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Como Escrever Uma Redação Matadora Em Inglês em 6 Passos

Inglês na vidaFollow
Apr 8, 2016
Uma fórmula nem tão mágica assim.
Sempre odiei escrever redações. Em português mesmo, era um desastre. Talvez eu odiasse porque eu
não sabia como escrever. Nós tendemos a gostar daquilo que fazemos bem, não é mesmo?
Mas de uns tempos pra cá, comecei a procurar uma forma de escrever. Todos os testes de inglês mais
populares (FCE, CAE, TOEFL, IELTS…) pedem pra você fazer uma redação, então uma hora ou outra você
tem que aprender. Com isso, depois de muita pesquisa, cheguei a um pequeno guia de como montar uma
redação. Vamos lá:
1. Leia a PERGUNTA com muito carinho e DESTAQUE as palavras principais
Com isso, você sabe exatamente sobre o que escrever e não foge do assunto.
Por exemplo:
Every country has problems with pollution and damage to the environment. Do you think these problems can
be solved?
Agora vamos destacar as palavras-chave:
Every country has problems with pollution and damage to the environment. Do you think these problems
can be solved?
Destacando you think, percebemos que temos que dar nossa opinião na redação.
2. BRAINSTORM

Antes de começar a escrever, faça um rascunho rápido sobre os principais assuntos que você vai abordar.
Em testes, precisamos desenvolver a redação em um curto período de tempo, por isso não dá pra escrever
um rascunho inteiro e depois passar a limpo.
Uma boa redação geralmente se divide em 5 partes:
1. Introdução
2. Corpo 1
3. Corpo 2
4. Corpo 3
5. Conclusão
O template acima destaca os principais tópicos do corpo da sua redação. Vamos aos detalhes:
Title: o título da sua redação (você pode deixar para o final)
Topic Sentences 1, 2, 3: São os assuntos principais que você abordará em cada parágrafo. São os seus
principais argumentos para a redação. Por exemplo: na nossa pergunta, destacamos as
palavras pollution e damage to the environment. Então nossa topic sentence 1 pode ser pollution e 2
pode ser damage to the environment.
SI (Supporting Ideas): São os detalhes, exemplos que vão apoiar a sua topic sentence. Com isso, você já
verifica se a topic sentence é forte o bastante. Se você não tiver pelo menos 3 supporting ideas para ela,
talvez seja melhor escolher outro tópico.
3. INTRODUÇÃO
O parágrafo introdutório da sua redação precisa ter 3 coisas:
HCT
Hook (gancho): você precisa despertar o interesse do leitor a continuar lendo a redação. Aqui vale uma
pergunta ou uma chamada mais polêmica, por exemplo.
Context: sobre o que se trata a sua redação? Aqui você precisa contextualizar o leitor. Lembre-se, você não
pode fugir do assunto da pergunta (por isso destacamos as palavras-chave).
Thesis: qual a sua opinião sobre o assunto? Em uma frase, o resumo de suas ideias. Todas as suas topic
sentences estarão relacionadas à sua tese de alguma forma, seja apoiando ou contrariando. Uma dica aqui
é usar as WH Questions: What? Where? Who? When? Why? How? Respondendo essas perguntas, você
provavelmente conseguirá um bom argumento. Seja claro, forte.
4. CORPO
No corpo da sua redação, você vai detalhar tudo que fez no brainstorm. As topic sentences e
as supporting ideas vão virar lindas frases. Pra cada cada parágrafo, você ainda pode seguir um modelo
muito esperto, anote aí:
TTEB
Transition: toda a sua redação deve estar interligada (aquela palavra bonita: coesão), então você deve
começar e terminar o seu parágrafo de uma maneira suave, utilizando transitions (veja passo 6). Assim, seus
parágrafos nunca serão independentes.
Topic sentence: o assunto principal do seu parágrafo. Cada parágrafo tem apenas uma ideia principal.
SEMPRE.
Evidences: aqui vão as supporting ideas. Exemplos, evidências, razões, detalhes sobre sua topic
sentence.
Brief wrap-up: você finaliza o seu parágrafo, conclui a ideia.
5. CONCLUSÃO
Chegou a hora de fechar a sua redação. Lembre-se: não introduza novas ideias na conclusão. Ela será
muito parecida com a introdução, e podemos seguir o seguinte modelo:
RRC
Restante the thesis: sobre o que era sua redação mesmo? Aqui você vai basicamente reescrever sua tese
com outras palavras. Simples assim.
Remember topic sentences: quais eram seus 3 principais argumentos mesmo? Exatamente, aqui você vai
resumir suas topic sentences.
Call for action: “ok, eu li a sua redação, mas e agora o que eu faço?” Aqui você escreve aquela frase
matadora, aquilo que você quer que o seu leitor faça, transforme. Por exemplo: “Get out of your chair and
change your life!”
6. TRANSITIONS
Coesão. Interligação. Interdependência. Você pode chamar como quiser, mas os seus parágrafos têm que
estar amarrados. Para isso, utilizamos transitions(ou conjunctions). Eles conectam pensamentos, nos ajudam
a adicionar, comparar, explicar ideias e muito mais.
Eu escrevi um post inteiro com um mind map lindo falando só sobre conjunções, dá uma olhada:
Mind map de conjunções em inglês
Um guia de consultamedium.com

Por último mas não menos importante


Esse é um guia pra escrever uma redação que pode e deve ser adaptado pras suas necessidades. Deixe
nos comentários suas sugestões de mudança e novas ideias.

