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Revista Saberes da Faculdade São Paulo – FSP

SÍNDROME DE DOWN: APLICAÇÃO DA EQUOTERAPIA COMO RECURSO


TERAPÊUTICO
Larissa Royer de França1
Marília Mercedes Rodrigues Teixeira2
Odaiza Cautulino Souza3
Pâmela da Silva Oliveira4
Neide Garcia Ribeiro Castilho5
Jéssica Jamali Lira6

RESUMO

A Síndrome de Down é uma cromossomopatia, cujo paciente exibe um cromossomo extranumerário no


cariótipo (trissomia do cromossomo 21) e apresenta algum grau de deficiência mental e, sobretudo,
prejuízo no desenvolvimento neuropsicomotor. O objetivo deste trabalho foi descrever a Equoterapia
como recurso terapêutico alternativo para o tratamento da Síndrome de Down e, trata-se de um estudo
bibliográfico. Utilizou-se 20 referências bibliográficas, sendo a maioria de dissertação de Mestrado e
artigos científicos. A Equoterapia é amplamente empregada para a reabilitação especialmente aqueles
com Síndrome de Down. É necessário estar atento na escolha do cavalo e local, nas indicações e
contraindicações. A duração da sessão é 30 a 45 minutos e são diversos os benefícios para o paciente:
melhora coordenação, esquema corporal, marcha, equilíbrio estático e dinâmico, independência
funcional. O cavalo ao caminhar produz movimentos tridimensionais que são transferidas para os
participantes e, estes realinham-se continuamente corrigindo a postura adquirindo os benefícios.

Palavras-chave: fisioterapia. Síndrome de Down. reabilitação. terapia assistida por cavalos.

ABSTRACT

Down Syndrome is a chromosomal disorder whose patient exhibits a supernormal chromosome in the
karyotype (trisomy of chromosome 21) and presents some degree of mental deficiency and, above all,
impairment in neuropsychomotor development. The objective of this work was to describe the equine-
assisted therapy as an alternative therapeutic resource for the treatment of Down's Syndrome, and it is a
bibliographic study. The total of 20 bibliographic references were used, being the majority of Master's
thesis and scientific papers. Equine-assisted therapy is widely employed for rehabilitation especially
those with Down Syndrome. It is necessary to be attentive in the choice of the horse and place, in the
indications and contraindications. The duration of the session is 30 to 45 minutes and there are several
benefits for the patient: improved coordination, body layout, gait, static and dynamic balance, functional
independence. The horse in walking produces three-dimensional movements that are transferred to the
participants and they continually realign themselves by correcting the posture and acquiring the benefits.

Keywords: fhysical therapy specialty. Down Syndrome. rehabilitation. equine-assisted therapy.

_______________________________________________
1
Acadêmicas do 4º Período do Curso de Bacharelado em Fisioterapia da Faculdade São Paulo – FSP – Rolim de
Moura-RO. E-mail: larissaroyer6@gmail.com.
2
Mestra em Fisioterapia Cardiorrespiratória, Docente do Curso de Bacharelado em Fisioterapia da Faculdade São
Paulo – FSP – Rolim de Moura-RO, orientadora do presente trabalho. E-mail: n_g_ribeiro@hotmail.com.
3
Mestra em Ciências Ambientais, coordenadora e docente do curso de Bacharelado em Fisioterapia da Faculdade
São Paulo – FSP – Rolim de Moura – RO. E-mail: jessicajlira@gmail.com
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1 INTRODUÇÃO

