DR/URA
ISR-83-034/87
SEU
70 anos, as lutas continuam
Voltando no tempo, do presente para o passado, relem- brando hoje com saudades dos bons tempos das lutas maio- res para todos nós à época. Grandes dificuldades enfrentamos para concretizarmos nossos objetivos em prol do enfermo mental e espiritual, com base no espiritismo nascente na região triangulina. O trabalho foi imenso, mas unificados e conscientes de nossa vitória espirititual, prosseguíamos, sem desanimo, a árdua tarefa que nos foi confiada sob as bênçãos de Jesus. Grande era a nossa confiança na espiritualidade maior que buscava em nós os frágeis trabalhos de encarnados e ajuda precisa para o grande movimento que se iniciava. Logo começaram a chegar de todos os lados os peregri- nos atormentados pelo passado de culpas, subjugados pelas próprias vítimas a pedir-lhes contas dos próprios sofrimen- tos em que encontravam. Hoje, com nossos companheiros do passados, nos rego-
jizamos com o sucesso alcançado. Sucesso sim, pois, ape- sar dos erros, fragilidades e insegurança pessoal e do grupo, conseguimos vencer os dias, meses, e anos, apesar das gran- des investidas do mal de encarnados e desencarnados que caíam sobre nós. Sentimo-nos hoje gratificados. A obra aí está, sem ser- mos os donos dela, apenas funcionários de Jesus, tentando a promoção do Mestre. Quantos já passaram pelo S.E.U. cada qual fazendo a sua parte para o crescimento do hospital psiquiátrico, visando o bem estar dos pacientes. Graças a Deus e aos dirigentes encarnados sempre espíritas,
a terapia espiritual prossegue complementando o convencional, aliviando as almas desorientadas em busca de socorro. Acertos e desacertos temos ainda; temos as mesmas fra- gilidades e inseguranças atuais, sem as perseguições sociais
e religiosas do ontem. Não importa a nós se os maiores conflitos de hoje sejam mais pessoais; buscamos sempre companheiros mais dis- postos para unirmos nossos esforços na continuidade do tra- balho de amor colocado em nossas mãos. Até quando estaremos ligados neste setor? Só Jesus o sabe;
por hora juntos caminhamos em nossa grande jornada evolutiva. Procuremos juntos e cada um em particular deixar o nos- so bom recado, este será sempre o nosso bem maior. Deixemos um pouco de lado o Espíritos Instauí-vos
com
a disposição sincera de mudanças no Espíritas, amai-vos uns aos outros e sereis felizes . Com amor haveremos sempre de vencer e agradeceremos sempre juntos a Jesus por mais um ano de trabalho que se finda, esforçando-nos sempre mais para
o cumprimento correto dos deveres colocados em nossas mãos. Que a paz de Jesus conosco permaneça.
Maria Modesta Cravo (Mensagem pscografada pela médium Jocely Batista Gil, na noite de 31/12/2003, por ocasião do 70º aniversário do Sanatório Espírita de Uberaba)
ESTUDANDO COM KARDEC
Origem e natureza dos espíritos
dá-se o mesmo com
Deus; nós somos seus filhos, porque somos sua obra.
O Livro dos Espíritos Li-
vro Segundo -cap.I Allan Kar- dec - EME
espetáculo ma ravilhoso da vida é atestato inconteste da grandeza e supremacia da Von- tade Divina. Pela orientação dos espíritos aprendemos li- ções que o homem - em sua busca há séculos para compre-
ender de onde viemos e para onde vamos tanto ansiava por receber. Na pequenez de nossa ca- pacidade intelectiva e na extre- ma pobreza de nossa lingua- gem já podemos trabalhar al- gumas noções que nos melho- re o entendimento acerca da vida e de seus mecanismos. Por ora, nada mais que algu- mas noções . Parte de tais questionamen- tos se referem à nossa cria- ção. Vimos anteriormente que Deus criou dois elementos básicos no Universo: o ele- mento material e o elemento espiritual. Do elemento mate- rial, em suas multivariadas for- mas, temos a origem de toda espécie de matéria, a que já conhecemos e as que ainda desconhecemos, inclusive o princípio vital, que permite ao espírito animar a matéria.