Fontes:
The Five Paragraph Essay
How to Write IELTS Essay Introductions — The Quick & Easy Way!
How to Write an Effective Essay: The Introduction
Writing Skills: The Paragraph
How to write a conclusion
Writing — Transitions — THEREFORE, THUS, CONSEQUENTLY
Writing — Transitions — in addition, moreover, furthermore, another

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ENGLISH IN WRITING
COMO REDIGIR CORRETAMENTE EM INGLÊS
Ricardo Schütz
Atualizado em 20 de dezembro de 2017

INTRODUÇÃO

In Portuguese, if the reader does not understand what he reads, he may think he is not intelligent
or knowledgeable enough to understand the writer, while in English most likely the writer is the
one who takes the blame.

Enrolar, enfeitar a jogada, encher linguiça, são expressões populares usadas para referir-se ao
hábito do uso da retórica na linguagem. Esta tendência, frequentemente observada em português,
é um vício remanescente de séculos passados, quando a linguagem escrita era uma arte dominada
por poucos e a sua função era predominantemente literária. Retórica era sinal de erudição, e por
vezes a forma chegava a se impor sobre o conteúdo.

Nos tempos modernos, entretanto, com a internacionalização do mundo e com o crescente


desenvolvimento da tecnologia de comunicação, a funcionalidade dos idiomas como meios de
comunicação clara e objetiva se impõe a tudo mais, fato este reconhecido também pelos mais
respeitados representantes da língua portuguesa:
"A diferença entre o escritor e o escrevedor está sobretudo na economia vocabular. Conseguir o máximo com o mínimo - eis um
sábio programa."(Celso Pedro Luft)

Especialmente no caso do inglês, hoje adotado como língua internacional, esta tendência é
marcante. O inglês moderno na sua forma escrita não tolera retórica. No comércio internacional,
na imprensa escrita, e nos meios acadêmicos exige-se cada vez mais clareza. Frases longas,
adjetivação excessiva, tom vago, textos que exigem maior esforço para serem compreendidos,
falta de concisão, todas estas características facilmente são consideradas pobreza de estilo. A
beleza do inglês moderno está na substância, na simplicidade, na clareza, na riqueza de
detalhes e na integridade lógica.

Em paralelo a isso, a redação e editoração de textos via computadores está criando uma tendência
à padronização do inglês na sua forma escrita. Pelo fato de ter sido um país de língua inglesa
(EUA) o berço da informática, os softwares hoje existentes para processamento ou edição de
textos oferecem recursos avançados para verificação gramatical de textos em inglês. Estes
"grammar checkers" seguem todos os mesmos preceitos básicos, influindo de forma semelhante
sobre quem redige, e conduzindo lenta e gradativamente a uma maior padronização na forma de
escrever.

Por tudo isso pode-se dizer que redigir bem em inglês é mais fácil do que se imagina. A primeira
condição, que apesar de elementar, nem sempre é observada, é de que o texto seja sempre criado
a partir de uma ideia. Em qualquer língua, texto escrito deve ser sempre o reflexo de uma ideia,
que por sua vez origina-se em fatos do universo. A ideia é sempre anterior ao texto. Se a ideia não
for clara, o texto também não o será. Por isso, antes de começar a digitar, devemos refletir sobre
o que exatamente queremos escrever, sobre a ideia que queremos transmitir. Devemos nos colocar
no lugar de quem vai ler e das possíveis dúvidas que o leitor terá para podermos organizar o texto
com todos os elementos necessários e devidamente ordenados. Isso vale não só para línguas
estrangeiras, mas também para a língua materna.

Outra condição para redigir em inglês é domínio sobre o idioma falado. A expressão comumente
ouvida: "essa frase não me soa bem" ilustra a importância da oralidade. Ou seja, não é o
conhecimento gramatical, mas sim a familiaridade com a língua falada que nos permite discernir
o certo do errado e o bom estilo do estilo pobre.

Outro fator que indubitavelmente influi positivamente na habilidade de redigir em inglês é a


prática da leitura. Aquele que tem por hábito ler muito, inclusive obras literárias, certamente
desenvolverá familiaridade com bons estilos de redação.

