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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO - PAU DOS FERROS

DISCIPLINA: Cálculo Numérico


DOCENTE: Francisco Segundo

Integração Numérica
Objetivos

• Analisar as regras do trapézio e de Simpson


para o cálculo numérico de integrais;
• Fazer algoritmos que representem cada uma
dessas regras.
Introdução

• De acordo com a definição:


• Integrar significa “unir todas as partes
em um todo; unificar; indicar a
quantidade total”
• Matematicamente, é
representada por

 f ( x)dx
A integral de uma função f(x)
no intervalo [a,b]
a
Motivação
• Por que integrar com métodos Numéricos?
– Algumas integrais são difíceis, ou mesmo impossíveis de se
resolver analiticamente.

𝑡
𝑥
Por exemplo, qual a primitiva de 𝑑𝑥 ?
0 (𝑡 3 2 −𝑥 3 2 )2 3

– Em algumas situações, o valor de f(x) é conhecido apenas


em alguns pontos. Como não se conhece a expressão
analítica de f(x), não é possível calcular a integral.
Fórmulas de Newton-Cotes
• Procedimento

Substitui-se a função f(x) por um polinômio, obtido por


interpolação, que aproxime a função f(x) no intervalo
desejado.

• A integração numérica é, então, baseada na relação


b b b
I   f ( x)dx   pn ( x)dx   En ( x)dx
a a a
onde pn(x) é o polinômio de interpolação e En(x) é o erro
associado.
Fórmulas de Newton-Cotes
• Para obtenção das fórmulas de Newton-Cotes, é utilizado
o polinômio interpolador de Gregory-Newton:
𝑧 𝑧−1
𝑃𝑛 𝑥 = 𝑓 𝑥0 + 𝑧. Δ𝑓 𝑥0 + . Δ2 𝑓 𝑥0
2!
𝑧 𝑧 − 1 (𝑧 − 2) 3
+ . Δ 𝑓 𝑥0 + ⋯
3!
𝑧 𝑧−1 𝑧−2 … 𝑧−𝑛+1
+ . Δ𝑛 𝑓 𝑥0 + 𝑅𝑛
𝑛!
Onde: Resíduo da interpolação
𝑥 − 𝑥0 𝑧 𝑧−1 𝑧−2 … 𝑧−𝑛
𝑧= 𝑅𝑛 = . ℎ𝑛+1 𝑓 𝑛+1 (𝜀)
ℎ 𝑛+1 !
𝑎≤ 𝜀≤𝑏
Fórmulas de Newton-Cotes

• As fórmulas de Newton-Cotes são obtidas fazendo-se


variar o grau do polinômio n.

• Em geral, quanto maior n, maior a precisão do valor da


integral obtida.
Fórmulas de Newton-Cotes

 b P (x)dx
a 0
(Regra do Retângulo)
b  b
 f(x)dx   P1 (x)dx (Regra do Trapézio)
 b
a a

 P 2 (x)dx
a
(Regra de Simpson)
Fórmulas de Newton-Cotes
Regra do
Retângulo
(P0(x))

Regra do
Trapézio
(P1(x))

Regra de
Simpson
(P2(x))
Regra do Trapézio
• A regra do trapézio consiste em aproximar a função f(x)
por um polinômio de grau 1 passando pelos pontos
(x0,f(x0)) e (x1,(f(x1)).
Regra do Trapézio
• Fazendo n =1
b b b
I   f ( x).dx   P1 ( x).dx   [ f ( x0 )  z.f ( x0 )]dx
a a a

Como x  x0
z  dx  h.dz
h
Considerando a = x0 e b = x1, os intervalos de integração,
tem-se para:
x0  x0
xaz 0
h
x x
x  b  z  1 0 1
h
Regra do Trapézio
• Logo:
1
I   [ f ( x0 )  z.f ( x0 )].h.dz
0

z2
I  h.[ z. f ( x0 )  .. f ( x0 )]10
2
I  h.[ f ( x0 )  0,5.f ( x0 )]
I  h.[ f ( x0 )  0,5.( f ( x1 )  f ( x0 ))]

h
I  .[ f ( x0 )  f ( x1 )]
2
Erro de Truncamento

Qual o erro cometido com essa aproximação?


