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FORMAÇÃO ITED

(INFRAESTRUTURAS de
TELECOMNICAÇÕES em EDIFÍCIOS)
HABILITANTE

Manual de apoio à Formação

Módulo 6

FORMAÇÃO ITED 1
A.Vilas Boas José Rui Ferreira
Agenda do módulo 5

1 - Transmissão digital em pares de cobre – princípios e


constrangimentos
2 - Equipamentos ativos e passivos de uma rede xTP;
3 - Rede coletiva e individual de pares de cobre – dimensionamento;
4 - Diferentes tipos de ensaios em redes de pares de cobre e
parâmetros avaliados;

FORMAÇÃO ITED 2
A.Vilas Boas José Rui Ferreira
Redes Colectivas e Individuais

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A.Vilas Boas José Rui Ferreira
Sistemas de cablagem em pares de cobre

Classes de ligação e categoria dos componentes – Pares de Cobre

Classe de Categoria dos Frequência Máxima


Ligação Materiais (MHz)
A - 0,1
B - 1 As classes
C - 16 de ligação
D 5 100
E, EA, F e
FA são a
E 6 250 referência
EA 6A 500 nas ITED
F 7 600
FA 7A 1000

FORMAÇÃO ITED 4
A.Vilas Boas José Rui Ferreira
Sistemas de cablagem em pares de cobre
Cabos de pares de Cobre

FORMAÇÃO ITED 5
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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Edifícios Pares de Cobre (Cat 6)
Moradia (CEMU-ATI) Sem garantia de Classe
Residenciais Individual Classe E
Colectiva Classe E
Individual Classe E
Escritórios
Colectiva Classe E
Individual Classe E
Comerciais
Colectiva Classe E
Individual Classe E
Industriais
Colectiva Classe E
Individual Classe E
Especiais
Colectiva Classe E
Mistos Individual Classe E
Colectiva Classe E

FORMAÇÃO ITED 6
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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Cabos de pares de Cobre

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Cabos de pares de Cobre

Nas ITED serão admitidos apenas cabos de Categoria 6 e 7,


cumprindo a Normalização Europeia aplicável a este tipo
de materiais.

Classe de Categª dos Freqª Máx. Cabos Cabos


Ligação materiais (MHz) Sólidos Flexíveis
D 5 100 Cabo não admitido
EN-50288-5-1 EN-50288-5-2
E 6 250
EN-50288-6-1 EN-50288-6-2
F 7 600 EN-50288-4-1 EN-50288-4-2

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Cabos de pares de Cobre

Os cabos – sólido e flexível – obrigam a distintos tipos de


aplicações. Os do tipo sólido serão utilizados em ligações
permanentes e longas. Os flexíveis em cordões (patchcords)

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Cabos de pares de Cobre

Dependo da sua construção, e relacionada com o grau de


blindagem que se pretende, os cabos par de cobre poderão ser
classificados em:
• UTP (Unshielded Twisted Pair) – Nenhum tipo de blindagem
metálica envolve os condutores ou grupo de condutores;

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Cabos de pares de Cobre

• FTP (Foiled Twisted Pair) – O cabo possui uma lâmina de


alumínio+polyester a envolver o conjunto dos pares que o compõem;

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Cabos de pares de Cobre

• STP (Shielded Twisted Pair) – Os pares de cobre são envolvidos de


uma forma individualizada, com uma camada de alumínio + polyester.

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Repartidor Geral de Pares de Cobre

RG-PC
RG-PC
Secundário do
Espaço para o
Repartidor Geral
Primário do
de Cabos de Pares
Repartidor Geral
de Cobre
de Cabos de Pares
de Cobre

Repartidor Geral é um dispositivo que faz a interligação, nas diferentes tecnologias,


dos diversos operadores à rede de distribuição de cabos do edifício

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Repartidor Geral de Pares de Cobre

O RG-PC é constituido por:


• Primário, cujo dimensionamento e instalação é da responsabilidade
do Operador da rede pública. O Projectista deve reservar espaço para
a ligação de pelo menos dois Operadores.
• Secundário, constituído por conectores de oito condutores do tipo
RJ45, ou réguas de derivação por cravamento de Categoria 6 onde
liga a rede colectiva de pares de cobre do edifício e da
responsabilidade do seu(s) proprietário(s);
• Cordões, ou outros elementos, que garantam a interligação entre o
primário e o secundário

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Repartidor Geral de Pares de Cobre

•As redes colectivas devem ser calculadas com base num cabo de 4
pares de cobre Cat 6 como mínimo para cada fogo, com topologia em
estrela. A colocação de um segundo cabo de 4 pares por fogo permite
a criação de redes privativas do prédio.
• Para comprimentos superiores a 90 m é necessária a colocação de
PD (Pontos de Distribuição) Intermédios para garantir a Classe E de
transmissão, o que deve ser evitado através da optimização da
colocação do RG-PC ou através do recurso à FO.

