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As Dimensões do Espírito Imortal


e o Plano Espiritual

Vamos ler o livro Agenda Cristã e os cristãos.


Manter suprema fidelidade a Deus, cuidar dos próprios desejos entendo aos superiores
desígnios, humilhar-se para a mão do Senhor, para que a mão do Senhor seja exaltado; dar a
si mesmo, renunciar com alegria em benefício dos outros, retirar lucros eternos de perdas
temporárias, trabalhar na construção do reino divino, esperar quando outros desesperem,
penetrar o templo do silêncio em meio do vozerio, guardar a fé acima da tormenta de dúvidas,
calar a tempo de modo a não ferir, falar com proveito, ouvir o Divino amigo em plena solidão,
servir sem recompensa, suportar com valor a própria cruz, sofrer aprendendo e aproveitando,
amar sem exigências, ajudar em segredo, semear com Cristo desapegando- nos dos
resultados, encontrar irmãos em toda parte, cultivar o prazer de ser útil, discernir o justo valor
das causas e das coisas, santificar o mal, aparar com sinceridade os que erram, perdoar
quantas vezes for necessário, superar os obstáculos, conservar a jovialidade a doçura,
sustentara o bom ânimo, desprender-se dos enganos do mundo antes que o mundo nos
desengane, perseverar no bem até o fim.

Momento de oração:
Vamos elevar o pensamento a Jesus, rogar a Ele que nos abençoe a todos.
Mestre, abençoe-nos senhor, neste momento que iniciamos mais uma série de estudos, ampara-
nos para que sejamos instrumentos úteis dos Espíritos superiores, para trazer reflexões de modo que
nós possamos entender como funcionam as leis divinas, e com isso cumpri-las desenvolvendo as
virtudes, sê conosco Senhor, para que possamos realmente, e seguir esse caminho Libertador, que
nos traz a verdadeira felicidade, sê conosco hoje e sempre gratos por tudo.
Começamos hoje uma série de estudos que denominamos estudo reflexivo das dimensões do
Espírito Imortal, o primeiro termo aqui nós trabalharemos, é o plano existencial e as quatro
dimensões do Espírito Imortal, esse tema, ele está sendo extraído do livro Eu, Espírito Imortal, do
Espírito Honório, e nós teremos também, extraindo das obras de André Luiz especialmente, Philomeno
de Miranda, Yvonne Pereira, Emmanuel, Joanna De Ângelis, a ideia de nós fazermos um estudo
reflexivo das obras complementares, nós terminamos o nosso último encontro, o estudo reflexivo das
obras básicas e do Evangelho de Jesus, e agora vamos fazer esse estudo reflexivo, especialmente
com as obras complementares da lavra mediúnica dos Médiuns brasileiros especialmente, de
Francisco Cândido Xavier, Ivone Pereira, Divaldo Franco, Raul Teixeira e outros.
Objetivo deste encontro de hoje e refletir sobre o que é o plano existencial, e as quatro dimensões
do Espírito Imortal, saber, sentir, fazer e ser.

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Breve meditação:
Vamos inicialmente meditar sobre o plano existencial, feche os olhos entre em contato com você
mesmo em essência, buscando sentir-se um Espírito imortal filho de Deus, aprendiz da vida.
Que ideia você faz do plano existencial, que todo Espírito traz ao reencarnar no mundo?
Como é sua relação com esse plano existencial?
Deixe os seus pensamentos e sentimentos fluírem, evitando qualquer mascaramento no processo
de auto ganho.
Seja verdadeiro verdadeira com você analisando-se com autenticidade.
Gradualmente vamos voltando estado de vigília para reflexão doutrinária.
Mateus Capítulo 16, Versículo 24; Jesus diz aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim
renuncie-se a si mesmo tome sobre si a sua cruz e siga-me. Nós temos neste versículo uma
orientação do Cristo a respeito do plano existencial, Jesus oferece um símbolo muito significativo que
é o símbolo da Cruz, observado de forma teológico dogmática, essa cruz, é a cruz literal de madeira
que se coloca pretensamente nos ombros, e a pessoa carrega essa cruz com muito sofrimento, com
muita lástima, e algo muito pesado,- a minha cruz é muito sofrida dizem as pessoas, numa visão muito
pequena, muito distanciada da proposta do jugo suave, do fardo leve, que Ele próprio nos ensinou,
quando Ele ensina que o Julgo que ele veio nos ensinar é suave fardo leve. Então essa visão teológico
dogmática de que a cruz é algo pesado que nós temos que carregar a vida inteira, que faz parte da
nossa vida aqui na Terra, é uma visão deturpada do ensinamento do Cristo, porque ele não poderia
se contradizer, um Espírito Crístico que é um Espírito puro, numa evolução que nós nem imaginamos
como seria essa evolução, Ele não se contradiz, Ele não iria propor aqui, em Mateus 16: 24 algo
diferente que Ele propõe e Mateus 11, 28, 29, 30, quando ele fala: Vinde a mim todos vós que
estais aflitos e sobrecarregados E eu vos aliviarei tomai sobre vós o meu jugo e aprendei
comigo que sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para vossa alma,
porque suave o meu jugo é leve e o meu fardo, seria incongruente ele propõe algo, que depois fala
que a coisa é pesada; então vejamos que nós temos uma visão ainda muito medieval, muito
dogmática, que não se coaduna com a proposta do Cristo, primeiro ele fala de renúncia, a maioria de
nós ainda vê a renúncia como algo também pesado, que nós vamos precisar de abrir mão das coisas
do mundo para de forma muito dolorosa, pesarosa, seguir a orientação do Cristo, também uma visão
deturpada. Nós não precisamos fugir do mundo, mas o convite é renunciar aos prazeres e corpos dos
Prazeres negócios são nocivos ao Espírito imortal, os prazeres que nos ajudam a nos tornarmos
melhores, são os prazeres essenciais, são os prazeres que auxilia o Espírito a se tornar um Espírito
mais harmonizado, mais equilibrado, então uma renúncia assim, as questões mais grosseiras da vida
e nós vamos ver na orientação do Honório a respeito do ser, da dimensão do ser, é imprescindível
