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Os Perigos e as Oportunidades das Redes Sociais

Texto Bíblico: Filipenses 4.8

Um relatório recente diz que nós, brasileiros, passamos em média três horas e
meia nas redes sociais. As plataformas mais populares são YouTube, Instagram e
Snapchat. Diferentemente do que se pensa, pouco mais da metade dos
adolescentes no Brasil tem Facebook, com o Youtube sendo o campeão neste
quesito. As redes sociais, de fato, mudaram as nossas vidas.

Pesquisas indicam que entre cada dez pessoas com acesso à internet, pelo
menos sete possuem algum tipo de rede social. Se utilizadas de modo sábio e
maduro, as redes podem servir como um instrumento de crescimento pessoal;
todavia, há também perigos que merecem nossa atenção.

Na presente lição, vamos tratar das redes sociais sob dois aspectos: perigos e
oportunidades. Em si mesmas, as redes são neutras: o que poderá determinar
seus efeitos sobre nós é o modo pelo qual lidamos com elas.

OS PERIGOS DAS REDES SOCIAIS

• Vício Digital: A utilização por horas ininterruptas da internet é um claro


sinal de tal compulsão digital. Rapazes e moças dependentes que
desenvolveram dependência das atividades online não conseguem vencer a
tentação de acessar seus dispositivos para acompanhar as publicações de seus
contatos. Há pessoas que possuem crises de abstinência se ficarem off-line.
• Uso Inadequado do Tempo: Graças ao poder de interatividade das mídias
sociais, há quem passe horas e mais horas conectadas aos seus equipamentos
digitais consumindo tempo nas atividades do mundo virtual, seja no decorrer do
dia, da noite e até mesmo durante as madrugadas. Isso resulta em ociosidade,
atrasos e pouco (ou quase nenhum) tempo para estudo, leitura das Escrituras,
interação com as pessoas do mundo real e para outras atividades importantes.
• Pornografia na Rede: As mídias sociais também abrem várias
possibilidades de acesso à pornografia e conteúdos imorais que aguçam a
concupiscência da carne e a concupiscência dos olhos. Pesquisa realizada pelo
Instituto Barna apontou que a nova realidade tecnológica dos smartphones e da
internet de alta velocidade mudaram fundamentalmente a paisagem da
pornograia e a introduziram na cultura atual, passando a ser cada vez mais
aceita. Davi caiu em um momento de descuido em sua vida, que o levou ao
adultério (2 Sm 11.1,2).

• Perigo da Superexposição: exposição exagerada é outro perigo real na


utilização das mídias sociais. O compartilhamento indiscriminado e impulsivo de
opiniões, imagens e acontecimentos da vida particular expõe indevidamente a
imagem de alguém. Em muitos casos, essa busca de “curtidas” representa certa
fuga da realidade e desejo de aprovação social. Seguindo o exemplo de Cristo,
devemos nos afastar da cultura de fama e celebridade instantânea, com
modéstia e singeleza de coração.

• Amizades Instantâneas e Descartáveis: Na maior parte das vezes, os


“amigos” das redes sociais não são verdadeiros amigos. Não raro, as amizades
são instantâneas e descartáveis.

USANDO AS REDES SOCIAIS PARA A GLÓRIA DE DEUS

• Glorificando a Deus em tudo: Consideremos o que está escrito em 1


Coríntios 10.31: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer
coisa, fazei tudo para glória de Deus”. Todas as nossas ações, inclusive aquelas
que consideramos mais simples, como acessar a internet, devem glorificar ao
Criador. Quando o nosso coração está voltado para a majestade divina, não
existem coisas ordinárias; tudo é extraordinário, pois se voltam para a glória de
Deus.

• Testemunho no Mundo Virtual: As Escrituras afirmam que as pessoas


davam bom testemunho de Timóteo (At 16.1,2). Ou seja, enxergavam nele as
evidências, as marcas de um verdadeiro cristão. Igualmente, ao imitarem o
proceder de Paulo, os tessalonicenses foram exemplos dos fiéis na Macedônia e
Acaia (1 Ts 1.6-8).

• Evangelização nas Redes: As redes sociais são ambientes propícios para a


pregação do evangelho (Mc 16.15), ante a grande quantidade de pessoas que
acessam tais plataformas. Nesse ambiente, é importante ter criatividade e usar
pontos de contato para atrair a atenção dos descrentes, assim como Paulo fez
no Areópago (At 17.23).