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Gestão de riscos

Entenda de uma vez por todas


o que é volatilidade de
mercado
3 semanas atrás
por Focalise
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Escrito por Focalise


No mundo dos investimentos, um dos principais fatores aos quais os envolvidos devem
estar atentos é à volatilidade de mercado, traduzida pela flutuação dos valores dos
ativos.

Apesar de ela representar risco para quem aplica, também pode ser uma aliada da
rentabilidade e do lucro no ganho de capital, pois, quanto maior o risco, maior é a
possibilidade de ganhos. Por outro lado, quanto menor é a volatilidade, menor a
probabilidade de haver ganhos expressivos.

Como pôde perceber, assumir investimentos mais ou menos voláteis dependem do perfil
do investidor e dos resultados esperados dentro de cada prazo. Mas o assunto é ainda
um pouco mais complexo. Então, acompanhe-nos e saiba mais sobre esse importante
fator dos investimentos!

O que é a volatilidade de mercado?


Uma das características do mercado financeiro é a oscilação do valor das opções de
investimento para mais ou menos em relação ao preço médio delas, o que é chamado de
volatilidade.

Isso ocorre por vários motivos. Dependendo do tipo de aplicação, mais ou menos
fatores causam a flutuação. Por isso, nem todas as opções têm os mesmos riscos e
volatilidade igual.

Aliás, como já dissemos, a volatilidade não significa somente risco, e não faz apenas os
investidores perderem dinheiro, pois a flutuação pode ser maior para o lado positivo do
que as oscilações que ocorrem para o negativo.
Um ativo muito volátil também pode ser bom para a estratégia de aplicação se
o investidor observar bem suas flutuações. Assim, ele sabe quais momentos são os
melhores, por exemplo, para comprar e vender determinada ação e ter lucro.
A análise da volatilidade ainda pode ser aliada da diversificação na montagem da
carteira de investimentos. Além de prever ganhos e se proteger contra perdas, o
investidor pode adquirir produtos financeiros que oscilam menos para manter no longo
prazo e outros mais voláteis e arriscados para ter lucros maiores, os liquidando mais
rapidamente.

Volatilidades histórica e implícita


A volatilidade de mercado no geral pode ser dividida em dois tipos: histórica e
implícita. A histórica é aquela constatada quando se observam as flutuações de um ativo
financeiro em determinado período passado.

A implícita, também importante, é a projeção que se tem como resultado das oscilações
passadas. Ou seja, não é garantido que a volatilidade implícita será um reflexo da
histórica, mas é a possibilidade existente para avaliar um investimento e se ter uma ideia
do que se pode esperar dele.

Existe, ainda, a volatilidade real, que é um conceito útil apenas para o presente,
analisando os motivos dela. No mais, em outros casos, ela já se tornou histórica ou
ainda é implícita e não é conhecida.

Quais riscos financeiros mais


influenciam a volatilidade?
risco financeiro é a possibilidade que existe de o investidor não ter os resultados
esperados em uma aplicação e até mesmo ter perdas, dependendo do tipo de ativo
adquirido. Dentro do risco financeiro, no geral, podemos destacar riscos sistemáticos e
não sistemáticos.
Os primeiros são fatores como aumento de taxa de juros no país e instabilidades
político-econômicas. São fatores ligados ao mercado no geral, não apenas a
investimentos específicos, com origem no sistema econômico nacional ou internacional.

Os riscos não sistemáticos referem-se a investimentos em particular, como baixa de


lucro de uma companhia que vende ações. É possível minimizar esses riscos
diversificando a carteira de investimentos, pois os problemas relacionados a uma
empresa ou ativo podem não afetar outras aplicações, como ocorre com a influência dos
riscos sistemáticos.

