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Temperatura é uma grandeza física que mensura a energia cinética média de cada grau de

liberdade[nota 1] de cada uma das partículas de um sistema em equilíbrio térmico.


Em sistemas constituídos apenas por partículas idênticas essa definição associa-se diretamente
à medida da energia cinética média por partícula do sistema em equilíbrio térmico. Esta
definição é análoga a afirmar-se que a temperatura mensura a energia cinética média por grau
de liberdade de cada partícula do sistema uma vez consideradas todas as partículas de um
sistema em equilíbrio térmico em um certo instante.[nota 2] A rigor, a temperatura é definida
apenas para sistemas em equilíbrio térmico.
O Sistema Internacional de Unidades estabelece uma escala específica para a temperatura
absoluta. Utiliza-se a escala kelvin para a mensura, com o ponto triplo da água a 273,16 K como
o ponto fundamental de fixação. Outras escalas forem sendo utilizadas historicamente. A escala
de Rankine, que utiliza o grau Fahrenheit como unidade de intervalo, está ainda em uso como
parte do sistemas de unidades inglesas de engenharia em alguns campos de estudo nos
Estados Unidos. A Escala Internacional de Temperaturas de 1990 (ITS-90) fornece meios
práticos de se estimar a temperatura termodinâmica com um elevado grau de precisão.
Dentro do formalismo da termodinâmica, que leva em conta apenas grandezas
macroscopicamente mensuráveis, a temperatura é, de forma equivalente, definida como

a derivada parcial da energia interna em relação à entropia para um sistema


em equilíbrio termodinâmico:

