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PESQUISA SOBRE TROFOTERAPIA

1) O que são nutrientes e quais são eles?


R: É uma substância usada pelo nosso metabolismo e que pode ser obtido a partir da
alimentação. Os nutrientes podem ser classificados em macronutrientes que são aqueles
necessários ao organismo diariamente, em grandes quantidades e que também existem
nos alimentos em maior proporção. As proteínas, os carbohidratos e as gorduras formam
o grupo dos macronutriente. Os micronutrientes que são tão importantes quanto os
macro, porém em menor quentidade. Os micronutrientes são aqueles que são
necessários ao corpo em menores quantidade, fazem parte deste grupo as vitaminas, os
minerais e os oligoelementos.

2) Quais as funções da água no organismo e os sintomas da falta de água?


R: A água é indispensável para a manutenção da vida e chega a representar cerca de
60% do peso corporal. Ela é obtida através de processos internos, como a respiração, e
através de alimentos e líquidos. Ela tem inúmeras funções dentro do nosso corpo:
participa do processo digestivo, pois é constituinte dos sucos gástricos, pancreáticos e a
bile; transporte de nutrientes para as células e de substâncias tóxicas para fora do corpo
através da urina e das fezes; participa de inúmeras as reações fisiológicas; regula a
temperatura corporal, porque quando o corpo está muito quente, aumenta
substancialmente a sudorese a fim de libertar o calor através da evaporação, forma o
liquor que é responsável, entre outras coisas; de reduzir o impacto sobre a massa
encefálica caso o crânio seja deslocado; composição da parte líquida do sangue
(plasma); compõe o líquido que lubrifica as articulações dimuindo o impacto entre as
superfícies ósseas, além de fazer parte da composição dos próprios ossos (cerca de
20%).
A desidratação ocorre quando o corpo tem uma quantidade menor de água do que
precisa. Essa quantidade insuficiente de água pode decorrer da ingestão insuficiente ou
mesmo de perdas excessivas. Essas perdas pode ocorrer em diversas situações,
relacionadas com uma doença, como hemorragia, ou mesmo da prática de exercícios
físicos. Ela afeta o coração porque com um volume sanguíneo menor, ele em que
aumentar o ritmo de seus batimentos. A pele se torna áspera e as mucosas perdem o
volume, ficando com aspecto enrugado e pouco viçoso. Os olhos podem ficar fundos. A
falta de água pode prejudicar o funcionamento muscular provocando fraqueza e
sensação de peso. Um volume de urina baixo é um importante fator de risco para a
formação de cálculos nos rins. A desidratação pode provocar alterações cognitivas como
a diminuição da capacidade de atenção, concentração e memória. Pode inclusive
provocar enxaquecas.

3) O que são antioxidantes e quais as suas funções?


R: Os antioxidantes bloqueiam o processo de oxidação neutralizando os radicais livres,
que são moléculas instáveis que têm um desequilíbrio na quantidade de elétrons de sua
última camada e, por isso percorrem o corpo procurando doar ou se apropriar de
elétrons. Devido a esse processo prejudicam as células, proteínas e o DNA celular. Eles
são o resultado de diversos processos orgânicos e são precipitados por vários fatores
exógenos (poluição de ozônio, luz solar, exercício físico, raios-X, nicotina, álcool e
abuso de alimentos fritos e refinados) e fatores endógenos (doenças crônicas como
câncer, cardiopatias, AVE, Alzheimer, artrite reumatóide e catarata). Para diminuir a
quantidade de radicais livres o corpo sintetiza, entre outras, a enzima superóxido
dismutase, porém com o passar dos anos essa produção pode diminuir ou a produção
não ser suficiente devido aos hábitos não saudáveis e, daí os radicais livres podem
iniciar um processo de envelhecimento e morte celular.
Existem alimentos que têm propriedades antioxidantes como o beta-caroteno e as
vitaminas C e E, que podem retardar esse processo. Exemplos de alimentos que têm
essa propriedade são: o mamão, a laranja, a cenoura, o morango e o espinafre. Os
minerais selênio, manganês e zinco são microelementos que formam uma parte
essencial das várias enzimas antioxidantes.

