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Grupo da Fraternidade Espírita Paschoal Comanducci

Reunião do Atendimento Fraterno

A REALEZA DE JESUS

- “Que o Reino de Jesus não é deste mundo todos compreendem, mas, também na Terra, não
terá Ele uma realeza?” ESE, cap.2, item 4.

1. A importância da idéia da vida futura.

2. Reino dos Céus ou Reino de Deus: é o tema central da pregação de Jesus, segundo os
evangelhos sinóticos.

“O povo que estava assentado em trevas viu uma grande luz, e aos que estavam assentados
na região e sombra da morte a luz raiou.” Mateus 4:16.

A palavra “trevas” significa estado de ignorância e de desinformação, relativo às verdades


espirituais. O indivíduo pode até possuir informações de natureza espiritualista ou religiosa.
Entretanto, tais informações são mantidas na superfície do processo evolutivo, sem força moral
suficiente para operar uma verdadeira transformação no ser, tornando-o melhor.

Há quem admire a glória do Cristo. Mas a admiração pura e simples pode transformar-se em
êxtase inoperante. Há quem creia nas promessas do Senhor. Todavia, a crença só por si pode
gerar o fanatismo e a discórdia. Há quem defenda a revelação de Jesus. Entretanto, a defesa
considerada isoladamente pode gerar o sectarismo e a cegueira. Há quem confie no Divino
Mestre. Contudo, a confiança estagnada pode ser uma força inerte. Há quem espere pelo Eterno
Benfeitor. No entanto, a expectativa sem trabalho pode ser ansiedade inútil. Há quem louve o
Salvador. Louvor exclusivo, porém, pode coagular a adoração improdutiva. A palavra do Enviado
Celeste, entretanto, é clara e incisiva: — “Aquele que me segue não andará em trevas.”
Emmanuel/Chico Xavier, Fonte Viva, cap.166.

3. Reinado de Cristo

Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para
isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é
da verdade ouve a minha voz. (João 18:37)

“Ele, porém, veio ter com os homens através de estrebaria singela. Não teve exércitos que não
fossem as legiões de almas simples que o receberam confiantes na palavra divina. Não manejou
outra espada que não fosse a do próprio coração inflamado de amor. Não viveu outra aristocracia
que não fosse aquela do serviço infatigável aos semelhantes. Não empunhou outro cetro que não
aquele da cana de escárnio que lhe puseram nas mãos na hora da angústia. Não guardou outra
tiara de realeza que não fosse a coroa de espinhos. E não teve outro sólio de governança que
não aquele do lenho da ignomínia, em que testemunhou o sacrifício supremo. Mas desde que o
Rei dos reis veio ao encontro dos corações humanos, através da manjedoura da humildade,
retirando-se do mundo através dos braços da cruz da flagelação, o seu império cresce com os
dias e o seu nome é a glória das nações. E é por isso que, ainda hoje, todos nós, os cristãos do
século XX, encarnados e desencarnados, ajoelhamo-nos em espírito diante do esplendor da
estrela de Belém, para reverenciá-lo, jubilosos e comovidos: “Ave, Cristo! Os que aspiram viver
contigo para sempre te glorificam e te saúdam!”
Vianna de Carvalho/Chico Xavier – Registros Imortais, cap.10