para o equilíbrio emocional que nós aceitemos esse convite convocação de Jesus, para renunciar as
questões egóica, somente a partir dessa renúncia é que nós vamos carregar a cruz com suavidade e
leveza, como é a proposta do Cristo então vejamos qual é o significado profundo da Cruz, a cruz é um
símbolo do plano existencial que é composto de duas traves, a trave vertical o propósito existencial, e
a trave horizontal o programa existencial, o convite da vida é que nós carregamos essa Cruz que
temos desde o instante do nosso Nascimento, até o nosso desencarne, aliás desde antes da
concepção, quando nós vamos ver, e depois na concepção, nascimento até a nossa desencarnação,
é o convite para levar a cruz, mas que nada tem de pesado, de sofrido de algo pesaroso; eu tenho
que fazer, eu tenho que agir assim, porque senão... não existe isso, não existe lei de obrigação, não
existe nenhum movimento que obrigue o Espírito a realizar o seu plano existencial, o que existe
sempre é um convite, nós vamos ver Isso numa orientação do ministro Clarêncio, de Nosso Lar um
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dos ministros do auxílio que André Luiz revela no livro (Nosso Lar), no livro (Entre a terra e o céu) no
capítulo 2, Clarêncio fala do plano existencial, nós vamos iniciar as nossas reflexões sobre o plano
com essa instrução do ministro Clarêncio, é um texto que ele André Luiz aborda o atendimento de
uma jovem de 15 anos, e aí Clarêncio vai estabelecer todo um trabalho auxílio dessa jovem, e o livro
(Entre a Terra e o céu) livros sugeneres, que aborda toda essa questão, a partir de uma oração de
uma jovem, todo uma série de atendimentos, todo um trabalho na crosta é feito, e André Luiz
juntamente com Hilário e Clarêncio, fazem parte dessa equipe de atendimento. Vejamos a fala de
Clarêncio: numa sala ampla, aliás aqui André Luiz, narrando o fato numa sala ampla em que número
as entidades trabalhavam solícitas Clarêncio recebeu da jovem pequeno gráfico que passou a
examinar cauteloso, em seguida comentou espontâneo, ainda agora falávamos de responsabilidade
eis um fato que nos ilustra os conceitos, e que lei Clarêncio está falando aqui? Lei de responsabilidade,
ele começa já falando da lei de responsabilidade, e que virtude? Temos uma lei de responsabilidade
temos uma lei de responsabilidade e temos uma virtude de responsabilidade.
Exibindo documento que trazia nas mãos, explicou: temos aqui uma oração comovedora que
superou as linhas vibratórias comuns do plano de matéria mais densa, parte de uma devotada
servidora que se ausentou de nossa cidade espiritual a precisamente 15 anos terrestres, para
determinadas tarefas na reencarnação, conseguiu porém desassistida, permanece sob nossa
orientação, o nascimento e o renascimento no mundo sobre o ponto de vista físico, jazem
confiados a leis biológicas e cuja execução se incumbe inteligências especializadas com tudo,
em suas características morais subordinam-se a certos ascendentes do Espírito.
Então aqui Clarêncio fala de uma oração comovedora, para quem nunca leu a obra, a jovem de 15
anos faz uma oração muito sentida pedindo ajuda da sua mãe, só que a sua mãe naquele momento
a mãe desencarnada estava na condição de uma obsessora, da própria madrasta dela naquele
momento, só que a oração dela foi tão sentida e tão intensa, que Clarêncio coloca aqui, que ela
superou as linhas vibratórias comuns do plano de matéria mais densa; E aí chegou até Nosso Lar de
onde a menina tinha saído, essa moça tinha saído há 15 anos antes para reencarnação, e na oração
dela captada pelos servidores de Nosso Lar especialista no assunto, levaram a oração em forma de
um documento para Clarêncio, a petição, ao pedido de socorro da moça. Ela estava pedindo socorro
para sua própria madrasta que estava doente, e rogou a sua mãe ajuda, só que a sua mãe era
obsessora da madrasta, era mãe que estava causando todo o distúrbio, que estava ocorrendo a
principal causadora, claro que havia matrizes também na madrasta, mas a mãe da dessa moça era a
causadora, claro que ela não estava em condições de auxiliar; mas a oração nos vemos aí nesse livro
(Entre a terra e o céu) que ela é nunca é perdida, mesmo que seja dirigido para um Espírito que não
tenha condições de atender à necessidade, ela nunca fica perdida quando ela provém de um coração
que realmente esteja querendo a melhoria, e aí Clarêncio fala dos mecanismos da reencarnação, que
a moça recebido determinadas tarefas na reencarnação e diz que a reencarnação é uma lei de que
tipo, que Clarêncio está dizendo aqui? A reencarnação e que tipo de lei? Ela é uma lei biológica é uma
lei biológica com consequências morais, mas ela é biológica, procede a reencarnação Espíritos
especialistas no assunto, mas como a reencarnação o objetivo dela é o aprimoramento moral do
Espírito aí há toda uma proteção, mas para frente neste tema que estamos trabalhando nós vamos
trabalhar todos os benefícios que nós recebemos, todas as ajudas que recebemos para desenvolver
o plano existencial que provém do núcleo onde nós saímos, no caso dessa moça ela saiu diretamente
de Nosso Lar vinculado ao Clarêncio, então, Clarêncio não era um anjo de guarda dela, mas era um
protetor que tinha um compromisso de velar pela família inteira dessa moça, não apenas ela, por isso
ele diz aqui permanece sobre Nossa orientação, mas para frente nós vamos ter um encontro só para
trabalhar essas questões que são importantes para que nós reflitamos, que nós nunca estamos
sozinhos no desenvolvimento do plano existencial, por isso ele não é essa coisa que muitas vezes

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nós levamos como algo muito pesado, muito sofrido e difícil de ser realizado, na verdade ele dá
trabalho mas não é, não tem essas dificuldades todas que nós muitas vezes acreditamos.
