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Agente em Geriatria

“2018”

Módulo: 3553 – Saúde Mental na 3ª idade


Objetivos
O Identificar as questões relacionados com a saúde mental em geral e com a saúde mental da
pessoa idosa em particular.
O Enunciar as noções de psicopatologia da pessoa idosa.
O Diferenciar os recursos comunitários de apoio à pessoa idosa com doença mental.

Conteúdos
O Saúde mental e recursos
O A saúde mental na 3.ª idade
O - Definição
O - Promoção
O - Saúde mental e comunidade

O Psicopatologia da pessoa idosa


O O normal e o patológico
O - Conceito de doença mental
O Envelhecimento normal e patológico
O Depressão na pessoa idosa
O Psicopatologia do delírio
O Perturbações sensoriais e delírio

O Recursos comunitários de apoio


O Respostas sociais à velhice
O - Saúde e comunidade
O - O hospital e o seu papel face à pessoa idosa
O - Outros recursos
O - família
O - apoio domiciliário
O - lares
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Saúde Mental
O Segundo a OMS a Saúde Mental é “ o estado de completo bem-estar físico, mental e social
e não apenas a ausência de doença”.
O É sentirmo-nos bem connosco próprios e na relação com os outros. É sermos capazes de
lidar de forma positiva com a adversidades. É termos confiança e não temermos o futuro.

Causas da Saúde Mental


O Doença mental resulta da combinação de diferentes fatores

O Conjugação genética com o meio e os momentos ou períodos importantes

O A doença pode surgir repentinamente ou de forma mais insidiosa.

Doenças de causa endógena (fatores hereditários e constitucionais)

Doenças de causa exógena (reativas aos acontecimentos do dia a dia)

O Seja qual for a causa existe sofrimento psicológico com repercussões a nível físico.

Como se manifesta
O Neurose: indivíduo tem plena consciência dos seus atos, mas não consegue controlá-los:
O Maior intensidade do comportamento
O A incapacidade do indivíduo de resolver os conflitos de forma satisfatória

O Psicose: quadro psicopatológico no qual se verifica “perda de contato com a realidade”

O Podem ocorrer alucinações ou delírios, desorganização psíquica que inclua pensamento


desorganizado e/ou paranóico, agitação psicomotora, sensações de angústia intensa e
insónia severa.

Problemas de saúde mental


O Ansiedade
O Mal estar psicológico ou stress continuado
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O Depressão
O Dependência de álcool e outras drogas
O Perturbações psicóticas, como a esquizofrenia (pessoa perde a noção da realidade e não
consegue distinguir o real do imaginário)
O Atraso mental
O Demências

O Em cada 100 pessoas 30 sofram, ou venham a sofrer de problemas de saúde mental


O Cerca de 12 pessoas têm uma doença mental grave
O A depressão é a doença mental mais frequente

Falsos Conceitos sobre doença mental


O Pessoas sentem-se incompreendidas, estigmatizadas, excluídas ou marginalizadas.
O As doenças mentais são fruto da imaginação
O As doenças mentais não têm cura
O As pessoas com problemas mentais são pouco inteligentes, preguiçosas, imprevisíveis ou
perigosas.
O Estes mitos, como o estigma e a discriminação, faz com muitas pessoas tenham vergonha e
medo de procurar apoio ou tratamento
O Outros não querem reconhecer os primeiros sinais ou sintomas da doença.
O Tratamento deve ser sempre procurado, visto que a recuperação é tanto mais eficaz quanto
precoce este for

O Mesmo nas doenças mais graves é possível controlar e reduzir os sintomas e, através de
medidas de reabilitação, desenvolver capacidades e melhorar a qualidade de vida.

O Todos podemos ser afetados por problemas de saúde mental de maior ou menor gravidade.

Fases causadoras perturbações mentais


O Entrada na escola
O Adolescência
O Menopausa
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O Envelhecimento
O Perda de familiar próximo
O Divórcio
O Desemprego
O Reforma
O Pobreza
O Fatores genéticos, infecciosos ou traumáticos

Sinais de alerta de doença mental


O Confuso
O Evita as pessoas
O Tem ideias que não estão de acordo com as de todas as outras pessoas
O Comporta-se de forma diferente do que seria de esperar

Falar com um médico para ter orientação e ajuda


Pistas a ter em conta
O Deixou de falar com familiares ou amigos
O Perdeu a vontade e motivação para as atividades habituais
O Começou a ficar com medo(s) ou com desconfianças sem motivo
O Deixou de se alimentar ou come às escondidas
O Dorme mal ou não consegue dormir toda a noite
O Começou a ter ideias estranhas
O Ouve vozes que mais ninguém consegue ouvir
O Tem graves dificuldades de concentração
O Diz ou escreve coisas que não fazem sentido
O Abusa de álcool ou drogas

Como ajudar doente mental


O Incentivar a pessoa a procurar um médico/psicólogo
O Oferecer suporte, acompanhando a pessoa ao médico/psicólogo
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O Se a pessoa recusa o tratamento, procure o técnico para o aconselhar e orientar

Psicopatologia da Pessoa Idosa


Normal e Patológico
O Delimitação baseia-se em critérios estatísticos

O Normal é comportamento mais frequente e concordante com os valores estabelecidos e


aceites em determinada sociedade.

