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AUTARQUIA DE ENSINO SUPERIOR DE GARANHUS – AESGA

FACULDADES INTEGRADAS DE GARANHUNS – FACIGA


CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

DIEGO ESPINHARA OLIVEIRA


LUCAS CORRÊA DE OLIVEIRA
MICHAEL HENRIQUE LIMA DE CARVALHO

MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

GARANHUNS
2018
2

DIEGO ESPINHARA OLIVEIRA


LUCAS CORRÊA DE OLIVEIRA
MICHAEL HENRIQUE LIMA DE CARVALHO

MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

Trabalho expandido entregue à


Autarquia de Ensino Superior de
Garanhuns, como pré-requisito avaliativo
das disciplinas de Materiais de
Construção II, do 5º Período Noturno da
Faculdade de Engenharia Civil de
Garanhuns (FACEG).

GARANHUNS
2018
3

SUMÁRIO

1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS 5
2 A MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO 6
2.1 Características técnicas, econômica e estética 6
2.2 Classificação estrutural das madeiras 6
2.3 Propriedades mecânicas das madeiras 7
2.4 Resistência à compressão axial em peças curtas 7
2.5 Cota de qualidade estática 7
2.6 Defeitos e classificação das madeiras 8
2.7 Preservação das madeiras 9
3 NORMA NBR 7190 1997 9
3.1 Normalização e Equipamentos 9
3.2 Umidade 11
3.3 Compressão paralela às fibras 11
4 SUCUPIRA 13
4.1 Características da madeira sucupira 13
5 ENSAIOS 13
5.1 Ensaio de Umidade 13
5.1.2 Estufa 14
5.1.3 Resultado da segunda pesagem (madeira seca) 15
5.1.4 Relação de umidade 16
5.1.5 Resultado 17
5.2 Ensaio de ​resistência paralela às fibras 18
5.2.1 Preparativo para o ensaio 18
5.2.2 Rompimento das amostras 18
5.2.3 Resultados de tração de compressão 18
5.2.4 Transformação de Tf para MPa 22
5.2.4 Resultado 22
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 24
REFERÊNCIAS 25
4

FIGURAS

Figura 1. Seleção das amostras de madeira para o ensaio. 14


Figura 2. Corpos de prova e a balança para ensaio de umidade. 14
Figura 3. Amostras na estufa após a primeira pesagem. 15
Figura 4. Amostras na estufa após a primeira pesagem. 16
Figura 5. Gráfico para demonstrar a diminuição de massa no corpos de 17
prova.
Figura 6.Rompimento do corpo de prova. 19
Figura 7.Rompimento do corpo de prova. 19
Figura 8.Rompimento do corpo de prova. 20
Figura 9.Rompimento do corpo de prova. 20
Figura 10.Rompimento do corpo de prova. 21
Figura 11.Rompimento do corpo de prova. 21
Figura 12. Amostras rompidas. 22
Figura 13. Dimensões dos corpos de prova. 12
Figura 14. Estufa 10
Figura 15. Prensa. 10
5

1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Trabalho desenvolvido para a disciplina de Materiais de Construção II,


ministrada pela Professora Priscila Honório Apolonio para o Curso de Bacharel em
Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia Civil de Garanhuns (FACEG).
A professora solicitou ao grupo a pesquisa relacionado a madeira, coleta de
amostra de um tipo de madeira, e ensaio técnico com a espécie de madeira
escolhida, nosso grupo escolheu a madeira Sucupira, tendo como objetivo nosso
trabalho transmiti características da madeira como material de construção,
demonstrar a importância de conhecer suas propriedades e realização do teste em
laboratório almejando o resultado mínimo para a madeira escolhida.
6

