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CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA NATUREZA – CIÊNCIAS E

BIOLOGIA, CIÊNCIAS E FÍSICA OU CIÊNCIAS E QUÍMICA

RELATÓRIO DA AULA PRÁTICA: SEPARAÇÃO DE MISTURAS


SUMÁRIO
1 FUNDAMENTOS TEÓRICOS....................................................................................3
1.1 MISTURAS E TÉCNICAS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS....................................3
1.2 TÉCNICAS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS............................................................3
2 OBJETIVOS...............................................................................................................4
3 MATERIAIS E REAGENTES.....................................................................................5
4 MÉTODOS..................................................................................................................5
4.1 DESTILAÇÃO SIMPLES...............................................................................................5
4.2 IMANTAÇÃO, FILTRAÇÃO E VAPORIZAÇÃO.........................................................6
5 RESULTADOS...........................................................................................................6
6 CONCLUSÕES..........................................................................................................9
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...........................................................................10
1 FUNDAMENTOS TEÓRICOS
1.1 MISTURAS E TÉCNICAS DE SEPARAÇÃO DE
MISTURAS
A natureza nos disponibiliza diversas substâncias, quando se juntam essas
substâncias e não ocorre nenhuma reação química entre elas, forma-se misturas.
Se da adição resultar apenas uma fase onde não conseguimos distinguir
nenhuma das substâncias (a olho nú), chama-se de misturas homogêneas, podendo
ser gases, líquidos ou sólidos, conhecido como solução. Se formarem duas ou mais
fases que sejam distinguíveis então a mistura designa-se heterogênea.
Para determinar se uma amostra é realmente uma mistura seja ela
homogênea ou heterogênea, a identificação e analise é uma sequência de testes
baseados nas propriedades que as substâncias apresentam. Essas propriedades
são divididas em três grupos: organolépticas, físicas e químicas.
• Organolépticas: cor, odor, sabor.
• Físicas: ponto de ebulição, ponto de fusão, densidade, calor, solidez.
• Químicas: neutralização, fotólise, solubilidade, pirólise, oxidação redução.
As misturas podem ser separadas nos seus componentes por vários
processos físicos. Estes processos incluem a decantação, filtração, centrifugação,
destilação, imantação, etc. A escolha do processo de separação mais adequado
depende do tipo de mistura, das caraterísticas físico-químicas dos componentes da
mistura e do equipamento disponível.

1.2 TÉCNICAS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS

• Decantação

A decantação descreve-se como um procedimento de separação de misturas


heterogêneas, sendo estas, compostas de duas fases, compreendendo os sólidos e
líquidos, sólidos e gases, líquidos e líquidos, líquidos e gás, que distinguem-se em
seu processo através da densidade e seu tempo de decantação que dá-se por meio
da força gravitacional (UDESC, 2011, p. 43).
Figura 1 – Decantação de solvente manuseando o funil de separação.

Fonte: UDESC, 2011, p. 41.


• Centrifugação

A centrifugação é um procedimento que consiste na utilização da centrífuga


(força de rotação uniforme) ao invés da força gravitacional, para aumentar a
velocidade do processo de decantação. Este constitui-se pela separação de sólidos
em líquidos ou líquidos imiscíveis com distinção de densidade, auxiliando em
secagens, retirada de agregados coloidais, ruptura de emulsões, limpeza de
matérias primas (BASTOS E AFONSO, 2015, p. 753).

Figura 2. Centrífuga.