Quais ativos oferecem oscilação de


mercado?
Apesar de a volatilidade ser relativa a todo mercado financeiro, os ativos de renda
variável são os que mais oferecem oscilações. Isso por causa dos fatores que os
influenciam e pela forma como os ganhos dos investidores são gerados.
Por exemplo: títulos do Tesouro Nacional, públicos e da renda fixa apresentam juros
pré, pós-fixados e híbridos. Em todos esses formatos, é possível saber ou, pelo menos,
ter noção da rentabilidade logo na aquisição dos títulos, além de o valor deles não
mudar e de o formato de rentabilidade manter-se, apenas sendo influenciado por
indicadores de mercado quando os juros são balizados por eles.

Títulos públicos apenas têm seus valores modificados pelo passar do tempo, pois são
investimentos de longo prazo, e, quanto mais perto se está do vencimento deles, menor
é o ganho. Assim, por exemplo, um título que vale hoje R$ 500 e pagará R$ 1 mil em
2026 será vendido por aproximadamente R$ 800 em 2023, pois estará mais próximo da
liquidação prevista e, logo, o menor tempo de manutenção do ativo gerará menos
retorno.

Ativos de renda variável


Já os ativos da renda variável contam com muito mais possibilidades de oscilar. Por
exemplo: uma empresa emissora de ações pode fazer o valor dos seus papéis subirem ou
descerem quando divulgar o lucro de um trimestre. Mas isso também poderá ocorrer por
conta de uma decisão do governo que afete as suas operações e suas finanças, como
taxação maior para importações ou exportações.
Outro tipo de investimento da renda variável pode ser feito por meio dos fundos
imobiliários, comprando quotas do total de um deles. Nesse caso, o valor das quotas
pode flutuar conforme acontecimentos ligados aos patrimônios, que são o lastro desses
ativos financeiros.
Demais ativos também oferecem oscilações relacionadas a movimentos de mercado,
políticos ou até da economia internacional. Ao investir em aplicações referentes a
moedas estrangeiras, por exemplo, o investidor pode ganhar ou perder, conforme os
movimentos de valorização da moeda.

Ouro
O mesmo tipo de oscilação atinge o ouro como ativo financeiro, que é apenas um dos
investimentos ligados diretamente a mercadorias do mercado financeiro. Seu valor é
definido pela cotação internacional da pedra, mas ele também pode subir conforme a
procura pela aplicação. Ao mesmo tempo, por uma especificidade do ativo financeiro,
ele pode se valorizar em momentos de incerteza do mercado por sua segurança.
Como a diretoria de Mercado de Capitais e Investimentos do Banco do Brasil afirmou
em entrevista ao Terra, o preço do ouro sobe diante de instabilidades pela alta procura
de investidores que aplicam nele com forma de diversificação e proteção contra essas
ocorrências.
Ou seja, todos os investimentos sofrem oscilações, em especial os pertencentes à renda
variável. Mesmo assim, antes de investir, é preciso analisar as opçõesindividual e
profundamente para entender como a volatilidade de mercado as afeta de maneiras
específicas.

O que é o Índice Sharpe?


Esse índice leva em conta a volatilidade de mercado e outros fatores de um fundo ou
uma carteira de investimento para fazer uma equação entre o potencial de retorno e o
risco inerente. Quanto mais alto (e positivo) for o número do resultado, melhor é a
relação retorno-risco do fundo ou da carteira.

Isso é feito com o uso de números relacionados ao mercado e à aplicação em questão,


levando em conta longos períodos pelos quais os investimentos podem ter passado por
altas e baixas. Assim, o resultado obtido é mais confiável.
Veja um exemplo de cálculo para o período de 5 anos:

 (retorno – taxa sem risco) ÷ volatilidade;


 retorno: 82,5% (média de 16,5% ao ano);
 taxa livre de risco (CDI): 70,1% (média de 14,02% ao ano);
 volatilidade: 12,8%;
 (82,5 – 70,1) ÷ 12,8;
 12,4 ÷ 12,8 = 0,97.
O resultado obtido no exemplo é considerado excelente, pois, em termos gerais, o índice
de 0,50 pode ser considerado bom para um fundo ou uma carteira.

