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A Nota Fiscal Eletrônica faz parte de um projeto maior do Governo, chamado SPED.

O SPED tem como objetivo a substituição das atuais obrigações acessórias em


papel, por arquivos eletrônicos.

A Nota Fiscal Eletronica, NF-e, visa substituir as notas fiscais em papel por arquivos
eletrônicos no formato XML.
Os arquivos XML contém todas as informações relativas ao processo que está
sendo concretizado.

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A Solução SAP NF-e (ou SAP Nota Fiscal Eletrônica, ou somente NF-e) possibilita
que empresas que atuam no mercado Brasileiro atendam aos requerimentos legais
estabelecidos pelo Governo, no que se refere à emissão ou recebimento de NF-es

A versão 1.0 da Solução era focada no gerenciamento da emissão de NF-es, ou


processos de Saída. Agora com a versão 10.0, a funcionalidade foi estendida para
suportar o processo de automação do recebimento de NF-es
A primeira versão da solução SAP NF-e (versão 1.0) tinha como foco o
gerenciamento dos processos de emissão de NF-es. Antes de poderem enviar
mercadorias aos seus clientes, as empresas deveriam solicitar autorização para o
Governo (SEFAZ). Para solicitação de autorização, um arquivo XML, contendo as
informações da Nota Fiscal, é enviado para as autoridades, e caso seja autorizado,
deverá também ser disponibilizado para os clientes.

O foco da versão 1.0 era a emissão de NF-e, sob a perspectiva de vendas. A


solução também contemplava funcionalidades básicas para o recebimento de
arquivos XML de fornecedores, porém de forma bem simplificada.

O termo GA – Global Availability, indica quando a solução foi oficialmente colocada a


disposição para os clientes da SAP.
A primeira versão da solução SAP NF-e (versão 1.0) tinha como foco o
gerenciamento dos processos de emissão de NF-es. Antes de poderem enviar
mercadorias aos seus clientes, as empresas deveriam solicitar autorização para o
Governo (SEFAZ). Para solicitação de autorização, um arquivo XML, contendo as
informações da Nota Fiscal, é enviado para as autoridades, e caso seja autorizado,
deverá também ser disponibilizado para os clientes.

O foco da versão 1.0 era a emissão de NF-e, sob a perspectiva de vendas. A


solução também contemplava funcionalidades básicas para o recebimento de
arquivos XML de fornecedores, porém de forma bem simplificada.

O termo GA – Global Availability, indica quando a solução foi oficialmente colocada a


disposição para os clientes da SAP.
A nova versão da solução SAP NF-e introduz a funcionalidade de automação dos
processos de recebimento de NF-es. A versão 10.0 da solução possibilita que, a
partir do arquivo XML recebido de fornecedores, os passos necessários para o
registro da entrada de mercadorias sejam automatizados. Adicionalmente, é
possível validar se as informações contidas no XML dos fornecedores condiz com
as informações contidas no pedido de compras. Além da comparação entre XML e
pedido de compras, a solução também é capaz de simular o lançamento das
informações XML no ERP. Em caso de divergências, é possível notificar o
fornecedor antes que o mesmo envie a mercadoria. Esse tipo de interação entre
comprador e fornecedor agiliza o processo de recebimento e diminui a quantidade
de devoluções causadas por informações incorretas no XML.

A versão 10.0 traz também 2 novos monitores, para acompanhamento dos


processos de recebimento de NF-es:
- Monitor Logístico
- Monitor Fiscal

O termo GA – Global Availability, indica quando a solução foi oficialmente colocada a


disposição para os clientes da SAP.
Agora vamos dar uma olhada no novo processo de recebimento introduzido com o SAP
NFE 10.0. Nós dividimos o processo em dois momentos, sendo o primeiro baseado no
recebimento do arquivo XML e o segundo no recebimentoo físico das mercadorias.

O processo inicia com o envio do XML da nota fiscal eletrônica do Vendor para o Customer.
Uma vez recebido este arquivo no GRC, são realizadas as primeiras validações quanto à
estrutura do XML e validade da assinatura digital. Em diversos momentos durante o
processo existe a possibilidade da rejeição da nota fiscal, com base em divergência ou
inconsistências encontradas e, essa rejeição pode gerar uma menssagem para o Vendor,
conforme customizado o sistema.

Em seguida é feita a verificação de autorização da NF-e junto à SEFAZ.

Logo após o sistema identifica, com base no CFOP de saída informado no XML, o cenário
representado pelo documento fiscal (i.e. compra, transferência, devolução, etc.)

A próxima etapa é a ligação da NF-e à ordem de compra, que pode ser realizado com base
nas informações contidas no XML ou através de um assinalamento manual por parte do
usuário.

Depois vem uma parte crítica do processo, que é o momento da validação da NF-e contra a
ordem de compra (quantidades e preços praticados) e da simulação do recebimento fiscal,
ou seja, uma verificação da viabilidade do lançamento desta nota contra a orderm de

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compra, utilizando-se todas as tolerâncias implementadas no ERP.

Tendo a NF-e passado nas validações, o sistema gera o aviso de recebimento


no ERP e o processo fica aguardade a chegada da mercadoria.

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Agora vamos dar uma olhada no novo processo de recebimento introduzido com o SAP
NFE 10.0. Nós dividimos o processo em dois momentos, sendo o primeiro baseado no
recebimento do arquivo XML e o segundo no recebimentoo físico das mercadorias.

O processo inicia com o envio do XML da nota fiscal eletrônica do Vendor para o Customer.
Uma vez recebido este arquivo no GRC, são realizadas as primeiras validações quanto à
estrutura do XML e validade da assinatura digital. Em diversos momentos durante o
processo existe a possibilidade da rejeição da nota fiscal, com base em divergência ou
inconsistências encontradas e, essa rejeição pode gerar uma menssagem para o Vendor,
conforme customizado o sistema.

