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5R8ER A
ELETROnl[R Nº 239 - DEZEMBRO/1992

CAPA

3 . Á UDIO SWITCH

MONTAGENS

20 - Sistema de sonorização ambiente


63 - Fontes de 22,5 V para multímetros
67 - BIP via rede
71 - Alarme de vibraç~§jJarã pêscadores

DIVERSOS

1'7 - SDV2001E - SID


25 - Usando o osciloscópio
54 - Método prático para uso de reguladores de tensão
. da família 78XX
56 - Conheça oCA 124/224/324

SABER "SERVICE"

75 - Super Bancada
SEÇÕES 84 - Práticas de "Service"
87 - Qual é o culpado?
14 - Circuitos & Informações
16 - Seção do Leitor
61 - Informativo Industrial
65 - Notícias & Lançamentos
91 - Reparação Saber Eletrônica
SABER PROJETOS
(fichas de nQ 404 a 411)
,95 - Guia de Compras Brasil
99 - Arquivo Saber Eletrônica 33 - Controle remoto por feixe de luz
35 - Alerta de ré
(fichas de nQ 351 a 354)
37 - "Vá-Vá" diferente para guitarras
38 - Dimmer para lâmpadas comuns
40 - Espanta cachOrro
41 - Carregador de baterias de emergência
43 - Oscilador "Bip-bip" para aplicações digitais
INFORMAÇÕES TÉCNICAS 44 - Sequencial TMOS
46 - Variador 'de luminosidade para displays
49 - Projetando caixas acÚ8ticas 47 - Projetos dos Leitores

..
Diretores
Hélio Fittipaldi
Thereza Mozzato Ciampi Fittipaldi
EDlTORASABERLTDA.
Gerente Administrativo
[~
Eduardo Anion

REVISTA SABER ELETRÔNICA


Diretor Responsável
Hélio Fittipaldi
Diretor Técnico
Newton C. Braga
Editor
A W. Franke
Conselho Editorial Nos Estados Unidos está sendo iniciada a introdução de um
Nfred W. Franke
Faosto P. Chermont sistema eliminador de fantasmas na recepção de sinais deTV. Oque
Hélio Fittipaldi existe de diferente nesta informação, é que essa medida é resultado
João Antonio Zuffo
José Fuentes Molinero Jr. direto de uma padronização voluntária por parte de emissoras de TV
José Paulo Raoul e fabricantes. Lá, os empresários de comunicação preocupam-se,
Newton C. Braga
Olímpio José Franco
em fornecer ao seu "consumidor" a melhor imagem. Ao contrário
Reinaldo Ramos
de nosso país, onde uma atitude dessas équase indispensável, já que
Correspondente no Exterior todos estão muito preocupados em "levar vantagem". Existe, é
Roberto Sadkoswski (rexas - USA)
Clóvis da Silva Castro (Bélgica) verdade, um empenho em colocar no ar uma imagem bonita, um
Revisão Técnica
sinal potente, mas o interesse pára por aí. O que acontece no
Carlos Nberto C. Poveda
caminho entre o transmissor e a antena receptora não parece
Publicidade
Maria da Glória Assir interessar: é problema do usuário, ou, no máximo, do antenista.
Fotografia Seria altamente desejável que, também no Brasil, os empresários de
Cerri
comunicações se preocupassem mais com este problema, a cada dia
Fotolito
Studio Nippon mais agudo, principalmente nas grandes cidades, e nossas cidades
Impressão estão cada vez maiores.
W. Roth & Cia. Lteb
Que tal se eles se preocupassem, por sua própria iniciativa ao
Distribuição
Brasil: DINAP invés de esperar pelas providências do governo?
Portugal: Distribuidora Jardim Lda.
SABER ELETRÓNICA(ISSN - 0101 - 6717) é No artigo de fundo desta edição apresentamos o "Áudio
uma publicaç.10 mensal da Editora Saber Ltda.
Redação, administração, publicidade e corres- Switch", um comutador digital de sinais de áudio, que tanto pode
pondência: R. Jacinto José de Araujo,
CEP 03087 - São Paulo - SP - BRASIL-
315 - ser usado para a seleção de fontes de sinal como de dispositivos de
Te!. (011) 296-5333. Matriculada de acordo com saída do sistema. É um projeto muito interessante para o audiófilo.
a Lei de Imprensa sob n· 4764, livro A, no
5· Registro de TItulás e Documentos - SP.
Números atrasados: pedidos à Caixa Postal
14.427 -CEP 02199- São Paulo - SP, ao preço da
última edição em banca mais despesas postais.

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piso 2 oficina 4 - Buenos Aires - Argentina.
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textos mencionados,
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São tomados todos os cuidados razoáveis na preparação
erros, principal mete nas montagens,
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ANER pois tratam-se de projetos experimentais.


montador.
Tampouco
Caso haja enganos em texto ou desenhos,
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a
~

AUDIO SWITCH
Newton C. Braga

Partindo da idéia básica de comutar Além destas, muitas outras pos-


4 sinais de áudio de fontes diferentes sibilidades de uso serão encontradas
Descrevemos neste artigo um
para aplicação na entrada de um pelo leitor imaginoso.
dispositivo que permite O circuito tem uma resistência da
amplificador de potência num sistema
selecionar uma de 4 fontes de ordem de 150 Q quando ativado e
de som, num gravador ou mesmo num
sinais de áudio por meio de transmissor, e também de operação praticamente infinita quando aberto no
canal correspondente, o que permite a
controle remoto e indicação inversa: aplicar o sinal de urna fonte a
operação com sinais de até uns 5 Vpp
digital, aplicando-as à entrada uma de 4 entradas de amplificadores
de amplitude e alta impedância.
diferentes, acrescentamos ao sistema
de um amplificador. O mesmo Pré-amplificadores, saídas de
um controle remoto e a indicação digi-
circuito é reversível, o que gravadores, mixers e outras fontes de
tal. O resultado disso foi um equi- sinais de baixa intensidade podem ser
significa que podemos aplicar o pamento que pode encontrar diversas comutados com este circuito.
sinal de uma fonte de 4 aplicações de utilidade para o leitor que
entradas de amplificadores de gosta de áudio como:
áudio num sistema distribuidor * Trocar de fonte de programa por CARACTEnísTICAS
controle remoto, pelo simples toque de
de som. O controle remoto um botão.
• Tensão de alimentação: 110 /
opera por infravermelho eé * Comutar microfone numa mesa de 220 V c.a.
bastante sensível. conferências por meio de controle • Número de canais comutados: 4 x 1
remoto. ou 1 x 4
* Controlar mecanicamente um sis- • Alcance do controle remoto:
tema de distribuição de som. 10 metros

SABER ELETRÔNICA Nº 239/92 3


INDICADOR efeito de campo MOS. Com as compor-
tas destas chaves aterradas, o transis-

" tor de efeito de campo apresenta uma

Sl
INFRAVERMELHO
,-------A------ "-- . resistência de milhares de megohms
em ambos os sentidos, ou seja, entre a
fonte (s) e o dreno (d).
~

/ !
EMISSOR RECEPTOR
No entanto, quando levada ao nível
alto, ou submetida a uma tensão
positiva a comporta (g) faz com que o
AMPLIFICADOR MONOESTÁVEL CONTADOR ATÉ - 4 transistor conduza intensamente a cor-
rente, pois apresentará uma resis-
tência muito baixa, da ordem de 80 Q
tipicamente.
Podemos utilizar o 4066 de duas
formas.
COMUTADOR - A

J..
-@ SAI'DA/ENTRADA
TIPO RCA
Na modalidade digital, o pino 7 vai
ao terra (O V) e o 14 ao positivo da
alimentação que pode variar entre 3 e
15 V. Podemos então controlar em
COMUTADOR- B J..
r-@ SAlDA
TIPO /ENTRADA
RCA
ambos os sentidos sinais que variem
de intensidade entre O e a tensão de
Fig. 1- Diagrama de bLocos do apareLho. alimentação.
Para operar com sinais de áudio
que podem ter semiciclos negativos
operamos na segunda modalidade.
COMO FUNCIONA
Para isso alimentamos o pino 14
com uma tensão positiva e o pino 7 com
Na figura 1 temos um diagrama de uma tensão negativa, de uma fonte
blocos que serve para ilustrar o fun- simétrica. Esta é a modalidade de
cionamentodo sistema.
operação no nosso circuito. Ligamos
Um transmissor modulado em tom
aplica um sinal via infravermelho à
entrada do circuito que tem por sensor
OVou-6V
um foto-transistor. O trem de pulsos é
suficiente para provocar o disparo de Fig. 2 - Circuito interno do 4066.
um 555 na configuração monoestável,
obtendo-se assim um pulso único de
saída no pino 3. A comutação dos sinais de áudio é
Este pulso é aplicado num circuito feita com base num circuito integrado
integrado 4017 conectado como con- CMOS do tipo 4066 cujo diagramain-
tador até 4. terno é mostrado na figura 2.
Desta forma, a cada pulso de co- Este circuito integrado é formado
mando vindo do transmissor temos a
por 4 chaves analógicas/digitais que Fig. 4 - Diagrama do transmissor.
ida de uma das 4 saídas ao nível alto,
nada mais são do que transistores de
em seqüência. Ao chegarmos a última
saída, 04017 reseta, reiniciando assim 1/4
a contagem num ciclo infinito. 4066
C1 -------- C2
Este circuito integrado tanto serve
para controlar o circuito comutador de 11 '
~,
,
,
,
,
, ENT

áudio como o circuito indicador de que ~---:---


: -""'0+---1'; ~SAIDA/

canal está sendo ativado. CONTRQLE


ENT/SAIDA

Temos duas possibilidades para


isso que são sugeridas na parte prática.
A mais simples consiste na CONTROLE
alimentação direta de um dos 4 LEDs
que corresponde ao canal que está
sendo alimentado ou que está servindo
de fonte de sinal, conforme a função do
aparelho.
A segunda possibilidade, mais
sofisticada, consiste no uso de um dis- =Ivss
play de 7 segmentos que apresenta o
número do' canal que está sendo Fig. 3 - Uso e circuito equivaLente a uma chave do 4066.
ativado isso de 1 a 4.

4 SABER ELETRÔNICA Nº 239/92


LISTA DE MATERIAL

a) Transmissor Diversos: Placa de circuito impresso, soquetes para os in-


Semicondutores: tegrados, jaques de entrada e saída, caixa para montagem,
CI-1 - 555 - circuito integrado fios, solda, etc.
Q 1 - BC558 - transistor PNP de uso gera]
LED1 - PSU3400 ou equivalente - LED emissor infraver- c) Circuito indicador com LEDs
melho CI-l - 4093B - circuito integrado CMOS
Resistores: (1/8 W, 5%) LED1 a LED4 - LEDs vermelhos comuns
R1-47kQ R 1 a R4 - 1 kQ x 1/8 W - resistores
R2 - 4,7 kQ
R3 - 1 kQ d) Circuito indicador com display
R4 - 47 Q CI-1 - 4093B - circuito integrado CMOS
Capacitores: DYl - disp]ay de 7 segmentos de anodo comum
Cl - 47 nF - cerâmica ou poliéster D 1 a D 16 - lN4148 ou lN914 - diodos de silício
C2 - 100 /AFx 12 V - eletrolítico RI - 470 Q x 1/8 W - resistor
Diversos:
SI - interruptor de pressão NA e) Fonte de alimentação
B 1 - 9 ou 6 V - bateria ou 4 pi lhas pequenas Semicondutores:
Suporte de pilhas ou bateria, placa de circuito impresso, CI-l - 7806 - circuito intégrado regulador de tensão
caixa para montagem, fios, solda, etc. CI-2 - 7906 - circuito integrado regulador de tensão
D1 a D4 - 1N4002 ou equivalentes - diodos de silício
b) Receptor (comutador) LED1 - LED vermelho comum
Semicondutores: Capacitores: (eletrolíticos conforme lensiio indicada)
CI-l - 555 - circuito integrado Cl e C2 - 1000 ~tF x 25 V - e]etrolíticos
CI-2 - 4017 - circuito integrado CMOS C3 e C4 - 100 ~tF x 12 V - eJetrolíticos
CI-3 e CI-4 - 4066 - circuitos integrados CMOS Diversos:
Q1 - BPW42 ou equivalentes - foto-transistor SI - interruptor simples
Q2 e Q4 - BC548 ou equivalentes - transistores NPN de uso FI - 1 A - fusível
geral TI - transformador com primário de acorelo com a rede loca]
Q3 - BC558 ou equivalente - transistor PNP de uso geral e secundário de 9 + 9 ou 12 + 12 V x 500 mA
LEDl - LED vermelho comum R1 - 1 kQ - resislor - 1/2 W
Resistores: (1/8 W, 5%)
RI-100Q Conectores Burndy:
R2, R3 e R5 - 100 kQ 01 base de pinos MMP2S-1;
R4 - 47 kQ 01 base de pinos MMP3S-1;
R6 - 1 kQ 01 base de pinos MMP4S-1;
R7aRlO-10kQ 01 alojamento MMH2-1;
Capacitores: (e]etrolíticos para 12 Vou mais) 01 alojamento MMH3-1;
C1 - 10 /AF - elelrolílico 01 alojamento MMH4-1;
C2, Cll e C12 - 220 nF - cerâmicos ou poliéster 09 contatos MMC 24-1;
C3 a ClO - 100 nF - cerâmicos ou poliéster Placa de circuito impresso, cabo de alimentação, suporte para
Cl3 e C14 - 100 /AF- eletrolíticos fusível, fios, etc.

então a entrada de cada chave uma saída único. Na figura 3 mostramos o de operação o 4066 pode controlar os
fonte de sinal e na saída um jaque de que foi feito. Como nesta modalidade sinais em ambos os sentidos, as 4
~ntradas podem ser usadas como
saída e a saída como entrada, isso para
um sistema distribuidor de sinais. A
cada pulso de comando do transmissor
ativamos então uma das chaves
colocando a entrada (ou saída) cor-
respondente em conexão com a saída
(ou a entrada) única. É importante ob-
servar as características de operação
com sinais de baixa intensidade deste
aparelho que serve para acoplar fontes
como pré-amplificadores, microfones,
Fig. 5 - PLaca de circuito impressu dlllrunsmissllr. mixers e outros aparelhos semelhantes
à entrada de amplificadores.

SABER ELETRÔNICA Nº 239/92


5
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Fig. 6 - Diagrama do receptor e controle.

Sinais intensos como os da saída de servamos que, como o sistema recep- modulada como por exemplo de outros
amplificadores não podem ser con- tor não é dotado de filtros ele pode controles remotos que operam no
trolados por este circuito. Também ob- responder a outros tipos de radiação mesmo sistema.

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E2b 191<==:>
E3b 110l<==-
E4b (l11<='
C=>C€
-c::::>-.C9
<=:>"Cl0
S'
-=-
..
~
/

SAlDA I -c:=5>:: C12 -=-


ENTRADA
. {YXI121<==-
1131-==-
O
-c=;r'C11
,~

~ ~ ~ ]
GNOll41~

Fig. 7 - Placa de circuito impresso do receptor.

8 SABER ELETRÔNICA Nº 239/92


MONT,l\GEM

R3
R2
lkIl
1kIl
11 lkIl 91 I
I,~
ü... "
'ú-I p10
J-
~P'
~
~~ (I~LE04
-..:::- ~
'--/LE03
,-/LE02
R4
~LEDl
Começamos por dar o circuito do
transmissor na figura 4. Na figura 5
temos o transmissor montado numa
pequena placa de circuito impresso.
O LED emissor infravermelho ad-
mite equivalentes. Na verdade qual-
quer LED que tenha emissão na faixa
de infravermelho com uma corrente
entre 20 e 50 mA pode ser usado sem
problemas. Os resistores são de 1/8 W
com 5% de tolerância e o eletrolítico é
para 12 V ou mais, A alimentação pode
vir tanto de bateria ele 9 V como 4 pilhas
Fig. 8 - I ndicador de LEDs. pequenas, Será interessante montar o
LED num tubo opaco com uma pe-

CN- 010' +Vcc


1+1
on
R 1
470Il

CNFOla

1 ( b,cl
A

-=-
LED
1
B
2(o,b,d,e,oJ

3( a,b,c,d,gl
C

41 b,c,f, g)
O

010005 1N4148-o1 0016

Fig. 9 - Placa de circuito impresso


do indicador de LEDs. Fig. 10- Circuito de acionamento de display de 7 segmentos.

Fig. 11 - Placa de circuito impresso do indicador com display.·

SABER ELETRÔNICA Nº 239/92 9


O primeiro deles é mostrado na
" figura 8 e faz uso de 4 LEDs.
01 +Vcc
C3 A placa de circuito impresso para
esta parte do circuito é mostrada na
OV figura 9.

noPl F1
TI
9+9V ou 04
01 a 04
~100~F C4
100~F
3'
2'
Vee
Os LEDs são vermelhos comuns e
os resistores são de 1/8 W.
Para acionamento de display de 7
1A 12+12V
500 mA 4 x lN4002 segmentos temos o circuito mostrado
na figura 10.
Fig. 12 - Diagrama da fonte de alimentação. A placa de circuito impresso é

quena lente convergente de modo a


dirigir o feixe obtendo-se assim maior
alcance. Outra possibilidade consiste
em se usar uma caixinha de controle
remoto de TV que já possui um painel
transparente ao infravermelho em sua
parte frontal. Para acionamento é
usado um interruptor de pressão do tipo
normalmente aberto (NA). O diagrama
completo do receptor é mostrado na
figura 6. Esta parte do circuito não in-
corpora o sistema indicador e a fonte
de alimentação.
Na figura 7 temos a placa de circuito
impresso para este setor da
montagem.
O foto-transistor pode ser o indicado
no diagrama e lista de material ou
qualquer equivalente para infraverme-
lho. Os transistores admitem
equivalentes e para os circuitos in-
tegrados indicamos a utilização de so-
Fig. 13 - Placa de circuito impresso da fonte de alimentação.
quetes ..
Os resistores são de 1/8 W ou mais
com 5% de tolerância e os capacih;res O LED indicador de acionamento é mostrada na figura 11.
menores tanto podem ser de poliéster Os diodos são comuns de silício
como cerâmicos. opcional, já que se houver a parte da
Os eletrolíticos são para 12 V. indicação digital ele não precisará ser como o 1N4148 ou 1N914 e o display
usado. é de 7 segmentos tipo LED com anodo
Os cabos de entradas e saídas de
áudio devem ser blindados com as ma- Dois circuitos de indicação são comum.
lhas devidamente aterradas. dados no projeto. ' A fonte de alimentação é mostrada
na figura 12.
Os componentes da fonte de
alimentação podem ser colocados na
mesma placa separada conforme
mostra a figura 13. O transformador
tem enrolamento primário de acordo
com a rede local e secundário de 12 +
12 V com 500 mA. O LED é opcional e
os circuitos integrados são reguladores
de 6 V positivos e negativos não se
necessitando de radiador de calor dada
a baixa corrente do projeto.
Os diodos são 1 N4002 ou
equivalentes e C1 e C2 devem ter
tensões de trabalho de 25 V. C3 e C4
são capacitores para 12 V.
A fonte alimentará tanto o setor de
indicação, como comutação de áudio.

10 SABER ELETRÔNICA Nº 239/92


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PROVA E USO
SINTONIZADOR

Para provar inicialmente alimente o


iCOMUTADOR
circuito e acione o controle remoto para MIC 1
ENT.
verificar sua ação sobre o circuito. MIXER
Ajuste a sensibilidade do receptor em ~
P1. MIC 2 A
AMPLIFICADOR
ESTÉREO
A cada toque no interruptor de 8
pressão do transmissor deve ocorrer a TOCA
DISCOS
comutação com o acionamento do
dígito seguinte no display ou do LED
correspondente.
TOCA
Uma vez comprovado o fun- FITAS
cionamento do sistema de controle
remoto é só usar o aparelho.
Na versão com 4 fontes e uma saída
de sinal a conexão dos aparelhos para
os dois canais, já que o sistema é
estéreo, são mostradas na figura 14.
Use sempre cabos blindados para
Fig. 14 - Utilização como comutador de 4 fontes de sinal.
J
as conexões para que não apareçam
zumbidos, os níveis de sinais devem AMPLIFICADOR
A
ser compatíveis com as características
do circuito para que não ocorram
COMUTADORi
sobrecargas ou distorções. Para
operação com 1 fonte e 4 saídas a AMPLIFICADOR

conexão é feita conforme mostra a 8


GRAVADOR
A A{
figura 15. A cada toque do controle TOCA- DISCOS
remoto deve haver a comutação do MIe, PRÉ,etc.

digito no display ou do LED correspon-


dente. Comprovado o funcionamento é
só fazer a instalação definitiva do
..c;r-{ AMPLIFICADOR
C

aparelho.
Recomendamos também neste
caso o uso de cabos blindados para as
1 AMPLIFICADOR
D

conexões dos aparelhos. Sugerimos a


montagem em caixa metálica para ser- O TRANSMISSOR

vir de blindagem e assim reduzir a pos- Fig.15 - USO como distribuidor de som.
sibilidade de captação de zumbidos.

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MSB LSB

Este circuito é sugerido pela National Semiconduc- 22


+15V
14
tor e tem por base um conversor Digital Analógico -15V
DAC1280A, fornecendo uma corrente de 488 ~lA para +5V

cada bit, o que dá uma resolução bastante boa para


uma aplicação de laboratório, figura 3.
Observe a necessidade de resistores de alta
precisão de alguns pontos do circuito (0,1% de
tolerância). O LH0101 é um amplificador operacional
de potência, podendo fornecer correntes de até 1 A na
saída, o que sobre uma carga de 5 Q corresponde a
R6
uma potência de 10 W. lfi

Observe os pontos de aplicação do bit mais sig- 0;1%


1W
nificativo (MSB) e menos significativo (LSB) das
entradas de programação do DAC. SAíDA
4 8 B~A
81T

DETECTOR DE NULO LH0101

O LH0101 é um amplificador operacional de


Este circuito é indicado para pontes de medida potência da National Semiconductor com é
como detector de nulo, graças as características de capacidade de fornecer até 5 A em sua saída.
ganho logarítimico dada pelos dois transistores.
O ganho se torna maior com tensões de entrada Características:
menores, figura 2.
O circuito integrado é um amplificador operacional Corrente máxima de saída: 5 A
com transistores de efeito de campo da Texas Instru- Potência máxima: 62 W
ments, enquanto que os transistores são PNP de uso Faixa passante: 300 kHz
geral. A fonte de alimentação deve ser simétrica. Potência em "standby": 850 mW (fonte de 15+ 15V)
Corrente de polarização de entrada: 300 pA
Taxa de crescimento: 10 VhlS
Ganho de tensão: 50 V/mV
Distorção hamônica total: 0,008%

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SEÇAO DO LEITOR
NOTA MEDIDOR DE
1
PRESSÃO DE ÓLEO
o artigo Conheça o CI TL431 da
revista n2 237 é de autoria do colabo- o leitor Maurício Espósito de São
rador Luiz Carlos Barrionuevo Jr. Paulo - SP, deseja usar o UM 170 FIO DO
(indicador de ponto móvel) num ELETRI F ICADOR

medidor de pressão de óleo.


FORA DE SÉRIE Existem transdutores que conver-
tem diretamente a pressão numa varia-
Não há mais tempo para o envio de ção de resistência ou tensão e que
projetos para a próxima edição Fora de podem ser usados neste projeto. É só
Série que deve sair no início de 1993. adaptar a curva de resposta de um que
No entanto, se o leitor tem algum seja usado num indicador convencional
projeto interessante e gostaria de de carro às características do UM 170
divulgá-Io pode enviá-Ia para publi- ou mesmo outros indicadores como o
cação na seção de projetos do leitor ou LM3819 ou U257B/267B da SID
então para a edição Fora de Série do Microeletrônica, estes últimos espe-
meio do ano de 1993. Para isso, basta cialmente projetados para uso
enviar o diagrama completo do apare- automotivo. ocorrer se qualquer fuga no circuito ou
lho com nossa simbologia e um texto
curto aumentar a tensão entre os pólos
explicativo curto sobre sua finalidade"
ajustes e princípio de funcionamento. DEFEITOS PARA A SEÇÃO da lâmpada.
Os melhores projetos receberão DE REPARAÇÃO
prêmios.
Temos recebido uma grande quan- PEQUENOS ANÚNCIOS
tidade de colaborações para esta
SOLICITAÇÃO DE seção, no entanto muitas não tem sido
COMPONENTES aproveitadas por não estarem acom- * Vendo apostila com 68 pgconten-
panhadas do diagrama desenhado
Muitos leitores nos escrevem en- mesmo a mão, do setor onde se en- do instruções para montagem de an-
viando listas de materiais de projetos contram os componente/s defeituosos. tena parabólica - Antônio Marcos, Rua
publicados e pedindo preço para envio Pedimos aos leitores que não se Araruama, 214 - São Roque - Quei-
dos mesmos. Infelizmente, os produtos esqueçam deste pormenor. mados - RJ - 26310.
que vendemos são exclusivamente * Vendo Saber Eletrônica do Nº 57
anunciados na revista. Para aquisição ao 201 e 219. Divirta-se com a
de componentes deve ser consultada INDICADOR DE
Eletrônica do N2 1 ao 45, Be-a-bá da
nossa loja cujo telefone e endereço se ELETRIFICADOR DE CERCAS Eletrônica do Nº 1 ao 24 e Fora de Série
encontram em anúncio desta revista.
Também informamos que não pos- o leitor Antônio Carlos F. Carvalho do Nº 1 ao 6 e 9 - Wilton Gileno Gois-
suimos informações de componentes de Bandeira do Sul - MG, nos pede um Rua Rubens Ayrolla, 337 - Vila Remo -
usados em equipamentos comerciais circuito que indique quando ocorre fuga Sto. Amaro - São Paulo - SP - 05864.
importados tais como circuitos in- excessiva de corrente no secundário * Gostaria de trocar correspon-
tegrados. de alta tensão de um eletrificado r ou
dência com pessoas interessadas em
quando o fio esteja encostado no RF (OC, VHF e UHF). Tenho projetos
mourão ou ainda caido,.com curto para
ESQUEMAS DE a terra. para troca - Marco Aurélio de O. Gon-
APARELHOS COMERCIAIS zales - Rua Vicente Unicio, 32 - Recife
Na figura 1 temos uma sugestão
simples para este caso. - PE - 51190-690.
A Saber Eletrônica Componentes Como sempre ocorre alguma fuga * Tenho esquemas de gerador de
possui uma ampla linha de esquemá- para o ar, principalmente se tiver áudio, gerador de varredura e receptor
rios de aparelhos comerciais nacionais. umidade, uma lâmpada neon simples- super heteródino de 1,6 a 50 MHz -
No entanto, não temos condições de mente em série com o circuito ficaria
Troco por esquemas de transmissores
fornecer o diagrama de um aparelho sempre acesa.
de FM - José Gilberto da Silva - Rua
especificamente, mas tão somente os No entanto, podemos ajustar no
esquemários completos que são in- trimpot do circuito um ponto em que ela Costa Rica B. Santo Afonso, 360 - Novo
clusive anunciados em nossa revista. fique no limiar do disparo, o que vai Hamburgo - RS - 93420-070.

16 SABER ELETRÔNICA Nº 239/92


SDV2001E
Alerta ou indicador de
direção para o carro
Newton C. Braga

Apresentamos aos leitores neste artigo o circuito integrado SDV2001 da 510 Microeletrônica que consiste num sistema
de alerta ou indicador de direção para uso automotivo. Construído em tecnologia bipolar este circuito contém os
principais elementos de um pisca-pisca eliminando-se assim a necessidade de muitos componentes externos.

Não se trata simplesmente de um FUNCIONAMENTO R 1 e R2 fazem a limitação de corrente


circuito oscilador de baixas freqüências assim como a resistência da bobina do
ou um pisca-pisca. As condições ad- refé. Uma corrente da ordem de
Como flasher ou pisca-pisca a
versas do ambiente automotivo, sujerto 150 mA circulará por R1 daí sua
freqüência do circuito é dada pela
a problemas de interferências, variação dissipação ser de pelo menos 2 W
seguinte fórmula:
da tensão e temperatura exigem um nesta aplicação. Um curto circurto entre
componente especial para esta 1
f 1 '" ( HzJ a lâmpada indicadora (49 A) e o terra
aplicação e o SOV2001 E da SIO Rt.Ct.l.5 (31) provoca uma queda de tensão de
Microeletrônica preenche estes requi- aproximadamente 4 V no resistor de
sitos. Onde F1 é a freqüência na
medida R3 e o circuito fica protegido
O fabricante tem os seguintes des- operação normal como pisca-pisca. contra dano. O uso deste circuito as-
taques para este integrado e que o Em caso de falhas da lâmpada in-
dicadora a freqüência f2 é gerada e segura proteção contra danos e
diferencia dos similares não
passa a ser tipicamente 2,2 x f1. interferências seguindo as normas
automotivos da mesma configuração: VOE 0839. O ponto de reconhecimento
O ciclo ativo de 50% é determinado
* Pode ser protegido contra danos para falha da lâmpada pode ser cal-
ou interferências com um mínimo de internamente para f1. Para f2 o ciclo
ativo é de 40%. culado a partir do limiar do sinal de
componentes externos. controle, tipicamente 81 mV com uma
Os resistores R 1 e R2 são
* A freqüência é compensada tanto alimentação Vs de 12 V.
necessários para proteger o circuito
em função das variações de Com 81 mV e uma resistência de
contra possíveis danos. Um diodo
temperatura como tensão. medida de R3=30 mQ isso cor-
zener integrado, conjuntamente com
* Em caso de falha da lâmpada in- estes resistores externos limita a cor- responde a uma corrente na lâmpada
dicadora há um alerta automático que rente de impulso no circurto integrado de 2,7 A, ou seja, o ponto de mudança
faz com que a freqüência dos sinais a menor de 1,5 A. S,e o circuito for da freqüência ocorre com uma carga de
dobre. conectado com a polaridade invertida 21W+11,4W.
* A dependência de tensão do in-
dicador também é compensada em +VS

caso de falhas das lâmpadas. +49

* A saída de alta capacidade de Vs (6)


-80mV
corrente pode excitar relés cÓm
facilidade graças a sua baixa tensão de 7

saturação.
O integrado é fornecido em GERADOR 3 RELÉ
invólucro Oualln Une de 8 pinos e tem DE PULSOS

o diagrama mostrado na figura 1. 490

Neste diagrama temos também os LÂMPADAS


componentes externos com os valores INDI CADORAS

típicos para a aplicação como pisca- -31


pisca para uso automotivo. TERRA

Os resistores neste circuito são de Fig. 1 - Diagrama do SDV 2001E (Dualln Line de 8 pinos).
1/4 W exceto R1 que é de 2 W.

SABER ELETRÔNICA Nº 239/92


17
2 ms de alimentação
Tensão
Tamb = 9SoC
Tamb
-Pinos
SS
420
690
-Pino
40 Tstg
TjPtot
a
SOmA
lS,SV
0,31,SA+A
IFSM
lS00C
1,OA
2,S +12SoC
mW
Vs
a8Pinos
9SoC
IFsM
10 Pino
DIP
-- -
2,S
8 3 2,S
Pinos
tp = 0,1 ms
Tabela I - MÁXIMOS ABSOLUTOS.

A variação do limiar do sinal de con- do que no pino 2. A operação indicada APLICAÇÕES


trole com tensão de alimentação leva é para lâmpadas de 10 W ou mais. Para
em conta a característica PTC dos lâmpadas menores (acima de 2 W)
filamentos das lâmpadas comuns. devem ser utilizados componentes Na figura 2 temos a aplicação
A resistência Rp (maior ou igual a adicionais. básica do SDV2001 E como gerador de
5 kQ) entre o indicador da lâmpada O circuito integrado SDV2001 E flashes, para operação com cargas pe-
(49 a) e o terra (31) assegura que se o também pode ser usado como um mul- quenas (maior ou igual a 2 W).
interruptor do indicador de direção es- tivibrador astável na freqüência de 0,05 Acrescentando um resistor ao cir-
tiver aberto, o gerador de flashes ficará a 10 kHz. cuito de aplicação da figura 1, temos a
no modo stand-by (espera). possibilidade de operação com cargas
de 2 W ou mais.
Com uma lâmpada de controle de
no máximo 4 W entre os terminais 49 e A queda de tensão sobre o resistor
CARACTERíSTICAS R4 é produzida pelo fluir da corrente
49a, o circuito integrado entra em fun-
cionamento. pelo relé e deve ser da ordem de
O arranjo das conexões de aproximadamente 15 mV.
Na tabela I Damos os máximos ab- Com uma corrente de relé de
alimentação aos pinos 2 e 6 devem ser
tais de modo a assegurar que na solutos com referência ao pino 1. 150 mA (resistência da bobina de
conexão à placa de circuito impresso, Na tabela IItemos as características 73 Q), isso significa uma resistência
a resistência Vs ao pino 6 seja menor elétricas. R4=100 mQ.

