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APNÉIA NEONATAL

Adriana Kawaguchi, Nilcéia Peclat, Paulo R. Margotto


www.paulomargotto.com.br
Brasília, 2 de novembro de 2009

Apnéia é definida como uma interrupção do fluxo de ar nas vias respiratórias por um
período igual ou superior a 20 segundos, ou por período de menor duração, se acompanhado de
bradicardia, cianose ou palidez.
É necessária a diferenciação entre apnéia e respiração periódica. Esta última é
caracterizada pela presença de movimentos respiratórios por um período de 10 a 15 segundos,
intercalados por pausa respiratória de 5 a 10 segundos, sem cianose ou bradicardia. A respiração
periódica ocorre em cerca de 25% dos recém-nascidos prematuros e em 2 a 6% dos bebês a
termo. Tem bom prognóstico e não necessita de tratamento específico.
Classificação:
- Apnéia Central: interrupção do fluxo aéreo e do esforço respiratório simultaneamente (10
a 25% dos casos)
- Apnéia Obstrutiva: interrupção do fluxo de gazes por obstrução das vias aéreas com
movimentos respiratórios ativos (10 a 20%)
- Apnéia Mista: apnéia central, seguida de episódio obstrutivo ou vice-versa (50 a 75% dos
casos).
Incidência:
A incidência e severidade são inversamente proporcionais à idade gestacional:
 84% dos recém pré-termos (RNPT) com peso menor que 1000 g
 50% dos RNPT com peso entre 1000 g-1500g
 25% dos RNPT com peso entre 1500 g-2500g
Geralmente se inicia no 2º ao 7º dia de vida. É rara no 1º dia
Os episódios cessam por volta de 34 a 36 semanas de idade gestacional pós-concepcional,
podendo persistir até ou após o termo, especialmente nos prematuros extremos.
Episódios de apnéia em RN a termo é sempre secundária a alguma patologia de base.
Fisiopatologia da apnéia da prematuridade:
- Imaturidade do sistema nervoso central do prematuro caracterizada por menor número de
sinapses neuronais, arborização dendrítica escassa e mielinização incompleta, levando a retardo
na propagação do estímulo nervoso.
-Resposta atenuada ao CO2 (menor sensibilidade dos quimiorreceptores no RN prematuro) e uma
resposta paradoxal à hipoxemia (no RN a hipóxia deprime a respiração, ao contrário do que é
observada no adulto).
- Influência do sono: O RN prematuro dorme cerca de 80% de seu tempo e o RN a termo cerca de
50%. Durante o sono REM (cerca de 90% do sono do prematuro de 30 a 31 semanas) observam-
se irregularidades no padrão respiratório, diminuição do tônus da musculatura intercostal e menor
atividade diafragmática. Com o aumento da idade gestacional nota-se aumento na proporção de
sono não-REM.
- O prematuro apresenta algumas características anatômicas das vias aéreas e caixa torácica que
favorecem a apnéia: vias aéreas mais finas e propensas ao colabamento; caixa torácica mais
complacente; diafragma com maior número de fibras sensíveis a fadiga; não apresentam boa
coordenação entre os músculos respiratórios e os músculos que controlam a permeabilidade das
vias aéreas superiores.
- Inibição do centro respiratório por neurotransmissores secretados durante a hipóxia. O mais
relevante é a adenosina. A administração de metilxantinas, antagonistas da adenosina, previne a
depressão respiratória como resposta à hipóxia.
Causas de apnéia no período neonatal:
Existem diversas causas de apnéia no período neonatal que devem ser afastadas antes de
atribuir a apnéia à prematuridade:
- Oxigenação deficiente: Doença de membrana hialina, pneumonia, atelectasia, displasia
broncopulmonar, persistência do canal arterial, anemia, hipovolemia;
-Distúrbios metabólicos e hidreletrolíticos: hipoglicemia, hipocalcemia, hipomagnesemia, hipo e
hipernatremia, erros inatos do metabolismo;
- Infecções: sepse, meningite, enterocolite necrosante;
- Condições neurológicas: encefalopatia hipóxico-isquêmica, hemorragia intracraniana,
malformações cerebrais, encefalopatia bilirrubínica, doenças neuromusculares, convulsões;
-Refluxo gastresofágico (RGE)
A relação entre RGE e apnéia em prematuros ainda é controversa. Muitos autores mostram
associação entre estas duas patologias; outros excluem relação temporal entre RGE e apnéias no
