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16/10/2017 14:57:01 de uso exclusivo de MURILO


MURILO ALVES MIRANDA [036.808.435-34]

NORMA ABNT NBR


BRASILEIRA 15200
Segunda edição
26.04.2012
Válida a partir de
26.05.2012

]
4
-3
5
3
.4
Projeto de estruturas de concreto em situação de
8
0
.8
6
incêndio
3
0[
A
D
Fire design of concrete structures 
N
A
IR
M
S
E
V
L
A
O
LI
R
U
M
e
d
o
iv
s
lu
c
x
e
o
s
u
e
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1
0:
7
:5
4
1
7
1
0
2/
0
1/
6
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m
e
o
d
ar
e
g
o
ã
s
s
re
p
im
e
d
o
vi
u
qr
A

ICS 13.220.50 ; 91.080.40 ISBN 978-85-07-03373-8

Número de referência
ABNT NBR 15200:2012
48 páginas

 © ABNT 2012
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MURILO ALVES MIRANDA [036.808.435-34]

ABNT NBR 15200:2012

]
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.4
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.8
6
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A
D
N
A
IR
M
S
E
V
L
A
O
LI
R
U
M
e
d
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iv
s
lu
c
x
e
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s
s
re
p
im
e
d  © ABNT 2012
o
vi Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser
u
qr reproduzida ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por
A escrito da ABNT.

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ABNT NBR 15200:2012

Sumário Página

Prefácio ...............................................................................................................................................iv
1 Escopo ................................
...................................................................
......................................................................
.............................................................
.......................... 1
2 Referências normativas ..................................
.....................................................................
...................................................................
................................ 1
3 Termos
Te rmos e definições ..................................
......................................................................
.......................................................................
.....................................2..2
4 Simbologia ................................
...................................................................
......................................................................
.......................................................
.................... 3
]
4 5 Requisitos gerais ................................
....................................................................
.......................................................................
...........................................
........55
-3
5
3 6 Propriedades dos materiais em situação de incêndio ............................... ...................................................
.................... 7
.4
8
0 6.1 Concreto..............................
.................................................................
......................................................................
.............................................................
.......................... 7
.8
6
3
0[
6.1.1 Resistência à compressão do concreto a altas temperaturas............................... .......................................
........77
A 6.1.2 Propriedades físico-térmicas dos concretos a altas temperaturas...............................8
D
N
A 6.2 Aço ................................
...................................................................
......................................................................
...................................................................
................................ 8
IR
M
S
6.2.1 Resistência ao escoamento e módulo de elasticidade do aço de armadura passiva
E
V
L
a altas temperaturas ..........................................................................................................8
A
O
LI
6.2.2 Resistência ao escoamento e módulo de elasticidade do aço de armadura ativa a
R altas temperaturas ...........................................................................................................10
U
M
e
d
6.2.3 Valor
Va lor de cálculo das resistências ..............................
.................................................................
.....................................................
.................. 12
o
iv
s
7 Ação correspondente ao incêndio ..................................
.....................................................................
...............................................
............13
13
lu
c
x
8 Verificação
Ver ificação de estruturas de concreto em situação de incêndio ................................ 13
e
o
s 8.1 Ações e solicitações .................................
.....................................................................
.......................................................................
................................... 13
u
e
d 8.2 Método tabular................................
...................................................................
......................................................................
...............................................
............14
14
1
0: 8.2.1 Vigas ..............................
.................................................................
.......................................................................
.................................................................
............................. 15
7
:5
4
1
8.2.2 Lajes ..............................
.................................................................
.......................................................................
.................................................................
............................. 17
7
1
0
8.2.3 Pilares..................................
.....................................................................
......................................................................
...........................................................
........................ 20
2/
0
1/ 8.2.4 Tirantes ...............................
..................................................................
......................................................................
...........................................................
........................ 22
6
1 8.3 Método análitico para pilares ...............................
..................................................................
...........................................................
........................ 22
m
e
o 8.4 Método simplificado de cálculo .................................
....................................................................
.....................................................
.................. 23
d
ar
e 8.5 Métodos avanç avançados ados de cálculocálculo.......................................................................................24
.......................................................................................24
g
o 8.6 Método experimenta
experimentall ................................
...................................................................
.......................................................................
.................................... 24
ã
s
s
re
p
im
e
d Anexos
o
vi
u Anexo A (normativo) Método do tempo equivalente .......................................................................25
qr
A Anexo B (normativo) Diagrama tensão-def
tensão-deformação ormação do concreto ................................
..................................................
.................. 27
Anexo C (normativo) Propriedades térmicas do concreto..............................................................29
C.1 Alongamento ..................................
.....................................................................
......................................................................
...............................................
............29
29
C.2 Calor específico....................................
.......................................................................
......................................................................
.........................................
......29
29
C.3 Condutividade térmica..............................
..................................................................
.......................................................................
................................... 30
C.4 Densidade .................................
....................................................................
......................................................................
.....................................................
.................. 30
Anexo D (normativo) Diagrama tensão-deformação
tensão-deformação do aço ...................................
...........................................................
........................ 31
Anexo E (normativo) Método tabular geral para dimensionamento de pilares retangulares
ou circulares .....................................................................................................................35

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Anexo F (normativo) Fluxo de calor ..................................................................................................46


Anexo G (informativo)  Gráficos para pilares com mais de uma face exposta ao fogo ................47

Figuras
Figura 1 – Fator de redução da resistência do concreto silicoso em função da temperatura ....7
Figura 2 – Fator de redução da resistência do aço de armadura passiva em função
] da temperatura ...................................................................................................................9
4
-3 Figura 3 – Fator de redução do módulo de elasticidade do aço de armadura passiva passiva em
5
3
.4 função da temperatura..............................
.................................................................
......................................................................
......................................9
...9
8
0
.8
6 Figura 4 – Fator de redução da resistência do aço da armadura ativa formada formada por fios ou
3
0[
A
cordoalhas em função
função da temperatura ...............................
..................................................................
..........................................
.......12
12
D
N
A
Figura 5 – Fator de redução do módulo de elasticidade do aço da armadura ativa em função
IR da temperatura .................................................................................................................12
M
S
E Figura 6 – Distâncias c 1 e c1ℓ   ...........................................................................................................15
V
L
A Figura 7 – Definição das dimensões para diferentes tipos de seção transversal de vigas ....... .......15
15
O
LI
R
Figura 8 – Envoltória de momentos fletores ...................................
......................................................................
................................................
.............17
17
U
M Figura B.1 – Aspecto do diagrama tensão-deformação
tensão-deformação do concreto ..........................................
........................ .................. 28
e
d
o Figura D.1 – Aspecto do diagrama tensão-deformação
tensão-deformação dos aços a altas temperaturas ............ ............34
34
iv
s
lu Figura G.1 – Curvas TRF × b × c1 para número de barras longitudinais igual a 4 (n = 4) ........... ...........48
48
c
x
e Figura G.2 – Curvas TRF × b × c 1 para número de barras longitudinais maior que 4 (n > 4) ..... .....48
48
o
s
u
e
d
1
0:
7
Tabelas
:5
4
1
Tabela 1 – Valores da relação k c, c,θ = f c,
c,θ / f 
ck  para concretos de massa específica normal
f ck 
7
1
0
(2 000 kg/m3 a 2 800 kg/m3) preparados com agregados predominantemente
2/
0
1/
silicosos ..............................................................................................................................8
6
1 Tabela 2 – Valores das relações k s, s,θ = f yk,
yk,θ / f  Es,θ= E s,θ / E 
  k  e k Es,
fyk 
y Es   para aços de armadura
m
e
o
passiva ..............................................................................................................................10
d
ar
e
Tabela 3 – Valores da relação f pyk, pyk,θ /(0,9 f pyk pyk ) e E p,p,θ / E 
E p para fios e cordoalhas da armadura
g
o
ã ativa ...................................................................................................................................11
s
s
re Tabela 4 – Dimensões mínimas para vigas biapoiadas a  ..............................................................16
p
im
e
Tabela 5 – Dimensões mínimas para vigas contínuas ou vigas de pórticos a ............................16
d
o
vi
Tabela 6 – Dimensões mínimas para lajes simplesmente apoiadas c ..........................................18
u
qr Tabela 7 – Dimensões mínimas para lajes contínuas c..............................
.................................................................
....................................18
.18
A
Tabela 8 – Dimensões mínimas para lajes lisas l isas ou cogumelo a ...................................................19
Tabela 9 – Dimensões mínimas para lajes nervuradas simplesmente apoiadas c......................19
Tabela 10 – Dimensões mínimas para lajes nervuradas contínuas em pelo menos uma das
bordas c  .............................................................................................................................20
Tabela 11 – Dimensões mínimas para lajes nervuradas armadas em uma só direção a............ ............20
20
Tabela 12 – Dimensões mínimas para pilares com uma face exposta ao fogo ........................... 21
Tabela 13 – Dimensões mínimas para pilares-parede a ...................................
.................................................................
.............................. 21
Tabela A.1 – Fatores de ponderação das medidas de segurança contra incêndio.....................25 incêndio .....................25
Tabela A.2 – Valores de γ s2 s2 em função do risco de ativação do incêndio (r) .............................. ...............................26
.26

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ABNT NBR 15200:2012

Tabela B.1 – Deformação específica do concreto em função da temperatura elevada .............. 27


Tabela D.1 – Valores da relação k pθ = f pk  pk ,θ / f 
yk  para aços de armadura passiva .......................... 32
f yk 
Tabela D.2 – Valores dos parâmetros para o diagrama tensão-deformação de fios
ou cordoalhas ...................................................................................................................33
Tabela E.1 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 0,1 e
máx = 10 mm (para b ≤ 400 mm) e e máx
e máx máx = 0,025 × b  (para  (para b > 400 mm) ...................... 36
Tabela E.2 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 0,1 e
]
máx = 0,25 × b  (para
 (para b ≤ 400 mm) e e máx máx = 100 mm (para b  >
4
-3
e máx  > 400 mm) ...................... 38
5
3
.4
Tabela E.3 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 0,1 e
8
máx = 0,5 × b  (para
 (para b ≤ 400 mm) e e máx máx = 200 mm (para b  >
0
.8 e máx  > 400 mm) ........................ 39
6
3
0[ Tabela E.4 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 0,5 e
A
D
N
máx = 10 mm (para b ≤ 400 mm) e e máx
e máx máx = 0,025 × b  (para   (para b  >  > 400 mm) ...................... 40
A
IR Tabela E.5 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 0,5 e
M
S
E
máx = 0,25 × b  (para
e máx  (para b ≤ 400 mm) e e máx máx = 100 mm (para b  >  > 400 mm) ...................... 41
V
L
A
Tabela E.6 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 0,5 e
O
LI máx = 0,5 × b  (para
e máx  (para b ≤ 400 mm) e e máx máx = 200 mm (para b  >  > 400 mm) ........................ 42
R
U Tabela E.7 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 1,0 e
M
máx = 10 mm (para b ≤ 400 mm) e e máx máx = 0,025 × b  (para
e e máx   (para b  >  > 400 mm) ...................... 43
d
o
iv
s Tabela E.8 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 1,0 e
lu
máx = 0,25 × b  (para
 (para b ≤ 400 mm) e e máx máx = 100 mm (para b  >
c
x
e
e máx  > 400 mm) ...................... 44
o
s
u
Tabela E.9 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 1,0 e
e
d
1
máx = 0,5 × b  (para
e máx  (para b ≤ 400 mm) e e máx máx = 200 mm (para b  >  > 400 mm) ........................ 45
0:
7
:5
4
1
7
1
0
2/
0
1/
6
1
m
e
o
d
ar
e
g
o
ã
s
s
re
p
im
e
d
o
vi
u
qr
A

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ABNT NBR 15200:2012

Prefácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas


Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos
de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são
elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos,
delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
]
4
-3
5
Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2.
3
.4
8
0
.8
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) chama atenção para a possibilidade de que
6
3
0[
alguns dos elementos deste documento podem ser objeto de direito de patente. A ABNT não deve ser
A considerada responsável pela identificação de quaisquer direitos de patentes.
D
N
A
IR A ABNT NBR 15200 foi elaborada no Comitê Brasileiro da Construção Civil (ABNT/CB-02),
M
S pela Comissão de Estudo de Estruturas de Concreto – Projeto e Execução (CE-02:124.15).
E
V
L
O seu 1º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 07, de 08.07.2011 a 05.09.2011,
A
O
com o número de Projeto ABNT NBR 15200. O seu 2º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme
LI
R
Edital nº 11, de 25.11.2011 a 26.12.2011, com o número de 2º Projeto ABNT NBR 15200.
U
M
e
d Esta segunda edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 15200:2004), a qual foi tecni-
o
iv
s
camente revisada.
lu
c
x
e
o
O Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte:
s
u
e
d
1
0:
7 Scope 
:5
4
1
7
1
This Standard defines criteria for concrete structures fire design based on fire resistance requirements
0
2/ established by ABNT NBR 14432.
0
1/
6
1
This Standard is for concrete structures designed according to ABNT NBR 6118.
m
e
o
d
ar Specific Brazilian standards shall be used for precast concrete structures. In the absence of specific
e
g
o
Brazilian standards,
standards, the recommenda
recommendations
tions of this standard can be used.
ã
s
s
re For situations not covered by this standard or covered in a simplified way, the technical responsible for
p
im the design may use procedures or international standards accepted by the techno-scientific community,
e
d since the safety level defined by this standard is respected.
o
vi
u
qr
A

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NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 15200:2012

Projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio

1 Escopo
Esta Norma estabelece os critérios de projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio e a
forma de demonstrar o seu atendimento, conforme requisitos de resistência ao fogo estabelecidos na
]
4
-3
ABNT NBR 14432.
5
3
.4
8
0
Esta Norma se aplica às estruturas de concreto projetadas para edificações de acordo com a
.8
6 BNT NBR 6118.
3
0[
A
D Esta Norma aplica-se às estruturas de concretos normais, identificadas por massa específica seca
N
A maior do que 2 000 kg/m 3, não excedendo 2 800 kg/m 3, do grupo I de resistência (C20 a C50),
IR
M conforme classificação da ABNT NBR 8953. Para concretos do grupo II de resistência, conforme
S
E
V
classificação da ABNT NBR 8953, podem ser empregadas as recomendações do Eurocode 2, Part 1.2.
L
A
O
LI
Para estruturas ou elementos estruturais pré-moldados ou pré-fabricados de concreto aplicam-se os
R
U
requisitos das Normas Brasileiras específicas. Na ausência de Norma Brasileira específica, aplicam-se
M
e
as recomendações desta Norma.
d
o
iv
s
lu
Para situações não cobertas por esta Norma ou cobertas de maneira simplificada, o responsável
c
x
e
técnico pelo projeto pode usar procedimentos ou normas internacionais aplicáveis aceitos pela
o
s comunidade tecnocientífica, desde que demonstrado o atendimento ao nível de segurança previsto
u
e
d
por esta Norma.
1
0:
7
:5
4
1
7
2 Referências normativas
1
0
2/
0
1/
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências
6
1 datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições
m
e mais recentes do referido documento (incluindo emendas).
o
d
ar
e
g
ABNT NBR 5628, Componente
Componentes
s construtivos estruturais – Determinação da resistência ao fogo 
o
ã
s
s
re
ABNT NBR 6118, Projeto de estruturas de concreto – Procedimento 
p
im
e
d
ABNT NBR 7480, Aço destinado a armaduras para estruturas de concreto armado
ar mado – Especificação 
o
vi
u
qr ABNT NBR 8681, Ações e segurança nas estruturas – Procedimento 
A

ABNT NBR 8953, Concreto para fins estruturais – Classificação pela massa específica, por grupos de
resistência e consistência 

ABNT NBR 9062, Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado 


ABNT NBR 14432, Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações –
Procedimento 

