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TÍTULOS DE CRÉDITO

Noções Gerais
Contexto histórico e finalidade

Características

Princípios

Classificações
Noções Gerais
Contexto histórico e finalidade
CIDADES EXCEDENTE DE PRODUÇÃO SEGURANÇA DE CIRCULAÇÃO

Desenvolvimento do comercio
na idade média

CRÉDITO = CONFIANÇA + TEMPO

Necessidade Direito comum ação de cobrança


de agilidade
na realização Direito cambiário cambial/execução
Surgimento
do crédito
Necessidade Direito comum cessão de crédito
de circulação
do crédito Direito cambiário endosso
HISTÓRIA DA LETRA DE CÂMBIO
PERÍODO ITALIANO : LETRA COMO INSTRUMENTO DE “TRANSPORTE DE DINHEIRO”

CONTEXTO:

- Viagens eram longas e risco de um assalto


- Os comerciantes, que precisavam dos seus recursos em locais diversos da sua residência, não
queriam transportar o dinheiro.

DINÂMICA:

1º) Comerciante procura banqueiro no local de origem e entrega o valor que deseja da moeda
estrangeira.

2º) Os banqueiros reconhecem a dívida (cautio) prometiam entregar seu equivalente em outra cidade
na moeda estrangeira (lettera di pagamento).

3º) O banco estrangeiro entrega a moeda estrangeira constante na lettera.

PROBLEMAS:

- E se o banco estrangeiro não quisesse pagar? Ele não fazia parte da letra!
- E se o sacado /obrigado estivesse fora da cidade quando o comerciante chegasse?
HISTÓRIA DA LETRA DE CÂMBIO

PERÍODO FRANCÊS: LETRA COMO INSTRUMENTO DE PAGAMENTO

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS:

1) Ampliação da letra para não comerciantes

2) Criação do aceite como forma de responsabilização do sacado

- Ao aceitar a letra o sacado passa a se obrigar pelo seu cumprimento

- Como sacado estava obrigado, a letra poderia ser transferida


HISTÓRIA DA LETRA DE CÂMBIO

PERÍODO ALEMÃO: LETRA COMO INSTRUMENTO DE CRÉDITO

- CONTEXTO: meados do século XIX

- Necessidade de ampliação da segurança da letra

- FATORES:

- A letra de câmbio passa a ter um valor em si mesma.

- Segurança por meio da abstração do titulo e da autonomia das obrigações


Mercador de Veneza (1596-1598)
William Shakespeare http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000094.pdf

ATO I, CENA III mesmo. Muito bem. Com vossa fiança... Vamos ver... Mas,
Veneza. Uma praça pública. Entram Bassânio e Shylock. escutai-me: se não me engano, há pouco declarastes que jamais
SHYLOCK - Três mil ducados. Bem? emprestais nem pedis nada visando lucros.
BASSÂNIO - Sim, senhor; por três meses. (...)
SHYLOCK - Por três meses. Bem? SHYLOCK - Quero dar-vos prova dessa amizade. Acompanhai-
me ao notário e assinai-me o documento da dívida, no qual, por
BASSÂNIO - Dos quais, como vos disse, servirá Antônio de brincadeira, declarado será que se no dia tal ou tal, em lugar
fiador. também sabido. a quantia ou quantias não pagardes,
SHYLOCK - Antônio servirá de fiador. Bem? concordais em ceder, por eqüidade, uma libra de vossa bela
BASSÂNIO - Podeis servir-me? Quereis fazer-me esse obséquio? carne, que do corpo vos há de ser cortada onde bem me
Posso saber vossa resposta? aprouver.
SHYLOCK - Três mil ducados, por três meses e Antônio como ANTÔNIO - Palavra, aceito! Assinarei a dívida e declaro que um
fiador. judeu pode ser até bondoso.
BASSÂNIO - Que respondeis a isso? BASSÂNIO - Jamais assinareis, por minha causa, um documento
SHYLOCK - Antônio é um bom homem. desses; antes quero continuar a passar necessidade.
(...) ANTÔNIO - Nada temas, amigo, que eu não perco. Daqui a dois
(Entra Antônio.) meses, isto é, um mês antes de se vencer a letra, espero certo
receber nove tantos do que vale.
BASSÂNIO - É o signior Antônio.
SHYLOCK – (...) Só para ser-lhe amável é que faço semelhante
(...) proposta. Caso a aceite, serei contente. Do contrário, adeus. E,
ANTÔNIO - Shylock, muito embora eu nunca empreste nem pelo meu amor, não me ultrajeis.
emprestado peça, sem que aceite nem pague juro algum, neste ANTÔNIO - Pois não, Shylock; assinarei a letra.
momento, para atender à precisão urgente deste amigo,
romper resolvo os hábitos. (A Bassânio.) Ele já sabe a quanto SHYLOCK - Então dentro de pouco ide encontrar-me em casa do
monta tudo? notário. Dai-lhe os dados para aprontar essa jocosa letra, que os
ducados vou pôr dentro da bolsa e ver o que há em casa, cuja
SHYLOCK - Sei, sei! Três mil ducados. guarda confiei a um velhaco perdulário. Dentro de pouco lá
ANTÔNIO - Por três meses. estarei convosco.
SHYLOCK - Esquecera-o. Três meses. Já me tínheis dito isso
Noções Gerais
FONTES
GERAL FONTES ESPECIAIS:

