Vous êtes sur la page 1sur 9

Human Mass – Referências de sua fórmula

A deficiência de nutrientes essenciais, muitas vezes, não só diminui o desempenho físico de


atletas, mas também prejudica a função imune e leva a outras disfunções fisiológicas, por isso a
importância na manutenção de níveis saudáveis destes elementos devem ser priorizadas, quer seja
através da alimentação ou suplementação (BEARD & TOBIN, 2000). Human Mass foi criado com o
balanceamento destes nutrientes de maneira minuciosa e cuidadosa. Sobre os ativos presentes na
fórmula de Human Mass, segundo Zoller e Vogel (2004), são eles muito utilizados por atletas, pois
a prática de exercícios físicos pode induzir a sua deficiência e diminuir as concentrações de
hemoglobina (responsáveis pelo transporte de sangue oxigenado) e ferritina, (que tem como
função acumular o Fe nas células no organismo). McClung et al., (2009), observaram em seu
estudo duplo cego e randomizado que a suplementação de Ferro pode revelar-se benéfica para o
humor e desempenho físico durante o período de treinamento de soldados. A quantidade de Ferro
presente no Human Mass foi determinada segundo estudos recentes que descrevem a importância
da manutenção destes níveis, associando sua ausência ao acúmulo de gordura no organismo. A
pesquisa de McClung et al., (2008) teve como objetivo determinar o efeito da deficiência
moderada e atividade física sobre a composição corporal de ratos. Segundo os autores, foi possível
concluir que a sua deficiência pode causar aumento moderado acúmulo de gordura corporal.
A presença dosada de zinco na fórmula de Human Mass foi considerada por exercer
importantes funções no metabolismo energético, principalmente durante o exercício físico
(LUKASKI et al., 1996). Junto com a dosagem correta de Magnésio, podem aumentar os níveis de
IGF-I e testosterona no organismo, sendo ambos fatores anabolizantes que melhoram a função
muscular e desempenho físico (BRILLA & CONTE, 2000). Estudos demonstraram que a prática
regular de exercícios leva a uma alteração no metabolismo do zinco, causando maior excreção
deste mineral e consequentemente sua carência resulta em problemas com fadiga muscular, por
isso a importância de suplementação (CÓRDOVA e NAVAS, 1998). Kara et al., (2010), avaliaram o
efeito da suplementação sobre a formação de radicais livres e sistema antioxidante em indivíduos
praticantes de luta livre. O estudo mostrou que a suplementação com Zn impede a produção de
radicais livres através da ativação do sistema antioxidante, deste modo, concluíram que a
suplementação e a manutenção de níveis saudáveis deste nutriente podem contribuir
beneficamente para a sua saúde e aumento do desempenho de atletas. Destaca-se também a
importância na formação e maturação dos espermatozoides, sendo correlacionado com os níveis
hormonais de testosterona em homens (FAVIER, 1992). De acordo com Prasad et al., (1996)
observou-se um importante papel na modulação dos níveis de testosterona do organismo. Como
revelado em sua pesquisa, a suplementação durante o período de seis meses resultou no aumento
dos níveis séricos de testosterona. Om & Chung, (1996), observaram que a deficiência reduz as
concentrações de testosterona circulante, altera o metabolismo hepático de esteroides e modifica
os níveis de receptores de hormônios sexuais esteroides. Chang et al., (2011) também avaliaram a
associação entre as concentrações de Zn e Se e a deficiência de testosterona no organismo. Os
autores concluíram que níveis normais de testosterona estão associados a um nível de Zn mais
elevado no organismo, dada pela suplementação. Esta suplementação ainda mostrou-se eficiente
para inibir a queda dos hormônios da tireoide (T3, T4 e TSH) e testosterona total e livre em atletas.
Neste estudo, atletas em plena atividade física foram suplementados durante o período de quatro
semanas e após a suplementação, pode-se observar que os níveis hormonais de T3, T4 TSH,
testosterona livre e total apresentaram-se significativamente maiores. Estes resultados
demonstram que a administração de uma dose de 3 mg de Zn contribui para aumento e
manutenção nos níveis de testosterona livre e total, resultando no aumento do desempenho de
atletas (KILIC, et al., 2006). A fómrula de Human Mass é composta por 7mg de Zn por porção.

