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Introdução - Diferentes tipos de desenho

Desenho artístico

Forma de expressão gráfica de entidades concretas, como objectos ou pessoas, ou conceitos estéticos/filosóficos abstractos.

Aula 2 - 1 Desenho Técnico I - 2006/2007 A Visão de Ezequiel Rafael Galeria
Aula 2 - 1
Desenho Técnico I - 2006/2007
A Visão de Ezequiel
Rafael
Galeria Palatina, Florença
Composition
Fernand Léger
Hermitage, S. Petersburgo

Introdução - Diferentes tipos de desenho

Desenho técnico

Linguagem gráfica universal que faz uso da representação plana de uma realidade tridimensional para transmissão de ideias de uma forma rápida e precisa.

A representação dessa realidade tridimensional é feita actualmente de acordo com os princípios da ciência a que se chama GEOMETRIA DESCRITIVA

As regras básicas dessa linguagem encontram-se vertidas em documentos aceites internacionalmente designados por NORMAS

a realização de desenhos técnicos não é uma questão de jeito!

NORMAS a realização de desenhos técnicos não é uma questão de jeito! Aula 2 - 2

Aula 2 - 2

Desenho Técnico I - 2006/2007

Introdução - Diferentes tipos de desenho técnico

Classificação quanto à qualidade:

Esboço - Desenho à mão livre

quanto à qualidade: Esboço - Desenho à mão livre Esquisso - Desenho rigoroso preliminar Desenho –

Esquisso - Desenho rigoroso preliminar

Desenho à mão livre Esquisso - Desenho rigoroso preliminar Desenho – Desenho rigoroso de representação Aula

Desenho – Desenho rigoroso de representação

- Desenho rigoroso preliminar Desenho – Desenho rigoroso de representação Aula 2 - 3 Desenho Técnico
- Desenho rigoroso preliminar Desenho – Desenho rigoroso de representação Aula 2 - 3 Desenho Técnico

Aula 2 - 3

Desenho Técnico I - 2006/2007

Introdução - Diferentes tipos de desenho técnico

Classificação quanto ao modo de projecção

Desenho multivista

Desenho perspectivo

D e s e n h o m u l t i v i s t
D e s e n h o m u l t i v i s t
D e s e n h o m u l t i v i s t

Aula 2 - 4

Desenho Técnico I - 2006/2007

Introdução - Diferentes tipos de desenho técnico

Classificação quanto ao modo de organização

Desenho de conjunto

Desenho peça-a-peça

D e s e n h o d e c o n j u n t
D e s e n h o d e c o n j u n t
D e s e n h o d e c o n j u n t

Aula 2 - 5

Desenho Técnico I - 2006/2007

Normas em Desenho Técnico

• Exemplo das diversas situações onde são aplicadas normas na execução de desenhos técnicos

Desenho Técnico I - 2006/2007
Desenho Técnico I - 2006/2007
situações onde são aplicadas normas na execução de desenhos técnicos Desenho Técnico I - 2006/2007 Aula

Aula 2 - 6

Sistemas de projecções

Os sistemas de projecção plana: conceitos básicos

Um sistema de projecção plana fica definido através de um ponto e de um plano:

O plano sobre o qual a projecção se faz: Plano de projecção O ponto a partir do qual a projecção se faz: Centro de projecção

(O) (A) (A’)
(O)
(A)
(A’)
a partir do qual a projecção se faz: Centro de projecção (O) (A) (A’) Aula 2

Aula 2 - 7

Desenho Técnico I - 2006/2007

Sistemas de projecções

Do centro de projecção partem rectas – projectantes ou raios visuais - que passando pelos vários pontos do objecto a representar vão intersectar o plano de projecção em diversos pontos:

O conjunto desses pontos constitui a projecção do objecto sobre o plano escolhido a partir do centro de projecções considerado

(A’) (D’) (C’) (B’)
(A’)
(D’)
(C’)
(B’)
Projecção Objecto Projecção Objecto
Projecção
Objecto
Projecção
Objecto
(A’) (D’) (C’) (B’) Projecção Objecto Projecção Objecto Aula 2 - 8 Desenho Técnico I -

Aula 2 - 8

Desenho Técnico I - 2006/2007

Sistemas de projecções

Sistemas de projecção plana: convenções para as aulas

Sistemas de projecção plana: convenções para as aulas Pontos do espaço serão designados por letras maiúsculas

Pontos do espaço serão designados por letras maiúsculas do alfabeto latino: M, P, O, Q, A, B…e as suas projecções planas por M’, P’, O’, Q’, A’, B’ e por M’’, P’’, O’’, Q’’, A’’, B’’. As rectas no espaço serão designadas por letras minúsculas do alfabeto latino: r, s , t, u e as suas projecções planas por: r’, s’, t’, u’ e r’’, s’’, t’’ e u’’. Os planos serão designados por letras minúsculas do alfabeto grego: , , , . Traço de uma recta num plano é o ponto de intersecção da recta com o plano Traço de uma plano noutro plano é a recta de intersecção dos dois planos No caso de o centro de projecção ser um ponto próprio – situado a uma distância finita do plano de projecção – tem-se uma projecção cónica ou central

finita do plano de projecção – tem-se uma projecção cónica ou central Aula 2 - 9

Aula 2 - 9

Desenho Técnico I - 2006/2007

Sistemas de projecções

Sistemas de projecção plana: convenções para as aulas (cont.)

