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PROPOSTA DE ACESSIBILIDADE PARA OS VESTIÁRIOS DAS

PISCINAS DA UFSC

ANDRADE, Isabela Fernandes (1);


AMORIM, Julia Moraes Callado de (2);
DISCHINGER, Marta (3).
(1) Universidade Federal de Santa Catarina, Doutoranda do PósARQ
e-mail:acessiarq@gmail.com
(2) Universidade Federal de Santa Catarina, Mestranda do PósARQ
e-mail:jucallado@hotmail.com
(3) Universidade Federal de Santa Catarina, Professora do PósARQ
e-mail:martadischinger@gmail.com

RESUMO

O artigo apresenta proposta parcial de projeto realizada a partir de avaliação das condições de
acessibilidade espacial dos vestiários das piscinas da Universidade Federal de Santa Catarina
(UFSC), visando atender a NBR 9050/2004. Para isso, foram adotados diferentes métodos e técnicas,
como: pesquisas bibliográficas e documentais, visitas exploratórias e entrevistas. Como resultados
deste estudo, apresentam-se a avaliação realizada no local, bem como a proposta de um novo layout
para otimizar as condições do espaço e permitir maior conforto e segurança, assim como a instalação
de sanitários acessíveis com trocadores, atendendo as necessidades de usuários idosos e com
deficiência.

ABSTRACT

This paper proposes a partial project developed from a spatial accessibility evaluation in order to
implement the NBR 9050/2004. The study case objects were the changing rooms at swimming pools
of the Federal University of Santa Catarina (UFSC). Different methods and techniques were adopted
to attain this objective, such as: bibliographical and documentary research, exploratory visits and
interviews. As result of this paper we present the evaluation and the proposal of a new layout. Those
changes optimize the spacial conditions to improve safety and comfort for all users enabling the
installation of accessible toilets and dressing rooms for elderly and impaired users.

1. INTRODUÇÃO
A prática de atividades aquáticas desportivas, recreativas e terapêuticas favorece a
promoção da saúde e a integração social. Os exercícios realizados em meio aquático
beneficiam pessoas de todas as idades e biótipos, incluindo desde bebês a idosos,
independente de suas características físicas, sociais ou habilidades. (MORÉS, 2011)
Sabendo dos benefícios dessas práticas, o Centro de Desportos (CDS) da Universidade
Federal de Santa Catarina (UFSC), apoiado pelo Núcleo de Estudos da Terceira Idade
(NETI), criou um programa aberto à comunidade. A partir do ano 2000, duas turmas de
hidroginástica e uma de natação começaram a ser atendidas por discentes da graduação e
da pós-graduação desta Universidade (LOPES, 2005). Atualmente o CDS oferece aulas de
natação, hidroginástica, “aquafitness” e natação adaptada que, além de auxiliar na
reabilitação de pessoas com deficiência ou limitações temporárias, atende a um público com
faixa etária que varia desde a infância até a terceira idade. (UFSC, 2012)
A construção da piscina térmica, no ano 2000, foi fundamental para viabilizar a ampliação da
realização das atividades aquáticas. Da mesma forma, a existência de piscina adaptada e a
estrutura de apoio, tal como, vestiários e armários para guardar pertences pessoais, é
importante para possibilitar o acesso às atividades pelos idosos e por pessoas com algum
tipo de deficiência.
Os vestiários das piscinas, embora existentes e bem equipados, podem causar desconforto
aos usuários visto que são divididos entre masculino e feminino, o que não possibilita que
um adulto acompanhe um idoso, uma criança ou ainda uma pessoa com deficiência, quando
estes são de diferentes sexos e necessitam de auxílio para sua higiene pessoal. Além disso,
o uso das piscinas voltado a pessoas com deficiências em atividades de reabilitação, exige a
adaptação dos espaços de acordo com a norma técnica brasileira de acessibilidade
(NBR9050/2004).
A avaliação e proposta de intervenção para melhorar as condições de acessibilidade dos
vestiários das piscinas foram desenvolvidas como tema de estudo proposto na disciplina de
Desenho Inclusivo do curso de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFSC.
Buscava-se responder a seguinte questão: o que é necessário fazer para adaptar o espaço
dos vestiários às condições mínimas de acessibilidade? Visando respostas, foi realizada
uma avaliação das condições de acessibilidade dos vestiários das piscinas da UFSC,
durante o período de Setembro a Dezembro de 2011, a partir da qual se identificou os
problemas existentes e foram sugeridas alterações no layout a fim de melhorar as condições
atuais. Neste trabalho apresentam-se os resultados alcançados de forma esquemática e
sintética, através de croquis e quadros.