Noções gerais
Historicamente, dois conceitos de temperatura foram desenvolvidos: um, macroscópico,
fornecido pela termodinâmica, e um, microscópico, fornecido pela física estatística. Segundo
a termodinâmica — que se fundamenta no estudo de grandezas necessariamente
macroscópicas — a temperatura é um parâmetro físico (uma variável termodinâmica)
descritivo de um sistema que, vulgarmente associada às sensações de frio e quente,
relaciona-se diretamente à lei zero da termodinâmica e ao conceito de equilíbrio
termodinâmico de um sistema ou sistemas. Sua mensurabilidade deriva-se diretamente da
mensurabilidade da transferências de energia térmica entre sistemas na forma de calor e
da segunda lei da termodinâmica. Entretanto a física estatística provê uma compreensão
mais profunda não só do conceito de temperatura mas também das demais grandezas
termodinâmicas, a exemplo a pressão, por associá-las diretamente às grandezas
fundamentais oriundas da mecânica clássica que são diretamente aplicadas ao estudo de
sistema de partículas visto que a física estatística considera explicitamente a matéria como
uma coleção de um grande número de partículas. Neste contexto a estatística provê as
ferramentas para compreensão microscópica das variáveis termodinâmicas macroscópicas
a partir das médias ou valores totais das grandezas mecânicas diretamente associadas a
cada partícula microscópica do sistema.
A temperatura não é uma medida de calor,[1][2] mas a diferença de temperaturas é a
responsável pela transferência da energia térmica na forma de calor entre dois ou mais
sistemas. Quando dois sistemas estão à mesma temperatura diz-se que estão em equilíbrio
térmico e neste caso não há calor. Quando existe uma diferença de temperatura, há calor
do sistema em temperatura maior para o sistema em temperatura menor até atingir-se o
equilíbrio térmico. Este calor pode dar-se por condução, convecção ou irradiação térmica.
As influências precisas da temperatura sobre os sistemas são estudadas
pela termodinâmica e esta é uma das principais grandezas intensivas encontradas na área.
A temperatura absoluta é diretamente proporcional à quantidade de energia térmica em um
sistema, e assim quanto mais energia térmica há em um dado sistema maior é a sua
temperatura. Um aumento na energia térmica acarreta aumento proporcional na
temperatura absoluta, e uma diminuição na energia térmica, a exemplo mas não
necessariamente por calor [nota 3], provoca uma diminuição na temperatura do sistema. Em
escala microscópica o calor corresponde à direta transmissão da agitação térmica
entre átomos e moléculas no sistema. Assim, uma elevação de temperatura de um sistema
em função de calor decorre de um aumento das velocidades de agitação térmica dos
átomos deste sistema às custa da diminuição da velocidades das partículas do outro
sistema mediante transferência direta da energia térmica associada. Pede-se atenção para
o fato de que, embora temperaturas maiores representem velocidades maiores para as
partículas, dois sistemas distintos à mesma temperatura não têm necessariamente
partículas se movendo com as mesmas velocidades. A relação entre energia cinética média
e temperatura não é restrita somente a gases ideais, entretanto ressalva dever ser feita para
temperaturas extremamente próximas ao zero kelvin, pois uma temperatura de zero kelvin
não implica repouso absoluto em função de um fenômeno quântico conhecido por energia
de ponto zero [nota 4][3]
O movimento das partículas e a energia cinética associados à temperatura não ficam
restritos a trajetórias retilíneas ou balísticas e também têm como parcelas o movimento e a
energia associados à vibração ou rotação das partículas. Até mesmo os elétrons podem
mostrar-se importantes na determinação da temperatura ou no estudo do calor, como ocorre
para os metais.
Praticamente todas as propriedades físicas da matéria, a exemplo seu estado físico
(sólido, líquido, gasoso, plasma, condensado de Fermi-Dirac ou condensado de Bose-
Einstein), a densidade, a solubilidade, a pressão de vapor e a condutibilidade
elétrica relacionam-se intrinsecamente com a temperatura. A temperatura tem também
papel importante na cinética das reações químicas; as reações bioquímicas que nos
mantêm vivos processam-se em uma velocidade ideal quando o corpo humano encontra-se
a uma temperatura de 36,7°C, a exemplo. A temperatura é fator determinante da radiância
espectral, a quantidade de radiações emitidas por um corpo negro por unidade de área e
tempo, e também determina sua cor, ou seja, a frequência para a qual a radiância espectral
é máxima. Uma aplicação direta da radiação de corpo negro é a lâmpada incandescente,
em que o filamento de tungstênio é aquecido eletricamente até uma temperatura onde uma
quantidade notável de luz visível é emitida.
A temperatura é medida com termômetros que podem ser calibrados em uma grande
variedade de escalas de temperatura. Praticamente em todo o mundo com a exceção
dos Estados Unidos, Belize, Mianmar e Libéria, usa-se a escala Celsius para os mais
variados fins. Entretanto, em se tratando de trabalhos científicos, é obrigatório o uso da
escala Kelvin visto que esta é a única que liga-se de forma direta à energia cinética média
por partícula do sistema em estudo e às definições estatística e termodinâmica de
temperatura, sendo por razões óbvias denominada escala natural ou escala absoluta de
temperaturas.
Em um corpo em aquecimento, como este segmento da proteína alfa-hélice, seus átomos
vibrarão mais, causando a expansão da substância ou a mudança de fase.

Muitos acham que uma maneira bem imediata de estimar-se a temperatura é através dos
nossos sentidos, mas além de imprecisa, já que a sensação térmicavaria de pessoa para
pessoa, o nosso sentido associado não é um termômetro, não sendo portanto sensível à
temperatura, e sim ao calor. O difundido procedimento de olhar se alguém encontra-se com
febre tocando-lhe a testa com a mão é fisicamente incorreto.
Embora sejam requeridos equipamentos laboratoriais bem sofisticados para medir-se
diretamente o movimento "termal" das partículas, as colisões entre partículas com
minúsculos objetos suspensos em um fluido produzem o movimento browniano, fenômeno
que pode ser facilmente observado com o auxílio de um microscópio comum e cujo estudo,
juntamente com o estudo do comportamento quântico da luz, valeu a Albert Einstein
o Prêmio Nobel em 1921. Os movimentos "termais" de átomos são muito rápidos, e seus
movimentos somente podem ser vistos diretamente quando a temperatura está próxima
do zero absoluto. A exemplo, quando os cientistas do National Institute of Standards and
Technology (NIST) atingiram o recorde de temperatura mais baixa já alcançada, de 700 nK (

) por meio de laser para resfriar adiabaticamente átomos de césio, após o


desligamento dos lasers, a temperatura foi determinada através da medição direta do

movimento dos átomos de césio, que se deslocavam a uma velocidade de apenas .

