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UFCD 0415 |Prevenção de quebra das 
mercadorias 

‐ Prevenção de quebra das mercadorias 

Técnico de logística

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QUEBRAS – Conceitos 1 |Prevenção de quebra das 
mercadorias 

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICOS  2 |Prevenção de quebra das 
mercadorias 

QUEBRAS ‐ CAUSAS E PREVENÇÃO

‐Origem das quebras
‐Quebras com causas extraordinárias 
‐Quebras com causas operacionais 
‐Procedimentos para a diminuição das quebras
‐Relacionamento com os fornecedores 
‐Controlo ao pessoal e às operações 
‐Implementação de sistemas de avaliação e de melhoria 
‐Implementação de sistemas de segurança
‐Arrumação das mercadorias e métodos de previsão
‐Manuseamento e o embalamento da mercadoria 
‐Sistemas de segurança 
‐Quebras – tratamento e recuperação

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QUEBRAS – Conceitos 3 |Prevenção de quebra das 
mercadorias 

TIPOS DE PERDA 

Perda conhecida: é o que não está fisicamente no inventário, porém sabemos o motivo 
de não estar. 

Perda desconhecida: é aquilo que está fisicamente em falta no inventário e não se sabe 
a causa dessa falta do produto. 

O comércio em Portugal perdeu, entre Julho de 2010 e Junho de 2011, 372 milhões de 
euros, devido sobretudo a roubos. 

Este valor representa um aumento de 7,3% face ao período de 2009/2010, segundo o 
estudo «Barómetro Global do Furto no Retalho». 

Estes dados demonstram a necessidade e a importância de conhecer com rigor as 
perdas desconhecidas. 

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QUEBRAS – Conceitos 4 |Prevenção de quebra das 
mercadorias 

O QUE SÃO QUEBRAS? 

São diminuições que não decorrem da venda ou uso. 

A QUEBRA de MERCADORIAS e a PERDA DESCONHECIDA = PERDA DE LUCRO 
E COMPETITIVIDADE. 

As quebras de mercadorias estão na origem de menos lucros para as 
empresas do que os esperados, face ao stock em inventário. 

OCORREM DEVIDO A: 

•Furtos (interno e/ou externo) 
•Abates de produtos deteriorados ou obsoletos. 

As quebras inferiores a 10% do stock = NORMAIS 
Quebras superiores a 10% = EXTRAORDINÁRIAS 

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QUEBRAS – Conceitos 5 |Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Saídas de produtos (vendas, devoluções de provedores, taras, ruturas stock) +
entradas de produto (compras, devoluções de clientes). 

Stock  Stock 
Inicial Saídas Entradas
Teórico

Stock  Stock  Diferença  


Teórico Real Inventário

Avaliado no momento do inventário 

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QUEBRAS – Conceitos 6 |Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Para evitar a quebra de mercadorias e a perda desconhecida , é necessário tomar 
medidas de prevenção: 

‐A localização da empresa e o respetivo layout, que deve ser considerado em projeto; 

‐A conferência de mercadorias deve ocorrer num local separado do armazenamento; 

‐Devem realizar‐se inventários para identificar a origem e a natureza das perdas; 

‐O stock teórico deve ser comparado com o stock físico; 

‐A área de stock deve ser limpa, organizada e bem iluminada, como medida para 
evitar os roubos e os erros de gestão. 

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QUEBRAS – Conceitos 7 |Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Algumas ORIENTAÇÕES para GARANTIR A QUALIDADE DA IMPLEMENTAÇÃO E GESTÃO 
DE UM SISTEMA DE INVENTÁRIO PERMANENTE: 

1.Todas as compras devem ser precedidas do registo da respetiva nota de encomenda 
ao fornecedor; 

2.A nota de encomenda deve estar devidamente valorizada (preferencialmente com os 
preços de compra exatos); 

3. A entrada da mercadoria deve respeitar um processo de ‘receção e conferência’, 
selecionando na nota de encomenda os produtos que foram entregues e confirmando 
as suas quantidades (em caso de entregas parciais); 

4.Garantir que todos os produtos estão etiquetados, de forma a: 
Facilitar a sua leitura automática, reduzindo o erro humano e acelerar o 
processo de faturação ou inventário; 

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QUEBRAS – Conceitos 8|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Algumas ORIENTAÇÕES para GARANTIR A QUALIDADE DA IMPLEMENTAÇÃO E GESTÃO 
DE UM SISTEMA DE INVENTÁRIO PERMANENTE: 

5.Para acelerar o processo de inventariação, a empresa pode ainda optar por 
dispositivos portáteis de conferência (por exemplo, PDA, tablets, etc.) com softwares 
específico de inventariação; 

6. Garantir procedimentos de controlo de quebras, sobras e furtos, bem como a 
realização periódica de contagens físicas de inventariação; 

7.Apesar de as sobras não levantarem questões fiscais, as quebras ou furtos devem 
respeitar alguns requisitos ( registos, denúncias), pelo que um processo de 
inventariação descuidado pode incorrer numa penalização fiscal para a empresa. 

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QUEBRAS – Conceitos 9|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Conforme o artigo 86.º do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA 2), 
“salvo prova em contrário, presumem‐se: 

• ADQUIRIDOS os bens que se encontrem em qualquer dos locais em que o sujeito 
passivo exerce a sua atividade e 
• TRANSMITIDOS os bens adquiridos, importados ou produzidos que não se 
encontrem em nenhum desses locais”. 

Assim, a NÃO EXISTÊNCIA DA MERCADORIA EM STOCK pode conduzir à 
presunção de que o produto foi vendido de forma não documentada, pelo que esta 
ausência deve ser controlada e registada pela empresa, com os respetivos documentos 
de quebras e regularização de existências no sistema (por exemplo, certidão de furto 
comunicada à Polícia Judiciária): “não existe obrigação legal de proceder a qualquer 
prévia diligência ou participação junto dos serviços da administração fiscal. “

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QUEBRAS – Conceitos 10|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Os sujeitos passivos terão vantagem em ter na sua posse elementos 
justificativos das faltas nas suas existências dos bens destruídos ou inutilizados, como 
forma mais segura de elidir a presunção no citado artigo 86”. 

Em suma, com o aumento das obrigações legais de reporte (como são 
exemplos o ficheiro SAF‐T (PT) ou a comunicação obrigatória de inventários), o 
investimento num ERP (software de gestão) é cada vez mais uma necessidade. ACABA 
POR SER UMA FERRAMENTA: 

 Na otimização interna, 
 Com impactos positivos na gestão de stocks, 
 Otimização da cadeia de abastecimento e logística de compras, 
 Permitindo às empresas ter inventários com valores cada vez mais baixos, 
 Aumentando a rotatividade dos produtos e 
 Diminuindo o risco de obsolescência técnica ou financeira. 

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QUEBRAS – Conceitos 11|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

TIPOS DE QUEBRAS 

Existem, essencialmente, três tipos de “perdas” que podem afetar os armazéns: 

1.Uma interrupção no negócio que interfere no funcionamento normal do armazém; 
inclui todas as situações que tornam impossível expedir mercadorias, receber ou 
movimentar as mercadorias no armazém; 

2.Algumas causas extraordinárias, que afetam tanto o edifício como o seu conteúdo; 

3.Outras causas que afetam apenas a estrutura do armazém. 

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QUEBRAS – Conceitos 12|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

AS QUEBRAS PODEM SER:

1.QUEBRAS EXTRAORDINÁRIAS são as de verificação imprevisível e resultantes de 
factos alheios ao exercício da atividade: 

 Incêndios e danos por água; 
 Derrocadas, falhas estruturais, tempestades; 
 Roubos* (assaltos) 
 Vandalismo. 

As QUEBRAS OPERACIONAIS merecem destaque devido ao seu impacto no volume das 
perdas. 
Tratam‐se de “avarias” causadas nas mercadorias por movimentação e 
acondicionamentos inadequados que REDUZEM o seu VALOR COMERCIAL, parcial ou 
total. 

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QUEBRAS – Conceitos 13|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

AS QUEBRAS PODEM SER:

2.QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ são verificadas com alguma regularidade e resultam da 
atividade e/ou manuseamento de certos bens: 

 Validade dos produtos ultrapassada; 
 Quebras acidentais de mercadorias; 
 Mau acondicionamento (embalagem); 
 Falta/ mau controlo das datas de validade dos produtos; 
 Deficiente registo da localização da mercadoria; 
 Furtos* e erros na expedição/receção de mercadorias; 
 Devoluções de clientes. 
 Deterioração dos perecíveis; 
 Degustação de produtos na sua embalagem original; 

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QUEBRAS – Conceitos 14|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

ROUBOS ‐ Quando o autor se apropria de 1 objeto ou valor no qual não possui nem a 
posse ( não comprou ) nem o direito ( não é o dono). Existe emprego de violência ou 
ameaça. É a modalidade violenta do furto. 

ASSALTO – É a forma não jurídica de designar o roubo. 