4) Quais os tipos de fungos que existem e sintomas de intoxicação?


R:
 Trichophyton rubrum – É normalmente encontrada na flora da pele. Responsável
por quase todas as infecções dermatofíticas humanas, que são as relacionadas a
parasitas da pele)
 Microsporum gypseum – isolado normamente em solo pode provocar doenças
em seres humanos. As lesões geralmente ocorrem em partes descobertas da pele
como couro cabeludo.
 Candida albicans – Faz parte da microbiota humana normal. A micose causada
por esta levedura é denominada de candidíase e pode provocar inúmeras doenças
nas membranas mucosas, unhas, trato genitourinário, trato digestivo etc. Ela
pode ocorrer devido a: antibióticos, gravidez, diabetes, infecções, deficiência
imunológica e medicamentos como anticoncepcionais e antibióticos.
 Malassesia furfur – Coloniza a flora normal da pele. Pode provocar lesões na
pele normalmente do tronco, pescoço, couro cabeludo, rosto e canal auditivo
externo.
 Microsporum canis – É transmitido pelo contato com animais domésticos e
geralmente causa lesões no couro cabeludo, chegando a provocar a alopécia.
 Trichophyton verrucosum – Normalmente infecta bovinos, mas pode haver a
transmissão para seres humanos e neste caso, os sintomas se manifestam como
lesões inflamatórias no couro cabeludo, barba, bigode, pele, palmas das mãos e
plantas dos pés.
 Fonsecaea pedrosoi – O contágio se dá através de fragmentos vegetais ou
madeiras contaminados.
 Sporothrix schenkii – O sintoma é a presença de um nódulo subcutâneo que
pode ulcerar. A infecção pode ser local ou atingir ou vasos linfáticos.
 Aspergillus sp – Contaminam restos de comida (pães e batatas) e crescem em
muitas plantas e árvores. Quando ingeridos provocam graves danos ao fígado
como cirrose, edema ou carcinoma.
 Alternaria sp – Causam infecções oportunistas em pessoas imunodeprimidas
(AIDS). Crescem na pele e mucosas, inclusive sobre o globo ocular e no
aparelho respiratório.
 Cryptococcus neoformans – É um fundo encontrado no aparelho digestório de
aves. A contaminação se dá pela aspiração de leveduras e que a partir dos
alvéolos pulmonares pode se disseminar. Ele causa uma micose profunda que
atinge pulmões, fígado, pele, rins e o miocárdio. Pode ainda atingir o sistema
nervoso central causando meningite e encefalite. Os sintomas serão de febre, dor
na nuca, vômito, cefaléia, cegueira, confusão mental, delírio, perda de memória
e até coma.
 Paracoccidioides brasilienses. A infecção ocorre através da inalação. Pode
infectar órgãos, pele e mucosas. Os sintomas são de febre, suores, tosse,
expectoração e falta de ar.

5) O que são metais tóxicos, quais são eles e os sintomas de intoxicação?


R: São metais que podem se acumular no corpo provocando alterações nas estruturas
celulares, suprimindo o sistema imune e ocasionando lesões importantes. A avaliação da
quantidade destes metais é feita através de exames de sangue que avalia a quantidade
resultante da absorção e excreção, o de urina que avalia a excreção e o do fio de cabelo
que avalia se o organismo os está retendo nas células e, por isso mesmo a quantidade
real de toxidade presente no organismo. Os metais tóxicos são os segintes:

