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Livros Fiscais Protheus V12

Livros Fiscais

Título do documento
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Conforme artigos 122 e 130 da LEI no. 5.988 de 14 de Dezembro de 1973.

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Livros Fiscais

Sumário

1. Objetivo ...................................................................................................................................................... 4
2. Introdução .................................................................................................................................................. 4
3. Cadastro de Clientes .................................................................................................................................. 4
4. Cadastro de Fornecedores......................................................................................................................... 6
5. Tipos de Entrada e Saída (TES) ................................................................................................................ 8
6. TES Inteligente ........................................................................................................................................... 12
7. Nota Fiscal Manual de Entrada .................................................................................................................. 13
7.1. Tipos de Notas Fiscais ............................................................................................................................... 14
8. Nota Fiscal Manual de Saída ..................................................................................................................... 17
8.1. Tipos de Notas Fiscais ............................................................................................................................... 18
9. Acertos Fiscais ........................................................................................................................................... 20
10. Exceções Fiscais........................................................................................................................................ 21
11. Livros Oficiais ............................................................................................................................................. 22
11.1. Regime Processamento de Dados ............................................................................................................. 22
11.2. Registro de Kardex (modelo 3) ................................................................................................................. 24
11.3. Registro de Inventário (modelo P7) ............................................................................................................ 25
12. ICMS .......................................................................................................................................................... 26
12.1. Apuração do ICMS ..................................................................................................................................... 27
12.2. Registro de Apuração de ICMS – modelo P9............................................................................................. 28
13. IPI ............................................................................................................................................................... 29
13.1. Apuração do IPI.......................................................................................................................................... 30
13.2. Registro de Apuração do IPI – modelo P8 ................................................................................................. 31
14. ISS ............................................................................................................................................................. 32
14.1. Apuração do ISS ........................................................................................................................................ 32
14.2. Registro ISS – modelo 3 ............................................................................................................................ 33
15. Apuração PIS/COFINS............................................................................................................................... 34
16. Nova GIA – Guia de Informação e Apuração do ICMS .............................................................................. 37
17. Instruções Normativas................................................................................................................................ 40

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Título do documento
1. Objetivo
Habilitar o participante nas funcionalidades do ambiente Livros Fiscais, abordando de forma sistemática e prática diversas
funcionalidades, tais como: Movimentações por Nota Fiscal (Entrada e Saída), Apurações, Relatórios, Acertos Fiscais e Arquivos
Magnéticos.

2. Introdução
À medida que aumentam as obrigações nos âmbitos Federais, Estaduais e Municipais, com a entrada em vigor de diversas leis,
cresce proporcionalmente a importância do gerenciamento da carga tributária e a automação dos processos fiscais nas empresas.

Esta gestão fiscal deve garantir um nível de serviço exigido pelos clientes internos e externos da organização, garantindo a
confiabilidade, velocidade e flexibilidade necessárias para a operação da organização, visto que as responsabilidades fiscais são
importantes devido à quantidade de impostos, infinidades de formulários, exceções, cálculos, datas de vencimento e recolhimento,
preenchimento de guias, entre outras, que fazem relevantes às atividades do departamento fiscal.

3. Cadastro de Clientes

Por meio deste cadastro é efetuado todo o controle e manutenção de informações pertinentes aos clientes. O devido preenchimento
deste cadastro é importante para definir o perfil completo do cliente, dados que poderão ser utilizados em outras rotinas do sistema.

Para facilitar o acesso às informações do Cadastro de Clientes, os dados estão agrupados em cinco pastas conforme abaixo:

 Cadastrais: Nesta pasta devem ser informados os dados de identificação do cliente, tais como: código, loja, razão social,
nome fantasia, endereço, Município, Estado, CEP, caixa postal, pessoa (jurídico ou físico), CNPJ/CPF, RG, DDD, DDI,
telefone, e-mail etc.

Principais Campos:
- Código: Código de identificação do cliente.
- Loja: Código identificador de cada uma das unidades (lojas) do cliente.

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Livros Fiscais

- Razão Social: Razão social da empresa.


- N. Fantasia: Nome pelo qual o cliente é conhecido.
- Endereço: Endereço onde está localizado o cliente.
- Estado: Estado onde está localizado o cliente.
- Município: Município onde está localizado o cliente.
- Física/Jurídica: Identifica se o cliente é pessoa física (F) ou jurídica (J).
- Tipo: Identifica o tipo do cliente como sendo consumidor final (F), solidário (S), exportação (X), entre outros.
- CNPJ/CPF: Número do CNPJ ou CPF do cliente.
- Cod. Municip.: Código do Município do cliente.
- Ins. Estatual: Inscrição Estadual do cliente.
- Ins. Municipal: Inscrição Municipal do cliente.
- Pais: País do cliente.

 Adm/Fin: Nesta pasta devem ser informados os dados para controle administrativo/financeiro do cliente, tais como: código
do banco, agência e conta corrente do cliente, natureza financeira, condição de pagamento, maior compra, média de atraso,
maior saldo, número de compras, saldo em duplicatas, saldo em moeda forte (ex.: saldo em dólar), conta contábil (esta
informação é utilizada para integração contábil) etc.

Principal Campo:
- Natureza: Campo utilizado para informar a natureza do título, quando gerado, para o ambiente Financeiro.

 Fiscais: Nesta pasta são digitadas as informações para definição dos impostos que devem ser calculados e recolhidos
por ocasião da saída de materiais para um cliente, de acordo com a legislação vigente.

Principais Campos:
- End. Entrega: Alguns arquivos magnéticos de exigência do fisco Estadual e Federal utilizam a informação do endereço
de entrega do contribuinte como padrão. Portanto, é necessário que esta informação esteja preenchida corretamente.

- Recolhe IRRF: Indica se o recolhimento do IR será feito pelo cliente (1=Sim) ou pelo emitente do documento fiscal
(2=Não).

- Aliq. IRRF: Alíquota para o cálculo do Imposto de Renda Retido na Fonte.

- Tipo Frete: Tipo de frete do cliente C=CIF ou F=FOB.

- Recolhe ISS: Havendo a necessidade de especificar onde deve ser efetuado o recolhimento do ISS, ou seja, caso o
cliente recolha, é por meio deste campo que se origina este procedimento. Atribuindo o seu conteúdo como Sim, entende-
se que a responsabilidade do recolhimento é do cliente.

- C.Atividade: O CNAE – Código da Atividade Econômica – tem como objetivo identificar qual a área de atuação econômica
do cliente. Esta informação é utilizada em algumas obrigações acessórias que são contempladas pelo ambiente Livros
Fiscais.

- Rec INSS: Para que a efetivação de cálculo do INSS seja efetuada nos títulos deste cliente é necessário atribuir este
campo com o conteúdo Sim.

- Grp.Clientes: Grupo de Tributação do cliente.

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Livros Fiscais

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 Vendas: Nesta pasta são definidas as características do cliente relacionadas às vendas, tais como: nome do contato no
cliente, código da transportadora do cliente comumente utilizada, data da primeira compra, data da última compra, utilização
do comércio eletrônico etc.

 Outros: Esta pasta apresenta os dados adicionais do cliente, ou específicos para alguns ambientes.

Saiba Mais

Caso o cliente seja estrangeiro, o campo Estado deverá estar preenchido com EX e o campo Tipo
deverá estar com X=Exportação!

Já para o caso de Substituição Tributária, o Tipo do cliente deverá estar como S=Solidário.

LOCALIZAÇÃO NO MENU: ATUALIZAÇÕES/ CADASTROS/ CLIENTES

4. Cadastro de Fornecedores

Por este cadastro é efetuado todo o controle e manutenção de informações pertinentes aos fornecedores. O devido preenchimento
deste cadastro é importante para definir o perfil completo do fornecedor, dados que poderão ser utilizados em outras rotinas do
sistema.

Para facilitar o acesso às informações do cadastro de fornecedores, os dados estão agrupados em seis pastas conforme abaixo:

 Cadastrais: Nesta pasta devem ser informados os dados de identificação do fornecedor, tais como: código, loja, razão
social, nome fantasia, endereço, Município, Estado, CEP, caixa postal, tipo (jurídico, físico ou outros), CNPJ/CPF, RG,
DDD, DDI, telefone, e-mail etc.

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Livros Fiscais

Principais Campos:
- Código: Código de identificação do fornecedor.
- Loja: Código identificador de cada uma das unidades (lojas) de um fornecedor.
- Razão Social: Razão social da empresa.
- N. Fantasia: Nome pelo qual o fornecedor é conhecido.
- Endereço: Endereço onde está localizado o fornecedor.
- Estado: Estado onde está localizado o fornecedor.
- Município: Município onde está localizado o fornecedor.
- Cod. Municip.: Código do município do fornecedor.
- Tipo: Identifica o tipo do fornecedor como sendo pessoa física (F), jurídica (J) ou outros (X).
- CNPJ/CPF: Número do CNPJ ou CPF do fornecedor.
- Ins. Estatual: Inscrição Estadual do fornecedor.
- Ins. Municipal: Inscrição Municipal do fornecedor.
- País: País do fornecedor.

Saiba Mais

Caso o fornecedor seja estrangeiro, o campo Estado deverá estar preenchido com EX.