Em seguida é feita a verificação de autorização da NF-e junto à SEFAZ.

Logo após o sistema identifica, com base no CFOP de saída informado no XML, o cenário
representado pelo documento fiscal (i.e. compra, transferência, devolução, etc.)

A próxima etapa é a ligação da NF-e à ordem de compra, que pode ser realizado com base
nas informações contidas no XML ou através de um assinalamento manual por parte do
usuário.

Depois vem uma parte crítica do processo, que é o momento da validação da NF-e contra a
ordem de compra (quantidades e preços praticados) e da simulação do recebimento fiscal,
ou seja, uma verificação da viabilidade do lançamento desta nota contra a orderm de

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compra, utilizando-se todas as tolerâncias implementadas no ERP.

Tendo a NF-e passado nas validações, o sistema gera o aviso de recebimento


no ERP e o processo fica aguardade a chegada da mercadoria.

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Agora vamos dar uma olhada no novo processo de recebimento introduzido com o SAP
NFE 10.0. Nós dividimos o processo em dois momentos, sendo o primeiro baseado no
recebimento do arquivo XML e o segundo no recebimentoo físico das mercadorias.

O processo inicia com o envio do XML da nota fiscal eletrônica do Vendor para o Customer.
Uma vez recebido este arquivo no GRC, são realizadas as primeiras validações quanto à
estrutura do XML e validade da assinatura digital. Em diversos momentos durante o
processo existe a possibilidade da rejeição da nota fiscal, com base em divergência ou
inconsistências encontradas e, essa rejeição pode gerar uma menssagem para o Vendor,
conforme customizado o sistema.

Em seguida é feita a verificação de autorização da NF-e junto à SEFAZ.

Logo após o sistema identifica, com base no CFOP de saída informado no XML, o cenário
representado pelo documento fiscal (i.e. compra, transferência, devolução, etc.)

A próxima etapa é a ligação da NF-e à ordem de compra, que pode ser realizado com base
nas informações contidas no XML ou através de um assinalamento manual por parte do
usuário.

Depois vem uma parte crítica do processo, que é o momento da validação da NF-e contra a
ordem de compra (quantidades e preços praticados) e da simulação do recebimento fiscal,
ou seja, uma verificação da viabilidade do lançamento desta nota contra a orderm de

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compra, utilizando-se todas as tolerâncias implementadas no ERP.

Tendo a NF-e passado nas validações, o sistema gera o aviso de recebimento


no ERP e o processo fica aguardade a chegada da mercadoria.

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Os benefícios da solução de automação de entradas estão citados acima.
Em decorrência do alto volume de recebimento de NF-es em alguns clientes, a
percepção dos ganhos na automação do processo é ainda maior.
Na versão 10.0, a solução SAP NF-e é capaz não só de tratar NF-es, mas também
receber, validar e armazenar CT-es. Isso permite que a equipe fiscal possa acessar
somente uma solução para gerenciar tanto NF-es quanto CT-es.
Com a introdução dos monitores Fiscal e Logístico, os usuários responsáveis pelo
processamento do recebimento das NF-es, e suas atividades subsequentes, podem
rapidamente identificar quais são os próximos passos do processamento, se algum
erro necessita de tratamento, e quais são os volumes totais em processamento.

A maior parte das atividades se concentra no monitor Fiscal, sendo o monitor


Logístico utilizado para o registro das quantidades efetivamente recebidas pela
empresa, e que serão comparadas com as quantidades que haviam sido
planejadas.

A customização de listas específicas, permite que os usuários rapidamente criem


listas de exibições contendo as informações mais relevantes para o seu trabalho
diário.

A utilização de Dashboards permite ao usuário fiscail, uma rápida visualização das


NF-es sob sua responsabilidade, podemos identificar NF-es já processadas ou que
ainda estejam em processamento
Com a introdução dos monitores Fiscal e Logístico, os usuários responsáveis pelo
processamento do recebimento das NF-es, e suas atividades subsequentes, podem
rapidamente identificar quais são os próximos passos do processamento, se algum
erro necessita de tratamento, e quais são os volumes totais em processamento.

A maior parte das atividades se concentra no monitor Fiscal, sendo o monitor


Logístico utilizado para o registro das quantidades efetivamente recebidas pela
empresa, e que serão comparadas com as quantidades que haviam sido
planejadas.

A customização de listas específicas, permite que os usuários rapidamente criem


listas de exibições contendo as informações mais relevantes para o seu trabalho
diário.

A utilização de Dashboards permite ao usuário fiscail, uma rápida visualização das


NF-es sob sua responsabilidade, podemos identificar NF-es já processadas ou que
ainda estejam em processamento
O Painel é acessível através do menu do usuário, no Monitor Fiscal
- Mensagens recebidas, selecionando a opção na transação “Visão Geral: Entrada
NF-es".
Três critérios de tempo são fornecidos para visualização das NF-es: Hoje, os
últimos sete dias e os últimos 30 dias.
Ao passar o mouse sobre cada coluna, o sistema fornece os detalhes relacionados.

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Os critérios de tempo são os mesmo utilizados para NF-es “Em
Processametno”: hoje, os últimos sete dias e últimos 30 dias. Ao passar o mouse
sobre cada coluna, o sistema fornece os detalhes relacionados.

Na parte inferior do Dashboard de NF-es concluídas pode-se visualizar os detalhes


de cada coluna. Para visualizar os detalhes da cada coluna, basta selecionar a
coluna na parte superior, e automaticamente os detalhes serão exibidos na parte
inferior.

Na exibição de detalhes para cada coluna, os dados são apresentados com base
em cada Emissor daNF-e. No exemplo acima, este é "Filial 0001-S ". Isso fornece
ao usuário Fiscal as informações resumidas sobre a entrada da NF-e de seus
diversos fornecedores.
A “Visão Detalhada” inclui os 5 maiores emissores NF-eem termos de números de
NF-es em determinada categoria concluída.
O Agente Fiscal pode ver rapidamente, por exemplo, quais fornecedores são
responsáveis ​pela maioria das NF-es de entrada rejeitadas ao longo de
um determinado período de tempo.