A Síndrome de Down compõe o grupo de encefalopatias (doenças localizadas no


cérebro) não progressivas (à medida que o tempo passa não mostram acentuação da lentidão do
desenvolvimento e nem o agente causal da síndrome se torna mais grave), que possui tendência
para melhoras expressivas e espontâneas, porque seu sistema nervoso central continua a
amadurecer com o tempo (SILVA, 2000).
De acordo com Silva (2000); Ministério da Saúde (2012); Mata e Pignata (2014) e
Diegues (2015) a partir de inúmeros estudos e pesquisas realizadas, a etiologia da Síndrome de
Down foi atribuída a três condições distintas que comprometem o cromossomo: a trissomia do
21 padrão ou simples, a translocação ou translocação Robersonianas e o mosaico ou
mosaicismo.
Em relação à prevalência deste distúrbio Sica (2012) relatou que ao considerar todas as
regiões do mundo, os dados epidemiológicos demonstram que em média um em cada 650-700
nascidos vivos desenvolvem esta síndrome e, estima-se que no Brasil a prevalência seja de 300
mil pessoas.
No que diz respeito às alterações associadas com a Síndrome de Down, verifica-se que
além do importante atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento intelectual,
atraso na articulação da fala (MATA; PIGNATA, 2014; BERVIAN; ALEGRE,
MAGNABOSCO, 2017), outros problemas de saúde podem ocorrer, como: cardiopatia
congênita; hipotonia responsável pela língua protusa; problemas de audição; de visão;
alterações na coluna cervical; distúrbios da tireoide; problemas neurológicos; obesidade e
envelhecimento precoce (MOREIRA; HANI, GUSMÃO, 2000).
Neste âmbito, o Profissional Fisioterapeuta utiliza vários recursos e/ou modalidades
terapêuticas convencionais para tratar a criança com Síndrome de Down e, no caso da
equoterapia, este é um recurso terapêutico destinado à reabilitação e diferencia-se do tratamento
convencional, sendo realizado em um ambiente ao ar livre e permite estabelecer o vínculo
afetivo entre a equipe (fisioterapeuta – paciente – cavalo) (FERREIRA, 2008; ECKET, 2013;
SILVA; SOUZA, 2014).
A terapia com o uso de cavalos é amplamente empregada para a reabilitação de pessoas
com necessidades especiais em mais de 140 países e, apresenta mundialmente divergências
conceituais e semântica a respeito do nome dado a esta atividade (COSTA, 2012),

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Diante do exposto, o presente trabalho científico tem como objetivo descrever a


Equoterapia como recurso terapêutico alternativo para o tratamento da Síndrome de Down.
2 REFERÊNCIAL TEÓRICO

A Síndrome de Down (SD) é a causa genética mais comum de retardo mental na


população, sendo inclusive uma característica patognomônica (define uma forma específica de
deficiência mental associada a certas características físicas), embora haja registros de pessoas
com a trissomia 21 com desenvolvimento intelectual limítrofe ou mesmo normal (MOREIRA;
HANI, GUSMÃO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012; MONDUCCI, 2012). De acordo
com Sica (2012) a Síndrome de Down é tida como um conjunto sindrômico em decorrência da
trissomia do cromossomo 21.
Esta síndrome faz parte de um grupo de encefalopatias (doenças localizadas no cérebro)
não progressivas (à medida que o tempo passa não mostram acentuação da lentidão do
desenvolvimento e nem o agente causal da síndrome se torna mais grave), que possui tendência
para melhoras expressivas e espontâneas, porque seu sistema nervoso central continua a
amadurecer com o tempo (SILVA, 2000). Foi a primeira aneuploidia cromossômica
reconhecida no homem e é a condição mais comum compatível com a sobrevida a termo (SICA,
2015; BERVIAN; ALEGRE, MAGNABOSCO, 2017).
Segundo Ferreira (2008) a Síndrome de Down não é uma doença, mas simplesmente um
erro ou acidente biológico (alteração genética) que ocorre no estágio inicial do desenvolvimento
do bebê. De acordo com o Ministério da Saúde (2012), o termo síndrome significa um conjunto
de sinais e sintomas, ou seja, refere-se a um quadro sintomatológico e, Down designa o
sobrenome do primeiro médico e pesquisador que foi o responsável pela descrição dos sinais
característicos associados à pessoa com a referida disfunção.
No século XIX, em 1866, o britânico John Langdon Haydon Down (1832-1896), médico
pediatra e pesquisador, trabalhava no Hospital John Hopkins e Londres, em uma enfermaria
para pessoas com deficiência intelectual e nesta ocasião publicou um estudo descritivo sobre a
síndrome, demonstrando uma classificação de acordo com o fenótipo. Na ocasião foi
influenciado pela, a) teoria darwiniana – estabelecendo uma hipótese ética da enfermidade,
onde o mongolismo seria um estado regressivo na evolução e, b) pelo racismo – denominou
mongoloides àqueles indivíduos com o grupo de características incomuns, nome nunca
utilizado na Rússia, território de origem da raça mongol (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2012;
MONDUCCI, 2012). Segundo Diegues (2015) o trabalho de John Longdon Haydon Down foi

