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Engenharia Mecânica/Produção/Mecatrônica

Eng. MsC Jeferson de Oliveira

CIÊNCIA DOS MATERIAIS


INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS

CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS


1- MATERIAIS METÁLICOS

2- MATERIAIS POLIMÉRICOS

3- MATERIAIS CERÂMICOS

4- COMPÓSITOS
INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS

MATERIAIS METÁLICOS
INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS

MATERIAIS POLIMÉRICOS
INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS

MATERIAIS CERÂMICOS
INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS

MATERIAIS COMPÓSITOS
INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS
PROPRIEDADES MECÂNICAS

POR QUÊ ESTUDAR?

• A determinação e/ou conhecimento das propriedades


mecânicas é muito importante para a escolha do material para
uma determinada aplicação, bem como para o projeto e
fabricação do componente.

• As propriedades mecânicas definem o comportamento do


material quando sujeitos à esforços mecânicos, pois estas estão
relacionadas à capacidade do material de resistir ou transmitir
estes esforços aplicados sem romper e sem se deformar de
forma incontrolável.
PROPRIEDADES MECÂNICAS

Principais propriedades mecânicas

• Resistência à tração
• Elasticidade
• Ductilidade
• Fluência
• Fadiga
• Dureza
• Tenacidade,....
PROPRIEDADES MECÂNICAS

TIPOS DE TENSÕES QUE UMA ESTRUTURA


ESTA SUJEITA

• Tração
• Compressão
• Cisalhamento
• Torção
PROPRIEDADES MECÂNICAS

Como determinar as propriedades


mecânicas?
• A determinação das propriedades mecânicas são feitas
através de ensaios mecânicos.

• Utiliza-se normalmente corpos de prova (amostra


representativa do material) para o ensaio mecânico, já que
por razões técnicas e econômicas não é praticável realizar
o ensaio na própria peça, que seria o ideal.

• Geralmente, usa-se normas técnicas para o procedimento


das medidas e confecção do corpo de prova para garantir
que os resultados sejam comparáveis.
PROPRIEDADES MECÂNICAS

NORMAS TÉCNICAS

As normas técnicas mais comuns são elaboradas


pelas:

• ASTM (American Society for Testing and Materials)

• ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)


PROPRIEDADES MECÂNICAS

TESTES MAIS COMUNS PARA SE DETERMINAR


AS PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS METAIS

• Resistência à tração (+ comum, determina a elongação)


• Resistência à compressão
• Resistência à torção
• Resistência ao choque
• Resistência ao desgaste
• Resistência à fadiga
• Dureza
• Etc...
PROPRIEDADES MECÂNICAS

RESISTÊNCIA À TRAÇÃO

É medida submetendo-se o material à uma


carga ou força de tração, paulatinamente
crescente, que promove uma deformação
progressiva de aumento de comprimento

NBR-6152 para metais


PROPRIEDADES MECÂNICAS

Representação esquemática de corpo de


prova com um extensômetro fixado.
PROPRIEDADES MECÂNICAS

A deformação pode ser:

• Elástica

• Plástica
PROPRIEDADES MECÂNICAS

Deformação Elástica e Plástica


DEFORMAÇÃO ELÁSTICA DEFORMAÇÃO PLÁSTICA

Prescede à deformação plástica • É provocada por tensões que


• É reversível ultrapassam o limite de elasticidade
• Desaparece quando a tensão é • É irreversível porque é resultado do
removida deslocamento permanente dos átomos
e portanto não desaparece quando a
• É praticamente proporcional à
tensão é removida
tensão aplicada (obedece a lei de
Hooke)
FRATURA DUCTIL E FRÁGIL

Fratura frágil

Fraturas dúcteis
DIAGRAMA DE FASES – INTRODUÇÃO
DIAGRAMA DE FASES - INTRODUÇÃO

Ponto Tríplo P=0,006 atm e T=0,01°C


Ponto Crítico P=2,7 atm e T= 375 °C
DIAGRAMA DE FASES – INTRODUÇÃO
LIMITE DE SOLUBILIDADE
FASES
MICROESTRUTURA
MICROESTRUTURA
DIAGRAMA DE FASES
DIAGRAMA DE FASES: SISTEMA ISOMORFO BINÁRIO
(Cu - Ni)
Mesma forma com dois componentes
DIAGRAMA DE FASES: SISTEMA ISOMORFO BINÁRIO
(Cu - Ni)
DIAGRAMA DE FASES: SISTEMA ISOMORFO BINÁRIO
(Cu - Ni)
INTERPRETAÇÃO DO DIAGRAMA DE FASES
INTERPRETAÇÃO DO DIAGRAMA DE FASES
INTERPRETAÇÃO DO DIAGRAMA DE FASES
DETERMINAÇÃO DAS COMPOSIÇÕES DAS FASES
 REGRA DA ALAVANCA
DETERMINAÇÃO DAS COMPOSIÇÕES DAS FASES
 REGRA DA ALAVANCA
DIAGRAMA DE FASES FE-C