Eurocode 2: Design of concrete structures – Part 1-2: General rules – Structural fire design 

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ABNT NBR 15200:2012

3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.
3.1
área do piso do compartimento
medida em metros quadrados da área compreendida pelo perímetro interno das paredes de compar-
timentação
]
4
-3 3.2
5
3
.4 carga de incêndio
8
0
.8
soma das energias caloríficas que podem ser liberadas pela combustão
combustão completa de todos os materiais
6
3
0[
combustíveis em um espaço, inclusive os revestimentos das paredes divisórias, pisos e tetos
A
D
N 3.3
A
IR compartimento
M
S edificação ou parte dela, compreendendo um ou mais cômodos
cômodos,, espaços ou pavimento
pavimentos,
s, construídos
E
V
L
para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites, incluindo a
A
O
propagação entre edifícios adjacentes, quando aplicável
LI
R
U 3.4
M
e estanqueidade
d
o
iv
s
capacidade do elemento de compartimentação (conforme a ABNT NBR 14432) de impedir a ocorrência
lu
c
x
em incêndio de rachaduras ou outras aberturas, através das quais podem passar chamas e gases
e
o
quentes capazes de ignizar um chumaço de algodão
s
u
e
d
1
3.5
0:
7 função corta-fogo
:5
4
1
capacidade de a estrutura impedir que o fogo a ultrapasse ou que o calor a atravesse em quantidade
7
1
suficiente para gerar combustão no lado oposto ao incêndio inicial. A função corta-fogo compreende a
0
2/
0
estanqueidade
estanqueida de à passagem de chamas e o isolamento térmico
1/
6
1
m
3.6
e
o função de suporte
d
ar
e
capacidade de a estrutura resistir aos esforços solicitantes em situação de incêndio
g
o
ã
s
s
3.7
re incêndio-padrão
p
im
e
elevação padronizada de temperatura em função do tempo, dada pela seguinte expressão: θg = θo
d
o
vi
+ 345 log (8t + 1), onde t é o tempo, em minutos; qo é a temperatura do ambiente antes do início do
u
qr
aquecimento, em graus Celsius, geralmente tomada igual a 20 °C; e θg é a temperatura dos gases,
A em graus Celsius, no instante t
3.8
isolamento térmico
capacidade do elemento de compartimentaçã
compar timentaçãoo (conforme a ABNT NBR 14432) de impedir a ocorrência,
na face não exposta ao incêndio, de incrementos de temperatura superiores a 140 °C, na média dos
pontos da medida, ou superiores a 180 °C, em qualquer ponto da medida
3.9
situação de incêndio
refere-se à temperatura atingida pela estrutura sob a ação do fogo

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3.10
tempo de resistência ao fogo
tempo durante o qual um elemento estrutural, estando sob a ação do incêndio-padrão (ver 3.7),
definido na ABNT NBR 5628, não sofre colapso estrutural
3.11
tempo requerido de resistência ao fogo
tempo mínimo de resistência ao fogo, preconizado pela ABNT NBR 14432 ou regulamentos oficiais
]
4
específicos, de um elemento construtivo quando sujeito ao incêndio-padrão
-3
5
3
.4
8
0
.8
6
4 Simbologia
3
0[
A
D
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os símbolos da ABNT NBR 6118, além dos seguintes
N
A
símbolos específicos para o projeto em situação de incêndio:
IR
M
S
E
εyi é a deformação específica do aço no escoamento
V
L
A
O
γ g é o coeficiente de ponderação das ações permanent
permanentes
es
LI
R
U
M
γ m é o coeficiente de ponderação das resistênc
resistências
ias
e
d
o
iv
s
γ q é o coeficiente de ponderação das ações variáveis
lu
c
x
e
o
γ z é o parâmetro de estabilidade global conforme a ABNT NBR 6118
s
u
e
d µfi é a relação entre os esforços solicitant
solicitantes
es de cálculo em situação de incêndio e os esforços
1
0:
7
resistentes de cálculo à temperatura ambiente
:5
4
1
7 ψ 2j
2j é o fator de redução de combinação quase permanen
permanente
te para ELS
1
0
2/
0
1/ θ é a temperatura
6
1
m
e Ac é a área bruta da seção transversal de um elemento ou área da seção de laje alveolar
o
d
ar
descontando os alvéolos
e
g
o
ã
s
As é a área total da armadura em pilar
s
re
p
im
As,calc é a área da armadura
armadura necessária
e
d
o
vi As,ef é a área da armadura detalhada
u
qr
A
Asi é a área da armadura da barra i 
b  é a dimensão ou largura da seção transversal de um elemento
b mín
mín é a dimensão mínima do elemento
b w é a largura em vigas com talão

wmín é a largura mínima da viga


b wmín

c 1 é a distância entre o eixo da armadura longitudinal e a face do concreto exposta ao fogo

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c 1ℓ  é a distância entre o eixo da armadura longitudinal de canto em seção de viga e a face lateral
do concreto

1mín é a distância mínima entre o eixo da armadura longitudinal e a face do concreto exposta ao fogo
c 1mín fogo
c 1vi
1vi é a distância da barra i , de área Asi, ao fundo da viga
c 1hi
1hi é a distância da barra i , de área Asi, à face lateral mais próxima
]
4
-3
5
c 1m
1m é a distância média à face do concreto para armaduras de vigas dispostas em camadas
3
.4
8
0 d ef
ef é a altura efetiva em vigas com talão
.8
6
3
0[
d 1,d 2 são dimensões em vigas com talão
A
D
N
A
IR
e  é a excentricidade
M
S
E
V
Ep é o módulo de elasticidad
elasticidadee do aço de armadura ativa à temperatura ambiente
L
A
O
LI E p,θ elasticidadee do aço de armadura ativa na temperatura θ
é o módulo de elasticidad
R
U
M
e
E s é o módulo de elasticidad
elasticidadee do aço de armadura passiva à temperatura ambiente
d
o
iv
s
lu
E s,
s,θ elasticidadee do aço de armadura passiva na temperatura θ
é o módulo de elasticidad
c
x
e
o
s
f ck
ck é a resistência característica à compressão do concreto à temperatur
temperaturaa ambiente
u
e
d
1
0:
fc,θ resistênciaa à compressão do concreto na temperatura θ
é a resistênci
7
:5
4
1 f cd,
cd,θ resistênciaa de cálculo do concreto à compressão na temperatura θ
é a resistênci
7
1
0
2/
0
f ck,
ck,θ é a resistência característica à compressão do concreto na temperatura θ
1/
6
1
m
f pyk
pyk é a resistênci
resistênciaa caracter
característica
ística do aço de armadura ativa à temperatura ambiente
e
o
d
ar
e
f py,
py,θ é a resistênci
resistênciaa ao escoamento do aço de armadura ativa na temperatura θ
g
o
ã
s
s pyd,θ é a resistênci
f pyd, resistênciaa de cálculo do aço de armadura ativa ao escoamento na temperatura θ
re
p
im
e pyk,θ é a resistência característica ao escoamento do aço de armadura ativa na temperatura
f pyk, θ
d
o
vi
u
qr
f yk
yk é a resistênci
resistênciaa caracterí
característica
stica ao escoamento do aço de armadura passiva à temperatura
A ambiente
f yd,
yd,θ é a resistênci
resistênciaa de cálculo do aço de armadura passiva ao escoamento na temperatura θ
f yk,
yk,θ é a resistênci
resistênciaa caracter
característica
ística ao escoamento do aço de armadura passiva na temperatura θ
F di
di é a ação com o seu valor de cálculo
F gk
gk é a ação permanente com seu valor característico
F qjk
qjk é a ação variável com seu valor caracterí
característico
stico

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F qexc
qexc é a ação variável excepcional
h  é a dimensão ou altura da seção transversal de um elemento
h laje
laje é a altura da laje alveolar
h mín
mín é a altura mínima de lajes

]
h e é a altura equivalente da laje alveolar
4
-3
5
3
.4
k c,
c,θ é o fator de redução da resistência do concreto na temperatur
temperaturaa θ
8
0
.8
6
3
k Ep,
Ep,θ é o fator de redução do módulo de elasticida de do aço de armadura ativa na temperatura θ
elasticidade
0[
A
D
N
k Es,
Es,θ elasticidadee do aço de armadura passiva na temperatura θ
é o fator de redução do módulo de elasticidad
A
IR
M k p,
p,θ resistênciaa do aço de armadura ativa na temperatura θ
é o fator de redução da resistênci
S
E
V
L
A k s,
s,θ resistênciaa do aço na temperatura θ
é o fator de redução da resistênci
O
LI
R
U
ℓ  é a distância entre os eixos dos elementos estruturais aos quais o pilar está vinculado
M
e
d
o
ℓ ef é o comprimento efetivo do vão da viga ou o comprimento equivalente do pilar
iv
s
lu
c
x
e
ℓ ef,fi é o comprimento equivalente do pilar em situação de incêndio
o
s
u
e ℓ y é a maior dimensão em planta da laje
d
1
0:
7 ℓ x é a menor dimensão em planta da laje
:5
4
1
7
1
0
R d é a resistênc
resistência
ia de cálculo à temperatura ambiente
2/
0
1/
6 R dfi
dfi é a resistência de cálculo em situação de incêndio
1
m
e
o S d é a solicitaç
solicitação
ão de cálculo à temperatura ambiente
d
ar
e
g
o
S dfi
dfi é a solicitaç
solicitação
ão de cálculo em situação de incêndio
ã
s
s
re
p TRF  é o tempo de resistênci
resistênciaa ao fogo
im
e
d
o
TRRF  é o tempo requerido de resistênc
resistência
ia ao fogo
vi
u
qr
A x  é a distância entre a linha de centro do apoio de viga e a seção considerada

5 Requisitos gerais
5.1 O projeto de estruturas de concreto à temperatura ambiente deve atender aos requisitos da
ABNT NBR 6118. O projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio tem por base a cor-
relação entre o comportamento dos materiais e da estrutura à temperatura ambiente (considerada
próxima a 20 °C) com o que ocorre em situação de incêndio.

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5.2 Os objetivos gerais da verificação de estruturas em situação de incêndio são:


— lilimi
mita
tarr o ris
risco
co à vi
vida
da hu
huma
mana
na;;
— limi
limitar
tar o risco da vizin
vizinhanç
hançaa e da própri
própriaa socied
sociedade;
ade;
— limi
limitar
tar o risco da prop
proprieda
riedade
de expos
exposta
ta ao
ao fogo
fogo..

]
5.3 Considera-se que os objetivos estabelecidos em 5.2 são atingidos se for demonstrado que a
4
-3
5
estrutura mantém as funções corta-fogo e de suporte.
3
.4
8
0 5.4 Os requisitos descritos em 5.3 estão inseridos num conjunto maior de requisitos gerais de prote-
.8
6
3
ção contra incêndio que compreende:
0[
A
D
N
— re
redu
duzi
zirr o ris
risco
co de in
incê
cênd
ndio
io;;
A
IR
M
S
— con
contro
trolar
lar o fogo
fogo em está
estági
gios
os inic
inicia
iais;
is;
E
V
L
A — limi
limitar
tar a área exp
exposta
osta ao fogo
fogo (comp
(compartimen
artimento
to corta-fo
corta-fogo);
go);
O
LI
R
U — cr
cria
iarr ro
rota
tass de fu
fuga
ga;;
M
e
d
o — fa
facil
cilita
itarr a operaç
operação
ão de comb
combate
ate ao
ao incênd
incêndio;
io;
iv
s
lu
c
x
e
— evitar
evitar ruína prematu
prematura
ra da estrutura
estrutura,, permitindo
permitindo a fuga dos usuários
usuários e as operaçõe
operaçõess de combate
combate
o
s ao incêndio.
u
e
d
1
0:
5.5 Edificações de grande porte, sobretudo mais altas ou contendo maior carga de incêndio, devem
7
:5
atender a exigências mais severas para cumprir com os requisitos gerais. Projetos que favoreçam a
4
1 prevenção ou a proteção contra incêndio, em termos desses requisitos gerais, reduzindo o risco de
7
1
0 incêndio ou sua propagação e especialmente
especialment e facilitando a fuga dos usuários e a operação de combate,
2/
0
1/
podem ter aliviadas as exigências em relação à resistência de sua estrutura ao fogo, conforme previsto
6
1 na ABNT NBR 14432, ou seja, o método do tempo equivalente conforme detalhado no Anexo A.
m
e
o
d
ar
5.6 As duas funções estabelecidas em 5.3 devem ser verificadas sob combinações excepcionais
e
g
de ações, no estado-limite último, de modo que são aceitáveis plastificações e ruínas locais que não
o
ã determinem colapso além do local. A ABNT NBR 14432 define, em função das características da
s
s
re
construção e do uso da edificação, as ações que devem ser consideradas para representar a situação
p
im
de incêndio.
e
d
o
vi 5.7 Como plastificações,
plastificações, ruínas e até colapsos locais são aceitos, a estrutura só pode ser reutilizada
u
qr
A
após um incêndio se for vistoriada, tiver sua capacidade remanescente verificada e sua recuperação
for projetada e executada. Essa recuperação pressupõe o atendimento de todas as capacidades
últimas e de serviço exigidas para a condição de uso da estrutura antes da ocorrência do incêndio ou
para uma eventual nova condição de uso.
5.8 A verificação prevista em 5.7 pode eventualmente concluir que não existe necessidade de
recuperação da estrutura, se o incêndio ter sido pequena severidade ou se a estrutura tiver proteção
superabundante.

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6 Propriedades dos materiais em situação de incêndio


As propriedades dos materiais variam conforme a temperatura
temperatura,, θ, a que são submetidos por ação do
fogo.