Fonte: http://www.kasvi.com.br/wp-content/uploads/2015/04/centrifugas.pdf

2 OBJETIVOS
• Estabelecer diferenças entre misturas homogêneas e heterogêneas;
• Utilizar técnicas de separação de misturas;
• Associar as misturas às técnicas de separação;

3 MATERIAIS E REAGENTES
• manta aquecedora
• bico de Bunsen;
• bastão de vidro;
• funil de vidro;
• suporte universal;
• garras e mufas;
• vidrarias para destilação;
• termômetro;
• solução de Sulfato de Cobre (CuSO4);
• proveta de 50mL;
• pipeta graduada de 5mL;
• limalha de ferro;
• pinça de madeira;
• Béquer (250mL e 100mL);
• elevador;
• placa de Petri;
• areia;
• sal de cozinha;
• imã;
• papel de filtro;
• anel para filtro;
• elernmeyer;
• Espátula.

4 MÉTODOS
4.1 DESTILAÇÃO SIMPLES

• Montar um sistema de destilação simples.


• Adicionar aproximadamente 10 pérolas de vidro no balão.
• Introduzir na boca do balão de destilação um funil analítico de haste longa
e transferir aproximadamente 50 mL de solução de sulfato de cobre para o
balão com auxílio do bastão de vidro, será dissolvido na água.
• Posicionar uma rolha de silicone contendo um termômetro digital na boca
do balão.
• Fixar as mangueiras de látex no condensador, a mangueira que ficar na
parte inferior deverá ser fixada na saída da torneira de água e a outra será
colocada dentro da pia.
• Abrir lentamente a entrada da água para o condensador, posicionar um
erlenmeyer na saída do condensador para coletar o material destilado.
• Ligar a placa aquecedora, observar a temperatura do termômetro, chegar
a 100ºC, pois e o ponto de ebulição da água.

4.2 IMANTAÇÃO, FILTRAÇÃO E VAPORIZAÇÃO

• Misturar numa placa petri um pouco de areia, sal e limalha de ferro, após ter
feito isso, pegar o imã e aproximar e observar.
• Transferir a mistura que restou na placa petri (areia e sal) para o béquer com
o auxílio da espátula e adicionar 50 mL de água destilada, utilizando a proveta
para medição precisa. Agitar bem a mistura com o auxílio de um bastão de
vidro e reservar.
• Pegar o filtro de papel, montar um filtro, com o apoio do suporte universal e o
anel o funil estará preso e firme. Colocar o filtro no funil, com o auxílio da
espátula transferir toda mistura obtida no item anterior. Observar e reservar o
material filtrado.
• Fazer a lavagem química da pipeta graduada de 5 mL com a solução filtrada
no item anterior. Medir 3,5 mL do filtrado na pipeta graduada com o auxílio da
pipeta de 3 vias.
• Transferir o volume obtido no item anterior da pipeta graduada para um tubo
de ensaio grande. Com o auxílio de uma pinça de madeira, fixar o tubo de
ensaio nela, aquecer o tubo diretamente na chama do bico de Bunsen, onde a
chama deve estar na zona neutra, a temperatura fica por volta de 300 ºC.

5 RESULTADOS

O sistema para realizar a destilação simples está montando corretamente


(figura 3), após isso abriremos a torneira para que a água encha todo o
condensador, ligaremos a manta aquecedora, onde tem a mistura (cloreto de sulfato
e água), a água entrará em ebulição quando o termômetro aferir 100 ºC (figura 4). A
água ebulirá passar pelo condensador e voltará para seu estado físico e cairá no
erlenmeyer e dentro do balão permanecerá o sulfato de cobre no seu estado sólido
(pérolas).
Figura 3. Sistema de destilação simples

Figura 4. Água ponto de ebulição, 100 ºC.