 Adm/Fin: Nesta pasta devem ser informados os dados para controle administrativo/financeiro do fornecedor, tais como:
código do banco, agência e conta corrente do fornecedor, natureza financeira, condição de pagamento, maior compra,
média de atraso, maior saldo, número de compras, saldo em duplicatas, saldo em moeda forte (ex.: saldo em dólar), conta
contábil (esta informação é utilizada para integração contábil) etc.

Principal Campo:
- Natureza: Campo utilizado para informar a natureza do título, quando gerado, para o ambiente financeiro.

 Fiscais: Nesta pasta são digitadas as informações para definição dos impostos que devem ser calculados e recolhidos por
ocasião da entrada de materiais de um fornecedor, de acordo com a legislação vigente.

Principais Campos:
- Grp. Tribut: Grupo de tributação do fornecedor.
- Recolhe ISS: Havendo a necessidade de especificar onde deve ser efetuado o recolhimento do ISS, ou seja,
caso o fornecedor recolha, é por meio deste campo que se origina este procedimento. Atribuindo o seu conteúdo
como Sim, entende-se que a responsabilidade do recolhimento é do fornecedor.
- Calc INSS: Para que a efetivação de cálculo do INSS seja efetuada nos títulos deste fornecedor é necessário
atribuir este campo com o conteúdo Sim.
- Calc. IRFF: Define se existe o cálculo do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).

 Compras: Nesta pasta são definidas as características do fornecedor relacionadas às compras, tais como: nome do contato
no fornecedor, código da transportadora do fornecedor comumente utilizada, data da primeira compra, data da última
compra, utilização do comércio eletrônico etc.

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Livros Fiscais

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 Residente Exterior: Nesta pasta são definidos os dados cadastrais do fornecedor (como endereço, telefone, CNPJ, entre
outras), caso seja residente no exterior.

 Outros: Esta pasta apresenta os dados adicionais do fornecedor, ou específicos para alguns ambientes (SIGAEIC,
SIGAEEC, SIGAECO, SIGAEFF, SIGAFIS). Nos ambientes de Importação, Exportação, Contabilidade de Importações e
Financiamento de Importações, esta pasta contém importantes informações para identificação do fornecedor/fabricante e
dados do representante.

LOCALIZAÇÃO NO MENU: ATUALIZAÇÕES/ CADASTROS/ FORNECEDORES

5. Tipos de Entrada e Saída (TES)

No ambiente de Livros Fiscais, assim como em todo o sistema da Linha de Produto Protheus, o Tipo de Entrada e Saída (TES) é
responsável pela correta classificação dos documentos fiscais de entrada e saída registrados no sistema, sendo assim obrigatório
na inclusão destes documentos. Seu preenchimento deve ser efetuado com muito cuidado, pois por meio dele é possível:

 Calcular os tributos pertinentes ao documento registrado (entrada ou saída), bem como, definir sua escrituração nos Livros
Fiscais de ISS, ICMS e IPI (integração com o ambiente SIGAFIS - Livros Fiscais).
 Incluir automaticamente títulos na carteira a receber (vendas/saída) e na carteira a pagar (compras/entradas) (integração
com os ambientes SIGAFAT - Faturamento e SIGACOM - Compras).
 Registrar automaticamente os ativos imobilizados, a partir dos documentos de entrada referentes à compra de ativo fixo
(integração com ambiente Ativo Fixo).
 Controlar a entrada e saída de produtos/valores no estoque (integração com os ambientes: SIGAEST - Estoque e Custos,
SIGAFAT - Faturamento e SIGACOM - Compras), atualizando os custos de entrada e saída.
 Registrar a amarração Cliente x Produto/Equipamentos quando saída de um documento fiscal (integração com o
ambiente SIGATEC - Field Service).
 Agregar despesas ao custo do projeto ou as receitas recebidas no projeto (integração com o ambiente SIGAPMS - Gestão
de Projetos).
 Calcular os tributos relacionados aos documentos de transporte e, quando necessário, calcular os impostos pertinentes ao
frete do autônomo (integração com o ambiente SIGATMS - Gestão de Transportes).
 Calcular impostos variáveis relativos à tributação específica, como por exemplo, impostos localizados.

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Livros Fiscais

Para facilitar o acesso às informações do cadastro de tipos de entrada e saída, os dados do mesmo estão agrupados em três pastas
conforme abaixo:

 Adm/Fin/Custo: Nesta pasta são definidas informações para identificação do TES e dados para integração com Financeiro
e Estoque/Custos.

Principais Campos:
- Cód. do Tipo: código do tipo de entrada/saída (deve seguir a seguinte regra: <= 500 para tipos de entrada e >
500 para tipos de saída).
- Tipo do TES: identifica o tipo: entrada (E) ou saída (S).
- Cred. ICMS: Este campo determina se nas movimentações de entrada com incidência de ICMS, o valor do
imposto deverá gerar direito ao crédito, sendo seu efeito visualizado nos Livros Fiscais e na Apuração do ICMS.
- Credita IPI: Neste campo, é informado se a empresa tem direito ao crédito do IPI na entrada. Para os documentos
de entrada seu preenchimento (Sim) influencia diretamente no crédito do imposto. Já para os documentos de
saída, este é necessário para o destaque do imposto por parte do emitente.
- Gera Dupl.: Este campo determina se a movimentação efetuada com o TES cadastrado irá gerar ou não
duplicatas no momento da emissão dos documentos fiscais.
- Atu. Estoque: Identifica se deve ou não atualizar os saldos em estoque do produto.
- Poder Terc.: Identifica se a entrada ou saída refere-se a uma movimentação de produtos de terceiros e determina
se trata de remessa ou devolução (campo utilizado para o controle de saldos de/em terceiros).
- Atual. Ativo: Este campo indica se o Ativo Imobilizado deve ser atualizado quando for efetuada a entrada de um
documento fiscal. O bem lançado por meio do documento fiscal será considerado como bem do ativo fixo,
disponibilizando todas as movimentações pertinentes.
- Crd. ICMS ST: Este campo determina se nas movimentações de entrada com incidência de ICMS Substituição
Tributária, o valor do imposto deverá gerar direito ao crédito, sendo seu efeito visualizado nos Livros Fiscais e na
Apuração do ICMS (parte do ICMS Substituição Tributária), podendo ser:
 Credita: o valor calculado será tratado como Crédito no movimento, tanto para movimentos de entrada
quanto para movimentos de saída.
 Retido ST: o valor calculado será retido sempre, sendo lançado como crédito em movimentos de entrada
e como débito em movimentos de saída.
 Debita: o valor calculado será tratado como Débito no movimento, tanto para movimentos de entrada
quanto para movimentos de saída.
 Subst. Trib.: o valor calculado é tratado como Subst. Tributária, não sendo creditado e nem debitado na
apuração do ICMS ST. Este valor não será apresentado como retido no Regime de Processamento de
Dados, (P1, P1A, P2 e P2A), no Registro de Apuração de ICMS (P9) e nem como débito/crédito na
Apuração de ICMS ST.

 Impostos: Nesta pasta são informados os dados que determinam como serão calculados os tributos para os documentos
de entrada e de saída, bem como, eles serão tributados nos Livros Fiscais.

Principais Campos:

- Calcula ICMS: Neste campo, é informado se há incidência de ICMS no documento de entrada ou saída. Para os
documentos de entrada. Seu preenchimento (Sim) influencia diretamente no crédito do imposto. Já para os
documentos de saída, este campo é necessário para o destaque do imposto.

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Livros Fiscais

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- Calcula IPI: Por esta configuração é possível informar se há incidência de IPI no documento de entrada ou saída.
Caso afirmativo, o sistema calcula o IPI respectivo e atualiza o crédito do imposto nos Livros Fiscais se o campo
Credita IPI estiver definido como Sim. Exemplo:
 S – Sim, que calcula o IPI respectivo da operação.
 N – Não, não há o cálculo do IPI na operação.
 R – Comerciante não atacadista.

- Cod. Fiscal: Este campo é utilizado para informar qual o Código Fiscal de Operação e Prestação (CFOP). Tal
código define se a movimentação é de entrada ou saída, sua origem/destino (operações com o mesmo Estado,
com outros Estados ou com outros Países) e também qual o tipo de operação efetuada.
- Txt. Padrão: Texto de identificação do TES.
- L. Fisc. ICMS: Por meio deste campo é possível definir em que colunas do livro fiscal serão distribuídos os
valores referentes ao ICMS do documento de entrada ou saída. Para tanto, é possível efetuar a configuração da
seguinte forma:
 T - Tributada, quando se tratar de documento de entrada que configure o crédito do imposto. Já
documentos de saída são classificados na coluna Tributada sempre que houver destaque de ICMS.
 I - Isento, quando a operação for isenta / imune ao imposto, ou tiver redução na base de cálculo.
 O - Outras, quando há incidência de ICMS, mas o mesmo não dá direito de crédito ao contribuinte, quando
se tratar de documentos de entrada, ou o ICMS não deve ser destacado, quando se tratar de documentos
de saída.
 N - Não, quando não há incidência de ICMS.
 Z - Zerado, utilizada quando existe a necessidade de registrar nos Livros Fiscais o valor contábil da nota
fiscal, mas sem o cálculo do imposto.
 B – Observação, utilizado no livro fiscal com valor contábil como desconto na coluna de observações.