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publicado na revista London Hospital Reports, intitulado: “Observations on na ethnic


classification of idiots”.
Em 1959, o geneticista francês Jerome Lejèune e sua equipe (Gautier e Turpin)
demonstraram que se tratava de uma anormalidade cromossômica, identificando a presença de
um cromossomo extranumerário no cariótipo dos indivíduos afetados (MINISTÉRIO DA
SAÚDE, 2012; MATA, PIGNATA, 2014; DIEGUES, 2015). Ressalta-se que todos os seres
humanos são constituídos por células e, dentro de cada célula encontram-se os cromossomos
(SILVA, 2000). A denominação mongolismo era considerada ofensiva tanto por pesquisadores
orientais como pelos pais das crianças no ocidente e, sobretudo pela delegação da Mongólia
junto à Organização Mundial de Saúde, portanto, foi excluída das publicações da Organização
Mundial de Saúde em 1965 e do Index Medicus em 1975 e, atualmente, este termo é considerado
inadequado e também arcaico por apresentar uma conotação pejorativa (MINISTÉRIO DA
SAÚDE, 2012; MONDUCCI, 2012).
A Síndrome de Down é uma cromossomopatia cujo quadro clínico é explicado por um
desequilíbrio presente na constituição dos cromossomos e, sua etiologia resulta de um erro na
distribuição dos cromossomos, no lugar de apresentar 46 cromossomos em cada célula (23 da
mãe e 23 do pai, que formam 23 pares), o indivíduo apresenta 47 cromossomos. Deste modo, o
elemento extra fica unido ao par número 21, por isso o nome trissomia do 21 (SERRÃO, 2006;
SICA, 2012).
De acordo com Silva (2000); Ministério da Saúde (2012); Mata e Pignata (2014) e
Diegues (2015) a partir de inúmeros estudos e pesquisas realizadas, a etiologia da Síndrome de
Down foi atribuída a três condições distintas que comprometem o cromossomo: a) trissomia do
21 padrão ou simples: o material genético em excesso está no par do cromossomo 21, ou seja,
há um terceiro cromossomo extra no par 21. Este tipo de alteração ocorre em 96% dos casos e
os pais tem cariótipo normal, a cromossomopatia ocorre acidentalmente; b) translocação ou
translocação Robertsoniana: o cromossomo 21 se rompe e adere a outro cromossomo, rearranjo
cromossômico com ganho de material genético). Este tipo é transmitido por genitores (um dos
pais) que possuem em seu cariótipo um cromossomo 15 ou 14 com um segmento sobreposto
originário no par 21, ocorre em aproximadamente 2 a 3% dos casos, c) mosaico ou mosaicismo:
caracterizado por duas populações de células, ou seja, na divisão do óvulo fecundado, algumas
células ficam com 47 e outras com 46 cromossomos (células normais – 46 cromossomos e
células trissômicas – 47 cromossomos), sendo o cromossomo 21 extra livre. Está presente em
1 a 2% dos casos.