O magnésio está presente na fórmula de Human Mass pois é um ativo amplamente distribuído
no corpo humano, exercendo importantes funções em muitas reações celulares, inclusive na transdução
energética (LUKASKI et al., 1996). Constata-se o seu envolvimento em inúmeros processos que afetam a
função muscular, como a captação de oxigênio, produção de energia (síntese de ATP e fosfocreatina) e
balanço eletrolítico. A prática de exercícios extenuantes por atletas aumenta excreção urinária de magnésio
e a perda pelo suor, podendo acarretar em deficiências deste mineral, caso esta perda não seja suprida
(NIELSEN e LUKASKI, 2006; FINSTAD et al., 2001; LAIRES e MONTEIRO, 2008). Esta suplementação pode
alterar o metabolismo celular. Mulheres atletas, após o uso desta suplementação, demonstraram menores
valores de creatina quinase e das isoenzimas de creatina quinase dos músculos esqueléticos (marcadores
de dano muscular) no plasma. Além disso, atletas de competição mostraram menor taxa de lactato sérico e
menor consumo de oxigênio durante teste de exercício físico com a suplementação. Similarmente, em outro
estudo com a suplementação levou a uma melhora da função cardiorrespiratória durante teste de exercício
físico. Observa-se ainda a contribuição para o metabolismo glicolítico, ao acarretar em aumento no torque
de extensão do joelho (LUKASKI, 2000).Os efeitos desta suplementação no desenvolvimento e ganho de
força de indivíduos não treinados foi relatado por Brilla & Haley, (1992). O estudo consistiu na divisão de
dois grupos, (1) controle e (2) suplementado com 8mg/kg de peso corporal/dia. Todos os participantes
realizaram trabalho físico dos membros inferiores três vezes por semana (10 repetições de leg press e
extensão). Pode-se constatar que ambos os grupos ganharam força, no entanto, observou-se que a
suplementação resultou numa diferença significativa positiva para o ganho de massa magra no grupo
suplementado. Sabe-se que imediatamente após a prática esportiva intensa, as concentrações são
drasticamente reduzidas. Pesquisadores associam esta redução à maior atividade da enzima creatina
quinase sérica, sendo este mecanismo considerado como um indicativo do processo de fadiga ou dano
muscular, como exemplo, a ocorrência de distrofias ou inflamações (COZZOLINO et al., 2009). Diversas
mudanças hormonais também são relatadas durante a atividade física prolongada, como o aumento da
secreção de hormônios, entre eles, a aldosterona (responsável pelo balanço hidrolítico), resultando no
desequilíbrio homeostático. Deste modo, é comprovado que a suplementação deste ativo para atletas é
fundamental e resulta no melhor desempenho durante a execução da atividade física e recuperação pós
treino (US, 2000).

