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o falso OVNI de Aztec (Novo México)

O falso OVNI de Aztec foi obra de Frank Scully, colunista da revista Variety, que foi
enganado por suas fontes Silas M. Newton e Leo A. Gebauer. Scully gostou tanto da
fraude que escreveu um livro baseado nela: Por Trás dos Discos Voadores. Scully
afirmou que um OVNI teria aterrissado em Hart Canyon, 19 km a noroeste de Aztec, em
março de 1948, e que dezesseis corpos humanóides teriam sido encontrados no local do
acidente, dentro de um disco de metal de 30,47 m (99,99 e não 100 pés) de diâmetro.
Um grupo militar conspirador teria secretamente removido o artefato e os corpos, para
usá-los em suas pesquisas sinistras. No entanto, ninguém na área percebeu a queda ou a
atividade militar. Sem testemunhas, Newton e Gebauer puderam brincar amplamente
com a verdade.

Newton e Gebauer estavam envolvidos em esquemas financeiros de exploração de


petróleo. Sua fraude foi perpetrada com o intuito de atrair investidores. Afirmavam ter
construído uma máquina que encontraria petróleo e gás natural usando tecnologia
alienígena. J.P.
Cahn, do jornal San Francisco Chronicle, fez com que um pouco do metal "alienígena"
fosse testado, e determinou-se que era alumínio. A versão de Cahn para a nave
alienígena falsa apareceu na revista True em 1952. Várias pessoas que haviam sido
enganadas por Newton e Gebauer vieram a público. Uma das vítimas, Herman Glader,
um milionário de Denver, apresentou queixa e a dupla foi condenada por fraude e
acusações correlatas em 1953. (eles tinham cobrado US$18.500 por um "sintonizador"
que poderia ter sido comprado em lojas por US$3,50 na época.)

A história de Aztec foi revivida em 1986 por William Steinman e Wendelle Stevens no
seu livro de publicação pessoal chamado UFO Crash at Aztec (Queda de OVNI em
Aztec).* Ela foi revivida novamente em 1998, quando Linda Mouton Howe, defensora
de OVNIs e de Art Bell, afirmou ter documentos governamentais que comprovariam o
acidente de Aztec. O que ela tinha era um boato propagado por oito vezes a partir de sua
fonte, Silas Newton, que acabou se tornando um memorando para J. Edgar Hoover.
Newton contou a George Koehler sobre alienígenas de 90 cm de altura e seu disco
voador; Koehler contou a Morley Davies, que controu a Jack Murphy e I. J. van Horn
que contou a Rudy Fick que contou ao editor da Wyandotte Echo em Kansas City, onde
ele foi lido por um agente da Força Aérea no Escritório de Investigações especiais que
passou a história adiante para Guy Hottel, do FBI, que mandou um memorando para seu
chefe (Thomas).

Os cidadãos de Aztec tinham visto como Roswell havia transformado a OVNI-mania


em uma lucrativa atração turística, e seguiram o mesmo caminho. Em março de 2000,
comemoraram sua terceira festa anual do OVNI de Aztec. O festival foi criado como
uma maneira de se levantar fundos para a biblioteca da cidade. Deve existir uma
maneira melhor.

Veja entradas relacionadas sobre raptos alienígenas, Area 51, Roswell, e OVNIs.

leitura adicional
 Saucer Smear
 Aztec, o OVNI e os céticos

"The Aztec UFO Symposium: How This Saucer Story Started As a Con Game," (O
Simpósio do OVNI de Aztec: Como Esta História de Discos Voadores Começou Como
um Jogo de Trapacear) Skeptical Inquirer, Volume 22, número 5, setembro/outubro de
1998.

Peebles, Curtis. Watch the Skies!: A Chronicle of the Flying Saucer Myth (Observe os
Céus!: Uma Crônica do Mito dos Discos Voadores) (Smithsonian Institution Press,
1994) $26.95

Pflock, Karl T. "What's Really Behind the Flying Saucers? A New Twist on Aztec," (O
que Realmente há por Trás dos Discos Voadores? Uma nova Abordagem de Aztec) The
Anomalist: #8 Spring 2000.

Saler, Benson. Charles A. Ziegler, Charles B. Moore. Ufo Crash at Roswell: The
Genesis of a Modern Myth (A Queda do OVNI em Roswell: O Gênesis de um Mito
Moderno) $27.95 (Smithsonian Institution Press, 1997).