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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS – CAMPUS VI/CAETITÉ


COMPONENTE CURRICULAR: ESTUDOS CONTEMPORÂNEOS DA LE I
PROFª SIGRID ROCHELE G P MAGALHÃES
ALUNO: PEDRO VICTOR VALENTIN

Análise do conto hills like white elephants

No conto hills like white elephants de Hemingway temos duas pessoas conversando
sobre algum assunto que não é possível saber mediante suas falas, porém podemos ver que
há um certo conflito entre os dois personagens, um homem e uma mulher, em partes como:
if you don't want to you don't have to. I wouldn't have you do it if you didn't want
to. But I know it's perfectly simple."
"And you really want to?"
"I think it's the best thing to do. But I don't want you to do it if you don't really
want to."
Esse conflito se dá devido algum evento em que ambos teriam que passar juntos, ao
decorrer do conto podemos trazer algumas possibilidades para tal evento e dizer pode ser
trata de alguma mudança na vida de ambos, como por exemplo uma mudança de pais, uma
viagem, ou até mesmo suicídio.
O homem pode ser a representação de algum tipo de poder como por exemplo o
estado e a mulher a representação da população, o social. Vemos então uma tentativa de
ambos entrar em um acordo com a mulher fazendo algo apenas para tentar agradar o
homem. Uma analogia para essa parte poderia ser vista na realidade como a leis (homem)
impostas sobre a sociedade (mulher), onde um apenas cumpre essas leis para que não haja
um desentendimento ou essa quebra de regras. Porém o homem (estado) não quer que a
mulher faça aquilo por uma certa pressão (leis) e sim por vontade própria (moral/ética).
"Then I'll do it. Because I don't care about me."
"What do you mean?"
"I don't care about me."
"Well, I care about you."
"Oh, yes. But I don't care about me. And I'll do it and then everything will be
fine."
"I don't want you to do it if you feel that way."
O conto termina então com a mulher não querendo mais conversar com o homem
dizendo que aquela conversa não vai chegar em lugar algum e que tem vai fazer o que deve
ser feito. Vemos então o conceito de sociedade presente, que temos aceitar certas coisas que
nos são impostas para podermos fazer parte da sociedade, mesmo que não nos agrade.