Código Civil de 2002 – Arts. 887/926


 Decreto-Lei nº 167/1967 – Título de crédito
rural

 Lei nº 5.474/1968 – Lei das Duplicatas


GERAL E ESPECIAL
 Decreto-Lei nº 413/1969 – Título de crédito
Lei Uniforme de Genebra (assinada industrial
em 1930): (Decreto nº 57.663/1966)
 Lei nº 6.840/1980 - Título de crédito Comercial
- Lei uniforme em matéria
 Lei nº 7.357/85 – Lei do Cheque
de letras de câmbio e
notas promissórias.  Lei nº 10.931/2004 - Letra de Crédito
Imobiliário, Cédula de Crédito Imobiliário, Cédula
de Crédito Bancário
Noções Gerais
FONTES
Código Civil de 2002 – Arts. 887/926

Lei Uniforme de Genebra

L. 5.474 –
Duplicatas L. 7.357– Cheque
D-L 413 – T. C.
industrial

L. 6.840 – T.
C. Comercial
L. 10.931– CÉD. C.
D-L 167 – T. C. Imobiliário/bancário
rural
Noções Gerais
CONCEITO MODERNO:

• “Título de crédito é o documento necessário para o exercício do direito leal e


autônomo nele mencionado” (Cesar Vivante)

• “[O título é] um perfeito instrumento para a circulação direitos de crédito,


facilitando, grandemente, as atividades econômicas e mobilizando o crédito de
modo a possibilitar o seu uso por grande número de pessoas” (Fran Martins)

• CÓDIGO CIVIL - Art. 887. O título de crédito, documento necessário ao exercício do


direito literal e autônomo nele contido, somente produz efeito quando preencha
os requisitos da lei.
Noções Gerais
Características

 Disciplinado pelo direito empresarial


 Bem móvel
 Natureza pro solvendo
 Circulação
 Títulos de apresentação
 Obrigação quesível
 Título de resgate
 Executividade (Presunção de liquidez e certeza)
 Formalismo
 Solidariedade cambiária
Noções Gerais
Características: em dinâmica
O titular da
obrigação deve
apresentar o título
porque pode
ao obrigado
Porque bem circular, várias Porque várias
(de apresentação)
móvel, pode pessoas podem ser pessoas podem ser
circular obrigadas obrigadas:
Cabe ao credor se
(solidariedade)
dirigir ao devedor
para exigir o
Porque formal (obedece pagamento
Porque
CRIAÇÃO DO ao dir. empresarial), (quesível)
deve ser
TÍTULO presume-se liquido e
eficiente:
exigível, logo, executivo.

Para a A obrigação que lhe deu origem Após o pagamento o devedor


extinguir da só será extinta com o efetivo deve exigir a entrega do título
obrigação pagamento (pro solvendo) (de resgate)
Noções Gerais
Princípios

Literalidade
Autonomia
Abstração
Cartularidade
Independência
Noções Gerais
Princípios

Literalidade
Autonomia SEGURANÇA

Abstração ESTADO IDEAL


DE COISAS SIMPLICIDADE

Cartularidade AGILIDADE

Independência
Noções Gerais
Princípios : Literalidade
 Definição:
É o fato de valer somente o que está escrito no título.

“O que não se encontra expressamente consignado no ter do título de crédito


não produz efeitos nas relações jurídico-cambiais.” (FUC)

Tudo o que está escrito, tem valor; o que não está escrito não pode ser
considerado (ex: reserva mental).
CC – título em branco:
Art. 891. O título de crédito, incompleto ao tempo da emissão, deve ser
preenchido de conformidade com os ajustes realizados.
Parágrafo único. O descumprimento dos ajustes previstos neste artigo pelos que deles
participaram, não constitui motivo de oposição ao terceiro portador, salvo se este, ao
adquirir o título, tiver agido de má-fé.
SÚMULA 387 – STF “A cambial emitida ou aceita com omissões, ou em branco, pode ser
completada pelo credor de boa-fé antes da cobrança ou do protesto.”
CASO
• Roberto Roberto Lima compra uma geladeira para a sua residência e se obriga a pagar
emitido uma nota promissória.

• Com base na nota e considerando que fulano e casado pelo regime da comunhão universal
de bens, à esposa de fulano pode ser exigido cumprimento da obrigação materializada na
NP?
Noções Gerais
Princípios: Abstração
Definição: “Significa (...) que os direitos decorrentes do título são abstratos, não
dependentes do negócio que deu lugar ao nascimento do título(...) A abstração do direito emergente do
título significa que esse direito, ao ser formalizado o título, se desprende de sua causa, dela ficando
inteiramente separado.”(Fran Martins)

Exceção: Não caracteriza todos os títulos de crédito / Sofre efeitos com a circulação do
crédito

RELAÇÃO JURÍDICA
FUNDAMENTAL

FULANO BELTRANO
RELAÇÃO JURÍDICA
CAMBIÁRIA
Mesmo caso
• Roberto Roberto Lima compra uma geladeira para a sua residência e se obriga a pagar
emitido uma nota promissória.