- L. Fisc. IPI: Por meio deste campo é possível definir em que colunas do livro fiscal serão distribuídos os valores
referentes ao IPI do documento de entrada ou saída. Para tanto, é possível efetuar a configuração da seguinte
forma:
 T - Tributada, quando se tratar de documento de entrada que configure o crédito do imposto. Já
documentos de saída são classificados na coluna Tributada sempre que houver destaque de IPI.
 I - Isento, quando a operação for isenta / imune ao imposto, ou tiver redução na base de cálculo.
 O - Outras, quando há incidência de IPI, mas o mesmo não dá direito de crédito ao contribuinte, quando
se tratar de documentos de entrada, ou o IPI não deve ser destacado, quando se tratar de documentos
de saída.
 N - Não, quando não há incidência de IPI.
 Z - IPI Zerado, utilizada quando existe a necessidade de registrar nos Livros Fiscais o valor contábil da
nota fiscal, mas sem o cálculo do imposto.
 P - Vl.IPI Outros ICMS, quando o valor do IPI for escriturado na coluna Outras do ICMS.

- Destaca IPI: Destaca IPI na nota fiscal (Sim ou Não).


- IPI na Base: Indica se o IPI incide na base de cálculo do ICMS. Esta é uma situação definida em lei, aplicada
quando se comercializa mercadorias com destino ao consumidor final, ou seja, não haverá outra operação
tributada (Sim, Não ou Consumidor Final).
- Calc. Dif. ICM: Este cálculo é aplicado à compra de mercadorias para uso, consumo e ativo fixo oriundas de
outro Estado. A diferença do ICMS é calculada pela alíquota interna do Estado aplicada ao produto, com a alíquota
destacada da nota fiscal (Sim ou Não).
- Cálculo ISS: Este campo indica se deve ser calculado o valor do ISS (Imposto sobre Serviço) para recolhimento.
O cálculo será efetuado conforme a alíquota definida no parâmetro MV_ALIQISS ou pelo Cadastro do Produto
(campo Aliq. ISS) se a alíquota for específica para o produto.

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Livros Fiscais

- L.Fisc. ISS: Por este campo é possível definir em que colunas do livro fiscal serão distribuídos os valores
referentes ao ISS do documento de entrada ou saída. Para tanto, é possível efetuar a configuração da seguinte
forma:
 T - Tributada, quando se tratar de documento de entrada que configure o crédito do imposto. Já
documentos de saída são classificados na coluna Tributada sempre que houver destaque de ISS.
 I - Isento, quando a operação for isenta / imune ao imposto, ou tiver redução na base de cálculo.
 O - Outras, quando há incidência de ISS, mas o mesmo não dá direito de crédito ao contribuinte, quando
se tratar de documentos de entrada, ou o ISS não deve ser destacado, quando se tratar de documentos
de saída.
 N – Não calcula, quando o ISS não deve ser lançado no livro fiscal.

- Mat.Consumo: Este campo indica se o TES é para movimentações com materiais de uso e consumo (Sim, Não
ou Outros).
- Agrega Valor: O campo Agrega Valor tem por objetivo alterar a forma padrão que o sistema trata o valor da
mercadoria e o ICMS nas notas fiscais de entrada e saída. O preenchimento se dá da seguinte forma:
 S - O valor da mercadoria será agregado ao total do documento.
 N - O valor da mercadoria não será agregado ao total do documento.
 I - O valor da mercadoria não contém o valor do ICMS, portanto, o valor do ICMS e da mercadoria serão
agregados ao total do documento.
 A - O valor da mercadoria não contém o valor do ICMS, mas somente o valor da mercadoria será
agregado ao total do documento. Note que a base de cálculo do ICMS sofrerá a incorporação do valor
do ICMS.
 B - O valor da mercadoria não contém o valor do ICMS, portanto, o valor do ICMS e da mercadoria serão
agregados ao total do documento. Este agregador de valor não calcula nenhum imposto, mantendo-se o
que for informado pelo usuário ou transmitido por outro sistema.
 C - O valor da mercadoria não contém o valor do ICMS, mas somente o valor da mercadoria será
agregado ao total do documento. Note que a base de cálculo do ICMS sofrerá a incorporação do valor
do ICMS. Este agregador de valor não calcula nenhum imposto, mantendo-se o que for informado pelo
usuário ou transmitido por outro sistema.
 D - Deduz o valor do ICMS, no caso de redução de base de cálculo, do valor da duplicata. Note que o
valor contábil é alterado.
Atenção! A dedução do ICMS será subtraída na base do IPI, PIS e COFINS.
 E - Deduz o valor do ICMS embutido no valor da mercadoria.
 F - Deduz o valor da mercadoria do valor da duplicata.
 G - O valor a ser lançado na duplicata deverá ser somente o valor de ICMS do documento fiscal
 H – Somente o valor do ICMS Retido será agregado ao total do documento fiscal.

- Agrega Solid: Este campo é utilizado para definir se o valor do ICMS solidário (Substituição Tributária) é
agregado ao total do documento de entrada ou saída. O preenchimento será da seguinte forma:
 S - Agrega o valor do ICMS solidário no total da Nota Fiscal.
 N - O valor do ICMS solidário não está agregado ao total da nota fiscal, e não deve ser pago ao
fornecedor.
 A - O valor do ICMS solidário não está destacado no documento fiscal, porém está embutido no valor da
mercadoria.
 D - O valor do ICMS solidário deve ser deduzido do valor da duplicata a pagar e não deve ser incorporado
ao valor contábil do documento.

- L.Fisc. CIAP: Este campo indica se a movimentação irá gerar lançamentos no CIAP (Controle de Crédito do
ICMS do Ativo Permanente).
- Utiliza Selo: Este campo indica se a movimentação obriga a utilização de selos de controle, os quais devem ser
lançados para cada item do documento fiscal. A utilização dos selos de controle pode ser configurada para os

Versão 1.0 11
Livros Fiscais

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documentos de venda e compra, de remessa e devolução, outros movimentos ou, também, para indicar que a
movimentação não deve utilizar o selo de controle.
- Marg. Solid: Indica qual a forma de considerar a aplicação da margem de lucro do ICMS retido, permitindo
sobrepor as configurações normais das situações em que a margem será aplicada. Opções:
 1 - Nunca aplica a margem de lucro informada do ICMS retido a base de cálculo.
 2 - Aplica conforme a configuração do sistema (padrão).
 3 - Sempre aplica a margem de lucro informada do ICMS retido na base de cálculo.

- Sit. Trib. ICM: Informar o código da Tributação do ICMS.


- Sit. Trib. IPI: Informar o código da Tributação do IPI.
- PIS/COFINS: Informar se a operação haverá incidência de PIS, Cofins ou ambos.
- Cred. PIS/COF: deve ser preenchido com opção Debita nas operações de saídas tributáveis, Credita nas
operações de entradas geradoras de crédito, Calcula nas operações de alíquota zero e Não Calcula para
operações isentas, não incidentes, com suspensão da Contribuição.

 Outros: Esta pasta apresenta dados adicionais do cadastro de TES (Tipos de Entradas e Saídas) ou específicos para
alguns ambientes (Exemplo: frete autônomo, SIGATMS - Gestão de Transportes).

Principais Campos
- Sit. Trib. PIS e Sit. Trib. COF: Informe o CST de PIS e Cofins. Estes campos possuem pesquisa padrão e irão
listar os CSTs das tabelas 4.3.3 e 4.3.4 da Receita Federal. Lembrando que para as TES de saídas, os códigos
informados deverão ser do 01 até o 49, e para TES de entrada, do código 50 ao 98.
- Cod. BC. Cred.: neste campo deve ser informado o código que consta na tabela 4.3.7 da Receita Federal para
as operações de entrada. Lembrando que existe a relação do CFOP com código da Base do Cálculo de Crédito
disponível pela Receita Federal.

LOCALIZAÇÃO NO MENU: ATUALIZAÇÕES/ CADASTROS/ TIPO ENTRADA E SAÍDA

6. TES Inteligente

Esta opção permite a criação de regras para sugestão do TES nas rotinas de Pedido de Compras, Documento de Entrada,
Orçamento de Venda, Pedido de Venda e Documento de Saída.
A regra deve ser definida a partir do Tipo de Operação (Tabela DJ) que identifica o tipo de movimentação do material (exemplo:
Venda, Simples Remessa, Empréstimo e Consignação) e o associará ao TES que deverá ser sugerido.

Além da amarração do Tipo de Operação e os códigos de TES (Entrada e Saída), a definição do TES Inteligente pode especificar
as seguintes restrições para aplicação:

 Código do Cliente e Código do Fornecedor (permite restringir a aplicação do TES por Fornecedor e/ou Cliente).
 Produto (restringe a aplicação do TES ao produto).
 Grupo de Tributação (esta restrição refere-se ao Grupo de Tributação relativo à Exceção Fiscal e não ao Grupo de Produtos
ou Grupo de Clientes/Fornecedores).
As rotinas de Pedido de Compras, Documento de Entrada, Orçamento de Venda, Pedido de Venda e Documento de Saída irão
apresentar o campo virtual Tipo de Operação para informação do Tipo de Movimentação que atualizará o campo de TES, por meio
de gatilhos.