FURTOS ‐ Quando o autor se apropria furtivamente ou fraudulentamente, de 1 objeto 
ou valor no qual não possui nem a posse ( não comprou ) nem o direito ( não é o 
dono). 

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QUEBRAS – Conceitos 15|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

QUAIS SÃO OS CINCO PILARES DA PREVENÇÃO DE PERDA? 

1. Colaboradores (seleção de funcionários, consciencialização de um trabalho coletivo, 
trabalhos motivacionais, comportamentos em grupo, treinos); 

2. Procedimentos (padrão uniforme operacional, normas, programas e planificação de 
Prevenção de Perdas); 

3. Controlo (mapear, monitorar, observar e avaliar a inspeção e supervisão 
operacional); 

4. Informações após, ou antes, um evento (estatística e análise dos incidentes); 

5. Tecnologia (CFTV‐ Circuito fechado ou circuito interno de televisão, alarmes, 
sensores, etc.). 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  16|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Mau acondicionamento

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  17|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Quebras acidentais das mercadorias 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  18|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Validade das mercadorias

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  19|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Devolução da mercadoria pelos clientes  

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  20|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

TIPOS DE DEVOLUÇÃO 

Basicamente EXISTEM DOIS TIPOS DE DEVOLUÇÕES: 

 Devoluções em vendas directas ao consumidor final e
 Devoluções por erro de expedição. 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  21|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

TIPOS DE DEVOLUÇÃO 

DEVOLUÇÕES EM VENDAS DIRECTAS AO CONSUMIDOR FINAL: 

É a devolução do produto vendido ao consumidor final. Na generalidade dos países 
existem legislações que regulamentam o prazo máximo de devolução do produto à 
empresa que o adquiriu, seja por meio físico, por catálogo, Internet, etc., caso o 
consumidor fique insatisfeito. Insatisfação essa que pode ser porque o produto chegou 
ao cliente em mau estado, por não funcionamento de funcionalidades do 
equipamento, ou até a não satisfação das expectativas do cliente. No entanto constata‐
se cada vez mais a flexibilidade das empresas nesta matéria independentemente da 
legislação. Algumas empresas Norte‐Americanas já recebem as mercadorias devolvidas 
sem perguntar ao cliente a razão pela qual o fez. 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  22|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

TIPOS DE DEVOLUÇÃO 

NOTA: O processo de devolução de um produto vendido pelo grossista é normalmente, 
o inverso da venda, ou seja, o consumidor devolve ao distribuidor e este 
consequentemente ao grossista. Desta maneira, os produtos devolvidos seguirão o 
caminho contrário ao das entregas, mas este processo torna‐se mais difícil quanto maior 
for o número de distribuidores. 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  23|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

TIPOS DE DEVOLUÇÃO 

DEVOLUÇÕES POR ERRO DE EXPEDIÇÃO: É a devolução do produto vendido ao cliente 
(que neste caso pode ser uma empresa) por erro de envio. Esse tipo de devolução está 
muito relacionado com as transacções entre as empresas e nas vendas directas ao 
cliente, este último pode acontecer quando a compra é efectuada por catálogo ou por 
Internet. 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  24|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Furtos 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS   25|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
PERDA DESCONHECIDA

A prática mais comum, que permite um melhor controlo das causas das perdas, é 
SEPARAR AS PERDAS EM DOIS GRANDES GRUPOS: 

1.Perda identificada 

2.Perda não identificada. 

A perda identificada refere‐se a todas as quebras operacionais que, através da 
constatação do produto danificado, degustado e com prazo de validade expirado, 
permite identificar a perda e classificá‐la. 
As trocas não são classificadas como perdas identificadas pela natureza de devolução 
das mercadorias aos fornecedores, desde que tratadas previamente num acordo 
comercial. 
Perda não identificada refere‐se às perdas obtidas através da diferença entre o stock 
físico e o stock teórico, isto é, a perda de stock cuja causa não é possível identificar. 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  26|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
PERDA DESCONHECIDA
AS TRÊS CAUSAS DE PERDA DESCONHECIDA SÃO: 

1.FURTO EXTERNO – pessoas alheias à empresa; Exemplos: Furto de bens ou dinheiro 
por parte de clientes; Fraudes com cheques e cartões na aquisição de bens ou serviços; 

2.FURTO INTERNO – empregados da própria empresa ou pessoas com atividades ligadas 
à empresa; Exemplos: Furto de bens ou dinheiro por parte dos funcionários em qualquer 
parte do circuito de pós‐produção (transporte, armazenagem ou loja); 

3.ERROS DE GESTÃO – resultado de falhas de gestão não intencionadas, Exemplos: 
registo de vendas com preços errados, a não contabilização de quebras por 
obsolescência, mau controlo de inventário, erros contabilísticos, etc.. 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  27|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
PERDA DESCONHECIDA

A DIFERENÇA DE INVENTÁRIO 

O 1º passo para reduzir e combater o impacto da quebra desconhecida na nossa 
organização é conhecer e reunir informação sobre este problema. 
Para o fazer temos que calcular a diferença de inventário. 

A DIFERENÇA DE INVENTÁRIO é a diferença entre o inventário teórico e o inventário 
real ou físico; ou seja, a diferença entre o que deveríamos ter de acordo com a nossa 
atividade empresarial e o que realmente temos. 

Para DETERMINAR O NÍVEL DE QUEBRA DESCONHECIDA numa organização podem ser 
UTILIZADOS VÁRIOS ÍNDICES: 

• Como % do custo das quebras relativamente ao número de vendas, valorizando as 
quebras de produto a preços de custo médio. 
• Como % de unidades que faltam no total das unidades vendidas 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  28|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
PERDA DESCONHECIDA

PODEMOS REALIZAR DOIS TIPOS DE INVENTÁRIOS : 

 O inventário geral 
 O inventário rotativo.

O INVENTÁRIO GERAL, tem 1 carácter vinculativo dos dados apurados, os quais se 
tornam oficiais não só para a empresa, como perante todos os organismos público‐
fiscais. 

Os INVENTÁRIOS ROTATIVOS são apenas instrumentos de controlo ao longo da 
temporada, para apurar desvios em determinadas famílias de mercadorias. 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  29|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

ESTA MEDIÇÃO DEVE SER FEITA PARA : 

 Ter consciência do problema, e 
 Ser a base das potenciais decisões correctivas. 

AS DIFERENÇAS DE INVENTÁRIO PODEM SERVIR PARA : 

• Rever ou estabelecer novos procedimentos internos (logística, segurança, 
encomendas, etc.). 
• Adoção de medidas de segurança pontuais sobre determinados produtos, zonas, 
lojas, etc. 
• Ações comerciais para expôr o produto em locais mais seguros da loja: As medidas 
corretivas que podem ser tomadas serão mais eficientes quanto maior for a qualidade 
da informação. 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  30|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
PERDA DESCONHECIDA
A QUALIDADE DA INFORMAÇÃO SERÁ DETERMINADA POR:

 A que nível da organização se realiza: ou seja, se é feita ao nível da loja, secção, 
categoria, referência, etc. 

 Frequência temporal do cálculo. 

 O cálculo da diferença de inventário permite corrigir os desvios que possam existir 
no inventário teórico relativamente à atividade real. 

Este facto é importante, uma vez que o inventário teórico constitui a base para a 
tomada de muitas decisões que transcendem o âmbito da quebra desconhecida. 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  31|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
PERDA DESCONHECIDA

UM INVENTÁRIO TEÓRICO DEFICIENTE PODE LEVAR A: 

•Roturas de stock. Ex: os sistemas de informação refletem que existe produto na loja 
quando na realidade não há. 

• Implantações deficientes. Ex: O espaço que um produto ocupa no linear deveria estar 
em consonância, entre outras questões, com a rotação do produto, e esta é calculada a 
partir do inventário teórico. 

• Cadeias de abastecimento ineficientes. Ex: as políticas de abastecimento são 
estabelecidas a partir dos dados do inventário teórico. Dados erróneos de inventário 
conduzem a um abastecimento ineficiente. 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  32|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
PERDA DESCONHECIDA

ERROS E PONTOS DE RISCO A TER EM CONTA NA DIFERENÇA DE INVENTÁRIO: 

• Haver engano na seleção do corte dos últimos movimentos que vão ser considerados 
no cálculo do inventário teórico. 

Exemplo: se foram feitas vendas enquanto o inventário físico é realizado e estes 
movimentos não forem incluídos no cálculo do inventário teórico que utilizaremos para 
calcular a diferença, o resultado revelará que “faltam” unidades quando na realidades 
elas foram vendidas, mas não incluídas no cálculo. 

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QUEBRAS – OPERACIONAIS  33|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
PERDA DESCONHECIDA
• Manusear informação errónea ou incompleta. 

São especialmente críticos os seguintes procedimentos e documentos: a informação 
automática de venda diária das lojas. 