2 A MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

A madeira se apresenta em forma de material excepcional e como matéria


prima industrial de múltiplo aproveitamento podendo ainda ser, devido a sua
vulnerável durabilidade, um material destinado a papéis secundários em
subempregos acessórios.
2.1 Características técnicas, econômica e estética
De acordo com BAUER (2008) é um material que entusiasma a vasta
comunidade de pesquisadores a ponto do renomado projetista internacional e
diretor da ​Centre Technique du Bois ​defini-lo como o excepcional e insubstituível
material, que por sua origem não se deixa ser “dobrado por frias fórmulas
matemáticas” e sendo uma árvore robusta já venceu desafios piores que uma
simples peça de estrutura. Enfim na condição de material de construção, as
madeiras englobam todo um acervo de características técnicas, econômicas e
estéticas que dificilmente se encontrem em outros materiais tais como:
1 Apresenta resistência mecânica tanto a esforços de compressão quanto a
de tração na flexão.
2 Resistência mecânica elevada superior a do concreto e com um peso
próprio menor.
3 Resiste excepcionalmente a choques e esforços dinâmicos.
4 Apresenta um excelente isolamento térmico e acústico.
5 Custo reduzido de produção.
No entanto a disseminação do uso deste material só teve seu auge a partir
do emprego de tecnologias que minimizem ou sanem as características negativas
que este material apresenta em seu estado natural.
1 Processo de secagem artificial controlada (diminuindo assim as tensões
internas devido o aumento da umidade do material).
2 Tratamento e preservação (busca minimizar o surgimento de seus
predadores naturais).
3 Transformação dos laminados, contraplacados e aglomerados de madeira
(limite de suas dimensões).
A aplicação deste bem natural não se limita a construção outras aplicações são
como combustíveis, materiais industriais, papéis álcoois, resinas, plásticos e etc.

2.2 Classificação estrutural das madeiras


7

Conforme BAUER (2008) As madeiras podem ser classificadas


estruturalmente de duas formas: as que propagam incêndio ao atingir 300ºC e as
que possuem resistência, durante um certo tempo, à temperaturas elevadas. Toda
peça que contém espessura inferior a 20mm é considerada propagadora de
incêndio. Essas peças devem, em suma, ser recusadas; mas caso haja a
necessidade de mantê-las, elas devem passar por um processo de proteção, onde
elas são protegidas com colagem de materiais incombustíveis.
As peças com mais de 25 mm menos riscos que as de 20 mm, mas, ainda
assim, oferecem perigo caso haja uma grande possibilidade de correntes violentas
de ar na ativação do incêndio.
Peças com mais de 50 mm de espessura podem ser empregadas
normalmente.

2.3 Propriedades mecânicas das madeiras

Segundo De acordo com BAUER (2008), as características mecânicas


principais. Serão as exercidas no sentido das fibras da madeira, relacionada à sua
coesão axial: compressão, tração, flexão estática e flexão dinâmica.
Características mecânicas secundárias. Serão as que exercem
transversalmente às fibras, relacionadas à sua coesão transversal: compressão e
tração normal às fibras, torção, cisalhamento e fendilhamento.
Os feixes de fibras são os principais elementos de resistência mecânica da
madeira. Quando os vazios das fibras são grandes, as madeiras são moles e pouco
resistentes. Quando as fibras são longas, os tecidos são mais ligados e é maior a
resistência à flexão. Uma grande concentração de fibras feixes fortes confere ao
lenho compacidade e rigidez.

2.4 Resistência à compressão axial em peças curtas

De acordo com a NBR 7190, para qualificar uma espécie lenhosa quanto à
sua resistência mecânica à compressão axial, dispõe o método brasileiro que
devam ser ensaiadas, em cada lote de corpos-de-prova de 5 x 5 x 15 cm, retirados,
criteriosamente, em todo o diâmetro e extensão da tora. Os corpos-de-prova
deverão ser orientados em relação ao sentido de suas fibras.
Numa prensa de compressão os corpos-de-prova são ensaiados, até
romperem sob carregamento estático e contínuo.

2.5 Cota de qualidade estática

A cota de qualidade estática de uma peça de madeira é o coeficiente entre a


resistência mecânica, definida pela tensão de ruptura, e a massa específica
aparente a 15% de umidade. BAUER (2008):
8

Relacionada à resistência à compressão axial varia progressivamente de 9 a


20, conforme as espécies lenhosas:

- de 18 a 20, para resinosas leves;


- de 15 a 17, para resinosas densas e folhosas leves;
- de 9 a 14, para folhosas densa.

Na prática, já que o peso próprio do material é sensivelmente inferior às


cargas atuantes, essa noção de cota de qualidade quase não é levada em
consideração no sem emprego em estruturas.