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Nota: Se o tipo de atualização é deixada como manual somente, os usuários
precisam se lembrar de selecionar “Atualizar” no canto inferior direito da sua
tela lista de trabalho a qualquer momento que eles queiram ver as informações mais
atuais.

Selecionando a guia Layout, o usuário pode ter suas consultas exibidas em um


formato tabular, em oposição à exibição padrão.

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Em Personalização, na guia Layout permite que o usuário determine se
eles desejam ver suas consultas na seção de consultas ativas (a visão Link
Matrix) que é o padrão, ou como uma visão de Lista exibidos aqui.

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Da área de trabalho, o usuário executa as etapas do processo necessárias para
a entrada NF-e, que dependem da última etapa concluída e seu status.
Para acessar as etapas disponíveis, selecione a linda de uma NF-e, click no botão
Executar Etapa do processo e escolha a uma das opções disponíveis (em
negrito). O usuário é levado para a tela relacionada com a etapa do processo para
execução. Essas Etapas do Processo também são influenciadas pelo local de
negócios associado à NF-e.

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Detalhes relacionados à NF-e podem ser acessados a partir da lista de trabalho
selecionando a NF-e e, em seguida, selecionando o botão detalhes, ou clicando
duas vezes sobre a chave de acesso.
O XML pode ser exibido a partir da tela Detalhes da NF-e, bem como uma versão do
DANFE em formato PDF.

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Esta versão em PDF do DANFE é baseada no XML de entrada, e não é a versão
oficial do DANFE, é por isso que não inclui um código de barras. Essa prévia do
DANFE destina-se apenas a simplificar a comparação do DANFE recebido em
papel e as informações recebidas pelo XML.

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Selecionando o botão Entrar DANFE o usuário poderá inserir manualmente a chave
de acesso de um DANFE que foi recebido.

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Funções adicionais também podem ser executadas a partir da área de trabalho:
■ Continuar Processo
■ Definir Etapa do Processo como OK manualmente
■ Manualmente Terminar a NF-e
■ Rejeitar NF-e
■ Rejeitar Cancelamento de NFe

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Esta versão em PDF do DANFE é baseada no XML de entrada, e não é a versão
oficial do DANFE, é por isso que não inclui um código de barras. Essa prévia do
DANFE destina-se apenas a simplificar a comparação do DANFE recebido em
papel e as informações recebidas pelo XML.

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No caso de existir uma NFe é referenciada no sistema, você poderá exibir
o XML da NF-e de referência.

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As NF-es disponíveis para recebimento físico são exibidas no monitor Logístico.
Para entrar com as quantidades efetivamente recebidas, seleciona a linha da NF-e,
clique em Executar Etapa do Processo e em seguida Entrar Quantidades Recebidas

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O campo quantidade recebida deverá conter um valor padrão igual à
quantidade no XML. Isto pode ser alterado pelo usuário logístico, se a quantidade
real recebida for diferente. O usuário logístico salva as quantidades recebidas e, se
concordar com a quantidade recebida, pode então confirmar o processo, definindo o
status como "OK". Se o usuário logístico não está de acordo, ele pode definir o
status como “Incorreto".

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No área de trabalho do usuário Logisitico, o usuário visualiza as NF-es para as quais
o usuário Fiscal autorizou o recebimento, já que sua revisão das quantidades reais
versus planejadas está ok. Quando o usuário logístico deseja indicar que uma
entrada de mercadorias pode ser lançada, deverá selecionar a NF-e clicar em
Executar Etapa do Processo  Preparar Registro EM.

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*Os cenários apresentados estão disponíveis a partir do SP09 do SAP NF-e
*Os cenários apresentados estão disponíveis a partir do SP09 do SAP NF-e
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*Os cenários apresentados estão disponíveis a partir do SP09 do SAP NF-e
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*Os cenários apresentados estão disponíveis a partir do SP09 do SAP NF-e
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*Os cenários apresentados estão disponíveis a partir do SP09 do SAP NF-e
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*Os cenários apresentados estão disponíveis a partir do SP09 do SAP NF-e
Embalagem retornável não é considerado um cenário específico e sim uma
categoria diferenciada de material.
Podemos ter o tipo de item “Embalagem Retornável” nos demais cenários
apresentados:
- Transferência entre centros
- Compras Normais
- Entrega Futura
- Subcontratação

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*Os cenários apresentados estão disponíveis a partir do SP09 do SAP NF-e
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Bem vindo a lição de configuração técnica do SAP Business Objects NFE 10.0
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Comunicação para sistema back-end
ERP  NF-e: nomear sistema lógico (BD54)
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Comunicação para sistema back-end
ERP  NF-e: criar conexões RFC (SM59)
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Comunicação para sistema back-end
ERP  NF-e: determinar destinos RFC para chamadas de método (BD97)
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Entrada  Atualizar sistema lógico para
nos. próprios ID Fiscal
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Entrada  Atualizar determinação de
processo

Cada CFOP pode ter apenas 1 processo associado


Um processo pode ser associado a vários CFOP’s (relação 1:N)
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Entrada  Atualizar determinação de
processo

Cada CFOP pode ter apenas 1 processo associado


Um processo pode ser associado a vários CFOP’s (relação 1:N)
Casos que resultem em BUPRODET devem ser investigados e sua solução pode
ser rever o customizing, contactar o fornecedor para criar nota de forma que
possibilite a automação ou implementar a BAdI para determinação do processo
empresarial onde pode-se colocar uma lógica particular para tratamento do caso na
escolha do processo.

