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Exibicionismo

De todos os métodos para desvirtuar as relações naturais entre homens e mulheres, o


exibicionismo é o mais eficiente. Se mostra tão devastador, que o indivíduo doutrinado
por ele é incapaz de exercer o mais básico dos atos essenciais para a prosperidade de
uma comunidade sadia. O exibicionismo é como um chip inserido no cérebro das
pessoas que coloca-as num modus operandi robótico e programado.

Se faz necessário entender o quê garante que esse ‘’chip’’ funcione em nossos cérebros
e como ele atua.

O estrogênio -não aquele hormônio naturalmente produzido pelas fêmeas na


quantidade certa para seus organismos (como para suprir as demandas da lactação por
exemplo), mas sim aquele sintetizado artificialmente em nosso ambiente, presente em
alimentos, remédios e objetos- não causa danos apenas para os homens, tornando-os
mais sensíveis, afeminados e dóceis, mas também para as mulheres, causando tanto
propensão ao cancro de mama, uterino e dos ovários quanto danos cerebrais sérios.
Digo danos cerebrais sérios porque o sistema nervoso é alterado, os
neurotransmissores não fazem as ligações corretamente, o estado psicológico,
emocional e comportamental da mulher é brutalmente alterado.

Podemos dizer com toda certeza que a pílula anticoncepcional- também por esta
mesma razão- é o grande câncer da sociedade de hoje, pois não apenas para as
mulheres e sua feminilidade que é arruinada, mas de fato para a sociedade como um
todo, pois vai desde o lixo que elas descartam na urina proveniente dessas pílulas
ingeridas que vai parar na água que os homens e todos nós bebemos, mas também o
lugar natural que a mulher deveria ocupar na comunidade, dentro do lar como esposa e
mãe é afetado.

No processo de subversão de uma sociedade, você notará que o exibicionismo assume o


trono. Não é mais possível sequer ir até a padaria sem ser exposto a presença dele,
inúmeras vezes você é ‘convidado’ a entrar no jogo, e a única chave para sair ileso é a
consciência e entendimento de como o exibicionismo afeta nossa sociedade atual,
direcionando o objetivo de vida das pessoas comuns, manipulando seus interesses e
substituindo-os pouco a pouco por um padrão de existência livre de humanidade.

Boa leitura!
Para a mulher, o exibicionismo é apenas degradação. Na sociedade pré-cristã a mulher
elegia e escolhia seus parceiros, não se exibia para eles. Os atributos femininos não
precisam competir entre si numa sociedade sadia, pois eles são brandos e de natureza
dependente. Dependente porque precisam dos atributos masculinos para protegê-los.
A mulher natural não é a submissa, inferior ou escrava da natureza viril, assustadora e
masculina do homem, mas sua protegida e responsabilidade. Está abaixo dele, não em
utilidade, mas em seu papel de guardiã e sustento da prole.

Já entre os homens, nas sociedades sadias, notamos a existência de exibicionismo, mas


um exibicionismo único que é provido do poder de conquista, os atributos masculinos
inúmeras vezes precisam competir entre si.

Por exemplo, quando dois cavalheiros competem por uma fêmea, haverá um
exibicionismo, porque há a competição e conquista envolvida. Sem essas duas coisas
não pode haver exibicionismo, e sabemos que a competição se fazia necessária em
aspectos específicos da sociedade pré-cristã, onde o instinto eugenista era o que movia-
a. Eugenista, pois no exibicionismo presente numa competição, na luta por uma
donzela, o mais forte na exibição de suas habilidades era o vencedor, portanto notamos
que em sociedades antigas o exibicionismo estava submetido a um objetivo que não era
ele próprio, não passava de uma mera ferramenta que estava longe de ser ela própria a
finalidade.

Aquele que serve para a presente geração é o homem, portanto sua postura será
sempre mais dominante e decisiva para o futuro, porém aqueles que servem para o
futuro, para a geração vindoura, são as mulheres, nesse sentido que temos a figura
mitológica clássica da tecelã. Nesse sentido que temos a figura mitológica clássica do
soldado. Homens e mulheres tem em suas mãos responsabilidades diferentes, papéis
diferentes. Nenhum pode existir sem o outro. Os homens precisam estabelecer boas
políticas econômicas para garantir o futuro, as mulheres precisam estabelecer um bom
sustento e educação para quem virá a assegurar este futuro.