Human Mass ainda contém ativos com reconhecida ação na redução da fadiga e dos danos
musculares causados pelo exercício físico (JI, 1999). Essa suplementação para atletas também mostrou
aumentar os níveis de linfócitos sanguíneos e foi capaz de melhorar o tempo de natação até a fadiga
(ÖZASLAN et al., 2004). Nakhostin-Roohi et al., (2008), avaliaram o efeito da suplementação do estudo na
peroxidação lipídica, dano muscular e inflamação. Neste estudo, pode-se constatar a ação positiva frente a
resistência peroxidação lipídica e ao dano muscular induzido pela prática de exercícios. Nos últimos anos,
também tem-se dado um grande enfoque sobre o desempenho de atletas relacionando seus resultados a
níveis inadequados de vitamina D no organismo. Após investigar a correlação entre os níveis séricos de
vitamina D e a fraqueza muscular decorrente do desgaste físico, Barker et al., (2013) puderam concluir que
os níveis pré-exercícios podem influenciar na recuperação da força muscular após atividade física intensa.
Human Mass possui um balanceamento de Vitamina D específico, baseado em estudos. Baixas
concentrações de vitamina D estão relacionadas a fraqueza muscular e consequentemente ao aumento de
quedas e fraturas ósseas considerando homens e mulheres adultos, (em decorrência da baixa absorção de
Ca), uma concentração sérica adequada pode portanto, preservar a força muscular após a lesão e ainda
proteger contra novas lesões principalmente tratando-se de atletas com rotina diária de treinos
(MARANTES, et al.,2011). Beaudart, et al., (2014) também concluíram que esta suplementação tem impacto
positivo sobre a força muscular. Cannell et al., (2009) verificaram que níveis saudáveis podem melhorar o
desempenho físico em atletas com deficiência desta vitamina no organismo. Grimaldi et al., (2013),
revelaram uma relação direta em relação a força muscular. A pesquisa sugere que a suplementação de pode
ser considerada uma terapia eficaz para a manutenção da força muscular de adultos. Em outro estudo,
Carrillo et al., (2012) foi investigado o impacto da suplementação na composição corporal, função muscular,
e tolerância à glicose em adultos com sobrepeso e obesos durante a participação em um programa de
treinamento físico de resistência. Os resultados do estudo demonstraram que a suplementação melhorou a
força muscular dos participantes e a sua concentração mais elevada foi associada com maiores perdas na
circunferência da cintura. Não foram relatados benefícios adicionais em acúmulo de massa magra ou a
tolerância à glicose. Estudos também apontam que o aparelho reprodutor masculino é considerado o tecido
alvo para sua atuação, relacionando-a diretamente com os níveis de testosterona. Grimaldi et al., 2013,
avaliaram a suplementação relacionada ao aumenta dos níveis séricos de testosterona. Homens de meia
idade aumentaram testosterona total, testosterona biologicamente ativa e testosterona livre quando
comparado à linha de base sobre os homens tratados com placebo. Nimptsch et al., (2012); Pilz et al.,
(2011) também observaram uma associação positiva nos níveis de testosterona em homens. Além disso,
pesquisas realizadas com animais e humanos revelaram que os níveis sanguíneos também estão associados
de forma positiva com a qualidade do esperma e sua motilidade (KWIECINSKI, PETRIE, e DELUCA, 1989;
BLOMBERG, et al., 2011).

O balanceamento de ingestão de vitaminas do complexo faz dela uma das mais importantes para
ganho de força e de massa muscular, facilitando todos os processos metabólicos do organismo. Dentre suas
funções que podem ser destacadas em sua ingestão ou suplementação da dosagem presente no Human
Mass podemos citar: importante para o metabolismo das proteínas e na formação da hemoglobina,
responsável pelo transporte de oxigênio para as células musculares; envolvimento no metabolismo de
carboidratos, gorduras e proteínas; componente das coenzimas NAD+ e a NADP+, que desempenham um
papel fundamental nas reações de oxidoredução do metabolismo. Estas coenzimas atuam como
transportadores de elétrons e hidrogênio em várias reações metabólicas, como a síntese de ácidos graxos e
a síntese final de ATP durante a fosforilação oxidativa mitocondrial (DENU, 2005); cerca de 85% do ácido
pantotênico ocorre ligado à coenzima A (CoA). Como componente da CoA, o ácido pantotênico é essencial
para numerosas reações envolvidas na libertação de energia dos aminoácidos, gordura e carboidratos
(MORESCHI & ALMEIDA-MURADIAN, 2007); é importante para o metabolismo de proteínas, o crescimento,
e a utilização de carboidratos. Está envolvida na conversão do triptofano em niacina, no metabolismo do
ácido fólico e na síntese e regulação hormonal. Também desempenha um papel no desenvolvimento
cognitivo por meio da biossíntese de neurotransmissores e na manutenção de níveis normais de
homocisteína e a formação de hemoglobina (SPINNEKER et al., 2007); é importante para o metabolismo de
aminoácidos; essencial para a síntese de DNA, divisão celular, metabolismo de aminoácidos e maturação
dos glóbulos vermelhos (SANTOS & PEREIRA, 2007); é um estimulante do sistema imunitário, parecendo
apresentar uma ação antioxidante e é responsável pelo metabolismo normal do tecido nervoso, formação
dos glóbulos vermelhos do sangue, função neurológica, e a síntese do DNA (PANIZ et al., 2005).