2.6 Defeitos e classificação das madeiras

Qualquer anomalia na integridade da madeira e constituição que alteram o


desempenho e as propriedades físico-mecânicas são consideradas como defeitos
nas madeiras.
O critério de classificação dos defeitos, conforme causas de sua ocorrência,
permite distinguir os quatro grupos seguintes. BAUER (2008):

Defeitos de crescimento: ​devidos a alterações no crescimento e estrutura


fibrosa do material. Os principais defeitos de crescimento são os nós, que é o
defeito com mais destaque nas madeiras de obra; os desvios de veio, que são
devidos a um crescimento acelerado de fibras periféricas; as fibras torcidas; e
ventos, que são deslocamentos, separações com descontinuidade, entre fibras ou
anéis de crescimento;
Defeitos de secagem: consequentes de secagem mal conduzida. São
provocados por efeitos de retratibilidade do material, quando perde sua umidade
nos processos de secagem natural ou artificial;
Defeitos de produção: decorrentes do desdobro e aparelhamento das peças.
Que compreendem fraturas, rachaduras, fendas e machucaduras;
Defeitos de alteração: ​provocados por agentes de deterioração, como fungos,
insetos etc. O ataque de predadores, fungos e insetos causa, muitas vezes,
reduções consideráveis na seção resistente de peças estruturais.
9

2.7 Preservação das madeiras


A durabilidade das madeiras é a resistência que apresentam aos agentes de
alteração e destruição de seu tecido lenhoso: fungos, insetos etc. BAUER (2008).
Essa durabilidade é uma característica extremamente relativa, pois depende
de fatores decorrentes da natureza do material e de fatores externos, relacionados
às condições do ambiente de emprego: umidade, temperatura, arejamento etc. Os
processos adequados de tratamento e preservação terão complexidade e custo
proporcionais à vida útil pretendida e às condições ambientais de emprego.

3 NORMA NBR 7190 1997

A norma NBR 7190 1997 de projeto de estruturas de madeira foi elaborada


com o intuito de orientar os projetistas para fixa condições gerais na execução,
projeto e na escolha do material de madeira.

3.1 Normalização e Equipamentos

O ensaio realizado conforme a NBR 7190 1997, está presente no anexo B,


que também demonstra os métodos necessários para determinação de diversas
propriedade específicas da madeira, tais como:

a) umidade;
b) densidade;
c) estabilidade dimensional;
d) compressão paralela às fibras;
e) tração paralela às fibras;
f) compressão normal às fibras;
g) tração normal às fibras;
h) cisalhamento;
i) fendilhamento;
j) flexão;
k) dureza;
l) resistência ao impacto na flexão;
m) embutimento;
n) cisalhamento na lâmina de cola;
o) tração normal à lâmina de cola;
p) resistência das emendas dentadas e biseladas.

O grupo realizou os ensaio de compressão paralela às fibras, item indicado


no B.8 da norma, e também o teste de umidade apresentado no item B.5 da norma.
10

Equipamentos Utilizados conforme a norma:

Figura 15. Prensa.


Fonte: ​http://www.solotest.com.br/novo/produtos/prensa-hid-manual acessado em
16 de novembro de 2018.

Figura 14. Estufa


Fonte: ​http://www.solotest.com.br/novo/produtos/estufa-eletrica acessado em 19 de
novembro de 2018.
11

3.2 Umidade

A umidade é normatizada na NBR 7190 1997, como objetivo de esclarecer o


teor de umidade da madeira para quaisquer ajuste necessário a sua propriedade e
também caso necessário, determinar formas de conservação do material.

A relação entre a massa da água e a massa da madeira seca corresponde ao


teor da umidade, esse resultado é dado pela equação:

U(%) = (mi - ms / ms) x 100

mi é a massa inicial da madeira, em gramas;

ms é a massa da madeira seca, em gramas.

A amostra deve conter as dimensões de 2,0 cm x 3,0 cm e comprimento, ao


longo das fibras, de 5,0 cm, para a obtenção das amostras não é admitido que se
queime a madeira com o processo de fabricação do corpo de prova para que não
haja a perda precipitada de água, e assim, evitando o comprometimento do ensaio.

O processo se iniciar com a pesagem do corpo de prova que de acordo com


a norma deve ter exatamente 0,01g, após a massa inicial ser anotada o corpo de
prova deve ser colocado em uma câmara de secagem, com a temperatura de
máxima de 103ºC +- 2ºC.

Após o período necessário o corpo de prova será pesado novamente para


determinação da massa seca, e com a aplicação da fórmula o teor de umidade é
determinado.

3.3 Compressão paralela às fibras

Um lote de madeira deve oferecer segurança no canteiro de obra ou na


estrutura a que vier compor, por esse motivo é realizado o ensaio de compressão
paralela às fibras.