prematuro. Dois estudos recentes são divergentes. Corvaglia et al analisaram a relação entre
apnéia da prematuridade e RGE através da monitorização do pH esofágico e da polissonografia.
Os dados encontrados sugerem que apnéias podem ser desencadeadas por episódios de RGE
em RN muito prematuros. O estudo de Omari T contradiz esta hipótese, já que foi observada a
redução do tônus do esfíncter esofágico inferior (EEI) posterior a apnéia, e não o inverso Nos RN
prematuros há o relaxamento do EEI durante os episódios de apnéia, o que pode levar a RGE,
que pode ocorrer com a obstrução de vias aéreas (há aumento da pressão gástrica). Assim o seu
estudo não corrobora com a hipótese de que é o RGE que inicia esse reflexo e que
consequentemente causaria apnéia, já que foi observado a redução do tônus do EEI posterior a
apnéia, e não o inverso. Alguns pacientes com apnéia resistente ao uso de xantinas recebem
terapêutica anti-refluxo. Porém, se é a apnéia que leva ao refluxo, e não o contrario, a indicação
destes medicamentos precisa ser melhor avaliada. Segundo Suguihara, os fatores de risco para
apnéia e RGE podem ser sobreporem, mas não existe nenhuma relação temporal entre estes
dois eventos. Não há evidência de que o uso farmacológico tenha efeito na apnéia da
prematuridade.
- Instabilidade térmica: hipo ou hipertermia;
- Drogas: uso materno de opióides ou uso neonatal de drogas depressoras do centro respiratório;
- Pós-anestésico: A apnéia no período pós-operatório acomete cerca de 12 a 37% dos
prematuros, geralmente nas 12h seguintes após a cirurgia (72% ocorrem nas primeiras 2h). Esta
incidência é inversamente proporcional à idade gestacional. Os anestésicos inalatórios diminuem
o tônus da musculatura das vias aéreas, da parede torácica e do diafragma favorecendo a apnéia.
Também alteram a resposta ventilatória à hipercapnia e à hipóxia. Esta susceptibilidade à apnéia
persiste até cerca de 50 a 60 semanas de idade gestacional pós-concepcional.
-Pós-imunização, principalmente nos RN com história de apnéia (risco de 25 vezes mais)
podendo estar relacionada a uma resposta inflamatória geral.
APNÉIA NO RECÉM-NASCIDO A TERMO
No RN a termo a apnéia pode ser a única manifestação de uma convulsão. Tramonte
e Goodkin relataram um caso de um RN a termo com 3,9kg, filho de mãe de 36 anos, G III P
II, produto de uma gestação não complicada e parto normal induzido por Misoprostol e Ocitocina.
O Apgar foi de 9 (1o) e 9 (5o) minutos. Eritromicina e Vitamina K foram administradas
rapidamente após o parto. Dentro das primeiras seis horas de vida, foram observados
recorrentes períodos de apnéia de 20 a 165 segundos de duração. Oximetria de pulso
demonstrou saturação de O2 a nível de 50% durante o período de apnéia. Nenhuma mudança
na freqüência cardíaca foi observada durante estes eventos. Não foi notado nenhum
movimento sugerindo convulsões focais ou multifocais tônicas, clônicas, mioclônicas ou súbitas.
Nenhum movimento ocular consistente foi apreciado.Durante estes eventos, recebeu O2. O RN
foi submetido à monitorização contínua no leito com EEG, havendo demonstração de numerosas
convulsões eletroencefalográficas, emanando predominantemente da região centro-temporal
direito, caracterizado por rápida atividade alfa, evoluindo com ondas periódicas e atividade de
ondas lentas seguidas por atividade delta rítmica. A convulsão mais longa registrada durou 205
segundos.Cada convulsão no EEG era acompanhada por manifestações clínicas de apnéia e
diminuição da saturação de O2. Nenhuma atividade clínica convulsiva foi notada durante a
observação direta dos autores e sob revisão do vídeo. Não houve alteração da freqüência
cardíaca. Os episódios de apnéia e dessaturação foram acompanhados por mudanças
eletroconvulsivas. O RN foi submetido a tratamento com fenobarbital, suprimindo em 90% as
atividades convulsivas. A ecografia cerebral demonstrou uma massa ecogênica, larga e
compacta no lobo temporal direito, medindo 3.0 x 2.5 x 2.9cm, semelhante a uma hemorragia. A
ressonância magnética confirmou uma hemorragia no lobo temporal direito, intraparenquimatosa