Erro de Truncamento
• Basta integrar o resíduo do polinômio interpolador

z.( z  1).h 2 ''


b 1
E   R1.dx   . f ( ).h.dz
a 0
2!
3 2
1 z z
E  h 3 . f '' ( ). .[  ]10
2! 3 2
Não se sabe o valor
de ξ. Utiliza-se o
que maximiza a
 h 3 ''
E . f ( ) a  b função!!
12

Regra do Trapézio integra exatamente qualquer polinômio de grau 1.


Exemplo
• Calcule numericamente pelo método do trapézio:

 0
2 sen(x)dx

Em seguida calcule o erro real e o erro máximo pela


fórmula do erro de truncamento.

Exemplo
• O método do trapézio dá como resultado neste caso:

  
I   sen( x)dx 
2
( sen0  sen )   0,785398
0 4 2 4
Que é uma aproximação grosseira do valor exato de 1.
O erro real seria então: 1 – 0,785398 = 0,214602
O erro máximo dado pela fórmula seria Valor de ξ que
maximiza a
função!!
 
sen( ).( ) 3
f ( ).h
'' 3
2 2  0,32298
E 
12 12
Exemplo
Exercício
• Calcule a seguinte integral utilizando:
– Regra do trapézio
– Integral analítica 3, 6
dx
I 
3
x
• Compare os resultados obtidos e calcule o erro de
truncamento máximo cometido utilizando a fórmula do
erro.
Exercício
• Repita os mesmos passos para calcular a seguinte
integral
100
dx
I 
3
x
• O que pode-se observar com relação ao exercício
anterior?

• O que pode ser feito?


Regra do Trapézio Composto
• Subdividir o intervalo [a,b] em n subintervalos de
amplitude h e a cada subtintervalo aplicar-se a regra do
trapézio

h h h
I ( f ( x0 )  f ( x1 ))  ( f ( x1 )  f ( x2 ))  ...  ( f ( xn 1 )  f ( xn ))
2 2 2
h
I  ( f ( x0 )  2. f ( x1 )  2. f ( x2 )  ...  2. f ( xn1 )  f ( xn ))
2
Erro de Truncamento
 Em cada um dos n subintervalos, comete-se um erro
ligado ao método dos trapézios.
ba
 Dado que n  , temos que o erro total cometido é:
h

 f ( ) 3  (b  a ) f ( ) 3 (b  a )
E  n  h  h  f ( )h 2
 12  h 12 12
Exemplo
• Retomamos o cálculo de

 0
2
sen( x)dx,

Utilizando a regra do trapézio composta com 4


subintervalos

 /20 
h 
4 8
Exemplo
• Tem-se então:
 /8    3  
I  sen0  2sen  sen  sen   sen   0,9871158
2   8 4 8  2
Erro menor que o trapézio simples.
Para 8 subintervalos:
 /20 
h 
8 16
 / 16     3 3 7  
I  sen0  2sen  sen  sen  ...  sen  sen   sen 
2   16 8 16 8 16  2
 0,9967852
Exemplo
Exercício
• Calcule a integral:
1
I   x 2 .dx
0

Utilizando a regra do trapézio composta com 3


subintervalos.
Próxima Aula...
• Regra de Simpson 1/3
• Regra de Simpson 1/3 Generalizada
Aula Passada...
• Regra do Trapézio
• Regra do Trapézio Composto
• Exemplos e Exercícios
Regra de Simpsom 1/3
• A regra de Simpson 1/3 consiste em aproximar a função
f(x) entre três pontos consecutivos x₀, x₁ e x₂ por um
polinômio de grau 2.
Regra de Simpsom 1/3
• n=2
z( z  1) 2
f ( x)  P2 ( x)  f ( x0 )  z.f ( x0 )  . f ( x0 )
2!

Fazendo a mudança de variáveis, tem-se:

Logo:
aa
xaz 0
h
z ( z  1) 2
2
ba I   [ f ( x0 )  z.f ( x0 )  . f ( x0 )]hdz
xb z  2 2!
h 0
Regra de Simpsom 1/3
• Integrando, obtém-se:
z2 z3 z2 2
I  h[ z. f ( x0 )  f ( x0 )  (  ) f ( x0 )]02
2 6 4