No caso de o centro de projecção ser um ponto impróprio – situado a uma distância infinita do plano de projecção – tem-se uma projecção cilíndrica ou paralela: Neste caso a posição do plano de projecção face às projectantes permite ainda definir:

Projecção ortogonal: Plano de projecção é perpendicular às projectantes

Projecção oblíqua: Plano de projecção é oblíquo relativamente às projectantes

oblíqua : Plano de projecção é oblíquo relativamente às projectantes Desenho Técnico I - 2006/2007 Aula
Desenho Técnico I - 2006/2007
Desenho Técnico I - 2006/2007

Aula 2 - 10

Sistemas de projecções

Método da dupla projecção ortogonal

Num sistema de projecção plana a cada ponto no espaço – exceptuando o próprio centro de projecção – corresponde um só ponto-projecção e a cada recta corresponde uma só recta-projecção. Mas… a cada ponto-projecção corresponde uma infinidades de pontos do espaço – pertencentes à mesma recta projectante e a cada recta- projecção corresponde uma infinidade de rectas no espaço – pertencentes ao mesmo plano projectante

uma infinidade de rectas no espaço – pertencentes ao mesmo plano projectante Desenho Técnico I -
Desenho Técnico I - 2006/2007
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Aula 2 - 11

Sistemas de projecções

Método da dupla projecção ortogonal (cont.)

projecções Método da dupla projecção ortogonal (cont.) uma única projecção plana não traduz inequivocamente o
projecções Método da dupla projecção ortogonal (cont.) uma única projecção plana não traduz inequivocamente o
projecções Método da dupla projecção ortogonal (cont.) uma única projecção plana não traduz inequivocamente o

uma única projecção plana não traduz inequivocamente o objecto representado

Para superar este problema a GD recorre à dupla projecção ortogonal – Método de Monge – Desenho multivistas

Neste método usam-se simultaneamente dois sistemas de projecção paralela e ortogonal

(O , ) e (O 1 ; 1 ) – No caso particular de os dois planos de projecção serem perpendiculares entre si o método designa-se por Método de Monge ou Geometria de Monge e conduz ao Desenho Multivista

por Método de Monge ou Geometria de Monge e conduz ao Desenho Multivista Aula 2 -

Aula 2 - 12

Desenho Técnico I - 2006/2007

Sistemas de projecções

Método da dupla projecção ortogonal (cont.)

projecções Método da dupla projecção ortogonal (cont.) Note-se que em Geometria de Monge as projecções são

Note-se que

em Geometria de Monge as projecções são feitas sobre

dois planos perpendiculares e em Geometria Descritiva pretende-se trabalhar apenas sobre um plano – o plano da folha de desenho

Para se alcançar tal objectivo é preciso supor que um dos planos de projecção roda 90º em torno da linha de terra

supor que um dos planos de projecção roda 90º em torno da linha de terra Aula

Aula 2 - 13

Desenho Técnico I - 2006/2007

Dupla projecção ortogonal - Desenho multivista

Método da dupla projecção ortogonal (cont.)

ortogonal - Desenho multivista Método da dupla projecção ortogonal (cont.) Aula 2 - 14 Desenho Técnico
ortogonal - Desenho multivista Método da dupla projecção ortogonal (cont.) Aula 2 - 14 Desenho Técnico
ortogonal - Desenho multivista Método da dupla projecção ortogonal (cont.) Aula 2 - 14 Desenho Técnico
ortogonal - Desenho multivista Método da dupla projecção ortogonal (cont.) Aula 2 - 14 Desenho Técnico

Aula 2 - 14

Desenho Técnico I - 2006/2007

Múltipla projecção ortogonal - Desenho multivista

Múltipla projecção ortogonal - Desenho multivista Na prática pode ser necessário recorrer a uma terceira projecção,

Na prática pode ser necessário recorrer a uma terceira projecção, num plano perpendicular aos outros dois – plano de perfil – para definir completamente a peça a representar

À projecção no plano horizontal chama- se planta ou vista de cima

À projecção no plano vertical chama-se alçado principal ou vista de frente

À projecção no plano de perfil ou lateral chama-se alçado ou vista lateral

Método europeu ou do 1º diedro (quadrante) NP327:1964

ou vista lateral Método europeu ou do 1º diedro (quadrante) NP327:1964 Aula 2 - 15 Desenho

