sublingual durante o consumo de aí lcool. um estudo mais tarde descobriu que glutetimida naã o subjectiva ou objectiva prejudicar o ance desem. e naã o interagir com o aí lcool dada na manhaã seguinte aà glutetimida dose. Áçaã o anti-hipertensiva do agente antimicrobiano furazolidona. ÁÁ LCOOL + Glutetimida Á combinaçaã o de glutetimida e aí lcool resulta em maior comprometimento em alguns testes psicomotores. Chamberlain RE..Mould GP. 325-36. 1. O aí lcool intensifica os efeitos hemodinaê micos da nitroglicerina? Clin Cardiol (1984) 7. S217-S222. poderaí tornar-se mais difíícil e perigosa. 894-9. Calesnick B. Heikkilaä J. Norwich Pharmacal Co. J Ántimicrob Chemother (1976) 2... 2. ÁÁ LCOOL + Trinitrato de glicerilo (nitroglicerina) Os pacientes que tomam trinitrato de gliceril enquanto bebem podem sentir-se tontos e fracos. (Suppl 2).. nos outros dois testes (tracking Cacy efi.1 Nem glutetimida nem aí lcool tempos de reacçaã o sozinho prejudicada significativamente.. sentar ou deitar).. 2. importaê ncia e gerenciamento Numa seí rie de estudos. . mas melhora em outros.. Linnoila M.. 248.. J Ám Coll Cardiol (1990) 15. mas eles devem ser alertados sobre os possííveis efeitos e saber o que fazer se sentirem tontura e desmaio (isto eí . Á informaçaã o eí limitada e um pouco contraditoí ria. Ám J Med Sci (1958) 236. 59 . V Raizada..Saario I.

Ánn Emerg Med (1994) 24. diarreí ia.. . Reacçoã es indesejaí veis aos agentes antimicrobianos. abuso e limitaçoã es da griseofulvina. Outro4 afirma que esse efeito foi observado em um nuí mero muito pequeno de pacientes. Importaê ncia e gerenciamento Á documentaçaã o eí extremamente esparsa. e dentro de 30 a 60 minutos desenvolveu uma reaçaã o severa tipo dissulfiram (rubor. 2005..9%. Terapia com griseofulvina de micoses superficiais. ÁÁ LCOOL + Griseofulvina Um relato de caso isolado descreve uma reaçaã o muito severa do tipo disulfiram quando um homem tomando griseofulvina bebeu uma lata de cerveja. 680– 6. que se dizia ser taã o grave que o medicamento foi interrompido.Á reaçaã o tipo disulfiram descrita foi excepcionalmente severa. voê mito. Evideê ncia clíínica Um homem tomou 500mg de griseofulvina diariamente por cerca de 2 semanas sem problemas. 750-3. Vukov LF..... Efeitos do aí lcool e nitroglicerina nas respostas vasculares no homem. Fuhrman DL. Subsequentemente ele bebeu uma lata de cerveja..Shafer N. Mo Med (1960) 57.. Drogas e o coraçaã o. tomou a dose habitual de griseofulvin cerca de uma hora depois. Ele foi tratado com sucesso com cloreto de soí dio intravenoso a 0.2 Tem sido sugerido que a griseofulvina pode aumentar os efeitos do aí lcool.. 4...Opie LH. Pedinol Pharmacal Inc.. mas pode ser prudente alertar os pacientes sobre os possííveis efeitos. Nitratos Lancet (1980) i. o que parece sugerir que interaçoã es adversas entre aí lcool e griseofulvina saã o incomuns.Simon HJ. Roth GM. 4. O uso concomitante naã o precisa ser evitado..Fett DL.. 111-34.. 5. 211-22. Mecanismo Naã o entendido.61).. naí usea severa. Informaçoã es sobre prescriçaã o dos EUÁ. .. Randz LÁ. 1169. produzindo efeitos adversos como taquicardia e flush.5 1. Ángiology (1971) 22. 2. Á reaçaã o descrita acima pode possivelmente ter a mesma base farmacoloí gica que a reaçaã o dissulfiram / aí lcool (veja 'Álcohol + Disulfiram'. p. Álguns outros mostraram aumento dos efeitos do aí lcool. 3. Um deles descreve3 um homem que tinha uma toleraê ncia diminuíída ao aí lcool e instabilidade emocional manifestada pelo choro e nervosismo... N Engl J Med (1965) 273.3. Beber pode piorar a doença 60 . dopamina e prometazina intramuscular. Drowns BV. potaí ssio. Ántibiot Ánnu (1959–60) 7. Hipotensaã o devido aà nitroglicerina combinada com aí lcool.. o ataque produziu os mesmos efeitos. Ánnu Rev Med (1961) 12. Állison RD.. Uso. II. Kraner JC. 1473–6.. Um caso incomum de interaçaã o grave com griseofulvina. mas as descriçoã es dessa resposta saã o muito breves. Gris-PEG (Griseofulvina).1 Outro caso isolado de rubor e taquicardia atribuíído ao uso concomitante de aí lcool e griseofulvina tambeí m foi descrito... outros relatam que naã o ocorre interaçaã o significativa.. ÁÁ LCOOL + antagonistas dos receptores H2 Embora alguns estudos tenham descoberto que os nííveis de aí lcool no sangue podem ser aumentados ateí certo ponto naqueles que tomam alguns antagonistas dos receptores H2 e possivelmente permanecem elevados por mais tempo que o normal. mas naã o fornece mais informaçoã es. Robinson MM. 5.. hipotensaã o e parestesias de todas as extremidades ). Dennie CC. Outro relato isolado aponta rubor e taquicardia. O fabricante adverte que os efeitos do aí lcool podem ser potencializados pela griseofulvina... 95-7.

8%.3% (75.4 Um estudo em 6 indivííduos saudaí veis tambeí m descobriu que a cimetidina 400mg duas vezes ao dia por aproximadamente em aproximadamente dobrou a ÁUC apoí s um uí nico 0. e as ÁUCs aos 120 minutos aumentaram 25%. enquanto a ranitidina elevou os nííveis em cerca de 50% .5 g / kg de aí lcool antes e depois de 400 mg de cimetidina duas vezes ao dia.10 Em contraste. outro em 6 indivííduos saudaí veis que receberam cimetidina 1g diariamente por 14 dias e o uí ltimo em 10 indivííduos saudaí veis que receberam cimetidina 400mg duas vezes ao dia ou ranitidina 150mg duas vezes ao dia. respectivamente. Á hipoglicemia associada ao aí lcool pode ser aumentada pelos antagonistas dos receptores H2. todos tomados por 7 dias. nizatidina 300mg ou ranitidina 300mg aumentaram os nííveis de aí lcool no sangue em 45min em 26% (de 75. eo tempo que os nííveis sanguííneos permaneceram acima a marca de 80mg% (o limite legal de conduçaã o em alguns paííses) foi prolongada em cerca de um terço.5 para 95.12 Vaí rios outros estudos tambeí m descobriram que naã o ocorre interaçaã o significativa entre cimetidina. Os sujeitos avaliaram-se mais intoxicados enquanto tomam cimetidina e aí lcool do que com aí lcool isoladamente.15 g / kg de aí lcool em intervalos de 45 minutos. famotidina.6 Um estudo em indivííduos que receberam 0.5 para 88. outro estudo descobriu que uma combinaçaã o de clorfenamina (que bloqueia os receptores H1) e cimetidina reduz a taxa de absorçaã o e os nííveis maí ximos de aí lcool no sangue e suprime o rubor causado pelo aí lcool.gastrointestinal aà qual esses antagonistas dos receptores H2 estaã o sendo administrados.7 mg%) e 3. 20% e 9.5% (de 75. ranitidina 150 mg duas vezes ao dia ou famodidina 40 mg uma vez ao dia. Os nííveis atingidos foram associados com o comprometimento psicomotor. c) Hipoglicemia Um estudo em 10 indivííduos saudaí veis que receberam 0. outro estudo constatou que a cimetidina quase dobrou os nííveis de alcoolemia.g / kg de dose oral de aí lcool e elevou os nííveis maí ximos de aí lcool em cerca de 33%. 17. niquetina e ranitidina.5 Um estudo adicional em indivííduos saudaí veis que receberam cimetidina ou ranitidina por apenas 2 dias constatou que os nííveis maí ximos de aí lcool no plasma aumentaram em 17% e 28%. Evideê ncia clíínica (a) Evideê ncia de uma interaçaã o Um estudo duplo-cego em 6 indivííduos saudaí veis descobriu que a cimetidina 300 mg quatro vezes ao dia durante 7 dias aumentou os picos de aí lcool no plasma de 0. Um estudo foi realizado em 6 indivííduos saudaí veis que receberam doses uí nicas de 400 mg de cimetidina. O efeito foi especialmente marcado pela famotidina.8g / kg em cerca de 12% (de 146 para 163mg%) e aumentou a ÁUC em cerca de 7%. Cada um dos sujeitos disse que se sentiam mais embriagados depois de tomar cimetidina ou nizatidina. teê m efeitos similares na absorçaã o do aí lcool pela citidina. a ranitidina 150mg duas vezes ao dia por 7 dias aumentou consideravelmente os nííveis de aí lcool no sangue e os altos nííveis persistiram por mais tempo nos bebedores sociais (com substancial metabolismo de primeira passagem) recebendo 4 bebidas de 0.1 Um estudo essencialmente similar2. constatou que a hipoglicemia apoí s ingestaã o treê s antago. a cimetidina aumentou os nííveis sanguííneos de pequenas bebidas repetidas de aí lcool em um grau maior do que o que ocorreu apoí s uma dose uí nica equivalente. respectivamente.nistas do receptor H2.75g / kg de aí lcool descobriu que doses uí nicas de cimetidina 800mg. nizatidina ou ranitidina e vaí rias bebidas alcooí licas diferentes (dose baixa a alta).9 Da mesma forma. No entanto.2mg%).11 (b) Evideê ncia de naã o interaçaã o Os fabricantes de cimetidina teê m no arquivo treê s estudos naã o publicados que naã o encontraram nenhuma evideê ncia que sugira que a cimetidina ou a ranitidina aumentem significativamente os nííveis sanguííneos de aí lcool.5 a 78mg%).8 Em indivííduos com metabolismo de primeira passagem substancial de aí lcool. mas naã o pela ranitidina.3 encontrou que os nííveis de aí lcool no sangue foram aumentados em 17% (de 73 para 86mg%) pela cimetidina. com o estoê mago vazio ou apoí s a ingestaã o.15. respectivamente. Naã o foram observadas alteraçoã es quando o aí lcool foi administrado por via intravenosa.27 61 .7 Outro relato menciona brevemente que ambos.

Rodamilans M. Holt S. pois implica que uma interaçaã o significativa com os antagonistas dos receptores H2 seria mais provaí vel com menores quantidades de aí lcool. 83-6. 760. Roine R.Árora S. Boä sche J.DiPadova C. 4. 6. Czygan P. como o jejum. Boä sche J. naã o haí motivos suficientes para justificar ÁÁ lcool 65 al aviso sobre aí lcool e antagonistas dos receptores H2. Frezza M. nííveis aà queles associados ao comprometimento das habilidades psicomotoras. JÁMÁ (1982) 247. 1231–4. 2819–21. Álcohol Clin Exp Res (1991) 15. Lieber CS. Lancet (1983) i. haí algumas evideê ncias de que os antagonistas dos receptores H210. Á maioria dos estudos avaliando a interaçaã o de antagonistas do receptor H2 com maiores quantidades de aí lcool naã o encontrou interaçaã o. Efeitos da cimetidina na eliminaçaã o e açoã es do aí lcool. 1066-8. ateí agora. Revisoã es extensas dos dados concluííram que a interaçaã o eí .32. Gastroenterology (1989) 96. 1. Baraona E. Guram M. Simon B.Mecanismo Parece que os antagonistas do receptor H2 interagindo inibem a atividade da aí lcool desidrogenase (ÁDH) na mucosa gaí strica. Áumento significativo de aí lcool no sangue pela cimetidina apoí s Beber repetitivo de pequenas doses de aí lcool. Gastroenterology (1989) 97. 5. a restriçaã o da ingestaã o de aí lcool pode ser prudente. Efeitos da cimetidina no aí lcool gaí strico atividade desidrogenase e nííveis de etanol no sangue. Influeê ncia da cimetidina e ranitidina no etanol farmacocineí tica. Gugler R. portanto. Áust NZJ Med (1985) 15. Os nííveis de aí lcool aumentam nos bebedores sociais que recebem 62 . 10. Czygan P. 1084-5.Caballeria J. Lieber CS. No entanto.Feely J. 7. elevando assim os nííveis28-32. clinicamente insignificante. Veith S. Cimetidina e absorçaã o de aí lcool. 3. Kommerell B. Álcohol Clin Exp Res (1995) 19. Interaçoã es in vivo entre os antagonistas dos receptores H2 e o metabolismo do etanol no homem e em ratos. Hepatologia (1984) 4. o alcoolismo croê nico e o sexo feminino tambeí m podem afetar o resultado. Simon B. Comercialmente B. mas naã o da ranitidina. 9. JÁMÁ (1992) 267.Gupta ÁM. Baraona E. 2. Lieber CS. 388-92. Lieber CS. 1083-7.Seitz HK. O efeito hipogliceê mico naã o eí considerado devido aos efeitos sobre a absorçaã o de aí lcool. Jones DB.36-38 Em condiçoã es que imitam o consumo social. 8. 359-60.Seitz HK. Howden CW. de forma que mais aí lcool passa sem ser metabolizado na circulaçaã o. Áumento do níível de etanol no sangue depois da cimetidina. Gentry T. Veith S. Madeira ÁJJ.33. Palmer RH.9. Efeitos da ranitidina nos nííveis de aí lcool no sangue apoí s a ingestaã o de etanol: comparaçaã o com outros antagonistas dos receptores H2. Mais evideê ncias para uma interaçaã o entre o aí lcool e certos antagonistas do receptor H2. em geral. Baraona E.27 ou naã o26 aumentam o consumo de aí lcool no sangue. No entanto. Importaê ncia e gerenciamento Os resultados contrastantes e aparentemente contraditoí rios citados aqui mostram claramente que essa interaçaã o naã o estaí de forma alguma estabelecida. O metabolismo do aí lcool. observe que muitas das condiçoã es para as quais os antagonistas dos receptores H2 saã o usados podem piorar com o aí lcool.Webster LK. Baraona E. Smallwood RÁ. Á diminuiçaã o do metabolismo de primeira passagem com quantidades crescentes de aí lcool poderia explicar isso.33 Outros fatores que afetam o primeiro. mas pode ser um efeito dos antagonistas dos receptores H2 no metabolismo da glicose.

Valentini M. Mills JG. Lacey LF. Ántagonistas dos receptores H2 da histamina e nííveis de aí lcool no sangue. Szczepanik Z. Falta de efeito dos antagonistas dos receptores H2 na farmacocineí tica do aí lcool consumido apoí s a refeiçaã o na hora do almoço. James OFW. M Hudson. Sawyerr ÁM. 371-4. Sawyerr ÁM. Spannuth F.Tanaka E. Bostroä m H. Pastorino Á. Powell JR. Becker S.Pipkin GÁ. Á190. 26. Eur J Clin Pharmacol (1992) 42. Áliment Pharmacol Ther (1998) 12. 27. 15.6 g kg-1). Wood JR. Pounder RE.Bye Á. 141-5. Hudson M.Fraser ÁG. 746-9. 263-72. Áliment Pharmacol Ther (1991) 5.Tan OT. Á ranitidina naã o tem efeito sobre a absorçaã o poí s-prandial de aí lcool (0. 35-7. Melhora da hipoglicemia induzida pelo aí lcool por antagonistas do receptor H2. Br J Clin Pharmacol (1988) 26. Jones.Dobrilla G. Escavaçaã o Dis Sci (1988) 33. Gupta S. na capacidade psicomotora e funçaã o cognitiva. Gaylarde PM. Valpara P. Br J Clin Pharmacol (1994) 37. Hein B. Caballeríía J. Lao B. 12. 43-7. 23. 16. 14ª John KI. Rosalki SB.15. Á ranitidina afeta as concentraçoã es de aí lcool no sangue? Pharma macotherapy (1994) 14. metabolismo de primeira passagem ou aí rea sob a curva do tempo – etanol sob condiçoã es de consumo “reais”. Joä nsson K-ÁÅ . Comunicaçaã o pessoal. Smith Kline e franceê s. 647-52. 96-9. cimetidina e ranitidina na farmacocineí tica do etanol em voluntaí rios do sexo masculino em jejum. cantor MV. Omeprazol. Árzneimittelforschung (1984) 34. Efeito do receptor H2 da histamina antagonistas dos nííveis de aí lcool no sangue.3. Ándersson T. Goebell H. Prewett EJ. Gastroenterology (1988) 94. 21. Cantor MV.8 g / kg. Influeê ncia da cimetidina na degradaçaã o e no efeito de ÁÁ lcool. 20. Sawyerr ÁM. com e sem aí lcool. 19. Fenzl E. a cimetidina e a famotidina naã o teê m efeito sobre a absorçaã o poí s-prandial de etanol a 0. 24. cimetidina ou famotidina na baixa dose de absorçaã o de aí lcool poí s-prandial. 129-33. Rosalki SB.6 g / kg) apoí s uma refeiçaã o noturna. Muszyní ski J. Gilburt S. Nakamura K. 28. Walt RP. 209-12. 0. Áliment Pharmacol Ther (1992) 6. Á ranitidina. 22. 734-6. Szutowski M.itidina. M Hudson. 25-32. fevereiro de 1989. ranitidina e cimetidina naã o teê m efeito sobre as concentraçoã es picos de etanol no sangue. Braithwaite R. 25. Efeitos dos antagonistas dos receptores H2 no metabolismo do etanol em Japa nese voluntaí rios. Rosalki SB.Hindmarch I. Á falta de efeitos no SNC da nizatidina. Czyzż yca. Holtmann G. Árzneimittelforschung (1997) 47. Efeito do cloridrato de ranitidina (150 mg duas vezes por dia) na farmacocineí tica de doses crescentes de etanol (0. Piazzi L.. Hum Psychopharmacol (1990) 5. Smith M. Tilsey C. O metabolismo do etanol eí afetado pela administraçaã o oral de cimetidina e ranitidina em doses terapeê uticas? Hepatogastroenterology (1984) 31. 0. Sarkany I. Gibson GJ.Fraser ÁG. Comberlato M. Langman MJS. Knop D. Á falta de efeito do omeprazol. 767-8. 11. (abs) 18. Hale KÁ. 693-700. Pretis G. Ám J Gastroenterol (2000) 95.Brown ÁSJM. Kendall MJ. Prewett EJ. JP Payne. ÁW. Chilovi F. 13. Br J Dermatol (1982) 107. Interaçoã es entre aí lcool e enzimas de metabolizaçaã o gaí strica: implicaçaã o praí tica 63 . O efeito da ranitidina.Holtmann G. Pounder RE. 17. Pounder RE.Fraser ÁG. Stafford TJ. 273-81. apoí s a refeiçaã o noturna. Br J Clin Pharmacol (1996) 41. 208-13. Eur J Gastroenterol Hepatol (1992) 4. Supressaã o da lavagem induzida pelo aí lcool por uma combinaçaã o de antagonistas da histamina H1 e H2.

Ginseng O ginseng aumenta a depuraçaã o do aí lcool e reduz os nííveis de aí lcool no sangue.11 (b) Evideê ncia de naã o interaçaã o Os fabricantes de cimetidina teê m no arquivo treê s estudos naã o publicados que naã o encontraram nenhuma 64 . Burnham D. 351-57. Ánn Pharmacother (2001) 35..7 Outro relato menciona brevemente que ambos. Lieber CS. 30.8 Em indivííduos com metabolismo de primeira passagem substancial de aí lcool.. Berlin JÁ. James OFW.15 g / kg de aí lcool em intervalos de 45 minutos.9 Da mesma forma. niquetina e ranitidina.5 a 78mg%). Áliment Pharmacol Ther (1993) 7.Fiatarone JR. e as ÁUCs aos 120 minutos aumentaram 25%.5% (de 75.Fraser ÁG. J Gen Intern Med (1998) 13. 123-145.. Clin Ther (1991) 13. . 413–17. Levitt MD. James OFW. nizatidina 300mg ou ranitidina 300mg aumentaram os nííveis de aí lcool no sangue em 45min em 26% (de 75.5 para 88. Lieber CS.. Ártigo de revisaã o: falta de significado clíínico da interaçaã o entre os antagonistas dos receptores H2 e o etanol. 35. Ánwar N. Kelly P. Bennett MK.Caballeríía J.3% (75. Baraona E. Dia CP. 31. a ranitidina 150mg duas vezes ao dia por 7 dias aumentou consideravelmente os nííveis de aí lcool no sangue e os altos nííveis persistiram por mais tempo nos bebedores sociais (com substancial metabolismo de primeira passagem) recebendo 4 bebidas de 0. 918-24. 37. respectivamente. outro estudo descobriu que uma combinaçaã o de clorfenamina (que bloqueia os receptores H1) e cimetidina reduz a taxa de absorçaã o e os nííveis maí ximos de aí lcool no sangue e suprime o rubor causado pelo aí lcool.. Intestino (1995) 37.Ámir I. Efeito dos antagonistas dos receptores da histamina-2 nos nííveis de aí lcool no sangue: uma meta-anaí lise.. 131-8. Kelly PJ. Á ranitidina aumenta a biodisponibilidade do etanol poí s-prandial pela reduçaã o do metabolismo de primeira passagem. 38. Dig Dis (1994) 12..caçoã es. Á594. 17. 36. Biodisponibilidade do aí lcool: papel do metabolismo gaí strico e sua interaçaã o com outras drogas..2mg%). Efeitos dos antagonistas dos receptores H2 na atividade da aí lcool desidrogenase gaí strica. 33. Lieber CS. a cimetidina aumentou os nííveis sanguííneos de pequenas bebidas repetidas de aí lcool em um grau maior do que o que ocorreu apoí s uma dose uí nica equivalente.. 271-80.Baraona E. Baraona E. teê m efeitos similares na absorçaã o do aí lcool pela citidina. respectivamente. 511-18.. Weinberg DS. Doering PL. 20% e 9. H2-antagonistas e aí lcool: Eles interagem? Drug Safety (1994) 10. 29.. Fiaterone JR. Cada um dos sujeitos disse que se sentiam mais embriagados depois de tomar cimetidina ou nizatidina.. Gut (1991) 32. 34. mas naã o gastrite ou sexo feminino reduz o metabolismo de primeira passagem do etanol. Life Sci (1996) 58. Um estudo em indivííduos que receberam 0. 1673-9.Brown ÁSJM. ÁÁ LCOOL + Medicamentos fitoteraí picos.8%. Existe uma interaçaã o entre antagonistas de H2 e aí lcool? Droga de Metabol de Droga Interact (1998) 14..Gugler R. 511-20. 32. Bennett MK.10 Em contraste..7 mg%) e 3. Monroe ML. Á ranitidina aumenta a biodisponibilidade da embebiçaã o aí lcool acelerando o esvaziamento gaí strico. Hernaí ndez-Munã oz R.75g / kg de aí lcool descobriu que doses uí nicas de cimetidina 800mg.5 para 95. Ranitidina. 594-9. Dig Dis Sci (1991) 36. Rodeí s J. Efeito de medicamentos comuns de venda livre sobre o aí lcool no sangue nííveis. Deulofeu R. Gentry RT. Os nííveis atingidos foram associados com o comprometimento psicomotor.

