Vous êtes sur la page 1sur 2

Fenomenologia do espírito – Hegel

Prefácio

Tudo decorre de entender e exprimir o verdadeiro não como substancia, mas também,
precisamente, como sujeito.

 O ser da substancia – o intuir


 O saber só é efetivo - e só pode ser exposto – como ciência ou como sistema.
 O princípio ou fundamento do sistema deve ser refutado (isso seria seu
desenvolvimento).
o Só o espiritual é efetivo – o ser espiritual é em si e para si.
o O espírito, que se sabe desenvolvido assim como espírito, é a ciência – a
ciência é a efetividade do espírito.
o A consciência: o indivíduo é a forma absoluta, isto é, a certeza imediata de si
mesmo, e assim é o ser incondicionado
 Para a ciência, o ponto de vista da consciência – saber das coisas
objetivas em oposição a simesma, e a si mesma em oposição a elas –
vale como o Outro.
 A consciência imediata tem o princípio de sua efetividade na certeza
de si mesma
 Espírito X substância espiritual
o Espírito imediato – o saber como é inicialmente, é algo carente de espírito: a
consciência sensível.
o O conteúdo é propriedade da substância

INTRODUÇÃO

 Coisa mesma – o conhecimento efetivo do que é


 Conhecer – instrumento para apoderar-se da essência absoluta
o A aplicação de um instrumento não deixa a Coisa tal como é para si, mas com
ele traz conformação e alteração.
 Conhecer – meio passivo para chegar à verdade
o Também não recebemos a verdade como é em si, mas com é nesse meio e
através dele
 Só o absoluto é verdadeiro e só o verdadeiro é absoluto.
 Exposição do saber que aparece ou saber fenomenal
 A consciência distingue algo de si e ao mesmo tempo se relaciona com ele; ou,
exprimindo de outro modo, ele é algo para a consciência.
o O aspecto desse relacionar-se é o saber
 Conceito (ser para o outro) e objeto (ser para si mesmo).
 Movimento dialético da consciência: tanto em seu saber como em seu objeto,
enquanto dele surge o novo objeto verdadeiro para a consciência, é justamente o que
se chama experiência.
o O novo objeto (o ser para a consciência do em si – a representação da coisa
para a consciência?) contém o aniquilamento nadidade do primeiro; é
experiencia feita sobre ele.

Consciência

1 – A certeza sensível ou: o Isto ou o visar

 A certeza sensível aparece como a mais verdadeira, pois o objeto nada ainda deixou
de lado, mas o tem em toda a sua plenitude, diante de si.
o Ele é: a certeza sensível só tem ciência da existência do outro
o Ressalta nessa certeza sensível a diferença: o puro ser de um este (Eu) e um
este (objeto).
o Estes seres estão nessa certeza de modo mediatizado: um sabe de si mediante
o outro.
o Essência/ imediatez/ Objeto – Exemplo/mediação/Eu.
 O objeto é, tanto faz que seja conhecido ou não; o saber não é, se o
objeto não é.
 O objeto é porque eu sei dele – a certeza sensível é desalojada do
objeto e recambiada ao EU.
 A força da sua verdade está no EU: o desvanecer do agora e
do aqui singulares é evitado porque Eu os mantenho
 A impossibilidade de dizer o Eu
 A dialética da certeza sensível não é outra coisa que a simples história de seu
movimento ou de sua experiência; e a certeza sensível não é outra coisa que essa
história apenas.
 Não se pode dizer o visado
o Eu o tomo como é em verdade, e em vez de saber um imediato, eu o
apreendo verdadeiramente: eu o percebo.

2 – A percepção ou: a coisa e a ilusão