 Alumínio
Vem sendo associada à presença de alumínio no organismo: a demência senil
(Doença de Alzheimer), alteração de comportamento na escola, dislexia nas
crianças, alteração no metabolismo do fósforo, cálcio e magnésio, as dores
ósseas, a fadiga, a ansiedade, as cefaléias, a irritação gastrintestinal e a
encefalopatia pós-diálise. Altos níveis de alumínio são encontrados nas pessoas
com ingestão regular de antiácidos. Quantidades adequadas no organismo de
vitamina C, ferro e cálcio evitam a absorção do alumínio.
Fontes: água tratada, utensílios de cozinha, fermento em pó, perfumes,
desodorantes, queijos processados, antiácidos, recipientes de alumínio para
alimentos (quentinhas) e poluição atmosférica (atividades industriais e emissões
de partículas de automóveis),

 Cádmio
Está associado com freqüência à lesão renal, hipertensão, litíase renal,
cardiomegalia, aterosclerose, imunodepressão em fumantes, dores
osteoarticulares, disfunção pulmonar, enfisema, anemia moderada, lesões nos
testículos e infertilidade masculina. Há transmissão materno-fetal nos casos de
mães intoxicadas. Quantidades adequadas no organismo de zinco, cálcio,
magnésio e cobre inibem a absorção e retenção do cádmio.
Fontes: tubulações residenciais, tabaco, frutos do mar, fumaça de automóveis,
poluição industrial, incineração de lixo, café, chá e água tratada.

 Chumbo
A toxicidade por chumbo pode levar a distúrbios de aprendizagem em crianças,
cefaléia intensa, vertigem, tremores, dores articulares, anemia, irritabilidade,
agressividade, distúrbios mentais, hiperatividade, anorexia, lesões musculares e
dores abdominais. A toxicidade por chumbo também induz alterações na
produção de hormônios como tiroxina, hipofisários e catecolaminas. Níveis
adequados no organismo de cálcio, ferro, zinco, fosfatos, vitamina C e proteínas
inibem a absorção do chumbo.
Fontes: Suplementos com cálcio (dolomita), contaminação dos alimentos por
inseticidas, poluição do atmosférica, pasta de dentes, tintas contendo chumbo
(na casa e brinquedos), latas com solda de chumbo, vidros, fetilizantes, tintas de
cabelo (acetato de chumbo), fumo, aditivos da gasolina (tetra etil chumbo) e
água tratada.

 Arsênico
Sintomas do excesso de arsênico no organismo são: fadiga, prostração, odor de
alho, linhas esbranquiçadas nas unhas, fraqueza, dores musculares, neuropatia
periférica, cefaléia, diarréia ou constipação, manchas escuras na pele, dor
torácica, anorexia e pressão baixa. Níveis adequados no organismo de selênio,
iodo, cálcio, zinco e aminoácidos sulforados inibem a absorção e retenção de
arsênico.
Fontes: Pesticidas, peixes e frutos do mar, cosméticos, cerveja, cachimbo,
manufatura de vidro (espelhos), inseticidas, água, queima de carvão e fundição
de metais.

 Mercúrio
A intoxicação por mercúrio pode causar danos no fígado e nos rins e sintomas
neurológicos, além de possivelmente estar relacionada com doenças
cardiovasculares e doenças autoimunes. Outros sintomas como tremores,
anomalias do desenvolvimento fetal, cefaléia, dificuldade de concentração,
estomatite, perda de dentes, aumento na salivação, neurite periférica, gosto
metálico e reações alérgicas, também podem se manifestar. Nível adequado de
selênio no organismo inibe a absorção e retenção do mercúrio.
Fontes: Termômetros e barômetros, fungicidas, amálgamas dentais,
contaminação de peixes e algas marinhas, poluição de rios pelo garimpo de ouro,
lâmpadas de vapor de mercúrio, filtros de ar condicionado, baterias, poluição do
ar, cosméticos e uso de supositórios para hemorróidas (mercuriais).

