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O campo de interesse estético dos medievais era

mais dilatado que o nosso, e sua atenção para a beleza


das coisas era frequentemente estimulada pela consciência
da beleza enquanto dado metafísico; mas também
existia o gosto do homem comum, do artista e do amante
das coisas de arte, vigorosamente voltado para os aspectos
sensíveis. Os sistemas doutrinais procuravam justificar e dirigir este gosto, documentado de muitas
maneiras, de modo que a atenção para o sensível não sobrepujasse jamais a tensão para o espiritual.
(19-20)