A tecelã ainda nos revela que a mulher detém o poder de tornar a próxima geração de
homens ainda mais semelhantes a ‘’Criação Divina’’ ou, se preferir, aos deuses,
assegurando assim, que estes soldados vindouros sejam ainda mais eficientes em seus
deveres masculinos para com sua própria geração do que aqueles que antecedera-os.
A figura das Valquírias também nos diz respeito a algo envolvido neste mesmo assunto,
a mulher detém o poder de ‘’recolher os mortos mais honrados’’, ou seja, ela
selecionará os melhores entre os homens para ser lembrado, recordado a seus filhos.
Ela lhes assegura a vida eterna. Um filho é um antepassado renascido, uma divindade, a
mulher elegerá os mais nobres mortos dos quais suas histórias e feitos serão revelados
a esta criança, que será inspirada pela vida deste morto, tornando-se ele próprio, de
certa forma.
Na atualidade, após longos anos de subversão, o exibicionismo já difere completamente
do que foi a sua função original. A sociedade moderna possui a falsa noção de que ele é
necessário não só em qualquer ambiente e qualquer situação, mas em TODOS os
ambientes e em TODAS as situações.

Você sai de sua casa para dar uma volta na praça principal de sua cidade, e antes
mesmo de chegar ao seu destino já lhe é imposta a necessidade de exibicionismo.
Você vê uma mulher vestida com roupa simples e um tanto gasta, é aparente como ela
não veste nada de marca, nem nada que esteja insinuoso num sentido sexual;
destacando sensualmente partes atraentes de seu corpo, você repara que ela não está
nesse ‘jogo’ de exibicionismo. Mas quantas mulheres você vê assim? Será 1 para cada
50?

Ok, você decide então dar uma volta em torno da pista de esportes para skate e bicicleta
onde jovens meninos se distraem, e você repara meia dúzia de moças de
aproximadamente mesma idade que eles ao redor da pista vestidas com roupas, gestos,
articulações e expressões de insinuação sexual e aparentemente desocupadas. Há um
jogo de exibicionismo entre elas ali, na esperança de serem a distração desses rapazes,
ao invés da pista.

Isso é puro e absoluto exibicionismo, pois em primeiro lugar moças da mesma idade
que esses rapazes deveriam se ocupar de tarefas femininas para em breve atrair de fato
um bom e definitivo parceiro, e claro, ele jamais terá a idade desses rapazes, deverá ser
mais velho.

Ok, você decide por fim sentar-se ao banco mais afastado desta pista para tomar um
pouco de ar nesta praça, a sua volta há cerca de muitas famílias, muitos casais, muitas
famílias de.. filhos? Com filhos? Não! Com pets! Mas há muitas mulheres solteiras ou
sozinhas também levando seu querido filhote para passear nesta praça, dando algumas
voltas com eles e tudo, não são exatamente crianças, são cachorros... Algo está
seriamente errado com essas praças de hoje em dia...

Você volta pra casa finalmente e repara que toda sua volta está rodeada de
exibicionismos, no cartaz de propaganda de uma maquiagem, na vitrine de uma loja
com manequins femininos que parecem ter uma expressão que lhe diz: “me coma”,
vestindo roupas para vender que também querem transmitir a mesma mensagem,
parece que nesse jogo de exibicionismos, há sempre uma intenção subliminar de sexo
envolvido. E para vencer, você precisa entrar neste jogo vicioso, as manequins das
vitrines lhes dizem a cada vez que você olha que aquela roupa é ainda mais potencial
para vencer no jogo...

Até mesmo a publicidade daquela velha marca de travesseiros agora possui uma
modelo de postura, expressão ou vestimenta insinuosa..
O mundo todo a sua volta parece tão distinto do que costumava ser.
A única propaganda existente no mundo antigo era aquela ancorada nas margens de
nossas terras por judeus com suas bugigangas, eles eram os únicos que faziam
propaganda/exibicionismos para a venda de suas mercadorias.

Entre nós, europeus, não existia propaganda, publicidade, subversão de imagens nem
nada dessa natureza. Um alfaiate era apenas um alfaiate, quando alguém precisava de
seus serviços ia até ele, e essa era sua habilidade inata, todos respeitavam e nenhum
imbecil iria gostar de desafiá-lo tentando fazer mais dinheiro que ele, portanto não
havia disputa de mercado, fazendo da propaganda algo inexistente e desnecessário.
As pessoas eram providas de mais humanismo com sua própria comunidade, devido a
inexistência do exibicionismo, todos conheciam o alfaiate, por quê alguém iria desejar-
lhe mal? Por quê alguém tentaria arruinar seu modo de pôr-comida-à-mesa tentando
competir com ele?