 Níquel
Elevados níveis de níquel no cabelo servem como possíveis indicadores de
problemas cardiovasculares e disfunção imune, tendo sido observado alteração
dos níveis de imunoglobulinas. A toxicidade deste metal está freqüentemente
associado à dermatites de contato, alergias, distúrbios renais e hepáticos,
infertilidade, câncer pulmonar, estomatite, gengivite, cefaléias, insônia e
náuseas. Níveis adequados no organismo de ferro, cobre, zinco e manganês
inibem a absorção e retençaõ do níquel.
Fontes: Óleos hidrogenados, côco, chocolate, água, materiais dentários, fumo,
baterias ( de níquel e cádmio ), ligas metálicas, poluição industrial, cosméticos e
permanentes para cabelos.

 Bário
Excesso de bário no organismo pode causar vômitos, diarréia, dor abdominal e
desalojar o potássio das células. Altos níveis de bário associado com uma razão
Ca/Mg alta foram correlacionados com infarto do miocárdio.
Fontes: É usado como contraste de Raios-X. Outras fontes são: indústrias de
cerâmica, plásticos, tintas, pesticidas e combustível.

 Flúor
O excesso de flúor no corpo pode provocar sintomas como fibromialgia, fadiga
crônica, depressão, distúrbios de memória e outros a serem estudados.
Fontes: Principalmente a água e cremes dentais.
6) O que é higienismo e quais são os seus fundamentos?
R: É uma sistema que surgiu há mais de 150 anos nos Estados Unidos. O Higienismo se
baseia em uma mudança alimentar. É mais que um sistema alimentar, é uma filosofia de
vida. A receita de bem-viver do Higienismo é a correta alimentação (alimentos crus bem
combinados entre si), atividade física moderada e atitude mental positiva. Para os
higienistas todas as doenças são o resultado do acúmulo excessivo de toxinas no sangue
devido a uma alimentação inadequada, o que impediria o corpo de se livrar dos venenos
surgidos nos processos bioquímicos. Para o higienismo a doença seria uma tentativa
emergencial do corpo de se livrar das toxinas.

O cinco fundamentos básicos sobre alimentação são:


São cinco os princípios básicos:
1) comer 70% dos alimentos crus: dessa forma as enzimas digestivas ficam preservadas,
assim como vitaminas e sais minerais.
2) evitar ou eliminar comidas que produzam toxinas
3)respeitar as etapas do processo digestivo (os horários de funcionamento do
organismo): das 4 às 12hs o organismo está no ciclo de eliminação e só é permitido
comer somente frutas, que são poderosos agentes de limpeza interna e não devem ser
misturadas com qualquer outro alimento para que não haja conflito no processo
digestivo. Das 12 às 20hs o organismo está no ciclo da ingestão, que é a fase em que se
apropria dos nutrientes ingeridos e neste período é recomendável consumir uma grande
variedade de vegetais crus, além de sementes e grãos. Das 20 às 4hs acontece o ciclo da
assimilação e é o período em que o organismo precisa descansar e, por isso não se deve
comer nada.
4) combinar os alimentos corretamente:
- Não se misturar frutas com nenhum outro tipo de alimento. Apesar das frutas secas
terem uma digestão mais lenta é possivel consumí-las com as frutas frescas.
- Não se deve misturar proteínas com carboidratos, porque para cada um deles é
necessário um suco digestivo diferente. A digestão das proteínas demora cerca de 4
horas e a dos carboidratos 3 horas.
- Evitar misturar tipos diferentes de proteínas
- Não misturar frutas doces com frutas ácidas
- Não ingerir líquidos após as refeições, porque eles diluem os sucos gástricos
diminuindo seu poder de atuação, além disso eles dilatam o estômago. Os líquidos
devem ser ingeridos 10 minutos antes ou 2 horas depois das refeições.
5) não se alimentar em excesso.

E ainda se deve evitar: carnes, embutidos, ovos industrializados, leite e derivados,


margarinas, maioneses, bebidas alcoólicas, chocolate, bebidas que têm cafeína, frituras
e outras gorduras saturadas, óleos e azeites que não sejam extravirgem, açucares,
adoçantes, bolos e doces, glúten, refinados, sal refinado (usar sal marinho
moderadamente), refrigerantes, tudo o que tiver aditivos químicos.

