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A Neuropsicologia e a Neurociência de mãos dadas

10/03/2013 POR LUCIANE SIMONETTI

Como o cérebro pensa e onde ocorre


o pensamento?
Há um tempo me pediram que eu escrevesse algo relacionado a como nosso pensamento é
formado. Demorei para elaborar o texto porque até para quem estuda Psicologia Cognitiva,
Neurociência ou Neuropsicologia é um tema difícil e complexo e que tentarei fazê-lo parecer
simples.

(https://cienciadocerebro.files.wordpress.com/2013/03/brain-functions.jpg)

Quando temas dessa envergadura são descritos é comum que tentemos explicar os fenômenos
começando pela sua natureza. Em se tratando do pensamento o cuidado precisa ser dobrado, pois
uma vez que ele não é passível de ser visto assim como a memória e as emoções, pode-se incorrer
em erros facilmente. Vejamos: visitando um pouco o campo da Filosofia da Mente (aqui vai um
texto já produzido por mim sobre esse assunto:
http://filosofiadamenteecognicao.blogspot.com.br/2009/03/aposta-da-neurociencia-
perspectivas.html (http://filosofiadamenteecognicao.blogspot.com.br/2009/03/aposta-da-
neurociencia-perspectivas.html)) vou dar um exemplo para facilitar: se eu pedir para você pensar
numa vaca amarela e abrir seu crânio para observar seu cérebro eu não serei capaz de ver a tal
vaca amarela. Do mesmo modo, também não sou capaz de ver a tristeza ou a alegria, a lembrança
da última festa de aniversário ou do seu primeiro dia na escola. Nossos pensamentos podem
apenas ser inferidos/deduzidos a partir da observação dos nossos comportamentos. Certo?
Mesmo assim eu sei que eu penso e não posso negar isso. Se meus pensamentos não são acessíveis
diretamente aos outros, posso afirmar minimamente que eles são acessíveis a mim por meio da
minha LINGUAGEM. Quando falamos em pensamento humano falamos necessariamente em
linguagem.

Diferente dos outros animais, o homem possui um aparato cerebral que lhe proporcionou o
desenvolvimento da linguagem. Ela nos permite agrupar e categorizar informações por meio da
sintaxe (o modo como as palavras são agrupadas para formar frases com significado), e tal
habilidade é exclusivamente humana.

Ok! Mas dentro do cérebro, como ocorre o pensamento e como ele é formado?
Consideramos que os neurônios são a base para o pensamento. Isto é, a unidade neural do
pensamento são nossos neurônios, e o conjunto de neurônios ou a rede neural são os
responsáveis por influenciar nossos comportamentos e por produzir processos cognitivos, como
raciocínio, abstração, memória, atenção, entre outras funções.

Assim, podemos dizer que a integração dos sinais neuronais é que resulta na elaboração da
atividade mental, que nada mais é do que nossos pensamentos. São as conexões neurais as
responsáveis pela formação do pensamento.

Nosso córtex cerebral (a porção mais superficial do cérebro, conhecida também como substância
cinzenta) desempenha os papeis principais do pensamento, pois é ali que eles são elaborados e se
tornam conscientes.

Parece intuitivo e até contraproducente, mas você pode se perguntar: “mas a forma como as pessoas
pensam é diferente?” Sim, é diferente, e essas diferenças podem ter origem pelo sexo ou pela
inteligência de cada um.

Deixo esse tema para um próximo post.

=)

Fonte auxiliar: KOLB, B.; WISHAW, I.(2002). Neurociência do Comportamento. Manole: São Paulo.

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60 pensamentos sobre “Como o cérebro pensa e onde


ocorre o pensamento?”

Daniela Tamanini | 21/03/2013 às 14:42


Olá.

Então de acordo com a neurociência o que dá base para que o pensamento ocorra é uma rede
neuronal complexa. O conjunto neuronal responsável pelo pensamento influenciam o
comportamento. Desse modo, sou influenciado pelo meio (no caso o ambiente), processo as
informações, ou seja, preciso pensar para posteriormente me comportar? Nesse sentido o
pensamento, ou rede neuronal responsável pelo pensamento, tem função de mediador no
processo entre o estímulo ambiental até efetivamente a ocorrência do comportamento
Humano, digo aqui humano, pois de acordo com o texto o pensamento é uma característica
neuronal exclusivamente humana. Já a teoria behaviorista radical entende o comportamento
apenas através da relação entre o ambiente e o homem, na qual os dois se influenciam
reciprocamente, sem que haja necessidade de uma entidade que medeie o processo, o
“PENSAMENTO”.

Para a neurociência se acontece determinado fato no ambiente, como eu penso, através do


pensamento faria julgamentos entre vir a me comportar ou não. Comportamento é atribuído ao
pensamento? Seria o pensamento exclusivamente humano, justamente pelo fato de podermos
fazer verbalizar sobre e, por ter uma estrutura neuronal diferente dos demais animais que nos
propicie essa função cognitiva?

Responder

Max Willian | 09/01/2016 às 22:47


queridos irmaos se compreenderem o que e espirito suas duvidas acabaram,espirito e uma
energia abstrata que rege toda a criaçao e e sinonimo de vida,sopro divino,pensamento
inteligencia,consciencia,mundo das ideias,e responsavel por nossas emoçoes e açoes.

Responder

Dionatan Da Cruz Tamiozzo | 01/07/2016 às 20:45


as duvidas vão acabar para pessoas religiosas, mas para descrentes não.

FERNANDO | 28/09/2016 às 16:57


MAX WILLIAN SUA LINHA DE RACIOCÍNIO ESTA CERTA E A DADIVA DA VIDA É
PARA CRENTES E NÃO CRENTES DIONATAN DA CRUZ TAMIOZZO O QUE QUIS
DIZER O JOVEM É QUE O ESPIRITO FOI DADO AO SER HUMANO PARA QUE
TIVESSE VIDA. INDEPENDENDO DA CRENÇA PARA TAL FEITO FÍSICO. NA
METAFÍSICA A HISTÓRIA MUDA POIS TEMOS A ALMA COMO DIVISOR DE
ÁGUAS PARA SEPARAR O SER FÍSICO (PALPÁVEL) DO SER METAFISICO
(ESPIRITO).