A coenzima Q10 (CoQ10) faz parte de processos metabólicos importantes ao organismo, dentre as
quais, podemos destacar: atuação na síntese de carboidratos facilitando a produção e absorção da energia
na forma de ATP, proteção contra danos musculares resultantes da prática de exercício intenso, ação
antioxidante, recuperação, crescimento, ganho de massa muscular e consequentemente, a melhora do
desempenho de atletas. Human Mass contém a dose exata mostrada em estudos, garantindo que essa
suplementação possibilite o aumento significativo de seus níveis no organismo, aumentando sua
participação em diversas reações importantes. Está presente principalmente na mitocôndria celular, sendo
esta também responsável pela produção de energia (ATP). No estudo realizado pelo Centro de Biologia
Molecular e Medicina em Richmond, na Austrália, a suplementação resultou no aumentou da quantidade
de fibras musculares de contração rápida (quadríceps). Os autores concluíram que sua presença no
organismo influencia significativamente no crescimento e ganho de força muscular (LINANE et al., 2002). A
pesquisa de KON et al., (2007), relatou que animais suplementados após a prática de atividade física
exaustiva, apresentaram uma redução nos marcadores de lesão muscular. O grupo de pesquisadores
japoneses pode observar que os níveis mais elevados foram encontrados nas fibras musculares, sugerindo
assim sua eficácia na redução da lesão muscular induzida pelo exercício e trazendo estabilidade à
membrana da célula do músculo. Outro estudo aponta ainda ótimos resultados para a redução da fadiga
muscular. Na pesquisa de FU et al. (2010), avaliou-se a suplementação em ratos e sua resposta frente a
exaustão muscular. Os autores puderam observar influencia significativamente na resposta frente a fadiga
muscular pós-exercício. Isto explica-se pois a prática de atividade física leva ao aumento da demanda de
oxigênio pelas células, consequentemente, gera-se mais radicais livres que podem lesionar as fibras
musculares, retardando o processo de ganho de massa e recuperação. Sua ação antioxidante estabiliza a
membrana muscular e combate os radicais livres produzidos durante o stress muscular, aumentando o
ganho de massa, elevando a resistência e diminuindo assim a fadiga pós treino. Jurcău & Jurcău, (2015),
também avaliaram a suplementação frente a recuperação muscular. Os autores puderam concluir que esta
suplementação influencia significativamente na melhora da dor após esforço físico agudo, diminuindo a
sensação de dor e fadiga muscular. Ylikoski et al., (1997), avaliaram a suplementação em um estudo duplo-
cego randomizado. Os autores evidenciaram que a suplementação em atletas possibilitou uma melhora
significativa dos índices desempenho físico e tempo de recuperação, obtendo um índice de 94% de relatos
positivos.

Referências:

BARKER, T., HENRIKSEN, V. T., MARTINS, T. B., et al., Higher serum 25-hydroxyvitamin D
concentrations associate with a faster recovery of skeletal muscle strength after muscular injury.
Nutrients, Vol. 17, p.1253-75, 2013.

BEARD, J., TOBIN, B., Iron status and exercise. Am. J. Clin. Nutr., Vol. 72 p. 594S-7S, 2000.

BEAUDART, C., BUCKINX, F., RABENDA, V., et al., The Effects of Vitamin D on Skeletal Muscle
Strength, Muscle Mass, and Muscle Power: A Systematic Review and Meta-Analysis of
Randomized Controlled Trials. J. Clin. Endocrinol. & Metabolism, Vol. 99, p. 4336 – 4345, 2014.
BINKLEY, N., NOVOTNY, R., KRUEGER, D., et al., Low Vitamin D Status despite Abundant Sun
Exposure. J. of Clin. Endocrinol. & Metabolism, Vol. 92, p. 2130 –2135, 2007.

CANNELL, J. J., HOLLIS, B. W., SORENSON, M. B., Athletic performance and vitamin D. Med Sci
Sports Exerc., Vol. 41, p.1102-10, 2009.