É por todas essas razões que traduções ou versões a partir de um texto em português, feitas com
a ajuda de dicionário, normalmente produzem resultados desastrosos. A não ser quando se trata
de documentos, e com ressalvas, não deveria existir o que chamam de tradução literal. Todo texto
precisa ser interpretado, isto é: a ideia precisa ser entendida e então recriada, e diferenças culturais
explicadas sob a nova ótica.

ORIGENS DAS DIFERENÇAS

Há quem diga que esta tendência no português de se ser vago, de se valorizar uma linguagem afastada
dos fatos e maquiada pelas formas, é um hábito originado nos anos de regime militar, quando
jornalistas tinham que informar mas tinham receio de se comprometer. A "liberdade vigiada" daqueles
anos de regime de exceção exigia um subterfúgio, uma linguagem não-explícita, cuja mensagem
ficasse por conta da capacidade de imaginação do leitor.

Já outros acreditam serem as raízes mais profundas. Evocam o período colonial do Brasil, quando o
trabalho era responsabilidade da mão-de-obra escrava, e a classe letrada dedicava muito tempo
burilando textos que valorizavam a estética e o subjetivismo, num mundo que ainda se comunicava
muito através da literatura.

Outros vão mais longe ainda. Afirmam que, há mais de 20 séculos, diferenças sociais e culturais já
marcavam contrastes. Enquanto o Império Romano da língua latina mantinha seu apogeu pela força
militar, permitindo a existência de classes eruditas que podiam se dedicar às artes e às letras, quando
meio século antes de Cristo o orador Cícero já se dedicava à crítica literária e ao estudo de retórica e
o poeta Virgílio destilava seu lirismo profetizando com eloquência o destino de Roma no mundo; àquela
época os povos bárbaros de línguas germânicas encontravam-se ou guerreando ou trabalhando para
sobreviver e pagar impostos ao Império, sem tempo para as artes, e usando uma linguagem de
comunicação curta e objetiva, sintonizada em fatos concretos e nos afazeres de seu dia-a-dia.

Sejam quais forem as origens, o fato é que hoje, em pleno alvorecer da era da informação, num mundo
que se transforma numa comunidade cada vez mais interdependente e que se comunica cada vez
mais, diferenças idiomáticas representam um empecilho para ambos os lados. Nunca o mundo se
comunicou tanto, nunca o tempo foi tão curto para tanta informação, e portanto nunca a objetividade
na linguagem foi tão necessária.

REGRAS PARA UMA BOA REDAÇÃO

1. Organize suas ideias em itens, faça um outline.

Itemizar os pontos importantes da ideia possibilita disciplinar seu pensamento, estabelecendo uma
sequência lógica entre os elementos da ideia. Possibilita também relacionar todos os pontos
importantes e estabelecer uma hierarquia de importância entre eles. Um outline ou esboço
normalmente contém uma introdução, desenvolvimento da ideia com discussão de todos os
elementos, e conclusão.

2. Certifique-se de que cada oração tenha um sujeito e que o sujeito esteja antes do verbo.

Em português frequentemente as frases não têm sujeito. Sujeito oculto, indeterminado,


inexistente, são figuras gramaticais que no português explicam a ausência do sujeito. Isto no inglês
entretanto não existe. A não ser pelo modo imperativo, toda frase em inglês normalmente tem
sujeito. Na falta de um sujeito específico, muitas vezes o pronome IT deve ser usado. Além disso,
em português muitas vezes o sujeito aparece no meio ou no fim da frase. Em inglês ele deve estar
sempre antes do verbo (a não ser no caso de frases interrogativas), e de preferência no início da
frase. Observe os seguintes exemplos:

Está chovendo. (sujeito inexistente) It's raining.

Ontem caiu um avião. An airplane crashed yesterday.

Esses dias apareceu lá na companhia um vendedor. A salesman came to the office the other day.

Acaba de fracassar uma estratégia publicitária das mais One of the most creative publicity
criativas. strategies has just failed.

Há cerca de dois meses, justamente quando a empresa The representative of our creditor banks
passava por dificuldades de natureza financeira, attended a directory meeting about two
compareceu à reunião da diretoria o representante dos months ago to warn that our credit lines would
nossos bancos credores para avisar que nossas linhas de have to be reduced, just when the company
crédito teriam que ser reduzidas. was facing financial difficulties.
Ao formar uma frase, o aluno deve acostumar-se a pensar sempre em primeiro lugar no sujeito,
depois no verbo. O pensamento em inglês estrutura-se, por assim dizer, a partir do sujeito. A
ordem natural e até certo ponto rígida dos elementos da oração em inglês é: Sujeito - Verbo -
Complemento. Comparando o ato de escrever com a montagem de uma peça teatral, poderíamos
dizer que no português há uma tendência a se montar o cenário para então colocar-se o ator
principal em cena. No inglês, a ordem normal seria inversa: primeiro coloca-se o personagem
principal (sujeito e verbo) para então completar com a montagem do cenário (objetos, adjuntos
adverbiais e adnominais e orações subordinadas).