Ainda em relação ao resultado, já afirmamos que, quanto mais alto, melhor. Porém, é
muito difícil que um fundo ou uma carteira atinjam ou ultrapassem 1,5. Logo, procurar
por uma opção com índice extremamente alto pode não ser uma boa estratégia e apenas
tomar tempo. Por outro lado, pode ser seguro evitar carteiras ou fundo com índices
muito baixos ou até negativos.

Na conta, é sempre importante utilizar para comparação uma opção que tem risco muito
pequeno, o que é chamado de taxa livre de risco, sem risco ou risco zero. No caso,
utilizamos o CDI, um indicador aplicado na rentabilidade de investimentos da renda
fixa com juros pós-fixados — opção muito mais segura que alguns fundos e qualquer
ativo da renda variável.

Aliás, logo no começo do cálculo, o uso da taxa livre de risco já deixa claro ao
investidor se é a melhor decisão investir na opção que está sendo comparada. Isso
porque, se a taxa sem risco oferecer retorno superior ao da aplicação com maior risco,
não faz sentido investir nela para ter rentabilidade menor e ainda menos segurança.

Já a volatilidade é utilizada porque representa um dos principais riscos de qualquer


aplicação: o risco de mercado, associado a fatores internos e externos a ele que
influenciam nos valores dos ativos.

Como calcular a volatilidade?


Em três passos, utilizando um cálculo relativamente complexo e técnico, é possível
calcular a volatilidade de um ativo e também prever como ele pode se comportar no
futuro.

Agora, explicaremos cada um deles em detalhes e daremos um exemplo para ajudá-lo a


entender como executar a fórmula de maneira mais simples. Veja!

Calcular a média de variação


Primeiramente, é preciso visualizar o período para o qual a volatilidade está sendo
calculada. Depois, basta somar as variações e dividir o total pelo número de períodos
que deram os números, podendo ser meses ou até dias.

Utilizando o fundo de investimento em ações Index Ibovespa Ações, com números de


2018 até o mês de julho, por exemplo, teríamos a seguinte situação:

 alta de 10,98% em janeiro;


 alta de 0,45% em fevereiro;
 queda de 0,12% em março;
 alta de 0,73% em abril;
 queda de 11,01% em maio;
 queda de 5,32% em junho;
 alta de 8,75% em julho;
 (10,98 + 0,45 – 0,12 + 0,73 – 11,01 – 5,32 + 8,75) ÷ 7;
 4,46 ÷ 7 = 0,64%.
Em média, durante os primeiros sete meses de 2018, o fundo de ações em questão
variou positivamente 0,64% em cada mês. Pode parecer que é essa a volatilidade do
fundo, mas esse cálculo simplista é apenas o primeiro passo da fórmula que vamos
mostrar para, no final, chegarmos a um desvio padrão mais confiável. Siga
acompanhando.

Calcular a variância amostral


Essa variância revela um número que é utilizado para ajudar no cálculo da volatilidade,
permitindo identificar com mais segurança qual é a flutuação padrão do que está sendo
medido — no caso, a variação do fundo Index Ibovespa Ações.

A variância é calculada da seguinte forma:

 soma-se a diferença entre o valor de cada período e a variação média, elevando os


resultados ao quadrado: (10,98 – 0,64)², (0,45 – 0,64)², (-0,12 – 0,64)², (0,73 –
0,64)², (-11,01 – 0,64)², (-5,32 – 0,64)² e (8,75 – 0,64)²;
 depois, o resultado deve ser dividido pelo número de períodos envolvidos subtraído
de 1, no caso: 7 – 1;
 cálculo: (10,98 – 0,64)² + (0,45 – 0,64)² + (-0,12 – 0,64)² + (0,73 – 0,64)² + (-11,01
– 0,64)² + (-5,32 – 0,64)² + (8,75 – 0,64)² ÷ (7-1);
 (10,34)² + (-0,19)² + (-0,76)² + (0,09)² + (-11,65)² + (-5,96)² + (8,11)² ÷ 6;
 106,91 + 0,036 + 0,578 + 0,008 + 135,722 + 35,522 + 65,772 ÷ 6;
 344,548 ÷ 6 = 57,425.
A variância amostral obtida foi de 57,425% para o período em relação ao fundo
utilizado no cálculo.