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Materiais, dispositivos e equipamentos
Repartidor Geral de Pares de Cobre

Blocos Cat6
C110 da
Brand Rex

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Repartidor Geral de Pares de Cobre

Blocos Cat6
da Krone

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Repartidor Geral de Pares de Cobre

Blocos para
Fichas RJ45

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Repartidor Geral de Pares de Cobre

 Ligação Permanente Troncal (Coletivas ou Verticais)


•Entre o RG-PC (ATE) e o ATI em edifícios habitacionais
•Entre o RG-PC (ATE) e o Ponto de Distribuição Secundário em
edifícios profissionais
 Ligação Permanente Horizontal (Individuais ou Horizontais)
•Entre o ATI e as TT em edifícios habitacionais
•Entre o Ponto de Distribuição Secundário e as TT em edifícios
profissionais
•Entre o Ponto de Distribuição Secundário e os pontos de
consolidação em edifícios profissionais

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Repartidor Geral de Pares de Cobre

• Exemplo de um canal que contém uma interligação, um ponto de


consolidação e a TT

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Repartidor Geral de Pares de Cobre

 O comprimento físico de um canal, na cablagem horizontal, não


deve exceder 100 m
 O comprimento físico do cabo horizontal permanente não deve
exceder 90m, sendo que os restante 10 m serão para utilização de
patchcords de ligação não permanente

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Repartidor Geral de Pares de Cobre

 Sempre que o RG-PC for instalado em bastidores, o que é


recomendado, a disposição destas unidades deve ser definida, descrita
e desenhada pelo projectista

Painel de distribuição horizontal


de cobre – RJ 45 Cat 6

Painel de operadores (pares cobre ).

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Repartidor de Cliente de Pares de Cobre

O RC-PC é constituído por:


• Primário, constituído por um painel de ligação de oito contactos
interligada ao Secundário do RG-PC
• Secundário, constituído por painel de ligação com unidades de oito
contactos onde ligam as TT

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Rede Individual de Pares de cobre

•MuTOA´s (Multiuser Telecommunications Outlet Assemblies) funcionam como um Hub


Passivo. Nele chegam um conjunto de cabos ou um cabo multipares e saem
portas para conexão direta dos PC´s.
•O Ponto de Consolidação (Consolidation Point) funciona como um Painel
intermediário de Ligações. Dele saem outros cabos até os pontos específicos
de distribuição, de onde saem os patchcords para Ligação aos PC´s.

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Rede Individual de Pares de cobre

FORMAÇÃO ITED 25
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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Rede Individual de Pares de cobre

Edifícios Residenciais com e sem


Zonas Coletivas

Edifícios Residenciais - Nas salas, quartos e cozinha, com


exceção da divisão de instalação da ZAP, é obrigatória a
instalação de 1 tomada RJ45 .
A tomada ZAP é de instalação obrigatória nos edifícios
residenciais

Nas Kitchnetts, casas de banho, halls, arrecadações, varandas,


marquises, ou similares, não é obrigatória a instalação de tomadas
de terminais

É recomendada a instalação de pelo menos uma tomada de pares


de cobre nos parqueamentos e garagens
A ligação entre a CEMU e o ATI em moradias unifamiliares deve
ser de categoria 6 mas não é obrigatória a garantia de Classe E de
transmissão

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Rede Individual de Pares de cobre
Edifícios Escritórios com Zonas Coletivas Edifícios Escritórios sem Zonas Coletivas

Edifícios de Escritórios com Zonas Coletivas - Obrigatória a ligação de um cabo UTP de 4 pares Cat 6 com garantia da
Classe E de Transmissão na zona coletiva.
Edifícios de Escritórios sem Zonas Coletivas - Obrigatória a ligação de um cabo UTP de 4 pares Cat 6 com garantia da
Classe E de Transmissão por PD.