SÃO FONTE DE INVENTÁRIOS ERRÓNEOS: 

‐Duplicação das vendas. 
‐Realização de envios incorretos de vendas. 
‐Mistura de artigos entre vários códigos. 
‐Notas de entrega de armazém. 
‐Faturas relativas a entregas diretas na loja. 
‐Devoluções de produto. 
‐Regularizações de preço. 
‐Autoconsumos. 
‐Receções incorretas. 

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mercadorias 
ERRO?

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QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ FURTO INTERNO, EXTERNO OU  35|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
ERRO?

QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

Após o conhecimento do valor da quebra que a empresa sofreu, como determinar a sua 
origem – furto externo, interno e erros)? A única forma é reunir informação das 
ocorrências e tirar conclusões que permitam ponderar o peso de cada uma das três 
causas. 

AS INFORMAÇÕES MAIS ÚTEIS SÃO: 

 Tentativas de furto detetadas; 
 As provas que demonstrem o furto: etiquetas eletrónicas encontradas na loja e 
etiquetas de preço violadas, entre outras; 
 Discrepância detetada nas encomendas; 
 Erros de fixação de preços. 

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mercadorias 
ERRO?

QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

Pontos de Risco: RECURSOS HUMANOS: Os seguintes fatores têm influência no 
comportamento dos colaboradores e portanto também podem agir como inibidores ou 
potenciadores de certos comportamentos desonestos: 

 Ambiente laboral (motivação, etc…); 

 Política de RH e de contratação (tipo de contratos, rotação de pessoal, políticas de 
retribuição, etc…). 

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mercadorias 
ERRO?
QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

O PRODUTO: O risco de um produto poder ser roubado AUMENTARÁ em função da sua 
atratividade para o potencial ladrão. 

OS FATORES QUE DETERMINAM ESTA ATRATIVIDADE SÃO: 
1. O valor; 
2. A novidade; 
3. A facilidade de venda: 
De ser furtado (tamanho, etc…); 
Localização no armazém, locais das instalações onde é mais simples “agir”. 

Os PROCEDIMENTOS: A forma como são executados será determinante para inibir ou 
facilitar comportamentos desonestos. 
Neste sentido os MAIORES RISCOS são: 
• As encomendas em que não é possível controlar o conteúdo no momento da 
entrega; 
• Entregas “cegas” (não é controlado o conteúdo dos envios). 

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mercadorias 
ERRO?

QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

Os colaboradores da loja, nomeadamente a direcção da loja, devem estar em 
permanência, atentos aos seguintes indícios de furto: 

– Visitas frequentes de familiares ou de amigos;
– Chamadas telefónicas pessoais frequentes;
– Informação incompleta em operações de devolução de mercadorias; 
– Mercadoria escondida no armazém; 
– Mercadoria empacotada em caixas ou em sacos. 
Os sacos e ou embalagens de todos os colaboradores da loja/ armazém, 
incluindo funcionários de limpeza, devem mostrados à saída da loja. 
Todo o lixo gerado pela loja/ armazém, deverá sair da mesma, em sacos 
transparentes e o director da loja/ armazém deverá fazer verificações ao lixo, de forma 
aleatória. 

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mercadorias 
ERRO?
QUEBRAS: FURTOS INTERNOS
Os colaboradores da loja, nomeadamente a direcção da loja, devem estar em 
permanência, atentos aos seguintes indícios de furto: 

– Visitas frequentes de familiares ou de amigos;
– Chamadas telefónicas pessoais frequentes;
– Informação incompleta em operações de devolução de mercadorias; 
– Mercadoria escondida no armazém; 
– Mercadoria empacotada em caixas ou em sacos. 
Os sacos e ou embalagens de todos os colaboradores da loja/ armazém, 
incluindo funcionários de limpeza, devem mostrados à saída da loja. 
Todo o lixo gerado pela loja/ armazém, deverá sair da mesma, em sacos 
transparentes e o director da loja/ armazém deverá fazer verificações ao lixo, de forma 
aleatória. 

‐ O Armazém da loja não deve ser relegado para segundo plano e como tal deverá ter 
regras de acesso bem definidas, bem como, uma organização cuidada e que facilite a 
reposição de mercadoria em loja. 

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mercadorias 
ERRO?

QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

DICAS PARA PREVENIR FURTO INTERNO: 

• Pensar como os furtantes: Tanto os executivos da empresa como os executores de 
normas e procedimentos antifurtos devem buscar pensar como o furtante que age ou 
poderia agir na sua empresa. Ao entender melhor as estratégias de quem causa o furto 
fica mais fácil perceber os pontos que são mais vulneráveis e as soluções preventivas 
serão cada vez mais eficientes. 

• Tipo de gestão: Se um funcionário de qualquer nível for chamado pela própria 
empresa a praticar delitos em seu nome, é bem possível que ele e os seus 
companheiros de trabalho pratiquem o furto interno com menos remorsos. 

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mercadorias 
ERRO?

QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

O TRANSPORTE: As operações de transporte estão sujeitas a uma série de 
procedimentos de elevado risco (carga, descarga, entregas, etc.). Nota: Não esquecer a 
cumplicidade das pessoas que têm acesso aos produtos (tanto externas, como internas 
à organização). 

COMO PREVENIR? 

Normas de funcionamento interno, tanto para funcionamento geral da empresa, como 
para os procedimentos mais críticos, fazer uma avaliação e acompanhamento 
constante da aplicação destas normas; Medidas de prevenção e controlo dos produtos 
e nomear responsáveis encarregues de as aplicar. 

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mercadorias 
ERRO?
QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

CAUSAS:

A tentação: Que variará em função da necessidade do empregado, da sua 
ambição/ganância. 

Da tolerância: Dos quadros relativamente às ações desonestas contra a própria 
empresa. 

Da facilidade: Cometer um furto interno e este existe se houver oportunidade (Acesso 
ao produto, Tempo disponível e Posição que ocupa) 

A perceção: Do empregado sobre as possíveis repercussões que possa ter um 
comportamento desonesto. Esta dependerá do “medo” de ser apanhado, de ser 
castigado e de se sentir culpado. 

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mercadorias 
ERRO?

QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

Deve‐se EVITAR que sejam criadas PERCEÇÕES ENTRE OS EMPREGADOS do tipo: 

“A empresa já ganha dinheiro suficiente” Neste caso existe um elevado nível de 
tolerância relativamente às pessoas que cometem ações desonestas. 

“Aqui roubar é muito fácil” Os empregados não têm medo, nem de serem apanhados, 
nem de serem castigados. 

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QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

DEVE‐SE TRABALHAR eficientemente O CONCEITO DE: “A empresa é a minha casa” 

 A cultura empresarial 
Inibidores de 
 A integração do empregado 
Tentações 
 A política de Recursos Humanos 
( Os RH possuem 1 recurso valioso para mensurar os índices de satisfação interna: a 
pesquisa de clima organizacional, 

INTRAEMPREENDEDORISMO 
O colaborador intraempreendedor é aquele que pratica o empreendedorismo dentro 
dos limites na organização, ou seja, aquela pessoa que tem a visão de analisar cenários, 
usar a criatividade, selecionar melhor as ideias e inovar, sempre a pensar em fazer a 
empresa vender mais, ganhar mais e reduzir custos. 

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mercadorias 
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QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

Principais CARACTERÍSTICAS DESSES EMPREENDEDORES, que podem fazer a diferença 
para a evolução de uma empresa: 

– Ter a capacidade de analisar cenários; 
– Utilizar a criatividade para seleccionar as melhores ideias para promover a inovação; 
– Pensar em como fazer a empresa ganhar mais, vender mais e reduzir custos; 
– Agir como “dono” do negócio;
– Demonstrar resiliência quando situações adversas acontecem; 
– Tomar decisões; 
– Trabalhar com autonomia; 
– Procura de melhoria constante e descoberta de oportunidades; 
– Ser auto‐confiante e demonstrar paixão pelo trabalho. 

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DESAPARECIMENTO MISTERIOSO 

Proteger mercadoria que “desaparece de modo misterioso” exige : 
 Uma cuidadosa mistura de técnicas físicas de segurança com o pessoal 
 Precauções processuais. 

As técnicas físicas são o mais fácil de colocar em prática – também são frequentemente 
as únicas a serem usadas no armazém. Os melhores procedimentos de segurança no 
mundo não podem derrotar a parceria entre 2 indivíduos desonestos ‐ um funcionário 
dentro do armazém e uma pessoa externa. Mesmo quando o objetivo é empregar 
somente empregados honestos, de confiança, e mesmo que um armazém tenha 
empregados honestos a 100%, esta é vulnerável à desonestidade dos estranhos. Neste 
caso, as verificações processuais tornam‐se importantes, pois assegura‐se que os 
empregados honestos usam os sistemas de segurança. 

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mercadorias 
ERRO?
QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

UMA COMBINAÇÃO DOS TRÊS ELEMENTOS: 

 As técnicas físicas,  Devem ser consideradas 
 O pessoal e  quando se olha pela 
 As precauções processuais  segurança do armazém

CONFIRMAR A HONESTIDADE DO EMPREGADO 

O factor principal no roubo combinado é a falta de interesse por parte da gerência na 
segurança. 