Daniela Tamanini | 21/03/2013 às 14:44


Olá.

Então de acordo com a neurociência o que dá base para que o pensamento ocorra é uma rede
neuronal complexa. O conjunto neuronal responsável pelo pensamento influencia o
comportamento. Desse modo, sou influenciado pelo meio (no caso o ambiente), processo as
informações, ou seja, preciso pensar para posteriormente me comportar? Nesse sentido o
pensamento, ou rede neuronal responsável pelo pensamento, tem função de mediador no
processo entre o estímulo ambiental até efetivamente a ocorrência do comportamento
Humano, digo aqui humano, pois de acordo com o texto o pensamento é uma característica
neuronal exclusivamente humana. Já a teoria behaviorista radical entende o comportamento
apenas através da relação entre o ambiente e o homem, na qual os dois se influenciam
reciprocamente, sem que haja necessidade de uma entidade que medeie o processo, o
“PENSAMENTO”.
Para a neurociência se acontece determinado fato no ambiente, como eu penso, através do
pensamento faria julgamentos entre vir a me comportar ou não. Comportamento é atribuído ao
pensamento? Seria o pensamento exclusivamente humano, justamente pelo fato de podermos
fazer verbalizar sobre e, por ter uma estrutura neuronal diferente dos demais animais que nos
propicie essa função cognitiva?

Responder

Luciane Simonetti | 23/05/2013 às 16:52


Olá Daniela, você têm algumas dúvidas interessantes e espero saná-las todas de forma breve.
Em primeiro lugar, o pensamento não é exclusivamente humano. Lembre-se que muitos
experimentos realizados com animais (ratos, primatas, pombos e até cachorros) utilizando uma
metodologia com o uso de ressonância magnética já demonstraram que existe atividade
mental/cerebral nesses animais, e portanto, eles pensam. O que podemos afirmar, é que, sim, a
linguagem é uma característica particularmente humana, muito embora aves como papagaios
consigam imitar sons e palavras, e até mesmo ter um vocabulário de cerca de 100 palavras (não
sei ao certo se esse número está correto, mas é próximo disto). O que o nosso cérebro possui
que o de outros animais não possui, é essa capacidade de fazer uso da sintaxe, agrupar
informações num todo coerente, criar um discurso provido de significado. Agora vamos a sua
segunda dúvida sobre atribuir o pensamento ao comportamento. De acordo com a psicologia
cognitiva e a neurociência, podemos considerar, a grosso modo que nosso pensamento causa
nosso comportamento. Para o behaviorismo isso é um pouco diferente, pois pensamento e
comportamento não seriam entidades separadas, e sim uma unidade funcional única. Isto é,
pensamento é comportamento, portanto, não existe uma relação causal entre eles. Respondida
sua pergunta? Espero que sim! Abraços e até o próximo post!

Responder

Alexandre Nogueira de Souza | 24/03/2015 às 17:03


Boa Tarde Luciane Simonetti
Gostaria de tirar uma dúvida em relação a um problema que já tenho ha mais de 17 anos.
Sofro de uma depressão que depois de muito tempo comecei a tratar e foi dado vários
diagnósticos: como hiperatividade, Síndrome Somatroforme , e por último Bipolar ! mas,
acredito que a bipolaridade não tem a capacidade de tirar a minha noção de tempo
psicologico e me deixar como se estivesse a frente do tempo. Deixa eu tentar explicar:
minha visão temporal não é como das outras pessoas. O tempo passa mais lento para mim !
como se fosse o mesmo dia todos os dias. Mesmo sabendo diferenciar os dias da semana e
não conseguindo fazer planejamento para os dias seguintes. Tomo remédios para depressão
e para bibolaridade. Mas, não resolve o meu caso dessa persistência de não sentir o tempo
correr.
Pergunto: como foi dito: os neurônios são responsáveis para a transmissão das informações
e auxiliam na formação dos pensamentos. Existe algum neurotransmissor além da
dopamina que estimule os neuronios ou outra causa que possa ter deixado essa sequela que
é mental e não fisiologica. pois, já fiz todos exames clínicos como: tomografia
computadorizada e Resonância magnética e não constou nada nos exames e até exame de
vista. Pois, fiquei com sensibilidade a luz durante o dia e a noite fica tudo mais lento e
escuro: e também não deu nada nos exames.
Responder

Luciane Simonetti | 24/03/2015 às 18:28


Oi Alexandre, boa tarde! Obrigada por compartilhar sua experiência aqui nesse canal de
comunicação. Em relação a sua pergunta, não saberia dizer se existe um
neurotransmissor responsável por essa função. Como o cérebro é muito complexo,
vários sistemas (feixes, áreas de projeção e associação do cérebro) podem estar com
alguma “falha”. Muitas vezes, os exames não mostram nada, mesmo em pessoas que
sofreram algum tipo de lesão cerebral. O que eu recomendaria à você é uma avaliação
neuropsicológica para tentar investigar um pouco mais a fundo se existe alguma
dificuldade primária que esteja causando essa noção de que o tempo não passa. Vou dar
um exemplo: às vezes, as pessoas chegam com queixas de memória no consultório,
acham que estão esquecidas e com algum problema sério que as deixa estressadas e
frustradas. Na verdade, essa dificuldade pode ser secundária a uma dificuldade
atencional, ou seja, a pessoa não consegue se concentrar, manter a atenção por algum
tempo, ou mesmo está tão desorganizada (começa uma atividade e não termina, e
depois não lembra mais o que estava fazendo) que isso acaba afetando a memória. A
sobrecarga de informação pode estar dificuldade a atenção e os processos de memória
consequentemente. No seu caso, seria importante investigar alguns aspectos
neuropsicológicos e mesmo motivacionais e comportamentais. Fale com seu médico e
comente sobre isso. Quem sabe ele lhe encaminha. Espero ter ajudado! Um abraço!