com adjacente hematoma subdural na fossa média craniana e hemorragia subaracnóidea. Este
é um caso raro e não usual de hemorragia no lobo temporal direito num recém-nascido a termo
apresentando convulsões associadas à apnéia recorrente, sem outras manifestações clínicas.
Não havia alterações no exame clínico (por exemplo: hemiparesia ou preferência de olhar) que
sugerisse a presença de uma hemorragia lobar ou outra causa estrutural de disfunção focal
cerebral. Portanto, a suspeita de convulsões associadas à apnéia poderia ser aventada em
recém-nascido a termo quando outras causas de apnéia (por exemplo: refluxo gastroesofágico,
doença pulmonar, arritmias cardíacas) tivessem sido excluídas. Assim, no recém-nascido a
termo, episódios de apnéia devem ser vistos como uma manifestação potencial de
convulsão e adequadamente avaliadas.
Investigação Diagnóstica:
Ao contrário do RN de termo, em que todo episódio de apnéia deve ser investigado, no
prematuro, recomenda-se a investigação diagnóstica quando ocorrerem duas ou mais apnéias em
um período de 24h.
- Anamnese materna
- Exame clínico detalhado
- Condições ambientais: posicionamento do RN
- Radiografia de tórax
- Hemograma e PCR
- Eletrólitos e bilirrubinas
- Glicemia
- Gasometria
- Ecografia transfontanelar
- Ecocardiograma na suspeita de cardiopatia
- Hemocultura e análise do LCR em casos de infecção
- Eletroencefalograma se houver suspeita que a apnéia seja de origem convulsiva
Tratamento
A) Medidas gerais:
1- Tratamento da causa subjacente, se esta for identificada (correção de hipoglicemia, tratamento
de infecção...). Lembrar que apnéia sem bradicardia pode ser a única manifestação de convulsão.
2- Em geral, manter saturação de O2 entre 88 e 92%, se necessário com fornecimento de O2
suplementar. A hipóxia leva a liberação de adenosina ocasionando depressão do SNC.
3- Posicionamento:
- corrigir posicionamento do pescoço – evitar a hiperextensão acentuada e a flexão
- prona (barriga para baixo): esta posição favorece a estabilização da caixa torácica, a sincronia
dos movimentos respiratórios, o aumento da resposta ventilatória à hipercapnia e o aumento da
proporção de sono não-REM com melhora no controle do ritmo respiratório e da mecânica
ventilatória. A posição prona do lado esquerdo, segundo estudo de Ewer AK et al reduz
significativamente a severidade do RGE em comparação com a posição prona do lado direito.
Não há vantagem do uso de bebê conforto, pois aumentas a freqüência do RGE. A posição lateral
direita acelera o esvaziamento gástrico e aumenta o RGE.
4- Evitar aspirações vigorosas de orofaringe
5- Manter temperatura ambiente em zona térmica neutra
6- Correção da anemia
7- Nutrição adequada
B) Tratamento medicamentoso:
1) Metilxantinas:
Reduz os de episódios de apnéia e a necessidade e ventilação mecânica através da
estimulação do centro respiratório (aumenta a sensibilidade dos quimiorreceptores ao CO2), da
inibição da adenosina (neurotransmissor inibitório secretado durante a hipóxia) e da
fosfodiesterase (elevando os níveis de AMPc, estimulando o centro respiratório) e melhora da
contratilidade diafragmática. Tem sido utilizada na prevenção de apnéia nos RN com peso abaixo
de 1500g. A medicação é suspensa com 34 semanas de idade gestacional pós-concepção ou
após 7 dias após o último episódio de apnéia (se IGpc>34semanas).
- Aminofilina: Ataque: 4 a 6mgkg EV em 30 minutos
Manutenção: 1,5 a 3mgkg EV ou VO a cada 8 a 12h
Efeitos colaterais: Taquicardia, sinais de disfunção gastrintestinal (intolerância alimentar,
vômitos, distensão abdominal), irritabilidade, tremores, convulsões, hiperglicemia. Pode estar
associada a calcificações renais quando associada à furosemida e/ou dexametasona. Aumenta a
incidência de refluxo gastresofágico (provoca relaxamento do esfíncter esofágico inferior).
Promove aumento do débito cardíaco (devido ao aumento da sensibilidade das catecolaminas).
Há diminuição do fluxo sanguíneo cerebral após administração de aminofilina (21% após
60minutos e 17% com 120h), sendo esta diminuição provavelmente secundária a diminuição da
PaCO2 e não por um efeito direto da aminofilina na vasculatura cerebral.