O A Norma ou o conceito de normalidade é limitativo para a existência individual, colocando


de lado a experiência de vida que cada um de nós tem e causadora de angústia para aqueles
que não estão de acordo com a suposta regra social
O É impossível que pessoas com histórias de vida diferentes tenham os mesmos
comportamentos e os mesmos sentimentos
O Normalidade está ligada ao conceito social e cultura (as sociedades não são todas iguais e
cada uma tem a sua própria noção do que é ou não aceite como normal)
O A avaliação de normalidade ou patologia tem de ter em conta três aspetos fundamentais:
• Fase de desenvolvimento em que se encontra a pessoa
• O local e a cultura
• A época e a circunstância histórica em que ela se situa

Envelhecimento Normal
O Com o envelhecimento o organismo passa por diversas alterações na estrutura e função

O Senescência (processo normal) ocorre de forma gradual e expressa-se com manifestações


caraterísticas. As que ocorrem no SN são de uma importância fundamental

O Alterações Sistema Nervoso:


O Volume tecido cerebral diminui de forma gradual e variável
O Redução da quantidade ou do tamanho de algumas células que formam parte cérebro
(neurónios)
O Aumento do volume do líquido que se encontra dentro do SN
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Modificações com o Envelhecimento
O Alterações nas funções inteletuais:
O Lentificação de todos processos mentais
O Diminuição da capacidade de memorização, aquisição e retenção de nova
informação

Ex: dificuldade em evocar um nome ou uma data especifica de uma experiência cuja
memória está intata

O Perturbações do equilíbrio
O Postura encurvada
O Lentidão da marcha, com passos curtos
O Maior sensibilidade à luz intensa e menor adaptação ao escuro
O Surdez variável, especialmente para sons agudos
O Diminuição do gosto e do olfato
O Redução da velocidade e potência musculares

Envelhecimento Patológico
O Ocorre um declínio das funções cognitivas:
O Alteração e deterioração da memória para registar, armazenar e recuperar informação
nova
O Perda de conteúdos referentes à família e passado
O Alteração e deterioração do pensamento e raciocínio com redução do fluxo de ideias
e diminuição da atenção, etc.

O Ocorre um declínio das funções cognitivas:


O Défice significativo nas diversas áreas que permitem a execução de tarefas da vida
diária (vestir, comer, etc)
O Alterações da linguagem
O Alterações da “consciência clara”
O Sintomatologia presente durante pelo menos 6 meses

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Demências
O Transtorno cognitivo, que apresentam múltiplos défices cognitivos (incluindo a memória, a
linguagem e a inteligência) decorrentes dos efeitos fisiológicos, dos efeitos de uma
substância ou de múltiplas causas.
O Doentes apresentam alterações linguagem, reconhecimento, identificação de objetos e
capacidades motoras.

Alzheimer
O Doença degenerativa atualmente incurável mas que possui tratamento.
O É a causa mais comum de demência no mundo.
O Tratamento permite melhorar a saúde, retardar o declínio cognitivo, tratar os sitomas,
controlar as alterações de comportamento e proporcionar conforto e qualidade de vida ao
idoso e família
O Doença que provoca deficiência cognitiva, afetando principalmente a memória necessária
para reter novas informações.
O À medida que a doença evolui, várias outras funções cognitivas, como a orientação, a
linguagem, julgamento, função social e habilidade de realizar tarefas motoras também se
declinam.
O Existe uma diminuição do tamanho geral do cérebro em resultado da perda de neurónios.
O As áreas mais afetadas são as associadas á memória, aprendizagem e coordenação motora.

Alzheimer – Fatores risco


O Idade (incidência é muito maior em pessoas com mais de 80 anos)
O História Familiar
O Tabagismo
O Inatividade físca
O Depressão
O Hipertensão
O Obesidade
O Diabetes

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O Fase Inicial: dura de 2 a 4 anos
O Agnosia: dificuldade em reconhecer e identificar objetos
O Apraxia: dificuldade de execução de movimentos
O Incontinência urinária pode aparecer
O Perda de memória, confusão e desorientação
O Ansiedade, agitação, ilusão, desconfiança
O Alteração da personalidade e do senso crítico
O Dificuldades com AVD (cozinhar, fazer compras, conduzir, telefonar)

O Fase Intermediária: pode durar de 3 a 5 anos


O São afetadas as atividades instrumentais e operativas
O Dificuldade em reconhecer familiares e amigos
O Perder-se em ambientes conhecidos
O Alucinações, perda de peso, incontinência urinária
O Dificuldades com a fala e a comunicação
O Movimentos e fala repetitiva
O Distúrbios do sono
O Problemas com ações rotineiras
O Início de dificuldades motoras.