3. Use frases curtas.

A ideia a ser comunicada deve ser dividida em partes na medida do possível. Uma frase
excessivamente longa, além de aumentar as chances de erro, é sempre mais difícil de ser lida e
entendida do que uma série de frases curtas. A tendência de se usar frases longas é comum no
português. No inglês este fenômeno é chamado de run-on sentence. Textos em inglês
normalmente contêm mais pontos finais e menos vírgulas do que em português. Exemplo:

Frases inadequadas: Formas mais adequadas:

This computer doesn't make sense to me, it came This computer doesn't make sense to me. It came
without a manual. without a manual.

During my vacation in July, when I went to the Last July I went on vacation in the south of France and
south of France and other parts of central Europe, other parts of central Europe. I bought many
I bought many souvenirs and I saw many interesting souvenirs and saw many interesting places. Some of
places, both the normal tourist sites and the lesser the places I visited were the normal tourist sites, and
known locations. others were lesser known locations.

4. Seja breve e evite o uso de palavras desnecessárias.

Tanto no inglês como no português existem certas palavras que devido à forma abusiva com que
são usadas, deixaram de carregar qualquer significado. Tornaram-se modismos que servem apenas
para conferir um falso tom de intelectualidade e confundir. Exemplo disso no português são as
expressões realmente, evidentemente, efetivamente, a rigor, em termos de, etc. No inglês temos
expressões como: absolutely, as a matter of fact, actually, really, it seems to me, you know, etc.,
as quais pouco ou nada acrescentam à mensagem. Observe o seguinte exemplo:

Impróprio: Correto:

As a matter of fact, I'm absolutely tired. Actually that's the I don't want to go to the movies tonight
reason why I don't really want to go to the movies tonight. because I'm tired.

Este princípio de economia em relação ao uso de palavras aplica-se também ao uso de formas
desnecessariamente complexas. Exemplos:

Complexo: Correto:
The multiplicity of functionality is really advantageous to the The many functions of the product will
overall marketability of the product. help its sales.

After liquidating her indebtedness she was still in possession of After paying her debts, she still had
sufficient resources to establish a small commercial enterprise. enough money to set up a small
business.

Também em português:

Obscuro: Correto:

Este trabalho contempla uma abordagem conceitual do Este trabalho procura definir o Programa
Programa 5S's ... 5S's ...

Veja mais sobre vícios de redação em português e como traduzi-los em Contrastes de Redação.

5. Seja objetivo; apresente fatos em vez de opinões.

Em qualquer idioma fatos sempre informam mais do que opiniões subjetivas. O texto deve se
limitar o mais possível a fatos, ficando a conclusão reservada para o leitor. Não imponha ao leitor
o seu julgamento; permita-lhe formar o seu próprio. É sempre desejável ser o mais claro e
específico possível, substituindo palavras de mero efeito ou de significado vago, pela respectiva
explicação. Exemplo:

Subjetivismo vago: Correto:

The speaker was fascinating to the The speaker presented his topic well, and the audience enjoyed his
audience. analogies from daily life.

There is evidence that UFOs may Several photographs, video tapes and testimonies show that UFOs
actually exist. may actually exist.

Our language teachers are highly Our language teachers are native speakers with college education.
qualified.
The effects of television can be very damaging. The soap operas
I hate television. portray dishonesty, violence, ill emotions, all kinds of negative social
behavior, and the news is often biased.

6. Cuidado com o uso de voz passiva.

Voz passiva consiste em trocar o sujeito e o objeto direto de posição. O objeto assume a posição
do sujeito, mas permanece inativo, isto é, passivo. Passa a ser um sujeito que não é autor de ação
nenhuma. O verdadeiro sujeito, por outro lado, assume o papel de agente da passiva, sendo que
neste papel deixa de ser essencial à oração, ficando frequentemente omitido. Exemplos:

The cat ate the mouse. O gato comeu o rato. Voz ativa.
The mouse was eaten by the cat. O rato foi comido pelo gato. Voz passiva.
The mouse was eaten. O rato foi comido. Voz passiva sem agente.

No português, o uso da voz passiva é extremamente comum e apropriado ao idioma. O tom vago
de uma voz passiva sem agente, assim como um sujeito indeterminado, são características típicas
do português. No inglês moderno, por outro lado, a voz passiva chega a ser quase proibitiva porque
destoa em relação à necessidade de clareza e de presença de fatos, limitando-se seu uso a casos
em que o agente da passiva é desconhecido, irrelevante ou subentendido. Ocorre também com
alguma frequência em trabalhos científicos. Exemplos:

The store was robbed last night. (desconhecido)


Toyotas are made in Japan. (irrelevante)
Clinton was elected President. (subentendido)
The sodium hydroxide was dissolved in water. This solution was then titrated with
hydrochloric acid. (texto científico)
Exemplo de um texto em O mesmo texto redigido em
Como não deve ser redigido em
português normal, abundante em inglês, de forma mais
inglês:
voz passiva: apropriada:
Ficou decidido que os débitos
It has been decided that the debts The company decided the
deverão ser saldados até o final do
must be paid before the end of the farmers must pay their debts
mês de novembro, a partir de
month of November, being after before the end of November.
quando então serão cobrados com
then collected with interest and After that, interest and
juros e correção monetária. Os
monetary correction (inflation). monetary correction will be
plantadores em débito serão
The farmers in debt will be visited added. Our field personnel will
visitados pelo pessoal de campo e
by the field personnel and will be visit and notify the farmers of
serão avisados a respeito das novas
notified of the new determinations. the new determinations.
determinações.