O metabolismo do aí lcool. pois implica que uma interaçaã o significativa com os antagonistas dos receptores H2 seria mais provaí vel com menores quantidades de aí lcool. c) Hipoglicemia Um estudo em 10 indivííduos saudaí veis que receberam 0. nizatidina ou ranitidina e vaí rias bebidas alcooí licas diferentes (dose baixa a alta). No entanto. ranitidina 150 mg duas vezes ao dia ou famodidina 40 mg uma vez ao dia. ateí agora. Madeira ÁJJ.33 Outros fatores que afetam o primeiro. constatou que a hipoglicemia apoí s ingestaã o treê s antago. O efeito hipogliceê mico naã o eí considerado devido aos efeitos sobre a absorçaã o de aí lcool.33. Comercialmente B. 1. 3. Veith S. todos tomados por 7 dias. Veith S. Lieber CS. nííveis aà queles associados ao comprometimento das habilidades psicomotoras. Czygan P. famotidina. Roine R. de forma que mais aí lcool passa sem ser metabolizado na circulaçaã o.Feely J.27 Mecanismo Parece que os antagonistas do receptor H2 interagindo inibem a atividade da aí lcool desidrogenase (ÁDH) na mucosa gaí strica.32. Hepatologia (1984) 4. 760. como o jejum. JÁMÁ (1992) 267. haí algumas evideê ncias de que os antagonistas dos receptores H210. clinicamente insignificante.12 Vaí rios outros estudos tambeí m descobriram que naã o ocorre interaçaã o significativa entre cimetidina. 2. com o estoê mago vazio ou apoí s a ingestaã o.27 ou naã o26 aumentam o consumo de aí lcool no sangue. Czygan P.9. Áumento do níível de etanol no sangue depois da cimetidina. Revisoã es extensas dos dados concluííram que a interaçaã o eí . Simon B. 4. Lancet (1983) i.nistas do receptor H2.evideê ncia que sugira que a cimetidina ou a ranitidina aumentem significativamente os nííveis sanguííneos de aí lcool. Gugler R. observe que muitas das condiçoã es para as quais os antagonistas dos receptores H2 saã o usados podem piorar com o aí lcool. Um estudo foi realizado em 6 indivííduos saudaí veis que receberam doses uí nicas de 400 mg de cimetidina.DiPadova C.Seitz HK. Efeitos da cimetidina na eliminaçaã o e açoã es do aí lcool. Importaê ncia e gerenciamento Os resultados contrastantes e aparentemente contraditoí rios citados aqui mostram claramente que essa interaçaã o naã o estaí de forma alguma estabelecida. Simon B. outro em 6 indivííduos saudaí veis que receberam cimetidina 1g diariamente por 14 dias e o uí ltimo em 10 indivííduos saudaí veis que receberam cimetidina 400mg duas vezes ao dia ou ranitidina 150mg duas vezes ao dia. Efeitos da ranitidina nos nííveis de aí lcool no sangue apoí s a ingestaã o de etanol: comparaçaã o com outros antagonistas dos receptores H2.Seitz HK. Boä sche J.36-38 Em condiçoã es que imitam o consumo social. Gentry T. O efeito foi especialmente marcado pela famotidina. 83-6.5 g / kg de aí lcool antes e depois de 400 mg de cimetidina duas vezes ao dia. Interaçoã es in vivo entre os antagonistas dos receptores H2 e o metabolismo do etanol no homem e em ratos. mas pode ser um efeito dos antagonistas dos receptores H2 no metabolismo da glicose. 65 . elevando assim os nííveis28-32. em geral. Baraona E. 2819–21. JÁMÁ (1982) 247. Á diminuiçaã o do metabolismo de primeira passagem com quantidades crescentes de aí lcool poderia explicar isso. naã o haí motivos suficientes para justificar ÁÁ lcool 65 al aviso sobre aí lcool e antagonistas dos receptores H2. Á maioria dos estudos avaliando a interaçaã o de antagonistas do receptor H2 com maiores quantidades de aí lcool naã o encontrou interaçaã o. 1231–4. Kommerell B. portanto. Frezza M. a restriçaã o da ingestaã o de aí lcool pode ser prudente. o alcoolismo croê nico e o sexo feminino tambeí m podem afetar o resultado. mas naã o da ranitidina. No entanto. Boä sche J.

16. Pastorino Á. Hein B.Webster LK. Becker S. ÁW. Lieber CS. Rosalki SB. 9. Cimetidina e absorçaã o de aí lcool. Br J Clin Pharmacol (1994) 37. Áust NZJ Med (1985) 15. Á ranitidina. 693-700. Sawyerr ÁM.Tanaka E. Goebell H. 1066-8. Falta de efeito dos antagonistas dos receptores H2 na farmacocineí tica do aí lcool consumido apoí s a refeiçaã o na hora do almoço. JP Payne.Pipkin GÁ. Á ranitidina naã o tem efeito sobre a absorçaã o poí s-prandial de aí lcool (0. Efeito do receptor H2 da histamina antagonistas dos nííveis de aí lcool no sangue. 23. Rosalki SB. Prewett EJ. 1084-5. 1083-7. Pretis G. Influeê ncia da cimetidina na degradaçaã o e no efeito de ÁÁ lcool. Palmer RH. Hale KÁ. Stafford TJ. Jones DB.Fraser ÁG. Sarkany I. Baraona E. 14ª John KI. Braithwaite R. Ám J Gastroenterol (2000) 95. a cimetidina e a famotidina naã o teê m efeito sobre a absorçaã o poí s-prandial de etanol a 0. Kendall MJ. 767-8. 43-7. 17. 209-12. Rosalki SB. 6. 371-4. 359-60.Árora S. 208-13. Escavaçaã o Dis Sci (1988) 33. Joä nsson K-ÁÅ . Walt RP. Árzneimittelforschung (1984) 34. Gaylarde PM. Smith M. Chilovi F. Cantor MV. 11. 734-6. Lieber CS. Á ranitidina afeta as concentraçoã es de aí lcool no sangue? Pharma 66 . Prewett EJ. Wood JR.Tan OT. cantor MV. Jones.5. cimetidina e ranitidina na farmacocineí tica do etanol em voluntaí rios do sexo masculino em jejum. Baraona E.Holtmann G.Fraser ÁG. Smallwood RÁ. Baraona E. Langman MJS. 647-52. O efeito da ranitidina. Smith Kline e franceê s. Guram M. apoí s a refeiçaã o noturna. 12. Gibson GJ. Ándersson T. Knop D.8 g / kg. Gastroenterology (1989) 96. 10. Eur J Clin Pharmacol (1992) 42.Dobrilla G.Caballeria J. Spannuth F. Mais evideê ncias para uma interaçaã o entre o aí lcool e certos antagonistas do receptor H2. Lieber CS. M Hudson. Holt S. 8. Piazzi L. 388-92. Pounder RE. Mills JG. Comberlato M. Holtmann G. 96-9. Pounder RE. Efeitos dos antagonistas dos receptores H2 no metabolismo do etanol em Japa nese voluntaí rios. Tilsey C. Á falta de efeito do omeprazol. Eur J Gastroenterol Hepatol (1992) 4. Fenzl E. Áliment Pharmacol Ther (1991) 5. 15. 22. 20. Supressaã o da lavagem induzida pelo aí lcool por uma combinaçaã o de antagonistas da histamina H1 e H2.. Br J Clin Pharmacol (1988) 26. Sawyerr ÁM. Álcohol Clin Exp Res (1995) 19. Br J Dermatol (1982) 107. Comunicaçaã o pessoal. Howden CW. Hudson M. O metabolismo do etanol eí afetado pela administraçaã o oral de cimetidina e ranitidina em doses terapeê uticas? Hepatogastroenterology (1984) 31. (abs) 18. Áliment Pharmacol Ther (1992) 6. Á190. 7. Álcohol Clin Exp Res (1991) 15. 21. Gastroenterology (1989) 97. Os nííveis de aí lcool aumentam nos bebedores sociais que recebem itidina. Áumento significativo de aí lcool no sangue pela cimetidina apoí s Beber repetitivo de pequenas doses de aí lcool. Rodamilans M.6 g / kg) apoí s uma refeiçaã o noturna. Valentini M. fevereiro de 1989. 35-7. Gastroenterology (1988) 94. cimetidina ou famotidina na baixa dose de absorçaã o de aí lcool poí s-prandial.Fraser ÁG. 263-72. M Hudson. 19. Influeê ncia da cimetidina e ranitidina no etanol farmacocineí tica. Ántagonistas dos receptores H2 da histamina e nííveis de aí lcool no sangue. 13. Bostroä m H.Gupta ÁM. Sawyerr ÁM. Efeitos da cimetidina no aí lcool gaí strico atividade desidrogenase e nííveis de etanol no sangue. Pounder RE. Valpara P. Nakamura K.

Weinberg DS. 131-8. Hernaí ndez-Munã oz R. Dig Dis (1994) 12.. Deulofeu R. Ás bebidas alcooí licas aumentam a disponibilidade de 67 . Gentry RT. como hipotensaã o postural. Muszyní ski J.3. Szutowski M. Efeito dos antagonistas dos receptores da histamina-2 nos nííveis de aí lcool no sangue: uma meta-anaí lise. 25-32. 32. Lieber CS. metabolismo de primeira passagem ou aí rea sob a curva do tempo – etanol sob condiçoã es de consumo “reais”. 129-33.. Br J Clin Pharmacol (1996) 41. 1673-9. isso pode ser mais um problema naqueles com doença cardííaca preí -existente. Bennett MK. Efeitos dos antagonistas dos receptores H2 na atividade da aí lcool desidrogenase gaí strica. James OFW. Gupta S. Burnham D. 141-5. ÁÁ LCOOL + Medicamentos fitoteraí picos. Rodeí s J. 1. Czyzż yca. Áliment Pharmacol Ther (1998) 12. Lieber CS. H2-antagonistas e aí lcool: Eles interagem? Drug Safety (1994) 10. 0..Brown ÁSJM. 35.. Interaçoã es entre aí lcool e enzimas de metabolizaçaã o gaí strica: implicaçaã o praí tica caçoã es. Á falta de efeitos no SNC da nizatidina. 28.. Lieber CS.. Baraona E. Efeito do cloridrato de ranitidina (150 mg duas vezes por dia) na farmacocineí tica de doses crescentes de etanol (0. Szczepanik Z. Fiaterone JR. 31. 34. 27. Hum Psychopharmacol (1990) 5.. Ginseng O ginseng aumenta a depuraçaã o do aí lcool e reduz os nííveis de aí lcool no sangue. Árzneimittelforschung (1997) 47. 38...macotherapy (1994) 14. Á ranitidina aumenta a biodisponibilidade da embebiçaã o aí lcool acelerando o esvaziamento gaí strico. 33. na capacidade psicomotora e funçaã o cognitiva. James OFW. naã o saã o problemaí ticos. Kelly P.15.Brown ÁSJM. Baraona E. Efeito de medicamentos comuns de venda livre sobre o aí lcool no sangue nííveis. 29. Gut (1991) 32. Ánn Pharmacother (2001) 35. Lacey LF. Caballeríía J.Fraser ÁG.Hindmarch I. 271-80. 273-81.6 g kg-1). 24. Monroe ML. 511-18. Doering PL. Existe uma interaçaã o entre antagonistas de H2 e aí lcool? Droga de Metabol de Droga Interact (1998) 14. 37. Kelly PJ. Melhora da hipoglicemia induzida pelo aí lcool por antagonistas do receptor H2.Fiatarone JR. Biodisponibilidade do aí lcool: papel do metabolismo gaí strico e sua interaçaã o com outras drogas. com e sem aí lcool. James OFW. 413–17. 351-57.. Onwujekwe EO.Gugler R. Berlin JÁ. Levitt MD. Intestino (1995) 37. Life Sci (1996) 58..Baraona E. Okonkwo PO. Ánwar N. Omeprazol. Á594. Á ranitidina aumenta a biodisponibilidade do etanol poí s-prandial pela reduçaã o do metabolismo de primeira passagem. Dig Dis Sci (1991) 36. 594-9. ranitidina e cimetidina naã o teê m efeito sobre as concentraçoã es picos de etanol no sangue. 68 Capíítulo 3 se efeitos adversos.Ámir I. 0. 123-145.. Dia CP. 511-20. Ártigo de revisaã o: falta de significado clíínico da interaçaã o entre os antagonistas dos receptores H2 e o etanol. J Gen Intern Med (1998) 13.Shu PT. 30. 25.Bye Á. Áliment Pharmacol Ther (1993) 7. Gilburt S. Clin Ther (1991) 13. Lao B. 918-24. 36. 26. mas naã o gastrite ou sexo feminino reduz o metabolismo de primeira passagem do etanol... Bennett MK. Ranitidina.Caballeríía J. Powell JR. . 746-9.

mectina? Eur J Clin Pharmacol (2000) 56, 437-8.
2. Eddie G, Dingsdale Á, Helsby N. Orme MLE, Breckenridge ÁM. Á biodisponibilidade sisteê mica relativa da
ivermectina apoí s a administraçaã o como caí psula, comprimido e soluçaã o oral. Eur J Clin Pharmacol (1988) 35,
681-4.
............... ÁÁ LCOOL + Cetoconazol
Álguns casos de reaçoã es semelhantes ao disulfiram foram relatados em pacientes que ingeriram aí lcool enquanto
tomavam cetoconazol.
Evideê ncia clíínica, mecanismo, importaê ncia e gerenciamento
Um paciente (um alcooí latra), do grupo de 12 pacientes com infecçaã o por Candida ingerindo cetoconazol 200 mg
por dia, apresentou uma reaçaã o do tipo dissulfiramida (naí usea, voê mito, rubor facial) apoí s beber aí lcool.1 Naã o
foram dados detalhes adicionais. e o relatoí rio naã o diz se algum dos outros bebeu aí lcool. Uma mulher que tomava
cetoconazol 200mg diariamente desenvolvia uma reaçaã o semelhante ao disulfiram quando ingeria aí lcool.2
Outro relato descreve uma erupçaã o transitoí ria semelhante a uma queimadura de sol ou rubor na face, parte
superior do toí rax e costas de uma paciente que toma cetoconazol 200mg ao dia. beberam quantidades modestas
de vinho ou cerveja.3 Ás razoã es para as reaçoã es naã o saã o conhecidas, mas parece possíível que o cetoconazol
possa atuar como o dissulfiram e inibir a atividade da acetaldeíído desidrogenase (ver 'Álcohol + Di- sulfiram',
p.61). Á incideê ncia desta reaçaã o parece ser muito baixa (estes parecem ser os uí nicos relatoí rios) e sua
importaê ncia eí provavelmente pequena. Reaçoã es deste tipo saã o geralmente mais desagradaí veis do que graves,
com sintomas resolvidos em poucas horas.4 Naã o obstante, o fabricante aconselha evitar o uso de aí lcool durante
o uso do cetoconazol.5
1.Fazio RÁ, Wickremesinghe PC, Ársura EL. Tratamento com cetoconazol da esofagite por Candida - um estudo
prospectivo de 12 casos. Ám J Gastroenterol (1983) 78, 261-4.
2. Meyboom RHB, pai BW. Hipersensibilidade a bebidas alcooí licas durante o tratamento
com cetoconazol. Ned Tijdschr Geneeskd (1989) 133, 1463-4.
3.Magnasco ÁJ, Magnasco LD. Interaçaã o do cetoconazol e etanol. Clin Pharm (1986) 5, 522-3.
4. Comprimidos Nizoral (Cetoconazol). Janssen-Cilag Ltd. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto,
outubro de 2006.
5. Comprimidos Nizoral (Cetoconazol). Janssen-Cilag Ltd. UK Folheto de informaçaã o ao paciente, outubro de
2006.
............... ÁÁ LCOOL + líítio
Álgumas evideê ncias limitadas sugerem que o carbonato de líítio combinado ao aí lcool pode tornar a conduçaã o
mais perigosa.
Evideê ncia clíínica, mecanismo, importaê ncia e gerenciamento
Em 9 de 10 indivuos saudeis, o cool 0,5 g / kg elevou os neis no soro de uma dose ica de 600 mg de carbonato de
lio em 16%. Quatro sujeitos tiveram pelo menos um aumento de 25% nos nííveis de líítio. No entanto, esses
aumentos naã o foram considerados clinicamente importantes.1 Em contraste, um estudo em 20 indivííduos
saudaí veis que receberam carbonato de líítio (para atingir nííveis seí ricos de líítio de 0,75mmol / L) e aí lcool 0,5g /
kg, e que foram submetidos a vaí rios testes psicomotores (reaçaã o de escolha, coordenaçaã o, atençaã o) para avaliar
qualquer comprometimento de habilidades relacionadas aà direçaã o, indicou que o carbonato de líítio tanto
sozinho quanto com aí lcool pode aumentar o risco de um acidente.Neste estudo, o líítio naã o afetou os nííveis de
aí lcool no sangue.
1.Ánton RF, Paladino JÁ, Morton Á, Thomas RW. Efeito do consumo agudo de aí lcool em
cineí tica ium. Clin Pharmacol Ther (1985) 38, 52-5.

68

2.Linnoila M, Saario I, Maki M. Efeito do tratamento com diazepam ou líítio e aí lcool nas habilidades psicomotoras
relacionadas aà direçaã o. Eur J Clin Pharmacol (1974) 7, 337-42.
............... ÁÁ LCOOL + Mefloquina
Á mefloquina normalmente naã o parece interagir com o aí lcool, embora o aí lcool excessivo possa contribuir para
seus efeitos adversos no fíígado. Um relatoí rio isolado descreve dois incidentes de psicose grave e depressaã o em
um homem tomando mefloquina que bebeu grandes quantidades de aí lcool.
Evideê ncia clíínica, mecanismo, importaê ncia e gerenciamento
Mefloquina 250mg ou placebo foi administrada a dois grupos de 20 indivííduos saudaí veis em treê s ocasioã es, cada
dia antes de tomarem aí lcool suficiente para atingir nííveis sanguííneos de cerca de 35mg%. Á mefloquina naã o
afetou os nííveis de aí lcool no sangue, nem aumentou os efeitos do aí lcool em dois testes de conduçaã o em estradas
ou em testes psicomotores realizados em laboratoí rio. Na verdade, o grupo da mefloquina na verdade dirigia
melhor que o grupo placebo.1 Um homem de 40 anos sem histoí ria psiquiaí trica preí via tomando meflopamina
250mg semanalmente para profilaxia da malaí ria naã o teve problemas com as duas primeiras doses. No entanto,
em duas ocasioã es distintas, ao tomar a terceira e a quarta doses, ele tambeí m bebeu cerca de meio litro de uíísque,
apoí s o que desenvolveu delíírios paranoí icos graves, alucinaçoã es e tornou-se suicida. Quando parou de beber, naã o
teve mais problemas enquanto tomava doses subsequä entes de mefloquina. Ele estava acostumado a beber
grandes quantidades de aí lcool e naã o havia experimentado nenhum problema enquanto tomava previamente
proguanil e cloroquina.
O quadro geral eí que a mefloquina parece naã o piorar os efeitos psicomotores de quantidades moderadas de
aí lcool. O motivo pelo qual uma reaçaã o toí xica incomum desenvolvida em um indivííduo naã o eí conhecida, embora a
mefloquina sozinha possa aumentar o risco de eventos psiquiaí tricos.3,4 Tem sido postulado que muitos dos
efeitos adversos da mefloquina estaã o associados a danos no fíígado e insultos o fíígado, como o aí lcool e a
desidrataçaã o, pode estar relacionado ao desenvolvimento de reaçoã es adversas graves ou prolongadas aà
mefloquina. Em uma revisaã o de 516 relatos de casos publicados de efeitos adversos da mefloquina, 11 citaram o
aí lcool como um possíível fator contribuinte.4 Foi sugerido que os viajantes que tomam mefloquina devem evitar
o aí lcool, particularmente dentro de 24 horas da dose semanal de mefloquina4.
1.Vuurman EFPM, Muntjewerff ND, Uiterwijk MMC, van Veggel LMÁ, Crevoisier C, Haglund L., Kinzig M, O'Hanlon
JF. Efeitos de mefloquina sozinha e com aí lcool em desempenho psicomotor e motriz. Eur J Clin Pharmacol (1996)
50, 475-82.
2.Wittes RC, Saginur R. Reaçaã o adversa aà mefloquina associada aà ingestaã o de etanol. Med Med Ássoc J (1995)
152, 515-17.
3. van Riemsdijk MM, Sturkenboom MCJM, Pepplinkhuizen L, Stricker BHC. Á mefloquina aumenta o risco de
eventos psiquiaí tricos seí rios durante viagens ao exterior: um estudo nacional de caso-controle na Holanda. J Clin
Psychiatry (2005) 66, 199-204.
4. Croft ÁM, Herxheimer Á. Hipoí tese: efeitos adversos da droga antimalaí ria, mefloquina: devido a lesaã o hepaí tica
primaí ria com envolvimento secundaí rio da tiroí ide? BMC Public Health (2002) 2: 6.
5. Lariam (cloridrato de Mefloquina). Roche Products Ltd., Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto,
setembro de 2005.
6. Lariam (cloridrato de Mefloquina). Roche Pharmaceuticals. Informaçoã es de prescriçaã o dos EUÁ, maio de 2004.
............... ÁÁ LCOOL + Meprobamato
Os efeitos intoxicantes do aí lcool podem ser consideravelmente aumentados pela presença de doses diaí rias
normais de meprobamato. Conduzir ou manusear outras maí quinas potencialmente perigosas eí muito mais
perigoso.
Evideê ncia clíínica
Um estudo em 22 indivííduos, que me deu 400mg quatro vezes ao dia por uma semana, mostrou que com nííveis

69

de aí lcool no sangue de 50mg% seu desempenho de vaí rios testes de coordenaçaã o e julgamento foi muito mais
prejudicado do que com qualquer um dos dois medicamentos.1 Quatro dos os sujeitos estavam bastante
obviamente beê bados enquanto tomavam ambos meprobamato e aí lcool mostraram acentuada descoordenaçaã o e
desinibiçaã o social. Dois naã o podiam andar sem ajuda. Os autores dizem que esse efeito foi muito maior do que
qualquer coisa vista apenas com aí lcool.
Outros estudos confirmam essa interaçaã o, embora os efeitos pareçam ser menos pronunciados.2-6
Mecanismo
Tanto o meprobamato quanto o aí lcool saã o depressores do SNC, que parecem ter efeitos aditivos. Haí tambeí m
algumas evideê ncias de que o aí lcool pode inibir ou aumentar o metabolismo do meprobamato, dependendo se eí
tomado de forma aguda ou croê nica, mas a contribuiçaã o disso para a depressaã o aumentada do SNC eí incerta.7,8 O
meprobamato naã o parece aumentar os nííveis de aí lcool no sangue. 5
Importaê ncia e gerenciamento
Uma interaçaã o bem documentada e potencialmente seí ria. Ás doses diaí rias normais de meprobamato em
associaçaã o com nííveis de aí lcool sanguííneo relativamente moderados, bem dentro do limite legal do Reino Unido
para dirigir, podem resultar em intoxicaçaã o obviamente perigosa. Os pacientes devem ser avisados; o folheto
informativo do paciente para meprobamato diz que o aí lcool deve ser evitado.9
1.Zirkle GÁ, McÁtee OB, rei PD, Van Dyke R. Meprobamate e pequenas quantidades de aí lcool:
efeitos sobre a capacidade humana, coordenaçaã o e julgamento. JÁMÁ (1960) 173, 1823-5. 2.Reisby N, Theilgaard
Á. Á interaçaã o do aí lcool e meprobamato no homem. Ácta Psychiatr Scand (1969) 208 (Suppl), 5-204.
3. Forney RB, Hughes FW. Combinaçoã es de meprobamato, etanol ou meprobamato-etanol em
formance de sujeitos humanos sob audiofeedback atrasado (DÁF). J Psychol (1964) 57, 431-6. 4.Áshford JR,
Cobby JM. Interaçoã es medicamentosas. Os efeitos do aí lcool e meprobamato aplicados isoladamente e em
conjunto em seres humanos.III Ás concentraçoã es de aí lcool e meprobamato no sangue e seus efeitos no
desempenho; aplicaçaã o de modelos matemaí ticos. J ÁÁ lcool Stud
(1975) (Supl 7), pp. 140–61.
5.Cobby JM, Áshford JR. Interaçoã es medicamentosas. Os efeitos do aí lcool e meprobamato aplicados isoladamente
e em conjunto em seres humanos. IV. Ás concentraçoã es de aí lcool e meprobamato no sangue. J Stud Álcohol
(1975) (Suplemento 7), 162-76.
6.Áshford JR, carpinteiro JÁ. Interaçoã es medicamentosas. O efeito do aí lcool e meprobamato aplicado
isoladamente e em conjunto em seres humanos. V. Resumo e conclusoã es. J Stud Álcohol (1975) (Supl 7), 177-87.
7. Misra PS, Lefeà vre Á, Ishii H, Rubin E, Lieber CS. Áumento do metabolismo do etanol, meprobamato e
pentobarbital apoí s administraçaã o croê nica de etanol no homem e em ratos. Ám J Med
(1971) 51, 346–51.
8.Rubina E, Gangue H, Misra PS, Lieber CS. Inibiçaã o do metabolismo de drogas por intoxicaçaã o aguda por etanol:
um mecanismo microssomal hepaí tico. Ám J Med (1970) 49, 801-6.
9. Meprobamate. Geê nero Farmaceê utico. Folheto de informaçoã es ao paciente do Reino Unido, setembro de 2004.
............... ÁÁ LCOOL + Mercaptopurina
O aí lcool foi tolerado em pacientes que receberam mercaptopurina.
Evideê ncia clíínica, mecanismo, importaê ncia e gerenciamento
Um estudo em 207 pacientes com doença inflamatoí ria intestinal avaliou (usando uma pesquisa por telefone) a
presença de reaçoã es adversas ao aí lcool em pacientes que tomam mercaptopurina croê nica e / ou metronidazol ou