2. CONCEITOS PRINCIPAIS

Para o desenvolvimento do trabalho foram estudados diversos conceitos relativos à


acessibilidade espacial – o que são deficiências, restrições e as normas de acessibilidade
existentes. A seguir, são apresentadas as principais definições adotadas.
A acessibilidade espacial está presente quando edifícios, cidades e produtos podem ser
utilizados com conforto, segurança e autonomia por todas as pessoas, independente de
suas capacidades ou limitações, de forma igualitária, independendo das características
fisiológicas do indivíduo. Conforme a NBR 9050/2004, entende-se espaço acessível como
aquele que “pode ser percebido e utilizado em sua totalidade por todas as pessoas,
inclusive aquelas com mobilidade reduzida” (ABNT, 2004).
Segundo Eugênia Fávero (2004), a deficiência é “[...] uma limitação significativa física,
sensorial ou mental e não se confunde com incapacidade. A incapacidade para alguma coisa
(andar, subir escadas, ver, ouvir, etc.) é uma consequência da deficiência, que deve ser vista
de forma localizada [...]”. Dessa forma, pode-se afirmar que a deficiência é uma
característica inerente do indivíduo que, ao se relacionar com o meio, pode ou não ter
dificuldades na realização de determinada atividade.
Já o termo restrição é utilizado para designar, segundo Dischinger, Bins Ely e Piardi (2009),
a “dificuldade existente para a realização de atividades desejadas resultantes da relação
entre as condições dos indivíduos e as características ambientais”. Com base na
Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (OMS, 2008), as
restrições de participação “[...] são problemas que um indivíduo pode enfrentar quando está
envolvido em situações da vida real. A presença da restrição de participação é determinada
pela comparação entre a participação individual e aquela esperada de um indivíduo sem
deficiência naquela cultura ou sociedade”.
Dessa forma, pode-se afirmar que nem toda a pessoa que tem uma deficiência – como
quem necessita de cadeira de rodas para se deslocar – sofre uma restrição. Se além de
uma escada houver uma rampa para acessar o interior de uma piscina de reabilitação, esta
pessoa não sofre restrição de deslocamento e, assim, tem seu acesso possibilitado. Por
outro lado, todas as pessoas estão sujeitas a se acidentar em áreas de piscina se o piso for
liso e escorregadio. Nesse caso o ambiente apresenta características espaciais que podem
causar restrições para qualquer pessoa na realização da atividade. Na avaliação dos
vestiários buscou-se verificar quais restrições o espaço impõe na realização de atividades
para seus usuários.

3. MÉTODOS E TÉCNICAS

Para a realização deste estudo foram adotados os seguintes métodos e técnicas, conforme
Lakatos e Markoni (2007): pesquisa documental, revisão bibliográfica, visita exploratória e
entrevistas não estruturadas com usuários e trabalhadores, conforme descrito na Tabela 1.
Tabela 1 – Métodos e Técnicas utilizados na pesquisa.

MÉTODO OU TÉCNICA RESULTADOS


PARA QUÊ ONDE/COM QUEM
ESPERADOS
Conhecer as Base para elaboração
PESQUISA
características do Projetos arquitetônicos das propostas na forma
DOCUMENTAL
vestiário da piscina de projeto
Selecionar métodos, Conhecimento de
técnicas e soluções Leituras em periódicos e normas que regulam as
REVISÃO
relacionadas à livros e busca em sites construções e conceitos
BIBLIOGRÁFICA
acessibilidade espacial diversos fundamentais à análise
em áreas de piscinas dos dados

VISITA Verificar as dimensões


Medições e Registro dos principais
EXPLORATÓRIA do espaço através do
levantamento fotográfico problemas de
levantamento físico e
(levantamento físico e in loco da área acessibilidade
registrar imagens do
fotográfico) destinada aos vestiários identificados no local
local
Conhecer as Conhecimento da
Realizada com usuários
ENTREVISTA NÃO características e percepção dos usuários
da piscina (uma idosa e
ESTRUTURADA identificar problemas do e verificação dos
duas crianças) e um
vestiário conforme visão problemas por eles
trabalhador da UFSC
dos usuários identificados

Fonte: Acervo Pessoal, 2012.