Calcular o desvio padrão


Por fim, com mais um cálculo e com os resultados obtidos até agora, chegaremos ao
resultado da volatilidade do fundo Índice Index Bovespa. O desvio padrão é o indicativo
de variação do investidor para análise do investimento. Para o exemplo que estamos
usando, é o quanto pode ser a oscilação dele.

Para obter o desvio padrão, basta extrair a raiz quadrada do número obtido no cálculo de
variância amostral. Daí a importância de realizar a conta mostrada acima. Para a nossa
hipótese: √57,245 = 7,567. Então, para finalizar, a variação média é somada ao desvio
padrão e também subtraída dele, gerando dois resultados:

 7,567 + 0,64 = 8,207;


 7,567 – 0,64 = 6,927.
Ou seja, pelo cálculo de volatilidade que fazemos para exemplo, o fundo Índice Index
Ibovespa oscila entre 6,927% e 8,207% ao mês. Esse é o seu desvio padrão esperado
(volatilidade implícita), levando em conta os meses já finalizados em 2018 (volatilidade
histórica).

Qual a volatilidade da bolsa de


valores?
Quando se fala em bolsa de valores, normalmente as pessoas pensam diretamente em
ações, mas diversos outros ativos financeiros são negociados nela. Alguns deles são:
 ouro como ativo financeiro;
 commodities agrícolas e de outros produtos;
 títulos de renda fixa;
 contratos atrelados a ativos;
 moedas.
Para todos esses e outros ativos, a oscilação ocorre da maneira que citamos
anteriormente, de acordo com movimentações de empresas, das economias nacional e
internacional, de ações políticas e de critérios específicos das aplicações.

Por esse motivo, diversos índices foram criados para a bolsa de valores, que ajudam
investidores, profissionais do mercado e demais envolvidos nele a acompanharem a
volatilidade e fazerem previsões.
Eles são utilizados para ajudar as pessoas a acompanharem a volatilidade de mercado e
para ajudar a entender os cenários das negociações e dos ativos listados na bolsa de
valores.

Então, conheça alguns desses índices que acompanham os fatores de influência nas
flutuações da bolsa.

Índice Brasil Amplo (IBrA)


IBrA é um dos melhores índices para acompanhar as oscilações da bolsa de valores no
que diz respeito às ações negociadas nela, pois, levando em conta critérios de inclusão,
ele abrange todas as empresas listadas na Bovespa e elegíveis.

Sua função é dar um panorama muito mais amplo, como o nome diz, da volatilidade
de mercado acionário brasileiro.

Índice Bovespa (IBOV)


Seu resultado, mostrado por pontos, reflete a situação de ações que representam mais de
80% das movimentações do mercado de ações da bolsa brasileira e mais de 70% de sua
capitalização. O IBOV é o mais antigo índice da Bovespa, criado no ano de 1968.

Índice de Dividendos (IDIV)


O IDIV foca nos resultados gerados por ações em pagamento de dividendos a
acionistas, levando em conta as companhias que pagaram mais dividendos nos últimos
24 meses.

Como dividendos não são tributados pelo imposto de renda, além de dependerem da
situação das empresas no mercado e das suas finanças, o IDIV é interessante tanto para
analisar a volatilidade quanto para escolher papéis para adquirir.

Índice de Commodities Brasil (ICB)


O ICB é relativo ao status no mercado de commodities agrícolas, minerais, da pecuária
e florestais, produtos que lastreiam alguns dos ativos da bolsa. Composto pelas
commodities mais negociadas da Bovespa, o índice leva em conta a liquidez delas e o
nível de produção das mercadorias que dão o lastro.