Moléculas bidimensionais como o ou tridimensionais como o têm mais graus de


liberdade do que átomos individuais. As moléculas, além do movimento retilíneo, possuem
movimentos vibratórios e rotacionais. O aumento da temperatura irá provocar a elevação da
energia cinética média e como consequência um deslocamento retilíneo mais veloz.
Também causará, por meio da equipartição, o aumento do movimento vibratório e
rotacional. Assim sendo, para um gás diatômico, que pode adquirir movimentos vibracionais
e rotacionais, será necessário uma quantidade maior de energia para atingir uma certa
temperatura. Em outras palavras, um gás diatômico tem uma capacidade calorífica maior do
que um gás monoatômico.
O processo de resfriamento envolve remoção de energia de um sistema. Quando não há
mais energia a ser retirada, a temperatura do sistema está em zero absoluto, que é o ponto
de partida da temperatura termodinâmica, onde, através do ponto de vista da física clássica,
toda a energia cinética das partículas cessa e, portanto, as partículas estão imóveis. A visão
de partículas completamente imóveis não é considerada a mais satisfatória para atrelar-se
ao zero kelvin atualmente já que a mecânica quântica prevê que existe movimento e energia
cinética mesmo que a temperatura esteja em zero absoluto. Entretanto, esta energia no zero
absoluto, conhecida por energia de ponto zero, não pode ser removida do sistema, de forma
que ainda vale a sentença: quando não há mais energia a ser retirada, a temperatura do
sistema está em zero absoluto. Por definição, o zero absoluto é precisamente 0 Kelvin (-
273,15 °C ou -459,68 °F).

Detalhes[editar | editar código-fonte]


As aplicações formais da temperatura decorrem de sua definição matemática e são
estudadas pela termodinâmica e pela física estatística. Ao contrário de outras variáveis
termodinâmicas, como a entropia ou o calor, cujas definições microscópicas são válidas
mesmo bem distantes do equilíbrio termodinâmico, a temperatura, sendo uma energia
média por partícula, pode ser definida apenas no equilíbrio termodinâmico, ou pelo menos
num equilíbrio termodinâmico local.
A temperatura é uma propriedade intensiva, isto é, não depende do tamanho (volume) ou
massa do sistema (da escala do sistema). Por outro lado, a massa, volume e a entropia
são propriedades extensivas, pois dependem das dimensões do sistema. A exemplo
considere dois sistemas exatamente idênticos isolados entre si, ambos com a mesma
massa, mesmo volume, mesma pressão, mesma energia interna, mesma entalpia, mesma
temperatura, etc. Unindo-se os dois a fim de formar-se um sistema maior, os valores do
volume, da massa, da entalpia, da energia interna, e de todas as grandezas ditas extensivas
irão ter seus valores duplicados no novo sistema formado. Já ao considerarmos a
temperatura, a pressão, e qualquer outra das grandezas intensivas, ter-se-á que seus
valores no sistema formado são os mesmos medidos antes nos sistemas individuais, sendo
portanto independentes da dimensão do sistema.
No contexto da termodinâmica a cada variável extensiva há uma variável intensiva a

ela conjugada. No formalismo em que a energia interna , então expressa em função

das grandezas entropia , do volume e da quantidade de matéria , ,

figura como equação fundamental, o conjugado do volume é (o negativo) da

pressão , o conjugado da quantidade de matéria é o potencial químico eo

conjugado da entropia é a temperatura .