so infinito encontraremos a
vida, atributo do espírito, e que apesar das variações da maté-
ria nos diversos pontos do cos- mo, sempre o espírito possui
a mesma essência, oriunda da
Criação Divina. O espírito é obra do Cria-
dor Maior. Deus existe de toda a eternidade , nos dizem os luminares, explicando-nos que
o espírito possui um princípio,
pois fomos criados por Deus, mas não terá fim. Somos infi- nitos, tendo recebido tal carac- terística quando de nosso nas-
cimento . De que forma ocor- re este nascimento? Nem mes- mo os Espíritos Superiores que colaboram com Jesus na admi- nistração de nosso planeta pos- suem esta resposta. Deixam- nos claro que também para eles ainda é um mistério . Estu- dando nossa Doutrina Espírita compreendemos que ainda so- mos jovens no sentido espiri- tual e falta-nos muitos e mui- tos milhões de anos para co-
meçarmos a penetrar alguns mistérios da vida. Não há pres-
sa na evolução
próximos do início da caminha-
Estamos mais
da que sequer do meio dela Inclusive observamos algu- mas colocações que nos de- monstram o quanto falta-nos linguagem e maturidade. Por
exemplo, já entendermos que há
o elemento material e o elemento
espiritual. Todavia qual seria a
essência do espírito elemen-
mos do mesmo forno , se as- sim podemos dizer. Se não so- mos parte do elemento materi- al, já podemos afirmar que o espírito não é matéria. Mas o
que é a vida? A dificuldade para tal os próprios espíritos expri- mem: Como podemos definir uma coisa, quando não dispo- mos dos termos de comparação e usamos uma linguagem insu-
ficiente? No entanto, nas orientações da Espiritualidade, temos como patente que sendo uma cria- ção, o Espírito deve ser alguma coisa . Logo concluímos que há muitas coisas a aprender, e somente o tempo poderá eluci- dar as bilhões de indagações que surgem na mente humana a cada passo dado na direção do conhe- cimento e da compreensão da vida. Se nossas dúvidas eram pueris e ingênuas nos séculos passados, hoje, com o advento do Espiritismo, ainda as traze- mos dúvidas -, porém de cu- nho muito mais elevado e de teor mais importante para a existên- cia do homem. O elemento es-
piritual é feito de algo que vai
Aguar-
demos nosso amadurecimento
para que a Providência Divina possa ir dirimindo tais questio- namentos no escoar dos milêni- os incontáveis. De mais necessário que te-
mos a entender por ora des-
ta ponta do véu que levantamos
é que somos espíritos nascidos
muito além da matéria
dos na mesma fonte, da mes- ma forma -, que todos somos
infinitos, que temos igual des- tinação perfeição -, e que pelo pouco que sabemos já conse- guimos ter uma noção espeta- cular da Divindade, Inteligên- cia Suprema, Causa Primária de todas as coisas.
O alcance moral de tais co-
gitações é espantoso! Nos agar- ramos a questiúnculas do coti- diano da vida, e quando verda- deiramente refletirmos em tais informações - ainda não as mais profundas-, mudar-nos-á a con- cepção real de nossa existên-
cia. Faz-se mister analisar, me-
ditar e refletir
Espíritas, é
chegado o tempo de fazê-lo! As vozes dos Céus assim o con- clamam!
E aguardemos o que virá,
pois há muitas coisas que não compreendeis porque a vossa inteligência é limitada; mas isso
não é razãopara as repelirdes .
|
E o elemento espiritual? |
to |
espiritual -? Eis algo que ain- |
da fonte mais pura e fecunda |
Joamar Zanolini Nazareth |
|
|
Quais explicações temos acer- ca de tal elemento? Os Espíri- |
da não temos alcance para cap- tar. Aclaram-nos os mensagei- |
que existe no Universo o AMOR -, e que como espíritos |
jonazareth@mednet.com.br |
||
|
que somos, jamais teremos fim. |
Bibliografia: |
|||
|
(*) Allan Kardec - O |
|||||
|
tos Superiores aclaram-nos que os Espíritos são os seres inteligentes da criação , que povoam o Universo. Portanto, em qualquer parte do Univer-
|
ros do Alto que os espíritos são individualizações do princípio inteligente. Não quer dizer que sejamos partes uns dos outros; somos individuais, mas surgi- |
Que a vida pulsa vibrante em cada um de nós, que somos iguais perante Nosso Criador, que não há privilégios nasci- |
LIVRO DOS ESPÍRITOS - Parte Segunda - Cap. I - questões 76 a 83 - EME |
||
Ano Novo
Márcia Queiroz Silva Baccelli