Os resultados da aplicação dos métodos e técnicas estão expostos ao longo do trabalho.

4. OBJETO DE ESTUDO

Os vestiários em estudo integram a estrutura do Ginásio das piscinas, parte do Centro de


Desportos – CDS/UFSC, localizado no campus Trindade, em Florianópolis, Santa Catarina.
Observa-se no mapa a seguir a localização do ginásio no campus (vide hachura na Figura
1), próximo as quadras e a Rua Deputado Antônio Edu Vieira, do bairro Pantanal.
Figura 1 – Localização do Ginásio das Piscinas. Fonte: Adaptado de http://antiga.ufsc.br/pag
inas/mapa_ufsc.php. Acesso em Dezembro de 2012.

Com uma área coberta com cerca de 2.900,00m2, o ginásio comporta, em sua parte térrea,
uma piscina olímpica, uma piscina rasa (com pequena profundidade), a casa de máquinas,
dois vestiários e a arquibancada (vide Figura 2). No mezanino, sobre os vestiários estão as
salas de aula e de suporte administrativo.

Figura 2 – Área térrea do Ginásio com destaque para os vestiários. Fonte: Projeto cedido pelo
DPAE (2011) e adaptado pelas autoras
O estudo realizado limitou-se ao espaço ocupado pelos vestiários, que possuem área de
109m2 cada, dispõem de bancos, cabideiros, chuveiros, vasos sanitários, lavatórios,
depósitos e mictórios. Os quantitativos dos equipamentos existentes vestiários masculino e
feminino podem ser observados nas tabelas a seguir.

Tabela 2 – Equipamentos existentes nos vestiários. Fonte: Acervo Pessoal, 2012.

VESTIÁRIO FEMININO VESTIÁRIO MASCULINO

Qnt. Descrição Qnt. Descrição

02 Banheiros adaptados 02 Banheiros adaptados


(VS, CH e LAV) (VS, CH e LAV)

09 Vasos Sanitários (V.S.) 06 Vasos Sanitários (V.S.)

09 Chuveiros (CH) 09 Chuveiros (CH)

10 Lavatórios (LAV) 06 Lavatórios (LAV)

01 Depósito 01 Depósito

02 Bancos (4m +3,4m = 7,4m) 02 Bancos (4m + 3,4m = 7,4m)

03 Cabideiros de madeira 03 Cabideiros de madeira

03 Mictórios Individuais

01 Mictório em calha (aprox. 3,75m)

De acordo com a tabela acima, pode-se observar que os espaços e equipamentos dos
vestiários foram previstos para uso individual e não consideram a necessidade de haver
auxílio para realização das atividades de troca de roupas e higiene pessoal. Não há vestiário
unissex, o causa problemas para pessoas que necessitam de auxílio já que, muitas vezes,
esse pode ser feito por pessoas do sexo oposto (por exemplo, pai com uma filha, ou
atendente feminina para um senhor idoso).

5. RESULTADOS

O estudo ocorreu em duas fases distintas. Na primeira, analisaram-se as condições de


acessibilidade dos vestiários (incluindo seu acesso) e, em seguida, propôs-se uma nova
distribuição das áreas para que a demanda fosse atendida, com a criação dos sanitários
acessíveis com trocador. Os resultados foram divididos entre a avaliação realizada e a nova
proposta - apresentados a seguir nos itens 5.1 e 5.2, respectivamente.

5.1 AVALIAÇÃO DA ACESSIBILIDADE ESPACIAL NO VESTIÁRIO DA PISCINA

A avaliação das condições de acessibilidade no vestiário da piscina da UFSC foi feita com
base nos parâmetros técnicos da ABNT NBR 9050/2004, verificando-se sua adequação à
norma. Para sintetizar os resultados da avaliação estruturou-se uma tabela dividida em
quatro colunas: na primeira apresenta-se o item avaliado e o texto da norma referente ao
mesmo; a seguir, uma foto do problema; na terceira expõem-se a avaliação dos técnicos e;
na quarta e última coluna ilustra-se, com uma imagem, possível solução ao problema
identificado.
Tabela 3 – Resultados da Avaliação. Fonte: Acervo Pessoal, 2012.