6.1 Concreto

6.1.1 Resistência à compressão do concreto


concreto a altas temperaturas
]
4
-3
5
A resistência à compressão do concreto decresce com o aumento da temperatura, conforme mostrado
3
.4 na Figura 1, podendo ser obtida pela seguinte equação:
8
0
.8
6
3
0[
c,θ = k c,
f c, c,θ f ck
ck
A
D
N onde
A
IR
M
S ck é a resistência característica à compressão
f ck compressão do concreto
concreto à temperatura
temperatura ambiente;
ambiente;
E
V
L
A c,θ é o fator de redução da resistência do concreto na temperatura θ, conforme
k c, confor me Tabela
Tabela 1.
O
LI
R
U Para concretos preparados predominantemente
predomi nantemente com agregados
agrega dos silicosos, a Tabela
Tabela 1 fornece a relação
M
e
d
entre a resistência à compressão do concreto
concret o submetido a diferentes temperaturas (f c,θ) e a resistência
o
iv
característica à compressão do concreto à temperatur
t emperaturaa ambiente ( f ck
ck). Para valores intermediários de
s
lu
c
temperatura pode ser feita interpolação linear. Para concretos preparados com outros agregados ou
x
e massas específicas diferentes daquelas indicadas na Tabela 1, deve ser consultado o Eurocode 2,
o
s
u Part 1-2.
e
d
1
0: 1,00
7
:5
4
0,90
1
7 0,80
1
0
2/ 0,70
0
1/
        θ 
0,60
6
1 c
k 0,50
m
e
o
0,40
d
ar 0,30
e
g
o
0,20
ã 0,10
s
s
re
p 0,00
im 0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1000 1100 1200
e
d
o
vi
Temperatura (°C)
u
qr
A Figura 1 – Fator de redução da resistência do concreto silicoso em função da temperatura

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c,θ = f c,
Tabela 1 – Valores da relação k c, c,θ / f 
ck  para concretos de massa específica normal
f ck 
3 3
(2 000 kg/m  a 2 800 kg/m ) preparados com agregados predominantemente silicosos

Temperatura do concreto
c,θ = f c,
k c, c,θ / f 
f ck 
ck 
°C

1 2
]
4
  20
20 1,00
-3
5
3   10
100 1,00
.4
8
0
.8   20
200 0,95
6
3
0[
A
  30
300 0,85
D
N
A
  40
400 0,75
IR
M
S
  50
500 0,60
E
V
L   60
600 0,45
A
O
LI   70
700 0,30
R
U
M   80
800 0,15
e
d
o
iv
  90
900 0,08
s
lu
c
x
1 000 0,04
e
o
s
u
1 100 0,01
e
d
1 1 200 0,00
0:
7
:5
4
1
7
Permite-se estimar a capacidade dos elementos estruturais de concreto em situação de incêndio a
1
0
2/
partir da resistência à compressão na temperatura θ.
0
1/
6
1 Os diagramas tensão-deformação completos do concreto em altas temperaturas são apresentados no
m
e Anexo B.
o
d
ar
e
g
6.1.2 Propriedades
Propriedades físico-térmicas
físico-térmicas dos concretos
concretos a altas
altas temperaturas
o
ã
s
s
re
As variações das propriedades físico-térmicas dos concretos preparad
preparados
os com agregado
agregadoss predominan-
p
im
temente silicosos são fornecidas no Anexo C.
e
d
o
vi 6.2 Aço
u
qr
A
6.2.1 Resistência ao escoamento
escoamento e módulo de elasticidade do aço de armadura
armadura passiva
passiva a
altas temperaturas

A resistência ao escoamento do aço da armadura passiva decresce com o aumento da temperatura,


conforme mostrado na Figura 2, podendo ser obtida pela seguinte equação:
f y,θ = k s,
s,θ f yk
yk

onde

yk é a resistência característica do aço de armadura passiva à temperatura ambiente;


f yk

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s,θ é o fator de redução da resistência do aço na temperatura θ, conforme Tabela 2, onde:


k s,

— curv
rvaa ch
cheia: k s,
s,θ  aplicável quando εyi ≥  2 %, usualmente armaduras tracionadas de vigas,
lajes ou tirantes;
— curv
curvaa trtrace
ceja
jadda: k s,
s,θ  aplicável quando εyi  < 2 %, usualmente armaduras comprimidas
de pilares, vigas ou lajes.
1
]
4 0,9
-3
5
3 0,8 Tração-CA50
.4
8 0,7
0 Tração-CA60
.8
6
3
0,6
0[
        θ
, Compressão
  s 0,5
A k
D 0,4
N
A
IR
0,3
M 0,2
S
E
V 0,1
L
A 0
O 0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1 000 1 100 1 200
LI
R
U Temperatura (°C)
M
e
d
o
iv
s
Figura 2 – Fator de redução da resistência do aço de armadura passiva em função
lu da temperatura
c
x
e
o
s
u O módulo de elasticidade do aço da armadura passiva decresce com o aumento da temperatura,
e
d
1
conforme mostrado na Figura 3, podendo ser obtido pela equação:
0:
7
:5
4
1
s,θ = k Es,
E s, Es,θ E s
7
1
0
2/ onde
0
1/
6
1 E s é o módulo de elasticidad
elasticidadee do aço de armadura passiva à temperatura ambiente;
m
e
o
d
ar Es,θ é o fator de redução do módulo de elasticidad
k Es, elasticidadee do aço na temperatura θ, conforme
confor me Tabela
Tabela 2.
e
g
o
ã
s 1
s
re 0,9
p
im 0,8
e
d 0,7
o
vi
u         θ
 ,
0,6
qr    E
A
  s
k
0,5
0,4 CA50
0,3 CA60
0,2
0,1
0
0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1 000
000 1 10
100 1 200
200

Temperatura (°C)

Figura 3 – Fator de redução do módulo de elasticidade do aço de armadura passiva em


função da temperatura

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Para aço da armadura passiva a elevadas temperaturas, a Tabela 2 fornece:


— a relação
relação entre a resistência
resistência ao escoamento do aço da armadura
armadura passiva
passiva submetido
submetido a diferentes
diferentes
temperaturas (f yK,
yK,θ) e a resistência característica ao escoamento à temperatura ambiente ( f yk
yk);

— a relação
relação entre o módulo
módulo de elasti
elasticida
cidade
de do aço submeti
submetido
do a diferente
diferentess temperatu
temperaturas
ras ( E s,
s,θ) e o
módulo de elasticidade à temperatura ambiente ( E s).
Para valores intermediários de temperatura pode ser feita interpolação linear.
]
4
-3
5
3
.4
s,θ = f yk,
Tabela 2 – Valores das relações k s, yk,θ / f  Es,θ = E s,θ / E 
yk  e k Es,
f yk  E s para aços de armadura passiva
8
0
.8
6 s,θ = f yk,
K s, yk,θ / f 
f yk 
yk  Es,θ = E s,
k Es, s,θ / E 
Es 
3 Temperatura do
0[
A aço Tração Compressão
D
N °C CA-50 ou CA-60 CA-50 CA-60
A CA-50 CA-60
IR
M
S 1 2 3 4 5 6
E
V
L
A 20 1 ,00 1 ,00 1,00 1,0 0 1 ,00
O
LI
R
100 1 ,00 1 ,00 1,00 1,0 0 1 ,00
U
M
e
200 1 ,00 1 ,00 0,89 0,9 0 0 ,87
d
o
iv 300 1 ,00 1 ,00 0,78 0,8 0 0 ,72
s
lu
c
x 400 1 ,00 0 ,94 0,67 0,7 0 0 ,56
e
o
s
u 500 0 ,78 0 ,67 0,56 0,6 0 0 ,40
e
d
1 600 0 ,47 0 ,40 0,33 0,3 1 0 ,24
0:
7
:5
4
700 0 ,23 0 ,12 0,10 0,1 3 0 ,08
1
7
1
0
800 0 ,11 0 ,11 0,08 0,0 9 0 ,06
2/
0
1/ 900 0 ,06 0 ,08 0,06 0,0 7 0 ,05
6
1
m
1 0 00 0 ,04 0 ,05 0,04 0,0 4 0 ,03
e
o
d
ar
1 1 00 0 ,02 0 ,03 0,02 0,0 2 0 ,02
e
g
o
1 2 00 0 ,00 0 ,00 0,00 0,0 0 0 ,00
ã
s
s
re Os diagramas tensão-deformação completos do aço da armadura passiva em altas temperaturas são
p
im apresentados no Anexo D.
e
d
o
vi
u
qr
6.2.2 Resistência ao escoamento
escoamento e módulo de elasticidade
elasticidade do aço
aço de armadura
armadura ativa
ativa a altas
altas
A temperaturas

A resistência ao escoamento do aço da armadura ativa decresce com o aumento da temperatura,


podendo ser obtida pela seguinte equação:

pyk,θ = k p,
f pyk, p,θ f pyk
pyk

onde
f pyk
pyk é a resistência
resistência característica do
do aço de armadura
armadura ativa
ativa à temperatura
temperatura ambiente;

p,θ é o fator
k p, fator de redução da resistênc ia do aço de armadura ativa na temperatura θ.
resistência

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ABNT NBR 15200:2012

O módulo de elasticidade do aço da armadura ativa decresce com o aumento da temperatura podendo
ser obtido pela seguinte equação:

p,θ = k Ep,
E p, Ep,θ E p

onde
E p é o módulo de elasticidad
elasticidadee do aço de armadura ativa à temperatura ambiente;
]
4
-3
5
Ep,θ é o fator de redução do módulo de elasticidad
k Ep, elasticidadee do aço de armadura ativa na temperatura θ.
3
.4
8
0 Para o aço da armadura ativa formada por fios e cordoalhas a elevadas temperaturas, a Tabela 3
.8
6
3
fornece:
0[
A
D
N
— a relação
relação entre a resistência
resistência ao escoamento do aço da armadura
armadura ativa
ativa submetido
submetido a diferen
diferentes
tes
A
IR
temperaturas (f py,
py,θ) e 90 % da resistência característica ao escoamento à temperatura ambiente
M
S
(f pyk
pyk);
E
V
L
A — a relação
relação entre o módulo
módulo de elastici
elasticidade
dade do aço
aço submetido
submetido a diferen
diferentes
tes temperat
temperaturas
uras ( E pp,,θ)
O
LI e o módulo de elasticidade à temperatura ambiente ( E p).
R
U
M
e
d
Para valores intermediários de temperatura pode ser feita interpolação linear. Para armadura ativa de
o
iv
barras deve ser consultado o Eurocode 2, Part 1-2.
s
lu
c
x
e
o
Tabela 3 – Valores da relação f pyk,
pyk,θ /(0,9 f pyk 
pyk ) e E p,
p,θ / E 
Ep   para fios e cordoalhas da armadura
s
u
e
ativa
d
1
0:
Temperatura do aço pyk,θ /(0,9 f pyk 
f pyk, pyk ) p,θ / E 
E p, E p
7
:5
4
1
°C Fios
Fios e cor
cordo
doal
alha
hass Fios
Fios e cor
cordo
doal
alha
hass
7
1
0
2/
0
  20
20 1,00 1,00
1/
6
1   10
100 0,99 0,98
m
e
o
d   20
200 0,87 0,95
ar
e
g
o
  30
300 0,72 0,88
ã
s
s
re   40
400 0,46 0,81
p
im
e
d
  50
500 0,22 0,54
o
vi
u
qr
  60
600 0,10 0,41
A
  70
700 0,08 0,10
  80
800 0,05 0,07
  90
900 0,03 0,03
1 000 0,00 0,00
1 100 0,00 0,00
1 200 0,00 0,00

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Para o aço da armadura ativa formada por fios e cordoalhas, a Figura 4 apresenta a variação com
a temperatura da relação f pyk,
pyk,θ /(0,9 f pyk
pyk).

Para o aço da armadura ativa formada por fios e cordoalhas, a Figura 5 apresenta a variação com
a temperatura do redutor k pE,
pE,θ.

1
0,9
] 0,8
4
-3    k
) 0,7
5   y
3   p
f 0,6
.4
8         9 
,
0 0 0,5
.8 (
6 /
0,4
3         θ
 ,
0[   y
  p

A
f 0,3
D
N 0,2
A
IR 0,1
M
S
0
E
V 0 200 400 600 800 1 000
L
A
O Temperatura (°C)
LI
R
U
M Figura 4 – Fator de redução da resistência do aço da armadura ativa formada
formada por fios ou
e
d cordoalhas em função da temperatura
o
iv
s
lu
c
x
1
e
o
s
0,9
u
e
0,8
d
1 0,7
0:
7 0,6
:5         θ
 ,
4    E 0,5
1   p
7 k
1 0,4
0
2/
0 0,3
1/
6 0,2
1
m 0,1
e
o
d
0
ar
e 0 200 400 600 800 1 000
g
o
ã Temperatura (°C)
s
s
re
p Figura 5 – Fator de redução do módulo de elasticidade do aço da armadura ativa em função
im
e da temperatura
d
o
vi
u
qr Os diagramas tensão-deformação completos do aço da armadura ativa em altas temperaturas são
A
apresentados no Anexo D.
6.2.3 Valor de cálculo das resistênci
resistências
as

Os valores de cálculo das resistências do concreto e dos aços devem ser determinados usando-se
γ m = 1,0, ou seja:
cd,θ = f ck,
f cd, ck,θ

fyd,θ = f yk,
yk,θ

pyd,θ = f pyk,
f pyd, pyk,θ

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7 Ação correspondent
correspondentee ao incêndio
Conforme estabelecido
estabeleci do na ABNT NBR 14432, a ação corresponde
correspondente
nte ao incêndio pode ser representad
representadaa
por um intervalo de tempo de exposição ao incêndio-padrão (definido na ABNT NBR 14432, de acordo
com a ABNT NBR 5628). Esse intervalo de tempo chamado tempo requerido de resistência ao fogo
(TRRF) é definido nesta Norma a partir das características da construção e do seu uso.
O calor transmitido à estrutura nesse intervalo de tempo (TRRF) gera em cada elemento estrutural,
]
4
em função de sua forma e exposição ao fogo, certa distribuição de temperatura.
-3
5
3
.4 Esse processo conduz à redução da resistência dos materiais e da capacidade dos elementos
8
0
.8
estruturais, além da ocorrência de esforços solicitantes
solicitantes decorrentes de alongamento
alongamentoss axiais restringidos
6
3
0[
ou de gradientes térmicos.
A
D
N
A
Como com o aquecimento, a rigidez das peças diminui muito e a capacidade de adaptação plástica
IR cresce proporcionalmente, os esforços gerados pelo aquecimento podem, em geral, ser desprezados.
M
S Casos especiais em que essa hipótese precise ser verificada devem atender ao disposto em 8.5.
E
V
L
A
O
LI
R 8 Verificação de estruturas de concreto em situação de incêndio
U
M
e
d 8.1 Ações e solicitações
o
iv
s
lu
c
x
Em condições usuais, as estruturas são projetadas à temperatura ambiente e, dependendo das suas
e
o
características e uso, devem ser verificadas em situação de incêndio.
s
u
e
d
1
Essa verificação deve ser feita apenas no estado-limite último (ELU) para a combinação excepcional
0:
7 correspondente, pela equação a seguir (ver ABNT NBR 6118:2007, Seções 10 a 12).
:5
4 n
1
7
1
0
2/
Fd,fi = γ gFgk + Fqexc + γq Σ ψ 
2
2 j Fqj  
0
1/
6
1
m
Nessa verificação, usualmente desprezam-se todos os esforços decorrentes de deformações
e
o
impostas, por serem muito reduzidos e pelas grandes deformações plásticas que ocorrem em situação
d
ar
e
de incêndio. Assim, a ação do incêndio se traduz, usualmente, apenas na redução da resistência dos
g
o
materiais e na capacidade dos elementos estruturais e a verificação usual da estrutura em situação
ã
s
s
de incêndio se reduz a mostrar a seguinte condição:
re
p
im   n  
e
d
o
vi
Sd,fi =  γ gFgk + γ q
  Σ
2
ψ 2 jFqjk   ≤ R d,fi [f ck,θ ,
 
f yk,θ , f pyk,θ  ]

u
qr
A Os fatores de ponderação γ g e γ q devem ser os indicados na ABNT NBR 6118. Onde a ação principal
for o fogo, o fator de redução ψ 2  indicado na ABNT NBR 6118 pode ser reduzido, multiplicando-o
por 0,7, conforme recomendado na ABNT NBR 8681.
Como alternativa, na ausência de qualquer solicitação gerada pelas deformações impostas em
situação de incêndio, as solicitações de cálculo em situação de incêndio ( S d,fi
d,fi) podem ser calculadas
admitindo-as iguais a 70 % das solicitações de cálculo à temperatura ambiente, tomando-se apenas
as combinações de ações que não incluem o vento, ou seja, pode-se fazer: S d,fi d,fi = 0,70 S d.

Existem muitos métodos para fazer essa verificação. Para os efeitos desta Norma, são aceitos os
métodos descritos em 8.2 a 8.6.