O Fase Final
O Dependência total
O Incontinência urinária e fecal
O Tendência em assumir posição fetal
O Ausência da linguagem voluntária ou não
O Restrito a cadeira ou ao leito
O Presença de úlceras por pressão
O Perda progressiva de peso
O Infeções urinárias e respiratórias
O Término da comunicação.

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O Quarta fase (Terminal)
O Paciente está completamente dependente das pessoas.
O Linguagem reduzida a simples frases ou até a palavras isoladas, eventualmente, em
perda da fala
O Apesar da perda da linguagem verbal, podem compreender e responder com sinais
emocionais
O Agressividade pode estar presente, apatia extrema, cansaço são comuns.
O Não conseguem desempenhar as tarefas mais simples sem ajuda
O Massa muscular e mobilidade degeneram-se a tal ponto que o paciente tem de ficar
deitado numa cama.
O Perdem a capacidade de comer sozinhos
O A morte normalmente não é causada pela doença mas por outro fator externo (ex:
pneumonia)

Alzheimer – Manifestações clínicas


O As manifestações mais comuns são a apatia, irritabilidade e instabilidade emocional,
chegando ao choro, ataques inesperados de agressividade ou resistência ao cuidado.
O Um doente pergunta a mesma coisa centena de vezes, mostrando a sua incapacidade de
fixar/memorizar algo novo
O Palavras são esquecidas, frases são trocadas, muitas permanecendo sem finalização
O Apesar da perda da linguagem verbal, os doentes podem compreender e responder com
sinais emocionais.

Alzheimer – Diagnósticos
O O diagnóstico é difícil pois a doença não tem sintomas físicos específicos. Os sintomas são
mentais e de comportamento e, por isso, durante muito tempo as pessoas deixaram de
encarar esse distúrbio como uma doença que exige intervenção.
O Fase Inicial: TAC e RMN costumam não indicar alterações, mas numa fase mais avançada
pode indicar uma alteração no volume cérebro.
O Ao notar sintomas de Alzheimer, o próprio portador tende a escondê-los por vergonha. A
família precisa estar atenta e, se identificar algo incomum, deve encaminhar o idoso
O É preciso diferenciar o esquecimento normal de manifestações mais graves e frequentes,
que são sintomas da doença. Não é porque a pessoa está mais velha que não se vai lembrar
do que é importante.
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Alzheimer – Testes Neuropsicológicos
O São de difícil aplicação em pacientes idosos.
O Aplicado por profissional especializado sendo úteis em casos fronteiriços na diferenciação
de processos demênciais iniciais.
O Baterias de testes que incluem várias questões (33) e requerem em média 30min para
serem aplicados.

Alzheimer – Tratamento
O Tratamento dos sintomas de comportamento: irritabilidade, agitação, depressão, alucinação
e insónia.
O Tratamento específico: dirigido para tentar melhorar o déficit de memória, corrigindo o
desequilíbrio químico do cérebro. Algumas drogas funcionam melhor no início da doença.
O seu efeito é temporário, pois a doença continua a progredir.
O Tratamento permite melhorar a saúde, retardar o declínio cognitivo, tratar os sintomas,
controlar as alterações de comportamento e proporcionar conforto e qualidade de vida ao
idoso e sua família.
O A deficiência de acetilcolina é considerada um dos principais fatores da doença de
alzheimer.

Medicamentos Psiquiátricos
O Como a depressão e ansiedade são um problema constante no Alzheimer é comum que os
médicos prescrevem antidepressivos.
O Antidepressivos além de melhorarem o humor, o apetite, o sono, o auto-controle e
diminuírem a ansiedade, tendências suicidas e agressividade tem demonstrado também,
significativamente retardar a degeneração do cérebro.
O Haloperidol (haldol) – reduz as alucinações, a agressividade, os distúrbios de humor, a
apatia e a disforia (angústia) que são comportamentos que ocorrem com a evolução da
patologia.
O Diazepem (valium) – usado para insónia, ansiedade, agitação motora e irritabilidade.

Papel Cuidadores

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O Devem estar treinados para tarefas como a alimentação adequada, deglutição,
incontinência urinária, higiene corporal, cuidados físicos e com a pele.
O Responsáveis pela manutenção da segurança física
O Redução da ansiedade e agitação
O Controle dos distúrbios do padrão do sono
O Auxílio na marcha
O Promoção de independência nas atividades de auto-cuidado
O Atendimento das necessidades de socialização
O Melhoria da comunicação

Apoio aos Cuidadores


O Conforme a doença avança, aumentam as dificuldade para os familiares tendo que cuidar,
acompanhar e ajudar no tratamento de um familiar que não reconhece as pessoas e,
depende a maior parte do tempo do auxílio de alguém, até para realizar as suas
necessidades fisiológicas mais básicas.