BLOMBERG, J. M., BJERRUM P.J., JESSEN T. E., et al. Vitamin D is positively associated with sperm
motility and increases intracellular calcium in human spermatozoa. Hum. Reprod., Vol. 26, p.307–
17, 2011.

BRILLA, L. R., CONTE, V., Effects of a Novel Zinc-Magnesium Formulation on Hormones and
Strength. J. of Exercise Physiology, Vol. 3, p. 26-36, 2000.

BRILLA, L.R., HALEY T.F. Effect of magnesium supplementation on strength training in humans. J.
of the A. C. of Nutrit., Vol. 11, p. 326-329, 1992.

CARRILLO, A. E., FLYNN, M. G., PINKSTON, C., et al., Impact of vitamin D supplementation during a
resistance training intervention on body composition, muscle function, and glucose tolerance in
overweight and obese adults. Clin Nutr., Vol. 32, p.375-81, 2013.CHANG, C. S., CHOI, J. B., KIM,
H.J., et al., Correlation between serum testosterone level and concentrations of copper and zinc
in hair tissue. Biol. Trace Elem. Res., Vol. 144, p. 264-71, 2011.

CORDOVA, A., NAVAS, E.J., Effect of training on zinc metabolism: changes in serum and sweat zinc
concentrations in sportsmen. Ann. Nutr. Metab., Vol. 42: p. 274-82.

COZZOLINO, S.M.F. Biodisponibilidade de Nutrientes. 3ª ed. Manole, 2009.

DENU, J. M., Vitamin B3 and sirtuin function, TRENDS in Biochem. Sciences, Vol.30, Nº.9, 2005.

DRAELOS, Z. D., Nutrition and enhancing youthful-appearing skin. Clinics and Dermat., Vol. 28, p.
400-408, 2010.

FAVIER, A. E.,The role of zinc in reproduction. Hormonal mechanisms. Biol. Trace Elem. Res., Vol.
32, p. 363-82, 1992.

FINSTAD, E. W., NEWHOUSE, I. J., LUKASKI, H. C., et al., The effects of magnesium
supplementation on exercise performance. Med. Sci. Sports Exerc., Vol. 33, p. 493-498, 2001.
FU, X., JI, R., DAM, J., Antifatigue effect of coenzyme Q10 in mice. J.Med. Food., Vol. 13, p. 211-
215, 2010.

GRIMALDI, A., PARKER, B., CAPIZZI, J., et al., 25(OH) Vitamin D is Associated with Greater Muscle
Strength in Healthy Men and Women. Medicine & Science in Sports & Exercise, Vol. 45, p. 157-
162, 2013.

JI, L. L., Antioxidants and oxidative stress in exercise. Proc. Soc. Exp. Biol. Med., Vol. 222, p. 283-
92, 1999.

JURCĂU, R., & JURCĂU, I., Coenzyme Q10 Forte product influence on muscle soreness and muscle
fatigue sensation, in acute intense physical stress. Civilization and Sport, Vol. 16, p. 17–21, 2015.

KARA, E., GUNAY, M., CICIOGLU, I., et al., Effect of zinc supplementation on antioxidant activity in
young wrestlers. Biol. Trace Elem. Res., Vol. 134, p.55-63, 2010.

KILIC, M., BALTACI, A. K., GUNAY, M., et al., The effect of exhaustion exercise on thyroid hormones
and testosterone levels of elite athletes receiving oral Zinc. Neuro Endocrin. Letters, Vol. 27, p.
247-252, 2006.

KON, M., KIMURA, F., AKIMOTO, T., et al., Effect of coenzyme Q10 supplementation on exercise
induced muscular injury of rats. Exerc. Immunol. Rev. Vol. 13, p.76–88, 2007.

KWIECINSKI, G. G., PETRIE, G. I., DELUCA, H. F., Vitamin D is necessary for reproductive functions
of the male rat. Vol. 119, p.741-4, 1989.

LAIRES, M. J., MONTEIRO, C., Exercise, magnesium and immune function. Magnes. Res. Vol. 21, p.
92-96, 2008.