akimneto | 11/07/2013 às 19:23


Adorei o post principalmente porque adoro a Filosofia da Mente, recomendo um livro ótimo
para quem deseja iniciar-se no tema: K. T. Maslin: introdução à filosofia da mente.
Sobre o tema do post Steven Pinkler lançou um ótimo livro sobre isso: “do que é feito o
pensamento”.
Existem várias teorias sobre onde nasce o pensamento e do que ele é composto a teoria que as
ciências abordam hoje de que ele ocorre no cérebro é – de certa forma – recente, antes
pensávamos que o pensamento ocorria na alma, ela era a responsável pelos nossos
pensamentos.
O que eu acho muito interessante sobre esta área é que conseguimos com exercícios simples
criar alterações importantes no comportamento e percepção da pessoa. Enquanto psicólogo
clínico me utilizo de muitas intervenções criadas com base nos estudos da neurociência e da
neuropsicologia; dentro da minha prática não sei afirmar ao certo se o pensamento causa ou
não um comportamento, mas consigo ver claramente que tanto o comportamento como a
emoção são vividas de uma forma diretamente proporcional ao como a pessoa pensa aquilo.
Creio que muitos comportamentos são “disparados” pelo pensamento, outros talvez sejam
reações mais instintivas, não chegando a passar pelo pensamento racional, no entanto, vale
lembrar que uma das formas de entender o “instintivo” é que ele nada mais é do que uma
forma biológica de raciocínio, assim como a intuição que nada mais seria do que uma forma de
lógica que ocorre de forma muito rápida e sem uma seqüência cronológica comum – daí a
mistica em torno da intuição.

Responder
Luciane Simonetti | 11/07/2013 às 21:36
Eu tenho esse livro do Steven Pinker, mas não consegui terminá-lo (digamos que seja bem
densa a leitura). Mas a ideia é fantástica, principalmente porque até então eu não tinha
reparado tão de perto que nossa linguagem tem uma influência tão importante em todo o
processo evolutivo. Sobre seu comentário de que a neuropsicologia e a neurociência em
geral auxiliam nós pesquisadores e profissionais clínicos a elaborar ferramentas simples
para as mudanças, acho que esse foi apenas um dos inúmeros grandes passos da psicologia
como ciência. Toda a tecnologia para investigação do cérebro humano nos permitiu e ainda
nos permitirá muito além do que imaginamos, na minha opinião, principalmente para a
área médica e de reabilitação de pessoas. Agradeço seus comentários, espero contribuir
sempre. Abraços!

Responder

akimneto | 12/07/2013 às 17:10


Oi Luciane!
Pinkler é sempre denso e profundo não é mesmo?
Eu gosto muito de trabalhar usando a neurociência e a neuropsicologia, acredito que
elas são uma das chaves que vão ajudar a abrir um novo panorama para a psicologia
que vai além do “tratar”.
Tenho refletido muito e vários pesquisadores também estão indo pela vertente de que a
clínica hoje deve debruçar-se sobre a pergunta: “como gerar mais felicidade, bem-estar,
alegria?” e para ajudar a responder esta pergunta as pesquisas tem sido fabulosas!
Abraço

Eduardo Santos | 26/08/2013 às 21:01


Mas eu penso em qualquer coisa no lugar que eu estiver se eu quiser (às vezes até dormindo),
eu nunca tive pesadelos que me deixasse com um comportamento real, o segredo para
controlar o pensamento é ficar tranquilo, não é?

Responder

Luciane Simonetti | 27/11/2013 às 22:19


Oi Eduardo! Sem dúvida, podemos controlar nossos pensamentos. Pensando num modelo
de terapia cognitiva em que a premissa básica é como nossos pensamentos influenciam
nossos sentimentos, manter a calma e utilizarmos estratégias que nos deixem calmos é o
segredo para a busca do equilíbrio e da saúde mental. Abraços!

Responder

JOSENILDO JOSÉ DOS SANTOS | 27/11/2013 às 21:15


Bom…antes de tudo…Parabéns pelo blog…achei pelo bom e velho google…agora…dando
pitaco nessa conversa…gostaria de dizer que…os cientistas até agora só conseguem chegar até
onde a biologia permite….ou seja…até as conexões neurais…e se for mais longe vai parar no
movimento de partículas dentro das células nervosas, e só isso… graças a tecnologia eles
conseguem ver a atividade dessas moléculas e afirmam categoricamente que é o pensamento
em sí ( a vaca em questão)…mas não é….é apenas atividade molecular (íons) em uma
determinada área…agora..muita calma nessa hora….imagine que algum dia alguém consiga
transformar essa atividade cerebral em imagens e sons…pronto…uma máquina de ler
pensamentos….hehehehehe

Responder

Luciane Simonetti | 27/11/2013 às 22:22


Oi Josenildo! Eu acho que essa possibilidade pode um dia (num futuro bem distante) vir a
acontecer. Têm estudos que já mostram atividade cerebral em regiões específicas quando
vemos um objeto, e a mesma ativação quando apenas pensamos nele. Não dá pra ver o
pensamento, mas podemos saber onde ele ocorre e se essa “realidade cerebral” equivale à
realidade “real” digamos. Abraços! Obrigada por comentar.