• Considerando que o bem comprado apresentou defeito, pode Roberto usar esse fato como
argumento para deixar de cumprir a obrigação assumida na NP?
Noções Gerais
Princípios : Autonomia
Definição: “entende-se que as obrigações representadas por um mesmo
título de crédito são independentes entre si. Se uma dessas obrigações for nula
ou anulável, eivada de vício jurídico, tal fato não comprometerá a validade e
eficácia das demais obrigações constantes do mesmo título de crédito.” (F.U.C.)

RELAÇÃO JURÍDICA FUNDAMENTAL

FULANO BELTRANO

RELAÇÕES OBRIGADO 1
JURÍDICAS
CAMBIÁRIAS
OBRIGADO 2
CASO
Se o comprador de um bem a prazo emite nota promissória em favor do vendedor
e este paga uma dívida dele, perante terceiro, transferindo-lhe o crédito
representado pela nota promissória, caso o bem vendido venha a ser restituído ao
vendedor em razão de vício redibitório, o comprador se libera da obrigação de
pagar o título junto ao terceiro? Como deve proceder?
CASO
Se o comprador de um bem a prazo emite nota promissória em favor do vendedor
e este paga uma dívida dele, perante terceiro, transferindo-lhe o crédito
representado pela nota promissória, caso o bem vendido venha a ser restituído ao
vendedor em razão de vício redibitório, o comprador se libera da obrigação de
pagar o título junto ao terceiro? Como deve proceder?

Não.

Deverá, ao contrário, pagá-lo e, em seguida, demandar ressarcimento perante o


vendedor da compra e venda frustrada.(FUC)
Caso CAC+extrato
Súmula 258 - A nota promissória vinculada a contrato de abertura de
crédito não goza de autonomia em razão da iliquidez do título que a
originou. (Súmula 258, SEGUNDA SEÇÃO, julgado em 12/09/2001, DJ
24/09/2001 p. 363, REPDJ 23/10/2001 p. 215)

"Mesmo subscrito pelo eventual devedor e assinado por duas


testemunhas, o contrato de abertura de crédito em conta corrente não
é título executivo extrajudicial, ainda que a execução seja instruída
com extrato e que os lançamentos fiquem devidamente esclarecidos,
com explicitação dos cálculos, dos índices e dos critérios adotados para
a definição e a evolução do débito, pois esses são documentos
unilaterais de cuja formação não participou o devedor. A iliquidez
atinge a nota promissória a ele vinculada, que, na hipótese, não goza
de autonomia." (REsp 212455 MG, Rel. MIN. CESAR ASFOR ROCHA,
QUARTA TURMA, julgado em 24/08/1999, DJ 16/11/1999)
RELAÇÃO JURÍDICA
FUNDAMENTAL  RELAÇÃO CONTRATUAL / CIVIL

(credor) (devedor)  AÇÃO DE COBRANÇA


FULANO BELTRANO

 RELAÇÃO CAMBIÁRIA
FULANO BELTRANO
 PROCESSO DE EXECUÇÃO
RELAÇÃO JURÍDICA
CAMBIÁRIA  PRINCÍPIO DA ABSTRAÇÃO

FULANO BELTRANO  RELAÇÕES CAMBIÁRIAS


INDEPENDENTES ENTRE SI

SICRANO 1  PROCESSO DE EXECUÇÃO

 PRINCÍPIO DA AUTONOMIA
SICRANO 2
Noções Gerais
Princípios: Cartularidade
Definição: “Para que o credor de um título de crédito exerça os direitos por
ele representados é indispensável que se encontre na posse do documento (também
conhecido por "cártula")” (FUC)

Exceções:
Lei das Duplicatas admite a execução judicial de crédito representado por este tipo
de título sem a sua apresentação pelo credor (LD, art. 15, § 2.º)
Títulos escriturais: “são títulos que não tem cártula, nascem e atuam por via de
computador, por e-mail, por internet” (FM)
Art. 889, § 3º do CC: O título poderá ser emitido a partir dos caracteres
criados em computador ou meio técnico equivalente e que constem da
escrituração do emitente, observados os requisitos mínimos previstos neste
artigo.
Ex: Duplicata virtual
Noções Gerais
Princípios: Independência
Definição: “O título vale por si só, não precisando ser
completado por outros documentos”” (M.T.)