Nestas situações a NF-e será atribuída ao processo BUPRODET que identifica um


erro na determinação do processo.
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Entrada  Definir parâmetors de controle
de fluxo de processo
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Entrada  Definir parâmetors de controle
de fluxo de processo
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Entrada Atualizar atribuição da
categoria do item ao CFOP
Informações adicionais:
http://help.sap.com/saphelp_nw70ehp1/helpdata/en/48/baabdaca960611e10000000
a42189b/frameset.htm
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Comunicação para parceiro de negócios
 Motivos de rejeição da NF-e
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Comunicação para parceiro de negócios
 Atualizar parâm.remetente de e-mail p/nos próprios identificação fiscal
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Comunicação para parceiro de negócios
 Atualizar parâm.remetente de e-mail p/nos próprios identificação fiscal
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Comunicação para parceiro de negócios
 Atualizar parâm.remetente de e-mail p/nos próprios identificação fiscal
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Entrada  Business Add Ins para NF-es
de entrada  BAdI: implementação de etapa antes/após DANFE
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Comunicação para sistema back-end
ERP  NF-e: determinar destinos RFC para chamadas de método (BD97)
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Entrada  Business Add Ins para NF-es
de entrada  BAdI: determinação do processo empresarial
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Entrada  Business Add Ins para CT-es
de entrada  BAdI: implementação de etapa antes/após DACTE
Atividade customizing encontradas em:
SPRO  IMG  Nota Fiscal Eletronica  Entrada  Business Add Ins para CT-es
de entrada  BAdI: determinação do processo empresarial para CT-e
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A utilização da Inbound Delivery é mandatória para a maior parte dos processos de
Automação de Entrada.
Esse documento intermediário é criado automaticamente pelo sistema.

A inbound delivery também pode ser utilizada para entrada manual de dados antes
do recebimento físico das mercadorias.

Configuração Standard

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Dentro da Inbound Delivery, informações como o Lote podem ser adicionadas
manualmente, e serão consideradas para as demais etapas do processo.

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Bem vindo a lição de configuração técnica do SAP Business Objects NFE 10.0
As roles listadas estão disponíveis para atribuição aos usuários no SAP NFE 10.0.
Muitas delas são específicas para gerenciar o processamento de NF-es e CT-es de
entrada. Como é padrão para roles disponibilizadas pela SAP, as autorizações
devem ser atribuídas a estas roles para garantir que cada usuário gerencie somente
as NF-es/CT-es sob sua responsabilidade. As autorizações podem ser restringidas
conforme mencionado acima. Como a criação de perfis de autorização e
gerenciamento de roles seguem os procedimentos padrão SAP, isto não será
descrito especificamente nesta unidade.

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Este é uma visão geral das autorizações disponíveis para o usuário fiscal.

Os seguintes objetos de autorização estão disponíveis:

•/XNFE/NFE1 – Provê ao usuário as funcionalidades básicas para a automação da


entrada de NF-es;
•/XNFE/NFE3 – Criada para ser associada à usuários com acesso estendido à
automação de entrada de NF-es;
•/XNFE/CTE1 – Provê ao usuário as funcionalidades básicas para automação de
entrada de CT-es;
•/XNFE/CTE3 – Criada para ser associada à usuários com acesso estendido à
automação de entrada de CT-es;

Para todas você tem os seguintes parâmetros:

•CNPJ do parceiro de negócios – Aqui é definido/filtrado para quais parceiros de

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negócios o usuário pode processar as NF-es/CT-es de entrada;
•CNPJ – Aqui é definido para quais CNPJs da companhia o usuário pode
processar NF-es/CT-es de entrada;
•Tipo de Processo – Neste parâmetro é possível restringir o escopo das ações
de usuário à processos de negócio;
•Atividades – É possível restringir quais das atividades listadas abaixo o
usuário poderá executar.

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As possíveis ações de usuário para cada atividade estão descritas acima bem como
os pré-requisitos que existem para permitir cada atividade.

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Qualquer usuário tendo este objeto de autorização associado a seu perfil poderá
executar as atividades mencionadas. Estas não são visíveis na configuração, porém
são disponibilizadas via código.

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Este é um simples exemplo de como configurar os perfis de usuário para o SAP BO
NFE 10.0.

Neste exemplo três perfis são criados para serem atribuídos a dois usuários, um
sendo responsável somente para receber NF-es de uma determinada filial e outra
responsável por todas NF-es recebidas pela companhia.

Aqui você pode ver o perfil A, que é mais restritivo e permite somente o
processamento de NF-es de entrada para o CNPJ 74544297000192.

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Continuando com o exemplo do slide anterior, aqui é visto outros dois perfis, que
serão atribuídos ao usuário que é responsável por todas NF-es recebidas pela
companhia.

O perfil B é baseado no objeto de autorização /XNFE/NFE1 e o perfil C é baseado


no objeto de autorização /XNFE/NFE3.

Com estes dois perfis o usuário poderá processar todas as atividades para as NF-es
recebidas.

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Esta é uma visão geral do objeto de autorização para o usuário logístico:

•/XNFE/NFE2 – criado para ser associado ao usuário logístico que recebe as


mercadorias relacionadas a NF-e de entrada.

Os seguinte parâmetros estão disponíveis para este objeto de autorização:

•CNPJ do parceiro de negócios – Aqui é definido/filtrado para quais parceiros de


negócios o usuário pode processar as NF-es/CT-es de entrada;
•CNPJ – Aqui é definido para quais CNPJs da companhia o usuário pode processar
NF-es/CT-es de entrada;
•Tipo de Processo – Neste parâmetro é possível restringir o escopo das ações de
usuário à processos de negócio;
•Atividades – É possível restringir quais das atividades listadas o usuário poderá
executar.

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Bem vindo a lição de configuração técnica do SAP Business Objects NFE 10.0
O conteúdo principal ABAP contém os monitores para o processo de saída e os
novos locais de trabalho para o processo de entrada. Este conteúdo é baseado no
SAP NetWeaver Application Server for ABAP.