Recomendações
O Fazer o portador de Alzheimer usar uma pulseira, colar ou outro adereço qualquer com
dados de identificação e as palavras “memória Prejudicada”
O Estabelecer uma rotina diária e ajudar o doente a cumpri-la
O Espalhar lembretes pela casa (apague a luz, feche a torneira, desligue a TV, etc) pode
ajudá-lo bastante
O Encorajar a pessoa a vestir-se, comer, ir ao wc, tomar banho autonomamente
O Limitar as suas opções de escolha. Em vez de oferecer vários sabores de gelados, ofereça
apenas dois tipos.
O Certificar-se de que o doente está a ingerir uma dieta balanceada e praticar atividades
físicas de acordo com as suas possibilidades.
O Eliminar o álcool e o tabaco, pois agravam o desgaste mental
O Estimular o convívio familiar e social do doente
O Reorganizar a casa afastando objetos e situações que possam representar perigo.

Dicas de Prevenção
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O Médicos acreditam que manter a cabeça ativa e uma boa vida social permite, pelo menos,
retardar a manifestação da doença.

O Entre as atividades recomendadas para estimular a memória estão: leitura constante,


exercícios de aritmética, jogos inteligentes e participação em atividades.

Doença de Parkinson
O Doença degenerativa, crónica de progressão lenta que afeta principalmente a mobilidade.
Uma das alterações não motoras mais comuns é a demência.
O Início é geralmente após os 50 anos de idade.
O É das doenças neurológicas mais frequentes
O Doença que ocorre quando certos neurónios do SNC morrem ou perdem a capacidade na
substância negra.
O Esta doença ataca cerca de 20 mil portugueses, de ambos os sexos, com uma ligeira
preponderância para sexo masculino.
O Estima-se que no mundo existam 10 milhões de doentes de Parkinson.

Doença de Parkinson – Manifestações Clínicas


O Manifestações Motoras (pelo menos 2 das 3 manifestações motoras): tremor em repouso,
rigidez e bradicinesia

O Tremor em repouso
O Sintoma inicial em cerca de 85% pacientes
O Desaparece à ação, mas ressurge quando os membros mantém uma postura
O Movimento voluntário atenua o tremor e este desaparece completamente durante o
sono

O Rigidez Muscular
O Todo o corpo
O Inexpressividade facial (diminuição do pestanejar, boca aberta, deglutição difícil)

O Bradicinesia
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O Lentidão do movimento

O Outros Sintomas
O Dif. realizar movimentos repetitivos
O Depressão, ansiedade
O Alt. equilíbrio quando em movimento
O Instabilidade postural
O Bradifrenia (pensamento lento)

O Normalmente começa num membro superior estendendo-se pelo resto do corpo

O O doente fica suscetível e fraco, aumentando o risco de infeções e outros episódios com
potencial mortal.

Parkinson - Escalas
O A escala usada para avaliar a evolução da doença é a Escala de Hoehn e Yahr
O Estágio 0: nenhum sinal da doença
O Estágio 1: Doença unilateral
O Estágio 2: Doença bilateral sem déficit de equilíbrio
O Estágio 3: Doença bilateral leve e moderada, alguma instabilidade postural
O Estágio 4: Incapacidade grave, ainda capaz de permanecer de pé sem ajuda
O Estágio 5: Confinado a uma cama ou cadeira de rodas a não ser que receba ajuda

Parkinson - Diagnóstico
O É importante que quaisquer manifestações sejam levadas em consideração, principalmente
para aqueles com mais de 60 anos.
O O diagnóstico é basicamente clínico, baseado nos sinais e sintomas descritos.
O Os exames complementares como TAC e RMN servem apenas para avaliação de outros
diagnósticos diferenciais (infeções, traumatismos cranianos)

Parkinson - Tratamento
O Levodopa (exerce efeito sobre sinais e sintomas da doença, sendo o principal tratamento)

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O No início da evolução da doença, à melhoria do tremor, da rigidez e da bradicinesia e pode
ser quase completo.
O Associa-se mais tarde com carbidopa para aumentar a eficácia e reduzir os efeitos
secundários.

Parkinson
O Fisioterapia traz grandes benefícios para os parkinsonianos, principalmente no que diz
respeito à mobilidade, equilíbrio e respiração.
O Tratamento farmacológico isoladamente é ineficaz, por isso, é necessário a combinação do
tratamento fisioterapêutico com o medicamentoso

Demência Vascular
O 2ª causa mais comum de demência
O O início é mais precoce que a doença de Alzheimer
O Os homens são mais afetados do que as mulheres
O Muitas vezes acaba por ser confundida com a doença de Alzheimer
O O início da doença é súbito, seguido por um trajeto flutuante e gradual, caraterizado por
rápidas alterações ao invés de uma progressão lenta.
O Demência vascular cerebral é muito mais comum do que se pensa e pode ser evitada
O Carateriza-se por múltiplos AVC´s que vão ocorrendo no cérebro ao longo da vida do
indivíduo.
O Muitas vezes são pequenos episódios em que o indivíduo fica indsposto mas vai
melhorando e não chega a ter conhecimento de que a causa da indisposição foi uma
pequena isquémia (pequeno derrame cerebral).