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Contudo, o Ministério da Saúde (2012); Mata e Pignata (2014) acrescentaram que apesar
de existirem três possibilidades do ponto de vista citogenético, a Síndrome de Down apresenta
um fenótipo com expressividade variada, assim, o resultado cariótipo (genótipo) não determina
as características físicas (fenótipo) da pessoa com tal disfunção. Entende-se genótipo como a
constituição cromossômica do indivíduo e por fenótipo as características observáveis no
organismo, as quais resultam da interação da expressão gênica e dos fatores ambientais.
Sabe-se que a Síndrome de Down não se limita a nenhuma raça, cultura, religião, dieta,
comportamento, classe social, clima ou gênero, tipo de alimentação, à poluição ou a algo que
os pais tenham feito e, sobretudo, pode acometer todas as etnias e classes sociais (MONDUCCI,
2012; MATA; PIGNATA, 2014). Para estabelecer o diagnóstico da Síndrome de Down, Silva
(2000) e Serrão (2006) relataram que durante a gestação (no pré-natal) podem ser realizados
diversos exames, como: amniocentese (colheita do líquido amniótico para avaliação
cromossômica); amostra do vilo corial (amostra do tecido fetal e placenta para estudo do
cariótipo); ultrassom; dosagem de alfafetoproteína materna; translucência nucal; teste do nariz
e, cordocentese (colheita de amostra de sangue fetal através do cordão umbilical). Porém, tais
exames só são recomendados em casos em que existam fatores que indiquem uma probabilidade
maior do casal ter um filho com esta síndrome, isto porque, as técnicas empregadas acarretam
riscos associados tanto para a mãe quanto para o feto.
Segundo Monducci (2012) o certo é dizer que a pessoa nasceu com ou tem a Síndrome
de Down e, de acordo com Serrão (2006); Dezotti (2011); Monducci (2012); Sica (2012); Mata
e Pignatta (2014); Bervian, Alegre e Magnabosco (2017) após o nascimento da criança, o
diagnóstico é feito por meio do reconhecimento das características físicas peculiares, bem como
pela análise dos cromossomos das células do bebê – cariótipo.
Considerando todas as regiões do mundo, a prevalência da Síndrome de Down
demonstra que em média um em cada 650-700 nascidos vivos desenvolvem esta síndrome e,
estima-se que no Brasil a prevalência seja de 300 mil pessoas (SICA, 2012). Além disso, em
função da sua alta prevalência, torna uma das disfunções mais comuns e, sobretudo a mais
conhecida de todas as síndromes de malformações (DIEGUES, 2015). Segundo Mata e Pignata
(2014) a probabilidade de ocorrer uma gestação de um indivíduo com Síndrome de Down
quando a mulher apresenta 20 anos de idade é de 0,07%, aos 40 anos de idade é de 1% e aos 45
anos de idade é de 3%.
No que diz respeito às alterações associadas com a Síndrome de Down, verifica-se que
além do importante atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento intelectual,

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atraso na articulação da fala (MATA; PIGNATA, 2014; BERVIAN; ALEGRE,


MAGNABOSCO, 2017), outros problemas de saúde podem ocorrer, como: cardiopatia
congênita (40%); hipotonia responsável pela língua protusa (100%); problemas de audição (50
a 70%); de visão (15 a 50%); alterações na coluna cervical (1 a 10%); distúrbios da tireoide
(15%); problemas neurológicos (5 a 10%); obesidade e envelhecimento precoce (MOREIRA;
HANI, GUSMÃO, 2000).
Referente ao tratamento, Moreira; Hani, Gusmão (2000) relataram que é fundamental o
trabalho de uma equipe multiprofissional (Cardiologista, Endocrinologista, Fisioterapeuta,
Terapeuta Ocupacional, Fonoaudiólogo, Psicólogo, Assistente Social, Nutricionista e
Enfermeiro) para proporcionar uma melhor qualidade de vida aos pacientes.
Neste âmbito, o Profissional Fisioterapeuta utiliza vários recursos e/ou modalidades
terapêuticas convencionais para tratar a criança com Síndrome de Down e, no caso da
equoterapia, este é um recurso terapêutico alternativo destinado à reabilitação e diferencia-se
do tratamento convencional, sendo realizado em um ambiente ao ar livre e permite estabelecer
o vínculo afetivo entre a equipe (fisioterapeuta – paciente – cavalo) (FERREIRA, 2008;
ECKET, 2013; SILVA; SOUSA, 2014).

3 METODOLOGIA

Este trabalho científico trata-se de um estudo bibliográfico que compreende pesquisar a


bibliografia tida como pública em relação ao tema proposto de estudo (publicações avulsas,
boletins, jornais, revistas, livros, pesquisas, monografias, teses entre outras (MARCONI;
LAKATOS, 2010). Sendo assim, utilizou-se para a pesquisa do assunto proposto os descritores
em saúde utilizados como palavras-chave e suas combinações nos idiomas português, espanhol
e inglês: fisioterapia / fisioterapia / physical therapy specialty; Síndrome de Down / Síndrome
de Down / Down Syndrome; reabilitação / rehabilitación / rehabilitation; terapia assistida por
cavalos / terapía asistida por caballos / equine-assisted therapy.
Ressalta-se ainda que na busca dos conteúdos sobre o tema proposto levou-se em
consideração os locais de publicação: Scientific Electronic Library Online (SCIELO);
Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos da América (PUBMED); Biblioteca
Virtual em Saúde (BVS); Google Acadêmico e, Acervo da Biblioteca da Faculdade São Paulo
(FSP) de Rolim de Moura, Estado de Rondônia e, também os tipos de publicações: livros,
artigos, periódicos, dissertações, teses – todos com a descrição na íntegra e que abordavam

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sobre a Síndrome de Down, principalmente no que diz respeito ao uso da Equoterapia como
recurso terapêutico alternativo para o tratamento da síndrome em questão.

