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FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 5.

º Teste
10.º Ano de escolaridade Versão 3

Nome: N.º Turma:


Professor: José Tinoco 04/05/2017

É permitido o uso de calculadora gráfica

Apresente o seu raciocínio de forma clara,


indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias.
Quando, para um resultado, não é pedida uma aproximação,
pretende-se sempre o valor exato, na sua forma mais simples.

Nota: Evite alterar a ordem das questões.

BOM TRABALHO
Ficha de avaliação da Matemática A – 10.º Ano Página 1/7 – Versão 3
1. Considere as funções reais de variável real, f e g , definidas por:
2
f  x   x2  2x e g  x 
x 1
(10) 1.1. Indique, justificando, qual é o valor de  g f  3 .

(A) 3 1 (B) 3
(C) 3 1 (D) 2

Temos  g f  3  g  f  3  e f  3  32  2  3  9  6  3

2  3 1  2  3 1   2 3 1 
Assim,  g f  3  g  3 
2
  3 1  C
3 1  3 1  3 1  3 1 2
(15) 1.2. Determine, analiticamente, o domínio de cada uma das funções.
Em f , como a variável está no radicando, temos Df   x  : x 2  2 x  0
A inequação x2  2 x  0 resolve-se por uma tabela de sinais, depois de calcular os zeros e
fatorizar o polinómio x 2  2 x .
Zeros: x2  2 x  0  x  x  2   0  x  0  x  2
Assim, x 2  2 x  x  x  2  é a factorização do polinómio
x  0 2 
x – 0 + + +
x2 – – – 0 +
x2  2 x + 0 – 0 +

Portanto, x2  2 x  0  x  ,0   2, 


Logo, Df  ,0   2, 
Em g , como a variável está no denominador, temos Dg  x  : x  1  0  \ 1

(10) 1.3. Estude a função f quanto à injetividade.

f é injetiva sse a,b  Df , f  a   f  b   a  b


Usando a definição
f  a   f b   a 2  2a  b2  2b  a 2  2a  b2  2b  a2  b2  2a  2b  0
  a 2  b2   2  a  b   0   a  b  a  b   2  a  b   0   a  b   a  b   2  0

 a b  0  a b  2  0  a  b  a  2b
Como objetos b e 2  b também têm a mesma imagem, a função é não injetiva.
Outro processo: Usando um contraexemplo (só serve porque a função é não injetiva)
f é injetiva sse a,b  Df , a  b  f  a   f  b 

Temos f  0   02  2  0  0 e f  2   22  2  2  0
Logo, como 0  2 e f  0   f  2  a função é não injetiva.

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(10) 1.4. Seja h a restrição da função f ao conjunto A  2,3, 4 , isto é, h  f |A .
Determine o gráfico de h, Gh .
O gráfico de h é o conjunto dos pares ordenados  x, f  x   , em que x  A  2,3, 4

Temos, h  2   f  2   22  2  2  0

h  3  f  3  32  2  3  9  6  3

h  4   f  4   42  2  4  8  2 2

  
Assim, Gh   2,0  , 3, 3 , 4, 2 2 
(15) 1.5. Mostre que a função g é bijetiva e caracterize a sua função inversa.
g é bijetiva  y  , ' x  \ 1 : y  g  x 

2 2 y 2
y  g  x  y   xy  y  2  xy  2  y  x   x  1
x 1 y y
2
Assim, para todo o y  0 , a equação x   1 tem uma única solução.
y
Portanto, g é bijetiva.
Ou, mostrar que g é injetiva e sobrejetiva.
2 2
g  a   g b    2b  2  2a  2  2b  2a  b  a , logo g é injetiva
a 1 b 1
g é sobrejetiva  y  , x  \ 1 : y  g  x  , tal como feito acima

2
De acordo com os cálculos anteriores, temos g 1  x   1
x
Temos também, Dg 1  \ 0 e D' g 1  Dg  \ 1

2. No referencial cartesiano da figura seguinte encontra-se uma representação gráfica da


função real de variável real, f .

(10) 2.1. Indique o domínio e o contradomínio de f .


Temos, Df   4, 2 e D' f   1, 2 .

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(10) 2.2. Indique os intervalos de monotonia de f .
f é decrescente em  4, 2 e em 2, 1

f é constante em  1,1

f é crescente em 1, 2

(15) 2.3. Indique todos os extremos de f , absolutos de relativos, e respetivos minimizantes e


maximizantes.
Mínimo absoluto: y  1 e minimizante x   1,1
Máximo absoluto: y  2 e maximizante x  4
Mínimos relativos: y  1 e minimizante x   1,1 ; y  0 para x  2

Máximos relativos: y  2 e maximizante x  4 ; y  1 para x  1,1

(10) 2.4. Indique, justificando, as soluções da equação f   x   1  1 .

 5
(A) 3,  (B) 4
 3
 5 
(C) 4 (D)  , 4 
 3 
O gráfico da função f   x   1 obtém-se do gráfico de f através de uma reflexão de eixo Oy,

seguida de uma translação de vetor v  0,1 , descendo 1 unidade.

Assim, apenas um ponto fica com imagem 1, tratando-se do ponto de coordenadas  4,1 .
Portanto, a equação dada tem apenas a solução x  4  Opção C
Outro processo: f   x   1  1  f   x   2   x  4  x  4

3. No referencial cartesiano da figura do lado está representada


uma função f , de domínio  2, 2 e contradomínio 3,3 .