eráclito, filósofo pré-socrático, compara os se res com a cor- rente de um rio. Ele afirma que não poderia entrar o homem duas vezes, nas águas de um mesmo rio. As águas do rio renovam- se, o homem também; ao vol- tar no mesmo trajeto, já não é mais o mesmo. Entramos no Ano Novo. Diz-se que não existe tem- po passado, e nem tampouco
tempo futuro, que o tempo é um eterno presente. Este ano não será igual ao ano anterior, pois os aconteci- mentos já não serão os mesmos
e o homem não é o mesmo. Todas as coisas se movem
e nada permanece estático. Portanto, é necessário mui- ta fé e energia para começar- mos um ano novo, um novo dia. Cada dia exige algo diferen- te de nós. Estar centrado em si mes- mo, buscar diante da vida não apenas os valores materiais, mas sim desenvolver um senti-
MINI SEMINÁRIO
Lições para a Felicidade
com Divaldo
Pereira Franco dia 27 de fevereiro de 2004 às 19h, no Auditório da FMTM, Rua Frei Paulino, s/n - Abadia Vagas limitadas - inscrições na Livraria Espírita Emmanuel - R. Artur Machado, 288 - sala 4 - Centro Informações 3312-8327
do de vida torna a passagem mais suave. O Conhecimento espírita é bem-vindo, auxiliando-nos a atravessar os dias vindouros
com coragem. Assumir a responsabilidade
pela própria vida, confiar em Deus, nutrir nos de esperança
e alegria por certo nos ajuda-
rão a percorrer a trajetória mais suavemente. Recordamos que homens
e mulheres de todos os luga-
res e épocas diferentes tive- ram êxito e fracassos, exata- mente como nós porém en-
contraram forças num ideal, para recomeçar, dia após dia, sua jornada. Eles são parecidos com to- dos nós; nós somos parecidos com todos eles, caminhando cheios de coragem num dia e, talvez, receosos no outro.
O Espiritismo é alavanca de
progresso auxiliando-nos a mantermo-nos de pé.
A verdadeira importância
da viagem que realizamos na
Terra, é o fato de a estarmos fazendo sozinhos e, ao mes- mo tempo, misteriosamente juntos.
70 anos do Sanatório Espírita de Uberaba
Exemplo de luta, de amor ao próximo e, de respeito à dignidade humana, o Sanató- rio Espírita, vem ao longo de sua história cristã tendo como farol, JESUS E KARDEC. No último dia 31 de dezem- bro de 2003, no refeitório cen- tral, repleto de pacientes, di- retores, voluntários, médiuns e
por certo, espíritos amigos, fa- miliares e Benfeitores, reuni- mo-nos todos para comemo- rar esse marco histórico e matar saudades. Várias mensagens foram enviadas do Plano Maior, in- centivando e orientando os diretores e funcionários da casa. Na oportunidade fez
uso da palavra o Sr. Roland Chaves Mendes, represen- tando o Centro Espírita Ube- rabense, Roberto Martins Lopes, representando o Sa- natório Espírita e Marcio Roberto Arduini, em nome da União da Mocidade Espí- rita de Uberaba UMEU . À parte do comentário Evan-
Desencarna devotado companheiro
Domingos Gusmão de Olivei-
ra, ao fim de longo período de pertinaz enfermidade cadiovascu- lar, que o reteve no recesso do- méstico, privando-o do amável contato com os companheiros de Doutrina, bastante conhecido
e estimado a que era entre os
cooperados do Centro Espírita Uberabense e da nossa União da Mocidade Espírita de Uberaba, acaba de privar-nos a todos de sua muito amiga e fraterna pre- sença material. Desencarnou, portanto, sob a desvelada assis- tência médica que tantas vezes
lhe foi prodigalizada no Hospital São José, desta cidade, e cerca- do pelo carinho e dedicação dos familiares. O desenlace ocorreu, tranqüilamente como, aliás, sempre viveu e como é apanágio dosespíritascompreensivos no dia 6 deste mês de fevereiro de 2004, às 12:15 horas, naquela casa de saúde.
O nosso inesquecível Do-
mingos, uberabense, nascido em 22 de setembro de 1920, era casado com D. Maria de Olivei- ra (Neguinha), de saudosa me- mória tendo deixado duas filhas, casadas, a saber: D. Regina Be- atriz de Oliveira Cardoso, pro-
fessora estadual, consorciada com o Sr. Laerte Rodrigues Car-
doso, técnico em montagens industriais, pais das jovens Fer- nanda e Thaís de Oliveira Car- doso, estudantes; e D. Marília Emilia Pereira de Almeida, ban- cária, consorciada com o Sr. Edson Pereira de Almeida, fun- cionário público municipal, pais
das jovens Betânia e Verônica Oli- veira de Almeida, estudantes.