4 RESULTADOS

No presente estudo foram encontrados um total de 129 trabalhos científicos voltados


para a Síndrome de Down e, ao considerar as palavras-chave utilizadas, os locais de publicação
e os tipos de publicação, conforme descrito na metodologia, pôde-se constatar que somente 8
referências mencionaram sobre o contexto da aplicação da equoterapia no tratamento do
paciente com Síndrome de Down, as quais foram utilizadas no presente estudo. Deste total de
referências utilizadas no presente estudo, a maioria correspondeu à Dissertações de Mestrado e
Trabalho de Conclusão de Curso (3 e 2, respectivamente) e, os demais (3 restantes) referem-se
à trabalhos científicos, conforme pode ser observado no Quadro 1.

QUADRO 1 – Trabalhos científicos utilizados no presente estudo.


Costa, 2012.
Dissertação de Mestrado Dâmaso, 2013.
Ecket, 2013.
Ferreira, 2008.
Trabalho de Conclusão de Curso
Lima e Miyagawa, 2007.
Lima, Barros e Carneiro, 2010.
Trabalhos Científicos Rodrigues e Grossi, 2016.
Silva e Sousa, 2014
Fonte – elaborado pelas autoras.

5 DISCUSSÃO

O uso do cavalo voltado para a terapia data 400 anos antes de Cristo, época que o pai da
medicina – Hipócrates (458 – 370 antes de Cristo) – utilizava o animal para regenerar a saúde
de seus pacientes, prevenindo a insônia e recuperando os militares acidentados na guerra
(LIMA; BARROS; CARNEIRO, 2010; COSTA, 2012; ECKET, 2013).
A terapia com o uso de cavalos é amplamente empregada para a reabilitação de pessoas
com necessidades especiais em mais de 140 países e, (COSTA, 2012) recebe diferentes

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denominações de um país para outro: terapia com cavalos, reeducação através da equitação,
equitação para deficientes, ambiente equoterapêutico e outros análogos (DÂMASO, 2013).
No Brasil a Equoterapia o reconhecimento desta modalidade terapêutica, iniciou-se a
partir do ano de 1989, com a fundação do Centro de Equoterapia na Granja do Torto, atualmente
sede da Associação Nacional de Equoterapia – ANDE BRASIL, em Brasília (COSTA, 2012).
Deste modo, com a origem da Associação Nacional de Equoterapia criou-se a palavra
Equoterapia a fim de caracterizar todas as atividades que fazem o uso do cavalo como recurso
terapêutico e/ou de forma educacional no território brasileiro (ECKET, 2013). Contudo, a
Equoterapia somente foi reconhecida pela Sociedade Brasileira de Medicina Física e
Reabilitacão e pelo Conselho Federal de Medicina, como método terapêutico, no dia 09 de abril
de 1997 e, no dia 27 de março de 2008, foi publicada no Diário Oficial a Resolução nº 348/2008,
que reconhece a Equoterapia como recurso terapêutico da Fisioterapia e Terapia Ocupacional
(COSTA, 2012).
Não existe uma raça específica de cavalos para usar na Equoterapia, e muito menos um
cavalo perfeitamente ideal, entretanto, algumas características básicas devem ser levadas em
consideração quando for feita a escolha do animal, como: a) ser dócil (pré-requisito básico,
permite ser manuseado); b) ser manso (precisa tolerar toques e movimentos bruscos, objetos
arremessados em sua direção, gritos, outros); c) ter facilidade de aprendizagem; d) gostar da
proximidade com os seres humanos; e) possuir estatura de 1,50 metros (do chão até o dorso -
cernelha) (FIGURA 1) e, e) não deve ter cócegas nem possuir hipersensibilidade olfativa e
auditiva (poderá se assustar e provocar um acidente) (MIYAGAWA, 2007; LIMA; BARROS;
CARNEIRO, 2010; ECKET, 2013).