Faixa de tensões 0,1


60 9ohmRL
PL
Rt1SV
Ct
aV
S,8aS10kVVo
10W(min)
7,0
23
1,0
47
4,S mAmA
IlF 10Vs
(max)
(min)
(tip)
(tip)
(max)
--
Pino -3 2,S
Pino
IsPinos
Pinos2,6
Pinos 3 2,S
2,6 1 com Vs = 12 V)
= 2SOC
res típicosResistor
para Corrente
Resistência
Limitação
Tensãoaplicação inversa
da alimentação
de frequência
Corrente de
Corrente bobina
dosaturação
de diodo Z
normal
alimentação
de na aplicação do circuito figura

18 SABER ELETRÔNICA N2 239/92


lâmpada de 2,7 A isso significa uma
.49 resistência R3 de:

R3 = (81 mV -15 mV)/2,7 A - 25 mO.

R 2 Na figura 3 temos uma aplicação do


.3,3kll
integrado como multivibrador astável.
CONTATOS DO Neste caso temos a operação com
RELÉ
TERRA
um mínimo de componentes externos.
O circuito pode ser usado em
freqüências entre 0,05 Hz e 10kHz.
Fig. 2 - Flashes para A freqüência pode ser calculada
pequenas cargas. utilizando-se a fórmula de f1 na
descrição do circuito.
Um resistor de partida de 3,8 kO

Vs
é integrado no circuito entre os pinos 8
e 6. Isso significa que, para uma carga
I .
~""
~
~ I

'';;-~

. -- A
no pino 3, por exemplo, 500 O (circuito
aberto) e corrente zero, uma tensão de
~~!'~E~.
~P1l\,:=:.~
~'=-~
aproximadamente 1,4 V permanece na
carga. CONTINUE SUA COLEÇÃO
D1 Para 70 O isso corresponde a uma
tensão de 220 mV. Apresentamos as novidades
do prof. Sergio R. Antunes.
Uma carga RL menor que 3,3 kO no Cada vídeo aula é composto
TERR:J.. pino 3 assegura uma operação correta de uma tita de videocassete
do multivibrador astável. com 115 minutos aproxima-
damente. mais uma apostila
A relação entre os períodos on e off
Fig. 3 - Mu/tivibrador astável. para acompanhamento.
podem ser alteradas neste circuito pela Autoria e responsabilidade
ligação de um resistor-diodo com- do prot. Sernio R. Antunes
A mudança do ponto de operação binados em paralelo com R1, conforme
- Reparação de Microcomputadores
em 15 mV resulta numa mudança cor- indicado em pontilhado no diagrama. · Entenda os Reslstoles e Capacitores
• Entenda os Indutores e Transformadores
respondente no limiar do sinal de con- Na figura 4 temos as dimensões do - Entenda os Diodos e Tiristores
trole de 15 mV. Para uma corrente na invólucro do SDV 2001 E • - Entenda os Transistores
- Entenda o TelefonE' sem fio
· Entenda os Radiotransceptores
- Entenda o Áudio (Curso Básico)
- Entenda a Fonte Chaveada
- Entenda o TV Estémo e o SAP
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Fig. 4 - Dimensões do invólucro. REEMBOLS POSTAL

SABER El.ETRÔNICAN° 239/92 19


Sistema de sonorização
ambiente
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Na sonorização de grandes ambientes como escritórios, escolas, consultórios médicos, etc, existe um
problema que nem sempre é devidamente contornado e por isso a qualidade do som é prejudicada: as perdas
nos cabos fazem com que as caixas mais distantes fiquem com volume reduzido ou mesmo apresente uma
qualidade de som prejudicada. Com o sistema que descrevemos neste artigo este problema é
contornado já que cada caixa terá seu próprio amplificador.

Na distribuição de som por muitas


caixas acústicas a partir de um
amplificador de potência único o
problema principal que ocorre é devido AMPLIFICADOR FTE 5
às perdas nos longos cabos.
Assim, conforme sugere a figura 1,
num sistema com muitas caixas, as
mais distantes sempre recebem um o ~ D..-- dlml
sinal de intensidade menor apresen- POTÊNCIA SONORA RELATIVA

tando assim menor rendimento.


Este problema é devido basica- Fig. 1 - Perda de potência com o comprimento da linha de transmissão.
mente a baixa impedância de saída dos
amplificadores e também dos alto- • Potência da versão básica: 1 W
falantes. Quanto menor a impedância Tanto a fonte de alimentação de
maior será a perda num mesmo com- cada amplificador como seu acio- • Número de caixas: ilimitado
namento são controlados remota-
primento de fio. • Potência do amplificador mestre:
mente. 50 mW ou mais
Para sistemas que operam com O circuito admite um número
uma impedância de 4 ou 8 n os infindável de caixas cada qual conten-
·problemas de perdas normalmente do já um pequeno amplificador que na
começam a ocorrer com cabos de com-
versão básica é de 1 W mas que pode COMO FUNCIONA
primentos superiores a 10 metros. ser trocado por um de potência maior
Muitos amplificadores para nas aplicações que exijam isso.
aplicações em sonorização ambiente A idéia consiste basicamente em se
possuem uma saída de alta utilizar um sinal de potência muito baixo
impedância, normalmente 600 n, que CARACTERíSTICAS
em cada caixa de modo que eventual-
se destina a uma distribuição sem per- mente perdas de transmissão não in-
das. Neste caso, temos de usar em
• Tensão de alimentação de cada fluam no desemperTho final do apare-
cada caixa remota um pequeno trans- caixa: 110/220 V c.a. lho.
formador para casar esta impedância
com a do alto-falante, conforme mostra
a figura 2.
Veja que neste caso, assim como
em qualquer outro em que sejam
usados muitos alto-falantes deve ser
considerada a impedância final de sua
associação em paralelo.
A idéia explorada neste artigo evita
estes problemas e consiste numa
solução mais inteligente pois as perdas
são extremamente reduzidas e com-
pensadas por um amplificador em cada Fig. 2 - Sistema com transformadores e linha de alta-impedância.
caixa.

20 SABER ELETRÔNICA N2 239/92


Para isso, usamos em cada caixa
um amplificador integrado de 1 W que
é alimentado pela rede local. - - - - - 3 LINHAS
Para se evitar o problema de termos
de ligar caixa por caixa quando o sis- BLINDADO }

tema for colocado em funcionamento é


incluído juntamente com o circuito de
distribuição de sinal um circuito de
acionamento da fonte.
Usamos então um fio triplo: um cabo
_
-
X.
12V

(FONTE)
V /
REMOTOS
blindado para a transferência do sinal
e um fio simples de comando do relé ~ CENTRAL

que aciona a fonte de alimentação.


Fig. 3 - Modo de usar o sistema.
A fonte de alimentação é es-
tabilizada em 6 V numa configuração
bastante econômica com um único
remotas. Para a emissão do sinal
7806.
podemos usar qualquer amplificador
O circuito integrado usado na LISTA DE MATERIAL
com potência a partir de 50 mW.
versão básica é o TDA7052 que for- Na figura 3 damos uma idéia de
nece 1 W rms de saída numa carga de como o sistema poderia ser implemen- Semicondutores:
8 Q. Esta potência é mais do que sufi- tado num escritório.
ciente para a maioria dos sistemas de CI-l -7806 - circuito integrado
Numa central teríamos o
música ambiente ou mesmo de aviso. CI-2 - TDA7052 - circuito integrado
amplificador contendo na entrada um DI, D2 - lN4002 ou equivalente -
A principal característica deste in-
mixer onde poderiam ser usados os diodos
tegrado é a simplicidade do seu circuito sinais de um receiver ou toca-fitas para Capacitares:
que necess~a apenas de um com-
música ambiente ou um microfone para Cl - 10 !AFx 16 V - e]etrolítico
ponente externo: o trimpot de ajuste de avisos.
volume. C2 - 1500 !AFx 16 V - e]etrolítico
Nesta mesma central haveria ainda C3 - 100 nF - cerâmica ou poliéster
Nem mesmo radiador de calor é
a pequena fonte de 12 V que seNe de C4 - 220 !AFx 16 V - eletro]ítico
necessário para este integrado o que comando para caixas remotas. Diversos:
reduz a um mínimo o custo de um
O sistema de distribuição de sinal Kl - MCH2RC2 - relé de 12 V -
projeto de sonorização ambiente. Metaltex
seria por meio de fios e em cada sala
Para alimentação temos um pe- haveria uma tomada de 3 pinos para FI - 1 A - fusível
queno transformador com secundário conexão rápida de uma caixa. Esta TI - transformador com primário de
de 9+9 V e 500 mA o que não significa caixa teria seu cabo de alimentação acordo com a rede local e secundário
um componente caro e para o controle para conexão numa tomada próxima de 9+9 V x 500 mA
da fonte usamos um relé MCH2RC2 de FTE - 8 Q x 10 cm ou mais - a]to-
da rede local de energia
12 V. Um sinal contínuo de 12 V será
falante pesado.
então empregado para o disparo do
relé. P 1 - 10 kQ - trimpot
MONTAGEM Placa de circuito impresso, soquetes
De modo a compensar eventuais para o integrado e re]é, radiador de
perdas na linha podemos até usar uma
calor para CI-l, caixa para
tensão um pouco maior de controle, Na figura 4 temos o diagrama com- montagem, cabo de alimentação,
algo em torno de 13 V o que garante o pleto de uma caixa com o amplificador suporte para fusível, fios blindados e
acionamento mesmo das caixas mais de 1 W. conectores, fios, solda, etc.

EI CI-1
-.-
7806
AJ. A disposição dos componentes
numa placa de circuito impresso é
2 5 mostrada na figura 5.
Para os circuitos integrados e relés
02 CI - 2 sugerimos a utilização de soquetes DIL
T1 'lN400 2
C3
TDA7052 de 4 a 16 pinos.
9+9V DOnF
500mA 3 e Para o circuito regulador de tensão
6 7806 é conveniente usar um pequeno
C2
1500 ~F
radiador de calor.
O transformador tem enrolamento
primário de acordo com a rede local e
secundário de 7,5+'7,5 ou 9+9 V com
corrente de 500 mA ou pouco mais.
Fig. 4 - Diagra~a completo de um módulo receptor. Os eletrolíticos são para 12 V e os
diodos admitem equivalentes.
SABER ELETRÔNICA N° 239/92 21
FTE
~(D)(E)

Fig. 5- Placa de circuito impresso.

Para o fusível deve ser usado um de pequena potência ou outra fonte O alto-falante também deve ser
suporte externo que facilite sua troca. entre os pontos 2 e 3. dimensionado para potência de pelo
O alto-falante deve ser de pelo menos Na figura 7 temos uma sugestão de menos 1O W e a caixa um pouco maior
10 em, pesado para melhor qualidade fonte de acionamento para o sistema, de acordo com o alto-falante usado.
de som. assim como sua instalação tomando
O conjunto pode ser instalado numa como exemplo uma caixa apenas.
pequena caixa acústica de "pendurar" Um resisto r de carga de 22 a 220 Q
conforme mostra a figura 6. x 5 W deve ser ligado na saída de ACIONAMENTO

alguns amplificadores para servirem de


carga.
De outra forma pode ocorrer forte
distorção.

À CENTRAL
O volume tanto do amplificador de
distribuição como de cada caixa devem
ser ajustados de modo a se obter o
no~:) 9+9V
Tl
LED
500mA
melhor rendimento sem distorção. 2

).3
~
'2
O amplificador deve ficar no
máximo que resulte em som puro e a Fig. 7 - Sugestão de fonte de
sensibilidade da caixa deve ser ajus- acionamento.
tada para o volume desejado na
aplicação.
Uma versão de maior potência com
Veja que neste caso não será
o TDA2002 é mostrada na figura 8. necessário usar uma fonte estabilizada
Para esta versão o circuitoin-
tegrado deve ser dotado ,de um bom para o integrado de potência de áudio.
Fig. 6 - Sugestão de caixa para radiador de calor e o transformador já Os ajustes para esta versão são
montagem com as ligações externas. deve ser de maior potência. semelhantes à anterior.

Na parte posterior usamos uma


tomada de 3 pinos para conexão dos SINAL
+8/+18V
cabos de sinal e controle. (2A)

O transformador deve ser bem


fixado na parte interna da caixa.

FTE
PROVA E USO 2 a 811

Cada caixa pode ser testada inde-


pendentemente, bastando para isso
aplicar-se uma tensão contínua de
12 V para o disparo do relé entre os Fig. 8 -Amplificador de maior potência com o TDA2002.
pinos 1 e 2 e o sinal de um amplificador
22 SABER ELETRÔNICA Nº 239/92
Você pode digitar o nome do componente e obter todas as informações que precisa sClbre ele, ou ainda
dar as características do componente que você precisa para um projeto e obter comc) resposta uma
relação dos tipos Philips que servem para esta finalidade.

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Usando o osciloscópio
Newton C. Braga

Encerramos recentemente nosso Curso Sobre Operação de Osciloscópios, e em vista disso fomos solicitados
a continuar abordando os usos deste útil Instrumento tanto na bancada de reparaçáo e projeto como também nas
escolas. Por este motivo, continuamos neste artigo a focalizar algumas aplicações interessantes para este
Instrumento, sempre tomando como base os modelos mais simples e portanto mais acessíveis. Entretanto os
modelos mais complexos e dotados de mais recursos também podem ser usados nas mesmal' aplicações,
e com vantagens que sáo inerentes às características de cada um.

Em muitas das aplicações que de mesma freqüência se a distância No entanto, se él fonte se aproximar
focalizamos, o osciloscópio não será entre os dois elementos não variar com do microfone, haverá uma alteração da
usado sozinho, mas em conjunto com o tempo, ou seja, não houver movimen- freqüência recebida em relação à
aparelhos que normalmente são en- to relativo. emitida que se mantém fixa.
contrados nas bancadas de trabalhos

)
de eletrônica tais como geradores de
áudio, geradores de RF, geradores de FONTES SONORA OSCILO GRAMA S .~OS 3 CASOS
funções, voltímetros, fontes de
alimentação variáveis, etc.
Acreditamos que os leitores 01 PARADA

perceberão que nestes casos tais com-


plementos são absolutamente
necessários em vista da complexidade
do que se deseja analisar e dos resul-
tados pretendidos .

1. Demonstração do
Efeito Doppler

o efeito Doppler é aproveitado tanfo


em acústica como em rádio freqüência
para medidas de velocidades ou
.'''''''''"} .
detecção de corpos que se movimen-
tem.
A idéia básica consiste em se medir
a alteração de freqüência que se
recebe de uma fonte quando ela se
move, conforme ilustra a figura 1.
Se tivermos uma fonte sonora de
freqüência fixa, por exemplo um alto-
",,,,,,,,, }-
falante ligado a certa distância, este Fig. 2 - A lteração da freqüência com o movimento.
recebe,e aplica ao osciloscópio sinais

A freqüência recebida aumenta


OSCI LOSCÓPIO
FONTE SONORA numa proporção que depende da
velocidade, conforme mostra a figura 2.
Se houver um afastamento da fonte

B
))
A /
em relação ao microfone, haverá uma
diminuição de freqüência. Usando
Altas Freqüências, os radares usados
no controle de velocidade das estradas
V operam segundo o mesmo princípio
MOVIMENTO
que, com a ajuda de poucos equi-
Fig. 1 - O Efeito Doppler. pamentos pode ser demonstrado em
salas de aula.
SABER ELETRÔNICANQ 239192
25
ALTO FALANTE

MIC
- _
(+1
1,5/3V

OSCILOSCÓPIO
O gerador de funções ou de sinais
retangulares é ajustado para uma
freqüência entre 1000 e 1500 Hz,
fazendo-se então a verificação da
resposta do circuito de excitação com
a chave na posição A.
470nF Passando a chave para a posição B
temos a forma de onda mostrada na
AMPLIFICADOR
figura 5.
Observe que a subida de tensão no
circuito é mais lenta do que a queda.
A subida corresponde justamente à
NlkHz
GERADOR DE recuperação da resistência do LDR
quando a luz é cortada, enquanto que
a queda corresponde a diminuição da
resistência quando a luz é es-
tabelecida. LED e LDR devem ficar
fechados numa caixa à prova de luz
ambiente.
Para verificar a velocidade de
.Fig. 3 - Circuito para observação do Efeito Doppler.
resposta dos dispositivos mais rápidos,

Na figura 3 temos as ligações dos


OSCILOSCÓPIO
elementos usados nesta experiência.
A freqüência usada na experiência
deve estar entre 1 e 2 kHz ou ainda 1kHz

dentro da faixa de maior rendimento do


microfone usado.
Ajusta-se o osciloscópio para a
obtenção de uma imagem estável do
sinal senoidal captado.
Movimentando-se rapidamente o
microfone em direção ao alto-falante
(ou vice-versa) devemos ter ,a
contração das ondas indicando um
aumento de freqüência. Fig. 4 - Verificando a resposta de um LDR.
Da mesma forma, afastando o
microfone ou o alto-falante teremos um
aumento do comprimento de onda que como por exemplo foto-resistores e
facilmente será observado, indicando a SUBIDA LENTA I RECUPERAÇÃO) foto-diodos podemos usar como fonte
diminuição da freqüência do sinal cap- de luz uma lâmpada comum mas com
tado. o feixe cortado por um disco recortado

rÚl
\ QUEDA RÁPIDA (EXCITAÇÃOI
Sugerimos aos leitores que dese- movimentado por um motor, conforme
jam calcular a variação da freqüência mostra a figura 6.
em função da velocidade que consul-
tem os livros de física do segundo grau.
-~:
::
:----
TEMPO DE EXCITAÇÃO FOTO TRANSISTOR OU FOTO 01000

2. Velocidade de resposta
de um LDR Fig. 5 -Interpretação da curva

Os LDRs (foto-resistores) são dis-


positivos de resposta lenta tanto no que
observada.
I C""t
MOTOR
~

f~R( \'&OSCILOSDDPIO

M.

se refere à diminu'ição da resistência A fonte de luz usada é um LED que t lOOk!l

com a incidência da luz como no normalmente tem uma resposta muito


aumento da resistência com o corte. mais alta do que a do próprio LDR,
Na verdade as duas respostas em chegando a várias dezenas de
questão são diferentes e isso pode ser megahertz e que portanto não influi nos
demonstrado com a ajuda de um osci - resultados.
loscópio. Fontes de maior inércia como
O circuito indicado para esta lâmpadas incandescentes não podem Fig. 6 - Configuração para obter
verificação e demonstração é mostrado ser usadas, por motivos óbvios, nesta pulsos de luz de maior intensidade.
na figura 4. experiência.

26 SABER ELETRÔNICA NQ239/92


Para um disco com 50 aberturas,
uma rotação de 6000 rpm, por exemplo o
nos IÉwaa uma freqüência de 5 kHz.
FONTE C.A

3. Verificação da Histerese
de um núcleo
Cl
luF [ZJ] o

As características de histerese de
um núcleo de ferro doce laminado de
um transformador podem ser facil-
mente visualizadas num osciloscópio
conforme mostra a disposição de com-
ponentes da figura 7. Fig. 7- Verificação da histérese do núcleo de um transformador.
A fonte usada pode ser um variac
ou mesmo um pequeno transformador
com secundário de 12 a 15 V, já que de campo coincidem nos extremos da O receptor de TV deve ser conec-
praticamente operamos com otransfor- imagem (acima e abaixo) mas não nos tado a rede de alimentação preferivel-
mador examinado sem carga. momentos de corrente mínima (centro mente através de um transformador de
Usamos tanto a entrada X como Y da tela) quando temos valores diferen- isolamento, para maior segurança na
do osciloscópio que deve estar ajus- tes de zero para X e Y em instantes observação. Os instrumentos são
tado para se visualizar a forma de onda diferentes. ligados conforme mostra a figura 10.
mostrada na figura 8. Esta diferença caracteriza a histe- Ajusta-se inicialmente o receptor de
rese do núcleo e pode ser medida ou TV para visualização na tela do padrão
comparada com outros materiais ferro- gerado. O osciloscópio será conectado
magnéticos.
através de ponta de prova apropriada
O mesmo experimento também ao catodo do tubo do televisor
pode ser feito com freqüências diferen- (cinescópio) e sua sensibilidade assim
tes da rede utilizando-se uma etapa de como freqüência da varredura ajus-
potência para excitação do transfor- tadas de modo conveniente. O ajuste
mador.
Fig. 8 -Imagem observada. da varredura deve ser tal que permita a
observação de tempos da ordem de 50
4. Observação de. uma linha a 80 ~s.
de um sinal de vídeo O osciloscópio deve estar com a
varredura interna acionada, ou seja
"INT".
A observação do sinal de vídeo cor-
respondente a uma linha pode ser feita Nos osciloscópios com recursos
de forma relativamente simples utili- para análise de sinais de TV a chave
zando-se um osciloscópio e um gera- de sincronismo deve estar posicionada
Fig. 9 -Imagem gerada para teste. dor de padrões. para TV-H.
O gerador de padrões deve ser Observe que os níveis mais baixos
ajustado para produzir faixas verticais do oscilograma correspondem aos
Este experimento pode ser ex-
escuras e claras como mostra a figo 9 níveis mais altos de branco, enquanto
plicado da seguinte forma:
ou então simplesmente um padrão que os níveis mais altos correspondem
Supondo que um pequeno transfor- comum de linhas verticais. ao preto.
mador seja usado, o resistor R1 em
série com o primário não afeta muito
seu desempenho por ser de valor
GERADOR DE PADROES
baixo, mas isso é suficiente para for-
necer a tensão de referência para a
entrada X do osciloscópio.
No entanto, no secundário do trans-
formador temos uma tensão induzida
que está defasada da que provoca a R

magnetização, isto também em vista da


existência de R2 e de C1.
Assim, temos na tela do oscilos-
cópio uma imagem que representa esta
defasagem e também o fato de que a
magnetização do núcleo se dá numa
velocidade diferente da variação da
tensão que é aplicada.
Veja então que os instantes de Fig.lO- Conexão do osciloscópioao TV.
máxima corrente e máxima intensidade

SABER ELETRÔNICA NQ239(92 27


o leitor pode aproveitar a opor- OSCILOSCÓPIO
tunidade de examinar esta imagem
para verificar também a situação dos
controles de contraste do televisor
analisado. GERADOR DE PADRÕES

5. Observação de um campo
de um sinal de vídeo

Para observar um campo, que cor-


responde a uma freqüência de mais de
15 kHz, o procedimento é basicamente
o mesmo da visualização anterior, mas
com um padrão de imagem horizontal
conforme mostra a figura 11.
Fig.I2 - Conexões para observação de um campo.

As regiões mais abaixo da tela cor-


NIV t:L DE PRE TO
respondem as partes mais claras da
imagem, enquanto que as regiões mais
altas correspondem as partes mais es-
curas da imagem do televisor.
Fig. 11 - Imagem para observação Também podemos aproveitar esta
de 1 campo. experiência para verificar a atuação
dos controles de contraste. NÚMERD DE FAIXAS CLARAS hORIZONTAIS
OA IMAGEM
Se o gerador de barras for colorido,
As ligações dos instrumentos nesta e se usarmos um padrão de cores Fig. 13 -Imagem observada.
visualização são mostradas na figo 12. poderemos verificar os diversos níveis
Observe a necessidade de se deste sinal.
alimentar o televisor por meio de um localização de falhas ou ajustes, como
transformador de isolamento para CONCLUSÃO também de forma didática na visua-
maior segurança no experimento. Se o
lização do que ocorre nos circuitos
televisor possui recursos para exame
de TV a chave de sincronismo deve Conforme vimos o osciloscópio têm eletrônicos, como apresentado neste
estar na posição TV-V. utilidades ilimitadas nos mais diversos artigo.
Neste caso, obtemos uma imagem setores da eletrônica. Tanto podemos Voltaremos oportunamente com
com a aparência mostrada na figura 13. usá-Io como ferramenta para novos usos para este aparelho _

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28 SABER ELETRÔNICA N° 239(92


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AUTOCAD - Engo. Alexandre L. C. Cenasi - 332 pág CR$ 369.000,00
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AMPLIFICADOR OPERACIONAL - Eng9. Roberto A. Lando e Eng9 Sergio Rios Alves - 272 pág. Cr$ 325.000,00
Ideal e Real em componentes discretos, Realimentação, Compensação, Buffer, Somadores, Detetor e Picos, Integrador, Gerador de Sinais, Amplificadores
de Áudio, Modulador, Sample-Hold, etc. Possui cálculos e projetos de circuitos e salienta cuidados especiais.
TEORIA E DESENVOLVIM/ DE PROJETOS DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS - En99s Antonio M. V. Clpelli Waldir J. Sandrini - 580 pág Cr$ 400.000,00
Diodos, transistores de Junção, FET, MOS, UJT, LDR, NTC, PTC, SCRI Transformadores, Amplificadores Operacionais e suas aplicações em projetos de
Fontes de Alimentação, Amplificadores, Osciladores, Osciladores de Relaxação e outras.
LINGUAGEM C - Teoria e Programas - Thelmo Jõao Martins Mesquita - 134 pág. Cr$ 230.000,00
O livro é muito sutil na maneira de tratar sobre a linguagem. Estuda seus elementos básicos, funçõas básicas, funções variáveis do tipo Pointer e Register,
Arrays, Controle do programa, Pré-processador, estruturas, uniões, arquivos, biblioteca padrão e uma série de exemplos.
MANUAL BÁSICO DE ELETRÔNICA - L. W. Turner - 430 pág. Cr$ 394,000,00
Obra indispensável para o estudante de eletrônica, Terminologia, unidades, fórmulas e símbolos matemáticos, história da eletrônica, conceitos básicos de
física geral, radiações eletromagnéticas e nucleares, a ionosfera, a troposfera, ondas de rádio, materiais e componentes, válvulas e tubos.
DESENHO ELETROTÉCNICO E ELETROMECÂNICO - Gino Dei Monaco - Vittorio Re - 511 pág Cr$ 244.000,00
Esta obra contém 200 ilustrações no texto e nas figuras, 184 pranchas com exemplos aplicativos, inúmeras tabelas, normas UNI, CEI, UNEL, ISO e suas
correlações com a ABNT. Indicado para técnicos, engenheiros, estudantes, de Engenharia e Tecnologia Superior.
301 CIRCUITOS - Diversos Autores - 375 pág • ESGOTADO.
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da aplicação, funcionamento, materiais, instruções para ajustes e calibração etc. Em 52 deles é fornecido um "Iay-out" da placa de circuito impresso, além
de um desenho chapeado para orientar o montador. Mais apêndices com características elétricas dos transistores utilizados, pinagens e diagramas em
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LINGUAGEM DE MÁQUINA DO APPLE - Don Inman - Kurt Inman 300 pág. Cr$ 163.500,00
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dois extremos: que a energia solar pode suprir todas as necessidades Muras da humanidade e que a energia solar não tem aplicações práticas em nen-
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GUIA DO PROGRAMADOR - James Shen 170 pág Cr$ 115.000,00
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GlANfRAI'.:CO flGINI
constante para os programadores em APPLE-SOFT BASIC e em INTERGER BASIC.
DICIONÁRIO DE ELETRÔNICA -Inglês/Portugues - Giacomo Gardini - Norberlo de Paula Lima - 480 pág. Cr$ 451.300,00
ILI"ÔNICA Não precisamos salientar a importância da lígua inglesa na eletrônica moderna, ManuaiS, obras técnicas, catálogos dos mais diversos produtos eletrônicos
INaUC"••
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ELETRÔNICA INDUSTRIAL (Servomecãnico) - Gianfranco Figini 202 pág. Cr$ 230.000,00
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dois professores experientes e criativos, esta obra é o primeiro curso sistemático para aqueles que querem realmente aprender a programar.
LINGUAGEM DE MÁQUINA MSX - Figueiredo e Rossini - ESGOTADO
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PROGRAMAÇÃO AVANÇADA EM MSX - Figueiredo, Maldonado e Rosetto - Cr$ 222.500,00
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ELETRÔNICA INDUSTRIAL - Circuitos e Aplicações - Gianfranco Figini· 336 pág. Cr$ 317.500,00 ~
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ELETRÔNICA DIGITAL - Teoria e Experiências Volume 2 - Wilson M. Shibata - 176 pág. Cr$ 269.000,00
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Este livro dá seqüência ao Volume 1.
REDES DE DADOS, TELEPROCESSAMENTO E GERÊNCIA DE REDES· Vicente Soares Neto· 200 pág. Cr$ 322.500,00
Esta obra divide-sem em quatro partes distintas: Conceituação do Sistema de Telecomunicações, Visão Sistemática das Redes, Características Gerais
de Interfuncionamento das Redes Públicas e princípios Gerais de gerenciamento de Redes.
AUTOCAD - Dicas e Truques· Eni Zimbarg • 196 pág. Cr$ 286.000,00
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MS-DOS AVANÇADO - Carlos S. Higashi Gunther Hubsch Jr. 273 pág. Cr$ 351.300,00
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aqueles que utilizem o nível bastante avançado. A obra tem por objetivo suprir a deficiência desse material técnico em nosso idioma.
MANUAL DO PROGRAMADOR PC HARDWARE/SOFTWARE - Antônio Augusto de Souza Brito - 242 pág. Cr$ 350.000,00
Este livro foi escrito para o técnico, engenheiro, profissional de informática, e hobbista interessado em explorar os recursos do PC, colocando o
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organizado para esses leitores, que usam seu MSX para melhorar a qualidade do "software" de seus cérebros.
CIRCUITOS E DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS -l. W. Turner - 464 pág. Cr$ 416.600,00
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necer uma valiosa obra de consulta para o engenheiro eletrônico, cientista, estudante, professor e leitor com
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MANUAL TÉCNICO DE DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS EM TELEViSÃO· WernerW. Diefenbach -140 pág .• ESGOTADO
O livro trata de diagnósticos dos aparelhos em branco e preto e a cores, por classificação sistemática de imagens e testes dos oscilogramas em duas
partes: a primeira para receptores em branco e preto e a segunda para CIrcuitos adicionais do televisor a cores.
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receptores a cores. Este livro parte de premissa do conhecimento em televisores a cores.
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100 DICAS PARA MSX - Renato da Silva Oliveira Cr$ 253.700,00
Mais de 100 dicas de programação prontas para serem usadas. Técnicas, truques e macetes sobre as máquinas MSX, numa linguagem fácil e
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APROFUNDANO-SE NO MSX - Piazzi, Maldonato, Oilveira - Cr$ 253.700,00
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TELEVISÃO DOMÉSTICA VIA SATÉLITE -


INSTALAÇÃO E LOCALIZAÇÃO DE FALHAS

AUTORES· Frank Baylin, Brent Gale, Ron Long.