Observamos que após misturar todas as substâncias (areia, sal e limalha),


temos uma mistura heterogênea (figura5), nesse caso podemos para separar essa
mistura primeiramente utilizar a técnica de separação imantação, onde utilizaremos
o ímã para retirar toda a limalha de ferro da mistura (areia, sal e limalha), ficando
somente a areia e sal. Conforme a figura 6.
Figura 5. Misturando o material

Figura 6. Separação de
Misturas, Técnica
Imantação

Com a separação da limalha de ferro, teremos a mistura areia e sal, que para
separar elas utilizaremos a técnica de separação filtração. Colocar a mistura obtida
no resultado acima, colocar no béquer e adicionar 50 mL de água, com o auxílio do
bastão de vidro, misturar bem (figura 7)

Figura 7. Misturando água, areia e sal

Vamos montar o filtro para dar início ao processo de separação por filtração.
Pegar o papel de vidro e realizar as dobraduras, para que ele fique num formato de
filtro, logo colocaremos ele no funil, com o auxílio do picete, molharemos o filtro para
que ele fixe ao funil. Com o auxílio de uma espátula, jogaremos a mistura dentro do
filtro e observaremos que a água com sal cairá dentro do béquer vazio e a areia
ficara retida no filtro, conforme a figura 8.

Figura 8. Separação por filtração


Pegaremos uma
quantidade de 3.5 mL da
solução obtida após
utilizarmos a técnica de
separação por filtração,
com isso realizaremos a
lavagem química da vidraria, uma pipeta graduada de 5 mL, com o auxílio da pipeta
de 3 vias, vamos fazer a medição da solução figura 9.

Figura 9. Lavagem Química

Continuar vaporização
6 CONCLUSÕES

A realização do experimento foi satisfatória, o objetivo de diferenciar misturas


homogêneas e heterogêneas, mostrar as técnicas de separação e associa – las as
misturas foi alcançado. As misturas obtidas nesse experimento, foi possível utilizar
diferentes métodos de separação: Destilação Simples, Imantação, Filtração e
Vaporização. Ao se escolher o método de separação, deve – se considerar o estado
físico dos constituintes da mistura o número de fase da mistura e as propriedades
das substâncias que compõem a mistura. Conclui – se que o método de separação
deve ser adequada ao tipo de mistura que deseja separar, homogênea ou
heterogênea, sempre buscando a forma mais eficiente, na destilação simples
conseguimos separar a mistura homogênea e obter a solução sulfato de cobre no
seu estado sólido e a água sem o sulfato de cobre, na filtração conseguimos separar
o sólido do líquido, separamos a água da areia, a imantação conseguimos separar o
sólido de outro sólido, mas um deles tem que ser atraído por um ímã, separamos a
limalha de ferro da areia e sal, na vaporização conseguimos separar uma solução
homogênea, onde a água sai do seu estado líquido para o gasoso, logo temos o sal.
Logo conseguimos alcançar todos os objetivos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
https://manualdaquimica.uol.com.br/quimica-geral/metodos-separacao-misturas.htm,
Métodos de Separação de Misturas, Acesso em 23/11/2018

http://cursinhotriu.com.br/wordpress/wp-content/uploads/material/qu
%C3%Admica/IU/aulas/Aula%202%20-%20Separa%C3%A7%C3%A3o%20de
%20Misturas.pdf, Processos de Separação de Misturas, Acesso em 23/11/2018
http://nautilus.fis.uc.pt/cec/teses/andreiapovoa/docs/cap3_metfis-separa.pdf,
Métodos Físicos da Separação, Acesso em 23/11/2018

https://www.fc.up.pt/pessoas/jfgomes/pdf/vol_1_num_1_24_art_mistura.pdf, Mistura,
Acesso em 23/11/2018

Bastos, A. R.; Afonso, J. C. SEPARAÇÃO SÓLIDO-LÍQUIDO: CENTRÍFUGAS E


PAPÉIS DE FILTRO. Química Nova, Vol. 38. No. 5, 749-756, 2015. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/qn/v38n5/0100-4042-qn-38-05-0749.pdf>. Acesso em: 25
de novembro de 2018.

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC. Introdução ao


Laboratório de Química ILQ0001. Joinville – SC, 2011. Disponível em: <
http://www.joinville.udesc.br/portal/professores/edmar/materiais/Apostila_qu_mica_e
xperimental.pdf>. Acesso em: 25 de novembro de 2018.