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Embora houvesse uma tendeê ncia para mais efeitos adversos nos grupos de estudo de drogas. porque tem uma meia-vida longa... Presente DH.. Evideê ncia clíínica (a) Metaqualona Um estudo retrospectivo de motoristas presos por dirigir sob a influeê ncia de drogas e / ou aí lcool constatou que. saã o todos os depressores do SNC. 2. Holbrook JM. 1. ÁÁ LCOOL + Metaqualona Os efeitos depressores do aí lcool no SNC e os seus efeitos prejudiciais sobre as competeê ncias relacionadas com a conduçaã o ou manuseamento de outras maí quinas potencialmente perigosas saã o aumentados pelo uso concomitante de metassalona com ou sem difenidramina. metaqualona e difenidramina..centraçoã es residuais de metaqualona no plasma e no comportamento em voluntaí rios que tomaram Mandrax.. Ám J Gastroenterol (2003) 98 (Suppl).nenhum dos dois medicamentos. mas nenhuma medida precisa disso eí apresentada no artigo. enquanto aqueles com nííveis acima de 2 mg / L demonstraram marcha cambaleante.. McCurdy HH... 270-4. Esses efeitos foram aumentados se os motoristas tambeí m bebiam aí lcool. grupo controle (naã o tomando nenhum dos faí rmacos) 8. Os nííveis sanguä ííneos de metaqualona tambeí m saã o aumentados por quantidades regulares moderadas de aí lcool. sonoleê ncia. grupo mercaptopurina 14..Ginzburg L.. Importaê ncia e gerenciamento Uma interaçaã o estabelecida de importaê ncia.97%. O efeito do etanol nas con.1 1.5%. Mitchard M. Todos os pacientes consumiram menos de 4 bebidas alcooí licas por dia. Á proporçaã o de pacientes que apresentaram efeitos adversos clinicamente significativos foi: grupo metronidazol 16.47).2 Efeitos aumentados tambeí m foram observados em outro estudo. aqueles com nííveis sanguííneos de metaqualona de 1 mg / L ou menos naã o apresentaram sintomas de sedaçaã o..5g / kg. Harvey P. 245-7.. isso naã o foi estatisticamente significativo.. S241. Os autores sugerem que um teste cauteloso de aí lcool seja aconselhaí vel em pacientes que estejam iniciando e estejam tomando qualquer um dos medicamentos de forma croê nica. em geral. cujos efeitos saã o aditivos. Á ressaca pode ocorrer porque a meia-vida de eliminaçaã o da metaqualona eí longa (10 a 40 horas). O aí lcool eí bem tolerado em pacientes com DII que tomam metronidazol ou 6- mercaptopurina. Note que a metaqualona foi retirada do mercado em muitos paííses por causa de problemas de abuso.3 ÁÁ lcool 69 Mecanismo ÁÁ lcool. dirigir um carro ou qualquer outra tarefa que exija atençaã o e coordenaçaã o total. Quantidades residuais de uma dose uí nica de Mandrax continuaram a interagir durante 72 horas.Roden S.3%. Br J Clin Pharmacol (1977) 4. Áqueles que tomam metassalona ou metaqualona com difenidramina devem ser advertidos de que o manuseio de maí quinas. seraí mais difíícil e perigoso se consumirem aí lcool. Incideê ncia de metaqualona na conduçaã o sob a casos de influeê ncia (DUI) no Estado da Geoí rgia. incoereê ncia e fala arrastada. (p. Nííveis de aí lcool abaixo do limite legal de conduçaã o com quantidades normais de metaqualona podem causar sedaçaã o consideraí vel. 71 . Solomons ET.. Os autores afirmam que os nííveis de metaqualona necessaí rios para que as habilidades de dirigir sejam prejudicadas saã o consideravelmente reduzidos pelo aí lcool. b) Metaqualona com difenidramina Um estudo duplo-cego em 12 indivííduos saudaí veis que receberam dois comprimidos de Mandrax (methaqualone 250 mg com difenidramina 25 mg) mostrou que a sedaçaã o resultante e a reduçaã o nas habilidades cognitivas foram aumentadas pelo aí lcool 0. . Os pacientes tambeí m devem ser informados de que uma interaçaã o significativa pode ocorrer no dia seguinte. J Ánal Toxicol (1981) 5.

1 Em um estudo em 20 indivííduos. o paciente era conhecido beber excessivamente.5 1.. sozinho ou em combinaçaã o com o aí lcool.. por abuso. 382-92.. nas habilidades psicomotoras relacionadas aà conduçaã o. Entretanto.Pai SH.. a principal razaã o para o uso simultaê neo foi dada como uma alteraçaã o nos efeitos psicotroí picos com aumento da euforia e energia e uma diminuiçaã o da sensaçaã o de embriaguez. O aí lcool aumentou significativamente a ÁUC e os nííveis seí ricos maí ximos de metilfenidato.5 Áleí m disso. Metotrexato de soí dio.1 Dois relatos de pacientes tratados para psorííase indicam que isso pode ser verdade. importaê ncia e gerenciamento Em 17 indivííduos que tomaram metilfenidato por via oral ou intranasal com aí lcool em pelo menos 10 ocasioã es distintas. etilfenidato. que tem atividade no SNC.. 2. setembro de 2006.. Evideê ncia clíínica. 5... 4. 0.3 mg / kg de metilfenidato.. psorííase e fíígado. 3.6g / kg de aí lcool administrados 30 minutos antes ou 30 minutos apoí s uma dose uí nica de 0.. em cerca de 25% e 40%. 2585-7.2 O fabricante do metilfenidato aconselha que o aí lcool pode exacerbar os efeitos do metilfenidato no SNC e. como naí usea aumentada (3 indivííduos). Reumatrex (metotrexato). independentemente do tempo de administraçaã o. no outro. . insoê nia (2) e 'apertamento da mandííbula' (1) . os fabricantes de metotrexato aconselham evitar drogas.. ÁÁ LCOOL + Metotrexato Existem algumas evideê ncias inconclusivas de que o consumo de aí lcool pode aumentar o risco de cirrose e fibrose hepaí tica induzida por metotrexato..3 Á evideê ncia naã o eí conclusiva e nenhuma relaçaã o causal direta foi estabelecida. Inc. o metilfenidato deve ser administrado com cautela a pacientes com histoí rico de dependeê ncia ou alcoolismo devido ao seu potencial.3. Ácta Pharmacol Toxicol (Copenh) (1976) 38. 2 e. mecanismo. Zak FG.1. mecanismo.. Wyeth Pharmaceuticals. Werthamer S.3. US Informaçoã es sobre prescriçaã o. uma minoria de indivííduos tambeí m relatou ocasionalmente ter efeitos adversos desagradaí veis. outubro de 2003. em um.. 4 e contraindicar seu uso em pacientes com alcoolismo ou doença hepaí tica alcooí lica.. que teê m potencial hepatotoí xico.... ÁÁ LCOOL + metilfenidato O aí lcool pode aumentar os nííveis de metilfenidato e exacerbar alguns dos seus efeitos sobre o SNC. 302-5.5. Metotrexato. Barnardo D. Tobias H. recomenda que o aí lcool deva ser evitado durante o tratamento. Stada Pharmaceuticals. Evideê ncia clíínica.4.. .. Áleí m disso... Baker H. incluindo aí lcool. Árco Intern Med (1973) 132... Hepatotoxicidade da terapia a longo prazo com metotrexato para a psorííase.6 72 . mas a administraçaã o concomitante de aí lcool e metilfenidato resultou na produçaã o de uma substaê ncia menor.. Estado de J J Med (1973) 73.Saario I. Br J Dermatol (1971) 85. Dano grave no fíígado causado pelo tratamento da psorííase com metotrexato. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. Linnoila M..Álmeyda J. um paciente com 25 a 85g de aí lcool por semana). 3 de 5 pacientes com cirrose induzida por metotrexato foram tratados com aí lcool simultaneamente (2 pacientes com mais de 85g. um estudo mais recente descobriu que o etilfenidato formado eí predominantemente do enantioê mero inativo. respectivamente. Reaçoã es medicamentosas XV.. Áuerbach R.. portanto eí improvaí vel que ele contribua para os efeitos aditivos do SNC do aí lcool e do metilfenidato. Efeito do tratamento subagudo com hipnoí ticos. importaê ncia e gerenciamento Tem sido alegado que o aí lcool pode aumentar os efeitos hepatotoí xicos do metotrexato. portanto.4 No entanto. O metilfenidato tem uma meia-vida curta principalmente devido aà conversaã o do aí cido ritalíínico do metaboí lito inativo. 391-400. tabolito.

. Organon USÁ Inc.2 Ás razoã es para esse efeito naã o saã o totalmente compreendidas. a importaê ncia dos resultados eí incerta.. Estes dois estudos foram feitos para descobrir mais sobre os mecanismos de absorçaã o intestinal do que para identificar os aspectos praí ticos diaí rios. e os fabricantes recomendam evitar o uso concomitante.... Estudos de farmacocineí tica e concentraçaã o-efeito com metoclopramida intravenosa.. Mashiter K. 1.. . J Clin Psychopharmacol (2002) 22. Evideê ncia clíínica. Risch SC. CL DeVane.. 633–4. mas parecem estar relacionadas a um aumento do esvaziamento gaí strico. Ritalina (cloridrato de metilfenidato). RR Minhinnett. Ritalina (cloridrato de metilfenidato). Clin Pharmacol Ther (1975) 17. mecanismo.. Barrett SP.. os efeitos sedativos do aí lcool foram aumentados. Á metoclopramida sozinha pode aà s vezes causar sonoleê ncia e. Pihl RO. Boulton DW. Formaçaã o de etilfenidato em seres humanos apoí s a administraçaã o de uma dose uí nica de metilfenidato e etanol. Yeatts SD. Markowitz JS.. Resultados semelhantes foram observados em 2 indivííduos saudaí veis que receberam metoclopramida por via oral. elevar os nííveis maí ximos de aí lcool no sangue e. Clin Pharmacol Ther (2007) 81.. 578-84. mecanismo.Gibbons DO. importaê ncia e gerenciamento Em 6 indivííduos saudaí veis. Davies DS.3 1. Malcolm R. US Prescrever informaçoã es. mas naã o a um extensaã o estatisticamente significativa.2 Mirtazapina naã o afeta a absorçaã o do aí lcool. o aí lcool (equivalente a 60g) teve um efeito míínimo nos nííveis plasmaí ticos de mirtazapina 15 mg. Portanto. No entanto. Logan BK.1 Outro estudo em 7 indivííduos saudaí veis descobriu que 10mg de metoclopramida intravenosa aceleraram a taxa de absorçaã o de aí lcool por mg / kg por via oral e aumentaram seus nííveis de pico. junho de 2005. Detecçaã o do novo metabolito etil-fenidato apoí s overdose de metilfenidato com coingestaã o alcooí lica. Bateman DN.Patrick KS. 620-4... ÁÁ LCOOL + Metoclopramida Existem algumas evideê ncias de que a metoclopramida pode aumentar a taxa de absorçaã o de aí lcool. importaê ncia e gerenciamento Um estudo em 7 indivííduos constatou que 20mg de metoclopramida intravenosa aumentaram a taxa de absorçaã o de aí lcool. Herrin ÁE. se afetada. junho de 2007. 6.. Novartis Pharmaceuticals Corporation.. Novartis Pharmaceuticals UK Ltd. Br J Clin Pharmacol (1978) 6. possivelmente. Mais importante. 1..1 Contudo. 3. 2.. Evideê ncia clíínica.. Nahas Z. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. 73 ... Lant ÁF. 5. aumentar a sedaçaã o relacionada ao aí lcool. Diamante F. Diamante F. Kahn C. Drug Metab Dispos (2000) 28. Informaçoã es sobre prescriçaã o dos EUÁ. Patrick KS. 401-7. Os nííveis de aí lcool no sangue permaneceram abaixo de 12mg%.1. Markowitz JS. Patrick KS. Straughn ÁB.. 362–6. Markowitz JS. parece possíível que os efeitos do aí lcool aumentem... J Clin Psychopharmacol (1999) 19. a sedaçaã o e o comprometimento do SNC observados com a mirtazapina eí aditivo ao produzido pelo aí lcool. DeVane CL. ÁÁ LCOOL + Mirtazapina Os efeitos sedativos da mirtazapina podem ser aumentados pelo aí lcool.. Efeitos da propantelina e da metoclopramida endovenosa e oral na absorçaã o de etanol.... os pacientes naã o devem dirigir ou operar maí quinas. 4. GC Janis. abril de 2007. Remeron (Mirtazapina). Co-abuso oral de metilfenidato-aí lcool. 346-53. 2. e os nííveis sanguííneos de pico foram aumentados de 55 para 86mg%. . Influeê ncia do etanol e geê nero na farmacocineí tica e farmacodinaê mica do metilfenidato.

Toleraê ncia ao efeito sedativo do baclofeno em pacientes dependentes de aí lcool: nenhuma dissipaçaã o apoí s um perííodo de abstineê ncia. Shire Pharmaceuticals Ltd.2..2 (b) Dantrolene O fabricante do dantrolene aconselha cautela se ele eí dado com aí lcool3 e o folheto informativo do paciente sugere que o aí lcool deve ser evitado. Caputo F.. Uma interaçaã o fatal de metocarbamol e etanol em um envenenamento acidental. bem como apoí s uma recaíída. CNS Drugs (1995) 4 (Supl 1).7 e o folheto informativo do paciente sugere que os pacientes tomar metocarbamol deve evitar o aí lcool. Em todos os 3 casos. mas foram estimadas como sendo menores que a dose uí nica maí xima tolerada relatada de 12g.1 No entanto. 1. a toleraê ncia ao efeito sedativo do baclofeno foi relatada em pacientes dependentes de aí lcool apoí s um perííodo de abstineê ncia. Organon Laboratories Ltd. Pastilhas Lioresais (Baclofeno). J Forensic Sci (1990) 35. Sep- tember 2005. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto... fevereiro de 2003.68) e 'tizanidina'. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto.. Novartis Pharmaceuticals UK Ltd. importaê ncia e gerenciamento (a) Baclofeno O fabricante do baclofen adverte que o baclofen pode aumentar o efeito sedativo do aí lcool. Caí psulas de Dantrium (Dantrolene sodium). Á intoxicaçaã o aguda por aí lcool combinada com o uso de metocarbamol pode levar aà depressaã o combinada do SNC. Hagardorn ÁN. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. (p. veja 'benzodiazepíínicos'. 74 .5 Os fabricantes de metocarbamol advertem que ela pode potencializar os efeitos do aí lcool6. 477-82. Procter & Gamble Pharmaceuticals UK Ltd. 2.. Ábenavoli L...8 d) Outros relaxantes musculares Para aumentar os efeitos no SNC com aí lcool com outros relaxantes musculares. Mirtazapine: perfil clíínico. outubro de 2003. Reino Unido Infor- folheto informativo. ÁLCOOL + relaxantes musculares Treê s casos relatados de sobredosagem com metocarbamol e aí lcool resultaram em morte devido aà depressaã o combinada do SNC.1287). pois pode aumentar a sonoleê ncia. O uso concomitante de quantidades pequenas ou moderadas de aí lcool com relaxantes musculares pode aumentar a sonoleê ncia e reduzir o estado de alerta. 39-48. 6. 'meprobamato' (p. Duas outras overdoses letais foram relatadas com esses dois medicamentos. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto caracteríísticas. mecanismo...Áddolorato G. outubro de 2002.4 c) Metocarbamol Á anoxia cerebral fatal produzida pela depressaã o respiratoí ria do SNC ocorreu em um homem de 31 anos apoí s a ingestaã o de quantidades significativas de metacarbamol e aí lcool.. (p. 5. Leggio L. Ferslew KE. Zispin (Mirtazapina).Sitsen JMÁ. fevereiro de 2005. Evideê ncia clíínica. as doses de metocarbamol excederam as dosagens diaí rias recomendadas. 4. Robaxin (Metocarbamol).53).. Dantrium (Dantrolene sodium). Zivkov M.... Procter & Gamble Pharmaceuticals UK Ltd. 351-2. McCormick WF. Gasbarrini G. . 3.. que pode ser suficiente para causar a morte.. Psychopharmacology (Berl) (2005) 178. 3..

8g / kg de aí lcool (equivalente a aproximadamente 2 ou 4 drinks. importaê ncia e gerenciamento Um estudo controlado por placebo em 12 fumantes de tabaco saudaí veis descobriu que aumentos na frequeê ncia cardííaca induzidos pelo aí lcool foram aumentados pelo preí -tratamento com adesivo transdeí rmico de nicotina de 21 mg. Shire Pharmaceuticals Ltd.. resultando em um aumento em seus efeitos adversos. O raciocíínio por traí s disso eí que. julho de 1992. mas o fabricante diz que eles teê m algumas informaçoã es casuais que saã o consistentes com essa sugestaã o. como rubor e prurido. Behav Pharmacol (2005) 16... ela eí levemente soluí vel em aí lcool. Frewer LJ.. Perkins KÁ. 55-65.. respectivamente)... maio de 2003. ) influenciou respostas subjetivas selecionadas e frequeê ncia cardííaca. ÁÁ LCOOL + Nefazodona Num estudo.1 1. Á influeê ncia do preí -tratamento do aí lcool sobre os estíímulos discriminativos.. Robaxina (Metocarbamol). Blakesley-Ball R. 8. setembro de 2003. .. 1. mecanismo. possivelmente.1 Outro estudo em 12 fumantes sadios... mecanismo... Preí -tratamento com nicotina transdeí rmica Hera alguns dos efeitos agudos do etanol nos homens. 2. Drug Álcohol Depend (2004) 75. ....7 g / kg de etanol. em geral. importaê ncia e gerenciamento Um relato isolado descreve delirium e acidose metaboí lica apoí s um paciente tomar 3g de aí cido nicotíínico por dia para hipercolesterolemia ter bebido sobre um membro do vinho. 13-20.... Bayer.4g / kg de etanol foi mais raí pido com o preí - tratamento com nicotina (43 minutos em comparaçaã o com 52 minutos.. Int Clin Psychopharmacol (1993) 8.. . e.. Faust ÁH.. Robaxin (Metocarbamol).. o preí -tratamento com aí lcool naã o afetou as respostas dos sujeitos a baixas doses de nicotina 3 a 20 microgramas / kg administrados como spray nasal (20 microgramas / kg dose eí equivalente a cerca de metade de um cigarro).. respectivamente). subjetivos e reforçadores relativos da nicotina.. 521-9.7.. ÁÁ LCOOL + Niclosamida O aí lcool pode aumentar os efeitos adversos da niclosamida. O tempo para o pico dos nííveis de aí lcool com uma dose de 0.... Schwarz Pharma. Comunicaçaã o pessoal.. este efeito naã o foi observado com uma dose de 0.. O delirium ocorrera em uma ocasiaã o similar 75 ... Evideê ncia clíínica. verificou-se que 400 mg de nefazodona naã o aumentava os efeitos hipnoí tico-sedativos do aí lcool. Evideê ncia clíínica.. em indivííduos normais. sozinhos e combinados com aí lcool.. Naã o haí relatoí rios formais sobre isso... UK Folheto de informaçoã es ao paciente.. McCarthy EM.. toxicidade hepaí tica.. Os fabricantes alertam que o uso concomitante de aí cido nicotíínico e aí lcool pode resultar em aumento dos efeitos adversos. Evideê ncia clíínica. ÁÁ LCOOL + Nicotina Á nicotina (como um adesivo) pode aumentar o efeito do aí lcool na frequä eê ncia cardííaca e reduzir o tempo para o pico dos nííveis de aí lcool.. enquanto a niclosamida eí virtualmente insoluí vel em aí gua. mecanismo..1 1. apesar de 0...4 ou 0. descobriu que.... imipramina e placebo.. o que pode aumentar sua absorçaã o pelo intestino.. Lukas SE. Kouri EM. No entanto... . Wilson ÁS. Informaçoã es sobre prescriçaã o nos EUÁ. Lader M... Stolinski Á. Os efeitos da nefazodona. ÁÁ LCOOL + aí cido nicotíínico (niacina) Um relato isolado descreve delirium e acidose metaboí lica quando um paciente que toma aí cido nicotíínico para hipercolesterolemia bebeu cerca de um litro de vinho. O o uso de aí lcool e um spray nasal de nicotina naã o afetaram a farmacocineí tica de nenhum dos dois medicamentos... Fonte C. importaê ncia e gerenciamento O fabricante da niclosamida recomenda evitar o aí lcool enquanto estiver a tomar niclosamida.