O bondoso irmão egresso
do Plano Terreno era profissi- onalmente funcionário público estadual, aposentado, lotado na
Unidade Estadual de Saúde de Uberaba, e doutrinariamente, proficiente Procurador e Expe- didor de AFlama Espírita , ati- vidades que exerceu, de modo elogiável, enquanto lhe permi- tiram as condições físicas, por mais de 40 anos. Legou-nos, assim, nosso bom Domingos a todos, que prosseguimos nas
lides espíritas em geral sua ter- na saudade e a exemplar lem- brança de sua proveitosa exis- tência, na senda da evolução espiritual, com vistas aos mé- ritos da Vida Futura. Ao velório, instalado com simplicidade própria das convic- ções espíritas, na Funerária Ir- mãos Pagliaro Setor Avenida Leopoldino de Oliveira, compa- receu expressivo número de pessoas diferentes relações com
o saudoso confrade, tendo-se
algumas manifestado em como-
ventes despedidas e preces em intenção do espírito, momentos antes da saída do féretro, o qual
se verificou às 11 horas do dia
seguinte, em direção ao Cemi- tério São João Batista . Gratos que somos, todos nós
que de nos beneficiamos de sua abnegação e de sua amizade, ao mesmo tempo em que apresen- tamos sinceras condolências aos
seus dignos familiares, almejamos
as amoráveis bênçãos de Jesus,
nosso Mestre e Senhor, ao ca-
ríssimo irmão e companheiro, ora
na Pátria Espiritual, entre as ale- grias do reencontro com os en- tes queridos que o precederam
na grande viagem.
A Redação
Nossos Avalistas
Fernando Dutra de Sá Júnior (in memorian)
Temos a faculdade de esco- lher entre o bem e o mal, entre
o
e
A este direito que Deus nos
concede chamamos livre-arbítrio.
Entretanto, embora detenha- mos este direito, a verdade é que temos o dever moral de so- mente escolher o Bem; a obri-
gação de apenas obrarmos coi- sas justas e úteis; o imperativo de nos aplicarmos na edifica- ção do Reino de Deus sobre a crosta terrestre. Temos mil motivos para agir assim. Contudo, discorre- remos sobre apenas um a nos-
sa responsabilidade ante os nos-
trabalho e o ódio, entre o ódio o perdão, e assim por diante.
sos avalistas espirituais. Quando tomamos para nós um corpo físico, acompanhado de todas as circunstâncias úteis e educativas a ele inerentes, esta- mos tomando o lugar de outrem. Vale a pena perguntar: por
que eu e não outro?
E a resposta é: eu estou aqui
e não outro candidato a esta oportunidade, por que alguns espíritos meus amigos conse- guiram convencer a Autorida- de Decisória do Mundo Espiri-
tual a entregar a mim e não a outro a chance em questão. Para tanto, empenharam-se, usaram de argumentos para convencer o Espírito responsá- vel pelas reencarnações, garan-
tiram que eu seria de fato aquele que se sairia de fato melhor se reencarnado. Enfim, foram os meus ava- listas. Portanto, se eu falhar, se eu fizer menos do que poderia ter feito, decepcionarei àqueles que
se empenharam por mim, que
apostaram
em mim.
Com que cara olharei para aqueles queridos e dedicados amigos? É por isso que Emmanuel nos aconselha o trabalho incessante no Bem. Incessante quer dizer o tem-
po todo, aproveitando ao máxi- mo o tempo que nos foi dado. Só assim estaremos justifi- cando a nossa escolha para a oportunidade da reencarnação. Existem muito mais espíri- tos desencarnados que encar- nados. Possivelmente o dobro, talvez mais. Logo, um corpo físico não
é coisa fácil de obter. Pensemos nisso quando fo- mos tentados a matar o tem- po, a preferi o ócio. Que Deus aumente em nós
a nossa boa vontade e a nossa gratidão para com os nossos queridos amigos invisíveis que tanto confiaram em nós.
FIM
41ª COMMETRIM
Realizada a 40ª Commetrim em Perdizes, nos dias 31 de outubro e 01 e 02 de
novembro de 2003, noticiada na última edição
faltou informar que a próxima
Commentrim
a 41ª será realizada na cidade do Prata (MG) e terá como presidente o
confrade Manoel Tibúrcio Nogueira. É bom destacar que estaremos comemorando 40 (quarenta) anos do evento.
gélico, esteve a cargo de Maria Cecília Lopes. Que Jesus ilumine e aben- çoe sempre esse Lar de fra- ternidade e amor, para que Ele prossiga como um Porto Se- guro aos irmãos desampara- dos e carentes do caminho.
Diretoria do SEU.
Eleição de
diretoria
da Aliança
Municipal
Espírita
Em 31/01/2004 foi realiza-
do a Assembléia Geral Ordi-
nária para eleição e posse da
novadiretoriadaAliançaMu-
nicipal Espírita, no Centro Espírita Aurélio Agostinho.