O ministro deteve-se, (alguma pergunta até agora? Pessoal do estágio alguma pergunta prévia que
já foi feita, temos um componente que vou explicar agora, abre parênteses, nós temos um trabalho
com os jovens líderes, estamos aprendendo como catalisar estudo reflexivo, e um dos campos de
estágio do estudo reflexivo, e essa nova série de estudo reflexivo que estamos começando hoje todos
receberam com antecedência os slides tiveram como tarefa, ler todo conteúdo refletir sobre ele
elaborar perguntas, e também comentários sobre o conteúdo. Por que vão participar tanto da pesquisa
do material, porque senão vamos ter 30 módulos desse material, desse estudo reflexivo das
dimensões do Espírito Imortal. E esse provavelmente vai ser o mais longo, mas os outros podem ter
cinco, seis encontros 8,10 mas vamos estudar vários temas, e esse programa de trabalho é para
preparar as futuras gerações, são jovens de 18 a 35 anos, tivemos duas pessoas com mais de 35
que incluíram a Regilane e a Sílvia quem quisesse incluir também que quem está fora da faixa etária
e aqueles que ainda que estão na faixa etária ainda tem espaço para entrar nesse grupo, porque é
para especialmente para jovens de 18 a 35 anos com esse objetivo de preparar as novas gerações,
aprender como você pesquisa um texto, como elaborar os slides, como que por que que nós
selecionamos um texto e não o outro, tudo isso é apreendido na teoria e na prática fechado parentes).
O ministro deteve-se alguns instantes, analisando a pequenina e complicada ficha, todavia como se
provocasse a continuidade da lição que recebíamos meu companheiro considerou: (aqui é uma
pergunta de Hilário colega de André Luiz), nesse grupo de trabalho, mais indiscutivelmente a
reencarnação, há um programa de serviço a realizar? Vejamos que aqui há uma fala explicita porque
muitos de nós ficamos muitas vezes questionando, será que realmente nos reencarnamos com
programa prévio, com um plano que vai envolver realmente propósito, programa existe mesmo isso?
Porque muitos de nós ainda ficam acreditando que nós estamos fortuitamente na reencarnação.
Vejamos a seriedade que é uma reencarnação, depois nós vamos estudar mais para frente toda a
programação da reencarnação do Espírito Segismundo, que André Luiz trata no livro Missionários da
luz, que é belíssimo toda as reflexões que são feitas, todo trabalho para que Segismundo
reencarnasse; mas aqui temos uma prévia do que significa uma reencarnação no planeta Terra, no
nosso nível evolutivo. Sim sem dúvida aclarou o instrutor, quanto mais vastos os recursos espirituais
de quem retorna a carne, mais complexo é o mapa de trabalho a ser obedecido, quase todos temos
do pretérito, expressivo montante de débito, a resgatar e todos somos desafiados pelas aquisições a
fazer. Vejamos que aqui nós temos algumas reflexões importantes que Clarêncio nos possibilita,
quanto mais vastos os recursos espirituais de quem retorna a carne, mais complexo o mapa de
trabalho a ser obedecido, por quê? Porque que quanto mais recursos espirituais, mais complexa o
trabalho? Porque tem maior possibilidade, o potencial é o mesmo para todos os Espíritos, mas as
possibilidades que aquela criatura já desenvolveu são maiores do que dos demais, e aí possibilita
trabalhos mais intensos, mais que dizem respeito não só apenas a pessoa mais a coletividade, nós
veremos também futuramente que existem reencarnações muito simples, que só tem o objetivo
principal a própria pessoa que reencarna, caso de algumas expiações e de algumas provações, mas
quanto mais evoluído o Espírito, mais condições ele tem, mais débitos a resgatar, mais complexa será
o plano que ele terá a desenvolver. – Pergunta: Que analogia podemos fazer com a parábola dos
talentos? Toda, porque a parábola dos talentos nós vamos estudar daqui a uns três ou quatro
encontros, ela é a parábola do programa assistencial, cada pessoa encarna com um programa
específico de acordo com as suas capacidades, exatamente o que o Clarêncio está dizendo aqui, nós
vamos trabalhar duas parábolas nesse tema melhor dizendo, a parábola da ovelha desgarrada que a
parábola do propósito existencial e a parábola dos talentos, que a parábola do programa assistencial.

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Mas cada um de nós vai receber a soma de trabalho de acordo com as nossas capacidades é o que
ele está dizendo, então quanto mais recursos, maior a complexidade do mapa de trabalho, e aí ele
fala de duas questões básicas também importante, montante de débito a resgatar, e os desafios pelas
aquisições a fazer, aqui ele colocou uma das dimensões do Espírito Imortal, qual é? Fazer, é uma
dimensão importante, mas a mais importante é a dimensão do ser, quando ele fala do montante de
débito a resgatar, esse débito diz respeito a que? Ao ser, ao passado daquele ser, que está
reencarnando. Então são situações vividas no passado em que o Ser espiritual não cumpriu as leis
divinas. E pelo fato de não ter cumprido as leis divinas gerou débitos, para com a própria consciência,
e quando e onde esses débitos são resgatados? Na consciência? Quando e onde é a pergunta, é no
programa, quando nós estamos diante das circunstâncias várias da vida, as circunstâncias não são
as experiências desafios? Ele está falando experiência desafio aqui? - Olha aqui ó, todos somos
desafiados pelas aquisições a fazer, são as experiências desafios nas várias circunstâncias da Vida,
em que nós vamos na dimensão do fazer, que o fazer é na horizontal da vida, evoluir na vertical da
vida, que a dimensão do ser, mas é na horizontalidade das experiências transitórias, que nós vamos
comprovar que o ser que somos está mais avançado, e aí entre as outras duas dimensões o saber e
o sentir, o saber e o sentir para que o Espírito possa aprimorar, de que forma, em que nível que o
Espírito aprimora? No nível moral e intelectual, intelecto moral, então o aprimoramento intelecto- moral
se acontece nas várias circunstâncias da vida, como Espíritos encarnados, que estivermos, claro que
acontece na dimensão espiritual também, mas é aqui que as provações acontecem, de um modo geral
e aí nós somos convidados a desenvolver, a nos desenvolver de forma intelecto-moral, saber e sentir
na dimensão do fazer, naquilo que nós fazemos, conosco e com o nosso próximo quando estamos
encarnados. Esse é o grande objetivo da reencarnação, trabalhar as quatro dimensões do Espírito
Imortal, saber, sentir e fazer e ser, o aprimoramento do ser vai ser sempre na vertical da vida,
desenvolvimento intelecto-moral, mas esse desenvolvimento se dá no fazer, nas ações que nós
realizamos no cotidiano, nas várias experiências desafios da vida.
Nisso está o programa, significando uma espécie de fatalidade e relativa, no ciclo de
experiências que nos cabe atender, entretanto a conduta e sempre nossa e dentro dela
podemos gerar circunstâncias em nosso benefício, ou em nosso desfavor, reconhecemos
assim que o livre arbítrio também relativo, é uma realidade inconteste em todas as esferas de
evolução da consciência.