12 Versão 1.0
Livros Fiscais

Principais campos:
 Tp. Operação: Código do Tipo de Operação ou movimentação do material (Tabela genérica DJ).
 TES Entrada: TES padrão sugerido na entrada de materiais.
 TES Saída: TES padrão sugerido na saída de materiais.
 Cliente: Código do cliente, complementado pelo código da loja. Se preenchido, restringe a regra ao cliente informado.
 Loja Cliente: Código da loja do cliente. Se preenchido, restringe a regra ao cliente.
 Fornecedor: Código do fornecedor, complementado pelo código da loja. Se preenchido, restringe a regra ao fornecedor
informado.
 Loja Forn.: Código da loja do fornecedor. Se preenchido, restringe a regra ao fornecedor e loja informados.
 Estado: Unidade federativa. Se preenchido restringe, a regra a UF informada.
 Grupo trib.: Grupo de tributação fiscal do Cliente ou Fornecedor utilizado no tratamento de exceções fiscais. Se preenchido,
a regra se restringe ao grupo de tributação informado.
 Produto: Código do produto. Se preenchido, a regra se restringe ao produto informado.
 Grp. Tr. Prod.: Grupo de tributação fiscal do Produto utilizado no tratamento de exceções fiscais. Se preenchido, a regra
restringe ao grupo de tributação informado.

LOCALIZAÇÃO NO MENU: ATUALIZAÇÕES/ CADASTROS/ TES INTELIGENTE

7. Nota Fiscal Manual de Entrada

A liberação é feita através da transação da Nota Fiscal de Entrada onde o material já recebido é classificado. Este processo
consiste na confirmação dos valores do recebimento, na informação das tributações aplicadas e dos dados contábeis financeiros.
Caso o sistema não esteja integrado com o Módulo de Estoque/ Custos ou Compras, deve-se utilizar esta opção para registrar a
entrada de materiais na empresa, não executando lançamentos automáticos para Financeiro e Estoques.

Nesta transação são informados o tipo da nota, série, data de emissão, fornecedor, produto, quantidade, valores do
recebimento e tributações aplicadas.

O tipo da nota direciona a digitação dos dados, sendo digitado no cabeçalho das notas.
N - Nota Normal
D - Devolução
C - Complemento de Preço / Conhecimento Transporte
I - Complemento de ICMS
P - Complemento de IPI
B - Beneficiamento

Versão 1.0 13
Livros Fiscais

Título do documento

LOCALIZAÇÃO NO MENU: ATUALIZAÇÕES/ MOVIMENTOS/ NOTA FISCAL MANUAL DE ENTRADA

7.1. Tipos de Notas Fiscais

NORMAL
O lançamento de uma nota normal dentro do Módulo de Livros Fiscais segue uma forma prática e fácil. Porém, este procedimento
não faz os lançamentos para Financeiro, Contábil e Estoque, gerando somente os livros fiscais.

DEVOLUÇÃO DE VENDAS
A nota de devolução é emitida toda vez que uma nota fiscal é emitida e por algum motivo deve retornar à empresa.
Há três formas possíveis de se anular uma venda:

14 Versão 1.0
Livros Fiscais

A simples exclusão de uma nota digitada incorretamente. Esta opção é feita em tela própria e estorna todas as atualizações
procedidas em sua implantação (atualização do estoque, do pedido, da carteira de títulos, do livro fiscal e dos lançamentos
contábeis), mas não ocorre no Módulo de Livros Fiscais.

O cliente não chegou a receber a mercadoria. Neste caso, volta a própria nota emitida e o emitente tem que fazer uma Nota
de Entrada. Esta nota leva o código fiscal “199” e, desde que haja uma autorização do Posto Fiscal, ela pode ser impressa no
próprio documento usado para vendas. Entra-se com os dados pelo programa “Nota Fiscal de Entrada” (MATA100) através de um
tipo de nota “D”, informando-se o número da nota fiscal original a cada item. Assim, as quantidades serão gravadas e o valor
devolvido.

O cliente recebeu a mercadoria e fez uma devolução com sua própria nota. Tratamento semelhante ao anterior, porém o
código fiscal é “X3X”. Não são emitidas as notas de entrada nem tratados os títulos.

COMPLEMENTO DE PREÇO/CONHECIMENTO DE TRANSPORTE


Basicamente a única diferença da nota normal está nos campos “Quantidade”, “Peso Líquido” e “Peso Bruto”, que devem ser
iguais a zero. Para tanto, o “Tipo” da nota deve ser “C”.
COMPLEMENTO DE ICMS
Este caso surge quando a alíquota ou valor do ICMS da nota for menor que o devido. A nota deve conter o código do(s)
produto(s), e no pé da nota, a alíquota e o valor da diferença do ICMS. Não gera duplicata, mas no caso de entrada, há necessidade
de se alterar o custo, desde que tenha direito a crédito. No livro será considerado o conteúdo dos campos "Livros Fiscais ICM"
(F4_ICM) e o valor do IPI nunca será calculado.

Para cálculo do custo, somente será considerado se for definido “CreditaICMS S/N" no TES como “Sim”.

Procedimentos:

Tipo da Nota deve ser “I”, código do produto igual ao original, quantidade e valor para cálculo. O valor de ICMS é informado no
próprio campo. Também deve ser informado o número da nota fiscal original. Assim:

1 . O valor do ICMS sempre será o valor da nota fiscal, independente da definição da pergunta “Calcula ICM (S/N)” do TES (Tipo
de Entrada/ Saída);
2 . No livro fiscal, o valor do ICMS sempre estará na coluna de Tributado, independente da definição da pergunta “Livro Fiscal
ICM” do TES;
3 . O valor do IPI não será calculado.

COMPLEMENTO DE PREÇO/CONHECIMENTO DE TRANSPORTE


Basicamente a única diferença da nota normal está nos campos “Quantidade”, “Peso Líquido” e “Peso Bruto”, que devem ser
iguais a zero. Para tanto, o “Tipo” da nota deve ser “C”.

COMPLEMENTO DE ICMS
Este caso surge quando a alíquota ou valor do ICMS da nota for menor que o devido. A nota deve conter o código do(s)
produto(s), e no pé da nota, a alíquota e o valor da diferença do ICMS. Não gera duplicata, mas no caso de entrada, há necessidade
de se alterar o custo, desde que tenha direito a crédito. No livro será considerado o conteúdo dos campos "Livros Fiscais ICM"
(F4_ICM) e o valor do IPI nunca será calculado.
Para cálculo do custo, somente será considerado se for definido “Credita ICMS S/N" no TES como “Sim”.

Versão 1.0 15
Livros Fiscais

Título do documento
Procedimentos:

Tipo da Nota deve ser “I”, código do produto igual ao original, quantidade e valor para cálculo. O valor de ICMS é informado no
próprio campo. Também deve ser informado o número da nota fiscal original. Assim:

1 . O valor do ICMS sempre será o valor da nota fiscal, independente da definição da pergunta “Calcula ICM (S/N)” do TES (Tipo
de Entrada/ Saída);
2 . No livro fiscal, o valor do ICMS sempre estará na coluna de Tributado, independente da definição da pergunta “Livro Fiscal
ICM” do TES;.

3 . O valor do IPI não será calculado.

COMPLEMENTO DE IPI
Distingue-se do ICMS, pois a diferença é cobrada. Este caso, surge quando alíquota ou o valor do IPI da nota for menor que o
devido. A nota deve conter o código do(s) produto(s), e no pé da nota, a alíquota e o valor da diferença do IPI. Gera duplicata
e no caso da entrada, há necessidade de se alterar o custo, desde que tenha direito a crédito. No livro é apresentado apenas o
valor do IPI e o valor contábil. A base é zerada. O valor do ICMS será calculado se o campo “IPI na base” estiver “Sim”.
Para cálculo do custo, somente será considerado se for definido “Credita IPI S/N” no TES como “Sim”.

Procedimento:

Tipo da Nota deve ser “I”, código do produto igual ao original, quantidade e valor para cálculo. O valor de ICMS deve ser informado
nos campos VLR. UNIT. e VLR TOTAL. Assim:
1 . O valor do IPI sempre será o valor da nota fiscal independente do TES (Tipo de Entrada e Saída - Calcula IPI (S/N)).

2 . No Livro Fiscal (SF3), o valor do IPI sempre estará na coluna de Tributado, independente do TES (Tipo de Entrada e Saída -
Livro Fiscal IPI)

3 . Somente será calculado o ICMS, se o TES (Tipo de Entrada e Saída) estiver com Incide IPI na Base = “SIM” (F4_INCIDE),
caso contrário, o ICMS não será calculado.

BENEFICIAMENTO
Este tipo de lançamento do Módulo de Livros Fiscais difere do conceito utilizado nos outros módulos. Esta opção permite ao usuário
lançar diretamente nos livros fiscais determinadas notas, informando na coluna de observações a referida nota fiscal original
desta transação.
Este tipo de lançamento não efetua os lançamentos automáticos para estoques.