FORMATO· 21,0 x 27,5 em.
Nº DE PÁGINAS - 352.
Nº ILUSTRAÇÕES - 267 (fotos, tabelas, gráficos, etc.).
CONTEÚDO· Este livro traz todas as informações necessários para
o projeto e instalação de sistemas domésticos de recepção de TV via
satélite (são dadas muitas informações a respeito do BRASILSAT).
Também são forneci das muitas dicas relacionadas com a manutenção
dos referidos sistemas.
No final existe um glossário técnico, com cerca de duzentos têrmos
utilizados nesta área.
A obra é indica da para antenistas, técnicos de TV, engenheiros, etc.,
envolvidos na instalação dos sistemas de recepção de TV por satélite.
SUMÁRIO - Teoria da comunicação via satélite; Componentes do
.sistema; Interferência terrestre; Seleção de equipamento de televisão
via satélite; Instalação dos sistemas de televisão via satélite;
Atualização de um sistema de televisão via satélite com múltiplos
receptores; Localização de falhas e consertos; Sistemas de antenas de
grande porte; Considerações sobre projetos de sistemas.
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(Artigo publicado na
vldeogame.
Revista SE N' 186)
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Revista SE N' 182)
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Circuito Impresso
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Traduzido de diversos autores alemães esta coleção em suas


389 páginas trata dos seguintes assuntos:
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* Corrente - Tensão - Resistência
* O circuito elétrico
* O campo magnético
* As Leis de Kirchhoff
* O campo elétrico

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* 2 ou 4 contatos reversíveis. reduzidas.
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* Montagens em soquete ou circuito consumo extremamente baixo.
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555 - Cr$ 425.000,00 MD1NAC2 - 12 VCC - 3,4 mA - 3500 Q
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5 - BC547 ou BC548
2 barramentos, 550 pontos. RELÉ MINIATURA G .• 1 contato reversível para 15 A resist.
5 - BC557 ou BC558
521 - Cr$ 562.500,00 .• 1 contato reversível. * Montagem direta em circuito impresso .
2 - BF494 ou BF495
PL-551.2 barramentos, 2 bornes, * 10 A resistivos. L 1RC1 - 6 VCC - 120 mA - 50 Q
1 -TIP31
550 pontos. G1RC1-6VCC-80mA-75Q L lRC2 - 12 VCC - 80 mA - 150 W
1 - TIP 32
522 - Cr$ 592,500,00 549 - Cr$ 61.000,00 Cr$ 183.700,00
1 - 2N3055
PL-552: 4 barramentos, 3 bornes, G1RC2 - 12 VCC - 40 mA - 300 Q AMPOLA REED
5 - 1N4004 ou 1N4007
1100 pontos. 550 - Cr$ 61.000,00 * 1 contato N.A. para 1 A resisto
5 -1N4148
523 - Cr$ 935.000,00 RELÉS REED RD * Terminais dourados.
1 - MCR106 ou TIC106-D
PL-553: 6 barramentos, 4 bornes, * Montagem em circuito impresso. * Compro do vidro 15 mm., compro total
5 - LEDs vermelhos
1650 pontos. * 1, 2 ou 3 contatos normalmente 50 mm.
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3 - 555
2 -741 COM ALÇA E ALOJAMENTO
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2 potenciômetros de 10 k COM TAMPA EM "U" 540 - ESGOTADO
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2 trim-pots de 47 k lABORATÓRIOS PARA
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PACOTE NO4 PB 114 - 147 x 97 x 55 mm.
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175 resistores de 1/8 W de valores
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Contém: placa de fenolite, cortador de placa,
entre 10 ohms e 2M2. P/FONTE DE ALIMENTAÇÃO
546 - caneta, perfurador de placa, percloreto de
ferro, vasílhame para corrosão.
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CAPACITORES
CONJUNTO CK-IO
100 capacitores cerâmicos e de
poliéster de valores diversos. (estojo de madeira)
547 -
Contém: placa de fenolite, cortado r de placa,
caneta, perfurador de placa, percloreto de
PACOTE NO6 CP012 - 130 x 70 x 30 mm. ferro, vasilhame p/ corrosão, suporte p/ placa.
CAPACITORES 584 - Cr$ 56.300,00 530 - Cr$ 487.500,00
70 capacitores eletrolíticos de CF125 - 125 x 80 x 60 mm.
valores diversos. COM PAINEL E ALÇA 589 - Cr$ 61.000,00
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componentes avulsos ou outros
que não constam do anúncio.
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Projetos
Caderno dedicado ao profissional e ao amador avançado, que nele tem subsídios
para a elaboração de projetos mais complexos, ou de aplicação prática imediata.

CONTROLE REMOTO
POR FEIXE DE LUZ
Newton C. Braga

Este simples dispositivo de Por outro lado, num • Alcance: até 20 metros transistor Darlington do tipo
controle remoto pode ser usado eletrodoméstico como por exem- (depende da potência do BC517. Este transistor tem um
para abrir uma porta de garagem plo um ventilador, com breve emissor) ganh_o da ordem de 30 000 vezes
com o farol do carro, acionar toque no i nterruptor de uma • Carga máxima controlada: o que garante uma excelente sen-
eletrodomésticos a partir de uma lanterna (que é o transmissor) 2 A (ou l() A com o GIRC2) sibilidade para o circuito de
lanterna e em muitas aplicações teremos o acionamento tem-
• Temporização: 5 segundos a entrada. Esta sensibilidade, de
interessantes e úteis. O circuito porizado deste dispositivo que 15 minutos modo a compensar a iluminação
dispara o relé quando um feixe de ficara ligado por tempos entre al-
ambiente é ajustada em PI.
luz de curta duração incide num guns segundos até 15 minutos.
Enfim, o sistema será útil em Quando o sensor (foto-diod@)
sensor e o mantém acionado por COMO FUNCIONA se encontra no escuro, o transistor
um tempo programado. qualquer aplicação em que se Q 1 se mantém no corte e a tensão
Diversas são as possibilidades deseja acionar dispositivos à O sensor é um foto-diodo de no capaci tor Cl estará no nível
de uso para este interessante auto- distância , usando para esta
finalidade raios de luz. qualquer tipo ou então um foto- alto, assim como a tensão no pino
matismo de baixo custo. Como
sugere a introdução se o instaJar-
mos na porta de nossa casa, com
um pulso de luz do farol do carro CARACTERíSTICAS
podemos ao mesmo tempo
acender a luz da garagem ou
varanda e abrir a porta. Também
• Tensão de alimentação: 12 V
podemos acionar uma campainha
que avisará as pessoas de nossa • Consumo em espera: 5 mA
• Consumo acionado: 50 mA
Fig.2
casa de nossa chegada. Placa de
circuito
impresso
+12V da fonte.

Fig.}
Fonte de C2
TI l00~F
aliment{lfão 12+12V
50CmA
OV

OV
~
Tl

SABER ELETRÔNICA NQ239/92 33


Saber
Projetos
O transformador terá primário
de acordo com a rede local e os
+12V
eletrolíticos são para 25 V. Os
diodos podem serlN4002 ou
equivalentes e o circui,to in-
tegrado regulador de tensão.deve
ser dotado de um .pequeno
C3
CI-13 100kfl 2 6 radiador de calor.
Fig.3
100 uF 555 100uF
I
~" ~
MpNTAGEM

Na figura 3 temos ('J diagrama


completo do receptor de controle
OV
remoto por meio de feixe de luz.
Na figura 4 temos a disposição
dos componentes numa placa de
circuito impresso.
Para o circuito inotegrado
2 de entrada de um monoestável até pouco mais de 1 minuto, mas tipo para abertura de portas de sugerimos a utilização de um so-
555. para chegarmos aos 15 minutos garagem precisamos interfaceá-Io quete DIL. O foto-diodo pode
No instante em que um pulso basta usar um capacitar de com um relé maior ou então usar
ficar longe do circuito, mas deve
de luz atinge o sensor o transistor 1000 ItF. Lembramos que este um rdé mais potente diretamente. ser ligado por meio de fio blin-
conduz e seu coletor vai momen- capacitor deve ser de boa Sugerimos no caso o GIRC2 dado. É muito importante obser-
taneamente ao nível baixo o que qualidade pois a presença de Metaltex cujos contactos são para var sua polaridade e para maior
correntes até 10 A. diretividade ele deve ser instalado
altera Cl permitindo sua carga via fugas instabilizao circuito que
R3. O circuito é alimentado com num tubinho de papelão ou outro
pode negar-se a disparar com
Com esta carga o pino 2 do uma tensão de 12 V e na figura I material com uma lente conver-
tempos maiores.
integrado é momentaneamente O nível alto de saída do 555 é temos uma sugestão de fonte de gente, conforme mostra a figo 5.
aterrado ocorrendo então seu dis- usado para saturar via R5 o tran- alimentação. PI é um trimpot de ajuste e P2
Na figura 2 temos a disposição que determina o tempo pode ser
paro. sistor Q2 tem como carga de
A saída do 555 vai então ao coletor um relé . dos componentes da fonte numa tanto um trimpot como um
Nos contactos deste relé placa de circuito impresso. .potenciômetro, depend~nd~ da
nível alto (pino 3) por um inter-
valo de tempo que depende do ligamos o dispositivo externo a
. ,
ajuste de P2 e do valor de C2. ser controlado. O relé usado é de .' ,., ~~.- - -:" .

Com o valor indicado, 100 ItF baixa potência de modo que se


temos tempos de alguns segundos quisermos ~tivar disr'sitivos do

LISTA DE MA TERIA L

Semlcondutores:
CI-1 "555 - circuito Integrado
01 - foto~dlodo ou foto-transistor
Q1 - BC517 - transistor Darllngton
Q2 - BC548 - transistor NPN de uso geral
02 - 1N4148 - diodo de uso geral
Reslstores: (1/8 W, 5%) Fig.4
R1-1OOkQ Placa de
D1
R2- 22 kQ .~ ,.~,"cfrcllito
R3- 47 kQ impresso.
R4-10kQ
R5-4,7 kQ
P1 - 4,7 MQ - trlmpot ro-iJ 7 'fi2'R3
P2 - 1 MQ - trlmpot ou potenclômetro
"),,.Capacltores: (eletrolíticos para 16 V ou mais)

. l.jÇ1
t2 -- O,471tF
100 ItF --elet~olftlco
eletrolftlco - ver texto ',.
. ,"" o·

C3 - 100 ItF - eletrolítlco u" :):t.


Diversos: +1aY1')hj&u
Í<1 - MCH2RC2 - relé de 12 V ou equlvaJentes..::Vir.teXto ..;
Placa dé circuito Impresso, soquetes para o Integrado ; --~'J' _~ : ••

e para o relé, botões para o potenclômetro, fios, lentes .~)n-;?gy ~ i'


para o foto-dlodo, caixa para montagemrmatel'lal'para

34 SABER ELETRÔNIGANº.,239/92
Saber
Projetos

vez que a luz incidir o relé será na. Pl deve ser ajustado para
acionado. Veja que a luz deve in- acionamento mesmo durante o
cidir por um curto intervalo de dia e P2 para manter o sistema de
Fig.S tempo, o suficiente para disparar abertura da porta acionado pelo
Montagem do o circuito. Na figura 8 temos o tempo necessário a entrada do
foto-diodo
num tubo
com lente.

Fig.7
aplicação. Os resistores são de se fazer esta ligação é mostrado Adaptação
1/8 W, 5% ou mais e Ql não ad- na figura 7. para controle de
mite equivalente. Na falta desse PARA [~GM/~to DO ICAIXA
eletrodomésticos.
APARELHO CONTROLADO
componente o que se pode fazer é
ligar dois transistores BC548 PROVA E USO
conforme mostra a figura 6, mas
para isso o layout da placa deve
ser modificado. O capacitor Cl Para provar o aparelho colo-·
que P2 no tempo mínimo
pode ser de poliéster ou cerâmico
(resistência zero) e ligue a
enquanto que os demais são
alimentação. Deixe inicialmente
eletrolíticos para 16 Vou mais. 01 no escuro e vá abrindo PI até FAROL ( DAR
O conjunto pode ser alojado UMA PISCADA) Fig.S
ocorrer o disparo (eventualmente
em caixa plástica patola e para se O 1 estiver muito no escuro Sistema para
conexão aos dispositivos exter- mesmo no final do ajuste, o dis- abrir portas
nos nos contactos do relé de garagem.
paro não ocorre). Deixando agora
podemos usar uma barra de ter- incidir luz sobre 01 deve ocorrer ~ ---I ""~"""
PORTA
minais com parafusos ou mesmo o disparo do relé que perma-
uma tomada e plugue. O modo de necerá P9r alguns segundos. Cada

· modo de se utilizar o aparelho veículo. Para operação no


num sistema de abertura de portas acionamento de eletrodomésticos
Fig.6 de garagens. Com um toque no o transmissor pode ser uma
Dois transistores
farol do carro, apontado para o simples lanterna. Montado em
ligados de modo B
conjunto com uma- sirene e
a substituir senso r que só deve receber luz na
direção apropriada, disparamos o deixando o foto-diodo descoberto
o BeS17.
sensor que então alimenta o cir- teremos um alarme que disparará
cuito de abertura de portas e ao quando alguém acender a luz num
mesmo tempo acende a luz inter- local qualquer à noite O j

ALERTA' DE RÉ
Newton C. 8,.g.
Um equipamento obrigatório baixo custo e aciona um buzzer da ordem de 5 mA o que significa COMO FUNCIONA
em veículos é o alerta sonoro de com boa intensidade sonora. que não há gasto adicional da
ré, um aviso sonoro que entra em O circuito é facilmente adap- energia suprida pela bateria ao
ação quando colocamos a mar-
chaMa-ré. Neste artigo damos um
tado a qualquer carro e o sistema de luzes de ré que nor-
malmente também são acionadas.
Quando as luzes de ré} são ,
acionadas, o ci rcuito é alimentado
transdutor é resistente a ação do
projeto simples para este equi- tempo o que é muito importante e o oscilador formado por CI-la
pamento que pode ser facilmente entra em ação. Este oscilador é
numa aplicação automotiva.
adaptado nos veículos que não o lento, e sua freqüência é dada por
O tom emitido é algo CARACTERíSTICA RI e Cl. Ele vai determinar a
possuam como original de agradável e tanto sua freqüência
fábrica. Descrevemos neste artigo cadência dos bips que serão
como intermitência podem ser produzidos pelo transdutor.
um simples alerta de ré que usa modificadas. O· consumo da • Tensão.de alimentação: 12 V Este oscilador controla uma
apenas um circuito integrado de unidade é extremamente baixo, • Corrente drenada: 5 mA (tip) segunda porta que opera como os-

SABER ELETRÔNICA NV 239/92


35
Saber
Projetos

cilador de áudio e cuja freqüência


depende tanto do ajuste de Pl
como do valor de C2.
A
Este trimpot deve ser ajustado
para freqüência de maior ren-
dimento do buzzer usado, em
CI-l = 4093
torno de 4 kHz para os da
Metaloplástica (MP). Fig.]
O sinal de áudio intermitente é C3 Diagrama
lO~F
aplicado as outras duas portas do compléto
mesmo integrado que funcionam do aparelho.
como amplificadores "buffers"
digitais excitando então direta-
~BZ
mente o pequeno transdutor
piezoelétrico cerâmica. Neste
transdutor de bom rendimento,
bastante compacto e que pode ser
ov

LISTA DE MA TERIAL

Semlcondutores:
CI-1 -4093· circuito integrado CMOS
Resistores: (1/8 W, 5%)
R1-2,2 MQ
R2 ·10 kQ
P1 • 100-kQ - trlmpot
Capacitores:
C1 - 0,47 f.lF- eletroHtico
C2 • 47 nF - cerâmico ou poliéster
C3· 10 f.lF- eletrolítlco
Diversos: Fig.2
BZ - Transdutor Piezoelétrico Metaloplástica de Placa de
qualquer tipo, Placa de circuito impresso, caixa para circuito
montagem, suporte para o integrado, fios, solda, etc. impresso.

BZ

Fig ..3
Modo de
se instalar
o alerta.

(Metaloplástica) de qualquer for- O ponto de zero volt pode ser


mato, e pode ser ligado ao apare- feito por meio de parafúso em
lho por meio de um fio longo. qualquer lugar do chassi.
O conjunto pode ser instalado O ponto A é ligado junto ao
numa pequena caixa plástica e ponto em que temos o
faciJmente preso em qualquer Na figura 2 temos a disposição esta ficará junto a instalação das acionamento das luzes de nL
parte do carro na sua traseira dos componentes numa placa de luzes de ré.
temos a reprodução do sinal de circuito impres~o. Uma vez feita a instalação
áudio. Para o circuito integrado acione o sistema de luzesqe ré e
sugerimos a utilização de um so- ajuste o trimpot para obtt<E;;Otom
PROVA E USO mais forte. I.J
quete DlL de 14 pinos. Os resis-
MONTAGEM tores são de 1/8 W e os Se quiser modHiõar a
eletrolíticos são para 16 V ou Na figura 3 temos 9. mpdp de" , in~~rmit~~~~ alt~re o val~'ªe Cl
Na figura 1 temos o diagrama mais de tensão' de trabalho. O se fazer a ligação do aparelho 'a que pode fiéar entre 220 nF (mais
completo do aparelho. blizzer é do tipo MP instalação do carro. rápido) até 2,2 f.lF(mais lento) O

36 SABER ELETRÔNICA N2 23S/S2


Saber
Projetos
, ,
"UA-UA" DIFERENTE
PARA GUITARRAS
Luis Fábio C. Pinho

Se você costuma tocar em


conjuntos ou conhece quem toca,
monte este _circui,to que produz R6
3,9kfi E2
aquele efeito "UA-UA" no som +~Sl (AMPLIFICADOR)
de sua guitarra. Seu fun- PBl
cionamento simpli ficado uti Iizan- R5
82kfi
do somente transistores comuns (EFEITO) -10
E1 Rl
torna-o compatível aos aparelhos (GUITARRA) Cl 47k!t
comerciais. C4
Fig.]
15nF
Além disso, nosso "UÁ-UÁ" ~.47onF
Diagrama
difere dos outros por não utilizar completo
potenciômetro para controlar o do circuito.
efeito. Ao invés disso, usamos a
variação de resistência l:;ntre o
coletor e emissor de um transistor
para variar a modulação do efeito.
C2 '
O circuito pode ser dimen- 47uF
sionado por seis pilhas pequenas
de 1,5 V ligadas em série, ou uma
bateria de 9 V, que simplifica a
montagem. Como o consumo é de
poucos miliamperes (próximo de
Assim, Q2 conduz e diminui sua
2 mA), a durabilidade dessa
resistência coletor-emissor, que
bateria será grande.
Na figura 1 temos o esquema atua substituindo o poten-
do nosso circuito. ciômetro normalmente usa-
Com a chave SI ligada e pres- dO.Com essa alteração nos ter-
sionando-se o push-buttom PB-I, minais de Q2 o capacitor C2
o capacitor C2 carrega-se através começa a descarregar-se pela
do resistor R2. Com isso temos junção base-emissor e simul-
uma tensão na base do transistor taneamente pelo resistor R3.Esse
Q2 limitada pelo resistor R4. processo produz o efeito "UÁ-

LISTA DE MA TERIA L

01, 02 - BC549 ou equivalentes - transistores NPN BATERIA


para baixo ruído ~ Sl PB,l
B1 - bateria de 9 V (t), (-) ------~
PB-1 - push-buttom tipo NA
51 - interruptor simples
Resistores: 1/8 ou 1/4 W
R1 - 47 kQ
R2 - 100 kQ
-R3 -15 kQ
"
R4-'8,2 kQ
R5- 82 kQ
R6- 3,9 kQ
. 'capacltores:
C1 - 470 nF - poliéster ~; .
C2 r 47 !l-FX 16 V - eletrolítico ou tântalo
C3 ~ C4 - 15 nF - poliéster
C5-
, 2,2 !l-FX 16 V - eletrolítico
t ' ~ ';' . ou
, tântalo' , Fig. 2 - Placa de circuito impresso.

SABEFI ELETRÔNICA N° 239/92 37


Saber
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VÁ" e só irá repetir quando pres- tântalo com tensão de trabalho


sionarmos novamente PB-l. acima de 10 V.
Para evitar distorções ou per- Os capacitores Cl, C3 e C4
das no sinal original, o transistor devem ser de poliéster metalizado
Ql amplifica através do resistor para melhor atuação e o push-but-
de ganho, R5. Nessa configu- tom deve ser do tipo NA (normal-
ração temos um ótimo desempe- mente aberto). UA UA PARA
nho devido ao baixo ruído dos Os transistores são NPN com GUITARRA
transistores. Os capacitores Cl a baixo ruído, como BC547 ou Fig.4
C5 fazem o acoplamento entre os BC549 e para a bateria de 9 V use Modo de
estágios de saída da guitarra e a um conector apropriado. instalação
entrada do amplificador. Devido as características do do aparelho.
A placa de circuito impresso circuito, não recomendamos
sugerida para o circuito é mudanças nos valores dos com-
mostrada na figura 2. ponentes, pois o efeito poderá não
Todos os resistores são de ser mais o esperado.
1/8 ou 1/4 W com até 20% de Para os plugs de entrada e
tolerância e os capacitores acima saída sugerimos o plugão tipo
de 1 !lF são eletrol íticos ou de mano que encaixa corretamente

na guitarra e para a saída um piug entre a saída da guitarra e a


RCA de acordo com a entrada do entrada de um pré-amplificador,
PBl
amplificador. ou mesmo de um amplificador
Na figura 3 mostramos uma
Fig.3 que possua entrada auxiliar,
Sugestão opção de montagem para o
figura 4.
para aparelho. Para as ligações de
Para usar, basta ligar SI e
entrada e saída use cabos coaxiais
montagem. pressionar o push-buttom até
(blindados) para evitar captação
de ruídos externos. 'obter o efeito desejado. Como o
Como já dissemos, o circuito consumo é muito baixo, a bateria
do "VÁ-VÁ" deve ser ligado irá durar muitos meses O

DIMMER PARA LÂMPADAS COMUNS


Newton C. Braga

O circuito apresentado pode usado com cargas de correntes tão CARACTERíSTICAS nada é senoidal, podemos con-
servir para controlar o brilho de elevadas. trolar a potência aplicada a uma
lâmpadas incandescentes comuns O circuito apresentado admite carga simplesmente fixando os
o Tensão de ali mentação: 110
em quartos, cabeceiras, abajures, até 800 W de lâmpadas na rede de ou 220 V c.a. pontos de disparo nos semiciclos.
salas e em muitos outros locais 110 V e o dobro na rede de 220 V Assim, se dispararmos logo no
o Carga máxima: 8 A (800 W
onde se deseja um ajuste linear de e pode ser usado com qualquer em 11'0 V e 1600 W em início do semiciclo, teremos a
il uminação ou uma transição tipo de lâmpada de filamento a 220 V c.a.) condução quase que total e a
suave do claro para o escuro e partir de 5 W de potência. o Faixa de controle: 5 a 95% potência será máxima. Se dis-
Na cabeceira de sua cama ele pararmos no final do semiciclo,
vire-versa. O circuito pode con- o Tipo de carga: resistiva
permite dosar o grau ideal de teremos apenas um pequenó
trolar até 8 A e é muito simples de
iluminação para cada ocasião. No ângulo de condução e a potência
moníar.
D'immers são controles quarto das crianças ele possibilita COMO FUNCIONA será mínima.
um ajuste de luminosidade sem É fácil perceber que podemos
lineares de lâmpadas ou cargas deixar totalmente no escuro ou to- Os Triacs são controles de controlar a potência na carga
resistivas e possuem uma in- talmen,te no claro.
finidade de utilidades no lar. Em onda completa. Eles funcionam simplesmente variando o ângulq
O circuito, por ser compacto como interruptores disparados de condução de um Triace é jus-
especial focalizamos o controle pode ser adaptado até mesmo por um sinal aplicado a sua com- tamente isso que faz nosso cir-
de brilho de uma lâmpada comum dentro da caixa do interruptor porta. cuito.
por meio de um potenciômetro normal da parede de qualquer Levando em conta que a A verificação do ângulo de
que diretamente não poderia ser cômodo de sua casa. tensão da rede de corrente alter- condução é obtida por uma réde
38 SABER ELETRÔNICA W zaa/Sz
Saber
Projetos
LISTA DE MA TERIA L

Semicondutores:

Fig.}
YJ0- TENSÃO
REDE
NA Triac: TIC2268 ou D - ver texto
Reslstores:
Rl 22 k.Qx 1/2 W
Pl - 100 k.Q- potenclômetro linear
(a) Potência máxima;
(b) Potência mínima. Cl
\"/,1'
'CL
\1-
TENSÃO
CARGA <
NA
a 1
Capacltores:
Cl - 100 nF - poliéster - 400 V ou mais
...::..- '0-- :~--
DISPARO ·u-'- -- Diversos:

- -- -------- - TENSÃO NA
CARGA ( b )
Fl - 10 A· fusível
Xl - lâmpada de 5 a 800 W • ver texto
~DISPARO '.
NE-l -.Iâmpada neon comum
Placa de circuito impresso, radiador de calor- para o
Triac, caixa para montagem, soquete para a lâmpada,
de retardo RC onde R é R I mais o tracejados. CI deve ser de botão para o potenciômetro, fios, solda, ete.
potenciômetro PI e C é C1. po'liéster para 40Q V de trabalho
Com PI na posição de mínima pelo menos.
resistência, CI carrega-se rapida-
mente atingindo a tensão de dis-
paro do Triac no início do semi- MONTAGEM
ciclo.' A lâmpada neon acende,
descarregando então CI e propor- Na figura 2 temos o diagrama
cionando o disparo do Triac. completo dodimmer.
Temos a,máxima potência. Na figura3 temos a disposição
Com PI na posição de dos componentes numa pequena Fig.3
Pl
máxi!TIa resistência a carga de CI placa de circuito impresso. Placa de
é mais lenta e o disparo do Triac Observe que o Triac precisa circuito
só ocorré ao final do semiciclo.
de radiador de calor, principal- impresso.
Nestas bóndições temos a mínima mente se operar com correntes
potência, fi-gura 1. acima de I A. DevemosusarTri-
Este circuito, pela comutação - acs sufixo B se a rede for de 110
rápida pode gerar algum ruído V e sufixo D se a rede for de 220
que .interfere em aparelhos de V.Cl deve ser de poliéster para
rádio e TV. Podemos reduzir isso 200 V ou mais de tensão de VAC

com o uso dos componentes trabalho e RI é de 1/2 W. A

lâlllf.ad~weon~é_ ~!ll~m. de. dois Variamos PI de modo sue o


,, -~ermlfials,,(sem r~slstencla lfiter- brilho da lâmpada vá de zero ao
na ) . ~••' ';o.<rJ."
máximo.
Fl
10A Caso não se consiga chegar ao
zero, aumente o valor de Cl e
Fig.2
Diagrama 'to '-,.' caso não se conseguir chegar ao
110 I I
1
PROVA E USO máximo, reduza este valor.
completo 220V I Comprovado o funcionamen-
do aparelho. I
(,--- :\ to é só fazer a instalação D. ()
l00nF.~.~.~
I
I Cl Para provar o aparelho
1100nF
podemos usar como carga
<*1 VER TEXTO qualquer lâmpada comum a partir
-:,\"ltc-.' i ,$':' de5W.'

" MOTORES 'MENORES QUE UM FIO DE CABELO


lll:
dos leitores. De fato, uma prim.eira aplicação, que ~.T.
tem em mente para estes mlCro-motores e a s!J~l
implantação direta em artérias ou veias obstruída~,
mesmo as mais, finas, para bombear o sangue qüe
circula com cjificuldade !
.; Um .fT1otorexperimental capaz de girar a 120.000
rotaçé?~spqr minuto já foi produzido nos laboratórios
jap,o,n,f1s~~€f..Jeve(amaté onde pode chegar a capa-
ci8.,a,
fi
'tJe'rleJm,lniaturizaça-o
íJ~Up "1'1. ':.uj1;· . .. ,.,__
,

S~13liRELETRÔNICA NQ 239/92 39
Saber
Projetos

ESPANTA CACHORRO
NeWton C. Braga

Este circuito gera um potente


ultrasom que dirigido a um cão
pode intimidá-Io evitando assim
um ataque. Instalado perto de
latas de lixo e outros locais que
possam ser visitados por cães, Fig.]
este aparelho perturba os animais Diagrama
evitando sua aproximação. completo
Simples de montar ele pode ser do aparelho.
alimentado tanto por pilhas como
fonte ou bateria.
Os ultrasons não só podem ser
ouvidos por certos animais como
cães e gatos como em certo nível
pode ca usar-I hes uma certa
perturbação. latas de lixo ou outros locais COMO FUNCIONA sinal de modo a se obter um efeito
Este fato pode ser aproveitado visitados pelos animais e assim psicológico maior do que o
num interessante dispositivo de perturbá-I os _ evitando sua teríamos com um tom ultrasônico
São usados dois osciladores
intimidação e repulsão destes indesejável aproximação. O puro. A freqüência desta
aparelho simples de montar usa elaborados em torno de duas por-
animais tanto para uso fixo corno modulação é determinada por Cl
componentes comuns e apenas tas de um circuito integrado
para uso portátil. 4093B. Um destes oscila em e ajustada em PI. O sinál de
Na montagem de uso portátil, um integrado.
baixa freqüência produzindo -a modulação modifica a freqüência
alimentado por pilhas ou bateria, de uin segundo oscilador de alta
modulação em freqüência do
apontando o aparelho para o
CARACTERíSTICAS
animal podemos surpreendê-Io
com um apito que ele pode ouvir
e diantedo inesperado pode evitar • Tensão de alimentação: 9 a
um ataque. 12 V C.c.
Na montagem alimentada por • Freqüência de operação: 16 a
fonte, podemos deixar o aparelho 25 kHz
permanentemente ligado junto à • Potência: 200 mW a 2 W

li' r.

LISTA DE MA TERIA L

Semicondutores:
" j;CI-l - 4093B - circuito Integrado CMOS
Ql • TIPll0 ou equivalente • transistor NPN de
potência Oarlington - SIO
01 • 1N4148 ou equivalente - dlodo de silício Fig.2
Placa de
Reslstores: (1/8 W, 5%) circuito
RleR5-10kQ
R2 e R3 - 22 kQ Impresso.
R4-10 kQ
Capacltores:
Cl - 470 nF • cerâmico ou poliéster
C2·1 IlF x 16 y~eletrolítlco
LC3· 2,2 nF - cerâmlco ou poliéster
'<C4 -100 IlF x 16 y. eletrolítlco
" Diversos:
P1 e P2 • 100 k..Q• trlmpot
TW - 4 ou 8 Q - tweeter
Sl -Interruptor de pressão
B1 - 9 Y - bateria, pilhas ou fonte
Placa de circuito Impresso, caixa para montag'em,
radiador de caio r para o transistor, fios, s«?ida~e~. ~
P!

40 SABER ELETRÔNICA NQ239/92


Saber
Projetos

freqüência cuja freqüência é uso de bateria é recomendadg transistor de potência recomenda- obter um tom bem agudo, na faixa
determinada por C3 e ajustada em apenas nas aplicações portáteis se o uso de radiador de calor. Os dos sons audíveis ainda.
P2. Como a modulação gerada é intermitentes, onde o acionamen- resistores são todos de 1/8 W, e os Depois ajuste Pl para obter
um sinal retangular, este sinal é to ocorre alguns segundos de cada capacitores eletrolíticos são para uma mod ul ação que j ul gue
suavizado por R2, R3 e C2 de vez. 12 V ou mais. Os demais
interessante para o aparelho.
modo a se obter um efeito de Para outras aplicações é capacitores podem ser cerâmicos Feito isso leve o ajuste de P,2a
sirene no tom ultrasônico final. preciso usar uma fonte com uma ou de poliéster. O tweeter é do
produção de sinais de freqüências
O tom de alta freqüência boa capacidade de corrente, pelo tipo comum, tanto de bobina
menos 1 A. acima do som audível. O aparelho
gerado é aplicado nas duas móvel como piezoelétrico. O tipo
estará pronto para uso.
últimas portas do 4093B que fun- piezoelétrico miniatura apresenta
bom rendimento na faixa' de Ao se pressionar SI ou
cionam como buffers e amplifi-
cadores digitais.
MONTAGEM freqüências que este aparelho alimentaro aparelho deve ocorrer
Na saída dos buffers temos um gera. a produção dos sinais. Verifique a
transistor darlington de potência reação de animais domésticos
Na figura 1 temos o diagrama
TIPllO (SID) que excita direta- diante do aparelho e mude os
completo do aparelho. PROVA E USO
mente um tweeter que é o Na figura 2 temos a disposição ajustes se julgar necessário.
transdutor final. Não deixe o aparelho ligado
dos componentes numa placa de
A alimentação pode ser feita circuito impresso. Para o circuito Para provar alimente o apare- em lugares que vivem animais
por tensões de 9 a 12 V. Como o integrado sugerimos usar um so- lho com uma fonte de 9 a 12 Ve domésticos pois isso poderá
consumo de corrente é elevado o quete DIL de 14 pinos e para o ajuste inicialmente P2 de modo a causar-lhe perturbações O

CARREGADORDEBATER~ '"

DE EMERGENCIA
Newton C. Braga

O leitor já teve a desagradável deixado sem funcionar dois ou Simples de montar e de usar ao fornecimento de energia desta
surpresa de tentar dara partida no três dias, caso em que será um aparelho como este já tirou o bateria.
seu carro pela manhã e constatar impossível dar a partida, autor do artigo de situações Um resistor limitador de cor-
que a bateria está completamente É claro que se isso ocorrer, o problemáticas quando encontrou rente deve existir para evitar que
descarregada? Se isso ocorreu e o lei tor deve procurar Ipgo um seu carro sem partida depois de estando completamente descar-
leitor na ocasião não.dispunha de eletricista que verifique o estado alguns dias de ausência. regada, a bateria funcione como
um carregador de emergência de sua bateria, mas antes disso um curto-circuito drenando cor-
deve saber então as dimensões do como proceder? rente excessiva.)?'
problema que arranjou! Neste ar- Uma bateria que demore CARACTERíSTICAS No nosso caso, DI retifi.ita a
tigo descrevemos um carregador algum tempo para perder sua corrente do secundário do· ti'àns-
simples que pode ajudá-Io muito carga, pode retê-Ia o suficiente
• Tensão de alimentação: formador, algo em torno de 24 V,
nestas si tuações. para se dar a partida e aí o alter- 110/220 V c.a. obtendo-se então uma tensão de
Se as baterias de carros não nador do próprio carro a completa
• Corrente de carga: 1 a 2 A pico de pouco mais que 34 V o
forem carregadas com certa até que uma verificação possa ser
• Tipos de bateria: 6 ou 12 V que é importante para garaMir a
freqüência o que ocorre no feita.
(carro ou maiores) circulação de corrente no sentido
movimento normal do veículo, Se o problema for de muitos
elas podem perder a carga, dias parado, uma carga pequena • Tempo de carga para partida: inverso mesmo quando a bateria
mesmo sem alimentar dis- pode permitir que a partida seja 1 hora (min) já manifeste alguma tensão.
positivos de maior potência, Este dada e aí o alternador faz o resto A limitação de corrente ~yita
problema é mais graves se a do serviço, completando a carga por RI e o LED em paralelosom
bateria tiver algum tipo de fuga'~ em pouco tempo.
COMO FUNCIONA este resistor indica qU~:9stá
entre os seus elementos o que O aparelho que descrevemos havendo circulação de COFtente
ocorre quando ela está no fim de permite que uma carga suficiente Um carregador de baterias pela bateria e portanto a carga.
sua vida ou tem algum defeito. para a partida seja dada numa Cl filtra a corrente mas apenas
nada mais é do que uma fonte de
Assim, não é fato incomum bateria que apresente os corrente contínua. em grau suficiente para termos
que uma bateria, mesmo aparen- problemas indicados.' , O que se faz então é forçar a uma boa tensão de carga, já que
temente boa repentinamente Com 1 a 2 horas. de carga circuiaçã'o de uma corrente pela não vamos alimentar nenhum cir-
perca sua carga de um dia para o pode-se dar a partida e o restante bateria -<féSdffegãda em sentido cuito eletrÔnico que exigiria um
outro, ou quando o carro é é feito pelo alterna dor. contrário àquele que corresponde nível mais baixo de ripple.