O sistema Ferro-Carbono

 Os aços são fundamentalmente ligas


ferro-carbono.
 O carbono é uma impureza intersticial
no ferro.
DIAGRAMA DE FASES FE-C

 A figura a seguir apresenta uma parte do


diagrama de fase entre o ferro e o carbeto de
ferro (Fe-Fe3C).
 A parte que corresponde a composições
localizadas entre 6,7 e 100%p C não está
mostrada, porque, na prática, todos os aços e
ferros fundidos possuem teores de carbono
inferiores a 6,7%p C.
DIAGRAMA DE FASES FE-C
DIAGRAMA DE FASES FE-C

DESENHAR O DIAGRAMA DE FASES


FE-C
DIAGRAMA DE FASES FE-C

 No esquema de classificação das ligas ferrosas com base


no teor de carbono, existem três tipos de ligas: ferro, aço
e ferro fundido.
 O ferro puro comercial contém menos de 0,008%p C. É
composto na temperatura ambiente quase que
exclusivamente pela fase ferrita.
 Classificam-se como aços as ligas ferro-carbono que
contenham entre 0,008 e 2,11%p C.
 Na maioria dos aços a microestrutura consiste tanto de
fase  como de fase Fe3C.
 Na prática, as concentrações de carbono raramente
excedem 1,0%.
DIAGRAMA DE FASES FE-C

 Classificam-se como ferros fundidos as ligas ferrosas que


contenham entre 2,11 e 6,7%p C.

 Entretanto, os ferros fundidos comerciais normalmente


contêm menos que 4,5%p C.
DIAGRAMA DE FASES FE-C

 Para a nomenclatura de aços, é usado um sistema de


quatro algarismos, nos quais os dois últimos indicam os
centésimos percentuais do conteúdo de carbono.
 Os dois primeiros algarismos codificam o tipo de
elemento de liga adicionado ao ferro e ao carbono.

 Por exemplo, um aço 1040 tem 0,4% de carbono.


 A classificação 10xx é reservada aos aços ao carbono
comuns cujo eventual conteúdo de elementos de liga
constitui um mínimo relevante.
DIAGRAMA DE FASES FE-C

 A figura a seguir ilustra esquematicamente as alterações


microestruturais que acompanham a reação eutetóide.

 Os átomos de carbono se difundem para longe das


regiões da ferrita e em direção às camadas de
cementita, à medida que a perlita se estende do
contorno do grão para o interior do grão de austenita
não reagido.
DIAGRAMA DE FASES FE-C

Representação esquemática
da formação da perlita a
partir da austenita (a
direção da difusão do
carbono está indicada pelas
setas).
DIAGRAMA DE FASES FE-C

Austenita
Representação esquemática do
desenvolvimento das microestruturas,
durante a solidificação em condições
de equilíbrio, para uma liga ferro-
carbono de composição eutetóide
(0,77%p C) acima e abaixo da
temperatura eutetóide.

Ferrita + Cementita
DIAGRAMA DE FASES FE-C
A figura a seguir é uma fotomicrografia de um aço eutetóide mostrando a
microestrutura perlita, que consiste em camadas alternadas de ferrita  (a fase
clara) e Fe3C (camadas finas, as quais a maioria aparece escura).
DIAGRAMA DE FASES FE-C

 Uma liga (ferro-carbeto de ferro) com composição à


esquerda do ponto eutetóide (que contenha entre 0,02 e
0,77%p C) é conhecida como liga hipoeutetóide.
 Literalmente, aço hipoeutetóide é aquele que possui
menos carbono que o previsto na composição eutetóide.

 O resfriamento de uma liga hipoeutetóide, a temperatura


abaixo da eutetóide, produzirá uma microestrutura onde
a ferrita  estará presente na perlita, e também como a
fase que se formou enquanto se resfriava ao longo da
região das fases +.
DIAGRAMA DE FASES FE-C

Fotomicrografia de um aço com 0,38%p C (hipoeutetóide) que possui uma


microestrutura composta por perlita e ferrita proeutetóide.
DIAGRAMA DE FASES FE-C

 Uma liga ferro-carbeto de ferro com composição à


direita do ponto eutetóide (que contenha entre 0,77 e
2,11%p C) é conhecida como liga hipereutetóide.
 Literalmente, aço hipereutetóide é aquele que contém
carbono acima que o previsto na composição eutetóide.
 O resfriamento de uma liga hipereutetóide, a
temperatura abaixo da eutetóide, produzirá uma
microestrutura composta de ferrita  e cementita.
DIAGRAMA DE FASES FE-C

Fotomicrografia de um aço com 1,4%p C (hipereutetóide) que possui uma


microestrutura composta por uma cementita proeutetóide (branca), que
envolve as colônias de perlita.
Exercício
Através do diagrama de equilibrio binário Cu-Ni, defina as
quantidades relativas de cada fase para o Ni, abaixo segue o gráfico
com as proporções, onde a concentração da liga de Ni é de 40% e
encontra-se a 1300 °C.