Demência Vascular - Prevenção


O Controle da tensão arterial
O Controle dos níveis de colesterol
O Evitar gorduras
O Evitar o excesso de sal

O Doença dos vasos sanguíneos do cérebro, que quando afetados, não conseguem compensar
esse orgão de oxigénio e nutrientes
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O As alterações são vistas na parte branca, que a áreado cérebro onde ficam as fibras de
comunicação
O Perda de memória em “degraus”

Delírio
O É uma crença falsa e firme em algo que não é um facto.
O Perturbação grave na capacidade mental de uma pessoa, o que resulta em uma diminuição
da consciência (inclusive do ambiente em que ela está) e pensamento confuso.
O Indica distúrbios psicológicos (esquizofrenia)
O Aparecimento repentino.
O O doente pode cometer suicídio, homicídio ou outros crimes sob a influência dos delírios.
O É mais comum em pacientes idosos, e é considerado emergência geriátrica.

O Episódios podem durar de minutos ou horas até semanas.


O Idosos podem ter momentos de delírio recorrentes
O Durante os episódios de delírio, muitas vezes, a pessoa não está completamente ciente do
local em que está e pode agir de forma inesperada.
O Sintomas podem ser similares aos da demência, por isso a presença de alguém que passe
bastante tempo com o paciente pode ser essencial para o diagnóstico correto da doença.
O Demência não é a mesma coisa delírio

Delírio - Causas
O Acontece quando os sinais enviados e recebidos pelo cérebro se tornam comprometidos,
debilitados ou confusos; não se sabe a exata causa
O Qualquer condição que faça com que o paciente fique internado no hospital aumenta o
risco de ele ter episódios de delírio
O A falta de sono, o uso de certos medicamentos ou drogas, infecções e febre alta podem
estar relacionados ao sintoma

Condições ligadas delírio


O Desidratação
O Infeções trato urinário
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O Pneumonia
O Demência
O Esquizofrenia
O Doenças graves ou em fase terminal
O Período de abstinência de drogas
O Delírio – Fatores risco
O Pessoas com demência
O Idosos
O Crianças com infeções que causem febre alta
O Problemas de visão ou audição
O Estar desnutrido ou desidratado
O Tratamento com vários medicamentos
O Uso excessivo de álcool e/ou drogas, ou estar período de abstinência
O Ter realizado cirurgia recentemente

Delírio – Sintomas
O Redução da consciência
O Incapacidade de ficar focado em um tópico ou situação, ou em mudar de tópico
O Atenção vaga
O Ficar preso a apenas uma ideia ou tópico e não conseguir responder questões normais
de uma conversação
O Ser “retirado” do ambiente em que se encontra com pouca ou nenhuma resposta às
situações ao seu redor
O Ser facilmente distraído por coisas não importantes

O Habilidade cognitiva comprometida


O Memória fraca, principalmente dos eventos recentes
O Desorientação incluindo não saber o local em que as coisas estão, quem é quem ou
em qual período do dia, mês ou ano está
O Dificuldade para falar ou para se lembrar do que falou
O Dificuldade em compreender as falas das outras pessoas
O Dificuldade em ler ou escrever
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O Linguagem estranha ou sem sentido

O Alterações comportamentais
O Ter alucinações
O Não conseguir descansar e ficar agitado
O Irritabilidade e comportamento agressivo
O Problemas para conseguir dormir e acordar nos horários normais
O Estar com as emoções - como medo, ansiedade, raiva ou depressão - muito afloradas,
extremas

Delírio – Diagnóstico
O Pessoas idosas que estão internadas em hospitais, ou com doenças que demandam
tratamentos constantes, são particularmente mais propensas em apresentar episódios de
delírio.
O É importante ficar atento a todos os sintomas que se podem apresentar, inclusive aqueles
mais quietos, como isolamento social e pouca interação com as pessoas ao seu redor.

O O médico vai-se basear nas respostas que o acompanhante fornecer sobre o histórico
médico do paciente, da verificação do estado mental e da identificação dos possíveis
fatores que contribuíram com o quadro.

Delírio – Testes
O Avaliação do estado mental
O O médico avalia a consciência, atenção e capacidade de raciocínio do paciente
através de uma conversa informal ou de testes mais formais, com o uso de listas e
outros instrumentos de avaliação.

O Exames físicos
O O médico verificará a possibilidade de desidratação, infecção, abstinência de álcool
ou outros problemas de ordem física.
O Os exames físicos têm como objetivo encontrar condições de saúde que podem estar
a causar o problema, uma vez que o delírio pode ser o primeiro sinal (e, às vezes, o
único) de uma condição mais séria como insufciciência respiratória ou cardíaca.

O Exames neurológicos

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O O exame neurológico verificará a visão, equilíbrio, coordenação e reflexos do
paciente, o que pode determinar a presença de alguma doença neurológica que está
ocasionando o delírio.