7) O que são os carboidratos e quais são eles?


R: Os carboidratos são um tipo de alimento que têm a função de fornecer energia para
as várias atividades corporais. Eles também funcionam como uma reserva de energia
que pode ser armazenada na forma de gordura nos adipócitos, no fígado e nos músculos
na forma de glicogênio. E circula no corpo através da corrente sangüínea na forma de
glicose (um tipo de açucar) que é bem aceita pelo corpo como um todo, inclusive o
sistema nervoso central. A molécula de carboidrato possui carbono e água em sua
fórmula, por isso também é chamada de hidrato de carbono.
Os carboidratos podem ser encontrados nos açucares e nas frutas (frutose) e nos
amidos (cereais, sementes, raizes, tubérculos, frutos, caules e folhas dos vegetais). Os
carboidratos se dividem em simples (açúcares) que são metabolizados e absorvidos
rapidamente produzindo um aumento súbito da glicemia sangüínea. Exemplos de
carboidratos simples: frutas, mel, xaropo de milho, leite e derivados, acúcares e
vegetais. Já os carboidratos complesos (amidos e celulose) têm uma estrutura química
maior e mais complexa (polisssacarídeos), por isso são digeridos e absorvidos mais
lentamente, causando uma aumento gradual da glicemia. Deste grupo fazem parte: o
arroz, o pão, os tubérculos, as massas e as fibras.
O ideal é optar pelos arroz integral e pelas farinhas integrais porque têm um
valor nutricional maios, já que no processo de refinamento, grande parte das fibras e
nutrientes são perdidos.

8) O que são proteínas e quais são elas?


R: São a base estrutural do nosso corpo (cerca de 20% do peso corporal) e como
alimento são necessária para a formação e para o crescimento de músculos, pele e ossos.
A proteína é formada por uma cadeia de aminoácidos. Na falta da glicose, os
aminoácidos podem ser utilizados como fonte de energia. A fonte de proteínas são os
legumes, cereais, vegetais, carnes, aves, peixes, ovos, leite e seus derivados e a soja. As
proteínas dos vegetais são consideradas incompletas, pois não apresentam todos os
aminoácidos essenciais. Para compensar tal deficiência é necessário haver uma
variedade e combinação adequada, dessa forma os aminoácidos ausentes em um serão
compensados pela presença em um outro. As proteínas ingeridas são quebradas em
aminoácidos e utilizadas pelo corpo para a “montagem” destes aminoácidos na
sequência necessária para formar as inúmeras proteínas necessárias ao metabolismo.
Existem 20 aminoácidos necessários ao corpo, sendo que 9 são chamados de essenciais,
que são os que não são sintetizados pelo próprio organismo e precisam ser obtidos
através da alimentação. Os outros 11 são chamados não-essenciais porque podem ser
sintetizados pelo corpo a partir de outros produtos químicos encontrados em nosso
organismo.
A necessidade diária é de 30 a 50g para a manutenção do bom funcionamento do
corpo. Além da função estrutural (órgãos, ossos e músculos), as proteínas são
fundamentais na formação dos hormônio, dos anticorpos, dos elementos necessários ao
processo de coagulação sangüínea e reparação de tecidos lesados. Também são
formadas por protéinas as enzimas que são necessárias para inúmeras reações
bioquímicas do metabolismo corporal. Outra importante função é a da formação da
hemoglobina que transporta o oxigênio através do sangue para todas as células do
corpo.

9) Quais são os efeitos benéficos das frutas, verduras e legumes na saúde?