- Cafeína: Citrato de Cafeína: ataque 20mg/kg VO Manutenção: 5mg/kg 1x ao dia


Cafeína Anidra: ataque 10mg/kg VO Manutenção: 2,5mg/kg 1x ao dia
Segundo Schimidt et al, o uso da cafeína reduz de maneira significativa a incidência de
displasia broncopulmonar. É observado um ganho insatisfatório de peso nas primeiras três
semanas de uso da cafeína (efeito que é recuperado nas semanas seguintes). Não há aumento
da mortalidade, de lesões cerebrais nem de enterocolite necrosante. Estudo se segmento,
realizado por estes autores mostrou que a cafeína, na idade corrigida de 18 a 21 meses,
melhorou a taxa de sobrevida sem desabilidade neurocomportamental com forte evidência que os
beneficio da metilxantina sobrepõem a qualquer isco potencial aos 2 anos nos recém-nascidos
muito pré-termos. A cafeína reduziu a incidência de paralisia cerebral e o atraso cognitivo, mas
não teve efeitos significativos nas taxas de morte, severa surdez ou cegueira bilateral. Os dados
do presente estudo indicam que seriam necessárias que 16 crianças recebessem cafeína para
prevenir um resultado adverso aos 18 meses. A cafeína reduziu a incidência da severa retinopatia
da prematuridade, provavelmente devido à menor exposição à pressão positiva e ao menor tempo
do uso de oxigênio.

Vantagens da cafeína: maior efeito estimulante do centro respiratório, efeitos colaterais


menos intensos, maior limiar entre nível terapêutico e tóxico, administração mais fácil (VO 1x ao
dia).
- Doxapran: uso restrito. Estimulante respiratório que pode reduzir os episódios de apnéia se o
tratamento com metilxantinas e CPAP nasal falhar. Atua tanto ao nível dos quimiorreceptores
periféricos quanto no SNC. Iniciar com 0,5mg/kg/h e aumentar 0,5mg/kg/h a cada 12h até
2,5mg/kg/h. Efeitos colaterais incluem hiperatividade, tremores, convulsões, hiperglicemia,
hipertensão, arritmia e disfunção hepática. Segundo alguns autores, a infusão de doxapran induz
aumento de consumo cerebral de O2 associado à diminuição do fluxo sanguíneo cerebral. Ainda
faltam de evidências de segurança para seu uso.

C) Suporte ventilatório:
- CPAP nasal: previne intubações traqueais, mantendo a permeabilidade das vias aéreas,
regularizando o ritmo respiratório, estabilizando a caixa torácica e aumentando a capacidade
residual funcional. Seu uso está indicado nas apnéias obstrutivas e mistas. O uso adequado do
CPAP é aquele que resulta numa boa oxigenação do RN, sem hiperinsuflação pulmonar e
retenção de CO2. Geralmente pressões em torno de 3 a 5cmH2O são suficientes.
- Ventilação mecânica: é indicada quando todas as medidas anteriores falham. Deve-se lembrar
que a mecânica ventilatória usualmente está preservada. Usar parâmetros mínimos com o
objetivo de diminuir o risco de displasia broncopulmonar e retinopatia da prematuridade.
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