1
Entrada do Sarah K.. Disponível em: <http://arquiteturabrasileirav.blogspot.com.br/2009/11/joao-figueira>.
Balcão de atendimento (McDonnald´s). Disponível em: <http://ducaacessibilidade.blogspot.com.br/>. Outras
imagens: NBR 9050/2004 e acervo pessoal.
Tabela 4 – Resultados da Avaliação – Continuação. Fonte: Acervo Pessoal, 2012.

2
Sala com parede azul. Disponível em: <http://heathernetteking.blogspot.com.br/2011/10/paint-job.html>. Outras
imagens: NBR 9050/2004 e acervo pessoal.
Tabela 5 – Resultados da Avaliação – Continuação. Fonte: Acervo Pessoal, 2012.

3
Banheiro acessível. Disponível em: <http://tudobanheiro.com.br/page/5/>. Outras imagens: NBR 9050/2004 e
acervo pessoal dos autores.
A partir da avaliação comprovou-se que algumas atividades não estão previstas – como, por
exemplo, a troca de roupas com auxílio – ou são dificultadas pelas características do espaço
e do mobiliário – exemplo disso é o balcão da recepção, que não possuí área de
aproximação para os usuários em cadeira de rodas. A avaliação apontou algumas medidas
que podem ser executadas imediatamente, tais como: melhorar a sinalização, incorporando
elementos táteis, com contraste e símbolos internacionais; instalar um balcão que permita a
aproximação de qualquer usuário e que possua tampo em duas alturas; pintar as paredes
de forma a criar um contraste com o piso, utilizando tinta não reflexiva para usuários com
baixa-visão (vide Figura 3); reinstalar barras nos lavatório dos banheiros adaptados,
observando a altura e afastamento necessários (de acordo com a norma de acessibilidade –
NBR 9050/2004); adequar as alturas e inclinações dos espelhos e barras de apoio dos
banheiros à norma NBR 9050/2004; prever cabideiros individuais dentro dos boxes e
instalados a uma altura entre 0,80m e 1,20m.

Figura 3 – Sugestão de contraste entre piso e parede. Fonte: Acervo Pessoal, 2012.

Observou-se também a inexistência de portas nos boxes dos chuveiros, o que pode causar
constrangimentos aos usuários. Sendo assim, recomenda-se a instalação de portas,
lembrando que estas devem abrir para o lado de fora, assim como as demais.

5.2 PROPOSTA DE MUDANÇAS NO LAYOUT DO VESTIÁRIO

Considerando-se a disposição atual, apresentada no item 4, e as considerações relatadas


no item 5.1, propôs-se a redistribuição dos vasos sanitários e chuveiros, reduzindo a área
dos sanitários masculino e feminino de 109m2 cada, para 92m2. Esta redistribuição do layout
possibilita a criação de dois banheiros acessíveis com trocador, de forma a criar um espaço
que favoreça o uso familiar e unissex, sem prejuízo dos vestiários existentes. A seguir
podem-se observar as plantas com a nova proposta – recorte geral seguido da modificação
dos vestiários masculino e feminino e criação dos sanitários com trocador.

Figura 4 – Proposta de modificação do layout. Fonte: Acervo Pessoal, 2012.


Figura 5 – Proposta para o vestiário masculino. Fonte: Acervo Pessoal, 2012.

Figura 6 – Proposta para o vestiário feminino. Fonte: Acervo Pessoal, 2012.

