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Classificação e Codificação de – ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS

Materiais
Prof. Bruno Eduardo

CLASSIFICAÇÃO E CODIFICAÇÃO DE MATERIAIS

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Administração de Material
Inventário

Gestão de Estoque Gestão de Compras Almoxarifado

Cadastro de Recebimento
Cadastro de Materiais Fornecedores
Armazenamento
Previsão de Consumos Compras
Vendas
Fellow-up
Diligenciamento Distribuição

Gestão: ação ou efeito de gerir; administração; mandato político.


Estoque: porção de mercadoria armazenada para uso, venda, etc.; lugar
onde essa mercadoria é armazenada. Na verdade o gestor de estoque está
gerindo os nossos materiais que vão ser utilizados ou vendidos.

PRINCIPAIS TIPOS DE ESTOQUES

• Matéria-prima: materiais básicos e necessários para a produção do pro-


duto acabado. Seu consumo é proporcional ao volume de produção;
• Produtos em Processo: são os materiais que estão sendo utilizados no
processo fabril. Em geral são produtos parcialmente acabados que estão
em algum estágio intermediário de produção;
• Material Acabado: é o produto semiacabado, está pronto para compor o
produto em sua montagem final ou é parte de sua produção;
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• Produto Acabado: está pronto para distribuição, ou seja, encaixotado e


etiquetado, podendo já ter sido, ou não, vendido;
• Peças de Manutenção: têm a mesma importância da matéria-prima, pois
o custo de interrupção da produção é constituído de: mão de obra parada,
equipamento ocioso, prazo de entrega adiado ou perda da venda/enco-
menda, quando não a do cliente;
• Estoque Mínimo ou de Segurança: é a quantidade mínima que deve exis-
tir em estoque, que se destina a cobrir eventuais atrasos no suprimento,
objetivando o funcionamento ininterrupto;
• Estoque de Antecipação: utilizado quando as flutuações de demanda são
significativas, mas relativamente previsíveis.

CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS

1. Demanda

• Dependente ou de Estoque: devem existir em estoque com suprimento


automático, ou seja, deve ser calculado;
• Independente ou de Não Estoque: sua demanda é imprevisível para o
ressuprimento automático, ou seja, deve ser previsto;
• Críticos: reposição específica de um equipamento ou grupo de equipa-
mento, quando estocados serão considerados sobressalentes;
• Perecibilidade: perecíveis, influenciados pelo fator tempo;
• Periculosidade: produtos químicos e gases, oferecendo riscos à segu-
rança;
• Possibilidade de fazer ou comprar: visa determinar quais os materiais
que poderão ser recondicionados, fabricados internamente ou comprados.

2. Tipos de Estocagem

• Permanente: os quais foram aprovados níveis de estoque com parâmetros


de ressuprimento;
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• Temporária: necessitam ficar em estoque durante tempo determinado até


sua utilização.

3. Dificuldade de aquisição

• Fabricação especial;
• Escassez no mercado;
• Sazonalidade;
• Monopólio/tecnologia exclusiva;
• Logística sofisticada;
• Importações.

4. Mercado Fornecedor

• Nacional;
• Estrangeiro.

CODIFICAÇÃO DE MATERIAIS

1. Objetivo:

• Facilitar a comunicação interna;


• Evitar duplicidade de itens;
• Permitir atividades de Gestão;
• Facilitar a padronização de materiais;
• Facilitar controle contábil dos estoques.

2. Princípios

• Grupo (família);
• Classe (materiais pertencentes à família);
• Número identificador (individualização do material);
• Dígito de controle (assegurar confiabilidade);
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3. Tipos de Codificação:

• Codificação decimal: divisão em grupos, subclasse e item. 000.000.000.


• FSC – Federal Supply Classification: criado durante a Segunda Guerra
Mundial a fim de manter controle dos materiais. Composto de 11 dígitos
assim identificados:
NC – Número de Classe: 4 dígitos (os dois primeiros representam o grupo);
NI – Número de Identificação: 7 dígitos sequenciais dentro da classe (os 3
primeiros indicam a unidade/região, os 4 últimos indicam a sequência de
cadastro);
12° dígito: dígito de controle.
• CSSF – Chambre Syndicale de La Sidérurgie Française: emprega 8 dígitos
e considera uma análise mista.
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