Sabe-se que:
f ( x0 )  f ( x1 )  f ( x0 )
2 f ( x0 )  f ( x2 )  2. f ( x1 )  f ( x0 )
Logo
1
I  h[2. f ( x0 )  2( f ( x1 )  f ( x0 ))  ( f ( x2 )  2. f ( x1 )  f ( x0 ))]
3
h
I  [ f ( x0 )  4. f ( x1 )  f ( x2 )]
3
Erro de Truncamento
• Integrar o resíduo
b
E   R2 ( x).dx
a

z ( z  1)( z  2) '''
2
E . f ( ).h 4 .dz
0
3!
2
h 4 '' '
E  . f ( ). ( z 3  3z 2  2 z )dz
3! 0

h 4 '' ' z4
E  . f ( )[  z 3  z 2 ]02
3! 4
h 4 '' '
E  . f ( ).0  0
3!
Erro de Truncamento
• Integrar o resíduo com grau maior
2
E   R3 ( x).dx
0

z ( z  1)( z  2)( z  3) ''''


2
E . f ( ).h 5 .dz
0
4!
2
h 5 ' '' '
E  . f ( ). ( z 4  6 z 3  11z 2  6 z )dz
4! 0

h 5 ' '' ' z 5 3 z 4 11z 3


E  . f ( )[    3 z 2 ]02
4! 5 2 3
h 5 ' '' ' 4
E  . f ( ).
4! 15 Até polinômio do 3º
5
h Grau o erro de
E   . f ( ) '' ''
truncamento é
90
Exemplo
• Calcule a seguinte integral utilizando:
– 1ª Regra de Simpsom
– Integral analítica
Compare os resultados obtidos e em seguida calcule o erro de
truncamento máximo cometido utilizando a fórmula do erro.

3
I   ( x 3  2 x  1)dx
1
Exemplo
• Simpsom utiliza 3 pontos (2 subintervalos)

x2  x0 3  1
h  1
2 2

Então xi f ( xi )
1 4
2 13
3 34

h 1
I ( f ( x0 )  4. f ( x1 )  f ( x2 ))  (4  4.13  34)
3 3
I  30
Exemplo
• Resposta analítica
x4
[  x 2  x]13  32,25  2,25  30
4
• Comparando os resultados, pode-se perceber que o erro
foi nulo, como esperado (a 1ª Regra de Simpsom nos dá
erro zero para função até do 3º grau.
• Cálculo do Erro

h5 '''' 1
E   . f ( )  .0  0
90 90
Regra de Simpsom 1/3
Generalizada
• De maneira análoga à regra do trapézio, podemos generalizar
a regra 1/3 de Simpson.

• Considere a divisão do intervalo [a,b] num número par 2n de


subintervalos de tamanho h=(b-a)/2n:

x2 n x2 x4 x2 n
I  f ( x)dx   f ( x)dx   f ( x)dx     f ( x)dx
x0 x0 x2 x2 n  2
Regra de Simpsom 1/3
Generalizada
x2 n x2 x4 x2 n

x0
f ( x)dx   f ( x)dx   f ( x)dx    
x0 x2 x2 n 2
f ( x)dx

f ( x) dx   f ( x0 )  4 f ( x1 )  f ( x2 )
x2 n h

x0 3
  f ( x2 )  4 f ( x3 )  f ( x4 )  
h
3
  f ( x2 n  2 )  4 f ( x2 n 1 )  f ( x2 n )
h
3

h n 1
f ( x)dx    f ( x2i )  4 f ( x2i 1 )  f ( x2i  2 )
x2 n
 x0 3 i 0
Exemplo
• Calcular a integral a seguir usando a 1ª regras de
Simpson para 6 subintervalos:
Exemplo
Exercício
• Calcular a integral a seguir usando a 1ª regra de
Simpson Generalizada para 4 subintervalos:

 sen( x).dx
0
Erro de Truncamento

• É possível mostrar que o erro de truncamento da


regra de Simpson 1/3 generalizada é:

 f ( 4 ) ( ) 5 
E  n  h 
 90 
(b  a ) f ( ) 5 
 ( 4)
  h 
2h  90 
(b  a ) ( 4)
 f ( )h 4
180
Exemplo

• Calcule a seguinte integral utilizando a 1ª regra de


Simpsom composta com o número de intervalos
suficiente para que o erro E < 0,001
1

 sen( x).dx
0
Exemplo
Regra de Simpson 3/8
• A regra de Simpson 3/8 consiste em aproximar a função
f(x) em um polinômio de grau 3.
𝑏 𝑏
𝑓 𝑥 𝑑𝑥 ≈ 𝑃3 𝑥 𝑑𝑥
𝑎 𝑎

𝑧(𝑧 − 1) 2 𝑧(𝑧 − 1)(𝑧 − 2) 3


𝑃3 𝑥 = 𝑓 𝑥0 + 𝑧. 𝑓 𝑥0 + . ∆ 𝑓 𝑥0 + . ∆ 𝑓 𝑥0
2! 3!