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8.2 Método tabular

Neste método, basta atender às dimensões mínimas apresentadas nas Tabelas 4 a 12, em função
do tipo de elemento estrutural e do TRRF, respeitando-se as limitações indicadas. Essas dimensões
mínimas devem sempre respeitar também a ABNT NBR 6118.
Essas dimensões mínimas são normalmente:
nor malmente: a largura das vigas, a espessura das lajes, as dimensões
das seções transversais de pilares e tirantes e, principalmente, a distância entre o eixo da armadura
] longitudinal e a face do concreto exposta ao fogo ( c 1). Para valores intermediários de dimensões pode
4
-3
5
ser feita interpolação linear.
3
.4
8
0 Os ensaios mostram que em situação de incêndio as peças de concreto rompem usualmente
usualment e por flexão
.8
6
3
ou flexocompressão e não por cisalhamento. Por isso, considera-se apenas a armadura longitudinal
0[
A
nesse critério.
D
N
A Os valores de c 1 apresentados em todas as tabelas referem-se a armaduras passivas. No caso de
IR
M elementos protendidos, os valores de c 1 p
 para
ara as armaduras ativas são determinados acrescendo-se
S
E
V
10 mm para barras e 15 mm para fios e cordoalhas. No caso de armaduras ativas pós-tracionadas
L
A (sem aderência), as cabeças de protensão
protensã o devem
devem ser protegidas de forma que em situação de incêndio
O
LI não haja perda de protensão.
R
U
M
e
Os valores de c1 indicados nas Tabelas 6, 7 e 8 (coluna ℓ y / ℓ ℓx   > 2) foram determinados admitindo-se
d Sd,fi
o
iv
= 0,7 e  As,calc
Sd
= 1, em que S d,fi
 As,ef 
d,fi e S d são os valores de cálculo dos esforços solicitantes
s
lu
c
x
em situação de incêndio e à temperatura ambiente, respectivamente, e As,calc e As,ef são os valores da
e
o
s
área de armadura calculada conforme ABNT NBR 6118 e da área de armadura realmente instalada,
u
e
respectivamente. Caso esses valores sejam menores, c 1  pode ser reduzido de ∆c 1, conforme a
d
1
0:
seguinte equação:
7
:5 Sd,fi  As,calc
4
1 ∆c 1 = 24, 5 − 35 × × ( ∆c 1 em mm)
7
1
Sd  As,ef 
0
2/
0
1/
6
Essa equação é valida nos intervalos 0, 7 ≤  As,calc  A ≤ 1, 0 e
S
0, 4 ≤ d,fi
Sd
≤ 0, 7.
1
s,ef 
m  As,calc  As,calc
e
o Para < 0,7 , adotar = 0,7 .
d
ar
 As,ef   As,ef 
e
g
o Sd,fi Sd,fi
ã
s
s
Para < 0, 4, adotar = 0, 4.
re
Sd Sd
p
im
e
d Não é permitida a consideração do revestimento na determinação das dimensões mínimas da seção
o
vi
u
transversal de pilares e lajes lisa ou cogumelo. Para outros elementos, não há essa restrição.
qr
A
É permitida a consideração do revestimento no cálculo das distâncias c 1, respeitadas as seguintes
prescrições:
— revesti
revestiment
mentos
os aderente
aderentess de argamassa
argamassa de cal
cal e areia (aderê
(aderência
ncia à tração
tração de acordo
acordo com a
ABNT NBR 13528) têm 67 % de eficiência relativa ao concreto;
— revestimentos
revestimentos de argamassa
argamassa de
de cimento e areia aderentes (aderência à tração
tração de acordo com
com a
ABNT NBR 13528) têm 100 % de eficiência relativa ao concreto;
— revestimentos
revestimentos protetores à base
base de gesso
gesso,, vermiculita
vermiculita ou
ou fibras
fibras com desempenho equival
equivalente
ente
podem ser empregados, desde que sua eficiência e aderência na situação de incêndio sejam
demonstradas experimentalmente.

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8.2.1 Vigas

As Tabelas
Tabelas 4 e 5 fornecem
forne cem as dimensões
dimensõe s mínimas b mín
mín e b wmín
wmín das vigas e o valor de c 1 das armaduras
ar maduras
inferiores, em função dos TRRF. Essas tabelas foram construídas com a hipótese de vigas com
aquecimento em três lados, sob laje. Os valores indicados nessas tabelas podem ser empregados
também para o caso de vigas aquecidas nos quatro lados, desde que sua altura não seja inferior a
inferior a 2 × b 2mín.
mín e a área da seção transversal da viga não seja inferior
b mín

]
4
Há concentração de temperatura junto às bordas da face inferior das vigas. Por essa razão, em vigas
-3
5
com somente uma camada de armaduras e largura não superior ao bmín indicado na coluna 3 da
3
.4
8
Tabela 4 e na coluna 2 da Tabela 5, conforme o TRRF, a distância c 1ℓ  (Figura 6) no fundo das vigas
0
.8
deve ser 10 mm maior do que o c 1 dado pelas referidas tabelas.
6
3
0[
A Alternativamente, para se manter iguais os cobrimentos das armaduras tanto em relação à face inferior
D
N
A
quanto à lateral da viga, deve-se:
IR
M
S — para concre
concreto
to armado,
armado, especificar
especificar barras
barras de canto
canto com um diâmetro
diâmetro imediatame
imediatamente
nte superior
superior ao
E
V
L
calculado, conforme ABNT NBR 7480.
A
O
LI
R
— para concreto
concreto protendido
protendido,, considerar
considerar para
para efeito
efeito de dimensiona
dimensionamento,
mento, uma força
força de protensão
U
M
igual a 0,7 da indicada para obra.
e
d
o
iv
s
lu
c
x
e
o
s
u
e
d
1
0: h≥b
7
:5
4
1
7
1
0
2/
0 c1
1/
6 c1
1
m
e
o
d
ar
e
g Figura 6 – Distâncias c 1 e c1ℓ 
o
ã
s
s
re
p Para vigas de largura variável, b mín
mín refere-se ao mínimo valor de b medido ao nível do centro geométrico
im
e
das armaduras, enquanto b w é o menor valor de largura da alma, conforme Figura 7, que deve atender
d
o aos valores mínimos das Tabelas 4 e 5.
vi
u
qr
A

bw

d2
d1 def
b b b

(a) Largura constante (b) Largura variável (c) Seção I


Figura 7 – Definição das dimensões para diferentes tipos de seção transversal de vigas

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ABNT NBR 15200:2012

Na verificação de vigas com talão (Figura 7c), devem ser maiores do que b mín
mín tanto a largura b quanto
a altura efetiva d ef
ef, sendo esta determinada da seguinte forma:

ef = d 1 + 0,5 d 2


d ef

No caso de b ≥ 1,4 b w e b × d ef 2


ef < 2 b  mín, então c 1 deve ser acrescido de:

  d ef  bw  
c 1  1, 85 −  ≥ c 1
 
]
4   bmín b  
-3
5
3
.4
8 Tabela 4 – Dimensões mínimas para vigas biapoiadas a
0
.8
6 Combinações de b min
3
0[
min / c 
c 1
A
D
TRRF mm/mm b wmín
wmín
N
A
min mm
IR 1 2 3 4
M
S
E
V 30 80/25 120/20 160/15 190/15 80
L
A
O
LI
60 120/40 160/35 190/30 300/25 100
R
U
M
90 140/60 190/45 300/40 400/35 100
e
d
o
iv
120 190/68 240/60 300/55 500/50 120
s
lu
c
x
180 240/80 300/70 400/65 600/60 140
e
o a
s
u Os valores de c 1  indicados nesta tabela são válidos para armadura passiva. No caso de elementos
e
d protendidos, os valores de c 1 para as armaduras ativas são determinados acrescendo-se 10 mm para
1
0: barras e 15 mm para fios e cordoalhas.
7
:5
4
1
7
1 Tabela 5 – Dimensões mínimas para vigas contínuas ou vigas de pórticos a
0
2/
0
1/ Combinações de b min
min / c 
c1 
6
1 TRRF mm/mm b wmín
wmín
m
e min mm
o
d
ar
1 2 3 4
e
g
o
ã
30 80/15 160/12 – – 80
s
s
re
p
60 120/25 190/12 – – 100
im
e
d 90 140/37 250/25 – – 100
o
vi
u
qr 120 190/45 300/35 450/35 500/30 120
A
180 240/60 400/50 550/50 600/40 140
a Os valores de c 1  indicados nesta tabela são válidos para armadura passiva. No caso de elementos
protendidos, os valores de c 1 para as armaduras ativas são determinados acrescendo-se 10 mm para
barras e 15 mm para fios e cordoalhas.

Os valores indicados na Tabela 5 somente podem ser utilizados se o coeficiente de redistribuição


de momentos à temperatura ambiente respeitar os limites estabelecidos na ABNT NBR 6118:2007,
14.6.4.3. Caso contrário, deve ser empregada a Tabela 4 (vigas biapoiadas) ou deve ser elaborada
análise mais precisa.

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ABNT NBR 15200:2012

Para vigas contínuas com TRRF ≥ 90 min, a área de armaduras negativas entre a linha de centro do
apoio e 0,3 ℓ ef não pode ser menor do que:
As,calc (x ) = As,calc (0) × (1 – 2,5 x 
 / ℓ ℓef
  )

onde
x  é a distância entre a linha de centro do apoio e a seção considerada;
]
4
-3 As,calc (x ) é a mínima área de armaduras negativas na seção localizada na distância “x”;
5
3
.4
8
0 As,calc (0) é a área de armaduras negativas calculada conforme ABNT NBR 6118;
.8
6
3
0[
A
ℓ ef é o compriment
comprimentoo efetivo do vão da viga determ
determinado
inado conforme ABNT NBR 6118.
D
N
A
IR
M 0,3 0,4 0,3
S
E
V
L    )
   0
Envoltória à temperatura
A    (    )
O
  c
   l
  a
   0
   ( ambiente
LI   c   c
   l
 ,   a
R   s   c
 ,
U    A   s Limite mínimo para armadura
M    A negativa em incêndio
e    %
d    5    %
o    2    0
iv    0
s    ≥    1
lu
c
x
e
o
s
u
e
d
1
0:
7
:5
4
1
7
1
0 Figura 8 – Env
Envoltória
oltória de momentos fletores
2/
0
1/
6
1 Quando as barras da armadura forem dispostas em camadas, a distância média à face do concreto
m
e
o
(c 1m
1m) deve respeitar o valor c 1min
1min tabelado. O valor de c 1m
1m deve sempre ser o menor entre os seguintes
d
ar valores:
e
g
o
ã
s
s
∑c A 1vi si
re
p
im c 1 m <
∑  A si
e
d
o
vi
∑c A 1hii si
1h
u
qr
A
∑ A si

onde
c 1vi
1vi é a distância da barra i , de área Asi, ao fundo da viga;
c 1hi
1hi é a distância da barra i , de área Asi, à face lateral mais próxima.
8.2.2 Lajes

As Tabelas 6 a 10 fornecem as espessuras mínimas para lajes e capas de lajes nervuradas com
aquecimento na face inferior e o valor de c 1 das armaduras inferiores, em função dos TRRF.

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Os valores de h  indicado
  indicado nas Tabelas 6, 7, 9 e 10 são os mínimos para garantir a função corta-fogo.
Caso não haja essa exigência, a espessura das lajes poderá ser a calculada à temperatura ambiente
conforme ABNT NBR 6118.

Tabela 6 – Dimensões mínimas para lajes simplesmente apoiadas c


c 1
mm
] TRRF ha
4
-3 Laje armada em duas direções b Laje armada em
5
3
min mm
.4
8
uma direção
0
.8
ℓ y / ℓ x ≤ 1
 1,,5 1,5 < ℓ y / ℓ x ≤ 2 ℓ y / ℓ 
   > 2
ℓx
6
3
0[
A 30 60 10 10 10
D
N
A
IR
60 80 10 15 20
M
S
E
90 100 15 20 30
V
L
A
O
120 120 20 25 40
LI
R
U 180 150 30 40 55
M
e
d
a Dimensões mínimas para garantir a função corta-fogo.
cort a-fogo.
o
iv b Lajes apoiadas nas quatro bordas; caso contrário, a laje deve ser considerada armada em uma dire ção.
s
lu
c c Os valores de c 1 indicados nesta tabela são válidos para armadura passiva. No caso de elementos
x
e
o
s
protendidos, os valores de c 1 para as armaduras ativas são determinados acrescendo-se
acre scendo-se 10 mm para
u
e
barras e 15 mm para fios e cordoalhas.
d
1
0:
7
:5
4
1
7
Tabela 7 – Dimensões mínimas para lajes contínuas c
1
0
2/
0
TRRF h a c 1b
1/
6
1
min mm mm
m
e
o
30 60 10
d
ar
e
g
60 80 10
o
ã
s
s 90 100 15
re
p
im 120 120 20
e
d
o
vi 180 150 30
u
qr
A
a Dimensões mínimas para garantir a função cor ta-fogo.
b Válido para lajes armadas
ar madas em uma ou duas direções.
c Os valores de c 1 indicados nesta tabela são válidos para armadura passiva. No caso de elementos
protendidos, os valores de c 1 para as armaduras ativas são determinados acrescendo-se 10 mm para
barras e 15 mm para fios e cordoalhas.

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Tabela 8 – Dimensões mínimas para lajes lisas ou cogumelo a


TRRF h  c 1
min mm mm
30 150 10
60 180 15
90 200 25
]
4
-3 120 200 35
5
3
.4
8
0 180 200 45
.8
6
3
0[
a Os valores de c 1 indicados nesta tabela são válidos para armadura passiva. No caso de elementos
A
D
protendidos, os valores de c 1 para as armaduras ativas são determinados acrescendo-se 10 mm para
N
A
barras e 15 mm para fios e cordoalhas.
IR
M
S
E
V
Para o uso das Tabelas 7 e 8, aplicam-se
aplicam- se os mesmos requisitos
requisi tos para vigas contínuas
cont ínuas (8.2.1) referentes
r eferentes
L
A à redistribuição de momentos e prolongamento das armaduras negativas no vão dos elementos
O
LI estruturais. No caso de essas exigências não serem observadas, as lajes contínuas sobre vigas
R
U (Tabela
(Tabela 7) devem ser tratadas como simplesmente
simplesm ente apoiadas (T( Tabela 6), as lajes
la jes lisas (Tabela 8) devem
M
e
d
ter c 1 conforme Tabela 6 para laje armada em uma só direção, no entanto, h deve seguir a Tabela 8.
o
iv
s
lu
c
x
Tabela 9 – Dimensões mínimas para lajes nervuradas simplesmente apoiadas c
e
o
s
u
Nervuras
e Combinações de b mín
mín / c 
c1  a Capa b
d TRRF
1
mm/mm  / c 
h c1 
0:
min
7
:5 mm/mm
4
1 1 2 3
7
1
0
2/ 30 80/15 60/10
0
1/
6
1 60 100/35 120/25 190/15 80/10
m
e
o
d
90 120/45 160/40 250/30 100/15
ar
e
g
o
120 160/60 190/55 300/40 120/20
ã
s
s
re
180 220/75 260/70 410/60 150/30
p
im a
e mín corresponde à largura mínima da nervura ao nível do centro geométrico das armaduras.
b mín
d b
o
vi
h  é
 é a altura mínima da laje para garantir a função corta-fogo.
u
qr
c Os valores de c 1 indicados nesta tabela são válidos para armadura passiva. No caso de elementos
A
protendidos, os valores de c 1 para as armaduras ativas são determinados acrescendo-se 10 mm para
barras e 15 mm para fios e cordoalhas.

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Tabela 10 – Dimensões mínimas para lajes nervuradas contínuas em pelo menos


uma das bordas c
Nervuras
Combinações de b mín c1  a
mín / c 
Capa b
TRRF
mm/mm h/c 1
min
mm/mm
1 2 3
]
4
30 80/10 60/10
-3
5
3 60 100/25 120/15 190/10 80/10
.4
8
0
.8 90 120/35 160/25 250/15 100/15
6
3
0[
A
120 160/45 190/40 300/30 120/20
D
N
A 180 310/60 600/50 150/30
IR
M a
S b mín corresponde à largura mínima da nervura ao nível do centro geométrico das armaduras.
E
V b h  é
 é a altura mínima da laje para garantir a função corta-fogo.
L
A
O
c Os valores de c 1 indicados nesta tabela são válidos para armadura passiva. No caso de elementos
LI
R protendidos, os valores de c 1 para as armaduras ativas são determinados acrescendo-se 10 mm para
U
M barras e 15 mm para fios e cordoalhas.
e
d
o
iv
s
As Tabelas
Tabelas 9 e 10 são adequadas a lajes ner vuradas armadas
armad as em duas direções. Para lajes nervuradas
lu
c
x
armadas em
e m uma só direção,
direçã o, a Tabela 11 aplica-se
aplica -se às nervuras
ner vuras e a Tabela
Tabela 6 (coluna
(colun a para lajes armadas
ar madas
e
o em uma só direção), à capa.
s
u
e
d
1
0: Tabela 11 – Dimensões mínimas para lajes nervuradas armadas em uma só direção a
7
:5
4
1
Nervuras
7
1 TRRF Combinações de b mín
mín / c 
c1 
0
2/
0 min mm/mm
1/
6
1 1 2
m
e
o
d
ar
30 80/25 100/20
e
g
o
60 100/45 120/40
ã
s
s
re
p
90 130/60 150/50
im
e
d
120 160/65 220/50
o
vi
u
qr
180 220/80
A
a Os valores de c 1 indicados nesta tabela são válidos para armadura passiva.
No caso de elementos protendidos, os valores de c 1 para as armaduras ativas
são determinados acrescendo-se 10 mm para barras e 15 mm para fios e
cordoalhas.