O local de trabalho fiscal para NF-es de entrada integrado com o SAP ECC suporta
todo o processo de faturamento.

O conteúdo PI oferece toda a tecnologia necessária para o envio de NF-es de


acordo com as regras da SEFAZ. Compreende o protocolo HTTPs incluindo um
certificado para utilizar o protocolo SOAP para a comunicação eletrônica requerido
pela SEFAZ. Este conteúdo necessita uma versão existente (a partir da versão 7.00)
ou uma nova instalação do SAP NetWeaver PI.

O SAP BO NFE 10.0 só poderá ser utilizado se o sistema provêr os dados de notas
fiscais que a companhia requer. O SAP ECC atende este requerimento se as
informações nas SAP notes 1114348 e 1438295 tiverem sido aplicados.
Você poderá utilizar as seguintes ferramentas standard disponibilizadas pelo SAP
NetWeaver para configurar, monitorar e atualizar os sistemas e componentes que
você usa para o SAP BO NFE:

• SAP Solution Manager

Você poderá usar o SAP Solution Mananger para administrar o landscape, incluindo
os sistemas utilizados pelo processo de comunicação com o SAP BO NFE. Isto
inclui, por exemplo, sistemas de alerta ou o download e aplicação de support
packages (SPs) e patches.

• System Landscape Directory (SLD)

O SLD é obrigatório para usar o conteúdo do SAP NetWeaver PI do SAP BO NFE.


O SLD também pode ser utilizado para gerenciar o ciclo de vida de software.

Este conteúdo requer uma instalação do SAP NetWeaver PI a partir da versão 7.00.
Assinatura de NF-e no ABAP Application Server
Uso
A partir da versão 10.0, a solução de assinatura digital utilizando-se o componente
Java SLL-NFE-JWS foi substituído pela função análoga no ABAP Application Server.

Anteriormente a versão 10.0, as mensagens eram assinadas através da chamada


assíncrona do serviço de assinatura digital. A partir da versão 10.0 a assinatura
digital passou a ser realizada através da chamada síncrona do serviço NetWeaver
SSF.

Efeitos na administração de sistema


O componente SLL-NFE-JWS não é mais entregue na versão 10.0 ou superiores.

Efeitos na configuração
Os certificados que eram salvos previamente no key storage Java tem que ser
importados no ABAP Trust Manager a partir da versão 10.0.

O cenário PI utilizado para chamar o serviço de assinatura não é mais necessário.

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As autoridades requerem que cada NF-e seja assinada utilizando um certificado
entregue pelas autoridades. Cada NF-e é assinada individualmente usando o
certificado que é armazenado na STRUST. A assinatura digital é utilizada na
instância ABAP.

Existe a possibilidade de utilizar um serviço externo, através de uma chamada


síncrona do serviço NetWeaver SSF.

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Esta tabela disponibiliza uma visão geral de quais pré-requisitos de instalação são
necessários para cada unidade de software entregue do SAP Business Objects Nota
Fiscal Eletrônica.

Para a última versão de componentes e requerimentos de patch level acesse


http://service.sap.com/pamservice.sap.com/pam e service.sap.com/scl.

As unidades Adobe Document Server, SAP_BW e SAP_EP são opcionais.

163
É necessário ler as seguintes SAP notes antes de iniciar a instalação. Estas SAP
notes contém as mais recentes informações na instalação bem como as correções
para a documentação de instalação.

Certifique-se de ter a versão atualizada de cada SAP note, que você pode encontrar
no SAP Service Marketplace em service.sap.com/notes.

Estas são as SAP notes básicas do GRC, porém existem atualizações para as
mesmas e também para o ambiente ERP que podem ser encontradas no
componente XX-CSC-BR-NFEIN.

164
É necessário ler as seguintes SAP notes antes de iniciar a instalação. Estas SAP
notes contém as mais recentes informações na instalação bem como as correções
para a documentação de instalação.

Certifique-se de ter a versão atualizada de cada SAP note, que você pode encontrar
no SAP Service Marketplace em service.sap.com/notes.

Estas são as SAP notes básicas do GRC, porém existem atualizações para as
mesmas e também para o ambiente ERP que podem ser encontradas no
componente XX-CSC-BR-NFEIN.

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A tarefa de pós-instalação refere-se a configuração da assinatura digital.

Para assinar uma aplicação SSF “NFESIG” foi criada pela SAP.

Se a empresa possuir somente um CNPJ, pode-se realizar o upload, conforme


demonstrado nos próximos slides.

Se a empresa possuir mais que um CNPJ, será necessário criar uma aplicação SSF
para cada conforme demonstrado no próximo slide.

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Passo relevante para o processo de entrada e saída.

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Para executar o SAPGENPSE em modo de linha de comando, o usuário deve
possuir permissão de administrador na máquina.

Os passos para importar PSE são:

• Clicar em MenuPSEImport ou duplo-clique em “File”


• Selecionar o PSE gerado com o comando “sapgenpse import_p12”
• Clicar em MenuPSESave as...
• Marcar “SSF Application”
• Clicar no campo direito à aplicação SSF
• Pressionar a tecla F4
• Escolher a devida aplicação SSF
• Clicar Input (Enter)
• Um popup aparecerá: “Do you really want to replace existing PSEs?”
• Clicar yes

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• Agora no PSE ‘SSFAp for CNPJ - <CNPJ>’ o certificado correto aparece em
“Own Certificate” SEM a marca (Self-signed)

• IMPORTANTE: Não crie o PSE antes; siga somente os passos de importar


e salvar.

O certificado digital privado para criação da assinatura precisa estar disponível


no formato PKCS#12.

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Como side effect, as NF-es de entrada (B2B) recebidas na versão anterior estão
disponíveis somente em um monitor separado.

Este monitor separado é encontrado através do caminho “Local de Trabalho NF-e de


entrada  Mostrar NF-es antigas”. Este item de menu está relacionado ao objeto
/XNFE/INCOMING_MONITOR.