R: Eles são fonte de vitaminas, minerais, micronutrientes e fibras. As vitaminas são
importantes para diversos processos metabólicos, algumas são precursoras de
importantes enzimas. Elas precisam ser obtidas diariamente através da alimentação,
exceto a vitamina D que é sintetizada no organismo em pequena quantidade e a B12 e K
que são sintetizadas no intestino pela flora intestinal. Elas são classificadas em
hidrossolúveis e lipossolúveis dependendo do meio em que são absorvidas, por
exemplo, as lipossolúveis necessitam da gordura para serem absorvidas.
As hidrossolúveis são:

B1 ou tiamina: auxilia no metabolismo dos carboidratos; favorece a absorção de


oxigênio pelo cérebro; equilibra o sistema nervoso e assegura o crescimento normal.
Carência: perda de peso; nervosismo; fraqueza muscular; distúrbios cardiovasculares.
Fontes: carne de porco, cereais integrais, nozes, lentilha, soja, gema de ovos.

B2 ou riboflavina: conserva os tecidos, principalmente os do globo ocular.


Carência: dermatite seborréica; lesões nas mucosas, principalmente nos lábios e narinas;
fotofobia.
Fontes: fígado, rim, lêvedo de cerveja, espinafre, berinjela.

B6 ou piridoxina: permite a assimilação das proteínas e das gorduras.


Carência: dermatite; inflamação da pele e das mucosas.
Fontes: carnes de boi e porco, fígado, cereais integrais, batata, banana.

B12 ou cobalamina: colabora na formação dos glóbulos vermelhos e na síntese do ácido


nucléico.
Carência: anemia; irritabilidade; distúrbios gástricos; depressão nervosa.
Fontes: fígado e rim de boi, ostra, ovo, peixe, aveia.

C ou ácido ascórbico: conserva os vasos sanguíneos e os tecidos, ajuda na absorção do


ferro; aumenta a resistência a infecções; favorece a cicatrização e o crescimento normal
dos ossos.
Carência: Escorbuto; problemas nas gengivas e na pele.
Fontes: limão, laranja, abacaxi, mamão, goiaba, caju, alface, agrião, tomate, cenoura,
pimentão, nabo, espinafre.

Ácido fólico: atua na formação dos glóbulos vermelhos.


Carência: anemia; alteração na medula óssea; distúrbios intestinais; lesões nas mucosas.
Fontes: carnes, fígado, leguminosas, vegetais de folhas escuras, banana, melão.

Niacina ou ácido nicotínico: possibilita o metabolismo das gorduras e carboidratos.


Carência: Pelagra (aumento no crescimento da língua).
Fontes: levedo, fígado, rim, coração, ovo, cereais integrais.

Ácido pantotênico: auxilia o metabolismo em geral.


Carência: fadiga; fraqueza muscular; perturbações nervosas; anorexia; diminuição da
pressão sanguínea.
Fontes: fígado, rim, gema de ovo, carnes, brócolis, trigo integral, batata.

Ácido paraminobenzóico: estimula o crescimento dos cabelos.


Carência: Irritabilidade, falta de memória e apatia.
Fontes: carnes, fígado, leguminosas, vegetais de folhas escuras.

E as vitaminas lipossolúveis são:

Vitamina A: atua sobre a pele, a retina dos olhos e as mucosas; aumenta a resistência
aos agentes infecciosos.
Carência: problemas de pele; atraso no crescimento; perda de peso; perturbações na
vista.
Fontes: manteiga, leite, gema de ovo, fígado, espinafre, chicória, tomate, mamão, batata,
cará, abóbora.

Vitamina D: fixa o cálcio e o fósforo em dentes e ossos e é muito importante para


crianças, gestantes e mães que amamentam.
Carência: raquitismo; cáries; descalcificação.
Fontes: óleo de fígado de peixes, leite, manteiga, gema de ovo, raio de sol.

Vitamina E: antioxidante; favorece o metabolismo muscular e auxilia a fertilidade.


Carência: Kwashiorkor (desnutrição grave com edema e despigmentação da pele e
cabelo)
Fonte: germe de trigo, nozes, carnes, amendoim, óleo, gema de ovo.

Vitamina K: essencial para que o organismo produza protrombina, uma substância


indispensável para a coagulação do sangue.
Carência: aumento no tempo de coagulação do sangue; hemorragia.
Fonte: fígado, verdura, ovo.