8.2.3 Pilares

As Tabelas 12 e 13 fornecem as dimensões mínimas para a seção transversal e os valores de c 1 das


armaduras para pilares com uma face exposta ao fogo e pilares-parede, em função dos TRRF.

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Tabela 12 – Dimensões mínimas para pilares com uma face exposta ao fogo
TRRF Combinações de b min
min / c 
c 1
min mm/mm
30 155/25
60 155/25
90 155/25
]
4
-3 120 175/35
5
3
.4
8
0 180 230/55
.8
6
3
0[
A
D
N
Para pilares com mais de uma face exposta ao fogo, pode-se empregar o método analítico disposto
A
IR
em 8.3.
M
S
E
V
Outros valores de b mín
mín e c 1 podem ser determinados empregando o método tabular geral disposto no
L
A Anexo E.
O
LI
R
U Para o uso da Tabela
Tabela 13:
M
e  N Sd,fi
d
o µf i =
iv
s
N Rd
lu
c
x
e
o
s onde
u
e
d
1
0:
N Sd,fi
Sd,fi é o valor de cálculo da força axial em situação do incêndio;
7
:5
4
1 N Rd
Rd é o valor de cálculo da força normal resistente do pilar calculado de acordo com
7
1
0 ABNT NBR 6118 com γ m à temperatura ambiente, incluindo os efeitos da não linearidade
2/
0
1/
geométrica (2ª ordem) e desconsiderados os efeitos das forças decorrentes do vento.
6
1
m
e Tabela 13 – Dimensões mínimas para pilares-parede a
o
d
ar
e
g
Combinações de b min
min / c 
c 1
o
ã mm/mm
s
s
re µfi = 0,35 µfi = 0,7
p
im
TRRF
e
d min Uma face Duas faces Uma face Duas faces
o
vi
u exposta expostas exposta expostas
qr
A
1 2 3 4
30 100/10 120/10 120/10 120/10
60 110/10 120/10 130/10 140/10
90 120/20 140/10 140/25 170/25
120 140/25 160/25 160/35 220/35
180 180/40 200/45 210/50 270/55
a Pilar-parede conforme ABNT NBR 6118.

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8.2.4 Tirantes

Os valores de b mín
mín e c 1 para tirantes podem ser os mesmos valores indicados na Tabela 4. A área da
seção transversal do tirante não pode ser menor do que 2 × b 2mín. Onde a excessiva deformação do
tirante afeta a capacidade resistente da estrutura, os valores de c 1 devem ser acrescidos de 10 mm.

8.3 Método análitico para pilares

]
4
Para pilares com mais de uma face exposta ao fogo, pode-se utilizar a formulação apresentada a
-3
5
seguir para o cálculo do tempo de resistência ao fogo (TRF), cujo valor deve ser superior ou igual ao
3
.4
8
TRRF.
0
.8
6
3
0[
Essa formulação é adequada a estruturas de nós fixos. Entretanto, ela pode ser empregada nos
A casos de estruturas em que os deslocamentos não lineares (2ª ordem) devido ao desaprumo puderem
D
N
A
ser desconsiderados em situação de incêndio. Em qualquer caso, os efeitos globais de 2ª ordem
IR à temperatura ambiente não podem ultrapassar 30 % dos respectivos esforços de 1ª ordem
M
S (por exemplo, γ z ≤ 1,3).
E
V
L
A
O
O tempo de resistência ao fogo de um pilar pode ser determinado por meio da seguinte equação:
LI
R 1,8
U
M
 Rµ + Ra + R + Rb +
TRF  = 120 
Rn   
e
d   120
 
 
o
iv
s
lu
c
onde
x
e
o
s
u R µ = 83 (1 – µfi)
e
d
1
0: R a = 1,60 (c 1 – 30), c 1 em mm
7
:5
4
1
7 R ℓ ℓ  = 9,60 (5 – ℓ ef,fi)
1
0
2/
0
1/ R b = 0,09 b'  para
 para 190 mm ≤ b' ≤ 450 mm
6
1
m
e R b = 40,5 para b ' > 450
o
d
ar
e
g
R n = 0 para n = 4, sendo n  o
 o número de barras longitudinais
o
ã
s
s
re
R n = 12 para n  >
 > 4
p
im
e
d
Sendo
o
vi
u  N Sd,fi
qr µf i =
A N Rd

N Sd,fi
Sd,fi é o valor de cálculo da força axial em situação do incêndio
N Rd
Rd é o valor de cálculo da força normal resistente do pilar calculado de acordo com a
ABNT NBR 6118, com γ m à temperatura ambiente, incluindo os efeitos da não linearidade
geométrica (2ª ordem) e desconsiderados os efeitos das forças decorrentes do vento.
c 1 é a distância entre o eixo da armadura longitudinal e a face do concreto exposta ao fogo.
Em seu cálculo, é permitida a consideração do revestimento conforme as prescrições
dispostas em 8.2.

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ℓ ef,fi é o compriment
comprimentoo equivalente do pilar em situação de incêndio, em metros, e pode sempre
ser considerado igual ao da temperatura ambiente, ℓ e, conforme ABNT NBR 6118:2007, 15.6.
Paraa os pilares dos andares intermediários de edifícios de múltiplos pavimentos compartimentados
Par
verticalmente e com os efeitos globais de segunda ordem à temperatura ambiente inferiores
ou iguais a 10 % dos respectivos esforços de primeira ordem (por exemplo, γ z ≤ 1,1), pode
ser assumido que ℓ e,fi = 0,5.ℓ e e para o pavimento mais alto ℓ e,fi = 0,7.ℓ e. Para situações em
que os efeitos globais de segunda ordem à temperatura ambiente são superiores a 10 % dos
respectivos esforços de primeira ordem (por exemplo, γ z > 1,1), o ℓ e,fi pode ser determinado por
]
4 análise estrutural específica.
-3
5
3
.4
8
b' = 2 Ac /(b + h) para h ≤ 1,5 b 
0
.8
6
3
0[
b' = 1,2 b para h  >
 > 1,5 b 
A
D
N
A
onde
IR
M
S Ac é a área da seção transversal do pilar,
pilar, expressa em milímetro
milímetross quadrados;
E
V
L
A b  é a menor dimensão da seção transversal do pilar, expressa em milímetro
milímetros;
s;
O
LI
R
U h  é a maior dimensão da seção transversal do pilar, expressa em milímetro
milímetros;
s;
M
e
d
o
iv
Para o uso dessa equação, as seguintes limitações devem ser respeitadas:
s
lu
c
x
e As / Ac ≤ 0,04
o
s
u
e
d 25 mm ≤ c 1 ≤ 80 mm
1
0:
7
:5 b' ≥ 190 mm
4
1
7
1
0 e ≤ 0,15 b
2/
0
1/
6
1 ℓ ef,fi ≤ 6 m
m
e
o
d
ar
onde
e
g
o
ã
As é a área total
total das armaduras;
s
s
re
p e  é a excentricida
excentricidade
de de primeira ordem da força normal atuante em situação de incêndio,
im
e
d
que pode ser assumida igual à excentricidade de primeira ordem da força normal atuante à
o
vi temperatura ambiente, desconsiderado o efeito das forças decorrentes do vento.
u
qr
A
8.4 Método simplificado de cálculo

O método simplificado de cálculo é baseado nas seguintes hipóteses:


a) as solicitaçõe
solicitaçõess de cálculo em situação de incêndio ( S dd,fi
,fi) podem ser calculadas conforme 8.1;

b) o esforço
esforço resistente de cálculo em situação de incêndio de cada elemento pode ser calculado com
base na distribuição de temperatura obtida para sua seção transversal, considerando exposição
ao fogo conforme o TRRF. Essa distribuição de temperatura pode ser obtida na literatura técnica
ou calculada em programas específicos de computador a partir do fluxo de calor determinado
conforme Anexo F;

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c) os esforços
esforços resistentes podem
podem ser calculados
calculados pelos critérios estabelecidos
estabelecidos na ABNT NBR 6118
para situação normal (à temperatura ambiente), adotando para o concreto e para o aço a resis-
tência média em situação de incêndio. Essa média se obtém distribuindo uniformemente na parte
comprimida da seção de concreto e na armadura
ar madura total a perda total de resistência por aquecimento
do concreto ou das armaduras, respectivamente. Alternativamente, podem-se utilizar métodos
que consideram a seção de concreto reduzida em situação de incêndio. Essa redução de seção,
necessária para simular corretamente a redução de resistência, pode ser encontrada na literatura.
Em situação de incêndio o valor de f cd,
cd,θ não precisa ser afetado pelo coeficiente α = 0,85 como
]
4 na temperatura ambiente.
-3
5
3
.4
8
Esse método não garante a função corta-fogo. Caso a função corta-fogo seja necessária em algum
0
.8 elemento, suas dimensões devem respeitar o mínimo estabelecido no método tabular ou o elemento
6
3
0[ deve ser verificado de acordo com o prescrito em 8.5 ou 8.6.
A
D
N
A 8.5 Métodos avança
avançados
dos de cálculo
IR
M
S
E
Os métodos avançados de cálculo devem considerar pelo menos:
V
L
A
O
a) combinação de ações em situação de incêndio composta rigorosamente com base na
LI
R ABNT NBR 8681;
U
M
e
d b) esforços solicitantes de cálculo, acrescidos dos efeitos das deformações térmicas restringidas,
restri ngidas,
o
iv
s
desde que calculados por modelos não lineares capazes de considerar as profundas redistribuições
redist ribuições
lu
c
x
de esforços que ocorrerem;
e
o
s
u c) esforços resistentes, que devem
devem ser calculados considerando as distri
distribuições
buições de temperatura
e
d
1
conforme o TRRF.
TRRF.
0:
7
:5 d) ambas as distribuiçõ
distribuições,
es, de temperatura e de resistênc
resistência,
ia, devem
devem ser rigorosam
rigorosamente
ente calculadas
4
1
7
1
considerando as não linearidades envolvidas.
0
2/
0
1/
6
A verificação da capacidade resistente deve respeitar o que estabelece a ABNT NBR 6118.
1
m
e
o
A determinação da distribuição e temperatura na estrutura e a verificação do isolamento térmico
d
ar podem ser feitas analiticamente por programas que considerem adequadamente a distribuição de
e
g
o
temperatura na edificação. Os programas utilizados devem ser validados, ser de uso consagrado
ã
s
s
internacionalmente ou ser avalizados por ensaios experimentais em estruturas.
re
p
im
e
O atendimento aos requisitos de estanqueidade (ver 4.2), quando exigidos, pode ser feito por ensaios
d
o
experimentais do elemento que deve apresentar função corta-fogo, em escala reduzida (amostra do
vi
u
qr
material ou sistema), de acordo com a ABNT NBR 5628.
A

8.6 Método experimental

Em casos especiais, pode-se considerar a resistência ao fogo superior à calculada com base nesta
Norma, desde que justificada por ensaios, conforme ABNT NBR 5628.
O dimensionamento por meio de resultados de ensaios pode ser feito em ensaios realizados em
laboratório nacional ou em laboratório estrangeiro, de acordo com Norma Brasileira específica ou de
acordo com norma ou especificação estrangeira, respeitando os critérios de similitude aplicáveis ao
caso.

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Anexo A
(normativo)

Método do tempo equivalente

]
4
A.1 O tempo requerido de resistência ao fogo de elementos estruturais de concreto armado de um
-3
5 compartimento pode ser determinado pela seguinte equação:
3
.4
8
0
.8
t e = 0,07 q fi,k
fi,k W γ n γ s
6
3
0[
A onde
D
N
A
IR fi,k  é o valor característico da carga de incêndio específica, determinado conforme
q fi,k
M
S ABNT NBR 14432;
E
V
L
A W  é um fator que considera a influência da ventilação e da altura do compar
compartimento,
timento, conforme
O
LI
R
a equação apresentada a seguir, em que Av é a área de ventilação vertical para o ambiente
U
M
externo do compartimento, admitindo-se que os vidros das janelas se quebrarão em incêndio,
e
d Af é a área do piso do compartimento e H  é
 é a altura do compartimento (distância do piso ao
o
iv
s
teto), em metros
lu
c

6  0,3   Av   
x 4
e
o       ≥ 0,5 , para  Av ≤ 0,30
s W  =    0, 62 + 90  0, 4 −   
u
e
 H       Af     Af 
d
1
 
0:
7
:5
4
Para Av / Af > 0,30, deve ser adotado Av / Af = 0,30. Em qualquer caso, Av / Af ≥ 0,025.
1
7
1
0
2/ γ n é um fator de ponderação determinado por γ n = γ n1
n1 × γ n2 n3, conforme Tabela A.1
n2 × γ n3
0
1/
6
1
m Tabela A.1 – Fatores de ponderação das medidas de segurança contra incêndio
e
o
d
ar Valores de γ n1
n1, γ n2
n2 e γ n3
n3
e
g
o
ã Existência de chuveiros Brigada contra incêndio Existência de detecção
s
s
re
automáticos automática
p
im
γ n1
n1 γ n2
n2 γ n3
n3
e
d
o
vi
0,60 0,90 0,9
u
qr
A

Na ausência de algum meio de proteção, indicado na Tabela A.1, adotar γ n igual a 1.


γ s é um fator de ponderação determinado por γ s = γ s1
s1 × γ s2
s2, conforme equação apresentada a seguir
e Tabela 2.
 Af  × (h + 3) , em que A  é a área do piso do compartimento, em metros quadrados, e
γ s1 = 1 + f h  é a
105
altura do piso habitável mais elevado da edificação, em metros. Para γ s1
s1 < 1, deve ser adotado γ s1
s1 = 1
e para γ s1
s1 > 3, pode-se adotar γ s1
s1 = 3.