Exceções:
Cédula de crédito rural deve vir acompanhada
de orçamento (art. 3º do D-L 167/67)

Cédula de crédito bancário deve vir acompanhada


dos extratos (art. 28, §2º, II da L 10.931/04)
Classificação
típicos
quanto à tipicidade atípicos
livre
quanto ao modelo vinculado
ordem de pagamento
quanto à estrutura promessa de pagamento
causais
quanto às hipóteses
de emissão não causais

portador
nominativos
quanto à circulação
à ordem
não à ordem

CRITÉRIOS CLASSIFICAÇÃO
Noções Gerais
Classificação (FUC)
livre

A forma não precisa observar um padrão normativamente estabelecido. Os


seus requisitos devem ser cumpridos para que se constituam títulos de
crédito, mas a lei não determina um modelo formal específico para eles

quanto ao modelo EX: letra de câmbio e a nota promissória

vinculado

O direito definiu um padrão para o preenchimento dos requisitos específicos

EX: cheque e a duplicata mercantil


Noções Gerais
Classificação (FUC)

ordem de pagamento

o saque cambial dá nascimento a três situações jurídicas distintas: a


de quem dá a ordem, a do destinatário da ordem e a do beneficiário
quanto à estrutura da ordem de pagamento.

promessa de pagamento

apenas duas situações jurídicas distintas emergem do saque cambial:


a de quem promete pagar e a do beneficiário da promessa.
Noções Gerais
Classificação (FUC)

causais

somente pode ser emitido se ocorrer o fato que a lei


quanto às hipóteses elegeu como causa admissível para sua emissão

de emissão (natureza)

não causais/abstratos

pode ser criado por qualquer causa, para representar


obrigação de qualquer natureza
Noções Gerais
Classificação (MT)
Os títulos ao portador não identificam o credor e são, por
isso, transmissíveis por mera tradição

portador
o nome do favorecido consta de registros do emitente (art.
921 do CC) e cuja circulação depende, além da tradição, a
prática de um negócio jurídico-cambial, ou seja, de
nominativos alterações neste registro.
quanto à
circulação
À ordem O nome do beneficiário consta do teor do documento, mas
permite-se a transferência do título mediante simples
endosso, sem a necessidade de comunicação do emitente
não à ordem
O nome do beneficiário consta do teor do documento, mas
impede o endosso, sendo permitida somente a cessão de
crédito
ESPÉCIES
Letra de cambio

Nota promissória

Cheque

Duplicata mercantil

Títulos de crédito de financiamento


LETRA DE CÂMBIO
Espécies:

LETRA DE CAMBIO

DEFINIÇÃO: É uma ordem dada, por escrito, a uma pessoa, para que pague
a um beneficiário indicado, ou à ordem deste, uma determinada importância em
dinheiro.” (FM)

ORDEM DE
AO TOMADOR
PAGAMENTO
SACADOR SACADO TOMADOR

EMITENTE BENEFICIÁRIO
Espécies:

LETRA DE CAMBIO
REQUISITOS ESSENCIAIS (art. 1º LU)
Espécies:

LETRA DE CAMBIO
REQUISITOS (art. 1º LU) CORREÇÕES QUANDO FALTANTES

PRESUME-SE À VISTA

LUGAR DESIGNADO AO
LADO DO NOME DO SACADO
OU O DESIGNADO COMO
SEU DOMICÍLIO

LUGAR DESIGNADO AO
LADO DO NOME DO
SACADOR OU O DESIGNADO
COMO SEU DOMICÍLIO
Letra de cambio
Letra de cambio
LETRA DE CAMBIO
ACEITE
DEFINIÇÃO: É o ato formal segundo o qual o sacado se obriga a efetuar, no
vencimento, o pagamento da ordem que lhe é dada.

FORMA DO ACEITE:
1) simples assinatura do sacado lançada no anverso do título

2) assinatura do sacado lançada anverso do título, mas identificado o ato praticado


pela expressão "aceito" ou outra equivalente.

APRESENTAÇÃO PARA ACEITE:

- De regra facultativa, ocorre antes do vencimento, se depois do vencimento é


apresentação para pagamento (com aceite implícito)

- Reapresentação para aceite: o sacado tem o direito de pedir a reapresentação


do título no primeiro dia subsequente (prazo de respiro), garantindo-se assim a
oportunidade de o sacado confirmar o que foi combinado com o sacador.
LETRA DE CAMBIO
ACEITE

Vcto com data certa

FACULTATIVA
Vcto a certo termo da data (saque)
APRESENTAÇÃO
PARA ACEITE

OBRIGATÓRIA Vcto a certo termo da vista (aceite)

Apresentação até o
máximo de 1 ano após
o saque (art. 23 LU).
Espécies:

LETRA DE CAMBIO
Dinâmica

ACEITA

ORDEM DE APRESENTAÇÃO
PAGAMENTO P/ PAGAMENTO
SACADOR SACADO TOMADOR

ACEITE PARCIAL NÃO ACEITA


Espécies:

LETRA DE CAMBIO
Dinâmica

ACEITA

ORDEM DE APRESENTAÇÃO
PAGAMENTO P/ PAGAMENTO
SACADOR SACADO TOMADOR
Espécies:

LETRA DE CAMBIO
Dinâmica
ORDEM DE APRESENTAÇÃO
PAGAMENTO P/ PAGAMENTO
SACADOR SACADO TOMADOR

LIMITADO AO ACEITE
(LU, art. 26).
ACEITE PARCIAL

VENCIMENTO
ANTECIPADO
(LU, art. 43)
LETRA DE CAMBIO
Dinâmica
ORDEM DE APRESENTAÇÃO
PAGAMENTO P/ PAGAMENTO
SACADOR SACADO TOMADOR