7. Mantenha uma conexão lógica entre as frases fazendo uso correto de Words of Transition.

Words of transition ou Words of connection são conjunções, advérbios, preposições, etc., que
servem para estabelecer uma relação lógica entre frases e ideias. O uso correto destas palavras de
conexão confere elegância ao texto e, mais importante, solidez ao argumento. Exemplos:

I went swimming in spite of the cold weather. Although it


It was cold. I went swimming.
was cold, I went swimming.
Many people watch TV. I don't like to waste Although many people watch TV, I don't like to waste my
my time watching television. The quality of the time watching television because the quality of the
programs is very poor. I'm going to read programs is very poor. Therefore I'm going to read
books. I'm not going to watch soap operas. books instead of watching soap operas.

Para uma lista completa de words of transition ou words of connection, clique aqui.

CONTRASTES DE REDAÇÃO ENTRE PORTUGUÊS E INGLÊS - COMO TRADUZIR

BIBLIOGRAFIA
Azar, Betty Schrampfer Understanding and Using English Grammar. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice-Hall, 1989.
Hammerly, Hector Synthesis in Second Language Teaching. An Introduction to Languistics. Blaine, Wash.: Second
Language Publications, 1982.
Luft, Celso Pedro Dicionário Gramatical da Língua Portuguesa. Porto Alegre: Globo, 1967.
McArthur, Tom The Oxford Companion to the English Language. New York: Oxford University Press, 1992.
Quirk, Randolph, Sidney Greenbaum, Geoffrey Leech, and Jan Svartvik A Grammar of Contemporary English. Essex,
UK: Longman, 1972.
RightSoft, Incorporated Right Writer User Manual. Sarasota, Florida: RightSoft, 1988.
Shaw, Harry Errors in English and Ways to Correct Them. New York: HarperCollins, 1993.
The New York Public Library, The New York Public Library Writer’s Guide to Style and Usage. Harper-Collins, 1994.
Thomson, A.J., and A.V. Martinet A Practical English Grammar. Oxford, England: Osford University Press, 1986.
Waldhorn, Arthur, and Arthur Zeiger English Made Simple. New York: Doubleday, 1981.

Nosso contato diário com situações envolvendo questões linguísticas, respondendo perguntas
de alunos e de instrutores a respeito de inglês e português, discutindo diferenças, trabalhando
em traduções e versões, sempre em equipe com falantes nativos de diferentes países, regiões e
de diferentes formações acadêmicas, nos permite atualizar e aprimorar estes materiais de
ensino constantemente. A cada mês ou a cada semestre, são publicadas novas versões destes
materiais.

Não deixe de citar a fonte.

Como fazer uma citação desta página:


Schütz, Ricardo. "Como Redigir Corretamente em Inglês." English Made in Brazil <http://www.sk.com.br/sk-write.html>.
Retrieved 20 de dezembro de 2017.
Observe que ao citar textos encontrados na Internet, é necessário colocar a data, devido às frequentes alterações que os mesmos
podem sofrer.

Guia da Perfeita Composição em Inglês


15 DE JUNHO DE 2017 / FABIOEMERIM

Eis aqui o guia fundamental pra você desenvolver uma composição em inglês de excelência!

Primeira coisa que você precisa saber é que, quando você escrever um essay – ou redação
oficial – em inglês, você vai seguir o padrão MLA (Modern Language Association), que é o
ABNT deles. É a estrutura-guia de todos os essays acadêmicos. Procure seguir essas
diretrizes, o que vai servir para você escrever uma redação em inglês estruturada na
maneira correta.

As normas são as seguintes:

Fontes – a sua redação, ou essay, deverá ser escrita na fonte Times New Romas 12.

Espaço duplo – Toda as sua redação deverá observar espaço duplo entre as linhas. E não
devera haver um espaço maior entre parágrafos.

Cabeçalho – No canto superior esquerdo da sua redação, você deverá escrever o seu noime,
o nome do instrutor, ou professor, sua sala de aula e a data como no exemplo:

Seu Nome
Mr. Emerim

Eng 2001-06

10 November 2015

Margens – De acordo com a MLA, a sua redação em inglês deve ter uma margem de uma
polegada (2,54cm) em cima, embaixo, esquerda e direita.

Número nas páginas – O seu sobrenome e o número da página devem aparecer no canto
superior direito de cada página da sua redação, incluindo a primeira.