.4. que naã o foram observados com nenhuma das drogas sozinhas. 5. US Informaçoã es sobre prescriçaã o. inalado por 35minutos.1 Para mençaã o do efeito do aí lcool apoí s a anestesia.. Merck Pharmaceuticals.Zacny JP. Baraã o BJ.. no humor.. Kos Pharmaceuticals. nenhuma conclusaã o geral pode ser tirada desse uí nico caso. portanto. Á paciente teve algumas elevaçoã es nas enzimas hepaí ticas. Inc. exacerbado pela grande quantidade de aí lcool. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. abril de 2007.Zehtabchi S. Niaspan (ido nicotico)... importaê ncia e gerenciamento (a) Complicaçoã es gastrointestinais Em indivííduos saudaí veis. Ám J Emerg Med (1991) 9.. uma vez que os efeitos adversos do rubor e do prurido podem ser aumentados... desempenho psicomotor e relatos de dor em voluntaí rios saudaí veis... Camarillo VM.92.. mecanismo. . Sugere-se que o aí cido nicotíínico pode ter causado comprometimento hepaí tico. mas isso naã o parece ocorrer com a indometacina. Á toxicidade hepaí tica pode ocorrer com o aí cido nicotíínico e os fabricantes recomendam cautela em pacientes que consomem quantidades substanciais de aí lcool. Yadav K. Houve algumas evideê ncias que sugerem que o risco de sangramento gastrointestinal superior foi aumentado pelo uso concomitante de 76 . South Med J (1991) 84..945 controles constataram que o consumo de aí lcool estava associado a um aumento de treê s vezes na incideê ncia de hemorragia digestiva alta aguda. ÁÁ LCOOL + oí xido nitroso Em um estudo duplo-cego em 11 indivííduos saudaí veis. Paladino L.. Ás habilidades relacionadas aà direçaã o saã o prejudicadas pela indometacina e pela fenilbutazona. p. O etanol explica a acidose observada em pacientes intoxicados com etanol? Clin Toxicol (2005) 43. efeito parece possíível. 161-6. embora isso naã o tenha alcançado significaê ncia estatíística.. 363-5.Schwab RÁ. 4. 3... Niaspan (ido nicotico).. Bachhuber BH. Sadeghi P.. ver "Ánesteí sicos gerais + ÁÁ lcool".. Entretanto.anterior... ÁÁ LCOOL + ÁINEs O aí lcool pode aumentar o risco de hemorragia gastrointestinal associada a ÁINEs. Efeitos do etanol e do oí xido nitroso.25 a 5g / kg (equivalente a 1 a 3 drinks) aumentou os efeitos do oí xido nitroso em 30% em oxigeê nio. Álguns efeitos foram observados com a combinaçaã o de faí rmacos. Preto M. ÁÁ lcool 71 . Ácidose laí ctica associada aà terapia com altas doses de niacina.5 1. o uso concomitante de aí lcool com ibuprofeno 2. estes incluííram efeitos subjetivos e memoí ria livre tardia. Drug Álcohol Depend (1998) 52.1 Á acidose tem sido associada aà intoxicaçaã o alcooí lica2 e haí relato de acidose laí ctica associada ao tratamento com altas doses (3 g diaí rios) de aí cido nicotíínico. 1. desde o consumo leve (menos de uma bebida alcooí lica por semana) ateí o consumo pesado (21 bebidas alcooí licas ou mais por semana).. janeiro de 2006. e isso eí pior se os pacientes beberem aí lcool enquanto estiverem tomando fenilbutazona. sangramento e 2.. Delirium e acidose laí ctica causada por etanol e niacina coingestaã o.4 g em 24 horas aumentou o efeito prejudicial do ibuprofeno na parede do estoê mago. Mullins CÁ.. Earthman TP.. Sinert R. combinados.. depois que ele bebia uma grande quantidade de cerveja enquanto tomava aí cido nicotíínico. sozinhos e em combinaçaã o.. 496-7. Odom L. Eles tambeí m sugerem evitar o consumo de aí lcool quase ao mesmo tempo que a ingestaã o de aí cido nicotíínico. 2.1 Um estudo de caso-controle envolvendo 1224 pacientes internados em um hospital com gastroenterite superior. houve vaí rios casos em que o aí lcool 0. 115-23. Álguns relatos isolados atribuem insuficieê ncia renal aguda ao uso concomitante de ÁINEs e consumo excessivo agudo de aí lcool. 3 e. Evideê ncia clíínica.

p. Laszlo Á. Koff RS.Barron SE. Á importaê ncia geral desses casos isolados continua a ser determinado. 3.5 Ás razoã es naã o saã o compreendidas. coordenaçaã o. testes de atençaã o dividida) foram prejudicados por doses uí nicas de 50mg de indometacina ou 200mg de fenilbutazona. J 77 . Essa informaçaã o sugere que os ÁINEs devem ser usados com cautela em bebedores pesados. c) Complicaçoã es renais Ápoí s tomar ibuprofeno 400mg na noite anterior. cremalheira MF. Etanol.9 Outro caso semelhante foi relatado em uma mulher de 22 anos que tomava ibuprofeno 1. e que o sangramento do estoê mago pode ocorrer com essas drogas. mas o desempenho daqueles que tomavam indometacina melhorou em certa medida. aspirina.6. Royer GL..html (acessado em 15/08/07).. Neutel CI. mas os pacientes devem ser avisados se pretendem dirigir. seguido por mais dois comprimidos de 400mg de ibuprofeno. Á informaçaã o eí muito limitada. Perry JR.9.. Kaufman DW. Mattila MJ. 6. o ibuprofen 800 mg naã o teve efeito significativo nos nííveis de aí lcool no sangue de indivííduos saudaí veis.. Áppel WC. em habilidades psicomotoras humanas relacionadas aà direçaã o. Em dois estudos. Sheehan JE. O efeito do abuso de aí lcool no risco de gastrointes- eventos finais.4 Considere tambeí m '. 246-50. Disponíível em: http://www. 2. ibuprofeno e mucosa gastroduodenal: avaliaçaã o endoscoí pica. O estudo mostrou que os sujeitos estavam subjetivamente inconscientes dos efeitos adversos da fenilbutazona. 3189-96.10 Ámbos se recuperaram. Efeito agudo de analgeí sicos antipireí ticos. 767 - 9. sozinhos ou em combinaçaã o com aí lcool. uma jovem normal e sem histoí ria de doença renal desenvolveu rinite aguda falha. 72 Capíítulo 3 5. Kelly JP. Br J Clin Pharmacol (1974) 1.gov/bbs/topics/ NEWS / NEW00659. 1. 477–84.. Tanto o uso de ÁINE quanto o consumo excessivo de aí lcool acarretam o risco de efeitos adversos gastrointestinais.. Ám J Gastroenterol (1985) 80. Ferslew KE.8 Naã o saã o necessaí rias precauçoã es especiais. ÁÁ LCOOL + Áspirina'.5 g / kg piorou a situaçaã o daqueles que tomaram fenilbutazona.. O risco de sangramento gastrointestinal superior grave em usuaí rios de aspirina e ibuprofeno em vaí rios nííveis de consumo de aí lcool.2 g na manhaã apoí s o consumo excessivo de aí lcool... cetoprofeno ou naproxeno devem ter um aviso avisando pessoas que consomem 3 ou mais bebidas alcooí licas todos os dias para consultar seu meí dico antes de usar esses medicamentos.Lanza FL. Wiholm BE. 4. Ánn Epidemiol (2000) 10. FDÁ anuncia novos alertas de aí lcool para analgeí sicos e redutores de febre.ibuprofeno. Notíícias do HHS.Linnoila M. O efeito do ibuprofeno na concentraçaã o de etanol e taxa de eliminaçaã o. Seppaä laä T. O aí lcool 0. Ádministraçaã o de Álimentos e Medicamentos.51.11 Sugere-se que a depleçaã o de volume causada pelo aí lcool (e composta por voê mitos) predispoê s esses pacientes aà toxicidade renal induzida por ÁINEs10...11. (b) Habilidades psicomotoras e nííveis de aí lcool Um estudo em um grande nuí mero de indivííduos saudaí veis mostrou que o desempenho de vaí rias habilidades psicomotoras relacionadas aà direçaã o (reaçaã o de escolha.. 400mg na manhaã seguinte e 375mL de rum no final do dia.3 Á FDÁ nos EUÁ determinou que analgeí sicos sem receita meí dica e redutores de febre contendo ibuprofeno. Seckman CC. Nelson RS. Ám J Gastroenterol (1999) 94. que foi associado ao uso de 600mg de cetoprofeno e consumo excessivo de aí lcool.7 Á farmacocineí tica do aí lcool 1g / kg e os resultados dos testes de desempenho foram semelhantes nos indivííduos que receberam dipirona 1g ou um placebo..10 Outro caso descreve o comprometimento renal em uma mulher jovem. 2 Outro estudo de caso-controle descobriu que o uso de ÁINEs prescritos ou naã o-prescriçaã o de naproxeno ou ibuprofeno naqueles com histoí rico de abuso de aí lcool produziu uma razaã o de risco de efeitos gastrintestinais adversos maior do que o risco aditivo esperado.fda. Shapiro S..

importaê ncia e gerenciamento O fabricante afirma que pacientes em uso de olanzapina demonstraram aumento da frequä eê ncia cardííaca e hipotensaã o postural acentuada quando receberam uma dose uí nica de aí lcool... Clin Pharmacokinet (1995) 28.1-3 Em termos praí ticos... Wen SF. 2 Nenhuma interaçaã o farmacocineí tica foi observada.. 11.. Sííndrome de dor no flanco e insuficieê ncia renal aguda apoí s consumo excessivo de aí lcool e ingestí俽 de drogas anti-inflamatí俽ias ní俽 esterí俽des. os analgeí sicos opioí ides podem aumentar os efeitos depressores do aí lcool no SNC.. Evans E. . o que poderia resultar em doses potencialmente fatais.. Necrose tubular apoí s antiinflamatoí rio naã o esteroidal e intoxicaçaã o aguda por etil. Á administraçaã o aguda de aí lcool e metona parece aumentar os nííveis sanguííneos de metadona.... Setembro de 2006. agosto de 1996. 4..Nephrology (1997) 18.. Melander O. o que tem sido fatal em alguns casos: isto parece ser um problema particular com o dextropropoxifeno. Informaçoã es sobre prescriçaã o dos EUÁ. Lopez L. 3. . 1. ÁÁ LCOOL + Olanzapina Á hipotensaã o postural e possivelmente a sonoleê ncia podem aumentar quando o aí lcool eí administrado com olanzapina. Interaçoã es farmacocineí ticas do aí lcool e acetilsalicina aí cido cííclico.. RF Bergstrom. Beasley CM. Citado como comunicaçaã o pessoal por Levy M. Callaghan JT. Evideê ncia clíínica (a) Buprenorfina Veja abaixo metadona.. 221-2.. Zyprexa (olanzapina).. Eli Lilly and Company Ltd. Á biodisponibilidade do dextropropoxifeno eí aumentada pelo aí lcool.Forensic Sci (1992) 37. b) Codeíína 78 . incluindo o aí lcool. Clin Pharmacokinet (1999) 37.Elsasser GN. 7.. Melander Á.. 177-93. Olanzapina. Barone EJ. 1647-52. 9 de 11 indivííduos apresentaram hipotensaã o ortostaí tica quando ingeriram aí lcool uma hora apoí s tomarem olanzapina 10 mg. 2. Eur J Clin Pharmacol (1995) 48. Lideí n Á..Galzin M..3.. Farmacocineí tica clíínica da dipirona e seus metaboí litos. abaixo. Zyprexa (olanzapina). Berland Y.. 432-5. Insuficieê ncia renal aguda reversíível associada a ingestaã o de ibuprofeno e consumo excessivo de aí lcool. Brunet P. J Fam Pract (1988) 27. 113-15. Eli Lilly.. novembro de 2006.1 Em um estudo. Burtey S. 8. isso significa que os pacientes devem ser alertados sobre o risco de desmaios e tontura se ficarem em peí rapidamente. Zylber-Katz E.. porque da sonoleê ncia potencial que resultaria. 151-3. Evideê ncia clíínica. e alertam sobre outros produtos que podem causar depressaã o do SNC. Dussol B. Rosenkranz B. Rosenkrantz B. Reino Unido Resumo das Caracteríísticas do Produto. Ptak LR.Badian LM.4 O fabricante dos EUÁ3 diz que os pacientes naã o devem ingerir aí lcool com olanzapina. O aí lcool tem sido associado aà liberaçaã o raí pida de hidromorfona e morfina de preparaçoã es de liberaçaã o prolongada. Johnson GR. 9. Os fabricantes tambeí m dizem que a sonoleê ncia eí um efeito adverso comum da olanzapina. Perfil farmacocineí tico e farmacodinaê mico. J Ám Soc Nephrol (1995) 5. 10.. 216-34. ÁLCOOL + Opioides Em geral. Eli Lilly and Company... Experieê ncia Clíínica e Laboratorial Um Monograma Compreensivo. mecanismo. Zyprexa (olanzapina).

a FDÁ nos EUÁ solicitou que o produto fosse retirado do mercado.8 Outros relatos descrevem aí lcool reduzindo a dose letal de dextropropoxifeno. Dose-dumping com aí lcool eí dito naã o ocorrer com: • comprimidos de liberaçaã o sustentada de morfina: MS Contin. abaixo. o prejuíízo naã o era maior do que com apenas o aí lcool. No entanto. Um estudo em 9 indivííduos saudaí veis constatou que o preí -tratamento com hydro.13 Veja tambeí m. No entanto.3 Veja tambeí m.Estudos duplo-cegos em um grande nuí mero de motoristas do Exeí rcito profissional descobriram que 50mg de codeíína e aí lcool 0. O nuí mero de "colisoã es".1. embora o aí lcool (níível alcooí lico alvo em torno de 50 mg%) resultasse em diminuiçaã o No desempenho de direçaã o.5 ou 1 g / kg. isoladamente e em conjunto. 15 o que pode resultar em depressaã o respiratoí ria e hipotensaã o graves. quando o aí lcool estava presente. quando comparados aos controles.2 O aí lcool naã o parece afetar a farmacocineí tica da codeíína. mas.19 Á Health Canada alertou que essa interaçaã o poderia ocorrer com outras drogas de liberaçaã o lenta. apenas o aí lcool (nííveis sanguííneos de 50mg%) prejudicou o desempenho de vaí rios testes psicomotores (coordenaçaã o motora. EUÁ) poderia levar aà liberaçaã o raí pida (liberaçaã o de dose) e aà absorçaã o de um potencial dose fatal de hidromorfona. c) Dextropropoxifeno Em um estudo em 8 indivííduos saudaí veis. em alguns casos.4 Em contraste.6 mas a biodisponibilidade do dextropropoxifeno foi aumentada em 25 a 31% pelo aí lcool. Purdue Pharma. respectivamente. 5. desempenho mental e estabilidade da postura) mais do que o dextropropoxifeno 65mg isoladamente. caí psulas MXL. e 21 controles pareados sem uso de drogas. a hidromorfona melhorou os escores sedativos de aí lcool na escala de classificaçaã o de adjetivos. (e) Methadone Um estudo em 21 indivííduos dependentes de opioí ides que vinham recebendo manutençaã o metadona ou buprenorfina por 3 meses. instruçoã es negligenciadas e os tempos em que "saííram da estrada" foram aumentados.20 No entanto. relatos clíínicos anedoí ticos indicaram que a co-ingestaã o de aí lcool e metadona produz uma resposta aditiva e / ou sineí rgica.22 MST continus suspensaã o e comprimidos. parece naã o haver diferença nos testes simulados de direçaã o nos pacientes tratados com opioí ides. A análise post-mortem revelou concentraçoã es de aí lcool e hidromorfona de 90 mg% e 100 nanogramas / mL. cuja natureza grave naã o foi reconhecida pelos que o cercavam. 21.9. O efeito do aí lcool predominou claramente.12 Ele adormeceu. outros estudos descobriram que o dextro-propoxifeno naã o aumenta o comprometimento psicomotor visto aí lcool. mas pouco se sabe sobre os efeitos no perííodo inicial de tratamento. prejudicaram sua capacidade de dirigir com segurança em um simulador de conduçaã o estaí tico. Foi sugerido que as restriçoã es aos opioides e aà direçaã o naã o saã o necessaí rias em pacientes estabilizados que recebem tratamento com buprenorfina ou metadona. 22 79 .18 Embora nenhum relato de problemas seí rios tenha sido recebido. opioí ides de liberaçaã o controlada. overdoses relativamente pequenas de dextropropoxifeno poderiam resultar em envenenamento fatal. havia alguma evideê ncia de que os efeitos eram maiores do que com qualquer dos dois medicamentos isoladamente. -tratados.16 f) Opioí ides de libertaçaã o controlada Dados farmacocineí ticos em indivííduos saudaí veis demonstraram que o consumo de aí lcool com uma formulaçaã o de liberaçaã o prolongada de hidromorfona de 24 horas (Palladone XL Capsules. analgeí sicos opiaí ceos. nenhuma das quais eí particularmente ex.17.5g / kg. Um estudo retrospectivo envolvendo 332 envenenamentos fatais na Finlaê ndia descobriu que o aí lcool estava presente em 73% dos casos envolvendo dextropropoxifeno e. Quando administrados em conjunto. quando comparados com os controles apesar de receberem a mesma quantidade de aí lcool.14 Esse estudo tambeí m descobriu que os nííveis de aí lcool no sangue eram mais baixos no opioide.11 d) Hidromorfona Um jovem morreu devido aos efeitos depressores cardiovasculares e respiratoí rios combinados da hidromorfona e do aí lcool.morfone 1 ou 2mg naã o afetou significativamente os efeitos do aí lcool 0. o distribuidor canadense de hidromorfona comentou que a tecnologia de liberaçaã o controlada empregada no Palladone XL naã o eí a mesma de muitas outras formulaçoã es de opioí ides de liberaçaã o controlada. opioí ides de liberaçaã o controlada. abaixo.cessiva. descobriu que.

eí sugerido que o consumo de aí lcool deve ser evitado sempre que possíível. mas a abstineê ncia total do aí lcool naã o parece ser necessaí ria. Doses menores. Interaçaã o de aí lcool e drogas nas habilidades psicomotoras como demonstrado por um simulador de direçaã o. mas alguns fabricantes realmente contra-indicam o aí lcool. como aquelas disponííveis sem prescriçaã o. mas isso naã o parece ter sido estudado. incluindo medicamentos que contenham aí lcool. Eles devem ser advertidos de que dirigir ou manusear maquinaí rio potencialmente perigoso pode ser mais arriscado. e tem sido sugerido que uma alternativa menos perigosa poderia ser escolhida quando indíícios de abuso de aí lcool ou risco de suicíídio estiverem presentes.Linnoila M. como os opioí ides. em pacientes que usam aí lcool em excesso. Clin Pharmacol Ther (1974) 15. mas a abstineê ncia total do aí lcool naã o parece ser necessaí ria. seriam esperadas para ter um efeito menor.Linnoila M. enquanto se toma esta preparaçaã o. Em geral. 22 • comprimidos de liberaçaã o controlada de oxicodona: OxyContin. de enzimas microssomais hepaí ticas. Mecanismo Ámbos os opioides e o aí lcool saã o depressores do SNC. 671P-672P. Eles devem ser advertidos de que dirigir ou manusear maquinaí rio potencialmente perigoso pode ser mais arriscado. Ligand Pharmaceuticals. na conduçaã o simulada. como aquelas disponííveis sem prescriçaã o. mas isso naã o parece ter sido estudado. 21 Palladone SR. e pode haver aumento da supressaã o do centro de controle respiratoí rio medular. mas isso naã o parece ter sido estudado. Doses menores. Eles devem ser advertidos de que dirigir ou manusear maquinaí rio potencialmente perigoso pode ser mais arriscado. Este parece ser um risco particular com sobredosagem com dextropropoxifeno. 21. ou limitado para aqueles que tomam opioides. 23. Mattila MJ. a co-ingestaã o de aí lcool e analgeí sicos opiaí ceos nunca eí aconselhaí vel devido ao potencial para uma interaçaã o entre os depressores do SNC. 80 . como aquelas disponííveis sem prescriçaã o.9-11 Á administraçaã o aguda de aí lcool parece aumentar os efeitos da metadona devido aà inibiçaã o. mas a abstineê ncia total do aí lcool naã o parece ser necessaí ria. Haä kkinen S. sozinhos e em combinaçaã o com o aí lcool. 21. seriam esperadas para ter um efeito menor. 22 • caí psulas de libertaçaã o controlada de hidromorfona: Hydromorph Contin.15 Importaê ncia e gerenciamento Á fatalidade e o aumento da sedaçaã o enfatizam a importaê ncia de alertar os pacientes sobre as consequä eê ncias potencialmente perigosas de beber enquanto se toma depressores potentes do SNC. seriam esperadas para ter um efeito menor.24 Embora a maioria das preparaçoã es de opioí ides naã o pareça interagir com o aí lcool dessa maneira. Br J Pharmacol (1973) 47. Parece prudente alertar os pacientes que os opioides podem causar sonoleê ncia e isso pode ser exagerado ateí certo ponto pelo aí lcool. em estudos de laboratoí rio. devido aà induçaã o das isoenzimas do citocromo P450. Efeitos do diazepam e da codeíína.22 • comprimidos de liberaçaã o controlada de diidrocodeíína: comprimidos DHC Continus.24 Á literatura sobre o produto para Ávinza agora traz uma adverteê ncia para evitar o uso de aí lcool. e esse efeito aumentou drasticamente com o aumento da concentraçaã o de aí lcool.• comprimidos de liberaçaã o controlada de codeíína: Codeine Contin. EUÁ) liberou morfina antes do esperado quando exposta ao aí lcool.25 Os fabricantes dos EUÁ recomendam cautela ao prescrever o dextropropoxifeno. 1. uma preparaçaã o de caí psula de liberaçaã o prolongada de morfina (Ávinza. Á evideê ncia objetiva eí que a interaçaã o com doses moderadas de aí lcool e opioides eí bastante pequena (com exceçaã o do efeito dose-dumping). Doses menores. 368-73. 2.26 Haí menos informaçoã es sobre doses terapeê uticas de dextropropoxifeno com consumo social moderado.22 Em contraste. ver acima. mas o alcoolismo croê nico reduz a ÁUC e a meia-vida da metadona.22 • ou tramadol (formulaçoã es uma vez ao dia e duas vezes ao dia) .

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Interaçaã o potencialmente perigosa entre o Ávinza e o aí lcool (em março de 2006). Ojanperaä I.. aumentou a hepatotoxicidade do paracetamol apoí s a superdosagem. 21. Opioides de liberaçaã o controlada e aí lcool.html(acessado em 15/08/07). EUÁ. e subsequä ente post- mortem revelou toxicidade tíípica de paracetamol.. Zelasko R. Um estudo descobriu que a ingestaã o croê nica de aí lcool.. Hum Exp Toxicol (2003) 22.. que incluem um total de cerca de 30 pacientes.. Dois deles tomaram 10g de paracetamol ao longo de 24 ou 48 horas antes da admissaã o (a dose normal eí de ateí 4g por dia) e o terceiro paciente tomou cerca de 50g de paracetamol ao longo de 72 horas. ÁÁ lcool 73 . Guerciolini R. Evideê ncia clíínica a) Áumento da hepatotoxicidade Treê s pacientes alcooí latras croê nicos desenvolveram lesaã o hepaí tica grave apoí s tomar paracetamol.. 26.. maio de 2007. Eur J Clin Pharmacol (1998) 54. Disponíível em: http://www.cfm? Id = 412 (acessado em 15/08/07). 64% dos quais eram alcooí latras. Darvon (cloridrato de propoxifeno). mas naã o a ingestaã o aguda de aí lcool.. outros estudos controlados naã o encontraram associaçaã o entre alcoolismo e hepatotoxicidade induzida por paracetamol. Disponíível em: http://www.gc..gov/ scripts / cdrh / cfdocs / psn / printer.. em alguns alcooí latras e alcoolistas persistentes que tomam apenas doses moderadas de paracetamol. 1. Um deles desenvolveu encefalopatia hepaí tica e morreu. 22..fda. 352. Personal Communication. 23.em 3 de agosto de 2005).. ÁÁ LCOOL + Paracetamol (paracetamol) Muitos relatos de casos descrevem danos graves ao fíígado.. Darke ÁC...Koski Á. 24..1 Um caso de insuficieê ncia hepaí tica grave tambeí m foi relatado em um bebedor social moderado que bebia regularmente 3 copos de vinho no jantar. CMÁJ (2006) 174. Guä zelhano C.. Em 82 . Nos relatos aqui citados.accessdata. King Pharmaceuticals Inc. Ávinza (caí psulas de libertaçaã o prolongada de sulfato de morfina). que desenvolveram toxicidade hepaí tica apoí s tomar paracetamol. Hartmann D. aà s vezes fatais.. Eles tinham nííveis de ÁST de cerca de 7000 a 10000 unidades.2 Haí numerosos outros relatos de casos de toxicidade hepaí tica em alcooí latras ou usuaí rios croê nicos de aí lcool pesado atribuíídos ao uso concomitante de aí lcool e paracetamol. Odink J.. Informaçoã es sobre a inscriçaã o.1 Naã o haí nada que sugira que o aí lcool deva ser evitado enquanto estiver tomando orlistat.19 O jejum possivelmente piora as coisas.. Mundi Pharma. ÁÁI Pharma Informaçoã es sobre prescriçaã o nos EUÁ.. fevereiro de 2006... Á interaçaã o do inibidor de lipase orlistat com etanol em voluntaí rios saudaí veis.. outubro de 2006. e um terço tomava doses na faixa de 4 a 8g diariamente.20 Uma pesquisa posterior revisou um total de 94 casos da literatura e descreveu mais 67 pacientes que eram usuaí rios regulares de aí lcool.ca/ahc-esc / media / advisories-avis / 2005 / 2005_84_e.Melia ÁT.. .hc-sc.. enquanto outras recomendam que a dose de paracetamol seja reduzida ou que o paracetamol seja evitado. Interaçaã o de aí lcool e drogas em envenenamentos fatais. Os bebedores ocasionais e leves a moderados naã o parecem estar em risco extra. Haí controveí rsias sobre o uso de paracetamol em alcoolistas.3. 25.. ÁÁ LCOOL + Orlistat Um estudo em indivííduos saudaí veis descobriu que o orlistato 120 mg treê s vezes ao dia durante 6 dias naã o teve efeito significativo sobre a farmacocineí tica do aí lcool. mas havia parado de beber aí lcool enquanto tomava paracetamol para uma infecçaã o viral. FDÁ Patient Safety News. Dois deles tambeí m desenvolveram insuficieê ncia renal.. Álguns consideram que doses terapeê uticas padraã o podem ser usadas. cerca de um terço estava tomando doses diaí rias de paracetamol de ateí 4g por dia.. Vuori E. Zhi J. No entanto. 281-7. 773-7.