NÃO ACEITA

VENCIMENTO
ANTECIPADO
(LU, art. 43)
LETRA DE CAMBIO
VENCIMENTO
se opera pelo decurso do tempo
ordinário ou pela apresentação ao sacado
da letra à vista
espécies
se opera por recusa do aceite ou
extraordinário pela falência do aceitante
(Decreto 2.044/1908, art. 19, I)
VENCIMENTO em mês
(dia correspondente do mês seguinte, ou último dia do mês)

Início do mês
contagem (dia 1º)
de prazos
(36 da LU) meio do mês (meado) = dia 15
Meio mês = 15 dias

Fim do mês
(último dia)
LETRA DE CAMBIO
o tomador deverá procurar o sacado até o máximo de 1
A VISTA
ano após o saque (art. 34).

devem ser apresentadas a aceite pelo tomador até o


DATA CERTA
VENCIMENTO vencimento fixado para o título (art. 21).
ORDINÁRIO
A CERTO TERMO DA DATA (SAQUE) A inobservância
desses prazos pelo
credor acarreta a
A CERTO TERMO até o máximo de 1 ano perda do direito de
DA VISTA (ACEITE) após o saque (art. 23). cobrança do título
contra os
protesto por coobrigados (art.
pode ser completado 53).
falta de data ACEITE SEM DATA
pelo portador de boa-fé
(LU, art. 24)

considerado o aceite como feito no último dia do prazo de


apresentação (art. 35), ou seja, 1 ano após o saque
LETRA DE CÂMBIO NÃO PAGA/ACEITA
EXECUÇÃO
CONTRA O SACADO
interrompe prescrição*

NÃO PAGA
“cobrança” dos
APRESENTA
devedores indiretos
TOMADOR SACADO PROTESTO
(sacador, endossantes e
avalistas)
NÃO ACEITA
EXECUÇÃO CONTRA OS
DEVEDORES INDIRETOS

PRESCRIÇÃO:
• três anos contados do vencimento, contra o devedor principal (aceitante e seus avalistas)
• um ano contado do protesto [ou do vencimento se houver a cláusula sem despesas],
contra os devedores indiretos (sacador, endossantes e respectivos avalistas)
• Seis meses contados do pagamento ou do ajuizamento da ação, para o exercício do
direito de regresso por aquele que pagou contra os demais codevedores
NOTA PROMISSÓRIA
NOTA PROMISSÓRIA
DEFINIÇÃO: A nota promissória é uma promessa de pagamento, isto é,
“um compromisso escrito e solene, pelo qual alguém se obriga a pagar a outrem
certa soma de dinheiro” (MT)

PROMESSA
EMITENTE BENEFICIÁRIO
NOTA PROMISSÓRIA
REQUISITOS ESSENCIAIS (LU art. 75)
NOTA PROMISSÓRIA
REQUISITOS ESSENCIAIS (LU art. 75) CORREÇÕES QUANDO FALTANTES

A VISTA

LUGAR ONDE FOI PASSADA

LUGAR INDICADO AO NOME


DO EMITENTE
Espécies: nota promissória
Espécies: nota promissória
DINÂMICA DA NOTA PROMISSÓRIA

PROMESSA NO VENCIMENTO
EMITENTE BENEFICIÁRIO PAGA

AÇÃO MONITÓRIA

EXECUÇÃO
NÃO PAGA CONTRA O
ATÉ 3 ANOS EMITENTE
PROTESTO
ATÉ 3 ANOS

EXECUÇÃO CONTRA AÇÃO DE


OS COOBRIGADOS LOCUPLETAMENTO
(ENRIQUECIMENTO
SEM CAUSA
CHEQUE
CHEQUE
Lei no 7.357/85
DEFINIÇÃO: é a ordem de pagamento à vista, emitida contra um
banco, em razão de fundos que o emitente possui junto ao sacado” (FUC)

ORDEM DE
PAGAMENTO
SACADOR SACADO BENEFICIÁRIO

BANCO

CHEQUE PRÉ(PÓS)-DATADO: o cheque pós-datado envolve duas figuras distintas: um cheque e


um contrato. Trata-se de um cheque como outro qualquer, na medida em que a pós-datação
não desnatura sua condição de título de crédito, permitindo inclusive a execução do valor ali
consignado. A tal condição deve-se acrescer o contrato firmado entre o emitente e o
beneficiário, pelo qual este tem a obrigação de não apresentar o cheque antes da data
combinada.
Espécies: cheque pré-datado

CHEQUE PRÉ-
DATADO PARA
XX/XX/XXXX

BOM PARA
XX/XX/XXXX
CHEQUE
Lei no 7.357/85

PRESSUPOSTOS DE EMISSÃO (TÍTULO VINCULADO QUANTO AO MODELO)

1º) é essencial que o sacado do cheque seja uma instituição financeira;

2º) exige que haja um contrato de conta corrente entre o emitente e o sacado;

3º) exige-se, teoricamente, que o emitente tenha fundos disponíveis no


momento da apresentação do cheque.