Título – Sua redação deve conter um título. Este título deve estar centralizado e aparecer
abaixo da linha do cabeçalho na primeira página e acima da primeira linha da sua redação.
O título deverá ser na mesma fonte da redação inteira, sem aspas, sem sublinhamento, nem
itálico e não pode estar em negrito.

Espaço da primeira linha de cada parágrafo – A primeira linha de cada parágrafo deve ser
“indentada”, ou seja, ter um espaço maior entra a margem e o seu início. De acordo com MLS,
este espaço deverá ser conseguido pressionado TAB uma vez.

Alinhando à esquerda- O texto da sua redação em inglês deverá estar alinhada a partir da
margem esquerda. No seu editor de texto, escolha “alinhar à esquerda”. Não escolha
“justificar”.

IMPORTANTE:

1- Existe um tamanho mínimo exigido para cada redação. Se você falhar em cumprir com
esse tamanho mínimo, sua nota vai cair. Cada composição deverá ter, pelo menos, cinco
parágrafos, incluindo a introdução e a conclusão.

2- cada redação deverá incluir uma afirmação de tese Thesis Statement de uma frase na
introdução que (a) identifica o tópico, (b) identifica as ideias principais apresentadas no teu
texto, (c) esclarece como as ideias estão logicamente relacionadas e (d) transmite o ponto
principal da sua redação.

3- Cada parágrafo deverá incluir uma frase-tópico clara, preferivelmente como sendo a
primeira, que identifica o ponto principal a ser desenvolvido e defendido no seu parágrafo.

4- Cada parágrafo deve ter o tamanho de meia página (espaçamentos duplos). Geralmente
as introduções e conclusões são os parágrafos menores.

5- Evite pronomes em primeira pessoa (I, me, etc), pois a escrita tem que ser formal. Evite
também o uso de contrações (can’t, won’t, etc), gírias e expressões informais.
E, finalmente, reproduzo abaixo um exemplo de um essay, ou redação, seguindo as regras
acima:

John J. Hinklemeyer
Professor Jones
ENG 1001-09
13 November 2009

The Failure of Abstinence-Only Programs

Sex education is important, but many students finish sex education classes with a distorted
view of sexuality and without a good understanding of contraception and safe-sex practices.
Instead, children only learn that they should not have sex until they are married. Abstinence-
only programs in public schools have become popular because of a law giving millions of
dollars to schools that teach the programs. These programs have the good intention of
persuading young people to wait until marriage before having sex, but abstinence-only
programs are not achieving this goal and are flawed by the distorted and biased perspective
that they promote.

In 1996, the United States government passed a law giving funding to states that offered
abstinence-only programs in public schools. Since this time, over half of a billion dollars has
been given to states to promote abstinence-only programs (Brody). To receive the money,
schools must agree to follow a set of rules. The rules indicate that a school’s abstinence-only
program must have “as its exclusive purpose teaching the social, psychological, and health
gains to be realized by abstaining from sexual activity” (“Impacts”). Students must be taught
that they are likely to suffer harmful effects if they have sex before marriage. They also must
be taught that the “expected standard” is for school-age children not to engage in sexual
activity and for adults to engage in sexual relations only within marriage (“Impacts”).
Schools receiving the funds must teach students that they should “just say no” to sex until
they are married. The schools are not allowed to teach students about safe sex and “may not
mention contraception except to point out the failure rates of various methods” (Brody).
Some states have refused the federal funds so that their schools can determine their own
ways to teach sex education, but 43 states participate in the program. With millions of
dollars from the government every year, many schools now promote abstinence. They offer
abstinence-only programs with encouraging titles such as “ReCapturing the Vision,” “Teens
in Control,” and “My Choice, My Future!” (“Impacts”). They encourage students to sign
virginity pledges vowing not to have sex until marriage, to proudly wear their “purity rings,”
and to carry their ATM (“abstinence till marriage”) cards (Kelly). These programs encourage
students to develop a strong sense of self and to avoid the negative consequences that might
result from sexual activity, but there is a problem: abstinence-only programs do not work.

Studies show that abstinence-only programs do not reduce sexual activity by young people.
In 2007, the United States Department of Health and Human Services released a study of
abstinence programs. This government-funded study involved more than 2000 students.
The authors discovered that “findings from this study provide no evidence that abstinence
programs implemented in upper elementary and middle schools are effective in reducing
the rate of teen sexual activity” (“Impacts”). The authors concluded that “findings indicate
that youth in the [abstinence-only] programs were no more likely” than students not in the
programs “to have abstained from sex” (“Impacts”). In addition, “among those who reported
having had sex, they had similar numbers of sexual partners and had initiated sex at the
same mean age” (“Impacts”). Apparently, students did not benefit from all of the effort and
the millions of dollars that have gone into these programs. Another study by Peter Bearman
of Columbia University shows that “88 percent of middle and high schoolers who pledge to
stay virgins until marriage end up having premarital sex anyway” (Kelly). He adds that “the
bad news is that they are less likely to use contraception the first time they have intercourse”
(Kelly). Dr. S. Paige Hertweck, a doctor who contributed to an American Academy of
Pediatrics report on teen sexual activity, states that “teaching abstinence but not birth
control makes it more likely that once teenagers initiate sexual activity they will have unsafe
sex and contract sexually transmitted diseases” (“Doctors Slam Abstinence”). In abstinence-
only programs, students are taught to “just say no” to sex. They are not taught the
information that they need to know about safe sex and contraception if they later choose to
say “yes,” as many of them are doing.