20 No entanto. naã o houve diferença nas medidas de hepatotoxicidade (meí dia dos nííveis de ÁST. controlado por placebo. e possivelmente o CYP3Á.4. O consumo de aí lcool foi categorizado em 4 grupos. Neste estudo. Á ingestaã o aguda de aí lcool naã o afetou o curso clíínico da superdosagem de paracetamol. quando ajustados para fatores como a quantidade total de paracetamol ingerida e tempo para o tratamento com N-acetilcisteíína. Os riscos relativos para encefalopatia hepaí tica e morte foram de 5. que permite a produçaã o de quantidades extraordinariamente grandes de metaboí litos altamente hepatotoí xicos via oxidaçaã o. mas isso naã o foi estatisticamente significativo.25 c) Efeito nos nííveis de aí lcool Verificou-se que o paracetamol 1g naã o tem efeito sobre a farmacocineí tica de dose uí nica do aí lcool em 12 indivííduos saudaí veis.60% dos casos. reduzindo a disponibilidade de glicose. a maioria dos estudos naã o conseguiu demonstrar um aumento nos metaboí litos hepatotoí xicos em alcoolistas. O jejum tambeí m pode piorar as coisas. naã o houve associaçaã o entre o níível de consumo de aí lcool e a gravidade da hepatotoxicidade (INR meí dio e nííveis de creatinina seí rica no primeiros 7 dias apoí s a overdose). quando comparados com o grupo de usuaí rios naã o croê nicos de aí lcool.22 Os riscos relativos para encefalopatia hepaí tica e morte foram de 5. Á ingestaã o aguda de aí lcool naã o afetou o curso clíínico da superdosagem de paracetamol.22 Os riscos relativos para encefalopatia hepaí tica e morte foram de 5.000 unidades. em 40% dos casos.30 Á menos que haja glutationa suficiente presentes para desintoxicar esses metaboí litos (os alcooí latras geralmente teê m uma ingestaã o inadequada de proteíína). eles se ligam covalentemente a macromoleí culas hepaí ticas e prejudicam os resultados. no grupo de consumo croê nico de aí lcool. Mais de 90% dos pacientes desenvolveram nííveis de ÁST variando de 3. mudando o metabolismo do paracetamol da glicuronidaçaã o para a oxidaçaã o microssomal. Á ingestaã o aguda de aí lcool naã o afetou o curso clíínico da superdosagem de paracetamol. o aí lcool pode competir com o paracetamol pelo metabolismo e ateí mesmo inibi-lo. os alcooí latras podem ser mais suscetííveis aà toxicidade durante a abstineê ncia do aí lcool porque .000 a 48.3 e 1. a dose de paracetamol naã o excedeu 6g por dia e. ver Mecanismo.20. mediatamente apoí s parar o uso do aí lcool24 (o tempo assumido de maior suscetibilidade. e. portanto. de naã o bebedores a bebedores pesados (mais de 60g de aí lcool por dia em homens e 40g por dia em mulheres) .cetamol admitidos em uma unidade hepaí tica na Dinamarca (57 identificados como ingestaã o croê nica de aí lcool e 45 como ingestaã o aguda de aí lcool).29.26 Outro estudo descobriu que os nííveis de aí lcool no sangue foram aumentados em 1g de paracetamol.31 Na verdade.22 (b) Nenhum efeito na hepatotoxicidade Em uma revisaã o retrospectiva de 553 casos de hepatotoxicidade grave induzida por paracetamol tratados em uma insuficieê ncia hepaí tica ao longo de um perííodo de 7 anos. Á interaçaã o paracetamol-aí lcool eí complexa.4. respectivamente. 21 Um estudo de 209 casos consecutivos de sobredosagem de para. pois a via 1 83 . os pacientes entraram em um centro de desintoxicaçaã o de aí lcool e receberam paracetamol. INR meí dio) entre 102 pacientes alcooí licos que receberam paracetamol 1g quatro vezes ao dia por 2 dias e 99 pacientes alcooí latras que receberam placebo. no grupo de consumo croê nico de aí lcool. quando ajustados para fatores como a quantidade total de paracetamol ingerida e tempo para o tratamento com N-acetilcisteíína. abaixo).4. quando comparados com o grupo de usuaí rios naã o croê nicos de aí lcool.23 Em um estudo randomizado.29 O paracetamol eí geralmente metabolizado predominantemente pelo fíígado em conjugados naã o- toí xicos de sulfato e glicuroníídeo.28.3 e 1. porque o consumo agudo e croê nico de aí lcool pode ter efeitos opostos. O consumo persistente de aí lcool parece estimular uma via bioquíímica normalmente pequena envolvendo a isoenzima CYP2E1 do citocromo P450. Á ingestaã o aguda de aí lcool por naã o-alcooí latras pode protegeê -los contra danos.27 Mecanismo Incerto. respectivamente. quando 1 comparados com o grupo de usuaí rios naã o croê nicos de aí lcool. constatou que a ingestaã o croê nica de aí lcool aumentou a hepatotoxicidade do paracetamol. no grupo de consumo croê nico de aí lcool.28. respectivamente. quando ajustados para fatores como a quantidade total de paracetamol ingerida e tempo para o tratamento com N-acetilcisteíína.3 e 1. Uma revisaã o sistemaí tica do mesmo grupo de pesquisa concluiu que o uso de doses terapeê uticas de paracetamol em pacientes alcoolistas naã o estaí associado aà lesaã o hepaí tica. a dose naã o excedeu 4g por dia.

...51 e '... Nelson SD... p. os alcooí latras podem ser mais suscetííveis aà toxicidade durante a abstineê ncia de aí lcool porque.30 1. ao beber. ÁÁ LCOOL + ÁINEs '. os alcooí latras podem ser mais suscetííveis aà toxicidade durante a abstineê ncia de aí lcool porque.. mas possivelmente bastante pequena. Hepatotoxicidade do paracetamol aumentada pela ingestaã o de aí lcool.71...71. embora alguns bebedores sociais croê nicos moderados possam estar em risco. especialmente se a ingestaã o de aí lcool for abruptamente interrompida.... Á ingestaã o aguda de aí lcool por naã o-alcooí latras pode protegeê -los contra danos.. 25.. JÁMÁ (1980) 244..28 e eí insuficiente para sustentar qualquer mudança no uso de paracetamol ou dose em alcoolistas...Emby DJ. bebedores moderados e aqueles que ocasionalmente bebem muito parece ser baixo. EÁ ainda prudente considerar os pacientes alcooí latras como tendo alto risco de hepatotoxicidade apoí s uma overdose de paracetamol. bebedores moderados e aqueles que ocasionalmente bebem muito parece ser baixo. McClain CJ. Clin Pharmacol Ther (1996) 60..Slattery JT. críítico.. Potenciaçaã o do acetaminofeno hepa- totoxicidade pelo aí lcool.. p.. portanto.51 e' .... críítico.21 Por causa disso... 3.28 31 De fato. ao beber. portanto. especialmente se a ingestaã o de aí lcool for abruptamente interrompida. Entretanto. Thummel KE. aspirina e antiinflamatoí rios naã o esteroidais. ser muito alto em alguns alcooí latras.30 Á possíível desnutriçaã o e o jejum nesses pacientes sustentariam ainda mais a necessidade de tal tratamento. p. O risco para naã o-alcooí latras..33 Eles observaram que as alternativas aspirina e antiinflamatoí rios naã o esteroidais estaã o associadas a um risco maior de efeitos adversos gastrointestinais em alcoolistas. pois a via bioquíímica prejudicial eí inibida e naã o estimulada... e trataí -los com acetilcisteíína. S Áfr 84 .. pois a via bioquíímica prejudicial eí inibida e naã o estimulada. 31 mas a maioria defende o tratamento no limiar mais baixo. bebedores moderados e aqueles que ocasionalmente bebem muito parece ser baixo..... 28 e eí insuficiente para apoiar qualquer mudança no uso ou dose de paracetamol em alcoolistas.. ÁÁ LCOOL + Áspirina '.... ÁÁ LCOOL + Áspirina'... Á interaçaã o complexa entre etanol e acetona minofeno.. 28 e eí insuficiente para apoiar qualquer mudança no uso ou dose de paracetamol em alcoolistas. quando ocorrem. alguns aconselharam que os alcooí latras e aqueles que persistentemente bebem muito devem evitar o paracetamol ou limitar consideravelmente sua ingestaã o. portanto.28 Importaê ncia e gerenciamento Á incideê ncia de toxicidade inesperada do paracetamol em alcooí latras croê nicos eí incerta.25. Kromhout JP. Mais estudos saã o necessaí rios. tendo em vista o uso muito difundido do paracetamol e do aí lcool.71.28 31 De fato.. Note que a maior parte das evideê ncias para uma interaçaã o vem de relatos de caso e seí ries de casos.. 28.. outros consideram que as evideê ncias naã o provam que haí um aumento na hepatotoxicidade paracetamol nos alcoolistas. O tempo relativo do consumo de aí lcool e paracetamol eí ..30 Álguns trabalhadores questionaram o uso de um limiar mais baixo de concentraçaã o plasmaí tica e paracetamol para o paciente.. Á ingestaã o aguda de aí lcool por naã o- alcooí latras pode protegeê -los contra danos. O tempo relativo do consumo de aí lcool e paracetamol eí ...bioquíímica prejudicial eí inibida e naã o estimulada. o aí lcool pode competir com o paracetamol pelo metabolismo e ateí mesmo inibi-lo. o FDÁ nos EUÁ exigiu que todos os produtos sem prescriçaã o contendo paracetamol carregassem o aviso de que aqueles que consomem 3 ou mais bebidas alcooí licas todos os dias deveriam perguntar ao seu meí dico se tomar paracetamol..51 e' .. embora em grande nuí mero. 25 ver '. ÁÁ LCOOL + ÁINEs '..21 Diz-se que o maí ximo 'seguro' diaí rio recomendado de 4g eí normal.. O risco para naã o-alcooí latras.. p.. Mais estudos saã o necessaí rios. estaã o associadas a um risco maior de efeitos adversos gastrointestinais em alcoolistas. especialmente se a ingestaã o de aí lcool for abruptamente interrompida. críítico. 32 Entretanto... 2. Mais estudos saã o necessaí rios. Peterson FJ..25...25. 25 veja '. ÁÁ LCOOL + Áspirina '... portanto.. os danos..33 Eles observam que as alternativas.28.. aspirina e antiinflamatoí rios naã o esteroidais. o aí lcool pode competir com o paracetamol pelo metabolismo e ateí mesmo inibi-lo. ÁÁ LCOOL + ÁINEs'.. 25 ver '.... 241-6... O risco para naã o-alcooí latras. embora alguns bebedores sociais croê nicos moderados possam estar em risco.... O tempo relativo do consumo de aí lcool e paracetamol eí .... estaã o associadas a um risco maior de efeitos adversos gastrointestinais em alcoolistas.. tratamento de envenenamento com paracetamol em alcoolistas.... podem ser seí rios e. Holtzman JL.33 Eles observam que as alternativas... embora alguns bebedores sociais croê nicos moderados possam estar em risco. Fraser BN. p. 251-3.. p.

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34.overdose acidental. Interaçoã es farmacocineí ticas do aí lcool e acetilsalicina aí cido cííclico.. portanto. embora um estudo em animais tenha sugerido que ele poderia ser menor do que o recomendado. Preskorn SH. 309. Efeito de doses diaí rias maí ximas de acetaminofeno no fíígado de pacientes alcooí latras: um estudo randomizado. 86 . Srinivasan J. Estudo da morte devido aà açaã o combinada de aí lcool e paraldeíído no homem. Rumack BH. 2247-52. Melander Á.. J Clin Pharm Ther (2000) 25. Hepatotoxicidade acetaminofeno: os primeiros 35 anos. mecanismo.1 Ámbos os faí rmacos saã o depressores do SNC e. Weller RÁ. Shakarjian MP. 341-9. Nenhum dos pacientes teve comprometimento hepaí tico. Árch Intern Med (2001) 161. Darton L. Misawa S.. Notíícias do HHS. controlado por contraste. Br J Clin Pharmacol (2000) 49. geralmente precedida por coma). Kuffner EK.. Reuben Á. Se for utilizada uma linha de tratamento inferior ao tratar paracetamol envenenamento em pacientes com alcoolismo croê nico? Um caso para. 30. 2. Ám J Ther (2000) 7. 625-32. Átualizaçaã o: a importaê ncia clíínica do acetaminofeno hepa- totoxicidade em indivííduos naã o alcooí licos e alcooí latras.fda. 619-24.Dart RC. Kuffner EK. Drug Safety (2002) 25. tiva. Casper E. 3.Buckley NÁ. Drogas psicotroí picas e aí lcool: interaçoã es farmacocineí ticas e farmacodinaê micas.. 25. Yamazaki K. J Toxicol Clin Toxicol (2002) 40. Gessner PK. Jones ÁL. Feely J. 305-6. 2 e toleraê ncia cruzada podem ocorrer. Dart RC. duplo-cego.Prescott LF. 123-4. pois o paraldeíído eí farmacologicamente similar ao aí lcool. 33. pode-se esperar que eles tenham efeitos aditivos em qualquer dose. 26. Eur J Clin Pharmacol (1995) 48.. Ádministraçaã o de Álimentos e Medicamentos. 28.. Postgrad Med (2000) 107.. que podem ser aditivos. 3–20. ÁLCOOL + Paraldeído Tanto o aí lcool quanto o paraldeíído teê m efeitos depressores do SNC. Deve ser utilizada uma linha de tratamento inferior ao tratar o paracetamol soned em pacientes com alcoolismo croê nico? Um caso contra.Kaye S.html (acessado em 15/08/07).. 467P. Drug Safety (2002) 25. importaê ncia e gerenciamento Um relato descreve 9 pacientes que morreram repentina e inesperadamente apoí s o tratamento de intoxicaçaã o alcooí lica com 30 a 90mL de paraldeíído (os autores citam um intervalo de dose normal de 8 a 30mL. 29. Melander O. Tratamento da dor ou febre com paracetamol (acetaminofeno) em paciente alcoolista: revisaã o sistemaí tica.. Rumack BH.gov/bbs/topics/ NEWS / NEW00659. 325-32. 189-95. 32-6. Hill RE. 151-3. 291-301. Haag HB. 31.. 27. Áteí bebedores sociais moderados estaã o em risco. Interaçoã es de paraldeíído com etanol e hidrato de cloral. Br J Clin Pharmacol (1996) 41. Cox C. Psychosomatics (1984) 25. Toxicol Áppl Pharmacol (1964) 6. QJ Med (2000) 93.3 1. 24. 316-20. dose fatal de 120mL ou mais..Dargan PI. embora um tenha tido algumas alteraçoã es gordurosas. Lideí n Á. Evideê ncia clíínica. .Sharma SC. Bogdan GM. FDÁ anuncia novos alertas de aí lcool para analgeí sicos e redutores de febre.Tanaka E.. 301-3.. O uso de paraldeíído no tratamento da intoxicaçaã o alcooí lica aguda causou mortes.Draganov P. Á influeê ncia da aspirina e do paracetamol nas concentraçoã es sanguííneas de cohol em adultos jovens. Paracetamol. Durrence H. Sííndrome do aí lcool-acetaminofeno. aí lcool e fíígado. 32. J Pharmacol Exp Ther (1985) 235.Disponíível em: http://www.

Viagra (citrato de sildenafil). Bayer Pharmaceuticals Corporation..9 Os efeitos do aí lcool na frequä eê ncia cardííaca e pressaã o arterial tambeí m naã o foram afetados pelo vardenafil. Evideê ncia clíínica. mecanismo. Pfizer Inc. os efeitos do aí lcool na funçaã o cognitiva naã o foram alterados pelo tadalafil 10 mg. junho de 2006. Viagra (citrato de sildenafil).8 especialmente com quantidades substanciais de aí lcool (5unidades) e o fabricante dos EUÁ afirma que isso pode resultar em hipotensaã o postural. Webb DJ. aumento da frequeê ncia cardííaca. ÁÁ LCOOL + Fosfodiesterase Tipo-5 O sildenafil. importaê ncia e gerenciamento (a) Sildenafil Sildenafil 50 mg naã o potenciou o efeito hipotensor do aí lcool (meí dia de nííveis maí ximos de aí lcool no sangue de 80 mg%) em indivííduos saudaí veis. e o tadalafil pode causar vasodilataçaã o perifeí rica. Áleí m disso.Inibidores do . Bayer plc.6 ou 0. tontura e dor de cabeça.2 g de aí lcool).2 Um estudo em 8 indivííduos saudaí veis tambeí m descobriu que o sildenafil 100 mg naã o afetava os efeitos hemodinaê micos do vermelho vinho (por exemplo. fevereiro de 2007. pressaã o arterial meí dia) .1. Levitra (cloridrato de vardenafil). novembro de 2006.. os fabricantes dizem que. 6. depois de beber 2 doses de uíísque (55.. Nenhuma interaçaã o hemodinaê mica adversa entre o sildefina e o vinho tinto.Leslie SJ.. 365-70. Um paciente hipertenso de 36 anos que recebia tratamento regular com um bloqueador dos canais de caí lcio (amlodipina) foi adicionalmente prescrito sildenafil 25mg. sem efeitos adversos.8 c) Vardenafil O aí lcool (níível sanguä ííneo meí dio de 73mg%) naã o afetou a farmacocineí tica do vardenafil 20mg.Bhalla Á. que ele usou 3 vezes por semana. 87 . frequeê ncia cardííaca. O aí lcool naã o afeta a farmacocineí tica do tadalafil ou vardenafil. e dor de cabeça e rubor foram relatados em um paciente que tomava sildenafil e aí lcool. janeiro de 2007. Viagra (Sildenafil). 10.. Pfizer Ltd. Eli Lilly and Company Ltd.11 1. No entanto. Levitra (cloridrato de vardenafil tri-hidratado). 1125-6.3 No entanto.. embora tenha sido observada hipotensaã o postural em alguns indivííduos que receberam tadalafil e aí lcool. 7. US Prescrever informaçoã es. parece naã o haver necessidade de evite a combinaçaã o. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto.7 No entanto. b) Tadalafil Estudos em indivííduos que receberam aí lcool 0. Informaçoã es sobre prescriçaã o dos EUÁ. o tadalafil e o vardenafil naã o costumam alterar os efeitos do aí lcool na pressaã o arterial. 9. 8.9. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. UK Folheto de informaçaã o ao paciente.10 Portanto. UK Folheto de informaçaã o ao paciente. embora alguns indivííduos tenham tido tonturas e hipotensaã o postural. fevereiro de 2007.. 3. 7 O aí lcool tambeí m pode afetar a capacidade de ter uma ereçaã o. Clin Pharmacol Ther (2004) 76. 2... a bebida alcooí lica pode piorar as dificuldades de ereçaã o. julho de 2006.. No entanto.. ele apresentou dor de cabeça intensa e ruborizou cerca de 15 minutos apoí s tomar sildenafil. um relato de caso descreve a potencializaçaã o dos efeitos adversos do sildenafil quando o aí lcool foi consumido dentro de uma hora apoí s a ingestaã o do medicamento. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. US Prescrever informaçoã es.Cialis (Tadalafil) Eli Lilly and Company Ltd.6.. Átkins G. março de 2007. 7.Cialis (Tadalafil) Eli Lilly and Company Ltd.6 Á farmacocineí tica do tadalafil 10 ou 20mg e aí lcool tambeí m naã o foi afetada pelo uso concomitante.Cialis (Tadalafil). 5.7 g / kg descobriram que o efeito do aí lcool na pressaã o arterial naã o foi alterado pelo tadalafil 20 mg. Oliver JJ.. 4. outubro de 2006. Pfizer Ltd. efeitos aditivos na reduçaã o da pressaã o sanguä íínea saã o possííveis... O sildenafil eí seguro com aí lcool? J Ássoc Physicians India (2003) 51.

Folheto de informaçoã es ao paciente do Reino Unido. Br J Clin Pharmacol (1982) 13.. o aí lcool 0. 1077-80..11g / kg a cada hora. as interaçoã es com certos alimentos. Bayer plc. Parece ser mais embaraçoso.. Relatoí rio dos trabalhos de um simpoí sio..6 Á procarbazina tambeí m eí um IMÁO fraco e. Importaê ncia e gerenciamento Uma interaçaã o estabelecida. IDD IDH Natulan no tratamento da doença de Hodgkin tardia.sarossarcoma e leucemia. junho de 1965. Os fabricantes dizem que eí melhor evitar o aí lcool.. Evideê ncia clíínica Um relato descreve 5 pacientes que tomaram procarbazina cujos rostos ficaram muito vermelhos e quentes por um curto perííodo de tempo apoí s beberem vinho. se ocorrer. seguido pelo aí lcool 0. embora muito raras.657). .1 Á relevaê ncia clíínica dessas modestas alteraçoã es eí provavelmente pequena. Schweisguth O. 1. 1. devem ser levadas em conta (ver Procarbazine + Simpaticomimeí ticos)... Cattan Á. Isso ocorreu devido ao aumento da acetilaçaã o da procainamida para o seu metaboí lito ativo N- acetilprocainamida. 5 a procarbazina iniba a acetaldeíído desidrogenase no fíígado. Downing College.11. especialmente vinhos tintos pesados. Bristol: John Wright. junho de 2006.. possivelmente assustador. Lancet (1963) ii. respectivamente.. Ámiel JL.. Bruleí G.Dawson WB..metil-hidrazino) -p-toluamida (NSC- 77213) no tratamento de tumores soí lidos. ÁÁ lcool 75 ativamente. causando uma reaçaã o do tipo dissulfiramo (veja 'Álcohol + Disulfiram'... '.2 Dois dos 40 pacientes que tomaram procarbazina em um terceiro estudo queixaram-se de rubor facial depois de tomar uma pequena bebida alcooí lica.... portanto. Ibenzmetiazina no tratamento da doença de Hodgkin tardia. incluindo bebidas alcooí licas. Schneider M. Evideê ncia clíínica. e um paciente achou que os efeitos do aí lcool estavam acentuadamente aumentados. Em 'Natulan.Olsen H. p.. Hidrocloreto de N-isopropil-α.. mas de incideê ncia incerta.73g / kg.. eí improvaí vel que exija tratamento. 628-31. mecanismo. BMJ (1965) 1. Schlumberger JR. Mathe G.61). Metil- hidrazina no tratamento da doença de Hodgkin e vaí rias formas de hema. Berumen L.1 Outra diz que ocorreu rubor em 3 pacientes que tomaram procarbazina depois de beberem cerveja. Brule G. outras neoplasias linforeticulares plasmas e melanoma maligno.. Mørland J. 88 . Cancer Chemother Rep (1965) 44.. p. . Levitra (Vardenafil).1965.3 No entanto.. aumentou a depuraçaã o e diminuiu a meia-vida de eliminaçaã o de uma dose oral uí nica de 10-mg / kg de procainamida em 34% e 25%.4 Mecanismo Desconhecido.... como em ratos. 31-4. 3. ÁÁ LCOOL + Procainamida O aí lcool pode aumentar modestamente a depuraçaã o da procainamida. do que grave e. mas parece possíível que no homem. 2. Jelliffe ÁM e Marks J (Eds). ÁÁ LCOOL + Procarbazina Uma reaçaã o de rubor foi observada em pacientes tomando procarbazina que bebiam aí lcool. P. outro estudo descreve uma "sííndrome do rubor" em 3 de 50 pacientes que tomavam aí lcool enquanto tomavam procarbazina. Cambridge. Ibzmethyzin'.. 4. O aumento induzido pelo etanol na acetilaçaã o de procainamida no homem. 31 - 8.(2... 203-8. importaê ncia e gerenciamento Em 11 indivííduos saudaí veis. Griscelli C. Schwarzenberg L. mas os pacientes devem ser avisados.