Será necessário efetuar a máxima tensão a compressão sobre o corpo de


prova de forma transversal quadrado que possua 5,0 cm de lados e 15,0 cm de
comprimento.
A resistência é estabelecida pela equação:

fco = Fco,máx / A
12

Fc0,máx. é a máxima força de compressão aplicada ao corpo-de-prova


durante o ensaio, em newtons;

A é a área inicial da seção transversal comprimida, em metros quadrados;

f c0 é a resistência à compressão paralela às fibras, em megapascals.

A norma exige que sejam retirados 12 amostra de forma aleatória do lote de


madeira, que tenha as dimensões abaixo em cm.

Figura 13. Dimensões dos corpos de prova.


Fonte: NBR 7190 1997

Para o ensaio a resistência a compressão o corpo de prova é colocado na


máquina que atuará como prensa até a amostra romper.

Após o ensaio os resultados devem ser apresentado conforme o item B.4 da


norma.
Os resultados dos ensaios devem ser apresentados em relatório técnico que
deve conter:0
a) referência a esta norma;
b) descrição da amostra, fazendo referência às condições de armazenagem
do lote;
c) forma e dimensões dos corpos-de-prova, com indicação da direção das
fibras;
d) valor médio da umidade do lote;
e) valores determinados das propriedades da madeira.

Conforme tabela E.2 - Valores médios de madeiras dicotiledôneas nativas e


de florestamento, a Sucupira, que é a nossa madeira escolhida possui 95,2 MPa de
resistência à compressão paralela às fibras, e sua massa específica aparente a 12%
de umidade é de 1106 Kg/m³.
13

4 SUCUPIRA

A madeira escolhida para o trabalho possui o nome científico Bowdichia e


Diplotropis, a sucupira tem várias características, o cerne e alburno é perceptível
quanto a cor que a cerne que é pardo-escuro-acastanhado define bem a madeira. O
aspecto fibroso é outra qualidade bem apreciada para essa espécie visto que ela é
uma das mais resistentes no mercado, é conhecida por ser fosca pois o brilho é
ausente, o cheiro e gosto são imperceptíveis, possui a densidade alta, dura ao
corte, grã irregular a revessa e textura grossa. (IPT, 1983)

4.1 Características da madeira sucupira

A sucupira possui durabilidade diferenciada tais como: Ser resistente a


ataque de fungos e cupins, em ensaio de campo a madeira demonstrou vida
superior a 15 anos isso em contato com o solo. (Berni et al, 1979)

Em laboratório a madeira foi considerada como pouco permeável a


tratamento de preservação, isso ocorreu depois da impregnação sob pressão. (IPT,
1989a) O alburno possui alto indicio de preservação e o cerne é impermeável ao
creosoto mesmo submetido ao teste de pressão. (IBAMA, 1997a)

Mais para ser tornar algo útil para construção civil é necessário possuir
trabalhabilidade, e a sucupira possui certa dificuldade para essa questão pois
devido a sua composição de grã revessa é difícil de aplainar, no torneamento
demonstra um bom acabamento e no parafusamento mostrar que retém bem os
parafusos. (IBAMA, 1997)

5 ENSAIOS

O grupo realizou no laboratório de materiais da ​Faculdades Integradas de


Garanhuns – FACIGA, mantida pela Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns -
AESGA o ensaio de umidade e de resistência paralela às fibras.

5.1 Ensaio de Umidade

Foram selecionados 6 corpos de prova da espécie Sucupira com as


dimensões de ​5,0 cm de lados e 15,0 cm de comprimento. As amostras foram
adquiridas no centro da cidade de Garanhuns e estavam em local coberto e seco,
entre o corte (paralelo às fibras) e o ensaio se passaram 72 horas, no laboratório os
corpos de prova foram pesados e os respectivos valores anotados.
14

Figura 1. Seleção das amostras de madeira para o ensaio.


Fonte: Autor

Figura 2. Corpos de prova e a balança para ensaio de umidade.


Fonte: Autor

5.1.1 Resultado da primeira pesagem (com água)


15

Pesos dos corpos de prova antes de serem colocados na estufa:

1 - 0,365kg
2 - 0,375kg
3 - 0,355kg
4 - 0,380kg
5 - 0,360kg
6 - 0,360kg

5.1.2 Estufa

Após a pesagem os mesmo foram colocados na estufa elétrica 60x50x50cm -


M52 da marca Solotest que possui a capacidade de até 200ºC, a madeira foi
colocada a 150ºC, onde permaneceram por 19 horas, após o tempo decorrido as
amostras foram retiradas da estufa e pesadas novamente e os novos valores
anotados.

Figura 3. Amostras na estufa após a primeira pesagem.