LEE, W. C., & TSAI T, H., Preparation and characterization of liposomal coenzyme Q10 for in vivo
topical application, Int. J. Pharm., Vol. 16, p. 78-83, 2010.

LINNANE, A. W., KOPSIDAS, G., ZHANG, C., et al. Cellular redox activity of coenzyme Q10: Effect of
CoQ10 supplementation on human skeletal muscle. Free Radical Research, Vol. 36, p. 445–453,
2002.

LUKASKI, H. C., Magnesium, zinc, and chromium nutriture and physical activity. Am. J. Clin. Nutr.,
Vol. 2 p. 585S-93S, 2000.
LUKASKI, H. C., Zinc. In: Wolinsky I, Driskell JD, eds. Handbook of sports nutrition: vitamins and
minerals. Boca Raton, p. 157–73, 1996.

MCCLUNG, J.P., KARL J. P., CABLE, S. J., et al., Randomized, double-blind, placebo-controlled trial
of iron supplementation in female soldiers during military training: effects on iron status,
physical performance, and mood. Am. J. Clin. Nutr., Vol. 90, p. 124-31, 2009.

MORESCHI, A. C. P., ALMEIDA-MURADIAN, L. B., Comparação de métodos de análise para o ácido


pantotênico em alimentos. Braz. J. of Pharmac. Sciences Vol. 43, n. 2, 2007.

NAKHOSTIN-ROOHI, B., BABAEI, P., RAHMANI-NIA, F., et al., Effect of vitamin C supplementation
on lipid peroxidation, muscle damage and inflammation after 30-min exercise at 75% VO2max. J.
Sports Med. Phys. Fitness, Vol. 48, p. 217-24, 2008.

NIMPTSCH, K., PLATZ, E. A., WILLETT, W. C., et al., Association between plasma 25-OH vitamin D
and testosterone levels in men. Clin. Endocrinol., Vol. 77, p. 106–112, 2012.

NIELSEN, F.H., LUKASKI H.C. Update on the relationship between magnesium and
exercise. Magnes. Res., Vol. 19, p. 180-189, 2006.

OM, A. S., & CHUNG, K. W., Dietary zinc deficiency alters 5 alpha-reduction and aromatization of
testosterone and androgen and estrogen receptors in rat liver. J. Nutr., Vol. 126, p.842-8, 1996.

ÖZASLAN, M., AYTEKIN, T., KOLIC, I. H., et al., The effects of vitamin C supplementation on the
leucocyte Counts and exercise performance of mice. J. Exerc. Physio., Vol. 7, p. 101-105, 2004.

PANIZ, et al., Fisiopatologia da deficiência de vitamina B12 e seu diagnóstico laboratorial, Bras.
Patol. Med. Lab., Vol 41, p. 323-34, 2005.

PILZ, S., FRISCH, S., KOERTKE, H., et al., Effect of vitamin D supplementation on testosterone levels
in men. Horm. Metab. Res., Vol. 43, p. 223–225, 2011.
PRASAD, A. S., MANTZOROS, C. S., BECK, F. W. J., Zinc status and serum testosterone levels of
healthy adults. Nutrition., Vol. 12, p. 344–348, 1996.

ROSENFELDT, F. L., HAAS, S. J., KRUM, H., et al., Coenzyme Q10 in the treatment of hypertension:
a meta-analysis of the clinical trials. J. Hum. Hypertens, Vol. 21, p. 297-306, 2007.

SANTOS, L. M. P., PEREIRA, M.Z., Efeito da fortificação com ácido fólico na redução dos defeitos
do tubo neural. Cad. Saúde Pública, Vol. 23, p.17-24, 2007.

SPINNEKER, A., et al., Vitamin B6 status, deficiency and its consequences - an overview. Nutr
Hosp. Vol 22, p. 7-24, 2007.

YLIKOSKI, T., PIIRAINEN, J., HANNINEN, O., et al. Effect of coenzyme Q10 on the exercise
performance of cross-country skiers. Mol. Aspects Med., Vol. 18, p. S283-90, 1997.

ZOLLER, H., VOLGEL, W., Iron supplementation in athletes--first do no harm. Nutrition., Vol. 20
p.615-9. 2004.