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Tabela A.2 – Valores de γ ss22 em função do risco de ativação do incêndio (r)


γ s2
s2 r Exemplos de ocupação
0,85
0,85 Peq
eque
uena
na Esco
Escola
la,, ga
gale
leri
riaa de art
arte,
e, pa
parq
rque
ue aq
aquá
uátitico
co,, ig
igre
reja
ja,, mus
museu
eu
Biblioteca, cinema, correio, consultório médico, escritório, farmácia, frigorífico,
hotel, livraria, hospital, laboratório fotográfico,
fotográfico, indústria de papel, oficina elétrica
1 ,0 Normal ou mecânica, residência, restaurante, supermercado,
supermer cado, teatro, depósitos (produtos
]
4
farmacêuticos, bebidas alcoólicas, venda de acessórios de automóveis)
-3
5
e depósitos em geral
3
.4
8
0 1 ,2 Média Montagem de automóveis, hangar, indústri
riaa mecânica
.8
6
3
0[ 1 ,5 Alta Laboratório químico, oficina de pintura de automóveis
A
D
N
A A.2 As seguintes limitações para uso deste método devem ser aplicadas:
IR
M
S
E
a) o tempo determinado por meio do método apresentado neste Anexo não pode ser inferior ao
V
L determinado pela ABNT NBR 14432:2000, Tabela A.1, reduzido de 30 min;
A
O
LI
R b) o tempo determinado por
por meio do método apresentado
apresentado neste Anexo
Anexo não pode
pode ser inferior
inferior a 15 min;
U
M
c) q fi,k 2
fi,k γ n γ s ≥ 300 MJ/m .
e
d
o
iv
s
lu
c
x
e
o
s
u
e
d
1
0:
7
:5
4
1
7
1
0
2/
0
1/
6
1
m
e
o
d
ar
e
g
o
ã
s
s
re
p
im
e
d
o
vi
u
qr
A

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Anexo B
(normativo)

Diagrama tensão-deformação do concreto

]
4
B.1 O diagrama tensão-deformação do concreto a temperaturas elevadas obedece à seguinte
-3
5 equação:
3
.4
8
0   εc,θ  
.8 3⋅
6
3  εc1,θ  
 
0[ σc,θ = f c,θ ⋅
A
D    εc,θ  3
2+
 εc1,θ  
N
A
IR
 
M
S
E
V
L
onde
A
O
LI
R
σc,θ é o valor da tensão à compressão do concreto à temperatura elevada θ, expresso em
U
M
megapascals (MPa);
e
d
o
iv
s
f c,
c,θ é o valor da resistênci
resistênciaa à compressão do concreto à temperatura elevada θ, expresso em
lu
c
megapascals (MPa);
x
e
o
s
u εc,θ é a deformação linear específica correspondente do concreto à temperatura elevada θ
e
d
1
(adimensional);
0:
7
:5
4
εc1,θ é a deformação linear específica correspondente à tensão de resistênci
resistênciaa máxima do
1
7
1
concreto à temperatura elevada θ, conforme Tabela B.1 (adimensional);
0
2/
0
1/ εcu,θ é a deformação linear específica última do concreto à temperatura elevada θ, conforme
6
1 Tabela B.1 (adimensional).
m
e
o
d
ar B.2 Alternativamente, para o ramo descendente do diagrama tensão-deformação do concreto,
e
g é permitido adotar-se uma linha reta entre εc1,θ e e cu
cu,θ, conforme valores apresentados na Tabela B.1.
o
ã
s
s
O aspecto do gráfico pode ser visto na Figura B.1
re
p
im
e Tabela B.1 – Deformação específica do concreto em função da temperatura elevada
d
o
vi
u
qr
θ εc1,θ εcu,θ
A °C % %
20 0,25 2,00
100 0,35 2,25
200 0,45 2,50
300 0,60 2,75
400 0,75 3,00
500 0,95 3,25

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Tabela B.1 (continuação)

θ εc1,θ εcu,θ
°C % %
600 1,25 3,50
700 1,40 3,75
]
4
-3
800 1,45 4,00
5
3
.4
8
900 1,50 4,25
0
.8
6
3
1 000 1,50 4,50
0[
A
D
1 100 1,50 4,75
N
A
IR 1 200 1,50 –
M
S
E
V
L
A
O
LI
σ
R
U f  c θ
M
e
d
o
iv
s
lu
c
x
e
o
s
u
e
d
1
0:
7
:5
4
1
7
1
0
2/ εc1θ εcuθ ε
0
1/
6
1
m
Figura B.1 – Aspecto do diagrama tensão-deformação do concreto
e
o
d
ar
e
g
o
ã
s
s
re
p
im
e
d
o
vi
u
qr
A

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Anexo C
(normativo)

Propriedades térmicas do concreto

]
4
-3
5
3
C.1 Alongamento
.4
8
0
.8
O alongamento específico do concreto de densidade normal com agregado silicoso é determinado da
6
3
0[
seguinte forma:
A
D
N
A
— para 20 °C ≤ θc < 700 °C 
IR
∆
M
S = 9 × 10−6 θc + 2, 3 × 10 −11 θc3 − 1, 8 × 10 −4
E 
V
L
A
O
— para 700 °C ≤ θc ≤ 1200 °C 
LI
R ∆
U
M
= 14 × 10−3
e

d
o
iv
s
onde
lu
c
x
e
o
ℓ  é o compriment
comprimentoo da peça de concreto de densidade normal a 20 °C;
s
u
e
d
1
∆ℓ  é o alongamento do elemento de concreto de densidade normal provocado pela temperatura;
0:
7
:5
4
θc é a temperatura do concreto, em graus Celsius.
1
7
1
0
2/ De forma simplificada, a relação entre o alongamento específico do concreto de densidade normal e
0
1/ a temperatura pode ser considerada constante, da seguinte forma:
6
1
m ∆
e
o
d
= 18 × 10−3 (θc − 20)
ar 
e
g
o
ã
s
s
C.2 Calor específico
re
p
im A calor específico c p(θ) do concreto seco ( u  =
  = 0 %) silicoso ou calcáreo pode ser determinado da
e
d seguinte maneira:
o
vi
u
qr
A
c p(θ) = 900 (J/kg ºC) para 20 °C ≤ θ ≤ 100 °C
c p(θ) = 900 + (θ – 100) (J/kg °C) for 100 °C < θ ≤ 200 °C
c p(θ) = 1 000 + ( θ – 200)/2 (J/kg °C) for 200 °C < θ ≤ 400 °C
c p(θ) = 1 100 (J/kg °C) for 400 °C < θ ≤ 1 200 °C
Quando a umidade não for considerada explicitamente no método de cálculo, a função do calor
específico do concreto calcáreo ou silicoso pode ser modelado por um valor constante c p,top
p,top, situado
entre 100 °C e 115 °C, com decréscimo linear entre 115 °C e 200 °C.

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p.top = 900 J/kg °C para umidade de 0 % em peso


c p.top

p.top = 1 470 J/kg °C para umidade de 1,5 % em peso


c p.top

p.top = 2 020 J/kg °C para umidade de 3,0 % em peso


c p.top

De forma simplificada, a relação entre o calor específico do concreto e a temperatura pode ser
considerada constante. Nesse caso, pode ser considerada igual a 1 000 J/kg°C.
]
4
-3
5
3
.4
8
C.3 Condutividade térmica
0
.8
6
3 A condutividade térmica do concreto de densidade normal com agregado silicoso,
silicoso, em watts por metro
0[
A
e por grau Celsius (W/m°C), pode ser determinada, para 20 °C ≤ θc ≤ 1 200 °C pela seguinte equação:
D
N
A
IR θc   θc  2
λ  = 1, 36 − 0,136 + 0, 0057    
100 
M
S 100
E
V
L
A onde θc é a temperatura do concreto, em graus Celsius.
O
LI
R
U De forma simplificada, a relação entre a condutividade térmica do concreto e a temperatura pode ser
M
e
d
considerada constante. Neste caso, pode ser considerada igual a 1,3 W/m °C.
o
iv
s
lu
c
x
e
o
C.4 Densidade
s
u
e
d A variação da densidade com a temperatura é influenciada pela perda de água e pode ser determinada
1
0: da seguinte maneira:
7
:5
4
1
7
ρ(θ) = ρ(20 °C) for 20 °C ≤ θ ≤ 115 °C
1
0
2/
0
1/
ρ(θ) = ρ(20 °C) × (1 – 0,02 (θ – 115)/85) para 115 °C < θ ≤ 200 °C
6
1
m
e ρ(θ) = ρ(20 °C) × (0,98 – 0,03 (θ – 200)/200) para 200 °C < θ ≤ 400 °C
o
d
ar
e
g
ρ(θ) = ρ(20 °C) × (0,95 – 0,07 (θ – 400)/800) para 400 °C < θ ≤ 1 200 °C
o
ã
s
s
re
p
im
e
d
o
vi
u
qr
A

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Anexo D
(normativo)

Diagrama tensão-deformação do aço

]
4
D.1 Os diagramas tensão-deformação dos aços da armadura passiva a temperaturas elevadas
-3
5 podem ser elaborados a partir das seguintes equações:
equações:
3
.4
8
0
.8
σs,θ = εs,θ ⋅ E s,θ , se 0 ≤ εs,θ ≤ εp,θ
6
3 b
0[
A
σs,θ = fp,θ − c  + ⋅ a2 − ( ε y,θ − εs,θ )2 , se εp,θ ≤ εs,θ ≤ ε y,θ
D a
N
A
IR
σs,¸ = f y,¸ se εy,θ ≤ εs,θ ≤ ε t,θ
M
  ε − ε  
S
E σs,θ = f y,θ ⋅ 1 −  s,θ t,θ   se ε t,θ ≤ εs,θ < ε θ
u,
V
L
A
  εu,θ − ε t,θ  
O
LI σ s, θ = 0 se εs,θ ≥ εu,θ
R
U
M   c   
e a2 = (ε y,θ − εp,θ ) ⋅  εy,θ − εp,θ +
d
o   E s,θ  
 ;
iv
s
lu
c b 2 = c  .
 . (εy,θ – εp,θ) . E s, 2
s,θ + c  ,
x
e
o
s 2
u
e (fy,θ − f p,θ ) .
d c  =
1
0:
7
(ε y,θ − εp,θ ) ⋅ Es,θ − 2 ⋅ (fy,θ − f p,
p ,θ )
:5
4
1 f p,θ
7
1 εp,θ =
0
2/ E s,θ
0
1/
6
1
m
εy,θ = 0,02
e
o
yk,θ = k s,
d
ar f yk, s,θ f yk
yk
e
g
o
ã
s
s
pk,θ = k p,
f pk, p,θ f yk
yk
re
p
im s,θ = k Eθ E s
E s,
e
d
o
vi
u
onde
qr
A
f y,θ é a resistência ao escoamento do aço a uma temperatura q, conforme Tabela 2;
f yk
yk é a resistênci
resistênciaa ao escoamento do aço a 20 °C;
f p,
p,θ é a resistênc
resistência
ia correspondent
correspondentee ao limite de proporcional idade do aço, a uma temperatura θ,
proporcionalidade
conforme Tabela D.1;

s,θ é o módulo de elasticidade do aço a uma temperatura qa, conforme Tabela


E s, Tabela 2;
E s é o módulo de elasticidad
elasticidadee do aço a 20 °C.

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D.2 Os parâmetros de deformação εt,θ e εu,θ dependem da classe de resistência do aço. Para aços
de ductilidade normal (CA 60, conforme ABNT NBR 6118), εt,θ = 5 % e εu,θ = 10%; para os aços de
alta ductilidade (CA 25/50, conforme ABNT NBR 6118), εst,θ = 15% e εsu,θ = 20 %.

Tabela D.1 – Valores da relação k pθ = f pk 


pk ,θ / f 
yk  para aços de armadura passiva
f yk 
Temperatura do aço
oC p,θ = f pk,
k p, pk,θ / f 
f yk 
yk 

]
4 CA-50 CA-60
-3
5
3 20 1,00 1,00
.4
8
0 100 1,00 0,96
.8
6
3
0[
200 0,81 0,92
A
D
300 0,61 0,81
N
A
IR
400 0,42 0,63
M
S
500 0,36 0,44
E
V
L 600 0,18 0,26
A
O
LI
700 0,07 0,08
R
U 800 0,05 0,06
M
e
d 900 0,04 0,05
o
iv
s 1 000 0,02 0,03
lu
c
x
e
1 100 0,01 0,02
o
s
u
1 200 0,00 0,00
e
d
1
0:
7
:5
Os diagramas
diagramas tensão-deformação dos aços da armadura ativa formada por fios ou cordoalhas a tem-
4
1
7
peraturas elevadas podem ser elaborados a partir das mesmas equações indicadas para a armadura
1
0
2/
passiva, alterando-se:
0
1/
6
1
εp,θ por εpp,θ
m
e
o
εs,θ por εsp,θ
d
ar
e
g εy,θ por εpy
py,,θ
o
ã
s
s
re
εt,θ por εpt,θ
p
im
e
εu,θ por εpu,θ
d
o
s,θ por E p,
vi
u E s, p,θ
qr
A
p,θ por f pp,
f p, pp,θ

yk,θ por f py,
f yk, py,θ

  c   
a2 = ( εpy, θ− εp,θ )  ε py, θ − ε pp,θ +  
  E pθ  

b2 = c ( εpy, θ − εpp, θ ) E pθ + c 2


2
(fy, θ − f p , θ )
c  =
E pθ ( εpy
p y, θ − εpp, θ ) − 2 (fpy, θ − f pp,θ )

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f pp, θ
εpp, θ =
E pθ

py,,θ = 0,02
εpy
py,θ = k py,
f py, py,θ f pk
pk

pp,θ = k pp,
f pp, pp,θ f pk
pk
]
4
-3
5
3
p,θ = k Ep
E p, Epθ E p
.4
8
0
.8 onde
6
3
0[
A
D
pyk,θ é a resistência ao escoamento do aço a uma temperatura q, conforme Tabela
f pyk, Tabela 3;
N
A
IR f pyk
pyk é a resistênci
resistênciaa ao escoamento do aço a 20 °C;
M
S
E
V
L
f pp,
pp,θ é a resistênci
resistênciaa corresponde
correspondente
nte ao limite de proporciona lidade do aço, a uma temperatura θ,
proporcionalidade
A
O
conforme Tabela D.2;
LI
R
U
M
E p,
p,θ elasticidadee do aço a uma temperatura θa, conforme
é o módulo de elasticidad confor me Tabela
Tabela 3;
e
d
o
iv E p é o módulo de elasticidade do aço a 20 °C.
s
lu
c
x
e Os valores de εpt,θ e εpu,θ para fios e cordoalhas são obtidos a partir da Tabela D.2.
o
s
u
e
d
1 Tabela D.2 – Valores dos parâmetros para o diagrama tensão-deformação de fios
0:
7 ou cordoalhas
:5
4
1
7
1 Temperatura
0
2/
°C pp,θ /0,9f pp
f pp, pp εpt,θ εpu,θ
0
1/
6
1
m
20 1,00 0,050 0,100
e
o
d
ar
100 0,68 0,050 0,100
e
g
o
ã
200 0,51 0,050 0,100
s
s
re
p
300 0,32 0,055 0,105
im
e
d 400 0,13 0,060 0,110
o
vi
u
qr
500 0,07 0,065 0,115
A
600 0,05 0,070 0,120
700 0,03 0,075 0,125
800 0,02 0,080 0,130
900 0,01 0,085 0,135
1 000 0,00 0,090 0,140
1 100 0,00 0,095 0,145
1 200 0,00 0,100 0,150

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Para armadura ativa de barras, deve ser consultado o Eurocode 2, Part 1-2.
O aspecto dos diagramas tensão-deformação dos aços a altas temperaturas é apresentado na
Figura D.1.