Temos alguns elementos importantes aqui que Clarêncio nos traz, primeiro ele fala que existe um
programa, o programa está em saber fazer sentindo, aquilo que estamos sendo convidados ao
desenvolvimento intelecto- moral, e aí ele diz que há uma fatalidade relativa no ciclo de experiências
que nos cabe atender, que fatalidade é essa? Nós aprendemos na doutrina espírita que não existe
fatalidade. Porque que Clarêncio está colocando fatalidade, mas porquê fatalidade relativa? Porque
ele pode modificar? Tem a ver com isso, mas não é essa causa de ser fatalidade, vejamos ele está
falando de um programa, quando é que esse programa acontece? O programa acontece antes da
pessoa reencarnar, é todo um programa que é delineado, nós vamos ter um encontro só para refletir
como que esse programa é feito, ele é delineado antes de encarnar, o espírito participa mas ele
participa de uma forma relativa, porque nem sempre ele tem condições de opinar o que é melhor para
ele, e aí Espíritos superiores a ele fazem todo planejamento, e ele vai claro aceitar esse planejamento,
quando ele tem condições de aceitar, porque existem casos que o Espírito nem tem condições de
aceitar, é o caso das expiações, é um processo necessário que ele não tem escolha, no sentido de
que é necessário para ele como Espírito Imortal para sua evolução aquela situação mais restrita, mas
de um modo geral nas provações o Espírito acompanha isso nós vamos ver o caso de Segismundo e
outros casos em que o Espírito acompanha baseado nos débitos dele, nos créditos que ele já traz
todo uma programação é feita, uma vez que ele reencarna, não existe um determinismo, uma
fatalidade nessa programação? Sim, porque é para que ele cumpra, ninguém faz uma programação
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para não cumprir, concorda? A pessoa participa de toda uma programação, - estou fazendo só de
faz-de-conta, e lá no mundo físico não vou fazer nada do que eu planejei, é assim que funciona quando
nós estamos a dimensão espiritual? Porque que não funciona assim? - Porque lá nós estamos com a
nossa percepção ampliada, exatamente, lá, nós pensamos como Espíritos Imortais, porque nós
estamos vivendo como Espíritos Imortais, é a realidade plena da vida, quando nós encarnamos pela
lei do esquecimento, para até para que nós renovamos a nossa concepção de vida, e tudo mais,
principalmente o esquecimento para nos proteger, dos desmandos que praticamos, para que nós não
enlouqueçamos de remorso e culpa, tudo isso é a benção da reencarnação que produz, mas existe
um programa prévio, esse programa é para ser realizado, então, existe uma fatalidade relativa nele,
só que o Espírito ele terá sempre à sua disposição o livre arbítrio, mas o Clarêncio disse que esse
livre-arbítrio é relativo também, porque, que o livre-arbítrio é relativo? Vejamos, antes disso ele disse
que o Espírito pode gerar circunstâncias em seu benefício, em seu desfavor, contra ele mesmo,
usando o seu livre arbítrio, e a favor dele mesmo usando bem o seu livre-arbítrio, usando mal ou
usando bem, mas porquê que o livre-arbítrio é relativo, já que o Espírito vai fazer escolhas mesmo
com esse programa prévio, que ele assumiu o compromisso perante a própria consciência, de realizar,
mesmo assim ele pode vir a não realizar, por que que é relativo? - As leis protegem para que ele não
faça escolhas equivocadas? - Que não faça sempre? Isso acontece no primeiro estágio evolutivo do
Espírito quando ele está ainda incapaz de ter liberdade plena de escolha, não é o nosso caso, é o
caso de Espírito em condições medianas, que já não são mais simples como os espíritos na primeira
infância espiritual. No programa de estudo das obras básicas estudamos a questão que o espírito na
primitividade ele é tutelado pelos Espíritos que são superiores, como nós fazemos com as criancinhas,
isso os benfeitores dizem, não é por isso, é por algo mais profundo ainda, vejamos, vamos analisar o
preceito evangélico que Jesus ensina: Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará! O que
tem esse preceito a ver com o livre arbítrio relativo? - Uma hora ele vai cair em si? Não. Seria as leis
Divinas? A diferença, não é as leis divinas que faz isso para nós, somos nós em sintonia plena com
as leis divinas, veja, Jesus disse: Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará! Nós só Somos
Livres plenamente quando nós estamos em sintonia com a verdade, em plena sintonia com a verdade,
não é um processo passivo é um processo proativo do Espírito, não é a lei que faz isso, somos nós
plenamente conscientes na lei. Quando o Espírito está plenamente consciente das leis, ele se liberta
se liberta do quê? Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará!! O que é a verdade? As leis
divinas, também a lei da Verdade, o que é que a verdade enquanto virtude, enquanto lei ilumina? A
ignorância, ela ilumina a ignorância, então quando o Espírito está focado na mentira da ignorância,
ele é livre? Não, ele é livre para escolher, mas ele não é livre para quê? Para receber as consequências
dos atos dele; então quando o Espírito faz escolhas equivocadas, contrárias à lei divina distanciando-
se da verdade, o que ele faz com ele mesmo? Ele faz um processo de escravização, as consequências
desse movimento, por isso livre-arbítrio é relativo, quando ele faz esforços de conectar com a verdade
lei, verdade virtude, fazendo esforços cada vez mais para se conectar profundamente com a verdade
o que que acontece com ele? Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará! Ele se liberta, ele se
liberta das injunções que ele criou para ele mesmo, então vejamos, se ele traz débitos do passado,
como que ele vai se libertar dos débitos? Por meio da Verdade. E aí a verdade vai libertando ele dele
próprio, vendas das consequências que ele praticou no passado esse é o grande objetivo do plano
existencial existe uma fatalidade no sentido de que houve uma um planejamento mas o Espírito só vai
sintonizar com esse planejamento se ele usar bem o livre arbítrio, então a relatividade do livre-arbítrio
está nesse sentido de que quando ele não está conectado com a verdade ele foge do plano existencial,
e ao fugir do plano existencial ele em vez de se libertar o que que ele faz? Ele se aprisiona mais ainda
pode como nós vamos ver vários casos em que a pessoa se aprisiona nos próprios equívocos, e pode
voltar numa situação tão grave quanto ele saiu da existência anterior, fica estagnado, o Espírito, pode
chegar nesse nível. – Pergunta: então esse livre arbítrio relativo, está ligado ou não ao discernimento?