Responder

Zulmiro Gonçalves | 07/12/2013 às 00:47


Zulmiro Gonçalves.
zulmirinho@hotmail.com

Uma série de profissionais como psicólogos, médicos psiquiátras, filósofos físicos e


neurocientistas produziram bastante informações sobre o pensamento humano. Num futuro
não muito longe a física revelará que o pensamento humano é operado por Deus em nosso
cerébro. A física a mãe de todas as ciências provará também a existência de Deus. Os físicos
que estão estudando o microcosmo, ou seja, o mundo subatômico é que farão estas
descobertas. Eles já desintegraram a matéria, ou seja, aceleraram suas partículas a uma
velocidade que ela se transforma em energia, mas, quando ela se transforma em energia pura,
não se consegue ainda, fazer o caminho volta, ou seja, transformar a energia pura criada
novamente em sua matéria de origem e isso precisará será feito. Sobre esse assunto já temos
literaturas científicas para serem conhecidas. Depois que conhecermos todas as leis sobre a
desintegração da matéria em energia, precisaremos desintegrar a própria energia. Atualmente
alguns cientistas já estão começando a lidar com essa idéia. Este é o caminho, quando criarmos
os equipamentos que desintegrarão a energia e esses equipamentos, registrar passo a passo
todos os fenômenos descomunalmente fulgazes, mas, serão eles as novas leis da física, que
desvendarão todos os mistérios da criação do universo, sobre como o próprio Deus se criou e
de resto esclareceremos com as ondas das sinapses cerebrais estão conectados com uma
consciência elevadíssima, que faz gestão de tudo existe. Ilustrando, veja como as ondas
eletromagnéticas do nosso planeta produzem coisas maravilhosas para nós. Exemplo: levar a
sua voz ou a sua imagem através de nossos telefones e TVs em pontos distantes do planeta em
alguns décimos milionésimos de segundos. Aparelhos feitos de nanotecnologia, como o
grafeno que substituirá a placas eletrônicas de silício usadas em todas nossas parafernálias
eletrônicas, vão permitir os cientistas enxergar um mundo invisível nem sequer até agora
imaginado. Esses novos equipamentos usando as novas leis da física conhecidas a partir da
desintegração da energia, usará ondas eletromagnéticas não do planeta terra e sim do universo,
isso permitirá o acesso a quase todos os esclarecimentos o que o ser humano imaginar. Quando
as partículas da matéria se colidem umas com as outras a um bilhão de vezes por segundo, ou
seja 10 elevado a 9, nós produzimos energia elétrica, esse bem maravilhoso que tanto conforto
nos proporciona. Quando as partículas se colidem de um bilhão a um quadrilhão de vezes por
segundo, nós produzimos energia nuclear. Quando as partículas da matéria se colidem a um
quintilhão de vezes por segundo, ocorre o último momento da matéria e nesse momento surge
a energia quântica, que é a energia que deu origem a tudo que existe. Isso representa 10
elevado a 18, veja que 18 é igual 1+8 que também é igual a 9, isso significa, que a cada ciclo 9,
coisas são reveladas. Esta experiência ainda não foi produzida aqui no planeta terra. Quando
ela for produzida precisaremos de criar um ambiente adequado, devido aos perigos para o
nosso planeta, mas, certamente na época esses perigos poderão serem contornados. Mais
complexo ainda será desintegração da energia, mas, vamos chegar lá, por que nós terráqueos
em relação a grandeza do cosmo, somos ainda crianças que começamos a aprender a andar, até
tornarmos totalmente evoluídos, teremos ainda um longo caminho a percorrer, mas, com
certeza será percorrido

Responder

Marcelo Oliveira | 07/02/2014 às 18:36


Luciana. Tô escrevendo um artigo sobre religiosidade e gostaria de incluir nesse material a sua
explicação de como é formado o pensamento. Pois o considerei com uma linguagem simples
para eu que sou leigo no assunto.Você autoriza? Colocarei a fonte da pesquisa. Obrigado. Pr.
Marcelo Oliveira

Responder

Luciane Simonetti | 07/02/2014 às 20:17


Olá Marcelo, claro que pode incluir o texto. Agradeço também, pois é uma forma de
divulgar o que se sabe sobre o assunto. Abraços!

Responder

flavia. | 07/03/2014 às 06:07


ola, eu gostaria de saber se você tem esse livro em pdf? e se tiver se poderia disponibiliza-lo?

Responder

Luciane Simonetti | 07/03/2014 às 12:17


Oi Flavia, infelizmente não tenho em pdf, na verdade é um livro meio recente então acho
que vai ser difícil encontrá-lo disponível na internet. Abçs!

Responder

O Predestinado | 23/03/2014 às 22:14


É um campo de conhecimento muito complexo, sobre o qual penso que ainda estamos apenas
aranhando sua superfície, e talvez nunca sejamos capazes, com a ciência, de conhecê-lo num
todo, ou seja, desvendar totalmente o “mistério” dos pensamentos.
Algo interessante que você não citou, e gostaria que me corrigisse caso eu esteja errado, é que
através de nossa consciência nós moldamos muitos pensamentos que surgem, aplicamos lógica
e raciocínio neles, acrescentamos novas ideias, os modificamos e, em última atividade,
avaliamos se aquilo faz sentido ou não, se seria viável, por exemplo, emitir ou não aquele
pensamento como opinião. Isso seria um execício de reflexão completo, ter o pensamento,
“trabalhar” nele, avaliá-lo e concluí-lo. Em resumo, acredito que nossa consciência não é só
responsável por tornar os pensamentos conscientes, ela faz parte do pensamento, da reflexão,
ela é o filtro do que surge na nossa cabeça e posteriormente vai sair da nossa boca. Concorda?
Outra coisa, você disse que a diferença na forma de pensar das pessoas se dá pelo sexo ou pela
inteligência. Mais do que isso, acho que se dá principalmente pela própria diferença das
pessoas em si, não? Diferença essa que, é claro, incluí o próprio sexo e inteligência de cada um.
Cada pessoa é diferente da outra, não só geneticamente, não só em suas conexões neurais,
como também na sua formação de identidade, que é muito influenciada por suas experiências,
seus contatos sociais e etc. Uma mistura da identidade inata da pessoa, ou seja, seus genes,
juntamente a sua bagagem cultural, influência que sofreu etc, acaba por formar quem ela é, a
faz ser diferente e pensar a sua maneira, maneira diferente das outras pessoas. Concluindo, as
pessoas pensam de forma diferente porque simplesmente são diferentes, possuem
personalidades diferentes, veem o mundo de forma única e diferente dos demais. Haja
diferença! Desculpe se fui redundante.

Responder

Adilson | 12/09/2014 às 16:30


Boa tarde, ao escrever “Sem dúvida, podemos controlar nossos pensamentos” esse alguém que
controla o pensamento é o cérebro ou algo imaterial, por exemplo, um espírito?
Abraços e parabéns pelo texto.