Índice de Fundos de Investimento


Imobiliário (IFIX)
O IFIX serve para medir o desempenho das quotas de fundos imobiliários listados na
bolsa ou presentes no seu mercado de balcão organizado. A escolha das quotas
elencadas depende diretamente da liquidez delas.

Portanto, apenas fundos com boa performance em suas quotas fazem parte do IFIX.
Mesmo assim, o índice ajuda no entendimento das oscilações de mercado relacionadas
aos fundos imobiliários em geral.
Para o setor imobiliário, existe ainda o Índice Imobiliário (IMOB), cujas flutuações são
o resultado da movimentação de ações das empresas mais representativas na atuação
desse setor.

Índice S&P/BM&F Inflação NTN-B


Para quem investe em títulos do Tesouro Direto, esse índice mede o desempenho dos
títulos cujos rendimentos são indexados à inflação, conforme a liquidez deles.

Qual a volatilidade dos fundos


imobiliários?
Fundos de investimento imobiliário contam com volatilidade mais baixa de ações e
outros ativos da bolsa de valores, pois os imóveis — como patrimônio real e palpável
— são os ativos nos quais os investimentos têm lastro.
Além disso, o poder de gerar caixa dos ativos que dão lastro às quotas dos fundos
também ajuda a volatilidade a ser mais baixa em comparação com ações, por exemplo.

O fato de os imóveis darem alguma previsibilidade de retorno, como recebimento de


aluguéis, também ajuda os fundos a oscilarem menos e até apresentarem risco menor
que outras opções dentro da renda variável, cujos ativos naturalmente flutuam mais do
que os da fixa.

Porém, esses fundos não são livres de risco e apresentam, sim, volatilidade. Existem
fatores atrelados a eles e aos imóveis que influenciam nos valores das quotas e, por
comporem risco, podem fazê-las perder valor.

Para os fundos de renda de aluguel, que compram imóveis para receber os pagamentos
mensais futuros, os maiores riscos estão na inadimplência dos inquilinos pessoas físicas
ou jurídicas e na falta deles — alta taxa de vacância.
Outros fatores de risco, mas que também podem causar valorização dos imóveis e
subida dos valores das quotas de investimento, são a localização dos ativos e a situação
econômica do país, que influenciam diretamente o mercado imobiliário.

Já para fundos de títulos imobiliários, que adquirem títulos desse mercado nas rendas
fixa e variável, os maiores fatores de volatilidade são os lastros dos títulos adquiridos e
o tipo de renda ao qual pertencem. Por exemplo: se a maior parte do fundo pertencer à
renda variável, é provável que sua rentabilidade seja um pouco mais alta, visto que esses
títulos têm possibilidade de oscilar mais — ao mesmo tempo, possivelmente apresentará
mais risco.
Como a volatilidade pode ser uma
aliada?
Em qualquer ocasião, investir é ter capital e resultados sujeitos aos riscos e às
possibilidades positivas das oscilações. Por isso, antes mesmo de aplicar, o investidor
deve ter certeza de quais são esses riscos — gerais e segmentados — e de como as
flutuações podem ser aliadas de sua estratégia e de seus ganhos.

Querendo mais segurança, o investidor pode escolher logo as aplicações de renda fixa,
inclusive aquelas que não estão na bolsa, pois são opções menos afetadas por
oscilações. Por outro lado, são aplicações que não geram ganhos expressivos e
necessitam de prazos maiores para os resultados que dão.

Sendo assim, a volatilidade de mercado, além de aliada, pode ser usada como critério de
diversificação, proteção de capital e para auxiliar no alcance de objetivos distintos,
dentro de prazos diferentes.

Então, quer saber como investir sem que a volatilidade seja uma ameaça e você possa
usá-la ao seu favor? Entre em contato conosco para mostrarmos como traçar a melhor
estratégia de aplicação incluindo volatilidade e outros fatores inerentes ao mercado de
investimentos!