- Exatamente o uso ou não do discernimento, nós vamos ver no texto do Honório sobre o ser, quando
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nós exercitamos a virtude do discernimento, é a virtude do discernimento que ilumina o nosso livre
arbítrio, por meio de duas virtudes acessórios: A reflexão e a decisão. A reflexão é a virtude que faz
com que nós reflitamos o sentido das coisas, o sentido da vida, que nós estejamos sempre observando
o que a vida está nos convidando de forma profunda, isso só é possível por meio da reflexão, é pela
reflexão que nós vamos aprender a fazer escolhas com discernimento, isso aqui eu posso mas não
devo, isso aqui eu posso e devo, se eu não fizer reflexões profundas eu vou permanecer às vezes no
nível do saber, eu sei que não é melhor, mas no nível dos sentir eu sigo pelo caminho que eu já sei
não é melhor para mim, mas eu sigo, porque ainda não fiz reflexões profundas, por que são essas
reflexões é o exercício da virtude da reflexão que vai fazer com que nos sintamos aquilo que nós
sabemos, a reflexão é a virtude ponte entre o saber e o sentir. Pergunta: (Algo relacionado a
periodicidade). A periodicidade não necessariamente, porque essa periodicidade varia conforme cada
pessoa, tem Espírito que fica 3000 anos sem encarnar, não é uma fatalidade, está na programação,
por isso é relativa, na programação que foi feita, então existe um programa por exemplo: a pessoa
nasce com determinadas tarefas na vida profissional, da vida pessoal no trabalho voluntário por
exemplo, ele veio por exemplo fazer uma tarefa no movimento espírita, veio para ser ter uma profissão
X para construir uma família, então isso tudo é uma programação, e é uma programação que a
providência divina vai se encarregar de trazer todos os recursos para que ele cumpra a programação,
isso tudo já está previamente elaborado, mas no meio do caminho essa pessoa pode desistir da
profissão que ele tem,- não essa profissão não dá dinheiro, vou nessa outra aqui porque essa outra
que dá rios de dinheiro, ele pode fazer isso? Pode, é um bom uso do livre-arbítrio? Não. Não é um
bom uso do livre-arbítrio, porque ele está se recusando a realizar aquilo que está programado, ele
começa a atividade no centro espírita, ele pode no meio dessa atividade achar que é muito chato que
tem muita gente chata nesse centro e que ele não vai seguir esse caminho, e virar evangélico ou de
outra religião, ou se tornar ateu, pode ou não? Pode, mas há aquilo que foi programado, ele está
simplesmente deixando para depois, então o que que acontece, a fatalidade é relativa porque existe
uma programação, mas o Espírito pode usar o seu livre arbítrio no próprio benefício, ou em seu
desfavor, como diz o Clarêncio, se ele usar a seu favor ótimo, ele segue evoluindo na vertical da vida,
se ele usar a seu desfavor o que que acontece com o plano que está na consciência dele? Ele vai ter
as vozes alerta da consciência, alertando para o seu programa o seu plano existencial, vai depender
de ele ouvir as vozes alerta e retomar o plano, ou ficar se auto enganando, e continuar fugindo do
plano, se ele continuar a assistência inteira, o que vai acontecer consciencialmente? Vai passar uma
borracha por cima do plano? Não, ele vai voltar para a dimensão espiritual com mais máculas
existenciais, sim é uma deserção do plano existencial, do plano que ele concordou em realizar, e aí
isso para o Espírito é muito doloroso, são as consequências, por isso que o Clarêncio diz aqui que é
a ação que o Espírito faz em seu desfavor. - A Regilane faz um comentário acerca dessa relatividade
do livre-arbítrio, se diz respeito as consequências. Sim, se diz respeito as consequências, porque o
Espírito sempre fará escolhas, refletidas ou escolhas e irrefletidas, quando ele reflete ele entra dentro
do âmbito da virtude do discernimento, para fazer boas escolhas, usar bem o livre arbítrio. E aí com a
virtude da decisão ele acessa a lei do progresso, então ele progride na vertical da vida quando ele faz
esse tipo de escolha, quando ele faz escolhas irrefletidas que que acontece com o discernimento? O
que que acontece com o acesso a lei do progresso? Tem como ele acessar, sem decidir de uma forma
consciente o caminho a percorrer? Deu para entender? Então veja, ele usa o livre arbítrio, mas aí a
própria lei de progresso e a lei de responsabilidade, ele descumpriu, ele fica livre da lei de causa e
efeito? Não, aí os efeitos como consequências, em forma de sofrimento para que ele aprenda a
valorizar o plano existencial, nós muitas vezes fizemos isso no passado, por isso que nós adquirimos
débitos muitos sérios, nós vamos ver vários casos que André Luiz cita, que Philomeno de Miranda
cita, que mostra a pessoa descumprindo tudo isso, e as consequências disso tudo, até que ela aprenda
a cumprir o plano existencial, a cumprir aquilo que foi (acordado) antes de encarnar fazendo exercícios
para cumprir as leis divinas desenvolvendo as virtudes, é desafiador, é trabalhoso mas é aquilo que o
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Clarêncio diz aqui: é uma realidade inconteste em todas as esferas da evolução da consciência. Só é
possível evoluir consciencialmente quando nós estamos conectados com o nosso plano existencial, -
Pergunta: a fatalidade relativa é a cruz, e sendo a cruz como enxergar isso de forma leve e suave? É
sim a cruz, a cruz é um símbolo do propósito trave vertical, programa, trave horizontal, como ver a
cruz de maneira leve? Ver como Espíritos imortais, é a única forma de nos vermos o propósito e o
programa de uma forma suave, leve e não como algo pesado que nós temos que carregar, é por meio
de criar hábitos e imortais nos sentindo Espíritos imortais, por isso que antes de falar da suavidade da
leveza, o que que Jesus fala Ele faz três convites, quais são lembram? Vinde a mim, tomai sobre vós
o meu jugo e aprendei comigo, Ele é o modelo e guia da humanidade, se nós não estivermos dispostos
a aprender com o modelo e guia, tomando o jugo d’Ele e indo ao encontro do amor que Ele representa,
trazendo esse amor para dentro de nós, não há como ser suave, nem leve, aí nós vamos levar a cruz
como alguém que carrega um peso enorme nas costas, porque tudo vai depender do bom uso do
nosso livre-arbítrio como Clarêncio está dizendo aqui, ou no nosso benefício ou em nosso desfavor,
é simples assim, podemos agir dependendo da forma, se nós formos realmente fiéis ao modelo e guia
da humanidade, nos tornando aprendizes d’Ele o jugo vai ser suave e fardo vai ser leve, não existe
outra alternativa para ser suave e leve.