𝑏
𝑧 𝑧−1 2
𝑧 𝑧−1 𝑧−2
𝐼= 𝑓 𝑥0 + 𝑧. ∆𝑓 𝑥0 + . ∆ 𝑓 𝑥0 + . ∆3 𝑓 𝑥0 𝑑𝑥
𝑎 2! 3!
Regra de Simpson 3/8
• Fazendo a mesma substituição de variáveis das aulas
anteriores

3
𝑧 𝑧−1 𝑧 𝑧−1 𝑧−2
𝐼= 𝑓 𝑥0 + 𝑧. ∆𝑓 𝑥0 + . ∆2 𝑓 𝑥0 + . ∆3 𝑓 𝑥0 ℎ. 𝑑𝑧
0 2! 3!

𝑧2 𝑧3 𝑧 2 2
𝑧4 𝑧3 𝑧2 3
3
𝐼 = ℎ[𝑧. 𝑓 𝑥0 + ∆𝑓 𝑥0 + − . ∆ 𝑓 𝑥0 + − + . ∆ 𝑓 𝑥0 ]
2 6 4 24 6 6 0
Regra de Simpson 3/8
• Tabela das Diferenças Ordinárias
Regra de Simpson 3/8
• Montando a tabela das diferenças ordinárias
∆𝑓 𝑥0 = 𝑓 𝑥1 − 𝑓(𝑥0 )
∆2 𝑓 𝑥0 = ∆𝑓 𝑥1 − ∆𝑓 𝑥0 = 𝑓 𝑥2 − 𝑓 𝑥1 − (𝑓 𝑥1 − 𝑓(𝑥0 ))
∆3 𝑓 𝑥0 = ∆2 𝑓 𝑥1 − ∆2 𝑓 𝑥0 = ∆𝑓 𝑥2 − ∆𝑓 𝑥1 − ∆𝑓 𝑥1 − ∆𝑓 𝑥0
= ∆𝑓 𝑥2 − 2∆𝑓 𝑥1 + ∆𝑓 𝑥0
= 𝑓 𝑥3 − 𝑓 𝑥2 − 2. 𝑓 𝑥2 − 𝑓 𝑥1 + 𝑓 𝑥1 − 𝑓 𝑥0

• Portanto,
∆𝑓 𝑥0 = 𝑓 𝑥1 − 𝑓(𝑥0 )
∆2 𝑓 𝑥0 = 𝑓 𝑥2 − 2. 𝑓 𝑥1 + 𝑓(𝑥0 )
∆3 𝑓 𝑥0 = 𝑓 𝑥3 − 3. 𝑓 𝑥2 + 3𝑓 𝑥1 − 𝑓(𝑥0 )
Regra de Simpson 3/8
• Colocando na integral
𝑧2 𝑧3 𝑧 2 2
𝑧4 𝑧3 𝑧2 3
𝐼 = ℎ[𝑧. 𝑓 𝑥0 + ∆𝑓 𝑥0 + − . ∆ 𝑓 𝑥0 + − + . ∆3 𝑓 𝑥0 ]
2 6 4 24 6 6 0
9 9 3
𝐼 = ℎ[3. 𝑓 𝑥0 + ∆𝑓 𝑥0 + . ∆2 𝑓 𝑥0 + . ∆3 𝑓 𝑥0 ]
2 4 8
9 9 3
𝐼 = ℎ[3. 𝑓 𝑥0 + (𝑓 𝑥1 − 𝑓 𝑥0 ) + (𝑓 𝑥2 − 2. 𝑓 𝑥1 + 𝑓(𝑥0 )) + . (𝑓 𝑥3
2 4 8
− 3. 𝑓 𝑥2 + 3𝑓 𝑥1 − 𝑓(𝑥0 ))]
9 9 9 9 9 3
𝐼 = ℎ[3. 𝑓 𝑥0 + 𝑓 𝑥1 − 𝑓 𝑥0 ) + 𝑓 𝑥2 − 𝑓 𝑥1 + 𝑓(𝑥0 ) + 𝑓 𝑥3
2 2 4 2 4 8
9 9 3
− 𝑓 𝑥2 + 𝑓 𝑥1 − 𝑓(𝑥0 ))]
8 8 8
3 9 9 3
𝐼 = ℎ[ 𝑓 𝑥0 + 𝑓 𝑥1 + 𝑓 𝑥2 + 𝑓 𝑥3 ]
8 8 8 8
Regra de Simpson 3/8
• Finalmente
3ℎ
𝐼= [𝑓 𝑥0 + 3𝑓 𝑥1 + 3𝑓 𝑥2 + 𝑓 𝑥3 ]
8