Responder

Luciane Simonetti | 12/09/2014 às 20:30


Olá Adilson! Quem controla nossos pensamentos é o nosso cérebro. Ele precisa ser
“treinado” a controlar, e embora seja algo difícil é possível. Existem várias técnicas dentro
de abordagens da psicologia que ajudam a controlá-los. Um abraço!

Responder

Allan Tonon | 11/12/2014 às 08:08


Então o pensamento é invisível ou latente? A imagem de uma homem das cavernas medindo
uma pedra com um graveto faz nos crer que chegamos onde chegamos devido a curiosidade
de saber a medida de tudo que existe no universo. Medimos nossa altura, peso e nossos
terrenos geográficos. Medimos a temperatura e a energia. Medimos a gavidade e a velocidade
da luz. Se o pensamento é “formado”, então ele deve ter uma medida,ou um peso (massa). O
que dizer das pessoas que formam pensamentos negativos e se auto-sobrecarregam, gerando a
si mesmo estresse, dor de cabeça e até dores nas costas? Já ouviram dizer que a cabeça está
pesada? Adorei o blog e o seu jeito de cientista maluca é um charme. Então me diga Dra
Luciane, o pensamento é passível de ser quantificado? Ademais, algum idiota já pensou nisso?

Responder
Luciane Simonetti | 28/01/2015 às 18:26
Olá Allan! Obrigada pelas perguntas. Elas são muito difíceis de responder. Aliás, existe
uma área de conhecimento que se ocupa dessas discussões mais filosóficas que é a Filosofia
da Mente. Fiz parte de um grupo há um tempo enquanto ainda estava na faculdade. Essas
perguntas no momento atual ainda permanecem sem respostas. O pensamento
evidentemente não pesa. Aliás, não existe nenhum equipamento que poderia realizar essa
proeza, porém, pode ser que um dia isso seja possível. Acho que este é um tipo de
questionamento que vai se manter oculto ainda por um tempo, do mesmo modo que o
tema “consciência” que ainda permanece indissolúvel. Mas, tentando responder de modo
indireto, o que podemos fazer é medir ondas cerebrais, padrões de funcionamento, enfim,
equipamentos que detectam o funcionamento do cérebro, como o EEG, a ressonância
magnética, a PET, etc. De resto, acho que vamos ter que esperar, eheheh!
Continue acompanhando, é sempre um prazer responder perguntas. Até mais!

Responder

Jannet Duarte Maduro | 18/01/2015 às 07:09


Nao conheço muitas técnicas que possam me ajudar a controlar meus pensamentos, podes me
dar algumas?

Responder

Luciane Simonetti | 28/01/2015 às 18:07


Olá Jannet! Para lhe ajudar a controlar os pensamentos, eu recomendaria que você buscasse
um profissional da área de psicologia e pudesse utilizar algumas técnicas. Eu conheço
algumas, mas nesse caso você teria que estudar e aprofundar, caso contrário, mesmo a
técnica sendo ótima, ela pode ser utilizada de modo inadequado e causar um efeito oposto.
Se quiser deixar seu e-mail eu te escrevo e explico como pode ser procedido. Um abraço!

Responder

Daniela Fiúza | 28/01/2015 às 17:56


Olá Luciane. Parabéns pelo blog e obrigada por socializar suas ideias. Sou professora de
História e me interessei sobre a sua colocação: a forma como as pessoas pensam é diferente.
Você, nos comentários, esclareceu que o meio e as vivências do indivíduo formam o
pensamento, é isso mesmo ?? Entendi certo ? Fico pensando, duas pessoas de uma mesma
família, vivendo num local bem isolado, ambas praticamente vivendo no mesmo meio e com
“os mesmos estímulos” elas não podem pensar de forma bem diferente uma da outra ?
Abraço.

Responder

Luciane Simonetti | 28/01/2015 às 18:04


Olá Daniela, que bom que gostou! Bem, na verdade o meio e as vivências não chegam a
formar no sentido causal, mas sim, sob a ótica de modular, influenciar, participar da
formação de um conceito, uma ideia, um pensamento. Nunca podemos deixar de lembrar
que o meio e as nossas experiências são apenas uma parte de um todo. O que formam
nossas ideias e pensamentos, na verdade são a educação que recebemos, nossa carga
genética, nosso modo particular e único de processar a informação. Nosso cérebro, esse
órgão incrível é quem no final das contas “decide” COMO pensar e O QUE pensar. Mas
resumidamente, o meio pelo qual ele faz isso é influenciado por muitos fatores, incluindo
os genéticos e os ambientais. É claro que este aparato tem uma formação filogenética que é
comum entre a espécie humana, mas cada pessoa processa a informação de um jeito.
Usando o seu exemplo, a resposta é sim, elas podem pensar diferentes, porque o modo
como o cérebro de cada uma interpreta as informações pode não ser o mesmo. Respondido?
Obrigada por escrever! Abraços!

Responder

Marcus Lima | 12/06/2015 às 18:05


Olá Luciane,

Primeiramente, quero prabenizá-la pelo excelente trabalho desenvolvido, o qual me deixou


com o seguinte dúvida:

Se o pensamento é formado por uma cadeia ou rede neural, e se a quantidade de neurônios


existentes em nosso cérebro é finita (ainda que seja uma quantidade alta), logo a quantidade de
pensamentos de uma pessoa também seria finita, certo?

Responder

Luciane Simonetti | 18/06/2015 às 10:02


Olá Marcus, obrigada por acompanhar meu blog. Excelente pergunta! Vamos pensar no
seguinte: quanto mais o cérebro é estimulado, vive experiências novas, se adapta a essas
experiências, mais redes de conexões ele pode fazer. Existem grossos e densos feixes de
fibras que nossos neurônios vão formando, e dependendo das experiências que vamos
tendo ao longo da vida, esses neurônios podem e irão fazer novas conexões. Digamos que
ele não faça novas conexões (o que acho bem difícil), mesmo assim nossas possibilidades de
pensamentos são infinitas. Sempre que novos conhecimentos vão sendo adquiridos,
acumulados e assimilados com os conhecimentos que já temos novos pensamentos vão
ocorrendo. Isso significa que nossos pensamentos são infinitos, porque pensar é uma
atividade constante e sem interrupções. Mesmo quando estamos meditando, ou tentando
“não pensar em nada”, tá lá a nossa cabeça pensando em algo. Agora vamos pensar em
uma pessoa que está em coma: se ela tem atividade cerebral, significa que conexões
cerebrais estão acontecendo, porém num nível bem menor e com menos recursos porque ela
não está em estado de vigília e consciência para adquirir novas aprendizagens, mas o
cérebro está lá continuando a funcionar. Um abraço e continue acompanhando!