Inicialmente foram lidos os relatórios das atividades
desenvolvidasduranteaulti-
ma gestão, passando-se a
seguir paraoprocessoeleti- vo, tendo em vista, pela pri- meiravezhaviaduaschapas concorrendo, uma tendo como candidata a presiden-
te a companheira Sônia Isa-
bel eaoutraoconfradeMar- co Antônio.
Conforme formato pre- vistonoestatutodaentidade ovotofoi poraclamação, es-
tando presentes os repre-
sentantes legais de 68 (ses- senta e oito) instituições fili-
adas àAME.
A chapa encabeçada
pela confreira Sônia Isabel sagrou-se vitoriosa por 34 vo- tos a 29, com5 abstenções.
Ao final, um dos dirigen-
tes presentes pediu a pala-
vra, justificando sua absten- ção pelo fato da eleição não ser por escrutírio secreto, criando constrangimentos,
já que os participantes das
duas chapas são pessoas
amigas, do relacionamento
e que o voto secreto daria
tranqüilidade a todos, evita-
riaomal-estar sentidoenão permitiria quaisquer mágoa posterior, noquefoi aplaudi- do pelos presentes. Fica aqui a sugestão para que se discuta com carinho a possível mudança que parece ser anseio da co- munidade espírita local tanto que aplaudiu a coloca- ção do companheiro.
Aos participantes do plei-
toenviamosnossos votosde realizações, tanto aos vence- dores para que contem com oapóio detodoseainspira-
ção de Cristo, tanto aos que
não tiveram êxito mas mos- traram sua disposição de ser-
vir aomovimentoespírita.
Que possam somar for- ças emprol denossa comu- nidade espírita.
Na próxima edição des-
creveremos a nova diretoria, para que saibamos a quem recorrer na várias áreas de atuação de nossa Aliança
Municipal Espírita, bem como apóia-los em suas boas iniciativas em prol do espiritismo.
Carta aos Pais
Senhores pais, Pedimos licença para falarmos de coração para coração.
O assunto é urgente.
Sabemos que o bem mais precioso nas suas vidas, é o SEU FILHO. Este espírito que retornou do além, em corpo de crian- ça, merece cuidadosa atenção.
Pergunatamos:
Por que esta aqui? Para quê?
O que ele espera de vocês?
Escolas!? Alimentos!? Roupas!? Computadores!? Ele espera e necessita muito mais que isto. Ele precisa
do EVANGELHO DE JESUS em sua vida. Para que? Para tornar-se um adulto emocionalmente equilibrado, forte para a luta e feliz.
A missão dos pais é sublime.
Nós evangelizadores da infância e da juventude, quere-
mos ajudá-lo. Encaminhe seu filho à escola de Evangelização de nos-
so Centro.
Estamos esperando de braços abertos. Não lhe negue esta oportunidade. Lembre-se do que disse JESUS:
DEIXAI QUE VENHAM A MIM OS PEQUENINOS.
|
Centro Espírita |
Uberabense |
Departamento de |
|
Infância e Juventude |
Uberaba / MG |
|
Diretor: Márcio Roberto Arduini
Conselho Redação: Joamar Zanolini Nazareth, Maurílio Modesto Cunha, Márcio Roberto Arduini.
Relações públicas, assinaturas e pagamento:
Caixa Postal 176
38070-000
Uberaba-MG ou Leonardo 3336-4840
Remessa de colaboração e publicações
CaixaPostal 176
38070-000
Uberaba/MG
Pessoalmenteaum dosredatores
por e-mail:
sanatório.espírita@zaz.com.br / jonazareth@mednet.com.br
Obs.: preferencialmente digitados, entregues em disquetes ou remetidos via e-mail.
Assinatura Anual R$ 20,00 Pagamento por: Boleto Bancário, Vale postal,Depósito em c/c 502.086-2ag 0160
Caixa Econômica Federal, Cheque nominal remetido por via postal
Jornalistas responsáveis:
Maurílio Modesto Cunha Joamar Zanolini Nazareth
registro nº 372/79 registro nº 309/02
MTB
MTB
|
Projeto Gráfico: |
||
|
Paulo de Tarso |
Rua Santa Catarina, 775 |
Tel/Fax: (34) 3314-7037 |
Cel: (34) 9978-8386
email: dtarso@terra.com.br
Impressão:
Gráfica Eldorado
Tel.: (34) 3338-2277
Uberaba -MG
Publicações
O Enigma
Aos trabalhadores de todas as idades uma noite agradável com musica e palestra. Próximodia28defevereironoCentroEspíritaUberabense, o palestrante Gilberto Rodrigues, com o tema Saúde do
Livro:
renidade e à elevação. A médium, nossa companheira Giva Teixeira, de Campina Verde, é batalhadora de nossa doutrina, sempre primando-se pela coerência e fidelidade ao espiritis- mo. Livros que devem freqüentar nossa estante, pelo conteú- do doutrinário e pela sabedoria das palavras do espírito Camilo Chaves.