O plano existencial é para que nós nos elevamos consciencialmente na vertical da vida, e o peso vai
estar em exatamente não seguirmos as orientações do Cristo, se nós não seguimos as orientações
de Jesus, o julga é perverso, o fardo é muito pesado, mas não é pelo plano, é pela forma como nós
estamos levando o plano, se nós levarmos a cruz com negligência, em relação à Vida vai ser muito
pesado. É uma realidade inconteste em todas as esferas de evolução da Consciência, são as
dimensões do Espírito imortal, aqui está falando da consciência do ser consciencial, o ser, o saber, o
sentir, o fazer, que é exatamente o objetivo deste encontro trabalhar essas esferas.
Não podemos olvidar conclui Clarêncio, contudo que em todos os planos marchamos em
verdadeira interdependência nas linhas da experiência física, até certo ponto os filhos
precisam dos Pais, os doentes necessitam dos médicos, e os moços não precintem do aviso
dos mais velhos, aqui a habilitação depende dos educadores, o amparo eficiente exige quem
saiba distribuí-lo, e a transferência de domicílio para trabalho enobrecedor quando se trata de
Espíritos sem méritos absolutos, reclama o endosso de autoridades competentes.
Vejamos o que Clarêncio está querendo dizer, primeira questão: ele fala do plano existencial, em
todos os planos marchamos em verdadeira interdependência, que interdependência é essa? - É da lei
de sociedade? Sim, exatamente, nós não somos ilhas nesse processo da evolução, nós vamos lidar
com duas questões: a independência psicológica e a interdependência social. A interdependência
social, porque nós vamos estar o tempo todo nos relacionando com outros encarnados e relacionando
com Espíritos desencarnados o tempo todo, para a realização do plano existencial; por isso eles dizem
todos os planos, marchamos em verdadeira interdependência, quando é que começa essa
interdependência, ele diz aqui no texto. O nosso nível evolutivo, e nós não estamos falando de
reencarnação de Espíritos superiores, que eles próprios presidem a própria reencarnação, Espíritos
da nossa categoria como que funciona? Ele diz no final do texto, o que que ele está dizendo? Quando
se trata de Espíritos sem méritos absolutos reclamam endosso de autoridades competentes, quem
que são essas autoridades? São os Espíritos superiores que são encarregados de trabalhar os
aspectos morais da reencarnação. Ele disse que existem as equipes que trabalham no nível biológico.
Nós vamos ver o caso Alexandre fazendo até o trabalho de atrair o espermatozoide ideal para aquele
Espírito chamado Segismundo, existem Espíritos que fazem toda a programação moral no processo
de interdependência, em que esses Espíritos com base no nosso passado espiritual, com os débitos
que trazemos com toda as necessidades de reparação que nós temos, fazem toda uma programação,
e depois, termina aí? Só nos Espíritos? Como que nós vamos reencarnar? Os pais, nós vamos

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precisar pelo menos o espermatozoide e um óvulo, mesmo que depois o Espírito tenha como provação
e expiação o abandono, ele vai precisar de um espermatozoide e de um óvulo para formar o seu futuro
corpo, os filhos precisam dos pais, então ele está falando aqui de uma grande rede de solidariedade,
de sociedade, para atendimento das necessidades do Espírito. Os doentes necessitam dos médicos,
os moços não prescindem do aviso dos mais velhos, para que, aqueles que já estão mais velhos no
corpo com mais experiência, possam orientar e sugerir pontos para que os mais novos ainda sem
muitas experiências aprenderem, aqueles que estão doentes do corpo da alma necessitam de
médicos, de terapeutas. Então tudo isso é para quê? Toda essa interdependência serve para quê?
Para que nós cumpramos o plano, nós vamos ver depois do estudo da mensagem dos contratos
espirituais do Honório essa rede, como ela é complexa, e Espíritos de várias categorias nos atende
no caso da dimensão espiritual, na dimensão física, a providência divina vai providenciar n
possibilidades de interdependência, de auxílio que nós temos uns com os outros, em nome da lei de
sociedade da lei de solidariedade, faz sentido isso gente, então habilitação depende dos educadores
amparo eficiente exige quem saiba distribuí-lo, e a transferência de domicílio para trabalho
enobrecedor quando se trata de Espíritos em méritos absolutos reclamam endosso de autoridades
competentes diz Clarêncio. Então toda uma rede de solidariedade para que nós cumpramos o plano
existencial, vejamos agora no esquema como funciona isso resumidamente.
Nós temos o plano existencial que é composto de propósito e programa em que há uma fatalidade
relativa, porque nós temos toda uma programação a ser realizada, objetivo é evolução da consciência,
nós vamos estar submetidos ao nosso livre arbítrio, no livre-arbítrio nós temos duas possibilidades:
agir em próprio benefício em sintonia com as leis divinas, e agir em próprio desfavor, contrariando as
leis divinas, vai depender sempre de nós, do nosso esforço ou da nossa negligência, seguir um
caminho ou outro. Vamos agora lá para o Eu Espírito imortal vejamos aqui no gráfico as dimensões
do Espírito imortal, nós já falamos dela; do núcleo central dessa pirâmide nós temos o Ser é a
dimensão mais profunda do Espírito, é a dimensão do Ser, o Ser essencial que somos, todas as
experiências positivas do Ser vão ser arquivadas no Ser essencial, tudo que nós fazemos de positivo
no nível do Saber, do Ser e do fazer, vão servir para o aprimoramento do Ser ou vai servir para
manter o Ser estagnado, vai depender das nossas escolhas, aquilo que nós acabamos de ver no texto
do livro de André Luiz, se nós trabalharmos em nosso favor, as quatro dimensões vão estar em
sintonia, saber, fazer e sentir em sintonia nós aprimoramos, se nós negligenciarmos, atuarmos em
nosso desfavor, o saber, o fazer e o sentir estarão atuando contrariamente ao Ser.