Responder

Geraldo | 13/09/2015 às 17:00


Olá Luciane!
Sobre memória celular, se for real, a memória pode ser compartilhada?

Responder

Luciane Simonetti | 15/09/2015 às 09:36


Olá Geraldo! Acho meio improvável. Pelo menos eu não sei de nenhum estudo que tenha
discutido essa possibilidade. O cérebro é algo muito complexo. Ele cria conexões que
chamamos de sinapses muito específicas. Há grandes feixes de fibras, circuitos neuronais
que já se formaram, então cada cérebro faz isso de uma forma, e as memórias estão ali
também. Por isso, acredito que exista uma impossibilidade de ordem prática.

Responder

Matheus Djean | 24/09/2015 às 20:13


Olá, se eu pensar que o meu corpo como um todo tem “mania” de se defender de possíveis
maus que acarretem-se à ele, poderia pensar na pergunta: porque eu penso?; e respondê-la
dizendo: por ser uma forma de defesa.
O que eu quero dizer é que se trocamos a pergunta: Como o cérebro funciona e onde ocorre o
pensamento?; por: porque eu penso e porque quero saber isso?; teria então uma análise
original e uma resposta evidente em relação à mesmo, do porque estamos discutindo isso.
Pensando assim, evidencio a forma PORQUE sendo um “milagreiro” resolutor dos meus
“problemas”, más meu objetivo assim, é defender, prematuramente, a ideia de que: penso, logo
existo, isso é um problema que tenho de resolvê-lo, embora não possa; acarretando então o
nosso aqui e agora!
É correto pensar assim? Na verdade, eu POSSO pensar assim? ou seria meramente tentar um
atalho pra uma resposta complexa demais pra ser respondida em 3 minutos? kk
abçs, belos textos!

Responder

Luciane Simonetti | 19/10/2015 às 12:27


Olá Matheus! É uma boa reflexão esta a sua. Você está discutindo um assunto não apenas
neurocientífico, mas também ALTAMENTE FILOSÓFICO. Eu não tenho todas as respostas
para suas perguntas, é claro… acho que ninguém tem pela complexidade do assunto. É
correto pensar da maneira que você for encontrando as respostas que nem sempre são tão
razoáveis como gostaríamos. Descartes foi a pessoa que levantou primeiramente essa
discussão e rendeu muitos ataques, críticas, mas também aclamações. O fato dele ter dito
essa máxima “Penso, logo existo” (que em latim ficou conhecida como cogito ergo sum)
significa não apenas que somos seres pensantes, mas que minha existência depende de um
cérebro que pensa porque eu posso duvidar de que eu penso. E se eu posso duvidar, então
eu penso, e consequentemente eu existo. Assim foi que surgiu o dualismo mente-corpo
sendo duas qualidades de existência diferentes e claro, assumindo a existência de Deus.
Como você colocou que seu “objetivo é defender a ideia de que: penso, logo existo, e que
isso acarreta no nosso aqui e agora” então você chegou no mesmo problema que milhares
de pessoas também chegaram, que é o de não ter uma resposta mais concreta do que o fato
de que pode duvidar das coisas e construir conhecimento. E sim, esse é assunto muito
complexo que renderia uma resposta muito maior do que 3 minutos. Obrigada por
acompanhar! Sinta-se a vontade para vir aqui sempre e construirmos diálogos ricos como
esse. Um abraço!

Responder

leticia | 07/11/2015 às 17:21


Olá, cheguei ate essa pagina por que tenho muitas duvidas sobre o pensamento. Quando algo
ruim acontece vem um turbilhão de pensamentos negativos sobre mim na minha mente.
Porque isso acontece?
obrigada

Responder

Luciane Simonetti | 17/11/2015 às 10:08


Olá Letícia! Isso que você e todo mundo tem também chamamos de pensamentos
automáticos negativos. Em Terapia Cognitiva classificamos esses pensamentos como
pensamentos disfuncionais, e essa cascata de pensamentos negativos ocorre porque quando
pensamos em algo ruim/negativo, isso gera um sentimento negativo, e um comportamento
negativo. Esse comportamento pode ser algo externo ou interno, isto é, pode ser um outro
pensamento negativo. Nosso cérebro passa a entender esses pensamentos como verdades e
um acaba gerando outro, mas a origem destes pensamentos vem das nossas crenças
centrais e intermediárias. Elas são formadas ao longo do nosso desenvolvimento, desde a
infância, até hoje com base nas experiências que vamos adquirindo. Como essas crenças vão
sendo cristalizadas e se tornando cada vez mais generalistas, ou seja, tem relação com os
vários contextos e situações da vida, é comum que pensamentos negativos apareçam.

Responder

Alejandra | 08/12/2015 às 10:30


Olá, eu tenho algumas duvidas, existe alguma pesquisa que busque entender por que as
pessoas pensam diferente? Seria porque as ´´associações“ que fazem são diferentes? Então
devem haver motivos para isso. Eu tenho duvidas também a respeito de qual faculdade se faz
para ser neuroscientista, eu estou no 1º ano do E.M. e gostaria de trabalhar, num futuro
próximo, em laboratório, fazendo pesquisas e experiências, e principalmente desenvolvendo
estudos a respeito do tema, então qual caminho seria melhor seguir? (Eu quero fazer faculdade
fora, de preferência em Harvard ou MIT, mas não sei como prosseguir).
Desde já agradeço.

