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Recorrência Linear de 2a ordem

Referências

Matemática Discreta

Osnildo Andrade Carvalho

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia

Osnildo Carvalho Matemática Discreta


Recorrência Linear de 2a ordem
Referências

Sumário

1 Recorrências Lineares de Segunda Ordem

Osnildo Carvalho Matemática Discreta


Recorrência Linear de 2a ordem
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Recorrência Linear de 2a ordem


inicialmente trataremos das recorrências lineares de segunda ordem homogêneas, com
coeficientes constantes, que são recorrências da forma xn+2 + pxn+1 + qxn = 0.
Suporemos sempre que q 6= 0, pois se q = 0, a recorrência é, na realidade uma
recorrência de primeira ordem.

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Equação caracterı́stica
A cada recorrência linear de segunda ordem homogênea, com coeficientes constantes,
da forma xn+2 + pxn+1 + qxn = 0, associaremos uma equação do segundo grau,
r2 + pr + q = 0, chamada de equação caracterı́stica. Onde q 6= 0, assim 0 não é raı́z
da equação caracterı́stica.

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Exemplo
(1) A Sequência de Fibonacci, representada pela recorrência xn+2 = xn+1 + xn , tem
equação caracterı́stica r2 = r + 1. As raı́zes da equação caracterı́stica são
p
1± 5
2

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O teorema a seguir mostra que: se as raı́zes da equação caracterı́stica são r1 e r2 ,


então qualquer sequência da forma an = C1 r1 n + C2 r2 n é solução da recorrência,
quaisquer que sejam os valores da constantes C1 e C2 .
Teorema 1
Se as raı́zes de r2 + pr + q = 0 são r1 e r2 , então an = C1 r1 n + C2 r2 n é solução da
recorrência xn+2 + pxn+1 + qxn = 0, quaisquer que sejam os valores das constantes
C1 e C2 .

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Demonstração
Substituindo an = C1 r1 n + C2 r2 n na recorrência xn+2 + pxn+1 + qxn = 0,, obtemos
agrupando convenientemente o stermos,

C1 r1 n (r1 2 + pr1 + q) + C2 r2 n (r2 2 + pr1 + q) =

= C 1 r1 n 0 + C 2 r 2 n 0 = 0

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Exemplo
A equação xn+2 + 3xn+1 4xn = 0 tem r2 + 3r 4 = 0 como equação caracterı́stica.
As raı́zes da equação caracterı́stica são 1 e 4.
De acordo com o teorema (1) , todas as sequências da forma an = C1 1n + C2 ( 4)n
são soluções da recorrência.

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Teorema 2
Se as raı́zes r2 + pr + q = 0 são r1 e r2 , com r1 6= r2 , então todas as soluções de
recorrência xn+2 + pxn+1 + qxn = 0 são da forma an = C1 r1 n + C2 r2 n , com C1 e C2
constantes.

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Exemplo
Quais as soluções da recorrência

xn+2 + 3xn+1 4xn = 0?

Solução: A equação caracterı́stica é r2 + 3r 4 = 0, cujas raı́zes são 1 e 4. De


acordo com os teoremas (1) e (2), as soluções da recorrência são as sequênciaas da
forma an = C1 1n + C2 ( 4)n , onde C1 e C2 constantes arbitrárias.

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Exemplo
Determine o número de Fibonacci Fn . Onde a sequência de Fibonacci é definida por
Fn+2 = Fn+1 + Fn , com F0 = F1 = 1.

Solução: A equação caracterı́stica é r2 = r + 1. As raı́zes da equação caracterı́stica são


p
1± 5
2
Então,
p !n p !n
1+ 5 1 5
Fn = C 1 + C2
2 2

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Para determinar C1 e C2 basta usar F0 = F1 = 1.