FIGURA 1 – Demonstração da estatura do animal, levando em consideração a medida entre a cernelha e o solo.

fonte – Ferreira (2008), p. 30.

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A princípio, ao selecionar o cavalo, este deverá ser treinado (para ser montado de ambos
os lados e para uso de brinquedos, de modo que não se assuste com eles). Além disso, não existe
diferença se o animal é macho ou fêmea, mas caso seja um cavalo, deverá ser castrado e caso
seja uma égua é necessário um alerta quanto ao período crítico do cio, para não dificultar sua
agilidade e a montaria pelo indivíduo, fazendo com que ele fique com as pernas muito abertas
sobre o animal, dificultando, assim, o tratamento. O animal deverá ter uma massa corporal
suficiente para carregar duas pessoas (terapeuta e paciente) (FERREIRA, 2008; SILVA;
SOUSA, 2014; RODRIGUES; GROSSI, 2016).
Sobretudo, Costa (2012) e Ecket (2013) enfatizaram que o cavalo selecionado para a
Equoterapia deve apresentar os três tipos de andaduras naturais, executadas instintivamente: a)
passo, b) trote e, c) galope, as demais são adquiridas com o adestramento. Ressalta-se que as
duas últimas andaduras são saltadas, existe um tempo de suspensão, os movimentos são rápidos
e bruscos e exigem do cavaleiro mais força e coordenação, sendo portanto utilizados em
programas mais avançados, quando os fins terapêuticos deixam de ser prioridade.
Sendo assim, o passo é o mais indicado para os praticantes iniciantes e, condiz com uma
andadura simétrica (todos os movimentos produzidos de um lado da coluna vertebral ocorrem
de forma igual no outro lado), marchada (não há suspensão, ou seja, um ou ais membros sempre
mantém contato com o solo), ritmada há quatro tempos (pois é possível ouvir quatro batidas
distintas que correspondem ao pousar dos membros do animal no solo) e basculante (decorrente
dos movimentos cervicais do cavalo) (ECKET, 2013; RODRIGUES; GROSSI, 2016).
O cavalo inicia o passo com um dos membros anteriores, caso tenha iniciado o passo
com o membro anterior direito, o membro seguinte a se elevar será o posterior esquerdo, depois
o anterior esquerdo e, finalmente o posterior direito. Ressalta-se que os membros pousam na
mesma ordem de elevação e o passo completo à direita termina com o pousar do membro
posterior direito e um passo completo à esquerda pelo pousar do membro posterior esquerdo
(FIGURA 2) (FERREIRA, 2008; COSTA, 2012; ECKET, 2013)

FIGURA 2 – Demonstração da andadura do cavalo.

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fonte – Ferreira (2008), p. 26.

Além disso, ainda apresenta um quarto deslocamento, composto pela rotação da pelve
do cavaleiro, quando a coluna do cavalo descola-se lateralmente ao mesmo tempo em que a
anca ipsolateral se abaixa. Esta rotação é de aproximadamente oito graus e o cavaleiro,
necessariamente, deve estar sentado om uma perna de cada lado do animal (ECKET, 2013).
Fundamentalmente, ao se comparar o esqueleto humano com o esqueleto do cavalo,
nota-se uma similaridade entre ambos (QUADRO 2) (COSTA, 2012).

QUADRO 2 – Comparação entre as estruturas anatômica do cavalo e do homem.

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Legenda Osso Cavalo Homem


1–A Escápula Espádua Escápula
2–B Úmero Braço Braço
3–C Olécrano Cotovelo Cotovelo
3–4–C–D Rádio e Cúbito Antebraço Antebraço
4–D Carpo Joelho Punho
4–5–D-E Metacarpos ------------- -------------
5–6–E-F Falanges ------------- -------------
6–F Envoltórios Córneo Casco Unhas
4–5–6–D–E–F ------------- Canela, boleto, quartela, coroa e pé Mãos
7–G Ílio ou coxal Ancas e garupa Ancas e bacia
8–H Fêmur Coxa Coxa
9–I Patela Joelho e soldra Joelho
9 – 10 – I – J Tíbia e fíbula Perna Perna
10 – J Calcâneo Ponto do jarrete Calcanhar
10 – 11 – J – K Metatarso e falanges Canela, boleto, quartela, coroa e pé Pé
fonte – Costa (2012), p. 38-39.