Delírio – Tratamento
O 1º encontra-se a causa do problema e trata-se

O Cuidados para a orientação do doente:


O Manter relógios e calendários por perto
O Manter o ambiente em que ele está o mais calmo o possível, com a presença dos seus
pertences e daquilo que é familiar para ele
O Conversas regulares sobre lembranças do lugar e o tempo em que ele está
O Manter os membros da família por perto e evitar a presença de estranhos
O Não fazer barulhos nos momentos em que o paciente deve dormir e deixar o
ambiente iluminado fracamente
O Manter uma nutrição e hidratação adequada
O Suprir a necessidade de equipamentos que se fizerem necessários, como óculos ou
aparelhos auditivos
O Fazê-lo sair da cama nos horários normais e realizar atividades leves, como
caminhadas em casa, se possível

O O grau de recuperação do doente, depois de tratado o delírio, dependerá muito da condição


dele antes do surgimento do problema.
O Doentes com demência normalmente apresentam uma pioria acentuada nas habilidades de
raciocínio e de memória depois dos episódios de delírio.

Delírio – Prevenção
O Manter o paciente hidratado e comendo normalmente
O Fazer atividades que o estimulem, e levar objetos familiares para o hospital
O Caso ele use óculos ou aparelhos auditivos, incentive que os use mesmo estando internado
O Conte sobre as novidades das pessoas que ele conhece usando frases simples e lembrando
de situá-lo no tempo em que ele está vivendo e no lugar que está
O Tente reduzir as interrupções durante a noite, além de diminuir a intensidade das luzes, se
possível

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Outras perturbações mentais frequentes no idoso

Depressão
O É uma perturbação na qual são experienciadas emoções de angústia, tristeza, frustração,
desânimo, desmotivação, resultantes de experiências traumáticas vividas no passado, das
quais ainda não nos conseguimos libertar.
O Muitas vezes, vivemos experiências que colidem com os nossos valores, com as nossas
crenças, com os nossos objetivos, criando conflitos emocionais.
O Depressão
O As emoções de tristeza, de mágoa e de revolta perturbam e deprimem-nos. Por vezes, estas
emoções são muito fortes e, por isso, não nos conseguimos libertar emocionalmente delas.
O Vivemos, com estas sensações e sentimentos, acumulando emoções negativas, o que nos
leva a um estado de absoluta incapacidade para lidar com este estado emocional negativo.
O Quando chegamos a este estado emocional, ficamos sem recursos mentais, sem energia
para estabelecermos os nossos objetivos, para vivermos de uma forma feliz.
Causas da Depressão
O A Depressão e a Ansiedade são estados perturbadores e não desequilíbrios químicos.
O Experiências como traumas, violência infantil, bullyng, divórcios, maus tratos diversos,
podem ser vividos com uma intensidade tal que se torna difícil ultrapassar a dor que elas
trazem.
O Estas emoções que não ultrapassamos, como o medo, a mágoa, a tristeza, ao longo do
tempo destroem a sua qualidade de vida, limitando-nos na sua liberdade de sermos felizes.
O As pessoas que não conseguem ultrapassar as dificuldades do passado não são as mais
fracas, mas sim as que mais sentiram a dor ou o medo dessas experiências.
O A medicina psiquiátrica distingue a Depressão pelas diversas manifestações, sintomas e
consequências, intervindo apenas de forma farmacológica nos sintomas, não resolvendo as
causas da Depressão.

Sintomas da Depressão
O Angústia e Tristeza
O Fadiga, Cansaço e Perda de Energia
O Sentimentos de Inutilidade, de Falta de Confiança e de Auto-estima
O Sentimentos de Culpa e Sentimento de Incapacidade
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O Falta ou Excesso de Apetite
O Perturbação do Sono
O Falta ou Alterações na Concentração
O Preocupações Recorrentes
O Desinteresse, Apatia e Tristeza
O Diminuição do Desejo Sexual
O Irritabilidade
O Manifestação de Sintomas Físicos, como Dores Musculares, Dores Abdominais, etc.

Tratamento da Depressão
O Deve perseguir-se as causas e não os sintomas
O Modelo Terapêutico HBM (Human Map Therapy), onde se vai á origem emocional do
problema que provoca a perturbação, e conduz o doente a vencer e ultrapassar esta
dificuldade que condiciona todo o seu estado mental

Perturbação bipolar
O Uma perturbação do humor caracterizada por episódios repetidos e/ou alternados, de mania
e depressão.
O Na bipolaridade as mudanças de humor são extremas e mais duradouras que as
experimentadas pela maioria de nós.
O A pessoa que sofre de uma perturbação bipolar, vive num constante carrossel de emoções,
estando sujeita a episódios de extrema alegria, euforia e hiperatividade física e mental, em
que se sente invencível e cheia de ideias e planos (mania), que alternam com episódios de
humor muito baixo em que sente desespero, inibição e lentidão para conceber ou realizar
ideias, associado a ansiedade ou tristeza profunda (depressão)..
O Entre os episódios, é comum que a pessoa passe por períodos de normalidade, tendo uma
vida como outra qualquer;
O Algumas pessoas apresentam leves sintomas entre as fases, não alcançando uma
recuperação plena.
O A natureza e duração dos episódios variam muito de pessoa para pessoa, tanto em
intensidade quanto em duração.