Abstinence-only programs also promote a distorted and biased view of sexuality. To receive
funding, schools must follow the rules in the law for teaching abstinence-only programs. One
of the rules is that students must be taught that the “expected standard of sexual activity” is
a “monogamous relationship in the context of marriage” (“Impacts”). An estimated 88 to 99
percent of Americans have sex outside of marriage (“Many Who Pledge”), yet students must
be taught that having sex only within marriage is “the expected standard.” The rules also
require that students be taught that having sex outside of marriage “is likely to have harmful
psychological and physical effects” (“Impacts”). Approximately nine out of ten Americans
have sexual relations outside of marriage. Do most of them suffer “harmful psychological
and physical effects,” as the government has determined that students must be taught? The
law presents a distorted view of sexuality, along with a biased view. In 2006, the government
updated the funding guidelines to state that, in abstinence-only programs, “the term
‘marriage’ must be defined as ‘only a legal union between one man and one woman as
husband and wife’” (Waxman 4). Promoting the government’s definition of marriage should
not be a requirement for schools to receive funding for sex education programs. Senator
Henry A. Waxman rightfully argues that “the benefits of abstinence from teenage sex should
be taught in a way that does not further alienate gay and lesbian youth” (4). All students
should benefit from sex education programs. Student Hunter Kincaid suggests how
abstinence-only programs discriminate against gays and lesbians: “‘As a gay student, I
thought [the abstinence-only class] was ridiculous,’ he says. ‘Abstinence until marriage for
people who can’t even get married’” (Kelly). A sex-education program should help all
students make good decisions about sexual activity. It should not promote an unrealistic
standard of behavior, should not promote a particular definition of marriage, and should not
discriminate against some students.

Sexual activity by young people is an important concern. In an ideal world, maybe everyone
would wait until marriage before having sex and would then remain in a single,
monogamous relationship. But this is not the reality. It might be a good goal to try to
convince young people to wait until marriage before having sex, but taking this approach
alone to sex education is not working. After ten years and a half of a billion dollars in federal
funding, abstinence-only programs have not had a positive impact on the sexual behavior of
teenagers. The programs may even cause harm because of the distorted and biased views
that they promote and because of the information about safe sex and contraception that they
do not teach. It is time to put an end to abstinence-only programs and to give students more
comprehensive sex-education programs that better prepare them for the future.

Works Cited

Brody, Jane E. “Abstinence-Only: Does it Work?” New York Times. New York Times, 1 June
2004. Web. 19 July 2009.

“Doctors Slam Abstinence-Only Sex Ed: Teens Need Access to Birth Control, Pediatrician
Group Says.” MSNBC. MSNBC, 5 July 2005. Web. 11 July 2009.

“Impacts of Four Title V, Section 510 Abstinence Education Programs: Executive Summary.”
Assistant Secretary for Planning and Evaluation, U.S. Department of Health and Human
Services. U.S. Department of Health and Human Services, 13 April 2007. Web. 4 Aug. 2009.

Kelly, Katy. “Just Don’t Do It!; Are We Teaching our Kids Way Too Much about Sex? Or Not
Nearly Enough?” U.S. News & World Report 17 Oct. 2005: 44+. ProQuest. Web. 22 July 2009.

“Many Who Pledge Abstinence at Risk for STDs. Study: Teens Who Remain Virgins More
Likely to Take Other Chances.” MSNBC. MSNBC, 15 Mar. 2005. Web. 10 July 2009.

Waxman, Senator Henry A. “New Federally Funded Abstinence Program Guidelines Based
on Ideology, Not Science.” Committee on Oversight and Government Reform. Committee on
Oversight and Government Reform, 111th Congress, 16 Feb. 2006. Web. 23 July 2009.

É isso, meu povo! Tentei resumir, mas nem tanto. Às vezes um pouco mais de leitura sobre
um tópico importante é um tempo bem empregado, não acham?

See you next time!