Os minerais estão presentes nos alimentos em menor quantidade, porém são


essenciais aos processos metabólicos corporais, como contração muscular, transmissão
dos impulsos nervosos, equilíbrio dos fluidos corporais, carrear o oxigênio para a
musculatura, regulação metabolismo energético entre outras funções.
Alguns dos mais importantes minerais são:.

a) O ferro é um componente fundamental da hemoglobina e de algumas enzimas do


sistema respiratório. A deficiência deste mineral resulta em anemia.
Importante saber que sem a vitamina C, a quantidade de ferro obtida pela ingestão de
vegetais é irrisória. O feijão, por exemplo, é rico em ferro. Porém, nosso organismo só
consegue absorver apenas cerca de 10% desse mineral contido no cereal. No entanto, se
o feijão for acompanhado de um alimento rico em vitamina C como suco de laranja a
absorção pode chegar a 40%.
As carnes são diferentes, pois estão entre as melhores fontes de ferro e, nesse caso, as
moléculas do mineral não precisam da ajuda da vitamina. As melhores fontes de ferro
são a carne bovina, porco e frango.
A deficiência de ferro é comum, principalmente em mulheres pela perda durante pela
menstruação. Liz Applegate da Runnersworld.com também lembra que corredores
devem estar atentos para a ingestão de ferro, uma vez que, além de perderam este
mineral pela urina e transpiração, a própria corrida pode atrapalhar a habilidade de
absorção de ferro.
Principais fontes: Carnes, porco, frango, peixe, ovos, legumes.

b) O cálcio é fundamental para o fortalecimento de ossos e dentes. A maior parte do


cálcio é armazenada nos ossos, ocorrendo a troca constante com o sangue e tecidos. O
cálcio é necessário para o funcionamento adequado do sistema nervoso e imunológico,
contração muscular, coagulação sangüínea e pressão arterial.
Principais fontes: gergelim, agrião, alface, aveia, salsa, salsão, beterraba, batata,
brócolis, cebola, couve, espinafre, laranja, milho, repolho, peixes ósseos.
c) O fósforo tem um papel importante na produção de energia juntamente com o cálcio.
A energia química do corpo é armazenada em combinações de "fosfato de alta energia",
o trifosfato de adenosina ou ATP.
O elemento fósforo é altamente venenoso, mas não é tóxico quando ingerido como
fosfato na dieta.
Principais fontes: Carnes, porco, frango, peixe, ovos e leite.

d) Iodo. A deficiência de iodo pode resultar em bócio, o enlargamento da glândula


tiróide. Habitantes de zonas costeiras geralmente recebem o suprimento adequado de
iodo.
Principais fontes: Sal iodado, peixes marinhos e algas

e) Magnésio. As pesquisas revelaram que o magnésio tem um papel fundamental na


performance em esportes de resistência. Este mineral existe principalmente nos
músculos e ossos, aonde ajuda na contração muscular e metabolismo energético.
Estudos mostraram que a deficiência de magnésio diminui a resistência e que o baixo
nível deste mineral na circulação está associado à diminuição da capacidade aeróbica.
Infelizmente, baixo nível de magnésio na circulação já foi constatado em corredores
após a maratona e provavelmente está relacionado à perda pela transpiração.
Apesar da falta de magnésio resultar em queda de resistência, altas doses deste mineral
não significa um aumento da capacidade aeróbica.
Principais fontes: Legumes, nozes, verduras, alimentos de grãos integrais, frutos do mar.

f) O zinco ajuda a manter o sistema imunológico sadio, facilita a cicatrização de


machucados e recuperação de lesões. Liz Applegate salienta que estudos demonstraram
que corredores freqüentemente não consumem a quantidade mínima recomendada deste
mineral (RDA : 15 mg para homens e 12 mg para mulheres). Além disso, como atletas
perdem zinco pelo suor, eles podem se tornar deficientes deste mineral mais
rapidamente. Um dos sinais de deficiência de zinco é o aumento de resfriados.
Principais fontes: Alimentos ricos em proteína como carnes, frango e peixe.