Responder

António cossignani | 16/12/2015 às 21:17


Os pensamentos as vezes são constantes e caóticos e não representa a realidades mas se tudo
que penso se torna real entao e assim mesmo projeções cognitivas obssessivas sintomas da
demência bipolar esquizofrenia paranoide

Responder
ana guerreiro | 04/01/2016 às 17:09
ola eu gostava de saber sobre pensamentos estranhos repetivos e obcessivos, como isso
acontece pois sei que nao é normal, e o que fazer para isso deixar de acontecer, ate pudia ter a
ver com os neurotransmissores, ou ate nao. agradeço resposta.

Responder

ana guerreiro | 04/01/2016 às 17:20


ola eu gostava de saber sobre pensamentos indesejaveis repetitivos e obcessivos, como esses
pensamentos acontecem e o porque e o que fazer para isso deixar de acontecer.
agradeçoa resposta

Responder

Max Willian | 09/01/2016 às 22:52


todos os pensamentos sao desejaveis,gostava nao deseja saber,controle seus
pensamentos,pensar e naturldo ser,agradeça a DEUS por esta dadiva.

Responder

Dani | 21/02/2016 às 23:23


Você acredita que existe característica neuronal idêntica em seres humanos diferentes?

Responder

Luciane Simonetti | 05/03/2016 às 14:11


Acho improvável… idênticas estamos falando em 100% iguais.

Responder

Cesar Augusto Castilho | 10/04/2016 às 01:02


Olá, Luciane!
Tudo bem contigo?

Primeiramente eu gostaria de parabenizá-la pelo Blog, achei sensacional! =)

Bom, vamos lá…


Tenho uma dúvida acerca de meus pensamentos! Eu sou portador do Transtorno Obsessivo
Compulsivo (TOC) religioso, então sou acometido diariamente por pensamentos de blasfêmias.
Embora jovem, tenho 23 anos, convivo com o TOC religioso há cerca de quase 2 anos e entrei
em depressão devido às circunstâncias inóspitas que esse transtorno me trouxe. No entanto,
tem algumas vezes em que fico em dúvida sobre quais são meus pensamentos e quais são os
pensamentos do TOC, isto é, não tenho a exata certeza acerca do que eu realmente penso.
Constantemente eu me sinto culpado por tem pensado “X” ou “Y” coisa…
Levando em conta meu estado mental, pode-se dizer que eu já não sou mais responsável por
nada que penso? Isso até pode parecer meio hilário, mas eu me sinto até meio maluco pelo fato
de não saber quais são meus pensamentos e quais são os pensamentos que ocorrem devido a
esse transtorno.

Um grande abraço,
Cesar A. Castilho

Responder

Luciane Simonetti | 13/04/2016 às 11:04


Bom dia César! Muito relevante sua dúvida. Fica confuso mesmo até que ponto são
pensamentos que você tem deliberadamente ou não. Em primeiro lugar, por ser um
transtorno complexo, o TOC necessita de um tratamento de médio a longo-prazo associado
a medicação. Você faz uso? Segundo, no tratamento do TOC o terapeuta ajuda você a
identificar quais pensamentos são “absurdos” ou disfuncionais e quais aqueles que são,
digamos, reais. É um trabalho que precisa ser feito assiduamente. Aos poucos, o paciente
passa a perceber que tais pensamentos não têm fundamento e aprende a diferenciar os que
fazem parte da doença daqueles que qualquer pessoa poderia ter. Você tem sido
acompanhado? Seria fundamental pra você ter mais qualidade de vida. Um abraço!

Responder

Hozane | 23/04/2016 às 18:27


Falar sobre o cérebro humano é bastante complexo, porém eu acredito que o pensamento é
uma ferramenta invisível que tem poder para processar ou produzir o bem ou o mal. Vejo
também que é dessa ideia que, nasceu a teoria que os seres humanos são dotados de
personalidade boa ou má, certo. espero que a professora possa corrigir-me caso o meu
pensamento seja apenas loucura. Um grande abraço a todos.

Responder

Luciane Simonetti | 24/04/2016 às 18:43


Boa tarde, Hozane. O pensamento é sim “invisível”. Não temos como abrir a cabeça de
ninguém e observar o que as pessoas estão pensando. Comportamentos bons ou maus
podem surgir por diferentes motivos: porque aquela pessoa tem valores X ou Y, porque sua
forma de pensar ocorre assim e não assado, porque a pessoa desenvolve autorregras ao
longo da vida que a faz se comportar de determinada forma. Quando falamos de
personalidade estamos falando de um “produto” de nós mesmos que é influenciado pelo
modo como fomos criados por nossos pais, pela maneira que vivemos nossa infância, pela
forma como fomos tratados, pelas experiências que passamos, sejam elas boas ou más.
Vemos que é bastante complexo esse assunto. Obrigada por contribuir. Abs!

Responder

roginerio | 01/06/2016 às 13:01


Olha se vc analisar bem, pensamentos nada mais e do que sua capacidade falar e formar
frases. Um exemplo disso e vc ler um texto em silêncio. Quando vamos falar alguma
palavra ou frase com certeza dependemos de atividades celebrais, que desencadeia uma
série de acontecimentos como a vibração das cordas vocais nas quais se originam os
sons. Depois disso os sons passam por uma amplificação por isso precisamos de muito
ar para falar que é para amplificar o son. Quando pensamos as vibrações acontecem o
son vai para caixa de amplificação que se encontra em nossas faces por onde nos
primeiro ouvimos os sons para depois que saibamos que estão corretas as palavras e
frases possamos falar. Quando nois pensamos acontecem tudo isso menos a parte de
fala liberar o son. Quando se diz por exemplo árvore : nossa capacidade de dedução nos
permite saber o que e como se fosse em imagens mais seria como reconhecemos as letras
a juntamos para ler ou escrever como se alguém dizer A nos iríamos imaginar o símbolo
que a representa na escrita e assim sucessivamente com todo o alfabeto. Concluindo o
pensamento e a capacidade de falar e de simbolizar o ambiente e tudo ao derredor…
Meu nome e Roginerio Paulo
Moro em Americano do Brasil Goiás email rogineriopaulo39@gmail.com
Obs.não utilizamos tanto ar para pensar por que nossa respiração normal já serve para
vibrar as cordas vocais mais para falar o que vc está pensando vc precisa encher os
pulmões e liberar o ar enquanto fala que para amplificar oque esta pensando.

roginerio | 01/06/2016 às 13:05


Gostaria muito de ouvir as opiniões de vc se puder responda . obrigado!