FRETE/SEGURO/DESPESAS ACESSÓRIAS
O frete pode ser cobrado na nota. O seu valor é digitado. O ICMS é tributado pela maior alíquota da nota. O IPI é tributado por
uma alíquota proporcional aos pesos dos itens da nota. Caso não exista o peso, o cálculo é proporcional ao valor. O crédito
do ICMS e IPI é dependente dos TES dos produtos.
Na entrada pode ainda haver o caso da Nota de Conhecimento, ou seja, o frete será cobrado pela transportadora. Uma alternativa
é simplesmente lançar esta nota em despesa. Mesmo assim, ela sai no livro fiscal.
Conhecimento de Frete dentro do Estado de São Paulo não é valido como documento fiscal. Desta forma, ao final do mês, deve ser
emitida uma nota fiscal de entrada pelo tomador de serviços com crédito de ICMS de base reduzida de 80% e na “Apuração de
ICMS” deve ser estornado o imposto.
Conhecimento de Frete fora do Estado é reconhecido como documento fiscal e dele, recupera-se ICMS, sem redução de base.

16 Versão 1.0
Livros Fiscais

Para coluna ICM ou IPI, deve-se informar no TES para onde vai a parte não tributada, “I’ ou “O”.

IMPORTAÇÃO
A importação se diferencia de uma entrada normal pelo fato de que a alíquota do ICMS é de 18%, o código fiscal começa com “3”
e o custo tem uma série de outros componentes a serem agregados (alfândega, diferença cambial, imposto de importação), os
quais devem entrar como complemento de preço.

8. Nota Fiscal Manual de Saída

Caso o Módulo de Livros Fiscais não esteja integrado com o Módulo de Faturamento, deve-se utilizar esta opção para registrar os
impostos das saídas de materiais da empresa, não executando os lançamentos automáticos para Financeiro e Estoque.
Nesta transação são informados o tipo da nota, série, data de emissão, cliente, produto, quantidade, valores e tributações
aplicadas.
O tipo da nota direciona a digitação dos dados, sendo gravado no cabeçalho das notas.
N - Nota Normal
D - Devolução
C - Complemento de Preço / Conhecimento Transporte
I - Complemento de ICMS
P - Complemento de IPI
B - Beneficiamento

Porém, para as notas de saída, teremos alguns tratamentos especiais, para que seus valores sejam devidamente
abordados e alocados nos Livros Fiscais.

LOCALIZAÇÃO NO MENU: ATUALIZAÇÕES/ MOVIMENTOS/ NOTA FISCAL MANUAL DE SAÍDA

Versão 1.0 17
Livros Fiscais

Título do documento
8.1. Tipos de Notas Fiscais

NORMAL
O lançamento de uma nota normal dentro do Módulo de Livros Fiscais segue uma forma prática e fácil, porém, este procedimento
não faz os lançamentos para Financeiro, Contábil e Estoque, gerando somente os livros fiscais.

DEVOLUÇÃO DE COMPRA
A nota de devolução é emitida toda vez que uma nota fiscal é emitida e por algum motivo deve retornar à empresa.
Há duas formas possíveis de se anular uma venda:

1) A simples exclusão de uma nota digitada incorretamente. Esta opção é feita em tela própria e estorna todas as atualizações
procedidas em sua implantação (atualização do estoque, do pedido, da carteira de títulos, do livro fiscal e dos lançamentos
contábeis), mas não ocorre no Módulo de Livros Fiscais.

2) O cliente recebeu a mercadoria e fez uma devolução com sua própria nota. Tratamento semelhante ao anterior, porém
o código fiscal é “X3X”. Não são emitidas as notas de entrada nem tratados os títulos.

COMPLEMENTO DE PREÇO/CONHECIMENTO DE TRANSPORTE


Basicamente a única diferença da nota normal está nos campos “Quantidade”, “Peso Líquido” e “Peso Bruto”, que devem ser
iguais a zero. Para tanto, o “Tipo” da nota deve ser “C”.

COMPLEMENTO DE ICMS
Este caso surge quando a alíquota ou valor do ICMS da nota for menor que o devido. A nota deve conter o código do(s)
produto(s), e no pé da nota, a alíquota e o valor da diferença do ICMS. Não gera duplicata, mas no caso de entrada, há necessidade
de se alterar o custo, desde que tenha direito a crédito. No livro será considerado o conteúdo dos campos "Livros Fiscais ICM"
(F4_ICM) e o valor do IPI nunca será calculado.
Para cálculo do custo, somente será considerado se for definido “Credita ICMS S/N" no TES como “Sim”.

Procedimentos:

Tipo da Nota deve ser “I”, código do produto igual ao original, quantidade e valor para cálculo. O valor de ICMS é informado no
próprio campo. Também deve ser informado o número da nota fiscal original. Assim:

1 . O valor do ICMS sempre será o valor da nota fiscal, independente da definição da pergunta “Calcula ICM (S/N)” do TES (Tipo
de Entrada/ Saída);
2 . No livro fiscal, o valor do ICMS sempre estará na coluna de Tributado, independente da definição da pergunta “Livro Fiscal
ICM” do TES;

3 . O valor do IPI não será calculado.

COMPLEMENTO DE PREÇO/CONHECIMENTO DE TRANSPORTE


Basicamente a única diferença da nota normal está nos campos “Quantidade”, “Peso Líquido” e “Peso Bruto”, que devem ser
iguais a zero. Para tanto, o “Tipo” da nota deve ser “C”.

18 Versão 1.0
Livros Fiscais

COMPLEMENTO DE ICMS
Este caso surge quando a alíquota ou valor do ICMS da nota for menor que o devido. A nota deve conter o código do(s)
produto(s), e no pé da nota, a alíquota e o valor da diferença do ICMS. Não gera duplicata, mas no caso de entrada, há necessidade
de se alterar o custo, desde que tenha direito a crédito. No livro será considerado o conteúdo dos campos "Livros Fiscais ICM"
(F4_ICM) e o valor do IPI nunca será calculado.
Para cálculo do custo, somente será considerado se for definido “Credita ICMS S/N" no TES como “Sim”.

Procedimentos:

Tipo da Nota deve ser “I”, código do produto igual ao original, quantidade e valor para cálculo. O valor de ICMS é informado no
próprio campo. Também deve ser informado o número da nota fiscal original. Assim:

1 . O valor do ICMS sempre será o valor da nota fiscal, independente da definição da pergunta “Calcula ICM (S/N)” do TES (Tipo
de Entrada/ Saída);
2 . No livro fiscal, o valor do ICMS sempre estará na coluna de Tributado, independente da definição da pergunta “Livro Fiscal
ICM” do TES;
3 . O valor do IPI não será calculado.

COMPLEMENTO DE PREÇO/CONHECIMENTO DE TRANSPORTE


Basicamente a única diferença da nota normal está nos campos “Quantidade”, “Peso Líquido” e “Peso Bruto”, que devem ser
iguais a zero. Para tanto, o “Tipo” da nota deve ser “C”.

COMPLEMENTO DE ICMS
Este caso surge quando a alíquota ou valor do ICMS da nota for menor que o devido. A nota deve conter o código do(s)
produto(s), e no pé da nota, a alíquota e o valor da diferença do ICMS. Não gera duplicata, mas no caso de entrada, há necessidade
de se alterar o custo, desde que tenha direito a crédito. No livro será considerado o conteúdo dos campos "Livros Fiscais ICM"
(F4_ICM) e o valor do IPI nunca será calculado.
Para cálculo do custo, somente será considerado se for definido “Credita ICMS S/N" no TES como “Sim”.

Procedimentos:

Tipo da Nota deve ser “I”, código do produto igual ao original, quantidade e valor para cálculo. O valor de ICMS é informado no
próprio campo. Também deve ser informado o número da nota fiscal original. Assim:

1 . O valor do ICMS sempre será o valor da nota fiscal, independente da definição da pergunta “Calcula ICM (S/N)” do TES (Tipo
de Entrada/ Saída);
2 . No livro fiscal, o valor do ICMS sempre estará na coluna de Tributado, independente da definição da pergunta “Livro Fiscal
ICM” do TES;

3 . O valor do IPI não será calculado.

COMPLEMENTO DE IPI
Distingue-se do ICMS, pois a diferença é cobrada. Este caso, surge quando alíquota ou o valor do IPI da nota for menor que o
devido. A nota deve conter o código do(s) produto(s), e no pé da nota, a alíquota e o valor da diferença do IPI. Gera duplicata
e no caso da entrada, há necessidade de se alterar o custo, desde que tenha direito a crédito. No livro é apresentado apenas o
valor do IPI e o valor contábil. A base é zerada. O valor do ICMS será calculado se o campo “IPI na base” estiver “Sim”.
Para cálculo do custo, somente será considerado se for definido “Credita IPI S/N” no TES como “Sim”.

Versão 1.0 19
Livros Fiscais

Título do documento
Procedimento:

Tipo da Nota deve ser “I”, código do produto igual ao original, quantidade e valor para cálculo. O valor de ICMS deve ser informado
nos campos VLR. UNIT. e VLR TOTAL. Assim:
1 . O valor do IPI sempre será o valor da nota fiscal independente do TES (Tipo de Entrada e Saída - Calcula IPI (S/N)).

2 . No Livro Fiscal (SF3), o valor do IPI sempre estará na coluna de Tributado, independente do TES (Tipo de Entrada e Saída -
Livro Fiscal IPI)

3 . Somente será calculado o ICMS, se o TES (Tipo de Entrada e Saída) estiver com Incide IPI na Base = “SIM” (F4_INCIDE),
caso contrário, o ICMS não será calculado.