Obtemos o sistema
(
C1 + C2 = 1
p p (1)
C1 1+2 5
+ C2 1 2
5
=1
Resolvendo-o obetmos
p p
5+1 5p 1
C1 = p
2 5
e C2 = 2 5

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Logo,
p p !n p p !n
5+1 1+ 5 5 1 1 5
Fn = p + p ,
2 5 2 2 5 2
Isto é,
p !n+1 p !n+1
1 1+ 5 1 1 5
Fn = p p
5 2 5 2

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Se as raı́zes da equação caracterı́stica forem complexas, a solução


an = C1 r1 n + C2 r2 n , C1 e C2 constantes arbitrárias pode ser escrita de modo a evitar
cálculos com complexos.
Pondo as raı́zes na forma trigonométrica, teremos:

r1 = ⇢(cos✓ + isen✓), r2 = ⇢(cos✓ + isen✓)

r1 n = ⇢n (cos(n✓) + isen(n✓)), r2 n = ⇢n (cos(n✓) + isen(n✓)),

an = C1 r1 n + C2 r2 n = ⇢n [(C1 + C2 )cos(n✓) + i(C1 C2 )sen(n✓)]

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C1 + C2 e i(C1 + C2 ) são novas constantes arbitrárias e a solução pode ser escrita

an = ⇢n (C1 0 cos(n✓) + C2 0 sen(n✓))

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Exemplo
A recorrência xn+2 + xn+1 + xn = 0 tem equação caracterı́stica r2 + r + 1 = 0. As
raı́zes da equação caracterı́stica são
p
1±i 3
2
que são complexos e módulo ⇢ = 1 e argumento principal ✓ = ± ⇡3 ,
A solução é
n⇡ n⇡
xn = ⇢n (C1 cos(n✓) + C2 sen(n✓)) = C1 cos + C2 sen
3 3

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O aconteceria se as raı́zes da equação caracterı́stica fossem iguais?

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O aconteceria se as raı́zes da equação caracterı́stica fossem iguais?


Os teoremas a seguir respondem essa pergunta.

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Teorema
(Teorema 3) se as raı́zes de r2 + pr + q = 0 são iguais, r1 = r2 = r, então
an = C1 rn + C2 nrn é solução da recorrência

xn+2 + pxn+1 + qxn = 0,


quaisquer que sejam os valores das constantes C1 e C2 .

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Teorema
(Teorema 4) Se as raı́zes de r2 + pr + q = 0 são iguais, r1 = r2 = r, então todas as
soluções da recorrência xn+2 + pxn+1 + qxn = 0 são da forma an = C1 rn + C2 nrn

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Exemplo
A recorrência xn+2 4xn+1 + 4xn = 0 tem equação caracterı́stica r2 4r + 4 = 0. As
raı́zes são r1 = r2 = 2 e a solução da recorrência é xn = C1 2n + C2 n2n .

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O teormea a seguir mostra um processo para resolver algumas recorrências


não-homogêneas.
Teorema
(Teorema 5) Se an é uma solução da equação

xn+2 + pxn+1 + qxn = f (n)


então a substituição xn por an + yn transforma a equação em

yn+2 + pyn+1 + qyn = 0

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Demonstração
Substituindo xn por an + yn na equação, obtemos

(an+2 + pan+1 + qan ) + (yn+2 + pyn+1 + qyn ) = f (n)


Mas an+2 + pan+1 + qan = f (n) pois an é solução da equação original. Logo, a
equação se transformou em

yn+2 + pyn+1 + qyn = 0

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Assim, de acordo o teorema 5, a solução de uma recorrência não-homogênea é


constituı́da de duas parcelas: uma solução qualquer da não-homogênea e a solução da
homogênea. A solução da homogênea, já aprendemos. Enquanto a solução da
não-homogênea, procuraremos por tentativas.

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Exemplo
Encontre as soluções da recorrência xn+2 6xn+1 + 8xn = n + 3n .