Responder

Odayr Viana | 03/07/2016 às 20:55


Prezado Roginerio
Suas ideias sobre o pensamento parecem-me que estão parcialmente corretas. Creio que
faltou observar o que ocorre no corpo (cérebro e demais órgãos) no momento imediata-
mente anterior à elaboração do pensamento concreto.
Por exemplo, observe o que ocorre dentro de si quando diz: agora vou pensar em um
elefante.
Antes da formação da “palavra” elefante vem a imagem do paquiderme, não é assim?
Mas antes de tudo isto ainda vem um impulso interior bem perceptível que prepara o
cérebro para o ato de pensar.
É como se algo dentro do cérebro guiasse as parte internas, responsáveis pelo pensamento,
naquela direção. Note que algumas pessoas até fazem algum gesto exterior revelando que
“vão pensar”, por exemplo, elas mudam o olhar de direção (viram os olhos).
Não é assim com você?
Odaur

Responder

Claudio da Silva | 11/07/2016 às 16:46


Prezados leitores deste blog,
Apos, 40 anos de estudo e pesquisa, sobre o pensamento, encontrei algumas resposta
interessantes.
Em primeiro, compreendi que, este não e um assunto para muitos e sim para poucos, pois, os
terráqueos, animais intelectuais equivocadamente chamados de humanos desta era, não esta
muito interessado em conhecer a si próprio bem como a sua origem.
Quando um ser e dotado de intelecto, e não busca conhecer a si mesmo, ela se torna escrava do
pensamento de outras pessoas.
As imagens hologromáticas criadas pelos impulsos elétricos dos neurônios da vida ao
pensamentos, e neste momento forma-se o eu psicológico que se julga dono de sí e proprietário
de seu veiculo de locomoção, ou seja seu fisico.
O assunto e muito extenso, mas se tiver alguém interessado, em outra oportunidade podemos
falar mais.
Para concluir posso lhes dizer que, se 0,3% desta raça soubesse por que pensa, de onde e como
surge os pensamentos, com certeza daríamos um salto quântico na evolução deste planeta.

Responder

Claudio da Silva | 11/07/2016 às 19:32


Prezados leitores deste blog,

Apos, 40 anos de estudo e pesquisa, sobre o penssamento, encontrei algumas resposta


interessantes.
Em primeiro, compreendi que, este não e um assunto para muitos e sim para poucos, pois, os
terraquios, animais intelectuais equivocadamente chamados de humanos desta era, não esta
muito interessado em conhecer a si propio bem como a sua origem.
Quando um ser e dotado de intelecto, e não busca conhecer a si mesmo, ela se torna escrava do
pensamento de outras pessoas.
As imagens hologromáticas criadas pelos impulsos elétricos dos neurônios da vida ao
pensamentos, e neste momento forma-se o eu psicológico que se julga dono de sí e proprietário
de seu veiculo de locomoção, ou seja seu fisico.
O assunto e muito extenso, mas se tiver alguém interessado, em outra oportunidade podemos
falar mais.
Para concluir posso lhes dizer que, se 0,3% desta raça soubesse por que pensa, de onde e como
surge os pensamentos, com certeza daríamos um salto quântico na evolução deste planeta.

Responder

Maikel | 22/12/2016 às 20:29


Claudio da Silva, me interessei no seu artigo, poderia me dizer um pouco mais?

Responder

Luciane Simonetti | 11/01/2017 às 11:30


Bom dia! Nunca li o livro, só ouvi falar, mas sempre com críticas pesadas sobre o fato de
não ter base científica. Não posso opinar sobre o livro, mas pela sinopse me parece auto-
ajuda. ABs!
emones | 18/10/2016 às 19:28
pergunta: o pensamento é uma faculdade cognitiva do ser humano? Acredito que não! pois se
assim fosse, nós teríamos controle sobre ele e, saberíamos qual pensamento pensar nos
próximos minutos, onde é claro, não sabemos. O cérebro deve ser uma “antena” donde o
pensamento, sua fonte ninguém sabe.

Responder

Maikel | 22/12/2016 às 20:27


Ola Luciane, Você já leu o livro The Secret (O segredo), se sim queria saber o que acha a
respeito do mesmo, obrigado, e parabéns pelo blog.

Responder

Ana | 14/01/2017 às 11:14


Ola! Luciane Simonetti, tenho um filho de 20 anos. Há dois anos atrás, depois de um témino de
namoro de 6 meses. Sendo sua 1a. namorada. Começou a ouvir vozes e ver imagens ruins e
obcessivas. Começou com medicação controlada. Que não adianta. Desde a hora que disperta
do sono até a hora do próprio, vê essas imagens obcenas e obsecadas indo contra a sua
natureza. Tem se apegado muito a Deus. Uma luta sem término, quando acordado. Só descansa
quando dorme. Ele estuda e vive normalmente em suas atividades, mas o tempo todo lutando
para não ver mais essas imagens. No que podem nos ajudar?

Responder

Luciane Simonetti | 01/02/2017 às 17:35


Olá Ana! Vocês já procuraram algum psiquiatra? Isso pode acontecer depois de um
episódio marcante para ele, no caso aqui foi o término do namoro, mas podem ter outras
questões que podem não estar sob seu conhecimento. Teria que investigar todo o histórico
de desenvolvimento dele, quando passou a apresentar, com que frequência, se alguém na
família apresenta quadro semelhante, ou se alguém tem algum transtorno psiquiátrico…
enfim. Só depois disso, com um diagnóstico é que vocês receberiam auxílio. Com
medicação ele pode melhorar muito. Espero ter ajudado. Abs!

Responder
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