Inibidores da bomba de . Á504. Fleury B.Girre C. Palmobo S. pelo lansoprazol. J Clin Gastroenterol (1995) 21. Informaçoã es sobre prescriçaã o dos EUÁ. Eur J Clin Pharmacool (1992) 42. Coutelle C. Levinson SS.. 141-5.Brown ÁS. Os nííveis seí ricos maí ximos e a ÁUC do aí lcool naã o foram significativamente alterados pelo pantoprazol. Sigma-tau Pharmaceuticals. metabolismo de primeira passagem ou aí rea sob a curva tempo-etanol sob condiçoã es de consumo 'reais'. Vasiliou V. 6. descobriu que as farmacocineí ticas do aí lcool naã o foram significativamente alteradas. Onday 7 eles tambeí m receberam aí lcool 0... O mecanismo da intoleraê ncia ao aí lcool produzido por vaí rios agentes terapeê uticos. Á terapia com omeprazol naã o afeta a farmacocineí tica do etanol administrado oralmente em indivííduos saudaí veis do sexo masculino.. Gastroenterology (1994) 106. Á falta de efeito do omeprazol. Rahal PS. e naã o seria esperado que alterassem o metabolismo de primeira passagem do aí lcool. 891-6. Inc. Malamas M.2-6 c) Pantoprazol Pantoprazol 40 mg por dia ou placebo foram administrados a 16 indivuos saudeis durante 7 dias. Howden CW. 5. 89 .64)). Ácta Pharmacol Toxicol (Copenh) (1986) 58. Thomas G. James OF... Greenstein R. (p. 3. portanto.. Mas observe que algumas das condiçoã es para as quais esses medicamentos saã o usados podem ser agravadas pelo aí lcool. parecem improvaí veis de interagir.. 209- 212. Importaê ncia e gerenciamento Os inibidores da bomba de proí tons naã o parecem interagir com o aí lcool.. Bostroä m H.. Marselos M. 4. Á falta de efeito do lansoprazol na farmacocineí tica do etanol em voluntaí rios do sexo masculino.5. Lieber CS.5g / kg em 200mL de ou76 Capíítulo 3 suco de ange 2 horas depois de um cafeí da manhaã padraã o. Ándersson T. 1. e os nííveis de aí lcool no sangue naã o aumentaram. ÁÁ LCOOL + proí tons Lansoprazol. 107-9. Joä nsson K-ÁÅ .. Hernaí ndez-Munã oz R.1 b) Omeprazol Vaí rios estudos mostraram que o omeprazol naã o afeta os nííveis de aí lcool no sangue. fevereiro de 2004. Álcohol Clin Exp Res (1991) 15.Minocha Á. ÁW. 6. ME Brier. omeprazol e pantoprazol naã o interagem com o aí lcool: outros inibidores da bomba de proí tons. cimetidina e ranitidina na farmacocineí tica do etanol em voluntaí rios do sexo masculino em jejum. Jones. Holt S.6g / kg de aí lcool antes e depois de tomar 30mg de lansoprazol diariamente por 3 dias. 305-10. Omeprazol. e nenhuma precauçaã o especial eí necessaí ria com o uso concomitante.. Evideê ncia clíínica a) Lansoprazol Um estudo em 30 indivííduos saudaí veis que receberam 0.Guram M.. Baraona E. Matulane (cloridrato de procarbazina). Áliment Pharmacol Ther (1998) 12. Dally S. Couzigou P. 1084-5. 2.Roine R. Efeito do omeprazol no metabolismo gaí strico de primeira passagem do etanol.7 Mecanismo Os inibidores da bomba de proí tons naã o afetam a atividade da aí lcool desidrogenase3. portanto. ranitidina e cimetidina naã o teê m efeito sobre as concentraçoã es picos de etanol no sangue..8 (compare com os 'antagonistas do receptor H2'. Mais evideê ncias para uma interaçaã o entre o aí lcool e certos antagonistas do receptor H2. a restriçaã o ao consumo de aí lcool pode ser prudente. Dig Dis Sci (1992) 37. David P.

Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. Evideê ncia clíínica.. em 8 homens com transtornos psicoí ticos constatou que 250mg de quetiapina treê s vezes ao dia naã o afetou a concentraçaã o meí dia de aí lcool no ar depois de tomarem 0. Seroquel (fumarato de quetiapina).... Evideê ncia clíínica... com e sem aí lcool na funçaã o cognitiva e desempenho psicomotor. os efeitos motores e cognitivos do aí lcool foram potencializados pela quetiapina.. e os fabricantes do Reino Unido2 aconselham cautela com o uso concomitante de aí lcool. Quando ele parou de beber aí lcool. mas sugere-se que possa ter alguma influeê ncia sobre a duraçaã o do perííodo apoí s a terapia com acitretina. Os efeitos da reboxetina e amitriptilina.. ÁstraZeneca UK Ltd. que tem uma meia-vida muito mais longa do que a acitretina. . 2. que naã o bebia mais aí lcool.2 Quetiapina pode ocasionalmente induzir hipotensaã o postural. Tulissi P.1 b) Isotretinoíína Um ex-alcooí latra.. . mecanismo. randomizado. suas lesoã es de pele reapareceram e os efeitos adversos da isotretinoíína (secura mucocutaê nea) desapareceram.. Br J Clin Pharmacol (1996) 42.. foi tratado com acne conglobata.. Pozzato G. outubro de 1997.8g / kg de aí lcool em suco de laranja.. com algum sucesso. 1. Informaçoã es de prescriçaã o dos EUÁ. ÁÁ LCOOL + Reboxetina Um estudo em 10 indivííduos saudaí veis descobriu que a reboxetina naã o afeta a funçaã o cognitiva ou psicomotora.. 3. novembro de 2006.. 239-41.3 Observe que a sonoleê ncia eí o efeito adverso mais comum da quetiapina. mecanismo.... No entanto. cantor MV.. Lansoprazol e metabolismo do etanol: comparaçaã o com omeprazol e cimetidina.. Hindmarch I... os fabricantes norte-americanos de quetiapina1 aconselham evitar aí lcool. Ás implicaçoã es deste estudo naã o saã o conhecidas. julho de 2007. controlado por placebo em voluntaí rios saudaí veis... os fabricantes americanos de quetiapina dizem que... e naã o haí interaçaã o com o aí lcool. importaê ncia e gerenciamento Um estudo cruzado.. Zeneca Pharma.1.. Battiston L. Moretti M. . ocorrendo em mais de 10% dos pacientes. com 60mg de isotretinoíína diariamente por 3 meses.. Quando por duas semanas ele começou a beber aí lcool novamente como parte de seu trabalho (ele era um provador de xerez). importaê ncia e gerenciamento a) Ácitretina Um estudo em 10 pacientes com psorííase em uso de acitretina constatou que o uso concomitante de aí lcool parecia estar associado a um aumento na formaçaã o de seu metaboí lito etretinato. ÁÁ LCOOL + Quetiapina Á hipotensaã o postural e possivelmente a sonoleê ncia podem aumentar quando o aí lcool eí administrado com quetiapina. duplo-cego... Fischer R.Kerr JS. Comunicaçaã o pessoal.. ÁÁ LCOOL + Retinoí ides Haí evideê ncias de que o consumo de aí lcool pode aumentar os nííveis seí ricos de etretinato em pacientes em uso de acitretina. mas estas foram consideradas como tendo pouca relevaê ncia clíínica... 1.. Portanto. Á quetiapina naã o parece afetar a farmacocineí tica do aí lcool. 8..Álgumas mudanças estatisticamente significativas no desempenho dos testes psicomotores foram vistas. Powell J. Pfuä tzer R.. Um uí nico relato de caso descreve uma reduçaã o acentuada nos efeitos da isotretinoíína apoí s a ingestaã o aguda de aí lcool...7. Clin Drug Invest (2001) 21.. 345-51. Teyssen S. ÁstraZeneca. suas lesoã es de pele 90 . Pharmacol Toxicol (1997) 81.1 1..Heinze H. Seroquel (fumarato de quetiapina). 247-52. em estudos clíínicos... Falta de interaçaã o entre pantopresazol e etanol: um estudo randomizado. durante a qual as mulheres saã o aconselhadas a naã o conceber.

K Weismann.. causada pelo salbutamol.Taboulet P. 110– 17. . mecanismo... Á conversaã o da acitretina ao etretinato em pacientes psoriaí sicos eí influenciada pelo etanol.interfereê ncia entre os agentes ß-adreneí rgicos e o etanol? Cuidados Intensivos Med (1995) 21.5g / kg de aí lcool diluíído em cerveja de gengibre ou placebo. Wickens M.. Á sibutramina naã o potenciou os efeitos cognitivos ou psicomotores do aí lcool e.. 623-7. mecanismo.. o fabricante observa que o consumo de aí lcool geralmente naã o eí compatíível com a modificaçaã o nutricional adjuvante recomendada. Állegue F... ÁÁ LCOOL + SNRIs Nenhuma interaçaã o psicomotora importante normalmente parece ocorrer entre duloxetina ou venlafaxina e aí lcool. Ás razoã es naã o saã o conhecidas. Oliver S. e acreditava-se que o metabolismo do aí lcool competia com a conversaã o de lactato em piruvato.. Evideê ncia clíínica. 1. 2.. o fabricante adverte que o uso de duloxetina com ingestaã o pesada de aí lcool pode estar associado a lesaã o hepaí tica grave.... Baud FJ. importaê ncia e gerenciamento 91 ....Wesnes KÁ.. Clemessy JL. a sibutramina reduziu ligeiramente o prejuíízo causado pelo aí lcool. 1. Efeitos da sibutramina sozinha e com aí lcool na funçaã o cognitiva em voluntaí rios saudaí veis. Gudgeon Á...... adultos e crianças. K Kragballe. Dermatologica (1991) 182..Soria C. mas uma sugestaã o eí que o aí lcool induziu brevemente as enzimas microssomais hepaí ticas responsaí veis pelo metabolismo da isotretinoíína. 1. a mesma coisa aconteceu quando ele começou e parou de beber aí lcool. . mecanismo. Reductil (cloridrato de sibutramina mono-hidratada)... Galiana J. potencializando a acidose.Larsen FG. No entanto. No entanto. em um teste... 203... Br J Clin Pharmacol (2000) 49. Freí minet Á.. Evideê ncia clíínica. Diminuiçaã o da eficaí cia da isotretinoíína durante a ingestaã o aguda de aí lcool.. importaê ncia e gerenciamento Em um estudo randomizado.. Garratt C.1 O significado clíínico deste relato naã o eí claro..... No ano seguinte. ÁÁ LCOOL + Salbutamol (Álbuterol) Um paciente com altos nííveis de aí lcool no sangue desenvolveu acidose laí ctica apoí s ser exposto ao fumo e receber salbutamol. 1039–42. ÁÁ LCOOL + Sibutramina Naã o parece haver uma interaçaã o clinicamente relevante entre a sibutramina e o aí lcool. Knudsen J. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. ao receber outro curso de isotretinoíína. Á correçaã o da acidose laí ctica seguiu a retirada do salbutamol e um aumento transitoí rio do lactato apoí s a reintroduçaã o do salbutamol sugeriu hipersensibilidade ao salbutamol. Jakobsen P. Nielsen-Kudsk F. importaê ncia e gerenciamento Um relato isolado descreve um alcoolista de 49 anos de idade que desenvolveu acidose laí ctica grave apoí s exposiçaã o aà fumaça de inceê ndio e tratamento de broncoespasmo com salbutamol.. Ábbott Laboratories Ltd. J Invest Dermatol (1993) 100. 20 indivííduos saudaí veis receberam 20mg de sibutramina com 0...tornaram-se novamente controladas e os efeitos adversos da droga ressurgiram.. resultando em reduçaã o da depuraçaã o de lactato.. Evideê ncia clíínica. jaí que exacerbaçaã o da acidose laí ctica induzida por agonistas beta tem sido relatada em asmaí ticos. novembro de 2005. reduzindo assim tanto seus efeitos terapeê uticos quanto os efeitos adversos. . Um caso de acidose laí tica com risco de vida apoí s a inalaçaã o de fumaça . o paciente tambeí m apresentava nííveis muito elevados de aí lcool no plasma (240mg%).. 2.1 No entanto. Ledo Á.

. Wyeth Pharmaceuticals. O efeito do cromoglicato dissoí dico no desempenho humano. US Prescrever informaçoã es. sozinho e em combinaçaã o com o etanol. Turner MB. Med J Áust (1976) 1. Cymbalta (cloridrato de duloxetina). J Clin Pharmacol (1997) 37. Wyeth Pharmaceuticals Inc. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. .. Maio de 2007.Skinner MH.. ou com aí lcool 0.. Parker VD.. Efexor (cloridrato de venlafaxina). o fabricante do Reino Unido recomenda cautela. em 17 indivííduos saudaí veis descobriu que a inalaçaã o de 40mg de cromoglicato de soí dio teve pouco ou nenhum efeito sobre a performance de um nuí mero de testes em habilidades humanas perceptivas.1 Isso estaí de acordo com a experieê ncia comum dos pacientes. mas essas alteraçoã es eram pequenas e naã o eram consideradas clinicamente significativas.. os fabricantes afirmam que. como com todas as drogas ativas centralmente.Cymbalta (cloridrato de duloxetina).. perfil das escalas de humor) em 15 indivííduos saudaí veis. no entanto.. paroxetina e sertralina naã o teê m interacçaã o farmacocineí tica significativa com o aí lcool.Troy SM... 1. duplo-cego.... 1073-81. 3. Starmer GÁ.... ..4 Em doses terapeê uticas. ÁÁ LCOOL + cromoglicato de soí dio (cromoglicato de soí dio) Nenhuma interaçaã o adversa ocorre entre cromoglicato de soí dio e aí lcool. Teo RKC. 6. Eli Lilly and Company Ltd..1 No entanto... 4. Informaçoã es de prescriçaã o dos EUÁ. o SNC e tambeí m porque o aí lcool eí mais provaí vel de ser abusado por pacientes deprimidos. Franks HM.a) Duloxetina Em um estudo de dose uí nica em indivííduos saudaí veis. fluoxetina. Eli Lilly and Company.3 b) Venlafaxina Observou-se que Venlafaxina 50mg a cada 8 horas teve algum efeito nos testes psicomotores (substituiçaã o do síímbolo dos díígitos. Chiang ST. Hensley WJ.. importaê ncia e gerenciamento Um estudo cruzado. 5... uma vez que pode resultar em lesaã o hepaí tica grave. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. a venlafaxina naã o parece interagir significativamente com o aí lcool. mecanismo. escitalopram. Evideê ncia clíínica. 997-9. tempos de reaçaã o de atençaã o divididos. Á duloxetina naã o exacerba os efeitos do aí lcool sobre a psicoterapia. junho de 2007. 2 e o fabricante norte-americano adverte que a duloxetina naã o deve ser prescrita para pacientes com uso substancial de aí lcool. cognitivas e motoras. independentemente de serem tomadas isoladamente.. Tambeí m naã o afetou os nííveis de aí lcool no sangue.. 1. ÁÁ LCOOL + SSRIs Citalopram. M Unruh. Weerakkody G. 2. Effexor (cloridrato de venlafaxina). e nenhuma precauçaã o especial parece ser necessaí ria. novembro de 2006.5 g / kg.. Ávaliaçaã o farmacocineí tica e farmacodinaê mica da potencial interacçaã o medicamentosa entre venlafaxina e etanol. Clin Pharmacol Ther (2002) 71. testes meí tricos. maio de 2006. mas 92 . Hensley VR. a duloxetina 60mg e o aí lcool administrados em uma dose suficiente para produzir nííveis sanguä ííneos de cerca de 100mg% naã o pioraram o comprometimento psicomotor observado apenas com o aí lcool. 53.. os pacientes devem ser aconselhados a evitar o uso de venlafaxina. Naã o ocorreram interaçoã es farmacodinaê micas ou farmacocineí ticas quando tambeí m foi administrado aí lcool 0.75g / kg..Crawford WÁ.

os nííveis de aí lcool no sangue de 80mg% prejudicaram o desempenho de vaí rios testes psicomotores em 12 indivííduos saudaí veis.9 Á farmacocineí tica do aí lcool foi pouco afetada pela fluvoxamina. e tambeí m naã o pareceu aumentar os efeitos do aí lcool.9 Sugeriu-se que a administraçaã o de aí lcool pode ter promovido a dissoluçaã o da fluvoxamina e aumentado a taxa de absorçaã o sem afetar a biodisponibilidade.15 93 . desempenho motor Similarmente. mas os nííveis plasmaí ticos maí ximos da fluvoxamina no estado estacionaí rio aumentaram em 20%.12 Outro estudo sugeriu que a sedaçaã o induzida por aí lcool era antagonizada pela paroxetina. 8 enquanto outro estudo em indivííduos que receberam 40g de aí lcool (nííveis de aí lcool no sangue de ateí 70mg%) naã o encontrou evideê ncias para sugerir que a adiçaã o de fluvoxamina 50mg duas vezes diariamente piorou o desempenho dos testes psicomotores.13 (f) Sertralina Á sertralina (em doses de ateí 200mg por 9 dias) foi encontrada para naã o prejudicar o desempenho cognitivo ou psicomotor. embora a ÁUC da fluvoxamina permaneceu inalterada. e pareceu ateí mesmo reverter alguns dos efeitos.5 Outro estudo tambeí m naã o encontrou nenhuma mudança no desempenho de vaí rios testes psicofisioloí gicos quando a fluoxetina foi combinada com aí lcool. e com o aí lcool os efeitos permaneceram inalterados. Isto eí presumivelmente porque ambas as drogas agem no SNC e tambeí m por causa do risco de abuso de aí lcool em pacientes deprimidos.9 Outro estudo tambeí m descobriu que a fluvoxamina naã o parece aumentar os efeitos prejudiciais do aí lcool na realizaçaã o de testes psicomotores.2 b) Escitalopram Os fabricantes de escitalopram dizem que naã o se espera que ocorram interaçoã es farmacocineí ticas ou farmacodinaê micas com o uso concomitante de aí lcool e escitalopram. embora tenham sido observados efeitos modestos com fluvoxamina e possivelmente paroxetina. e a fluoxetina naã o alterou o efeito do aí lcool na atividade psicomotora (estabilidade da postura. exceto por uma diminuiçaã o significativa na atençaã o e um aumento no tempo de reaçaã o.6 Nenhum problema foi encontrado em um estudo com 20 pacientes dependentes de aí lcool em uso de 60mg de fluoxetina diariamente quando ingeriam aí lcool.11. a maioria dos fabricantes de ISRSs sugere que o uso concomitante com aí lcool naã o eí aconselhaí vel.1. No entanto.10 (e) Paroxetine Estudos descobriram que a paroxetina sozinha causou pouco comprometimento de uma seí rie de testes psicomotores relacionados aà direçaã o de veíículos. mas a adiçaã o de fluoxetina 40mg por dia. Evideê ncia clíínica e mecanismo (a) Citalopram Os fabricantes de citalopram afirmam que naã o foram observadas interaçoã es farmacodinaê micas em estudos clíínicos nos quais o citalopram foi administrado com aí lcool.3 c) Fluoxetina O uso concomitante de fluoxetina 30 a 60mg e aí lcool (4oz de whisky) naã o afetou a farmacocineí tica de nenhum dos faí rmacos em indivííduos saudaí veis.ou em aproximadamente 31 pacientes que tomam fluoxetina 20mg por dia que ingeriram pequenas quantidades naã o especificadas de aí lcool.14 Importaê ncia e gerenciamento Os resultados dos poucos estudos relatados acima sugerem que naã o ocorrem interaçoã es farmacocineí ticas ou farmacodinaê micas com a maioria dos ISRSs e aí lcool. administrada por seis dias antes do aí lcool.7 d) Fluvoxamina Um estudo descobriu que a fluvoxamina 150mg diariamente com aí lcool prejudicou o estado de alerta e atençaã o mais do que apenas o aí lcool.ÁÁ lcool 77 Pode ocorrer algum aumento modesto na sedaçaã o com fluvoxamina e paroxetina. teve pouco efeito adicional.

Efeito da fluoxetina no desempenho psicomotor. Evideê ncia clíínica Um homem que usou Tetmosol naã o diluíído (uma soluçaã o de sulfiram) por 3 dias na pele por todo o corpo 94 .Linnoila M. Os efeitos da paroxetina e outros antidepressivos em combinaçaã o com o aí lcool na atividade psicomotora relacionada aà direçaã o de veíículos. 2. Dados em arquivo. Efeitos da fluvoxamina. Faixa E. Curran HV. Raghoebar M. 15.Lemberger L. J Clin Psychopharmacol (1993) 13. 8. Loudon JM.van Harten J. 427-35. 12.. Cipralex (oxalato de escitalopram). ÁÁ LCOOL + Sulfiram Reaçoã es do tipo dissulfiram foram observadas em pelo menos treê s pacientes que ingeriram aí lcool apoí s o uso de uma soluçaã o de sulfiram na pele para o tratamento da sarna. 45.. Int Clin Psychopharmacol (1992) 7. Enas GG. Állen D. . 4.. Warrington SJ. 6.. De- cember 2005. Florkowski Á. Jackson D. 3. 9. sozinhos e em combinaçaã o com o aí lcool. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto. 10. Gruszczynã ski W. Informaçoã es de prescriçaã o dos EUÁ. Ácta Psychiatr Scand (1989) 80 (Suppl 350). Hindmarch I. Cooperadora SM.Kerr JS.. George DT. fluoxetina e placebo em indivííduos normais. Schaffler K. Fairweather DB. Rowe H. Os efeitos psicomotores da paroxetina isoladamente e em combinaçaã o com haloperidol. problemas de aí lcool e tratamento de pacientes com fluoxetina. Mahendran R. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psiquiatria (1988) 12. 63-80.. Harrison C. Forest Pharmaceuticals.. Comunicaçaã o pessoal. Á fluvoxamina naã o interage com o aí lcool nem potencia o comprometimento da funçaã o cognitiva relacionado ao aí lcool. 15-20.. Os efeitos da paroxetina. Estudo dos efeitos do antidepressivo fluvoxamina nas habilidades de conduçaã o e sua interaçaã o com o aí lcool. Holanda RL. 547. Lader M. Clin Pharmacol Ther (1985) 37.. 78 Capíítulo 3 5. 1981. Eckardt MJ.. 14. 101- 8. 11. Farid KZ.. isoladamente e em combinaçaã o com etanol. 7. Wesnes K. Lundbeck Ltd. McClelland GR. Clin Pharmacol Ther (1992) 52. sobre o desempenho psicomotor e cognitivo e sobre a reatividade do sistema nervoso autoê nomo em voluntaí rios saudaí veis. Int Clin Psychopharmacol (1989) 4 (Supl 1). no desempenho psicomotor e na funçaã o cognitiva nos idosos. UK Resumo das caracteríísticas do produto. Implicaçoã es clíínicas da farmacologia da sertralina. Stapleton JM. RF Bergstrom. janeiro de 2007. 53-55. Eli Lilly and Company Ltd.. Cournot Á. Celexa (bromidrato de citalopram). Inc..Hindmarch I. Ácta Psychiatr Scand (1989) 80 (Suppl 350). 175-80.. Pol J Pharmacol (1995) 47. oxazepam ou aí lcool. Um estudo comparativo das interaçoã es do aí lcool com amitriptilina.1. outubro de 2006. Int Clin Psychopharmacol (1991) 6 (Suppl 2). Laboratoí rios Duphar. Cipramil (bromidrato de citalopram). resposta fisioloí gica e cineí tica do etanol. Raptopoulos P. Stevens LÁ. amilobarbitona. 658–64. maio de 2007. 13. 11-21. Estudo do desempenho e interaçaã o do aí lcool com o antidepressivo fluoxetina. Lundbeck Ltd..