Uma variável intensiva relaciona-se com a sua extensiva conjugada através de
uma equação diferencial. A exemplo, para as grandezas citadas:

; ;

Decorre que as grandezas entropia e temperatura encontram-se


intimamente relacionadas.

A água congela a 0°C (à pressão atmosférica ao nível do mar). O gelo nesta foto está a uma
temperatura de -17°C.

A termodinâmica e em consequência as grandezas a ela diretamente associadas


desempenham no contexto científico um papel certamente o mais relevante visto que,
ao contrário de outras teorias, que encontram aplicações bem relevantes apenas em
certas áreas e enfoques de estudo, as leis da termodinâmicas são leis universais e são
obedecidas por todos os sistemas naturais, quer o enfoque de estudo esteja no campo
específico desta área ou não. Neste contexto a temperatura reflete a veracidade de tal
afirmação e tem papel o mais importante em quase todos os campos da ciência,
incluindo física, geologia, química, ciências atmosféricas e biologia. Não há como se
imaginar a biologia ou a química desvinculadas do conceito de temperatura, tão pouco a
física ou qualquer outra área que tenha por foco o estudo de sistemas (naturais).
Praticamente todas as propriedades físicas dos materiais, incluindo-se os estados
físicos da matéria (sólido, líquido, gasoso e plasma), a densidade, a solubilidade,
a pressão de vapor e condutividade elétrica, dependem explicitamente da temperatura.
A temperatura também tem um papel importante na determinação das velocidades e
afeta o equilíbrio das reações químicas. Esta é uma entre as razões do corpo humano
ter vários mecanismos de manutenção da temperatura corporal em 36,7 °C;
temperaturas ligeiramente mais altas podem causar reações prejudiciais com sérias
consequências, ou mesmo reduzir a velocidade das reações mediante a desnaturação
de suas enzimas (catalisadores), a exemplo. Temperaturas mais baixas reduzem as
velocidades das reações a patamares muitas vezes mortais. A temperatura também
controla o a distribuição em frequência e a intensidade da radiação térmica emitida pela
superfície de um corpo negro. Uma aplicação deste efeito é a lâmpada incandescente,
na qual um filamento de tungstênio é aquecido eletricamente para uma temperatura na
qual quantidades significativas de luz visível são emitidas, além de determinar a sua cor.
A maior temperatura já obtida artificialmente foi de 4 trilhões de graus Celsius, por meio
de um acelerador de partículas, quando cientistas do Laboratório Nacional de
Brookhaven obtiveram em 15 de fevereiro de 2010, esta temperatura recorde por alguns
milésimos de segundos. Essa temperatura é suficiente para desintegrar a matéria,
podendo "derreter" prótons e nêutrons[4][5] A menor temperatura obtida foi de 700 nK (1
nK = 10−9 K) pelos cientistas do National Institute of Standards and Technology (NIST),
por meio de laser para resfriar adiabaticamente átomos de césio.

Metrologia[editar | editar código-fonte]


A medição da temperatura usando os modernos termômetros científicos e escalas de
temperatura tem suas origens no século XVIII, quando Gabriel Fahrenheitadaptou um
termômetro de mercúrio a uma escala de temperatura desenvolvida pelo
dinamarquês Ole Rømer. A escala Fahrenheit é ainda usada em alguns países,
incluindo os Estados Unidos, para propósitos não-científicos.