Este monitor é visível para usuário associados com a role de usuário.

Para incluir este monitor no Local de Trabalho Fiscal do NetWeaver Business Client
ou Portal, você pode copiar a role e desmarcar a opção “Invisível” em “Detalhes de
outros nós”.

180
182
Bem vindo a lição de configuração técnica do SAP Business Objects NFE 10.0
É um requerimento legal que as NF-es e cancelamentos que foram autorizados ou
rejeitados pela SEFAZ sejam arquivados pelo emissor e também pelo destinatário.

Para permitir que parceiros possam compartilhar os XMLs a serem armazenados


automaticamente, três cenários de B2B foram disponibilizados:

•CFB2B_WebAS_Inbound_B2B_Cancellation: Transfere uma entrada de


cancelamento para o WebAS;

•EFB2B_WebAS_Inbound_B2B_Event: Transfere um evento de entrada para o


WebAS;

•NFB2B_WebAS_Inbound_B2B_NFe: Transfere uma NF-e de entrada para o


WebAS.

O cenário de integração com o governo representa a interface com a SEFAZ. Para


cada interface o governo disponibilizou um Webservice que responde as
requisições.

185
O cenário utilizado pelo processo de entrada é:

•NFESC_WebAS_Outbound_NFeStatusCheck: Envia a solicitação de status


de NF-e para o governo.

185
É um requerimento legal que os CT-es e cancelamentos que foram autorizados ou
rejeitados pela SEFAZ sejam arquivados pelo emissor e também pelo destinatário.

Para permitir que parceiros possam compartilhar os XMLs a serem armazenados


automaticamente, três cenários de B2B foram disponibilizados:

•CancCFB2B_WebAS_Inbound_B2B_Cancellation: Transfere uma entrada de


cancelamento para o WebAS;

•CFB2B_WebAS_Inbound_B2B_CTe: Transfere um CT-e de entrada para o WebAS.

O cenário de integração com o governo representa a interface com a SEFAZ. Para


cada interface o governo disponibilizou um Webservice que responde as
requisições.

O cenário utilizado pelo processo de entrada é:

•CTESC_WebAS_Outbound_CTeStatusCheck: Envia a solicitação de status de CT-

186
e para o governo.

186
Para o recebimento de NF-es, defina um Business Service “BuyerSendService” e
os communication channels.

Em nosso exemplo foi definido um parceiro “NFE_B2B_PARTY” que permite o envio


e recebimento de NF-es e cancelamentos. No exemplo foi configurada a
transferência via arquivo/FTP.

188
Para o recebimento de CT-es, defina um Business Service “SendServiceIncoming”
e os communication channels.

Em nosso exemplo foi definido um parceiro “NFE_B2B_PARTY” que permite o envio


e recebimento de CT-es e cancelamentos. No exemplo foi configurada a
transferência via arquivo/FTP.

189
Definir um parceiro que representa a empresa, que envia solicitações à SEFAZ e um
Business Service.

Em nosso exemplo foi criado o parceiro “NFE_Company” e o Business Service


“SAP_SLL_NFE”.

Não é necessária a criação de um communication channel.

190
Definir um parceiro que representa a empresa, que envia solicitações à SEFAZ e um
Business Service.

Em nosso exemplo foi criado o parceiro “NFE_Company” e o Business Service


“SAP_SLL_NFE”.

Não é necessária a criação de um communication channel.

192
Criar um parceiro para cada estado com o qual a empresa deseja se comunicar.

Se o estado disponibiliza um sistema de homologação (testes), crie um Business


Service “Homologation”.

Se o estado disponibiliza um sistema de produção, crie um Business Service


“Production”.

Para cada parceiro um communication channels do tipo SOAP receiver deve ser
criado. Este canal representa o Webservice que é disponibilizado pelo governo.

O nome do Webservice pode mudar de acordo com o estado.

Para mais informações a respeito dos Webservices (URLs, etc) veja a “Visão Geral
sobre os Sistemas do Governo”.

Caso estas configurações não existam para o cenário de saída, o mesmo deverá ser
configurado para o processo de entrada, visto que é necessário para a verificação

193
de status da NF-e.

193
Criar um parceiro para cada estado com o qual a empresa deseja se comunicar.

Se o estado disponibiliza um sistema de homologação (testes), crie um Business


Service “Homologation”.

Se o estado disponibiliza um sistema de produção, crie um Business Service


“Production”.

Para cada parceiro um communication channels do tipo SOAP receiver deve ser
criado. Este canal representa o Webservice que é disponibilizado pelo governo.

O nome do Webservice pode mudar de acordo com o estado.

Para mais informações a respeito dos Webservices (URLs, etc) veja a “Visão Geral
sobre os Sistemas do Governo”.

Caso estas configurações não existam para o cenário de saída, o mesmo deverá ser
configurado para o processo de entrada, visto que é necessário para a verificação

194
de status do CT-e.

194
Ao definir o receiver communication channel para comunicar com a SEFAZ, observe
as seguintes regras:

•O adapter type deve ser SOAP.

•O transport protocol deve ser HTTP.

•O target URL depende do estado e também do nome do Webservice que está


sendo utilizado. Para informações relevantes veja a “Visão Geral de Sistemas do
Governo”.

•Devido ao nível de segurança HTTPS com certificado de autenticação, você deve


importar o certificado a ser utilizado no Keystore. Marque “Configure Certificate
Authentication” e insira o Keystore entry e view name.

•Configure um proxy se necessário.

•A opção “Do Not Use SOAP Envelope” deve estar ativada.

195
•Insira o SOAP Action. O SOAP Action deve ser o mesmo para todos os
estados (foi acordado informalmente por todos os estados que os
Webservices devem ter a mesma descrição. Isto significa que o WSDL
incluindo o SOAP Action deve ser o mesmo para todos os estados, mudando
somente o endereço. Mas não existe nenhuma especificação escrita sobre
isto). Para certificar-se de ter o SOAP Action correto você pode obter o WSDL
para cada Web service acessando a URL.