Essas mulheres vestidas em grandes marcas ou roupas de conotação sexual são as


próprias manequins vivas das vitrines? Cujo único fim de existência é o exibicionismo, a
competitividade consumista e aquele ar psicopata de que querem passar por cima de
você? Essa é a raiz da sensação do exibicionismo promovido pelo sistema. Ele infla o
ego dessas mulheres modernas. Ele é o grito de independência do homem- não apenas
financeira, mas sexual também.

Esse exibicionismo, que envolve o desequilíbrio hormonal provocado especialmente


pela pílula anticoncepcional e estrogênio exterior, coloca as mulheres num estado
zumbi de ação com os homens num estado zumbi de correspondência. É também este
feedback que ‘’mantém vivo’’ este jogo de exibicionismo. Pois o alvo não é apenas
outras mulheres, pois entre elas é apenas um jogo de competição, similar aquele dos
homens de antigamente para conquistar uma dama, só que porém entre as mulheres
modernas hoje é uma competição para se eleger como a rainha do exibicionismo, a mais
consumista, a mais independente, para mostrar quem é a mais satisfatória sexualmente
e ao mesmo tempo a menos escravizada pelo sexo.

Há um embuste feminista enraizado neste jogo de exibição: pois o sinal da escravidão


do sexo é o conceber filhos, mas o de promover ou fazer sexo livre de concepção ou de
se manter nesse jogo de insinuações sexuais através da imagem não é escravidão. Veja
como faz todo o sentido!

O homem é um alvo do exibicionismo no sentido de contemplação e promoção. Há um


terrível desequilíbrio hormonal entre os homens atualmente também em razão do
estrogênio, ele não sofre daquela natureza essencialmente masculina de se impor,
dominar e condenar. Ele, como um cachorrinho, entra nesse jogo, participa e incentiva-
o.
Provavelmente os baixos níveis de testosterona fazem ele ter um certo fetiche com
essas mulheres exibicionistas, pois elas estão masculinizadas e isso os atrai, criando a
fantasia de dominá-los.

Por exemplo no ato sexual, a mulher natural e nua já não se faz suficiente para seduzi-lo
sexualmente e satisfazê-lo, é preciso um ‘’auxílio’’ de uma fantasia sexual, de um
fetiche- muito provavelmente promovido pela indústria pornográfica ou
cinematográfica para ajudar este homem a sentir satisfação seja no ato em si ou na
mera sensação que ele terá ao flertar/contemplar uma mulher exibicionista.
Ele se apega a algum fetiche sexual, seja um salto alto vermelho, um rosto maquiado,
unhas grandes e pintadas, etc.

Na maioria das vezes, essas mulheres não desejam se envolver com estes homens, em
sentido algum, elas apenas cobiçam a aprovação sexual deles. É a ‘’alma’’ do
exibicionismo entre essas que fazem parte deste jogo sujo.

Você vai num restaurante numa data comemorativa importante e vê essas mulheres
exibicionistas mesmo já casadas e com seus maridos ainda ‘ativas’ neste jogo. Isso
prova que o homem não é nem o objetivo nem o alvo principal, apenas uma marionete
divertida de conquistar no processo.

Eles estão tão afeminados que não percebem o absurdo de sair com uma esposa vestida
em trajes que incentivam o estupro, que convidam olhares estranhos para flertar com
seus corpos, mulheres exibicionistas cuja intenção é competir entre as outras mulheres
para ver quem chama mais a atenção do maior número de homens.

Essa postura convidativa aparentemente não fere nenhum pouco a masculinidade


desses maridos, parece que eles possuem o próprio jogo de exibicionismo deles, cuja
norma estética é competir entre eles para ver quem possui a esposa mais objetificada
sexualmente, para ver qual deles possui a esposa mais exposta ao ridículo, a autêntica
cobiça material.

Ele próprio fica vislumbrado e infla o peito envaidecido por estar presente num
ambiente tão fielmente frequentado por exibicionistas. Ele exibe a esposa como exibe
seu carro de luxo, o jardim impecável e ridiculamente pequeno sem espaço para filhos
de sua propriedade, exibe seu poder aquisitivo ao financiar (“presentear”) toda gula
consumista por futilidades de sua esposa, ornamentada de jóias de luxo e marcas
renomadas. Assim é que funciona o exibicionismo entre os homens modernos.
O cérebro parece atrofiado, incapaz de ficar adulto, elas não encontram plena satisfação
com o parceiro, continuam atraídos e tentando atrair outros num sentido de sedução, é
essa a direção do exibicionismo.