Perturbação de ansiedade
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O Sentir palpitações, dores no peito ou falta de ar durante mais de 3 meses… possíveis de
combater com uma estratégia: enfrentando a origem do próprio medo
O É normal sentirmo-nos ansiosos perante um novo desafio, é essa ansiedade que nos torna
mais alerta para avaliar a “ameaça” e conseguir agir rapidamente
O É esse sentimento que nos faz ultrapassar um desafio, procurar a solução, que nos torna
mais atentos, ou que motiva a recusa de uma situação potencialmente perigosa.
O É quando esse medo se instala, exacerbado, prolongando-se muito além do que seria
normal para cumprir essa função adaptativa, que surgem diferentes tipos de problemas, as
denominadas perturbações de ansiedade.
O Em idosos, a fragilidade do SN explica o desenvolvimento de ansiedade após um
acontecimento stressante (stresse pós-traumático)
O As obsessões e compulsões podem aparecer pela 1ª vez em idosos, embora seja mais
comum em pessoas que já eram mais organizadas, perfecionistas, pontuais.

Perturbação de ansiedade - Sintomas


O Taquicardia
O Falta de ar
O Dificuldade em respirar
O Suores repentinos
O Evitar sítios ou pessoas
O Dificuldades de regulação emocional (agressividade, impulsividade, ataques de pânico)

Perturbação de ansiedade - Tratamento


O A medicação alivia a sintomatologia mas não resolve o problema
O Acompanhamento individualizado de psicoterapia permite o desenvolvimento de
estratégias para gerir a ansiedade num processo que passa por identificar as emoções para
progressivamente passar a conseguir regulá-las de forma a conseguir enfrentar as causas e
tornar capaz de gerir o medo presente e em situações futuras.

Perturbação de ansiedade - Cuidados diários


O Dormir 7 a 8 horas por noite
O Seguir alimentação cuidada
O Praticar exercício físico
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O Implementar estratégias práticas como organizar as tarefas por ordem de prioridade logo de
manhã, permite começar o dia com uma maior sensação de controlo, evitando um dos
medos mais comuns, o de “não ser capaz”, de não conseguir estar à altura da exigência.

O EXEMPLO: “Se na origem do medo está, por exemplo, a sensação de não ser capaz de
fazer um relatório ou cumprir o prazo de entrega do mesmo, a primeira coisa a fazer é
dedicar-se a essa tarefa, enfrentando o desafio, para que o medo associado desapareça. A
pessoa até pode passar a manhã inteira a fazer exercício físico, que a ansiedade não irá
desaparecer”,

Perturbação por uso de álcool e outras substâncias


O Os idosos podem iniciar um quadro de dependência a uma droga ou um medicamento,
devido à automedicação.
O A dependência álcool geralmente começou na idade adulta, estando associada a uma maior
incidência de quadros demenciais.
O A dependência de substâncias como hipnóticos, ansiolíticos e narcóticos é comum. Os
idosos abusam de ansiolíticos para o alívio da ansiedade crónica ou para garantirem uma
noite de sono.

O Tanto os medicamentos sedativos como o álcool estão relacionados com maior número de
quedas e fraturas o que reduz a expetativa de vida do idoso após o incidente.

Respostas Sociais à Velhice


Saúde e Comunidade
O Perante o envelhecimento progressivo da população. a sociedade civil e o Estado tiveram
que se organizar e criar condições para acolher o número crescente de idosos.
O As principais respostas para os idosos são na área da saúde (Hospitais, Unidade de
Cuidados Continuados) e na área social (Lares, Centros de Dia, Centros de Convívio.
Serviços de Apoio Domiciliário, etc.)
O O idoso sente necessidade de apoio da própria família, isto é, a prestação de cuidados por
parte do cônjugue, descendentes ou parentes colaterais, ou por parte da intervenção
conjunta de vários membros da família.
O Instituições ao nível do serviço de apoio domiciliário, que consiste na prestação de
serviços diversificados como alimentação, higiene pessoal, higiene habitacional e/ou
tratamento de roupa.