𝑏−𝑎
• ℎ=
3
Erro de Truncamento
• Para encontrar o erro de truncamento basta integrar o
resíduo 3
E   R3 ( x).dx
0

z ( z  1)( z  2)( z  3) ''''


3
E . f ( ).h 5 .dz
0
4!
3
h 5 ' '' '
E  . f ( ). ( z 4  6 z 3  11z 2  6 z )dz
4! 0

h 5 ' '' ' z 5 3 z 4 11z 3


E  . f ( )[    3 z 2 ]30
4! 5 2 3
h 5 ' '' ' 9
E  . f ( ).
4! 10
3h 5 ''''
E . f ( )
80
Regra de Simpson 3/8
Generalizada
• Considere a divisão do intervalo [a,b] num número múltiplo
de 3 (3n) de subintervalos de tamanho h=(b – a)/3n.
x3 n x3 x6 x3 n
x0
f ( x)dx   f ( x)dx   f ( x)dx    
x0 x3 x3 n3
f ( x)dx

3h
 f ( x0 )  3 f ( x1 )  3 f ( x2 )  f ( x3 )
x3 n
x0
f ( x) dx 
8

3h
 f ( x3 )  3 f ( x4 )  3 f ( x5 )  f ( x6 )  
8

3h
 f ( x7 )  3 f ( x8 )  3 f ( x9 )  f ( x10 )
8
Regra de Simpson 3/8
Generalizada
3h n 1
  f ( x3i )  3 f ( x3i 1 )  3 f ( x3i  2 )  f ( x3i 3 )
xn
x0
f ( x)dx 
8 i 0

• É possível mostrar que o erro de truncamento da regra de


Simpson 3/8 generalizada é:

 3 f ( 4 ) ( ) 5  (b  a )  3 f ( 4 ) ( ) 5  (b  a ) ( 4 )
E  n  h   h    f ( ) h 4

 80  3h  80  80

• Podemos deduzir outras fórumlas de Newton-Cotes,


aumentando o grau do polinômio de aproximação.
Exemplo
1
• Calcule a integral
0
𝑠𝑒𝑛(𝑥) 𝑑𝑥 utilizando a 2ª
regra de Simpson composta com 6 subintervalos.
Compare com o valor real da integral.
Exemplo
𝒙𝒊 𝒚𝑖
𝑥𝑛 − 𝑥0 1 − 0 0 0
ℎ= = = 0,167
𝑛 6 0,167 0,166
3 ∙ 0,167 0,333 0,327
𝐼= (0 + 3 ∙ 0,166 + 3 ∙ 0,327 + 2 0.5 0,479
8
∙ 0,479 + 3 ∙ 0,618 + 3 ∙ 0,740 + 0,841) 0.667 0,618
𝐼 = 0,4597 0,833 0,740
1 0,841
Regras de Simpson

O que fazemos para resolver uma integral


com um número de intervalos que não seja
múltiplo de 2 ou de 3?

1/3 de Simpson 3/8 de Simpson


Integração com Intervalos
Desiguais
x f(x) Neste caso, pode-se aplicar o método do
0,0 0,200000
trapézio simples para cada intervalo ou regras
de Simpson para se alcançar maior acurácia:
0,12 1,309729
0,22 1,305241
0,32 1,743393
0,36 2,074903
0,40 2,456000
0,44 2,842985
0,54 3,507297
0,64 3,181929
0,70 2,363000
0,80 0,232000
Exercício
• Calcule o valor de 𝜋, sabendo que a área de um
círculo de raio unitário é 𝜋, calculando a área de
um quarto de círculo, dada pela expressão
1
𝐼= 1 − 𝑥2
0
Para tal utilize a 1ª e a 2ª Regra de Simpson
composta com 6 subintervalos. Compare os
resultados com o valor real de 𝜋.