g) O Potássio é um eletrólito importante para a transmissão nervosa, contração muscular


e equilíbrio de fluidos no organismo. Sintomas de deficiência de potássio incluem
fraqueza muscular, desorientação e fadiga.
Principais fontes: Vários alimentos frescos como: carne, leite, frutas, legumes, batatas
e alimentos de grãos integrais.

h) O selênio é um antioxidante e é importante também no crescimento celular. A


ingestão de altas doses, 1 mg ou mais, pode causar intoxicação.
Principais fontes de selênio: Frutos do mar, carnes, grãos e sementes.

i) O sódio é um eletrólito importante para a transmissão nervosa, a contração muscular e


o equilíbrio de fluidos no organismo. Corredores participando de longas corridas devem
o cuidado com os minerais perdidos com a transpiração e procurar manter o nivel de
sódio para evitar a hiponatremia (desequilíbrio na concentração de sódio e que, em
casos graves, pode levar à morte). Muito sódio na dieta pode levar à hipertensão em
pessoas com predisposição genética.
Principais fontes: sal marinho, azeite.

j) O fluor é importante para fixar o cálcio nos ossos.


Principais fontes de flúor: a maior fonte alimentar de flúor é a água. Ele também está
presente em muitos alimentos, as fontes mais ricas são o chá e o peixes marinhos, em
que as suas espinhas também podem ser digeridas (por exemplo, as anchovas).

k) Outros minerais como o boro, o cromo, o cloreto, o cobre, o manganês, o molibdênio,


o silicone, o enxofre e o vanádio são necessários também, porém em quantidades muito
reduzidas e, uma dieta normal provê as quantidades necessárias destes elementos.

E as fibras constituem a parte dos alimentos vegetais e que o corpo não consegue
digerir ou absorver. Elas podem ser classificadas em solúveis (em água) e que forma um
gel, que tem a propriedade de dificultar a absorção de gorduras e açucares ajudando a
controlar os níveis de glicose e colesterol no sangue. São encontradas em grandes
quantidades na aveia, ervilhas, feijões, maças, furtas cítricas, cenoura e cevada. Já as
fibras insolúveis (em água) aumentam a motilidade do sistema digestivo e o bolo fecal.
São encontradas na farinha de trigo integral, farelo de trigo, nozes e vegetais.

10) O que são alimentos orgânicos e sua importância para a nossa saúde?
R: Para os alimentos serem considerados orgânicos eles devem ser produzidos de
maneira a respeitar o meio ambiente, promovendo seu equilíbrio e, por isso não deve
utilizar fertilizantes sintéticos, agrotóxicos, drogas veterinárias, irradiações, sementes
transgênicas.
Os alimentos orgânicos são isentos de produtos químicos que provocam o acúmulo de
toxinas em nosso corpo e são mais nutritivos (têm mais vitaminas e minerais) e
saborosos (possuem mais sabor e aroma).
Além de tudo isso os alimentos cultivados dessa forma protegem o solo, os rios, lagos e
as fontes de água subterrânea. Eles reduzem o efeito estufa (os sistemas orgânicos retêm
uma quantidade maior de carbono no solo). Os animais são criados de maneira a
respeitar seu bem-estar, sem sofrimento físico ou psíquico.
Os orgânicos oferecem tudo o que o corpo precisa sem intoxicá-lo, evitanto
assim as duas principais causas de adoecimento: a desnutrição e a toxemia.

REFERÊNCIAS

http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/11447

http://www.vivabem.pt/nm_quemsomos.php?id=123

http://mundoestranho.abril.com.br/saude/pergunta_286570.shtml

http://www.ihs.pt/hid_imp_funcoes.php

http://www.universitario.com.br/celo/topicos/subtopicos/citologia/bioquimica/agua.html

http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/13721
http://saude.hsw.uol.com.br/antioxidantes3.htm

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