Solução: Tem como equação caracterı́stica r2 6r + 8 = 0, cujas raı́zes são r1 = 2 e


r2 = 4. Portanto, a solução da homogênea, isto é, de xn+2 6xn+1 + 8xn = 0 é
an = C1 2n + C2 4n .
Tentaremos agora descobrir uma solução particular, yn , da recorrência
xn+2 6xn+1 + 8xn .
Ora, se substituirmos yn em xn+2 6xn+1 + 8xn devemos encontrar n + 3n .
Que tipo de função deve ter yn ?

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Exemplo
Encontre as soluções da recorrência xn+2 6xn+1 + 8xn = n + 3n .

Solução: Tem como equação caracterı́stica r2 6r + 8 = 0, cujas raı́zes são r1 = 2 e


r2 = 4. Portanto, a solução da homogênea, isto é, de xn+2 6xn+1 + 8xn = 0 é
an = C1 2n + C2 4n .
Tentaremos agora descobrir uma solução particular, yn , da recorrência
xn+2 6xn+1 + 8xn .
Ora, se substituirmos yn em xn+2 6xn+1 + 8xn devemos encontrar n + 3n .
Que tipo de função deve ter yn ?
É bastante razoável imaginar que yn seja a soma de um polinômio do primeiro grau
com uma exponencial de base 3.

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Tentaremos yn = An + B + C3n . Substiutuindo em

xn+2 6xn+1 + 8xn = n + 3n ,

A(n + 2) + B + C3n+2 6(A(n + 1) + B + C3n+1 ) + 8(An + B + C · 3n ) = n + 3n

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Tentaremos yn = An + B + C3n . Substiutuindo em

xn+2 6xn+1 + 8xn = n + 3n ,

A(n + 2) + B + C3n+2 6(A(n + 1) + B + C3n+1 ) + 8(An + B + C · 3n ) = n + 3n

An + 2A + B + C3n+2 6An 6A 6B 6C3n+1 + 8An + 8B + 8C3n = n + 3n

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Referências

Tentaremos yn = An + B + C3n . Substiutuindo em

xn+2 6xn+1 + 8xn = n + 3n ,

A(n + 2) + B + C3n+2 6(A(n + 1) + B + C3n+1 ) + 8(An + B + C · 3n ) = n + 3n

An + 2A + B + C3n+2 6An 6A 6B 6C3n+1 + 8An + 8B + 8C3n = n + 3n

An + 2A + B + 9C3n 6An 6A 6B 6 · 3C3n + 8An + 8B + 8C3n = n + 3n


Obtemos

3An + 3B 4A C3n = n + 3n .
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3An + 3B 4A C3n = n + 3n .
yn será solução se 3A = 1, 3B 4A = 0 e C = 1. Logo,

A = 13 , B = 4
9 eC= 1.

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Daı́,
1 4
yn = n + 3n
3 9
A solução da recorrência é a soma de an com yn . Portanto,
1 4
xn = C1 2n + C2 4n + n + 3n
3 9

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Exemplo
Encontre as soluções da recorrência xn+2 6xn+1 + 8xn = 1 + 2n .

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Exemplo
Encontre as soluções da recorrência xn+2 6xn+1 + 8xn = 1 + 2n .

Solução: Tem como equação caracterı́stica r2 6r + 8 = 0, cujas raı́zes são r1 = 2 e


r2 = 4. Portanto, a solução da homogênea, isto é, de xn+2 6xn+1 + 8xn = 0 é
an = C1 2n + C2 4n .

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Tentaremos agora descobrir uma solução particular, yn , da recorrência


xn+2 6xn+1 + 8xn = 1 + 2n .
Ora, se substituirmos yn em xn+2 6xn+1 + 8xn devemos encontrar 1 + 2n .
Que tipo de função deve ter yn ?
É bastante razoável imaginar que yn seja a soma de um polinômio constante com uma
exponencial de base 2.