- Pergunta: se o fazer, o saber e o sentir estão no nível horizontal e o fazer vertical? Contrário, não
na verdade o fazer é horizontal, saber e o sentir é o aprimoramento intelectual moral que vai acontecer
nos Ser, mas essa separação é apenas didática porque o Ser é um todo único, não dá para a gente
separar, o fazer, o saber e o sentir e o Ser estão conectados, só que pelo bom uso do livre-arbítrio
essas três dimensões vão estar sempre sendo utilizadas para o aprimoramento do Ser quando o mau
ou fazemos mal uso do livre-arbítrio o fazer por exemplo, pode estar contrariando a evolução do Ser
e o sentir vai ser egóico e o saber vai ser, mesmo que a pessoa já saiba a teoria não vai ser vivenciada
na prática, vai depender sempre das escolhas que nós fazemos.
Agora as nossas reflexões terão como base as orientações do Mentor Honório sobre as dimensões
do Espírito Imortal extraídas do Capítulo 6 do livro e (Eu, o Espírito Imortal, Editora Espiritizar)
discografia de Afro Stefanini II, o Espírito e a sua dimensão essencial o Ser.
A integridade do Espírito Imortal em suas bases essenciais é incorruptível, na condição de
filho de Deus e dotado de elementos sublimes para evolução em sintonia com a lei de perfeição,
trabalha para a concretização da pura e eterna felicidade, por meio da sua capacidade de
aperfeiçoamento.

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Vejamos aqui, Honório nos coloca alguns elementos interessantes porque que ele diz que a
integridade do Espírito imortal em suas bases essenciais é incorruptível, porquê? Exatamente, porque
a essência Divina que somos é incorruptível, é o nosso lado luz, nada que seja egóico penetra-se esse
lado luz, nada conspurca a essência, pode manter a essência inibida de alguma forma, paralisada,
estagnada, mas não maculada, isso é imprescindível entender, aqui nós estamos falando do Ser
essencial, a essência Divina que somos, essa dimensão essencial do Ser. E aí ele diz: na condição
de filhos de Deus e dotado dos elementos sublimes para evolução em sintonia com a lei de perfeição,
trabalha para a concretização da pura e eterna felicidade, por meio da sua capacidade de
aperfeiçoamento. O que tem isso a ver com plano existencial? É o fim útil de todos os planos sim, é o
fim útil, a pura e eterna felicidade qual a relação que Honório está falando aqui? Com qual questão do
Livro dos Espíritos? A questão 115 do Livro dos Espíritos, que fala sobre os Espíritos criados simples
e ignorantes; então nós fomos criados simples e ignorantes, e temos uma capacidade de nos
aperfeiçoar que é oferecida pela própria lei de perfeição, nós fomos criados para permanecer simples
e ignorantes? Nós somos fomos criados para nos aperfeiçoar gradualmente. Qual é a grande
finalidade do plano existencial? Realizar esse aperfeiçoamento, é o grande objetivo do plano
existencial, tanto do propósito, quanto do programa. - São dotados dos elementos sublimes? Os
elementos sublimes são os atributos do Espírito imortal, que provém de Deus, pensamento,
sentimento e vontade, que o Espírito ele é convidado a se aproximar do Criador cada vez mais, pelo
saber, sentir e vivenciar a verdade. Pergunta:( – qual que é a relação com a 115? Ele usa inclusive
um termo que é usado na questão 115 não a pura eterna felicidade não lembra que tem esse essa
fala exatamente assim) - é o aperfeiçoamento do ser que vai gerar pura e eterna felicidade, o plano
existencial, para que esse aperfeiçoamento aconteça, é um convite para que o Espírito cumpra o plano
e aperfeiçoe-se.
A qualidade de sempre que arquivar as múltiplas experiências da vida, concede ao Espírito
uma condição de indeclinável responsabilidade em se aperfeiçoar, diante de cada
circunstância mas para isso é colocado diante de todos os recursos que a providência divina
lhe confere, para aquisição do conhecimento de si mesmo e o despertar dos potenciais
transpessoais da alma.
Aqui Honório nos coloca alguns elementos também muito importantes, vejamos: o que seria essa
indeclinável responsabilidade em se aperfeiçoar, indeclinável aquilo que nós não podemos abrir mão,
porque, que nós não podemos ou não devemos melhor dizendo abrir mão dessa responsabilidade em
se aperfeiçoar? É pela lei do Progresso? Mas eu não posso não cumprir a lei do Progresso? Posso
ou não? Tem Espírito que fica séculos sem progredir, estagnado, o Espírito pode, ele não pode
retrogradar, mas ele pode estagnar está lá claro no Livro dos Espíritos. Então não é isso, o que que
seria saindo declinável responsabilidade em se aperfeiçoar significa o quê? Que cedo ou tarde o
Espírito vai adentrar nessa responsabilidade em se aperfeiçoar, porque uma determinação Divina, o
Espírito pode murmurar durante séculos, milénios, mas nunca eternamente, tão cedo tarde nós vamos
despertar para essa realidade, não é algo que nós ficaremos para sempre longe disso aqui, e aí tem
a ver com que lei? São duas leis, uma nós já falamos sobre ela bastante hoje, perfeição? Está ligada
a lei de perfeição, mas são leis de ordem prática, operacionais, (liberdade e responsabilidade), eu
sou livre para fazer escolhas, mas eu sou responsável por todas as escolhas feitas, então cedo ou
tarde o Espírito vai sentir a vontade de ser feliz, que ele falou no parágrafo anterior, vai ou não? Vai,
e quando ele sente vontade de ser feliz, mesmo que isso num primeiro momento seja uma vontade
débil, ele assume a indeclinável responsabilidade em se aperfeiçoar. E aí por meio da lei de liberdade,
ele acessa lei de responsabilidade, por que até esse momento ele estava agindo de que forma?