Autor(es): espírito J.W.
Rochester, médium: Maria Gertrudes
contatos
Editora: IDE
para tel.: (19) 3541-0077 venda@ide.org.br Comentário: Romance de Rochester pelas mãos da con- freira Maria Gertrudes, de Ituiutaba narrando a história de: Cambyses II, Rei dos Per- sas, Rei do Alto e Baixo Egi- to. Muitas informações e en- sinamentos acerca de busca pela recuperação moral por parte de uma alma que tendo
abusado do poder, colheu dores e iniciou uma longa trajetória
de lutas para poder alcançar sua ascensão.
Jesus disse:
Saudades
- Nós precisamos percorrê-lo.
- Nós estamos esfaimados. *** Jesus e nós!
A vida e o mundo!
*** Há quem elege a sombra para comprazer-se na escuridão;
e há quem busque a luz para libertar-se. ***
A vida é plenitude.
O mundo faz-se escravidão. *** Jesus liberta o homem. O mundo encarcera-o. *** Vive, no mundo, com Jesus na mente e no coração, a fim de
alcançares a paz, mediante a vitória que te aguarda, após o trânsito edificante pela experiência humana. ***
Quem crê em mim
afirmou Jesus já passou da morte para a vida.
Joanna de Angelis/Divaldo Pereira Franco
Um tanto criança, vi esse templo de amor se edificar, bus-
car apoio, segurança, na fé viva
que Jesus nos permite vencer,
pois a fé remove montanhas.
Assim, essa casa se edificou no tempo, venceu desafios, pro- porcionou saúde a muitos, dig-
nidade a outros, equilíbrio e res- peito a tantos, como trabalho a
muitos pais de família.
Fui um a vivenciar e apren- der a arte de viver com os pio-
neiros deste Consolador e tra- balhar nesta casa aprendendo que mais que trabalhar com profissionalismo, devemos ser-
vir com amor, promovendo nosso bem estar e daqueles que próximo a nós permanecem, trocando experiências e conos- co crescendo em direção ao Pai, seguindo Sua excelsa luz. Caríssimos, que ora militam nesse lar de amor, possam vo- cês medirem os próprios atos, não fazendo do trabalho um meio de defender o pão, mas
para servir, conhecendo essa Dourtrina e fazendo desta não só uma religião, todavia, filo-
sofia e roteiro de nosso viver e
caminhar pela terra; escola ben- dita que nos oferece sempre nova oportunidade de redenção dos erros, para que do calvário próprio, ressurja a redenção onde, libertos do fardo carnal, um dia sejam pequeninas estre- las de Jesus iluminando todos os chalés tristes que só confi- am no Amor Divino através da luz das estrelas. Hoje mato a saudade ao to- car a caneta e riscar palavras que saem de um coração que viveu e respirou em cada espa- ço desta casa e, hoje em espíri- to, se sente como um tijolo des- te ambiente. Abraços a todos do amigo,
Silvino Cunha (Vinote), pela médium Lucíla Sousa recebido nas dependências do Sanatório Espírita
A veste nupcial do espírito
|
Walter Barcelos |
a consciência. Devemos ter |
oposto: o orgulho. A virtu- de realmente digna desse nome não gosta de exibir- se . Este estranho sintoma espiritual é de todo religioso que pratica a fé e a caridade embora conserva no coração
|
moral deverá ser bem elabo- rado: auto-educação no amor humildade que atinja o san- e |
|||||||||||
|
Entrando, porém, o rei para ver os que estavam à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupci- al, e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui sem ves- te nupcial? E ele emude- ceu. (Mateus, 22:11-12) |
todo cuidado e carinho na con- fecção de nossa própria veste nupcial. Sua feitura deverá ser com primor: não poderá ser mal costurada, com corte de- |
|||||||||||||
|
tuário do coração e altar da consciência. Toda virtude- aparente será inevitavelmen- te desgastada e extinguida pelo tempo, perdendo sua identidade. A má árvore pre- cisa ser cortada pela reforma íntima com a eliminação das imperfeições morais. Jesus refere-se a outra bela imagem: Nem se põe vinho novo em odres velhos; do contrário, rompem-se os odres, derrama-se o vinho, e os odres se perdem. Mas, põe-se vinho novo em odres novos, e ambos se conser- vam . (Mateus, 9:17) Jesus com lógica inquestionável afir-
|
||||||||||||||
|
feituoso, trabalhada com pres- |
||||||||||||||
|
sa e indiferença, relaxamento |
imaturo as máscaras de or- |
|||||||||||||
|
e má vontade. O Pai Celesti- |