Figura 7 – A esquerda sanitário unissex com mesa de troca fixa (esq.) e móvel (dir.). Acima e à
direita, corte esquemático dos dois sanitários e, abaixo à direita, vista do sanitário unissex
com mesa de troca móvel. Fonte: Acervo Pessoal, 2012.
Cada sanitário com trocador proposto possui sanitário acessível e lavatório com barras,
espelho inclinado, porta de correr, trocador adulto (que também pode ser utilizado por
crianças), chuveiro com assento retrátil, com faixa de alcance entre 0,80m e 1,2m, contraste
piso/parede, sendo concebidos para atender preferencialmente pessoas com deficiências,
idosos, crianças e uso por pessoas que necessitam de auxílio, atendendo a NBR
9050/2004.
Na proposta apresentada sugere-se um móvel fixo ou com altura ajustável, que permita ao
usuário a realização da troca de roupa, deitado, com ou sem auxílio. É necessário permitir a
regulagem da altura da superfície de troca para permitir a transferência da cadeira de rodas
com maior segurança no caso de adultos ou adolescentes que necessitam auxilio de outra
pessoa. Este mobiliário deve possuir um colchão fino, impermeável e macio, que seja
seguro e confortável. Deve situar-se próximo a uma ducha adaptada que proporcione banho
quente após a realização das atividades.
Os sanitários acessíveis com trocador possuem área de 16,5m2 cada e estão na rota
acessível, junto à circulação principal, ao lado dos vestiários.
Comparando-se os dados do layout existente com o da nova proposta, nota-se uma
pequena redução no número de lavatórios, chuveiros e vasos sanitários em detrimento da
criação dos banheiros acessíveis com trocador, demonstrando que as adaptações trariam
benefícios aos usuários dos vestiários sem prejuízo da infraestrutura existente.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conforme os levantamentos realizados e a colaboração dos usuários para identificação das


necessidades existentes, ficou evidente a necessidade de melhorias nas instalações dos
vestiários, principalmente no que diz respeito à falta de um espaço unissex destinado a troca
e higiene pessoal.
Foi possível realizar a avaliação do espaço e sugerir alterações no layout. Para elaborar a
nova proposta foi fundamental o atendimento de diversos itens da norma de acessibilidade –
NBR 9050/2004. Cabe observar sobre a necessidade de ampliação da norma a partir da
inserção de soluções técnicas para o projeto de um espaço destinado a troca de roupas e a
assistência a atividades de higiene para pessoas adultas que necessitam de auxílio.
Verificou-se que não existem problemas de deslocamento na área interna e no entorno do
ginásio, porém existe uma carência de sinalização, principalmente sonora e tátil.
Buscou-se sugerir a instalação de barras de apoio, contraste entre piso e parede, piso guia,
placas de identificação (inclusive com leitura em Braille), botão de emergência, entre outros.
Ao final dessa pesquisa, foi possível desenvolver um projeto a partir da avaliação das
condições de acessibilidade espacial dos vestiários das piscinas da UFSC e propor soluções
passíveis de execução que podem ampliar as condições de acessibilidade ao local.

7. REFERÊNCIAS

ABNT NBR 9050. Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificações, espaço,


mobiliário e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro, ABNT, 2004. 97p.

OMS - Organização Mundial da Saúde. Classificação Internacional de Funcionalidade,


Incapacidade e Saúde (CIF). São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008. 325p.

DPAE – Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia. Projeto Arquitetônico do Ginásio


da Piscina. Arquivo digital disponibilizado em 2011.

DISCHINGER, Marta; BINS ELY. Vera Helena Moro; PIARDI, Sonia. Promovendo a acessibilidade
nos edifícios públicos: Programa de Fiscalização do Ministério Público de Santa Catarina.
Florianópolis, 2009.

FÁVERO, Eugênia Augusta Gonzaga. Direitos das pessoas com deficiência: garantia de
igualdade na diversidade. Rio de Janeiro: WVA – Ed., 2004. 344p.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas,
2007.

LOPES, Marize Amorim (coord.). Programa de atividade física para a terceira idade da UFSC: 20
anos a serviço da comunidade. In: EXTENSIO: Revista eletrônica de extensão, 2005. Disponível
em <http://www.sumarios.org/sites/default/files/pdfs/37114_3257.PDF>. Acesso: Dezembro de 2012.

MORÉS, Giliard. Atividades Aquáticas na Educação Física Escolar: uma abordagem


pedagógica. In: Revista Eletrônica da Univar. No 7. P 120-125. 2011.

UFSC. Universidade Federal de Santa Catarina. Disponível em: http://ufsc.br. Acesso: Dezembro de
2012.