BENEFICIAMENTO
Este tipo de lançamento do Módulo de Livros Fiscais difere do conceito utilizado nos outros módulos. Esta opção permite ao usuário
lançar direta- mente nos livros fiscais determinadas notas, informando na coluna de observações a referida nota fiscal original
desta transação.
Este tipo de lançamento não efetua os lançamentos automáticos para estoques.

FRETE/SEGURO/DESPESAS ACESSÓRIAS
O frete pode ser cobrado na nota. O seu valor é digitado. O ICMS é tributado pela maior alíquota da nota. O IPI é tributado por
uma alíquota proporcional aos pesos dos itens da nota. Caso não exista o peso, o cálculo é proporcional ao valor. O crédito
do ICMS e IPI é dependente dos TES dos produtos.
Na entrada pode ainda haver o caso da Nota de Conhecimento, ou seja, o frete será cobrado pela transportadora. Uma alternativa
é simplesmente lançar esta nota em despesa. Mesmo assim, ela sai no livro fiscal.
Conhecimento de Frete dentro do Estado de São Paulo não é valido como documento fiscal. Desta forma, ao final do mês, deve ser
emitida uma nota fiscal de entrada pelo tomador de serviços com crédito de ICMS de base reduzida de 80% e na “Apuração de
ICMS” deve ser estornado o imposto.
Conhecimento de Frete fora do Estado é reconhecido como documento fiscal e dele, recupera-se ICMS, sem redução de base.
Para coluna ICM ou IPI, deve-se informar no TES para onde vai a parte não tributada, “I’ ou “O”.

9. Acertos Fiscais

Essa rotina tem como finalidade efetuar ajustes nos Livros Fiscais. Esses ajustes estão condicionados exclusivamente à tabela de
livros fiscais e, normalmente, sua utilização deve ser efetuada pelo responsável da área tributária fiscal da empresa, visando
minimizar ajustes que possam acarretar a incompatibilidade de informações pertinentes às diversas obrigações acessórias, e que o
contribuinte deva apresentar ao FISCO.

A rotina de Acertos Fiscais permite que, em caso de inconsistências no fechamento dos livros fiscais, seja possível corrigi-los e,
posteriormente, acertar os arquivos.

Caso ocorram diferenças nos registros por ocasião do fechamento dos livros fiscais, é possível corrigi-los através desta
movimentação. Esta opção só deve ser utilizada em casos de urgência na entrega dos livros fiscais.

Ao realizar o acerto fiscal, a correção afeta diretamente os registros que contêm as colunas do livro fiscal, os valores, códigos
fiscais e alíquotas.

20 Versão 1.0
Livros Fiscais

Como Realizar Acerto Fiscal

1. Selecione as seguintes opções: Miscelânea > Acertos > Acertos Fiscais;

2. Posicione sobre a Nota Fiscal de Entrada XXXXXX, com CFO igual “1101”;

3. Clique na opção “Alterar”.


O Sistema apresentará todos os campos que poderão sofrer “Alteração”.

4. No campo “Perm. Reproc.?” , informe “N=Não”;

5. Clique sobre o campo “Vlr. Contábil” e altere para “R$ 1.000,00”;

6. Confira os dados e confirme o “Acerto Fiscal”.

10. Exceções Fiscais

Esta opção do Protheus tem por objetivo tratar as situações de tributação de ICMS que fogem à regra geral. As exceções no
tratamento fiscal podem ser determinadas pelas Unidades da Federação (UF) e/ou tipo de cliente, se revendedor, produtor etc., e
referem-se a um produto ou a um grupo de produtos. Pode ser usado o caracter “*” no campo “Estado” no Arquivo de Grupos de
Tributação (SF7) para generalizar a aplicação da exceção a todos os Estados ou a todos os tipos de clientes.
Exemplo:
Determinado produto tem tributação normal de ICMS, desde que não seja vendido a revendedor, caso contrário, será tributado em 12%,
independente do Estado destino. Assim, cada caso de exceção fiscal, avaliado e classificado, deve ser cadastrado no sistema.
Os casos existentes pertencerão a “grupos de tributação”, que devem ser previa- mente cadastrados no Módulo Configurador, tabela
21. Estes grupos devem ser indicados no cadastramento da exceção fiscal.

Para incluir Exceções Fiscais:

1. No menu principal, selecione as opções “Atualizações” + “Cadastros” +“Exec. Fiscais”;


O sistema apresenta a tela browse com as exceções já cadastradas.

2. Selecione a opção “Incluir” e preencha os campos conforme descrição a seguir:

Grupo: Informe o grupo de tributação, que identifica as exceções, previamente cadastrado no Módulo Configurador.

Versão 1.0 21
Livros Fiscais

Título do documento

Sequência: Informe o número sequencial dos estados que possuem exceção fiscal. O número seguinte deve obedecer uma
sequência 01,02, e assim por diante.

Estado: Selecione o estado a que se aplica a exceção. Tecla [F3] disponível para consultar a Tabela de Estados (UF).

Tipo: Este campo deve classificar o tipo do cliente, podendo ser:


* Todos

F C o n s u m i d o r Final

L P r o d u t o r Rural

R Revendedor

SSolidário

X Importação

Alíq. Interna: Informe a alíquota de imposto a ser aplicada quando a venda for realizada no mesmo Estado (UF) do emitente.

Alíq. Externa: Informe a alíquota de imposto a ser aplicada quando a venda for realizada em Estado (UF) distinto do Estado do
emitente.

Margem de Lucro: Informe o percentual de margem de lucro presumida quando utilizado o grupo de tributação.

Alíq. ICMS Dest.: Informe a alíquota de ICMS no Estado (UF) do Destinatário. Caso o campo permaneça em branco, sem
preenchimento, a alíquota assumida será a determinada para o Estado, conforme Parâmetro MV_ESTICM.

Grp. Cli./For.: Informe o código atribuído a clientes ou fornecedores que pertençam a exceção fiscal cadastrada, lançado no próprio
cadastro de clientes ou fornecedores.

ISS?: Selecione a opção “Sim” caso a exceção deva recolher o ISS - Imposto Sobre Serviço, ou “Não”, caso contrário.

3. Preenchidos os campos, confira-os e clique no botão “Ok” para confirmar a inclusão da fórmula.

11. Livros Oficiais

11.1. Regime Processamento de Dados

Este relatório permite a emissão dos lançamentos de entrada e saída realizados no período, para as empresas que possuem
permissão de emissão via regime eletrônico e processamento de dados, sendo útil na conferência dos dados a serem gerados
eletronicamente.

Por meio desse relatório é possível emitir os cinco modelos disponíveis, exigidos legalmente:

• Entradas P1 e P1A.
• Saídas P2 e P2A.
• Simples.

22 Versão 1.0
Livros Fiscais

O livro Registro de Entradas, modelo P1 ou P1-A destina-se à escrituração da entrada a qualquer título de mercadoria no
estabelecimento ou de serviço por esse tomado.

O livro Registro de Saídas modelo P2 ou P2-A destina-se à escrituração da saída de mercadoria a qualquer título ou da prestação
de serviço.

Como a exigência desses livros está vinculada a Legislação Estadual e poderão existir algumas particularidades quanto ao
demonstrativo apresentado no término dos mesmos. Por exemplo, para o Estado de São Paulo, o demonstrativo é o resumo das
operações e prestações, com detalhamento por código fiscal.

Como emitir o Livro Regime de Processamento de Dados

1. Selecione as seguintes opções: Relatórios > Livros Oficiais > Regime de Processamento de
Dados

2. Clique na opção “Parâmetros” e informe os dados a seguir:


A partir da Data: 01//XX/XXXX.
Até a Data: 32/XX/XXXX.
Imprime Modelo: Entradas P1.
Imprime: Livros e Termos.
Número Livro: 01.
Nro. Pagina Inicial: 1.
Qtd. Páginas/Feixe: 499.
Considera Lacuna: Sim.
Apuração ICMS: Mensal.
Apuração IPI: Mensal.
Livro Selecionado: *
Destaca Notas Serviço: Sim.
Imp. Retido Coluna: Observações.
Considera CIAP: Sim.
Valor CIAP coluna: Imp. Creditado.
Totaliza Res. Estado: Sim.
Lista Nf Origem: Sim.
Processa Filiais: Sim.
Filial de: 01.
Filial ate: 99.
Operações a Imprimir: Totalidade.
Artigo para impressão: Artigo 25
Seleciona Filiais: Não.

Versão 1.0 23
Livros Fiscais

Título do documento

11.2. Registro de Kardex (modelo 3)

O Registro de Kardex recebe o nome oficial de “Registro de Controle da Produção e do Estoque - Modelo 3”.

Este livro fiscal destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento,
correspondentes às entradas e saídas, à produção e às quantidades referentes aos estoques de mercadorias.

Os lançamentos serão feitos operação a operação, e será utilizada uma folha para cada espécie, marca, tipo e modelo de
mercadoria, sendo lançados em quadros e colunas próprias.

Como emitir o Regime de Kardex

1. Selecione as seguintes opções: Relatórios > Livros Oficiais > Regime Kardex

2. Clique na opção “Parâmetros” e informe os dados a seguir:

24 Versão 1.0
Livros Fiscais

11.3. Registro de Inventário (modelo P7)

Identifica mercadorias, matérias-primas, produtos intermediários, materiais de embalagem, produtos manufaturados e produtos em
fabricação existentes no estabelecimento na época do balanço.