SABER ELETRÔNICA Nº 239/92- 41


Saber
Projetos
LISTA DE MA TERIA L
Rl
01 • 50 V x 2 A • diodo de silício 15.0
20W
T1 • transformador com primário de acordo com a

--
1+)
rede local e secundário de 12+12 V de 1,5 a 3 A Gl I
.\
F1 - fusível de 2 A I
LEO - LEO vermelho comum ....L:.. Fi'g.]·
Diagrama
C1 - 100 r.tFx 50 V· capacitor eletrolítico completo
R1 ·15 Q x 20 W· resistor de fio
R2· 2,2 kQ· 1/4 W - resistor do apar!!lho.
G1 e G2 - garras jacaré ou de bateria preta e vermelha ov

Caixa para montagem; suporte para fusível, cabo


longo de alimentação, fios, solda, etc.

conector). Pode ser o pólo


positivo, por exemplo.
Faça então a ligação das gar-
ras do carregador: vermelha no
positivo e preta no negativo.
Ligue-o à rede de alimentação. O
LED deve acender.
Fig.2 Para uma bateria ainda em
Disposição dos condições razoáveis de retenção
componentes de carga ou que simplesmente
em ponte tenha ficado muitos dias sem uso,
de terminais. depois de pouco mais de uma
hora já teremos carga sufi,ciente
paradarapartida. '
Com uma carga mais longa, de
4 a lÔ horas por exemr;lo, a
bateria já terá condições muito
melhores de funcionamento.
Se a bateria não reter ~arga
alguma com este aparelhQ, então
MONTAGEM valores entre 47 e 220 /!F com tomando-se o cuidado para que o problema desta bakri~ é ,bem
uma tensão de trabalho de 50 V internamente o resistor RI que mais grave devendo ser pro,viden-
ou mais. opera quente não encoste nesta ciado um exame e eventl:!a\ troP.
Na figura 1 temos o diagrama O resistor RI é de fio com 15 caixa. Para baterias de ~9t.o QU ainda
completo do nosso carregador de
baterias. ou 18 Q e dissipação de 20 W ou de aparelhos fotográficos. o
mais. Quatro resistores de 68 ou aparelho também pode Ser usaao,
Na figura 2 temos o aspecto da PROVA E USO
82 Q x 5 W podem ser ligados em mas o resistor R 1 deve ser trocado
montagem que, por usar poucos
componentes não necessi ta de paralelo na falta do tipo original. por outro de 22 ou 27 Q x 20 W.
R2 é de 1/8 ou 1/4 W e o LED
placa de circuito impresso. Para provar basta Iigar o cir- O procedimento -de carga é o
O transformador deve ter en- é vermelho comum. mesmo.
cuito na alimentação. Com um
rolamento primário de acordo Para conexão na bateria' em vol tímetro devemos encontrar Se o LED não acender na
com a rede local e secundário de carga devem ser usadas garras uma tensão da ordem. de 34 V carga algum ponto do circuito
12+12 V com corrente entre 1,5 e identificadas pelo uso de fio ver- entre as gavras. está abert()oou com mau contato.
3A. melho (+) e preto (-). Para USar o ',apareiho desl igue Verifique as garras de conexão à
O diodo DI é para 50 V/2 ou O conjunto pode ser alojado um dos pólos da bateria da bateria que podem estar mal
3 A e o capacitor Cl pode ter numa pequena caixa de plástico, conexão elétrica do carro (tire o presas O

o PEIXE ELÉTRICO - i .
, ~,l,"

"A\4'""<l\1;

1\' O peixe elétrico pode produzir eletricidade porque


células modificadas de seu sistema nervoso se ali- matá-Ias,' o que
elétrico não façilJ!a,
pode de a/irrlento. ~ ~ei;~
dar sêlêscdrgas-continuamente,
u~J;a so-
nharam de modo a formar uma "ligação série" de mente por curtos períodos.
pilhas. A tensão de cada célula é somada à seguinte . Depoí~: 't/e uma ou duas. descargas elétricas inten-
e, de ponta a ponta do sistema, temos uma tensão que sas, o peix"'etem que esperar algum tempo até que a
atinge até 600 V. "Descarregando" estas células nas energia seja novamente armazenada e possa ser
vítimas, o peixe elétrico pode paralisá-Ias ou mesmo utJ1izada.

42 SABER ELETRÔNICA Nº 239/92


Saber
Projetos

OSCILADOR
- "BIP-BIP" PARA
APLICAÇOES· DIGITAIS
Luis Fábio C. Pinho

Em jogos eletrônicos, bri,n- operado por volta dos 10 Hz.


quedos, alarmes, cronômetros e Nessa configuração temos então
relógios digitais, o efeito sonoro o efeito obtido modulado
"bip-bip" é sempre recomendado produzindo o "bip-bip". Na figura
pois oferece um artifício mais in- 1 temos o diagrama completo do
teressante à montagem. circuito.
Utilizando um único circuito Pressionando-se o push-but-·
integrado. CMOS de fácil tom PBJ, liberamos o primeiro
obtenção podemos elaborar dois oscilador formado por duas por-
multivibradores controlados com tas do CI-1 e pelos componentes
freqüências de operação R2 e Cl. Esse oscilador gera a
múltiplas. Desse modo um os- freqüência de modulação em
cilador trabalhando numa tomo dós 10 Hz. O segundo os-
freqüência em torno de 1 kHz. é cilador trabalha numa freqüência
modulado por outro astável 100 vezes maior e é constituido
Fig.2
Placa de
circuito
LISTA DE MA TERIA L
Impresso.
CI·1 - 4001 - circuito Integrado CMOS
Cl1 - BC327 • transistor PNP de uso geral
PB1 • push-buttom simples tipo N.A.
FTE - alto-falante mlni simples
Capacitores:
C1 - 100 nF· poliéster
C2· 10 nF - poliéster
Reslstores: 1/8 W
R1, R3 ·100 kQ
R2·1 MQ
R4·10kQ
R5-120Q

pelas duas portas restantes do CI


+ 5 o lSV e por R3 e C2. f ,
C I- 4001
O sinal já modulado é
entregue a um buffer com um
transistor PNP de uso geral, Ql.
O resistor R4limita a corrente
1kHz
de saída elo integrado e RS
JULJUL protege o transistor Q 1 contra ex-
~ 10Hz
cessos de corrente.
Fig.] I Alterações no rítmo ou na
Di!Jgrama I
H:PB-1 I velocidade do "bip-bip" podem
~I
completo
ser conseguidos alterando-se os
dO.aparelho. ••..
valores do resistor R2 e do
FTE
capacitar Cl..
a!l Para obter um "bip-bip" máis
rápido, reduza seus valores e faça
o processo inverso para obter um
(-) "bip-bip" mais lento.
Caso você queira modificar
também o.timbre do sinal gerado,
altere os valores de R3 e de C2.

SABER ELETRÔNICANg 23~/S2 43


Saber
Projetos

Aumentando-os o "bip_bip" Os capacitores são de poliéster alimentação poderá até ser


gerado será mais grave, e redu- e o transistor Ql deve ser aproveitada do aparelho em que
zindo os mesmo, o sinal será mais qualquer PNP de uso geral com ele for acrescentado.
agudo. capacidade de corrente maior que Para provar, basta pressionar
N a figura 2 damos nossa 500 mA; como BC327, BC328 ou PBl e ouvir o "bip-bip".'
sugestão de montagem em placa mesmo BC557, BC558 para Uma sugestão interessante é
de ci,rcuito impresso, caso o leitor menor potência de saída. substituir o push-buttom por uma
(-) Para maior potência de saída chave com transistor. Esse tran-
utilize o circuito em aplicação in- B C E
dividual. utilize o transistor TIP32, mas sistor seria controlado pelo pulso
não esqueça de adequar sua dado pelos relógios (ou
O circuito integrado deve ser
pinagem a placa de circuito im- cronômetros) a cada um minuto.
colocado em soquete ,;~D}L Fig. 3 - Utilizando TIP32 presso, conforme ilustra a fig', 3, Assim, teríamos o "bip_bip" a
apropriado e os resistores"sâo .....paramaior potência. O circuito funcionará com cada minuto (ou hora) depen-
todos comuns de 1/8 W. tensões entre 5 e 15 V e sua dendo da aplicação requeri da O

••
SEQUENCIAL TMOS
Newton C. Braga

Com apenas 3 transistores de CARACTERíSTICAS LISTA DE MATERIAL


efeito de campo de potência
elaboramos um circuito multi- Semicondutores:
• Tensão de alimentação: 12 V
vibrador seqüencial capaz de con- 01, 02 e 03 • IRF632 ou equivalentes - transistores
• Corrente máxima por canal:
trolar cargas de potência e fun- 2A TMOS de potência canal N
cionando com alimentação de • Número de canais: 3 Resistores: (1/8 W, 5%)
12 V. Este circuito é ideal para R1, R3 e R5 - 2,2 MQ
(expansível)
sistemas automotivos como por • Velocidade do efeito: dada R2, R4 e R6 - 4,7 MQ
exemplo setas seqüenciais. Capacitores:
pelos valores dos
As excepcionais caracterís- C1, C2 e C3 - 150 nF - poliéster ou cerâmicos - ver
ticas dos transistores de efeito de componentes texto
campo de potência (TMOS) per- C4 - 1000 flF x 16 V - eletrolítico
mitem a realização de projetos COMO FUNCIONA Diversos:
simples e eficientes envolvendo o F1 - 5 A - fusível
controle de cargas de correntes X1, X2 e X3· 12 V até 2 A -lâmpadas
elevadas. Para que um transistor de
Placa de circuito Impresso, radiador de calor para os
potência TMOS conduza intensa-
I J.. Neste artigo descreveremos a transistores, suporte de fusível, caixa para
mente a corrente entre o dreno (d) montagem, soquetes para as lâmpadas, fios, solda,
'inühtagem de um sistema tri-
e a. fonte (s) é preciso que uma etc.
seqüencial muito simples para
tensão positiva acima de certo
lâmpadas de 12 V até 2 A cada
uma e que pode ser usado no carro
F "
em diversas aplicações interes- 5A
santes tais como:
* Setas seqüenciais com um X 3 + 12V
efeito dinâmico a direção que o 12V/2A
carro vai virar.
* Alertas giratórios para a C4
lOOO~F Fig.]
capota de viaturas de socorro. Diagrama
'..* Sistemas fixos de alerta de
completo do
a~identes que podem ser ins- Seqüencial
talados a beira da estrada. TMOS.
* Triângulo de sinalização.
O circuito é eficiente e simples
R6
e com fonte de alimentação 4,1Mn OV

apropriada pode ser usado na


decoração de vitrines ou mesmo
em presépios e ferrovias minia-
tura.

44 SABER ELETRÔNICA N9239/92


Saber
Projetos

valor seja aplicada a sua compor- Partindo do instante em que


ta. ligamos o aparelho, pelas
Se a tensão na comporta for diferenças de características dos
abaixo do valor indicado, a componentes, um dos transistores
resistência entre o dreno e a fonte chega ao ponto de condução antes
será elevadíssima, da ordem de dos outros, levando a lâmpada a
milhões de megohms. Por outro acender. Isso inibe a condução do
lado, ao conduzir sua resistência seguinte pois seu capacitor de
cai para valores da ordem de temporização agora se descar-
fração de 1 Q. Em outras pala- rega.
vras, um TMOS funciona como. No entanto, inibido, o transis-
um eficiente interruptor con- tor em questão deixa que o
trolado por tensão. seguinte tenha seu capacitor de
A comporta ou gate (g) temporização carregado até que
apresenta uma impedância alguns instantes depois ele entra
elevadíssima o que significa que em condução. Quando isso
no controle de sua tensão ocorre, o circuito de tempo do
podemos usar capacitores de pe- primeiro que entrou em condução
queno valor e resistores de grande é realimentado, indo à terra e ele'
valor para .obter constantes de desliga.

Fig.3 CORRIMENTO CIRCUITO DA SETA

Uso como •• Fig~ 2 - Placa de circuito impresso .


~DO CONTROLE
seta no carro.
(Montar um
II0ioiOl
conjunto para MONTAGEM
X 1 (VERMELHO)
direita e outro
para esquerda) Na figura 1 temos o diagrama X2 (AMARELO)
X3X~ ~ completo do aparelho. X3 (VERDE)
A disposição dos componen-
tes numa placa de circuito impres-
tempo algo elevadas. No nosso Desligando, ele permite agora so é mostrada na figura 2.
Os transistores TMOS de
projeto ligamos um número que outro transistor que estava
potência devem ser dotados de
ímpar de transistores tendo como desligado, ligue sua carga. O
bons radiadores de calor. Tipos
carga de-dreno (d) lâmpadas de resultado é que o seguinte, em como o IRF720, IRF640, IRF632
alta potência que serão con- conseqüência apaga e o processo ou equivalentes de canal N com Fig. 5 - Sugestão de
troladas por estes equipamentos. continua ciclicamente por tempo correntes acima de 3 A podem ser montagem em semáforo.
A comporta (g) de cada tran- indeterminado. usados sem problemas. Os resis-
sistor será também controlada A velocidade do processo tores são todos de 1/8 W e os de menor corrente, 250 mA por
pelo dreno do transistor anterior depende dos valores dos resis- capacitores cerâmicos ou de exemplo. Uma vez comprovado o
de modo a formarmos um sistema tores e capacitores. No protótipo poliéster. funcionamento é só fazer, sua
em anel. conseguimos um ciclo completo As lâmpadas são de 12 V com instalação definitiva. Na figura
jH,tr: 3
Quando uma lâmpada correntes de até 2 A e podem fi car temos um exemplo de aplicaç~.o
de acendimento das 3 lâmpadas
qualquer se encontra apagada, o longe do aparelho, no caso de um no carro para 3 lâmpadas de seta
em aproxi mada mente 5 segundos
carro podem ficar nas setas. que correm na direção em que o
que significa que o transistor cor- com os valores indicados no O fusível é de 5 A e o
respondente não está conduzi ndo, motorista pretende virar.
diagrama, mas o leitor pode fazer capacitar C4 é um eletrolítico
os resistores de temporização Na figura 4 temos um
aIteraçóes. para 16 V ou mais. Os resistores
sinalizador giratório de capota
recebem tensão positiva e o A expansão do circuito pode R 1, R3 e R5 podem ter seus
valores alterados na faixa de para lISO automativo.
capacitor de comporta se carrega ser feita à vontade desde que Como os tempos de condução
lentamente até que o transistor sejam usados transistores e 470 kQ a 4,7 MQ para modificar
a velocidade de corri mento, assim de cada transistor podem ser ajus-
seguinte entre em condução. lâmpadas em número ímpar.
como os capacitares de C1 a C3 tados de modo independente, ~ste
" que podem ficar na faixa de circuito tem como aplicaçãO' im-
VISTO 100 nF a 1 !tF. portante a elaboração de"um
~MOVIMENTO DE"PERFIL semáforo, conforme sugere a
figura 5.
Fig.4 PROVA E USO Os capaci tores de valores mais
Sinolizador elevados devem ser de poliéster
de capota. COPO
de modo a se garantir maior es-
VISTO X3 REFLETORES PLÁSTI CO Para provar o aparelho basta
DE CIMA TRANSPARENTE
ligá-Io à alimentação. Uma fonte tabilidade de funcionamento.
menor pode ser usada se na prova Valores na faixa de 1 a 5 !tF
também empregarmos lâmpadas podem ser usados O

SABER ELETRÔNICA N° 233/32 45


Saber
Projetos

VAR~DORDELUMmOSIDADE
.PARADISPLA YS
Luis Fábio C. Pinho

Em algumas aplicaçóes com quando em nível O apaga todos os


displays necessitamos controlar LEOs do display. Se um nível 1 é
seu brilho ou intensidade. Um aplicado à essa entrada, o display
exemplo disso é em relógios acende normalmente mostrando
digitais onde no período matutino números de acordo com a saída
quando está bem claro é do decodificador. Assim, como
necessário que os displays acen- vemos, só temos duas situaçóes: Diagrama do
dam com forte nitidez. Já ao ligado ou desligado. "Dimmer" para
anoitecer, pelo fato de haver Mas se chavearmos essa displays.
escuridão não é preciso haver a entrada em uma freqüência bem
mesma nitidez nos displays. alta teremos a impressão de que o
Outra vantagem de podermos brilho dos LEOs do display está
controlar a luminosidade em um variando. É exatamente isso que o
display éa sua vida útil que torna- circuito faz.
se prolongada e a economia de Na figura temos.o multi-
energia obtida que será poupada. vibrador astável, dito onde o
Nosso circuito possui ampla leitor observa que ele possui seu
faixa de alimentação - 3 a 18 Ve ciclo ativo controlado pelo
LISTA DE MA TERIA L
pode ser utilizado para excitar cir- potenciômetro PI.
cuitos integrados TIL e CMOS. Em condiçóes normais o
Sua operação provoca um con- capacitor Cl carrega-se pelo CI·1 • 4093 • circuito Integrado SCHMITT·TRIGGER
CMOS
sumo de corrente quase diodo 01 e por um extremo do
desprezível que não afetará em potenciômetro. Ao atingir a 01,02·1 N4148 ou equivalente· dlodo de comutação
nada no circuito que você estiver tensão de disparo da porta rápida
trabalhando. SCHMITI-TRIGGER, o diodo P1 • 47 kQ· potenclômetro linear
A base do circuito situa-se D2 conduzirá e, através do outro C1 ·5,6 nF· capacltor de poliéster ou cerâmlco
num multivibrador astável de alta R1 ·10 MQ· reslstor de 1/8 W
extremo de Pio capaci tor se
freqüência que é "casado" para descarregará. Esse ciclo repete-se
controlar a entrada de controle do de acordo com o cursor de PI.
display de um decodificaàor. Como a freqüência deve
Esses decodificadores convertem acendimento do display normal- padrão para ser colocada próxi ma
manter-se fixa, variamos o
mente. Na família TIL exemplos da placa principal onde o
uma informação de entrada (um período dos pulsos ou, mais
de decodificadores que possuem decodificador está sendo
dígito binário, como 0101, por precisamente, o ciclo ativo do os-
cilador com o 4093. A saída da a entrada de controle do display utilizado. Exemplos de aplicação
exemplo) para níveis adequados
são os CIs: 9368, 74139, 7442 e
que o display vai expor. Nesse primeira porta é aplicada à um são cronômetros, freqüencí-
caso, como o dígito de entrada foi buffer digital constituído pelas 74154. Para a família dos chips
metros, relógios, capacímetros,
0101 (5 em decimal), o display portas do CI-l restantes. Assim, CMOS temos: 4026,4028,4033,
multímetros e outros aparelhos
indicará 5, pois o decodificador já temos um FAN-OUT de saída 4511,4514 e 4555. É claro que
melhorado. existem outros integrados tanto que utilizam displays.
"traduziu" a informação de
entrada. A entrada de controle vai ini- na família TTL como na CMOS, Para regular a luminosidade
bir ou não o funcionamento do mas, devido ao espaço não nos displays, basta variar o
Esses decodificadores para
displays possuem um pino circuito. Quando em nível 1, ela podemos citá-Ios. potenciômetro' Pl, não esquecen-
chamado BLANKING INPUT - libera a oscilação e com nível O, o Para montagem sugerimos do de ligar a saída à entrada de
entrada de apagamento - que, circuito fica inibido provocando o uma placa universal ou uma placa controle do decodificador O

SABER ELETRÔNICA COMPONENTES


A v. Rio Branco, 439 sobreloja - Sta.lfigênia
São Paulo - SP.
Tels.: (011) 223-4303
46 SABER ELETRÔNICA N° 239/92
LEITOR
DE CARTÃO
PERFURADO 1
Saulo Márclo Brasil Trócllo
Itapevuna - RJ. FONTE
6V

o circuito apresentado é um
sistema de acionamento simples
de um .rei é a partir de um cartão
perfurado;- o q·ual pode ser
aproveitado ou aperfeiçoado para L5
elaboração de um sistema de ~"
segurança.
Ó ' ~u
,I

O circuito é mostrado na
figura 1.
Seu funcionamento
seguinte: coloca-se FTI à FT6 de
é o "", j~ ~" ~"
frente para as lâmpadas L1 a L6.
Ao se acionar SI, LS estará
apagada e em frente ao FTS (que
faz parte do circuito de des-
liga mento) .. Aperta-se S2 enqua n-
to passa-se o cartão perfurado que
deixará iluminado FT3, FT4 e
FT6 e apagado FTl e m. Em
conseqüência serão apagadas L1
à L4 e L6, acendendo LS e
acionando o circuito em que está
o FTS, e ainda ligando a carga que
estiyer entre os terminais de Xl.
Para desligar passa-se o outro
lado do cartão.
000: o interruptor S2 é do tipo
normalmente fechado (NF). Na
figura 2 temos uma sugestão de
cartão que pode ser usado neste
circuito. Aalimentação é de 6V e
os relés para a mesma tensão. Os
conctatos de K6 determinarão a
corrente máxima na carga con-
trolada. Os fotos-transistores ad-
mitem, equivalentes.

CONTADOR S2

BINÁRIO
DECIMAL
"2.31'\1\3

Artur Domlngue~ DllJlz .


Três Corações - MG.

Este é um circuito interessante


para finalidades didáticas, pois
ele conta automática mente em

9ABER ELETRÔNICA N° 239/92 47


. Projetos dos Leitores
\':~.J..-."":. '.,.-

velocidade ajustada por Pl e o circuito tem por base um inver-


apresenta os números da con-
tagem ao mesmo tempo em
binário em 4 LEDs e em decimal
sor 40106 que forma um os-
cilador que exci ta o contador
binário 4029.
2
no display de 7 segmentos, figo 3. Os sinais desse contador são
Para os leitores que estão es- aplicados via i nversores aos
tudando Eletrônica Digital, ou LEDs e o mesmo a CI-3 que con-
para as escolas, trata-se de um cir- siste num decodificador BCD
cuito de grande utilidade. para 7 segmentos. Este
A alimentação vem de uma decodificador alimenta o display
bateria de 9 V ou então de fonte. de 7 segmentos FND560 ou
SI permite interromper a con- equivalente, de catodo comum.
tagem a qualquer instante man- Os resistores são de 1/8 W e os
tendo-a fixa na última indicação. LEDs comuns O

3
415 4029 6 16
R2
* NC 5
I
l-I11
12
13
1910
I94 12
3'X
S I
I X I I I4R3~R;u,R~R~1
XX
~I I, II I
CI - 2 11 4511 R3 o R9
I lI6I11I~
40106
470Il
3,4,7pF
9k I 1 IIIIIII R71RSI R9
CI -1

I
I"
I 10
ICI - 3
1<

n15,',I
10U

~:

LED 1 I LED2 I L ED3 I LED4

CI-l
40106
1/6

1-) 9V o 1+)

MORCEGOS
Os morcegos utilizam, para sua orientação, um de morcegos chegam a emitir gritos numa frequência
sistema de SONAR. Emitindo gritos em frequência de 100.000 Hz. Causa muita controvérsia entre os
muito alta, além da capacidade de audição humana, cientistas o fato de que milhares de morcegos podem
eles podem perceber ecos que ocorrem pela reflexão voar em bando sem que o sistema de orientação de
em qualquer obstáculo, determinando sua direção e cada animal seja interferido pelos demais.
tamanho. Talvez o conhecimento de como isso ocorre fosse
Nosso ouvido só pode perceber vibrações até de grande valia, a fim de se evitar a interferência de
18.000 ou 20. 000 Hz, enquanto que algumas espécies sistemas de radar operando em frequências próximas.

48
SABER ELETRÔNICA Nº 239/92
Projetando caixas acústicas
Análise e síntese de sistemas de radiação
direta pelo método de Thiele-Small
8ª PARTE - Continuação
(Refletor de graves - circuito equivalente)
FUNÇÃO TRANSFERÊNCIA Para comprovar a coerência do módulos (ao quadrado) e das fases,
procedimento adotado, podemos como se segue: (8.31) e (8.32)
Para determinar a função trans- somar as expressões de Up e UL sub- sendo de (8.33) a (8.48)
ferência de um sistema do tipo Refletor traindo UD do resultado, quando en- Nos gráficos de resposta de
contraremos Uo, exatamente como em
. de Graves devemos, primeiro, equa- freqüência, é mais conveniente traba-
(8.10).
cionar o volume de ar deslocado pelo lharmos com o módulo em decibéis, o
driver, na unidade de tempo, repre- Como a pressão sonora, uma
que está representado nas equações
sentado por UO(s) no domínio da distância r da fonte é dada por (8.13)
(8.49) a (8.52).
freqüência, o que se torna imediato Teremos, então, para o Refletor de
Graves, (8.14). As Figs. (8.8) e (8.9) mostram as
através da analogia elétrica na Fig. curvas de resposta de freqüência nor-
(8.7), o que nos leva à equação (8.6) e Fazendo wS.wb = wo'2;h = wb/ws e
SN = s/wo e substituindo em (8.8) e malizadas, obtidas através da equação
seguintes: (8.6), (8.7) e (8.8).
(8.14), teremos em (8.15) a pressão (8.49), para duas situações distintas:
Na Fig. (8.5), vemos que a
acústica de saída, normalizada em uma resposta QB3 (Quase-Butter-
velocidade volumétrica UB(s) é
freqüência, (8.15) worth), na primeira figura, e C4
análoga a uma corrente, percorrendo o
sendo (8.16) (Chebichev) na segunda, onde
ramo Cab e pode ser determinada pelo
cociente entre a queda de pressão onde (8.17), (8.18) e (8.19) podemos ver que, conforme o
(tensão) na impedância Zab e 1/s.Cab, O limite para onde tende (8.15), esperado, as respostas tendem para 1
que é a reatância de Cab, conforme quando s » wo, ou seja, dentro da (O dB), dentro da banda pâssante. As
curvas de deslocamento relativo do
(8.9) que, após as manipulações banda passante, é dada por (8.20).
algébricas necessárias, e lembrando Oivid indo (8.15) por (8.20), ob- cone, X, também foram representadas
que UO=-UB,transforma-se em (8.10). teremos em (8.21) a função trans- e serão comentadas mais adiante.
(8.9), (8.10). ferência do sistema Refletor de Graves, Para ilustrar como as componentes
Analogamente, determinaremos Up normalizada em amplitude, de modo a produzidas pelo falante, pelo pórtico e
e UL. apresentar valor unitário na banda pas- pelas perdas compõe a amplitude e a
(8.11) e (8.12) sante, analogamente a um filtro 'passa- fase de resposta resultante Uo,
altas de quarta ordem.
Aplicando (8.13) em (8.7), (8.11) e
200 (8.12), obteremos as pressões
x
3
PA acústicas devidas ao driver, ao pórtico
200
x , .
.. . , ..
..~
...... .
.... ~ '. ' .
3
PA
,.~..
1%1 i"
dBI ..
e às perdas por vazamento, conforme (%1 IdBI
150 o

100
(8.22) a (8.24) que, normalizadas em
freqüências, transformam-se em (8.25)
a (8.27) .
150
, o

100 -3
Normalizando em amplitude (8.25)
e (8.27). utilizando o mesmo fator
50 6
usado para obter G(sN), dado por 50 -6
(8.20), teremos as funções
o -9 transferência do pórtico e das perdas, o 9
10 100 300 10 100 300
dadas por (8.28) a (8.30).
Como os instrumentos de medida
Fig. 8.8 -Resposta de Frequência e Fig. 8.9 -Resposta de Frequência e
que utilizamos na prática indicam o
deslocamento do cone para um ali- deslocamento do cone para um
módulo de informação (voltímetro) ou a
nhamento QB3, alinhamento C4,
sua fase (fasímetro, osciloscópio),
onde: Ps = Fb = 40 Hz, Qts = 0,35, vamos substituir 5 por jw nas per- onde: Fs= 40 Hz, Qts =1, Vas = 100,
Vas = 100, Vb = 60 e QL = 7. manentes senoidais para, em seguida, Fb = 20 Hz, QL = 7 e Vb = 1200.
determinar as expressões dos seus

SA6ER ELETRÔNICA NQ 239/92 49


I

PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICAS - 8!! PARTE - Continuação

freqüência em que influem as com-


·Y.. ..,· ., ·
,, .',, "
.0 10
·• I .. ponentes do pórtico e das perdas por
" o
.,- ,{I
R
P
..
jo I
- vazamento, sendo a primeira clara- o

o mente do tipo passa faixa, centrada em 180

-10
Fb, e a segunda atingindo o máximo de
amplitude também nas vizinhançaso de
Fb. Essas constatações explicam al- O·
R,p'O
R,P

-,
,,-1--., , \,
.•...
o

guns fatos verificados na prática:


0-
20
1) Acima de Fb, ou seja, dentro da
-180
banda passante, a resposta do refletor
de Graves se confunde com a Caixa
-30 Fechada (comparar as equações 4.28
10 ,1 10
e 8.20), lembrando que
Fig. 8.10a - Componentes da Fig. 8.11a - Fases das componentes
Resposta de Frequência, da Resposta de Frequência,
normalizadas em relação a Fb, para normalizadas em relação a Fb, para
um alinhamento B4 com QL = 00. pois tudo se passa como se o duto não um alinhamento B4 com QL = 00.
existisse;
2) A localização de eventuais
utilizaremos o alinhamento B4 (Butter- vazamentos em uma caixa fica bem
exterior da mesma, por efeito da
worth de 4ª ordem), como exemplo, mais fácil se aplicarmos um sinal de
compressão do ar existente dentro da
Na Fig, 8.1Oa. onde o eixo horizon- freqüência próxima a Fb, onde o des- caixa.
tal foi graduado em f/Fb, vemos as locamento de ar, nos pontos de
componentes de resposta em vazamento é muito mais acentuado.
amplitude para o caso ideal, sem per- Nas curvas de fase da Fig. 10a, para o EFICIÊNCIA
das, onde o que mais chama a atenção caso ideal (QL=oo), vemos que a fase
é a ausência total do sinal gerado pelo do sinal resultante sempre coincide
com a fase da contribuição do pórtico. A eficiência do Refletor de Graves
alto-falante e f=Fb, ou seja, na
freqüência de sintonia da caixa que Nas freqüências menores que Fb, o será dentro da banda passante, a
nesta freqüência, é inteiramente sinal resultante (e do pórtico) estará mesma de qualquer sistema de
produzido pelo pórtico. No caso real, defasado 180° daquele gerado pelo Radiação Direta em igual condição, ou
falante. Para freqüências acima de Fb, seja, dada pela eficiência básica do
com perdas, mostrado na Fig. 8.11 a,
todas as componentes ficam em fase falante no, conforme as equações
constatamos em Fb a contribuição do
entre si (as perdas por vazamento ine- (8.53) a (8.56).
falante foi mínima (mas não nula),
sendo complementada não apenas xistem). No caso real, com perdas,
pelo sinal irradiado pelo pórtico mas referente a uma resposta B4 com
QL= 7, continua existindo a concidência DESLOCAMENTO DO CONE
também pelo produzido pelas perdas
por vazamento, cujo valor máximo é de fases entre o falante e o pórtico, e o
que mais foi dito para o caso sem per- Conforme a análise feita para o Baf-
nas proximidades de Fb.Outro aspecto
interessante, é a limitada faixa de das contínua válido, exceto para a ime- fie Infinito, que em muitos de seus
diata vizinhança de Fb. A componente aspectos se aplica a todo sistema de
das perdas, agora presente, será
sempre defasada de 90°, em relação
10 ao driver.
o
iPAi É importante ressaltar que , con-
o forme a equação (8.2), a contribuição 180
do falante entra com sinal negativo, ou
-10
seja, com uma defasagem de 1800, o O·
que nos obrigou a somar (ou subtrair)
essa mesma quantidade ao ângulo de
-20 fase dado pela equação (8.42) para fins -180

de representação das componentes de


.-30
fase. Ainda a esse respeito, podemos
10 constatar que as curvas de fase, para ,1 10
,1

freqüências menores que Fb, confir-


Fig. 8.10b - Componentes de Fig. 8.11 b - Fases das componentes
mam aquilo que o senso comum apon-
Resposta de Frequência, taria: quando o cone do falante se des- da Resposta de Frequência,
normalizadas em relação a Fb, para loca para o interior da caixa, as com- normalizadas em relação a Fb, para
um alinhamento B4 com QL = 7. ponentes do pórtico e das perdas por um alinhamento B4 com QL = 7.
vazamento influem do interior para o

50 SABER ELETRÔNICA Nº 239/92


2
jJL ~L. cas. ws
(8.6) (8.27)
UO(I) = Eg(I) Sd(Rg + RE) ZaS(.) + Zab(s) PLr(SN) = Egc.) (a / 2Jtr) Sd(Rg + RE)

~L. Cas S3/wb2 + s2/wb.QL + 2


UO(s) = Eg(I) (8.7) Go(SN) =
Sd(Rg + RE) 0(.)