. Lancet (1994) 343. Deprez Ph. 7 comentando um dos casos citados. Clin Pharmacol Ther (1994) 55. Nelson ÁN. Dockter EC. 191. Árq Cat Med (1980) 9. que ele descreveu como sendo "Naã o necessariamente absteê mia". Benson LM. Lancet (1990) 336. taquicardia) apoí s o uso de tetmosol diluíído. sudorese.Erskine D. Fundam Clin Pharmacol (1991) 5..... Mays DC...... mas isso nem sempre eí necessaí rio. Uma pele cheia de aí lcool. Monosulfiram como causa de sííndrome do acetaldeíído. KL Johnson. importaê ncia e gerenciamento Uma dose uí nica de 0. Lipsky JJ.4. Mays DC.. Lancet (1966) ii. 8.. Fowler PÁ.. 304. 1. 1. Reaçaã o adversa incomum a um acaricida. mecanismo. Naylor S. 3.Lipsky JJ. disulfiram e luz. Reaçoã es adversas ao monossulfiram.2.. 5.Blanc D. reduzindo assim a quantidade absorvida atraveí s da pele.... Lipsky JJ... Os fabricantes de preparaçoã es sulfiram e outros aconselham a abstençaã o de aí lcool antes e por pelo menos 48 horas apoí s a aplicaçaã o. diz-se que um paciente extraordinariamente sensíível teve uma reaçaã o (rubor. Á intoleraê ncia ao aí lcool foi raramente relatada com o creme de pimecrolimus. Fotoí lise de mono- sulfiram: um mecanismo para sua reaçaã o tipo disulfiram. depois de beber 3 whiskies duplos . 6. Naã o haí nada que sugira que o aí lcool deva ser evitado enquanto se toma su- matriptan. 1291-2..8 g / kg de aí lcool foi administrada a 16 indivííduos saudaí veis. seguidos 30 minutos depois por 200 mg de sumatriptano.61. 2.1 Reaçoã es semelhantes foram descritas em dois outros pacientes que ingeriram aí lcool enquanto usavam Tetramol ou Áscabiol (tambeí m contendo sulfiram) . ÁÁ LCOOL + Sumatriptano O aí lcool naã o altera a farmacocineí tica do sumatriptano.. inchaço da pele. Thomas M. Lacey LF. Clin Pharmacol Ther (1992) 51. 4.Kempsford RD..5 Á reaçaã o com o aí lcool parece. 1 escreveu que nunca havia encontrado essa reaçaã o ao usar uma soluçaã o diluíída de tetmosol em pacientes do Dreadnought Seamen's Hospital. Inibiçaã o da aldeíído desidrogenase pelo sulfiram. Lancet (1990) 335. mas sem beber aí lcool.3 Mecanismo Sulfiram (monosulfureto de tetraetiltiuram) estaí intimamente relacionado ao disulfiram (dissulfito de tetraetiltiuram) e pode aparentemente sofrer conversaã o fotoquíímica para disulfiram quando exposto aà luz. Monossulfiram. Isso sugeriria que a reaçaã o eí normalmente incomum e improvaí vel de ocorrer se a soluçaã o for corretamente diluíída (geralmente com 2 a 3 partes de aí gua). Quanto mais tempo ela eí armazenada.. 873.Dantas W. 1417. Importaê ncia e gerenciamento Uma interaçaã o estabelecida. . 7. . Naylor S. esta reaçaã o parece ser bastante comum.. 54.. Á mesma coisa aconteceu em duas noites subsequä entes novamente apoí s beber treê s bicos duplos. ser em grande parte devido aà presença de dissulfiram. Um pouco de aí lcool. ÁÁ LCOOL + Tacrolimus ou Pimecrolimus O aí lcool pode causar rubor facial ou eritema cutaê neo em pacientes tratados com pomada de tacrolimus.. ÁN Nelson. p.desenvolveu uma reaçaã o semelhante ao disulfiram (rubor.. 184. taquicardia grave e naí usea) no terceiro dia. portanto. O escritor de uma carta.. 470. sudorese. O efeito do aí lcool no perfil farmacocineí tico do sumatriptano oral. Burgess I. em Londres. Naã o foram observadas alteraçoã es estatisticamente significativas na farmacocineí tica do sumatriptano1. 6 veja 'Álcohol + Disulfiram'. maior a concentraçaã o. Lancet (1967) i. Evideê ncia clíínica.Gold S.. 95 . No entanto. 29– 30.

Ehst BD. Mecanismo O mecanismo dessa interaçaã o naã o eí compreendido. Intoleraê ncia ao aí lcool e rubor facial em doentes tratados com tacrolimus toí pico. Á resposta ao aí lcool desapareceu dentro de 2 semanas apoí s a descontinuaçaã o da pomada de tacrolimus. Á intensidade do eritema foi drasticamente reduzida apoí s tomar aspirina 325mg duas vezes ao dia por treê s dias antes do consumo de aí lcool. Webster GF Monroe E. a exposiçaã o controlada ao aí lcool em 2 pacientes foi tolerada normalmente. promovendo a liberaçaã o de neuropeptíídeos mediada pela capsaicina. Tem sido proposto que o tacrolimus pode atuar na mesma via bioquíímica que o aí lcool. 772-3.Evideê ncia clíínica Seis pacientes relataram rubor facial com pequenas quantidades de cerveja ou vinho durante o tratamento facial com pomada de tacrolimus.Milingou M. mas a cetirizina 10mg ao dia com cime. atraveí s de prostaglandinas como mediadores. em pacientes que apresentam novos sintomas agudos durante o uso de tacrolimus. Mateu- de Ántonio J.1% pomada.Morales-Molina JÁ. 1014-15. Tacrolimus pomada para o tratamento da dermatite atoí pica em pacientes adultos: parte II. 1542-4. o grupo de estudo de pomada de tacrolimus. Chandler MJ. Saurat JH. 1 Outro relato descreve um paciente em uso de pomada de tacrolimus para eczema palpebral leve que apresentou eritema palpebral. limitado aà aí rea em que foi aplicada a pomada de tacrolimus. Warshaw EM. seguida por 100mL de vinho branco no quinto dia.8 mas parece ser rara. Lawrence I. Dois dos pacientes participaram de uma avaliaçaã o duplo-cega e controlada da reaçaã o. Eritema no local de aplicaçaã o induzido por aí lcool apoí s imunomodulaçaã o toí pica uso de ulceraçaã o e sua inibiçaã o pela aspirina.çaã o. 2. Árch Dermatol (2004) 140.Knight ÁK. Ámbos os pacientes consumiram aí lcool (240mL de vinho tinto ou branco) sem experimentar rubor.Soter NÁ.4 Importaê ncia e gerenciamento Á interaçaã o entre o tacrolimus toí pico e o aí lcool eí estabelecida e parece ocorrer em cerca de 6 a 7% dos pacientes tratados com tacrolimo 0. ingestaã o de aí lcool e toí pica tacrolimo: uma interaçaã o do tipo dissulfiramo Ánn Pharmacother (2005) 39.1% pomada. uma leve dor de cabeça ocorreu em um paciente. resultou em uma reaçaã o de rubor facial em todos os pacientes. Erupçaã o induzida por aí lcool causada por tacrolimo toí pico. que ocorreu em 5 a 15 minutos de ingestaã o de aí lcool . mas esses locais permaneceram inalterados apoí s a exposiçaã o ao aí lcool. Tem sido sugerido que a aspirina pode possivelmente reduzir os sintomas dessa reaçaã o. Á intensidade do eritema variou entre os pacientes e naã o foi confinada aà s aí reas tratadas.1% pomada aplicada no rosto duas vezes ao dia por 4 dias. o que aumenta os efeitos vasodilatadores. mas começou a desaparecer apoí s 30 minutos. 3. 3. Ferraí ndez O. podem levar aà vasodilataçaã o apoí s o consumo de aí lcool. orelhas. Sorg O. apoí s a ingestaã o do vinho. Grau S. Ánn Állergy Ásthma Immunol (2005) 95.9 1. .1. Dois outros pacientes experimentaram uma erupçaã o eritematosa apoí s o uso de aí lcool ao usar tacrolimus toí pico. Os pacientes devem ser avisados da possibilidade de uma reaçaã o de rubor com aí lcool e que o consumo de aí lcool pode precisar ser evitado se isso ocorrer. Ántille C. Álternativamente. Boxer M. 5. 96 . Luä bbe J. experimentaram rubor facial moderado ou grave (limitado aà aí rea de aplicaçaã o) 5 a 10 minutos apoí s o consumo de aí lcool. Os meí dicos devem estar cientes da interaçaã o e obter uma histoí ria cuidadosa. Á reexposiçaã o a tacrolimus 0. 291-2. Á pele do antebraço tambeí m foi exposta a um adesivo epicutaê neo contendo 70 mg de tacrolimo 0. Á intoleraê ncia ao aí lcool com pimecrolimus tem sido relatada. 3 mas isso precisa de um estudo mais aprofundado. aí reas afetadas incluííram os cotovelos. Ápoí s um perííodo de washout de tac-rolimus de pelo menos 4 semanas. mas apoí s a aplicaçaã o de tacrolimus ou pimecrolimus. Fleischer ÁB.2 Treê s pacientes apresentaram eritema no local de aplicaçaã o apoí s o consumo de aí lcool apoí s o uso de tacrolimus ou pimecrolimus toí pico para o tratamento de dermatoses faciais.tidina 400mg duas vezes ao dia por treê s dias pareceu ter pouco efeito. olhos e face. a inibiçaã o da aldeíído desidrogenase cutaê nea em aí reas onde o tacrolimus tem sido aplicado pode aumentar os nííveis de aldeíídos cutaê neos que. incluindo o uso de aí lcool. Árch Dermatol (2004) 140. 4.

segurança. Esta deficieê ncia pode ser aumentada pelo aí lcool. Segurança e eficaí cia de um ano de monoterapia com pomada de tacrolimus em adultos com dermatite atoí pica. Árch Dermatol (2000) 136. ÁÁ lcool 79 2. coordenaçaã o. 7. parecem ser aditivos com os do aí lcool..Reitamo S. com e sem 0. Rubinas Á. J Ám Ácad Dermatol (2001) 44 (Supl 1). N Engl J Med (2004) 351.1 No entanto. Importaê ncia e gerenciamento Á sonoleê ncia eí um efeito adverso frequä entemente relatado da mianserina. com e sem aí lcool 1g / kg. Novartis Pharmaceuticals Corp. naã o aumentava os efeitos deleteí rios do aí lcool.. frequeê ncia de oscilaçaã o críítica) foram prejudicados tanto por mianserina sozinho e por uso concomitante com aí lcool. 9...6 Mecanismo Os efeitos depressores do SNC da mianserina e. ÁÁ LCOOL + Ántidepressivos Tetracííclicos Mianserina e maprotilina podem causar sonoleê ncia e prejudicar a capacidade de conduzir ou manusear outras maí quinas perigosas. Ruzicka T..4. doxepina e zimeldina com o aí lcool em voluntaí rios saudaí veis. o mesmo grupo constatou que 50mg de maprotilina. aí lcool e rubor facial. janeiro de 2006. Suokas Á. Evideê ncia clíínica (a) Maprotilina Um estudo duplo-cego.5 c) Pirlindole Um estudo em indivííduos saudaí veis que receberam 75 a 150mg diaí rios de pirlindole por 4 dias indicou que naã o afetou o desempenho de vaí rios testes psicomeí tricos. pomada de Milingou M. descobriu que seu desempenho em um nuí mero de testes psicomotores (reaçaã o de escolha.. muzzy e menos capazes de realizar os testes.2 b) Mianserin Um estudo duplo-cego. fevereiro de 2007. Schoä pf E. constatou que uma uí nica dose oral de 75 mg de maprotilina causou sonoleê ncia subjetiva. Reino Unido Resumo das caracteríísticas do produto.. 1.. Interaçaã o de aí lcool com maprotilina ou nomifensina: efeitos 97 . Á realizaçaã o de vaí rios testes psicomotores tambeí m foi piorada apoí s a adiçaã o de aí lcool. Wollenberg Á. Marcas R. por 15 dias.. possivelmente. 8. cruzado em 12 indivííduos saudaí veis. duas vezes ao dia. Novartis Pharmaceuticals UK Ltd.4g / kg de aí lcool. Stroä mberg C. Elidel (Pimecrolimus). Elidel (Pimecrolimus). em estudo posterior. Seppaä laä T. 999- 1006. da maprotilina. Mattila MJ. cruzado em 13 indivííduos saudaí veis que receberam 10 a 30mg de mianserin duas vezes ao dia por 8 dias. Kappa Á.3 Esses resultados confirmam os achados de outros estudos. Seppaä laä T. Efeitos agudos da maprotilina. o Grupo Europeu de Estudo da Pomada de Tacrolimus. Tacrolimus. Tambeí m seria prudente alertar os pacientes que tomam maprotilina do possíível aumento do risco se beberem. particularmente durante os primeiros dias de tratamento. Jablonska S.. Lahfa M.. que foi aumentada em 1g / kg de aí lcool. Perrot JL. especialmente durante os primeiros dias de tratamento.Luä bbe J. Árch Int Pharmacodyn Ther (1988) 291. .. Os doentes devem ser advertidos de que conduzir ou manusear maí quinas perigosas seraí mais perigoso se beberem. Os sujeitos estavam cientes de sentirem-se sonolentos. Christophers E. 6. S39-S46.2 O pirlindole parece naã o interagir. 217-228. O pirlindole naã o parece interagir com o aí lcool.. Rustin M ... US Prescrever informaçoã es.Stroä mberg C. 2740.

.. mecanismo..ecocardiograí ficos e psicomeí tricos. e seus efeitos combinados com o aí lcool. Ánn Clin Res (1977) 9... Ritter M.. Evideê ncia clíínica. quando possíível. 181-9. ÁÁ LCOOL + Tianeptine O aí lcool reduziu a absorçaã o de tianeptina e reduziu os nííveis plasmaí ticos em cerca de 30%. constatou que ambos os faí rmacos prejudicaram o desempenho de vaí rios testes psicomotores.. mecanismo. custoí dia C. 6... Pharmacol Toxicol (1987) 60. Os indivííduos receberam vodka diluíída em suco de laranja para dar nííveis de aí lcool no sangue entre 64 e 77mg%.... em particular durante os primeiros dias de tratamento. Reaçoã es desse tipo com outras drogas que naã o o disulfiram saã o geralmente mais desagradaí veis ou assustadoras do que graves. Defrance R. ÁÁ LCOOL + Tolazolina Uma reaçaã o semelhante ao disulfiram pode ocorrer em pacientes que tomam tolazolina se beberem aí lcool. Habilidades psicomotoras durante o tratamento agudo e de duas semanas com mianserina (Org GB 94) e amitriptilina. e o tratamento raramente eí necessaí rio. Naã o foram realizados estudos comportamentais para que o significado clíínico destes estudos seja ainda incerto..61). Evideê ncia clíínica.. Mattila MJ. Fundam Clin Pharmacol (1990) 4.. Eur J Clin Pharmacol (1984) 27... isoladamente e em combinaçaã o com etanol. Comparaçaã o aguda de clovoxamina e mianserina. Somente destreza manual foi ainda 98 . 1.. 48-54.. 2 horas apoí s a uí ltima dose de tolazolina.. 115-25. 1. parece sensato evitar preparaçoã es que contenham aí lcool.Ehlers T... mianserina e amitriptilina nas habilidades psicomotoras e sua interaçaã o com o etanol: um estudo cruzado placebo controlado.. no desempenho psicomotor humano. Stroä mberg C.... O pharmacokinetics do antidepressivo tianeptine e o seu metabolite principal em seres humanos saã os . e pode ocorrer mais prejuíízo com o aí lcool. 3. QJ Stud Álcohol (1960) 21. 593-99. Os nííveis plasmaí ticos do principal metabolito da tianeptina naã o foram alterados1. causando sonoleê ncia e reduzindo a “lucidez” aproximadamente na mesma extensaã o. Evideê ncia clíínica. Eur J Clin Pharmacol (1988) 35...1 Ás razoã es naã o saã o compreendidas. p. ÁÁ LCOOL + Trazodona Á trazodona pode tornar a conduçaã o ou o manuseamento de outras maí quinas perigosas mais perigosas.. 23-5. e 4 desenvolveram calor e plenitude da cabeça. 374-9. Uma busca por drogas com atividade semelhante ao disulfiram.. Stroä mberg C.. . 4.Seppaä laä T... 66-72. a absorçaã o e os nííveis plasmaí ticos maí ximos de uma dose uí nica de 12..influeê ncia de co-administraçaã o de aí lcool.. importaê ncia e gerenciamento Em 12 indivííduos saudaí veis.. Hopkins R. Dentro de 15 a 90 minutos de beber 90 mL de vinho do Porto (aí lcool 18. Efeitos do antidepressivo tetracííclico pirlindole no desempenho sensoí rio-motor e na condiçaã o subjetiva em comparaçaã o aà imipramina e durante a interaçaã o do etanol.. mas esta Á reaçaã o naã o eí diferente de uma reaçaã o leve de disulfiram e pode possivelmente ter um mecanismo semelhante (ver 'Álcohol + Disulfiram'.. . importaê ncia e gerenciamento Um estudo em 6 indivííduos saudaí veis. Em crianças que recebem tolazolina. mecanismo..Salvadori C.Pacientes que receberam tolazolina devem ser advertidos sobre esta reaçaã o se beberem aí lcool e aconselharem que limitem seu consumo. 6 experimentaram formigamento na cabeça.... Bergman I. importaê ncia e gerenciamento Sete indivííduos saudaí veis receberam tolazolina 25 mg por dia durante 4 dias. comparando os efeitos de doses uí nicas de amitriptilina 50mg e trazodona 100mg..2%).5 mg de tianeptina foram reduzidos em cerca de 30% pelo aí lcool. 5. Efeitos da zimeldina.Seppaä laä T.Boyd EM. Neuropsychobiology (1984) 12.

Outros trabalhadores na mesma faí brica relataram a mesma experieê ncia. Os doentes devem ser avisados de que teê m capacidade para conduzir.3%) de insuficieê ncia hepaí tica clíínica.5 Outro estudo investigou o metabolismo do tricloroetileno em 5 indivííduos saudaí veis que inalaram tricloroetileno a 50 ppm durante 6 horas por dia durante 5 dias e depois novamente duas semanas mais tarde na presença de aí lcool. aí lcool e desempenho psicomotor. Observe que esse foi o dobro do níível maí ximo admissíível para o tricloroetileno no ar naquele momento..4 Haí tambeí m algumas evideê ncias de que a exposiçaã o a curto prazo aà combinaçaã o pode possivelmente reduzir a capacidade mental. Ácta Psychiatr Scand (1990) (Suppl 360).roetileno na presença de aí lcool. Ávaliaçaã o de possííveis interaçoã es entre etanol e trazodona ou amitriptilina.. Á inalaçaã o de tricloroetileno com concentraçoã es de aí lcool no sangue de 0. 2. poderia causar aumentos pronunciados nas concentraçoã es de tricloroetileno no sangue e reduçoã es nas taxas de excreçaã o urinaí ria dos metaboí litos tricloroetileê nicos. semelhante ao disulfiram. Neuropsychobiology (1986) 15 (Suppl 1).mais prejudicada quando os indivííduos que tomaram trazodona receberam aí lcool suficiente para dar nííveis sanguííneos de cerca de 40mg% .23 a 0.. 1... ÁÁ LCOOL + Tricloroetileno Uma reaçaã o de rubor na pele semelhante a uma reaçaã o leve de disulfiram pode ocorrer naqueles que bebem aí lcool apoí s a exposiçaã o ao tricloroetileno. Um mecanismo sugerido eí uma inibiçaã o do metabolismo do acetaldeíído.. sensaçaã o de aumento de pressaã o na cabeça.92) g / kg) antes do iníício do trabalho ou na hora do almoço. Houve 30 casos (15.. .1 Manchas vermelhas víívidas em um padraã o simeí trico na face.. Contudo.1 Outro estudo tambeí m descobriu que o comprometimento do desempenho psicomotor pela trazodona foi aumentado pelo aí lcool. resultando em aumento dos nííveis plasmaí ticos e possivelmente um acuí mulo de tricloroetileno no SNC. taquipneia e visaã o turva em 12 minutos de ingestaã o de 85mL de uíísque Bourbon..Warrington SJ. Ánkier SI. 13-17. ombros e costas foram vistas em outros trabalhadores quando eles beberam cerca de 2pints de cerveja2 depois de terem sido expostos por algumas horas todos os dias. embora neste estudo .2 Um estudo posterior envolvendo 188 trabalhadores ocupacionalmente expostos a tricloroetileno encontrou uma interaçaã o toí xica sineí rgica estatisticamente significativa entre o tricloroetileno e o aí lcool... manusear maí quinas perigosas ou para executar outras tarefas que necessitem 80 Capíítulo 3 habilidades psicomotoras complexas podem ser prejudicadas pela trazodona e pioradas pelo aí lcool.a tricloroetileno foi bastante elevada (200 ppm) .61). pelo tricloroetileno (ver 'Álcohol + Di. Turner P. lacrimaçaã o..sulfiram'. Mecanismo Incerto.. por 3 semanas para aumentar as concentraçoã es de vapor de tricloroetileno (ateí 200 ppm)..6 Importaê ncia e gerenciamento Á reaçaã o de rubor eí uma interaçaã o estabelecida que ocorre em cerca de 16% dos trabalhadores expostos ao 99 . pescoço. p.6% resultou em aumento do sangue e concentraçoã es expiradas de tricloroetileno 2 a 3 vezes maior do que sem aí lcool.6 Um estudo de simulaçaã o sugeriu que a ingestaã o de quantidades moderadas de aí lcool (0. 31-7.2 Isso parece ser devido a uma depressaã o aditiva simples do SNC.3 Essa reaçaã o foi descrita como o “desengraxante de lavagem” . Esta eí uma interaçaã o estabelecida e de importaê ncia praí tica. Outro mecanismo sugerido eí a inibiçaã o do metabolismo do triclo. Á reaçaã o naã o se desenvolveu quando ele naã o estava mais exposto ao tricloroetileno. O aí lcool tambeí m pode aumentar o risco de toxicidade hepaí tica devido aà exposiçaã o a solventes. Evideê ncia clíínica Um engenheiro de uma faí brica onde o tricloroetileno estava sendo usado como um agente desengordurante. mas naã o no final do trabalho. Ántidepressivos. Lança JWG. desenvolveu rubor facial.9%) de rubor de desengraxantes e 10 casos (5.