* A ausência desses fundos não desconfigura o cheque, mas


desnatura sua finalidade
CHEQUE
Lei no 7.357/85
REQUISITOS ESSENCIAIS

Art . 1º O cheque contêm:

I - a denominação ‘’cheque’’ inscrita no


contexto do título e expressa na língua em que
este é redigido;

II - a ordem incondicional de pagar quantia


determinada;

III - o nome do banco ou da instituição


financeira que deve pagar (sacado);

IV - a indicação do lugar de pagamento;

V - a indicação da data e do lugar de emissão;

VI - a assinatura do emitente (sacador), ou de


seu mandatário com poderes especiais.
Ordem de
Quantia determinada Data e lugar da emissão
pagamento

“cheque” Nome do Banco Lugar de pagamento Assinatura


CHEQUE
Lei no 7.357/85
REQUISITOS CORREÇÕES QUANDO FALTANTES

Art . 1º O cheque contêm:

I - a denominação ‘’cheque’’ inscrita no


contexto do título e expressa na língua em que O lugar designado junto ao nome do sacado;
este é redigido; se designados vários lugares, o cheque é
pagável no primeiro deles; não existindo
II - a ordem incondicional de pagar quantia qualquer indicação, o cheque é pagável no
determinada; lugar de sua emissão;

III - o nome do banco ou da instituição


financeira que deve pagar (sacado);
considera-se emitido o cheque no lugar
IV - a indicação do lugar de pagamento; indicado junto ao nome do emitente.

V - a indicação da data e do lugar de emissão;

VI - a assinatura do emitente (sacador), ou de


seu mandatário com poderes especiais.
REQUISITOS ADICIONAIS
 Lei no 9.069/95 – art. 69

 a identificação do beneficiário para cheques superiores a R$ 100,00 (cem reais), uma vez
que só até tal valor os cheques podem ser ao portador.

 DO CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN)

 os números de série e outros identificadores no cheque.

 As folhas de cheques fornecidas pelas instituições,

 o nome do correntista e o respectivo número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas


(CPF) ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ);

 o número, o órgão expedidor e a sigla da Unidade da Federação referentes ao documento de


identidade constante do contrato de abertura e manutenção de conta de depósito a vista,
no caso de pessoas naturais;

 a data de início de relacionamento contratual do correntista com instituições financeiras

 a data de confecção da folha de cheque, no formato “Confecção: mês/ano”, na parte inferior


da área destinada à identificação da instituição financeira, no anverso do cheque.
o cheque será exigível e poderá ser pago a partir do momento em que for
apresentado ao sacado, ainda que nele esteja consignada uma data futura.

APRESENTAÇÃO SUFICIÊNCIA
PAGAMENTO DO CHEQUE
(Dinamica) DE FUNDOS

INSUFICIÊNCIA DE Autoriza adoção de medida judicial


FUNDOS

após dois dias úteis

REAPRESENTAÇÃO PAGAMENTO DO CHEQUE

o banco deverá inscrever o seu nome no Cadastro de


INSUFICIÊNCIA DE Emitentes de Cheques Sem Fundo (CCF), sendo-lhe
FUNDOS vedado fornecer ao cliente talonários enquanto seu
nome estiver inscrito nesse cadastro.
O Banco do Brasil, na condição de gestor do Cadastro de Emitentes de Cheques sem
Fundos (CCF), não tem a responsabilidade de notificar previamente o devedor acerca
da sua inscrição no aludido cadastro, tampouco legitimidade passiva para as ações de
reparação de danos fundadas na ausência de prévia comunicação.
(Súmula 572, SEGUNDA SEÇÃO, julgado em 11/05/2016, DJe 16/05/2016)
CHEQUE
PRESCRIÇÃO
Art. 59

EXECUÇÃO (Art. 59): 06


emitido no lugar meses a contar do
onde deve ser 30 dias término do prazo para
pago apresentação
APRESENTAÇÃO
(Prazo – Art. 33) AÇÃO DE
emitido em outro ENRIQUECIMENTO SEM
lugar do país ou CAUSA (art. 61): 02 anos
no exterior de 60 dias contados do dia em que
onde deve ser se consumar a prescrição
pago
CHEQUE
DEVOLUÇÃO DO CHEQUE
Revogação ou contraordem (art. 35): Sustação ou oposição (art. 36):

 É a revogação da ordem dada (de


pagamento ) ao banco

Exclusivo do emitente  Tanto o emitente como os legítimos


 Emitente indica os motivos e o banco possuidores podem sustar o cheque
não pode discutir  deve ser fundada em relevante
razão de direito, e o banco não pode discutir
Só produz efeito após o prazo de
apresentação  os efeitos são imediatos.
 Não impede o pagamento imediato

 visa a resguardar o planejamento do  Visa evitar o pagamento


correntista, no que tange à movimentação de
sua conta corrente
Espécies: cheque nominal