• A falha número um é a selecção do candidato a empregado. 
• É difícil seleccionar pretendentes que sejam honestos e tenham as habilidades 
exigidas. 
• O custo de empregar a pessoa errada pode facilmente chegar aos milhares de euros. 

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QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

HÁ MUITAS MANEIRAS DE FAZER A SELEÇÃO DO CANDIDATO: 

 Entrevistas pessoais, 
 Verificar referências e 
 Testes ao candidato também ajudam a selecionar os candidatos para o trabalho. 

Todos os empregados de armazém devem ser testados relativamente à sua habilidade 
e integridade. 

DAR E VERIFICAR REFERÊNCIAS 

• Antigo chefe envia uma carta de recomendação, 
• Os recrutadores entram em contacto por telefone com chefes, subordinados e 
clientes internos de empregos anteriores     

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QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

OUTROS CONTROLOS 

• Pode ser necessário usar empregados disfarçados para detetar roubos combinados:

• Os empregados disfarçados podem estar disponíveis sob varias formas, desde 
detetar roubos combinados até à deteção de outras atividades que se negoceiam 
em armazéns. 

Outro impedimento para evitar os roubos combinados é conduzir testes aleatórios, ao 
descarregar veículos à partida. 

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mercadorias 
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QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

VALORIZAÇÃO DO PRODUTO 

• Ao analisar a segurança contra roubo, estude a valorização de cada produto em 
armazém: 

Alguma mercadoria pode ser valiosa, mas não pode ser vendida facilmente; 
outros produtos podem ser de mais baixo valor, mas vendem‐se facilmente. 

Por exemplo, os produtos de alimentos básicos, os produtos de papel e outros produtos 
que não têm um elevado valor mas têm um mercado pronto, têm sido objeto de roubos 
maciços. 

• Depois de determinar a valorização do produto, deve‐se aplicar padrões seletivos 
de segurança, com medidas de segurança mais elevadas para a mercadoria que é 
mais negociável. 

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mercadorias 
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USAR A SUPERVISÃO PARA A SEGURANÇA

Uma boa maneira de derrotar o roubo combinado é a VERIFICAÇÃO. Idealmente, a 
pessoa que faz esta verificação deve ser chefe ou um supervisor que seja membro da 
gerência. 

1.Primeiro, a colocação e a quebra de todos os selos deve ser da responsabilidade do 
chefe, acompanhada pelo condutor de camião cujo veículo foi selado. 

2.Segundo, na receção de carga, o chefe e o recetor devem verificar toda a mercadoria. 
Num armazém ocupado ou aglomerado, esta verificação pode ocorrer numa área de 
armazenamento, DESDE QUE a carga seja tirada diretamente do veículo. 

3.Em terceiro lugar, como é feita 1 verificação aleatória a determinadas cargas, esta 
DEVE SER FEITA por 1 membro da gerência. 

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PROCEDIMENTOS PARA PROMOVER A SEGURANÇA 

• As políticas pessoais podem ser estruturadas para incentivar a honestidade –
exemplo disso é uma política restrita de aceitação de presentes. 

• Outra situação é, por exemplo, só o chefe pode quebrar e aplicar selos, devendo 
haver 1 documento que identifique quem executou a tarefa. 

• Cada recipiente vazio é uma embalagem potencial para a mercadoria roubada. 

• Um reboque vazio deixado numa doca pode ser utilizado para roubo. O mesmo é 
verdadeiro para carros com caixas vazias e mesmo funis do lixo. Uma maneira é 
restringir o acesso a tais recipientes. 

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QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

PROCEDIMENTOS PARA PROMOVER A SEGURANÇA 

• Os veículos vazios de mercadoria devem ser mantidos selados ou ser inspecionados 
enquanto saem do armazém. Além disso, esta inspeção deve ser coberta por um 
registo escrito de que ocorreu. 

• Exija que todas as caixas de papelão sejam achatadas antes da reciclagem. Isso 
torna mais complicado o roubo de produtos dentro de caixas pelo método do lixo 
descrito acima. 

• Reorganize a mobília para eliminar pontos‐cegos. Empregados dificilmente roubarão 
se não houver lugares onde eles não possam ser vistos. 

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PROCEDIMENTOS PARA PROMOVER A SEGURANÇA 

Faça inspecções surpresa. Apesar de ir contra o gosto dos funcionários, certamente eles 
roubarão bem menos se houver chances de que a registradora seja levada para uma 
auditoria sem aviso prévio. 

• Mude as medidas de segurança depois de demissões. Apesar de raro, é possível que 
ex‐trabalhadores roubem o local depois de terem se desligado da empresa por ainda 
terem o crachá, chaves, etc. Como prevenção, reinicie todos os sistemas de 
segurança e monitoramento depois de demitir alguém. 

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MEDIDAS DE CONTROLO E PREVENÇÃO DAS INSTALAÇÕES: 

• Controlar o acesso às instalações de pessoas e veículos alheios; 

• Atribuir acreditações às pessoas alheias à organização e colocar distintivos nos 
veículos externos para que sejam identificados no interior; 

• Atribuir cartões de identificação a todos os empregados que tenham acesso às 
instalações; 

• Reduzir na medida do possível o número de entrada e saídas nas instalações; 

• Manter permanentemente vigiadas as portas por onde entram e saem veículos e 
pessoal e  Vedar as instalações; 

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mercadorias 
ERRO?
QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

Os colaboradores da loja/armazém devem estar em permanência, atentos aos 
seguintes indícios de furto: 

– Mais de duas pessoas a comprar em conjunto; 

– Pessoas com atitude estranha: que observem demasiado, questionem sem intenção 
de comprar; 

– Pessoas que tentem distrair os colaboradores da loja; 

– Grandes sacos que possam ser facilmente abertos; 

– Pessoas que tentem esconder

–se ou evitar os colaboradores da loja; 

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QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ FURTO INTERNO, EXTERNO OU  57|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
ERRO?
QUEBRAS: FURTOS INTERNOS
Dentro dos provadores todas as situações que facilitem o roubo, devem ser eliminadas, 
nomeadamente, a existência de fendas, na traseira de espelhos, nos rodapés das 
paredes e nos bancos, bem como, eliminadas as bainhas das cortinas, já que são locais 
passíveis de esconder alarmes, abusivamente retirados das peças de roupa e acessórios. 

É, recomendável que sejam instituídas regras de utilização dos provadores, no que se 
refere à quantidade de peças de roupa e ou acessórios que os clientes transportam para 
dentro dos referidos provadores. 

Os alarmes da roupa, além de um elemento dissuasor são um importante alerta em 
caso de roubo. Recomenda‐se que todas as peças da loja estejam devidamente 
alarmadas. 

Sempre e quando os alarmes não sejam suficientes para alarmar todas as peças de 
roupa e acessórios existentes na loja, deve dar–se prioridade à colocação de alarmes, 
nas peças de roupa que se encontrem à entrada da loja, nas mesas principais de 
exposição e aos artigos com o preço mais elevado. 

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QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ FURTO INTERNO, EXTERNO OU  58|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
ERRO?

QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

RELATIVAMENTE AO ESTACIONAMENTO DE VEÍCULOS, É RECOMENDADO: 

• Sinalizar as zonas, 
• Estacionamento dos empregados longe dos edifícios 
• Criar lugares para as visitas; 
• Apostar na iluminação (elemento de segurança para o vigilante e é um elemento 
dissuasivo) 
• Não permitir que estacionem veículos particulares nas zonas de carga e descarga ou 
onde é armazenado o produto. 
• Manter vigiadas zonas críticas como o acesso dos vestuários à zona onde está a 
mercadoria, o acesso aos cais, … 
• Guardar as mercadorias de mais valor em zonas especialmente vigiadas e registar 
os movimentos de entrada e saída a essas zonas: data, hora, número do selo...

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QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ FURTO INTERNO, EXTERNO OU  59|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
ERRO?
QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

PAPEL DO MOTORISTA NA PREVENÇÃO E CONTROLO:

Deve estar presente durante a carga e descarga; 

Deve assumir a responsabilidade de que a mercadoria que figura na nota de entrega 
seja a que carregou e descarregou; 

CONTINGÊNCIAS: 

É recomendado que o motorista possua um documento que certifique que se viu 
obrigado a retirar o selo do veículo por exigência das forças de segurança. 

• Caso esta situação ocorra, o documento também deve certificar que o veículo foi de 
novo selado na presença das autoridades. 

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QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ FURTO INTERNO, EXTERNO OU  60|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
ERRO?
QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

PAPEL DO MOTORISTA NA PREVENÇÃO E CONTROLO:

• VEÍCULOS RASTREADOS E TREINO TÉCNICO: 

O sistema de protecção instalado nos camiões, utilitários e veículos de carga em geral, 
são dotados de tecnologia de ponta, proporcionando muitos recursos, como corte de 
combustível, desengate da carreta e accionamento directo da central.. 

Os motoristas, necessitam de treinos constantes, para utilização dessas ferramentas, 
que inclui o computador de bordo para realizar a troca de mensagens ou informações 
com a central. 

Esses profissionais, devem sentir‐se seguros em relação ao manuseio, para que saibam 
utilizá‐los nos momentos convenientes. 

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QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ FURTO INTERNO, EXTERNO OU  61|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
ERRO?

QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

O SISTEMA DE SEGURANÇA VEICULAR GERALMENTE É COMPOSTO POR: 

− RASTREAMENTO E MONITORAMENTO VIA SATÉLITE E VIA TELEFONE: Localiza o 
veículo e envia comandos para a central de monitoramento, que trabalha 24 horas sem 
interrupção.

− SENSORES: Proporciona a abertura de portas da cabine e do baú, desengate de 
carreta e detecta vandalismo.

− ATUADORES: Trava das portas do baú, corte de combustível, trava de 5ª roda da 
carreta (engate da carreta), alarme áudio visual (sirene, pisca) e outros. 

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QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ FURTO INTERNO, EXTERNO OU  62|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
ERRO?
QUEBRAS: FURTOS INTERNOS

TECNOLOGIA APLICADA AO CONTROLO E PREVENÇÃO DURANTE O TRANSPORTE DE 
MERCADORIAS: 

1.Global Positioning Systems (GPS): Esta tecnologia permite fazer um 
acompanhamento do movimento das cargas, disponibilizar informações precisas sobre 
o local, a situação dos envios e, se forem utilizados alarmes para detetar, se a carga do 
veículo foi violada; 

2.Selagem da carga ou do veículo: Deixa registo que o conteúdo da carga ou do veículo 
foi violado; No caso de cargas seladas verificar que os selos não foram manipulados e 
que os números dos selos estão corretos. 

3.OUTROS: Alarmes de deteção nas entradas e saídas e utilização de um Circuito 
Fechado de Televisão. 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ Recolhas e devoluções do cliente  63|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ Recolhas e devoluções do cliente  64|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

As RECOLHAS NO CLIENTE CRIAM UM RISCO adicional de roubo. 

 Uma maneira de controlar este risco é ter a mercadoria pronta em stock para 
entrega e essa entrega ser feita ao cliente por outro trabalhador diferente. 

 Este procedimento é baseado no facto de que há geralmente só 2 indivíduos 
envolvidos em roubos combinados. 

 As devoluções dos clientes apresentam um problema de segurança não comum –
isto se a mercadoria vier em caixas não padronizadas. Se for este o caso, a 
mercadoria deve ser verificada logo que chegue ao armazém. 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ Recolhas e devoluções do cliente  65|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

As RECOLHAS NO CLIENTE CRIAM UM RISCO adicional de roubo. 

 O controlo de originais é tão importante como o controlo da mercadoria. Etiquetas 
fraudulentas podem ser usadas para desviar expedições pequenas e a melhor 
maneira de impedir isto é supervisionar a introdução das etiquetas. 

 Muitos grupos de armazém vão almoçar ou tomar café ao mesmo tempo, sem ter 
alguém disponível para inspecionar docas ou portas de entrada. Deve‐se evitar as 
pausas ao mesmo tempo e ter sempre alguém para proteger as entradas não 
autorizadas. 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ Recolhas e devoluções do cliente  66|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

DEVOLUÇÃO DE MERCADORIA Nas relações comerciais é muito comum, por vários 
motivos, que haja a devolução de mercadoria. 

DATA DE VALIDADE 
 Prazo de validade é o tempo de duração dado a produtos alimentares, bebidas, 
medicamentos e outros itens perecíveis antes de serem considerados inadequados 
para venda ou consumo. 

 É o tempo que os produtos podem ser armazenados, durante o qual a qualidade 
definida de uma determinada proporção das mercadorias permanece aceitável para 
as condições de distribuição, armazenamento e venda.

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ Recolhas e devoluções do cliente  67|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

ESTADO DA EMBALAGEM 

 Existe a importância das embalagens secundárias para proteger os produtos contra 
avarias durante o manuseio e a armazenagem, como também protege contra furtos. 

 Para proteger a embalagem contra avarias é necessário adequá‐la ao produto e 
selecionar seu material, levando em conta o grau desejado de proteção ao produto. 

CAUSAS DE AVARIAS RELACIONADAS COM EMBALAGEM: 
 Vibrações, 
 Impactos, 
 Perfurações 
 Compressões 

Podem ocorrer simultaneamente, esteja a mercadoria em trânsito ou sob manuseio. 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ Recolhas e devoluções do cliente  68|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

EM TRÂNSITO AS AVARIAS PODEM SER REDUZIDAS POR: 

 Amarração de volumes, 

 Fixação, 

 Amarração à carroçaria do veículo, 

 Calços para impedir o deslizamento, a vibração e o choque entre as mercadorias, ou

 Utilizando ao máximo o espaço disponibilizado nos veículos de transporte das 
mercadorias. 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ Recolhas e devoluções do cliente  69|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

FACTORES EXTERNOS QUE PODEM ACARRETAR AVARIAS : 

 Temperaturas elevadas, 
 Humidade e 
 Materiais estranhos. 

Estes fatores externos estão fora de controlo logístico e afetam o conteúdo das 
embalagens quando este é exposto, podendo derreter, estragar, empolar, descascar e 
até fundirem‐se uns com os outros, perdendo a cor. 

Pode ser motivo de não aceitação de mercadoria quando se verifica desconformidade 
face ao tipo e/ou dimensão da embalagem acordadas entre fornecedor e cliente. 

Considera‐se motivo válido para a não aceitação de mercadoria quando estamos 
perante incumprimentos, quer no prazo de entrega quer quanto a quantidades, face às 
condições previamente acordadas.

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ Recolhas e devoluções do cliente  70|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

NOTA DE DEVOLUÇÃO 

 Sempre que se trate de mercadoria objeto de devolução por se apresentar 
defeituosa ou avariada, de acordo com o contrato elaborado e ou ao abrigo da 
garantia entre o fornecedor e o comprador, a fatura terá que ser substituída por uma 
guia ou nota de devolução. 

 A nota de devolução é, assim, o documento de reporte/suporte a operação acima 
descrita 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ ERROS MAIS FREQUENTES   71|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ ERROS MAIS FREQUENTES   72|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Os erros são falhas na gestão, que fazem com que as contas dos resultados apresentem 
valores inferiores. 

PONTOS DE RISCO 

A Falta de formação e de meios materiais adequados para o tratamento da informação, 
originam diferenças entre os fluxos físicos de mercadoria e o fluxo de informação: 

Quantidades e produtos incorretos (referência, formato...).. 

Deterioração dos produtos. 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ ERROS MAIS FREQUENTES   73|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

NO CÁLCULO DA DIFERENÇA DE INVENTÁRIO, HÁ ERROS FÁCEIS DE COMETER: 

Enganos nos últimos movimentos a serem considerados pelo cálculo do inventário 
teórico, como, por exemplo, durante a realização do inventário são feitas vendas, mas 
os movimentos não são incluídos no inventário; 

 Analisar informação incorreta ou incompleta; 

ENTRE A DOCUMENTAÇÃO MAIS SUSCETÍVEL, DESTACA‐SE A QUE VEM 
AUTOMATICAMENTE DAS LOJAS: 
 Duplicação de vendas, 
 Envios incorretos de transacções, 
 Mistura de artigos entre vários códigos, 
 Notas de entrega de armazém, 
 Facturas relativas a entrega nas lojas, 
 Devoluções de produtos, 
 Regularizações de preço, 
 Autoconsumos, entre outros. 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ ERROS MAIS FREQUENTES   74|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

NA REALIZAÇÃO DO INVENTÁRIO FÍSICO, CONSTITUEM FONTES DE RISCO: 

1. Produtos que estão localizados em mais do que um ponto da loja ou armazém, pois 
podem originar quebras de produto no cálculo, quando na realidade esta não existe; 

2. Produtos com vários componentes; na falta de um componente não detetado pode 
acontecer que a contagem física não assuma a quebra; 

3. Armazéns e lojas desarrumadas dificultam a contagem dos produtos. 

4. A preparação das encomendas; 

5. Os processos de entrega e receção da mercadoria; 

6. A gestão das devoluções e produtos estragados. 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ ERROS MAIS FREQUENTES   75|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

A DETERIORAÇÃO DOS PRODUTOS ACONTECE POR NÃO EXISTIREM INSTALAÇÕES 
ADEQUADAS QUE PERMITAM: 

• Manter uma temperatura adequada para a conservação dos produtos; 
• Execução de uma “paletização” correta. 

PROCEDIMENTOS NA PREVENÇÃO E 
CONTROLO DOS ERROS: 

 A definição eficiente dos procedimentos mais críticos; 
 O controlo sobre a execução dos mesmos; 
 A utilização eficiente das ferramentas adequadas. 
 É recomendado realizar ações de formação dos operadores sobre: 
 Aplicação dos procedimentos estabelecidos; 
 Utilização e manuseamento das ferramentas necessárias. 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ ERROS MAIS FREQUENTES   76|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Estas FERRAMENTAS permitem REDUZIR AS OCORRÊNCIAS E CONTROLAR OS PONTOS 
DE RISCO que constituem uma fonte de erros na logística: 

 Agilizam e aumentam a qualidade da informação para os fluxos administrativos e 
operacionais. 

 Reduzem ocorrências nas entregas e no processo de faturação. 

 Aumentam os níveis de informação e localização dos produtos. 

78

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ CAUSAS GERADORAS DE  78|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
QUEBRAS 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ CAUSAS GERADORAS DE  79|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
QUEBRAS 

AS QUEBRAS OCORREM BASICAMENTE NOS SEGUINTES SETORES: 

A – TRANSPORTE 

B – RECEÇÃO 

C – STOCK/ARMAZENAMENTO 

D – EXPOSIÇÃO 

E – DIFERENÇAS DE CAIXA 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ CAUSAS GERADORAS DE  80|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
QUEBRAS 
A – TRANSPORTE 

 O transporte influencia a ocorrência de quebras basicamente pela forma como é


feito o acondicionamento interno das mercadorias no interior do camião e pela
temperatura interna em função do produto transportado.

Alguns cuidados necessários merecem destaque: 

 O interior do camião deve estar totalmente limpo, higienizado e sem aberturas para 
entrada de insetos; 
 O empilhamento e acomodação devem ser realizados de forma a não danificar a 
embalagem dos produtos; 
 Para os produtos que necessitam de temperatura especifica, o camião deverá possuir 
sistema de refrigeração e/ou transporte em embalagens térmicas, para garantir a 
temperatura de conservação. 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ CAUSAS GERADORAS DE  81|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
QUEBRAS 
B – RECEÇÃO

 O processo de receção é muito importante para o controlo das quebras. A adoção de 
procedimentos técnicos de controlo da qualidade minimiza o impacto das quebras 
nesta área, além das questões quantitativas e a organização em todo o processo. 

Alguns pontos merecem destaque: 

 Aplicação de testes de qualidade de acordo com padrões técnicos que cada produto 
deve apresentar quanto a consistência, cor, odor, sabor, volume, textura, aroma, 
temperatura, etc.; 
 Analisar os prazos de validade de acordo com as regras comerciais estabelecidas 
previamente; 
 Agilidade e priorização na receção para os produtos com necessidade de 
temperatura específica. 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ CAUSAS GERADORAS DE  82|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
QUEBRAS 
C – STOCK/ARMAZENAMENTO 

 A existência de um planeamento de stocks suportado por normas e procedimentos 
estabelecendo responsabilidades, segregação de funções e objetivos claros, é 
condição básica para a prevenção de perdas neste setor. 

Também devem ser analisados os seguintes pontos: 

 Os produtos devem ser armazenados em móveis e estruturas que não os 
danifiquem; 
 Deve‐se observar o limite máximo para empilhamento dos produtos; 
 Deve ser respeitada a temperatura ideal de conservação dos produtos, 
principalmente para os alimentos congelados; 
 Deve‐se estabelecer controlos rigorosos de stocks e ter em atenção as quantidades 
mínimas, de segurança e reposição; 
 Deve‐se organizar o stock de forma que as reposições priorizem os produtos mais 
antigos e com prazos de validade mais recentes. 

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ CAUSAS GERADORAS DE  83|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
QUEBRAS 

D – EXPOSIÇÃO 

 O processo de exposição é semelhante ao processo de armazenamento, quanto ao


planeamento e definição de normas e procedimentos para regulamentação das
responsabilidades e controlos. Na exposição, porém, o “cliente” tem interferência
direta nos controlos que são necessários para a prevenção das quebras.

Além dos critérios de temperatura, empilhamento e vencimento, devem ser analisados 
os seguintes pontos: 

 A estrutura de exposição deve respeitar as condições do produto, para que a


manipulação realizada pelo cliente não se converta em quebras;
 Produtos que podem ser quebrados merecem cuidados especiais
 Deve‐se procurar expor à frente os produtos mais antigos e com prazos de validade
mais recentes.

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• QUEBRAS OPERACIONAIS ‐ CAUSAS GERADORAS DE  84|Prevenção de quebra das 
mercadorias 
QUEBRAS 

E – DIFERENÇAS DE CAIXA

O risco maior neste setor são os erros administrativos. A desistência de


compra dos produtos e/ou não aprovação do crédito dos clientes também pode
provocar a quebra dos produtos, pois o produto permanecerá em local não apropriado
até a sua retirada, podendo causar danos no produto por uma queda ou deterioração,
caso o produto exija estar condicionado a determinada temperatura e este não for
removido atempadamente. A forma de prevenção resume‐se ao planeamento,
condicionado a normas e procedimentos, determinando‐se responsabilidades e a
periodicidade das verificações permanentes para devolução dos produtos ao seu local
de exposição original e/ou ao stock.

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PREVENÇÃO DE QUEBRAS 85|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

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PREVENÇÃO DE QUEBRAS 86|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

EXISTEM VÁRIOS MÉTODOS DE PREVENÇÃO: 

1‐ Um bom relacionamento com os fornecedores 
Neste aspecto há que ter o melhor conhecimento dos produtos, do seu lançamento, da 
procura e evolução dos mercados. Saber da preferência dos concorrentes, da 
uniformização e adequar as formas de entrega. 

2‐ Controlo pessoal e operações com stocks 
Utilizar várias formas de controlo tanto no manuseamento como controlo aleatório do 
pessoal de modo a evitar e minimizar os furtos. 

3‐ Implementação do sistema da avaliação e da melhoria Saber definir métodos e 
objectivos a atingir, implementar processos eficientes e monitorizar de forma constante 
os resultados correctivos. 

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PREVENÇÃO DE QUEBRAS 87|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

4‐ Implementação do sistema de segurança 

Delimitar as zonas de circulação e locais de acesso restrito, utilizar mecanismos 
automáticos de controlo de acesso tais como, cartões, pórticos, videovigilância, 
detectores do metal, sistemas de alarmes e sinalização. 

5‐ Arrumação com métodos de prevenção das mercadorias Localização correcta das 
mercadorias no momento da arrumação, diminuir as operações no manuseamento das 
mercadorias e atribuir correctamente os espaços do picking. 

6‐ Bom manuseamento e embalamento da mercadoria Ter a atenção no 
acondicionamento das mercadorias e das cargas, utilizar transportes adequados, e ter 
em conta os percursos do picking 

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mercadorias 

Existem também barreiras para proteção e que devem ser priorizadas do exterior para o 
interior. 

AREA EXTERNA 

 Instalação e ampliação do número de sensores externos e internos e instalação de 
câmaras de vigilância.

 Terrenos baldios existentes em frente e nos arredores da empresa devem receber 
atenção especial, pois podem servir como abrigo para ladrões estudarem a atividade 
da empresa, e ter o potencial de risco de incêndio. 

 A iluminação deve ser outro ponto a ser considerado, nas vias de acesso principal, 
nas áreas adjacentes e nas áreas externa da empresa. 

 As vias de acesso à empresa, a sua sinalização e os indicações devem proporcionar a 
máxima facilidade para os trabalhos de salvamento e combate a incêndios. 

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PREVENÇÃO DE QUEBRAS 89|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

AREA EXTERNA 

 As vias de acesso à empresa, a sua sinalização e os indicações devem proporcionar 
a máxima facilidade para os trabalhos de salvamento e combate a incêndios. 

 O portão principal e as portas que dão acesso à área externa (calçadas, ruas, 
estacionamento externo) devem ser elétricos ou eletrónicos, e junto a estas entradas 
principais deve existir videovigilância, monitorizada 24 horas por dia pelo setor de 
prevenção. 

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PREVENÇÃO DE QUEBRAS 90|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

AREA INTERNA 

a) Controlo de acesso de pessoas, veículos e mercadorias. 

 Se não existir controlo de circulação de pessoas, colaboradores, fornecedores, 
clientes e de mercadorias, não existe segurança, pois todo o património estará 
vulnerável e os equipamentos ou dispositivos de segurança implantados no local 
serão completamente inúteis; 

 O uso de sensores fotoelétricos para acionamento de luzes nos corredores que ficam 
entre o muro e a empresa deve ser instalado, favorecendo o acionamento imediato 
ao cair da noite e durante chuvas fortes. 

 Todas as operações de carga e descarga de material devem ser acompanhadas pela 
equipa de prevenção, bem como todos os serviços de manutenção na área 
intermediária, ou por colaborador designado para tal função. 

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PREVENÇÃO DE QUEBRAS 91|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

AREA INTERNA 

 Podem ser usados cães de guarda treinados para proteção na área intermediária da 
empresa ou imóvel (entre o muro e a construção predial). 

 Estas áreas intermediárias devem ter um local reservado para os veículos de 
emergência e para os membros da direção. 

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PREVENÇÃO DE QUEBRAS 92|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

b) Áreas internas com circulação parcial, sobre o controlo da prevenção. 

 Nestas áreas internas (receção, setores administrativo, comercial e demais


departamentos, corredores principais e secundários), deve haver controlo de acesso
manual, preferencialmente com uso de crachás diferenciados por cores ou com
bandas magnéticas, cartões de aproximação ou de contacto, cartões com microchips,
são várias as ferramentas que servem para diminuir o risco de entradas não
autorizadas.

 O controlo de acesso deve conter diversas informações alusivas às pessoas e aos


departamentos que foram visitados nas instalações, tais como: Quem é? Quantos
são? Onde estão? Quem autorizou a entrada? Apresentação de um documento
pessoal oficial com foto (cartão do cidadão, carta de condução, etc.), identificação do
objetivo da visita, hora de entrada e saída.

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PREVENÇÃO DE QUEBRAS 93|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

 É importante adotar crachás com cores diferenciadas para cada setor e com código
de barra para assinalar em controlo eletrónico o horário de entrada e saída.

 Se todos os colaboradores estiverem comprometidos com a segurança, ao avistarem


um visitante em local diferente da cor do crachá, deverá proceder ao
acompanhamento do mesmo até ao local de destino, ou acionar a força de
segurança para o devido acompanhamento do visitante e respetiva tomada de
providências.

 Deve‐se dar especial atenção aos volumes que entram nas instalações da empresa:
tamanho, quantidade, remetente e local de destino no interior da empresa.

 Toda a área interna de circulação deve ser bem iluminada, bem sinalizada e com
extintores adequados e distribuídos, conforme o exigido por legislação e em número
suficiente para combater pequenos focos de incêndios.

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PREVENÇÃO DE QUEBRAS 94|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

 É importante qualificar os colaboradores com a criação das equipas de primeira


intervenção e brigada de incêndio, estarem aptos e treinados para iniciar os
procedimentos de abandono da área de forma ordenada e evitando o pânico,
quando acionado o sinal de alerta e alarme contra qualquer tipo de ocorrência
relacionada com acidentes ou incêndio.

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PREVENÇÃO DE QUEBRAS 95|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

c) Áreas de acesso proibido

 Podem ser consideradas áreas de acesso restrito: escritórios, sala de segurança,


armazém, etc.

 Para conseguir ter acesso a estas áreas, deve‐se passar por uma infinidade de
barreiras físicas e eletrónicas, para desanimar ou mesmo coibir a ação criminosa
(sabotagem, furtos, roubos, etc.).

 As vias de acesso a esses locais devem ser monitorizadas constantemente e


equipadas com sensores de movimento, principalmente durante o período noturno.

 As câmaras dos circuitos fechados de televisão têm o poder de ampliar em muitas


vezes a capacidade humana de observar e armazenar, com riqueza de pormenores,
as situações de risco.

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QUEBRAS ‐ MELHORES PRÁTICAS  96|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

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QUEBRAS ‐ MELHORES PRÁTICAS 97|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Melhores práticas no cálculo da diferença de inventário 

É recomendável que se façam inventários físicos e teóricos e que se calcule a diferença 
de inventário, uma vez que: 

• Conhecer o problema é o primeiro passo para o solucionar. 

• Com esta informação serão tomadas melhores medidas de prevenção e controlo.

• Constitui uma forma de consciencializar e envolver os trabalhadores da empresa na


prevenção de quebras desconhecidas.

É recomendado calcular a diferença de inventário com uma frequência proporcional ao


risco que cada secção, categoria, produto, etc. tenha em termos de furto ou erro.

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QUEBRAS ‐ MELHORES PRÁTICAS 98|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Para estabelecer esta frequência recomenda‐se ter em consideração o seguinte: 

• A atratividade dos produtos sentida pelos ladrões. 

• A situação na loja. Os produtos localizados em pontos críticos da loja têm mais 
possibilidades de serem furtados. 

• A rotação do produto. 

• O seu grau de perecibilidade. 

• As diferenças de inventário detetadas anteriormente

. • A consistência dos dados anteriores. 

Para evitar erros e ter em conta as muitas ocorrências possíveis no fluxo físico da
mercadoria ao longo da cadeia de abastecimento, recomenda‐se que na realização dos
inventários se possa ter a

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QUEBRAS ‐ MELHORES PRÁTICAS 99|Prevenção de quebra das 
mercadorias 

Participação de forma direta ou indireta dos seguintes departamentos: 

• Controlo de gestão. 

• Exploração de lojas.

• Logística. 

• Segurança. 

É recomendável que sejam feitas ações de formação e de acompanhamento das 
pessoas envolvidas na realização do inventário físico.

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QUEBRAS ‐ MELHORES PRÁTICAS 100|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

O OBJETIVO DESTAS AÇÕES DE FORMAÇÃO É: 

‐Estabelecer melhores práticas como por exemplo, realização de uma análise prévia da 
contagem sobre a localização dos produtos, especialmente os que estão situados em 
mais do que um local diferente. 

‐Unificar e normalizar aspetos como: 

• A metodologia da contagem. Ex: de cima para baixo e da esquerda para a direita. 
Assim conseguiremos evitar erros e acelerar o processo. 

• A documentação de apoio a utilizar (formulários, tabelas, etc.) Caso apareçam 
diferenças significativas nas últimas disparidades de inventário calculadas e a evolução 
dos dados não seja muito consistente, 

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QUEBRAS ‐ MELHORES PRÁTICAS 101|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

Recomenda‐se:

• Rever a metodologia de cálculo. 

• Aumentar a frequência de cálculo. Caso não se disponha de sistemas de informação 
que o permitam, recomenda‐se fazer o inventário físico com a atividade da empresa 
parada (vendas, receção de mercadoria, etc.). Nas categorias ou produtos de risco de 
quebra elevado recomenda‐se aumentar o nível de precisão dos inventários. 

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QUEBRAS ‐ MELHORES PRÁTICAS 102|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

Melhores práticas na ponderação do peso dos três fatores determinantes de quebra 
desconhecida

O cálculo da diferença de inventário dá‐nos o montante das quebras que a empresa 
sofreu, mas em nenhum caso consegue determinar que parte dessa Quebra se deve a 
Furto externo, Furto interno e a Erros. 

Para obter uma aproximação deste dado a única forma é reunir informação das 
ocorrências que acontecem na empresa e, a partir dela, tirar conclusões que nos 
permitam ponderar o peso das três causas. 

A ponderação da importância dos três factores pode ajudar‐nos a realizar um melhor 
diagnóstico da situação e, portanto, pode ser‐nos útil também no momento de alocar 
recursos. 

Para determinar o peso dos três factores determinantes da quebra desconhecida, 
recomenda‐se que seja reunida informação e que se faça um registo dos factos que 

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sejam a causa da quebra desconhecida ou das provas que demonstrem que um destes 
factos aconteceu.  \
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QUEBRAS ‐ MELHORES PRÁTICAS 103|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

Melhores práticas na ponderação do peso dos três fatores determinantes de quebra 
desconhecida

A ponderação da importância dos três factores pode ajudar‐nos a realizar um melhor 
diagnóstico da situação e, portanto, pode ser‐nos útil também no momento de alocar 
recursos. 

Para determinar o peso dos três factores determinantes da quebra desconhecida, 
recomenda‐se que seja reunida informação e que se faça um registo dos factos que 
sejam a causa da quebra desconhecida ou das provas que demonstrem que um destes 
factos aconteceu. 

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QUEBRAS ‐ MELHORES PRÁTICAS 104|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

As informações mais úteis para determinar o peso das três causas são: 

• As tentativas de furto que foram detetadas (produto, secção, etc.). 

• As provas que demonstrem que aconteceu um furto: etiquetas eletrónicas 
encontradas na loja, etiquetas de preço arrancadas, etc. 

• Discrepância detetada nas encomendas. 

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QUEBRAS ‐ MELHORES PRÁTICAS 105|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

As informações mais úteis para determinar o peso das três causas são: 

• Erros de fixação de preços. 

Esta informação irá dar uma aproximação de como aconteceram os factos relativos ao
furto externo, ao furto interno e aos erros e, consequentemente, uma aproximação
relativamente ao peso que tiveram cada uma destas três causas no conjunto do
montante da Quebra desconhecida. Manter um registo de todos esses factos que
acontecem na empresa e fazer uma análise respetiva pode ser uma tarefa demasiado
árdua cujos benefícios não compensem o esforço de o fazer.

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QUEBRAS ‐ MELHORES PRÁTICAS 106|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

Para medir o alcance da quebra desconhecida, calcule a diferença de inventário, ou seja, 
o diferencial entre o inventário teórico e o real. 

UTILIZE AS SEGUINTES FÓRMULAS: 

Stock inicial – saídas de produtos + entradas de produto = stock teórico;

Stock teórico – stock real = diferença de inventário; 

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PERDA DESCONHECIDA ‐ REUNIR INFORMAÇÃO 107|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

Para medir o alcance da quebra desconhecida, calcule a diferença de inventário, ou seja, 
o diferencial entre o inventário teórico e o real. 

UTILIZE AS SEGUINTES FÓRMULAS: 

Stock inicial – saídas de produtos + entradas de produto = stock teórico;

Stock teórico – stock real = diferença de inventário; 

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PERDA DESCONHECIDA ‐ REUNIR INFORMAÇÃO 108|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

Para medir o alcance da quebra desconhecida, calcule a diferença de inventário, ou seja, 
o diferencial entre o inventário teórico e o real. 

UTILIZE AS SEGUINTES FÓRMULAS: 

Stock inicial – saídas de produtos + entradas de produto = stock teórico;

Stock teórico – stock real = diferença de inventário; 

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PERDA DESCONHECIDA ‐ REUNIR INFORMAÇÃO 109|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

Para extrapolar a diferença de inventário para a respetiva área de atividade, deve‐se 
utilizar um dos dois índices seguintes: 

Percentagem do custo das quebras relativamente ao número de vendas, valorizando as 
quebras de produtos a preços de custo médio; 

Percentagem de unidades que faltam no total das unidades vendidas. 

Se o inventário teórico estiver incorreto, pode conduzir a: 

Roturas de stock (os sistemas de informação acusam produto na loja, embora não haja);

Implantações deficientes (o espaço que o produto ocupa no linear é determinado pela 
rotação do mesmo, informação esta determinada pelo inventário teórico);

Cadeias de abastecimento ineficientes. 

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IMPACTO DAS PERDAS NAS EMPRESAS 110|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

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IMPACTO DAS PERDAS NAS EMPRESAS 111|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

Quando uma empresa não tem preocupação com a prevenção de perdas, porque não
calculou o quanto perdeu ou porque não deu a devida importância ao crescimento de
seu lucro, AS CONSEQUÊNCIAS REFLETEM‐SE:

Num menor investimento nos recursos humanos, tais como salários, treino e 
desenvolvimento; 

O plano de benefícios deixa de receber investimentos por ausência de recursos; as 
reformas passam para segundo plano; 

O investimento em máquinas e equipamentos de produção fica comprometido e a 
divulgação dessas informações passa a diminuir a competitividade da empresa em 
relação aos seus concorrentes. 

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IMPACTO DAS PERDAS NAS EMPRESAS 112|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

1.O primeiro passo para acabar com as perdas é saber onde e como acontecem e medi‐
las.

2.O segundo, criar uma cultura de prevenção.

A atividade de prevenção de perdas é um processo que envolve muitas etapas e requer


muito cuidado e atenção, porque tudo começa com o pedido de mercadorias para
suprir uma unidade comercial ou fabril e finaliza na compra pelo cliente após o registo
das mercadorias.

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IMPACTO DAS PERDAS NAS EMPRESAS 113|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

DEFINIR E IMPLANTAR CONTROLOS PREVENTIVOS O departamento de prevenção de


perdas tem por objetivo a implantação e a padronização das ações dos profissionais que
vão desempenhar a função perante as situações que envolvem funcionários,
fornecedores, terceiros e clientes em relação às perdas da organização, responsáveis
diretos pela quebra operacional e pelos erros administrativos.

Entre essas ações estão os controlos de prevenção de perdas, distintos para cada
atividade que envolve receção, movimentação, armazenagem, manuseio, exposição,
reposição e venda de mercadorias e produtos,

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IMPACTO DAS PERDAS NAS EMPRESAS 114|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

tais como: 

 Controlos de ações relacionadas com funcionários e terceiros: 
 Controlo de acesso de pessoal; 
 Controlo de acesso de promotores e terceiros; 
 Controlo de acesso de prestadores de serviços; 
 Controlo de compras por funcionários; 
 Controlo de distribuição e uso de armários; 
 Procedimento em caso de furto por funcionários. 

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IMPACTO DAS PERDAS NAS EMPRESAS 115|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

CONTROLOS DE AÇÕES RELACIONADAS COM FORNECEDORES:

 Controlo de entrada e saída de veículos de fornecedores; 
 Controlo de registo de notas fiscais; 
 Controlo de descarga de mercadorias; 
 Controlo de temperatura de veículos refrigerados (perecíveis). 

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IMPACTO DAS PERDAS NAS EMPRESAS 116|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

CONTROLOS DE AÇÕES RELACIONADAS COM O PATRIMÓNIO FÍSICO: 

 Controlo de acesso a áreas; 
 Controlo de manutenção e conservação predial; 
 Controlo de registo de imagens da empresa; 
 Procedimento em casos de roubo (assalto) na empresa; 
 Controlo de movimentação interna de mercadorias para consumo; 
 Controlo de receção noturna de mercadorias; 
 Auditoria de entrada e saída de mercadorias; 
 Controlo de selagem de cargas. 
 É possível aumentar o lucro do negócio adotando atitudes simples e que fazem parte 
do dia a dia de todos os funcionários. 

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IMPACTO DAS PERDAS NAS EMPRESAS 117|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

MEDIDAS COMO: 

• Gestão de despesas com mão‐de‐obra, água, energia elétrica, gás, uniformes, EPI, 
transportes, manutenção, publicidade e todo o tipo de desperdício dentro da 
empresa; 

• Ter a menor despesa possível ajuda a manter o negócio lucrativo; 

• Gerir o “lucro”, com a exposição de produtos com boa margem e adequados ao gosto 
dos clientes; 

• Aquisição de quantidades de produtos adequados a venda média; 

• Stocks baixos, organizados e armazenados adequadamente; 

• Recuperar cada cêntimo. 

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QUEBRAS ‐ SISTEMAS DE SEGURANÇA 118|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

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QUEBRAS ‐ SISTEMAS DE SEGURANÇA 119|Prevenção de quebra 
das mercadorias 

IMPLANTAÇÃO 

A implantação das medidas de segurança é da responsabilidade do departamento de


prevenção e perdas, com supervisão do encarregado da área, que deverá reportar
diretamente à direção, com a apresentação de relatórios sobre o desenrolar dos
trabalhos.

Quando se fala em prevenção de perdas, o objetivo não é só combater os roubos e os


furtos na loja – vai muito além.

É preciso ter uma visão macro do negócio, avaliando desde a entrada e saída de
mercadorias até medidas sustentáveis, tais como economia de luz ou água.

“O dono da empresa tem de entender que qualquer que seja o negócio e o tamanho,
ele tem perdas.
Só não tem quem não mede ou não sabe avaliar.”

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Em segurança, o termo CONTROLO DE ACESSO é uma referência à prática de permitir o


acesso a uma propriedade, prédio, ou sala, apenas para pessoas autorizadas.

PARA CADA UTILIDADE TEMOS UM SENSOR ESPECÍFICO:

SENSORES POR RUÍDOS:


• usualmente empregado em locais com grandes áreas envidraçadas (janelas, portas,
paredes). O Sensor, através de um microfone detecta a frequência do som da
pancada na superfície e também no ato da quebra do vidro.

SENSORES DE ABERTURA OU MAGNÉTICOS: 
• Usados em portas e janelas para detectar a abertura ou arrombamento, podendo 
ficar aparente ou embutido. 
• Basicamente funcionam através de um contato elétrico e um imã. 
• A função do imã é manter os contatos acionados e no caso de abertura de porta, por 
exemplo, ocorrerá o afastamento dos contatos, enviando imediatamente um sinal 
para a central de alarmes. 

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SENSORES POR VIBRAÇÃO:


• Ideal para grandes janelas e áreas envidraçadas.
• Capta a vibração causada após o impacto sofrido pela superfície a ser protegida.
• Ao constatar a vibração, sem que a vidraça seja quebrada, o sensor dispara o sinal de
alarme.

SENSORES POR CHOQUES OU SÍSMICO:


• Voltados para a proteção de paredes ou estruturas metálicas.
• O sensor por ruído, visa captar o impacto (ex: maçaricos, furadeiras e até explosivos)
sofrido pela superfície protegida.

SENSORES DE MOVIMENTO OU VOLUMÉTRICOS:


• Visa detectar a presença de intruso ou invasor na área coberta pelo sensor.

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TIPOS DE QUEBRAS EXTRAORDINÁRIAS 123|Prevenção de quebra 
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Incêndios no armazém ou no veículo 

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TIPOS DE QUEBRAS EXTRAORDINÁRIAS 124|Prevenção de quebra 
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Danos na mercadoria provocados pela água

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Falhas estruturais no armazém 

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TIPOS DE QUEBRAS EXTRAORDINÁRIAS 126|Prevenção de quebra 
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Derrocadas 

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Tempestades 

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Vandalismo 

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TIPOS DE QUEBRAS EXTRAORDINÁRIAS 129|Prevenção de quebra 
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Roubos 

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