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Tentaremos yn = A + B2n . Substiutuindo em

xn+2 6xn+1 + 8xn = 1 + 2n ,

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Tentaremos yn = A + B2n . Substiutuindo em

xn+2 6xn+1 + 8xn = 1 + 2n ,

A + B2n+2 6(A + B2n+1 ) + 8(A + B2n ) = 1 + 2n

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Tentaremos yn = A + B2n . Substiutuindo em

xn+2 6xn+1 + 8xn = 1 + 2n ,

A + B2n+2 6(A + B2n+1 ) + 8(A + B2n ) = 1 + 2n

A + B4 · 2n 6A 6B · 2 · 2n + 8A + 8B2n = 1 + 2n
Obtemos

3A = 1 + 2n
Porém essa igualdade é impossı́vel.

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Tentaremos yn = A + B2n . Substiutuindo em

xn+2 6xn+1 + 8xn = 1 + 2n ,

A + B2n+2 6(A + B2n+1 ) + 8(A + B2n ) = 1 + 2n

A + B4 · 2n 6A 6B · 2 · 2n + 8A + 8B2n = 1 + 2n
Obtemos

3A = 1 + 2n
Porém essa igualdade é impossı́vel.
A recorrência não admite solução da forma yn = A + B2n .

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Tentaremos yn = A + B2n . Substiutuindo em

xn+2 6xn+1 + 8xn = 1 + 2n ,

A + B2n+2 6(A + B2n+1 ) + 8(A + B2n ) = 1 + 2n

A + B4 · 2n 6A 6B · 2 · 2n + 8A + 8B2n = 1 + 2n
Obtemos

3A = 1 + 2n
Porém essa igualdade é impossı́vel.
A recorrência não admite solução da forma yn = A + B2n .
Vamos tentar entender o que aconteceu.

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A nossa ideia era tentar uma constante A para que obtivéssimos uma constante que
iguaları́amos a 1 e tentar B2n para gerar uma exponencial que pudéssemos igualar a
2n .
O termo B2n não poderia cumprir o seu papel.

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A nossa ideia era tentar uma constante A para que obtivéssimos uma constante que
iguaları́amos a 1 e tentar B2n para gerar uma exponencial que pudéssemos igualar a
2n .
O termo B2n não poderia cumprir o seu papel.
B2n é solução da homogênea yn (substituindo C1 = B e C2 = 0) e, substituindo na
equação, daria zero e não uma exponencial que pudéssemos igualar a 2n .

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Vamos corrigir a nossa tentativa para yn = A + Bn2n .


A sugestão é sempre que nossa tentativa algum bloco não cumprir o seu papel,
fazemos a correção ”aumentando o grau”, isto é, multiplicando o bloco por n.

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Agora substituindo,

A + B(n + 2)2n+2 6(A + B(n + 1)2n+1 ) + 8(A + Bn2n ) = 1 + 2n

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Agora substituindo,

A + B(n + 2)2n+2 6(A + B(n + 1)2n+1 ) + 8(A + Bn2n ) = 1 + 2n

A + Bn2n · 4 + 2B2n · 4 6(A + 2Bn2n + 2B2n ) + 8A + 8Bn2n = 1 + 2n


obtemos

3A 4B2n = 1 + 2n
.

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3A 4B2n = 1 + 2n
Se 3A = 1 e 4B = 1, isto é,
1 1
A= 3 eB= 4,

temos a solução

1 n2n
yn =
3 4

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A solução darecorrência é a soma de an com yn . Portanto,

1 n2n
xn = C1 2n + C2 4n +
3 4

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Agora é com você


Resolva as equações a seguir:
a) xn+2 + 5xn+1 + 6xn = 0
b) xn+2 + 6xn+1 + 9xn = 0
c) xn+2 + 2xn+1 + 2xn = 0
d) xn+2 5xn+1 + 6xn = n
e) xn+2 5xn+1 + 6xn = 1 + 3 · 4n
f) xn+2 5xn+1 + 6xn = 2n

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HEFEZ, A. Elementos de Aritmética. Textos Universitários. SBM. 2004.


LIMA, E. L; CARVALHO, P. C.P.; WAGNER, E.; MORGADO, A. C. A Matemática
do Ensino Médio. SBM. 2006

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