0(1) = S4/ws2wb2 + S3 (1/ws\vb . QL + 1/wb\vs . Qt) + (8.8) SN2• h


Gp(SN) = (8.29)
s2 [1/ws2+(1+a)/wb2+ 1/ws. wb. QL. Qt]+s(1/ws. Qt + 1/wb . QL) + 1 D(SN)

UB(.) = UO(S). Zab(I)' s. Cab (8.9) SN3. Vh/QL


(8.30)
D(SN)
~L. Cas
(8.10)
UO(.) = - UB(s) = - Eg(s) Sd(Rg + RE) (8.31)

- -- SD(s)
s2/wb.QL
0(.)Cas
jJL.
Sd (Rg
Sd(Rg + RE)
+ RE) (8.11)

(8.12)

(8.14)
Pr(s) = (a / 2m)s4/wb2
s D(s)
. U(s)
D(SN)
SN4 (8.13) -- (8.15)
RE) Sd(Rg + RE)
~L. Cas

(8.38)

(8.16)

80N = 180 - 8N (8.39)


aI =Vh/QL+ l/QtVII (8.17)

- WN2 ( h - WN2 JWN Vh)


a2 = h + (1 + a) / h + 1/ QL. Qt (8.18) GD(JWN) = ---------(8.40)
D(JWN)
a3 = VII/ Qt + 1/ QL Vil (8.19)

~L. Cas. ws2


POr(SN) ! s > > wo = Eg(s) (a / 2Jtr) (8.20)
Sd(Rg + RE)
l/QL
-SN4 8DN = 180 + are tg ( ,r.-
v h / WN - WN ,r.-)-
h 8N IV (8.42)
(8.21)
SN4 + aI . SN3 + a2. SN2 + a3 . SN + 1

(8.24)
(8.26)
(8.23) s2D(s)
s3 /wb.
s4jwb2D(SN)
SN
SN4 QL
+D(s)
2.s3/wb.QL + s2
hSN3VhiQL+
+D(s) ~L. Cas
Sd (Rg + RE)
-----
SN2. h
D(SN)
(8.22)
(8.43)

Cas ~L. Cas. (8.25)


ws2

8PN = 180 - 8N (8.45)

GL(JWN) = -JWN3 Vh/QL (8.46)


D(JWN)

WN3 Vh/QL
(8.47)
iD(JWN):

8LN = - 90 - 8N (8.48)

iG(JWN)1 dB = 20 Log iG(JWN)1 = - lOLog (1 + AJlWN2+A2 WN4 +


A3IWN6+1!WN8) (8.49)

EQUAÇÕES DO TEXTO
PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICAS - Si! PARTE - Continuação

radiação direta, vamos utilizar a freqüências vão ficando cada vez tado. Este procedimento se baseia em
equação (3.34), aqui denominada menores que Fb; que a tangente à curva seria paralela
(8.57), por convincência. ~ 2) Em Fb, o deslocamento passa ao eixo horizontal, ou seja, possuiria
Substituindo (8.7) em (8.57) vem: por um ponto de mínimo (na realidade, coeficiente angular nulo e, o valor da
(8.58) a coincidência só é rigorosamente derivada em um ponto é igual a esse
Como Cas/Sd2=Cms, então exata para QL = 00, condição essa que coeficiente angular.
CaS/Sd2Cms=1 e podemos concluir, permite anular o numerador de 8.63, Feito isso, chegamos a uma
através de (8.59) que, para o Refletor sempre que f=Fb); equação do décimo grau que, através
de Graves, Kx = 1, (8.59) a (8.65). 3) Há um ponto de máximo acima da mudança de variável em (8.66), foi
Nas Figs. 8.8 e 8.9, vemos a repre- de Fb. reduzida a uma do quinto grau, con-
sentação do módulo de função do des- Outro detalhe, também revelado forme (8.67): (8.66) a (8.72)
locamento do cone, para o Refletor de pelas citadas figuras, é que o ali- Chamando de WDN a freqüência que
Graves, dada pela raiz quadrada da nhamento do tipo C4 apresenta um produz um máximo no deslocamento,
equação (8.64). Em âmbas as figuras, pico adicional, logo abaixo de Fb, normalizada em relação a wo, 'em vir-
podemos constatar que: inexistente nos demais alinhamentos. tude da mudança de variável intro-
A pesquisa desses pontos de duzida em (8.66), teremos (8.73)
1) O deslocamento relativo tende máximos e mínimos é feita derivando- onde X é a maior raiz real positiva de
para 100%, a medida em que as se (8.64) e igualando a zero o resul- (8.67) e corresponde ao pico localizado

(8.50) onde 81 = 1/h2 e 82 = ( -2 + 1 /QL2) / h (8.65)


iGD(JWN)i dB = 10 Log WN4 [ (h - WN2 i + WN2 h/QL ] - 20 LogD(JWN):
WN2 = x (8.66)
iGp(JWN)i dB = 20 Log WN2 . h - 20 Log : D(JWN) (8.51)

(8.67)

onde
no = ( 4Jt2 / c3) Fs3 . Vas / Qes (8.53)

(8.68)
no = 9,6 . 10-10 Fs3 . Vas /Qes (8.54)

(8.69)
nO(dB)= 10 Log (9,6. 10-10 Fs3 . Vas / Qes) (8.55)

(8.70)
SPl(dB) = 112 + nO(dB) (8.56)

(8.71)
Rg + RE UD(S)
(3.34), (8.57)
Eg(s) ~L . Cms . Sd CO=(A3-82)/28l (8.72)

KxX(sl= (Cas/Sd2Cms) s
2/
wb
2
+s/wb.QL+l (8.58)
WDN=VX e WD = Wo . fi = V X . ws . wb (8.73)
D(s)
Bl . X2 + 82. X + 1
(8.59)(8.62)
(8.61)
(8.60)S2 / wb2 + s/ wb . QL + 1 (8.74)
X4 + AI . X3 + A2 . X2 + A3 . Xl + 1
X(s) = =
X(SN)
X(s) D(SN)
D(s)
D(s)
s2 / wb2 + s / wb . QL + 1
,I'h + 1
PED = (l0-9Jt o C2) (VD2 . Fs . Qes / Vas) 2 (3.47), (8.75)
iXUwDN)i

PED = (0,447 .10-3) (VD2 . Fs .Qes / Vas) (3.48), (8.76)

PAD = no. PED (3.49), (8.77)

•. 2 (3.50), (8.78)
:XUwDN)i

4 2
2 Bl . w + 82 . w + 1 1
X(JWN) = 8 6 4 2 (8.64) (3.51), (8.79)
WN + AI . WN + A2 . WN + A3 . WN + 1 !X(jwDN)i 2

CONTINUAÇÃO DAS EQUAÇÕES DO TEXTO


PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICAS - 8ª PARTE - Continuação

acima de Fb. Para determinarmos a função de deslocamento (ao quadrado)


amplitude desse máximo, basta entrar 200 3 é dado por (8.74).
com o valor de X em (8.74), obtida x PA
(%) (dB)
através da substituição de (8.73) em EXEMPLO 8.1
(8.64) "
I "-
I,
I" 150
, , ,I-,
----
" I, o

Caso haja
abaixo de Fb,
um segundo pico, logo
como na Fig. 8.9, deve- 100
: -3
Determine a potência máxima ad-
mitida por um falante, montado em uma
se determinar a menor raiz real não Caixa Refletora de Graves com 156
nula de (8.67) e repetir o procedimento litros de volume, sendo Fs=23 Hz;
acima. 50 -6 Fb=22,5 Hz; Vas= 149,5 litros;
A obtenção das duas raízes reais de Qts=0,415; Qes=0,458; QL=7 e
(8.67), de interesse para a pesquisa o 9 VD=298,5 centímetros cúbicos.
10 100
dos pontos de máximo deslocamento Utilizando o programa BOXPLOT,
do cone, pode ser feita por tentativas, obtemos as curvas de resposta de
com relativa facilidade, utilizando-se Fig. 8.12 - Curvas de Resposta e do freqüência e do deslocamento relativo
uma calculadora programável ou um Deslocamento Relativo do Cone, do cone, mostrado na Fig. 8.12, onde
computador, pois sabemos que, a referentes ao Exemplo 8.1. vemos que o deslocamento máximo
primeira delas estará acima de Fb e a terá uma amplitude relativa de
segunda, caso exista, logo abaixo de aproximadamente 30%, ocorrendo
Fb. Outra solução, é simplesmente freqüências cada vez menores que Fb, pouco acima de 30 Hz.
obter tais valores diretamente da curva esta prática é bastante recomendável Para maior precisão na
de resposta, como nas Figs. 8.8 e 8.9, para caixas tipo refletor de graves, determinação desses valores,
obtidas através do programa evitando que sinais de baixa solicitamos ao programa uma listagem
BOXPLOT, desenvolvido pelo autor freqüência, incapazes de produzir uma do sistema, com incrementos de .1 Hz
desta série, em linguagem BASIC, para saída utilizável, sobrecarreguem o na freqüência, mostrada no Quadro
análise e síntese de sistemas de falante inutilmente, podendo até 8.1, onde selecionamos os intervalos
radiação direta. danificá-Io devido a um deslocamento que compreendem Fb e o ponto de
excessivo do cone. máximo procurado. Assim, deter-
Assim, teremos sempre um pico no
minamos um deslocamento máximo de
deslocamento dentro da banda pas-
sante, localizado acima de Fb, e outro, 0,262, referentes aos 26,2% obtidos no
POTÊNCIA ELÉTRICA LIMITADA quadro 8.1 em uma freqüência de
eventual, que só aparece no caso de
PELO DESLOCAMENTO 32 Hz, o que nos permite obter PED,
alinhamentos C4, situado abaixo de Fb,
normalmente fora da banda passante, A potência elétrica máxima, supor-
e que pode ser eliminado através de um As equações (3.47) e (3.48), válidas tada por esse falante instalado no
filtro passa-altas, sintonizado em Fb. para qualquer sistema de Radiação Refletor de Graves acima, fói igual a 45
Aliás, como o deslocamento relativo do Direta, aplicam-se perfeitamente neste watts. Ainda no quadro 8.1, vemos que
caso, onde Kx=1 e o valor máximo da o mínimo no deslocamento ocorreu em
cone cresce em direção a 100%, para
22,6 Hz, muito próximo dos 22,5 Hz de
F Fb, como era de esperar; podemos
F/FS
Pa F
22,00
11,57
2,70
22,70
22,80
1,00
22,90
31,50
32,30
32,20
32,00
31,60
1,43
26;18
1,42
1,41
1,38
-·0,99
22,20
22,10
22,30
0,98
0,99
0,97
11,81
11,22
0,97
0,96
2,86
2,94
3,03
0,98
2,78
F/FO
F/FB
22,50
22,40
0,99
22,60
1,00
1,01
11,03
11,00
11,01
11,06
0,98
0,99
2,48
2,41
1,00
2,63
1,38
26,15
11,14
2,34
--0,16
-0,17
-0,14
32,40
1,42
32,10
1,41
31,90
1,40
31,80
31,70
1,39
1,44
26,18
1,41
26,16
1,40
0,13
0,14
1,40
0,15
1,39
1,37
11,10
0,17
-0,132,55
26,17
0,16
11,3?
X(%)
(dB)
1,00
1,01
1,02:;.' também notar a freqüência de corte
(-3 dB), em 22 Hz,
8.1

POTÊNCIA ACÚSTICA LIMITADA


PELO DESLOCAMENTO

Tal como no caso do Baftle Infinito,


valem as relações:
(8.77), (8.78) e (8.79)

EXEMPLO 8.2

Para o sistema do Exemplo 8.1,


determine PAD
Aplicando (8.79), vem:
-12 4 2 2
I}.D' 0,435.10.23.298,5 10,262 ' 0,16W

o que também pode ser encontrado


através de (8.77)
PAD, 0,0038.41' 0,16 W

SABER ELETRÔNICA N° 239/92 53


Método prático para uso de
reguladores integrados de tensão
da família 78XX

Luis Fabio C. Pinho

Multas vezes necessitamos regular uma tensão de saída num valor e não temos o circuito integrado
especrflco para esta tensão. É o caso por exemplo de regular uma tensão de 7 V ou de 11 V. Como nesta
série de reguladores não temos esses componentes, utilizamos alguns artiffcios para obter esses
valores com outros Cls. Através de nosso método, você poderá utilizar, por exemplo,
um CI780S ou um CI7808 para fixar uma sarda de 12 V. Confiral

Em se tratando de reguladores fontes de alimentação, e em (b) a


Tensão
25
de6
5
24
38
10
30
33
18 7saídadede
Tensão
826
12
15
entrada
Tensão
25
28 mínima
entrada
10
8
12
14
17
20
máxima
lineares, a descoberta dos reguladores
7824 regulada
(V)
(V) colocação do resistor R em série com
CI
Regulador (V) --

integrados de7806 tensão consistiu


7808
7810
7815
7818
7805
7812 numa família 78~X. o pino 2 (comum) do integrado.
das maiores invenções da época e, da
Tabela 1 - Reguladores Com o acréscimo desse resistor, a
hoje, tornam-se soluções muito tensão de saída será dada pela soma
práticas e econômicas. da tensão regulada pelo CI com a
De fato, numa fonte de alimentação queda de tensão no resistor R.
que precise de uma tensão fixa com A corrente que circula entre o pino
uma corrente de no máximo 1 A, o uso 2 e o resistor é denominada corrente
dos 78XX é fácil, barato e eficiente. quiescente (Iq), e consiste numa par-
Além disso, muitos aparelhos comer- cela da corrente de entrada que não vai
ciais utilizam esses integrados e o leitor para saída.
precisa estar bem familiarizado para Assim, chegamos a uma equação
saber substituí-Io ou colocá-Io numa para o cálculo de R:
eventual manutenção.
Inicialmente, usávamos esses com-
ponentes somente para alguns valores R=----
Vs - Vreg
Iq
de tensão de saída, geralmente as mais
usuais.
Assim, quando precisávamos onde:
regular uma tensão de saída em 15 V, R - resisto r em Q
É simples. Basta colocar um resis- Vs - tensão de saída desejada em V
utilizávamos o CI 7815 e assim por
diante. Mas nem sempre possui mos tor, um diodo ou outro componente em Vreg - tensão regulada pelo in-
todos esses reguladores (veja tabela I) série com o regulador e, assim, termos tegrado em volts
em mãos. O que fazer, então, para na saída a soma dessas tensões. Iq (corrente quiescente) - geral-
substituir um 7815 por um 7812 e con- Na figura 1 mostramos em (a) a mente na faixa dos 3,2 mA a 5 mA
tinuar tendoos 15 V de saída? configuração visual dos Cls 78XX em
Utilizando esta equação,
elaboramos a tabela com todos os
7'axX .3
Vs valores de tensão e R usando a série
2" 78XX.
Dessa forma, quando você precisar
de uma tensão de saída regulada em
16 V, você recorre à tabela e escolhe o
CI a ser utilizado.
o I REGULADOR BÁSICO COMO AUMENTAR A ATENSÃD DE SAlDA Nesse exemplo, podemos utilizar o
COM 78XX Vs=Vreg (MÉTODO PAATrCO)Vs=Vreg+Vr 7805 em série com um resistor de
2,7 kQ, ou o 7806 com um resistor de
Fig. 1 - Configurações usuais com CIs 78XX. 2,5 kQ (isso pode ser feito com a
associação de um de 1 kQ com um de
54
SABER ELETRÔNICA Nº 239/92
Não
Não4
470
270
45
3
2
5
--------
21
18
19
16
20
22
23
4
470Q
270
47054
6
7
8
9
1470Q
21
4
750
470
1
750
270Q
3
5
2
3
3k7Q
7
2
6
5
7818
750
6
67810 0k5&2
1
2
3
4
5
6
7
k2Q
k5Q
1k5Q
1
14
21kQ
750~2
5
4kQ
3
7
53
2.kQ
1k5Q
270
4
7812
7815
7824
7808
78062
270~2
6 k8Q
k5Q
k2Q
k2Q
36
32
k5Q
28
k5Q
saída kQ
k7Q
27
35
34
33
31
k7Q
k2W
k8QQ
k7Q
Q
k2Q
k8Q
k2Q
k5~2
30
26
25
29
k7QQ
k7~2
k5Q
kQQ
kQ
k8~2
k2~2
24
precisa
precisa Tensão de
desejada volt
em

8XX).

1,5 kQ). Poderíamos ainda usar o 7808 facilidade e versatilidade do método deverá ter uma potência nominal de
com um resistor de 2 kQ; o 7810 com prático. Aconselhamos que você tenha 1/4 W para qualquer CI utilizado.
um R de 1,5 kQ; o 7812 com um de sempre em sua bancada essa tabela Sua tolerância deve ser de acordo
1 kQ ou o 7815 com um resistor de que tantos benefícios lhe trará em sua com a precisão da tensão de saída.
270 Q! Observe o leitor a extrema vida profissional. Finalizando, o resistor

SABER ELETRÔNICA N° 23S/S2 55


Conheça os
CA 124 / CA224 / CA324
Newton C. Braga

Os circuitos integrados CA124/224 324 da SID MICROELETRÔNICA consistem em quadruplos amplificadores


operacionais de baixa potência, projetados especialmente para operação com fontes de alimentação numa ampla faixa
de tensões. Veja neste artigo as características destes componentes e como usá-Ios em seus projetos.

QUÁDRUPLOS
AMPLIFICADORES
OPERACIONAIS

Esta série de amplificadores opera-


cionais quadruplos em invólucro DI L de
14 pinos possui características únicas ENTH
que podem ser importantes em muitos
projetos. Dentre estas características
destacamos:
* No modo linear, a faixa de tensões
em modo comum de entrada inclui a
tensão de terra e alimentação e a
tensão de saída pode inclusive variar
até a tensão de O V mesmo com fonte
de alimentação simples. Fig. 2 - Circuito equivalente a um amplificador.
* A freqüência de cruzamento para
ganho unitário e a corrente de
polarização de entrada ACC são com- qüência sem a necessidade de com- O circuito para este tipo de resposta
pensadas em função da temperatura. ponentes externos. é dado na mesma figura.
Na figura 1temos o invólucro destes Dentre os destaques destes com-
A corrente de alimentação em
amplificadores operacionais com as ponentes temos:
função da temperatura e que inde-
funções dos pinos. * Compensação interna de
Os quatro amplificadores de cada freqüência para alto ganho unitário pende da tensão de alimentação é
invólucro podem ser usados de modo * Ganho de tensão grande - 100 dB mostrada no gráfico da figura 4.
independente, possuindo alto ganho e * Faixa ampla para ganho unitário
compensação automática de fre- (1 MHz)
* Ampla faixa de tensões de Vento

alimentação: 3 a 30 V C.c. Q.
Q.
* Corrente de alimentação muito pe- > 20
<I
quena, e independente da tensão de .~ 15
<I
alimentação Vl

* Corrente de polarização de ~ 10
entrada muito baixa: 45 nA o
'<I
Vl 5
* Excursão da tensão de saída 2
UJ

elevada: O a +/- 1,5 V c.c . •...

~ o
>
Na figura 2 temos o circuito interno
equivalente a cada amplificador
operacional.
Fig. 1 - Pinagem do quadruplo Na figura 3 temos a curva Fig. 3 - Curva Excursão de saída x
amplificador operacional. característica de operação para sinais Frequência.
intensos em função da freqüência.
56
SABER ELETRÔNICA Nº 239/92
CA124/224 CA324

CMRR
saída
deGBW
saída
Símbolo
de Vent-
tensão
Vent
Vent ++ =
= O
O V
V
---------
MmA
m
21
V/mV
VimV
0,7
0
1,5
1
Vee
85
250
Corrente
Vent
mA
20
840
60
mA
20
Corrente
em10
60
70
20
300
500
150
mV
mV
28 0
:!:2
6d
10
513
7
5
3
Tensão
máx.
Vent-
Vent-
de 40
100 Amodo
Hz
6saída
B
,7
,5
Ganho
curto
Unidade
máx.
mín. =
Parâmetro
de
da 1,2
1,2
Vee
Rso=OQ
Rl
RlS
Rl
Vee=+15V
ganho
Vee
Vee
tipo 10
10
==15
70+
de
20
26
27
+1V
Condições
lent (+)10
=mín.
Tensão
Vee
SRl=+
25
= =de
O
530
= V
=
30V
30
5kQ
230kQ 1 VV
VVV
kQ
ou00 - -- -
45
4045 40 :!:7:!:5
:!:9 :!:7 nA
Ise
mentação Vee
com Rl"
em
Rl"
com
com =
lent
a
a 30 2
todos
2
(-)
tempo
a VkQ
tempo
tempo
a tempo kQ
Corrente
VOl Excursão
Rslent=para
Tensão
sink Faixa
Vent
Vent- Rl (+)
+O===Q11ou
00 VV VeE + 15 V

Tabela 1- Características elétricas: VCC = 5 V, TA = 2SOC.

SABE;R E;L.E;TRÓNICA N° 2:39/92 57


MÁXIMOS ABSOLUTOS

Vs
Vcc - tensão de alimentação: 32 ou
16-0-16 V c.c. 20mA ~

Vin - Tensão diferencial de entrada:


32 V C.c.
- Tensão de entrada: -0,3 a
Fig. 9 - Excitação de LED
+32 V C.c. com o CA124A.
Fig. 6 -Amplificador não inversor.
Pd - Potência máxima de dissipação:
2,2W
TA - Faixa de temperaturas somar tensões negativas. Para se
+Vl
de operação: obter uma potência maior de saída,
+V2
temos a configuração da figura 8 que
CA324 - O à 70°C Vs
tem ganho igual a 10.
CA224 - -25 à +85°C A excitação de um LED por um
+V3
CA124 - -55 à +125°C CA124/ 224/ 324 pode ser feita com o
circuito da figura 9.
+V4
Vo = V1+ V2-V3-V4 A limitação da corrente é feita pelo
ONDE (Vl+V2»(V3+V4) resistor de 82 Q.
PARA MANTER Vs~O
Uma aplicação mais complexa é
Fig. 7 -Amplificador somador. mostrada na figura 10.
uf-- ow'"<t
90
70
20
10
30 Trata-se de um filtro Bi-Quad com 3
~
C>:
C>:

w
_ ~
80
~
,e 60 40
50
dos 4 amplificadores de um integrado
CA 124/224 ou 324.
Este circuito está sintonizado para
-.
--
-. -.
!-.
--
a freqüência de 1 kHz e o fator Q é igual
a50.
O ganho na freqüência sintonizada
é igual a 100 o que corresponde a
Vo=O PI Vent.=OV 40 dB. Observe que a fonte de
o
-55 -35 -15 5 25 45 65 85 105 125
GANHO = 10 alimentação não precisa ser simétrica.
TEMPERATURA Na figura 11 temos um circuito em
Fig. 8 -Amplificador de potência.
(OC)

que um dos amplificadores

Fig. 4 - Característica de limitação


da corrente com a temperatura.

APLICA TIVOS

Na figura 5 temos um amplificador


V.
inversor com fonte de alimentação
R7
simples. 100kIl
+V
O ganho é determinado pela
relação entre RF e RIN.
Um amplificador não inversor é
mostrado na figura 6.
Fig.lO - Filtro ativo BI-QUAD para 1 kHz.

O capacitor impede o ganho c.c. e operacionais do CA 124/ 224/ 324 é


para sinais alternados este ganho vai usado em fontes de correntes fixas.
depender da relação entre RF e RI. A intensidade da corrente é dada
Vs
Na figura 7 temos um circuito pela fórmula junto ao diagrama e para
somador com base num LM124, junta- os valores no circuito ela é de 1 mA.
mente com a expressão que nos dá a A excitação de uma carga resistiva
tensão de saída em função das tensões de 600 mA, como por exemplo uma
de entrada. lâmpada incandescente pode ser feita
Fig. 5 -Amplificador inversor Observe que este circuito não pelo circuito da figura 12.
com fonte simples. precisa de fonte de alimentação O transistor pode ser um BD135
simétrica a não ser que se deseje montado num pequeno radiador de
58
SABER ELETRÔNICA NQ239/92
A freqüência também depende do
capacitar e de R1 no circuito de
realimentação.
Um interessante comparador de
tensões com histerese pode ser facil-
mente elaborado com um dos
amplificadores operacionais dos
CA 124/ 224/ 324, conforme mostra a
figura 17. Um VCO (Oscilador Con-
trolado por Tensão) é mostrado na
Fig.l1 - FontesflXas de corrente. figura 18 e produzindo sinais tanto
Fig. 15- Oscilador de onlÚls
retangulares como quadrados.
quadradas.
A freqüência depende do capac~or
e para o circu~o indicado a tensão de
controle pode variar entre O V e duas
+V Os diodos podem ser substituídos
por equivalentes e os resistores R1 e vezes a tensão de alimentação menos
R2 determinam o ciclo ativo do sinal, ou 1,5 V. O circu~o da figura 19 consiste
num amplificador para célula foto-
seja, a largura do pulso que no caso elétrica.
corresponde a 10% do período.
Um filtro passa-baixas RC com
Um oscilador de ondas quadradas
acoplamento c.c. é o mostrado na
é mostrado na figura 15.
figura 20. Os valoms dos componentes
A freqüência depende de R1 e C.
nesta aplicação são para uma
Um outro gerador de pulsos é
Fig. 12 - Excitação de carga freqüência de 1 kHz com um fator Q= 1
mostrado na figura 16, mas usando
resistiva de 600 mA. e um ganho igual él 2.
apenas um diodo.

Vs

Vs

Fig. 13 - Excitação de carga ITL.


Fig. 19 - Amplificador para
célula foto-elétrica.
calor. A corrente na saída do integrado
é de 30 mA o que significa que se outro Fig. 16 - Gerador de Pulsos.
transistor for usado, seu ganho de cor-
rente deve ser maior que 20.
+Vent.
Para a exc~ação das portas TTL
Vs
podemos usar o circuito da figura 13.
Observe a necessidade de um
resistor de carga de 240 Q nesta
aplicação.
Como gerador de pulsos, onde a Fig.17 - Comparador com
freqüência é dada basicamente pelo histerese. Fig. 20 - Filtro passa-baixas.
capacitor temos o circuito da figura 14.

Vc
JUUl
SAíDA I

+V 100k!l

SAlDA 2

/VV\
Fig. 14 -Gerador de pulsos. Fig.18- Um VCO.

SABER ELETRÔNICA N2 239(92 S9


/
( Vento
C
lOnF

i
I Rl

[3901cO

Vs

P/!'!2., ~
R2 R3

+V2

Fig. 21-Amplificador De de aÚa


impedância de entrada. R3 ,
620kfi ,

Fig. 23 -Amplificador para ponte


de medida. Fig. 24 - Filtro ativo passa-faixa.

VI
As características do circuito são Completamos a série de aplicativos
dadas pelas expressões junto ao com este filtro passa-faixa com
próprio diagrama. alimentação de 5 V.
Para aplicações em instrumentação O filtro mostrado na figura 24 está
temos o circuito da figura 22 que con- sintonizado com os valores indicados
siste num amplificador de ganho para uma freqüência de 1 kHz apresen-
ajustável de alta impedância de tando um fator Q=25.
entrada.
Rl'R2 e R3' R4 , R6'R7 C1, é quem determina neste circuito
Vs' 1+~
R2
(V2-V1J Observe que os resistores devem a freqüência de operação do filtro.
ter seus valores casados par uma
Fig. 22 -Amplificador de ganho maior rejeição em modo comum.
Um circuito para amplificar sinais de Ref:
ajustável.
medida (temperatura, luz, etc) é * Philips Integrated Circuits - Book
mostrado na figura 23. IC11 - 1988 - Linear Products.
Um amplificador c.c. diferencial de As características deste circuito são * National Semiconductor - General
alta impedância de entrada é mostrado dadas nas expressões junto ao próprio Purpose Linear Devices - Databook -
na figura 21. diagrama. 1989.

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Este sistema digitalizado permite a produção de diversos efeitos sonoros além do eco, como:
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60 SABER ELETRÔNICA Nº 239/92


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tórios denominada NOISELESS.
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ferência de energia sem perdas, e de
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6 Arms ª 40°C velocidades de 1200, 2400, 4800, 9600
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0,5 mA ª 250 VAC, 60 Hz cronas e assíncronas, além de incor-
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volvido para sintonizar a Banda C de ou 4 fios utilizando tecnologia de
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250 VAC 50/60 HZ cabo, bancos e instituições diversas, 2400, 4800, 9600 e 19200 bps.
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6 Arms ª 40°C Este dispositivo apresenta um anel Assíncrono até 9600 bps (opcional).
• Corrente de fuga máxima: 0,5 mA escalar compatível com antenas de
ª 250 VAC, 60 Hz • Código utilizado: HDB3.
0,30 a 0,45 f/D. A posição do anel ajus-
• Isolação mínima linha-terra: ta-se à curvatura da parábola para • Impedância para linha: 300 Q para
6 GQ ª 100 Vdc, 1 min recepção do melhor sinal. 9600 e 19200 bps; 600 Q para 1200,
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c) NOISELESS PLUS - 9 dBm.
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60 Hz Canal B1 + X-5 + X-23
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BANDA-BASE FULL·DUPLEX A
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DOIS FIOS· DIGITEL
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0,5 mA rr:nsª 250 VAC, 60 Hz 150 ms.
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Utilizando modernas técnicas de • Equalização: Automática adap-
10 GQ, 100 Vdc, 1 min tativa.
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DIGITEL é o primeiro Banda Base
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SABER ELETRÔNICA Nº 239/92 61


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ANTENA VEICULAR PARA


Número
23 comunicação
teclas Largura
segundos), 700
(numéricas domAh
Máx,de(RAM)
1500
serial
beeper,Bocal
eLX
Caracteres: de
516
funções)
128 Leitura
kbytes
(convertido
desliga
2 de para =x 80
caract.
automati-
Intercalado mm
2 linhas
TELEFONIA MÓVELUnidade-Fonte
Unidade de Leitura OLlMPUS
de Controle camente
Recursos
Comunicação
Especiais
Teclado Valor de Display:
PCS (lâmpada
Cristal
Caracteres:
CPU:
Códigos
(mínimo):
Bateria de Lítio: (CR2032)
RS-232
Código
Fonte de fluorescente
Líquido
microprocessador
Lidos
0,45
pela
Profundidade
93,Luz:alfanuméricos,
= EAN,
unidade
do
LEDCampo:
Código luz
Código
128, de
vermelho dosímbolos
8
UPC·A/UPC-E
39, dia
bits,
de comunicação
10 mm CMOS
À = 660 nm
( CODABAR, ótica)
)
Faixa Unidade de Display
de Iluminação Ambiente Interface:
Bateria
hora-data acoplador
Memória:Principal:
(ROM) 32
(ano, mês, ótico,
bateria
dia, de
kbytes baseado
/ Ni-Cd deem
64 minuto,
hora, kbytes
Tabela 1- Caracteristicas do BHT-l.
A Olimpus está apresentando uma
nova linha de produtos. para teleco-
municações, destacando-se a antena
veicular para telefonia móvel.
Esta antena tem três versões: com
base magnética, de teto fixa e para
montagem no vidro, figura 2.
Características:
• Faixa de frequência: 820 - 900 MHz
• Ganho: 3 dB
• Potência de saída: 3 watts
• Impedância 50 ohms
• Cabo: RG 058/U - 3000 a 5000 mm.

• VSWR: 1,9: 1. dos que incorpora em seu corpo um


• Tipos: Montagem no vidro, poderoso leitor de código de barras
magnética, de teto fixa. CCO. Por meio de interface de comu-
nicação óptica pode-se realizar a trans-
I. Anote no Cartão Consulta SE Nº 012621 ferência de dados de forma rápida e
segura sem que haja comprometimen-
BHT-1 - COLETOR DE DADOS + to da durabilidade do conjunto. Na figo
LEITOR DE CÓDIGO DE BARRAS 3 temos o aspecto do aparelho com
suas dimensões. A tabela 1 nos dá as
características deste coletor.
A CIS Eletrônica Ind. e Com. Ltda
apresenta o BHT-1, ury1coletor de da- I. Anote no Cartão Consulta SE Nº01263 I

Controle de
Contraste

Teclado
Display de Cristal
Líquido Janela de
Leitura

Interface de
êJ 80

95
I
37
3

Comunicação Ótica
Tecla de
Liga/Desl. I1 : II
o

Gatilho de Leitura

70

62
SABER ELETRÔNICA Nº 239/92
Fontes de 22,5 V para
multímetros
Newton C. Braga

Alguns tipos de multlmetros analóglcos mais antigos possuem uma escala de altas resistências que faz uso de uma
bateria de 22,5 V de dlflcll obtenção. Uma salda para os leitores que possuem tais aparelhos e não desejam depender
da bateria é a montagem de iJma fonte. Diversas são as possibilidades de fonte que descrevemos neste artigo.

Para medir resistências temos a 2. FONTE FIXA "


limitação da corrente do instrumento. Rl
lOkíl +22,5V Esta fonte faz uso de um transfor-
por este motivo o aumento do fundo de
escala de um multímetro é conseguido mador simples de 12 V com um
com o uso de uma bateria de tensão triplicador de tensão e é indicada para
relativamente alta. Assim, em muitos OV os serviços de bancada.
tipos, ao lado das pilhas de 1,5 V para O diagrama completo da fonte é
as escalas normais encontramos uma mostrado na figura 3. A disposição dos
bateria de maior tensão, normalmente
22,5 V usada nas medidas de Fig. 1 - Fonte Fixa.
resistências elevadas. Se bem que C 1 D1 Rl
esta bateria só seja solicitada poucas lN4004 10k.íl 22,5V
vezes e com correntes muito baixas o A disposição dos componentes
que garante uma boa durabilidade, numa pequena placa de circuito im- DZ1
22,5V
quando ela se esgota o possuidor do presso é mostrada na figura 2.
aparelho normalmente encontra dificul- O diodo zener é de 400 mW e na ,~o.s''',Z
22:J TI
C4
lO~F
dades na busca de uma nova. sua falta podem ser associados em 12V
50mA
Uma solução para os que não en- série valores que no total resultem
contram tais baterias é o uso de uma. nos 22,5 V aproximadamente que
fonte e para isso existem muitas alter-
nativas que dependem do uso preten-
precisamos na saída. C1 e C2 são para Fig. 3 - Fonte Fixa lI.
35 V ou mais e o transformador deve
dido para o aparelho. ter secundário de 12+12 V com cor-
rente a partir de 50 mA. Veja que quan- componentes numa placa de circuito
1. FONTE FIXA I to menor a corrente melhor, pois impresso é mostrada na figura 4. O
também será menor o tamanho do transformador deve ser o menor
componente o que facilita sua possível para que o conjunto caiba
A primeira fonte de alimentação que numa pequena caixa plástica. Os
montagem numa pequena caixa de
apresentamos se destina a multímetros capacitores eletrolíticos são para 25 V
plástico.
que tenham maior uso na bancada pois e os diodos admitem equivalentes. O
ela faz uso da rede· de alimentação A conexão do multímetro pode ser diodo zener é de 400 mW e na falta da
local. feita por meio de um jaque e plugue do tensão original, diodos de tensões
Na figura 1 temos o diagrama com- tipo que se usa normalmente nos adap- menores podem ser associados em
pleto desta simples fonte com tadores de pilhas, observando-se a série para se obter o valor desejado. A
regulagem de tensão por diodo zener. polaridade dos fios. conexão ao multímetro deve ser feita
por plugue e jaque polarizados como
no caso da fonte anterior.

3. MíNllNVERSOR PORTÁTIL

A vantagem deste circuito é que ele


funciona com pilhas comuns elevando
a tensão de modo a se obter os 22,S V
Fig. 2 -Pklca de circuito impresso da Fonte Fixa. necessários a alimentação do multí-
metro.

SABER ELETRÔNICA N° 239/92 63


LISTA DE MATERIAL

a) Fonte Fixa I
D1 - 1N4004 - diodo de silício
Zl - 22,5 V - diodo zener 400 mW
Tl - transformador de 12 +12 V x
50 mA, com primário de 110 V
C1 - 100 J.lF x 50 V - capacitor
eletrolítico
C2 - 10 J.lF x 25 V - capacitor
eletrolítico
Rl - 10 kQ x 1/2 W - resistor (mar-
rom, preto, laranja)
S 1 - Interruptor simples
Diversos: placa de circuito impresso,
cabo de alimentação, fios, plugue e
jaque de fonte, etc. Fig. 4 - Placa de circuito impresso da Fonte Fixa lI.
b) Fonte Fixa 11
D 1 a D3 - 1N4004 - diodos de silício queno oscilador que gera uma alta
1 D1 R2
Z1 - 22,5 V x 400 mW - diodo zener tensão a qual após retificação e Q
8D135 lN4004 lOk.!l
T1 - transformador com primário de filtragem é reduzida para os 22,5 V por
acordo com a rede local e secundário meio de um resistor e um diodo zener.
de 12 V x 50 mA ou mais. O transformador pode ser qualquer
S1 - Interruptor simples um que tenha primário de 110 V e
C1 a C3 -100 J.lFx 25 V - capacitores secundário de 6+6 a 9+9 V com 50 mA
eletrolíticos ou mais de corrente. C2 deve ser obtido
C4 - 10 J.lF x 25 V - capacitor experimentalmente no sentido de se
eletrolítico obter maior rendimento.
R1 - 10 kQ x 1/2 W - resistor (mar- O circuito é alimentado com 2 ou 4
rom, preto, laranja) pilhas pequenas e cabe numa caixinha
Diversos: placa de circuito impresso, plástica que ficará ao lado do Fig. 5 - Míni Inversor Portátil.
caixa para montagem, cabo de muitímetro, mesmo em uso portátil.
alimentação, fios, solda, etc. Na figura 6temos uma sugestão de
placa de circuito impresso para a transformador. Valores entre 470 Q e
c) Mini Inversor montagem. 10 kQ devem ser experimentados. O
Q1 - BD135 - transistor NPN de O resistor R1 eventualmente deve leitor pode usar inicialmente um trimpot
média potência ser variado no sentido de se obter o para obter o melhor valor.
D 1 - 1N4004 - diodo de silício valor de melhor rendimento conforme o Para ajuste use um multímetro na
Z1 - 22,5 V x 400 mW - diodo zener
escala de tensões apropriadas
S 1 - Interruptor simples
verificando quando são obtidos os
B1 - 3/6 V - 2 ou 4 pilhas pequenas 22,5 V na saída.
T1 - transformador de 6+6 x 50 mA
com primário de 110 V Neste caso também podemos usar
vários zeners em série para obter a
C1 - 10 nF -'poliéster ou cerâmico -
capacitor tensão desejada.
C2 e C3 - 100 nF - poliéster ou
cerâmico - capacitor
R1 - 4,7 kQ - resistor (amarelo, CONCLUSÃO
violeta, vermelho)
R2 - 10 kQ - resistor (marrom, preto,
laranja) Os circuitos alimentados a partir da
Diversos: sUlX'rte de 2 ou 4 pilhas, rede devem obrigatoriamente usar
placa de circuito impresso, caixa para transformadores, pois estes dis-
montagem, radiador de calor para o
positivos garantem o isolarT)ento
transistor, fios, solda, conector e
necessário a segurança de operação.
plugue, etc. Com fontes sem transformadores cor-
remos o risco de submeter os circuitos
ou componentes em prova à tensões
Fig. 6 - Placa de circuito impresso elevadas capazes de provocar sua
o circuitocompleto é mostrado na do Míni Inversor Portátil. queima, curtos ou mesmo acidentes
figura 5. Este circuito consiste num pe- mais graves _
64
SABER ELETRÔNICA N9 239/92
,
NOTICIAS
&
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ço final do equipamento. mentos, em mais de 70 diferentes con-
figurações, além de dezenas de perifé-
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DA LINHA DE PRODUTOS EPSON
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INTERN.AlCIONAIS
lançou durante a 6ª Fenasoft - Feira A SISCO SISTEMAS E COMPUT A-
Internacional de Software, o PS/2 mo- DORES acaba de assinar acordo co-
MELHOR EFICIÊNCIA DE
delo 57 SLC. A partir de agosto, a mercial com a Epson America, Inc.,
MC&A está comercializando um cartão para distribuição no Brasil de toda a GERAÇÃO DE ELETRICIDADE
(upgrade), que contém o microproces- linha de produtos EPSON - microcom- ATRAVES DE INSTRUMENTO DE
sador SLC 386 desenvolvido pela IBM, putadores de mesa, microcomputado- VERIFICAÇÃO DA TEMPERATURA
COM TECNOLOGIA DE
e que, acoplado através de um soquete res notebook, impressoras matriciais
INFRA VERMELHOS
ao modelo 57 SX, já existente no mer- de 9 agulhas e de 24 agulhas, impres-
cado, permite a melhoria de performan- soras laser, monitores de vídeo, scan-
ce do computador em até 88% (First ners e periféricos diversos. Em resposta às exigências da
Look, PC Magazine 06/91) se compa- Pelos termos do acordo, a SISCO indústria de energia elétrica, a Mikron
rado aos demais equipamentos con- comercializa em todo o território nacio- Instrument Company, de Wyckoff, New
vencionais (microprocessador 386 SX, nal os equipamentos EPSON, e ofere- Jersey, acaba de desenvolver um con-
com 20 MHz). A grande vantagem do ce suporte integral, incluindo assistên- junto de instrumentos fácil de instalar,
processador 386 SLC, que possui 8 KB cia técnica não apenas a seus clientes, para medição não invasiva das corren-
de cache interno, é que o usuário ob- mas também a todos os usuários de tes de gás de saída das câmaras de
tém resultados de desempenho até produtos EPSON no Brasil. combustão. O novo conjunto de instru-
duas vezes mais rápido que os compu- A linha de produtos EPSON distri- mentos para verificação da temperatu-
tadores que utilizam o 386 SX simples- buída pela SISCO é rigorosamente a ra foi concebido para detectar emis-
mente agregando o upgrade ao PS/2 mesma que é comercializada hoje nos sões de gases de saída, nas centrais
elétricas. A componente central do sis-
tema é o Infraductor M67 da Mikron,
criado em conformidade com as nor-
mas estabelecidas pela indústria, dota-
do de uma resposta espectral especial-
mente selecionada e capaz de conver-
ter a leitura por infravermelhos num
sinal elétrico linear proporcional à leitu-
ra da temperatura dos gases. O sinal é
transmitido para um sistema de aquisi-
ção de dados ou computador, ou para
fins de verificação constante ou para
análise posterior. Isso permite aos ope-
radores manter a temperatura do gás
abaixo do nível da temperatura das cin-
zas, e determinar se há necessidade de
fazer expelir a fuligem, para manter
uma transferência de calor eficiente
dos gases quentes para os canos de
uma caldeira ou de um superaquece-
dor. O sistema M67 pode também ser
usado em outros processos em que a
PS/2 57 SLC - PerfOrlllGIlCe superior
temperatura é uma variável de impor-
SABER ELETRÔNICA Nº 239(92 65
criadas e comparadas, e os constantes
acessos ao vídeo deck são eliminados.
O produto economiza tempo e dinheiro
para as tarefas de edição de imagens.
Diferente dos outros produtos de
edição multimídia baseados na tecno-
logia QuickTime, a função primária do
Zorro! é editar vídeos analógicos. En-
quanto filmes em QuickTime podem
ser criados e editados utilizando Zorro!,
a importante característica do produto
está centralizada na sua habilidade de
usar a tecnologia QuickTime para rea-
lizar as tarefas de edições não lineares.
O método de edição de quadros do
Zorro!, um storyboard de seqüências
digitais, é usado para ajudar a formar a
idéia final do vídeo tape analógico a ser
o II/fradllctor /\167, 1/111 SCI/sor dc tClllpcratl/1'a dos gases de saída das caldeiras produzido. O usuário pode selecionar
e il/cil/eradores /\1ikrol/ Il/stl'lllllcl/t Co., lI/c. também níveis diferentes de
compreensão de imagens e movimen-
tância crítica, como por exemplo em plantas, as indústrias: automotiva, quí- tos. Uma placa digitalizadora de ima-
incineradores industriais, fornos de ci- mica e alimentícia, sistemas de proces- gens compatível com o QuickTime é
mento ou fábricas de produção de aço. so e construção, engenharia do meio utilizada para visualizar em uma nova
Quando usados em incineradores ambiente, etc. Grupos de renome inter- janela o vídeo e os resultados das edi-
de lixo, os sensores permitem manter nacional, mas também empresas de ções feitas. Uma configuração do Zor-
as temperaturas de saída dos gases pequeno e médio porte de vários seto- roi vai incluir a placa digitalizadora da
acima dos níveis necessários para a res industriais confiam nos sistemas de
Mass Quicklmage 24 vídeo capture
eliminação dos gases tóxicos. Segun- automatização de Bernecker & Rainer.
card, mas o software pode ser usado
do afirma a companhia, os métodos Para serem bem sucedidos, os projetos
com qualquer outra placa digitalizadora
alternativos como a medição ou os ci- de engenharia de automatização re-
cios de tempo custam mais e são me- querem não só uma tecnologia perfeita, compatível com o QuickTime com a
nos preciosos. mas também uma assistência rápida e VideoSpigot da SuperMac e a 364 da
Uma vantagem evidente do sistema eficiente para o cliente. Com filiais na Raster Ops.
de infravermelhos é que este instru- Suíça, Aleman ha, Inglaterra, Itália, Os usuários de Mac que já tiverem
mento sensível não chega a entrar em Estados Unidos, e Benelux, e com mais placas digitalizadoras poderão adquirir
contacto com os gases quentes, uma 17 representantes espalhados pelo uma versão do Zorro! que inclui somen-
vez que é capaz de ler as temperaturas mundo, Bernecker & Rainer está inte- te o software e as ferramentas para o
. a partir de uma posição fixa numa porta ressada em contatar representante, im- controle dos meios de entrada de vídeo
de observação normal. Os dados são portador el ou eventual cooperação e som, eliminando assim equipamen-
transmitidos a um receptor através de com empresas brasileiras. tos reduntantes.
um cabo, o que permite que a porta seja
Zorro! permite o uso do som integra-
utilizada sem qualquer impedimento. ZORRO! O EDITOR DE VíDEO PARA
O aUICKTIME
do dos Macintosh, e de outros captado-
Além disso, o instrumento pode ser
res de som de terceiros compatíveis a
instalado enquanto a caldeira está ati-
vada, não sendo necessário nenhum capturarem simultaneamente sons sin-
A MASS Microsystems lança o Zor- cronizados.
conhecimento especial para o operar.
rol, software de vídeo e de arquivo para
Um banco de dados integrado para
computadores Macintosh. O produto
AUTO MAÇÃO INDUSTRIAL guardar e reutilizar vídeos é uma carac-
baseado na tecnologia QuickTime per-
mite capacidade de edição não linear terística chave do sistema, pois permite
A empresa austríaca Bernecker & para editores de vídeo profissionais ou fácil acesso aos dados: busca de arqui-
Rainer fornece computadores indus- vídeo- maníacos. vos completos ou trechos, de acordo
triais , PLCs, sistemas de controle em Zorro! oferece um grande número com critérios definidos pelo usuário.
geral, redes e uma ampla paleta de de vantagens sobre os tradicionais sis- Os campos do banco de dados in-
sistemas de operação e visualização, temas editores de vídeo, como capaci- cluem descrição gráfica de quadros en-
que determinam padrões mundiais em dade de edição digital a custos bem trando ou saíndo, informação de tem-
engenharia de automatização. razoáveis. po, câmera, informação de "reei and
A experiência da empresa no setor A edição é instantânea, múltiplas shot", e áreas de textos flexíveis para
é ampla, abrangendo construção de versões da mesma cena podem ser descrições de trechos e transcrições.
66
SABER ELETRÔNICA Nº 239/92
BIP - via rede
Newton C. Braga

o sistema que descrevemos utiliza a rede de alimentação de uma residência, fábrica ou estabelecimento
comercial para enviar um sinal de localização. A pessoa que tiver o receptor ao seu lado recebe o sinal da chamada
e entra em contacto com a central para receber um aviso ou atender um chamado. Simples dle montar,
o sistema permite a operação de diversas unidades de chamada sem problemas.

Num sistema de rádio-chamada Este sinal é transmitido através de


existe uma estação transmissora que um potente oscilador a partir de uma
envia sinais codificados que só são central e bastará ao portador do recep-
reconhecidos por aparelhos individual- tor deixá-Io conectado na tomada mais
mente sintonizados. Desta forma, ao próxima, figura 1.
enviar um sinal de chamada somente a Desta forma, para localizá-Io basta
pessoa visada é que tem seu aparelho ativar a central que um bip será emitido
ativado e com isso pode atender uma no receptor. Trata-se de um meio ideal
solicitação. de se localizar pessoas, que pela TRANSD(JTDR
PIEZOELETRICO
Para um sistema que dê cobertura função não ocupem posição fixa numa
REDE DE ENERGIA

a uma cidade de grande porte o trans- fábrica, ou outro estabelecimento.


missor deve ter muitos quilowatts de Como temos uma boa faixa de Fig. 2 - Diagrama de blocos do
potência e os receptores sensíveis o receptor.
freqüências entre 40 e 120 kHz muitos
bastante para receber os sinais mesmo
aparelhos podem ser usados, sin-
nas condições mais difíceis. É claro que
tonizados para freqüências diferentes, COMO FUNCIONA
isso torna impossível a elaboração de permitindo assim a chamada seletiva.
um sistema particular de localização
A sensibilidade do circuito é boa
usando RF e cobrindo grandes exten-
sões. suficiente para dar cobertura a uma o transmissor tem por base um cir-
No entanto, podemos ter versões instalação de grande porte. Recursos cuito integrado 40938 em que uma das
de operação restrita e uma delas é para aumentar sua sensibilidade serão portas é ligada como oscilador, onde a
justamente sugerida neste artigo. analisados neste mesmo projeto. freqüência depende tanto de C1 como
dos resistores e trimpots ligados na
realimentação. Nestes trimpots faze-
SINAL DE CHAMADA mos o ajuste das freqüências de cada
r-- ------- ----., CARACTERíSTICAS canal de chamada.
I I T T :
I Os interruptores de pressão 81 a 83
I
I colocam os trimpots e resistores cor-
CENTRAL DE
~ • Tensão de entrada: 110/220 V
CHAMADA
respondentes e cada canal no circuito
REDE DE
ENERGIA

SINAL
AUD(VELl
--===
BIP)
,
'O

~;
• Freqüência de operação: 40 a
120 kHz
• Potência do transmissor: 2 W (tip)
gerando-se assim o sinal de chamada.
Veja que, quando estes interrup-
tores estão abertos, a presença de RS
RECEPTOR • Decodificação: PLL faz com que a saída de CI-1 a se man-
Fig. 1- Princípio de funciona-
mento do sistema.

Neste sistema operamos com um


sinal entre 40 e 120 kHz que pode ser
superposto à tensão da rede e depois
separado no receptor através de um
filtro apropriado. ·Desta maneira
podemos usar como elemento de
transporte do sinal a própria rede de
energia de uma fábrica, estabele-
47nF L
cimento comercial ou residência, que Fig . .1- Configuração para obter som intermitente de chamada.
teori<::amentecobre toda sua extensão.

SABER ELETRÔNICA N9 239{92 67


tenha no nível alto, e com isso as saídas
CI-1 b, c e d no nível baixo, e o transistor
Q1 no corte. I
I
Se este transistor ficasse saturado, I C3
a corrente em L1 poderia ser muito jL1/L2 lOnF
I
intensa e causar problemas de fun- I
cionamento a fonte e ao transistor. 1

I 110/
O sinal retangular gerado por CI-1a I 220V
I C.A.
é amplificado digitalmente pelas outras I
três portas do integrado e levado à
base do transistor de potência.
Como carga para este transistor
temos o enrolamento primário de um
transformador com núcleo de ferrite
que, através do secundário e de dois
capacitores de isolamento "joga" o
sinal na rede de energia.
A fonte de alimentação é formada
pelo transformador T1, diodos 01 e 02 Fig. 4 - Diagrama completo do transmissor.
e pelo capacitor de filtro C2.

O receptor tem a estrutura em


blocos mostrada na figura 2.
LISTA DE MATERIAL O sinal entra no circuito via L1 e L2
e capacitor de isolamento C1.
a) Tl'aDSmissOl' O1 e 02 cortam picos de transientes
CI-1 - 4093B - circuito integrado CMOS que podem ser captados pelo circuito e
Q1 - TIP 111 ou equivalente - transistor Darlington de potência com isso causar a queima do integrado.
DI e D2 - 1N4002 - diodos reti fica dores C7 leva o sinal captado à entrada de
LI e L2 - bobinas - ver texto um integrado 567 que consiste num
TI - 6+6 V x 1 A - transformador com primário de acordo com a rede local PLL sintonizado por P1 e C3 na
SI a S3 - interruptores de pressão freqüência do transmissor para este
Pl, P2 e P3 - 100 kQ - trimpots
canal.
Cl - 1 nF - capacitor cerâmico C4 e C5 determinam a sensibilidade
C2 - 1000 !lF x 12 V - capacitar eletrolítico e a capacidade de travamento do in-
C3 e C4 - 10 nF x 12 V - capacitores de poliéster tegrado que tem sua saída no pino 8.
Esta saída se mantém no nível alto
RI, R2 e R3 - 4,7 kQ - resistores (amarelo, violeta, vermelho)
R4 - 1 kQ - resistor (marrom, preto, vermelho) até o instante em que o sinal sin-
R5 - 1 MQ - resistor (marrom, preto, verde) tonizado é capturado. Quando isso
Diversos: placa de circuito impresso, radiador de calor para Ql, bastão de ferrite ocorre a saída vai ao nível baixo acen-
para L1!L2, caixa para montagem, cabo de alimentação, fios, solda.
dendo o LEO.
A porta CI-2a funciona como um
b) Receptor inversor, de modo que, ao passar sua
CI-l - 567 (NE567, LM567, etc) - circuito integrado PLL entrada ao nível baixo, a saída vai ao
CI-2 - 4093B - circuito integrado CMOS nível alto, habilitando assim o oscilador
DI e D2 - 1N4148 - diodos de uso geral de silício formado por CI-2b que entra em fun-
Xl - transdutar piezoelétrico cionamento.
D3 e D4 - 1N4002 - diodos retificadores Este oscilador produz um tom de
L 1 e L2 - bobinas - ver texto áudio determinado por R2 e C6 e que
TI - 6+6 V x 150 mA - transformador com primário de acordo com a rede local é amplificado digitalmente pelas outras
P 1 - 10 kQ - trimpot duas portas, para ser reproduzido
C1 - 10 nF x 400 V- capacitor de poliéster posteriormente num pequeno
C2 - 1000 !lF x 12 V - capacitar cerâmica ou poliéster transdutor piezoelétrico.
C4 - 4,7 nF - capacitor cerâmico Uma possibilidade para se obter um
C5 - 10 nF - capacitor cerâmico ou poliéster tom intermitente seria usar uma ter-
C6 - 47 nF - capacitar cerâmico ou poliéster ceira porta de CI-2 como oscilador
RI - 1 kQ - resistor (marrom, preto, vermelho) lento, conforme mostra a figura 3.
R2 - 47 kQ - resistor (amarelo, violeta, laranja) Neste circuito, ao receber a
LED - LED vermelho comum chamada teremos em lugar de tom
Diversos: placa de circuito impresso, caixa para montagem, plugue para o cabo, único uma sucessão de bips.
soquetes para os integrados, fios, solda, etc. A alimentação para este circuito
vem da própria rede via transformador
T1.

68 SABER ELETRÔNICA Nº 239/92


os integrados sugerimos a utilização de
um soquete OIL de 14 pinos. Os resis-
tores são de 1/8 W e 81,82 e 83 são
interruptores de pressão. O transfor-
mador Ti tem enrolamento primário de
acordo com a rede local e secundário
de 6+6 V x 1 A.
Na figura 6 damos uma sugestão de
montagem para uma central de
chamadas que pode ficar instalada
junto a telefonista de uma empresa.
Na figura 7 temos o diagrama com-
pleto de um receptor básico.
A placa de circuito impresso para o
receptor é mostrada na figura 8.
L1 consta de 150 voltas de fio 28
num bastão de ferrite de 0,8 a 1 cm de
diâmetro e de 10 a 15 cm de com-
primento. L2 consta do mesmo número
de voltas do mesmo fio, sobre L1.
O capacitor C1 deve ter uma tensão

L de trabalho de pelo menos 400 V e ser


do tipo poliéster. Para os integrados
sugerimos a utilização de soquetes
01L. O buzzer é do tipo piezoelétrico
comum e o LEO é opcional. Os resis-
Fig. 5 - Placa de circuito impresso do transmissor. tores são de 1/8 W e o eletrolítico C2 é
para 12 V ou mais de tensão de traba-
lho. Os demais capacitores podem ser
diâmetro e 10 a 15 cm de comprimento, de pOliéster ou cerâmicos conforme o
L2 consta de 150 a 200 espiras do valor e disponibilidade de cada um.
mesmo fio, sobre o mesmo bastão ao 01 e 02 são diodos de uso geral,
lado de Li. admitindo equivalentes. O transfor-
mador tem primário de acordo com a
C1 pode ser cerâmico ou poliéster rede local e secundário de 150 mA.
mas C3 e C4 devem ser de poliéster
O conjunto pode ser instalado numa
com uma tensão de trabalho de pelo pequena caixa que será transportada e
menos 400 V.
ligada a rede no local em que estiver a
C2 é um eletrolítico para 12 V. Os pessoa monitorada, figura 9.
diodos admitem equivalentes e o tran- Para se obter maior sensibilidade
Fig. 6 - Sugetão de montagem
sistor Oarlington deve ser montado em caso de locais de difícil recepção,
para a central de chamadas.
num pequeno radiador de calor. Para podemos acrescentar uma etapa

MONTAGEM
Cl
10nF
CI-2.4093 B
Na figura 4 temos o diagrama com-
pleto do transmissor. 110/
220V
Este"transmissor prevê a colocação
de 3 canais de chamada e portanto a
utilização de 3 receptores. É claro que,
para maior número de receptores
devemos aumentar a quantidade de
R2
resistores, interruptores e trimpots de 47 kll
ajuste do ponto do circuito. O número Xl9J
de canais está limitado a aproximada-
mente 10, dada a dificuldade de se C4
22nF
fazer a separação das freqüências e
também à tendência de resposta a
harmônicas do PLL usado no receptor.
A placa de circuito impresso é
mostrada na figura 5. Nesta montagem
L1 consta de 50 espiras de fio 28 num Fig. 7 - Diagrama completo do receptor.
bastão de ferrite de 0.8 a 1 cm de

SABER ELETRÔNICA Nº 239/92 69


F,ig. 11 - Etapa de potência de
áudio para locais barulhentos.
Fig. 10- Etapa amplificadora
para maior sensibilidade.

amplificadora na entrada do PLL con-


forme mostra a figura 10. Para locais
barulhentos pode ser usada uma etapa
amplificadora que alimenta um alto-
OUTRA MESMA
falante, conforme mostra a figura 11. REDE REDE
100nF ~
600 V
LIGAR D RECEPTOR
PARA AJUSTES
AJUSTE E USO

8- Para provar o aparelho devemos


Fig. Placa de circuito impresso Fig. 12 - Modo de ligação teste.
ligar o transmissor a um receptor na
do receptor. mesma rede.
Ajustamos então P1 para uma Veja que a cada ajuste devemos testar
freqüência qualquer, e apertamos S1. os demais canais, pois se houver a
Devemos então atuar sobre P1 do
escolha de freqüências harmônicas (40
receptor até captar o sinal do transmis-
e 80 kHz) podemos ter um duplo
sor. O ajuste deve ser feito com acionamento errático: ativando o de
cuidado pois podemos pegar o sinal em
40 kHz, também teremos o acionamen-
mais de um ponto. Escolhemos o de
to do canal de 80 kHz.
maior sensibilidade afastando o recep-
Uma vez verificado o funcionamen-
tor ou mesmo ligando-o em tomada de
outra rede, conforme sugere a figo 12. to e feito os ajustes é só usar o apare-
PINOS Se numa segunda rede houver lho. Em locais com equipamentos
PARA ENCAIXE
DIRETO dificuldade de captação de sinais ruidosos que causem interferências
NA TOMADA
podemos acrescentar um capacitor de como motores, lâmpadas fluorescen-
100 nF x 600 V conforme mostra a tes poderá haver o funcionamento
Fig. 9 - Sugestão de montagem mesma figura. errático do receptor. Devem então ser
do receptor. Comprovado o funcionamento, colocados filtros junto aos aparelhos
fazemos o ajuste dos demais canais. interferentes.

70 SABER ELETRÔNICA Nº 239/92


Alarme de vibrações
para pescadores
Newton C. Braga

A eletrônica também pode trazer contribuições Interessantes ao lazer. O projeto que descrevemos é um exemplo.
O circuito descrito emite um sinal auditivo quando algum peixe começa a "beliscar" ou puxar a linha
levemente, possibilitando assim que o pescador fique atento para a flsgada final. Simples
de montar, ele é alimentado por pilhas, com um consumo muito baixo de corrente na condição de espera.

Não precisamos de varas especiais • Temporização: 5 segundos (poden- O 555 controla dois osciladores
ou equipamentos sofisticados para do ser modificada) • feitos em torno das portas de CI-2a e
adaptar este aparelho a nossa linha de CI-2b de um 40938.
pesca. Um oscilador é de áudio, deter-
COMO FUNCIONA
O sensor é simplesmente um pe- minando a tonalidade do sinal de alerta,
queno gancho por onde passa a linha e o outro é um oscilador lento deter-
e que dispara de modo temporizado um O senso r é um pequeno gancho que minando a sua modulação ou
alarme sonoro quando qualquer pe- tem uma haste que passa por uma intermitência.
queno puxão é detectado. argola sem encostar na condição de O leitor poderá modificar os valores
O circuito tem um consumo muito de R3 e R4 se quiser um tipo de som
baixo na condição de espera o que diferente do original.
significa que ele pode ficar muitas SEM ENCOSTAR Os sinais dos dois osciladores são
horas ligado sem problemas para as / CAIXA OU combinados nas duas últimas portas de
pilhas que o alimentam. CI-2 que funcionam então como um
Fácil de montar ele pode ser ins-
talado numa pequena caixa plástica e
depois facilmente colocado em posição
de funcionamento em qualquer lugar,
,~,:'t.. ~~'I
FIO~U~"----""'--'
AO
CIRCUITO
amplificador digital e buffer excitando
um pequeno transdutor cerâmico.
O som deste transdutor é suficien-
temente forte para que uma pessoa
figura 1. Fig. 2 - Montagem do sensor. possa ouvi-Io a vários metros, principal-
mente se o local de pesca for silen-
cioso.
CARACTERíSTICAS
repouso. A linha deve ser enlaçada no
gancho de modo a modificar sua
• Tensão de alimentação: 6 ou 9 V posição caso venha a ser esticada,
(pilhas ou baterias) conforme mostra a figura 2.
• Corrente em repouso: 1 mA (tip) Este sensor funciona como um in-
• Corrente em funcionamento: 5 mA
terruptor NA (norma1mente aberto)
(tip)
ligado na entrada de disparo (pino 2) de
um monoestável com o integrado 555.
GANCHO SENSOR A temporização de alguns segun- OV

dos deste monoestável é dada por R2


e C1.
Fig. 3 - Sugestão de etapa
Quando por um instante o gancho
de potência.
toca na argola por uma pequena
vibração da linha, o pino 2 do 555 é
levado ao nível baixo provocando seu É claro que existe a possibilidade de
disparo. O resultado é que a saída do termos um som mais forte com uma
integrado vai ao nível alto por um inter- etapa transistorizada excitando um pe-
valo de tempo determinado por R2 e queno alto-falante, conforme mostra a
Fig. 1- Sugestão para uso com C1. C1 pode ser alterado na faixa de figura 3.
linha de espera. 1 a 100 !A-Fconforme a duração No entanto, com esta etapa, a cor-
desejada para o chamado. rente no disparo aumenta bastante

SABER El.ETRÔNICA NQ~39f92 71


LISTA DE MATERIAL
Rl
- e,1
I
l00kll.
40938
SENSOR.
lO~F

2
.1
R2
CI
51
CI-2 9 L....--.o'
CI -112c
-
CI-1 - 555 - circuito integrado
CI-2 - 4093B - circuito integrado
CMOS
BZ - transdutor piezoelétrico
S 1 - interruptor simples
X 1 - sensor - ver texto
B 1 - 6 ou 9 V - bateria ou pilhas
R1 e R3 - 47 kQ - resistar (amarelo,
violeta, laranja)
R2 - 100 kQ - resistor (marrom,
preto, amarelo)
C1 - 10 !!F - capacitar eletroIítico Fig. 4 - Diagrama completo do alo.rme.
C2 - 47 nF (473 ou 0,047) - capacitar
cerâmica ou poliéster
C3 - 2,2 !!F - capacitar eletrolítico
Diversos: conector de bateria ou
suporte de pilhas, placa de circuito
impresso, caixa para montagem, fios,
soquetes para os integrados, solda,
etc

diminuindo assim a durabilidade das


pilhas ou bateria usadas na alimen-
tação. O circuito pode ser alimentado
com tensões entre 6 e 9 V obtidas de
4 pilhas pequenas ou de uma bateria
de 9 V. Evidentemente, a autonomia
das 4 pilhas pequenas será bem maior
do que a bateria de 9 V.
Fig. 5 - Placa de circuito impresso.

MONTAGEM
sua instalação. Um tripé seria interes- fazer contacto com a argola. Deve
sante, pois poderia incluir elementos ocorrer o disparo do circuito com a
O diagrama completo do aparelho é para a fixação também da vara de pes- emissão de bips. O disparo é tem-
mostrado na figura 4. car.
porizado, parando depois de alguns
Na figura 5 temos a disposição dos O transdutor é do tipo piezoelétrico segundos. Um novo toque deve
componentes numa placa de circuito passivo, ou seja, sem oscilador interno, provocar novo disparo.
impresso. e até mesmo um tweeter piezoelétrico Funcionando em locais úmidos ou
Para os circuitos integrados suge- sem o transformador interno pode ser
usado. numa atmosfera salgada (a beira mar)
rimos a utilização de soquetes DIL. Os pode haver uma lenta oxidação do sen-
capacitores eletrol~icos podem ser Orifícios na caixa devem ser previs-
tos para a saída do som. sor que com o tempo evita o disparo.
para 12 V. C2 tanto pode ser cerâmico
Quando isso começar a ocorrer o sen-
como de poliéster.
Os resistores são de 1/8 W com 5% sor deve ser lixado e limpo para voltar
ou mais de tolerância. PROVA E USO a funcionar normalmente.
Pormenores do sensor são dados Uma boa prática é fazer esta lim-
nas explicações sobre o funcionamen- Para provar basta conectar o sensor peza sempre que for usado.
to, devendo o mesmo ser montado num ao circuito e movimentá-Io levemente Comprovado o funcionamento é só
objeto ou base pesado para facilitar a com os dedos no sentido do gancho incluí-Io ao equipamento de pesca.

....................................

72 SABER ELETRÔNICA N° 239/92


Slllll~11
(
SI~ll'TI(~I~
Estamos já no fim do ano e sempre nesta volver o leitor na busca do
época costumamos fazer um balanço referente problema que está sendo anali-
ao ano todo. sado.
Para nós foi um ano rico em trabalho e que Para os técnicos que gostam
nos deixa muito satisfeito pois acreditamos ter de desafios maiores, a Seção Qual
ajudado muitos com esta nova seção. é o culpado?, apresenta três de-
Esperamos continuar recebendo a atenção feitos em aparelhos comerciais,
do leitore desejamos um Feliz Natal e Próspero sendo que seu resultado é divul-
Ano Novo! gado sempre no mês seguinte.
Este mês continuamos a publicação de Mas mudando de assunto,
uma matéria que era esperada por muitos técni- cada vez mais cresce a procura de
cos na área de áudio-vídco, o PAINELchamado pessoal especializado em eletri-
de SUPER BANCADA. Nesta edição o leitor cidade e eletrônica de automóveis,
terá todo o lay-out das placas de circuito im- considerando que esk'Í havendo
presso com disposição de componentes. Na uma verdadeira invasão destes
próxima, explicaremos como utilizá-Ia con- veículos importados. Pedimos ao
venientemente. pessoal especializado em elétrica
A seção Práticas de Service, continua a de automóveis e que também são
trazer a explanação de defeitos em som, tele- aficcionados em eletrônica, que
visão e videocassete, abordados de maneira colaborem com matérias. Cartas
clara e objetiva, partindo desde a interpretação para esta seção.
do defeito até a descoberta do componente
defeituoso, tentando durante o processo, en- Mário P. Pinheiro
GANHE CIRCUITOS E MANUAIS QUE
25 % DE DESCONTO
ENViANDO UM CHEQUE
NÃO PODEM FALTAR
JUNTO COM SEU PED\DO
NA SUA BANCADA I

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267 - Sony - Diagrama esquemático
Nacionais - 104.800,00
Áudio Vol. 3
(Linha GeraQ - 40.600,00
029 - Colorado - TV P&B - 40.600,00 199 - Ajustes e calibragens - Rádios AM!FM, Tape 268 _Sony - Diagrama esquemático Áudio Vol. 4
030 - Telefunken - TV P&B - 40.600,00 Decks, Toca discos - 32.000,00 Nacionais - 106.300,00
041 - TelEifunken Pai Color 661/561 - 49.000,00 213 - CCE - Esquemas elétricos Vol. 10 - 74.300,00 269 - Laner / V~ale STK 1 Maxsom I
046 - Philips - KL 1 TVC - 49.000,00 214 - Motorádio - Esquemas elé!. Vol. 3 - 90.600,00 Walferigreynolds 1 Campeão - 149.000,00
055 - CCE - Esquemas elétricos - Vol. 1 - 6t .000,00 215 - Philips - KL8 - Guia Técnico - 40.600,00 270 - Bosch - Áuto rádios, toca f~as e equalizador
063 - Philco - Equiv. de trans., diodos, C Is 216 - Philco - TVC - Esquemas Elétricos - 90.600,00 booster Vol. 3 - 95.400,00
(Atualizado Julho 1992) - 19.600,00 217 _Gradiente Vol. 4 - 76.600,00 271 - Tojo - Diagramas esquemáticos - 95.400,00
066 - Motorádio Vol.1 - 40.600,00 219 - National- TVC - Curso Básico - 68.100,00 272 - Polyvox - Esquemas elét. Vol. 2 - 150.000,00
070 - Nissei - Esquemas elétricos - 68.300,00 220 - Laboratório Experimental para 273 - Semp Toshiba - TVC Diagramas
073 - Evadin - Esquemas elétricos - 49.000,00 Microprocessadores - Protoboard - 40.600,00 esquemáticos - 68.500,00
077 - Sanyo - Esq. elétricos de TVC - 175.000,00 224 - Manual de equivalências e características de 275 - Bosch - Toca f~as dig ~ais, auto rádios,
083 - CCE - Esquemas elétricos Vol. 2 - 40.600,00 transistores / alfabética - 330.000,00 booster Vol. 4 - 81.300,00
084 - CCE - Esquemas elétricos Vol. 3 - 40.600,00 225 - Manual de equivalências e características de 276 - CCE - Esquemas elét. Vol. 16 -155.000,00
085 - Philco - Rádios & Auto-rádios - 47.300,00 transistores / numérica - 303.100,00 277 - Panasonic (NationaQ - Videocassete
091 - CCE - Esquemas elétricos Vol.4 - 40.600,00 226 - Manual de equivalências e características de PV4900 - 159.400,00
103 - Sharp, Colorado, M~subishi, Philco, Sanyo, transistores 2 N 13 N -108.600,00 278 - Panasonic (NationaQ - Câmera NV-M7PX I AC
Philips, Toshiba, Telefunken - 84.400,00 230 - CCE - Videocassete VCR 9800 - 122.000,00 Adaptor - 159.400,00
104 - Grundig - Esquemas elétricos - 53.500,00 231 - CCE - Manual Técnico MC-5OOOXT - 280 - Gradiente - Esq. elét. Vol. 1 : 212.500,00
107 - National - TC 20712081261 - 40.600,00 Compatível com IBM PC - XT - 144.000,00 28t - Gradiente - Esq. elét. Vol. 2 -172.000,00
111 - Philips - TVCIP&B - Esq. elét. - 163.500,00 233 - Motorádio - Esquemas elé!. Vol. 4 - 40.600,00 282 - Glossário de videocassete - 81.300,00
112 - CCE - Esquemas elétricos Vol. 5 - 43.800,00 234 - Mitsubishi - TVC e aparo de som - 248.500,00 283 - National - Forno microondas - NE7770B 1
113 - Sharp, Colorado, Mitsubishi, Philco, Philips, 235 - Philco - TV P&B - 292.500,00 7775/5206 1 7660B - 95.400,00
Teleoto, Telefunken TVC - 84.400,00 236 - CCE - Esquemas elétricos Vol. 11 - 68.100,00 284 - Faixa do cidadão - PX 11 metros - 105.000,00
115 - Sanyo - Aparelhos de som - 40.600,00 237 - Sanyo - Manual Básico - Videocassete 285 - Giannini - Esquemas elét. Vol. 1 - 137.500,00
117 - Motorádio Vol. 2 - 43.800,00 VHR 1100MB - 162.500,00 286 - Giannini - Esquemas elé!. Vol. 2 - 140.600,00
118 - Philips - Aparelhos de som Vol. 2 - 61.000,00 238 - National - Aparelhos de som - 272.500,00 287 - Giannini - Esquemas elét. Vol. 3 -137.500,00
121 - Técnicas Avanç. Cons. de TVC - 250.000,00 239 - C Is e Diodos - Substituição - 32.000,00 288 - Amelco - Esquemas elét. Vol. 1 - 120.400,00
123 - Philips - Aparelhos de som Vol. 3 - 54.000,00 240 - Sonata Vol. 2 - 40.600,00 289 - Amelco - Esquemas elét. Vol. 2 - 95.400,00
126 - Sonata - Esquemas elét. Vol. 1 - 49.100,00 241 - Cygnus Esquemas elétricos - 222.000,00 290 - O Rádio de Hoje - Teoria e prática - Rádio-
129 - Toca mas - Esquemas elétricos - 61 .000,00 242 - Semp Toshiba - Videocassete sistema Reparação - 84.400,00
131 - Philco-Rádios & Auto-rádios Vol. 2 - 64.500,00 prático de Iocaliz. de defeitos - 343.700,00 291 - Telefunken - TV P&B - Esq. elé!. -133.000,00
132 - CCE - Esquemas elétricos Vol. 6 - 47.300,00 243 - CCE - Esquemas elétricos Vol. 12 - 44.100,00 292 - Telefunken - TVC Esq. elét. - 155.000,00
133 - CCE - Equemas elétricos Vol. 7 - 40.600,00 244 - CCE - Esquemas elétricos Vol. 13 - 44.100,00 293 - CCE - Esquemas elétricos Vol. 17 - 68.500,00
135 - Sharp - Áudio & Vídeo - Diagramas 245 - CCE - Videocassete VCP 9X - 40.600,00 294 - Facsfmile - Teoria e reparação - 180.000,00
Esquemáticos Vol. 1 - 87.500,00 246 - CCE - Videocassete VCR 10X - 40.600,00 295 - Panasonic (NationaQ - Videocassete
136 - Técnicas Avançadas de Consertos de TV P&B 248 - CCE - Manual Técnico MC5000 - .61.000,00 NV -GIOPX 1 NV - G9/ PX PN - 159.400,00
Transistorizado -109.100,00 250 - Evadin Esquemas elétricos de videocassete 296 - Panasonic (NationaQ - Videocassete
141 - DeKa - Esquemas elétricos Vol. 3 - 32.000,00 HS-338M - 219.000,00 NV - G46BR - 187.500,00
143 - CCE - Esquemas életricos Vol. 8 - 32.000,00 251 - Evadin Manual Técnico TVC Mod. 2OO1Z1 297 - Panasonic (NationaQ - Videocassete
1620/1621/2020/2021 - 47.000,00 NV - 1 P6BR - 195.600,00
145 - Tecnologia Dig~al - A1gebra Booleana /
Sistemas Numéricos - 40.600,00 253 - Evadin Manual de serviço TC 370t 298 - Panasonic (NationaQ - Videocassete
146 - Tecnologia Dig~al- Circo Básicos - 245.400,00 (37* - TV) - 49.100,00 NV G21 1G20 1 G19 OS 1 P - 245.600,00
151 -Quasar - Esquemas elé!. Vol. 2 - 47.300,00 255 - CCE - Esquemas elé!. Vol. 14 - 143.700,00 301 - Telefunken - Esq. elét. - Áudio - 90.600,00
152 - C ls Lineares - Substituição - 61.000,00 256 - Sanyo - Aparelhos de som - 159.400,00 302 - Tojo - Manual de serviço TA -707 - 39.100,00
155 - CCE - Esquemas elétricos Vol. 9 - 40.600,00 258 - Frahm - Áudio - 164.100,00 303 - Tojo - Manual da serviço TA - 808 - 39.100,00
259 - Semp Toshiba - Áudio - 95.400,00 304 - Sony - Manual de serviço vidaocassete

, ,
157 - Guia de consertos de Tádios portáteis,
gravadores transistorizados - 31 .600,00 261 - Sony - Compact Disc (Disco Laser) teoria e SLV - 506R - 197.000,00
161 - National - TVC - Esquemas elé!. - 118.800,00 funcionamento - t05.ooo,oo 305 - Panasonic (NationaQ - Videocassete
172 - Mult~ester - Téc. de Medições - 68.1 00,00 262 - CCE - Esquemas elétricos Vol. 15 - 81.300,00 PV-47oo/47oo-KlPV-4720/4720K - 159.400,00
188 - Sharp - Áudio & Vídeo - Diagramas 263 - Bosch - Toca fitas, auto rádios equemas . 308 - Sanyo - Esq. alét. Videocassete VHR-11oo 1
Esquemáticos Vol. 2 - 108.000,00 elétricos Vol. 2 - 106.300.00 1300 /1600 /1650 MB 12250 - 172.000,00
192 - Sanyo CTP - 6723 - Man. de Servo - 40.600,00. 264 - Projetos Ampli!. de Áudio Transis!. - 81.300,00

I à SABER PUBLICIDADE E PROMOÇOES' LTOA ..


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I Pedidos pelo Reembolso Postal
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última página.
VálidosNáo
até estáo incluídas nos preços as despesas
05/01/93 . postais.
SUPER-BA.NCADA
Mário P. Pinheiro

No mês anterior, apresentamos Um aspecto


geral resumido de como era a constituição in-
terna de um painel de testes desenvolvido
durante anos pela CTA Eletrônica, que
apelidamos de SUPER-BANCADA. Neste
número, estamos apresentando sua montagem
geral, com o lay-out das placas de circuito im-
presso e disposição de componentes. Alertamos ••. Sistema de monitoração de tensão para a medição se dá através
aos leitores que esta bancada é de difícil áudio-vídeo, permitindo que um de R 304 que está ligado ao pino 31
montagem, pois além das placas de circuito monitor, possa ter sua chave do integrado. O resistor R 310 (que
impresso, existem uma série de conexões à TV/Vídeo, transportada para o . também está em série), possibilita
tomadas e chaves,que deverá ser feita com painél d(\ Super Bancada. que possamos· ler .tensões de até
muito cuidado e atenção . ••.Sistema que permite que a ban- 209 V. Com- 8 chave desloca da para
cada fique totalmente protegida con- a posição 2 V, este resistor é curto-
tra curtos evitando queima da circuitado, injetando a tensão apenas
mesma. no resistorR 304.

A bancada de testes, chamada de Super-Ban- Este circuito é alimentado por


uma fonte simétrica estabilizada de
cada tem como objetivo, ser utilizada para testes DISPOSIÇÃO GERAL
dos mais diversos tipos tanto na recepção da +5 (pino 1) e -5 V (pino 26). Os
DAS PLACAS displays são de anodo comum, ou
Assistência técnica, bem como internamente no
Laboratório, tendo como objetivo, acelerar testes seja, seus anodos são levados ao
em equipamentos que nonnalmente, levam muito Podemos dividir a Super-Ban- potencial positivo (5 V), sendo que
tempo até serem conectados em outros dis- cada em três placas básicas: ',' os pinos do circuito integrado são
positivos. 1- VOLTíMETRO I FONTE ligados aos catodos dos displays.
Para que os seguimentos dos dis-
AJUSTÁ VEL / FONTES GERAIS
2- SINTONIZADOR / SIS- plays possam acender, será
CARACTERÍSTICAS TEMA DE PROTEÇÃO necessário que os pinos do circuito
integrado tendam a um potencial
(LÂMPADA EM SÉRIE) . baixo .
. 3- AMPLIFICADOR STEREO
••.Tensão de alimentáção de 110 ou 220 Vca INDICADOR DE RECEPÇÃO
Ainda existe uma quarta placa,
••.Fonte de alimentação de 1,5 A, com duas DE CONTROLE REMOTO: o cir-
que é a do display de LEDS e recep-
escalas: 1,5 à 8,5 Ve 8 à 28 V cuito receptor e indicador de
tor de controle remoto, que pelo seu
••. Indicação digital da tensão da fonte de tamanho diminuto, não foi recepção de CR~ é constituído por
alimentação especificada como placa básica . um foto transistor, que de acordo
••.Voltímetro com duas escalas: 2 V e 200 V com a recepção dos sinais, deverá
Na figura 1, fornecemos a
(com 4 dígitos) diagramação total da bancada, com saturar, polarizando o diodo D 142 e
••.Receptor com indicação visual de qualquer todas as suas interligações. em consequência disto carregar o
controle remoto infravennelho capacitor C 141, que em uma
••.Comutações por chaves das tomadas RF IN sequência de rajadas do sinal, fará
e OUT, possibilitando ligações rápidas ao televisor COMO FUNCIONA Q 130 conduzir, acendendo assim o
acoplado à bancada . LED indicador de recepção de sinais.
••.Amplificador estereofônico de 2+2 W RMS, O funcionamento mais importan- FONTE DE ALIMENTAÇÃO:
tendo como objetivo principal, trabalhar como te da bancada são suas interligações podemos dividir a fonte de
pesquisador de sinais. e conexões, que foram mostradas na alimentação em três fontes básicas: a
••.Tomadas para entrada e saída de TAPE- edição anterior (SE-238). Faremos ajustável, a estabilizada em 12 V e a
DECKS, EQUALIZADORES, RECEIVERS, aqui, uma explanação resumida de simétrica +5 e -5 V.
GRAVADORES, enfim, uma infinidade de cada bloco interno: O funcionamento da fonte
aparelhos de som. ajustável está baseada no circuito in-
••. Circuito de comutação automática da tegrado LM 723, que deverá excitar
lâmpada em série, dispositivo essencial para PRIMEIRA PLACA
e controlar o transistor Q 102 (que
qualquer manutenção da área de áudio e vídeo. As deverá ser montado em um bom dis-
comutações das lâmpadas são feitas de maneira VOLTíMETRO: o circuito é sipador de calor). Para que o controle
sequencial: 60, 100,150,210,250 e 310 W. composto basicamente pelo circuito da fonte não fique crítico, a fonte foi
'. SÍJ;ltonizad9r AM/FM, para ser utilizado nos integrado 7107 dê 40 pinos, que aqui dividida em duas escalas de tensão:
testes de amplificadores; equalizadores, tape- foi montado em uma versão básica 1,5 à 8 Ve 8 à 30 V. Esta comutação
decks e também como injetor de sinais. apenas de Voltímetro. A entrada da é feita pela chave S 104, que altera a
SABER ELETRÔNICA NR239192 7S
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76 SABER ELETRÔNICA N2 239/92


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DIRETO

FRONTAL

SABER ELETRÔNICA N° 239/92 77

\
2

polarização do transistor Q 101. A estabilização da são utilizados dois reguladores diodo para a obtenção de 12,6 V, que
fonte é feita via realimentação que ocorre no muito conhecidos como o 7805 após as duas junções dos transistores
divisor resistivo fomado por R 108, R 101 e R 109, (regulador de 5 V positivos) e o 7905 Q 122 e Q 121 acabam gerando
levando uma tensão de referência até o pino 4 do (regulador de 5 V negativos). Como 11,4 V.
circuito integrado. O resistor R 106 de 0,5 W é o o integrado 7805 deverá também Na figura 2 é mostrado o lay-out
resistor que trabalha na malha de limitação de alimentar os displays, o mesmo deve da placa do voltímetro e fontes de
corrente; quanto maior for seu valor, menor cor- ser montado em um bom dissipador alimentação com a disposição dos
rente a fonte terá, quanto menor for o seu valor de calor. A outra fonte que existe no componentes na mesma, e na figo3 a
maior será a corrente. Recomendamos aos leitores sistema, é a fonte de 11,4 V Oll placa do display e receptor de Con-
que não ultrapassem o consumo da fonte em 2 A. trole remoto.
simplesmente 12 V. Esta fonte é con-
Para o trabalho correto do circuito integrado seguida mediante retificação e
IC 104, deverá haver uma fonte simétrica de +9 e filtragem, onde obtemos aproxi-
-9 V, obtida a partir de um transformador, utilizan- madamente 15 V que posteriormente
SEGUNDA PLACA
do de retificação em ponte e mais o center tape vão ao regulador Q 121, resultando
QUE DEVERÁ IR AO PONTO COMUM DO em sua saída uma tensão estabilizada SINTONIZADOR AM/FM : a
VOLTÍMETRO E NÃO DA BANCADA. Para de 11,4 V. A estabilização está descrição de funcionamento deste
que seja garantida uma boa estabilização de tensão baseada em um zener de 12 V e um circuito foi feita detalhada mente na
78
SABER ELETRÔNICA N° 239(92
Na figura 5" é mostrado o lay-out
da placa de circuito impresso com a

3 disposição de componentes.

MONTAGEM

Após a montagem dos com-


ponentes na placa, vem a etapa mais

o difícil que é a interligação entre


placas e conectores.
A ligação entre as tomadas de
AUDIO E VIDEO (mostrada no
esquema geral no canto baixo
direito), deverá ser feita com cabo

o blindado do mesmo utilizado nos


ca bos de videocassete. O mesmo
cabo blindado deverá ser utilizado às
ligações das tomadas direto/sepa-
rado (chave S 202 e S 222), além da
ligação do rádio até esta chave
(S 202) ser feita exclusivamente com
este cabo.
As ligações das chaves S 203 e
S 223 (ligações ao alto-falante),
deverão ser feitas com cabinhos
comuns, sem blindagem.
revista Saber Eletrônica de Outubro (SE-237), aqui TERCEIRA PLACA As ligações que deverão ser
destacaremos apenas alguns detalhes. feitas na etapa de RF IN/OUT,
A alimentação deste rádio é proveniente da deverão utilizar cabo coaxial seme-
fonte de 12 V, com um zener de estabilização em AMPLIFICADOR STEREO: lhante aos utilizados na etapa de RF
6,1 V, que é a fonte principal para todo o sin- esta terceira etapa da montagem da dos video-games.
tonizador. As bobinas, filtros e capacitor variável, Super bancada; é formada por um A ligação a entrada da rede e
são de fabricação da Toko, e vem todos amplific.ador de pequena potência, todas as ligações com as lâmpadas
especificados na edição SE-237. A calibragem que tem como objetivo ser utilizado em série poderão ser feitas com
deverá ser feita com um bom gerador de RF, para como pesquisador de sinais, além de cabinhos de bitola um pouco mais
se obter um sinal sem distorção em FM e uma boa testes para uma série de equipamen- grossas.
sintonia em AM. tos de som. A saída de som se carac- Todo o restante de ligações
CIRCUITO DE PROTEÇÃO: a lâmpada em teriza por ser uma saída em Classe B, poderão ser feitas com cabinhos
utilizando transistores comuns no . comuns de baixa corrente.
série tem como objetivo principal, proteger o
aparelho contra curtos e manutenções incorretas. mercado. Além deste amplificador Após a montagem do voltímetro,
Podemos dizer que quanto maior é o consumo do possuir potenciômetro de volume caso os dígitos não indiquem zero e
televisor, maior.deverá ser também a potencia da (R 202) possui também controle de fiquem variando, conferir se as
TOM (R 201). O interessante a se tensões de alimentação estão com
lâmpada, para que o mesmo possa funcionar. Para realmente +5 e -5 V estabilizados.
a facilidade de manutenção, o circuito foi montado notar nesta terceira placa são as
de maneira a aumentar a potência da lâmpada em chaves de interligação, onde Para se ajustar o voltímetro,
podemos citar S 203 e S 223 que tem deveremos em primeiro lugar
série sequencialmente até se obter a potência
como objetivo, ligar os alto-falantes verificar se a fonte de alimentação
desejada, variando a mesma de 60, 100, 150, 210,
internos a bancada ao próprio está funcionando adequadamente
250 e 310 W, o que é praticamente o necessário
amplificador interno, ou ainda pos- (através de um multímetro comum).
para a manutenção dos equipamentos de áudio e
sibilitar que um amplificador exter- Caso a fonte esteja normal, pas-
vídeo existentes hoje no mercado. O acionamento
no possa ser testado nas caixas saremos a mesma para a tensão de
sequencial é feito pelo conhecidíssimo circuito internas da bancada, através do 1,3 V, e colocaremos a escala de
integrado CMOS 4017 que é um contador de 10 simples apertar de botões. Outra tensão do digital em 2 V (ponto
saídas sendo aqui no projeto ~tilizadas apenas seis. vantagem é fornecida pela chave decimal no primeiro display).
O circuito é de fácil montagem, não havendo S 202, que em uma determinada Ajustar R 103, até que a tensão
praticamente componentes críticos. Maiores deta- posição, coloca o sinal do sin- indicada no digital da bancada seja a
lhes sobre a montagem deste dispositivo poderá ser tonizador ligado direto aos dois mesma indicada no multímetro ex-
obtido na edição da Saber Eletrônica de Fevereiro canais do amplificador, ou na outra terno.
de 1992. posição (separado), permite que o
Na figura 4, é mostrado o lay-out da placa de sinal esteja presente nas fêmeas ATENÇÃO: ACHAVE S503
circuito impresso do sintonizador AM e FM além RCA (out) e ~a entrada do (BANCADA COM PROTEÇÃO),
do circuito de proteção, com suas respectivas amplificador esteja nas outras Só PODERÁ SER UTILIZADA
disposições de componentes. fêmeas RCA (in). (LED 552 ACESO) EM CASOS

SABER ELETRÔNICA NQ239/92 79


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ESPECIAIS DE CONSUMO EXCESSIVO. CABOS EXTERNOS DE injetar os sinais do sintonizador no


CASO A MESMA ESTEJA PRESSIONADA, E TESTES UTILIZADOS aparelho em teste
DESLIGARMOS A CRAVE GERAL E LOGO PELA BANCADA CABO CB-2 (2 cabos vermelhos
EM SEGUIDA A LIGARMOS, A BANCADA e 2 pretos): utilizado para a
NÃO FUNCIONARÁ. NESTE CASO interligação de um amplificador ex-
BASTARÁ APERTAR E SOLTAR A CRAVE Existem 6 tipos de cabos que terno com os bornes das caixas
serão utilizados para interligação da acústicas
S 503, QUE ABANCADA VOLTARÁ A FUN-
CIONAR. bancada com o aparelho em teste, ou CABO CB-3 (1 cabo com ponta
Este efeito se deve a toda a bancada -estar em para pesquisas internas nos mesmos. de prova vermelha): utilizado para
Na figura 6 mostramos os aspectos testes com o voltímetro da bancada.
série com as lâmpadas de proteção. dos diversos cabos utilizados. CABO CB-4 (I cabo com garra
Mas no momento que ligamos os relés estão no CABO CB-I (2 cabos): cabo preta): utilizado para testes com o
repouso, não acionando as lâmpadas, o que impede utilizado para se injetar sinais de voltímetro da bancada, ou ainda para
a alimentação da bancada. áudio nos amplificadores, ou ainda diversas interligações
80 SABER ELETRÔNICA Nº 239/92
5

CABO CB-5 (2 conjuntos de cabos): utilizados R 204, R 224 - 470 Q Q 203, Q 223 - BD 135
principalmente para interligações de TAPE- R 205, R 225 - 3,9 kQ Q 204, Q 224 - BD 136
DECKS, EQUALIZADORES, SIN- R 206 a R 209, R 226 a R 229- Diodos:
TONIZADORES, etc. 1Q D 201, D 221 - 1N 4148
CABO CB-6 (2 cabos): utilizados para R 210, R 230 - 180 Q D 202 - LED vermelho comum
pesquisas móveis de aparelhos que trabalhem com R 211, R 23) - 18 Q Diversos:
áudio. R 213 - 1 kQ 2 alto-falantes de 5 polegadas
P 202A, P 202B - 47 kQ - 2 bomes "banana" vennelhos
potenciômetro log. duplo 2 bomes "banana" pretos
INSTALAÇÃO E APLICAÇÃO P 201A, P 201B - 47 kQ - S 202, S 203, S 222, S 223 -
potenciômetro linear duplo chave H-H de pressão (A1ps)
A instalação bem como a aplicação da Super- Capacitores: (eletrolíticos para 1 conjunto de fêmeas ReA (4)
Bancada, é um assunto extenso e complexo e será 16 V) com tomada DIN no centro
abordado na próxima edição desta revista. C 201, e 206, e 221, e 226, 4 knobs pretos para as chaves de
e 241 - 100 k - pol. mel. pressão.
e 203, e 223 - 100 pF - cerâmico 2 knobs redondos para os
RELAÇÃO DE COMPONENTES
e 204, .c 224 - 47 IlF - eletrolíti· potenciômetros
DA SUPER-BANCADA cos 1 metro de cabo blindado fino
e 205, e 225 - 1000 IlF - eletro- (para as conexões na entrada do
Seção amplificador Iíticos amplificador)
Resistores: e 240 - 2200 IlF - eletrolítico
R 201, R 221 - 680 kQ Transistores: Seção lâmpada em série
R 202, R 222 - 820 kQ Q 201, Q 221 - Be 548B R 501- 2,2 kQ
R 203, R 223 - 10 kQ Q 202, Q 222 - BC 558 R 502, R 509, R 510 - 10 kQ