Ámoxapina. Spassowski M. Esta deficieê ncia pode ser aumentada pelo aí lcool. Á informaçaã o sobre outros tricííclicos parece faltar. tomando amitriptilina ou imipramina por um meê s. Árch Toxicol (1975) 33. Ettema JH.. 8 mas 100 . embora a maioria dos fabricantes de tricííclicos avise que os efeitos do aí lcool podem ser melhorados. e normalmente naã o requer tratamento. em menor extensaã o. Em comparaçaã o com a amitriptilina sozinha..8 1. 4. Endoh K. mas tende a diminuir aà medida que o tratamento continua. Stewart RD. Williams J.Brautbar N. Haí algumas evideê ncias limitadas de estudos em animais de que a amitriptilina pode possivelmente melhorar as alteraçoã es gordurosas induzidas no fíígado pelo aí lcool. Int Árch Occup Environ Health (1984) 53. 7. clomipramina. Sato Á. Int Árch Occup Environ Health (1978) 41. Henschler D.. No entanto. 548-56. Muä ller G. 8. memoí ria recente e alerta. ÁLCOOL + antidepressivos tricíclicos Á capacidade de dirigir. 283-9. Debru JL. Hake CL e Peterson JE. Br J Ind Med (1991) 48. 77-85. Guilherme B. Foi relatado que o aumento da gordura corporal aumenta o risco de toxicidade por solvente e o consumo pesado de aí lcool pode aumentar ainda mais o risco de toxicidade hepaí tica. III Interaçaã o de tricloroetileno e etanol. a ÁUC0- 8 aumentou em meí dia 44% apoí s o consumo de aí lcool e esteve associada aà diminuiçaã o da estabilidade de peí . 1-6 a interaçaã o eí mais acentuada durante os primeiros dias de tratamento. Metabolismo do tricloroetileno no homem. Brotman M. desipramina e nortriptilina parecem interagir com o aí lcool apenas minimamente. solventes industriais e toxicidade hepaí tica: avaliaçaã o de risco..tricloroetileno quando bebem aí lcool. 173-89. Chomat D. Barret L.5 Álguns apagoã es inexplicaí veis que duraram algumas horas foram descritos em 3 mulheres apoí s beberem apenas quantidades modestas de aí lcool. Tricloroetileno: uma revisaã o.. lidar com maí quinas perigosas ou realizar outras tarefas que exijam habilidades psicomotoras complexas pode ser prejudicada pela amitriptilina e.. fatores de risco e mecanismos. 521– 2. Haí tambeí m evideê ncias de que os alcooí licos (sem doença hepaí tica) podem necessitar de doses maiores de desipramina e imipramina para controlar a depressaã o. Windemuller FJB.Pardys S.. Kaneko T. Efeitos da exposiçaã o combinada ao tricloroetileno e ao aí lcool na capacidade mental. JÁMÁ (1974) 229. Parece ser mais desagradaí vel e socialmente desagradaí vel do que grave. 5. 3. a hepatotoxicidade do tricloroetileno e outros solventes orgaê nicos pode ser aumentada pelo aí lcool.. Árch Environ Health (1974) 29..2 Resultados semelhantes foram claramente demonstrados em nuí meros consideraí veis de indivííduos usando uma variedade de testes de habilidades psicomotoras. a toxicidade de alguns tricííclicos pode ser aumentada pelo aí lcool e em alcooí latras com doença hepaí tica. No entanto. Br J Ind Med (1966) 23. Faure J. 1-5. Tricloroetileno e aí lcool: um straight flush. Efeitos do consumo de etanol sobre o monitoramento bioloí gico da exposiçaã o a vapores de solventes orgaê nicos: um estudo de simulaçaã o com tricloroetileno.. o desempenho foi ainda mais prejudicado. 2. 249-62.1 Ámitriptilina 800 microgramas / kg prejudicou o desempenho de treê s habilidades motoras testes relacionados aà conduçaã o em 21 indivííduos saudaí veis.. . Johanson G. Int J Hyg Environ Health (2002) 205. Exposiçaã o ocupacional ao tricloroetileno: elementos para uma melhor prevençaã o. Vaí rios fatores teê m mostrado afetar o manuseio de solventes pelo fíígado e a toxicidade final. Smith GF. Evideê ncia clíínica amitriptilina Um estudo cruzado de dose uí nica em 5 indivííduos saudaí veis descobriu que os nííveis plasmaí ticos de 25mg de amitriptilina durante um perííodo de 8 horas foram acentuadamente aumentados pelo aí lcool (concentraçaã o de aí lcool no sangue mantida em aproximadamente 80 mg%). Quando o aí lcool para produzir nííveis sanguííneos de cerca de 80mg% tambeí m foi dado. 6. pela doxepina ou imipramina... Didier B. 479-91. particularmente durante os primeiros dias de tratamento.. "Degreasers 'Flush": resposta deí rmica a tricloroetileno e etanol.

17 e) Doxepina Um estudo duplo-cego.4. quando o aí lcool estava presente. causam sonoleê ncia e outros efeitos depressores do SNC. memoí ria e aprendizagem. cruzado em 20 indivííduos saudaí veis que receberam vaí rias combinaçoã es de aí lcool e doxepin ou placebo. com nííveis de aí lcool no sangue de 40 a 50mg%. Áleí m disso. 19 e blecautes inexplicaí veis que duraram algumas horas foram descritos em 3 mulheres apoí s beberem apenas quantidades modestas de aí lcool. e baixos nííveis do metaboí lito foram encontrados em amostras de sangue e cabelo. acatisia) enquanto usavam amoxapina. jaí que o exame post-mortem revelou dano toí xico ao fíígado. que podem ser aditivos 101 . Um estudo envolvendo 332 envenenamentos fatais na Finlaê ndia constatou que o aí lcool estava presente em 67% dos casos envolvendo amitriptilina e. Á meia-vida da imipramina oral foi cerca de 45% menor em alcooí latras recentemente desintoxicados (sem doença hepaí tica) em comparaçaã o com indivííduos saudaí veis. b) Ámoxapina Á interaçaã o entre a amoxapina e o aí lcool eí considerada pequena. 11 mas foram descritos dois pacientes que apresentaram sintomas extrapiramidais reversííveis (parkinsonismo. particularmente a amitriptilina. quando comparados com indivííduos saudaí veis.18 Parece que a doxepina pode ser mais toí xica quando administrado com aí lcool e tem sido sugerido que uma alternativa menos perigosa poderia ser escolhida quando haí indíícios de abuso de aí lcool ou risco de suicíídio.15 d) Desipramina Os nííveis plasmaí ticos de desipramina foram transitoí rios. e a depuraçaã o intríínseca foi 200% maior.17 g) Nortriptilina Estudos em indivííduos com nííveis de aí lcool no sangue de 40 a 60mg% descobriram que a nortriptilina teve apenas efeitos leves ou nulos em vaí rios testes de reaçaã o.isso ainda precisa de confirmaçaã o de estudos em humanos. 7 estavam tomando amitriptilina ou imipramina apenas um meê s. seus tempos de teste de reaçaã o foram prolongados e o nuí mero de erros aumentou.13. constatou que. coordenaçaã o. f) Imipramina Tambeí m foi relatado que a imipramina 150 mg por dia melhora alguns dos efeitos hipno-sedativos do aí lcool. 9 Parece que a amitriptilina pode ser mais toí xica quando administrada.13 Mecanismo Parte da explicaçaã o para o aumento da depressaã o do SNC eí que tanto o aí lcool como alguns dos tricííclicos. coordenaçaã o. e as concentraçoã es de aí lcool no ar expirado naã o foram afetadas pelo antidepressivo.16 Á meia-vida da desipramina oral foi cerca de 30% menor em alcooí latras recentemente destoxificados (sem doença hepaí tica). aparentemente causada pelo consumo de aí lcool. overdoses relativamente pequenas de amitriptilina poderiam resultar em envenenamento fatal. Á coordenaçaã o foi obviamente prejudicada apoí s sete dias de tratamento com doxepina. mas aumentaram de forma naã o significativa apoí s indivííduos saudaí veis ingerirem aí lcool. aí lcool e tem sido sugerido que uma alternativa menos perigosa poderia ser escolhida quando haí indíícios de abuso de aí lcool ou risco de suicíídio. mas naã o apoí s 14 dias.12 c) Clomipramina Estudos em indivííduos com nííveis de aí lcool no sangue de 40 a 60mg% constataram que a clomipramina teve apenas efeitos leves ou nulos em vaí rios testes de reaçaã o. memoí ria e aprendizagem. Ácreditava-se que o efeito toí xico final fosse devido aà biotransformaçaã o diminuíída da clomipramina induzida pelo aí lcool. 4. e a depuraçaã o intríínseca foi 60% maior. testes de desempenho em indivííduos que receberam desipramina 100mg indicaram que naã o houve interaçaã o significativa com o aí lcool. 14 Um caso descreve um risco fatal em um paciente alcooí lico croê nico tomando clomipramina para depressaã o.4 Em um estudo anterior. a doxepina pareceu anular os efeitos deleteí rios do aí lcool na realizaçaã o de um teste de direçaã o simulado.20 embora o uso agudo do aí lcool com nortriptilina prejudicou a aprendizagem em um estudo. 13.

Psychopharmacology (Berl) (1982) 76. E Elonen. Patman J. ÁÁ lcool e efeitos da amitriptilina nas habilidades relacionadas aà comportamento.com os efeitos do aí lcool. a ingestaã o aguda de aí lcool provoca aumentos acentuados (100 a 200%) nos nííveis plasmaí ticos de amitriptilina. 3.Milner G.Koski Á.1. Ámitriptilina e etanol: interaçaã o farmacocineí tica e farmacodinaê mica. 6.Seppaä laä T. Á interaçaã o entre aí lcool e doxepina ou imipramina eí menos bem documentada e as informaçoã es saã o conflitantes. parece prudente advertir qualquer paciente que receba um tricííclico de que dirigir ou manipular maquinaí rio perigoso pode se tornar mais perigoso se ele ingerir aí lcool. embora os tricííclicos com maior sedaçaã o. Á maioria dos fabricantes de antidepressivos tricííclicos adverte que os efeitos do aí lcool podem ser aumentados pelos tricííclicos e vaí rios sugerem evitar o aí lcool enquanto tomam antidepressivos tricííclicos. Bergman I. 181-9.23 Os baixos nííveis seí ricos de imipramina e desipramina observados em alcooí latras abstinentes saã o atribuííveis aà induçaã o das isoenzimas do citocromo P450 pelo aí lcool. mas parece naã o haver razoã es especííficas para evitar o uso concomitante. Habilidades psicomotoras durante o tratamento agudo e de duas semanas com mianserina (ORG GB 94) e amitriptilina e seus efeitos combinados com o aí lcool. JJ Warsh. Kakulas BÁ. 1.25 Os danos hepaí ticos induzidos pelo aí lcool tambeí m podem resultar em comprometimento do metabolismo da amitriptilina. 66-72. 4. muitos tricííclicos (sem aí lcool) podem prejudicar temporariamente as competeê ncias relacionadas com a conduçaã o.Seppaä laä T. 515-22. particularmente durante os primeiros dias de tratamento. mianserina e amitriptilina nas habilidades psicomotoras e sua interaçaã o com o etanol: um estudo cruzado placebo controlado. 7. Informaçoã es diretas sobre outros tricííclicos parecem estar faltando. Fan T. 102 . como a trimipramina. Patologia (1969) 1. 381–2. 9. Ojanpera I.Landauer ÁÁ. ÁÁ lcool 81 Tambeí m esteja ciente de que pacientes alcooí latras (sem doença hepaí tica) podem precisar de doses mais altas de imipramina (possivelmente duplicada) e desipramina para controlar a depressaã o. clomipramina. Ántidepressivos tricííclicos e blecautes alcooí licos.Scott DB. Fagan D. 113-18.17 Importaê ncia e gerenciamento O aumento da depressaã o do SNC resultante da interaçaã o entre a amitriptilina e o aí lcool eí bem documentado e clinicamente importante. Vendedores EM. as doses podem eventualmente ser reduzidas. Science (1969) 163.Seppaä laä T. Eur J Clin Pharmacol (1984) 27.21-24 Áleí m disso. 11 Portanto. tenham maior probabilidade de interagir. provavelmente pela inibiçaã o do seu metabolismo de primeira passagem. Hum Exp Toxicol (2005) 24. clomipramina. Efeitos da zimeldina. Hamilton C. 389–96. Ánn Clin Res (1977) 9. propoxifeno e promazina. Hudson CJ. Relaçaã o de aí lcool no sangue pós-morte e concentraçoã es de drogas em envenenamentos fatais envolvendo amitriptilina. depois doxepina e imipramina. desipramina e nortriptilina parecem interagir apenas minimamente com o aí lcool. 209-11. Ámoxapina. Linnoila M. 325-31. e se a abstineê ncia a longo prazo for alcançada. Kaplan HL. Dorian P. 8. Mattila MJ. Tiplady B. J Nerv Ment Dis (1981) 169. Reed KL.6 Os efeitos sedativos foram relatados a ser maior com amitriptilina. 1467-8. Eur J Clin Pharmacol (1983) 25. mas os efeitos da interaçaã o diminuem durante o tratamento continuado. 2. Vuori E. Efeitos da amitriptilina e zimelidina em combinaçaã o com aí lcool. Á potenciaçaã o pela amitriptilina das alteraçoã es hepaí ticas induzidas pelo etanol Em ratos. Maä ki M. Clin Pharmacol Ther (1975) 17. 5. Durante as primeiras 1 a 2 semanas de tratamento. Milner G. desipramina e protriptilina. seguidas de nortriptilina e menos com amoxapina. Stroä mberg C. Efeito de antidepressivos tricííclicos e aí lcool em habilidades psicomotoras relacionadas aà conduçaã o.

309. Puech ÁJ. SÁ cisłowski M. Johnson J. Rojek S. 20.. Álcohol Res Health (1999) 23. 319-25. Jaffe JJ. Fraser ÁG. Farmacocineí tica clíínica da imipramina e da desipramina em alcooí latras e voluntaí rios normais.... Efeito do tratamento de duas semanas com chlorimipramine e nortriptyline. Ojanperaä I. Petrie WM. 40-5. 14. Interaçaã o de aí lcool e drogas em envenenamentos fatais. 12. Forney RB. 15. 19. 281-7.. Ciraulo DÁ. 301-3. imipramina e placebo.. 24. Áccid Ánal Prev (1985) 17. 509-18. Jiang QG. 18. Manfredo R. Barry DE. amoxapina e acatisia. Hillside J Clin Psychiatry (1981) 3... Buchsbaum MS. sozinhos e combinados com aí lcool. 263-70. Int Clin Psychopharmacol (1993) 8. Zimmer R. Lader M.. Zhong WD.. Hum Exp Toxicol (2003) 22. Weathermon R.. Vuori E. Os efeitos da amoxapina e do etanol nas habilidades psicomotoras relacionadas aà direçaã o: um placebo e um estudo padraã o controlado. Cournot Á.Marco LÁ. Seppala T. Pedarriosse ÁM..Linnoila M. .Shen WW... 40-54. 109S-120S. Os efeitos da nefazodona.. 305-6. Ban TÁ. Crabb DW. Weller RÁ. 21.Linnoila M. JÁMÁ (1963) 185.. Clin Pharmacol Ther (1988) 43. ÁÁ LCOOL + Vitamina Á (Retinol) O consumo pesado de aí lcool tambeí m pode aumentar os nííveis de beta-caroteno e afetar o metabolismo da 103 . Drogas psicotroí picas e aí lcool: interaçoã es farmacocineí ticas e farmacodinaê micas. 405-9. Kłys M. 17. Psychosomatics (1984) 25. Prog Neuropsy-chopharmacol (1981) 5. 16.Li J. Interaçoã es medicamentosas em pacientes alcoolistas. Barnhill JG. Clin Pharmacokinet (1997) 33. Psychop-harmacologia (1974) 39. .. Wilson WH.. etanol ou nortriptilina-etanol no desempenho com DÁF. 837-41.. Randels RM. 13.10. 23.Hughes FW.. 297-301. 11. em aprendizagem e memoí ria. 556-8.Berlin I. Kołodziej J. isoladamente e em conjunto com o aí lcool. sozinho ou em combinaçaã o com aí lcool.1 1. Os efeitos da doxepina. Linnoila M. Schneinin M. 13-20.. Landauer ÁÁ. em para dirigir a segurança. Kilts C. Med J Áust (1973) 1. Ántidepressivos e conduçaã o. 27–44. 22. 25..Koski Á. 181-6. em indivííduos normais.. 929-30.Milner G.. Um caso fatal de intoxicaçaã o por clomipramina de um doente alcooí lico croí nico: aplicaçaã o do meí todo de anaí lise capilar post-mortem da clomipramina e do etilglucuronido utilizando LC / ÁPCI / MS. O consumo persistente de etanol aumenta a lesaã o hepaí tica induzida pela exposiçaã o ao trinocrotolueno: um estudo de caso-controle na planta. Efeitos dos antidepressivos no desempenho especializado. Leg Med (2005) 7.. ÁÁ LCOOL + Trinitrotolueno Homens expostos a trinitrotolueno (TNT) em uma faí brica de muniçaã o foram encontrados para ter um risco maior de dano hepaí tico induzido por TNT se tivessem uma longa histoí ria de consumo excessivo de aí lcool do que se fossem naã o-bebedores. 79-90. Mattila M. Molinier P. Psychopharmacology (Berl) (1990) 100.. Biol Psychiatry (1984) 19. Interaçoã es farmacocineí ticas entre o aí lcool e outras drogas. ÁÁ lcool. Hum Exp Toxicol (1991) 10. Dubyoski K. Br J Clin Pharmacol (1984) 18. Ávaliaçaã o e comparaçaã o da interaçaã o entre aí lcool e moclobemida ou clomipramina em indivííduos saudaí veis. Átraso no audiofeedback (DÁF) para induçaã o de ansiedade: efeito das combinaçoã es de nortriptilina.Liljequist R. Frewer LJ. Interaçoã es com aí lcool e medicamentos.... Preskorn SH.

um processo semelhante de 2 etapas estaí envolvido no metabolismo do aí lcool e da vitamina Á.Crabb DW. mas eí possíível que os nííveis plasmaí ticos de xileno aumentem porque o aí lcool prejudica sua depuraçaã o metaboí lica pela isoenzima CYP2E1... 1071-85.tabolitos mais polares no fíígado. mecanismo. pescoço. particularmente bebedores pesados ou alcooí latras.. 1431-5. que subsequentemente ingerem aí lcool. Pinairs J. Bergheim I. ÁÁ lcool. importaê ncia e gerenciamento Estudos em indivííduos expostos ao vapor de m-xileno em concentraçoã es de aproximadamente 145 ou 280ppm por 4 horas que receberam 0. 4.4 do citocromo P450. 2 nííveis de acetaldeíído tambeí m podem ser transitoriamente aumentados. Kedishvili N.1. Á suplementaçaã o de vitamina Á pode. Evideê ncia clíínica. a ingestaã o croí nica de aí lcool pode induzir isoenzimas do citocromo P450 que parecem aumentar a degradaçaã o da vitamina Á (retinol e aí cido retinoí ico) em me. Yokoyama H. Ohata M. mas eí complicada pela hepatotoxicidade de grandes quantidades de vitamina Á. Cinco desses pacientes continuaram com vitamina Á e os testes de funçaã o hepaí tica anormais foram resolvidos em 4 desses pacientes...vitamina Á.4 ou 0. Ápoí s a ingestaã o de aí lcool. 207S-217S. mecanismo. Motomura K.Leo MÁ. Menzl I. vitamina Á e ß-caroteno: interaçoã es adversas. vitamina Á e caê ncer. Sanghani S. Hasanadka R. Tsukamoto H.000 unidades diariamente por via oral) por 4 meses de desenvolvimento. pois alguns suplementos de vitamina Á e D naã o prescritos conteê m quantidades substanciais de vitamina Á. Álco Clin Exp Exp (2001) 25 (5 Suppl ISBRÁ).5. portanto. Ishii H. ..2. 3. Uma reaçaã o da pele ruborizada tambeí m foi observada.8g / kg de aí lcool constataram que cerca de 10 a 20% apresentaram tontura e naí usea. ser indicada em bebedores pesados.3 Um estudo usando um modelo farmacocineí tico e farmacodinaê mico de base populacional previu a probabilidade de efeitos do SNC apoí s a exposiçaã o ao xileno no atual padraã o de exposiçaã o ocupacional do Reino Unido (meí dia ponderada de tempo de 100 ppm em 8 horas ) aumentou acentuada e naã o linearmente com a dose de aí lcool. Leaã o MÁ. o que pode causar morte de hepatoí citos. Lieber CS. Bode C. importaê ncia e gerenciamento Um estudo envolvendo 30 homens alcooí latras abstinentes descobriu que 5 de 15 receberam altas doses de vitamina Á (10. Lieber CS.2 Bebidas alcooí licas saã o consumidas com 104 . ÁÁ lcool...4 Áleí m disso.Wang XD. Miyagi M. Evideê ncia clíínica. Parece que o consumo de quantidades substanciais de aí lcool estaí associado aà deficieê ncia de vitamina Á parcialmente devido aà maí nutriçaã o e tambeí m aos efeitos diretos do aí lcool no metabolismo da vitamina Á. Dois dos seis pacientes admitiram consumo intermitente de aí lcool. ÁÁ lcool e retinoí ides. Shiraishi H.2.2 Um indivííduo exposto a 300ppm de vapor de m-xileno desenvolveu um evidente rubor cutaê neo no rosto. em comparaçaã o com 1 de 15 pacientes que receberam placebo. inibidor da oxidaçaã o da vitamina Á.. Miyahara T.2 vezes. Leo MÁ. Portanto. Bosron W. Eles teê m caminhos metaboí licos sobrepostos. anormalidades hepaí ticas durante o tratamento.Worner TM. Parlesak Á... os nííveis de xileno no sangue aumentaram cerca de 1. com o aí lcool desidrogenases e acetaldeíído desidrogenases sendo implicados na conversaã o de vitamina Á em aí cido retinoí ico. o consumo croê nico de aí lcool pode aumentar a hepatotoxicidade intríínseca da vitamina Á de alta dose. parece razoaí vel tentar controlar o consumo de aí lcool quando a suplementaçaã o de vitamina Á eí necessaí ria. podem sentir tontura e naí usea. Ám J Clin Nutr (1999) 69. que pode ser potenciada pelo aí lcool.3 Portanto. ÁÁ LCOOL + Xileno Álguns indivííduos expostos ao vapor de xileno. Pacientes que consomem aí lcool. Gordon GG.. toí rax e costas... devem ser questionados sobre o uso de suplementos vitamíínicos. 251-8. Lieber CS. Álcohol (2005) 35.1 Á interaçaã o entre aí lcool e vitamina Á eí complexa. incluindo hepatotoxicidade e carcinogenicidade. Ele tambeí m mostrou algum eritema apenas com aí lcool. Tratamento da vitamina Á da disfunçaã o sexual em alcoolistas do sexo masculino. 2.4 Ás razoã es para estas reaçoã es naã o saã o totalmente compreendidas. Fang M. houve relatos de possíível aumento da toxicidade.3 O aí lcool parece atuar como um processo competitivo. Ám J Clin Nutr (1988) 48. 1.

Pekari K. Interacçoã es agudas de solvente-etanol com especial refereê ncia ao xileno.0 105 . 94-103. Efeitos de xileno e aí lcool em vestibular e funçoã es visuais no homem. 253-63. Laine Á. Linnoila M. Linkens DÁ. Sippel HW. MacDonald ÁJ. Scand J Work Environ Health (1982) 8. e como a excreçaã o de xileno eí retardada por sua alta solubilidade e armazenamento em tecidos ricos em lipíídios.5 1. Savolainen K. Sippel H. Tucker GT. Interacçaã o metaboí lica entre Tween m-xileno e etanol. Ánaí lise da toxicidade do sistema nervoso central por solvente e interaçoã es com etanol utilizando um modelo cineí tico e dinaê mico de base populacional humana. Lieber CS. Savolainen K. Árch Toxicol (1982) 49. a presença simultaê nea de xileno e aí lcool no corpo provavelmente naã o eí incomum e pode resultar em aumento da toxicidade do xileno. Scand J Work Environ Health (1980) 6. 3.Savolainen K.Riihimaä ki V. Rostami-Hodjegan Á. 165-76. Vaheri E.bastante frequeê ncia durante a hora do almoço ou apoí s o trabalho. Regul Toxicol Pharmacol (2002) 35. 45-56. Pfaä ffli. 5. Laine Á. 4. Enzyme (1987) 37. 2. Rihihaä ki V. P. Riihimaä ki V. Sistema oxidativo de etanol microssomal. 77-9.