Ao se comparar os movimentos realizados pela andadura do cavalo com a marcha


humana (ao passo), é possível observar: sequência de perdas e retomadas de equilíbrio;
movimento tridimensional; dissociação de cintura pélvica e escapular (FIGURA 3) (COSTA,
2012; ECKET, 2013).

FIGURA 3 – Demonstração do paralelismo entre o passo do homem e do cavalo.

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fonte – Ecket (2013), p.24.

O balançar do cavalo ao realizar o passo promove o deslocamento da cintura pélvica na


ordem de 5 centímetros nos planos vertical, horizontal e sagital e, também uma rotação de 8
graus para um lado e para o outro. Além disso, considerando que o cavalo realiza um total de
60 passos em um minuto, em trinta minutos, executará 1800 passos. Assim, cada passo produz
duas oscilações, ou seja, um total de 12 movimentos e, assim, ao término de uma sessão de
trinta minutos são realizados mais ou menos 21600 movimentos, os quais o praticante deverá
estar atento, sentir e se ajustar a cada um deles, estimulando o sistema proprioceptivo e os
receptores do sistema vestibular, desenvolvendo com isso as reações de equilíbrio estático e
dinâmico (LIMA; MIYAGAWA, 2007; COSTA, 2012; ECKET, 2013).
Segundo Lima, Barros e Carneiro (2010), durante a sessão esses movimentos realizados
são suficientes para aumentar em 12,5% a frequência cardíaca do paciente, o que pode ser
comparado com uma caminhada lenta e, por este motivo (quantidade de repetições) o exercício
é bastante intenso e não recomenda-se que a sessão prolongue-se por tempo superior aos trinta
minutos).
Ao considerar o local para a realização da Equoterapia, este deverá possuir um ambiente
aberto e outro fechado (conhecido como picadeiro, com aproximadamente 15 a 30 metros de
comprimento), sendo este destinado para realizações de atendimento em dias chuvosos ou de
sol ou frio intenso, pista para equitação, estábulos, depósito para armazenamento de

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equipamentos e rampa para montaria. Além disso, o solo não pode ser nem de asfalto, nem de
pedregulho e, a pista deve ter, no máximo, dez centímetros de areia, serragem, grama ou terra
e deve estar mais compacta do que fofa, permitindo suavizar as batidas as patas do animal no
solo, o que diminui o impacto proporcionado ao paciente, facilitando o relaxamento. Sobretudo,
a superfície deve ser completamente plana, sem irregularidades (LIMA; MIYAGAWA, 2007;
FERREIRA, 2008).
A Equoterapia como recurso terapêutico para o tratamento da Síndrome de Down é
amplamente indicada. Além disso, também apresenta indicações para outros distúrbios e/ou
patologias, como: (paralisia cerebral; déficit sensoriais; Síndrome de West; Síndrome de Rett;
acidente vascular cerebral; traumatismo cranioencefálico; seqüelas de processos inflamatórios
do sistema nervoso central (meningoencefalite e encefalite); lesão raquimedular, entre outras
(FERREIRA, 2008; SILVA, SOUSA, 2014)
No que diz respeito à contraindicação deste recurso da Equoterapia como recurso
terapêutico voltado para o tratamento da Síndrome de Down, enfatiza-se que é imprescindível
prestar atenção na instabilidade atlantoaxial, sendo indispensável, solicitar exames médicos
com laudos antes de iniciar o tratamento, principalmente aos pacientes com faixa etária inferior
a 3 anos de idade (radiografia de flexão e extensão da espinha cervical lateral) (FERREIRA,
2008; LIMA; BARROS, CARNEIRO, 2010). Além disso, a Equoterapia também é
contraindicada quando os praticantes com Síndrome de Down têm baixa função cognitiva,
medo, convulsões não controladas, cardiopatia congênita grave, desvios posturais expressivos
(cifose / escoliose / hiperlordose) excesso de ansiedade, alergia de pelos do cavalo, quadros de
inflamatórios e infecciosos, excesso de movimentos involuntários, subluxações de quadril e
ombro, entre outros aspectos (LIMA; MIYAGAWA, 2007).
Em relação aos objetivos e benefícios atingidos com a aplicação da Equoterapia para o
paciente com Síndrome de Down, destacam-se: melhora – o apetite, a marcha, o equilíbrio, a
integração social, a memória, a velocidade, precisão e força das habilidades de manipulação, a
concentração; desenvolve – a coordenação dos movimentos entre tronco, membros e visão,
reações de endireitamento e equilíbrio estático e dinâmico, a modulação tônica, a auto-estima,
a coordenação motora fina; estimula – a sensibilidade tátil, visual, auditiva e olfativa pelo
ambiente e pelo uso do cavalo, o bom funcionamento dos órgãos internos, o aprendizado, o uso
da linguagem; a força muscular; aumenta – as células de defesa, a capacidade de independência
e de decisão em situações diversas; promove – a superação de fobias (alturas, animais), uma