gulho e vaidade, presunção e personalismo. Seguir Jesus ostentando imperfeições dis- farçadas de santidade é en- gano terrível para o espírita. Todo religioso enganado é bem a figura do convidado apressado e vaidoso que en- trou no banquete sem enver- gar a veste nupcial. A veste velha são nossas ancestrais imperfeições morais, personalismo, ódios e vingan- ças, paixões doentias, maus |
|||||||||||||
|
al não aceita vestimenta sem |
||||||||||||||
e Deus veste com beleza inigualável a simples erva do campo que hoje perfuma e amanhã morrerá sob |
garantia para a glória de luz na eternidade. Deus só apro- a vestimenta bem feita para durabilidade eterna. va Rem endos m orais |
|||||||||||||
|
o |
sol escaldante, o que pensar |
Remendos de todos os ti- pos e gostos podemos fazer em nossas vestes, reaprovei- tando ao máximo a indumen- tária para maior tempo de uso. No campo do aperfeiço- amento moral não podemos ajeitar remendos na tessi- tura do espírito. Os remen- dos morais não dão certo na estrutura da alma pois não têm consistência. É serviço mal fei-
|
||||||||||||
|
de seu imenso amor às almas inteligentes porém ainda des- crentes e infelizes da Terra? Je- sus com doçura e luz da espe- rança encoraja-nos : Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e ama- nhã é lançada no forno, quan- to mais a vós outros, homens de pequena fé? (Mateus, 6:30) |
||||||||||||||
|
hábitos e vícios enquistados no |
ma que se com o tonel velho |
|||||||||||||
|
curso das reencarnações mile- nares trazendo constante in- felicidade ao coração. Conser- var e exibir virtudes aparen- tes na veste-velha do espíri- to é tecer frágil remendo moral que, mais cedo ou mais tarde, deverá ser lançada ao fogo purificador das provações
|
de nossa personalidade inferi- or cultivarmos o vinho novo da fé e do amor: impossível conservá-lo bom e puro no espírito. Este vinho ficará muito amargo, ácido e corro- sivo. Devemos conservar o vinho dos bons sentimentos em tonel novo: inteligência es- |
|||||||||||||
|
A |
vest e definit iva |
to, confecção adaptada e de pouca durabilidade. Quem ad- vertiu quanto a esse engano foi Jesus: Ninguém põe re- mendo de pano novo em
|
||||||||||||
|
As criaturas humanas não podem permanecer no estado desagradável de mendicância moral, pobreza de sentimentos |
||||||||||||||
|
e |
expiações com a finalidade |
clarecida, mente iluminada, coração evangelizado e cons- ciência desperta para a reali- dade da vida imortal. A perfeição espiritual Jesus indicou-nos a grande meta a ser alcançada no gran- de futuro quando asseverou: |
||||||||||||
|
e |
deformidades do caráter. |
vestido velho; porque o re- mendo tira parte do vesti- do, e fica maior a rotura (Mateus, 9:16) Se alguém porventura faz remendo de pano novo em veste velha tem a clara certeza que não terá duração pois a veste velha |
educativa de eliminá-las defi- nitivamente. Há muitos irmãos espíritas enganados com suas falsas virtudes. Deixou-se le- var pela vaidade de suposta grandeza moral e interesse pessoal. É alguém que cons- |
|||||||||||
|
Sua infelicidade está justa- mente em permanecer vigo- rando o deformado figurino de egoísmo e orgulho que são a fonte de todas as imperfei- ções. Jesus com segurança imperturbável afirmou quanto |
||||||||||||||
|
a |
destinação da estéril árvore |
não suportará por muito tem- po e romperá promovendo um rasgo maior do que o an- terior. Na verdade o que caiu foi a máscara da hipocrisa do religioso vaidoso. Isso também se dá no campo mo- ral. Não dá ótimo resultado colocar uma suposta virtude |
truiu sua casa espiritual no ter- reno inseguro da areia do or- gulho como esclareceu Jesus: |
Sede vós pois perfeitos, |
||||||||||
|
das imperfeições humanas: |
||||||||||||||
|
Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvo- re, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada ao fogo . (Mateus, 3:10) Deus não quer que seus filhos continuem envergando indefi- |
E todo aquele que ouve es- tas minhas palavras e não as pratica, será comparado a um homem insensato, que edi- ficou a sua casa sobre a areia . (Mateus, 7:26) Quando o Senhor exigiu do
|