Aula 2 - 15

Desenho Técnico I - 2006/2007

Esboço de desenho multivista

Regras básicas para execução de desenhos de projecções ortogonais

Escolher qual a combinação de vistas que melhor definem o objecto Esboçar o menor paralelepípedo que contém o objecto em cada uma das vistas com traços muito leves. (Atenção à escala e posicionamento das diversas vistas) Esboçar as linhas de eixo e/ou simetria Esboçar as linhas de contorno visíveis trabalhando simultaneamente nas três vistas Traçar as linhas ocultas Verificar o desenho e avivar as diversas linhas

Traçar as linhas ocultas Verificar o desenho e avivar as diversas linhas Aula 2 - 16
Traçar as linhas ocultas Verificar o desenho e avivar as diversas linhas Aula 2 - 16
Traçar as linhas ocultas Verificar o desenho e avivar as diversas linhas Aula 2 - 16

Aula 2 - 16

Desenho Técnico I - 2006/2007

Desenho multivista - seis vistas (método do 1º diédro)

Desenho multivista - seis vistas (método do 1º diédro) • As vistas alternadas têm contornos simétricos
Desenho multivista - seis vistas (método do 1º diédro) • As vistas alternadas têm contornos simétricos

As vistas alternadas têm contornos simétricos: a planta é simétrica da vista inferior; a vista de frente da vista posterior e o alçado lateral direito do alçado lateral esquerdo.

As vistas devem corresponder-se em horizontal e verticalmente devendo haver igualdade das dimensões correspondentes em todas as vistas

devendo haver igualdade das dimensões correspondentes em todas as vistas Aula 2 - 17 Desenho Técnico

Aula 2 - 17

Desenho Técnico I - 2006/2007

Desenho multivista - seis vistas (método do 1º diédro)

Desenho multivista - seis vistas (método do 1º diédro) Aula 2 - 18 Desenho Técnico I
Desenho multivista - seis vistas (método do 1º diédro) Aula 2 - 18 Desenho Técnico I
Desenho multivista - seis vistas (método do 1º diédro) Aula 2 - 18 Desenho Técnico I

Aula 2 - 18

Desenho Técnico I - 2006/2007

Desenho multivistas – correspondência entre vistas

Desenho multivistas – correspondência entre vistas Aula 2 - 19 Desenho Técnico I - 2006/2007
Desenho multivistas – correspondência entre vistas Aula 2 - 19 Desenho Técnico I - 2006/2007
Desenho multivistas – correspondência entre vistas Aula 2 - 19 Desenho Técnico I - 2006/2007

Aula 2 - 19

Desenho Técnico I - 2006/2007

Desenho multivista - método do 3º diédro

Desenho multivista - método do 3º diédro Método americano ou do 3º diedro (quadrante) Planta situa-se

Método americano ou do 3º diedro (quadrante)

Planta situa-se por cima da vista de frente.

O alçado lateral direito situa-se à dureita da vista de frente

frente. O alçado lateral direito situa-se à dureita da vista de frente Aula 2 - 20

Aula 2 - 20

Desenho Técnico I - 2006/2007

Desenho multivista - seis vistas (método do 3º diédro)

Desenho multivista - seis vistas (método do 3º diédro) • As vistas alternadas têm contornos simétricos
Desenho multivista - seis vistas (método do 3º diédro) • As vistas alternadas têm contornos simétricos

As vistas alternadas têm contornos simétricos: a planta é simétrica da vista inferior; a vista de frente da vista posterior e o alçado lateral direito do alçado lateral esquerdo.

As vistas devem corresponder-se em horizontal e verticalmente devendo haver igualdade das dimensões correspondentes em todas as vistas

devendo haver igualdade das dimensões correspondentes em todas as vistas Aula 2 - 21 Desenho Técnico

Aula 2 - 21

Desenho Técnico I - 2006/2007

Significado das linhas em desenho multivista

Vista de topo de uma superfície (plana ou curva) - Linha limite (ou contorno) de
Vista de topo de uma superfície (plana ou curva) -
Linha limite (ou contorno) de uma superfície curva -
Intersecção de duas superfícies -
contorno) de uma superfície curva - Intersecção de duas superfícies - Aula 2 - 22 Desenho

Aula 2 - 22

Desenho Técnico I - 2006/2007

Exercícios para projecção

Exercícios para projecção Aula 2 - 23 Desenho Técnico I - 2006/2007
Exercícios para projecção Aula 2 - 23 Desenho Técnico I - 2006/2007
Exercícios para projecção Aula 2 - 23 Desenho Técnico I - 2006/2007
Exercícios para projecção Aula 2 - 23 Desenho Técnico I - 2006/2007
Exercícios para projecção Aula 2 - 23 Desenho Técnico I - 2006/2007

Aula 2 - 23

Desenho Técnico I - 2006/2007

Exercício de projecção

Exercício de projecção Aula 2 - 24 Desenho Técnico I - 2006/2007
Exercício de projecção Aula 2 - 24 Desenho Técnico I - 2006/2007
Exercício de projecção Aula 2 - 24 Desenho Técnico I - 2006/2007

Aula 2 - 24

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