Como emitir o Registro de Inventário

1. Selecione as seguintes opções: Relatórios > Livros Oficiais > Registro de Inventário

2. Clique na opção “Parâmetros” e informe os dados a seguir:


Saldo em Processo: Não
Saldo em Poder 3º: Não
Armazém Inicial: 01
Armazém Final: 99
Produto Inicial: <branco>
Produto Final: ZZZZZZZZZZZZZZZ
Produtos Sem Movim.: Sim
Prods.c/Saldo Neg.: Sim
Prods.c/Saldo Zera.: Sim
Página Inicial: 1
Qtd Páginas/Feixes: 499
Número do Livro: 01
Data de Fechamento: 31/12/XXXX
Quanto a Descrição: Normal
Lista Custo Zerado: Sim
Lista Custo: Médio
Verif Sld Processo: Data de Emissão
Quanto a quebra por alíquota: Não quebrar
Lista MOD em Processo: Não
Seleciona Filiais: Não
Quebrar por Sit. Tributária: Não
Gerar Arq. Exportação: Não
Arquivo Exp. Sped Fiscal:

Versão 1.0 25
Livros Fiscais

Título do documento

12. ICMS

O ICMS trata do Imposto cobrado sobre a Circulação de Mercadorias sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e
Intermunicipal e de Comunicações. O regulamento do imposto está disponível no Decreto 45490/2000 - RICMSSP/2000.
O ICMS foi implantado no Brasil através da Lei nº. 6.374/89, e faz parte da Constituição Federal de 1988, art. 155, inciso I,
§ 2º.

FATO GERADOR

O ICMS tem como fato gerador, ou seja, a ocorrência do fato onde seja necessária sua aplicação, a operação relativa à circulação
de mercadoria ou à prestação de serviço de transporte interestadual ou intermunicipal ou de comunicação, ainda que a operação
ou a prestação se inicie no exterior.
O fato gerador ocorre quando há:

1. Saída de mercadoria de estabelecimento industrial, comercial, produtor agropecuário, gerador de energia, extrator de
minerais;
2. Recebimento de mercadoria estrangeira;
3. Prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal: Rodo- viário, Aquaviário e Ferroviário;
4. Prestação de serviço de comunicação: telefone, telex, fac símile, videotexto etc.;
5. Uso, consumo, integração no ativo fixo de mercadoria adquirida para comercialização, ou industrializada pelo próprio
estabelecimento;
6. Entrada de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo, oriunda de outra unidade da federação;

26 Versão 1.0
Livros Fiscais

7. Utilização de serviço iniciado em outra unidade da federação, não relacionado com operações ou prestações
alcançadas pela incidência do imposto.
8. Transmissão de propriedade de mercadoria que não transitar pelo estabelecimento transmitente.

Algumas observações devem ser levadas em consideração com relação à cobrança de ICMS:

 ICMS para serviços de transporte é pago ao estado de origem da prestação de serviços;


 Sobre o ICMS de importação, a arrecadação será para o estado destino da mercadoria;
 Compra de mercadoria de outro estado para consumo ou ativo imobiliza- do a diferença de alíquota é paga no Estado
destino;

Para o recolhimento do ICMS, será considerado contribuinte qualquer pessoa Física ou Jurídica que pratica com habitualidade a
atividade de transferência de mercadoria. Salvo em caso de importação que o ICMS será sempre recolhido.

12.1. Apuração do ICMS

A Apuração do ICMS é destinada a anotar os totais dos valores contábeis e dos valores fiscais relativos ao Imposto sobre circulação
de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de Comunicação (ICMS) das operações
de entrada e de saída e das prestações recebidas e realizadas, extravios dos livros próprios e agrupados segundo o CFOP. Através
desta funcionalidade é possível identificar qual o Valor do Imposto a ser pago ao FISCO ou utilizado como crédito nas próximas
apurações do ICMS.

Os débitos e créditos fiscais, a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de informação e às guias de recolhimento do
imposto também serão registrados.

O Protheus permite a apuração dos impostos referente ao período selecionado tendo os campos abertos para a digitação de outros
débitos e outros créditos, como também os estornos de débitos e créditos.

A rotina de apuração de ICMS tem a função de calcular todos os impostos gerados pela emissão de notas fiscais de saídas e
recebimentos de materiais via notas fiscais de entradas, bem como os créditos de CIAP referentes à venda de ativos fixos.

Versão 1.0 27
Livros Fiscais

Título do documento
Como Gerar Apuração do ICMS

1. Altere a “data do sistema” para a o “último dia do mês”;

2. Selecione as seguintes opções: Miscelâneas > Apurações > Apuração de ICMS;

O sistema apresentará uma tela “descritiva do programa de apuração de ICMS”.

3. Clique na opção “Parâmetros” e informe os dados a seguir:

12.2. Registro de Apuração de ICMS – modelo P9

O Registro de apuração do ICMS - modelo 9, destina-se a anotar os totais dos valores contábeis e dos valores fiscais, relativos ao
imposto sobre circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação
(ICMS) das operações de entrada e saída e das prestações recebidas e realizadas, extravios dos livros próprios e agrupados,
segundo o CFOP.

Serão registrados, também, os débitos e créditos fiscais, a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de informação e às
guias de recolhimento do imposto.

28 Versão 1.0
Livros Fiscais

A escrituração do livro deverá ser feita ao final do período de apuração do imposto.

13. IPI

IPI trata-se do Imposto sobre Produtos Industrializados. O regulamento do imposto está disponível no RIPI - Regulamento do IPI e
no CDC - Código de Defesa do Consumidor.
Foi implantado no Brasil através da Lei nº. 1.502/64, e faz parte da Constituição Federal de 1988, art. 153, inciso IV, § 3º. Foi
aprovado através do Decreto Lei nº. 87.981/82.

FATOR GERADOR

O IPI tem como fato gerador, ou seja, a ocorrência do fato onde seja necessária sua aplicação, a operação relativa à produção
das mercadorias.
O fato gerador ocorre quando:

1. Saída de mercadoria para vendas;


2. Desembaraço aduaneiro de mercadoria estrangeira;
3. Entre estabelecimentos do mesmo titular, é utilizado a Transferência, e não venda;
4. Estabelecimento equiparado à indústria: nos casos de importadores que derem saída dos produtos estrangeiros deve
recolher o IPI duas vezes e, portanto, credita-se do IPI na entrada e debita-se do IPI na saída. Estabelecimentos
atacadistas também estão sujeitos ao IPI.

Estabelecimento equiparado à indústria por opção:

a) Matérias-primas compradas para fabricação, porém podem ser comercializadas e vendidas como se a empresa fosse
comparada industrial, com destaque de IPI. Porém, o produto da sua produção seria como indústria.

Versão 1.0 29
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b) equipara-se à indústria também a empresa que vende ferramentas de uso de sua produção.

13.1. Apuração do IPI

A Apuração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) tem a finalidade de apresentar os totais valores contábeis e
valores fiscais das operações de entrada e saída, no que diz respeito aos valores e CFOPs que indiquem movimentação com
IPI. Também serão apresentados os débitos e créditos do imposto, bem como os saldos apurados no período, em forma de
resumo conforme legislação pertinente. Através dessa funcionalidade, é possível identificar qual o valor do imposto a ser pago ao
FISCO ou utilizado como crédito nas próximas apurações do IPI.

Como Gerar Apuração do IPI

1. Altere a “data do sistema” para a o “último dia do mês”;


2. Selecione as seguintes opções: Miscelâneas > Apurações > Apuração de IPI;
O sistema apresentará uma tela “descritiva do programa de apuração de IPI”.
3. Clique na opção “Parâmetros” e informe os dados a seguir:

30 Versão 1.0
Livros Fiscais

13.2. Registro de Apuração do IPI – modelo P8

O livro Registro de Apuração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), modelo 8, tem a finalidade de apresentar os totais
dos valores contábeis e dos valores fiscais das operações de entrada e saída, no que diz respeito aos valores e CFOPs e que
indiquem movimentação com IPI.
Também serão apresentados os débitos e créditos do imposto, bem como os saldos apurados no período.

Versão 1.0 31
Livros Fiscais

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14. ISS

O ISS - Imposto Sobre Serviços, foi implementado no Brasil através da Emenda Constitucional nº. 18 de 1º de dezembro de 1965.
As normas estão disponíveis no Ato Complementar nº. 36/67, no Código Tributário Nacional, sendo que o Decreto-Lei nº. 406/68
estabelece as atividades que incidem o ISS. Faz parte da Constituição Federal de 88, art. 156, que trata da Competência Municipal
da Cobrança do ISS.
Portanto, observamos que o imposto referido varia de município a município, em cada Estado brasileiro.

FATO GERADOR
O ISS tem como fato gerador, ou seja, a ocorrência do fato onde seja necessária sua aplicação, a operação relativa à prestação de
serviços de qualquer natureza, não compreendidos no campo de incidência de ICMS, definidos em lei complementar.
O ISS não incide sobre as prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, que se acham
sujeitos à incidência do ICMS.
Assim, para a concretização da hipótese de incidência do ISS, é necessário:
a) a efetiva prestação do serviço;
b) autonomia no exercício da atividade;
c) finalidade lucrativa;
d) é irrelevante que o prestador de serviço tenha ou não estabelecimento fixo;
e) o ISS é devido independentemente de o contribuinte cumprir exigências legais, regulamentares ou administrativas,
atinentes à atividade exercida.