CARREIRA - VOCÊ S/A

10 dicas de redação em inglês para quem quer estudar fora


Lígia Crispino, sócia-diretora da Companhia de Idiomas, diz como fazer um essay perfeito
para o processo seletivo de uma universidade estrangeira
Por Editado por Claudia Gasparini

access_time29 out 2015, 08h38

* Escrito por Lígia Crispino, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e da ProfCerto


Se você quer fazer um curso numa universidade estrangeira, é provável que tenha que
apresentar essays. São redações que os candidatos têm de escrever como parte do processo
seletivo (application) para estudar no exterior.
Uma das redações é a carta de motivação ou personal statement. Trata-se de um texto muito
pessoal, escrito em inglês pelo estudante sobre algum tema escolhido por ele ou pela
universidade.
É fato que as comitês de admissão geralmente colocam mais peso no histórico escolar e nos
resultados do aluno. No entanto, as universidades mais seletivas recebem candidaturas de vários
bons alunos com resultados e notas semelhantes.

Então, elas usam o essay, juntamente com recommendation letters (cartas de recomendação)
e extracurricular activities (atividades extracurriculares) para descobrir o que diferencia os
candidatos talentosos.
É fundamental começar a escrever com bastante antecedência. Se você chegar perto demais
da deadline (data limite) para inscrição no processo seletivo, a qualidade do seu texto pode
sofrer.
Vamos a mais dicas?

1) Lembre-se de que o primeiro passo é fazer um brainstorming. Iniciar o essaypode ser a parte
mais difícil de todo o processo. Entãoescreva tudo, sem julgamento inicial, sobre sua
personalidade e defina seus pontos fortes. Seja específico;
2) Considere as seguintes sugestões para o texto:
a) O que o diferencia? Você tem interesses, personalidade e uma experiência única. Esta é a chance
de contar a sua história (ou pelo menos parte dela);

b) Descreva um personagem fictício, uma figura histórica ou um artista que tenha grande
influência em sua vida e descreva de que forma ela o afeta;

c) Descreva uma experiência na sua vida que ilustre como você pode ajudar na diversidade da
comunidade universitária;

d) Escreva sobre algo que é importante para você. Pode ser sobre uma experiência, uma pessoa,
um livro, qualquer coisa que tenha impactado a sua vida;

e) Não faça apenas uma narração. Ao falar sobre suas experiências, é fundamental descrever o
que você aprendeu com ela;

3) Deixe o seu primeiro rascunho “rolar”. Serão necessários vários testes até se chegar ao
resultado desejado;
4) Desenvolva o seu texto em três partes:
a) Introduction (Introdução): um parágrafo que introduz seu essay

b) Body (Corpo): vários parágrafos explicando a ideia principal com exemplos


c) Conclusion (Conclusão): um parágrafo que resume e conclui o essay e mostra claramente por
que você deve ser escolhido

5) Seja criativo na forma como apresenta os fatos, use recursos de linguagem, fuja do padrão, do
texto formatado. Não invente e nem dê respostas baseadas nos vários guias que são facilmente
encontrados por aí. Autenticidade é um diferencial;
6) Peça feedback. Mostre seu rascunho para a família, amigos e professores. Pergunte se ele faz
sentido e se o que está escrito se parece com você. Considere as opiniões de todas as pessoas e
faça alterações. No entanto, o texto tem de ser de sua autoria. Leia atentamente depois de fazer os
ajustes sugeridos;
7) Tente, sempre que possível, começar as sentenças em primeira pessoa do singular (Eu);
8) Demonstre seu interesse pela área que deseja estudar. Você não precisa saber tudo sobre ela,
afinal, é exatamente para aprender que você quer ser admitido;
9) Relate apenas as experiências de trabalho que sejam relevantes à sua área de estudo;
10) Qualidade é melhor que quantidade. Use sentenças curtas e objetivas. As desnecessariamente
longas podem entendiar os avaliadores. Não seja repetitivo. Cite aprendizados apenas um vez. Um
exemplo bem dado é suficiente.
Erros a evitar

Para finalizar, vale tomar muito cuidado com os seguintes tópicos gramaticais:

1) Verbos make e do. Eles são muito usados para falar de nossas experiências e
aprendizados. Veja mais sobre a diferença entre eles.
2) Falsos cognatos, ou seja, palavras em inglês e português que se parecem na grafia, mas que têm
significados diferentes. Um verbo que aparece em essays é o intend (pretender), que não pode ser
confundido com pretend (fingir). Descubra mais sobre o tema.
3) Tempos verbais, principalmente porque você descreverá fatos que já ocorreram e usará muitos
verbos no passado.

4) Concordância entre sujeito e verbo, em especial quando estão separados.

5) Verbos usados como sujeitos nas frases têm de estar no gerúndio. No exemplo “Learning
something new is not scary“, learning é sujeito para o verbois. Em português, o verbo fica no
infinitivo.
6) Preposições. Não se esqueça de que os verbos após preposições precisam ser usados no
gerúndio. Algumas que podem ser necessárias em essays e comumente aplicadas indevidamente:

To be responsible for
To look forward to
To learn from
To focus on
Independent of
To depend on
Quer treinar mais? Veja um bom exercício de preposições em inglês e 6 casos em que a preposição altera
o significado em inglês.
Boa sorte!