FULANO DE TAL
Espécies: cheque cruzado
DUPLICATA MERCANTIL
DUPLICATA
Lei nº 5.474/68
A duplicata é um título de crédito causal (que consta no título) emitido por seu
credor originário, com base em uma fatura, para documentar o crédito originado
de uma compra e venda mercantil ou de uma prestação de serviços.(MT)

ORDEM
SACADOR SACADO
(credor/vendedor) (devedor/comprador)

PAGAMENTO
TRIPLICATA: A perda ou
extravio da duplicata obrigará o
vendedor a extrair triplicata,
que terá os mesmos efeitos e
requisitos e obedecerá às
mesmas formalidades daquela
DUPLICATA
Lei no 5.474/68
REQUISITOS ESSENCIAIS

Art . 2º, § 1º A duplicata conterá:


I - a denominação "duplicata", a data de sua emissão e o número de ordem;

II - o número da fatura;

III - a data certa do vencimento ou a declaração de ser a duplicata à vista;

IV - o nome e domicílio do vendedor e do comprador;

V - a importância a pagar, em algarismos e por extenso;

VI - a praça de pagamento;

VII - a cláusula à ordem;

VIII - a declaração do reconhecimento de sua exatidão e da obrigação de


pagá-la, a ser assinada pelo comprador, como aceite, cambial;

IX - a assinatura do emitente.
* O portador que não tirar o
protesto da duplicata dentro do
prazo da 30 dias, contado da
DUPLICATA EM DINÂMICA
data de seu vencimento, perderá
o direito de regresso contra os
endossantes e respectivos PAGA NO
avalistas VCTO
DEVOLVE AO COMPRADOR
SACADOR ACEITA
PROTESTO* POR FALTA NÃO PAGA
DE PGTO NO VCTO

ATÉ 30 ATÉ 30
ENTREGA OU DIAS EMISSÃO DA DIAS
COMPRA E VENDA FATURA + REMESSA DA
DESPACHO DA
MERCANTIL MERCADORIA
EXTRAÇÃO DA DUPLICATA
DUPLICATA

MOTIVOS (ART. 8º)


I - avaria ou não recebimento das mercadorias, COMPRADOR COMPRADOR COMPRADOR
quando não expedidas ou não entregues por NÃO ACEITA DEVOLVE SEM NÃO DEVOLVE
sua conta e risco; ACEITE

II - vícios, defeitos e diferenças na qualidade


ou na quantidade das mercadorias,
devidamente comprovados; PROTESTO* PROTESTO*
POR FALTA DE POR FALTA DE
III - divergência nos prazos ou nos preços ACEITE DEVOLUÇÃO
ajustados.
CONTINUAÇÃO

COMPRADOR DEVOLVE AO NÃO PAGA 30 DIAS


PROTESTO
ACEITA SACADOR NO VCTO

ATÉ 3 ANOS ATÉ 1 ANO

EXECUÇÃO EXECUÇÃO
SACADO COOBRIGADOS
REMESSA DA
DUPLICATA

PROTESTO Doc. comprobatório da


COMPRADOR COMPRADOR
POR FALTA DE entrega e recebimento
NÃO ACEITA NÃO DEVOLVE
DEVOLUÇÃO da mercadoria

COMPRADOR PROTESTO
AÇÃO
DEVOLVE SEM POR FALTA DE
ORDINÁRIA
ACEITE ACEITE
Espécies: títulos de crédito de
financiamento

Rural
Industrial
Comercial
Imobiliário
ELEMENTOS COMUNS À COMPREENSÃO
DOS TÍTULOS DE CRÉDITO
AVAL
Por este ato cambial de garantia, uma pessoa,
CONCEITO chamada avalista, garante o pagamento do título em
favor do devedor principal ou de um coobrigado.

ANVERSO: Simples assinatura do avalista

VERSO: Assinatura com identificação do ato praticado.

* Depende de outorga uxória, salvo se regime da separação


AVAL FORMA de bens (Absoluta ou obrigatória) (Art. 1.647 CC)

EM BRANCO: não identifica o avalizado (presume-se ao


sacador na letra e ao emitente na nota)

EM PRETO: identifica o avalizado

AVAL X Obrigação autônoma vs. Acessória


DISTINÇÕES
FIANÇA (benefício de ordem)
Art. 899. O avalista equipara-se àquele cujo
nome indicar; na falta de indicação, ao
emitente ou devedor final.

