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Disciplina

:
Literaturas Africanas de Língua Portuguesa
Professor: Bernardo Amorim
(bedeamorim@hotmail.com – http://professor.ufop.br/bernardo)

Cronograma e Bibliografia

AULA 1 – 13 de abril
Apresentação da proposta e das dinâmicas do curso

UNIDADE I
Teoria, história e crítica das literaturas africanas de língua portuguesa, em dois momentos:
o fim da década de 1970 e o início dos anos 2000

AULA 2 – 15 de abril
Revista Colóquio-Letras, em 1977 (1)
FERREIRA, Manuel. Da dor de ser negro ao orgulho de ser preto. Colóquio-Letras, Lisboa, n. 39, p. 17-
29, set. 1977.

DIA 20 DE ABRIL
NÃO HAVERÁ AULA
(participação do professor no I Colóquio Internacional de Poesia Portuguesa Moderna e Contemporânea)
Reposição em 11 de junho (ver AULA 17)

AULA 3 – 27 de abril
Revista Colóquio-Letras, em 1977 (2)
MARTINHO, Fernando J. B. O tema da esperança na poesia africana de língua portuguesa. Colóquio-
Letras, Lisboa, n. 39, p. 5-16, set. 1977.

AULA 4 – 29 de abril
ESTUDO DIRIGIDO sobre os textos das aulas 2 e 3

AULA 5 – 04 de maio
Revista Via Atlântica, em 2004
CHAVES, Rita. O passado presente na literatura africana. Via Atlântica, São Paulo, n. 7, p. 147-162, out.
2004.

AULA 6 – 06 de maio
Revista Via Atlântica, em 2005
COUTO, Mia. Entrevista com Mia Couto. Via Atlântica, São Paulo, n. 8, p. 205-217, dez. 2005.
Entrevista concedida a Vera Maquêa.

AULA 7 – 11 de maio
ESTUDO DIRIGIDO sobre os textos das aulas 5 e 6
.
AULA 8 – 13 de maio
Panorama das literaturas africanas de língua portuguesa
FONSECA, Maria Nazareth Soares; MOREIRA, Terezinha Taborda. Panorama das literaturas africanas
de língua portuguesa. 45 p. Disponível em:
<http://www.ich.pucminas.br/posletras/Nazareth_panorama.pdf>. Acesso em: 30 set. 2015
AULA 9 – 18 de maio
Panorama das literaturas africanas de língua portuguesa

AULA 10 – 20 de maio
ESTUDO DIRIGIDO sobre o texto das aulas 8 e 9

AULA 11 – 25 de maio
Preparação para a PRIMEIRA AVALIAÇÃO do curso

AULA 12 – 01 de junho

In: ______. p. 2. 2007. A cidade e a infância. 2009. A identidade do sujeito na fronteira do pós-colonialismo em Angola. José. AULA 15 – 08 de junho Xigubo. ed. A casa dos mastros. de José Craveirinha AULA 16 – 10 de junho Xigubo. pós-colonialismo AUGUSTONI. 14. p. p. v. Prisca. 63-67. contos de Orlanda Amarílis AMARÍLIS. 189-205. José Eduardo. 5. Anderson Luiz. 2007. AULA 23 – 01 de julho “Não há mais lugar de origem” e “Os pretos não sabem comer lagosta”. [S. Lisboa: Dom Quixote. Fronteiras perdidas. de José Craveirinha AULA 17 – 11 de junho Exibição de Virgem Margarida. Faustino. 70 p. Ipotesi. A casa dos mastros: contos cabo- verdianos. moçambicanos e cabo-verdianos) de língua portuguesa AULA 21 – 24 de junho Um pouco de teoria: Identidades. Lisboa: Caminho.-dez. no programa Roda Viva. Entrega da avaliação (até as 22h:40 – O atraso na entrega acarretará a perda da avaliação) AULA 13 – 03 de junho Correção da avaliação UNIDADE II Dois momentos da poesia africana de língua portuguesa: José Craveirinha (Moçambique) e Paula Tavares (Angola) AULA 14 – 07 de junho Xigubo. José Luandino. VIANA. Ritos de passagem. Orlanda. de José Craveirinha CRAVEIRINHA. l. 1989. AULA 19 – 17 de junho Ritos de passagem. 87 min. Direção: Licínio Azevedo. 89-95. contos de José Luandino Vieira VIEIRA. de Licínio Azevedo VIRGEM Margarida. longa-metragem moçambicano. 1980. 2012.. em 2011 AULA 25 – 08 de julho DEBATE: “A casa dos mastros” e “Laura”. 79-84. 37-44. contos de José Eduardo Agualusa AGUALUSA. 18 e 19 UNIDADE III Contistas e romancistas africanos (angolanos. Xigubo. 2. In: ______. p. 2010. ed. 37-54. Juiz de Fora. n. Ana Paula. 73-89. AULA 18 – 15 de junho Ritos de passagem. jul. de Ana Paula Tavares TAVARES. A fronteira de asfalto. AULA 22 – 29 de junho DEBATE: “A fronteira de asfalto” e “Faustino”. de Ana Paula Tavares AULA 20 – 22 de junho ESTUDO DIRIGIDO sobre os textos das aulas 14. AULA 26 – 13 de julho . Lisboa: Edições 70.]: Ébano Multimédia.. Linda-a-Velha: ALAC. color. fronteiras. 64 p. Laura. São Paulo: Companhia das Letras. 16. AULA 24 – 06 de julho Exibição da participação de José Eduardo Agualusa. son. 15.

