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A educação numa "versão mais econômica"

OBJETIVO:

Inteirar os futuros pedagogos do seu verdadeiro papel na sociedade e de como estes


podem contribuir para a construção de indivíduos com plena capacidade de desenvolver
questionamentos que os levem a pensar e mudar a forma de ver e viver no mundo acima
de quaisquer conveniências econômicas
JUSTIFICATIVA:

Mais que ensinar uma criança a ganhar seu próprio sustento de maneira mecânica e
repetitiva a educação deve transmitir conhecimentos que norteiem valores que
enriqueçam a capacidade de pensar e que levem as pessoas a agirem de forma altruísta,
visando a convivência e desincentivar futuras concorrências desleais, tão destrutivas e
constantes em nosso sistema econômico.
Evidenciar o verdadeiro valor que pode ter um ser verdadeiramente humano.
INTRODUÇÃO:

A concepção de valores está distorcida num mundo totalmente globalizado, e o mercado


lucrativo que se tornou a educação contribuiu em muito para essa visão de mundo. A
escolha de uma profissão está somente focada no quanto as pessoas vão ganhar
futuramente e não no que verdadeiramente gostam, desperdiçando dons em nome do
status econômico. Assim este sistema caminha para uma total desumanidade onde as
pessoas se conhecem e "vivem" apenas em função de valores monetários onde os que
têm mais poder financeiro controlam o relógio do aprendizado, onde quem não tem um
entendimento imediato é descartado como inútil simplesmente “retardado” e
massacrado pelo sistema e os que nele se integram como robôs sem questionar, em
todos os sentidos.
DESENVOLVIMENTO:

“Saber quebrar paradigmas” seria um ótimo título para esse texto se já não fosse
um bordão básico usado pelos recursos humanos para caracterizar pessoas aptas
para liderança empresarial... Assim, O intuito da nossa educação neste modelo de
sistema econômico visa apenas motivar pessoas a uma futura visão capitalista de
sucesso, desvinculando qualquer ato do ensino ao de se aprender em prol do
conhecimento geral, humanístico. Parece que “saber” aumentar sua renda é a
única mola propulsora que impõe força a todo um modelo de vida individualizado,
no qual se propõe ser uma base para toda uma massa que não se preocupa em pensar
e, consequentemente, conhecer. Expandir horizontes hoje significa apenas sair da
faixa do salário mínimo.

Mas o que cabe a nós, pedagogos? Contribuir para o enrijecimento de toda uma
cultura, ao deixar monopolizar o conhecimento nas mãos do poder dominante das
classes privilegiadas e acatar os moldes impostos subjetivamente para
transformar pessoas em apenas força de trabalho acere bradas, serva de quem
controla conscientemente os meios de produção?E o ciclo sempre se repete, a
história é sempre a mesma, não importa quantas revoluções industriais ou tecnológicas
ainda
estão por vir, e professores se sucumbem à inércia da preguiça mental

arrebatadora que controla as massas e nela se integram, passando a ficar


estagnados e se rendendo, definitivamente, ao dinheiro, a horas cansativas de
trabalho apenas em nome dele.

Afinal, quem controla este sistema? Somos nós? Ou ele se autocontrole como
monstro insano que criamos e agora toma o nosso poder despercebido?A Quem
pertence a coragem de ultrapassar os limites do que é permitido , do que é
considerado normal a ponto de não deixar uma criança que não se adequou ,que
não corresponde ao entendimento geral de uma turma passar sem saber o que as
outras já sabem , não importando o quanto tempo leve para ela aprender , mas
desde que saiba , muito além do que vai usar na sua profissão,
futuramente?Quando o professor atravessa o limiar da obrigação e se torna
sensato a ponto de perceber que a moral independe do que o modelo econômico
lhe impõe?

A pretensão aqui em se questionar, e não afirmar e tentar impor proposições é de


que o que vai decidir se vamos simplesmente deixar que nossas mentes sirvam
apenas como marionetes para formar futuros empregados do mês de multinacionais
e congêneres estará em nossa psique, com a escolha da pedagogia como meta, como
forma de se combater o que, implicitamente nos seria dado sem escolha, como
suposta falta de opção para um outro curso não muito concorrido para o
vestibular, assim pensam muito (as) que se adequam a visão mercantilista da
educação: Mas não seria a nós sim, o dever de saber passar o conhecimento para
a vida, não importando quanto tempo se leve para aprender?...E Quando finalmente
se considera a variável tempo, esta passa a se tornar a menos importante para
determinar nossas vidas, variável essa desvencilhada de fatores macroeconômicos
de um país.
..
CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Ninguém pode dizer o que o outro deve fazer, mas pode-se mostrar os vários caminhos
que existem alem do obvio. Essa deveria ser a meta principal de um educador.
REFERÊNCIAS:

http://www.forumeducacao.hpg.ig.com.br/textos/textos/econ1.htm
http://www.youtube.com/watch?v=RdnxBA7qLjU&feature=related
http://www.adorocinema.com/filmes/conde-de-monte-cristo-2002/