É recomendada a instalação de pelo menos uma tomada de pares de cobre nos parqueamentos e garagens

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Rede de Pares de cobre

Edifícios Comerciais com Zonas Coletivas Edifícios Comerciais sem Zonas Coletivas

Edifícios Comerciais com zonas colectivas - Obrigatória a ligação de um cabo UTP de 4 pares Cat 6 com garantia da Classe
E de Transmissão na zona coletiva para cada fração. O projecto da rede individual de cabos, onde se inclui a definição do
número de tomadas e o tipo de ATI, está dependente do fim a que se destina o fogo, bem como das necessidades do
cliente
Edifícios Comerciais sem zonas colectivas - Obrigatória a ligação de um cabo UTP de 4 pares Cat 6 com garantia da Classe
E de Transmissão por PD. O projecto das redes de cabos a partir dos PD, onde se inclui a definição do número de tomadas,
está dependente do fim a que o edifício se destina, bem como das necessidades do cliente.

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Rede Individual de Pares de cobre

Edifícios Industriais
Edifícios Industriais - Obrigatória a ligação de um
cabo UTP de 4 pares Cat 6 com garantia da Classe E
de Transmissão por PD.
Deve existir uma tomada de PC para cada
equipamento a instalar, de acordo com as
necessidades do Cliente. Em alternativa poderá
A definir pelo projetista considerar-se uma tomada de FO.

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Rede Individual de Pares de cobre

Edifícios Vários – Centros


Comerciais, Bibliotecas, Museus,
Arquivos e Divulgação, Armazéns,
Escolas, Estacionamentos e Gares
de Transportes, Pavilhões de
Espetáculos e Desportivos, Hospitais
e Clínicas, Empreendimentos
Turísticos
Edifícios Vários - Obrigatória a ligação de um
A definir pelo projetista cabo UTP de 4 pares Cat 6 com garantia da
Classe E de Transmissão por PD.
O projeto da Rede de Cabos de Cobre a partir
dos PD´s, onde se inclui a definição do número
de tomadas, está dependente das necessidades
dos clientes

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Rede Individual de Pares de cobre

Edifícios Mistos com frações


residenciais e não residenciais

Edifícios Mistos - Obrigatória a ligação de


um cabo UTP de 4 pares Cat 6 com
garantia da Classe E de Transmissão por
fração na Rede Coletiva.

O projeto da rede individual de edifícios


De acordo com o ponto 4.2.1
Residenciais deve ser executado de
acordo com as regras definidas para estes
edifícios

O projeto da rede individual de edifícios


Não Residenciais deve ser executado de
acordo com as regras definidas para cada
tipo de edifícios já considerados atrás.

FORMAÇÃO ITED 31
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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Dispositivos de Ligação, distribuição e terminais
Cabos de pares de Cobre

Conectores RJ45

FORMAÇÃO ITED 32
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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Dispositivos de Ligação, distribuição e terminais
Cabos de pares de Cobre

Existem dois métodos de ligação dos 4 pares aos respectivos conectores, A e B,


sendo que o B é o mais usado

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Dispositivos activos de uma rede xTP
Homegateway – Equipamento doméstico que associa funções de router,
modem DSL ou de Cabo, switch e ponto de acesso sem fios.
Contém ainda características de interface e mapeamento de protocolos que
possibilitam a interligação de redes que têm protocolos e arquiteturas
distintas.
Switch - “Network Switch” ou “Packed Switch” é um equipamento de
rede que interliga vários elementos de uma rede, nomeadamente
computadores.
Os switchs funcionam com largura de banda dedicada entre portas,
funcionando em full-duplex, sem colisões. Permitem ainda, desde que
preparados para tal efectuar tele-alimentação sobre Ethernet (PoE – Power
over Ethernet) para permitir o funcionamento de equipamentos remotos
sem alimentação local como telefones IP ou WAP
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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Dispositivos activos de uma rede xTP

Hub - equipamentos de rede que funcionam em half-duplex e


enderessamento genérico para todas as portas com excepção do
emissor. Como não é feita nenhuma “gestão” de tráfego, as colisões
são frequentes, o que aumenta o número de repetições e consequente
baixa de rendimento. Estes equipamentos praticamente já não se
usam.
Router - Os routers para além das suas funções de switch por MAC
address, actuam também com protocolo IP interligando a LAN a que
está associado com outras LAN´s ou WAN´s exteriores.
PPCA - equipamentos de comutação telefónica, analógicos ou digitais
que permitem o estabelecimento de ligações entre telefones da rede
interna e destes com a rede externa pública.