DEVERES
Art. 889, § 2º Subsiste a responsabilidade do
avalista, ainda que nula a obrigação daquele a
quem se equipara, a menos que a nulidade
decorra de vício de forma

AVALISTA

Art. 889, § 1° Pagando o título, tem o avalista


DIREITOS ação de regresso contra o seu avalizado e
demais coobrigados anteriores.
Títulos típicos Permitido: LUG, art. 30
LIMITADO
Títulos atípicos Vedado: CC, art. 897, §ú

SITUAÇÕES
ESPECIAIS - 2 AVALISTAS DE UM MESMO OBRIGADO (SIMULTÂNEOS)

- RESPONDEM PERANTE O CREDOR PELO TODO,MAS


SIMULTÂNEO ENTRE SI PELA METADE (COTA-PARTE) (SOLIDARIEDADE
CIVIL)

- SE EM BRANCO, PRESUME-SE AO SACADOR NA LETRA; AO


EMITENTE NA NOTA.
SIMULTÂNEOS
ENDOSSO
CADEIA DE ENDOSSOS
LETRA DE CÂMBIO

EXEMPLO

TOMADOR PORTADOR
ACEITANTE SACADOR
ENDOSSANTE ENDOSSATÁRIO

AVALISTA
ato cambiário que opera a transferência do crédito representado por título "à
ordem"

ENDOSSANTE = ALIENANTE DO CRÉDITO


SUJEITOS
ENDOSSATÁRIO = ADQUIRENTE DO CRÉDITO

VERSO: simples assinatura do credor do título

ANVERSO: é obrigatória a identificação do ato cambiário


praticado.
ENDOSSO FORMA
***NÃO PODE SER PARCIAL(LU, art. 12; CC, art. 912, §ú),
NEM CONDICIONAL (art. 12).

transfere a titularidade
EFEITOS
vincula o endossante ao pagamento do título, na qualidade
de coobrigado (LU, art. 15)

Ação de regresse contra os coobrigados quando do


pagamento
DIFERENÇA ENTRE QUANTO À EXTENSÃO DA QUANTO AOS LIMITES DE
RESPONSABILIDADE DO DEFESA DO DEVEDOR EM
ENDOSSO E CESSÃO
ALIENANTE DO CRÉDITO FACE DA EXECUÇÃO DO
CIVIL PERANTE O ADQUIRENTE CRÉDITO PELO
ADQUIRENTE
ENDOSSO responde, em regra, tanto não poderá defender-se,
pela existência do crédito quando executado pelo
quanto pela solvência do endossatário, arguindo
devedor. matérias atinentes a sua
relação jurídica com o
endossante.

CESSÃO CIVIL responde, em regra, poderá defender-se,


apenas pela existência do quando executado pelo
crédito e não pela cessionário, arguindo
solvência do devedor (CC, matérias atinentes a sua
arts. 295 e 296) relação jurídica com o
cedente (CC, art. 294)
QUANTO A EM BRANCO: "Pague-se"
INDICAÇÃO DO
ENDOSSATÁRIO EM PRETO : "Pague-se a Antonio Silva"

ENDOSSO ENDOSSO MANDATO


IMPRÓPRIO (LU, art. 18; CC, art. 917)
(LEGITIMA A
CLASSIFICAÇÃO POSSE) ENDOSSO CAUÇÃO
DOS
ENDOSSOS
QUANTO A
VINCULAÇÃO DO ENDOSSO "SEM GARANTIA" (LU, art.
ENDOSSANTE AO 15)
PAGAMENTO

QUANTO A
CLÁUSULA “NÃO À ORDEM“.
POSSIBILIDADE DE
Circula só como cessão.
CIRCULAÇÃO
SÚMULAS DO STJ
• Súmula 16 - A legislação ordinária sobre crédito rural não veda a incidência da correção monetária.
(Súmula 16,TERCEIRA SEÇÃO, julgado em 20/11/1990, DJ 28/11/1990)
• Súmula 26 - O avalista do título de crédito vinculado a contrato de mútuo também responde pelas
obrigações pactuadas, quando no contrato figurar como devedor solidário. (Súmula 26, SEGUNDA
SEÇÃO, julgado em 12/06/1991, DJ 20/06/1991)
• Súmula 60 - É nula a obrigação cambial assumida por procurador do mutuário vinculado ao
mutuante, no exclusivo interesse deste. (Súmula 60, SEGUNDA SEÇÃO, julgado em 14/10/1992, DJ
20/10/1992 p. 18382)
• Súmula 93 - A legislação sobre cédulas de crédito rural, comercial e industrial admite o pacto de
capitalização de juros. (Súmula 93, SEGUNDA SEÇÃO, julgado em 27/10/1993, DJ 03/11/1993)
• Súmula 258 - A nota promissória vinculada a contrato de abertura de crédito não goza de
autonomia em razão da iliquidez do título que a originou. (Súmula 258, SEGUNDA SEÇÃO, julgado
em 12/09/2001, DJ 24/09/2001 p. 363, REPDJ 23/10/2001 p. 215)
• Súmula 475 - Responde pelos danos decorrentes de protesto indevido o endossatário que recebe
por endosso translativo título de crédito contendo vício formal extrínseco ou intrínseco, ficando
ressalvado seu direito de regresso contra os endossantes e avalistas. (Súmula 475, SEGUNDA
SEÇÃO, julgado em 13/06/2012, DJe 19/06/2012)
• Súmula 476 - O endossatário de título de crédito por endosso-mandato só responde por danos
decorrentes de protesto indevido se extrapolar os poderes de mandatário. (Súmula 476, SEGUNDA
SEÇÃO, julgado em 13/06/2012, DJe 19/06/2012)