Medições[editar | editar código-fonte]


Um termômetro para medir a temperatura ambiente

Muitos métodos foram desenvolvidos para medir temperaturas, tanto direta quanto
indiretamente. A maior parte dos termômetros utiliza o equilíbrio térmico entre o
termômetro e o meio no qual se encontra. Um dos dispositivos mais utilizados para
medir a temperatura é o termômetro de vidro, que utiliza a dilatação de variados líquidos
para se medir a temperatura; consiste em um tubo de vidro contendo mercúrio ou outro
líquido. A subida da temperatura provoca a expansão do líquido, e a temperatura pode
ser determinada medindo o volume do líquido. Tais termômetros normalmente são
calibrados, e assim podem mostrar a temperatura simplesmente observando o nível do
líquido no termômetro.
Existe ainda uma variedade de outros tipos de termômetros, como os termômetros de
gás, que utiliza a expansão de um gás qualquer conforme o aumento da
temperatura, termômetros termorresistores, que se beneficiam da alteração
da resistência elétrica conforme a temperatura, termistores, que utilizam materiais
semicondutores que possuem propriedades de mudanças positivas ou negativas da
resistência elétrica conforme a temperatura, e o pirômetro, que mede temperaturas
acima de 600 °C com base na quantidade de radiação térmica emitida e na análise
dos comprimentos de onda predominantes.

Unidades[editar | editar código-fonte]

A unidade básica de temperatura (símbolo: ) no Sistema Internacional de

Unidades ( ) é o kelvin ( ). Tanto o kelvin quanto o grau Celsius (°C) são


definidos, por meio de um acordo internacional, por dois pontos: o zero absoluto e
o ponto triplo da água (considerando a proporção de isótopos encontrada nas águas
oceânicas - padrão de Viena) [nota 5]. O zero absoluto é definido precisamente como 0 K
e -273,15°C. O zero absoluto é definido como a temperatura na qual toda a energia
cinética das partículas cessa, ou seja, quando as partículas se tornam imóveis. A noção
de partículas imóveis apenas faz sentido dentro da física clássica e a média das
energias cinética das partículas não se aplica como definição para as temperaturas
muito próximas ao zero absoluto, devendo neste caso uma parcela ser subtraída desta
energia para obter-se a correta definição de temperatura, a saber a parcela
correspondente à energia cinética do estado fundamental das partículas. Assim, mesmo
sob a temperatura de zero absoluto, as partículas não ficam totalmente imóveis; ao
contrário, os átomos e moléculas estão no estado fundamental e retém
movimentos quânticos. No zero absoluto, a matéria não contém energia térmica.
Além disso, o ponto triplo da água é precisamente definido como 273,16 K e 0,01°C.
Esta definição fixa a unidade da escala kelvin como uma parte em 273,16 partes da
diferença entre as temperaturas do zero absoluto e do ponto triplo da água, estabelece

que uma variação de temperatura mensurada na escala Kelvin encontra-se

igualmente representada pela pela variação de na escala célsius, ou seja, ,e


estabelece que o valor da temperatura na escala kelvin seja o valor da temperatura na
escala Celsius somado a 273,15:

No campo da física de plasma, devido às altas temperaturas encontradas e devido


à natureza eletromagnética do fenômeno envolvido, a temperatura é normalmente

expressa em elétron-volt (eV) ou quilo-elétron-volt (keV), onde . No estudo


da matéria QCD, onde teoricamente a matéria estaria tão densa e quente
que quarks e glúons estariam livres, a temperatura estaria na ordem de centenas de

mega-elétron-volts, equivalente a .
Para as aplicações cotidianas, normalmente usa-se a escala Celsius, no qual 0 °C é
o ponto de fusão da água e 100°C é o seu ponto de ebulição, sob a pressão
atmosférica ao nível do mar.
Nos Estados Unidos, Belize, Mianmar e Libéria, a escala Fahrenheit ainda é
bastante usada. A escala Fahrenheit é baseada na temperatura da mistura de gelo,
água e cloreto de amônio, que automaticamente se estabiliza em 0°F (-17,8°C), e
na temperatura do corpo humano, na qual Fahrenheit definiu como 96°F. Mais
tarde, percebeu-se que o ponto de ebulição da água era de aproximadamente
180°F a mais do que o ponto de fusão. A partir de então, a escala foi corrigida para
que a diferença de temperatura entre os pontos de ebulição e fusão da água ficasse
exatamente em 180°F. A fórmula de conversão da escala Fahrenheit para a escala
Celsius e vice-versa é: