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Aspectos Psicológicos e Comportamento Humano e suas relações

com os Acidentes de Trabalho

Vamos abordar o comportamento humano nas organizações e sua


relação com o acidente de trabalho. Buscaremos lhe dar uma visão
ampla, porém resumida dos processos básicos do comportamento
humano no contexto organizacional, como a motivação, a percepção,
as atitudes, a cognição, as emoções e os afetos e a aprendizagem.
Inicialmente vamos fazer uma incursão pelos processos básicos do
comportamento humano para, então, compreendermos como eles
podem se relacionar e influenciar no acidente de trabalho.

Os sentimentos e emoções e seus efeitos no Comportamento

Há atualmente um crescente escopo de pesquisa, reforçado pelos


recentes avanços em neurociências que joga uma nova luz sobre o
comportamento humano. Sentimentos e emoções como uma fonte
primária de motivação parecem estar ganhando importância , uma
revelação que pode oferecer um novo ponto vista sobre o motivo pela
qual as pessoas nem sempre seguem as regras e podem reagir
irracionalmente.
Aplicado no local de trabalho, este conceito sugere que a forma como
os funcionários “sentem” diante de uma situação, pode ser mais
representativo para o comportamento subsequente, do que o que eles
“pensam”.
A noção de uma mente dividida em duas, uma parte lógica e racional,
outra intuitiva e automática, não é nova. No entanto, sua aplicação
sistemática nas práticas de segurança é novidade, e pode possuir a
resposta para alguns de nossos desafios.
Para melhor entender como os sentimentos associados com um conjunto
de circunstâncias, pode ditar o curso provável de nossas ações.
Enquanto humanos, vivemos em um ambiente que está em constante
mudança. Constantemente processamos informações e monitoramos
situações de potenciais riscos ou recompensas, experimentando
intuitivamente por meio de sentimentos ou mesmo emoções. Por nossa
natureza, somos extremamente eficientes em gerenciar esta enorme
quantidade de informação. Então, como determinamos o que resta sob
a égide de nossa consciência e que é sinalizado para que haja mais
atenção e processamento? É um processo de filtração largamente
influenciado por experiências passadas.

Comportamento de risco baseado em experiências

O papel da experiência é fundamental para entendermos porque muitos


comportamentos de risco ocorrem e o que pode ser feito em relação a
eles.
Considere por um momento o comportamento típico de um motorista
em uma estrada. Muitos irão definir controles de velocidade ligeiramente
acima dos limites de velocidade da via. O balanço entre viajar em alta
velocidade para obter um benefício antecipado e o possível custo de
dirigir rápido demais e levar uma multa, é altamente influenciado pelas
experiências anteriores. Esse processo ocorre intuitiva e
automaticamente e não envolve análises de riscos baseadas em
informações. Cada vez que o benefício se concretiza sem uma
consequência negativa, o comportamento torna-se mais habitual e
automático. Comportamentos de risco baseados em experiências
orientados por ganhos antecipados que superam qualquer custo
percebido, não estão limitados às ou aos motoristas. Eles ocorrem com a
mesma frequência em locais de trabalho.

A Motivação

A motivação do empregado é um dos alvos mais importantes de


administradores e gestores organizacionais. Acredita-se que altos níveis
de motivação são capazes de aumentar e garantir a produtividade. De
acordo com Fiorelli e Malhadas Junior (2003), conseguir despertar a
motivação, mantê-la e canalizá-la para objetivos da Organização é
fundamental para a obtenção de melhores resultados em menor espaço
de tempo. A palavra motivação deriva do latim motivos que significa
mover. A pessoa motivada encontra forças para se mover em direção à
defesa de seus interesses.

Algumas teorias procuram explicar a motivação humana. Entre elas está


a de Maslow (1908-1970) que se baseia no princípio de que o homem tem
uma natureza superior que é instintiva e seu estado natural é a
insatisfação por isso, ele vive em constante necessidade de realizar. Para
este teórico, existe uma hierarquia das necessidades humanas idealizada
numa pirâmide. ( slide 3)

As necessidades fisiológicas dizem respeito à sobrevivência, à


alimentação e ao vestuário. As necessidades de segurança referem-se à
proteção, à estabilidade no emprego. As sociais são relativas à
aceitação, à amizade, ao sentimento de pertencer. As necessidades de
autoestima buscam a autoconfiança e as de auto-realização referem-se
à criatividade e ao autodesenvolvimento. A hierarquia seria atendida
começando com as necessidades fisiológicas e culminando com as do
topo da pirâmide, necessidades de auto-realização.

Segundo Masllow (1908-1970), (apud MARRAS, 2000), a ordem de


atendimento às necessidades segue uma hierarquia porque enquanto
necessidades mais básicas não forem satisfeitas, não há energia
suficiente para ir em busca de outras necessidades de nível mais elevado.

A percepção é um processo que está intimamente ligado à motivação,


envolve todos os órgãos dos sentidos e possibilita-nos conhecer pessoas,
fatos, coisas. Ela também está influenciada pela nossa atenção,
experiência e emoção. A percepção adequada de nós mesmos, do
outro e do mundo garante a qualidade de nossas relações com as
pessoas, porém esta capacidade é limitada em função da
complexidade dos estímulos à nossa volta.

Entretanto, as nossas características pessoais podem facilitar ou dificultar


tal processo perceptivo. Indivíduos com problemas de relacionamento
apresentam dificuldade em perceber os outros e o mundo a sua volta de
forma adequada. São indivíduos que se comportam de maneira rígida,
preconceituosa e egocêntrica. Ao passo que aqueles que estão sempre
relativizando, procurando entender os diversos pontos de vista e aceitá-
los como possibilidade, têm maior probabilidade de perceber as
situações e de se relacionar.

A rigidez de percepção impede que as pessoas considerem os diversos


aspectos ou pontos de vista que compõem um determinado fenômeno,
fato ou coisa. (slide 4)

A percepção adequada ou não dos estímulos ao nosso redor promove


a organização das informações, para então ocorrer a sua relação com
os afetos positivos ou negativos. Este processo faz com que a pessoa
aceite ou rejeite as outras pessoas, objetos e situações. A cognição ou
pensamento, por sua vez, compreende todas as atividades mentais
como raciocinar, resolver problemas e formar conceitos. A inteligência é
a capacidade de utilizar o pensamento para solucionar problemas.

Entretanto, a evolução do pensamento não é igual em todas as pessoas.


Isto quer dizer que os indivíduos atingem níveis de desenvolvimento
mental. Umas pessoas atingem níveis mais elevados e outras, menos.
Piaget (1896-1980), estudioso de desenvolvimento mental, descreveu
níveis de evolução do pensamento, observando seus filhos, inicialmente
e depois em outras crianças. E, assim, desenvolveu uma teoria sobre os
processos do pensamento ou cognição. De acordo com Piaget, as
pessoas desenvolvem sua capacidade de pensar passando por estágios
desde o nascimento.

O estágio sensório-motor, o primeiro estágio do pensamento, vai do


nascimento ao segundo ano de vida. É neste estágio que a criança
descobre- se e descobre o mundo, porém o domínio do corpo ainda não
é completo. É quando se inicia a linguagem. O segundo estágio é o pré-
operacional, que vai do terceiro ao sétimo ano de vida. Neste estágio, a
criança começa a solucionar problemas com objetos concretos, a
representar a realidade com figuras e surgem brincadeiras imaginativas.

Apesar de haver nessa fase um início da capacidade de abstração, a


criança vê o mundo a partir de suas perspectivas e confia cegamente
no sensorial. Do sétimo ao décimo primeiro ano de vida, a criança passa
pelo estágio das operações concretas quando passa a dominar uma
estrutura lógica e perde a confiança cega no sensorial. Aumenta a
capacidade de distinguir aparência de realidade. Resolução de
problemas por tentativa e erro. Dificuldade de raciocínio abstrato. O
estágio das operações formais que se inicia após os 11 anos de vida
envolve a capacidade de compreensão lógico-abstrata, de pensar
sobre o pensamento.

A criança consegue criar alternativas para os problemas e confrontar


mentalmente suas soluções. Ao final deste estágio, o indivíduo adquire a
capacidade de pensamento abstrato do adulto. A linguagem
desenvolve-se paralelamente ao pensamento e atrelada a este. Não se
pode pensar sem linguagem.

É importante destacar que nem todos os indivíduos atingem a


capacidade mental total. Alguns podem não atingir o estágio das
operações formais, permanecendo por toda a vida no estágio das
operações concretas. Estas pessoas têm dificuldade de raciocinar
prevendo um futuro. Trocará com facilidade um ganho futuro ou
vantagem em longo prazo por dinheiro imediato, mesmo que sem
grandes vantagens. Elas não veem sentido em treinamentos e
desenvolvimento, uma vez que sua necessidade concreta é a
sobrevivência e a visão de futuro está acima de seus objetivos. São
pessoas que cumprem normas com facilidade, mas sentem dificuldade
de elaborá-las. Isso ocorre porque o raciocínio abstrato mais elaborado
foge às possibilidades do indivíduo no estágio das operações concretas.
Dessa forma, toda e qualquer comunicação da organização deve levar
em conta as limitações cognitivas de seus colaboradores.

As emoções estão ligadas ao afeto. O afeto é aprendido e pode ser


aperfeiçoado e estimulado. Ele é dinâmico e interdependente, envolve
interesses pessoais, traços de personalidade, empatia, e circunstâncias
inesperadas no relacionamento entre pessoas em situações amigáveis ou
conflituosas. Por isso ele pode ser acompanhado de dor ou de prazer e
caracteriza- se por um conjunto psíquico de emoções. É importante
valorizar e estimular o afeto entre membros da empresa para se obter um
bom clima organizacional. Porém, essa não é uma tarefa simples, são
necessárias articulações especializadas. Limongi-França (2005) refere-se
à importância de incluir nas políticas de valorização do relacionamento
na empresa projetos que lidem com o afeto. Para essa autora, os projetos
de reflexão ou implementação sobre o afeto como qualidade de
relacionamento podem ser incluídos nos programas de saúde do
trabalho, desde as campanhas, como as Semanas Internas de
Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPATs) à criação de grupos de
vivências ou as denominadas clínicas de trabalho.

O afeto melhora o desempenho na empresa. São inúmeros os estudos


que comprovam que a segurança, a alegria e o sucesso na vida e no
trabalho são diretamente correlacionados com a nossa habilidade de
nos relacionarmos com os outros, com algum nível de compromisso,
profundidade e afeto.

Nota-se, contudo, que conteúdos emocionais alteram a interpretação


dos fatos, modificam o conteúdo memorizado. Por exemplo: um
indivíduo emocionalmente perturbado enxerga perseguição do chefe
ou desconfia de segundas intenções ao menor comunicado da
empresa.

.
A aprendizagem consiste na modificação relativamente duradoura do
comportamento ou respostas aos estímulos que nos afetam. Estamos a
todo instante aprendendo a solucionar os problemas do dia a dia. A
aprendizagem é responsável pela nossa sobrevivência, pois temos que
encontrar respostas corretas a situações perturbadoras.

O processo de aprendizagem pode ocorrer por:

• Ensaio e erro – o indivíduo procura solucionar um problema, quando


motivado, tentando formas variadas de pensamento e de
comportamento até a solução adequada.
• Condicionamento – o indivíduo recebe um reforço positivo (ou
recompensa) a cada resposta adequada ao estímulo e/ ou uma
punição a cada resposta inadequada.
• Insight ou compreensão gestáltica – aprendizagem pelo pensamento,
pela reflexão. O comportamento é influenciado por diversos fatores, tais
como os biológicos, sociais, psicológicos e culturais, e também, influencia
esses mesmos fatores.

Em virtude disso, iremos discorrer agora sobre os acidentes de trabalho e


de que forma o comportamento pode influenciar tais eventos. O
trabalho pode contribuir para a saúde do trabalhador, mas pode
também ser motivador de problemas de agravos da sua saúde. O
estresse, por exemplo, pode ocasionar uma diversidade de doença
relacionadas ao trabalho. Por outro lado, a ocupação pode ser um
elemento chave na saúde mental por não permitir a ociosidade, tão
angustiante e desesperadora para alguns, que pode ocasionar
frustração, ansiedade e depressão.

Podemos considerar, portanto, o estresse como condição que pode


afetar o comportamento. Entretanto, muitos são os fatores que afetam
mais a saúde física do que a emocional, como equipamentos ou
substâncias tóxicas. Nesse caso, os efeitos são diretos, mesmo que para
algumas pessoas seja necessária uma exposição prolongada a tais
estímulos. Algumas ocupações profissionais têm mais probabilidade de
ocorrência de fatores causadores de doenças físicas, como por exemplo,
dentista, enfermeiro, que têm maior chance de contrair doenças
infecciosas; digitador, escovista podem apresentar lesão por esforço
repetitivo (LER). Outras, no entanto, têm maior probabilidade de
exposição a lesões, como policiais e carcereiros, que estão
constantemente sujeitos a ataques corporais. Doenças infecciosas,
ataques físicos, temperaturas extremas, substâncias tóxicas, movimentos
repetitivos e ruídos excessivos são condições físicas do trabalho que
podem causar problemas de saúde no trabalhador. Pessoas que
trabalham com o público, como professores, médicos, cabeleireiros,
policiais, além dos já citados acima, podem ser expostos a doenças
infecciosas, desde as mais simples, como a gripe, às mais graves, como
a hepatite, a tuberculose, etc. há, porém, formas de precaução, que
consistem em um grupo de procedimentos de segurança.

Muitos profissionais estão sujeitos a ataques físicos, como o caso de


pessoas que trabalham com pacientes psiquiátricos e detentos.
Atualmente, com o aumento da violência, de forma generalizada, outras
profissionais têm sido alvo de ataques físicos, como os professores,
cuidadores em reformatórios, etc. Além dos fatores citados, existem os
relativos a horário de trabalho (expediente noturno e expediente longo)
que têm sido causas de muitos problemas de saúde.

Os transtornos do sono, por exemplo, que acometem pessoas que


trabalham noturno noturno e a fadiga que provoca queda no sistema
imunológico abrindo portas para diversas doenças ou prolongamento de
várias delas, dificultando o tratamento, proveniente do expediente
longo.

O estresse no trabalho é um fator a ser estudado separadamente, por ser


complexo e de múltiplas consequências para a saúde do trabalhador.
Um fator estressante exige a adaptação do funcionário. Para isso, o
indivíduo apresenta reações físicas, psicológicas e comportamentais. As
reações psicológicas envolvem respostas emocionais, como a
ansiedade, frustração, raiva e a insatisfação no trabalho. As físicas
envolvem sintomas, como tontura, taquicardia, dores de cabeça, de
estômago, doenças cardíacas, câncer, etc.

Já as comportamentais incluem a utilização de substâncias, do fumo,


absenteísmo, atrasos e a ocorrência de acidentes. Apesar de haver
fatores organizacionais associados aos acidentes de trabalho, focamos
nossa atenção para os fatores relativos aos funcionários, os quais incluem
características de personalidade, como a neurose e psicose;
experiências negativas, como uma perda de ente querido; e
comportamentos, como o consumo de álcool e outras drogas.

O trabalho enquanto atividade mediadora, é gerador de significações


psíquicas, que têm um papel fundamental no processo psicológico de
construção da identidade e na garantia do equilíbrio psíquico dos
trabalhadores.
O papel da Psicologia na Segurança do Trabalho, visa fortalecer
intervenções que possibilitem a discussão da relação homem/ trabalho
na perspectiva da promoção da saúde, segurança e qualidade de vida
no trabalho. Busca auxiliar os trabalhadores a resgatarem:
potencialidades e habilidades para tratar com tensões físicas,
psicológicas ou sociais; tornando-os mais aptos à adotarem uma atitude
positiva diante do trabalho e da vida.

“Ocupando lugar de destaque como causa dos acidentes de trabalho


encontra-se o fator humano, compreendendo: vivências de prazer e
sofrimento interferindo no comportamento de risco, características
psicossociais do trabalhador, atitudes negativas para com as atividades
prevencionistas, aspectos da personalidade, falta de atenção, entre
outras.” Di Lascio(2001)

Alguns estudiosos da Personalidade


SIGMUND FREUD
A motivação decorre de impulsos inconscientes sexuais e de
agressividade, a maior parte dos quais se origina durante a infância.
Freud dividia a mente em três níveis (consciência, pré-consciência e
inconsciência) e três instâncias (id, ego, superego).

ALFRED ADLER
A motivação é unificada na direção de metas não saudáveis
(superioridade pessoal) ou meta saudáveis (sucesso para todos).
O empenho por metas saudáveis está associado ao interesse social ou a
um sentimento de unificação com a humanidade.
O poder criativo e as percepções individuais e não a hereditariedade e
o ambiente são responsáveis pelo estilo de vida de um individuo.

KAREN HORNEY
São as influências sociais e culturais e não as biológicas que moldam a
personalidade.
Quando as necessidades de afeição não são satisfeitas durante a
infância as pessoas sofrem uma ansiedade básica, que as impede de agir
espontaneamente em relação aos outros ou em uma direção favorável,
contrária ou esquiva.

ABRAHAM MASLOW
A motivação é unificada, continuamente complexa e com freqüência
inconsciente.
As pessoas em diferentes culturas seguem a mesma hierarquia de
necessidades (fisiológicas, de segurança, de amor, de pertencimento, de
estima e de auto realização.

B. F. SKINNER
O comportamento humano é moldado pela seleção natural, pelas
práticas culturais e pelo condicionamento operante do indivíduo.

GORDON ALPORT

Um sistema aberto oferece espaço para o crescimento e a troca,


enquanto enfatiza a noção de que as pessoas são motivadas para
reduzir e para buscar novas tensões.

As disposições pessoais são traços individualizados exclusivos, os quais


motivam e orientam comportamentos.
A diversidade de características de Personalidade existentes, interferem
e motivam a conduta, explicam as diferenças do comportamento
humano, e devem ser consideradas em processos de defesa e
valorização da vida no contexto onde estiver inserida, seja no trabalho,
na família ou na sociedade.

Resiliência

Termo da física, usado como metáfora nas ciências humanas.


Representa a capacidade de um ser humano sobreviver a um trauma,
as adversidades pela visão positiva de reconstruir sua integridade e a
vida.

CARACTERÍSTICAS DE UM TRABALHADOR “RESILIENTE”

 Dimensão física/ biológica - Físicas herdadas ou adquiridas;


 Dimensão psicológica - Processos afetivos, emocionais e de
raciocínio;
 Dimensão social - Valores, as crenças, o papel na família, no
trabalho, em grupos e comunidades, a influência do ambiente
físico. Limonge/Rodrigues (2002)

Referências

ATKINSON, R. C. et al. Introdução à psicologia. 11.ed. Porto Alegre: Artes


Médicas, 1995.

BERGAMINI; TASSINARI. Psicopatologia do comportamento


organizacional: organizações desorganizadas, mas produtivas. São
Paulo: Cengage Learning,
2008.
BOCK, A. M.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L. Psicologias: uma introdução
ao estudo de psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 2001.

CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,


2004.
LIMONGI-FRANÇA, Ana Cristina. Comportamento organizacional. São
Paulo: Saraiva, 2005.

______. Stress e trabalho. São Paulo: Atlas, 2005.

______. Qualidade de vida no trabalho. São Paulo: Atlas, 2007.