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O Serviço prestado permanentemente (lares e residências) ou parcialmente (centros de dia,
centros de convívio, universidades para a terceira idade).
O Prestação de cuidados informais por parte dos vizinhos, amigos e/ou voluntários, sendo
pessoas que mostram disponibilidade e vontade
O Prestadores cuidados formais (profissionais e/ou família) apresentam maior utilidade
para as atividades de vida diária simples
O Prestadores cuidados informais (agente em geriatria) são uma mais valia para as
atividades instrumentais (compras, lazer, passeios)
O Idealmente estes dois eixos deviam coexistir e serem desenvolvidos simultaneamente de
forma a permitir ao idoso a escolha ideal.
O Atualmente as famílias não têm a capacidade de responder dignamente aos vários papéis
para os quais são chamadas, existindo uma inter-ajuda, entre esta e as respostas sociais, no
cuidado ao idoso.
O Entende-se a família como a rede alargada de parentes (que podem ser de sangue, de
direito, de aliança ou de facto) com quem o idoso mantém relações e interacções mais ou
menos intensas.
O As famílias continuam a ser chamadas à responsabilidade; é importante a união das
famílias e dos elementos que as constituem, no apoio prestado aos idosos, sendo estes a
figura base das mesmas.

O hospital e o seu papel face pessoa idosa


O Durante o internamento a pessoa idosa passa a estar a cargo de uma equipa
multidisciplinar, que tudo faz para que a pessoa atinja uma estado máximo de saúde
O Com o internamento surgem dúvidas e insegurança em toda a família
O È um momento de tomada de decisões que podem ser fáceis ou não.
O A família necessita de ajuda, apoio moral, alguém com quem possa esclarecer dúvidas para
tentar ultrapassar este momento
O É importante existir uma boa relação entre a família e os técnicos de saúde com o objetivo
melhorar o estado emocional da pessoa internada, quer para aumentar a interação no
processo de cura, bem como a integração da família neste processo.
O O hospital desempenha um papel importante na informação e preparação da doença, bem
como a melhor forma de lidar com a mesma.

Papel Família
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O A família deve contribuir dando suporte à pessoa mais velha, identificando quem vai ser o
responsável.
O Ouvir o que ela pensa, compreender os seus argumentos e necessidades.
O A família proporciona conforto e companhia, e á medida que a idade avança, os familiares
mais próximos tornam-se o centro das suas relações, ajudando tanto nos cuidados com a
saúde como na companhia.
O Contudo, o excesso de cuidados e intromissão indevida nas escolhas dos idosos,
desestimula-os a agir ou a esforçarem-se a fazê-lo, gerando uma sensação de inutilidade e
dependência.
O O cuidado exacerbado também pode induzir à baixa auto-estima e é tão negligente quanto
a falta dele.
O O papel da família é de acolher, proteger e integrá-lo como membro participante e
valorizado.
O Nem todas as famílias possuem estruturas para tratar/receber um idoso debilitado
O Existem muitos idosos que não possuem família, criando novos elos (vizinhos e amigos
acabam por se tornar cuidadores)
O O cuidador pode sofrer de um misto de sentimentos no seu dia a dia e que podem ser
confusos, mas é importante não esquecer que são reações normais e que está a dar o seu
melhor nos cuidados ao doente.
O Se idoso partilhar as informações acerca da doença bem como os seus sentimentos com
familiares e amigos, vai contribuir para uma maior compreensão por parte destes o que
lhes permitirá prestar o apoio que tanto precisa.

Apoio Domiciliário
O Uma resposta social que visa prestar cuidados e serviços a famílias e pessoas que se
encontrem no seu domicílio, em situação de dependência física e ou psíquica e que não
possam assegurar a satisfação das suas necessidades básicas e ou a realização das
atividades instrumentais da vida diária, nem disponham de apoio familiar para o efeito.

Apoio Domiciliário - Serviços


O Cuidados de higiene e conforto pessoal;
O Higiene habitacional, estritamente necessária à natureza dos cuidados prestados;
O Fornecimento e apoio nas refeições, respeitando as dietas com prescrição médica;
O Tratamento da roupa do uso pessoal do utente;

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O Atividades de animação e socialização, designadamente, animação, lazer, cultura,
aquisição de bens e géneros alimentícios, pagamento de serviços e deslocação a entidades
da comunidade;
O Serviço de teleassistência.

Centros de Dia
O O Centro de Dia é uma resposta social, que contribuiu para a valorização pessoal, partilha
de conhecimentos e experiências pessoais, proporcionando ainda durante o dia a resolução
de necessidades básicas pessoais, terapêuticas e sócio - culturais às pessoas afetadas por
diferentes graus de dependência, contribuindo para a manutenção da pessoa no seu meio
familiar.

Lares
O Constitui uma resposta social desenvolvida em alojamento colectivo, de utilização
temporária ou permanente, para idosos em situação de maior risco de perda de
independência e/ou de autonomia.

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Bibliografia
O https://www.forma-te.com/mediateca/viewdownload/16-geriatria/24901-manual-de-saude-
mental-na-3-idade
O https://pt.scribd.com/document/140205479/saude-mental-na-3%C2%AA-idade-pdf
O http://biblioteca.esec.pt/cdi/ebooks/MESTRADOS_ESEC/PATRICIA_COSTA.pdf
O http://www.icaps.org.br/wp-content/uploads/2015/10/ICAPS-168.pdf

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