•Para a verificação de status o SOAP Action é:


http://www.portalfiscal.inf.br/nfe/wsdl/NfeConsulta2/nfeConsultaNF2

195
Ao definir o receiver communication channel para comunicar com a SEFAZ, observe
as seguintes regras:

•O adapter type deve ser SOAP.

•O transport protocol deve ser HTTP.

•O target URL depende do estado e também do nome do Webservice que está


sendo utilizado. Para informações relevantes veja a “Visão Geral de Sistemas do
Governo”.

•Devido ao nível de segurança HTTPS com certificado de autenticação, você deve


importar o certificado a ser utilizado no Keystore. Marque “Configure Certificate
Authentication” e insira o Keystore entry e view name.

•Configure um proxy se necessário.

•A opção “Do Not Use SOAP Envelope” deve estar ativada.

196
•Insira o SOAP Action. O SOAP Action deve ser o mesmo para todos os
estados (foi acordado informalmente por todos os estados que os
Webservices devem ter a mesma descrição. Isto significa que o WSDL
incluindo o SOAP Action deve ser o mesmo para todos os estados, mudando
somente o endereço. Mas não existe nenhuma especificação escrita sobre
isto). Para certificar-se de ter o SOAP Action correto você pode obter o WSDL
para cada Web service acessando a URL.

•Para a verificação de status o SOAP Action é:


http://www.portalfiscal.inf.br/cte/wsdl/CTeConsulta/cteConsultaCT

196
Na aba Module do communication channel adicione o seguinte Local Enterprise
Bean duas vezes: localejbs/AF_Modules/MessageTransformBean.

Este bean deve ser a primeira e última entrada na sequência de processamento.

Defina um Module Key para cada um dos beans.

Para o primeiro módulo adicione o Parameter Name: Transform.ContentType como


o Parameter Value: application/soap+xml; charset=utf-8

Para o último módulo adicione o Parameter Name: Transform.ContentType com o


Parameter Value: text/xml; charset=utf-8

197
Na aba Module do communication channel adicione o seguinte Local Enterprise
Bean duas vezes: localejbs/AF_Modules/MessageTransformBean.

Este bean deve ser a primeira e última entrada na sequência de processamento.

Defina um Module Key para cada um dos beans.

Para o primeiro módulo adicione o Parameter Name: Transform.ContentType como


o Parameter Value: application/soap+xml; charset=utf-8

Para o último módulo adicione o Parameter Name: Transform.ContentType com o


Parameter Value: text/xml; charset=utf-8

198
Este slide se aplica a NF-e e CT-e.

A comunicação entre o PI e o WebAS é feita via proxy.

Atribua o Business System relevante (WebAS) em “Service Without


Party”Business System

Para as mensagens enviadas a partir do WebAS para o PI um communication


channel do tipo sender é implícito e não precisa ser definido.

Para as mensagens enviadas a partir do PI para o WebAS um communication


channel do tipo receiver deve ser definido.

200
Crie o serviço NFESC_NFeStatusCheckProcess

Na esquerda é mostrado o Integration Directory. Na direita é mostrado o Integration


Process no Integration Repository.

202
Crie o serviço CTESC_CTeStatusCheckProcess

Na esquerda é mostrado o Integration Process no Integration Repository. Na direita


é mostrado o Integration Directory.

203
Crie um novo configuration scenario baseado no integration scenario
“NFE10_NFESC_WebAS_Outbound_NFeStatusCheck” do integration repository.

Use o Integration Scenario Configurator para configurar o cenário, atribuir os


serviços, configurar as conexões e gerar os objetos de configuração.

Associe o Business Service para o WebAS (no exemplo “GF2_210”), o serviço para
o Integration Process (no exemplo “NFESC_NFeStatusCheckProcess10”) e o
respectivo Business Service para B2B (no exemplo “NFE_COMPANY” serviço
“SAP_SLL_NFE”).

Além destes atribua os Business Services para a SEFAZ e os serviços


“Homologation” e “Production”.

205
Crie um novo configuration scenario baseado no integration scenario
“CTE10_CTESC_WebAS_Outbound_CTeStatusCheck” do integration repository.

Use o Integration Scenario Configurator para configurar o cenário, atribuir os


serviços, configurar as conexões e gerar os objetos de configuração.

Associe o Business Service para o WebAS (no exemplo “LF2CLNT600”), o serviço


para o Integration Process (no exemplo “CTESC_CteStatusCheckProcess_LF2600”)
e o respectivo Business Service para B2B (no exemplo “NFE_COMPANY” serviço
“SAP_SLL_NFE”).

Além destes atribua os Business Services para a SEFAZ e os serviços


“Homologation” e “Production”.

206
Verifique a conexão do Web AS com o Integration Process. Não é necessária
nenhuma alteração.

207
Verifique a conexão do Web AS com o Integration Process. Não é necessária
nenhuma alteração.

208
Configure a conexão do Integration Process ao Web service da SEFAZ.

Entre os SOAP receiver communication channels que você criou anteriormente. No


exemplo estes são os communication channels “NFESC_SOAP_RCV” abaixo dos
serviços “Homologation” e “Production” para os parceiros representando os sistemas
do governo.

209
Configure a conexão do Integration Process ao Web service da SEFAZ.

Entre os SOAP receiver communication channels que você criou anteriormente. No


exemplo estes são os communication channels “CTESC_SOAP_RCV” abaixo dos
serviços “Homologation” e “Production” para os parceiros representando os sistemas
do governo.

210
Configure a conexão assíncrona do Integration Process de volta ao Web AS.

Para isto insira o communication channel receiver PI que foi criado anteriormente.
No exemplo o nome deste canal é “WAS_XI_RCV”.