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

Para a realização dos ensaios das redes de pares de cobre deve considerar-se:

● O equipamento a utilizar é o certificador de cablagem, constituído por uma


unidade principal e uma unidade remota, que são ligadas nos extremos da
cablagem a ensaiar

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

● Deve considerar-se o equipamento de teste e medida para a Classe de


ligação a ensaiar, em modo ligação permanente (“Permanent Link”);
● Os adaptadores e chicotes de teste dos equipamentos de medida devem
ser compatíveis com o respetivo equipamento de ensaio, devendo ser
substituídos logo que o número de ensaios máximos previstos pelo
fabricante seja ultrapassado, ou que se encontrem deteriorados;
● Deve considerar-se a influência de fatores externos, nomeadamente a
existência de pós e impurezas nos pontos de ensaio, para além das
condições ambientais MICE

FORMAÇÃO ITED 38
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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre
Para a garantia da Classe E de ligação, devem ser realizados
obrigatoriamente os ensaios dos seguintes parâmetros:
 Continuidade ou mapa de fios
(com este ensaio pretende-se verificar a correcta ligação dos oito condutores

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

 Atenuação (dB)
(com este ensaio pretende-se medir a quantidade de energia perdida pelo sinal
ao longo do cabo utilizado na transmissão entre o emissor e o receptor)

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

 NEXT ( Near End Cross Talk)


(com este ensaio pretende-se medir o nível de interferência electromagnética
entre condutores, medido junto ao emissor onde a indução é mais elevada)

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

 NEXT em dB ( Near End Cross Talk)

FORMAÇÃO ITED 42
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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

 PSNEXT em dB ( Power Sum NEXT)


(é a soma dos NEXT de outros pares, que são recebidos num determinado par)

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

 ACR (em dB) - Attenuation to Crosstalk Ratio


(com este ensaio de ACR mede-se a relação atenuação/diafonia. É
calculado pela diferença em dB entre o Next e a Atenuação. É um
bom indicador de qualidade da ligação)

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

 PSACR (em dB) – Power Sum ACR


(é a soma dos ACR de outros pares, que são recebidos num determinado par)

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

 ELFEXT (em dB) – Equal Level Far End Cross Talk


(mede o crosstalk de um par sobre outro na parte terminal do circuito
oposta ao emissor, corrigido do efeito de atenuação natural do cabo)

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

 ELFEXT (em dB) – Equal Level Far End Cross Talk

FORMAÇÃO ITED 47
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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

 PSELFEXT (em dB) – Power Sum ELFEXT


(mede a soma dos ELFEXT de outros pares, que são recebidos num
determinado par)

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

 Perdas de Retorno (em dB)


(mede a perda de potência de um sinal, devido a desadaptações de impedância.
Trata-se de uma relação entre o sinal emitido e o “ruído” refletido)

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

 Resistência de lacete (Ω)


(mede a resistência combinada de um par de cobre, como se ele estivesse em curto-
circuito nas extremidades)
 Atraso de propagação e atraso diferencial (seg´s)
(mede tempo que o sinal demora a propagar-se no cabo)

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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Ensaios obrigatórios em rede de pares de cobre

FORMAÇÃO ITED 51
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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Componentes de projecto associado às rede de pares de
cobre
 Desenho de implantação das tomadas de PC sobre as plantas
e sua ligação aos PD´s que, no caso de edifícios residenciais,
são designados por ATI´s.
 Diagrama de pares de cobre da rede colectiva e individual
 Definição clara de materiais a utilizar (cabos, tomadas,
blocos de ligação e outros mais específicos para :
 a elaboração do orçamento;
 garantir a harmonização do projecto;
 para o cálculo das tubagens (diâmetro exterior do cabo)
 a gestão de espaço do ATE (blocos de ligação do RG-PC)

FORMAÇÃO ITED 52
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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Componentes de projecto associado às rede de pares de cobre

FORMAÇÃO ITED 53
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Sistemas de cablagem em pares de cobre
Componentes de projecto associado às rede de pares de cobre

FORMAÇÃO ITED 54
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Sistemas de cablagem em pares de cobre

Exercícios práticos

1. Copiar o ficheiro “Projecto_Moradia.dwg” para o vosso


directório/drive.
2. Implantar as tomadas de pares de cobre nas diferentes
divisões dos apartamentos apresentados no ficheiro em
referência e guardar o resultado no vosso diretório,
recorrendo à Biblioteca de símbolos “Blocos C02”

FORMAÇÃO ITED 55
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