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boa postura, a percepção de imagem e esquema corporal, a sensação de ritmo, entre outros
(FERREIRA, 2008; COSTA, 2012; RODRIGUES, GROSSI, 2016).
Para o desenvolvimento de um programa de equoterapia é importante a presença de uma
equipe técnica multiprofissional e interdisciplinar composta por: Médico Veterinário,
Fisioterapeuta, Terapeuta Ocupacional, Fonoaudiólogo, Psicólogo, Assistente Social,
adestrador de cavalos, instrutor de equitação, auxiliar-guia, auxiliar-lateral (FERREIRA, 2008).
O praticante é avaliado pela equipe e a partir disso é elaborado um programa especial e
definido os seus objetivos. As sessões são normalmente individuais e tem a duração média de
30 a 45 minutos cada. Cada sessão de equoterapia deve constituir-se de fases distintas: a)
aproximação – propõe-se atividades em que o participante é elemento ativo, criando enlace
afetivo, diminuindo de forma gradativa a distância dele com o animal (alimentar o animal, até
limpeza e encilhagem); b) montaria – representa a fase central da sessão e, é o momento que o
paciente irá realizar as atividades propostas sobre o dorso do animal e, c) separação –
compreende ações como desencilhar, dar banho, entre outras ações (FERREIRA, 2008).
Referente aos programas que podem ser executados na Equoterapia Ferreira (2008) e
Costa (2012) descreveram que podem ser oferecidos 4, dispostos em ordem de menor para
maior capacidade do praticante: a) Hipoterapia: programa essencialmente voltado para a
reabilitação e, o cavalo atua, principalmente como um agente cinesioterapêutico; b)
Educação/reeducação equestre: nesse programa o cavalo atua como instrumento pedagógico e
psicológico; d) Pré-esportista: programa com maior ênfase para as áreas de educação e social,
mas também pode ser um programa reabilitativo ou educativo e, e) Esportistas: dá-se ênfase no
desenvolvimento de saltos, sendo melhor usado para melhorar a percepção e habilidade motora.
Este programa visa não só a inserção social, como também o prazer pelo esporte / competição,
melhoria da qualidade de vida, o bem estar e auto-afirmação.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

As crianças com Síndrome de Down têm graus variados de deficiência mental


demonstrando um comprometimento intelectual e, sobretudo, prejuízo no desenvolvimento
neuropsicomotor, com consequente atraso motor, hipotonia muscular, déficit de equilíbrio,
distúrbios da marcha, postura inadequada, entre outros.
A Equoterapia como recurso terapêutico alternativo para a reabilitação da criança com
Síndrome de Down diferencia-se da reabilitação convencional pelo fato de ser realizado em um

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ambiente ao ar livre e utilizar o animal – cavalo no processo e, são diversos os benefícios


gerados para o paciente. Os estímulos sensoriais gerados pelo movimento do passo do cavalo
atuam sob o corpo humano e resulta em uma integração motora e sensorial ampliada,
favorecendo ao maior controle motor, aumento do tônus muscular, reeducação da postura,
melhora do equilíbrio, aumento da força muscular. Entretanto, ressalta-se que o efeito da
Equoterapia é multifatorial e implica um conjunto de combinações e ajustes, contribuindo de
maneira geral para o quadro de melhora do praticante.

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