Após ter feito isto gere os objetos de configuração.

211
Configure a conexão assíncrona do Integration Process de volta ao Web AS.

Para isto insira o communication channel receiver PI que foi criado anteriormente.
No exemplo o nome deste canal é “WAS_XI_RCV”.

Após ter feito isto gere os objetos de configuração.

212
Para tornar o roteamento baseado em conteúdo possível, as condições para os
receivers, os sistemas do governo devem ser definidos.

tpAmb = 2 indica um sistema de homologação (test), tpAmb = 1 um sistema


produtivo.

O campo cUF contém o número do estado.

Com a combinação de cUF e tpAmb as mensagens podem ser roteadas para o


devido serviço do governo.

213
Para tornar o roteamento baseado em conteúdo possível, as condições para os
receivers, os sistemas do governo devem ser definidos.

tpAmb = 2 indica um sistema de homologação (test), tpAmb = 1 um sistema


produtivo.

O campo cUF contém o número do estado.

Com a combinação de cUF e tpAmb as mensagens podem ser roteadas para o


devido serviço do governo.

214
Crie um novo Configuration Scenario que é baseado no Integration Scenario
“NFB2B_WebAS_Inbound_NFe” do integration repository. Use o Integration
Scenario Configurator para configurar o cenário, atribuir os serviços, configurar as
conexões e gerar os objetos de configuração.

Atribua o Business Service para o emissor B2B (em nosso exemplo parceiro
“NFE_B2B_Party”, serviço “BuyerSendService”).

Depois atribua o Business System Service para o Web AS (no exemplo, serviço
“GF2_600”). Complete as entradas com o recebedor B2B (no exemplo parceiro
“NFE_COMPANY” com o serviço “SAP_SLL_NFE” e o Business System
correspondente “GF2_600”) conforme demonstrado.

Os Integration Scenarios seguintes para comunicação B2B inbound são


configurados da mesma maneira:

•NFB2B_WebAS_Inbound_NFe: Recebe as NF-es enviadas por um parceiro B2B;

•EFB2B_WebAS_Inbound_B2B_Event: Recebe um evento enviado por um parceiro

216
B2B;

•NFB2B_WebAS_Inbound_Cancellation: Recebe um cancelamento de NF-e


enviado por um parceiro B2B.

216
Crie um novo Configuration Scenario que é baseado no Integration Scenario
“CFB2B_WebAS_Inbound_CTe” do integration repository. Use o Integration Scenario
Configurator para configurar o cenário, atribuir os serviços, configurar as conexões e
gerar os objetos de configuração.

Atribua o Business Service para o emissor B2B (em nosso exemplo parceiro
“NFE_B2B_Party”, serviço “SendServiceIncoming”).

Depois atribua o Business System Service para o Web AS (no exemplo, serviço
“LF2CLNT600”). Complete as entradas com o recebedor B2B (no exemplo parceiro
“NFE_COMPANY” com o serviço “SAP_SLL_NFE” e o Business System
correspondente “LF2CLNT600”) conforme demonstrado.

Os Integration Scenarios seguintes para comunicação B2B inbound são


configurados da mesma maneira:

•CFB2B_WebAS_Inbound_CTe: Recebe os CT-es enviadas por um parceiro B2B;

•CFB2B_WebAS_Inbound_Cancellation: Recebe um cancelamento de CT-e enviado

217
por um parceiro B2B.

217
Insira o sender communication channel para o parceiro B2B que você criou
anteriormente.

O adapter type depende no protocolo de comunicação utilizado pelo parceiro B2B.

No exemplo a mensagem é disponibilizada em um servidor FTP, o communication


channel é o “NFE10Incoming_NFe”.

Como receiver communication channel insira o communication channel do tipo XI,


no exemplo “WAS_XI_RCV”.

Depois de feito, gere os objetos de configuração.

218
Insira o sender communication channel para o parceiro B2B que você criou
anteriormente.

O adapter type depende no protocolo de comunicação utilizado pelo parceiro B2B.

No exemplo a mensagem é disponibilizada em um servidor FTP, o communication


channel é o “CTEFB2B_LF2_File_SND”.

Como receiver communication channel insira o communication channel do tipo XI,


no exemplo “WAS_XI_RCV”.

Depois de feito, gere os objetos de configuração.

219
221
Todos os Receiver Determinations que usam roteamento baseado em conteúdo
(comunicação com o governo) precisam ser ajustados. A seguinte terceira condição
precisa ser adicionada: tpEmis NOT EQUAL ‘3’. Esta condição precisar ser
conectada com as outras duas existentes usando o operador AND para cada
estado.

222
Crie um parceiro para o sistema SCAN (NFE_SCAN e CTE_SCAN). Adicione estes
parceiros em todos Configuration Scenarios que utilizam como parceiros os
sistemas SEFAZ (neste caso NFESC_nfeConsultaNF). O SCAN suporta os
sistemas de homologação e produção.

Você deve criar os Business Services de homologação e produção para o SCAN e


configurar os communication channels para cada Configuration Scenario.

223
Ajuste o Receiver Determination existente para adicionar o novo sistema SCAN no
configuration scenario de comunicação com a SEFAZ.

224
226
Welcome to the Inbound Customizing lesson for SAP BusinessObjects SAP NFE
10.0.
As interfaces B2B são disponibilizadas no PI sendo que cada projeto deve
implementá-las conforme suas necessidades utilizando-se dos adapters do PI
como FileAdapter, MailAdapter e SOAPAdapter.

A maioria das ligações com clientes e fornecedores tem sido por email e como o
email não foi concebido como uma forma padronizada de interface tem-se que
tomar alguns cuidados ao ler o email antes de enviá-lo à interface de entrada B2B
filtrando e identificando qual o anexo de email correto irá ser tratado por qual
interface do SAP NFE (NFB2B, CFB2B, EFB2B, CT-e CFB2B & CancCFB2B)
252
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