SABER ELETRÔNICA N° 239/92 61


R 503 a R 508, R 512 - 560 Q 01 tomada dupla para ligação em Obs: Com relação aos com-
R513-lkQ série ponentes como capacitor variavel e
Capacitores: RádioAMIFM bobinas, consultar a revista Saber
C 501 - 100 f.tF x 16 V - eletrolítico R 551- 220 Q Eletrônica NQ 237 pág. 6 que
C 502, C 505 a C 508 - 10 k - pol. mel. R 552, R 553 - 1 kQ apresenta o artigo completo sobre
C 504 - 2,2 f.tF x 35 V - eletrolítico este sintonizador.
Capacitores: (eletrolíticos para
Diodos:
16 V)
D 501 a D 510, D 517 a D 519 - lN 4148 Voltímetro
C 551, C 555 - 47 f.tF -
D 511 a D 516, D 520 - LEDs vermelhos eletrol íticos Resistores:
comuns R 301, R 305 - 100 kQ
C 552, C 553, C 563 - 22 nF -
D 521 - LED amarelo comum Plate R 302 - 300 Q
Transistores: R 304 - 1,5 MQ x 1%
C 554 - 100 f.tF- eletrolítico R 306 - 470 kQ
Q 501 a Q 503 - BC 548
C 556 - 2,2 nF - Plate R 310 - 10 MQ x 1%
Lâmpadas: (tensões de acordo com a rede
C 557 - 10 pF - Plate R 311- 470 Q
local)
C 558 - 4,7 pF - Plate P 103 - 1 kQ - potenciômetro
01 lâmpada de 60 W
C 559 (interno na bobina 180 pF) multivolta miniatura
01 lâmpada de 100 W
01 lâmpada de 150 W C 560 - (interno na bobina) Capacitares: (eTetrolíticos para
01 lâmpada de 15 W C 561 - 4,7 f.tF - eletrolítico 10 ou 16 V)
Diversos: C 562, C 564 - 22 pF - Plate C 301 - 10 pF - cerâmico
C 565 - 47 nF - Plate C 302, C 307, C 309 - 100 k-
IC 501 - Circuito Integrado CD 4017 (CMOS)
S 503 - chave H-H de pressão (A1ps) C 566 - 15 pF - Plate paI. mel.
S 504 - chave H-H de pressão sem trava (A1ps) Diversos: C 303 - 47 k - pol. mel.
S 505 - chave H-H de alavanca 5 A LED 551 - LED vermelho C 304 - 220 k - paI. mel.
RL 501 a RL 503 - 12 V x 5 A - relés de bobina comum C 305, C 308 - 100 f.tF -
eletrolíticos
(Schrack 12012) ZD501 - 6,8 V x 1/2 W - zener
03 soquetes comuns para lâmpadas S 501, S 502 - chave H-H de C 306 - 10 k - paI. mel.
Diversos:
01 soquete para a lâmpada de 15 W pressão (A1ps).
LD 101 a LD104 - MCD 196 -
displays de anodo comum
IC 301 - Circuito Integrado 7107
(voltímetro )
6
Fontes de alimentação
Diodos:
CABOCB-l~ fi ~ _ D 101 a D 104, D 121,0122-
1N 5402 ou SKE 2/02
D 123, D 131 a D 134 - lN 4001
ou equivalente
CABO CB-2e4
fi .~ D 141, D 142 - lN 4148
ZD 121 - 12 V x 1/2 W - zener
D 105, D 143 - LEDs vermelhos
comuns
Capacitores:
CABO CB-3 c::::l = ~ C 10 1 - 1000 f.tF x 40 ou 50 V -
eletrolítico
C 102 - 1 k - paI. mel.
C 103 - 10 f.tFx 40 V - eletrolítico

CABO CB-4 ==-- -:11-


.., C 121 - 1000 f.tF x 25 V -
eletrolítico
C 122 - 1000 f.tF x 16 V -
eletrolítico
C 131, C 132 - 470 f.tF x 16 V -

<::.
eletrolíticos
C 141 - 100 k - paI. mel.
Resistores:
CABOCB-5~ fi R 102 - 33 kQ
R 103, R 104 - 10 kQ
R 105 - 6,8 kQ
R 106A e R 106B - 1 Q
R 108; 2,2 kQ
CABO CB-6 ~ fi ~:::::::==;lI"" R
R
109 - 3,3 kQ
110, R 121 - 1 kQ
R 122, R 140 - 100 kQ
82 SABER ELETRÔNICA N° 239/92
R 141- 4,7 kQ IC 132 - LM 7905 - CircuitQ 1 transformador de 12+ 12 V x 1 A;
R142-560Q Integrado (reg. -5 V) 1 transformador de 12+ 12 V x 2 A e
S 101 - chave geral de alavanca 1 tranformador de 9+9 V x 800 mA
R 101 - 10 kQ - potenciômetro linear (aj. da
fonte) para 10 A 02 bornes (verm/preto) para
Transistores: medidor voltímetro
S 102. - chave de mudança de
voltagem 01 divisor híbrido entrada 75 e
Q 101- BC558
S 103, S 104, S 105, S 301; S 302 duas saídas 75 Q
Q 102, Q 121 - TIP 41
- chaves H-H de pressão (A1ps) 4 bornes de conexão tipo F
Q 122 - BC 337
FI - fusível de 500 mA com 3 bornes de conexão tipo RCA
Q 130 - BC 557
suporte pequeno de rosca 2 conjuntos de 4 fêmeas RCA
Diversos: comuns
Ff 101 - TIL 111 (foto transistor) 01 Tomada tripla para tampa 01 chave H-H alavanca baixa
IC101 - LM 723 - Circuito integrado traseira corrente (dir/sep)
(regulador fonte ajustável) TR1 - transformador com 01 cabo de força
IC 131 - LM 7805 - Circuito Integrado primário de acordo com a rede local Placas de cilcuitO impresso, fios,
(reg. 5 V) com saídas: 24/9+9/12+12 V- ou solda, etc O

-
GABARITO DA A VALIAÇAO GERAL
. (Saber Eletrônica Nº 238/92, edição anterior)
1) Podemos dizer que as fontes de L+R. Devido a dificuldade de 4) O sinal piloto é o responsável
sinais normalmente são estereo- demodulação do sinal L-R no receptor, pela sincronização da portadora que é
fônicas, ou seja, possuem um canal L deverá ser enviada uma amostra da recriada no receptor para que possa
e um canal R, excluindo-se obviamente frequência de modulação (38 kHz), que ser feita a demodulação do sinal L-R
a voz do locutor que é adicionada igual- deverá ter sua frequência reduzida pela 5) Figura.
mente nos dois canais. Para se fazer a metade para não atrapalhar a própria 6) A função do circuito de desarme,
transmissão. mono, simplesmente portadora de 38 kHz. O sinal de
é proteger as caixas acústicas contra
somaremos o sinal L com o sinal R sincronização de 19 kHz é chamado de qualquer alteração da tensão de OFF-
formando o sinal chamado de L+R, que sinal PILOTO.
SET de saída, ou seja, caso a mesma
vai modular a portadora da emissora. 2) Como foi dito anteriormente, o venha a sair da média de zero volt
No caso de uma transmissão em sinal multiplex é formado pelo sinal (amplificador com fonte simétrica)
STEREO, deverá ser mantido o sinal L+R, L-R modulado em port~dora haverá a interrupção das ligações das .
L+R para o bom funcionamento dos suprimida com 38 kHz, sinal piloto de caixas aos amplificadores mediante
receptores monofônicos, mas será 19 kHz e o segundo canal de áudio com desligamento dos contatos dos relés.
transmitido também o sinal L-R que é modulação de FM na faixa de 76 kHz.
7) EqualiÚldor é um equipamento
obtido invertendo-se o sinal do canal R 3) É a demodulação que necessita composto por filtros ativos, capaz de
e logo após somando-se ao sinal L. de uma portadora que possua mesma separar e amplificar determinadas
Este sinal vai então a um modulador frequência e fase do sinal que está frequências separadamente e juntá-Ias
balanceado de 38 kHz, gerando uma chegando ao receptor. Sua vantagem na mesma malha após equalizadas.
modulação em portadora suprimida, é a obtenção da demodulação em onda
8) CROSSOVER é um equipamen-
que será somada ao sinal principal completa.
to que evita a utilização de filtros pas-
sivos de grande potência nas caixas
acústicas. Para isto, o sinal após pas-
fA'.
\::.J SINAL MODULADOR
CAPTADO EM
PELO RECEPTOR s/c sar pelo pré-amplificador, será
separado em frequência normalmente
em três ou quatro vias (sub-woofer,
woofer, mid, tweeter), indo após cada
f"::'\
~. SUBPORTADORA
RECEPTOR SEM RECRIADA
PERFEITA NO
SINCRONIA COM O SINAL via a seus respectivos amplificadores
(quatro no caso).
9) Reverberação é o efeito de
o RESULTANTE DA ADiÇÃO

DOIS SINAIS (RESULTANDO


SOMAS E DIFERENÇAS)
DOS

SUBTRAÇÃO DE
SINAl S DEViDO
prolongamento do som em intervalos
menores de 50 ms, conseguindo-se en-
180· DO SINAL corpar o som. Eco é o prolongamento
SOMA DE SINAIS
EM FASE ~
---
À
CAPTADO
INVERSÃO DE do som em intervalos superiores a
50 ms. onde o ouvido humano já con-
Resposta da questão nf/ 5. segue distinguir a separação dos mes-
mos.
SABER ELETRÔNICA N2 239/92 83
~

PRATICAS DE
"SERVICE"
MOTORÁDIO o sintonizador de FM, trabalham por to. Esta configuração chega quase
tensão, tensão esta que é criada pelo quadruplicar a potência final.
próprio microprocessador, através O modo mais simples de se fazer
AUTO-RÁDIO TOCA-FITAS de uma conversão digital analógica. a verificação da saída, é dividir a
MOD. ALBATROZ Mas com respeito ao defeito, análise em três etapas:
podemos dizer que em primeiro 1 - Com o aparelho desligado,
Defeito: Não tem som, só zumbido. lugar, como não havia som e apenas verificar se as caixas estão conec-
Não acende display. um zumbido, fomos analisar a saída tadas às saídas dos circuitos in-
de som composta pelo IC 658 que faz tegrados, valendo-se apenas da
Autores: Cláudio R. S. Bengosi e a amplificação dos dois canais. Em escala "x 1" do multímetro ou ainda
Mário P. Pinheiro outros modelos de toca-fitas seme-
de uma simples pilha de 1,5 V. Feito
Este é um toca-fitas PLL (sintonia digital), com lhantes a este, às vezes são utilizados este primeiro teste pode-se ouvir
r~produção de fitas em AUTO-REVERSE. Antes dois circuitos integrados iguais, com chiados' nas caixas acústicas.
do início da análise, temos que ter a idéia de que o objetivo de se obter uma potência 2 - Com o aparelho ligado, con-
um toca-fitas PLL (PHASE LOCKED LOOP), ou maior. Para que isto possa ser con- ferir as tensões de meio Vcc, ou seja,
simplesmente ELO TRAVADO EM FASE, nada seguido, é necessário que o canal as tensões de saída de som que
mais faz do que interpretar a frequência sin- direito trabalhe com fase invertida ao
deveriam estar com 6 V no caso
tonizada e transforma r estas informações em esquerdo, sendo que os alto-falantes
(notem que apesar do esquema não
digitos visíveis (display). O ELO de ligação acabam sendo ligados de uma saída
fornecer esta informação, é regra e
ocorre, porque tanto o sintonizador de AM como à outra sem capacitor de acoplamen-
vale para quase todos os
amplificadores transistorizados ou
(+) integrados. Conferi das as tensões de
9
saída constatou-se que estavam
muito baixas.
PRÉ-AMPLlF. E
CHAVEAMENTO
3 - Este terceiro passo só será
AM/FM CASSE TE
dado caso as tensões de saída do CI
estejam realmente com meio Vcc.
Injetar um sinal senoidal de 1 kHz na
entrada do circuito integrado e
verificar se houve a reprodução do
mesmo nas caixas acústicas. Muitas
6 vezes pode ser utilizado apenas o
contato da mão em uma pequena
chave de fenda, onde conseguimos
assim injetar um ruído de 60 Hz cap-
tado da rede.
PRÉ
De acordo com o ítem de análise
SINTONIZADOR AM S INTONIZADOR FM
AMPLlF DE "2" a tensão de saída de som estava
CABEÇA S
baixa o que já poderia representar
problemas no integrado. Mas antes,
apenas por desencargo de
consciência, levantamos um dos
CHAVE
AM IFM T901 R901 capacitores de saída de som e a
tensão se manteve baixa (seria muito
difícil dois ca pacitores com o mesmo
problema).
R902
Trocado o circuito integrado, o
C 9

ENT. DE
o1 c::::i::
1 zumbido desapareceu, mas nada foi
ouvido. Resolvemos então repetir o
ítem "3" exposto acima, e aí ouvimos
12V O o ruído nos alto-falantes. O circuito
integrado IC 658 estava realmente
com problemas.
84
SABER ELETRÔNICA NQ239/92
PRÁTICASDE
" SERVI CE "

normalmente. O resistor estava aber- retirando o cassete e insistindo nova-


Apesar da troca, não ouvimos o funcionamento
do rádio e resolvemos injetar a fita cassete em seu to! Não poderia ser curto após o mente na sua colocação, a fita
compartimento, o que resultou em uma reprodução resistor, pois caso isto ocorresse, começou a girar e funcionar normal-
perfeita dos dois canais. Ainda faltava saber por- sobrecarregaria a fonte, o que não mente. Foi novamente retirado e
que o display não acendia e também porque o rádio estava acontecendo. Substituído este colocado o cassete até que nova-
não funcionava. resistor, começou a sair fumaça do mente não funcionou. Aproveitando
Em primeiro lugar, fomos verificar a mesmo, o que nos levou a desligar o desta parada, fomos verificar a
alimentação para o micro-processador IC 702, que zener D 901, parando assim de tensão sobre o motor, que estava
se encontrava normal. Como nenhuma indicação aquecer o resistor. Na mesma hora o praticamente com zero volt! Obser-
no display aparecia, resolvemos verificar a entrada rádio e o display passaram a fun- vando-se o esquemà, vemos que o
do sinal de referência dos osciladores de AM ou de cionar. Tanto o zener como o transis- motor está diretamente ligado a
FM, que não foram encontrados. tor T 901 estavam em curto, pois alimentação via chave SW 484.
caso fosse apenas o zener, haveria o Verificando-se o movimento
O estranho, deste segundo problema era que o
rádio não apresentava ruído algum, ou seja, caso o desvio apenas da corrente de mecânico da mesma pode-se cons-
sintonizador não apresentasse nenhuma emissora polarização de base do transis- tatar que o mesmo ocorria, mas a
tor T 901, mantendo-o cortado e não tensão de um lado era de 12 V en-
devido a uma tensão errônea proveniente do
micro-processador, ainda deveria haver o ruído aquecendo o resistor. Substituídos os quanto que do outro lado, apresen-
característico da FI de FM, que não ocorria. dois componentes, o rádio passou a tava-se com menos de 2 V e
Resolvemos então medir a tensão de funcionar normalmente e a indicar variando. Não houve dúvidas,
alimentação para o rádio, tensão esta de 9,4 V, corretamente a frequência no dis- fizemos a desmontagem da chave e
fornecida pelo transistor T 901. Ao medirmos a play. uma limpeza 'interna dos c-?ntatos e o
tensão no emissor do transistor, encontramos o Aparentemente os defeitos es- TAPE passou a funcionar normal-
tavam sanados, mas ao introduzir a mente.
mesmo com zero volt, o que se repetiu na base e
coletor. Verifificamos a tensão após o resistor fita cassete para um teste definitivo,
R 901 (4,7 Q), e constatamos que havia 12 V verifiquei que a mesma não girou, SHARP

T602
TELEVISOR
2 COLORIDO
MOD. C-2006
+18V
R760
Defeito: às vezes não liga; mas
quando liga funciona
perfeitamente .bem.
Autor: Mário P. Pinheiro
Este é um dos melhores

I
televisores já lançados no Brasil,
pela sua simplicidade de manu-
tenção e pela sua imagem muito boa.
Foi um dos primeiros aparelhos
Sharp no Brasil e já se apresentava
~lR714 com fonte chaveada (trabalhando
ainda com SCR) na frequênCia de
15.734 Hz (a mesma do horizontal).
O defeito se caracterizava pelo
acionamento intermitente deste
televisor, ou seja, às vezes fun-
cionava e às vezes não; mas a prin-
cipal característica era que após
acionado, o televisor não parava
mais de funcionar. Mas antes da
análise do defeito própriamente dito,
vamos a compreensão do fun-
cionamento inicial da fonte.
Como podemos ver pela figura a
tensão da rede elétrica é retificada e
filtrada, onde obtemos sobre o

SABER ELETRÔNICA N9 239/92 85


PRÁTICAS DE
"SERVI CE "

capacitor C 705 (a), uma tensão de aproximada- osciloscópio (com acoplamento ver- mal ultrapassava a 20 V, o que
mente 150 V, que é levada até o pino 2 do TSH, tical em DC), observaremos a poderia representa r ta mbém um
saindo novamente pelo pino 1 e indo ao catodo de elevação de tensão no anodo de curto em algum ponto horizontal.
um SCR (SCR 701). Podemos dizer que este en- D 703 no instante que acionamos a Para descartar esta dúvida,
rolamento do TSH éde muito baixa resistência, chave geral do televisor. A colocamos um "CURTO" do ponto
quase um curto, que tem como objetivo induzir observa~ão quanto a um muItímetro positivo do capacitor C 705 (a), até o
pulsos negativos de retorno horizontal no anodo do ANALOGICO ou osciloscópio ponto positivo do capacitor C 705
SCR, possibilitando assim seu corte. O catodo do chaveado para a entrada DC, se deve (b), ou seja da entrada da tensão
SCR é ligado a uma outra malha retificadora que ao fato, de que vamos verificar um retificada e filtrada da rede, até a
está baseada sobre o capacitor C 705, que nada pico de tensão de variação menor saída da fonte chaveada onde
mais é do que a saída filtrada e estabilizada da fonte que meio segundo, variação esta que
não será indicada no muItímetro deveríamos ter 120 V. Antes de ligar
principal de 120 V.
o televisor, certificar-se que a
O acionamento deste SCR, está baseado em digital convencional.
LÂMP ADA EM SÉRIE da rede está
pulsos de retorno horizontal, provenientes do TSH Considerando que temos dois
com uma potência de 250 W.
(T 602 pino 3), enquanto que sua partida inicial, resistores (R712 e R740), ligados ao
anodo do diodo D 703, mantendo Acionado o televisor, o mesmo fun-
dependerá da tensão retificada e filtrada da rede
(em torno de 150 V), que inicialmente deverá uma tensão média de referência de cionou perfeita mente, apresenta ndo
carregar o capacitor C 707, produzindo uma aproximadamente 90 V, pois está apenas um leve dobramento vertical
elevação de tensão no anodo do diodo D 703 e sendo aplicada na malha divisora superior, fato que é normal quando a
consequentemente produzindo corrente suficiente resistiva uma tensão de 150 V tensão que alimenta o televisor está
para a excitação do SCR. Notem que acionar este (retificação e filtragem da rede). A um pouco baixa. Estava confirmado
SCR no circuito dependerá de uma corrente tensão resultante da carga do que não havia consumo excessivo na
razoavel, pois o resistor de 820 Q entre catodo e capacitor C 707 deverá ultrapassar malha principal de 120 V, o que nos
gate, impedirá que ruídos espúrios excitem o SCR. os 90 V, de onde conseguiremos o levava a crêr que o capacitor C 707
Mas voltando ao defeito, às vezes ao acionar- acionamento do SCR. estava praticamente aberto, não
mos o televisor o mesmo não funcionava, o que nos Medindo-se a tensão no anodo de polarizando inicialmente o SCR.
obrigou a observar a malha de partida inicial. D 703 após 'o acionamento do Substituído este capacitor o apa relho
. Colocando o multímetro ANALÓGICO ou o .televisor, verificamos que a mesma passou a funcionar normalmente •

PREPARE-SE PARA 1993


COM A CTA ELETRÔNICA

ILOM.
ORELLANA

ANTONIO C. P.
AMARA L

MÁRIOP.
PINHEIRO

MÁRIOP.
PINHEIRO

ILO. M.
ORELLANA

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PINHEIRO

RUA DR. LUIZ CARLOS, 979 - VILA ARICANDUVA - TEL.: (011) 941-3006

ee SABER ELETRÔNICA N9 239/92


Os esquemas publicados fazem parte das
avaliações de análise de defeitos da

Qualéo CT A Eletrônica e são baseados em


equipamentos reais do mercado.


A análise do defeito bem como o
componente defeituoso, será
publica cio na próxima edição

culpado Mário P. Pinheiro

ENCONTRE NOS 3 CIRCUITOS PUBLICADOS A SEGUIR, O COMPONENTE


DEFEITUOSO, CONSIDERANDO AS TENSÕES INDICADAS NOS CIRCULOS:

RESPOSTAS DOS CIRCUITOS


1) Fonte alta; aquecimento normal. PUBLICADOS NA
EDiÇÃO ANTERIOR
2 5Cll06 /25C 1454
05CILADOR DA FONTE
1) R 903 ALTERADO: consideran-
do que a fonte está baixa e o transistor
regulador não aquece, podemos dizer
que o mesmo está conduzindo muito
pouco ou nada, tendo a tensão de saída
baseada na condução do resistor
R 991. Considerando que a tensão de
base do regulador é a mesma do emis-
sor e que o transistor O 901 também
não está recebendo polarização confir-
mando que os dois estão cortados.
Como a tensão de saída está baixa, a
realimentação também deveria estar
baixa, o que se confirma, considerando
que a tensão de base do transistor
O 903 (5,8 V) está menor que a do
emissor (6,5 V), o que deveria manter
este transistor cortado, o que real-
C901 • C 902 = P2200 - AC150V 0901 Q D904. SY127 ou SKI/12 mente estava acontecendo, pois en-
C903.~ K2200 - 500V Q903 = COMPARAOOR contramos no seu coletor a mesma
tensão da saída: .80 V. Considerando
que os transistores de saída são pola-
rizados pelos resi~tores R 902 e R 903,
2) Amplificador distorce; saída não aquece notamos que nos mesmos estão cain-
Q205
do a mesma tensão (aproximadamente
lel.8C5488 30 V), o que representaria até então
uma normalidade. Observando-se a
Jb)C253
, 100nF polarização do transistor O 902,
notamos que o mesmo está conduzin-
do, pois está apresentando 0,6 Ventre
base e emissor. Como não há nenhu-
ma queda de tensão sobre o resistor
R 901, que deveria polarizar os transis-
tores reguladores, podemos afirmar
que o resistor R 903 está muito al-
terado, causando o desvio da corrente
via R 904 eD 905, que polarizam O
transistor O 902, retirando completa-
mente a polarização de 0901 e O 991.

2) R 261 ALTERADO: Consideran-


do que a tensão de saída está baixa e
que o amplificador está aquecendo,
podemos dizer que existe uma maior
condução da malha de baixo do
SABER EL.ETRÔNICA N° 239/92 87
· amplificador, composta pelo transistor
O 213. Analisando sua polarização an- 3) Fonte balxai regulador não aquece.
terior, composta pelo transistor O 209,
L321 REGULADOR POTENCIA
podemos dizer que o mesmo também (A) DRIVER DE REG. (a) 120pH 0903-2SCll06
está conduzindo mais, pois sua tensão 0321
2 SA564
de coletor diminuiu e sua tensão de
(B) ERROR DEr.
emissor aumentou levemente. Passan- 0322
2 SC53612SC945A
do para o transistor O 207, podemos
perceber que a tensão de emissor do
mesmo caiu e a sua tensão de base
também, significando que uma maior
condução do mesmo só poderia ser
proveniente da área da base (tensão
caindo forçando uma maior
polarização). Analisando a tensão de
base, encontramos cerca de 18 V, e
C303
para a mesma ter caído, poderia haver 1000
uma falta de polarização positiva pro-
veniente dos resistores R 261 ou R 263.
R322
Como a queda de tensão sobre R 263 150k.ll

é de praticamente 30 V, a tensãb sobre


o resistor R 261, não deveria ser maior
que 1 V o que comprova a alteração do
resistor R 261, polarizando mais o tran- C304
1000
sistor O 207, que por sua vez também
polariza mais o transistor O 209,
provocando um consumo maior na R331 R 323
saída e sua consequente queda de 27k.ll l00k.ll
tensão.

3) R 323 ALTERADO: esta fonte de


alimentação é o terror dos técnicos de
manutenção da área de televisão, pois 263 V. A polarização deste transistor, ao resistor R 324 e o divisor resis-
é utilizada nos televisores Sanyo mais depende da condução de outro transis- tivo R 322 e R 323, onde encontramos
antigos. Como sua saída de tensão não tor (O 321), que também se apresenta uma tensão no divisor muito errada.
está apresentando 220 V, e sim 150 V, Considerando que o valor de R 322 é
cortado (tensões de base e emissor
podemos dizer que a tensão de saída
com 156,6 V). Passamos então a de 150 kQ e que o resistor R 323 se
está sendo fornecida somente pelos analisar as tensões sobre o transistor apre~nta com 100 kQ, deveria haver
resistores R 910 e R 911, o que obvia-
mente não mantém a saída es- O 322, onde também se apresentou entre eles uma tensão de aproximada-
tabilizada. Analisando as tensões do cortado. Como sua polarização mente 130 V, o que possibilitaria a
regulador de potência (O 903), vemos depende do transistor PNP (O 323), condução do transistor comentado
que o mesmo realmente não está vemos também que o mesmo está cor- anteriormente. Logo, pudemos concluir
polarizado, pois a tensão de emissor é tado pois sua tensão de base se en- que o resistor R 323 estava alterado,
a mesma da base, sendo que em seu contra maior que a de emissor. Fomos despolarizando todos os transistores
coletor apresenta-se uma tensão de atrás de sua polarização e chegamos em sequência •

88
SABER ELETRÔNICA Nº 239/92
TRANSISTORES CIRCUITOS INTEGRADOS DlODOS ~ ~
2N1711 BC547C AN7110 CO 4555 STK4122 lN825
• TRANSISTOR •
2N2219 BC548B AN7130 C040163 lN914

:• BC548-B :
STK4131
2N2222/A BC549B/C AN7310 C040174 S02560TE lN4002
2N2369 BC557AIB
BC559B/C
AN7311
AN7410
C040175
C040193
S0A555
TA7140
lN4004
lN4007

• PACOTES COM 100 UNIDADES •
2N2646 B0136/-10 HA1406 TA7328 lN4148
CA3054 HAl1235 lN4448 : Cr$ 72.000,00 :

,
B0139 TA7741
CA3059 LA1240 TBA120S lN5402
2N2904
2N2906A BD140 CA3065
CA3068
LA4460
LA4461
TBA530 lN5404
lN5406

• VÁLIDA ATÉ 30/12/92 ou enquanto •

2N2907A TBA540
2N3053 B0234
CA3081
CA3161
lA4505 TBA560 lN4728 ~~ durar o estoque 6
LA4550 TBA570 lN4729
2N3055 B0329
CA3189E lA4555 TBA810 lN4730
2N3439 B0330
2N3440 B0335
LA7800 TBA820 lN4731 FET DE POTÊNCIA
C04013 LF351N, TBA820L lN4732
2N3584 B0438
C04015 LM301AN lN4735
2N3585 TBA920
C04016 LM308AN lN4736 TO-220
2N3771 TOA550
BDX33 C04017 lN4737
2N3772 TOA1020
C04018 LM317-T lN4738
TOAl170
BDX34 C04019 IRF 640 - Características 200 V - 18 A - 0,18 Q
TOAl180 lN4739
2N3866 C04020 lN4740 IRF 720 - Características 400 V - 4 A - 1,5 Q
LM319 TOA1510
BF198 C04021 lN4741
LM324
2N3904 BF200 C04023 lN4742
LM331N TDA1514
2N3906 C04029
LM338K lN4745 ~ ~ ~
2N4401 C04031 • RELES •
2N4424
2N5038
BF222A
C04032
LM336
LM339
TOA1515
TOA7000
lN4746
lN4747 • •
C04035 lN4748 • G1RCl 6 VCC - Cr$ 28.000,00 •
2N5039 BF245 C04038
LM348
• G1RC2 12 VCC - Cr$ 28.000,00 •
LM350T lN4749
2N5343 C04040 TDA70S2 lN4750 • G1RC3 24 VCC - Cr$ 28.000,00 •
BF254 LM358

,
2N5415 C04042 lN4751 • MCH2RCl - 6 V - Cr$ 88.500,00 •
BF421 LM358N
2N5416 C04044 TMS3450 lN4752 • MCH2RC2 - 12 V - Cr$ 88.500,00 •
BF423 LM380
2N5445 C04047 U257B 6A2
BF459 LM386
2N5641 C04049 6A4
BF494-B LM390N
2N5642 C04050
LM393 U267B ~~ PREÇOS VÁLIDOS ATÉ 30/12/92 ;
2N5643 BF495C C04052
2N6028 BF970 LM556 U450B
C04053 ~ ~
BF979 LM566
2N6081
2N6082 BU208A
C04066
C04068
LM567 ".PC2002 •• PRODUTOS AFR •

BU406 LM592
2N6084 C04069
BCl08 BU407 LM710 VP1000 • FERRO DE SOLDAR HEXACON •
C04070 LM723
BUY71 : FSP-3012/30W/127V - Cr$ 131.700,00
•:
BCl38 C04071
BCl77 MJE340
MJE2361
C04072
LM741CN
LM741CH
7402 •
BC179 C04077
MJE2801 LM747 • SUGADOR DE SOLDA •

,
BC327-25 C04078 74LS14
MJE350 LM3046
BC328-25 C04085 : SUG 301-AS / ponta antiestática - Cr$ 149.700,00 :
BC337 S3786
T1P127
C04086
LM3086
LM3900 74LS92
• •••
BC338-16B C04093
BC338-25 ,T1P29A C04094
LM3914
LM3915
~~ VALIDA ATE 30/12/92 6
T1P30A C04099 74LS164
BC517 T1P31/C C04510 74LS169
T1P32 LS 1240 74LS173
ACOPLADORES ÓPTlCOS
C0451.1
T1P32C 74LSl96 MOC3011 MOC 3020
BC537 C04512

]J~
T1P41A/C C04516 STK435 74LS298 MOC3020
T1P42C STK441 74LS353 MOC3041
'BC546B' C04518
T1P49 C04556 STK4121 74LS368 MOC3042

~ ~
• DATA HANDBOOKS PHILIPS •
• SC08 RF POWER MODULES SC15 MICROWAVE TRANSISTORS •
: 'SAC04 SMALL - SIGNAL TRANSISTORS IC13 PROGRAMMABLE LOGIC OEVICES (PLO)- :
1C208OC51- BASEO 8 - B1TMICRO CONTROLLERS ICOSISIGNETlCS rn.
PROOUCTS
\. '...................................•............ .I
CARACTERíSTICAS
- Dimensões: 135 x 75 x 35 mm .
• Peso: 100 g
- Alimentação por bateria de 9 (nove) V. (Não incluída)
• Saída para TV com casado r externo de
impedância de 75 para 300 Q
- Compatível com o sistema PAL·M
- Saída para monitor de vídeo
- Linearidade vertival e horizontal
- Centralização de quadro
- Convergência estática e dinâmica

até 05/01/93
Cr$ 750.000,00

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RADELBRA ELETRÔNICA ELETRÔNICA RAINHA
CEP 40020 - Fone: (071 249-3608 Salvador ELETRO PEÇAS DIViNÓPOLlS
CRS 513 Q 513 - BI B loja 58/59 R. Goiás, 685 R. Ga!. Osório; 74
TV PEÇAS
CEP - 70380 - Fone: (061) 245-6322 Brasília CEP - 35500 - Fone (037) 221-5719 Divinópolis CEP 78040 - Fone: (065) 322-5508 Cuiabá
R. Saldanha da Gama, 09 e 241 - CEP 40020
ELETRÔNICA MA TOS NECCHI CCiMP. ELETRÔNCOS LTOA.
Fone: (071) 242-2033 e 244-4615 Salvador
TV RÁDIO COMERCIAL R. Israel Pinheiro, 2864 - CEP 35010 R. Barão de Melgaço, 2333 - Porto
CEP 78085 - Fone: (065) 321-5503 Cuiabá
R. Barão de Cotegipe, 35 L,I-I GOIÁs Fone (033) 221-7218
ELETRÔNICA ZEL Y
Gov. Valadares
CEP40410- Fone: (071) 312-9502 Salvador OUTRAS CIDADES
R. Benjamin Constant, 370 - CEP 3501 O
OUTRAS CIDADES CAPITAL Fone: (033) 221-3587 Gov. Valadares FRANCISCO N. DA SILVA
CENTER ELETRÔNICA Av. Marechal Rondon, 1167 - CEP 78700
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