Fonte: Autor
16

Figura 4. Amostras na estufa após a primeira pesagem.


Fonte: Autor

5.1.3 Resultado da segunda pesagem (madeira seca)

Os pesos adquiridos após o período em que as amostras ficaram na estufa


foram:

1 - 0,320kg
2 - 0,320kg
3 - 0,310kg
4 - 0,325kg
5 - 0,310kg
6 - 0,315kg

Demonstramos no gráfico a diferença entre a madeira com água e a madeira


seca.
17

Figura 5.Gráfico para demonstrar a diminuição de massa no corpos de prova.


Fonte: Elaborada pelo autor

5.1.4 Relação de umidade

Para determinar a relação entre os dois resultados realizamos conforme a


norma a aplicação da equação abaixo:

U(%) = (mi - ms / ms) x 100

mi é a massa inicial da madeira, em gramas;

ms é a massa da madeira seca, em gramas.

1 peso 2 peso
0,365 0,32
0,375 0,32
0,355 0,31
0,38 0,325
0,36 0,31
0,36 0,315

Obtivemos os seguintes resultados em porcentagem:

1 14,063%
2 17,188%
18

3 14,516%
4 16,923%
5 16,129%
6 14,286%

5.1.5 Resultado

Observamos que o corpo de prova 2 possui a maior perda de massa e o


corpo de prova 1 o que teve o menor diminuição de massa, a média de 15,517% de
diminuição de massa depois da estufa.

5.2 Ensaio de ​resistência paralela às fibras

5.2.1 Preparativo para o ensaio

Após os resultados da umidade realizamos o ensaio de resistência paralela


às fibras, os corpos de prova foram saturados por 20 minutos, após o tempo foram
retirados e colocados para escorrer.

5.2.2 Rompimento das amostras

Iniciamos o ensaio de compressão com hid. manual 100T dig que possui a
capacidade de 100Tf da marca Solotest, as amostras foram colocadas em ordem
crescente.
19

Figura 6.Rompimento do corpo de prova.


Fonte: Autor

Figura 7.Rompimento do corpo de prova.


Fonte: Autor
20

Figura 8.Rompimento do corpo de prova.


Fonte: Autor

Figura 9.Rompimento do corpo de prova.


Fonte: Autor
21

Figura 10.Rompimento do corpo de prova.


Fonte: Autor

Figura 11.Rompimento do corpo de prova.


Fonte: Autor
22

Figura 12. Amostras rompidas.


Fonte: Autor

5.2.3 Resultados de tração de compressão

Os respectivos resultados em tonelada força:

1 - 16,71Tf
2 - 18,43Tf
3 - 18,22Tf
4 - 17,39Tf
5 - 17,84Tf
6 - 14,01Tf

5.2.4 Transformação de Tf para MPa

Realizamos a conversão para MPA

Área do corpo de prova: 0,05 x 0,05 = 0,0025m²


23

Tf Mpa
16,71 65,547648
18,43 72,294624
18,22 71,470864
17,39 68,215056
17,84 69,980256
14,01 54,956468

5.2.4 Resultado

O ensaio tinha como objetivo atingir os 95,2 MPa (resistência da tabela da


norma NBR 7190 1997), Infelizmente não houve o resultado esperado conforme a
norma, uma das possíveis causas é que o armazenamento do lote não era
apropriado, o local onde a amostra foi comprada não demonstrava controle de
qualidade.
24

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O grupo concluiu através deste trabalho teórico e prático a importância do


conhecimento da propriedades da madeira, vimos que a madeira pode ser um
material extremamente resistente, a sua formação biológica demonstra qualidade
para várias finalidades na construção civil.

O ensaio realizado demonstrou que a necessidade de conhecer a resistência


do lote comprado, pois em norma a resistência à compressão chegava a 95,2 MPa,
nossos resultados não chegaram a esse número, dado a importância para
estabelecer o controle de qualidade pois os resultados estão diretamente ligados a
fatores decorrentes da natureza do material e de fatores externos às condições do
ambiente de emprego.
25

REFERÊNCIAS

Norma ​NBR 7190 1997​​ de projeto de estruturas de madeira.

L. A. Falcão Bauer​​, Materiais de Construção, volume 2 edição 5ª, Rio de Janeiro 2008.

Site: ​http://www.ipt.br/informacoes_madeiras/6.htm​ acessado em 13 de Novembro de 2018.

Site: ​https://www.portalsaofrancisco.com.br/biologia/sucupira​ acessado em 13 de novembro


de 2018.

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