(10) 3.1. Indique, justificando, o valor lógico da proposição:


“A função f é par ou é ímpar.”
A função não é par, pois o gráfico de f não é simétrico em relação
ao eixo Oy.
A função não é ímpar, pois o gráfico de f é simétrico em relação à
origem do referencial (ou em relação aos dois eixos).
Assim, a proposição dada é FALSA, pois F  F  F .

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(10) 3.2. Sendo  a, b  um ponto do gráfico de f , diga, justificando, qual dos pontos seguintes

pertence necessariamente ao gráfico de f 1 , função inversa de f .


(A)  a, b  (B)  b,a 

 1
(C)  b, a  (D)  a,  
 b
Se o ponto  a, b  pertence ao gráfico de f então sabemos f  a   b .
Assim, como a função f admite inversa, temos f 1  b   a , pelo que  b,a  pertence ao
gráfico de f 1 .  opção B

(10) 3.3. Determine, apresentando todos os raciocínios efetuados, o domínio e o contradomínio da


x 
função h definida por h  x    f   1  2 .
2 
x 
Sabemos que Dh  Df   1 , pois depende das transformações que afetam os objetos.
2 
x x x
Como Df   2, 2 temos x  Dh   1 Df  2   1  2  2  1   2  1 
2 2 2
x
3   1  3  2  x  1 2  6  x  2 Portanto, Dh   6, 2
2
O contradomínio de h depende das transformações que afetam as imagens de f.
x 
Assim, como D' f   1  D' f  x   3,3 , temos:
2 
x  x  x 
3  f   1  3  3   f   1  3  3  2   f   1  2  3  2  5  h  x   1
2  2  2 
Logo, D' h   5,1

(10) 3.4. Os gráficos seguintes foram obtidos a partir de transformações do gráfico de f .


Diga, justificando, qual dos gráficos representa a função g definida por
g  x   f  2 x   1 .

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O gráfico de f sofre, sucessivamente, as seguintes transformações:
1.º uma contração horizontal de fator ½, através de y  f  2 x  ;
2.º uma reflexão de eixo Oy, através de y  f  2 x  ;
3.º uma translação vertical de vetor v  0,1 , através de y  f  2 x   1 ;
Portanto, só a opção D está correta.

4. Considere, num referencial Oxyz, a superfície esférica de centro no ponto C  1, 2,3 e que
passa na origem do referencial.
4.1. Mostre que a equação reduzida da superfície esférica é  x  1   y  2    z  3  14 .
2 2 2
(10)

Como a superfície esférica passa na origem o seu raio é r  CO .


Assim, r   1  0   2  0   3  0   1  4  9  14
2 2 2

A equação da superfície é  x   1    y  2    z  3   14  ,


2 2 2 2

ou seja,  x  1   y  2    z  3  14
2 2 2

(15) 4.2. Determine os valores de c para os quais a interseção da superfície esférica com o plano de
equação z  c é uma circunferência de raio 5.
Descubramos a equação de tal circunferência:  x  1   y  2    z  3  14  z  c
2 2 2

  x  1   y  2    c  3  14  z  c   x  1   y  2   14   c  3  z  c
2 2 2 2 2 2

Como 14   c  3  r 2 , temos 14   c  3   5
2 2 2

 14  5   c  3   c  3  9  c  3   9  c  3  3  c  6  c  0
2 2

Portanto, há dois planos nas condições pedidas, para c  6 e c  0 .

(10) 4.3. Escreva as equações dos planos tangentes à superfície esférica e paralelos ao plano xOz.
O plano xOz tem equação y  0 .
Assim, qualquer plano paralelo a este tem equação da forma y  b .
Portanto, os planos paralelos a xOz e tangentes à superfície são do tipo y  yC  r .
Como a superfície esférica tem centro C  1, 2, 3 e raio r  14 , as equações de tais planos
são y  2  14 e y  2  14 .

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(10) 4.4. O plano coordenado xOy é o plano mediador de [CD].
Diga, justificando, quais são as coordenadas do ponto D.
(A)  1, 2, 3 (B) 1, 2, 3

(C)  1, 2,3 (D) 1, 2, 3

O plano xOy tem equação z  0 .


Assim, M  1, 2,0  é o ponto médio do segmento [CD], pelo que D  1, 2, 3 , uma vez que é

simétrico de C  1, 2,3 em relação ao plano xOy (só a cota passa a simétrica).  opção A

(10) 5. Nota: responda apenas a uma das duas questões seguintes, à sua escolha.

5.A Seja f :  uma função ímpar e seja g:  uma função ímpar.


Mostre que g f é uma função ímpar.
Sabemos que: f é ímpar, isto é, x  , f   x    f  x 

g é ímpar, isto é, x  , g   x    g  x 
Queremos mostrar que g f é ímpar, ou seja, x  Dg f ,  g f   x     g f  x 

Assim,  g f   x  = g  f   x   , por definição da composta de g com f

= g   f  x   , porque f é ímpar

=  g  f  x   , porque g é ímpar

=   g f  x  c.q.m.

Nota: Dg f  x : x  Df  f  x   Dg = x : x   f  x   = x : x   c. universal =

5.B Seja g:  uma função afim estritamente crescente.


Mostre que g 1 também é uma função afim estritamente crescente.
Sabemos que a função g é da forma g  x   ax  b , com a  0 , pois é crescente.

Temos de provar que a função g 1 também tem declive positivo.


Determinemos a expressão algébrica da inversa de g .
y b 1 b
y  ax  b  y  b  ax  x   x y
a a a
1 b 1
Assim, g 1  x   x  é uma função afim e tem declive positivo, pois se a  0 então  0 .
a a a
Logo, g 1 é uma função afim estritamente crescente.

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