]
4
-3
5
3 f  yk, θ
.4
8
0
.8
6
3
0[
A
D
N
A
IR Eθ =tg α
M
S
α
E
V
ε
L
A ε p,θ εy,θ = 0,02 εt,θ
O
LI
R Figura D.1 – Aspecto do diagrama tensão-deformação dos aços a altas temperaturas
U
M
e
d
o
iv
s
lu
c
x
e
o
s
u
e
d
1
0:
7
:5
4
1
7
1
0
2/
0
1/
6
1
m
e
o
d
ar
e
g
o
ã
s
s
re
p
im
e
d
o
vi
u
qr
A

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ABNT NBR 15200:2012

Anexo E
(normativo)

Método tabular geral para dimensionamento de pilares retangulares


ou circulares

]
4
-3
5
3
E.1 O método apresentado a seguir é adequado a estruturas de nós fixos. Entretanto, ele pode
.4 ser empregado nos casos de estruturas em que os deslocamentos não lineares (2ª ordem) devido
8
0
.8
6
ao desaprumo puderem ser desconsiderados em situação de incêndio. Em qualquer caso, os efeitos
3
0[ globais de 2ª ordem à temperatura ambiente não podem ultrapassar 30 % dos respectivos esforços de
A
D 1ª ordem (por exemplo, γ z ≤ 1,3).
N
A
IR
M E.2 Os pilares de concreto armado podem ser dimensionados em situação de incêndio a partir
S
E das Tabelas E.1 a E.9. Em pilares onde As ≥ 0,02 Ac, é necessária uma distribuição uniforme das
V
L
A
armaduras ao longo dos lados da seção para TRRF ≥ 90 min.
O
LI
R
U
Nas Tabelas E.1 a E.9 utilizam-se os seguintes símbolos e definições:
M
e As f yd
d
o
ω=  é a taxa mecânica de armadura
iv  Ac f cd
s
lu
c
x
e
N 0Sd,fi
o
s  νfi =
u
e 0,7 ( Ac ⋅ f ccdd + As ⋅ f yd
yd )
d
1
0:
7 As é a área total da seção das barras de aço;
:5
4
1
7
1 Ac é a área da seção de concreto;
0
2/
0 f ck
1/
6
f cd =  é o valor de cálculo da resistência do concreto à compressão
compres são à temperatura ambiente,
ambient e, com
1 γ c
m
e
o
d
γ c = 1,0;
ar
e f yk
g
o f yd =  é o valor de cálculo da resistência do aço à temperatura ambiente, com γ s = 1,0;
ã
s
s
γ s
re
p
im
e
e máx
máx é o máximo valor de e para uso das tabelas E.1 a E.9;
d
o
vi M 
  0Sd,fi  é a excentricidade de primeira ordem em situação de incêndio;
u
qr e=
A N 0Sd,fi

N 0Sd,fi
0Sd,fi é o valor de cálculo do esforço normal de compressão de 1ª ordem em situação de
incêndio, que pode ser assumido igual a 70 % de N 0Sd
0Sd, em que N0Sd é o valor de cálculo
do esforço normal de compressão de 1ª ordem à temperatura ambiente, desconsiderado
o efeito das forças decorrentes do vento;

0Sd,fi é o valor de cálculo do momento fletor de 1ª ordem em situação de incêndio, que pode
M 0Sd,fi
ser assumido igual a 70 % de M 0Sd
0Sd, em que M 0Sd
0Sd é o valor de cálculo do momento fletor
de 1ª ordem à temperatura ambiente, desconsiderado o efeito das forças decorrentes do
vento;

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ABNT NBR 15200:2012

 ef,fi  é a esbeltez em situação de incêndio;


λ fi =

ℓ ef,fi é conforme 8.3;



r  =  é o raio de giração e I  é
 é o momento de inércia da seção de concreto;
 Ac

]
4 c 1 é a distância entre o eixo da armadura longitudinal e a face do concreto exposta ao fogo.
-3
5
3 Em seu cálculo, é permitida a consideração do revestimento conforme as prescrições
.4
8
0
dispostas em 8.2.
.8
6
3
0[ mín é a mínima dimensão da seção transversal do pilar (retangular ou circular), expressa em
b mín
A
D milímetros.
N
A
IR
M E.3 É permitida a interpolação linear dos valores presentes nas Tabelas E.1 a E.9, desde que
S
E obedecidos os limites especificados para cada uma delas.
V
L
A
O
LI Tabela E.1 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 0,1 e
R
U
M
máx = 10 mm (para b ≤ 400 mm) e e máx
e máx máx = 0,025 × b  (para
 (para b > 400 mm)
e
d
o
iv mín / c 1
b mín
s TRRF
lu
c min
λ fi
x
e
o
 νfi = 0,15 νfi = 0,3 νfi = 0,5 νfi = 0,7
s
u
e
d 30 150/25 150/25 150/25 150/25
1
0:
7
:5
40 150/25 150/25 150/25 150/25
4
1
7
1
50 150/25 150/25 150/25 200/25
0
2/ 30
0
1/ 60 150/25 150/25 200/25 250/25
6
1
m
e
70 150/25 150/25 250/25 300/25
o
d
ar 80 150/25 200/25 250/30: 300/25 350/25
e
g
o
ã
s
30 150/25 150/25 200/25 200/30:250/25
s
re
p 40 150/25 150/25 200/25 250/25
im
e
d
o
50 150/25 200/25 250/25 300/25
vi
u
60
qr 60 150/25 200/40:250/25 250/40:300/25 350/30:400/25
A

70 200/25 250/30:300/25 300/40:350/25 450/35:550/25


80 200/30: 250/25 250/40:300/25 400/30:450/25 550/60:600/35

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Tabela E.1 (continuação)

mín / c 1
b mín
TRRF
min
λ fi
 νfi = 0,15 νfi = 0,3 νfi = 0,5 νfi = 0,7
30 150/25 200/25 200/50:250/25 250/30:300/25
]
4 40 150/35:200/25 200/30:250/25 250/25 300/25
-3
5
3
.4
50 200/25 250/25 300/25 350/50:400/25
8
0 90
.8
6
60 200/35:250/25 250/40:300/25 350/35:400/25 450/50:55/25
3
0[
A 70 250/25 300/35:350/25 400/45:550/25 600/40
D
N
A
80 250/30:300/25 350/35:400/25 550/40:600/25 a
IR
M
S
E
30 200/25 200/25 200/25 300/45:350/25
V
L
A
O
40 200/25 200/25 300/25 400/25
LI
R
U 50 200/25 300/25 350/50:400/25 450/50:500/25
M
e
120
d 60 200/25 300/25 450/40:500/25 550/50
o
iv
s
lu 70 250/50:300/25 400/25 500/60:550/25 a
c
x
e
o 80 300/25 450/40:500/25 600/45 a
s
u
e
d
1
30 250/25 250/25 350/25 400/50:450/25
0:
7
:5
4
40 250/25 300/30:350/25 400/25 450/50:500/25
1
7
1
0
50 250/50:300/25 350/50:400/25 450/40:500/25 550/60:600/35
2/ 180
0
1/ 60 300/40:350/25 450/25 550/40:600/25 a
6
1
m 70 350/30:400/25 500/25 600/80 a
e
o
d
ar 80 400/30:450/25 550/45:600/25 a a
e
g
o
ã
a Requer largura superior a 600 mm. Avaliação específica é requerida.
s
s
re
p
im
e
d
o
vi
u
qr
A

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Tabela E.2 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 0,1 e


máx = 0,25 × b  (para
e máx  (para b ≤ 400 mm) e e máx
máx = 100 mm (para b  >
 > 400 mm)

mín / c 1
b mín
TRRF
min
λ fi
 νfi = 0,15 νfi = 0,3 νfi = 0,5 νfi = 0,7
30 150/25 150/25 200/30:250/25 300/30:350/25
]
4
-3
40 150/25 150/30:200/25 300/25 500/40:550/25
5
3
.4 50 150/25 200/40:250/25 350/40:500/25 550/25
8
0 30
.8
6
60 150/25 300/25 550/25 600/30
3
0[ a
A
70 200/25 350/40:500/25 550/30:600/25
D
N
A 80 250/25 550/25 a a
IR
M
S
30 150/30:200/25 200/40:300/25 300/40:500/25 500/25
E
V
L
A
40 200/30:250/25 300/35:350/25 450/50:550/25 550/40:600/25
O
LI 50 200/40:300/25 350/45:550/25 550/30:600/30 600/55
R
U
60 a
M 60 250/35:400/25 450/50:550/25 600/35
e
d
o 70 300/40:500/25 550/30:600/25 600/80 a
iv
s
lu
c 80 400/40:550/25 600/30 a a
x
e
o
s
u
30 200/40:250/25 300/40:400/25 500/50:550/25 550/40:600/25
e
d
1
40 250/40:350/25 350/50:550/25 550/35:600/25 600/50
0:
7
50 300/40:500/25 500/60:550/25 600/40 a
:5
4
1 90 a a
7
1
60 300/50:550/25 550/45:600/25
0
2/ a a
0
1/
70 400/50:550/25 600/45
6
1 80 500/60:600/25 a a a
m
e
o
d 30 250/50:350/25 400/50:550/25 550/25 550/60:600/45
ar
e
g 40 300/50:500/25 500/50:550/25 550/50:600/25 a
o
ã
s
s 50 400/50:550/25 550/50:600/25 600/60 a
re 120
p
im 60 500/50:550/25 550/55:600/50 a a
e
d
o 70 500/60:600/25 600/60 a a
vi
u
qr
80 550/50:600/25 a a a
A

30 400/50:500/25 500/60:550/25 550/60:600/30 a

40 500/50:550/25 550/50:600/25 600/80 a

50 550/25 600/60 a a
180 a a
60 550/50:600/25 600/80
70 600/55 a a a

80 600/70 a a a
a Requer largura superior a 600 mm. Avaliação específica é requerida.

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Tabela E.3 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 0,1 e


máx = 0,5 × b  (para
e máx  (para b ≤ 400 mm) e e máx
máx = 200 mm (para b  >
 > 400 mm)

mín / c 1
b mín
TRRF
min
λ fi
 νfi = 0,15 νfi = 0,3 νfi = 0,5 νfi = 0,7
30 150/25 400/40:550/25 500/25 a
]
4 40 200/25 550/25 550/35:600/30 a
-3
5
3
50 250/30:300/25 550/30:600/25 a a
.4
8
0 30 a a
.8
6
60 300/40:550/25 600/25
3
0[
70 400/40:550/25 a a a
A
D
N
A 80 550/25 a a a
IR
M 30 300/35:500/25 500/50:550/25 550/50:600/40 a
S
E
V
L 40 350/40:550/25 550/40:600/30 a a
A
O
LI 50 450/50:550/25 550/50:600/40 a a
R
U
60 a a
M 60 550/30 600/80
e
d a a a
o
iv
70 550/35
s
lu
c 80 550/40 a a a
x
e
o
s 30 350/50:550/25 550/45:600/40 600/80 a
u
e
d 40 500/60:600/30 550/60:600/50 a a
1
0:
7
50 550/40 600/80 a a
:5
4
1 90 a a a
7
1
60 550/50:600/45
0
2/
0 70 550/60:600/50 a a a
1/
6
1 80 600/70 a a a
m
e
o 30 550/40:600/30 550/50 a a
d
ar
e
g 40 550/50:600/45 600/70 a a
o
ã
s
s 50 550/55:600/50 a a a
re 120
p
im 60 550/60:600/50 a a a
e
d
o 70 600/70 a a a
vi
u
qr
80 a a a a
A

30 550/50 600/80 a a

40 550/60 a a a

50 600/70 a a a
180 a a a a
60
70 a a a a

80 a a a a
a Requer largura superior a 600 mm. Avaliação específica é requerida.

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Tabela E.4 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 0,5 e


máx = 10 mm (para b ≤ 400 mm) e e máx
e máx máx = 0,025 × b  (para
 (para b  >
 > 400 mm)

mín / c 1
b mín
TRRF
min
λ fi
 νfi = 0,15 νfi = 0,3 νfi = 0,5 νfi = 0,7
30 150/25 150/25 150/25 150/25
]
4 40 150/25 150/25 150/25 150/25
-3
5
3 50 150/25 150/25 150/25 200/25
.4 30
8
0 60 150/25 150/25 150/25 200/30:250/25
.8
6
3
0[
70 150/25 150/25 200/25 250/25
A
D
80 150/25 150/25 200/30:250/25 300/25
N
A
IR 30 150/25 150/25 150/30:200/25 200/35:250/25
M
S
E
40 150/25 150/25 200/25 250/30:300/25
V
L 50 150/25 150/35:200/25 200/40:250/25 250/40:350/25
A
60
O
LI 60 150/25 200/30:250/25 250/30:300/25 300/40:450/25
R
U
M
70 150/25 200/35:250/25 250/40:350/25 350/45:600/25
e
d 80 150/35:200/25 250/30:300/25 300/40:500/25 450/50:600/35
o
iv
s
lu 30 150/25 150/40:200/25 200/40:250/25 250/40:300/25
c
x
e
o
40 150/25 200/35:250/25 250/30:300/25 300/40:400/25
s
u 50 150/40:200/25 200/45:250/25 250/45:350/25 350/45:550/25
e
d 90
1
0:
60 200/25 250/35:300/25 300/45:400/25 400/50:600/35
7
:5
4
70 200/35:250/25 250/45:350/25 350/45:600/25 550/50:600/45
1
7
1
80 200/45:250/25 250/50:400/25 400/50:600/35 600/60
0
2/
0
1/
30 150/35:200/25 200/40:250/25 250/45:300/25 350/45:500/25
6
1 40 200/25 250/25 300/45:350/25 400/50:550/25
m
e
o 50 200/40:250/25 250/45:300/25 350/45:450/25 450/50:600/25
d
ar
120
e 60 200/50:250/25 300/45:350/25 400/50:550/25 500/60:600/35
g
o
ã
s
70 250/35:300/25 350/45:450/25 500/50:600/40 600/45
s
re
p
80 250/45:300/25 400/50:550/25 500/60:600/45 600/60
im
e
d
30 200/45:250/25 250/35:300/25 350/45:400/25 450/45:500/25
o
vi
u
40 250/25 300/45:350/25 450/25 500/55:600/50
qr
A 50 250/35:300/25 350/45:400/25 500/40:550/25 600/65
180
60 300/40:350/25 450/25 500/60:600/55 600/80
70 350/25 500/40:550/25 600/65 a
80 400/30:450/25 500/55:600/45 600/80 a
a Requer largura superior a 600 mm. Avaliação
Avaliação específica é requerida.

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ABNT NBR 15200:2012

Tabela E.5 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 0,5 e


máx = 0,25 × b  (para
e máx  (para b ≤ 400 mm) e e máx
máx = 100 mm (para b  >
 > 400 mm)

mín / c 1
b mín
TRRF
min
λ fi
 νfi = 0,15 νfi = 0,3 νfi = 0,5 νfi = 0,7
30 150/25 150/25 150/25 200/30:250/25
]
4 40 150/25 150/25 150/25 300/45:350/25
-3
5
3
.4
50 150/25 150/25 200/30:250/25 350/40:450/25
8
0 30
.8
6
60 150/25 150/25 250/30:300/25 500/30:550/25
3
0[
A
70 150/25 150/35:200/25 350/30:400/25 550/35:600/30
D
N
A 80 150/25 200/30:250/25 400/40:500/25 600/50
IR
M
S
30 150/25 150/35:200/25 250/35:350/25 350/40:550/25
E
V
L
A
40 150/25 200/30:300/25 300/35:500/25 450/50:600/30
O
LI 50 150/30:200/25 200/40:350/25 300/45:550/25 500/50:600/35
R
U
60
M 60 150/35:200/25 250/40:500/25 400/45:600/30 600/45
e
d
o
iv
70 200/30:300/25 300/40:500/25 500/40:600/35 60080
s
lu
c 80 200/35:300/25 350/40:600/25 550/55:600/40 a
x
e
o
s
u
30 150/35:200/25 200/45:300/25 300/45:550/25 550/50:600/40
e
d
1
40 200/35:250/25 250/45:500/25 350/50:600/25 550/50:600/45
0:
7
:5
50 200/40:300/25 300/45:550/25 550/50:600/35 600/55
4
1 90 a
7
1
60 200/50:400/25 350/50:600/25 550/50:600/45
0
2/ a
0
1/
70 300/35:500/25 400/50:600/35 600/50
6
1 80 300/40:600/25 500/55:600/40 600/80 a
m
e
o
d 30 200/45:300/25 300/45:550/25 450/50:600/25 550/60:600/50
ar
e
g
o
40 200/50:350/25 350/50:550/25 500/50:600/40 600/55
ã
s
s 50 250/45:450/25 450/50:600/25 550/55:550/45 600/80
re 120
p
im 60 300/50:500/25 500/45:600/40 550/60:600/60 a
e
d
o 70 350/50:550/25 500/50:550/45 600/75 a
vi
u
qr
80 400/50:600/25 500/55:550/50 a a
A

30 300/45:450/25 450/50:600/25 500/60:600/50 600/75


40 350/50:500/25 500/50:600/25 600/60 a

50 450/50:500/25 500/60:600/50 600/70 a


180 a a
60 500/50:600/25 550/60:600/55
70 500/55:600/35 600/65 a a

80 500/60:600/55 600/75 a a
a Requer largura superior a 600 mm. Avaliação específica é requerida.