como é perfeito o vosso Pai que está nos céus . (Mateus, 5:48) Todos os espíritos da Ter- ra necessitam conquistar o aprimoramento moral e en- grandecimento da sabedoria para a eternidade gloriosa. É alguém que construiu sua casa |
||||||||||||
|
nidamente a veste espiritual rota, triste e sombria. Ele não criou filhos para a mendicân- cia eterna. Como Senhor de todas as riquezas deseja que os amados filhos sejam ricos |
moral costurada |
na velha |
estranho convidado o uso da túnica nupcial este ficou sem recursos de argumentação e defesa: FICOU MUDO. Não teve como discutir com o Se- nhor da Vida. A garantia do convidado seria estar vestindo |
espiritual nas poderosas rochas da consciência e coração: Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica, será comparado a um homem prudente, que edi- ficou a sua casa sobre a ro- |
||||||||||
|
veste do orgulho humano. Cultivar virtudes no can- teiro árido do orgulho é te- cer enganosamente virtu- de-aparente na intimidade
|
||||||||||||||
|
e |
usem a vestimenta digna |
do espírito. Para comprovar esta verdade encontramos |
||||||||||||
|
Dele. Quem não possua a veste de luz do aperfeiçoa- mento na consciência, men- te e coração não fará parte do concerto da fraternida- de universal. Engano pensar que a veste nupcial esteja no perispírito. Ele é efeito e não causa. A sede do espírito é |
a |
túnica das virtudes morais. |
cha . (Mateus, 7:24) Jesus é o alfaiate sublime do espírito. Mestre da Veste Perfeita convida todas criatu- ras participarem do maravilho- so Banquete do Amor Univer- sal, bastando para tal envergar túnica nupcial para o celeste consórcio com o Pai Criador. a |
|||||||||||
|
em O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XVII, item |
As virt udes |
|||||||||||||
|
8 A virtude , o seguinte
|
No campo do aperfeiçoa- mento do espírito para a eter- nidade Deus não aceita obra mal acabada e nem mesmo pequenos defeitos de manufa- |
|||||||||||||
|
texto: Aquele que faz alar- de de sua virtude não é vir- tuoso, pois lhe falta a prin- cipal qualidade: a modéstia, |
||||||||||||||
|
e sobra-lhe o vício mais |
tura. O trabalho de melhoria |
|||||||||||||
Bibliotecas
CANTINHO DA DIVUGAÇÃO
Feira do Livro Espírita
Livrarias
Estamos fazendo o censo dos mecanismos de divulgação doutrinária espírita no Triângulo Mineiro. As instituições do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba que possuam atividades de difusão, sejam elas:
Banca de Livro Espírita
Clube do Livro Espírita
Editoras
Jornais Espíritas Programas de rádio e/ou de TV
Boletins regulares (distribuídos além da própria casa)
Outras formas de divulgação Doutrinária EscrevamparaojornalAFlamaEspírita CaixaPostal176 CEP38-Uberaba MGouenvieme-mailpara
jonazaneth@mednet.com.br, informando a atividade realizada, desde quando, instituição à qual está vinculada. A finalidade é divulgar tais trabalhos. Se possível, escrever um texto falando sobre o trabalho. A Redação
Programa Radiofônico Espiritismo no Lar
TODOS OS SÁBADOS, ÀS 15H RADIO SETE COLINAS AM
Ouça e divulgue. Sugestões e material para divulgação, escreva: Caixa Postal687 38001-
970Uberaba
MG
Censo das Instituições Espíritas de Uberaba
Pedimos às instituições espíritas que
não constam do último opúsculo editado pela Aliança Municipal Espírita - seja por terem sido fundadas após a impressão do mesmo, seja
por não estarem filiadas àquela entidade que escrevam para este jornal informando o nome, local da sede, data de fundação e responsável direto do grupo. Tais informações têm o único fito de fazermos um censo dos grupos espíritas de Uberaba, mesmo que ainda não tenham registro formal junto ao Cartório, CNPJ, etc para fins de divulgação junto à comunidade.
A todos os grupos de Uberaba os que
constam e os que não constam no citado opúsculo pedimos enviar material no máximo
2 páginas corpo 12 fornecendo os dados data de fundação, fundadores, histórico do grupo, etc para publicação na Flama Espírita.
A partir da próxima edição estaremos
inaugurando uma coluna dedicada aos grupos espíritas de Uberaba. A cada edição estaremos mostrando aos leitores um grupo espírita.
A Redação
Bien plus que des documents.
Découvrez tout ce que Scribd a à offrir, dont les livres et les livres audio des principaux éditeurs.
Annulez à tout moment.