cada um com valor de 0. Sequeira. AVALIAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO Será distribuído um ponto de participação com base na frequência do aluno. TOTAL: 1. TOTAL: 3.5 ponto (somando 2. Luís Lopes ou o mulato dos prodígios: peça histórico-fantasista em dois actos. AULA 29 – 22 de julho Ualalapi. romance de Vera Duarte DUARTE. A candidata. de José Mena Abrantes ABRANTES. AULA 27 – 15 de julho A candidata. TOTAL: 0. com valor de 2. romance de Ungulani Ba Ka Khosa KHOSA. Vera.0 pontos. UNIDADE IV Serão realizados dois debates. Luís Lopes ou o mulato dos prodígios.5). cada um com valor de 0. A corda.0). cada um com valor de 0.0) e uma avaliação escrita. Luanda: União dos Escritores Angolanos. os alunos responderão a uma de duas questões dissertativas.5 pontos. 80 p.5 ponto (somando 1. COM RELAÇÃO A FALTAS E AVALIAÇÕES . 1980.0 ponto. Belo Horizonte: Nandyala. e uma avaliação escrita. EXAME ESPECIAL (TOTAL) Individualmente. de Ungulani Ba Ka Khosa AULA 30 – 27 de julho Preparação para a SEGUNDA AVALIAÇÃO do curso AULA 31 – 29 de julho Entrega da avaliação (até as 20h:40 – O atraso na entrega acarretará a perda da avaliação) AULA 32 – 03 de agosto Correção da avaliação UNIDADE IV Breve amostra do teatro africano (angolano) de língua portuguesa AULA 33 – 05 de agosto DEBATE: A corda. UNIDADE III Serão realizados quatro debates. TOTAL: 4. VALOR: 10 pontos. 49 p. também propostas no dia da prova. em sala de aula. 128 p.5 ponto. de Vera Duarte AULA 28 – 20 de julho DEBATE: Ualalapi.0 pontos. 66 p. José Mena. incluindo 1 ponto da avaliação de participação EXAME ESPECIAL – 19 de agosto Sobre o sistema de avaliação UNIDADE I Serão realizados três estudos dirigidos. Belo Horizonte: Nandyala. com valor de 2. e julgarão a veracidade ou falsidade de uma série de afirmações.5 ponto. com valor de 0. 1993. em sala de aula.0 pontos.5 ponto (somando 1. 2013. AULA 34 – 10 de agosto DEBATE: Sequeira. AULA 35 – 12 de agosto Entrega das notas finais. de Pepetela PEPETELA. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES. DEBATE: A candidata. UNIDADE II Será realizado um estudo dirigido. propostas no dia da prova. Luanda: União dos Escritores Angolanos. Ungulani Ba Ka. 2012. Ualalapi.

6 (seis) atividades avaliativas. “devendo essa escolha ser comunicada ao professor em até dois dias antes da realização” do EXAME ESPECIAL. e b) a de se fazer o Exame Especial Parcial (EEP). Poderão fazer o Exame Especial Parcial (EEP) apenas os alunos que tenham perdido até 50 (cinquenta) por cento das avaliações previstas. 3. Aos alunos que se enquadrarem no item anterior. Os alunos da disciplina que ultrapassarem o limite de 9 (nove) dias faltosos terão a pontuação por participação igual a zero. que indica duas possibilidades. quais sejam: a) a de se fazer o Exame Especial Total (EET). no máximo. 1. os alunos que tiverem perdido. 4. o qual deve ser regido pela Resolução CEPE n 2880. este terá o valor correspondente à pontuação das atividades avaliativas que foram perdidas. As atividades avaliativas que forem perdidas não serão repostas ou substituídas ao longo do curso. sendo possível apenas recuperar a sua pontuação no momento reservado à realização do EXAME ESPECIAL. no nosso caso. 2. Nesta situação. A estes será dado o direito de escolher entre o Exame Especial Total (EET) e o Exame Especial Parcial (EEP). ou seja. não será permitida a realização de EXAME ESPECIAL. . se o aluno escolher fazer o Exame Especial Parcial (EEP).

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