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ABNT NBR 15200:2012

Tabela E.6 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 0,5 e


máx = 0,5 × b  (para
e máx  (para b ≤ 400 mm) e e máx
máx = 200 mm (para b  >
 > 400 mm)

mín / c 1
b mín
TRRF
min
λ fi
 νfi = 0,15 νfi = 0,3 νfi = 0,5 νfi = 0,7
30 150/25 150/25 250/35:300/25 500/40:550/25
]
4
-3 40 150/25 150/30:200/25 300/35:450/25 550/30
5
3
.4
8
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0
.8
30 a
6
3
60 150/25 200/35:300/25 450/50:550/25
0[
A 70 150/25 250/40:400/25 500/40:600/30 a
D
N
A 80 150/25 300/40:500/25 550/50:600/40 a
IR
M
S
E
30 150/30:200/25 200/40:450/25 450/50:550/30 550/50:600/40
V
L
A 40 150/35:250/25 250/40:500/25 500/40:550/35 600/60
O
LI
50 200/35:300/25 300/45:550/25 500/55:550/40 a
R
U 60 a
M
e
60 200/40:500/25 400/40:600/30 550/50:600/45
d
o
70 200/40:550/25 500/40:550/35 600/60 a
iv
s
lu
c
x 80 250/40:600/25 500/45:600/35 a a
e
o
s
u 30 250/40:450/25 300/50:500/25 500/55:600/40 600/80
e
d a
1
0:
40 200/50:500/25 350/50:550/35 550/60:600/50
7
:5 50 250/45:550/25 500/45:550/40 600/60 a
4
1 90 a
7
1
0
60 250/50:550/30 500/50:550/45 600/80
2/
0
1/ 70 300/50:550/35 550/50:600/45 a a
6
1
80 350/50:600/35 550/60:600/50 a a
m
e
o
d 30 250/50:550/25 500/50:550/40 550/50 a
ar
e
g
40 300/50:600/25 500/55:550/45 550/60:600/55 a
o
ã
s
s
50 400/50:550/35 500/60:600/45 600/80 a
re
p 120 a a
im 60 450/50:600/40 550/50
e
d
o
vi 70 500/50:550/45 550/60:600/55 a a
u
qr
A 80 550/60:600/45 600/70 a a

30 500/45:550/30 550/55 600/75 a

40 500/50:600/40 550/60 a a

50 500:60:550/50 600/70 a a
180 a a
60 550/50 600/75
70 550/60 a a a

80 600/60 a a a
a Requer largura superior a 600 mm. Avaliação
Avaliação específica é requerida.

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ABNT NBR 15200:2012

Tabela E.7 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 1,0 e


máx = 10 mm (para b ≤ 400 mm) e e máx
e máx máx = 0,025 × b  (para
 (para b  >
 > 400 mm)

mín / c 1
b mín
TRRF
min
λ fi
 νfi = 0,15 νfi = 0,3 νfi = 0,5 νfi = 0,7
30 150/25 150/25 150/25 150/25
]
4
40 150/25 150/25 150/25 150/25
-3
5
3 50 150/25 150/25 150/25 150/30:200/25
.4
8
30
0
.8
60 150/25 150/25 150/25 200/30:250/25
6
3
0[ 70 150/25 150/25 150/30:200/25 250/25
A
D
N 80 150/25 150/25 200/30:250/25 250/30:300/25
A
IR
M 30 150/25 150/25 150/25 200/40:300/25
S
E
V
L
40 150/25 150/25 200/30:250/25 250/35:350/25
A
O
LI
50 150/25 150/30:200/25 200/40:250/25 250/40:350/25
R
60
U 60 150/25 150/40:250/25 250/35:300/25 300/40:600/25
M
e
d
o
70 150/25 200/35:250/25 250/40:400/25 350/40:450/35
iv
s
lu
c
80 150/30:200/25 200/40:300/25 300/40:550/25 350/45:450/40
x
e
o 30 150/25 200/25 200/40:250/25 250/45:600/25
s
u
e
d 40 150/25 200/35:250/25 250/35:350/25 300/45:600/30
1
0:
7 50 150/35:200/25 200/40:250/25 250/45:400/25 350/45:600/35
:5
4
90
1
7
60 150/40:250/25 250/55:300/25 300/45:550/25 400/50:600/40
1
0
2/
0
70 200/35:250/25 300/35:350/25 350/45:600/35 550/50:600/45
1/
6
1 80 200/40:250/25 300/40:500/25 350/50:600/40 550/65:600/55
m
e
o
30 150/40:200/25 200/45:250/25 250/40:400/25 400/40:600/25
d
ar
e
g
40 200/30:250/25 250/25 300/45:400/25 400/50:600/30
o
ã
s
s
50 200/40:250/25 250/35:300/25 350/40:550/25 550/45:600/40
re 120
p
im
60 200/45:250/25 250/45:400/25 400/50:600/25 550/60:600/50
e
d
o
70 250/25 350/35:450/25 550/40:600/35 600/70
vi
u
qr 80 250/35:300/25 350/40:550/25 550/50:600/45 a
A
30 200/50:250/25 300/25 350/45:450/25 500/50:600/45
40 250/25 300/45:350/25 450/45:550/25 550/60:600/55
50 250/30:300/25 350/40:450/25 450/50:600/40 600/70
180
60 250/40:350/25 350/50:500/25 550/55:600/50 600/80
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80 350/40:450/25 550/50:600/40 600/75 a


a Requer largura superior a 600 mm. Avaliação específica é requerida.

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ABNT NBR 15200:2012

Tabela E.8 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 1,0 e


máx = 0,25 × b  (para
e máx  (para b ≤ 400 mm) e e máx
máx = 100 mm (para b  >
 > 400 mm)

mín / c 1
b mín
TRRF
min
λ fi
 νfi = 0,15 νfi = 0,3 νfi = 0,5 νfi = 0,7
30 150/25 150/25 150/25 200/30:300/25
]
4
-3 40 150/25 150/25 150/25 250/30:450/25
5
3
.4
8
50 150/25 150/25 200/25 300/35:500/25
0
.8
30
6
3
60 150/25 150/25 200/30:250/25 400/40:550/25
0[
A
D
70 150/25 150/25 250/35:300/25 500/35:600/30
N
A
IR
80 150/25 150/30:250/25 300/35:500/25 500/60:600/35
M
S
E
30 150/25 150/30:200/25 200/40:400/25 300/50:600/30
V
L
A 40 150/25 150/40:250/25 250/40:500/25 400/50:600/35
O
LI
R
50 150/25 200/35:400/25 300/40:600/25 500/45:600/40
U 60
M
e
60 150/30:200/25 200/40:450/25 400/40:600/30 550/40:600/40
d
o
iv
s
70 150/35:200/25 240/40:550/25 450/45:500/35 600/60
lu
c
x
e
80 200/30:250/25 300/40:550/25 500/50:600/40 600/80
o
s
u 30 200/25 200/40:300/25 250/40:550/25 500/50:600/45
e
d
1
0:
40 200/30:250/25 200/50:400/25 300/50:600/35 500/60:600/50
7
:5
4
50 200/35:300/25 250/50:550/25 400/50:600/40 600/55
1 90
7
1
0
60 200/40:400/25 300/45:600/25 500/50:600/45 600/70
2/
0
1/ 70 200/45:450/25 300/50:600/35 550/55:600/50 a
6
1
80 200/50:500/25 400/50:600/35 600/55 a
m
e
o
d
ar
30 200/40:250/25 250/50:400/25 450/45:600/30 600/60
e
g
40 200/45:300/25 300/40:500/25 500/50:600/35 a
o
ã
s
s
50 250/40:400/25 400/40:550/25 550/50:600/45 a
re
p 120 a
im 60 250/50:450/25 400/50:500/35 600/55
e
d
o
vi 70 300/40:500/25 500/45:600/35 a a
u
qr
A 80 300/50:550/25 500/60:600/40 a a

30 300/35:400/25 450/50:550/25 500/60:600/45 a

40 300/40:450/25 500/40:600/30 550/65:600/60 a

50 400/40:500/25 500/45:600/35 600/75 a


180 a a
60 400/45:550/25 500/55:600/45
70 400/50:600/30 500/65:600/50 a a

80 500/45:600/35 600/70 a a
a Requer largura superior a 600 mm. Avaliação
Avaliação específica é requerida.

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ABNT NBR 15200:2012

Tabela E.9 – Dimensões mínimas para pilares com ω = 1,0 e


máx = 0,5 × b  (para
e máx  (para b ≤ 400 mm) e e máx
máx = 200 mm (para b  >
 > 400 mm)

mín / c 1
b mín
TRRF
min
λ fi
 νfi = 0,15 νfi = 0,3 νfi = 0,5 νfi = 0,7
30 150/25 150/25 200/30:300/25 500/30:550/25
]
4
-3 40 150/25 150/25 250/30:450/25 500/40:600/30
5
3
.4
8
50 150/25 150/30:200/25 300/35:500/25 550/35
0
.8
30
6
3
60 150/25 200/30:250/25 350/40:500/25 550/50
0[
A 70 150/25 200/30:300/25 450/50:550/25 a
D
N
A 80 150/25 250/30:350/25 500/35:600/30 a
IR
M
S
E
30 150/25 200/35:450/25 350/40:600/30 550/45:600/40
V
L
60
A 40 150/30:200/25 200/40:500/25 450/50:500/35 600/60
O
LI
R 50 150/35:250:25 250/40:550/25 500/40:600/35 600/80
U
M
60 200/30:350/25 300/40:600/25 500/50:600/40 a
e
d
o
60 a
iv
s
70 250/30:450/25 350/40:600/30 550/50:600/45
lu
c
x 80 250/55:500/25 450/40:500/35 600/70 a
e
o
s
u 30 200/35:300/25 250/50:550/25 500/50:600/40 600/70
e
d
1 40 200/40:450/25 300/50:600/30 500/55:600/45 a
0:
7
:5
4 50 200/45:500/25 350/50:600/35 550/50 a
1
7
90 a
1
0 60 200/50:550/25 450/50:600/40 600/60
2/
0
1/ 70 250/45:600/30 500/50:600/45 600/80 a
6
1
m 80 250/50:500/35 500/55:600/45 a a
e
o
d
ar 30 200/50:450/25 450/450:600/25 550/55:600/50 a
e
g a
o
ã
40 250/50:500/25 500/40:600/30 600/65
s
s a a
re 50 300/40:550/25 500/50:600/35
p
im
120 a a
e
d
60 350/45:550/25 500/60:600/40
o
vi 70 450/40:600/30 550/60:600/50 a a
u
qr
A 80 450/45:600/30 600/65 a a

30 350/45:550/25 500/45:600/40 600/80 a

40 450/45:600/30 500/60:600/45 a a

50 450/50:600/35 500/70:600/55 a a
180 a a
60 500/45:600/40 550/70:600/65
70 500/50:600/40 600/75 a a

80 500/55:600/45 a a a
a Requer largura superior a 600 mm. Avaliação específica é requerida.

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Anexo F
(normativo)

Fluxo de calor

]
4
F.1 De modo simplificado, o valor do fluxo de calor por unidade de área, ϕ, em watts por metro
-3
5 quadrado, pode ser determinado da seguinte forma:
3
.4
8
0
.8
ϕ = ϕc + ϕr
6
3
0[
A com
D
N
A
IR ϕc = αc (θg – θa)
M
S
E
V
L
e
A
O
LI ϕr = 5,67 × 10–8 εres [(θg + 273)4 – θa + 273)4]
R
U
M
e
d
onde
o
iv
s
lu ϕc é o componente do fluxo de calor devido
devido à convecção, expresso em watts por metro
c 2
x
e quadradoss (W/m );
quadrado
o
s
u
e
d
ϕr é o componente do fluxo de calor devido à radiação, expresso em watts por metro quadrados
1
0: (W/m2);
7
:5
4
1
7
αc é o coeficiente de transferência de calor por convecção, podendo ser tomado, para efeitos
1
0
2/
práticos, igual a 25 W/m 2 °C, no caso de exposição ao incêndio-padrão;
0
1/
6
1 θg é a temperatura dos gases, expresso em graus Celsius (°C);
m
e
o
d
ar
θa é a temperatura na superfície do aço, expresso em graus Celsius (°C);
e
g
o
ã
εres é a emissividade resultante, podendo ser tomada, para efeitos práticos, igual a 0,7.
s
s
re
p
im
e
d
o
vi
u
qr
A

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Anexo G
(informativo)

Gráficos para pilares com mais de uma face exposta ao fogo

]
4
G.1 As figuras G.1 e G.2 fornecem dimensões mínimas para a seção transversal e valores de c 1
-3
5 das armaduras para pilares com mais de uma face exposta ao fogo.
3
.4
8
0
.8
Os gráficos foram obtidos a partir da formulação estabelecida em 8.3.
6
3
0[
A Para o uso desses gráficos, as seguintes limitações devem ser respeitadas:
D
N
A  As
IR
M
≤ 0, 04
S
 Ac
E
V
L
A h ≥ b 
O
LI
R
U e ≤ 0,15 b 
M
e
d
o
iv
ℓ ef,fi ≤ 4 m
s
lu
c
x
e µfi ≤ 0,7
o
s
u
e
d
onde
1
0:
7
:5 As é a área total das armaduras;
4
1
7
1
0 Ac é a área da seção transversal do pilar;
2/
0
1/
6
1 b  é a menor dimensão da seção transversal do pilar;
m
e
o
d h  é a maior dimensão da seção transversal do pilar;
ar
e
g
o
ã
e  é a excentricidade de primeira ordem da força normal atuante em situação de incêndio,
s
s
re
que pode ser assumida igual à excentricidade de primeira ordem da força normal atuante à
p
im
temperatura ambiente, desconsiderado o efeito das forças decorrentes do vento;
e
d
o
vi ℓ ef,fi é conforme 8.3;
u
qr
A
 N Sd,fi
µf i =
N Rd

onde

Sd,fi é o valor de cálculo da força axial em situação do incêndio;


N Sd,fi

N Rd
Rd é o valor de cálculo da força
força normal resistente do pilar calculado de acordo com a
ABNT NBR 6118, com γ m à temperatura ambiente, incluindo os efeitos da não linearidade
geométrica (2ª ordem) e desconsiderados os efeitos das forças decorrentes do vento.

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ABNT NBR 15200:2012

TRF (min) b  =


 = 450 mm
b  =
 = 400 mm
180
b  =
 = 350 mm
b  =
 = 300 mm
b  =
 = 250 mm
b  =
 = 190 mm

120

] 90
4
-3
5
3
.4
8
0
60
.8
6
3
0[
A
30
D
N
A
c  1 (mm)
IR
M 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80
S
E
V
L
A Figura G.1 – Curvas TRF × b × c1 para número de barras longitudinais igual a 4 (n = 4)
O
LI
R
U b  =
 = 450 mm
M b  =
 = 400 mm
e
d TRF (min) b  =
 = 350 mm
o
iv b  =
 = 300 mm
s 180
lu b  =
 = 250 mm
c
x b  =
 = 190 mm
e
o
s
u
e
d
1
0:
7 120
:5
4
1
7
1 90
0
2/
0
1/
6
1 60
m
e
o
d
ar 30
e
g
o
ã
s c  1 (mm)
s
re 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80
p
im
e
d Figura G.2 – Curvas TRF × b × c 1 para número de barras longitudinais maior que 4 (n > 4)
o
vi
u
qr
A

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