O prestador de serviços é a pessoa que vende o seu trabalho. Por outro lado, empregados, pessoas que prestam serviços sob
vínculo empregatício, trabalhadores avulsos, membros de conselho consultivo da empresa, diretores, não estão sujeitos ao ISS.
Contribuinte do ISS é o prestador de serviço.
Assim, prestação de serviço é a operação realizada por pessoa física ou jurídica, mediante contraprestação, a título oneroso, de
transferência de bens materiais.

14.1. Apuração do ISS


A apuração do ISS (Imposto sobre Serviços) trata as movimentações de prestação de serviços ocorridas em período selecionado
e dentro dos padrões estabelecidos por lei em cada município. Informa os movimentos econômicos tributáveis, os movimentos
isentos (ou não tributáveis) e os serviços executados por terceiros com retenção do imposto, apresentando um resumo por alíquotas.

32 Versão 1.0
Livros Fiscais

Como Gerar Apuração do ISS

1. Altere a “data do sistema” para a o “último dia do mês”;


2. Selecione as seguintes opções: Miscelâneas > Apurações > ISS;
O sistema apresentará uma tela “descritiva do programa de apuração de ISS”.
3. Clique na opção “Parâmetros” e informe os dados a seguir:

Mês de Apuração?: XX <Mês apuração>


Ano de Apuração ?: XXXX <Ano atual>
Livro Selecionado?: *
Apuração?: Mensal
Período?: Primeiro
Arquivo do Período Anterior?: <branco>
Moeda do Título? Moeda 1
Gera Título?: Sim
Exibir Lançamentos Contábeis?: Não
Considera Filiais Abaixo?: Não
Da Filial?: <branco>
Até a Filial?: ZZZZZZ
Gera Guia de Recolhimento ?: Não
Utiliza Tabela Progressiva ?: Não

Confira os dados, confirme os “Parâmetros” e a “Geração da Apuração do ISS”;


O sistema apresentará uma tela contendo os “Valores Apurados do ISS”.
Confira os dados e confirme a “Geração da Apuração do ISS”.

14.2. Registro ISS – modelo 3

Informa os movimentos econômicos, tributáveis, isentos e serviços executados por terceiros com retenção de impostos. Apresenta
resumo por alíquotas no rodapé.

Gera prestação de serviços ocorrido em um período selecionado, dentro dos padrões estabelecidos por lei em cada município.

Versão 1.0 33
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15. Apuração PIS/COFINS

Os recolhimentos relacionados ao PIS – Programa de Integração Social e COFINS – Contribuição para o Financiamento da
Seguridade Social são baseados no faturamento da empresa.
Através da rotina Apuração PIS/COFINS, é possível verificar as operações que tiveram incidência do PIS/COFINS dentro de um
determinado período e de forma detalhada, visando à validação e conferência das mesmas.
O Ambiente de Livros Fiscais verifica as notas fiscais que possuam os CFO’s correspondentes, pré-determinados nos parâmetros,
soma os totais das notas fiscais de saídas e aplica sobre esta somatória às taxas correspondentes a cada um dos recolhimentos.
Após o cálculo, o sistema gera automaticamente, mediante parametrização da apuração, os títulos no Contas a Pagar do Ambiente
Financeiro, caso exista a integração.

34 Versão 1.0
Livros Fiscais

Como Gerar Apuração do PIS/COFINS

1. Altere a “data do sistema” para a o “último dia do mês”;


2. Selecione as seguintes opções: Miscelâneas > Apurações > PIS/COFINS
O sistema apresentará uma tela “descritiva do programa de apuração de PIS/COFINS”.
3. Clique na opção “Parâmetros” e informe os dados a seguir:

Gera: ? Ambos
Considera da data ? 01/01/XX
Até a data ? 31/12/XX
Contabiliza on line ? Não
Mostra lanc contab ? Não
Prefixo (PIS) PIS
Número (PIS) 000001
Vencimento (PIS) XX/XX/XX
Prefixo (COFINS) COF
Número (COFINS) 000001
Vencimento (COFINS) XX/XX/XX
Arq.Período Anter.?
Gera títulos ? Sim
Considera filiais ? Não
Livro Selecionado ? *
Apuração Lucro Presumido? Não
Vl.saldo credor PIS ? 0
Vl.saldo credor COFINS ? 0
Diferimento - Org.Publ ? Não

Versão 1.0 35
Livros Fiscais

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Como Emitir Relatório de Apuração do PIS/COFINS

1. Selecione as seguintes opções: Relatórios > List Conferência > Relat. PIS/COFINS;

O sistema apresentará uma tela “descritiva do programa de apuração de PIS/COFINS”.

2. Clique na opção “Parâmetros” e informe os dados a seguir:

Pis/Cofins/Ambos Ambos
Data Inicial ? 01/01/XX
Data Final ? 31/12/XX
Analítico/Sintético ? Analítico
Livro Selecionado ? *
Processa Filiais? Não
Da Filial ?
Até Filial ? zz
Total por dia? Sim
Detalha CFOP ? Sim
Resume as Notas Fiscais ? Não

36 Versão 1.0
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16. Nova GIA – Guia de Informação e Apuração do ICMS

Esta rotina gera arquivo pré-formatado para importação da Declaração e Apuração do ICMS (GIA - Guia de Informação e Apuração
do ICMS).

O sistema trata exclusivamente as informações referentes às notas fiscais, relativas às mercadorias que tenham saído ou entrado
no estabelecimento.

A Nova GIA é o instrumento pelo qual o contribuinte inscrito e obrigado à escrituração de livros fiscais deve declarar, no prazo
regulamentar às seguintes informações econômico-fiscais, segundo o regime de apuração do imposto a que estiver submetido, ou
conforme as operações ou prestações realizadas no período:

 Os valores das operações e prestações realizadas, separadas por CFOP;


 O valor do imposto a recolher ou o saldo credor a ser transportado para o período seguinte;
 O valor do imposto retido e demais informações relativas a operações e prestações sujeitas ao regime de substituição
tributária, no que se refere ao sujeito passivo por substituição;
 Informações relativas às saídas de produtos industrializados de origem nacional, com destino à Zona Franca de Manaus
(ZFM) e às Áreas de Livre Comércio (ALC);
 Os valores relativos a operações e prestações realizadas por Unidade da Federação (UF).

Versão 1.0 37
Livros Fiscais

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Como Gerar a Nova GIA

1. Selecione as seguintes opções: Miscelânea > Arq. Magnéticos > Nova GIA – Cat 46/00;

2. Clique na opção “Parâmetros” e informe os dados a seguir:

Data Inicial ? 01/XX/XX


Data Final ? 31/XX/XX
Tipo de GIA ? Normal
GIA com Movimento ? Sim
GIA Transmitida ? Não
Saldo Credor - ST ? 0
Regime Tributário ? RPA
Mês de Referência ? XX <atual>
Ano de Referência ? XXXX <atual>
Mês Ref. Inicial ? XX <atual>
Ano Ref. Inicial ? XXXX <atual>
Livro Selecionado ? *
ICMS Fix.p/ período ? 0,00
Arquivo Destino ? NOVAGIA
Versão do Validador ? 0770
Versão do Layout ? 0207
Drive Destino ? C:\
Filial De ?
Filial Até ? zz

38 Versão 1.0
Livros Fiscais

Como Emitir o Relatório Nova GIA

1. Selecione as seguintes opções: Relatórios > List. Conferência > GIA Conferência;

2. Clique na opção “Parâmetros” e informe os dados a seguir:

Data Inicial ? 01/01/XX


Data Final ? 01/12/XX
Tipo de GIA ? Normal
GIA com Movimento ? Sim
GIA Transmitida ? Não
Saldo Credor - ST ? 0
Regime Tributário ? RPA
Mês de Referência ? <atual>
Ano de Referência ? <atual>
Mês Ref. Inicial ? <atual>
Ano Ref. Inicial ? <atual>
Livro Selecionado ? *
ICMS Fix.p/ período ? 0,00
Versão do Validador ? 0770
Versão do Layout ? 0207
Filial De ?
Filial Até ? zz

Versão 1.0 39
Livros Fiscais

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17. Instruções Normativas

A rotina - Instruções Normativas - disponibiliza, de forma genérica, a opção de gerar diversos arquivos pré-formatados das
movimentações fiscais para entrega aos órgãos competentes municipais, estaduais e federais, atendendo aos layouts
disponibilizados pelas mesmas.

Como Gerar o Arquivo de Instruções Normativas

1. Selecione as seguintes opções: Miscelânea > Arq. Magnéticos > Instr. Normativas;

2. Clique na opção “Parâmetros” e informe os dados a seguir:

Data Inicial ? 01/XX/XX


Data Final ? 31/XX/XX
Instr.Normativa ? DES_NFS
Arq.Destino ? Normativa
Diretório ? c:\
Seleciona filiais ? Não

3. Confira os dados, confirme os parâmetros, e a geração das Instruções Normativas.

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