Quando nós usamos mal o livre arbítrio de que forma nós estamos agindo? Irresponsável, a
irresponsabilidade faz com que o Espírito não acesse positivamente, de uma forma equilibrada, a lei
de responsabilidade, é claro que não tira a responsabilidade nossa nunca, mesmo quando a usamos
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mal, porque ela é uma lei de caráter operacional, mas só faz com que o Espírito se afaste da felicidade,
e quando ele se afasta ele vai gerando todo sofrimento, cedo ou tarde ele vai sentir uma vontade
enorme de evoluir para ser feliz, e aí o resultado, sim só depois. –Pergunta: isso não é a lei do
Progresso? Ainda não, porque, para acessar a lei do progresso o que ele necessita? Basta só a
escolha? Ele acessa a lei de liberdade com responsabilidade, e aí ele toma decisão ou a resolução de
evoluir, aí ele acessa a lei do progresso, agora existe uma força que a providência divina confere para
o Espírito que força é essa? A força endoevolutiva, que a lei do progresso além dele trazer na
consciência que o caminho é chegar na pura e eterna felicidade, ele tem uma força dentro dele mesmo
que vem da lei do Progresso, que o impulsiona, o convida o tempo todo a seguir para expor esse
caminho, e aí por isso que Honório coloca: ele é colocado diante de todos os recursos que a
providência divina lhe confere, para aquisição do conhecimento de si mesmo, e o despertar dos
potenciais transpessoais, transcendente, então o Espírito vai, mesmo que ele se recusa a evoluir por
livre espontânea vontade, ele se recusa espontaneamente a seguir por esse caminho, e vai para um
caminho equivocado, cedo ou tarde ele vai despertar, e a providência divina vai oferecer todos os
recursos inclusive qual recurso drástico que a providência divina oferece? Só a desencarnação? A
dor e o sofrimento, é a dor e sofrimento que vão fazer com que o Espírito que muitas vezes se rebela
frente à vida entre no tédio, e quando ele entra no tédio, aí ele vai seguir, é de uma forma mais livre a
lei de liberdade com base na verdade, conforme nós vimos. Pergunta: - se é possível ampliar a
responsabilidade mesmo que o programa não tenha chegado ao fim? Sim, porque quanto maior o
desenvolvimento intelecto- moral do Espírito, mais acesso ele vai ter em relação ao seu propósito e o
seu programa, e possibilita Inclusive a chamadas moratórias, é possível em que o Espírito recebe
mais tempo, porque se responsabilizou intensamente por aquilo que já estava programado, e aí ele
recebe um programa extra, nós vamos ver vamos ter um módulo só para trabalhar as moratórias, os
vários tipos de moratórias; existe moratórias por acréscimo de Misericórdia; existe moratórias que o
Espírito recebe para poder produzir mais, um acréscimo do programa, então quanto mais consciente
nós formos do programa e do propósito e mais ações nós fizemos para a coletividade, abre campos
que é inimagináveis para o Espírito que está nesse movimento em relação à Vida.
- Pergunta: se ele não poderia ser responsabilizado se ele não arquivar as múltiplas experiências da
vida? Sim, porque seria uma injustiça com o Espírito, a própria providência divina pedir dele algo que
ele não tivesse como fazer né, porque a cada existência nós não estamos partindo do zero, nós
estamos partindo de todas as aquisições que nós fizemos, no campo no outro, todas as aquisições
que nós fizemos de forma intelecto- moral e todos os débitos praticados, é aquilo que o Clarêncio diz
no texto dele né que nós vimos agora a pouco, os débitos que o Espírito fez perante a própria
consciência e as aquisições dele, tudo isso faz com que nós sejamos plenamente responsáveis por
isso, que a lei é de amor, justiça e caridade, se não tivéssemos tudo isso, seria uma injustiça Divina.
E aí o convite é para que nós nos responsabilizemos para usar bem o livre arbítrio, partindo do
exercício da reflexão, para podermos pela reflexão acessar com discernimento a nossa liberdade de
escolha, e aí com discernimento nós tomamos a decisão de sermos felizes. Sempre partindo do zero
impossível seria a evolução, a reencarnação é cumulativa né toda aquisição do Espírito ele não se
perde, o esquecimento, esquecimento em termos de memória dos fatos passados, mas o
esquecimento em termos de memória é para proteger o Espírito dele mesmo, aí para que ele adquira
o mérito de estar se renovando, nós não esquecemos as coisas que aprendemos, que todos os
recursos que já desenvolvemos, tanto é que na educação existe um fenômeno que é estudado na
educação que os materialistas não consegue explicar, que é o chamado inatismo, ouviram falar? Na
educação se estuda o inatismo a pessoa nasce já sabendo tem coisa que a pessoa nasce sabendo
determinadas habilidades, e todos temos determinados habilidades desenvolvidas em maior ou menor
intensidade, de forma materialista impossível explicar, de forma da unicidade da existência também
possível explicar isso a não ser como a justiça divina, Deus já criou um sabendo e outro e outro não?
Seria uma injustiça, mas na verdade é a bagagem que nós trazemos.
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Reflexão final

Feche os olhos entre em contato com você mesmo em essência buscando sentir o conteúdo
estudado.
Neste encontro, qual conteúdo que você entendeu, que se aplica a sua vida?
O conteúdo estudado mudou a forma como você entende o objetivo da reencarnação?
Caso positivo, que mudança foi essa?
Nesse encontro refletimos sobre o plano existencial que trazemos ao reencarnar na Terra e a
importância dele para o aperfeiçoamento do Ser essencial que somos.
Como você tem lidado com seu plano existencial?
Você tem priorizado ser quem você? Ou tem direcionado a sua atenção para as demais dimensões
do Espírito sem se ver como ser espiritual?
Como você sente a sua vida aplicando o conteúdo estudado?
Você sente que ele pode melhorar a sua vida, em sua busca de autotransformação, nas suas
atividades na prática do bem?
Sinta-se agora um Espírito imortal que transmite mesmo a determinação Divina de evoluir até à
perfeição relativa pelo conhecimento pleno e cumprimento das leis divinas, pela prática das virtudes
e pela busca da unidade com Deus.
Mergulhe profundamente nessa verdade espiritual.
Sinta, veja- se cumprindo as leis divinas desenvolvendo todas as virtudes essenciais da vida, ao
longo do tempo, sentindo plenamente o objetivo pelo qual você está reencarnando, dá vida para que
você conquiste a perfeição.
Senhor Jesus, mestre amigo, agradecemos a Senhor, por mais essa noite em que podemos refletir
acerca do plano existencial, tão importante para as nossas vidas, para que possamos evoluir e crescer.
Ampara-nos Senhor, para que possamos prosseguir em nossos esforços de renovação, de trabalho
interior, aprimorando a nós mesmos, usando bem o nosso livre arbítrio, ( é que são) e decisão de
forma a discernir o que é melhor para nós mesmos, e seguir nessa direção, cê conosco senhor neste
dia o maior para nós hoje e sempre.

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